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10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kypra, Murdery e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Folk Metal “Itinere Inferi” – Kypra País: Itália Para quem gosta de: Death Metal “Killing Grandma” – Murdery País: Polônia Para quem gosta de: Metal Moderno “Biomass” – Alex Sandra País: Estados Unidos “She’s Totally Down” – Creeps País: República Tcheca Para quem gosta de: Rock “The Vampire” – De La Rocka País: Finlândia Para quem gosta de: Hard Rock “Goin’ For a Ride” – Tanguy País: Estados Unidos Para quem gosta de: Power Metal “Eco del Alma” – Hijos de Overón País: Espanha Para quem gosta de: Metal Sinfônico “Mother of Dawn” – Inception of Eternity País: Alemanha Para quem gosta de: Rock Alternativo “Pawns” – Jeremy and the Rooster País: Estados Unidos Para quem gosta de: Rock Progressivo “Dance of the Afghan jinn” – Terra Chroma País: Austrália LEIA TAMBÉM: Black Veil Brides lança “Revenger” com Machine Head: “Nos defenderam desde o início” Via: WikiMetal

Sharon Osbourne entra em acordo com ex-empresário do Black Sabbath e recupera demos do Earth
Tempos atrás Sharon Osbourne escancarou o oportunismo e extorsão de Jim Simpson, primeiro empresário do Black Sabbath. Ela contou que Jim estava tentando lucrar com a morte de Ozzy Osbourne e se apropriar de demos gravadas pela banda enquanto estavam sob sua gestão. A boa nova é que Sharon Osbourne entrou em acordo com ex-empresário do Black Sabbath e recuperou demos do Earth – embrião do Sabbath. “Podemos dizer que chegamos a um acordo com Jim Simpson e a banda agora tem as suas demos [do Earth] de volta. Pertence à banda! Todo esse material deveria ser deles. Então, tudo terminou bem. Sim, eles são os donos e vamos conversar sobre o que cada um quer fazer com isso, e veremos o que acontece”. Sharon também enfatizou a importância histórica dessas gravações e dos materiais adicionais recuperados. “Eu acho que é historicamente importante. Para os amantes da música desse gênero! E também conseguimos as fotos tiradas na época. Tudo isso é muito importante. Quer dizer, veja bem, você quer essas fotos. Os filhos e netos de todos os integrantes da banda adorariam ver. É especial”. “Estou feliz que as coisas estejam como deveriam estar, ou seja, com a banda, e que todos possam decidir o que querem fazer como banda, o que vão fazer com ela. E obrigada ao Jim. No fim das contas, ele fez a coisa certa. Ele fez o que era certo para a banda”, concluiu a empresária. Via: Rockbizz

Com o fim do Sepultura se aproximando, Derrick Green está formando uma nova banda
O Sepultura está na reta final da Celebrating Life Through Death Tour, que é – até o momento – a sua derradeira turnê. Com o fim do Sepultura se aproximando, Derrick Green está formando uma nova banda. O vocalista falou sobre os projetos futuros em conversa com o canal Heavy Matters: “Há tantas possibilidades, infinitas possibilidades. Sempre gostei de fotografia e continuarei gostando. Tenho me dedicado bastante ao mundo fitness, saúde e a esse mundo baseado em plantas, e continuarei me dedicando a isso. E continuarei fazendo música. Com certeza adoraria ter outra banda. E estou trabalhando nisso agora mesmo”. “Tentar me conectar com certas pessoas é como começar do zero! Bem, não necessariamente do zero, mas definitivamente é um desafio formar essa conexão com as pessoas novamente, com pessoas diferentes”, ressaltou. “Depois de estar em uma banda por tanto tempo, especialmente com Andreas [Kisser – guitarra] e o Paulo [Xisto Pinto Jr. – baixo] por tantos anos, desde 1998. É interessante pensar no passado e agora estar onde estamos, onde é tipo, ‘Vou tentar encontrar outras pessoas para tocar junto’. É empolgante, tenho que dizer”, acrescentou. E falando em Derrick Green, o Sepultura acabou de lançar um novo EP The Cloud Of Unknowing pela Nuclear Blast Records. The Cloud Of Unknowing está disponível em vários formatos como vinil (vermelho, azul, cristal), vinil preto, CD e digital (streaming e download). Track listing de The Cloud Of Unknowing: 01. All Souls Rising02. Beyond the Dream03. Sacred Books04. The Place Via: Rockbizz

Reward The Scars, novo som do Korn, está na trilha sonora de Diablo IV: Lord Of Hatred
Reward The Scars, novo som do Korn, está na trilha sonora de Diablo IV: Lord Of Hatred, que é uma expansão do game que encerra com maestria a chamada Era do Ódio. O produto chegará ao mercado no dia 28 de abril e estará disponível para XBox One, Xbox Series X S, Playstation, Battlenet e Steam. Reward The Scars é a primeira faixa de estúdio do Korn desde o lançamento do álbum Requiem em fevereiro de 2022. O LP, que teve produção de Chris Collier e da própria banda, estreou em 1º lugar na parada de álbuns de Hard Rock da Billboard. A banda vendeu o equivalente a 23 mil unidades na semana de 04 a 10 de fevereiro de 2022, segundo a Billboard. Desse total, 20 mil unidades foram vendas de álbuns físicos. Requiem também alcançou o 2º lugar nas paradas Top Rock Albums e Top Alternative Albums. Na Billboard 200, que engloba todos os estilos, o álbum chegou à 14ª posição. E por falar no conjunto, os caras estarão em turnê pela América do Sul a partir do dia 02 de maio, com passagens pelo Paraguai, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Depois disso, eles tirarão um tempo para descansar ante de embarcar numa nova tour pela Europa. Via: Rockbizz

Black Veil Brides fala sobre vingança no novo som Revenger
O Black Veil Brides está falando sobre vingança no novo som Revenger. A música estará presente no novo e sétimo álbum do grupo, Vindicate, cujo lançamento será no dia 08 de maio pelo selo Spinefarm. A faixa, que conta com a participação especial de Robb Flynn, vocalista do Machine Head, retrata a vingança como fantasia e ilusão, acompanhando um autoproclamado vingador convencido de que a retribuição pode trazer justiça. Revenger demonstra ainda mais a versatilidade do Black Veil Brides, que tem em sua formação o vocalista Andy Biersack, os guitarristas Jake Pitts e Jinxx, o baixista Lonny Eagleton e o baterista Christian Coma. Sobre o som, Biersack disse: “Sempre me interessei pelo tipo de dilema ético que temos culturalmente ao aplaudir a justiça. Achei que seria um exercício interessante escrever letras a partir da perspectiva de alguém que está tentando encontrar a forma suprema de justiça”. O trabalho estará disponível em CD, CD digipak, vinil preto, vinil colorido (prata e translúcido) e digital (download e streaming). Track listing de Vindicate: 01. Invocation To The Muse02. Vindicate03. Certainty04. Bleeders05. Hallelujah06. Cut07. Alive08. Purgatory09. Revenger10. Sorrow11. Grace12. Ave Maria13. Woe & Pain14. Eschaton Via: Rockbizz

Black Veil Brides lança “Revenger” com Machine Head: “Nos defenderam desde o início”
Black Veil Brides lança nesta quinta-feira, 23, o novo single “Revenger” com participação do Machine Head. A faixa faz parte do álbum Vindicate, com lançamento marcado para 08 de maio. “Revenger” enquadra a vingança como fantasia e ilusão, seguindo um justiceiro solitário convencido de que a retribuição poderia trazer justiça. “Sempre estive interessado no tipo de dilema ético que temos culturalmente de torcer pela justiça”, comenta o vocalista Andy Biersack. “Achei que seria um exercício interessante escrever letras sob a perspectiva de alguém que está tentando buscar a forma definitiva de justiça. Como eu estava escrevendo a partir da voz de outra pessoa, parecia o tipo de música que seria melhor servida tendo a voz de outra pessoa na canção. Então, trouxemos Robb Flynn do Machine Head.” “A razão pela qual ele veio à mente primeiro foi, claro, sua voz, tonalidade e estilo, que achei perfeitos para isso. Ele também é alguém que foi um dos primeiros defensores reais do Black Veil Brides. Nos primeiros dias, quando estávamos sendo absolutamente detonados por todas as outras bandas de metal, Robb Flynn e o Machine Head nos defenderam e disseram coisas positivas sobre nós e mantiveram isso por anos e anos. Acho que é uma das minhas músicas favoritas no disco.” LEIA TAMBÉM: [EXCLUSIVA] Black Veil Brides fala sobre novo álbum e cancelamento de show no Brasil Via: WikiMetal

Blaze Bayley (ex-Iron Maiden) fala abertamente sobre sua decisão de parar de beber
Blaze Bayley, ex-vocalista do Iron Maiden, falou abertamente sobre sua decisão de parar de beber. Em entrevista exclusiva à revista Metal Hammer, o músico de 62 anos, que liderou a banda britânica de heavy metal de 1994 a 1999, revelou que está sóbrio desde junho de 2019 e que abandonou o álcool para se concentrar em sua saúde mental. “Fui diagnosticado com depressão há 25 anos e nem sabia o que era”, disse o cantor. “No fim, decidi que não queria mais tomar antidepressivos. Eu já havia parado de beber nos dias de show ou na véspera, mas quando estava fora de turnê, recaía no hábito de beber – fazendo coisas que não se deve, como beber sozinho, então decidi parar de vez.” E acrescentou: “Não sou um alcoólatra inveterado que consegue beber uma garrafa de vodca por dia, mas não existe uma parte de mim que pense: ‘Ah, não me importo de não beber hoje’, o que é um problema.” Bayley aconselha as pessoas que possam ter problemas com álcool a “tentarem parar e darem seis meses”. “No primeiro ano, eu meio que não dei muita importância, mas no segundo ano, olhando para trás, vi o rastro de destruição que deixei e não era nem de perto tão grande quanto quando eu bebia”, continuou ele. “Eu não conseguia parar de pensar em todas as decisões ruins que tomei enquanto bebia.” Após parar de beber, o cantor disse que se sente mais livre e explicou: “Posso subir na minha moto e pilotar a qualquer hora do dia ou da noite. Posso ir a qualquer lugar porque não estou bêbado, então nunca estou numa situação em que não possa pilotar. Tenho gasolina em vez de bebida. Para qualquer pessoa com problemas de saúde mental que sofra de depressão – experimente. Gostaria de ter parado de beber anos antes.” Por sua trajetória no Iron Maiden, Blaze Bayley será introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em novembro deste ano, ao lado dos membros atuais da banda, além do ex-guitarrista Dennis Stratton, do falecido ex-vocalista Paul Di’Anno e do falecido ex-baterista Clive Burr. Via: Rockbizz

Steppenwolf: Born To Be Wild é um hino contracultura que definiu uma era
Born to Be Wild é uma canção do canadense Mars Bonfire, cujo lançamento oficial foi pela banda Steppenwolf em 1968. É importante pontuar que Mars não fazia parte da banda, mas é irmão do baterista Jerry Edmonton. Mas sua canção alcançou sucesso estrondoso no ano seguinte, em 1969, quando integrou a trilha sonora do filme Easy Rider. A partir daí a marca Steppenwolf ganhou projeção mundial. O longa conta a história de dois motoqueiros que viajam de Los Angeles para Nova Orleans. Se trata de uma viagem de mais de três mil quilômetros, portanto, o que não falta é aventura, e a faixa retrata exatamente esse espírito livre e corajoso. Assim, ela se tornou um hino contracultura em período bastante conservador. O som se tornou a trilha sonora de contestação social, cultural e artística que questiona e rejeita os valores, normas e padrões vigentes da sociedade dominante. Além disso, Born To Be Wild ficou intimamente ligada à cultura automobilística, em especial ao universo das motos. Em entrevista ao Songfacts, Bonfire contou qual foi a inspiração para a criação do som: “Eu estava caminhando pela Hollywood Boulevard um dia e vi um pôster em uma vitrine com os dizeres Born To Ride e a imagem de uma motocicleta irrompendo da terra como um vulcão, cercada por fogo. Na época, eu tinha acabado de comprar meu primeiro carro, um Ford Falcon usado. Então, tudo isso se encaixou na letra: a ideia da motocicleta surgindo junto com a liberdade e a alegria que eu sentia por ter meu primeiro carro e poder dirigir por aí quando quisesse”. Ele completou: “Born To Be Wild não se destacou inicialmente. Nem mesmo a editora Leeds Music a aceitou como a primeira ou segunda música que lhes enviei. Eles só a aceitaram porque eu assinei como compositor. Felizmente, ela se destacou para o Steppenwolf. É mais uma questão de sorte do que de mérito”. Via: Rockbizz

John Dolmayan reage ao comentário de Charlize Theron sobre filhos queer: “Ela deveria estar na cadeia ou hospício”
O baterista do System Of A Down, John Dolmayan, tem uma visão política alinhada à direita, dessa forma, ele considera liberalismo econômico, por exemplo, uma peça chave para as dinâmicas de mercado. John também questiona a validade de movimentos sociais e não acha o racismo um problema real em nossa sociedade. Além disso, o músico gosta de se manifestar sobre assuntos fora de sua alçada e, vez ou outra, passa uma vergonha. Recentemente, pelas redes sociais, John Dolmayan reagiu ao comentário de Charlize Theron sobre filhos queer. Tempos atrás, a atriz fez a seguinte declaração: “Meus filhos são todos Queer, o meu mais velho é não binário, tenho um filho Gay e a minha mais nova é fluida”. A repercussão da fala de Charlize surgiu agora, e o baterista do SOAD aproveitou o ‘boom’ da história para ganhar algum holofote. “Essa mulher deveria estar em um hospício ou na prisão”, escreveu John. “Essas crianças estão sendo abusadas psicologicamente, o que é estatisticamente impossível”. Até o momento Charlize Theron não se manifestou publicamente sobre as declarações de John Dolmayan. As posições sociais e econômicas do baterista contrastam com a visão de mundo do vocalista Serj Tankian, que é do campo progressista, portanto, é um crítico ferrenho do capitalismo, imperialismo, autoritarismo e toda forma de preconceito. Por esta e outras razões, o System Of A Down não cria material inédito há mais de vinte anos. Via: Rockbizz

Sem segurança financeira e cheio de dúvidas: Marcelo Barbosa conta que teve receio em seguir carreira musical
Marcelo Barbosa é um dos maiores guitarristas do Brasil, com passagens por bandas como Almah, Khalice e Angra. Além disso, o músico é um empresário bem-sucedido, visto que é o criador da empresa GTR – Instituto de Música, o qual já formou centenas de alunos. Mesmo com uma proficiência acima da média na guitarra, Marcelo, na época da adolescência, precisou lidar com o receio de não vingar no mercado musical. Em novo vídeo em suas redes sociais, ele contou que teve receio em seguir na carreira musical. Vale pontuar que a fala do guitarrista surgiu após o questionamento de um internauta, que o perguntou sobre o que diria ao Marcelo Barbosa de dezoito anos. “Dezoito anos! Acho que você tocou numa fase da minha vida que foi a fase em que eu estava mais inseguro, com mais medo do futuro, com mais dúvidas sobre o que deveria fazer e tal. Eu me considero uma pessoa muito decidida. Quando quero uma coisa, vou para cima, trabalho e faço o que tem que fazer”. Ele continuou: “Na maioria das vezes eu tinha pensamentos muito positivos sobre meu futuro como músico. Nessa época, eu fiquei bem relutante, fiquei receoso. Eu não tinha apoio familiar, e mesmo que tivesse, a minha família não era abastada, eu tinha que ter uma segurança financeira no futuro”. “Então, por esse motivo, eu acho que diria para ele continuar fazendo o que ele estava fazendo, do mesmo jeitinho, ficar tranquilo que o tempo iria pagar seus dividendos e que tudo iria dar certo”, concluiu Marcelo. Via: Rockbizz

“Scott Weiland era meu amigo, mas escreveu duas músicas maldosas sobre mim”, reclama Courtney Love
É difícil ter uma treta ou acontecimento na música alternativa dos anos 1990 sem a presença da vocalista do Hole, Courtney Love. E uma das relações complexas que Love tinha se dava com o frontman do Stone Temple Pilots, Scott Weiland. Batendo um papo com Billy Corgan, que apresenta o canal The Magnificent Others, a roqueira contou que Scott era seu amigo, no entanto, ele a “presenteou” com duas músicas cujo o teor lírico era “maldoso”. “Scott Weiland, meu amigo, meu parceiro de drogas, meu amigo. Nada romântico, só meu amigo, certo? Salvei ele do Cry Help uma vez, provavelmente para o próprio prejuízo dele. Mas ele escreveu duas músicas sobre mim. Uma se chama Too Cool Queenie alguma coisa. Somos amigos, mas elas são maldosas”. Courtney ressaltou seu descontentamento com a atitude de Weiland: “E eu fiquei tipo, Scott, que porra você tá fazendo? Por que você escreve músicas pra mim? Você é bom demais pra não escrever músicas sobre uma loira suicida e estrela de cinema. Só o fato de ter tido inspiração para isso foi uma loucura. Por que você escreveu músicas maldosas sobre mim, Scott, sendo que a gente era amigo?” O vocalista Scott Weiland morreu no dia 03 de dezembro de 2015, aos 48 anos, na cidade de Bloomington, Minnesota, EUA. A causa oficial da morte foi overdose de cocaína, álcool e MDA [tenanfetamina]. Via: Rockbizz

Scorpions cancela turnê na Índia por “razões médicas imprevistas”
Conforme informações do produtora BookMyShow, o Scorpions cancelou a turnê que faria pela Índia neste mês e teria inicio amanhã, 21 de abril, em Nova Deli, Índia. As quatro datas da Coming Home Tour marcariam o retorno da banda ao país após dezenove anos. A nota oficial citou “razões médicas imprevistas” como o motivo do cancelamento. Além da Índia, a performance marcada para Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, em dia 3 de maio, também não acontecerá mais. O próximo show da banda alemã está marcado para 17 de junho, em Attard, Malta. “Lamentamos informar que a turnê ‘Coming Home’ do Scorpions na Índia, programada para passar por Shillong em 21 de abril, Delhi-NCR em 24 de abril, Bengaluru em 26 de abril e Mumbai em 30 de abril, foi cancelada devido a circunstâncias médicas imprevistas que afetam integrantes da banda. Pedimos desculpas pelo inconveniente e pela frustração causados aos fãs. A banda tem grande interesse em se apresentar na Índia quando possível e dentro de sua agenda”, escreveu a produtora [transcrição via Igor Miranda]. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Scorpions não é uma banda política, segundo Klaus Meine Via: WikiMetal

Dave Navarro (Jane’s Addiction) lamenta não ter aceitado a proposta de fazer MTV Unplugged: “Bando de idiotas”
Na década de 1990 o mercado fonográfico encontrou um oportuno e valiosíssimo pote de ouro, o MTV Unplugged. A proposta era bem simples: show intimista, plateia bem próxima aos artistas e versões acústicas das canções. Em pouco tempo, já que o público aderiu e comprou a ideia, a pretensão da indústria musical cedeu lugar a uma certeza inabalável de sucesso comercial. O MTV Unplugged se tornou um filão milionário, cuja jazida seria explorada até a última gota. Entretanto, teve bandas que não entraram na onda dos acústicos, e esse é o caso do Jane’s Addiction. Pelas redes sociais o guitarrista Dave Navarro lamentou não ter aceitado a proposta de fazer MTV Unplugged. “Em 1991, durante a primeira turnê do Lollapalooza, a MTV convidou minha banda para fazer uma apresentação acústica que seria exibida no canal, contou Navarro. “Sentimos que, se aceitássemos, pareceria uma jogada comercial para ganhar dinheiro fácil, e nós vínhamos do underground e queríamos continuar assim”. Dave prosseguiu: “Mal sabíamos que dois dos maiores álbuns, repletos de performances brilhantes e um brilho genuíno e cru, surgiriam daquele show. Nossa, éramos um bando de idiotas”. “Acho que perdemos a oportunidade de potencialmente fazer uma apresentação acústica ao vivo clássica que se mantivesse dentro dos limites criativos que tínhamos como objetivo”, finalizou em tom de lamento. Bandas contemporâneas ao Jane’s Addiction toparam fazer o MTV Unplugged e foram muito felizes com a decisão. Pearl Jam, Alice In Chains e Nirvana venderam milhões de discos devido suas performances acústicas. Via: Rockbizz

Padre incentiva fiel a curtir show do Guns N’ Roses em Fortaleza: “Pecado é não ir”
O Guns N’ Roses está no Brasil com a nova perna da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O veterano grupo fará nove apresentações em nosso país – o itinerário inclui cidades como São Paulo, Salvador e Fortaleza. E aconteceu um episódio interessante sobre a apresentação de Fortaleza. Pelas redes sociais um internauta perguntou ao Padre Josileudo Queiroz se era pecado comparecer ao show do grupo na cidade. E para a surpresa de muitas pessoas, o religioso não só aprovou a ida do fã ao concerto como também o incentivou a curtir o evento. Josileudo esbanjou simpatia em sua fala e deixou claro que o pecado era não ir ao show. “É muito massa sua pergunta! É pecado não ir”, começou o Padre. “Eu não vou, estou pecando”, brincou aos risos. Queiroz continuou: “É muito massa! E quem não gosta de Guns N’ Roses? Quem não gosta de Guns N’ Roses, desconfie, viu? Meu querido, não tem nada de pecado. Se divirta sadiamente com a sua família e com seus amigos – tranquilamente e sem exagero. É muito massa curtir essa banda, que é uma lenda e aqui em Fortaleza”. “Ah, como eu queria ir! Por que o senhor não vai, Padre? Eu não posso! Tenho os meus compromissos, graças a Deus. Tenho missa e tenho outras reuniões e estamos em preparação para a festa do nosso padroeiro. Mas vá e se divirta! Não é pecado, não. Pecado é não ir. É muito massa Guns N’ Roses em Fortaleza”, finalizou. Via: Rockbizz

Crypta anuncia Victoria Villarreal oficialmente como nova guitarrista
Crypta anunciou Victoria Villarreal como nova guitarrista fixa. O grupo até então se apresentava oficialmente como um trio desde a saída de Jéssica Falchi em março de 2025. Victoria estava na Crypta como guitarrista de turnê desde setembro, ocupando o posto que inicialmente foi assumido por Helena Nagagata. O quarteto se apresenta com poucas datas no Brasil antes de seguir com a turnê europeia até agosto. Os “ritos finais” da turnê do disco Shades of Sorrow acontecem em Curitiba na próxima quarta-feira, 23, no Bangers Open Air 2026 neste sábado, 25, e no Hangar 110 dia 28. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Crypta enfrenta críticas após anunciar turnê com Slaughter to Prevail Via: WikiMetal

Crypta dá boas-vindas a Victoria Villarreal como nova guitarrista
A Crypta deu boas-vindas a Victoria Villarreal como nova guitarrista. A musicista é a substituta oficial de Jéssica di Falchi, que deixou o grupo em março de 2025 para focar em seus próprios trabalhos artísticos. O anúncio da entrada de Victoria foi neste domingo, dia 19 de abril, pelas redes sociais. No post, a banda escreveu: “Crypta dá as boas-vindas a Victoria Villarreal como nova integrante da banda”. A publicação chegou com uma foto oficial da nova formação. Veja: E a Crypta está com agenda cheia! No mês de junho a banda irá para a Europa e Reino Unido para promover a nova e última perna da Shades of Sorrow Tour. O giro vai se estender até meados de agosto, com o último show em Londres, Inglaterra. Saiba o itinerário do quarteto death metal na postagem logo abaixo: Via: Rockbizz

Dave Grohl faz rara declaração política sobre os Estados Unidos: “É preciso uma mudança”
Dave Grohl fez uma rara declaração política, descrevendo os Estados Unidos como profundamente dividido e afirmando que “é preciso uma mudança”. O vocalista do Foo Fighters tentou se manter afastado da política ao longo de sua carreira, mas, enquanto a banda se prepara para lançar seu 12º álbum de estúdio, Your Favorite Toy, ele concedeu uma entrevista ao Irish Times e comentou sobre o atual clima político. Falando sobre como muitos astros do rock têm se manifestado constantemente contra o atual presidente Donald Trump, Grohl disse: “O Neil Young está mais furioso do que nunca – meu Deus! Mas sim, claro, é difícil não se sentir politicamente engajado vivendo na América, onde estamos profundamente divididos”. “E há injustiça, muito ódio e medo, e isso é muito pesado”, ele continuou. E finalizou: “Eu tento amar a todos, porque acho que é o que se deve fazer – e eu faço. Mas é preciso uma mudança nessa direção, e tem sido difícil encontrá-la nos Estados Unidos”. Your Favorite Toy será lançado em 24 de abril pela Roswell Records/Columbia Records. A faixa mais recente liberada do novo trabalho é Of All People – confira abaixo: Via: Rockbizz

Filhos de Phil Campbell seguem com banda após morte do guitarrista
A banda Phil Campbell and the Bastard Sons confirmou que seguirá ativa após a morte do guitarrista. O grupo anunciou apresentações especiais em tributo ao músico, morto em 13 de março, aos 64 anos. Por meio de um post no Facebook, os irmãos Campbell confirmaram os planos da banda. “Tínhamos planejado uma série de shows ao vivo para 2026, e muitos de vocês estavam se perguntando se a banda continuaria sem o nosso pai. Embora tudo ainda esteja muito recente para nós, temos o prazer de confirmar que realizaremos dois shows muito especiais. Esses shows serão dedicados como concertos em memória do nosso pai, e seria muito importante para nós ver o máximo de vocês possível lá. Em breve, anunciaremos mais shows”. As apresentações já confirmadas incluem um evento no Chepstow Castle, no dia 22 de agosto, e o Hella Rock Festival, em 5 de setembro, onde o equipamento de guitarra de Phil estará em exposição para os fãs prestarem suas homenagens. Em fevereiro, Phil Campbell and the Bastard Sons havia cancelado a turnê agendada pela Austrália e Europa devido a problemas de saúde enfrentados por Campbell. Na ocasião, a banda informou o cancelamento “devido às recomendações médicas que Phil acabara de receber”. Após o fim do Motörhead, Campbell fundou o Phil Campbell and the Bastard Sons em 2016, com seus filhos Todd, Dane e Tyla. Juntos, lançaram o EP homônimo em 2016 e o álbum de estreia The Age of Absurdity, em 2018. LEIA TAMBÉM: Jon Schaffer recebeu “ótimas ofertas” para retorno do Iced Earth Via: WikiMetal

Produtora 30e anuncia parceria com Maracanã e assume exclusividade para a realização de megashows no estádio carioca
A produtora 30e dá um passo estratégico importante em sua frente de venues ao assinar um contrato de exclusividade com o Maracanã, um dos palcos mais importantes do mundo. Com início em 1º de janeiro de 2027, o acordo, com duração inicial de 5 anos, foi firmado com o Consórcio Fla-Flu, que detém o direito de concessão do complexo, e tem como foco principal a otimização da agenda e a elevação do padrão operacional para a realização de megashows na capital fluminense. A atuação da 30e prevê um trabalho em conjunto com a administração do estádio para identificar as melhores oportunidades no calendário esportivo, garantindo que grandes espetáculos icônicos cheguem ao Rio de Janeiro sem interferir na prioridade absoluta do estádio: o futebol. Dessa forma, o esporte mais amado do país e o entretenimento ao vivo poderão coexistir na agenda do local de forma harmônica. “O Maracanã é um dos maiores símbolos do entretenimento brasileiro. Esta parceria nos permite um planejamento de longo prazo inédito na estruturação de turnês, buscando eficiência operacional para aumentar a viabilidade e a quantidade de shows no estádio por ano”, afirma Pepeu Correa, CEO da 30e. “Vamos estabelecer processos mais ágeis e qualitativos na operação de grandes eventos, algo essencial para reforçar a importância que atribuímos à experiência do fã”, ele complementa. Em 2023, a 30e realizou o show do Paul McCartney no Maracanã e ali iniciou a vontade de estreitar laços com o estádio. Para 2026, a companhia de entretenimento ao vivo já tem duas datas confirmadas no local: no dia 6 de junho, quando Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão apresentam O Maior Encontro do Samba; e no dia 20 de dezembro, com a passagem do espetáculo da Xuxa, intitulado O Último Voo da Nave. “A parceria com a 30e representa um novo capítulo para o Maracanã, consolidando o estádio não apenas como palco do futebol, mas também como um dos maiores centros de entretenimento do país. A ideia é ampliar horizontes e criar oportunidades para receber grandes shows para diferentes públicos, sempre com o compromisso em diversificar a utilização do estádio com qualidade e excelência. Temos certeza de que essa união proporcionará experiências memoráveis para os fãs e para a cidade”, ressaltou Fred Nantes, CEO do Maracanã. A 30e também é responsável pela gestão da agenda de shows do Allianz Parque, em São Paulo; e da Arena da Baixada, em Curitiba. Via: Rockbizz

30e faz parceria com Maracanã para a realização de megashows
A 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, dá um passo estratégico importante ao assinar um contrato de exclusividade com o Maracanã, um dos palcos mais importantes do mundo. Com início em 1º de janeiro de 2027, o acordo, com duração inicial de 5 anos, foi firmado com o Consórcio Fla-Flu, que detém o direito de concessão do complexo. E, tem como foco principal a otimização da agenda e a elevação do padrão operacional para a realização de megashows na capital fluminense. A atuação da 30e prevê um trabalho em conjunto com a administração do estádio para identificar as melhores oportunidades no calendário esportivo. A ideia é garantir que grandes espetáculos icônicos cheguem ao Rio de Janeiro sem interferir na prioridade absoluta do estádio: o futebol. Dessa forma, o esporte mais amado do país e o entretenimento ao vivo poderão coexistir na agenda do local de forma harmônica. Pepeu Correa, CEO da 30e, disse: “O Maracanã é um dos maiores símbolos do entretenimento brasileiro. Esta parceria nos permite um planejamento de longo prazo inédito na estruturação de turnês, buscando eficiência operacional para aumentar a viabilidade e a quantidade de shows no estádio por ano. Vamos estabelecer processos mais ágeis e qualitativos na operação de grandes eventos, algo essencial para reforçar a importância que atribuímos à experiência do fã”. Em 2023, a 30e realizou o show do Paul McCartney no Maracanã e ali iniciou a vontade de estreitar laços com o estádio. Para 2026, a companhia de entretenimento ao vivo já tem duas datas confirmadas no local. Dia 6 de junho, com Zeca Pagodinho, Alcione e Jorge Aragão, e no dia 20 de dezembro, com a passagem do espetáculo da Xuxa. A 30e também faz a gestão da agenda de shows do Allianz Parque, em São Paulo; e da Arena da Baixada, em Curitiba. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

Blaze Bayley comemora entrada no Rock & Roll Hall Of Fame: “Surreal”
Finalmente o vocalista Blaze Bayley entrou na lista de membros do Iron Maiden indicados ao Rock And Roll Hall Of Fame. Esta é a terceira indicação da banda ao prêmio, ela segue a aclamação de 2021 e 2023. Quando saiu a terceira indicação do Maiden, o nome de Blaze estava ausente na lista de membros a serem eventualmente homenageados, apesar de seus trabalhos com o grupo que rendeu dois discos: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998). Em uma nova entrevista para a Metal Hammer, Blaze Bayley comemorou a entrada no Rock & Roll Hall Of Fame. “É uma loucura, de verdade”, afirmou o cantor. “Quando comecei, eu só queria ser como Ronnie James Dio, e Dio está no Heavy Metal Hall Of Fame, assim como eu. O Rock & Roll Hall Of Fame é outro nível completamente diferente, não é bem rock n’ roll como a gente pensa. É o hall da fama da indústria musical porque tem todo mundo. Então é absolutamente surreal”. Ele completou: “Recebi tantas mensagens de parabéns! É algo muito importante para muita gente. Para mim, é uma grande honra ser considerado ao lado de alguns dos outros artistas que estão lá. Artistas com vários discos de platina! É um verdadeiro privilégio ser indicado”. A lista de nomes que ganharão homenagem inclui Bruce Dickinson, Steve Harris, Nicko McBrain, Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers, bem como os ex-membros Blaze Bayley, Dennis Stratton, Paul Di’Anno e Clive Burr. Via: Rockbizz

Nevermore: Jeff Loomis fala sobre Warell Dane, entrada de Berzan Önen e mais
Pauta: Jéssica MarinhoEntrevista: Vitor Melo Nevermore, uma das principais bandas de metal dos anos 1990, está de volta aos palcos após um hiato de quinze anos. Com uma nova formação, o quinteto norte-americano retorna ao Brasil pela primeira vez desde 2006 como uma das principais atrações do Bangers Open Air 2026 – ingressos à venda no Clube do Ingresso. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista e membro fundador Jeff Loomis falou sobre o processo de escolha dos novos integrantes, como foi o show de retorno da banda, o legado de Warrel Dane e mais. Ele ainda comentou quais são os planos futuros do grupo e disse o que podemos esperar da apresentação no festival. Leia na íntegra. Wikimetal: Depois de tantos anos de hiato, o que fez você sentir que este era o momento certo para trazer o Nevermore de volta? Jeff Loomis: Bom, eu estava comentando com os outros entrevistadores que, basicamente, após minha passagem pelo Arch Enemy, onde passei bons dez anos, que realmente comecei a conversar com Van Williams, o baterista do Nevermore, sobre a possibilidade de reformulamos a banda. E a pergunta que surgia muito era se isso seria sequer possível. Porque, como sabem, o Warrel tinha um estilo vocal muito distinto, certo? Como diabos você encontra alguém que consiga realmente dar conta do estilo vocal dele? Então, para encurtar a história, nós simplesmente seguimos o método antigo e fizemos uma daquelas audições tradicionais em busca de um novo vocalista e de um novo baixista, e acabamos recebendo mais de setecentas inscrições. É muita coisa. Nós passamos literalmente cerca de dois meses analisando cada uma delas e encontramos esse cavalheiro chamado Berzan Önen, de Istambul. E ficamos tipo: “Meu Deus, esse cara consegue realmente cantar como o Warrel”. Ele tem a mesma essência nos vocais e consegue atingir as notas corretamente. Mas, ao mesmo tempo, possui seu próprio estilo também, porque não estávamos procurando por um clone exato do Warrel Dane. Queríamos alguém que pudesse cantar as músicas antigas, mas que também fizesse algo próprio, do seu jeito. Então pensamos, é isso, esse cara consegue. Basicamente ligamos para ele e o conhecemos um pouco melhor. O mesmo aconteceu com o baixista,Semir [Özerkan], que também é turco, mas vive nos Estados Unidos. Já com o Jack [Cattoi], o guitarrista, foi um pouco diferente. Eu o encontrei quando estava na Califórnia fazendo vídeos para a marca de captadores de guitarra Seymour Duncan, que é onde ele trabalha; Eu estava lá gravando, entreguei minha guitarra para ele segurar e ele começou a tocar coisas do Nevermore. E eu fiquei tipo: “meu Deus, você é um guitarrista muito bom, o que anda fazendo?” Então perguntei isso e Jack foi o primeiro a realmente se juntar à nova formação do Nevermore. Dito tudo isso, nos reunimos coletivamente como banda em janeiro para ensaiar vinte e cinco músicas. E este é o vídeo que você viu com o [youtuber] Ola Englund que acabou de ser lançado. Basicamente descobrimos que poderíamos fazer isso como uma banda. E aqui estamos nós, seis dias após o primeiro show que acabamos de fazer em Istambul, que foi simplesmente fenomenal. Estava mais do que lotado. O público cantava todas as músicas. E foi realmente uma daquelas situações em que pensamos: “ok, o primeiro já foi, agora podemos fazer isso como uma banda”. E aqui estamos, a caminho da América do Sul agora WM: Falando sobre o Warrel, sua ausência é inevitavelmente sentida pelos fãs. Como você equilibra a homenagem ao legado dele com a necessidade de seguir em frente? JL: Quando a banda se desfez lá por volta de 2010, nossa relação interna não era das mais saudáveis, sabe? Van e eu estávamos seguindo por um caminho e o Warrel e o Jim [Sheppard, baixista] seguiam por outro. Era tipo um cabo de guerra, uma disputa por controle; Era péssimo. Não era um lugar legal para se estar. Dito isso, muita gente está perguntando sobre o Jim com coisas como: “Por que você não o convidou para voltar à formação?” Bom, a resposta curta para isso é que Van e eu não falamos realmente com ele nesses últimos dez anos, sabe? Ele está morando em algum lugar no Alasca com sua esposa. E, basicamente, Van e eu queríamos apenas começar do zero, e ao mesmo tempo honrar o legado do Nevermore, do Warrel Dane e tocar essas músicas para as pessoas que querem ouvi-las novamente. E, claro, vamos compor faixas novas também, o que deve acontecer muito em breve. Nós realmente queríamos voltar como uma banda sólida para tocar as músicas, escrever material novo, mas também honrar o legado dele, suas canções e que pudéssemos tocá-las novamente para pessoas que são grandes fãs da banda. WM: A morte de Warrel Dane aconteceu em São Paulo e teve um impacto ainda mais intenso para os fãs e para toda a cena local. Agora, a banda retorna para São Paulo, como você está processando tudo isso, tanto no aspecto pessoal quanto musical? JL: É difícil. Sabe, a morte não é uma situação fácil. E havia um monte de coisas que eu gostaria de ter dito antes dele falecer. Mas, infelizmente, o tempo de Warrel Dane nesta terra foi curto, sabe? É realmente triste. O que você diz diante de algo assim? É apenas algo prematuro, claro. E eu gostaria de tê-lo de volta, sabe, para poder passar um tempo com ele e conversarmos. Mas o melhor que podemos fazer agora é simplesmente honrar o seu legado, as suas letras e seguir em frente, sabe? E escrever mais músicas e nos manter positivos. É isso que queremos fazer. WM: Olhando para toda a trajetória do Nevermore, o que esse retorno significa para você em nível pessoal? Existe algo que você faria diferente dessa vez? JL: Bom, acho que muita gente sabia antigamente que o Nevermore era conhecido como uma banda festeira. Estou fazendo muitas coisas de forma diferente hoje em dia. Não caio mais na farra e nem bebo

Guns N’ Roses faz show histórico em Salvador com “Patience” e banda em boa forma
Texto por: David Araújo A bordo do Boeing 757-200, dedicado à turnê brasileira, Guns N’ Roses desembarcou na última segunda-feira, 13 de abril, em Salvador. Para muitos, apenas essa frase já parecia um sonho realizado, mas foi na última quarta-feira, 15, na Arena Fonte Nova, que a banda tornou real um momento épico na vida de 40 mil pessoas que vivenciaram isso de perto. A promessa de grandes shows internacionais na capital baiana é antiga. Contando de um passado não tão distante, a Arena Fonte Nova foi responsável por abrir as portas para essa nova fase, sendo palco de Elton John (2014), Paul McCartney (2017), Roger Waters (2018) e A-HA (2022) nos últimos anos. Desta vez, ninguém menos que Guns N’ Roses entrou para esse hall. Pela expectativa do público, talvez não seja exagero afirmar que a banda de Axl Rose, Slash e Duff McKagan seria mais esperada que até mesmo um Beatle. O sucesso desse show em Salvador já era evidente apenas pela venda de ingressos, que teve todas as pistas e cadeiras já esgotadas com vários dias de antecedência. Mudanças na setlist e surpresa com “Patience” O show começou com poucos minutos de atraso, nada significativo. Logo na introdução do telão, a expectativa já tomava conta do público. Durante a apresentação da banda, os fãs puderam, literalmente, soltar um grito preso por anos: Estava acontecendo! A banda veio de cara com a tradicional “Welcome to the Jungle”, fazendo a plateia ir à loucura em poucos segundos. Em breve comentário, Axl disse: “Que noite amável, não é? E que lindo lugar vocês têm aqui!”. Ele tinha razão: a Terra da Música se tornou palco do mais alto nível do rock mundial. Comparado aos setlists anteriores nas cidades brasileiras, Salvador teve de início alterações na ordem de algumas músicas, quando, por exemplo, “Civil War”, tocada pela metade final dos últimos shows, apareceu bem antes. Em seguida, uma bela homenagem a Ozzy Osbourne no telão e “Sabbath Bloody Sabbath” foi executada com tamanha precisão pela entrosada banda. Todos mostravam uma energia fantástica pra baiano nenhum botar defeito: Axl, Slash, Duff e companhia deixam bem claro o prazer em estar em cima do palco. E também surpreende o esforço e vontade nos vocais de Axl, que logicamente não são os mesmos de 40 anos atrás, mas podemos sim dizer que estavam num ponto alto essa noite. Sem dúvida, um dos grandes destaques do show foi a sequência arrebatadora de “Patience”, “You Could Be Mine” e “Don’t Cry”, como se fossem empilhando hit atrás de hit. Qualquer uma dessas por si só já seria o ápice para os fãs, mas temos que falar de “Patience”, que se tornou ainda mais grandiosa por marcar a estreia no setlist desta turnê brasileira, justamente em Salvador! Não menos aguardadas, “Sweet Child o’ Mine” e “November Rain” sinalizavam que o show estava se encaminhando para o final, e com isso era nítido que “a ficha caiu” para muitas pessoas. Não era nada raro ver fãs incrédulos naqueles momentos, sentimento justificado pela longa promessa e espera por sonho concretizado. “Paradise City” encerrou a noite na Capital da Alegria fazendo jus ao carinhoso apelido, e o público saiu da Arena Fonte Nova nitidamente satisfeito com o show. O show do Guns N’ Roses em Salvador marca um acontecimento histórico e a realização de muitos fãs que cresceram com o sonho de vê-los de perto. Um estádio sold-out com dias de antecedência mostra que a capital baiana está longe de se resumir ao axé e pagode, e tem um público de todas as idades, fiel e dedicado ao rock. LEIA TAMBÉM: Show do Guns N’ Roses em Campo Grande tem falhas logísticas e morte Via: WikiMetal

Black Label Society adia show no México antes do Bangers Open Air 2026
Black Label Society adiou o show que abriria sua turnê pela América Latina. A apresentação aconteceria na Cidade do México, mas foi remarcada para 23 de janeiro de 2027. Segundo a produtora Ocesa, responsável pelo evento, a mudança ocorreu por “circunstâncias alheias” à banda, ao local e à organização. Confira o comunicado oficial postado nas redes sociais: “Informamos que, por circunstâncias alheias ao promotor, ao local e à banda, o show do Black Label Society, originalmente marcado para o próximo dia 23 de abril no Foro Velódromo, será remarcado. A nova data será 23 de janeiro de 2027, no mesmo local”. O show no México marcaria o início da série de apresentações na América Latina. Mesmo com o adiamento, as demais datas seguem mantidas até o momento. A próxima parada prevista é no Brasil, no festival Bangers Open Air 2026, em São Paulo. Na sequência, o grupo ainda tem compromissos agendados na Argentina e no Chile. A turnê promove o novo álbum Engines of Demolition, lançado em março. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society Via: WikiMetal