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Tico Santa Cruz teme que o jovem olhe o rock como coisa de velho e se afaste
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15/04/2026

Tico Santa Cruz teme que o jovem olhe o rock como coisa de velho e se afaste

A cena rock n’ roll pode ser percebida de maneiras diferentes e, até mesmo, antagônicas. Há quem veja o copo meio cheio e há quem perceba o copo meio vazio, ou seja, vai de cada um. Esse cheio e vazio pode passar pelo leque de opções no mercado fonográfico e até na postura das bandas em relação às suas carreiras e públicos. Trocando uma ideia com o jornalista Thales de Menezes, da Folha de São Paulo, o vocalista do Detonautas, Tico Santa Cruz, comentou que sente no rock uma postura conservadora, de falar dos mesmos assuntos da mesma maneira. O cantor ainda pontuou que essa linguagem tradicionalista e obsoleta pode se afastar de novas gerações, visto que têm outro vocabulário e outra forma de abordar as artes, cultura e a vida no geral. “Talvez seja exagero dizer que o rock pode se tornar o blues, mas acho que, se o jovem não olhar para o rock como renovável, ele vai achar que é coisa de velho e se afastar. O rock vai ficar um nicho cada vez menor”. Na conversa, Tico ressaltou que o novo álbum do Detonautas, Rádio Love Nacional, que saiu em 13 de março pela DeckDisc, contempla uma gama imensa de estilos. De acordo com o cantor, o disco mistura rock, pop, reggae, trap, metal e até brega pop. E o grupo vai mostrar os sons novos e os hits do passado nos shows que estão por vir! A banda tocará em vários festivais como Somos Rock, João Rock e no famoso Rock In Rio em setembro. No RIR, os caras terão a companhia do Biquíni para fazer a festa no dia que ainda terá Foo Fighters e Rise Against. Via: Rockbizz

Nevermore libera performance ao vivo de Born registrada em Istanbul
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15/04/2026

Nevermore libera performance ao vivo de Born registrada em Istanbul

O Nevermore liberou a performance ao vivo de Born registrada em Istanbul, Turquia. O show rolou no dia primeiro de abril no Hall Beşiktaş e marcou a estreia da nova formação da banda – a qual conta com os membros originais Jeff Loomis (guitarra) e Van Williams (bateria) e os novatos Jack Cattoi (guitarra), Semir Özerkan (baixo) e Berzan Önen (vocal). Além do Born, a apresentação fez um longo passeio pela discografia da banda com sons como This Godless Endeavor, Believe In Nothing, I, Voyager, Dead Heart In A Dead World e The Seven Tongues Of God. O Nevermore trará a sua nova formação para América Latina, com shows no Chile e Brasil. Após essa etapa, os caras vão recarregar as baterias para uma longa tour pela Europa e Reino Unido, que começará em meados de julho e terminará na cidade de Londres, em 21 de setembro. Via: Rockbizz

Taylor Momsen, do The Pretty Reckless, é hospitalizada após picada de aranha
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15/04/2026

Taylor Momsen, do The Pretty Reckless, é hospitalizada após picada de aranha

Taylor Momsen precisou de atendimento médico após ser picada por uma aranha durante a turnê com o AC/DC. A vocalista do The Pretty Reckless foi hospitalizada na última terça-feira, 14, e compartilhou fotos nas redes sociais em um hospital no México, mostrando a erupção cutânea que se formou em sua perna como resultado do veneno. “Hospital hoje, show amanhã, aranhas venenosas NÃO SÃO BOAS. Mas o show tem que continuar, vejo vocês amanhã, Cidade do México!”, disse Taylor Momsen na postagem. O incidente aconteceu antes de um show na Cidade do México, e segundo relato da própria artista, o veneno afetou seu organismo e exigiu uma injeção imediata antes da apresentação. Este não é um caso isolado. Em 2024, a artista já havia sido mordida por um morcego durante uma apresentação, também enquanto acompanhava o AC/DC. Na ocasião, ela precisou passar por tratamento contra raiva. Apesar do susto, a turnê segue normalmente. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Apesar das limitações, AC/DC prova que, no rock, o tempo joga a favor Via: WikiMetal

O dia em que o Korn tocou no Brasil com baixista de 12 anos de idade
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15/04/2026

O dia em que o Korn tocou no Brasil com baixista de 12 anos de idade

A passagem do Korn pelo Brasil em 2017 ficou marcada por um momento inusitado. O show no país fez parte da turnê de divulgação de The Serenity of Suffering, disco lançado em outubro de 2016, que trouxe a banda de volta a uma sonoridade mais pesada, com forte recepção do público. O Korn iniciou uma série de apresentações que se estenderam até o fim de 2017. Com a ótima recepção do álbum, o grupo intensificou a agenda com shows na América do Norte e na Europa. Em 2017, a turnê se expandiu até a América do Sul, que entrou na rota em abril com apresentações no Brasil e em outros países da região. Agora, o Korn retorna ao Brasil pela sétima vez com show único em São Paulo, no dia 16 de maio. A banda se apresenta no Allianz Parque com abertura do Spiritbox, Seven Hours After Violet e Black Pantera. Os ingressos ainda estão à venda por meio da plataforma Eventim Baixista Fieldy se afasta por motivos pessoais O período ficou marcado por uma mudança importante na formação ao vivo. O baixista original Reginald “Fieldy” Arvizu não participou da turnê sul-americana alegando motivos pessoais. A partir disso, ele não voltou mais a fazer shows com a banda. A ausência Fieldy em turnês do Korn está ligada a mudanças de prioridade em sua vida. Em declarações públicas na época, Fieldy afirmou que decidiu se afastar para lidar com problemas pessoais e hábitos que vinham afetando sua rotina e relações. A decisão partiu dele próprio, como forma de buscar equilíbrio fora da intensa agenda de shows da banda. “Nos últimos 6 anos, lidei com alguns problemas que me fizeram recair em alguns dos meus maus hábitos algumas vezes e causaram certa tensão com as pessoas ao meu redor. Foi sugerido que eu tirasse um tempo para me curar”, escreveu. Com o tempo, entrevistas revelaram um distanciamento maior. Fieldy chegou a afirmar que não mantinha contato com os integrantes há anos. O baixista também demonstrou interesse em um estilo de vida mais tranquilo, longe das turnês constantes. “Estou me sentindo ótimo, me divertindo muito. Acho que nunca estive tão feliz”, afirmou. A escolha do novo baixista Para não cancelar os shows, a banda contou com uma escolha bastante inusitada para assumir o posto de baixista temporariamente. O selecionado foi Tye Trujillo, filho de Robert Trujillo, que tinha apenas 12 anos de idade na época. O jovem já tocava em bandas escolares e acabou escalado para todos os shows sul-americanos. Como era menor de idade na época, seu pai o acompanhou durante toda a turnê. A escolha de Tye surgiu de forma espontânea, conforme revelou o guitarrista James “Munky” Shaffer à NME: “Houve um momento em que alguns caras do Metallica, Jonathan [Davis, vocalista do Korn] e Fieldy se encontraram por acaso no lounge de alguma companhia aérea, e Robert falou algo como, ‘Hey, vocês já viram meu filho tocando baixo?!’ Eles assistiram a alguns vídeos e Jonathan e Fieldy ficaram tipo, ‘Uau, ele é bom demais!’ Quando descobrimos que Fieldy não poderia ir à América do Sul com a gente, ele mesmo sugeriu o Tye. Não é apenas um substituto – esse é o DNA de Robert Trujillo, um dos maiores baixistas do planeta! Você consegue ver – é muito louco como você consegue ver traços do pai nele”. Tye Trujillo desembarcou no Brasil para shows com o Korn A estreia aconteceu em Bogotá, Colômbia, dia 17 de abril, e gerou grande repercussão, fazendo alguns fãs da banda desconfiarem do jovem músico. No Brasil, a banda passou por São Paulo (19/04 – Espaço das Américas), Curitiba (21/04 – Live Curitiba) e Porto Alegre (23/04 – Pepsi on Stage). Em São Paulo, Tye subiu ao palco com energia e segurança. Segundo o site Uol, o “garoto não fez feio e teve até o seu momento solo na faixa ‘Shoots and Ladders’. Do backstage, Robert Trujillo assistiu e fotografou a apresentação do filho headbanger. No palco, era visível a empolgação do menino, que não parou de sacudir a cabeleira e botou os fãs do Korn para pogarem”. Em entrevista à, NME “Munky” comentou sobre a turnê com o menino prodígio: “Tem sido ótimo, estamos nos divertindo! Ele está adorando. Seu pai está aqui conosco, passeando junto, gravando vídeos e participando do processo. Tye sabe umas 17 ou 18 músicas do KoRn, e ele sabe muito bem – é uma loucura. Todas as pausas e intervalos… é muito louco ver alguém tão jovem com tanto talento. Ele será um músico profissional, e saber isso de forma tão precoce é inspirador. Quando vamos aos shows, as pessoas querem tirar foto com ele, querem seu autógrafo – ele está meio sobrecarregado, mas está lidando com tudo isso assim como seu pai faz, que é de forma tranquila e modesta”. Outras resenhas classificaram o show como previsível em termos de setlist, mas muito bem executado do início ao fim. “A banda em perfeita sintonia, incluindo o pequeno grande Tye, que fez muito bonito e conseguiu suprir o lugar do Fieldy à altura, sem mostrar insegurança em nenhum momento da apresentação”, disse o TMDQA! na época. A participação foi temporária, mas se tornou um dos episódios mais marcantes da turnê. Atualmente, Tye Trujillo tem sua própria banda, OTTTO, e também toca com o Suicidal Tendencies. LEIA TAMBÉM: Korn viraliza no TikTok com ajuda de cantora pop Zara Larsson Via: WikiMetal

Bad Religion: 3 histórias inusitadas que marcaram o início da banda
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15/04/2026

Bad Religion: 3 histórias inusitadas que marcaram o início da banda

Bad Religion é uma das instituições do punk rock que mais tocou em solo brasileiro. Após sua apresentação-relâmpago ser muito bem recebida no The Town em 2025 para substituir o Sex Pistols, eles estão de volta à cidade para um show solo e único que acontece no Espaço Unimed, dia 28 de abril. Ocupar o panteão musical onde residem hoje foi uma construção de décadas e, mesmo após todo esse tempo, a síntese do punk rock de recusar qualquer traço de estrelismo ainda está ali. Desde os dias de trajar uma camiseta surrada do Black Flag no ensino médio, em San Fernando Valley, até o lampejo do futuro após Gurewitz, guitarrista e fundador da banda, ver um show dos Ramones, com suas jaquetas de couro e paletagem feroz. De lá para cá, o grupo encabeçado por Greg Graffin e cia se cristalizou como um dos maiores nomes do punk rock californiano, com músicas que se transformaram em hinos atemporais não só da juventude, mas de qualquer pessoa que encontra na música uma forma de protesto contra a desigualdade e brutalidade do sistema, indo além de toda a onda de nostalgia que parece assombrar a indústria fonográfica; o Bad Religion de fato continua tão relevante quanto em sua criação. É exatamente nessa trajetória que a autobiografia Do What You Want: a história do Bad Religion mergulha. O livro, lançado em 2020 em uma parceria dos próprios integrantes com o escritor Jim Ruland, traz relatos íntimos de mais de quatro décadas em atividade. A obra detalha desde a criação do nome por ideologias compartilhadas e o surgimento do logo “crossbuster” até os primeiros shows abrindo para o Social Distortion e Circle Jerks. Enquanto bandas como Weirdos e The Bags – esta última com Alice Bag e Patricia Morrison, que mais tarde integraria o Sisters of Mercy – pavimentavam a cena de Los Angeles, o Bad Religion surgia para dar uma nova cara ao gênero, saindo um pouco do niilismo hedonista e mergulhando com mais profundidade na crítica social e na construção melódica da músicas. Após quarenta anos na estrada, o que não faltam são passagens engraçadas e momentos que moldaram todo um estilo musical. Com a banda prestes a voltar pela 15º vez ao país, o Wikimetal separou três dessas histórias e anedotas de bastidores explicadas tanto pelos integrantes quanto por quem realmente viveu a cena do hardcore punk oitentista. Pichar é ótimo, limpar nem tanto Uma das primeiras lembranças do livro resgata a estreia deles no Studio 9, um estúdio de procedência duvidosa na Sunset Boulevard que estava, basicamente, caindo aos pedaços mas que serviu para gravar a primeira demo. Como o ambiente já era decorado por pichações de bandas que passaram por lá, os integrantes tiveram a brilhante ideia de se deixar levar pelo espírito da coisa. Em um surto de empolgação, pegaram um spray preto e cravaram um “Bad Religion” gigante na parede. O plano parecia infalível, exceto pelo detalhe óbvio de que ninguém mais na cidade usava aquele nome. No dia seguinte, o sermão do empresário sobre vandalismo veio rápido. Brett Gurewitz até tentou fingir que não sabia o que estava acontecendo, mas era difícil negar a autoria de um crime que levava o próprio nome em letras garrafais. A regra de ‘’não seja pego’’ ficou perdida em algum lugar, e relataram no livro que precisaram voltar ao estúdio para limpar tudo. Eles ainda nem imaginavam que anos depois iam ter seu logo de cruz por tudo que é lugar, em tudo que é país e um reconhecimento que atravessaria gerações. A criação da Epitaph Records Seguindo a cronologia dos fatos, após o contato inicial com a produção de músicas no decadente Studio 9, os integrantes do Bad Religion buscavam algo mais profissional. Eles entregaram sua demo para uma jovem Johnette Napolitano, que ostentava cabelos roxos muito antes de encabeçar o Concrete Blonde. Na época, Johnette tinha um relacionamento com James Mankey, fundador do Sparks e figura seminal que também ajudou a dar forma a essa gravação do Bad Religion. Foi após essa experiência que Brett Gurewitz se apaixonou de vez pela parafernália técnica dos estúdios. Como o álbum só poderia sair no ano seguinte, o que faltava era dar um nome àquela experiência e busca por autonomia. A inspiração veio de uma música do King Crimson, do álbum In the Court of the Crimson King, de 1969: surgia assim a Epitaph Records. Desde então, o selo se tornou um gigante independente, produzindo discos de bandas como Pennywise, NOFX, Rancid e o álbum homônimo do L7, além de quase toda a discografia do próprio Bad Religion. Conhecendo o diabo (dis)léxico Assim como todo mundo ficava em polvorosa ao ver figuras como Lou Reed dando aquele passeio pelo lado selvagem das ruas de Nova York, prestando respeito a quem fez limonada quando não existiam os limões, as bandas que surgiam na cena de hardcore punk do começo dos anos oitenta em Los Angeles e arredores também compartilhavam da mesma empolgação de ver o ídolo ali, acessível. Brett, por exemplo, relata a primeira experiência que teve com Darby Crash, do The Germs. Em suas próprias palavras, foi como se ele estivesse vendo o Jim Morrison andando pela Sunset Strip, conhecendo um semideus em seu habitat natural. Após tantos anos e sua própria contribuição com a cena musical, isso não acontece mais, porém, naquela época, quando tudo era novidade e eles estavam se conhecendo não só como indivíduos mas como participantes da mesma verve, ter o ídolo assistindo seu show era algo de outro mundo. A conversa não foi muito longa, mas Brett chegou a perguntar a Darby sobre o que tinha acontecido durante as filmagens do clássico documentário The Decline of Western Civilization, de 1981, onde o vocal do Germs deixou de cantar as músicas. A resposta foi um tanto gélida e categórica, e ele simplesmente disse que tinha esquecido das letras. Pouco depois, Darby faleceu devido a uma overdose de heroína com apenas 22 anos, um dia antes da

Rolling Stones lança single em vinil sob nome de Cockroaches
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15/04/2026

Rolling Stones lança single em vinil sob nome de Cockroaches

The Rolling Stones divulgou o single “Rough & Twisted” apenas em disco de vinil, sob o pseudônimo The Cockroaches – nome usado anteriormente por Mick Jagger e companhia. A ação aconteceu de forma discreta, sem presença nas plataformas digitais. O lançamento fez parte de uma campanha secreta. Na última semana, um vídeo promocional apareceu em um perfil do Instagram chamado “thecockroaches2026”. Na legenda, a frase “64 e contando” fazia alusão aos anos de estrada da banda desde sua formação. A banda já havia instigado o público com pistas e referências ao nome fictício com um código QR que direcionava os fãs para um novo site, com direitos autorais pertencentes à gravadora dos The Rolling Stones, a Universal Music. O compacto saiu no último sábado em edição extremamente limitada a mil cópias, distribuídas em lojas selecionadas. Agora, uma versão completa de “Rough & Twisted” foi disponibilizada online. “Rough & Twisted” mantém a essência clássica do grupo. O single é a primeira amostra do novo álbum, ainda sem título, com lançamento previsto para julho. Será o primeiro trabalho completo da banda desde Hackney Diamonds (2023). View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: ‘Hackney Diamonds’ é o último álbum dos Rolling Stones? Via: WikiMetal

Geddy Lee (Rush) fumou o primeiro cigarro do tinhoso aos 13 anos: “Alex que me deu”
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15/04/2026

Geddy Lee (Rush) fumou o primeiro cigarro do tinhoso aos 13 anos: “Alex que me deu”

Geddy Lee e Alex Lifeson são os criadores e donos do Rush, além disso, os dois são amigos de infância. Como cresceram juntos, os caras compartilharam muitas experiências, bagunças, risadas e tudo mais que o valha. É importante ressaltar que, mesmo com mais de quatro décadas de convivência na estrada, o que exerce forte pressão nas pessoas a ponto de brigar e parar de se falar, Geddy e Alex são bons amigos até hoje. Em nova conversa com a revista Prog, Lee lembrou um fato excêntrico de sua juventude, que foi fumar o cigarro do tinhoso. “[Lifeson] foi quem me apresentou a isso”, contou o canadense. “Eu tinha 13 anos e tocava em outra banda cujo baterista era fanático pelo The Who. Ele sonhava em estar no The Who. Eu e Alex estávamos juntos, aí ele me deu meu primeiro baseado. Fiquei muito chapado”. “Eu estava louco e tinha que ir para o ensaio”, lembrou Lee. “Cheguei na casa do outro colega, ele olhou para mim e disse: ‘Olha esses seus olhos, cara. Você está chapado’? Ele estava surtando, como você esperaria que seus pais surtassem”. “Eu pensei: ‘Que droga, cara! Alex, esse cara é um saco’. “Eu disse: ‘Preciso ir para casa. Como faço para me recuperar disso’? Ele falou para eu beber Coca-Cola, que ia me acalmar. Então, nós meio que nos aproximamos por causa da maconha”, completou em tom de ironia. E por falar em Geddy Lee e Alex Lifeson, a dupla reativou o Rush após onze anos de hibernação! Os caras estarão na estrada com a turnê Fifty Something, que começará em Los Angeles no dia 7 de junho. O grupo se apresentará na América do Norte, América do Sul, Reino Unido e Europa, encerrando a turnê em 10 de abril de 2027, em Helsinque, capital da Finlândia. Via: Rockbizz

Se as pessoas soubessem o íntimo da cena metal, todo mundo seria cancelado, segundo Alex Terrible
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15/04/2026

Se as pessoas soubessem o íntimo da cena metal, todo mundo seria cancelado, segundo Alex Terrible

Alex Terrible, vocalista do grupo russo Slaughter to Prevail, participou de uma sessão de Q&A – Questions and Answers (perguntas e respostas) pelo Instagram. Um dos internautas o questionou sobre o íntimo da cena metal, sobre o que os fãs desconhecem. O grandalhão não cedeu detalhes, mas disparou com todas as letras que o público iria cancelar todos os artistas. “O que existe na indústria musical, especificamente no metal, que é desconhecido do público? Isso é uma ótima pergunta. Se todas as pessoas infelizes que passam o dia inteiro na internet sem vida pessoal, discutindo sobre quem está usando cueca de que cor e quem disse algo errado, soubessem o que está acontecendo na indústria com seus artistas favoritos ou com pessoas em geral, elas teriam que cancelar absolutamente todo mundo”. Os bastidores da cena metal e rock são repletos de indivíduos ambiciosos, egos hiperbólicos e vaidades que passam a intensidade de cinco sois. Isso é chover no molhado, todo mundo sabe e exemplos vemos facilmente nas rede sociais e em entrevistas. Talvez o que as pessoas não saibam é que alguns músicos e artistas têm medo de cancelamento, por isso tentam vender a imagem de bom moço, amigão da galera e vítima de empresários e colegas de trabalho, mas, por trás da máscara, o indivíduo é um carcinoma que destrói tudo e todos que estejam ao seu alcance. Via: Rockbizz

Venom lança novo single e anuncia evento oficial em São Paulo
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14/04/2026

Venom lança novo single e anuncia evento oficial em São Paulo

Venom lançou nesta terça-feira, 14, o novo single, “Kicked Outta Hell”. A faixa que integrará o álbum Into Oblivion, com lançamento marcado para dia 1º de maio, é descrita como “ferozmente thrash” e que apresenta uma abordagem moderna e brutal, apesar de também trazer elementos do Venom clássico. Sobre a música, Cronos comenta: “Essa aqui sou eu me divertindo. Estou me colocando acima do Diabo na letra, o que acho um toque interessante. O Diabo está irritado com a gente!”. Dante acrescenta: “Você não vai ficar no inferno, cai fora!”. Rage completa: “É uma das músicas mais pesadas do álbum, direta e esmagadora.” Into Oblivion é o décimo sexto álbum de estúdio do Venom e conta com a formação de longa data: Cronos (baixo/vocais e membro fundador), Rage (guitarra) e Dante (bateria). O disco marca o primeiro material inédito desde Storm The Gates (2018). Into Oblivion reúne treze faixas que trazem a assinatura do Venom: pesadas, malignas e cativantes. O álbum combina o som clássico dos anos 80 com uma abordagem mais moderna e progressiva, sem perder a essência incendiária e sombria da banda. Evento especial de audição acontecerá em São Paulo Para celebrar o lançamento de Into Oblivion, o Venom realizará diversas audições do álbum ao redor do mundo, inclusive no Brasil, em São Paulo. O evento será na véspera do lançamento, quinta-feira, 30 de abril. Os fãs receberão brindes e a chance de ganhar discos de vinil test pressings autografados em cada evento. Em São Paulo, o evento acontece no The Metal Bar (R.Artur De Azevedo, 637 – Cerqueira Cesar) a partir das 18h com entrada gratuita. Mais informações serão divulgadas nas redes sociais da banda antes do evento. LEIA TAMBÉM: Torture Squad anuncia shows com Venom Inc. em turnê europeia Via: WikiMetal

Liam Gallagher reage com ironia a entrada do Oasis no Rock and Roll Hall of Fame
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14/04/2026

Liam Gallagher reage com ironia a entrada do Oasis no Rock and Roll Hall of Fame

O vocalista Liam Gallagher reagiu com ironia a entrada do Oasis no Rock and Roll Hall of Fame. A lista dos homenageados de 2026 ainda inclui nomes famosos como Phil Collins, Iron Maiden, Joy Division/New Order e Billy Idol. Tempos atrás o britânico deu a entender que não poderia se importar menos com a presença do Oasis no Rock n’ Roll Hall of Fame. Ele pediu para os fãs não votarem na eleição popular e disse que o prêmio era vergonhoso. Apesar disso, o Oasis vai entrar na festa “vergonhosa”. Pelo X, Liam escreveu: “Quero agradecer a todos que votaram em nós. É uma verdadeira honra. Desde pequeno, quando cantava no chuveiro, sonhava em um dia estar no Rock and Roll Hall of Fame. É verdade o que dizem: tudo é possível se você tem um sonho”. I wanna thank all the people who voted for us it’s a real honour ever since I was a little kid and singing in the shower I’d dream about 1 day being in the RnR hall of fame it’s true what they say anything is possible if you have a dream LG x — Liam Gallagher (@liamgallagher) April 14, 2026 Esta é a primeira vez que o Oasis se tornou elegível para entrar no Rock n’ Roll Hall of Fame. Além dos grupos de rock e metal, Mariah Carey e Shakira também estavam concorrendo por uma vaga na festa do “rock”. Via: Rockbizz

Soulfly lança videoclipe animado para single “Favela/Dystopia”
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14/04/2026

Soulfly lança videoclipe animado para single “Favela/Dystopia”

Soulfly lançou nesta terça-feira, 14, um videoclipe de “Favela/Dystopia”, faixa de seu álbum mais recente, Chama, que destaca Zyon Cavalera no comando da bateria. Dirigido por Matt Creeptoon, o vídeo oferece um retrato cru e direto da vida nas favelas brasileiras, capturando perfeitamente a realidade ríspida por trás de “Favela/Dystopia”. O vocalista e guitarrista Max Cavalera comentou: “É como se ‘O Estranho Mundo de Jack’ encontrasse ‘Cidade de Deus’! Este vídeo mostra as lutas dos brasileiros que vivem nas favelas, unido ao lado Thrash Metal do álbum Chama. Animação incrível de Matt Creeptoon!” Chama é mais uma prova impressionante da habilidade natural do compositor brasileiro Max Cavalera, em criar riffs pesados e ainda assim repletos de ritmo, um som que tornou sua assinatura musical reconhecida mundialmente. “É uma palavra brasileira que significa chama, fogo. Mas ela também pode significar um ‘chamado’. Tenho muito respeito por Alex Pereira, que usou Itsari como música de entrada no UFC. Chama foi inspirada por essa energia do momento. Esse álbum é o som do fogo do SOULFLY! Mal posso esperar para tocar essas músicas ao vivo para a Tribo! Chama!”, revelou Max Cavalera. LEIA TAMBÉM: Atreyu lança novo single com participação de Max Cavalera Via: WikiMetal

Rage cancela turnê pelo Brasil e nega baixa venda de ingressos como causa do cancelamento
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14/04/2026

Rage cancela turnê pelo Brasil e nega baixa venda de ingressos como causa do cancelamento

O alemão Rage cancelou a turnê pelo Brasil e negou a baixa venda de ingressos como causa do cancelamento. O grupo iria fazer três apresentações em nosso país – uma em Limeira e duas em São Paulo. A tour também incluiria shows na Argentina, Chile e Uruguai. Em sua conta oficial no Instagram, a banda explicou a decisão de anular a turnê: “É com o coração muito pesado que anunciamos o cancelamento da nossa turnê pela América do Sul. Apesar da venda de ingressos estar incrível e alguns shows estarem quase esgotados, infelizmente estamos enfrentando circunstâncias nos bastidores que nos impediram de pegar a estrada e visitar seus lindos países. Durante meses e meses, fizemos o possível para que desse certo, mas infelizmente não foi possível. É responsabilidade dos promotores locais reembolsar os ingressos e esperamos que vocês recebam esse reembolso o mais rápido possível”. “Nós vamos nos manter saudáveis ​​e esperamos que nossos caminhos se cruzem novamente no futuro”, encerrou o grupo. O álbum mais novo do Rage é A New World Rising, que saiu no dia 26 de setembro de 2025 pela SPV/Steamhammer. De acordo com o grupo, o trabalho é bem diverso, com toques de thrash metal e muita melodias e solos de guitarra. A New World Rising está disponível em vários formatos diferentes como CD, CD digipak, vinil preto, vinil gatefold, vinil colorido (azul), vinil + camiseta, CD + camiseta, boxset e digital (download e streaming). O conjunto alemão conta com os trabalhos de Peavy Wagner (vocal e baixo), Jean Bormann (guitarra) e Vassilios “Lucky” Maniatopoulos (bateria). Via: Rockbizz

Reunião com Angra não é só para fazer dinheiro; é um reencontro real, segundo Edu Falaschi
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14/04/2026

Reunião com Angra não é só para fazer dinheiro; é um reencontro real, segundo Edu Falaschi

Como todo o planeta – quiçá o universo – sabe, o Angra vai se reunir com a formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não conhece ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Porém, muita gente tem reticências sobre o teor de tal volta. Há fã que bate na tecla que é sobre dinheiro, mas tem gente que acredita que é sobre amizade e reconciliação entre os caras, em especial entre Falaschi e Bittencourt, que não se falavam há anos. Em conversa com o pessoal do Lado A Podcast, Edu comentou que a reunião com Angra não é só para fazer dinheiro; é um reencontro real. “A gente está no momento certo, que é de reconciliação”, começou o cantor. “E tinha que ser de verdade. Grana é legal, marketing é importante pra caramba, mas tinha que ser de verdade. Eu sou muito ligado no que é de verdade, porque sei o quanto é importante para mim e para várias pessoas o que construí na minha carreira”. Ele continuou: “E celebrar esse momento que foi o meu ápice até então da minha carreira, eu queria que fosse de uma forma profunda, real e de verdade, e não fazer uns shows, ganhar uma grana e pronto”. “A reunião tinha que ser nesse momento e do jeito que está sendo. Rafael e eu nos reencontramos como amigos. Então, essa reconciliação e estar no palco com os caras de novo é algo muito profundo”, completou Falaschi. Confira o bate-papo na íntegra no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Space Jam e rock reforçam ligação entre música, esporte e apostas em 2025
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14/04/2026

Space Jam e rock reforçam ligação entre música, esporte e apostas em 2025

A relação entre música e esporte segue como um dos pontos de encontro mais consistentes da cultura pop. Em diferentes contextos, trilhas sonoras ajudam a construir a identidade de modalidades e eventos, mantendo essas práticas em circulação constante entre público e plataformas digitais. “Space Jam”, lançada em 1996, permanece como um dos exemplos mais reconhecidos dessa conexão. Associada diretamente ao universo da NBA, a faixa se consolidou como trilha recorrente em transmissões, conteúdos esportivos e ações comerciais ligadas ao basquete. Mesmo décadas após o lançamento, a música segue sendo utilizada como referência sonora para o esporte. No cenário das apostas, dados recentes de uma bet apontam o basquete como a segunda modalidade com maior adesão entre os usuários. A presença do esporte em trilhas sonoras e produções audiovisuais contribuiu para ampliar sua visibilidade, refletindo também no interesse de apostas mais comuns da NBA, como total de pontos e handicap nas partidas da NBA. O diálogo com a música também aparece em outros gêneros. No rock, “Ace of Spades”, do Motörhead, utiliza cartas e apostas como elemento central, enquanto “The Gambler”, de Kenny Rogers, constrói uma narrativa baseada em decisões e probabilidades. Essas composições, ainda que não tratem diretamente do esporte, ajudam a reforçar um imaginário ligado a risco e estratégia, conceitos que também fazem parte da leitura esportiva. Outros artistas também utilizaram elementos semelhantes em suas composições. Canções que mencionam jogos de cartas, sorte ou imprevisibilidade aparecem em diferentes gêneros e períodos, reforçando como esse repertório simbólico se mantém presente. A presença dessas referências não se limita ao rock clássico. Em diferentes contextos, inclusive em trilhas associadas a transmissões esportivas, a música continua sendo utilizada como elemento de identificação e engajamento. Em alguns casos, a escolha sonora contribui para reforçar narrativas específicas de modalidades ou competições. O avanço das plataformas digitais também influencia esse cenário. Com maior acesso a conteúdos e transmissões, o público passa a consumir esporte e música de forma simultânea, como pelo YouTube e playlists do Spotify, ampliando o alcance de ambos. Nesse ambiente, as apostas aparecem como um elemento adicional, com crescimento gradual e comportamento ainda concentrado em esportes tradicionais. A combinação entre música, esporte e apostas, portanto, não representa um movimento isolado, mas parte de uma construção cultural contínua. Ao longo dos anos, diferentes linguagens passaram a se sobrepor, criando conexões que seguem sendo atualizadas conforme novos formatos e plataformas se consolidam. Via: WikiMetal

Tom Dumont, guitarrista do No Doubt, revela diagnóstico de Parkinson
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13/04/2026

Tom Dumont, guitarrista do No Doubt, revela diagnóstico de Parkinson

O guitarrista do No Doubt, Tom Dumont, revelou seu diagnóstico de doença de Parkinson, apenas algumas semanas antes dos shows no Sphere, em Las Vegas, Estados Unidos. Em uma mensagem de vídeo postada no Instagram, Dumont, que se juntou ao No Doubt em 1988, falou sobre sua saúde. “Há alguns anos, comecei a apresentar vários sintomas”, explicou o guitarrista. “Fui ao meu médico, fui a um neurologista, fiz uma série de exames e fui diagnosticado com doença de Parkinson de início precoce. Tem sido uma luta, é uma luta diária.” “A boa notícia é que ainda consigo tocar, ainda consigo tocar guitarra”, ele continuou. “Tenho estado muito bem. Tenho me inspirado muito em outras pessoas que vieram a público falar sobre seus problemas de saúde nas redes sociais e coisas do tipo. Acho que isso ajuda a diminuir o estigma e, obviamente, aumenta a conscientização, que é muito importante para a prevenção e para a pesquisa.” Apesar do diagnóstico, Dumont confirmou que ainda participará da residência do No Doubt no Sphere, que começa em 6 de maio. A doença de Parkinson é um distúrbio neurodegenerativo progressivo que afeta os movimentos. Embora os avanços médicos tenham ajudado milhões de pessoas a controlar os sintomas, ainda não há cura para a doença. Ozzy Osbourne, Neil Diamond e Linda Ronstadt estão entre os outros músicos famosos que foram diagnosticados com a doença. Via: Rockbizz

Gary Holt sobre o Metallica: “Acho que o Exodus esmaga eles”
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13/04/2026

Gary Holt sobre o Metallica: “Acho que o Exodus esmaga eles”

Em entrevista à Metal Hammer España, o guitarrista do Exodus, Gary Holt, falou sobre sua relação com o Metallica. Segundo ele, sua banda atualmente “esmaga” o grupo liderado por James Hetfield. O músico respondeu que cada grupo “tomou suas decisões musicais” e que o Metallica “era o maior” nome da cena do thrash metal na década de oitenta. Holt ainda elegeu Master of Puppets como o “melhor álbum de metal já feito”. “Cada um toma suas próprias decisões musicais. O Metallica era o melhor de todos nós. Quer dizer, eu não acho mais isso. Acho que o Exodus esmaga eles, mas essa é apenas a minha humilde opinião. Mas Master Of Puppets, para mim, é o melhor álbum de metal já feito. Eu adoro. Tenho inveja, esse álbum é muito bom. Me dá inveja. Algumas pessoas preferem Ride The Lightning. Eu acho que Master Of Puppets é uma obra-prima”, comentou [transcrição via Metal Injection] Na conversa, Holt ainda comentou sobre a explosão comercial obtida pelo Metallica entre o final dos anos 80 e início dos anos 90 e o efeito que isso ocasionou dentro da cena. Gary afirmou que o Exodus “fez seu próprio som” e “tenta ao máximo” não ser como a banda em questão. “Acho que as bandas de thrash que vieram depois de nós — porque, obviamente, as duas primeiras na Bay Area fomos o Metallica e nós — estavam realmente tentando imitar o que eles faziam. É por isso que a maioria delas começou a fazer baladas e a seguir um pouco o modelo, enquanto nós meio que fizemos o nosso próprio som. E, para o bem ou para o mal, tomamos nossas próprias decisões. Tentamos ao máximo não ser como eles”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Exodus: Gary Holt desabafa sobre realidade financeira das bandas de metal Via: WikiMetal

KISS anuncia show em evento especial do Kiss Army
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13/04/2026

KISS anuncia show em evento especial do Kiss Army

O KISS anunciou um show especial durante a segunda edição do KISS Kruise: Landlocked In Vegas, em novembro. Paul Stanley confirmou o vento durante um encontro com fãs. Segundo Stanley, a experiência KISS Kruise, em novembro passado, agradou o grupo. “Quando fomos abordados pela primeira vez com a ideia de fazer um cruzeiro, eu pensei: ‘Quem vai querer ir em um cruzeiro do KISS?’ E tivemos pessoas de 33 países diferentes do mundo em todas às vezes que fizemos um cruzeiro. Foi incrível. Mas a parte mais louca é que, com o passar dos anos, todo mundo começou a fazer cruzeiros, então não conseguimos um navio na maioria das vezes. Então, no ano passado, eu disse: ‘Bem, vamos fazer um KISS Kruise: Landlocked In Vegas.’ Fizemos isso, e foi muito divertido”, revelou Stanley [transcrição via Babbermouth]. Stanley afirmou que a próxima edição será ainda maior: “Ter a banda tocando foi incrível e ver todo mundo foi ótimo. E essa foi a primeira vez. Faremos de novo no próximo ano. Será em novembro. E por melhor que tenha sido aquela, esta vai ser muito melhor, porque aprendemos conforme fazemos. E o próximo vai ser sensacional. Quer dizer, mal podemos esperar para tocar, e mal podemos esperar para ter as bandas que teremos e estar com vocês de novo. Então, façam as malas”. A banda irá anunciar mais detalhes sobre o KISS Kruise: Landlocked In Vegas em breve. A edição passada aconteceu de 14 a 16 de novembro, no Virgin Hotels, em Las Vegas, e contou com a formação completa do KISS, além de shows de Quiet Riot, Stephen Pearcy, Warren DeMartini e Sebastian Bach. LEIA TAMBÉM: Vinnie Vincent, ex-KISS, anuncia novo álbum à venda por US$ 2 milhões Via: WikiMetal

David Lee Roth aparece no Coachella e canta Van Halen com Teddy Swims
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13/04/2026

David Lee Roth aparece no Coachella e canta Van Halen com Teddy Swims

David Lee Roth fez uma participação surpresa no Coachella Valley Music and Arts Festival 2026, na última sexta-feira, 10. O ex-vocalista do Van Halen subiu ao palco durante o show de Teddy Swims para cantar o clássico “Jump”. Swims disse à plateia: “Meu Deus! É o David Lee Roth da melhor banda de todos os tempos, Van Halen!”. David entrou vestido com um colete de couro e calças justas para apresentar uma versão descontraída de “Jump”. Durante a performance, ele e Swims brincaram com pequenos erros e riram no palco. O momento fez parte de um set especial do artista pop Teddy Swims, onde o palco foi montado como um apartamento cenográfico, com porta e campainha. Cada participação surpresa apareceu como se estivesse “entrando” na casa. Antes de Roth, outros convidados apareceram, como Joe Jonas, que cantou um sucesso dos Jonas Brothers, e Vanessa Carlton apresentou o hit “A Thousand Miles”. O Coachella 2026 aconteceu de 10 a 12 e de 17 a 19 de abril no Empire Polo Club em Indio, Estados Unidos. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: David Lee Roth zomba da música de Sammy Hagar inspirada em sonho com Eddie Van Halen Via: WikiMetal

Andreas Kisser (Sepultura) conta que amou tocar com Ivete Sangalo e não tem vergonha dessa conexão
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13/04/2026

Andreas Kisser (Sepultura) conta que amou tocar com Ivete Sangalo e não tem vergonha dessa conexão

Na noite do dia 20 de dezembro de 2023, o heavy metal se uniu ao axé! O guitarrista e líder do Sepultura, Andreas Kisser, subiu no palco da cantora baiana Ivete Sangalo, em show realizado no Maracanã, Rio de Janeiro, em celebração aos trinta anos de carreira de Veveta. Trocando uma ideia com o apresentador Igor 3K, do canal Flow, Andreas Kisser contou que amou tocar com Ivete Sangalo e não tem vergonha dessa conexão. “Por que amo tocar com músicos? Toquei com Ivete Sangalo e toquei com Samuel Rosa (Skank), e toco com uma galera. Eu toco por que é música brasileira e o heavy metal faz parte disso. A gente não tem que ter vergonha de tocar e ter essa conexão, porque o Brasil é maior do que qualquer gosto musical e pessoal”. Kisser completou: “O Sepultura está aqui há quarenta e dois anos porque absorveu os estilos da música brasileira. Nós fomos influenciados por Chico Science, Carlinhos Brown, Tropicalismo, Novos Baianos e Raimundos. Foram bandas que nos influenciaram a trazer mais uma brasilidade para a música. Tudo isso está na nossa música. Isso é Brasil”. “E não porque a gente canta em inglês que não somos uma banda brasileira. Isso para mim é um nacionalismo burro e limitado”, ressaltou. “A gente fala das coisas do Brasil. O Roots é cantado em inglês, mas fala das coisas do Brasil. Ele fala da nossa cultura, miscigenação e diversidade. Colocamos uma tribo de Chavantes, Carlinhos Brown e heavy metal juntos e de forma natural. Roots é um disco muito honesto e vivo”, concluiu Andreas. Via: Rockbizz

Scorpions compartilha performance Seventh Sun registrada no Madison Square Garden
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12/04/2026

Scorpions compartilha performance Seventh Sun registrada no Madison Square Garden

O Scorpions compartilhou a performance Seventh Sun registrada no Madison Square Garden. A gravação aconteceu no dia 06 de maio de 2022 durante o histórico concerto para celebrar os 50 anos do conjunto. E por falar no lendário grupo alemão, a Scorpions – Coming Home To Las Vegas vai acontecer entre os dias 17 de setembro e 03 de outubro, com a participação especial do Buckcherry. A nova residência sucede as três temporadas anteriores: Scorpions – Sin City Nights (2022), Love At First Sting Las Vegas (2024) e Scorpions – Coming Home To Las Vegas 60th Anniversary Las Vegas Residency (2025). Em entrevista a rádio KPTV FOX 12, o frontman Klaus Meine comemorou a nova conquista da banda e destacou que o Scorpions sempre foi uma banda incrível ao vivo. “Fazer uma nova residência em Vegas é um pouco surreal. Temos mais de 60 anos de estrada. É uma loucura. Quando começamos, não tínhamos ideia de que duraríamos tanto tempo. Naquela época, no final dos anos 60 e 70, a ideia de longevidade era chegar a mais um ano. Mas quando chegamos aos 30, ficamos felizes. Mas não tínhamos ideia de que isso nos acompanharia por toda a vida. É fantástico”. O vocalista acrescentou: “Acho que o Scorpions sempre foi uma banda incrível ao vivo, e ainda somos. Hoje em dia, com Paweł [Mąciwoda] no baixo e Mikkey Dee na bateria, somos uma banda muito poderosa, mas tudo se resume à composição. Quando você pensa em Still Loving You, Rock You Like A Hurricane e Wind Of Change, elas ainda são relevantes. Músicas como Rock You Like A Hurricane, as gerações mais jovens ouvem uma faixa como essa em Stranger Things. Então, tocar para três gerações depois de todos esses anos é maravilhoso, e é um grande elogio também para a composição”. Via: Rockbizz

“Fã de metal não quer azarar a mulher do outro, ele quer gritar 666 com Bruce Dickinson”, analisa Andreas Kisser (Sepultura)
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12/04/2026

“Fã de metal não quer azarar a mulher do outro, ele quer gritar 666 com Bruce Dickinson”, analisa Andreas Kisser (Sepultura)

Para a maioria das pessoas o heavy metal é um estilo musical barulhento e feito por músicos com cara de mal. No entanto, sabemos que isso é apenas um estereótipo perpetrado pelos grandes veículos de mídia. Mesmo com a torcida contra, o estilo é uma força no mercado fonográfico, gera bastante grana e está firme e forte lotando arenas e até estádios ao redor do mundo. Durante nova entrevista ao canal Flow, Andreas Kisser, líder e guitarrista do Sepultura, enalteceu o público metal. Ele fez questão de ressaltar a fidelidade da galera e o apoio vital que faz toda a engrenagem do estilo funcionar. “O fã de heavy metal é mais fiel que existe! Ele não gosta de comprar produto pirata, ele quer o vinil oficial e a camiseta oficial. E é por isso que o Iron Maiden, KISS, Sepultura têm tantos produtos. Fã de heavy metal gosta de colecionar. A gente ama heavy metal, gostamos de ter o picture disc ou a toalha com o Eddie do Iron Maiden para ir para praia. Isso deixa o business forte, porque a grana vai para onde tem que ir, que é a banda, empresário e gravadora”. Andreas aprofundou sua análise e falou sobre o comportamento do público metal nos shows e eventos. “O fã de heavy metal é organizado e respeitoso, ele não está ali para ficar azarando a mulher do outro ou ficar querendo mostrar golpe de jiu-jitsu. Ele quer gritar 666 com Bruce Dickinson, cantar, curtir e respeitar. Onde você vai no mundo e vê equipes de segurança que trabalham em locais de diferentes estilos, eles sempre falam que o pessoal do heavy metal é o mais tranquilo. O pessoal gosta da música e entrar na história que estão contando no palco. A galera quer fazer parte daquilo. O heavy metal une galera do mundo inteiro”. Via: Rockbizz

Bob Daisley classifica o tratamento que recebeu do clã Osbourne como “um absurdo”
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11/04/2026

Bob Daisley classifica o tratamento que recebeu do clã Osbourne como “um absurdo”

Bob Daisley, 76 anos, é um dos grandes baixistas, letristas e arranjadores da cena rock n’ roll e heavy metal. O artista australiano emprestou seu talento a nomes como Ozzy Osbourne, Uriah Heep, Rainbow, Black Sabbath, entre outros. Apesar de seu trabalho ter sido vital para a carreira solo de Ozzy, ele precisou brigar na justiça por créditos e royalties não recebidos. Conversando com a revista Bass Player, Bob Daisley classificou o tratamento que recebeu do clã Osbourne como “um absurdo”. “Achei um absurdo Rudy Sarzo ser creditado em Diary of a Madman! Foi um verdadeiro absurdo, um verdadeiro crime contra mim e Lee Kerslake [bateria]. Eu trabalhei duro naquele álbum, assim como faço em todos os álbuns em que estive envolvido. Meu envolvimento foi tanto na parte de tocar e compor quanto na produção. Portanto, ver todo o meu trabalho duro ser creditado a alguém que não teve nada a ver com aquilo foi de partir o coração, e o mesmo vale para Lee”. Bob acrescentou: “Eu me lembro do dia em que Lee e eu vimos aquele álbum e aqueles créditos errôneos pela primeira vez. Aquilo foi como um soco no estômago. Eu aoraria ver os créditos devidos naquele álbum antes de eu partir”. A disputa nos tribunais entre Bob Daisley e família Osbourne – Blizzard Music Limited – terminou em 2016. Mas, por pela forma que o baixista se posicionou, ele está pronto para mais um round de batalhas legais para que seu nome tenha o merecido reconhecimento. Via: Rockbizz

“Sou a pessoa mais ambiciosa que eu conheço e gosto de desafio”, assume Rafael Bittencourt
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11/04/2026

“Sou a pessoa mais ambiciosa que eu conheço e gosto de desafio”, assume Rafael Bittencourt

O ambiente em uma banda nunca é fácil, porque o ser humano é uma raça complexa! Algumas pessoas, no entanto, conseguem contornar bem os desafios que surgem pelo caminho e os estragos não são tão graves. Isso não é regra, visto que há muitos músicos que são deveras difíceis de trabalhar e aturar, o que coloca todo o projeto em risco. E o que não faltam no rock e metal são exemplos de brigas, falatórios, troca de pontapés e socos e processos para todos os lados por conta dos famigerados choques de personalidades e objetivos. Metallica, KISS, Iron Maiden, Black Sabbath, Sepultura, Angra, AC/DC, Judas Priest, Nightwish, Yes, Jethro Tull e Scorpions são alguns nomes que já enfrentaram problemas entre os músicos. Em nova conversa com a galera da Billboard, Rafael Bittencourt, dono do Angra, teceu alguns comentários sobre sua personalidade. O roqueiro não se aprofundou no assunto, mas citou três características que julga se destacar em seu perfil. “A minha personalidade tem: gosto de desafio, sou ambicioso – sou a pessoa mais ambiciosa que eu conheço – e sou paciente. Sou ambicioso, mas tenho muita paciência para conquistar as coisas, então gosto de desafio”. Bittencourt seguiu recordando alguns fatos históricos da banda como a saída do vocalista Andre Mato para exemplificar sua característica de paciente. “Saiu o Andre, vamos lá! Sempre olhando o lado bom, vamos viver mais porque, antes do Andre sair…Andre era o gênio, né? Era um grande gênio mesmo, mas agora é minha oportunidade de mostrar que tudo tem. Todo gênio precisa precisa de um parça à altura. Kiko [Loureiro] saiu…Em termos musicais foi um peso grande. Saiu Edu [Falaschi], era o vocalista e as pessoas amavam ele. Essas coisas não são desafios? Mas bora, bate no peito e vai”. Eis o bate-papo completo no tocador logo a seguir: Via: Rockbizz

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá param de se falar por incompatibilidades ideológicas
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11/04/2026

Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá param de se falar por incompatibilidades ideológicas

Os dois integrantes vivos da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos (guitarra) e Marcelo Bonfá (bateria), pararam de se falar por incompatibilidades ideológicas. Vale lembrar que perdemos Renato Russo (vocal) e Renato Rocha (baixo) em outubro de 1996 e fevereiro de 2015, respectivamente. Durante bate-papo com o jornalista Samuel Bizachi, do jornal Zero Hora, o baterista apontou os anos de convivência intensa como um dos fatores para que os desacordos ficassem insustentáveis e a relação chegasse ao fim. É importante dizer que a dupla estava na estrada há anos revisitando o catálogo da banda, que foi um dos principais nomes do rock brasileiro dos anos 1980. “Foram anos de convivência e descobrimos algumas incompatibilidades, achamos melhor acabar ali mesmo. A gente até tinha planejado terminar antes, mas estendeu mais um ano, foi além do planejado”, explicou Marcelo. “Estendeu por várias razões: era uma corporação, cheia de gente, equipe enorme. E culminou nessas incompatibilidades. Algumas incompatibilidades ideológicas e afins e várias coisas, sabe? E aí a gente meio que está afastado”, acrescentou. Atualmente, o baterista está fazendo a promoção de sua autobiografia em quadrinhos, Minha Banda Preferida de Todos os Tempos, que saiu pela Brasa Editora. Marcelo Bonfá, que escreveu e ilustrou todo o conteúdo, tem o objetivo de rememorar sua carreira ao lado da Legião Urbana com riqueza de detalhes. Dado Villa-Lobos também se mantém ativo no mercado artístico! O guitarrista participou do show de Herbert Vianna na Brava Arena Jockey, no Rio de Janeiro, e fez som com Humberto Gessinger, que é a faixa Adeus Bem-vinda. E tem mais, pois ele integrará um tributo ao legado de Renato Russo ao lado da banda Capital Inicial no Rock In Rio 2026. Via: Rockbizz