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Symphony X celebra 30 anos de carreira com turnê pelo Brasil
O Symphony X celebra 30 anos de carreira com três shows no Brasil. Passando também por Curitiba (19/03) e Rio de Janeiro (21/03), os norte-americanos chegam à capital paulista no dia 20 de março para um show especial no Tokio Marine Hall, uma das casas de shows mais tradicionais de São Paulo. Formada em 1994, nos Estados Unidos, a banda tornou-se uma das maiores referências do metal progressivo, combinando peso, técnica e influências da música clássica. Ao longo de três décadas, o grupo construiu uma trajetória sólida, marcada por álbuns conceituais, letras épicas e apresentações intensas ao vivo. A formação atual traz nomes que ajudaram a definir a identidade da banda: Russell Allen nos vocais; Michael Romeo na guitarra; Michael LePond no baixo; Jason Rullo na bateria e Michael Pinnella nos teclados. Cada integrante tem papel fundamental na sonoridade do Symphony X, que equilibra virtuosismo e bom gosto, sem perder impacto e emoção. No palco, essa química se traduz em shows poderosos, precisos e cheios de energia. No repertório, o público pode esperar clássicos de álbuns que marcaram a carreira da banda, como The Divine Wings of Tragedy, V: The New Mythology Suite, Paradise Lost, Iconoclast e Underworld. Obras que ajudaram a consolidar o Symphony X como um nome respeitado mundialmente dentro do metal. A apresentação em São Paulo promete ser uma celebração à altura dessa história, reunindo fãs antigos e novos em uma noite especial. Não perca a oportunidade de celebrar os 30 anos de uma das bandas mais importantes do estilo. Serviço:Data: 20 de marçoHorário: 22:00Local : Tokio Marine HallEndereço: Rua Bragança Paulista, 1281Ingressos: Symphony X – Tokio Marine Hall – 20/03/2026 LEIA TAMBÉM: Rush anuncia 5 shows no Brasil em janeiro e fevereiro de 2027 Via: WikiMetal

Rush anuncia turnê Fifty Something pela América do Sul em 2027
Ícones indicados a prêmios e cofundadores do Rush, Geddy Lee (baixo, teclados, vocais) e Alex Lifeson (guitarra, vocais), anunciaram seu retorno aos palcos para a muito especial Fifty Something Tour no Canadá, EUA e México em 2026, em celebração à música da banda, seu legado e à vida do saudoso baterista e letrista Neil Peart. A resposta foi avassaladora, com as 22 datas iniciais esgotando imediatamente, o que motivou a inclusão de novos shows, totalizando 58 apresentações em 24 cidades e mais de meio milhão de ingressos vendidos para 2026. Hoje, a banda anuncia com entusiasmo a adição de datas na América do Sul, no Reino Unido e na Europa à Fifty Something Tour, no início de 2027. As apresentações marcarão a primeira vez que a banda toca na Europa desde 2013 e o retorno à América do Sul após 17 anos. No Brasil, a turnê começará por Curitiba (Arena da Baixada) em 22 de janeiro, seguindo para São Paulo (Allianz Parque) em 24 de janeiro, e depois para o Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos – Engenhão) em 30 de janeiro, Belo Horizonte (Estádio Mineirão) em 01 de fevereiro, e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha) em 04 de fevereiro. Clientes Itaú terão acesso a uma pré-venda exclusiva com 15% de desconto em ingressos adquiridos com cartões de crédito do banco, a partir de 25 de fevereiro, às 10h. A venda geral começa às 11h do dia 27 de fevereiro, pela Eventim. Com 23 shows em 12 países, essas apresentações especiais no formato “an evening with” terão a banda tocando dois sets por noite. Cada show contará com uma seleção distinta de músicas, e o Rush montará o repertório de cada noite a partir de um catálogo de mais de 40 canções, incluindo seus maiores sucessos e favoritos dos fãs. Para a Fifty Something Tour, Lee e Lifeson serão acompanhados pela baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles, que já atuou como baterista de Jeff Beck em mais de 60 shows e lançou quatro álbuns solo. A banda também contará com a participação do tecladista Loren Gold (The Who, Roger Daltrey). Sobre a turnê, Geddy Lee afirmou: “Mal podemos esperar para voltar a todas essas cidades em que não tocamos há tanto tempo, assim como visitar alguns novos lugares onde ainda não nos apresentamos. Tanto Alex quanto eu estamos adorando as horas de ensaio que estamos passando com Anika e agora com Loren, aprendendo cerca de 40 músicas, o que nos permitirá manter os shows em constante evolução, tocando canções diferentes em noites diferentes”. “Estamos entusiasmados por muitos membros de nossa equipe de longa data terem retornado para nos ajudar a criar o tipo de show do Rush que os fãs se acostumaram a esperar de nós. Esperamos sinceramente que vocês venham celebrar conosco 50 anos da música do Rush, enquanto prestamos a Neil a homenagem tão aguardada e que ele tão merecidamente merece”, completou. Carrie Nuttall-Peart e Olivia Peart, viúva e filha de Neil, compartilham: “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê Fifty Something, celebrando uma banda cuja música ressoou e inspirou fãs por gerações, e em honrar o extraordinário legado de Neil como baterista e letrista. A musicalidade de Neil era singular. Composições de intricada complexidade e força que ampliaram aquilo que o próprio ritmo poderia expressar. Como baterista e letrista, ele era insubstituível. Inimitável em sua arte e incomparável na profundidade e imaginação que trouxe às letras que inspiraram e emocionaram tantos, ele moldou profundamente a forma como os fãs se conectavam com ele e com a banda, dando voz e significado às suas próprias vidas”. “Ao entrar neste novo capítulo, a banda promete algo verdadeiramente inesquecível. Estamos animadas para ver como essa nova visão se desenvolverá e para ouvir essa música lendária sendo tocada ao vivo mais uma vez”, finalizaram. SERVIÇO: Rush: Fifty Something South American Tour CURITIBAData: 22 de janeiro de 2027 (sexta-feira)Local: Arena da Baixada – Rua Buenos Aires, 1260 – Batel – Curitiba/PRHorário de Abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade somente acompanhados dos pais ou responsáveisSetores e preços:Cadeira Superior – R$ 222,50 (meia-entrada) | R$ 445,00 (inteira)Pista – R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)Cadeira Inferior – R$ 372,50 (meia-entrada) | R$ 745,00 (inteira)Pista Premium – R$ 572,50 (meia-entrada) | R$ 1.145,00 (inteira)Lounge Premium – R$ 572,50 (meia-entrada) | R$ 1.145,00 (inteira)Boxes – R$ 1.145,00Choperia – R$ 1.145,00Stick It Out Hot Seat Vip Experience – R$ 933,50 (meia-entrada) | R$ 1.306,00 (inteira)Superconductor Early Entry Package – R$ 1.408,50 (meia-entrada) | R$ 1.981,00 (inteira)Closer To The Heart Hot Seat Experience – R$ 1.902,50 (meia-entrada) | R$ 2.275,00 (inteira)Limelight Hot Seat Vip Experience – R$ 13.652,50 (meia-entrada) | R$ 14.005,00 (inteira)Pré-venda clientes Itaú: 25 de fevereiro, às 10h, até 27 de fevereiro, às 10hVenda geral: 27 de fevereiro, 11h (on-line e na bilheteria oficial)Vendas online em: eventim.com.br/RushBilheteria oficial: Mais informações em breve SÃO PAULOData: 24 de janeiro de 2027 (domingo)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SPHorário de Abertura da casa: 16hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade somente acompanhados dos pais ou responsáveisSetores e preços:Cadeira Superior – R$ 222,50 (meia-entrada) | R$ 445,00 (inteira)Pista – R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)Cadeira Inferior – R$ 372,50 (meia-entrada) | R$ 745,00 (inteira)Pista Premium – R$ 572,50 (meia-entrada) | R$ 1.145,00 (inteira)Stick It Out Hot Seat Vip Experience – R$ 933,50 (meia-entrada) | R$ 1.306,00 (inteira)Superconductor Early Entry Package – R$ 1.408,50 (meia-entrada) | R$ 1.981,00 (inteira)Closer To The Heart Hot Seat Experience – R$ 1.902,50 (meia-entrada) | R$ 2.275,00 (inteira)Limelight Hot Seat Vip Experience – R$ 13.652,50 (meia-entrada) | R$ 14.005,00 (inteira)Pré-venda clientes Itaú: 25 de fevereiro, às 10h, até 27 de fevereiro, às 10hVenda geral: 27 de fevereiro, 11h (on-line e na bilheteria oficial)Vendas online em: eventim.com.br/RushBilheteria oficial: Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às

Produtor explica o leilão de cachês das bandas e cita valor do show de Iron Maiden e Metallica
Atuar no ramo de entretenimento no Brasil é para quem tem estômago forte, sangue frio e muita disposição. Quando o negócio se envereda para o rock e metal, o nível de coragem tem que estar em dia, pois são dois estilos que não estão no gosto popular. Mesmo assim, e para nossa sorte e manutenção da cena, há guerreiros que enfrentam os desafios e entregam aos fãs grandes eventos. E neste seleto grupo está Luciano Paz, fundador da Tomarock Produções, que está no mercado fonográfico há mais de vinte anos. Pouco tempo atrás, Luciano concedeu uma entrevista ao pessoal do Lado A Podcast e explicou o leilão de cachês das bandas e citou valor do show de Iron Maiden e Metallica. “As pessoas não sabem, mas as bandas gringas fazem leilão! Antigamente, as bandas tinham um valor fixo de cachê. A gente sabia que, se você quer o show do Lamb Of God, era quinze ou vinte mil dólares. Deftones era cento e cinquenta mil dólares. O Iron Maiden, em uma das vezes, era um milhão de dólares. O Metallica era seiscentos mil dólares. A gente sabia isso”. Luciano continuou explicando e exemplificando como o mercado musical funciona nos dias atuais. “Hoje em dia, as bandas viram e falam assim: ‘A gente tem esse período do mês de maio para ir para América do Sul. Qual a proposta você pode fazer pra gente’? Eles mandam isso para um produtor daqui, e o agente pode falar que vai pagar dez mil dólares por oito shows. Eles mandam para outro produtor que fala que pode pagar onze mil dólares por dez shows, e assim vai”. Paz ainda pontuou que o cachê muda dependendo das praças: “O empresário da banda vai cobrar mais caro para São Paulo e Curitiba do que no Rio de Janeiro. O produtor está pagando sempre mais caro em São Paulo e Curitiba, porque essas duas cidades têm mais público do que Rio de Janeiro, Belo Horizonte e etc. Não é o mesmo valor que eu pago aqui no Rio”. Eis o bate-papo na íntegra no tocador abaixo: Via: Rockbizz

A chama está acesa: Angra mostra a união e a amizade da nova e velha guarda
O Angra vai se reunir com a formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Depois disso, o grupo vai se apresentar no Porão do Rock em 22 de maio. É importante destacar que, além da formação do álbum Rebirth, o grupo fará um set especial com o novo line-up que é com Alirio Netto no vocal e com a sua terceira encarnação, com o italiano Fabio Lione no posto de frontman. Portanto, para aquecer os motores para esses dois eventos e provar aos fãs que a chama já está acesa, o Angra comemorou a união e a amizade da nova e velha guarda com um churrasco. Em sua conta oficial no Instagram, a banda compartilhou fotos da confraternização. Na legenda da publicação, o grupo escreveu: “Um grande momento hoje, um encontro de grandes amigos em volta da churrasqueira, risadas no ar e histórias que dariam um box ao vivo inteiro. Obrigado Bangers Open Air por esse momento especial. Relembramos tantos capítulos incríveis que agora dão ainda mais vontade de levar tudo isso para o palco com vocês. “Infelizmente, Aquiles e Bruno não puderam comparecer por conta de seus compromissos, mas fiquem tranquilos: estarão juntos no show no Bangers Open Air. A chama já está acesa. Agora é contagem regressiva”, finalizou o conjunto. Via: Rockbizz

Alissa White-Gluz faz textão sobre sua jornada musical de mais de 20 anos
Em sua conta oficial no Instagram, a ex-vocalista do Arch Enemy, a canadense Alissa White-Gluz, fez textão sobre sua jornada musical de mais de 20 anos. Ela forneceu detalhes de sua luta para chegar ao patamar profissional, que é muito difícil alcançar. É importante destacar que foi a primeira postagem da cantora depois que seu antigo empregador anunciou a entrada de Lauren Hart. Portanto, é um momento bastante sensível e de reflexão para a cantora. “Estou nessa há mais de 20 anos. Comecei trabalhando no teatro como cenógrafa, construindo e pintando cenários enormes e realistas. Quando adolescente, fui a muitos shows de metal e punk underground que pensei em tentar a sorte como produtora de palco de bandas locais. Acabei conhecendo uma banda que precisava de uma vocalista, e como eu ia a muitos shows e conhecia todo mundo na cena, eles me pediram ajuda. Tinha certeza de que conseguiria encontrar alguém para eles, mas acabou sendo mais difícil do que eu imaginava. Para não voltar de mãos vazias, minha melhor amiga, que continua sendo minha melhor amiga até hoje, me gravou cantando Crazy Train no karaokê dela, no gravador de 8 pistas da Boss, no porão da casa dela. Nós gravamos um CD rapidinho”. Alissa continuou: “A partir daí, comecei a desenhar e criar produtos à mão, reservar locais para shows, compor músicas e letras, dirigir a van e o trailer, dormir na van no frio intenso do inverno e no calor escaldante do verão, espremida com quatro caras, tomar banho em uma pia do Walmart, me trocar para o show no trailer usando uma bateria de carro que meu pai adaptou para funcionar como luz, para que eu pudesse ver o que estava fazendo lá dentro mesmo com a porta fechada para ter privacidade. Vendia os produtos da banda, enviava os relatórios do Soundscans, acertava as contas com os promotores, carregava os equipamentos, mixava as músicas e, depois, voltava para casa e fazia bicos só para pagar a próxima turnê”. A publicação terminou com uma reflexão sobre sua gratidão por toda a sua rede de apoio ao longo desse tempo de pura batalha. “Dediquei mais da metade da minha vida à música até agora! Mesmo assim, de alguma forma, parece que só agora estou realmente começando. Sou muito grata pela incrível equipe de pessoas que me cercam há anos, incluindo minha equipe de produção, colegas, contatos da indústria, amigos, família e fãs”. White-Gluz vai seguir na cena musical em carreira solo. Para a nova aventura, ela terá a companhia de Alyssa Day e Danielle Sophia. Ela prometeu muitas surpresas para o ano de 2026. Via: Rockbizz

Tarja Turunen conta que não esperava ser demitida publicamente: “Foi um choque, a terra tremeu”
Em 2004, o Nightwish ostentava um sucesso tremendo com o álbum Once, que vendeu mais de três milhões de cópias, o que era muita coisa para uma época cheia de MP3 e afins. Mesmo assim, a banda, seguindo as ordens de seu líder Tuomas Holopainen, demitiu a vocalista Tarja Turunen de maneira covarde, por intermédio de uma carta aberta. O teor da carta tratava de acusar a cantora de distanciamento e atitudes que comprometiam o convívio e o trabalho do grupo, além disso, acusava Marcelo Cabuli, marido e empresário de Tarja, de intromissão na administração do conjunto. Durante entrevista à revista britânica Metal Hammer, Tarja Turunen contou que não esperava ser demitida publicamente. Ela destacou no bate-papo que aquele momento foi um choque e que a terra tremeu. “Foi um choque enorme, porque surgiu do nada! Eu nunca esperava por algo assim, e meu marido também não”, disse a finlandesa. “A terra tremeu, tudo tremeu, e nós dois choramos por duas semanas”. “Fazer parte do Nightwish sempre será uma grande parte da minha vida. Foi importante e me deu a oportunidade de ser uma artista solo e ter uma carreira por conta própria, já que nunca compus nenhuma música com a banda”, refletiu. Tarja concluiu em tom positivo e filosófico: “Tinha que terminar assim para que eu pudesse ser mais feliz do que nunca, fazendo minha própria música para o meu público. Foi difícil superar, mas acredito que as coisas que não nos matam nos fortalecem”. Apesar dos tristes momentos, Turunen tem mais de oito discos em sua empreitada solo. Além disso, ela lançou trabalhos com o foco na música clássica e canções natalinas. Para 2026, Tarja vai colocar na praça um novo álbum com foco no metal e sair em turnê para sua promoção. Via: Rockbizz

Primal Fear aposta em uma vibração Pink Floyd no novo single One
O alemão Primal Fear lançou o videoclipe do novo single One. De acordo com o baixista e cantor Mat Sinner, a faixa, que saiu pelo selo Reigning Phoenix Music em streaming e download, é uma continuação da atmosfera de Domination, mais recente full length do grupo. Mat disse: “One tem um riff poderoso, melodias típicas do Pink Floyd, um groove contagiante e os vocais característicos de Ralf. É como um teaser para a segunda parte da nossa turnê europeia, bem como para a nossa próxima passagem pela América do Sul”. “Nosso artista da capa, Death.Milk.Designs, criou um videoclipe incrível com uma coleção de cenas sensacionais. Curtam a música e o vídeo, estamos muito animados para a próxima parte da turnê”, finalizou. Domination O trabalho está disponível em diferentes versões como CD, CD, earbook, CD digipak, CD digipak com camiseta, vinil preto, vinil colorido (azul perolado, dourado, branco com splatter de fogo e na versão digital (download e streaming). O disco teve a produção de Mat Sinner, com a ajuda de Ralf Scheepers e Magnus Karlsson. A mixagem e masterização do disco, que é o décimo quinto registro de estúdio do grupo, ficou a cargo do renomado Jacob Hansen. Track listing de Domination: 01. The Hunter02. Destroyer03. Far Away04. I Am The Primal Fear05. Tears Of Fire06. Heroes And Gods07. Hallucinations08. Eden (com Melissa Bonny do Ad Infinitum)09. Scream10. The Dead Don’t Die11. Crossfire12. March Boy March13. A Tune I Won’t Forge Via: Rockbizz

“Scorpions sempre foi uma banda incrível ao vivo, e ainda somos”, afirma Klaus Meine
O alemão Scorpions, uma das bandas de hard rock mais icônicas e influentes de todos os tempos, vai retornar ao palco do PH Live no Planet Hollywood Resort & Casino em 2026, com um novo show como atração principal. O Scorpions – Coming Home To Las Vegas vai acontecer entre os dias 17 de setembro e 03 de outubro, com a participação especial do Buckcherry. A nova residência sucede as três temporadas anteriores: Scorpions – Sin City Nights (2022), Love At First Sting Las Vegas (2024) e Scorpions – Coming Home To Las Vegas 60th Anniversary Las Vegas Residency (2025). Em conversa com a rádio KPTV FOX 12, Klaus Meine comemorou a nova conquista da banda e destacou que o Scorpions sempre foi uma banda incrível ao vivo. “Fazer uma nova residência em Vegas é um pouco surreal. Temos mais de 60 anos de estrada. É uma loucura. Quando começamos, não tínhamos ideia de que duraríamos tanto tempo. Naquela época, no final dos anos 60 e 70, a ideia de longevidade era chegar a mais um ano. Mas quando chegamos aos 30, ficamos felizes. Mas não tínhamos ideia de que isso nos acompanharia por toda a vida. É fantástico”. O vocalista acrescentou: “Acho que o Scorpions sempre foi uma banda incrível ao vivo, e ainda somos. Hoje em dia, com Paweł [Mąciwoda] no baixo e Mikkey Dee na bateria, somos uma banda muito poderosa, mas tudo se resume à composição. Quando você pensa em Still Loving You, Rock You Like A Hurricane e Wind Of Change, elas ainda são relevantes. Músicas como Rock You Like A Hurricane, as gerações mais jovens ouvem uma faixa como essa em Stranger Things. Então, tocar para três gerações depois de todos esses anos é maravilhoso, e é um grande elogio também para a composição”. Via: Rockbizz

Alex Van Halen não tem vocalista para novo projeto e Fred Durst se candidata ao posto
Em entrevista ao canal Kazagastão, que tem como anfitrião o ex-VJ da MTV Brasil, Gastão Moreira, o baterista Alex Van Halen contou que quer voltar à ativa com a criação de um novo álbum. No entanto, ele falou das dificuldades em achar um cantor. “Originalmente, tínhamos planos – acho que posso dizer sem revelar demais – era ter Paul Rodgers nas novas músicas. Ele tem uma relação com Steve Lukather e nós crescemos ouvindo Free e tudo mais, mas Paul não consegue mais cantar. E foi muito difícil para ele se convencer a dizer: ‘Não, não posso. Podem me excluir’. Eu respeito isso. Estou triste e decepcionado, mas é a vida”. Com a notícia de que há uma lacuna de vocalista, Fred Durst (Limp Bizkit) e Dino Cazares (Fear Factory), em tom de brincadeira, se voluntariam a cantar no novo disco de Alex Van Halen. Pelo X (antigo Twitter), Fred escreveu: “Vamos nessa! Estou pronto”. Na mesma plataforma, Dino escreveu: “Eu também quero cantar no novo disco do Van Halen”. Parece que todo mundo quer dar uma palhinha o novo trabalho de Alex Van Halen. let’s go!! I’m ready — Fred Durst (@freddurst) February 19, 2026 I want to sing on the new VH record too https://t.co/ONxLkX51Gm — Dino Cazares (@DinoCazares) February 20, 2026 E do jeito que a galera do rock e metal gosta de uma zoeira, muitas pessoas ainda vão aparecer se voluntariando ao trabalho. Via: Rockbizz

João Gordo colocou os caras do Los Hermanos para correr de seu programa por não curtirem Ramones
O vocalista do Ratos de Porão, João Gordo – nascido João Francisco Benedan -, 61, é uma figura sui generis na cultura brasileira! O cara é a união de muitas coisas díspares, mas que encontraram nele um meio interessante de se conectarem. Ele é um ator ativo da cena punk e hardcore, mas que conseguiu holofote nos meios comerciais como nos canais MTV e Record. Na MTV, que foi o canal mais legal que já existiu, ele apresentou programas que marcaram uma geração como Garganta e Torcicolo, Gordo Pop Show, Gordo on Ice, Gordo a Go-Go, Piores Clipes do Mundo, Gordo Freak Show, Gordo à Bolonhesa, Fundão MTV e Gordo Visita. No verão de 2000, portanto, para dar aquela ironizada no clima de praia, Gordo on Ice chegou à programação da MTV. Em um iglu e repleto de roupas de frio, João entrevistou alguns artistas renomados como o saudoso Andre Matos, além disso, abriu espaço para novos talentos como o Los Hermanos, que estava em destaque com o hit tenebroso, Anna Júlia. No entanto, João Gordo colocou os caras do Los Hermanos para correr de seu programa por não curtirem Ramones. O episódio aconteceu depois que um telespectador ligou para o programa e perguntou se era verdade que os caras da banda não gostavam de Ramones. O vocalista Marcelo Camelo tomou a palavra e respondeu que era uma porcaria, mas que nunca zoou o grupo gringo. Com a posição polêmica de Marcelo, Gordo falou: “Como você vai zoar os Ramones?” Com o apoio do telespectador, que detonou o som do Los Hermanos, João falou que a música Anna Júlia era uma bosta. Em tom meio de brincadeira, o apresentador se mostrou bravo com a crítica ao ícone do punk rock. Para não perder mais a linha, ele expulsou o quinteto de seu iglu. “Suma! Não gosta de Ramones, o que é isso? Você vai embora do meu programa. Suma”. Veja: Via: Rockbizz

Paul Rodgers desmente rumores sobre sua saúde: “Me sinto bem e forte”
Paul Rodgers, lendário vocalista do Bad Company e Free, desmentiu os rumores sobre sua saúde após a revelação de que havia sido convidado para cantar em um álbum que está sendo produzido pelo baterista do Van Halen, Alex Van Halen, e o guitarrista do Toto, Steve Lukather. No ano passado, Alex revelou que estava compilando um álbum a partir de faixas incompletas que seriam o próximo disco do Van Halen, antes da morte do guitarrista Eddie Van Halen, em 2020. Desde então, o baterista se uniu a Lukather para finalizar essas gravações. No início desta semana, Alex disse a Gastão Moreira, do Kazagastão, que ele e Lukather tentaram convencer Rodgers a cantar no novo álbum, porém o vocalista “não consegue mais. E foi muito difícil para [Paul] se obrigar a dizer: ‘Não, não posso. Podem me excluir’. Eu respeito isso. Estou triste e decepcionado, mas sabe, é a vida… Ele sabe que não consegue fazer isso – o que eu acho melhor do que dizer: ‘Sim, eu consigo’, e depois não conseguir”. Agora, neste sábado (21), Rodgers compartilhou a seguinte mensagem em suas redes sociais: “Para acabar com os rumores… Minha saúde está boa. Me sinto bem e forte e estou ensaiando para me apresentar no dia 2 de março no Adopt The Arts Sound And Vision Awards em Palm Springs”. “Agradeço ao Van Halen por me convidar para trabalhar em uma faixa com eles, mas estou na minha fase acústica e zen da vida”, completou. Rodgers, 76 anos, sofreu 11 AVCs menores e dois AVCs maiores – um em 2016 e outro em outubro de 2019 – o que exigiu uma grande cirurgia para sua recuperação. Na época, o cantor foi submetido a uma endarterectomia carotídea, um procedimento para remover placas das artérias que vão do pescoço ao cérebro, de acordo com a Cleveland Clinic. Via: Rockbizz

Música é como Velho Oeste e querer ganhar dinheiro com ela é uma loucura, segundo Joel Hoekstra
O que não falta no mercado fonográfico são histórias de pessoas que lutaram com todas as forças e economias para ter uma carreira, mas só encontraram decepções, prejuízos e dores de cabeça. É uma realidade triste, mas é um parte do jogo mais comum do que se possa imaginar. O guitarrista Joel Hoekstra, que ganhou certo nome na cena roqueira com o Whitesnake e o Night Ranger, jogou a real sobre o assunto em recente entrevista à revista Guitar World. “Éramos bem pobres, para ser sincero. Não tínhamos dinheiro. Crescemos numa área operária, nos subúrbios de Chicago, onde nada disso era para acontecer comigo, literalmente nada. Então, para mim, chegar ao ponto em que, através de muito trabalho e um pouco de sorte, cheguei, é algo incrível. Mas conheço minhas limitações como guitarrista e conheço meus pontos fortes, eu acho. Só tento me dedicar à música todos os dias e ver aonde isso me leva. Continuo insistindo e torcendo pelo melhor”. Joel acrescentou: “Nunca tive nenhum grande plano além de ser um guitarrista profissional. Por mais engraçado que pareça, para o cara que acabou no palco com o Whitesnake, fazendo poses com o cabelo comprido e tudo mais, o mais importante para mim era ganhar a vida com a minha guitarra. Era isso que eu queria fazer desde criança. Eu me comprometi com a pobreza por causa disso. No entanto, pensei que fosse ser pobre para o resto da vida. Então, você precisa ter essa capacidade, eu acho, para entrar no mundo da música. Se você entra na música para ganhar dinheiro, você tem um buraco na cabeça, porque você poderia conseguir isso com qualquer outro emprego, trabalhar em horários muito mais tranquilos e ter um caminho claro e definido para alcançar seus objetivos, enquanto a música é como o Velho Oeste”. “É como se tudo pudesse acontecer a qualquer momento. Então, é possível alcançar o sucesso com trabalho duro. E acho que isso definitivamente deveria valer para os músicos mais jovens hoje em dia. Principalmente com a internet, o mundo encolheu. Você pode fazer e divulgar sua música para qualquer pessoa de onde estiver. E não importa onde você esteja, se você estiver localizado em uma área mais rural, se você ainda tiver a ambição de entrar em contato com grandes nomes do setor e tentar expandir sua marca, e obviamente, estando as coisas no domínio digital como estão hoje, você nunca sabe aonde isso pode te levar”, finalizou em tom menos pessimista. O guitarrista lançará o quarto álbum de seu projeto solo Joel Hoekstra’s 13, From The Fade, em 27 de fevereiro pela Frontiers Music Srl. Via: Rockbizz

Adrian Smith ironiza o estelionato artístico de bandas que cancelam show por sumiço de computador
O Falling In Reverse, empresa liderada por Ronnie Radke, é bastante conhecido como o grupo que cancelou apresentação por conta do sumiço de um computador. A banda também tem fama de usar playback e backing tracks e fazer “lip sync” no palco, ou seja, é o suprassumo do estelionato artístico. Durante entrevista ao canal argentino UnDinamo – La Última Radio De Rock, o guitarrista Adrian Smith (Iron Maiden, Smith/Kotzen), sem citar nominalmente o Falling In Reverse, ironizou bandas que cancelam shows devido sumiço de computador. O assunto surgiu quando o entrevistador questionou Adrian sobre Inteligência Artificial e backing tracks. “Inteligência Artificial, isso me dá arrepios. E quando você ouve falar de bandas cancelando shows porque perderam o computador ou o laptop, fala sério”. Adrian continuou falando sobre o mercado musical atual: “A indústria fonográfica está definhando por causa do streaming de música. As pessoas não estão sendo pagas ou não conseguem ganhar dinheiro com música. Você pode fazer um álbum no seu computador e qualquer um pode fazer um álbum, então isso meio que banalizou tudo. Não existe mais luta. Antes você tinha que juntar dinheiro e trabalhar para comprar uma hora no estúdio. Era muito caro”. “Estou feliz por ter nascido na época em que nasci, porque tive o melhor dos dois mundos. Com o Iron Maiden, conseguimos nos sustentar fazendo shows, mas com os discos é trágico. As pessoas esperam algo de graça; querem música de graça. Não querem pagar por isso”, concluiu o guitar hero. Via: Rockbizz

Lauren Hart chega ao Arch Enemy com os dois pés na porta: “Vamos voltar às raízes de todo mal”
Se 2025 terminou cheio de incertezas para o Arch Enemy, depois que a canadense Alissa White-Gluz desistiu do cargo de frontwoman do grupo, após doze anos de parceria, o ano de 2026 parece muito promissor para o grupo sueco. Este sopro de bonança se dá à nova vocalista Lauren Hart (ex-Once Human, ex-Divine Heresy) que chegou com os dois pés na porta, com direito a som novo, To The Last Breath, que já passou dos 800 mil view no YouTube. Em story nas redes sociais, Lauren convidou os fãs para a nova turnê do grupo, que vai focar em casas de shows menores. O objetivo é recordar o comecinho de carreira e ter contato ainda mais próximo com o público. “Olá, pessoal! Aqui é a Lauren Hart falando de um lugar bastante íntimo! Vamos fazer uma série de shows intimistas. O Arch Enemy está voltando aos clubes de menor capacidade para shows bem intensos e quentes”. “Vamos voltar às raízes de todo mal”, completou Lauren fazendo um trocadilho com o tema da nova turnê que é Back to the Root of All Evil Tour. “Garantem os ingressos logo, porque eles estão acabando rápido”, finalizou. A Back to the Root of All Evil Tour vai começar no dia 19 de julho em Berlin, Alemanha, e vai se estender até meados de agosto, com apresentações no Reino Unido. Saiba o itinerário da turnê na postagem abaixo: Via: Rockbizz

To The Last Breath, novo som do Arch Enemy, ultrapassa os 800 mil views em apenas 24 horas
Depois de muito suspense o sueco Arch Enemy encerrou a novela de sua nova frontwoman ao assumir Lauren Hart como sua vocalista. O anúncio oficial saiu na última quinta-feira, dia 19 de fevereiro, na companhia do novo single To The Last Breath. E o Arch Enemy está celebrando o impacto positivo da parceria com Lauren Hart. Por meio de um story, o grupo comemorou que a canção bateu a marca de 700 mil views no YouTube. Na verdade, o som ultrapassou os 800 mil views em apenas 24 horas. Na breve mensagem, o grupo escreveu: “Mais de 700 view! Vocês são incríveis. Obrigado”. Veja: A faixa foi composta pelo líder e guitarrista da banda, Michael Amott. A mixagem e masterização ficaram nas mãos de Jacob Hansen no Hansen Studios. Já a produção ficou sob a responsabilidade de Michael Amott e Daniel Erlandsson, baterista do conjunto. Como o Arch Enemy está passando por mais um momento de reconstrução com a entrada de Lauren Hart, To The Last Breath trata da verdade prevalecendo e a mentira sucumbindo apesar de seus danos. Via: Rockbizz

Angra: Kiko Loureiro mostra resenha com os parças ao som de The Temple of Hate
Há muitos anos o clima entre os músicos da segunda formação do Angra – Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria) – era de animosidade e farpas pela imprensa e redes sociais. Mas parece que 2026 é o ano em que os astros estão se alinhando e as brigas estão fora do menu dos caras. Nesta sexta-feira, dia 20 de fevereiro, pelas redes sociais, o baixista Felipe Andreoli compartilhou duas fotos em que mostra a galera toda junta. Kiko Loureiro gostou da ideia e também mostrou a resenha com os parças ao som de The Temple of Hate. Vale lembrar que a canção está presente no quinto álbum do grupo, Temple of Shadows, que saiu em setembro de 2004. A música é uma das mais pesadas do disco e conta, em sua verão original, com participação de Kai Hansen (Helloween e Gamma Ray) Voltando à publicação do guitarrista, na legenda do conteúdo, ele escreveu o seguinte: “Esquenta para o Bangers Open Air! Qual foi a conversa?” Como todo mundo sabe, a volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Essa será a maior reunião do AngraVerso, pois terá também a presença da atual formação do grupo. Via: Rockbizz

Deep Purple vai dar as caras no Brasil entre final de novembro e começo de dezembro
Boa nova aos fãs de classic rock! O Deep Purple vai dar as caras no Brasil entre final de novembro e começo de dezembro, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país. Ian Paice e os seus comparsas Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo), Don Airey (teclado) e Simon McBride (guitarra) vão desfilar os seus clássicos como Smoke on the Water, Black Night, Space Truckin’, When a Blind Man Cries e Highway Star. O trabalho mais recente dos caras é o álbum =1, vigésimo terceiro registro de estúdio, com isso, é capaz que faixas como Portable Door, Pictures of You e Lazy Sod também ganhem uma chance de serem ovacionadas pelos fãs brasileiros. Deep Purple é uma banda que sempre vem ao Brasil, rivaliza com Iron Maiden e Helloween em termos de visita ao nosso país. Mas, mesmo assim, os shows da banda são de um nível altíssimo e com novidades no repertório e nas performance, portanto, para quem curte classic rock, assistir os caras é praticamente uma obrigação. Via: Rockbizz

“Na escola, as pessoas me achavam barulhento, fingido e forçado”, lembra Yungblud
Yungblud é um jovem de 28 anos provando o gosto do sucesso e o turbilhão de variáveis que o posto de rock star traz a reboque. A personalidade expansiva é uma de suas marcas registradas, no entanto, ela vem com consequências graves como antipatia de parte do público e a malquista subestimação do trabalho. Em nova entrevista à revista britânica Kerrang, a estrela do rock moderno lembrou que este traço em sua personalidade vem de tenra idade, o que lhe trouxe alguns problemas de relacionamento no período escolar. “Na escola, eu era um caso perdido e algumas pessoas pensavam o mesmo de mim naquela época que pensam agora”, disparou o músico. “Eu era barulhento demais, as pessoas achavam que eu era fingido e forçado demais”. Ele completou pontuando o que lhe trouxe um pouco de alento: “Foi o exemplo e a música do Ozzy que me deram um pouco de esperança naquela época. Ele ainda é a pessoa em quem me apoio sempre que tenho que desfilar em um tapete vermelho, porque os acho bem estranhos e intimidantes. Coloco [a música do Ozzy] Flying High Again, a versão do [álbum ao vivo de 1993] Live & Loud, e me sinto melhor todas as vezes. Ouço a bateria entrar, Mike Inez tocando aquela linha de baixo e Ozzy gritando: ‘Vamos lá, seus filhos da puta’. Depois que ouço isso, sinto que vou dar conta”. Via: Rockbizz

Guitarrista e baterista do Live entram na justiça contra o frontman Ed Kowalczyk
O Live foi uma importante banda para o rock dos anos 1990, com álbuns como Throwing Copper (1994), Secret Samadhi (1997) e The Distance to Here (1999), que venderam mais de quinze milhões de cópias juntos. Infelizmente, o sucesso não prosseguiu nos anos 2000, já que cedeu lugar a muitas brigas entre os caras. Ao longo da década de 2010, o conjunto ficou um tempo em hiato, tentou uma volta aos palcos, mas a relação entre Chad Taylor (guitarra) e Chad Gracey (bateria) e o vocalista Ed Kowalczyk logo azedou de vez. E tem mais treta no campo do Live! Na redes sociais, Taylor e Gracey compartilharam imagens de uma notificação extrajudicial enviada a Kowalczyk referente ao uso do nome da banda. A notificação alega o término da licença para o uso de quaisquer marcas registradas associadas ao Live, tanto para Ed quanto para a The Fifth Veda, gravadora fundada pelo cantor. A Action Front Unlimited é listada na notificação como a “proprietária exclusiva” das marcas registradas e da propriedade intelectual associadas ao Live. Os membros da banda formaram a empresa originalmente. O vocalista ainda não respondeu publicamente à notificação extrajudicial nem às alegações sobre a propriedade legítima da marca Live. Via: Rockbizz

At The Gates anuncia último álbum com Tomas Lindberg e divulga single
At The Gates revelou detalhes do seu oitavo disco de estúdio. Intitulado The Ghost of a Future Dead, o lançamento está previsto para 24 de abril pela Century Media Records. O anúncio vem acompanhado da estreia do primeiro single, “The Fever Mask”, junto de um videoclipe em homenagem ao vocalista Tomas Lindberg. O álbum, concluído há mais de dois anos, ganha forte carga emocional por ser o último trabalho com Lindberg. O vocalista faleceu em setembro de 2025 após lutar contra complicações de um tratamento contra câncer. Em nota oficial, a banda explicou que respeitou os desejos do frontman em todos os aspectos da produção, incluindo título, mixagem, ordem das faixas e a arte da capa, garantindo que o projeto reflita a visão artística de Lindberg. “Foi uma das últimas músicas escritas para o álbum e rapidamente se destacou como a escolha natural tanto para a faixa de abertura quanto para o primeiro single de ‘The Ghost of a Future Dead’. Captura perfeitamente a essência do At The Gates, misturando energia bruta, melodia forte e belas letras de Tomas.” LEIA TAMBÉM: Tomas Lindberg, vocalista do At The Gates, morre aos 52 anos Via: WikiMetal

Monsters of Rock lança websérie e anuncia novidades para fãs do festival
O Monsters of Rock lançou nesta sexta-feira, 20, o Desafio Monsters, a Websérie Monsters 2026 e o transporte oficial do evento, oferecendo mais comodidade, segurança e praticidade ao público. Um dos festivais de rock mais icônicos do mundo, ganha agora uma websérie documental exclusiva. Gravada em janeiro de 2026 no escritório da Mercury Concerts, no Brasil, a produção mergulha na trajetória do evento e nos bastidores de sua edição brasileira, realizada desde 1994. Realizada pela Mercury Concerts, a série documental tem oito episódios e é transmitida no canal @monstersofrockbr, no YouTube. A cada sexta e terça, um novo episódio será lançado, cada um dedicado a uma das bandas do line-up de 2026. O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o lineup de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. O evento acontece em 04 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site da Eventim. Novidades do Monsters of Rock A Mercury Concerts também anunciou um desafio temático do Monsters of Rock no dia 21 de fevereiro, das 10h às 12h, na Woodstock Rock Store, com participação online e presencial. A edição virtual, feita no Instagram do festival durante o carnaval, reuniu 24 participantes e cerca de 1 milhão de visualizações, com fãs mostrando tatuagens das bandas de 2026 ou criando um novo “monstro” para o evento. Já na versão presencial, as categorias incluem cosplay (Axl, Slash ou Lzzy) e itens de edições passadas do festival. Os vencedores recebem um Kit Exclusivo Monsters. O festival disponibiliza transporte oficial para facilitar a ida e a volta do público, com embarques em vários bairros da capital e também em cidades como Campinas e Jundiaí. As passagens devem ser adquiridas pela Eventim, com escolha de local e horário, pelo preço de R$120. No dia do evento, é preciso chegar com 15 minutos de antecedência e apresentar o QR code para embarque. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2026: Dirty Honey e Jayler farão show extra em São Paulo Via: WikiMetal

“O Judas Priest me ensinou a tocar heavy metal”, diz Andreas Kisser
Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, falou sobre as suas principais influências musicais que moldaram o seu aprendizado no instrumento. O músico revelou que o Judas Priest foi a principal banda que o ensinou a tocar heavy metal durante sua juventude. Em participação no programa Five Minutes With, da EMGtv, Kisser destacou a importância da banda inglesa, considerada por ele como “uma grande escola”. “Comecei a ouvir heavy metal muito cedo, quando já estava aprendendo a tocar violão clássico. Mas acho que o Judas Priest foi a banda que realmente me ensinou”, comentou [transcrição via Blabbermouth]. Questionado sobre qual riff de guitarra todo iniciante no estilo deveria saber tocar, o músico brincou que não “se considera um bom professor e não possui paciência para ensinar”. Contudo, Andreas Kisser escolheu o icônico álbum British Steel (1980) como a principal base para quem deseja entender as guitarras do gênero. “Vão ouvir o álbum British Steel do Judas Priest. É uma ótima escola. Quer dizer, tem músicas como ‘Breaking The Law’ e ‘Living After Midnight’. São riffs muito simples, mas que representam tudo o que o metal tem. É como uma escola de heavy metal. ‘Grinder’ foi o riff que ouvi pela primeira vez no álbum. E com a minha guitarra em mãos, consegui reproduzi-lo. É muito simples, mas ao mesmo tempo tem a parte rítmica, aquela pose. E quando você entra nessa pose, você entra no modo Judas Priest. E isso é incrível. É muito representativo do heavy metal, e todo guitarrista deveria saber disso. É simples, é fácil, mas você tem que tocar você mesmo. Faça isso”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Sepultura anuncia último EP da carreira, ‘The Cloud Of Unknowing’ Via: WikiMetal

Dave Grohl explica saída de Josh Freese do Foo Fighters: “Seguir em frente”
Dave Grohl finalmente comentou publicamente a saída do baterista Josh Freese da formação do Foo Fighters. Em entrevista ao programa The Zane Lowe Show na Apple Music 1 [via Blabbermouth], Grohl detalhou os motivos que levaram ao desligamento e esclareceu que a decisão foi tomada em comum acordo e que a mudança faz parte de um novo direcionamento interno do grupo. “Naqueles seis ou sete meses, como banda, conversamos sobre o que fazer a seguir, uma nova direção, e pensamos: ‘Ok, vamos ligar para o Josh e avisá-lo que vamos seguir em frente com um baterista diferente. A mudança não aconteceu da noite para o dia. Ligamos, como banda, todos nós ligamos, não fui só eu. Basicamente, ligamos para o Josh e dissemos: ‘Cara, isso foi incrível. Foi demais, muito obrigado, mas vamos seguir em frente e encontrar outro baterista”, disse Dave Grohl. O líder do Foo Fighters evitou tratar o episódio como um conflito, ressaltando o respeito profissional entre as partes. “Desde então, muito se tem falado sobre isso, mas acho que Josh resumiu tudo da melhor forma quando disse que não sentia que nossa música realmente o tocava, e isso é muito importante”, completou. Anteriormente, ao anunciar sua saída do Foo Fighters, Josh Freese revelou em publicação no Instagram que banda informou, no início daquela semana, de que optaram por “seguir em outra direção com seu baterista”. Segundo ele, a banda não apresentou nenhuma justificativa. Dave Grohl fala de Taylor Hawkins Josh Freese havia assumido a bateria após a morte de Taylor Hawkins, integrando a banda em shows e compromissos oficiais. Dave Grohl também disse o quanto é difícil encontrar um substituto para Hawkins. “Tivemos Taylor Hawkins como nosso baterista por 25 anos e, além de ser um baterista incrível, ele era uma pessoa extraordinária. Ele era um ser humano incrível e era como um irmão para nós. Era nosso melhor amigo. Então, continuar depois do Taylor foi realmente complicado, não só para nós, mas para qualquer baterista que fosse entrar para ocupar o lugar dele… Nós sempre falamos dele todos os dias. Em tudo o que fazemos, queremos ter essa energia — queremos ter essa energia para o Taylor”, confessou ele. Atualmente, o Foo Fighters se prepara para o lançamento do 12º álbum de estúdio, intitulado Your Favorite Toy, marcado para 24 de abril. A formação da banda inclui Dave Grohl, o baixista Nate Mendel, os guitarristas Chris Shiflett e Pat Smear, o tecladista Rami Jaffee e o novo baterista Ilan Rubin, que entrou em 2025 após a saída de Josh Freese. https://www.tiktok.com/@applemusic/video/7608638192010497310?embed_source=121374463%2C121468991%2C121439635%2C121749182%2C121433650%2C121404359%2C121497414%2C122122240%2C121351166%2C121811500%2C121960941%2C122122244%2C122122243%2C122122242%2C121487028%2C121331973%2C120811592%2C120810756%2C121885509%3Bnull%3Bembed_masking&refer=embed&referer_url=www.nme.com%2Fnews%2Fmusic%2Fdave-grohl-admits-foo-fighters-continuing-after-taylor-hawkins-was-really-complicated-and-breaks-silence-on-josh-freese-exit-3930515&referer_video_id=7608638192010497310 LEIA TAMBÉM: Josh Freese diz que “não se identificava” com a música do Foo Fighters Via: WikiMetal

Dave Grohl quebra o silêncio sobre a demissão de Josh Freese do Foo Fighters
O baterista Josh Freese, que já trabalhou com vários nomes do rock e metal como Nine Inch Nails, A Perfect Circle, Devo, Paramore, Seether e Guns N’ Roses, foi demitido do Foo Fighters sem aviso prévio no dia 16 de maio de 2025, após dois anos trabalhando para a empresa de Dave Grohl, em substituição ao falecido Taylor Hawkins. Os motivos para o fim da parceria nunca ficaram tão claros! Mas, em conversa ao programa The Zane Lowe Show, na Apple Music 1, Dave Grohl quebrou o silêncio sobre a demissão de Josh Freese do Foo Fighters. “Naqueles seis ou sete meses que ficamos sem fazer shows em 2024, como banda, conversamos sobre o que fazer a seguir, uma nova direção, e pensamos: ‘Ok, vamos ligar para o Josh e avisá-lo que vamos seguir em frente com um baterista diferente’. Não aconteceu da noite para o dia”. Dave continuou: “Ligamos, como banda, todos nós ligamos, não fui só eu. Basicamente, ligamos para o Josh e dissemos: ‘Cara, isso foi incrível. Foi demais, muito obrigado, mas vamos seguir em frente e encontrar outro baterista’”. “Desde então, muito se tem falado sobre isso, mas acho que Josh resumiu tudo da melhor forma quando disse que não sentia que nossa música realmente o tocava, e isso é muito importante”, completou Grohl. E por falar no Foo Fighters, a banda vai seguir com sua dominação mundial com o novo álbum Your Favorite Toy. O disco, que será o décimo segundo registro de estúdio do grupo, chegará ao mercado no dia 24 de abril pela Roswell Records/RCA Records. O álbum teve sua produção feita pela banda e Oliver Roman, que também cuidou da engenharia de som. A mixagem ficou nas mãos de Mark “Spike” Stent. Track listing de Your Favorite Toy: 01. Caught In The Echo02. Of All People03. Window04. Your Favorite Toy05. If You Only Knew06. Spit Shine07. Unconditional08. Child Actor09. Amen, Caveman10. Asking For A Friend Via: Rockbizz