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Grammy 2026: Yungblud vence Melhor Performance de Rock com cover de Changes, do Black Sabbath
O inglês Yungblud venceu o Grammy 2026 na categoria Melhor Performance de Rock com o cover de Changes, do Black Sabbath. A versão – ao lado de Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman e II – foi gravada em julho do ano passado no Villa Park, em Birmingham, Reino Unido, como parte do show final do Black Sabbath e Ozzy Osbourne, Back To The Beginning. Em seu discurso de agradecimento, o cantor disse: “Você não espera estar aqui em cima e, de repente, você está. É surreal”. “Crescer amando um ídolo que me ajudou a descobrir minha identidade, não só como músico, mas como homem, é algo pelo qual sou verdadeiramente grato”, acrescentou. “Mas então, formar um relacionamento com ele e homenageá-lo em seu último show… é algo tão estranho de se compreender”. Assista abaixo: Via: Rockbizz

Avenged Sevenfold prova sua força em um Allianz Parque lotado! E o Sempre Um Rock acompanhou tudo do Camarote Backstage Mirante!
Resiliência não é discurso. É prática. E o Avenged Sevenfold mostrou isso na noite em que fez o maior show solo de sua carreira, lotando o Allianz Parque e lembrando por que segue relevante mesmo quando desafia a própria base de fãs. Antes de falar de palco, vale dizer: nós do Sempre Um Rock acompanhamos todos os shows diretamente do Camarote Backstage Mirante, uma experiência completa que vai muito além do conforto. O espaço garante acesso direto à pista premium, visão privilegiada e um combo que todo headbanger respeita: open bar e open food, do começo ao fim. Rock se vive intensamente — e ali, vive-se direito. Da cirurgia vocal ao topo do mundo A trajetória do Avenged Sevenfold nunca foi simples. Lá em 2004, antes mesmo do estrondo causado por City of Evil, M. Shadows precisou passar por uma cirurgia a laser nas cordas vocais. O aviso médico foi direto: ou mudava a forma de cantar, ou em poucos anos talvez não falasse mais. O resultado dessa encruzilhada? Uma banda que expandiu seus horizontes, misturou metalcore, heavy metal clássico, hard rock e até ambições quase operísticas. Foi assim que nasceram hinos como “Bat Country”, “Beast and the Harlot” e “Seize the Day” — músicas que pavimentaram o caminho do A7X para um lugar definitivo na história do metal moderno. O retorno ao Brasil em grande estilo Depois de problemas vocais sérios em 2018 e do adiamento da turnê latino-americana em 2025, o retorno ao Brasil veio cercado de expectativa. Curitiba e São Paulo tiveram ingressos esgotados, e a capital paulista foi palco de um feito inédito: a primeira apresentação do Avenged Sevenfold em um estádio. O Allianz Parque virou um mar de camisetas pretas, punhos erguidos e vozes em coro. Mesmo com a divisão de opiniões causada pelo álbum experimental Life Is But a Dream… (2023), a banda mostrou que sua força vai muito além de um disco específico. As músicas mais novas até pediram atenção e paciência do público — exceção feita à abertura “Game Over” —, mas quando os clássicos começaram a surgir, o estádio veio abaixo. Um setlist feito para arrepiar Momentos de catarse não faltaram. “Afterlife” abriu oficialmente os trabalhos emocionais. “Hail to the King” reafirmou o flerte da banda com o metal tradicional e fez o Allianz cantar como um só. “So Far Away” emocionou, como sempre, em homenagem a The Rev. E quando “Bat Country” e “Nightmare” surgiram, ficou claro: o Avenged sabe exatamente como conduzir uma multidão de dezenas de milhares. Destaque também para “Buried Alive”, que cresce devagar até explodir, e para a inesperada recepção calorosa de “Gunslinger”, faixa que nunca foi single, mas encontrou eco forte em São Paulo. O encerramento, com músicas longas e viagens sonoras como “Save Me” e “Cosmic”, pode ter dividido opiniões, mas “A Little Piece of Heaven” fechou tudo com sua teatralidade insana — do jeito que só o Avenged faz. Técnica, emoção e um frontman resiliente M. Shadows não está no auge vocal da juventude — e nem precisa estar. Sua entrega foi honesta, segura e muito melhor do que em apresentações recentes. Quando precisou, jogou a responsabilidade para o público (que respondeu à altura) ou contou com o apoio de Synyster Gates. Aliás, Synyster Gates segue sendo um dos guitarristas mais absurdos da sua geração. Técnica, feeling e presença. Brooks Wackerman, na bateria, honra com personalidade um legado pesado deixado por The Rev, Mike Portnoy e Arin Ilejay. Público protagonista Se a banda fez história, o público fez espetáculo. Em vários momentos, as vozes de cerca de 50 mil pessoas engoliram o som do palco. Shadows, visivelmente impactado, declarou amor ao Brasil mais de uma vez — e não é exagero: São Paulo está entre as cidades que mais consomem Avenged Sevenfold no Spotify no mundo. Por duas horas e dez minutos, foi uma troca justa: entrega total de ambos os lados. Aberturas que fizeram jus ao evento Mr. Bungle abriu os trabalhos com caos organizado, peso, humor ácido e a genialidade de Mike Patton, acompanhado de nomes lendários como Dave Lombardo e Andreas Kisser. Um show surpreendente, barulhento e provocador — como tem que ser. Já o A Day to Remember entregou um set calculado, preciso e extremamente profissional. Pode faltar espontaneidade, mas sobra eficiência. Metalcore, pop punk, pirotecnia e hits cantados em coro. Funcionou — e muito. Rock vivido de perto Do alto do Camarote Backstage Mirante, nós do Sempre Um Rock não apenas assistimos: vivemos cada segundo. A visão da pista premium pulsando, o som batendo no peito, o conforto, o open bar e o open food transformaram a noite em uma experiência completa, daquelas que ficam marcadas. O Avenged Sevenfold saiu maior do que entrou. São Paulo respondeu como uma capital mundial do rock. E fica o recado: não demorem mais dez anos para voltar. Público, vocês já sabem, tem — e sobra. Por Fabio Crejoinas CEO e fundador Sempre Um Rock

Yungblud explica por que o punk, grunge e metal se tornaram irrelevantes
Muitas pessoas, inclusive atores da cena pesada, já declararam a morte do rock n’ roll. Essas pessoas alegam que não há mais novas e grandes bandas no mercado, dessa forma, é um setor que ainda se agarra aos antigos nomes como Iron Maiden, Metallica, AC/DC e Guns N’ Roses para lotar estádios e arenas. É verdade que os tempos do rock em figurar em reclames de cigarro, refrigerantes e em trilhas sonoras de atrações populares já passaram. Tirando os medalhões, o estilo se mantém vivo e pulsante no underground, o que não é nenhum demérito. Quem está tentando de todo jeito se firmar como um bastião do estilo é Yungblud. O músico, que tentou carreira no punk, mas não logrou êxito, vem tentando provar o seu valor aos exigentes fãs de riffs e solos guitarra. No entanto, em conversa com a revista Zoom, Yungblud explicou por que o punk, grunge e metal se tornaram irrelevantes. Ele começou contando o seu background no estilo e o que mais curte na cena: “Eu sinto que o que é muito legal no rock agora é que, em termos de geração, estamos todos na mesma sintonia pela primeira vez em muito tempo. Eu cresci em uma loja de guitarras. Meu pai tinha uma loja de guitarras com meu avô. Então, eu cresci com o rock no meu sangue, e está no meu DNA. E eu sinto que o rock se tornou irrelevante por um tempo, porque não havia união dentro dele”. Ele completou: “O rock sempre teve essa ideia maluca de que vai ser uma única pessoa que vai salvá-lo. Mas toda vez que o rock foi gigante para o mundo, foi sempre por causa de dez artistas juntos. Veja o punk, o grunge, o rock n’ roll, o blues e o metal. Toda vez que o rock prosperou, foi por causa de vinte artistas de uma vez, não de uma pessoa só”. A análise de Yungblud é bastante superficial e romântica, visto que muitos outros elementos como perfil atual do mercado fonográfico, plataformas streaming, avanços tecnológicos, questões políticas, sociais e econômicas fazem parte dessa equação. Mas uma coisa é certa: a indústria musical é cíclica, dessa forma, cedo ou tarde, os astros irão se alinhar para a música pesada, novamente. Com isso, veremos novos nomes dando as caras por aí. Via: Rockbizz

Michael Sweet (Stryper) é acusado de receber dinheiro para elogiar Yungblud
O líder, vocalista e guitarrista do Stryper, Michael Sweet, recentemente se viu obrigado a defender seus elogios ao artista britânico Yungblud. O veterano rock star foi acusado de receber dinheiro para manifestar seu apoio ao novato. O músico norte-americano usou a sua conta no Facebook para expressar sua admiração ao jovem roqueiro. Com isso, um internauta logo correu para questionar se ele está recebendo uma grana para tecer as exaltações. Na primeira postagem, Sweet escreveu: “Tenho ouvido bastante Yungblud ultimamente e preciso dizer que ele é realmente um cara talentoso. Ótimo cantor, ótimo artista, mas o mais importante é que ele parece ser um cara muito bom e decente. Então, sou fã dele”. No campo de comentários, o fã o questionou sobre o apoio financeiro, Michael respondeu: “Que besteira. Nem um centavo! Não conheço ninguém da equipe do Yungblud”. Veja: Apesar do apoio de gente como Ozzy Osbourne, Steven Tyler (vocal) e Joe Perry (guitarra), do Aerosmith, e Sammy Hagar, Yungblud ainda é visto como um cantor de poucos – ou nenhum -recursos técnicos. Justin Hawkins, frontman do The Darkness, já afirmou que ele se esconde atrás de Auto-tune e que se parece com um roqueiro da Disney. Via: Rockbizz

Jack Osbourne admite que tem pena e empatia por Roger Waters: “Não sei se tem demência”
Roger Waters é um indivíduo que tem um certo magnetismo para confusões. O artista inglês está sempre se metendo em alguma treta por falas ofensivas a políticos e colegas de profissão. Uma briga que vem rendendo juros e correções tem a ver com a família Osbourne. Para quem não sabe ou não lembra, o ex-Pink Floyd fez pouco caso sobre a morte do Príncipe das Trevas, o que levou a muitas críticas da família do roqueiro. Jack Osbourne, filho caçula do cantor, chegou chamá-lo de patético e babaca. Agora, em entrevista ao canal Howie Mandel Does Stuff, Jack aliviou um pouco nos palavrões e mostrou um lado menos virulento contra Waters. O rapaz ainda admitiu que tem pena e empatia por Roger. “Eu sinto um pouco de empatia por ele. Sinto mesmo. Ele é um senhor de idade. Não estou sendo preconceituoso com a idade. Não estou dizendo isso, mas o cara tem 81 anos. Bem, eu não sei se ele tem demência, mas eu o entendo. O filho Madman continuou: “Eu senti um pouco de empatia porque, se é isso que você precisa fazer para chamar a atenção aos 81 anos, você é inseguro para se envolver em questões polêmicas e se lançar na disputa para defender todas elas. Você deveria ter confiança em si mesmo e em suas próprias conquistas para simplesmente dizer que faz música”. “E se você não tem nada de bom para dizer, não diga nada. E eu senti e ainda sinto um pouco de pena do cara porque acho que ele claramente está passando por alguma coisa. O fato de ele ter que fazer essas coisas dá pena”, concluiu Jack. Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne causou maior confusão no jantar de Páscoa na casa dos pais de Lita Ford
O saudoso Ozzy Osbourne foi um artista genial e que fez valer os títulos de lenda e louco do rock n’ roll. As infinitas maluquices que o cantor se meteu ao longo de sua carreira fez valer o “fofinho” apelido de Madman. As histórias mais conhecidas são as mordidas no morcego e pombo, o xixi no Álamo, monumento da cidade de San Antonio, no Texas, Estados Unidos, e a tentativa de levar de arrasta sua esposa e empresária, Sharon Osbourne. Mas no meio do caminho rolaram muitas outras pérolas, que só o Príncipe das Trevas era capaz de fazer. Em conversa com a Loudwire, Lita Ford contou que Ozzy Osbourne causou a maior confusão no jantar de Páscoa na casa de seus pais. “Todos os vizinhos saíram de suas casas para ver quem estava chegando de limusine. Ele foi à casa da minha mãe e do meu pai para jantar na Páscoa. Minha mãe ofereceu uma bebida para ele, e ele disse que aceitava uma garrafa de vinho. Então, ela colocou o vinho na taça, mas ele colocou a taça no chão, pegou a garrafa e a tomou toda. Aí, na hora do jantar, a gente tinha coxa de cordeiro, batatas e couve de Bruxelas. Jantar bem britânico. Meu pai trouxe o cordeiro para a mesa e deu ao Ozzy a faca elétrica. Ele tentou cortar um pedaço grande do cordeiro, mas a coxa inteira escorregou e caiu no chão. Ozzy não ligou, disse que não tinha problema, porque ele não gostava de comer cordeiro. Isso foi clássico”. Via: Rockbizz

Mike Shinoda está muito feliz com a atual posição do Linkin Park: “É uma benção vivenciar isto”
O cantor e multi-instrumentista Mike Shinoda concedeu uma breve entrevista à revista People e contou que está muito feliz com a atual posição do Linkin Park. Vale lembrar que, depois do falecimento do cantor Chester Bennington em julho de 2017, o Linkin Park ficou de molho alguns anos e sem nenhum sinal aparente de volta aos palcos. No entanto, a história mudou em outubro de 2024, quando o grupo anunciou sua volta com o apoio da cantora Emily Armstrong. A parceria entre a frontwoman e o grupo já rendeu um álbum de estúdio, From Zero, o qual saiu no dia 15 de novembro do citado ano pela Warner Records. Sobre o momento presente, Mike foi categórico: “Estamos em uma posição muito singular, pela qual somos muito gratos, a qual, depois de tantos anos, novos fãs ainda aparecem e as pessoas ainda estão empolgadas com as novas músicas. São vinte e tantos anos de carreira, portanto, é uma verdadeira bênção poder vivenciar isso”. Com From Zero, que é o oitavo registro de estúdio dos caras, o Linkin Park alcançou o primeiro lugar na parada Top Rock Albums da Billboard e o segundo lugar na parada Billboard 200 dos EUA. Mesmo para uma banda – empresa – bem quista e estabilizada no mercado fonográfico, isso é um grande feito. O motivo? Bem, os caras simplesmente deram a volta por cima após perder seu vocalista principal, Chester Bennington. Isso algo digno de se tirar o chapéu. Itinerário 2026 O conjunto iniciou a temporada de shows 2026 na semana passada com a passagens pelo Barém e Índia. Após esta perna, a banda só voltará aos palcos em março, com uma longa visita à Austrália e Nova Zelândia. A Europa e o Reino Unido também estão no roteiro do conjunto. Via: Rockbizz

Richie Sambora acusa Jon Bon Jovi e gravadora de sabotarem sua carreira solo
Há mais de uma década a dupla Jon Bon Jovi (vocal) e Richie Sambora ( guitarra) não se bicam e não se falam. O cantor vem seguindo carreira com o Bon Jovi, apesar de ter passado por uma cirurgias nas cordas vocais, recentemente. Já o guitarrista mergulhou com tudo em seus projetos solos. O fato é que os dois artistas não estão funcionamento e rendendo em plenitude, pois um depende do outro para alcançar esse desejável ponto. Mesmo assim, parece que uma união das duas forças do hard rock está fora de cogitação. Recentemente, em postagem no X (antigo Twitter), Richie Sambora acusou Jon Bon Jovi e a gravadora de sabotarem sua carreira solo. É claro que esta posição do músico fez a temperatura da treta aumentar. “As pessoas ainda não fazem ideia de que eu canto, escrevo letras e produzo discos”, disparou o guitarrista. “Decidi deixar a música falar por si, o que não foi uma ideia muito brilhante. A maioria dos fãs do Bon Jovi não deu uma chance à minha voz. Isso se refletiu nas vendas. Eu aceitei esse fato. É claro que Jon e a gravadora sabotaram meus discos para me fazer voltar para a nave mãe”. Richie foi além no assunto após o questionamento de um internauta sobre suas alegações em relação as baixas vendas de discos. “Jon me queria na banda naquela época e a gravadora também me queria de volta porque vendíamos muito mais como banda do que qualquer um de nós separadamente. Então, eu pude estar em uma das maiores bandas do mundo e gravar os discos que eu queria”. O ícone da guitarra hard rock encerrou o assunto dando uma tirada no fã que o abordou com grosseria. “Eu gostaria de ter tido mais tempo para desenvolver meu trabalho solo, mas meu instinto, minha cabeça e Deus me diziam que a música que eu fazia com o Bon Jovi teria a chance de alcançar mais pessoas. E obrigado por ter a gentileza de me insultar. A verdade, em termos de perspectiva, deveria iniciar um debate saudável, não discussões. Então, vou me calar. Nem todas as minhas respostas serão definitivas. Você pode continuar especulando”. People still have no idea I sing write lyrics produce records.. I decided to let the music talk.. not such a bright idea. Most BJ fans didn’t give my voice a chance. It reflects in sales. I’ve accepted it. Of corse Jon and corporate killed my records to get me back to the mother… https://t.co/vu1jb7FVNY — RICHIE SAMBORA (@TheRealSambora) January 30, 2026 Via: Rockbizz

“Parar de beber não foi um ato radical, foi uma decisão silenciosa”, reflete Fernanda Lira (Crypta)
A fase da juventude é normal querer ter experiências diferentes como tomar o primeiro porre, sair para baladas e coisas do gênero. Contudo, apesar da curiosidade ser válida, os resultados dessas vivências são péssimos e podem acarretar muitos problemas na idade adulta como vícios e toda sorte de complicações na saúde e no seio familiar. E quem tomou a acertada decisão de parar de beber álcool foi a vocalista e baixista da Crypta, Fernanda Lira. Pelas mídias sociais, a artista refletiu sobre tal escolha, contou que já faz oito anos sem goró e lembrou o que a fez seguir por este caminho. Na legenda da postagem, ela escreveu: “Parar de beber não foi um ato radical, nem um discurso moral. Foi uma decisão silenciosa, feita por mim e pra mim. Com o tempo, percebi o quanto eu queria estar mais presente, mais conectada com meu corpo, minha voz e minhas escolhas. A vida não ficou mais fácil, nem perfeita. Mas ficou mais honesta. A parte mais difícil não foi o físico, foi o social. Questionar algo que todo mundo trata como regra gera estranhamento, desconforto e algumas perdas. Ainda assim, ficar foi mais importante do que agradar. Não é sobre convencer ninguém. Cada pessoa tem seu tempo, sua história e seus limites. É só sobre dividir a minha. Se isso ecoar em alguém aí do outro lado, você não tá sozinho”. Pelas redes sociais, Lira também informou que está trabalhando intensamente no processo de composição do novo álbum da Crypta. Ela destacou os trabalhos estão indo muito bem e que já tem um plano bem definido para as letras. Em relação ao direcionamento instrumental, a metaleira pontuou que está compondo vários riffs e algumas músicas estão praticamente prontas. Via: Rockbizz

Cantores para Cristo: AC/DC enganou cidadãos de bem em protesto contra o rock e a banda
O rock e o metal são dois estilos musicais que sempre incomodaram a sociedade e sempre foram alvos de protestos por gente que se considera ilibada. Com isso, as bandas, principalmente nos anos 1980, período em que a música pesada estava comandando o mercado, eram alvos certeiros dos supostos cidadãos de bem. Em conversa com a Loudwire, o vocalista do AC/DC, Brian Johnson, contou um curioso episódio em que o AC/DC vivenciou. Ele disse como enganou os tais cidadãos de bem em protesto contra o rock e a banda. “Teve um show que a gente precisou deitar no chão do ônibus, porque estava tendo um protesto a favor da moral. Eles estavam bravos porque Angus Young abaixava as calças nos shows. Eles nos ameaçavam e falavam que éramos filhos do diabo”, contou Brian aos risos. O cantor continuou: “Então, eles ficaram esperando o nosso ônibus chegar. Big John, que era o nosso segurança, pediu para todo mundo deitar no chão. Era protesto de Tipper Gore [esposa do ex-vice presidente do EUA, Al Gore]. Mas trocamos a placa na frente do ônibus. No lugar de AC/DC, colocamos o nome de Singers for Christ – Cantores para Cristo. Conseguimos passar pelo protesto e deu tudo certo”. Ah, isso rolou nos Estados Unidos”, finalizou Johnson deixando claro onde rolava os protestos. E por falar no veterano AC/DC, o conjunto australiano mostrará o poder sonoro da Power Up Tour aos brasileiro nos dias 24 e 28 de fevereiro e 04 de março de 2026. Todos as apresentações acontecerão no Estádio do Morumbis, em São Paulo. Para esta turnê, o AC/DC está contando com os trabalhos de Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Stevie Young (guitarra), Matt Laug (bateria) e Chris Chaney (baixo). Ou seja, da formação clássica, a banda possui apenas o “baixinho gigante” Angus Young para comandar o sonzeira no palco. Via: Rockbizz

Slash jura de pé junto que o Guns N’ Roses tem toneladas de músicas fresquinhas
O último álbum completo que o Guns N’ Roses lançou foi o Chinese Democracy, em novembro de 2008. Apesar de requentar alguns sons dessa época, o grupo está devendo um full length há mais de quinze anos. E parece que tem luz no fim do túnel! Em entrevista ao canal Audacy, Slash jurou de pé junto que o Guns N’ Roses tem toneladas de músicas fresquinhas. “Nós já escrevemos muita coisa, então só precisamos nos reunir e começar o processo de analisar todo o material, decidir quais serão as músicas, gravá-las e tudo mais. Isso é algo que ainda está pendente”. “Provavelmente vai acontecer mais cedo do que imaginamos, porque já lançamos todo esse material antigo e estamos em turnê há quase uma década. Então, estamos querendo fazer isso. É só uma questão de nos concentrarmos”, acrescentou. “Quando é que isso vai acontecer? Será quando dissermos chega de distrações e vamos fazer isso. Enfim. Mas vai acontecer”, finalizou o guitarrista. Em 2023 o Guns N’ Roses colocou no mercado os singles The General e Perhaps para agitar a sua imensa base de fãs. Em dezembro de 2025, os caras lançaram Atlas e Nothin’, que eram materiais da época de Chinese Democracy, de 2008, o que causou boa comoção, também. Portanto, essas quatro faixas são os materiais mais novos que o Guns N’ Roses colocou na praça nos últimos tempos. Via: Rockbizz

Angra compartilha foto da era Rebirth e fãs pedem para os músicos não brigarem
O Angra vai se reunir com a formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Para agitar o público, o Angra, pelas reses sociais, compartilhou uma foto da era Rebirth, com a seguinte legenda: “Quem aí está pronto pra esse momento histórico que vai rolar no Bangers Open Air?” A galera engajou na publicação, mas a reação de parte dos fãs foi curiosa, já que algumas pessoas pediram para os músicos não brigarem. Inclusive, teve internauta que pediu para os caras não brigarem no palco. Algumas pessoas também pediram a presença do tecladista Fábio Laguna, profissional que tocou com a banda na época do álbum Rebirth, em 2001. Veja a postagem com a reação curiosa dos fãs do Angra: Via: Rockbizz

João Gordo causa inveja nos metaleiros ao receber visita de Dave Lombardo e Mike Patton
O ex-VJ da MTV Brasil e vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, é um cara bem-quisto na cena musical, principalmente pelos músicos de metal, rock e punk. Portanto, é fácil ver nomes como Ronnie Von, ícone da Jovem Guarda, Mark “Barney” Greenway, frontman do Napalm Death, e Marky Ramone, baterista do Ramones, falando super bem do Gordo. E mais uma prova disso rolou recentemente, com a vinda do Mr. Bungle ao Brasil. O baterista Dave Lombardo e o vocalista Mike Patton foram fazer uma visita para o artista brasileiro. Pelas mídias sociais, João mostrou um registro do encontro, que pode deixar os metaleiros com inveja. Veja: O Mr. Bungle ainda tem mais uma apresentação no Brasil, que vai ser no Allianz Parque, em São Paulo, como abertura para o Avenged Sevenfold. Depois desse evento, a banda se apresentará na Argentina para finalizar a atual tour pela América Latina. E por falar em João Gordo, o Ratos de Porão será uma das atrações da 18ª edição do Festival Quarta Cinza Rock. O evento, que ainda terá a presença da Eskröta, Bayside Kings e Lepra, vai rolar no dia 18 de fevereiro, na Polo de Casa Amarela, em Recife. Via: Rockbizz

Brian May descarta turnê do Queen nos Estados Unidos por considerar um “lugar perigoso”
Brian May descartou uma turnê do Queen nos Estados Unidos por considerar um “lugar perigoso no momento”. A banda britânica fez sua última turnê pela América do Norte em 2023, como parte da Rhapsody Tour com o vocalista Adam Lambert. No entanto, May descartou um retorno ao país durante uma nova entrevista ao Daily Mail. “Os Estados Unidos são um lugar perigoso no momento, então você precisa levar isso em consideração”, explicou o guitarrista. Refletindo sobre como os Estados Unidos mudaram desde a primeira visita do Queen no início de sua carreira, May continuou: “É muito triste porque sinto que o Queen cresceu na América e nós a amamos, mas não é mais o que era”. “Todos estão pensando duas vezes antes de ir para lá no momento”, completou. Os comentários do músico surgem em meio a um período conturbado no país. Muitos artistas e figuras do mundo do entretenimento se manifestaram recentemente, enquanto os protestos contra o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) continuam. As mortes de Renee Good e Alex Pretti pelas mãos de agentes do ICE, em particular, provocaram indignação em todo o país. O ICE descreveu suas ações altamente controversas em Minnesota como “a maior operação de deportação em massa da história americana”. Entre as bandas e músicos que condenaram o ICE e o presidente Donald Trump estão Green Day, Neil Young, Tom Morello, Duran Duran, Dave Matthews e muitos outros. Via: Rockbizz

The Beatles: Veja primeiras imagens de elenco dos filmes caracterizado
Foram divulgadas as primeiras imagens da aguardada cinebiografia dos The Beatles. O perfil oficial do filme no Instagram, em colaboração com os perfis de cada Beatle, divulgaram imagens dos atores caracterizados: Harris Dickinson como John Lennon, Paul Mescal como Paul McCartney, Barry Keoghan como Ringo Starr e Joseph Quinn como George Harrison. The Beatles – A Four-Film Cinematic Event será uma produção de quatro filmes. Cada um sobre um membro da banda, com previsão de lançamento para abril de 2028. O projeto também conta com o aval oficial e os direitos musicais dos Beatles. Durante uma apresentação na convenção comercial CinemaCon, em Las Vegas, o diretor Sam Mendes declarou que a produção será a “primeira experiência cinematográfica que poderá ser maratonada” [via g1]. “Não estamos fazendo apenas um filme sobre os Beatles — estamos fazendo quatro. Talvez esta seja uma chance de entendê-los um pouco mais profundamente”, disse Sam Mendes. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Deep Purple lançará novo álbum em junho, segundo Ian Gillan Via: WikiMetal

Bruce Springsteen protesta contra ICE em novo single “Streets of Minneapolis”
Bruce Springsteen lançou na última quarta-feira, 28, o novo single “Streets of Minneapolis”. A nova música é um protesto aos recentes assassinatos de Renee Good e Alex Pretti em Minneapolis, cometidos por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) e da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP). Por meio das redes sociais, Bruce Springsteen divulgou a música e comentou: “Escrevi esta música no sábado, gravei-a ontem e lancei-a para vocês hoje em resposta ao terror de Estado que está sendo perpetrado contra a cidade de Minneapolis. É dedicada ao povo de Minneapolis, aos nossos vizinhos imigrantes inocentes e em memória de Alex Pretti e Renee Good. Que a paz esteja convosco, Bruce Springsteen.” No dia 07 de janeiro, a americana Renee Good, de 37 anos, foi morta por um agente do ICE durante uma ação de fiscalização. Vídeos e relatos indicam que Good foi alvejada enquanto dirigia seu carro em um bairro residencial. O fato gerou forte reação da comunidade, que questiona o uso de força letal pelos federais nas operações da cidade. Em 24 de janeiro de 2026, o enfermeiro de terapia intensiva Alex Pretti, de 37 anos, também foi fatalmente baleado por agentes federais durante uma operação de aplicação da lei em meio a protestos contra ações do ICE. Vídeos mostram Pretti filmando agentes e tentando ajudar outras pessoas antes de ser imobilizado e atingido por vários disparos por agentes da Border Patrol. Governo Trump critica a música Após o lançamento, a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, divulgou uma declaração ao The Hollywood Reporter, condenando a música e as alegações feitas por Springsteen. “O governo Trump está focado em incentivar os democratas estaduais e locais a trabalharem com agentes da lei federais para remover imigrantes ilegais criminosos e perigosos de suas comunidades – e não em músicas aleatórias com opiniões irrelevantes e informações imprecisas. A mídia deveria noticiar como os democratas se recusaram a trabalhar com o governo. E, em vez disso, optaram por dar abrigo a esses imigrantes ilegais criminosos”. LEIA TAMBÉM: ‘Springsteen: Deliver Me from Nowhere’: A arte que nasce do conflito e da cura Via: WikiMetal

The Cure: Boys Don’t Cry tem sua versão remixada de 1986 apresentada pela primeira vez nas plataformas digitais
O The Cure disponibilizou digitalmente pela primeira vez a versão remixada de 1986 de Boys Don’t Cry, em comemoração ao 40º aniversário de seu lançamento. Editada inicialmente como single no Reino Unido em 1979, no ano seguinte a canção Boys Don’t Cry se tornaria a faixa-título do primeiro álbum da banda a ser lançado nos Estados Unidos (que tinha repertório baseado no álbum de estreia Three Imaginary Boys). Consagrada como um dos clássicos do grupo, Boys Don’t Cry alcançou sucesso internacional maior em 1986, quando o líder Robert Smith regravou seus vocais e remixou a base instrumental. “Eu regravei a música em 1986 porque achei que poderia fazer algo a mais com ela, sentia que estava melhorando como cantor, ganhando mais confiança. Então, embora eu não tenha me desviado muito da melodia ou fraseado vocal original, eu sabia que poderia colocar um pouco mais de tom e emoção na nova versão”, disse Robert Smith. A versão foi criada para promover a coletânea Staring At The Sea – The Singles. A versão em vinil de 7 polegadas de Boys Don’t Cry (New Voice – New Mix) agora reaparece intitulada Boys Don’t Cry (86 Mix), com lançamento no formato pela primeira vez em 40 anos. Via: Rockbizz

Extreme anuncia show solo em Porto Alegre e com Halestorm em Curitiba
Extreme anunciou nesta sexta-feira, 30, mais 2 shows pelo Brasil, incluindo Porto Alegre e Curitiba. Anteriormente, a banda já havia sido confirmada como uma das atrações do Monsters of Rock 2026. A banda se apresenta com show solo em Porto Alegre, dia 06 de abril, na Araújo Vianna. Em Curitiba, Extreme se apresenta dia 08 de abril, no Live Curitiba, com participação do Halestorm. A pré-venda de ingressos começa no dia 09 de fevereiro às 10h exclusivamente pelo site da Bilheteria Digital. A venda geral começa dia 12 de fevereiro às 10h também pelo site da Bilheteria Digital. Serviço Porto Alegre Data: 06 de abril de 2026Local: Araújo ViannaEndereço: Parque Farroupilha, 685 – Farroupilha, Porto Alegre – RSVenda de ingressos: 09/02 (pré-venda fã-clube) às 10h | 09/02 (pré-venda grupo VIP com 10% de desconto) às 10h | 12/02 (vendas gerais) às 10h via Bilheteria Digital Serviço Curitiba Data: 08 de abril de 2026Local: Live CuritibaEndereço: Rua Itajubá, 143 – Novo Mundo, Curitiba – PRVenda de ingressos: 09/02 (pré-venda grupo VIP com 10% de desconto) às 10h | 12/02 (vendas gerais) às 10h via Bilheteria Digital View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Lynyrd Skynyrd anuncia mais shows pelo Brasil além do Monsters of Rock Via: WikiMetal

Atreyu explora transformação pessoal em novo single “Ego Death”
Atreyu retornou nesta sexta-feira, 30, com “Ego Death”, uma faixa intensa e catártica que explora a ideia de abandonar quem você foi para se tornar quem está destinado a ser. A canção chega acompanhada de um videoclipe. Sustentada por riffs esmagadores, um groove pulsante e um grande refrão melódico, a música equilibra os instintos mais pesados da banda com um de seus momentos mais emocionais até hoje. Como define o grupo, “Às vezes, uma parte de você precisa morrer para que você realmente viva. ‘Ego Death’ é paz”. Além do lançamento de “Ego Death”, a banda anunciou recentemente uma turnê de primavera como banda de abertura do Sevendust. Os shows tem início em 20 de abril, em Indianápolis, Indiana, e encerramento em 20 de maio, em Knoxville, Tennessee. A banda do sul da Califórnia concluiu recentemente uma turnê co-headliner de sucesso nos Estados Unidos e passou por grandes festivais como Download, Hellfest, Welcome to Rockville e Inkcarceration. Desde a formação, na virada do milênio, o Atreyu avançou muito além das raízes DIY. Além de conquistar múltiplos discos de ouro da RIAA, estreias no Top 20 da Billboard 200 e presença em trilhas sonoras de filmes e videogames de grande alcance. O álbum mais recente, The Beautiful Dark of Life (2023), estreou no Top 10 da Billboard Top Hard Rock Albums e já soma mais de 75 milhões de streams. LEIA TAMBÉM: Atreyu estreia em São Paulo com show memorável Via: WikiMetal

A humanidade está perdida e sem interesse pela verdade, segundo Otto
Otto é um cantor, compositor, percussionista e produtor atuante em movimentos musicais como manguebeat e rock n’ roll. Ele foi figura importante no trabalho da banda pernambucana Mundo Livre S/A, que está na ativa até os dias de hoje. Em seu trabalho solo, que se aproxima de vinte anos de trajetória, Otto Maximiliano Pereira de Cordeiro Ferreira ampliou ainda mais os seus horizontes musicais ao misturar rock, MPB e música eletrônica. O artista, atualmente com 57 anos, ainda se mantém inquieto no campo criativo, propondo novas paletas sonoras a cada álbum de estúdio que coloca no mercado e em cada show que apresenta ao público. Dias atrás Otto trocou uma ideia com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod. Ao ser questionado sobre a invasão dos Estados Unidos na Venezuela, ele ponderou sobre o atual momento da raça humana. “Eu acho que, além da humanidade ter se perdido, principalmente quem gerencia a porra toda, quem gerencia o dinheiro do mundo, os caras se perderam. Depois da internet mudou tudo. E pessoas como Donald Trump nunca deveriam ser eleitas, mas foi e é a cara do país em que ele está”. O artista continuou com o tom crítico: “Mas acho ele um predador! Acho que ele é um cara fora de sentido! E são caras assim que as pessoas acreditam muito. A gente teve o Bolsonaro aqui. Teve o Hitler na Alemanha. Então, o Trump é fruto dessa desordem. É uma confusão do mundo”. O pernambucano acrescentou pontuando que a sociedade global não tem mais interesse na verdade. “O mundo está se censurando e está covarde a ponto de acabar com você com uma frase, e ainda mais com a Inteligência Artificial. As pessoas não querem mais a verdade. Elas querem essa parada que está rolando aí”. Via: Rockbizz

Hayley Williams vai se aventurar na música com a nova banda Power Snatch
A cantora e compositora Hayley Williams (Paramore) vai se aventurar na música com a nova banda Power Snatch. Ela, ao lado do parceiro Daniel James, lançaram oficialmente o grupo em um show para a Apple Music 1. Durante a participação na Apple Music 1, a dupla lançou oficialmente a faixa Assignment, que narra um sonho que a artista teve. Apesar disso, as novas músicas do Power Snatch ainda não foram disponibilizadas nas plataformas de streaming. Em outubro do ano passado, em entrevista à Rolling Stone, Williams falou: “Eu quero estar em 100 bandas antes de morrer. Esse é o ritmo em que trabalho melhor”. Ela também esclareceu que o Paramore, que lançou seu último álbum, This Is Why, em 2023, está atualmente em hiato. “O Paramore sempre terá seu momento, porque é simplesmente o que fazemos. Temos o nosso vai e vem”. Além dos compromissos com a Power Snatch, a artista vai embarcar em uma turnê para promover seu novo projeto solo, Ego Death At A Bachelorette Party. A turnê de Ego Death At A Bachelorette Party vai começar no dia 27 de março de 2026 em Atlanta, EUA. O giro, que será pelos Estados Unidos e Europa, tem previsão de acabar no final de junho. Em postagem em suas redes sociais, Hayley informou que os ingressos estão esgotados. Via: Rockbizz

Guns N’ Roses: Sweet Child O’ Mine será a música de encerramento do novo filme da série Gundam
O hit do Guns N’ Roses, Sweet Child O’ Mine, será a música de encerramento do novo filme da série Gundam, Mobile Suit Gundam Hathaway: The Sorcery Of Nymph Circe. Um trailer especial ao som da música vai sair na próxima segunda-feira, 02 de fevereiro. A letra da música, que é cheia de ternura e saudade ao retratar as emoções complexas provocadas pela presença “dela”, ressoa profundamente com os sentimentos da protagonista Hathaway após conhecer uma jovem atraente chamada Gigi. Por isso, a faixa se tornou o tema final perfeito e emocionalmente impactante para o filme. Mobile Suit Gundam Hathaway estreou nos cinemas japoneses em 2021 e atraiu grande atenção por suas sequências de combate realistas, bem como por seus diálogos sutis e pela representação psicológica dos personagens. O novo filme da série, Mobile Suit Gundam Hathaway: The Sorcery Of Nymph Circe, está em cartaz nos cinemas japoneses a partir desta sexta-feira, 30 de janeiro, com lançamento mundial previsto para em breve. Sweet Child O’ Mine está presente no debute do Guns N’ Roses, Appetite for Destruction, que saiu em julho de 1987 pela Geffen. A faixa alcançou o primeiro lugar na Billboard Hot 100 em setembro de 1988 e ajudou o álbum a bater a marca de trinta milhões de cópias vendidas. Via: Rockbizz

Fogo no parquinho: Raimundos festeja a honra de representar o rock nacional na nova tour do Guns N’ Roses
O veterano Guns N’ Roses vai iniciar a nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things no Brasil no comecinho de abril. O grupo de hard rock fará nove shows em nosso país. Seguindo o esquema de 2025, o qual contou com o apoio do Raimundos, o giro deste ano terá o reforço do conjunto brasiliense. O quarteto fará o esquenta em sete shows do Guns N’ Roses no Brasil – São José do Rio Preto, Campo Grande, Cariacica, Salvador, Fortaleza, São Luís e Belém. É importante destacar que as apresentações de Porto Alegre e São Paulo – esta última no festival Monsters Of Rock – são as únicas sem a presença do quarteto brasileiro. E como vai ter muito fogo no parquinho! Pelas redes sociais, a banda Raimundos festejou a honra de representar o rock nacional na nova tour do Guns N’ Roses. Na postagem, o grupo informou: “O Raimundos vem com muito orgulho anunciar que é a banda de abertura do Guns N’ Roses na turnê de 2026! O ano de 2025 foi histórico, uma grande honra e ficamos muito felizes de representar o rock nacional mais uma vez nessa turnê que o Guns vem em 2026. Serão 7 shows incríveis com uma das maiores bandas de rock do mundo! Fogo no parquinho! A gente espera que vocês estejam lá, cantando e pulando com a gente”. Além dos espetáculos ao lado da banda de Axl Rose, o Raimundos está com agenda cheia até meados do ano, com compromissos no sul e sudeste do Brasil. Saiba o itinerário dos caras aqui: Via: Rockbizz

Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que pagar indenização à banda
Mick Mars perdeu o processo judicial contra o Mötley Crüe e terá que pagar uma indenização à banda. As duas partes travaram uma disputa pública e acirrada desde que o guitarrista anunciou sua aposentadoria das turnês com a banda em 2022, devido à sua luta contra a doença degenerativa Espondilite Anquilosante. Em abril de 2024, Mars entrou com um processo alegando que a banda queria reduzir sua participação nos lucros (Mars detinha 25% das ações da Mötley Crüe Inc.) e afirmou que nunca se demitiu da banda, apenas se aposentou das turnês. Mars também acusou o baixista Nikki Sixx de fazer playback durante a turnê Stadium Tour do ano anterior com o Def Leppard. Agora, um mediador independente, o juiz Hon. Patrick J. Walsh decidiu a favor de Sixx, do vocalista Vince Neil e do baterista Tommy Lee, e exigiu que Mars pague à Mötley Crüe Inc. uma parte do adiantamento que recebeu para a turnê. “Mars recebeu um adiantamento de US$ 1.500.000 em troca de seu acordo para realizar 138 shows”, concluiu Walsh. “Ele entendeu, ao receber o adiantamento, que se tratava de um adiantamento e que deveria devolvê-lo caso parasse de fazer a turnê. Mars parou de fazer a turnê. Portanto, ele deve devolvê-lo. Mars está condenado a pagar à MCI o valor proporcional aos shows que perdeu entre setembro de 2021 e a data atual. Ele não é obrigado a pagar pelos shows que não aconteceram”. O Mötley Crüe divulgou um comunicado expressando sua satisfação com a decisão e afirmando que Mars “foi obrigado a admitir sob juramento que suas declarações [sobre o uso de playback] eram falsas. Seu perito confirmou que a banda se apresentou ao vivo, e Mars retratou formalmente suas alegações anteriores durante depoimento sob juramento”. “Esta disputa tratava da proteção da integridade e do legado de uma das bandas de maior sucesso na história do rock”, completou. Mick Mars não se manifestou publicamente sobre a decisão. Via: Rockbizz