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João Rock 2026 revela line-up com CPM 22, Detonautas, Os Paralamas do Sucesso e mais
João Rock 2026 confirmou as primeiras atrações da edição de 2026, marcada para o dia 1º de agosto, em Ribeirão Preto-SP. A organização anunciou nesta terça-feira, 10, nomes como CPM 22, Detonautas, Os Paralamas do Sucesso, Armandinho, Criolo, Zé Ramalho e Marina Sena. A programação reunirá mais de 27 atrações distribuídas em cinco palcos, somando mais de 14 horas ininterruptas de música em um único dia de festival. A pré-venda de ingressos, em lote com valor especial e limitado, acontecerá entre os dias 17 e 23 de março, com opções para todos os setores: Pista, Pista Premium, Camarote João Rock e Camarote Eisen. A comercialização será feita exclusivamente pelo site oficial joaorock.com.br, com parcelamento em até seis vezes. Pela primeira vez, o festival divulga os artistas de forma parcial antes da abertura das vendas, movimento que antecipa ao público um recorte do line-up. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Bad Religion: Saiba provável setlist do show único em São Paulo Via: WikiMetal

We Are One 2026 abre data extra em São Paulo após SOLD OUT!
Pennywise Formada em 1988 em Hermosa Beach, Califórnia, Pennywise lançou-se como força dominante do skate punk/rock melódico no início da década de 90 com forte influência da geração anterior do hardcore californiano. Com letras que enfatizam atitude positiva, resistência pessoal e crítica social, a banda conquistou relevância ao lado de nomes como Bad Religion, NOFX e The Offspring. Pennywise hoje é Byron McMackin, Jim Lindberg, Fletcher Dragge e Randy Bradbury. O som da banda combina riffs rápidos, bateria pulsante e bastante energia típica do hardcore, mas incorpora linhas melódicas, refrões que puxam a plateia para cantar junto. Millencolin Originária de Örebro, Suécia, Millencolin foi formada em outubro de 1992 e continua até hoje como uma das forças máximas do punk/hardcore melódico, ao lado do Pennywise. A banda construiu uma sólida reputação com álbuns como Life on a Plate (1995), For Monkeys (1997) e principalmente Pennybridge Pioneers (2000), que ampliou seu alcance global dentro do cenário punk/skate. Millencolin hoje é Fredrik Larzon (amarelo), Nikola Sarcevic, Mathias Färm e Erik Ohlsson (azul). Com a primeira data em São Paulo esgotada em apenas três dias, o We Are One Tour 2026 confirma uma apresentação extra na capital. O novo show acontece em 31 de março, na Audio, reunindo Pennywise (EUA), Millencolin (Suécia), Mute (Canadá) e The Mönic. A realização é da Solid Music Entertainment. A turnê, considerada a maior da história do projeto, passa por cinco cidades brasileiras em março de 2026, além de datas na América do Sul, celebrando o encontro de grandes nomes do punk/hardcore melódico com bandas nacionais. A outra atração internacional é a Mute, punk rock/skate-punk de Québec (Canadá) e desde 1998 na ativa, sempre prestigiada pelo público brasileiro. Musicalmente, mescla velocidade, técnica instrumental (guitarras rápidas, bateria ágil) e, claro, refrões melódicos

Backstage Mirante invade o Lollapalooza Brasil com experiência premium de hospitalidade. Veja o que vem por aí!
Se o Lollapalooza já é um dos territórios sagrados do rock e da música alternativa, agora ele ganha um novo camarote de respeito. O Grupo Mirante anuncia sua chegada ao festival levando toda a bagagem de hospitalidade premium que já virou referência nos grandes palcos e arenas do país. Através da sua label de experiências, o Backstage Mirante, o grupo desembarca no Autódromo de Interlagos com o know-how que já transforma dias de jogos e grandes shows no Allianz Parque, Morumbis e Mercado Livre Arena Pacaembu em experiências de alto nível, daquelas em que conforto, vista privilegiada e atendimento impecável fazem parte do setlist. Depois de fazer barulho no The Town, onde assinou uma operação que virou objeto de desejo entre o público mais exigente, com acesso exclusivo, concierge dedicado e a disputada varanda com vista direta para o palco Skyline — o Backstage Mirante agora crava sua bandeira no Lolla. A ideia é simples: oferecer uma experiência premium para quem quer viver a intensidade de um dos maiores festivais de música alternativa do planeta sem abrir mão de conforto, estrutura e serviço de primeira. A chegada ao Lollapalooza Brasil acontece em meio a um momento de expansão acelerada do grupo. Os empresários por trás do projeto acabam de anunciar o Jardim Nacional, novo espaço de 2 mil metros quadrados que ocupará o icônico Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. Com pé-direito de 7 metros e arquitetura modular, o empreendimento reforça a versatilidade do grupo em criar experiências de hospitalidade em diferentes cenários, de grandes festivais e shows até eventos esportivos gigantescos, como jogos da NFL na Neo Química Arena ou a Copa do Mundo de Seleções, em parceria com o projeto Arena Brasileira. Para o Lollapalooza Brasil, o Backstage Mirante prepara uma estrutura que segue a mesma lógica das suas operações mais celebradas, reunindo: Vista privilegiada: posição estratégica com visão direta para o palco principal. All-inclusive de alto nível: gastronomia assinada e open bar premium durante todo o festival. Logística sem dor de cabeça: transporte fretado e entrada dedicada. Concierge exclusivo: atendimento personalizado para que o público só precise se preocupar em curtir o line-up. “O Backstage Mirante é uma label que carrega o DNA de transformar grandes eventos em experiências personalizadas e sem falhas. Levar esse padrão para o Lollapalooza Brasil é um passo natural para um grupo que já domina os rooftops e arenas de São Paulo”, afirma a gestão do projeto. Com o selo de quem já opera em alguns dos cenários mais icônicos da capital e entrega hospitalidade para públicos exigentes do universo esportivo e musical, o Backstage Mirante no Lollapalooza Brasil promete entrar para a lista dos lugares mais cobiçados do festival. Por: Fabio Crejoinas CEO e editor SEMPRE UM ROCK

Entrevista: Kadavar fala sobre nova fase e retorno ao Brasil após 8 anos
Após oito anos longe do país, os alemães do Kadavar retornam ao Brasil com show único em São Paulo, dia 21 de março, no Carioca Club. Os ingressos estão à venda por meio do site Clube do Ingresso. Formada em 2010, em Berlim, a banda se consolidou como um dos maiores nomes do chamado “vintage rock”, revitalizando a sonoridade pesada e psicodélica dos anos 1970. Com discos como Kadavar (2012), Abra Kadavar (2013) e Berlin (2015), o grupo construiu uma reputação sólida no circuito internacional por meio de extensas turnês e apresentações intensas. Agora estabelecida como quarteto, a banda vive uma fase de reafirmação artística com o lançamento de K.A.D.A.V.A.R. (Kids Abandoning Destiny Among Vanity and Ruin), trabalho que marca um retorno às raízes sonoras após um período de experimentações. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista Jascha Kreft e o baixista Simon Bouteloup falaram sobre a evolução da banda, o novo álbum e o reencontro com o público do Brasil. Leia na íntegra. Wikimetal: O Kadavar passou por várias transformações nos últimos anos. Como vocês definiriam a fase atual da banda? Jascha Kreft: Provavelmente estamos em um momento de transição novamente. Quer dizer, nós… Acabamos de passar por um interessante processo experimental no ano passado, lançando dois álbuns muito diferentes, mas que, no fim das contas, se complementam. E sim, já estou animado para onde vamos a seguir, e acho que isso é um bom sinal para uma banda que lançou mais de oito álbuns. Acho que chegamos a um ponto em que não vamos simplesmente lançar outro álbum qualquer. Ou pelo menos temos a sensação de que podemos fazer isso. WM: O novo álbum K.A.D.A.V.A.R. representa uma reconexão com as raízes sonoras do grupo. O que motivou essa decisão? Simon Bouteloup: Também o formato, a maneira como gravamos desta vez… Foi mais na direção de como costumávamos gravar álbuns. Christoph Tiger [baterista do Kadavar] estava no comando, fazendo sua produção, e tudo aconteceu muito rápido. E acho que é isso que conecta o álbum aos anteriores, talvez, a forma como foi feito. A própria motivação, provavelmente. Tínhamos várias músicas que queríamos gravar e começamos por aí. Não havia espaço suficiente no álbum anterior. Então, continuamos gravando. WM: Esse disco foi lançado poucos meses depois de I Just Want To Be A Sound. Como foi o processo criativo de produzir dois trabalhos em um intervalo tão curto? JK: Sim, acabamos de terminar I Just Want To Be A Sound e estávamos prestes a lançá-lo, acho que em março, abril, continuamos trabalhando e tivemos a coragem de pensar: “Ei, vamos continuar gravando e compondo”. Quer dizer, temos nosso próprio estúdio onde podemos fazer isso, então não dependemos de estúdios. Não precisamos agendar uma sessão em um estúdio ou algo assim para fazer isso. Então, isso é uma vantagem. E quando o álbum [K.A.D.A.V.A.R] estava cada vez mais perto de se tornar realidade, conversamos com nossa gravadora e eles também gostaram da ideia de simplesmente fazê-lo. Tivemos a ideia de lançar o álbum ou levá-lo para nossa turnê europeia. Isso foi em novembro, então… E finalizamos em julho e o levamos conosco em outubro. Não foi algo planejado e foi muito emocionante e gratificante. E acho que o público também adorou levar para casa algo que não podiam ouvir em serviços de streaming, mas poder levar para casa um vinil exclusivo por tantas semanas antes do lançamento oficial foi ótimo. WM: Em um cenário em que a música hoje circula majoritariamente no streaming, estamos assistindo a uma valorização dos formatos físicos. Qual a importância deste formato para vocês como artistas e também como ouvintes? JK: É incrível. Comprei meu primeiro disco quando tinha uns 15 anos e depois comprei alguns ocasionalmente nos últimos 20 anos, e no ano passado comecei a colecionar ou comprar vinis novamente. E quando estamos em turnê, a primeira coisa que procuro é a loja de discos mais próxima de onde estamos no momento. E agora, quando passeio com meu cachorro nos fins de semana, também sempre dou uma olhada em feiras de antiguidades para comprar discos. Então, definitivamente preciso comprar uma nova estante de discos. Eu estou realmente apaixonado por discos de vinil novamente. Os shows na América Latina WM: Em outra entrevista a banda comentou que o público em alguns países, como a Noruega, costuma ser mais reservado, enquanto na América Latina as pessoas expressam mais a emoção durante o show. Que lembranças vocês guardam das visitas anteriores ao Brasil? SB: Sim, tocamos em diferentes tipos de lugares. Também tocamos em Florianópolis, em um clube bem pequeno e meio afastado. As pessoas apareceram mesmo sabendo que era complicado, e mesmo assim vieram, apesar de não ser um clube propriamente dito. Mas todo mundo faz essa abstração porque se dedica à música. E isso é algo precioso que você não encontra necessariamente por aqui. É algo com que as pessoas estão muito mais acostumadas. A gente vai a um lugar, vai a outro, e pode ser que o público esteja um pouco indiferente. Há também a dedicação da juventude. Vocês têm uma cultura rock jovem muito forte, que não é tão proeminente aqui na Europa. Isso traz muita energia para o show. WM: Para uma banda como o Kadavar, cuja música tem muito groove e psicodelia, o quanto a resposta física do público — dançando ou se movimentando — influencia a atmosfera do show? JK: É tudo, se você recebe esse apoio. Parte de todo o conceito é uma banda tocando para um público e ambos interagindo. É a melhor coisa disso. WM: Sabendo que os fãs brasileiros costumam ser bastante apaixonados, vocês pretendem preparar algo especial para essa apresentação em São Paulo? JK: Sim, nós montamos um setlist muito, muito bom, na minha opinião, com todas as diferentes fases da banda, para agradar a todos e tocar as músicas que eles esperam de um show do Kadavar. Também incluímos algumas músicas novas e até trabalhamos em um formato mais esférico para combinar todas essas músicas. WM: A

Eu tenho a força: Brian May (Queen) está trabalhando na trilha sonora do filme do He-Man
O guitarrista do Queen, Brian May, revelou que está trabalhando na trilha sonora do novo filme do He-Man, Mestres do Universo. O músico compartilhou a notícia de seu envolvimento no projeto em postagem na sua conta oficial Instagram. “Eu tenho a força”, começou May, citando a frase do protagonista do famoso desenho dos anos 1980. “É uma grande alegria trabalhar esta noite no delicioso novo filme do He-Man com – da esquerda para a direita – o diretor Travis Knight, o compositor Daniel Pemberton e o chefe de som Sam Okell. Aqui na foto com a coleção de bonecos de ação vintage do He-Man da nossa família – na verdade, do Jimmy – de 1986. Muito legal! Este filme fará muita gente sorrir muito! A minha velha Red Special está em todo lugar. Fiquem de olho”. A primeira vez que ventilaram a ideia para a criação do filme foi em 2009, mas, com o estica e puxa, em torno do roteiro, direção e elenco, o projeto foi ficando de escanteio. A Netflix adquiriu os direitos de fazer o filme no início de 2022, todavia, depois apenas dezoito meses, a empresa abandonou o projeto, após injetar trinta milhões de dólares. Em 2023, a Amazon MGM assumiu a produção e o longa vai finalmente sair em 05 de junho. O elenco conta com Nicholas Galitzine como o protagonista Adam Glenn/He-Man, Jared Leto, vocalista do 30 Seconds To Mars, como o vilão Esqueleto, e Idris Elba como Mentor. Via: Rockbizz

Liam Gallagher não poderia se importar menos com a presença do Oasis no Rock n’ Roll Hall of Fame
Rock n’ Roll Hall of Fame é uma instituição que já imortalizou artistas e bandas como Cher, Madonna, Cyndi Lauper, Eminem, OutKast, Salt n’ Pepa e Jay-Z, enquanto que Motörhead, Iron Maiden e Mötley Crüe ficam de fora da festa. Portanto, se trata de uma organização de pouca relevância para o estilo. E quem compartilha essa ideia é o vocalista do Oasis, Liam Gallagher. Em resposta ao fã-site Oasis World no X (antigo Twitter), o britânico deu a entender que não poderia se importar menos com a presença do Oasis no Rock n’ Roll Hall of Fame. A publicação do Oasis World foi a seguinte: “Liam Gallagher deve ficar satisfeito em saber que o Oasis está atualmente muito longe do topo da lista de votação dos fãs para o Rock n’ Roll Hall of Fame de 2026”. O cantor retrucou: “Gostaria de agradecer a todos que não votaram em nós, do fundo do meu coração. Isso é para vocês, obrigado. E para todos que votaram em nós, parem”. LIAM GALLAGHER should be pleased to know that OASIS are currently NOWHERE near the TOP of the 2026 Rock & Roll Hall of Fame fan vote leaderboard. pic.twitter.com/rDZ4vn9ce1 — Oasis World (@oasisworld_) March 9, 2026 Esta é a primeira vez que o Oasis se torna elegível para entrar no Rock n’ Roll Hall of Fame. Além do grupo, o Iron Maiden, Mariah Carey e Shakira estão entre os indicados ao Rock & Roll Hall Of Fame 2026. A lista também inclui outros nomes com e sem relação ao rock como The Black Clower, Jeff Buckley, Phil Collins, Melissa Etheridge, Lauryn Hill, Billy Idol, INXS, Joy Division/New Order, New Edition, Pink, Sade, Shakira, Luther Vandross e Wu-Tang Clan. Via: Rockbizz

Alissa White-Gluz, ex-Arch Enemy, anuncia nova banda Blue Medusa
Alissa White-Gluz, conhecida por sua passagem pela banda sueca Arch Enemy, anunciou um novo projeto musical chamado Blue Medusa. A vocalista canadense fez a revelação nas redes sociais no último domingo, 08, Dia Internacional da Mulher, marcando o início de uma nova fase criativa após mais de duas décadas de carreira no metal. “O ano da serpente finalmente acabou — agora é hora de trocar de pele. Hoje, no Dia Internacional da Mulher, tenho orgulho de anunciar minha nova banda: BLUE MEDUSA”, revelou Alissa. Ela continuou: “Após vinte anos me apresentando nos maiores palcos do mundo, estou entrando em um novo capítulo criativo. BLUE MEDUSA é a próxima evolução de tudo que venho construindo; um projeto onde minha visão artística completa pode existir sem limites. Vocês ouvirão solos de guitarra incendiários, riffs arrasadores, vocais brutais, bateria rápida e agressiva, melodias reflexivas e letras profundamente introspectivas repletas de significado.” “Escolhi compartilhar essa notícia no Dia Internacional da Mulher porque construir plataformas mais fortes para mulheres na música pesada é algo que me importa profundamente. Tenho trilhado meu próprio caminho neste gênero há muito tempo e quero ajudar a pavimentar a estrada para a próxima geração de mulheres que amam metal tanto quanto eu. Medusa transformava as pessoas em pedra… Eu quero pavimentar a estrada com safira. Música nova em breve. Primeiras apresentações ao vivo: Louder Than Life e Aftershock“. O Blue Medusa contará com duas guitarristas principais: Alyssa Day, conhecida por trabalhos com Mindscar e Absentia, e Dani Sophia, ex-integrante da banda do projeto solo de Till Lindemann. Para as apresentações ao vivo, o grupo também contará com Delaney Jaster, baterista da banda Stitched Up Heart, e a baixista Alicia Vigil. Nova fase e carreira solo de Alissa White-Gluz Alissa White-Gluz falou abertamente sobre sua saída do Arch Enemy, alegando que foi “definitivamente difícil” anunciar a separação. Em uma entrevista à revista Metal Hammer da Alemanha, a cantora, que saiu da banda em novembro de 2025 depois de mais de uma década como vocalista, revelou que tomar a decisão de encerrar esse capítulo foi emocionalmente intenso. A artista decidiu se concentrar em seus próprios projetos, incluindo o lançamento de músicas sob seu nome e o desenvolvimento de um futuro disco solo com lançamento pela Napalm Records. “A intenção sempre esteve lá, mas eu nunca quis apressar algo tão pessoal ou forçar o lançamento no momento errado. Eu sabia que este projeto precisava do espaço mental, foco e liberdade criativa adequada para realmente ganhar vida. Agora parece certo porque há um impulso real. Tenho clareza, entusiasmo e espaço para me dedicar totalmente a ele, e tudo está se alinhando criativamente. Sei o que quero expressar, sei como quero que soe e seja sentido, e estou genuinamente energizada pelo processo. Este álbum parece uma evolução natural, algo que venho construindo há muito tempo, e isso faz com que este momento pareça emocionante e perfeito”, confessou Alissa. A despedida de White-Gluz também marcou o fim de uma era para o Arch Enemy, que agora segue com uma nova vocalista. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Quem é Lauren Hart, nova vocalista do Arch Enemy Via: WikiMetal

Luxo e ostentação: Daniel Vorcaro produziu festas milionárias que tiveram a presença do Coldplay
O cosplay ambulante de Pedro Escamoso, Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, vem ganhando os holofotes e noticiários nos últimos meses por escândalos bilionários, relações promíscuas com políticos e membros da alta cúpula do judiciário brasileiro. De acordo com informações e apurações do ICL Notícias, Vorcaro vinha gozando uma vida de rei com viagens para o exterior, que chegaram a um bilhão de reais em gastos ao longo de quatro anos. O banqueiro gastou fortunas em hotéis cinco estrelas, jantares em locais frequentados por celebridades, além de aluguel de iates e estadias em ilhas privadas. Geralmente, o perfil musical desses corruptos é o mais clichê possível, curtindo sertanejo e estilo que o valha, mas, no caso de Daniel, ele seguiu o roteiro riquinho Faria Lima, o qual se esbalda com rock alternativo. Em uma de suas festas milionárias na cidade de Taormina, na Sicília, ele contou com a presença ilustre do insosso Coldplay. Ainda na mesma época, em meados de 2023, Vorcaro também fez uma festa com Michael Bublé, Andrea Bocelli e Seal. Como todos os convidados ficaram hospedados em hotéis de luxo, o banqueiro, nessa “brincadeirinha”, teria desembolsado 40 milhões de dólares — mais de 200 milhões de reais. O ministro do STF André Mendonça decretou a prisão do banqueiro depois de analisar menos de 30 por cento do conteúdo extraído de apenas um dos celulares apreendidos pela Polícia Federal. Vale destacar que a PF apreendeu oito celulares de Daniel, portanto, muita coisa pode sair dessas caixas de pandora. Via: Rockbizz
CIDADE NEGRA CONFIRMA SHOW EM MARÇO DE 2026 NA SUHAI MUSIC HALL
CIDADE NEGRA CONFIRMA SHOW DA TURNÊ “DE AGORA EM DIANTE” EM MARÇO DE 2026 NA SUHAI MUSIC HALL Celebrando três décadas de história, Toni Garrido e Bino Farias retornam aos palcos com um show que une sucessos, releituras e novas canções em uma experiência que conecta passado e futuro do reggae brasileiro. Os ingressos estão disponíveis pelo site www.eventim.com.br ou na bilheteria oficial. Créditos: Divulgação. Para mais imagens, clique aqui. Em 2026, o Cidade Negra, um dos maiores nomes da música nacional, retorna aos palcos com a turnê exclusiva “De Agora em Diante”, apresentando shows especiais nas principais cidades do Brasil. A nova turnê marca o início de um novo ciclo da parceria entre Toni Garrido e Bino Farias, celebrando três décadas de uma trajetória repleta de sucessos que atravessaram gerações e consolidaram o Cidade Negra como um verdadeiro símbolo do reggae brasileiro. Em São Paulo, o grupo se apresenta no dia 28 de março, na Suhai Music Hall. Mais que uma série de shows, “De Agora em Diante” é um manifesto de resistência, renovação e conexão com os fãs que caminham ao lado da banda há mais de 30 anos. A proposta da turnê é trazer as raízes do reggae com um olhar para o futuro, com músicas inéditas, projetos especiais e um repertório que combina clássicos inesquecíveis com releituras emocionantes. Uma experiência musical única, que une presente e futuro de Toni e Bino em um espetáculo repleto de emoção, identidade e potência sonora. Reconhecida como uma das maiores bandas do país, o Cidade Negra prepara cada show como uma homenagem ao seu público, misturando reggae, pop e mensagens de esperança, marcas registradas do grupo. A turnê ainda presta homenagem ao clássico álbum “Sobre Todas as Forças”, que completa 30 anos, agora reinterpretado em uma produção grandiosa que celebra a nova fase da banda, uma verdadeira lenda viva da música brasileira. “De agora em diante, o futuro tem batida, tem poesia, tem verdade.”, diz Toni Garrido. SOBRE A GROOVE Especializada em gestão de carreiras artísticas, produção de shows, desenvolvimento de projetos especiais e festivais de música, a Groove se destaca pela inovação, criatividade e excelência na entrega de experiências únicas para o público e para os artistas. Com uma trajetória marcada por grandes conquistas, a empresa já produziu mais de 1000 shows nacionais e internacionais, consolidando-se como referência no mercado do show business. Seu portfólio inclui turnês internacionais bem-sucedidas pela América do Sul, Estados Unidos, Europa e, principalmente, em todo o território brasileiro. A Groove é responsável por idealizar e realizar projetos consagrados, que marcaram época e elevaram o padrão de produção de eventos no país — como o icônico SWU (Starts With You) e o impactante Maquinaria Festival, entre muitos outros. Mais do que uma produtora, a Groove é uma plataforma criativa e estratégica, que conecta artistas, marcas e público em experiências inesquecíveis. Com visão global e alma brasileira, seguimos movidos pela paixão pela música, pela arte e pela capacidade de transformar momentos em memórias. SERVIÇO CIDADE NEGRA – TURNÊ “DE AGORA EM DIANTE” SUHAI MUSIC HALL Av. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP | Shopping SP Market www.suhaimusichall.com.br | https://www.instagram.com/suhaimusichall/ DATA E HORA 28 de março (sábado) Abertura da casa: 20h Show: 22h Duração: 1h30min Classificação: 16 anos. Proibida a entrada de menores de 5 anos. Crianças a partir dos 5 anos e adolescentes menores de 16 anos de idade, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais *. *Sujeito a alteração por Decisão Judicial. Ar-condicionado Acessibilidade| INGRESSOS BILHETERIA ONLINE EVENTIM: www.eventim.com.br BILHETERIA FÍSICA BILHETERIA – ALLIANZ PARQUE (SÃO PAULO) ENDEREÇO: Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: Terça a sábado das 10h às 17h *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. VALORES SETOR INTEIRA MEIA-ENTRADA (50%) PISTA PREMIUM R$230,00 R$115,00 PISTA R$170,00 R$85,00 PISO 1 – CAMAROTE SETOR A R$280,00 R$140,00 PISO 1 – CAMAROTE SETOR B R$260,00 R$130,00 PISO 1 – CAMAROTE SETOR C R$230,00 R$115,00 PISO 2 – CAMAROTE SETOR A R$280,00 R$140,00 PISO 2 – MEZANINO ESQUERDO R$260,00 R$130,00 PISO 2 – MEZANINO DIREITO 1 R$210,00 R$105,00 PISO 2 – MEZANINO DIREITO 2 R$210,00 R$105,00 PISO 2 – MEZANINO CENTRAL R$180,00 R$90,00 PISO 2 – CAMAROTE SETOR C R$200,00 R$100,00 CAPACIDADE Pista: até 9.069 pessoas COMO CHEGAR A Suhai Music Hall está localizada dentro do Shopping SP Market, com acesso direto pela Av. das Nações Unidas e ao lado da estação Jurubatuba da CPTM (Linha 9 – Esmeralda). O local também conta com entrada interna pelo shopping, fácil acesso à Marginal Pinheiros, além de pontos sinalizados para embarque e desembarque de aplicativos e táxis. ESTACIONAMENTO Mais de 3.000 vagas com segurança 24h Para verificar valores, clique aqui.

Atração do Bangers Open Air, Nevermore anuncia side show em São Paulo
Seguindo a sequência de anúncios de side shows que o Bangers Open Air vem fazendo, a organização anunciou uma apresentação do Nevermore em São Paulo, dia 28 de abril, no Carioca Club. Os ingressos estão à venda por meio do site Clube do Ingresso. O legado da banda ganha um novo capítulo. Sob a liderança de Jeff Loomis e Van Williams, o Nevermore ressurge com uma formação poderosa: Jack Cattoi nas guitarras, Semir Özerkan no baixo e Berzan Önen nos vocais. Após anos afastados, a energia criativa que sempre moveu a banda voltou a pulsar com força. “Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?”, afirma Van, resumindo o espírito dessa nova fase. Está será uma oportunidade única para ver de perto a química da nova formação e sentir toda a força desse renascimento nos palcos. O Bangers Open Air 2026 acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda no site do Clube do Ingresso. SERVIÇO – NEVERMORE Data: 28 de abril de 2026 (terça-feira)Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)Abertura dos portões: 19hRealização: Bangers Open AirProdução: HonorsoundsIngressos disponíveis em: Clube do Ingresso View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026 divulga grade oficial de horários Via: WikiMetal

Iggor Cavalera explora novas sonoridades: “Dissolver ideias tradicionais”
O baterista Iggor Cavalera, ex-baterista do Sepultura, conversou com a Polyend sobre seu legado como músico e seus processos criativos. Perguntado sobre como se sente em relação à sua posição como um dos bateristas mais influentes do metal de todos os tempos, Cavalera disse: “É ótimo receber esse tipo de reconhecimento, especialmente porque sempre tentei progredir como artista e músico. Significa muito. Ao mesmo tempo, acredito verdadeiramente que sempre há algo mais a aprender.” Cavalera também mencionou que sua ligação com a bateria está sempre evoluindo, e que a exploração de novas perspectivas, como sons eletrônicos e experimentais, é o que o manteve conectado ao instrumento ao longo dos anos. “Tocar bateria vem de dentro. É físico, mas também emocional. Vem da alma. É algo profundamente instintivo e humano. É isso que me manteve conectado a ela todos esses anos”, disse ele. Iggor acrescentou: “Minhas raízes estão no metal e no punk, aquela energia crua, a urgência, a honestidade quase hostil. Essa base formou tudo. Mas, com o tempo, me tornei mais interessado em espaço, textura, repetição e transe. A agressividade ainda está lá, mas transformada. É menos sobre velocidade ou força, e mais sobre profundidade e intenção”.Por fim, o músico falou sobre seu uso de sistemas modulares e o que o atrai a eles: “A empolgação vem do desconhecido, de quebrar barreiras entre estilos e dissolver ideias tradicionais do que a música deve ser. Meu setup é criado na hora, o que deixa muito espaço para falhas, erros e lindos acidentes. Essa imprevisibilidade é fundamental na forma como me aproximo de ritmo e textura.” LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser admite não ter “a mínima vontade” de tocar com os Cavaleras Via: WikiMetal

Novo clipe do Beartooth causa polêmica e David Draiman corre para buscar engajamento com o assunto
Na última sexta-feira, dia 27 de fevereiro, o Beartooth lançou o single Free marcando seu primeiro lançamento pelo selo Fearless Records após mais de uma década na Red Bull Records. Segundo o vocalista da banda, Caleb Shomo, “Free é uma montanha-russa emocional que é como a vida pode ser. Em um único dia, você pode experimentar tanto medo quanto alegria. Esta música mostra um vislumbre do que está por vir no próximo álbum do Beartooth, que provavelmente será a representação mais honesta da minha alma que eu já fiz”. A faixa combina melodias vocais pop e guitarras limpas com refrãos que grudam na cabeça do ouvinte. No entanto, o que vem chamando a atenção nas redes sociais é o teor do videoclipe. No material, Caleb aparece com roupas chamativas, maquiagem nos olhos, unhas pintadas e casaco de pele, o que foi o suficiente para os internautas implicarem com o artista fazendo postagens homofóbicas, o que é algo lamentável. Como parece gostar de se meter em assuntos que não lhe dizem respeito, David Draiman, aquele indivíduo que assina bomba, correu para buscar engajamento com o assunto. Ele atuou como advogado pro bono Shomo em sua conta no X (antigo Twitter). “Alguns dos maiores vocalistas de todos os tempos nunca se esconderam, abraçando completamente seus próprios aspectos extravagantes e se expressando com toda a força que sabiam. Bowie, Mercury e tantos outros levaram o rock a um nível que poucos ousaram alcançar, e o fizeram com poder, classe e elegância”. Ele completou: “Vi Caleb Shomo se tornar um dos jovens frontmen mais formidáveis do rock. A música é ótima, o vídeo é ótimo e a banda está em plena forma. Bowie, Mercury e tantos outros, incluindo eu, estamos orgulhosos de vocês”. Some of the greatest frontmen of all time have never held anything back, fully embracing their own aspects of flamboyance and expressing themselves as powerfully as they knew how. Bowie, Mercury, and so many others, took rock to a level only few dared to go, and did it with… — David Draiman 🟦🇺🇸🇮🇱✡️☮️ (@davidmdraiman) March 4, 2026 O Beartooth tem uma carreira sólida e criativa, portanto, não precisa se dar ao trabalho de se preocupar com críticas de internautas ressentidos. E a banda precisa menos ainda é de um “advogado” como David Draiman, que ganha mais holofote pelas polêmicas e pelos covers que faz do que pela própria música. Via: Rockbizz

Cruzeiro 70000 TONS OF METAL reúne fãs e artistas em edição histórica
O 70000 TONS OF METAL, conhecido como o maior cruzeiro de heavy metal do mundo, realizou mais uma edição reunindo milhares de fãs e artistas em uma experiência única em alto-mar. O evento combina festival musical e viagem temática, oferecendo quatro dias de programação intensa com dezenas de shows, atividades exclusivas e interação direta entre músicos e público. A edição de 2026 aconteceu entre 29 de janeiro e 2 de fevereiro, a bordo do navio Freedom of the Seas, 72 nações, que partiu de Miami em direção a Nassau. Durante a viagem, os passageiros tiveram acesso irrestrito a mais de 120 apresentações ao vivo, distribuídas em vários palcos do navio, com mais de 60 bandas participando do line-up. Além dos shows, o festival ofereceu uma série de experiências interativas. Entre elas estão clínicas e workshops conduzidos pelos próprios músicos, sessões de meet & greet e a tradicional All-Star Jam em águas internacionais, que reúne integrantes de diferentes bandas em apresentações colaborativas exclusivas. Outra característica marcante do evento são as excursões em terra acompanhadas por artistas, permitindo que fãs compartilhem momentos informais com os músicos durante a parada no Caribe. Nações Unidas do Heavy Metal ao Mar A organização do evento também destacou a importância da comunidade formada ao redor do cruzeiro, que reúne fãs de metal de diversas partes do mundo em um ambiente considerado único pela proximidade entre público e artistas. Em mensagem divulgada após o encerramento da edição de 2026, a produção agradeceu aos participantes, artistas, equipes técnicas, voluntários e parceiros que contribuíram para o sucesso da viagem. “O mundo enfrenta pressões reais, e os problemas que temos pela frente são de alcance global. Eles exigem cooperação, não divisão. Esse é o espírito por trás desta viagem. Viajamos para conectar. Nos reunimos para unir. Porque o entendimento intercultural significativo não surge apenas de interações online. É por isso que orgulhosamente chamamos isso de Nações Unidas do Heavy Metal no Mar. Juntos, somos mais fortes. E juntos, navegaremos novamente. Obrigado, sobreviventes. Obrigado, marinheiros. Vocês são nossa família”. Com o encerramento da edição mais recente, os organizadores já voltam suas atenções para o futuro. A equipe responsável pelo festival afirmou que continuará aprimorando a experiência do evento, que se consolidou ao longo dos anos como um dos encontros mais singulares da cena metal mundial. “O espírito das Nações Unidas do Heavy Metal no Mar continua vivo em cada marinheiro que fez parte desta aventura. E mal podemos esperar para reencontrá-los em 70000TONS OF METAL 2027. Mais anúncios, surpresas e detalhes sobre nossa próxima jornada estão a caminho”, confirmou a organização. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: 70000TONS OF METAL 2026: Guia completo do maior cruzeiro de heavy metal do mundo Via: WikiMetal

Breaking Out Of Heaven 2007-2009 é o box perfeito para os fãs de Heaven & Hell
A gravadora Rhino anunciou o lançamento de Breaking Out Of Heaven 2007-2009, que é o box perfeito para os fãs de Heaven & Hell. O banda foi a reunião de Ronnie James Dio (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Vinny Appice (bateria), tocando sons dos álbuns Heaven And Hell (1980), Mob Rules (1981) e Dehumanizer (1992), e faixas inéditas do disco The Devil You Know, de 2009. Breaking Out Of Heaven 2007-2009 estará disponível em 27 de março em box sets em 7 LPs e 4 CDs/Blu-rays. Ambas as edições incluem um livreto com novas notas de Hugh Gilmour, além de uma réplica do tour book e do pôster da turnê. O trabalho marca a primeira vez que a apresentação Live From Radio City Music Hall sai em vinil e apresenta oito faixas que estreiam no formato, incluindo gravações de estúdio da fase The Dio Years e performances ao vivo selecionadas. O Blu-ray expande o material com vídeos de Live From Radio City Music Hall e Neon Nights: 30 Years Of Heaven & Hell – Live At Wacken, além de entrevistas com a banda. Track listing de 4CD – Breaking Out Of Heaven 2007-2009: Disco 1: The Devil You Know 01. Atom And Evil02. Fear03. Bible Black04. Double The Pain05. Rock And Roll Angel06. The Turn Of The Screw07. Eating The Cannibals08. Follow The Tears09. Neverwhere10. Breaking Into Heaven Bônus – The Dio Years 11. The Devil Cried12. Shadow Of The Wind13. Ear In The Wall Disco 2: Live From Radio City Music Hall 01. E5150 / After All (The Dead)02. The Mob Rules03. Children Of The Sea04. Lady Evil05. I06. The Sign Of The Southern Cross07. Voodoo08. The Devil Cried Disco 3: Live From Radio City Music Hall 01. Computer God02. Falling Off the Edge Of The World03. Shadow Of The Wind04. Die Young05. Heaven And Hell06. Lonely Is the Word07. Neon Knights Disc 4: Neon Nights: 30 Years Of Heaven & Hell 01. Mob Rules02. Children Of The Sea03. I04. Bible Black05. Time Machine06. Fear07. Falling Off The Edge Of The World08. Follow The Tears09. Die Young10. Heaven And Hell11. Neon Knights Track Listing de 7LP – Breaking Out Of Heaven 2007–2009: LP 1: The Devil You Know Lado 1 01. Atom and Evil02. Fear03. Bible Black Lado 2 01. Double The Pain02. Rock And Roll Angel03. The Turn Of The Screw04. Eating The Cannibals LP 2: The Devil You Know Lado 1 01. Follow The Tears02. Neverwhere03. Breaking Into Heaven Lado 2: Bônus 01. The Devil Cried (from “The Dio Years”)02. Shadow Of The Wind (from “The Dio Years”)03. Ear In The Wall (from “The Dio Years”) LP 3: Live from Radio City Music Hall Lado 1 01. E5150 / After All (The Dead)02. The Mob Rules03. Children Of The Sea Lado 2 01. Lady Evil02. I03. The Sign Of The Southern Cross LP 4: Live from Radio City Music Hall Lado 1 01. Voodoo02. The Devil Cried Lado 2 01. Computer God02. Falling Off The Edge Of The World03. Shadow Of The Wind LP 5: Live from Radio City Music Hall Lado 1 01. Die Young02. Heaven And Hell Lado 2 01. Lonely Is the Word02. Neon Knights LP 6: Neon Nights: 30 Years Of Heaven & Hell Lado 1 01. Mob Rules02. Children Of The Sea03. I Lado 2 01. Bible Black02. Time Machine03. Fear LP 7: Neon Nights: 30 Years Of Heaven & Hell: Lado 1 01. Falling Off The Edge Of The World02. Follow The Tears03. Die Young Lado 2 01. Heaven And Hell02. Neon Knights Via: Rockbizz

Rush: Vendas abertas para show extra em São Paulo
Rush vem ao Brasil para cinco shows da turnê de reunião Fifty Something em janeiro e fevereiro de 2027. Após esgotar os ingressos para o show em São Paulo, no Allianz Parque, dia 24 de janeiro, a banda confirmou uma data extra: 26 de janeiro de 2027. Os ingressos já estão à venda para o público geral através do site da Eventim, com início às 11h. Na bilheteria oficial, os ingressos estarão disponíveis hoje a partir das 11h (sem taxa de serviço). O evento é uma realização 30e. O Brasil já conta com seis shows em 2027: dia 22 de janeiro, na Arena da Baixada, em Curitiba; em 24 e 26 de janeiro, no Allianz Parque, em São Paulo; em 30 de janeiro, no Estádio Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro; em 1º de fevereiro, no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte; e em 4 de fevereiro, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. As apresentações marcarão o retorno do Rush ao Brasil após 17 anos. Na última passagem, a banda passou pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com a turnê Time Machine. Desta vez, Geddy Lee e Alex Lifeson contarão com o reforço da baterista Anika Niles na turnê que celebra o 50º aniversário da banda e será dedicada à memória do falecido baterista Neil Peart. São 80 shows ao redor do mundo confirmados até o momento. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rush: Alex Lifeson detalha ensaios e formato da turnê de retorno Via: WikiMetal

Manifesto Bar lança documentário em comemoração aos 30 anos
O documentário Manifesto Bar: 30 Years of the Temple of Rock resgata as três décadas de história de uma das casas de rock mais tradicionais ainda em atividade em São Paulo. O lançamento do documentário acontece no dia 11 de março, às 20h, no próprio Manifesto Bar, com exibição especial e atrações surpresa. A entrada será gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Os ingressos devem ser retirados por meio do site Clube do Ingresso. Produzido de forma independente, sem patrocínios ou leis de incentivo, o filme surgiu a partir da iniciativa de Eric Garcez, sócio do Estúdio Chromakey, ao perceber que o bar se preparava para mudar de endereço. Ao lado do também diretor Rodiney Assunção, ele iniciou a produção após entrar em contato com o sócio da casa, Silvano Brancati. Foram 14 meses de gravações, entrevistas e levantamento de histórias ligadas ao espaço. Fundado em 17 de novembro de 1994, o Manifesto Bar se tornou um ponto de encontro para fãs e músicos de rock. Ao longo dos anos, o local recebeu artistas como Paul Di’Anno, Lemmy Kilmister, Mikkey Dee, Joe Elliott, Tim ‘Ripper’ Owens, Jeff Scott Soto e Edu Falaschi, além de bandas como Sepultura, Saxon e Dr. Sin. Com 1h37 de duração, o filme reúne depoimentos, imagens inéditas e relatos sobre a evolução da casa — que começou como um pequeno bar próximo à avenida Faria Lima e se transformou em uma moderna casa de shows com capacidade para cerca de 500 pessoas. Entre os entrevistados está Andreas Kisser, que destaca a importância do espaço para o desenvolvimento de bandas nacionais. Também participam os fundadores Luís Fernando Brancati e Silvano Brancati, que relembram o início do projeto e os desafios ao longo das décadas. Serviço – Lançamento documentário Manifesto Bar 30 Years of the Temple of Rock Local: Manifesto BarData: 11/03/2026Horário: 20hValores: Entrada grátis mediante a 1kg de alimentoIngressos: Clube do IngressoEndereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia-SPEstacionamento: estacionamento particular próximo ao local e valet service na portaAcessibilidade PCD: SimFormas de pagamento: C/C e débito todos e dinheiroPara maiores de 16 anos View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Enquete: Qual música do Iron Maiden você mais quer ouvir na ‘Run For Your Lives Tour’? Via: WikiMetal

Sebastian Bach afirma que recebeu a benção de Dee Snider para assumir vocal do Twisted Sister
O Twisted Sister ia começar a sua turnê de reunião no final de abril em São Paulo, com um show no Bangers Open Air 2026. Depois desse show, os caras iriam marcar presença nos principais festivais de verão europeus como Graspop Festival, Tons Of Rock Festival, Copenhell e Sweden Rock. No entanto, a turnê de reunião do Twisted Sister, que seria em celebração aos seu cinquenta anos de carreira, caiu por terra devido problemas de saúde de Dee Snider. Mas não é só o futebol que é uma caixinha de surpresa, pois o rock n’ roll trabalha na mesma sintonia. O canadense Sebastian Bach, ex-frontman do Skid Row, assumirá o vocal do Twisted Sister no lugar de Dee Snider. Durante entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk, Sebastian Bach afirmou que recebeu a benção de Dee Snider para assumir vocal do Twisted Sister. “Bem, estou com lágrimas nos olhos agora. Preciso dizer que acabei de falar com a Dee Snider pelo telefone. Conversamos por uns 45 minutos e nós duas estávamos meio emocionados. A música de Twisted Sister me faz sentir como uma criança. Eu costumava ir para a escola e pintar o logo do Twisted Sister nas costas da minha jaqueta com corretivo líquido, achando que ficava legal. Então, eu sou um fã de verdade! Sou fã dessa música, e essa é realmente a principal razão pela qual estou fazendo isso. Quero honrar o legado dessas músicas. Fico feliz de ter a benção de Dee para este trabalho”. Via: Rockbizz

Courtney Love deve anunciar reunião do Hole com Melissa Auf Der Maur
A vocalista Courtney Love deixou fãs empolgados ao sugerir a possibilidade de uma turnê de reunião do Hole com a participação da baixista Melissa Auf Der Maur. Por meio de uma postagem enigmática no Instagram feita na última terça-feira, 03, Love mostrou imagens de Auf Der Maur enquanto tocava a clássica música “Malibu” (1998). Na legenda, a vocalista disse: “Então, contamos às crianças sobre a turnê?”, enquanto Auf der Maur comentou: “Tudo começa com o amor eterno…”. A postagem levantou especulações sobre a possibilidade do Hole voltar aos palcos. Anteriormente, Courtney Love fez aparições públicas e sugeriu planos futuros com o Hole, incluindo shows surpresas e comentários sobre um retorno musical. Até o momento, nenhum show foi confirmado oficialmente. A possível volta da banda surge décadas após seu auge nos anos 1990, época em que Hole marcou a cena alternativa. Com álbuns como Live Through This (1994) e Celebrity Skin (1998), a banda tornou-se um dos nomes mais representativos do rock daquela geração. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Courtney Love canta clássicos do rock ao lado de membros do Green Day Via: WikiMetal

Undo transforma cinzas em resistência no clipe de “Porcos Não Olham pro Céu”
Undo divulga nesta quarta-feira, 04, o clipe de “Porcos Não Olham pro Céu”, faixa de seu recém-lançado álbum homônimo de estreia. O vídeo aposta em uma estética intensa, com a banda paulistana tocando em meio a um cenário tomado por chamas. A iluminação quente, marcada por tons alaranjados e sombras profundas, reforça a sensação de urgência e destruição. Feito em IA, o clipe utiliza essa atmosfera caótica em combustão para simbolizar o impacto devastador das chamas que consumiram o Museu Nacional, transformando a performance em uma representação visual forte sobre perda, memória e resistência. “Porcos Não Olham pro Céu” é uma poderosa crítica às crescentes ameaças autoritárias e às ilusões coletivas alimentadas por discursos de intolerância e desigualdade. A força da canção reside em sua letra potente, que sintetiza o sentimento de vulnerabilidade e a necessidade de reação em tempos sombrios. Dirigido por Drico Mello, com arte de Vinny Campos, montagem de Tony Tyger e cor de Humberto Mundim, o vídeo ressoa como uma fagulha de esperança que insiste em brilhar através da fumaça. O clipe de “Porcos Não Olham pro Céu” está disponível no canal oficial da Undo no Youtube. Sobre a Undo A Undo nasce da inquietação de cinco músicos e compositores, que por sorte do acaso – e de muitos trabalhos – convergiram na ânsia de criar uma obra musical autoral. André, atual vocalista da Legião Urbana, assina as letras inspiradas pelo nome/tema da banda: Undo como um grito para desarmar as bombas internas e externas do cotidiano, e também Undo como o (m)undo aos pedaços. Já as guitarras e melodias de Johnny Monster e Rafael Mimi (ex-NX-Zero), completam em forma de som as imagens líricas e definem a linguagem e as referências. Além disso, o instrumentista e sideman Rafael Garga traz toda experiência adquirida por suas andanças pelo país ao lado de nomes como Leela, Ekena, Bruno Del Rey e Garga Groove Gang. Isso mostra a riqueza e a diversidade do rock tupiniquim, com influências e colaborações que enriquecem o cenário musical. O baixista e produtor Dudinha assina a produção do álbum. Por fim, a Undo é em sua forma literal é uma possibilidade, rota de fuga para um determinado lugar. Um lugar conhecido e ao mesmo tempo surpreendente. Desfazer-se. Prazer em recomeçar. LEIA TAMBÉM: Nervosa lança videoclipe de “Ghost Notes”, segundo single do novo álbum Via: WikiMetal

Nervosa aposta em bateria avassaladora e numa tempestade de riffs furiosos no som Ghost Notes
A banda brasileira Nervosa está apostando em bateria avassaladora e em solos furiosos no novo som Ghost Notes! A faixa estará no vindouro álbum Slave Machine, que chegará ao mercado no dia 03 de abril pelo selo Napalm Records. Além disso, Ghost Notes se mostra como uma tempestade de riffs pesados, marcantes e de fácil absorção pelo ouvinte. As linhas vocais de Prika Amaral, líder do grupo, coroa a canção e prova a faceta versátil de sua arte, que se sente em casa no thrash metal. Mais uma vez trabalhando com o produtor Martin Furia (Destruction), o conjunto equilibra a força do old school com uma pegada moderna e afiada. A Nervosa está pronta para inaugurar uma nova e feroz fase de sua trajetória. Slave Machine sairá em diversos formatos como vinil duplo gatefold, vinil colorido gatefold, vinil preto, 1CD Digipak + camiseta, 1CD Digipak e digital (streaming e download). Atualmente, a Nervosa tem em sua formação Prika Amaral (vocal e guitarra), Helena Kotina (guitarra), Hel Pyre (baixo), Emmelie Herwegh (baixo) e Michaela Naydenova (bateria). Track listing de Slave Machine: 01. Impending Doom02. Slave Machine03. Ghost Notes04. Beast Of Burden05. You Are Not A Hero06. Hate07. The New Empire08. 30 Seconds09. Crawling For Your Pride10. Learn Or Repeat11. The Call12. Speak In Fire Via: Rockbizz

Sharon Osbourne confirma planos para retorno do Ozzfest em 2027
Sharon Osborune, empresária e viúva de Ozzy Osbourne, confirmou que o festival Ozzfest poderá retornar em 2027. Durante aparição no MIDEM 2026, realizado em 6 de fevereiro, em Cannes, França, Sharon respondeu de forma enfática: “Sim, com certeza. Sim, vamos fazer”. Ela ainda relembrou que a última edição do festival, realizada, em 2018, aconteceu pouco tempo antes do Príncipe das Trevas adoecer. “Não havia planos para cancelar. Ainda íamos fazer, mas Ozzy não pôde. Conversávamos sobre isso, e ele dizia: ‘Você acha que o Ozzfest funcionaria sem mim?’ E eu respondia: ‘Sim, é uma marca. Vai funcionar sem você.’ E ele dizia: ‘Deveríamos fazer’”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Em janeiro, empresária confirmou negociação com a Live Nation para retorno do Ozzfest Em entrevista à Billboard, Sharon afirmou que o Ozzfest poderia retornar já em 2027, com um conceito atualizado, mas mantendo o espírito original de dar palco a novas bandas ao lado de grandes nomes da cena. “Tenho conversado com a Live Nation recentemente sobre trazer [Ozzfest] de volta. Era algo que Ozzy fazia com muita paixão, dar aos jovens talentos um palco para se apresentarem para muita gente. Nós realmente começamos os festivais de metal neste país. Isso foi replicado, mas nunca com o mesmo espírito do nosso, porque o nosso era um lugar para novos talentos. Era como um acampamento de verão para crianças”, disse a empresária. Sharon também explicou que o retorno não seria simplesmente copiar edições anteriores, mas sim reinventar o festival para os tempos atuais. Além de equilibrar a presença de artistas estabelecidos e novos nomes, além de considerar os desafios de produção que levaram ao fim do Ozzfest tradicional. “Gostaria de misturar os gêneros”, concluiu ela. Após a entrevista, os perfis oficiais do festival nas redes sociais publicaram fotos enigmáticas sugerindo o possível retorno do icônico evento itinerante de heavy metal e rock em 2027. A primeira postagem perguntou aos seguidores se o evento poderia voltar no próximo ano. A segunda postagem questionou: “Qual a sua opinião sobre um possível retorno do OzzFest?”. LEIA TAMBÉM: CDs do Deep Purple, Twisted Sister, Led Zeppelin e mais ganham novas edições no Bra Via: WikiMetal

Edu Falaschi anuncia ‘MI’RAJ’, álbum final da famosa trilogia
Edu Falaschi anunciou seu novo álbum MI’RAJ, que encerra a trilogia fictícia e conceitual, com enredo desenvolvido com o artista e escritor Fábio Caldeira, obra iniciada com Vera Cruz (2021) e continuada com Eldorado (2023). O novo trabalho representa o desfecho definitivo da saga construída ao longo dos últimos anos, consolidando uma das fases mais ambiciosas de sua carreira solo. O lançamento está previsto para junho. A mixagem e masterização ficarão a cargo do renomado produtor Dennis Ward, responsável pelo acabamento sonoro de Vera Cruz e Eldorado, além de trabalhos marcantes com Helloween, Unisonic, Angra, etc. O artista gráfico Carlos Fides criou a arte de capa de MI’RAJ com um conceito apresentando uma vidente como figura central, guardiã do Portal dos Doze Véus que guia Jorge em sua travessia pelo deserto rumo à descoberta interior e à ascensão espiritual. O músico também anunciou a pré-venda do box especial. A caixa inclui o álbum MI’RAJ em formato digibook, camiseta exclusiva, caneca personalizada, brinde surpresa e um conjunto com 12 Mystic Cards colecionáveis. O box é limitado e pode ser adquirido por meio do site oficial de Edu Falaschi. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rafael Bittencourt e Edu Falaschi fazem as pazes após 9 anos afastados Via: WikiMetal

Brian Johnson pega bandeira do Corinthians em show do AC/DC em São Paulo
Na última terça-feira, 24 de fevereiro, Brian Johnson, vocalista do AC/DC, passou por um momento inusitado durante o primeiro dos três shows da banda no Estadio Morumbis, em São Paulo. O músico britânico viralizou nas redes sociais após pegar uma bandeira do Corinthians jogada ao palco durante a execução da última música do show, “For Those About To Rock (We Salute You)”. O estádio pertence ao São Paulo Futebol Clube, rival do clube. A cena aconteceu rapidamente, mas levou grande parte do público de 72 mil pessoas ao delírio [via CNN Brasil]. Historicamente, o clube da zona leste da capital paulista sempre figura em grandes eventos. Em 2024, M. Shadows, vocalista do Avenged Sevenfold, recebeu uma bandeira do time durante o Rock in RIo. O cantor não conhecia da rivalidade com o Flamengo e perguntou ao público “se poderia levantá-la”. Ao fazer isso, Shadows ganhou uma mistura de vaias e aplausos [via Rolling Stone Brasil]. View this post on Instagram AC/DC mostrou que ainda tem muita lenha para queimar durante show em São Paulo Em resenha publicada pelo Wikimetal, o texto diz: “Com mais de cinco décadas de estrada, o grupo australiano mantém uma proposta direta com riffs marcantes, refrões explosivos e uma performance sem excessos, onde o destaque está na força do repertório.” “A estrutura privilegia a música, com destaque para os amplificadores empilhados e a presença constante de Angus Young, que, apesar da idade avançada, aos 70 anos, seguiu como o motor visual e sonoro do espetáculo, com sua guitarra surrada mostrando experiência de anos. Mesmo após décadas repetindo o uniforme escolar e os solos extensos, o guitarrista demonstra fôlego e precisão técnica. O vocalista Brian Johnson, por sua vez, entregou desempenho seguro, dentro de suas atuais limitações naturais. A experiência compensou qualquer desgaste vocal, já que ele manteve o carisma em hinos como ‘Back in Black’, ‘You Shook Me All Night Long’ e ‘Highway to Hell’.” LEIA TAMBÉM: Brian Johnson, do AC/DC, viraliza ao cantar música do Toto em vídeo antigo Via: WikiMetal

Rush: Alex Lifeson detalha ensaios e formato da turnê de retorno
A notícia do retorno de Geddy Lee e Alex Lifeson aos palcos sob o nome do Rush estremeceu o mundo do rock no final de 2025. Atualmente, a dupla canadense encara uma preparação rigorosa para entregar um espetáculo perfeito durante a turnê Fifty Something, a primeira em 11 anos. Em entrevista recente ao Planet Rock, o guitarrista Alex Lifeson revelou detalhes dessa rotina exaustiva. Segundo o músico, a banda mudou drasticamente a forma de ensaiar para honrar o próprio legado. “A diferença desta vez é que estamos ensaiando por cerca de um ano, antes do primeiro show. Nós realmente queremos estar no nosso pico absoluto quando começarmos a turnê pra valer”, explicou o guitarrista. Como Anika Nilles entrou para o Rush A maior dúvida dos fãs sempre envolveu o posto do saudoso Neil Peart. A escolhida para esse desafio colossal foi a baterista alemã Anika Nilles, reconhecida por seu trabalho recente com a lenda da guitarra Jeff Beck. Geddy Lee contou que a conexão aconteceu através de seu técnico de baixo, Skully, companheiro de estrada de Jeff Beck nas últimas turnês. “Ele voltou daquela turnê elogiando muito como ela era ótima e simpática… Eu fiz algumas investigações, assisti aos vídeos dela e ela é profundamente talentosa”, lembrou Lee. Após uma chamada de vídeo e cinco dias de testes práticos no Canadá, a química fluiu naturalmente. Apesar de começar do zero, a musicista demonstrou uma ética de trabalho admirável. “Ela está pronta para encarar o inevitável escrutínio dos fãs do Rush”, elogiou o baixista. Além dela, o tecladista Loren Gold fará parte da nova formação ao vivo. O que esperar do show do Rush Os fãs podem esperar noites épicas, já que a turnê adotará o formato “Uma Noite Com”, sem banda de abertura. “Faremos dois sets. Cada um terá cerca de uma hora ou um pouco mais. Então, acabaremos tocando por cerca de duas horas e quinze ou vinte minutos, com um intervalo, claro”, detalhou Geddy Lee. Além disso, a presença do saudoso Neil Peart será sentida durante toda a noite. “Em cada um desses sets, pegaremos uma música e faremos nossa própria forma de homenageá-lo”, revelou o baixista. Atualmente, a concepção visual do espetáculo tornou-se um trabalho em tempo integral. Para isso, a banda recrutou seus antigos e geniais membros da equipe técnica. “Será um show na mesma linha do que fizemos no passado. Entretanto, estou muito animado com algumas novas tecnologias que estamos usando”, confessou Lee. Para manter a energia em alta, o grupo está aprendendo um repertório de 40 músicas. Dessa quantidade, cerca de 40% do setlist sofrerá alterações de uma noite para a outra. Consequentemente, isso beneficiará os fãs que costumam acompanhar várias datas seguidas. O que começou como uma ideia tímida de seis ou sete cidades rapidamente se transformou em um evento global. A etapa de 2026 na América do Norte já vendeu mais de meio milhão de ingressos. Por causa dessa alta demanda, a agenda inicial precisou saltar de 22 para 58 shows. A grande recompensa para os brasileiros chegou com a confirmação de que a Fifty Something passará pela Europa e pela América do Sul no início de 2027. Essa será a primeira visita da banda ao nosso continente após um longo hiato de 17 anos. “Não fazíamos uma turnê tão grande há muitos anos, então vamos nos certificar de que seja totalmente perfeita nota por nota”, prometeu Geddy Lee. O pontapé inicial ocorrerá no Kia Forum, em Los Angeles, curiosamente, o mesmo local onde a banda encerrou a turnê R40 há mais de uma década.LEIA TAMBÉM: Rush anuncia 5 shows no Brasil para janeiro e fevereiro de 2027 Via: WikiMetal