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Nova pista indica que Lauren Hart pode ser a nova vocalista do Arch Enemy
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18/02/2026

Nova pista indica que Lauren Hart pode ser a nova vocalista do Arch Enemy

O mistério sobre a nova vocalista do Arch Enemy ainda segue de pé! Depois que a canadense Alissa White-Gluz desistiu do cargo de vocalista do conjunto, após doze anos de parceria, os fãs e a imprensa ventilaram a ideia de uma volta de Angela Gossow ao grupo. No entanto, a alemão já jogou água na cerveja da galera afirmando que não será a frontwoman da banda. E quem entrou no assunto para dar uma bagunçada no tabuleiro foi o guitarrista Dino Cazares (Fear Factory). Em postagem na sua conta oficial no X (antigo Twitter), ele deu a entender que a sua companheira no Divine Heresy, Lauren Hart, é a nova vocalista do Arch Enemy. Na rede social, Dino postou: “Quem vocês acham que será a nova vocalista do Arch Enemy? Eu tenho um bom palpite, e não é o mais óbvio”. Depois que um fã sugeriu um retorno de Angela Gossow, Cazares disse que “ela gerencia a banda”. Na mesma publicação um fã o questionou: “Se – hipoteticamente, porque só saberemos quando soubermos – Lauren Hart for a nova vocalista do Arch Enemy, o que isso significa para o futuro do Divine Heresy? Ainda é uma possibilidade ou a banda acabou”? Dino respondeu tranquilizando o fã: “A banda não acabou porque eu ainda estou aqui, só estou ocupado com minhas outras bandas”. Who do u think is going to be the new vocalist of Arch Enemy ? I have a good guess and it’s not the obvious — Dino Cazares (@DinoCazares) February 16, 2026 Show O próximo show do grupo será no Brasil, no Bangers Open Air, em São Paulo, no finalzinho do mês de abril. Portanto, a estreia da cantora será na nossa casa, com o apoio da melhor plateia do mundo. Via: Rockbizz

Cobra Spell anuncia pausa na carreira e cancela agenda de shows
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18/02/2026

Cobra Spell anuncia pausa na carreira e cancela agenda de shows

A Cobra Spell anunciou na última terça-feira, 17, que entrará em hiato por tempo indeterminado e cancelou todos os shows programados. A banda de heavy metal fez o anúncio nas redes sociais. Segundo a declaração, após um período de reflexão sobre sua trajetória, os integrantes decidiram que a melhor alternativa diante dos desafios enfrentados neste momento é uma pausa sem prazo determinado, e também cancelou as apresentações agendadas para 2026. Leia o anúncio na íntegra: “Hoje, temos que compartilhar com vocês uma notícia que nos deixa com o coração partido. Após um longo período de reflexão, como banda, chegamos a um ponto sem volta que nos leva a interromper completamente nossas atividades musicais (incluindo todos os shows planejados para 2026). A essência e a base do projeto precisam de uma pausa. E, acreditamos que a melhor maneira de atravessar este momento é colocar o Cobra Spell em um hiato por tempo indeterminado. Queremos agradecer do fundo do coração por todos esses anos. Se conseguimos criar música, fazer turnês e viver experiências inesquecíveis, foi em grande parte graças a vocês. Desde o primeiro dia em que o Cobra Spell existiu até hoje, cada palavra, cada mensagem, cada gesto de apoio e cada sorriso que vimos no palco fizeram toda essa jornada valer a pena. Gostaríamos de agradecer profundamente a todos na indústria que nos acompanharam ao longo do caminho — promotores, casas de shows, equipes técnicas, mídia, empresários, fotógrafos e todas as bandas com quem tivemos a oportunidade de dividir o palco. Gostaríamos de agradecer a cada um dos músicos que fizeram parte da banda em algum momento dessa jornada. Tudo que começa um dia termina, e hoje temos que nos despedir — pelo menos por enquanto. É claro que nossas trajetórias como músicos não terminam aqui. Encorajamos vocês a continuarem acompanhando nossas carreiras musicais. Estamos em @soniaanubis, @afunerailles e @krisvega_ para quaisquer novos projetos e muitas outras coisas lindas que ainda estão por vir. Obrigado por fazerem parte dessa história. Sempre levaremos vocês conosco. Para sempre seus,Cobra Spell” A decisão impactou a participação previamente confirmada no Bangers Open Air 2026, onde cancelaram recentemente por motivos de saúde dos membros da banda. O 666, único álbum lançado em 2023 pelo grupo sob o selo Napalm Records, foi promovido em uma turnê latino-americana que passou por várias cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Curitiba, Brasília, Cuiabá e Goiânia, em 2024. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Sonia Anubis acusa Burning Witches de abuso e exploração: “Fui tratada como lixo e nunca fui paga” Via: WikiMetal

Filme sobre Ozzy vai cobrir sua saída do Black Sabbath e as loucuras dos anos 80, segundo Jack Osbourne
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18/02/2026

Filme sobre Ozzy vai cobrir sua saída do Black Sabbath e as loucuras dos anos 80, segundo Jack Osbourne

O filho caçula de Ozzy, Jack Osbourne, concedeu uma entrevista ao canal The Magnificent Others, que pertence a Billy Corgan, vocalista do The Smashing Pumpkins. Na conversa, Jack forneceu novas informações sobre a tão aguardada cinebiografia do Madman. “Estamos trabalhando no filme do meu pai agora, e eu sou um dos produtores. Estamos fazendo isso na Sony Studios. Eu estou realmente envolvido diretamente com o projeto. É engraçado, pois, de toda a equipe, eu sou o menos qualificado, mas todo mundo acaba vindo falar comigo. Sou o intermediário, porque se eles precisam perguntar algo para a minha mãe ou se a minha mãe precisa perguntar algo para eles, eu resolvo tudo. Então, me vi nessa posição de intermediário em tudo isso, e estou realmente curtindo a experiência e aprendendo muito sobre o assunto”. “Ainda não anunciamos o elenco, porque ainda não definimos tudo”, pontuou. “Inicialmente, a ideia era mostrar meu pai desde jovem até meados dos anos 90, mas estamos reduzindo o foco da obra”. “Estamos reescrevendo o roteiro agora. Na minha visão ideal, o filme abordaria o final da carreira dele no Black Sabbath, com ele seguindo carreira solo. É preciso ter a história de amor. E esse é o foco principal do filme, além de toda a loucura que aconteceu no início dos anos 80 e a trágica morte de Randy [Rhoads]. Mas, sim, é uma história de origem”, finalizou Jack. Como dito pelo filho do Príncipe das Trevas, o longa ainda está em processo de produção, com isso, ainda não há uma data clara para quando chegará aos cinemas. A torcida é que seja em breve para matarmos de vez a nossa curiosidade. Via: Rockbizz

Entrevista Katatonia: “Boa energia, é o que a banda tem agora”
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18/02/2026

Entrevista Katatonia: “Boa energia, é o que a banda tem agora”

O Katatonia retorna ao Brasil para apresentar a turnê de Nightmares as Extensions of the Waking State, com show marcado para 21 de março de 2026, no Cine Joia, em São Paulo. Conhecida por desafiar rótulos ao longo de mais de três décadas, a banda sueca consolidou uma base fiel de fãs no país e promete um repertório que mescla faixas inéditas no Brasil com clássicos. O show promove o novo álbum Nightmares as Extensions of the Waking State, marcando mais um capítulo de reinvenção criativa do grupo liderado por Jonas Renkse. O 13° álbum da carreira equilibra peso, melancolia e experimentação, com foco nas guitarras e na nova formação, que inclui os guitarristas Nico Elgstrand e Sebastian Svalland. Em uma conversa com o Wikimetal, o guitarrista Nico Elgstrand falou sobre o show no Brasil, suas trajetória na cena suéca, o novo álbum do Katatonia e bandas de metal da Suécia. Expectativa para o show no Brasil Wikimetal: Você se apresentou com o Katatonia no Brasil em 2024, como está a expectativa para voltar ao país? Nico Elgstrand: Eu realmente amo todos os países da América do Sul. Tenho amigos do Brasil. Então, toda vez que vou lá, a comida é incrível, as pessoas são fantásticas. E agora está muito mais quente do que aqui, então vai ser muito bom. WM: Há alguma banda brasileira que você goste, independente do estilo? NE: Claro. Estou tentando me lembrar. Sempre que me perguntam do que eu gosto, minha mente simplesmente congela… Eu fui à academia e acabei de ouvir “Roots Bloody Roots”, que é, eu diria, minha música favorita do Sepultura, mas em outras bandas… Eu sei que tem pelo menos outra banda do Brasil que eu gosto… WK: Sarcófago? NE: É, aí está! Isso é bem old school. Eu gosto disso. É muito bom. WM: Em uma carreira marcada por diferentes fases do metal sueco, tocar na América do Sul representa algo simbólico para você? NE: Eu não ligo muito para simbolismos. Eu realmente curto muito. A comida é ótima, as pessoas são ótimas e os shows são sempre fantásticos, então… WM: O que podemos esperar deste novo show no Brasil? NE: Boa energia, eu acho que é o que a banda tem agora. Quer dizer, eu e o Sebastian somos relativamente novos. Não somos novos, mas já faz uns dois ou três anos para mim e um para ele. Então, sempre leva um tempinho para todo mundo se entrosar. Mas acho que a energia está muito boa porque estamos… É sempre assim quando alguém novo entra em uma banda. É como se todo mundo recebesse uma nova faísca de energia. Então, acho que recebemos, pelo menos, na última turnê. Depois, todos podemos dizer que, sim, está melhorando. Então, eles podem esperar o mesmo, só que melhor. Trajetória musical e influências WM: Sua trajetória inclui passagens por bandas como Entombed e Entombed A.D., além de outros projetos na cena sueca. Como essas experiências moldaram sua identidade como guitarrista? NE: Tento não pensar. Sabe o que quero dizer? Eu realmente me sinto muito abençoado por tocar com bandas tão boas. E é muito desafiador e gratificante ao mesmo tempo. Mas, quer dizer, não sou eu quem vai dizer como isso afetou meu desenvolvimento, se é que afetou. Sabe, eu tento não pensar muito, só sentir e seguir em frente. Acho que, após tantos anos em turnê, você aprende muita coisa, principalmente sobre sua musicalidade e o que você gosta. Então, acho que estou tentando me lembrar de quem eu era há uns 20 anos. Aquele cara achava que sabia tudo, mas não sabia nada. Então, é bom pelo menos pensar que você está mais sábio e mais velho. WM: Antes de ser o guitarrista oficial no Katatonia, você já tocava ao vivo com eles. Como foi o convite para entrar na banda? NE: Foi ótimo. Depois que entrei, tivemos um show isolado na Austrália e depois uma turnê. Acho que todos nós sentimos isso porque estávamos nos divertindo muito juntos e, no fim das contas, o mais importante em uma banda é como você interage, o quanto vocês se divertem juntos, porque 99% do tempo você só vai ficar sentado em uma sala falando besteira. Então, nos divertimos muito. No fim das contas, não fiquei nem um pouco surpreso quando veio a pergunta: “Você quer entrar em tempo integral?” Foi uma sensação boa, é como quando você fica com uma garota ou algo assim e tudo está ótimo. Tem coisas que você não precisa dizer. É como se fosse você. Você sente e sabe, as coisas estão indo bem. Então foi uma daquelas coisas de que eu tinha quase certeza de que, sim, provavelmente entraria para essa banda porque estávamos nos divertindo muito. WM: O som do Katatonia mudou muito no decorrer dos anos, e o novo álbum Nightmares As Extensions Of The Waking State mostra uma sonoridade diferente de todas as outras. Como você contribuiu nesse disco? NE: Nós simplesmente colaboramos. Conversamos e tocamos música e meio que nos influenciamos mutuamente sem tentar influenciar. E acho que, assim que você começa a pensar em coisas como “ok, agora vou fazer um álbum de reggae”, nunca é bom. Mas foi muito legal descobrir que eu e o Jonas temos… Acho que eu pensava que tinha um gosto musical bem peculiar e… Somos muito parecidos em muitos estilos musicais peculiares. Então, isso é incrível. Foi muito bom encontrar uma alma gêmea não no metal, mas em vários outros tipos de música estranha que eu achava que só eu gostava. E aí ele disse: “Ah, não, eu também gosto disso”. Acho que você não influencia conscientemente. Você só curte e ouve música. E isso molda. Então, quando eu toco e quando a gente toca junto, eu tento não desligar o cérebro o mais rápido possível. É muito difícil porque o cérebro quer, tipo, “é, vamos tocar, blá, blá, blá”. Ele fica pensando, tipo, “vamos fazer essa lista de receitas”. É como quando você cozinha,

Bangers Open Air 2026 divulga grade oficial de horários
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18/02/2026

Bangers Open Air 2026 divulga grade oficial de horários

O Bangers Open Air 2026 divulgou nesta quarta-feira, 18, a grade oficial de horários de apresentação das bandas para a edição deste ano do festival. A próxima edição do Bangers Open Air acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Você já pode garantir seus ingressos no site do Clube do Ingresso. O grande headliner do sábado, 25, será o Arch Enemy. A banda chega para substituir o Twisted Sister, que iniciaria sua turnê histórica de 50 anos no Brasil, mas precisou cancelar todos os shows agendados devido a problemas de saúde do vocalista Dee Snider. Já no domingo, 26, o Bangers Open Air recebe um show histórico do Angra, que reunirá pela primeira vez a formação Nova Era, da fase Rebirth, com Edu Falaschi, Kiko Loureiro e Aquiles Priester. Este também será o show de despedida do vocalista Fabio Lione, que esteve no Angra desde 2013. Outras atrações são Black Label Society, Primal Fear, Tankard, Feuerschwanz, Korzus, Nevermore, Project46, Within Temptation e Crypta. Entre as atrações recém divulgadas estão Ambush e Krisiun, substituindo Cobra Speel e Eluveitie, que também cancelaram suas participações. Também foram confirmadas as presenças de Winger, Fear Factory, Onslaught, Evergrey, Amaranthe, Dirkschneider, Lucifer, Crazy Lixx, Roy Khan, Seven Spires, Visions Of Atlantis, Silver Dust e Smith/Kotzen. Confira abaixo os horários das apresentações: View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Bangers Open Air 2026 com Angra e Arch Enemy Via: WikiMetal

Guns N’ Roses não acaba porque sempre tem produtor oferecendo muita grana para eles tocarem, segundo Tom Zutaut
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18/02/2026

Guns N’ Roses não acaba porque sempre tem produtor oferecendo muita grana para eles tocarem, segundo Tom Zutaut

Tom Zutaut é um famoso player da indústria musical porque foi o descobridor do Guns N’ Roses e fez o Mötley Crüe assinar com a gravadora Elektra Records em 1982. Ele também se envolveu com outras bandas da cena hard rock dos anos 1980 como Tesla, Hanoi Rocks, Dokken e mais. Esses e outros trabalhos credibilizam Tom como um agente ativo do mercado musical e como uma pessoa que vale a pena ouvir e seguir os conselhos, pois tem muita experiência. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, Tom Zutaut disse que Guns N’ Roses não acaba porque sempre tem produtor oferecendo muita grana para eles tocarem. Mesmo assim, ele pontuou que o tempo das longas turnês estão acabando. “Eu não acho que o Guns N’ Roses vai fazer um último show, porque alguém sempre vai oferecer uma quantia absurda de dinheiro para eles tocarem de novo em algum evento grande, e aposto que eles vão aceitar. Mas será que eles vão sair em outra turnê e fazer um monte de shows? Não, não acredito que vão. Acho que esses dias acabaram. É por isso que estou dizendo para irem lá e conferirem os shows da banda”. No campo de comentários da postagem o público reagiu de forma mista às previsões do produtor. Um fã observou que a teoria contradiz as declarações recentes de Slash (guitarra) e Duff McKagan (baixo), que querem entrar em estúdio para gravar músicas novas. Outras pessoas expressaram ceticismo quanto a um fim permanente das turnês, sugerindo que a banda pode simplesmente fazer pausas prolongadas entre elas. E teve gente que acha que o grupo já deveria pendurar o chapéu. Tom Zutaut claiming this is Guns N’ Roses last full tour. Says the same about @NikkiSixx and Motley. https://t.co/FYhRVqWRh3 pic.twitter.com/FPMDp376rX — Appetite For Distortion🎙️ (@TheAFDPodcast) February 15, 2026 Via: Rockbizz

Gloria Cavalera recorda intuição que teve sobre o Sepultura: “Essa banda vai ser roubada”
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18/02/2026

Gloria Cavalera recorda intuição que teve sobre o Sepultura: “Essa banda vai ser roubada”

O terceiro álbum do Sepultura, Beneath The Remains, carimbou o passaporte do grupo para terras estrangeiras. Os brasileiros fizeram turnê com o Sodom e tocaram no famoso Ritz, em Nova York, ao lado do King Diamond e Sacred Reich. Durante conversa com a Metal Hammer, a então empresária do Sacred Reich, Gloria Bujnowski, que tempos depois atenderia pelo nome de Gloria Cavalera, contou que recebeu a oferta para gerenciar o Sepultura, mas não aceitou de primeira. Ela, todavia, mudou de ideia posteriormente, já que ficou de boca aberta com a performance e trabalho do quarteto. “Já me abordaram algumas vezes para representar algumas bandas da Roadrunner que não tinham empresário”, contou Gloria. “O show começou e eles foram muito bons, mas o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi: ‘Essa banda vai ser roubada’. Eu sei o porquê que pensei nisso”. Como a banda causou uma boa impressão, a futura Sra. Cavalera providenciou alguns itens básicos para facilitar a vida da banda ao longo das turnês. Produtos como toalhas e água no palco até coisas simples, mas indispensáveis para as apresentações como palhetas, ela garantiu aos caras. Na mesma entrevista à revista, a empresaria chegou ressaltar que os músicos tinham apenas uma palheta. E como essa ajuda inicial fez a diferença para o lado positivo, Max manteve uma comunicação com ela até chegar ao ponto de fecharem um acordo para gerenciar o Sepultura. “Nós começamos a conversar por telefone; negociei um acordo com eles em que eu trabalharia com a banda de graça por um ano, para ver se dava certo”. Entre altos e baixos, Gloria, já como Sra. Cavalera, guiou a carreira do Sepultura até meados de dezembro de 1996, quando o contrato acabou e a banda não quis renová-lo. O resto, como dizem, é história. Via: Rockbizz

Zakk Wylde revela a fórmula de Ozzy Osbourne para performance poderosa em Sabotage
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17/02/2026

Zakk Wylde revela a fórmula de Ozzy Osbourne para performance poderosa em Sabotage

A relação entre Zakk Wylde e os caras do Black Sabbath sempre foi de admiração. O guitarrista nunca se sentiu menor ou envergonhado por assumir publicamente seu amor pela banda e pelos músicos. Sempre que tem oportunidade o viking das seis cordas recorda algumas histórias que ouviu de Ozzy Osbourne. O mais recente relato foi em entrevista à revista Metal Hammer, quando revelou a fórmula de Ozzy Osbourne para performance poderosa em Sabotage, sexto registro de estúdio do Sabbath. “Eu sempre conversava com Ozzy e Geezer [Butler] sobre o Black Sabbath. Eu sempre ficava todo empolgado com eles, porque me sentia como um vencedor, pois estava na companhia da minha banda favorita. Era como se Ozzy e Geezer estivessem saindo com os Beatles”. Zakk continuou: “Teve uma vez que falei para Ozzy: ‘Adoro seus vocais em tudo, mas em Sabotage, eu considero o melhor vocal de rock n’ roll de todos os tempos. Seus vocais naquele álbum são simplesmente incríveis’”. “Aí, eu perguntei para ele: ‘O que você estava tomando no seu cereal matinal? Estava fazendo aula de canto’? Ele respondeu: ‘Não, Zakk! Era só muito álcool e drogas’. Acho que esses são os esteroides do rock n’ roll”, finalizou o grandalhão. O disco, que foi lançado nos Estados Unidos em julho de 1975 e no Reino Unido em setembro do mesmo ano, veio embalado por hits como Hole In The Sky e Am I Going Insane (Radio) e Symptom Of The Universe. O trabalho faturou disco de ouro no mercado norte-americano e prata no Reino Unido. Via: Rockbizz

Mardi Gras 2026: ruas de Nova Orleans são tomadas por um exercito de Ozzy Osbournes
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17/02/2026

Mardi Gras 2026: ruas de Nova Orleans são tomadas por um exercito de Ozzy Osbournes

A famosa festa de Mardi Gras está rolando nesta terça-feira, dia 17 de fevereiro, em Nova Orleans, Louisiana, EUA. O evento, que é o carnaval gringo, tem a fama de ser uma das maiores celebrações populares do mundo, com desfiles grandiosos, fantasias extravagantes e festas que tomam conta das ruas. O saudoso Ozzy Osbourne (Black Sabbath) ganhou uma homenagem no Mardi Gras deste ano, já que mais de 200 pessoas desfilaram pelas ruas vestidas como o Príncipe das Trevas. O Madman faleceu em 22 julho de 2025, poucas semanas após seu último show no Villa Park, em Birmingham. E como ele é uma peça fundamental da cultura e música contemporânea, os foliões resolveram celebrar o astro do rock. Stephen Rea, que foi amigo de Osbourne por mais de 40 anos, estava entre os participantes. Antes do evento, ele contou à BBC Radio WM que 225 pessoas marchariam pela cidade fazendo cosplay de Ozzy, ou seja, vestindo perucas, óculos azuis e crucifixos. Na entrevista, Stephen ainda contou que os fãs dançaram e cantaram enquanto percorriam as ruas da cidade. Ele também fez questão de ressaltar que membros da família Osbourne viajaram da Inglaterra só para assistir a homenagem. Via: Rockbizz

Adrian Vandenberg compara a voz atual de Axl Rose com a do Ursinho Puff
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17/02/2026

Adrian Vandenberg compara a voz atual de Axl Rose com a do Ursinho Puff

É totalmente normal que, com o passar dos anos, a voz e o corpo mudem e mostrem desgastes! É um processo natural, o qual acomete todos nós. Porém, com os artistas, esse esquema acontece aos olhos dos fãs, dessa forma as críticas, em algumas vezes, chegam aos montes. Quem vem sofrendo bastante com a língua ferina do público é o frontman e imperador do Guns N’ Roses, Axl Rose. O cantor ganhou peso e a potência e o alcance vocal já não são os mesmos de outrora. Isso faz parte do jogo e é deveras normal. Em entrevista ao Chaoszine, o guitarrista Adrian Vandenberg (ex-Whitesnake) comparou a voz atual de Axl Rose com a do Ursinho Puff, personagem infantil de voz fina e fraca. A comparação surgiu quando Adrian começou a analisar a participação de Axl no AC/DC, em 2016, substituindo temporariamente Brian Johnson, que estava com problemas auditivos. “Brian Johnson voltou para a banda! Foi uma situação estranha quando o Axl estava com eles. Os vocais eram ótimos, claro, e o Axl estava em melhor forma vocal do que está agora. Talvez ele tenha prejudicado a voz na turnê com o AC/DC, porque lá só se cantavam notas altas”. O músico holandês completou: “Com o Guns N’ Roses há mais altos e baixos, porque depois disso, a voz do Axl nunca mais foi a mesma. Ele soa como o Ursinho Puff agora. É uma pena. Ele ainda é o Axl Rose, mas… Ah, ele pode fazer o que quiser”. Axl Rose está com 64 anos e ainda mantém uma agenda grande de shows. As músicas do Guns N’ Roses são em tons altos e difíceis de cantar, portanto, só de tê-lo no palco e em atividade já vale o preço do ingresso. Via: Rockbizz

Tommy Lee (Mötley Crüe) compara seu estilo de vida rock star com o dia a dia certinho de Tom Cruise
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17/02/2026

Tommy Lee (Mötley Crüe) compara seu estilo de vida rock star com o dia a dia certinho de Tom Cruise

Tommy Lee, baterista do Motley Crue, é um cara que botou em prática o estereotipo sexo, drogas e rock n’ roll. O cara viveu no limite, chegando ao ponto de beber 7,5 litros de goró por dia antes de entrar na rehab. A idade e a maturidade chegaram, com isso ele acabou pisando um pouco no freio. Mesmo assim, o artista ainda se vangloria desse modo de vida destrutivo. Em postagem no Instagram, Tommy Lee comparou seu estilo de vida rock star com o dia a dia certinho de Tom Cruise. Na publicação, o baterista escreveu: “Tom Cruise: 63 anos, malha todos os dias às 5h30 da manhã, não bebe, não fuma e não vai a festas, faz crioterapia regularmente, treinamento de força, cardio e acrobacias, e segue uma dieta orgânica de baixa caloria. Ele completou: “Tommy Lee: 63 anos, baterista do Mötley Crüe, festeja todos os dias desde 1980, ainda fuma, come o que quer e continua com a mesma aparência jovem de Tom Cruise”. A brincadeira reflete o humor característico de Tommy Lee, bem como a sua disposição em tirar onda com o senso comum sobre saúde e envelhecimento. O conteúdo também destaca a natureza imprevisível de como diferentes pessoas reagem a diversas escolhas de estilo de vida ao longo do tempo. Além disso, a parte legal que os dois artistas parecem felizes com as suas escolhas: um quer uma vida com poucas regras e o outro com muita moderação. Via: Rockbizz

Scorpions vai fazer a quarta residência em Las Vegas a partir de setembro
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17/02/2026

Scorpions vai fazer a quarta residência em Las Vegas a partir de setembro

O alemão Scorpions, uma das bandas de hard rock mais icônicas e influentes de todos os tempos, vai retornar ao palco do PH Live no Planet Hollywood Resort & Casino em 2026, com um novo show como atração principal. O Scorpions – Coming Home To Las Vegas vai acontecer entre os dias 17 de setembro e 03 de outubro, com a participação especial do Buckcherry. A nova residência sucede as três temporadas anteriores: Scorpions – Sin City Nights (2022), Love At First Sting Las Vegas (2024) e Scorpions – Coming Home To Las Vegas 60th Anniversary Las Vegas Residency (2025). De acordo com a banda, o novo evento promete ser ainda mais especial do que as três edições anteriores. O vocalista Klaus Meine comentou: “Nossa residência em Las Vegas em 2025 foi pura alegria do rock n’ roll! Noites inesquecíveis com fãs do mundo todo. Essa energia ficou conosco, então voltar em 2026 pareceu a coisa certa a fazer. Mal podemos esperar para retornar ao Planet Hollywood e celebrar a música, as memórias e mais uma rodada de bons momentos de rock. Vegas, vamos picar você de novo”, Os ingressos estarão à venda a partir do dia 21 de fevereiro, às 10h (horário do Pacífico). Os membros do fã-clube Scorpions Rock Zone terão acesso exclusivo e prioritário aos ingressos a partir de quarta-feira, 18 de fevereiro, às 10h (horário do Pacífico). Para mais informações e para se juntar à comunidade de fãs, visite The-Scorpions.com/RockZone. Via: Rockbizz

Eddfest é uma imersão no fantástico mundo do Iron Maiden com direito a convidados especiais
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17/02/2026

Eddfest é uma imersão no fantástico mundo do Iron Maiden com direito a convidados especiais

Steve Harris e companhia estão começando 2026 com boa notícia aos seus fãs! No dia 11 de julho, no Knebworth Park, o Iron Maiden vai fazer seu único show no Reino Unido em 2026, mas o evento será de grandes proporções. Se trata do Eddfest, que será uma imersão no fantástico mundo do Iron Maiden, com direito a convidados especiais. O evento terá duração de 48 horas, com áreas temáticas, bares, experiências, música ao vivo e muito mais. Dentro do Eddfest, os fãs poderão explorar o Museu Infinite Dreams, uma exposição imersiva de adereços e relíquias de palco, inspirada no livro best-seller do Sunday Times Infinite Dreams. Esta é uma oportunidade inédita e completamente única de ver de perto relíquias do Maiden. O público também encontrará o Maidenville, onde estará o melhor Eddie’s Dive Bar de todos os tempos, um segundo palco para música e entretenimento, o Unfair Funfair com brinquedos e jogos temáticos do Eddie, além do Eddie’s Emporium e muito mais para explorar em todo o local. Na sexta-feira à noite, os fãs terão acesso antecipado ao local e às experiências, incluindo acesso prioritário ao Museu Infinite Dreams. Haverá também uma noite inteira de entretenimento no palco Maidenville, com uma mistura de apresentações especiais ligadas ao Iron Maiden. Para completar, no sábado, o palco principal terá uma programação de apoio excepcional, antes da apresentação imperdível do Iron Maiden com Run For Your Lives Tour. Na sexta-feira à noite, o segundo palco do Maidenville apresentará shows completos de Stray, Maiden United, Airforce, Tony Moore’s Awake e Hair Metal Glamageddon. No sábado, a Arena Principal terá o Eddie’s Extended Emporium, a área VIP Trooper e uma série de experiências interativas. Essas atrações servirão como aperitivos para a programação ao vivo do festival no Palco Principal, começando com o retorno triunfal dos britânicos do The Almighty. Depois disso, o evento seguirá com show do Airbourne, The Hu e The Darkness. O Maiden encerrará a festa com os seus clássicos. Via: Rockbizz

Mike Shinoda ressalta a química e dinâmica com Emily Armstrong na nova versão do Linkin Park
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16/02/2026

Mike Shinoda ressalta a química e dinâmica com Emily Armstrong na nova versão do Linkin Park

Substituir um integrante em uma banda nunca é fácil, pois mexe na estrutura da empresa como um todo. E quando a substituição é na parte vocal, a situação fica ainda mais delicada, com todos os movimentos sendo milimetricamente pensados para que o trem não saia dos trilhos. Quem passou por isso recentemente foi o Linkin Park! Após o falecimento de Chester Bennington em julho de 2017, a banda ficou um tempo parada, mas resolveu voltar aos palcos com uma nova formação. Para o posto de Chester, o grupo decidiu radicalizar na escolha, pois fichou uma mulher, o que foi uma sacada sensacional. Emily Armstrong chegou com personalidade e segurança para fazer o trabalho. Em conversa com o canal do Lollapalooza Índia, Mike Shinoda e o DJ Joe Hahn ressaltaram a química e a dinâmica da banda com a chegada de Emily e do baterista Colin Brittain, que ocupa o lugar de Rob Bourdon. Joe começou: “Acredito que grande parte do que nos define é o que acontece quando estamos juntos, geralmente na casa do Mike, no estúdio dele, antes mesmo de começarmos a compor. Nós ficamos conversando sobre a vida, coisas que nos interessam, coisas que nos incomodam e compartilhando experiências. Isso nos leva a um tema ou a uma sensação específica que nos inspira a começar a compor. A inspiração sempre vem de algo diferente, mas, na verdade, vem de um coletivo. Chegamos a um ponto em que estamos animados para experimentar coisas novas. E acho que foi aí que a Emily e o Colin entraram nesse ambiente que sempre tivemos, e foi muito natural para eles fazerem parte disso. Então, eu diria que muito disso se deve à nossa amizade, assim como às habilidades que cada um traz para o nosso grupo”. Mike acrescentou: “Acho que é isso, como Joe disse! A química e a dinâmica surgiram ao longo de dias e semanas, e foi o que nos atraiu para eles, em vez de quaisquer outras opções que pudéssemos ter considerado. Porque no início do novo álbum, não estávamos necessariamente pensando: ‘Ok, agora vamos recomeçar a banda e fazer shows’. Era realmente a questão de nos sentimos a fim de nos reunirmos, criarmos algo e sermos criativos. E isso era só entre nós, os membros originais. Quando isso começou a acontecer, e foi a primeira vez que houve um impulso real, Emily e Colin entraram no processo separadamente e depois juntos, e tudo começou a acontecer”. “E o mais legal é que eles têm as suas próprias versões da história de como se relacionam com a banda. Em sua formação musical, Emily aprendeu a cantar com Hybrid Theory. Era um dos discos que ela ouvia bastante. Já o Colin, mesmo quando estávamos no estúdio trabalhando no From Zero, ele mudava do modo produtor ou compositor para o modo fã, e eu conseguia ver isso acontecer. Então, foi uma grande vantagem tê-lo em ambos os casos”, concluiu Shinoda. Via: Rockbizz

Última mensagem de Brad Arnold (3 Doors Down) para os fãs é de cortar o coração
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16/02/2026

Última mensagem de Brad Arnold (3 Doors Down) para os fãs é de cortar o coração

Pouco tempo atrás nós recebemos a triste notícia de que Brad Arnold, vocalista do 3 Doors Down, perdeu a batalha contra o câncer aos 47 anos! O artista lutava contra o câncer renal em estágio 4 desde o começo de 2025. Na época, o vocalista revelou ao seus fãs o problema em uma postagem via redes sociais e ainda ressaltou que não estava com medo e que ia enfrentar a doença com todas as suas forças. E ele lutou até o último minuto, além disso, o cantor sempre se mostrou grato por estar vivo. A última mensagem de Brad Arnold para os fãs é de cortar o coração, no entanto, ela, mesmo em poucas palavras, é repleta deste sentimento de gratidão. “Feliz Natal a todos! Não consigo expressar o quanto sou grato por estar aqui”, escreveu o artista em tom de júbilo. No campo de comentários da postagem, os fãs se manifestaram em apoio e com muito carinho ao músico. Como ele trouxe bons sentimentos ao público ao longo de sua carreira, essa mesma energia positiva voltou para ele no percurso de seu tratamento. Brad Arnold segue vivo e emocionando os fãs por intermédios de suas canções. Seja com o rock de Kryptonite e It’s Not My Time, na balada Here Without You ou nos versos profundos de Away From The Sun, o legado dele segue vivo e vibrante. Via: Rockbizz

Behemoth cancela show na Índia após ameaças de grupos cristãos fanáticos
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16/02/2026

Behemoth cancela show na Índia após ameaças de grupos cristãos fanáticos

O polonês Behemoth cancelou show na Índia após ameaças de grupos cristãos fanáticos. O show, que seria mais uma etapa da Chant Of The Eastern Lands Tour, ia acontecer no dia 03 de março na cidade de Bangalore. O grupo informou o seguinte: “Nas últimas semanas, nós e a nossa equipe recebemos diversas ameaças críveis de grupos religiosos cristãos que têm pressionado as autoridades e o promotor do show para impedir sua realização. Essas ameaças geraram sérias preocupações com a segurança da banda, incluindo a possibilidade de prisão ou perigo físico. Estivemos em contato próximo com o promotor local durante todo o processo. Queremos deixar claro que este cancelamento não é culpa do promotor, que agiu de boa-fé em todas as etapas. Apesar dos esforços genuínos, não foi possível obter garantias suficientes de que a banda estaria protegida de consequências legais ou riscos à segurança. Com base nisso, tomamos a decisão de cancelar o show”. A banda seguiu lamentando o cancelamento do concerto: “Este é mais um exemplo de fanatismo religioso tentando se impor à expressão artística, algo que a banda enfrentou recentemente na Turquia. É muito preocupante ver o que parece ser um movimento crescente em direção à censura em todo o mundo. Nesta era moderna, os artistas não deveriam sofrer intimidação, ameaças ou o risco de prisão por exercerem sua arte”. “Independentemente de religião, raça ou cultura, a liberdade de expressão deve permanecer um princípio fundamental. Acreditamos ser importante que as pessoas se unam em apoio aos valores liberais e à liberdade criativa. Aos nossos fãs na Índia, lamentamos profundamente não podermos nos apresentar para vocês nesta ocasião. Agradecemos o apoio e esperamos retornar em breve. Sigam fortes e livres”, concluiu o Behemoth. Via: Rockbizz

Cypress Hill no Brasil em 2026: datas, história, ingressos e conexão com o rock
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16/02/2026

Cypress Hill no Brasil em 2026: datas, história, ingressos e conexão com o rock

O Cypress Hill retorna ao Brasil em março de 2026 para uma turnê que passa por Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro e também um show extra confirmado em São Paulo, reforçando a força que o grupo mantém após mais de três décadas de carreira. A formação clássica — B‑Real, Sen Dog e DJ Muggs — segue ativa e influente, mantendo o Cypress Hill como um dos nomes mais importantes do hip-hop mundial e da cultura alternativa. Datas e locais da turnê no Brasil 17 de março – Porto Alegre- Opinião. 19 de março – Curitiba – Live Curitiba 22 de março – Rio de Janeiro – Vivo Rio 22 de março – São Paulo – Audio As vendas acontecem pelo site da Ticketmaster Brasil, com possibilidade de compra online ou nas bilheterias oficiais. O sistema segue regras de meia‑entrada e permite parcelamento conforme política da plataforma. Comprar ingressos: https://www.ticketmaster.com.br A importância do Cypress Hill para o hip-hop e para o rock alternativo: O grupo se tornou um marco cultural desde o lançamento do álbum de estreia em 1991, unindo rimas intensas, beats ácidos e uma estética sonora que influenciou tanto o rap quanto o rock alternativo. A consagração mundial veio com Black Sunday (1993), que estreou no topo da Billboard e rendeu múltiplas indicações ao Grammy, consolidando o Cypress Hill como um dos grupos mais impactantes da música global. A ponte com o Prophets of Rage: A influência do Cypress Hill no rock — especialmente na fusão entre rap e guitarras agressivas — ganhou ainda mais força quando B‑Real integrou o Prophets of Rage, supergrupo formado ao lado de membros do Rage Against the Machine e do Public Enemy. Esse capítulo reforça a presença do Cypress Hill no universo do rock político e contestador, aproximando-os de um público ainda mais amplo e fortalecendo a conexão com a cena pesada que sempre os abraçou. Atividade recente da banda: A fase atual do Cypress Hill segue forte. O álbum Back in Black (2022) marca o trabalho de estúdio mais recente do grupo, trazendo uma sonoridade madura e consistente. Outro destaque recente é o lançamento do espetáculo sinfônico “Cypress Hill and the London Symphony Orchestra: Black Sunday Live at the Royal Albert Hall”, que ganhou versão em filme e álbum ao vivo — uma celebração da história do grupo em um formato grandioso.

Angela Gossow nega que voltará a cantar no Arch Enemy e o mistério sobre a nova vocalista continua
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16/02/2026

Angela Gossow nega que voltará a cantar no Arch Enemy e o mistério sobre a nova vocalista continua

Na semana passada informamos que o guitarrista e o baterista do Arch Enemy, Michael Amott e Daniel Erlandsson, respectivamente, apagaram todas as suas publicações no Instagram. O caso ficou bastante intrigante quando a ex-vocalista do grupo, Angela Gossow, seguiu o mesmo caminho e apagou todas as postagens em sua conta oficial na rede social. E como a canadense Alissa White-Gluz desistiu do cargo de vocalista do conjunto, após doze anos de parceria, o movimento conjunto entre os músicos se mostrou como uma pista para uma volta de Angela Gossow ao Arch Enemy. E a possibilidade de Angela Gossow retornar ao Arch Enemy chegou a ganhar mais força. A banda publicou um Reel marcando todos os músicos Michael Amott, Joey Concepcion e Daniel Erlandsson – Sharlee D’Angelo não tem conta no Instagram. O interessante é que Angela Gossow também foi marcada no vídeo. No entanto, a alemã Angela Gossow negou que voltará a cantar no Arch Enemy e o mistério sobre a nova vocalista continua. Nesta segunda-feira, 16, após a divulgação de um segundo teaser, Angela se manifestou pelas redes sociais: “Não sou eu! Mas obrigada por todo o carinho! Estou muito animada para participar deste novo capítulo como empresária. Vai ser incrível”. Via: Rockbizz

Berzan Önen, o Maçaranduba do Nevermore, tem vozeirão e prova que é muito mais do que músculos
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15/02/2026

Berzan Önen, o Maçaranduba do Nevermore, tem vozeirão e prova que é muito mais do que músculos

O ditado popular diz que quem vê cara não vê coração, a gente pode parafrasear a ideia e dizer que quem vê músculo não vê talento. Todo mundo sabe que as redes sociais estão repletas de gente com corpos atléticos, mas que carecem de conteúdo cultural e talento em áreas como música, escrita e dramaturgia. E quando aparece uma pessoa esbanjando músculos e com aptidão vocal, nós tomamos um susto, pois é algo raro. Este é o caso de Berzan Önen, o Maçaranduba do Nevermore, que tem vozeirão e prova que é muito mais do que músculos. Não foi à toa que o guitarrista Jeff Loomis e o baterista Van Williams o escolheram para a difícil missão de substituir Warrel Dane. Berzan Önen, que nasceu em Istambul, na Turquia, iniciou seus estudos vocais na universidade em Esmirna, cidade na costa do Mar Egeu. A sua abordagem artística segue os passos de Russell Allen (Symphony X), ou seja, é um tenor versátil, pois consegue impor notas graves e suaves até notas agudas potentes. Além disso, o gutural, com aquele perfil obscuro e poderoso, também está no domínio do turco, que consegue mudar do perfil “sujo” para o “limpo” com grande desenvoltura. Antes de fechar parceria com o Nevermore, Berzan era o frontman do Crypted Roots, cujo o som é no campo do death metal. A banda tem dois discos completos When Atoms Split (2023) e Æonian Justice (2025). No mini documentário que o Nevermore disponibilizou em suas redes sociais, Berzan Önen se mostrou muito seguro e com personalidade na execução das canções do grupo. Veja: Jeff e Van demoraram para ressuscitar o Nevermore, mas fizeram da maneira certeira, com um vocalista que causa impacto visual e vocal. Que venham novos trabalhos e muitos shows ao redor do mundo. Via: Rockbizz

“Não estou morrendo; eu só não consigo mais fazer as coisas que fazia aos 20 e 30 anos”, diz Dee Snider
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15/02/2026

“Não estou morrendo; eu só não consigo mais fazer as coisas que fazia aos 20 e 30 anos”, diz Dee Snider

O Twisted Sister ia começar a sua turnê de reunião no final de abril em São Paulo, com um show no Bangers Open Air 2026. Depois desse show, os caras iriam marcar presença nos principais festivais de verão europeus como Graspop Festival, Tons Of Rock Festival, Copenhell e Sweden Rock. No entanto, a turnê de reunião do Twisted Sister, que seria em celebração aos seu cinquenta anos de carreira, caiu por terra devido problemas de saúde de Dee Snider. Em nota, Snider contou que sofre de artrite degenerativa e passou por diversas cirurgias ao longo dos anos apenas para continuar se apresentando, conseguindo cantar apenas algumas músicas por vez, sentindo muita dor. Ele também falou que sofre com alguns problemas o coração. Como a notícia deixou os fãs tristes e com medo de perdê-lo, Snider publicou um novo vídeo nas redes sociais para acalmar o público e ressaltar que não está morrendo, não. “Olá, pessoal. Sou eu, Dee Snider, e eu não estou morrendo. Não, nunca! Quero dizer, todos nós estamos morrendo, mas não imediatamente. Meu anúncio sobre o cancelamento da turnê por motivos de saúde, problemas cardíacos, artrite e coisas do tipo, gerou muitos boatos de que estou à beira da morte. Não estou. Simplesmente não consigo mais fazer as coisas que fazia aos vinte, trinta, quarenta, cinquenta e até sessenta anos. Entenderam? De resto, estou vivo e bem. Estou curtindo a vida. Estou dirigindo um filme. Vou escrever coisas. Vocês não me verão no palco arrasando como antes, porque isso me prejudicaria”. Dee acrescentou: “Estou bem. Só não consigo mais dar tudo de mim no palco. Tenho muita vida pela frente. Meu pai tem 95 anos e ainda está firme e forte! Então, espero estar por aqui por muito tempo”. Via: Rockbizz

Gene Simmons não gosta da presença do hip-hop no Rock & Roll Hall of Fame
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15/02/2026

Gene Simmons não gosta da presença do hip-hop no Rock & Roll Hall of Fame

O baixista do KISS, Gene Simmons, compartilhou, em entrevista ao podcast Legends N Leaders, os seus sentimentos sobre a inclusão de artistas de hip-hop no Rock & Roll Hall of Fame. De acordo com o linguarudo, o espaço deve ser ocupado apenas por artistas da música pesada. “Essa não é a minha música”, começou Gene. “Eu não venho do gueto. Essa música não fala a minha língua. E como já disse várias vezes por escrito, o hip-hop não pertence ao Rock & Roll Hall of Fame, assim como a ópera ou as orquestras sinfônicas”. Simmons prosseguiu com a sua análise: “O fato de, por exemplo, o Iron Maiden não estar Rock & Roll Hall of Fame, mesmo conseguindo lotar estádios, e o Grandmaster Flash estar, é algo bem fora de noção”. “Eu e o Ice Cube tivemos uma discussão sobre isso. Ele é um cara inteligente e eu respeito o que ele fez. Ele rebateu dizendo que é o ‘espírito’ do rock n’ roll que está no hip-hop. Então, eu só quero saber quando o Led Zeppelin vai entrar para o Hip-Hop Hall of Fame”, completou o músico em clara ironia. “A música tem rótulos porque eles descrevem uma abordagem. De modo geral, o rap e o hip-hop são formas de arte falada. Aí você coloca batidas por trás e alguém cria uma frase musical, mas é tudo verbal. Existem algumas melodias, mas, no geral, é algo puramente verbal”, finalizou. Rock & Roll Hall of Fame já imortalizou artistas e bandas como Cher, Madonna, Cyndi Lauper, Eminem, OutKast, Salt n’ Pepa e Jay-Z, enquanto que Motörhead, Iron Maiden e Mötley Crüe ficam de fora. Via: Rockbizz

Zacky Vengeance (Avenged Sevenfold) diz que está pouco se lixando para quem gosta de Foo Fighters
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15/02/2026

Zacky Vengeance (Avenged Sevenfold) diz que está pouco se lixando para quem gosta de Foo Fighters

Avenged Sevenfold e Foo Fighters são duas bandas importantes para a cena rock e metal dos tempos atuais. Os dois grupos possuem um público significativo e permanecem ativas no mercado lançando material novo e colocando a música pesada das paradas de sucesso. Apesar da mesma importância no campo artístico e comercial, o guitarrista base do A7X, Zacky Vengeance, parece não ter muita simpatia pelo Foo Fighters e pelos fãs da banda – a julgar por uma postagem recente. Pelo X (antigo Twitter), Zacky fez uma publicação bem ofensiva, a qual ele se arrependeu e deletou posteriormente. Mas o estrago foi feito, já que muitas pessoas viram a publicação e tiraram um print para eternizar a crítica do músico. Ele escreveu: “And while I’m at it. Fuck anyone who likes the Foo Fighters” – “E já que estou falando nisso, que se dane quem gosta de Foo Fighters”, em uma tradução livre e amenizando o palavrão. O público rapidamente começou a interagir e criticar no campo de comentário da postagem, o que levou o guitarrista não aguentar a reação da galera e deletar a publicação. Zacky Vengeance também não deu mais esclarecimentos, então a motivação exata por trás da publicação apagada permanece incerta. O clima de animosidade ainda está no ar, o que é péssimo para as cenas rock e metal. Via: Rockbizz

Música de Kid Rock tem o mesmo valor do que um balde de bolinhas de queijo, segundo Josh Freese
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14/02/2026

Música de Kid Rock tem o mesmo valor do que um balde de bolinhas de queijo, segundo Josh Freese

A revista Parade noticiou que o patrimônio líquido de Kid Rock em 2026 gira em torno de 150 milhões de dólares, o que valor altíssimo. Este montante é proveniente de seus vários negócios e às suas diversas fontes de renda. Além da carreira musical, Kid é o dono de várias casas de shows de grande sucesso em Nashville, Estados Unidos, além disso, ele é proprietário de diversos empreendimentos comerciais. Com a notícia da riqueza de Rock, o baterista Josh Freese (Nine Inch Nails, Foo Fighters, Nine Inch Nails, Devo) debochou do valor cultural de sua música, dando a entender que não vale muita coisa. Em tom irônico e de desdém, Josh postou o seguinte em sua conta oficial no Instagram: “Kid Rock vende todo o seu catálogo musical por um balde gigante de bolinhas de queijo”. A publicação ainda tem uma foto de Kid segurando um pote gigante de biscoito de queijo. Apesar de gostar de uma briga e nunca levar desaforo para casa, Kid Rock ainda não respondeu à provocação do baterista nas redes sociais. Talvez ele esteja negociando um balde de bolinhas de queijo ou contando e curtindo a sua fortuna de 150 milhões de dólares. Via: Rockbizz

Happy metal valentines: estrelas do rock se derretem de amor no Dia dos Namorados
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14/02/2026

Happy metal valentines: estrelas do rock se derretem de amor no Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados gringo se comemora em 14 de fevereiro. Lá fora a data foi introduzida no calendário comercial nos anos 1940 para dar uma injeção de ânimo no comércio e impulsionar as vendas. Desde então, a data se fixou no cronograma anual para que os pombinhos que estão vibrando no amor possam gastar bastante grana com o mozão. E é claro que o Valentine’s Day está no gosto das estrelas do rock, que estão se derretendo de amor e provando que a música pesada tem muitos corações repletos de carinho e zelo. O frontman do Judas Priest, Rob Halford, escreveu nas redes sociais: “Feliz Dia dos Namorados metal! Postem as suas bolas de amor peludas”. O baterista do Dream Theater, Mike Portnoy, foi ainda mais assanhadinho e disse: “Feliz Dia dos Namorados para a minha namorada de 36 anos e para sempre. Eu te amo Marlene Apuzzo Portnoy e estarei em casa em breve – para te enlouquecer”. O vocalista do Slipknot, Corey Taylor, também mostrou o seu lado sentimental: “Ela tem sido meu tudo por uma eternidade. Atravessei oceanos e décadas para encontrá-la. Ela é minha melhor amiga, meu pensamento mais profundo, meu pecado mais doce e meu maior amor. Sou muito grato por tê-la em minha vida, Sra. Taylor”. O perfil oficial de Ozzy Osbourne nas mídias sociais publicou uma foto em que o músico segura a mão de sua esposa, Sharon. É o primeiro Valentine’s Day da empresária sem o esposo, que morreu em julho de 2025. Via: Rockbizz