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Guns N’ Roses não permitiu a inclusão de suas músicas no filme sobre a mulher de Donald Trump
O Guns N’ Roses não permitiu a inclusão de suas músicas no filme sobre a atual Primeira-Dama dos EUA! O produtor de Melania, Marck Beckman, revelou o não dos roqueiros e de outros nomes da música em conversa com a Variety. “Tentamos usar algumas músicas, mas infelizmente, havia questões políticas envolvidas”, lamentou o cineasta. “Por exemplo, os caras do Guns N’ Roses estavam divididos politicamente. Queríamos usar uma música linda deles. Um dos caras – não quero citar nomes, não seria justo – disse que nós podíamos usar, mas o outro basicamente disse que de jeito nenhum”. “Como precisávamos da aprovação de todos, nós não conseguimos incluir a música no filme. Foi uma decepção para nós! Todos nós temos muito respeito pelo Guns N’ Roses”, acrescentou o diretor do longa. Beckman comentou que também enfrentou o mesmo problema com a cantora Grace Jones: “Ela não conseguiu superar o obstáculo político, apesar de o filme não ser político. Isso também foi decepcionante. É decepcionante quando as pessoas colocam a política em primeiro plano, e isso certamente aconteceu um pouco com o filme”. Melania é um documentário e crônica que mostra a Primeira-Dama nos 20 dias que antecedem a posse de Donald Trump em 2025. O longa foi um fiasco de bilheteria, com vários críticos e portais nomeando-o como o pior filme de todos os tempos. Via: Rockbizz

Angra celebrará os 30 anos de Holy Land com espetáculo em Paris
O Angra celebrará os 30 anos de Holy Land com espetáculo em Paris, capital da França! O show vai acontecer no dia 23 de setembro no L’Olympia. Já os ingressos estarão à venda a partir de 2 de março via aegpresents.fr. A noite será dividida em duas partes: uma dedicada à execução integral de Holy Land, seguida por um segundo set com outros destaques da rica discografia da banda. O show também prestará homenagem ao falecido Andre Matos, que faleceu em junho de 2019, devido um atraque cardíaco. Para a ocasião, o guitarrista Kiko Loureiro fará um retorno especial ao grupo! Além disso, Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo), Bruno Valverde (bateria) e Marcelo Barbosa (guitarra) apresentarão ao público francês seu novo vocalista, Alirio Netto. Holy Land é o segundo álbum do Angra, cujo lançamento original foi em 23 de março de 1996. O disco logo se tornou referência, com duração perto de uma hora, apresentando a mistura perfeita entre o heavy metal e influências da cultura brasileira. Conceitualmente, o álbum é bastante complexo, já que aborda a época das navegações entre os séculos XV e XVI, com ênfase no descobrimento do Brasil em 1500. Via: Rockbizz

Metallica anuncia estreia no Sphere, em Las Vegas
Após meses de especulação, o Metallica confirmou sua estreia no Sphere, em Las Vegas, com a residência Life Burns Faster. A temporada contará com oito apresentações, marcadas para os dias 01 e 03, 15 e 17, 22 e 24, 29 e 31 de outubro. O formato seguirá o conceito do No Repeat Weekend, adotado na turnê mundial M72, sem repetição de músicas entre os shows de quinta-feira e sábado. A residência dá continuidade à fase bem-sucedida da M72 World Tour, iniciada em 2023, que já reuniu mais de 4 milhões de fãs em diferentes continentes e consolidou a produção como uma das mais elogiadas da carreira do grupo. Lars Ulrich, cofundador e baterista do Metallica, comentou: “Cerca de 12 segundos após a noite de estreia do Sphere com o U2, em 2023, pensei: ‘Temos que fazer isso, é um território completamente inexplorado!’ Essa residência nos dá outra oportunidade de reinventar a forma como interagimos com nossos fãs ao vivo. Estamos extremamente animados para compartilhar isso com o mundo em seis meses e muito empolgados para levar tudo a outro nível!” No Sphere, a banda promete um repertório que percorre diferentes fases de seu catálogo, aliado aos recursos tecnológicos imersivos da arena. O espaço conta com o maior painel de LED em alta resolução do mundo, sistema de som imersivo e tecnologia multissensorial 4D, oferecendo uma experiência inédita mesmo para quem já assistiu ao Metallica em estádios, arenas ou no palco 360° da atual turnê. LEIA TAMBÉM: Metallica no Brasil em 2026? Saiba quais são as chances de turnê na América do Sul Via: WikiMetal

Rush terá um tecladista na Fifty Something Tour e deixará de ser um trio pela primeira vez na carreira
O Rush terá um tecladista na Fifty Something Tour e deixará de ser um trio pela primeira vez na carreira. O anúncio da nova aquisição surgiu no momento em que o grupo confirmou shows pela América do Sul, Reino Unido e Europa. O multi-instrumentista Geddy Lee confirmou a entrada de Gold na banda em uma entrevista à Planet Rock. “Contratamos um tecladista que vai viajar conosco. Loren Gold tocou com o The Who nos últimos 12 anos ou mais, além de ter tocado com o Chicago, e é um verdadeiro veterano. Então, estamos animados em tê-lo conosco e nosso primeiro ensaio com ele começa em breve”. Vale lembrar que o Rush voltará aos palcos em meados deste ano – e a maioria dos ingressos se esgotaram, vale dizer. A dupla Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson ( guitarra) tomaram a decisão de reativar o Rush, depois de onze anos fora dos palcos. Para o difícil posto de substituto de Neal Peart, a banda canadense resolveu chamar a Anika Nilles, artista de certo nome no mercado fonográfico, visto que tocou com o genial Jeff Beck em mais de cinquenta shows. Com a aquisição de Loren Gold o Rush dá a entender que quer se distanciar do antigo formato, a fim de reafirmar que é um novo capítulo de sua carreira e diminuir as comparações com a antiga formação. Via: Rockbizz

Overload Beer Fest protagoniza maratona extrema marcado por casa cheia e intensidade sonora
O Overload Beer Fest mostrou, logo de início, que seria uma daquelas noites para sair suado, rouco e satisfeito. O Carioca Club estava cheio; o calor era quase insuportável e, mesmo assim, ninguém ficou parado. A pista virou um pandemônio desde os primeiros acordes, com o público disposto a aproveitar cada minuto. O som, no geral, estava bom e bem definido, com a única ressalva referente à apresentação do D.E.R., que sofreu com problemas na mixagem. Fora isso, tudo transcorreu de forma organizada, inclusive os horários, seguidos com pontualidade quase britânica. Tratava-se do cenário perfeito para uma maratona de peso, que contou com Cemitério, D.E.R., Eskröta , Vulcano e o Obituary. A noite teve início com o Cemitério, banda de death metal old school que invocou o espírito dos filmes de terror clássicos em sua performance. Destaca-se o baixista e vocalista Hugo Golon, cuja entrega gutural e peso nas quatro cordas lembraram um zumbi possuído. O grupo executou um setlist inspirado em slashers e obras de horror, incluindo “A volta dos mortos vivos”, “A vingança de Cropsy”, “Quadrilha de sádicos”, “Sexta-feira 13”, “Holocausto canibal”, “Tara diabólica”, “Natal sangrento” e, para encerrar, “Pague para entrar, reze para sair”. Foi uma abertura consistente, que aqueceu o público, já presente em grande número, com riffs sujos e temáticas macabras que fizeram o mosh começar cedo. Em seguida, o D.E.R. subiu ao palco com sua mistura de thrash e grindcore, trazendo uma intensidade política e social marcante. Mesmo com o som ligeiramente embolado, o vocalista Thiago Nascimento destacou-se com berros raivosos e presença de palco incisiva, conduzindo a apresentação pela brutalidade de músicas rápidas e corrosivas. A performance configurou-se como um impacto direto, com composições que transformaram o Carioca em um verdadeiro caos, reafirmando o espaço do grupo entre os veteranos do underground paulista. A Eskröta, com seu crossover thrash de viés feminista e empoderado, elevou o nível com uma atitude que contagiou o público. A vocalista e guitarrista Yasmin Amaral sobressaiu-se com pegada feroz e riffs poderosos, liderando um setlist explosivo que incluiu “A Bruxa”, “Playbosta”, “Mantra”, “Eticamente Questionável”, “Misery”, “Filha do Satanás”, “Grita” e “Mulheres”. O grupo não apenas executou as músicas com intensidade, como também transmitiu mensagens contundentes contra o machismo, levando o público a cantar em meio às rodas que ocupavam o centro da pista. O Vulcano, pioneiro do black/death metal brasileiro desde os anos 1980, apresentou uma verdadeira aula de história do metal extremo por meio de sua presença emblemática. O guitarrista Zhema Rodero, fundador e principal referência da banda, impressionou com riffs marcantes e atmosfera satânica autêntica, enquanto o grupo executava um setlist composto por “Spirits of Evil”, “Witches’ Sabbath”, “Incubus”, “Church at a Crossroads”, “Dominios of Death”, “Ready to Explode”, “Holocaust”, “Death Metal”, “Total destruição” e “Guerreiros de Satã”. Esta última contou com a participação do vocalista original, Angel. A apresentação configurou-se como uma viagem no tempo, com clássicos atemporais e atmosfera sombria que prepararam o público para o encerramento da noite. Ficou evidente que, mesmo após décadas de estrada, o Vulcano ainda provoca reações intensas nos apreciadores de thrash e black metal old school. Na sequência, apresentou-se o Obituary, um dos principais representantes do death metal da Flórida, encerrando a noite com uma performance de grande impacto. Iniciando com a introdução “Snortin’ Whiskey”, a banda seguiu com “Redneck Stomp”, “Sentence Day”, “A Lesson in Vengeance” e “The Wrong Time”. O vocalista John Tardy destacou-se pelos vocais guturais profundos, enquanto Donald Tardy, na bateria, manteve a base rítmica com precisão, acompanhado por Trevor Peres nos riffs. O grupo manteve o Carioca Club em êxtase ao alternar faixas mais recentes, como “Infected” e “Body Bag”, com clássicos como “Dying” e “Cause of Death”. Na segunda parte do show, a intensidade foi ampliada com “Circle of the Tyrants” (cover do Celtic Frost), seguida por “Chopped in Half” e “Turned Inside Out”. Após breve pausa, o encore contou com “I’m in Pain” e o hino final “Slowly We Rot”. O público, já exausto após horas de intensa movimentação, ainda encontrou energia para mais uma roda. A apresentação constituiu uma demonstração de resistência e devoção ao quinteto norte-americano, configurando um encerramento expressivo para o festival e reforçando a relevância do Obituary no cenário do death metal. A sensação predominante foi a de que o Overload Beer Fest 2026 se consolidou como um evento memorável, lavando a alma dos fãs do estilo. LEIA TAMBÉM: In Flames anuncia show único em São Paulo Via: WikiMetal

In Flames anuncia show único em São Paulo
Seguindo a sequência de anúncios de side shows que o Bangers Open Air vem fazendo, a organização anunciou uma apresentação do In Flames em São Paulo, no dia 23 de abril, na Audio. Os ingressos estão disponíveis por meio do site Clube do Ingresso. Criado em 1990 na cidade de Gotemburgo (SUE), o In Flames foi idealizado pelo guitarrista Jesper Strömblad e começou como uma proposta ousada no underground, mesclando a agressividade do death metal com harmonias melódicas inspiradas no metal tradicional. Essa fusão logo se tornaria a base do chamado Gothenburg Sound, estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo. Atualmente liderado por Anders Fridén e Björn Gelotte, a banda segue em turnê mundial promovendo o disco Foregone (2023). Além de celebrar mais de três décadas de carreira e uma discografia que moldou o death metal melódico. A presença do In Flames em festivais como o Bangers Open Air 2026 reforça sua importância histórica como um dos pilares do death metal melódico e do Gothenburg Sound. SERVIÇO – IN FLAMES – SÃO PAULO Data: 23 de abril de 2026 (quinta-feira)Local: Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, São Paulo/SP)Abertura dos portões: 19hRealização: Bangers Open AirProdução: HonorsoundsIngressos disponíveis em: @clubedoingresso View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Apesar das limitações, AC/DC prova que, no rock, o tempo joga a favor Via: WikiMetal

Apesar das limitações, AC/DC prova que, no rock, o tempo joga a favor
O AC/DC iniciou a nova etapa da POWER UP TOUR com passagem pelo Brasil, na noite de terça-feira, 24, no Estádio MorumBIS, em São Paulo. O primeiro show da banda de 2026 marca o retorno ao país após longos 17 anos de espera e encontrou fãs fervorosos que esgotaram as três datas marcadas: 22 e 28 de fevereiro, e no dia 04 de março. Para abertura, The Pretty Reckless, liderada por Taylor Momsen, foi a escolhida, assim como nas etapas europeias e norte-americanas, oferecendo um aquecimento com rock alternativo. A banda americana surgiu em 2009 e também estava há alguns anos sem retornar ao Brasil, e com isso promoveu um encontro de gerações, unindo os jovens fãs de rock alternativo aos veteranos do rock clássico. Com um setlist de apenas 10 músicas, Taylor Momsen soube usar seu tempo para proporcionar um momento mágico aos fãs que tanto esperavam e arrancar elogios de quem apenas foi ver o AC/DC. The Pretty Reckless não deixou de fora os clássicos: “Make Me Wanna Die”, “Going to Hell” e “Heaven Knows”, (e a estreia de “For I Am Death”) mantendo o público em puro êxtase com sua performance calorosa que, embora seja uma banda nova, mostrou a potência para estar entre os grandes – não é à toa que estão abrindo para um dos maiores nomes do rock. AC/DC envelheceu com vinho Como já era esperado, o AC/DC apostou no formato que o consagrou, sem muitas mudanças desde a última turnê no Brasil. A banda entrega exatamente o que se espera de um grupo clássico, sustentado pela longevidade que a consolidou como uma das formações mais sólidas da história do rock. Com mais de cinco décadas de estrada, o grupo australiano mantém uma proposta direta com riffs marcantes, refrões explosivos e uma performance sem excessos, onde o destaque está na força do repertório. Os efeitos visuais robustos, incluindo telões com imagens imersivas e o famoso sino gigante para “Hells Bells”, foram um dos momentos mais aguardados, principalmente para a juventude que, incentivada pelos pais, presenciou pela primeira vez o show. “Me sinto incrível, AC/DC é uma banda de que gosto desde pequeno. Meus pais me incentivaram e me trouxeram ao Morumbi para curtir esse show”, disse Lucca, de 9 anos. A estrutura privilegia a música, com destaque para os amplificadores empilhados e a presença constante de Angus Young, que, apesar da idade avançada, aos 70 anos, seguiu como o motor visual e sonoro do espetáculo, com sua guitarra surrada mostrando experiência de anos. Mesmo após décadas repetindo o uniforme escolar e os solos extensos, o guitarrista demonstra fôlego e precisão técnica. O vocalista Brian Johnson, por sua vez, entregou desempenho seguro, dentro de suas atuais limitações naturais. A experiência compensou qualquer desgaste vocal, já que ele manteve o carisma em hinos como “Back in Black”, “You Shook Me All Night Long” e “Highway to Hell”. Completaram a banda, Matt Laug (baterista), Chris Chaney (baixista de turnê, substituído de Cliff Williams) e Stevie Young (guitarrista) – integrante mais novo, com seus 69 anos. Juntos, mostram se divertir enquanto tocam com energia o repertório de 22 canções que seguiu exatamente o padrão dos shows passados, com faixas que o público esperava, com foco no catálogo de sucesso entre as décadas de 1970 e 1980. Os fãs, em sua maioria, acompanham a faixa etária dos integrantes, fiéis ao estereótipo clássico do roqueiro e à máxima de que, no rock, o tempo joga a favor. No palco, o grupo confirmou essa tese com uma apresentação segura e eficiente, capaz de emocionar quem aguardava pelo reencontro. Ao mesmo tempo, o repertório de hits que atravessaram décadas garantiu a presença e o entusiasmo de uma parcela mais jovem na plateia. Apesar de não falarem muito durante a apresentação, a banda australiana recebeu a resposta do público de 72 mil pessoas, que refletiu que a essência do AC/DC não depende de modismos, colaborações ou conceitos visuais elaborados. E essa ausência de reinvenções mostrou que, além de atravessar gerações, a eles sustentam sua relevância com o básico, transformando o tempo em sua maior potência. Isso explica os ingressos esgotados para os 3 shows no Brasil em velocidade surpreendente. Confira fotos exclusivas da nossa colaboradora Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: AC/DC no Brasil: Bares darão recompensas exclusivas para fãs da banda Via: WikiMetal

Aerosmith: saiba quem é a bela loira na guitarra Gibson BB King Lucille de Joe Perry
Guitarras conseguiram ultrapassar a jurisdição de meros instrumentos musicais! Elas são objetos de poder, fama, autoridade, artigo de luxo, sensualidade e por aí vai. E por estes e outros motivos, as guitarras se tornaram itens colecionáveis. Em uma nova entrevista à revista Guitar World, o guitarrista do Aerosmith, Joe Perry, que sempre desfilou com vários modelos diferentes ao logo da carreira, falou sobre a sua grande da coleção de instrumentos. Em especial, o músico teceu alguns comentários sobre a imponente Gibson BB King Lucille, que ostenta a imagem de uma moça bela loira em seu corpo. Se trata da esposa de Perry, a modelo Billie Paulette Montgomery. “Comprei essa guitarra nos anos 90”, lembrou Joe. “O principal motivo para tê-la é que adoro história, e fiquei fascinado com o que chamam de ‘arte de nariz’. Os pilotos tinham desenhos na fuselagem de seus aviões durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, geralmente fotos de suas estrelas de cinema favoritas ou de suas esposas, e batizavam o avião com o nome delas”. Ele continuou: “Então, eu pensei: ‘Por que não fazer isso com a minha guitarra’? Essa foi a principal razão pela qual escolhi esse formato de corpo – o corpo da BB King Lucille. Ela não tem furos em forma de “F”; eu queria algo com bastante espaço para a arte. Ela não fazia ideia do que estava acontecendo. Billie ficou parada por um segundo!, Aí, trouxeram o case da guitarra e disseram: ‘Feche os olhos’. Abrimos o case e ela ficou vermelha como um pimentão”. “Resumindo, ela não aparecia quando eu pegava a guitarra! Ela meio que saía de perto do palco porque ficava muito envergonhada. Ela não é do tipo que busca os holofotes, mas acabou se acostumando. “Às vezes, as garotas na plateia dos shows apontavam para a foto na guitarra e queriam saber quem era. Eu apontava para minha aliança de casamento, e elas se derretiam. Achavam tão romântico”, acrescentou o rock star. “Tem uma foto na frente e atrás da guitarra! Escolhi o branco porque achei que a arte se destacaria mais. Depois da pintura, ela voltou para a Gibson, e eles colocaram o braço, deram os toques finais e terminaram com a parte eletrônica. Isso aconteceu em Nashville, EUA, onde pude ir à fábrica e conferir tudo na Custom Shop”, concluiu. Via: Rockbizz

Primal Fear anuncia apresentação em Belo Horizonte
A organização do Bangers Open Air anunciou mais um side show muito especial. A banda alemã Primal Fear se apresentará na cidade de Belo Horizonte, no feriado de 21 de abril, na casa de shows Mister Rock. Embora tenha alterado a sua formação algumas vezes, os pilares do Primal Fear – Ralf Scheepers (vocal, ex-Gamma Ray e Tyran Pace) e Mat Sinner (baixo, Sinner) – permaneceram. Formada em meados de 1997, a banda alemã é completada pelo guitarrista Magnus Karlsson, a guitarrista ítalo-cubana Thalìa Bellazecca (Angus McSix, ex-Frozen Crown) e o baterista André Hilgers (Axxis, Rage, Silent Force, Sinner, Bonfire), que promovem o álbum Domination. “Este novo álbum é mais do que música, é um pedaço de nós. Foi um processo eletrizante”, afirmou Scheepers. A estreia da banda foi com Primal Fear (1998), seguido por Jaws of Death (1999), trabalho que foi capaz de manter o nome da banda em alta no Brasil, onde se apresentou pela primeira vez no End Of Century Metal Fest (SP). Após Nuclear Fire (2001), veio Black Sun (2002), que marcou a segunda passagem do Primal Fear pelo Brasil, ocorrida em dezembro de 2002 e que até resultou em imagens no DVD The History Of Fear, cuja foto de capa, tirada no show na Via Funchal (SP), traz os músicos usando camisas de times de futebol do Brasil. O país realmente entrou na agenda da banda, que voltou diversas outras vezes, como na turnê de Devil’s Ground, em 2004, e em 2006, quando promovia Seven Seals (2005) e se apresentou no Live ‘N’ Louder Rock Fest. Baseando seu estilo adotado no heavy metal tradicional, com toques de power metal, thrash e hard rock, o grupo foi se adaptando a novas timbragens e não permaneceu estagnado em álbuns como New Religion (2007), 16.6 – Before the Devil Knows You’re Dead (2009), Unbreakable (2012), Delivering the Black (2014), Rulebreaker (2016), Apocalypse (2018) e Metal Commando (2020). Os shows que a banda fará no Brasil certamente ficará na memória dos integrantes, tanto dos fundadores quanto dos que estrearam em estúdio em Domination. “Sempre fico empolgado em voltar para o Brasil, um dos países onde começamos a nossa carreira. Durante todos esses anos, sempre foi legal voltar, seja para um festival ou uma turnê nossa”, afirmou Mat Sinner. “Existe uma grande conexão entre nós assim que subimos ao palco. Nossa nova formação não vai deixar dúvidas, pois simplesmente vai explodir qualquer expectativa. Estamos prontos… E vocês?”, concluiu Scheepers. SERVIÇO: BELO HORIZONTEData: 21 de abril de 2026 (terça-feira)Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)Abertura dos portões: 19hShow principal: 21hIngressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/primalfest-21-04 Via: Rockbizz

John Mellencamp está pouco de lixando para o Grammy e não tem medo de dizer isto em alto e bom som
O veterano John Mellencamp está pouco de lixando para o Grammy e não tem medo de dizer isto em alto e bom som. Durante participação no podcast Club Random, o artista falou que a maior e mais pomposa premiação da música não significa absolutamente nada para ele. “Eu nunca fui ao Grammy na minha vida”, disparou Mellencamp. O entrevistador Bill Maher ficou surpreso com a declaração do roqueiro e comentou que foi ao Globo de Ouro deste ano. Esta foi a deixa para John ser ainda mais contundente em sua crítica. O músico falou: “Você sabe o que é um Globo de Ouro ou um Grammy? É uma merda nenhuma! É um nada. Não significa nada. Na verdade, significa menos que nada”. Mellencamp, no entanto, admitiu que aprecia o Museu Grammy, que possui filiais em Los Angeles, Nashville e Cleveland, Mississippi, pois é um mergulho na história das bandas e artistas, com muitos artigos, manuscritos, instrumentos e peças importantes para a cultura contemporânea. Apesar de não gostar do Grammy, John Mellencamp ganhou catorze indicações ao prêmio, mas só levou um troféu para casa. A vitória veio em 1983, quando Hurts So Good lhe rendeu o prêmio de Melhor Performance Masculina de Rock. Via: Rockbizz

Iron Maiden anuncia detalhes oficiais de seu documentário de 50 anos
Iron Maiden anunciou nesta terça-feira, 24, os detalhes oficiais de seu documentário oficial de 50 anos de carreira. Intitulado Iron Maiden: Burning Ambition, o longa contará minuciosamente a história da Donzela de Ferro até se tornar uma das maiores bandas de heavy metal da história. A estreia acontecerá mundialmente a partir de 07 de maio – incluindo o Brasil. A venda de ingressos começa em 18 de março. Mais informações no site oficial. Produzido pela Universal Pictures Content Group, o longa contará a jornada da banda através de seus integrantes e por depoimentos de fãs ilustres como o ator espanhol Javier Bardem, Lars Ulrich (Metallica) e Chuck D (Public Enemy) [via Blabbermouth] Em nota, o grupo disse: “Com acesso inédito aos arquivos oficiais e relatos íntimos da banda, tanto atuais quanto antigos, Iron Maiden: Burning Ambition convida os fãs a vivenciar uma das jornadas mais icônicas da história da música.” “Abrangendo cinco décadas, este documentário eletrizante narra a ascensão da banda, dos pubs do leste de Londres aos maiores estádios do mundo. Com entrevistas exclusivas com membros da banda e colaboradores como Javier Bardem, Lars Ulrich e Chuck D, além de novas sequências animadas do lendário mascote da banda, Eddie, o filme oferece um olhar raro e íntimo sobre a visão intransigente do Iron Maiden e sua conexão inabalável com seu exército de fãs verdadeiramente global. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Iron Maiden anuncia Eddfest, seu festival próprio no Knebworth Park Via: WikiMetal

U2 lança novo EP e um curta para a faixa Yours Eternally
O U2 lançou nesta terça-feira (24) seu novo EP, intitulado U2 – Days Of Ash, e um curta para a faixa Yours Eternally (ft. Ed Sheeran & Taras Topolia). Chegando antes do novo álbum previsto para o fim de 2026, o EP é uma resposta imediata aos acontecimentos atuais, inspirado em muitas pessoas extraordinárias e corajosas que lutam nas linhas de frente da liberdade. Quatro das cinco faixas abordam histórias individuais – uma mãe, um pai, uma adolescente – cujas vidas foram brutalmente interrompidas. A quarta é sobre um soldado que preferiria estar cantando, mas está disposto a morrer pela liberdade de seu país. O vocalista Bono comentou: “Foi emocionante estarmos nós quatro de volta ao estúdio ao longo do ano passado… As músicas de Days Of Ash são muito diferentes daquelas que vamos incluir no álbum que sai mais adiante neste ano. Em clima e em temática. Mas as faixas deste EP não podiam esperar; eram músicas ansiosas para ganhar o mundo. São canções de rebeldia, de espanto e de lamento”. “As músicas de celebração virão depois – estamos trabalhando nelas agora… Porque, diante de toda a brutalidade que vemos ser normalizada diariamente nas nossas pequenas telas, não há nada de normal nesses tempos insanos e enlouquecedores, e precisamos enfrentá-los antes de voltar a ter fé no futuro. E fé uns nos outros. ‘Se você tem chance de ter esperança, é um dever…’ é uma frase que pegamos emprestada de Lea Ypi. Uma risada também cairia bem. Obrigado”, completou. American Obituary aborda o chocante episódio testemunhado pelo mundo em Minneapolis, EUA, no dia 7 de janeiro de 2026, quando Renée Nicole Macklin Good, mãe idealista de três filhos, foi baleada praticamente à queima-roupa enquanto exercia seu direito de protestar pacificamente — direito garantido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. Mesmo desarmada, ela foi descrita como “terrorista doméstica” por um governo que se recusa a retirar a acusação, embora saiba que ela não corresponde à verdade. Tampouco abriu uma investigação adequada sobre o ocorrido, em respeito a todos os envolvidos. The Tears Of Things pega emprestado o título de um livro do frade franciscano Richard Rohr, que, a partir dos escritos dos profetas hebreus, fala sobre como viver com compaixão em tempos de violência e desespero. A música imagina um diálogo entre o Davi, de Michelangelo, e seu criador – em que o jovem com a funda e as cinco pedras lisas recusa a ideia de que precisa se tornar Golias para derrotá-lo. Ele também é revelado como dono de pupilas em formato de coração (meio milênio antes do surgimento do emoji de coração) – detalhe que até hoje intriga visitantes da Galleria dell’Accademia, em Florença, na Itália. A personagem central de Song Of The Future, Sarina, homenageia a vida de Sarina Esmailzadeh, de 16 anos, uma das milhares de estudantes iranianas que foram às ruas durante o movimento “Mulher, Vida, Liberdade”, em 2022. Os protestos tiveram início após a morte de Jina Mahsa Amini, jovem curdo-iraniana que morreu em Teerã, em 16 de setembro daquele ano, em decorrência de ferimentos sofridos após ser presa pela chamada “polícia da moralidade” por não usar o hijab de acordo com as normas do governo. Sete dias depois, Sarina foi espancada pelas forças de segurança iranianas e morreu em consequência das agressões (o regime alegou suicídio). A canção busca capturar o espírito livre de Sarina, assim como a promessa e a esperança de sua vida interrompida. O EP Days Of Ash inclui ainda a leitura de Wildpeace, poema do autor e poeta israelense Yehuda Amichai, na voz da artista nigeriana Adeola, do coletivo Les Amazones d’Afrique, com música do U2 e de Jacknife Lee. One Life At A Time foi escrita para Awdah Hathaleen, palestino pai de três filhos. Ativista não violento e professor de inglês, Awdah foi morto em sua vila, na Cisjordânia, pelo colono israelense Yinon Levi, em 28 de julho de 2025. Awdah foi consultor do documentário vencedor do Oscar, No Other Land, realizado por palestinos e israelenses. Em seu funeral, um dos diretores, Basel Adra, falou sobre o assassinato do amigo e sobre a experiência palestina de ser apagado “uma vida de cada vez”. O U2 pegou essa frase e a ressignificou para sugerir que uma solução pacífica também será construída “uma vida de cada vez”. Em Yours Eternally, Bono e The Edge contam com a participação do músico ucraniano e ex-soldado Taras Topolia nos vocais, além de Ed Sheeran. Na primavera de 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, Bono e The Edge viajaram para Kiev para tocar em uma estação de metrô a convite do presidente Zelensky. Alguns dias antes, Ed apresentou Taras Topolia, e por extensão sua banda Antytila, a Bono. Bono, Taras e The Edge se conheceram pela primeira vez naquela plataforma de metrô. Desde então, são amigos. Taras é a inspiração para Yours Eternally, uma canção escrita em forma de carta de um soldado em serviço ativo com um espírito audacioso e travesso, à altura do espírito da Ucrânia. Yours Eternally também é acompanhada por um curta-metragem documental de 4 minutos e meio, dirigido pelo cineasta e diretor de fotografia ucraniano Ilya Mikhaylus, lançado hoje, 24 de fevereiro, quarto aniversário da invasão russa à Ucrânia. Filmado em dezembro de 2025, quando Mikhaylus e sua equipe estavam incorporados ao Corpo Khartiya, de 40 mil integrantes, o filme retrata o cotidiano extraordinário de Alina e de seus companheiros soldados nas linhas de frente da guerra. Assista abaixo: Via: Rockbizz

Louder Than Life 2026 aposta na diversidade em seu line-up de 195 atrações
O Louder Than Life 2026 está apostando na diversidade em seu line-up de 195 atrações. O festival, que ainda pode adicionar mais bandas ao seu cast, vai rolar entre os dias 17 e 20 de setembro no Kentucky Exposition Center em Louisville, Kentucky, Estados Unidos. Nomes novos como Ice Nine Kills, Bilmuri, Bowling For Soup, Sleep Theory, Get Scared, Sunami, Spite, Loathe e President estarão juntos de veteranos como Iron Maiden, Limp Bizkit, Megadeth, Tool, Anthrax, Alice Cooper, Mastodon, Pantera, Danzig e Machine Head. Ingresso Na modalidade básica, o preço para cada dia de festival custa 175 dólares – cerca de 901 reais na atual cotação da moeda estrangeira -, tirando a sexta-feira, que terá My Chemical Romance como headliner, que custa 192 dólares – em torno de 988 reais. Para quiser curtir os quatro dias de farra, o preço fica bem mais salgado, subindo para 468 dólares – aproximadamente 2.410 reais. A experiência completa com direito alimentação, lounge climatizado, lojas e bares exclusivos, entre outros mimos, está saindo ao valor de 1.828 dólares – aproximadamente 9.415 reais. Via: Rockbizz

Angra fará show tocando Rebirth na íntegra em celebração aos seus 25 anos
O Angra fará show tocando Rebirth na íntegra em celebração aos seus 25 anos. O evento será no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 29 de abril. O público terá a oportunidade de assistir à única apresentação da formação Nova Era fora do Bangers Open Air, reunindo no mesmo palco Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester. O último show do Angra com a formação completa do Rebirth aconteceu em 2007, no final da turnê de Aurora Consurgens. Desde então, os cinco músicos nunca mais dividiram o palco como Angra. Essa longa ausência torna o reencontro ainda mais histórico: uma ocasião rara, carregada de significado, que ganha contornos ainda mais grandiosos ao reunir também os atuais integrantes Alírio Netto, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde. Um verdadeiro encontro de eras, talentos e histórias que dificilmente se repetirá, simbolizando não apenas uma celebração, mas um marco na trajetória da banda e na memória dos fãs. Além de Rebirth, o setlist celebrará álbuns fundamentais como Temple of Shadows (2004) e Aurora Consurgens (2006), e prestará homenagem à era clássica liderada pelo saudoso Andre Matos, eternizada em obras como Angels Cry, Holy Land e Fireworks. A fase atual também terá destaque com faixas de Secret Garden, Ømni e Cycles of Pain. Mais do que um show, esta apresentação se configura como um marco na história do Angra, um encontro de gerações que celebra o passado, o presente e o futuro de uma das bandas mais influentes do metal mundial. Um evento único, emocionante e imperdível para qualquer fã que deseja testemunhar, ao vivo, a força e a longevidade de um legado construído ao longo de mais de três décadas. SERVIÇO Angra Reunion Data: 29 de abril de 2026 (quarta-feira) Local: Espaço Unimed Endereço: Rua Tagipuru, 795 Portões: 19h00 Início do show: 21h00 Classificação Etária: 18 anos. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. TABELA DE PREÇOS Setores Inteira Meia Pista Premium R$ 560,00 R$ 280,00 Pista R$ 350,00 R$ 175,00 Mezanino R$ 600,00 R$ 300,00 Camarote A R$ 700,00 R$ 350,00 Camarote B R$ 650,00 R$ 325,00 Ingressos a venda a partir de 26/02/2026 às 10h, para o público em geral no site e 11h na bilheteria oficial. Ingresso solidário disponível em alguns setores mediante doação de 1kg de alimento não perecível para campanha #corridacontrafome (consulte disponibilidade). BILHETERIA OFICIAL – Carioca Club (sem taxa de serviço) Endereço: R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP (ao lado da estação Faria Lima do metrô) Funcionamento: Segunda a sábado das 12h às 18h *Não há funcionamento em finais de semana, feriados, emendas de feriados. A Clube do Ingresso não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. Parcelamento Em até 6x sem juros nas compras online e na bilheteria. Em até 10x com juros apenas online. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS Confira em https://www.clubedoingresso.com/meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. ATENÇÃO Os ingressos de estudantes estão limitados a 02 ingressos por CPF. Os ingressos de idosos estão limitados a 01 ingresso por CPF NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA CLUBE DO INGRESSO. Via: RockBizz

Burning Ambition vai mostrar a jornada de mais de 50 anos do Iron Maiden
Boa notícia aos fãs de heavy metal! O Iron Maiden anunciou oficialmente seu novo documentário, Burning Ambition. Com estreia prevista para o dia 07 de maio, o filme teve direção de Malcolm Venville e produção de Dominic Freeman. Além de contar com a participação da banda – Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith, Bruce Dickinson, Janick Gers e o aposentado Nicko McBrain –, o longa também terá a presença de Rod Smallwoodm empresário do grupo, além de celebridades e músicos como Javier Bardem, Lars Ulrich (Metallica) e Chuck D. A sinopse informa o seguinte: “Com acesso inédito aos arquivos oficiais da banda, Iron Maiden: Burning Ambition traça cinco décadas de uma das jornadas mais icônicas da história da música. Com entrevistas com a banda e colaboradores como Javier Bardem, Lars Ulrich e Chuck D, este filme eletrizante oferece um olhar íntimo sobre sua visão intransigente e conexão inabalável com seu exército global de fãs.” Os ingressos estarão à venda a partir de 18 de março em ironmaidenfilm.com. Confira abaixo a nova obra de arte de Albert ‘Akirant’ Quirantes. Via: Rockbizz

Lollapalooza Brasil 2026 divulga horários dos shows do festival
A organização do festival Lollapalooza Brasil divulgou os horários e palcos das atrações por dia da edição de 2026. O evento ocorrerá nos dias 20, 21 e 22 de março no Autódromo de Interlagos, região da zona sul de São Paulo. Segundo a publicação, será possível fazer uma programação personalizada por meio do aplicativo do festival. Os ingressos para cada dia estão à venda através do site da Ticketmaster. Os valores variam de R$ 633,60 (meia-entrada, disponível em 12x sem juros) a R$ 1.262,20 (inteira, sem desconto para entrada social). Para facilitar o cronograma dos fãs de rock e metal, reunimos em uma lista os artistas que irão tocar nesta edição do evento. O lineup conta com Deftones, Cypress Hill, Sabrina Carpenter, Chappell Roan e mais. Representando a cena nacional, o festival confirmou Hurricanes e Papangu. Verifique abaixo os horários dos shows do evento: View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Lollapalooza Brasil 2026 une duas gerações do rock com Deftones e Turnstile Via: WikiMetal

Além do Bangers Open Air, Angra anuncia mais um show de reunião
O Angra anuncia side show no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 29 de abril, celebrando em grande estilo os 25 anos de Rebirth, o álbum que redefiniu o destino da banda e marcou uma geração inteira de fãs do metal brasileiro e mundial. Ingressos à venda a partir desta quinta-feira, 26, às 10h, para o público em geral no site Clube do Ingresso. A venda física começa no mesmo dia, às 11h, na bilheteria oficial. O público terá a oportunidade de assistir à única apresentação da formação “Nova Era” fora do Bangers Open Air, reunindo no mesmo palco Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester. O último show do Angra com a formação completa do Rebirth aconteceu em 2007, no encerramento da turnê de Aurora Consurgens. Desde então, os cinco integrantes nunca mais dividiram o palco como Angra. Essa longa ausência torna o reencontro ainda mais histórico: uma ocasião rara, carregada de significado, que ganha contornos ainda mais grandiosos ao reunir também os atuais integrantes Alírio Netto, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde. Um verdadeiro encontro de eras, talentos e histórias que dificilmente se repetirá, simbolizando não apenas uma celebração, mas um marco na trajetória da banda e na memória dos fãs.Além de Rebirth, o setlist celebrará álbuns fundamentais como Temple of Shadows (2004) e Aurora Consurgens (2006), e prestará homenagem à era clássica liderada pelo saudoso Andre Matos, eternizada em obras como Angels Cry, Holy Land e Fireworks. A fase atual também terá destaque com faixas dos álbuns Secret Garden, Ømni e Cycles of Pain. Serviço – Angra Reunion Data: 29 de abril de 2026 (quarta-feira)Local: Espaço UnimedEndereço: Rua Tagipuru, 795Portões: 19h00Início do show: 21h00Classificação Etária: 18 anos. Menores de 16 (dezesseis) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.TABELA DE PREÇOS Setores Inteira Meia Pista Premium R$ 560,00 R$ 280,00 Pista R$ 350,00 R$ 175,00 Mezanino R$ 600,00 R$ 300,00 Camarote A R$ 700,00 R$ 350,00 Camarote B R$ 650,00 R$ 325,00 BILHETERIA OFICIAL – Carioca Club (sem taxa de serviço) Endereço: R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP (ao lado da estação Faria Lima do metrô)Funcionamento: Segunda a sábado das 12h às 18h. *Não há funcionamento em finais de semana, feriados, emendas de feriados.ParcelamentoEm até 6x sem juros nas compras online e na bilheteria.Em até 10x com juros apenas online. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Bangers Open Air 2026 com Angra e Arch Enemy Via: WikiMetal

“Não sou penetra na festa de ninguém”, diz Tommy Aldridge sobre último show de Ozzy Osbourne
O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira em 05 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Por si só o evento, que levou o curioso nome de Back To The Beginning, foi um marco para a cena heavy metal. Contudo, ele ficou ainda mais especial porque foi último show da vida de Ozzy Osbourne, que também se apresentou com o repertório solo. O cantor faleceu no dia 22 de julho de 2025, aos 76 anos. Como todo mundo sabe, o festival teve a presença de alguns músicos que participaram da carreira de Ozzy ao longo das décadas como Zakk Wylde (guitarra), Jake E. Lee (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Mike Bordin (bateria). No entanto, o baterista Tommy Aldridge, que foi bastante importante no começo da empreitada solo, ficou de fora da festa. Em vídeo compartilhado em seu canal, Tommy fala sobre sua ausência na celebração ao saudoso Príncipe das Trevas. “Bem, não quero fazer acusações. Não quero criticar ninguém. Eu não fui convidado para o último show do Ozzy. Isso é tudo que preciso dizer. Não fui convidado. E não vou ser penetra na festa de ninguém. Mas isso não tem nada a ver com o Ozzy. Tenho muita admiração e carinho pelo Ozzy. Eu passei muito tempo com ele, e não houve nenhuma intenção de desrespeito da minha parte às pessoas envolvidas. Presto minha mais sincera consideração e respeito ao Ozzy Osbourne sempre que tenho a oportunidade de fazê-lo”. Tommy também refletiu sobre sua relação de trabalho com o Madman: “Ele compartilhou um pouco de seu sucesso comigo. Gostaria de pensar que, de alguma forma, participei, especialmente no início, quando ele foi sumariamente demitido da única banda em que tocou, o Black Sabbath. Bem, eu sei em primeira mão o trauma que isso foi para ele. Eu estava lá. Eu morava na Inglaterra quando tudo aquilo aconteceu. Eu trabalhava com Gary Moore na época, que era contratado pela mesma gravadora que acabou contratando o Ozzy. Então, sim, tive algumas experiências com o Ozzy que ninguém realmente conhece. Eu conheci o Ozzy antes de outras pessoas o conhecerem, então eu o conheci muito antes dele conhecer sua esposa, e assim por diante. Nós tínhamos um relacionamento que superou o de Randy Rhoads, e eu tenho muito respeito e apreço pelo que o Ozzy fez, não apenas na minha carreira, mas também no que ele fez musicalmente”. Via: Rockbizz

Crônica de um fã do AC/DC: “Realizar sonhos é bom demais e repeti-los torna tudo ainda mais especial”
Era 1994. Eu tinha 8 anos e minhas tarefas eram acordar cedo para a escola e buscar sempre algo para fazer nas tardes e nos finais de semana. Como morador de uma cidade no norte do litoral gaúcho, tinha amizades de verão que revia em alguns fins de semana ou feriados, quando visitavam suas casas na cidade. Naquele ano, o Raimundos lançou seu primeiro álbum e virou uma verdadeira febre entre os adolescentes. As letras provocativas entravam no imaginário juvenil e não faziam o menor sentido para crianças como eu, que acabavam ouvindo as músicas. Anos depois passei a entender o que diziam, mas o que sempre soube é que gostava do som, das guitarras e da bateria. Foi nessa época que descobri dois álbuns ao vivo que mudariam a minha vida: Alive III, do KISS, e Live, do AC/DC. Foi este segundo que me fez olhar a música como algo diferente de tudo até então. Da abertura até soarem as primeiras notas de Thunderstruck, os riffs de Back in Black, o sino de Hells Bells e o ritmo contagiante de You Shook Me All Night Long e Highway to Hell, ali eu descobria o que era rock’n’roll e como aquilo me acompanharia pelo resto da vida. Em uma época sem internet e vivendo em uma cidade pequena, ter qualquer notícia ou informação concreta era raridade. Descobri quem foi Bon Scott e que a banda tinha fases diferentes muitos anos depois. O que eu sabia naqueles anos era sobre o álbum Live, que ouvi inúmeras vezes, e que, em 1996, o grupo tocaria no Brasil. O mesmo “amigo de verão” que me apresentou o AC/DC embarcaria em uma excursão para assistir à banda. Eu tinha 10 anos e, nem no sonho mais longínquo, imaginaria estar naquela turnê. O tempo passou e, no início dos anos 2000, eu já estava completamente imerso no mundo do rock e do metal. Com a chegada da internet discada e a compra de um computador pelo meu irmão, comecei a pesquisar cada vez mais. Passei a ter acesso a revistas como a 89 Rádio Rock, Rock Brigade e Roadie Crew. O interesse só crescia até que comecei a escrever sobre música: cobertura de shows, notícias, entrevistas e reviews de lançamentos. Fui a incontáveis shows, eventos e festas, mas sempre ficava uma dúvida: será que um dia eu poderia vivenciar o AC/DC ao vivo? Veio então 2009. A turnê Black Ice finalmente chegaria ao Brasil, e eu precisava estar lá. A batalha por ingressos foi árdua: compra por telefone e espera pelo ingresso físico pelos Correios. Depois de garantir a entrada, era hora de voar pela primeira vez – descobrir como comprar passagem, como embarcar, como se comportar. Tudo isso aumentava o frio na barriga de finalmente realizar o maior sonho de um fã de rock n’ roll, mais de 20 anos depois. Quem esteve no Morumbi naquele 27 de novembro jamais vai esquecer: chuva, trovões e um trem passando por cada fã com a energia de uma banda que deixava tudo e mais um pouco no palco. Ao final, vinha a pergunta: quando vou ver isso de novo? Muita coisa aconteceu com o AC/DC desde então: a morte de Malcolm Young, os problemas vocais de Brian Johnson e a idade avançada de Angus, que já não é mais o mesmo. A esperança de voltar a ver o grupo parecia quase inexistente. O ótimo Power Up, lançado em meio à pandemia, reforçava essa sensação. A alternativa seria, quem sabe, assistir ao show em outro país, como vi alguns amigos fazendo. Mas a paciência foi recompensada: o AC/DC está de volta. E, dessa vez, não vou ver apenas uma vez. Serão dois shows em São Paulo e um muito especial: AC/DC ao vivo no River Plate, tal qual o último registro ao vivo do grupo. Realizar sonhos é bom demais – e repeti-los torna tudo ainda mais especial. Acompanhe aqui no RockBizz como serão meus dias ao lado da banda da minha (e de tantas) vidas. Via: Rockbizz

Otto diz que não é íntimo e não pede favor a Lula: “Se eu fosse íntimo, iam falar que sou o pai da Lei Rouanet”
Otto é um cantor, compositor, percussionista e produtor atuante em movimentos musicais como manguebeat e rock n’ roll. Ele foi figura importante no trabalho da banda pernambucana Mundo Livre S/A, que está na ativa até os dias de hoje. Em seu trabalho solo, que se aproxima de vinte anos de trajetória, Otto Maximiliano Pereira de Cordeiro Ferreira ampliou ainda mais os seus horizontes musicais ao misturar rock, MPB e música eletrônica. O artista, atualmente com 57 anos, ainda se mantém inquieto no campo criativo, propondo novas paletas sonoras a cada álbum de estúdio que coloca no mercado e em cada show que apresenta ao público. Algum tempo atrás, ele bateu um papo com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod. Ao ser questionado sobre uma suposta liberdade de pegar o telefone e ligar para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, o cantor comentou que não tem essa intimidade. “Eu não chego nem pensar nisso! O Lula, das vezes que eu passei com ele, foi sempre um prazer está ali, mas foram em ocasiões especiais. Se eu for íntimo de Lula, eu estaria morto. Eu seria o pai da Lei Rouanet. Lula é o presidente e eu deixo lá! Eu não peço favor! Quando eu elejo o meu presidente, a primeira coisa é sair daquela eleição sabendo que fiz meu papel democrático, embora eu gostaria de ligar para Lula porque ele é o cara”. O artista completou: “Todas as vezes que encontrei com ele, ele foi uma pessoa maravilhosa. Mas eu não tenho intimidade. Lula, para mim, é intocável”. Via: Rockbizz

“Cada álbum que gravamos pareceu ser o último”, diz Dave Grohl (Foo Fighters)
Dave Grohl, líder do Foo Fighters, falou sobre o próximo álbum da banda e revelou que cada disco lançado pareceu ser o último. Os comentários surgiram após a banda anunciar seu 12º álbum de estúdio, intitulado Your Favorite Toy, na semana passada e compartilhar a impactante faixa-título. O sucessor de But Here We Are, de 2023, será lançado em 24 de abril. Agora, Grohl relembrou a longa trajetória do Foo Fighters e admitiu que às vezes se surpreende com o tempo que o grupo conseguiu se manter ativo. Em entrevista a Huw Stephens, da BBC Radio 6 Music, o músico lembrou que os Beatles encerraram suas atividades após o 12º álbum, Let It Be, e explicou que não tem certeza de quando o Foo Fighters lançará seu último álbum. “Cada álbum que gravamos pareceu ser o último. Então, acho que a essa altura você simplesmente faz um disco e pensa: ‘OK, vamos fazer de novo e ver o que acontece’”, ele explicou. Via: Rockbizz

Shows do Rush no Brasil terão pacotes VIP que chegam a R$ 14 mil
Rush anunciou nesta segunda-feira, 23, cinco shows da turnê de reunião Fifty Something no Brasil para janeiro e fevereiro de 2027. A banda passará por Curitiba (Arena da Baixada, 22/01), São Paulo (Allianz Parque, 24/01), Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos, 30/01) Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 01/02) e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha 04/02). Os ingressos estarão à venda nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, à partir das 11h pelo site da Eventim. As apresentações marcarão o retorno do Rush ao Brasil após 17 anos. Na última passagem, a banda passou pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com a turnê Time Machine. Desta vez, Geddy Lee e Alex Lifeson contarão com o reforço da baterista Anika Niles na turnê que celebra o 50º aniversário da banda e será dedicada à memória do falecido baterista Neil Peart. São 80 shows ao redor do mundo confirmados até o momento. O que mais chamou a atenção no anuncio são os preços dos pacotes VIP da turnê com valores que chegam a até R$ 14 mil. A banda ofereceu quatro opções diferentes, com preços que vão de R$ 1,306 a R$ 14,005,00. O pacote mais caro, batizado de “Limelight Hot Seat VIP Experience”, garante um meet & greet com Geddy Lee e Alex Lifeson. O encontro dará direito a foto profissional e sessão de autógrafos. O valor ainda garante um ingresso de cadeira inferior, um tour guiado pelos bastidores e acesso a um lounge pré-show com bebidas (pagas à parte) e petiscos de cortesia. O “Closer to the Heart Hot Seat Experience”, que custa R$ 2.275,00, também garante lugar na cadeira inferior e acesso ao lounge pré-show. Já o “Superconductor Early Entry Package”, que custa R$ 1.981,00, conta com um ingresso de pista premium e entrada antecipada ao local do show. Por fim, a opção mais barata é o “Stick It Out Hot Heat Vip Fan Package”, com um ingresso garantido de cadeira inferior. Todos os compradores, independente da modalidade, receberão pelo menos um item de merchandising exclusivo, uma credencial comemorativa e entrada prioritária. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Wacken Open Air anuncia evento oficial no Brasil Via: WikiMetal

AC/DC no Brasil: Lote extra de venda de ingressos está disponível
AC/DC retorna ao Brasil pela primeira vez em 16 anos com a POWER UP TOUR. A apresentação terá abertura da The Pretty Reckless. O grupo se apresenta com três shows em São Paulo, todos no Estádio MorumBIS, nos dias 22 e 28 de fevereiro, e no dia 04 de março. Após esgotar os ingressos para os shows em São Paulo, a produtora Live Nation anunciou nesta segunda-feira, 23, a venda de ingressos extras para o dia 04 de março. O novo e último lote de ingressos já está disponível no site da Ticketmaster Brasil. O setor pista não terá diferenciação entre Comum e Premium, mas será dividido entre A e B (com acessos diferentes e sem circulação entre as áreas). Na hora da compra, é necessário atentar-se ao setor selecionado, já que o ingresso será válido apenas para a área escolhida. Além dos valores do ingresso, há adicional da Taxa de Serviço Online (20%) e Taxa de administração (R$ 21,74). Confira os preços abaixo, calculado com as taxas: Arquibancada: R$ 1.041,74(inteira) | R$ 531,74 (meia)Pista A/B: R$ 1.641,74(inteira) | R$ 831,74(meia)Cadeira Inferior: R$ 1.929,74(inteira) | R$ 975,74 (meia)Cadeira Superior: R$ 1.809,74(inteira) | R$ 915,74 (meia) View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: O que esperar dos shows do AC/DC no Brasil Via: WikiMetal

Angela Gossow elogia Lauren Hart e diz ter considerado voltar ao Arch Enemy
Angela Gossow, ex-frontwoman do Arch Enemy e atual empresária da banda, fez elogios à nova vocalista Lauren Hart, descrevendo-a como sua “reencarnação” e disse ter considerado uma possível volta à banda. Por meio de uma postagem nas redes sociais, Angela, que acompanhou de perto a trajetória de Hart, disse que as duas compartilham técnica vocal, gosto musical e dedicação — e que a cantora está preparada para sustentar uma carreira duradoura no metal. “Minha irmã de coração. Uma pessoa tão calorosa e genuína. Compartilhamos o mesmo gosto musical, a mesma técnica vocal e a mesma dedicação à música, às pessoas e ao fitness. Nos conhecemos pessoalmente há muitos anos. Venho acompanhando sua trajetória com o Once Human , torcendo pelo seu sucesso. Depois, cruzei os dedos para que ela entrasse em outra banda de metal famosa. Não deu certo. Mas ela nunca desistiu! Então, pensei em montar uma nova banda para ela – algo como uma mistura de Dimmu Borgir, Arch Enemy, In Flames, Machine Head e Once Human. Pedi que ela enviasse várias covers para ter uma ideia completa de suas habilidades vocais (ela arrasou!) e comecei a procurar músicos que se encaixassem em seu talento.”, disse Angela. Lauren Hart, ex-integrante do Once Human, foi oficialmente apresentada como substituta de Alissa White-Gluz no Arch Enemy com o lançamento do single “To The Last Breath”. Angela considerou volta ao Arch Enemy Angela também falou sobre ter considerado uma possível volta à banda, mas optou por não retomar os vocais devido à sua vida pessoal e às responsabilidades fora dos palcos. Ainda assim, ela deixou em aberto a possibilidade de fazer apresentações únicas no futuro. “E então as coisas aconteceram no universo do Arch Enemy. Pensei muito em voltar para a banda. Analisei minha vida, minha idade, meus filhos ainda pequenos, minha carga de trabalho. E a resposta foi não. Tanto emocionalmente quanto racionalmente. Recebemos muitas candidaturas de vocalistas incríveis do mundo todo. Apresentei a Lauren aos rapazes. Michael [Amott, guitarrista fundador do Arch Enemy] entrou em contato. Ela gravou os vocais em dezembro de 2025. Ela ascendeu. Como uma fênix ao céu. Tão intensa. Tão gloriosa. Ela é a reencarnação de Angela. Superando minhas habilidades. Pronta para durar décadas. Estou honrado e grato por trabalhar com ela. Finalmente.” Então, Angela acrescentou: “Tudo de bom para a Alissa! Ela vai arrasar com seu álbum solo! Queria fazer isso desde 2016. Ela tem ótimas artistas femininas ao seu lado e com certeza deixará sua marca no mundo do metal. Sim, eu topo fazer shows solo”. Arch Enemy se apresenta no Bangers Open Air 2026, que acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda no site do Clube do Ingresso. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Quem é Lauren Hart, nova vocalista do Arch Enemy Via: WikiMetal