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‘Iron Maiden: ‘Burning Ambition’: Banda participa de pré-estreia em Londres
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06/05/2026

‘Iron Maiden: ‘Burning Ambition’: Banda participa de pré-estreia em Londres

O Iron Maiden esteve presente na pré-estreia do documentário Iron Maiden: Burning Ambition, que aconteceu na última terça-feira, 05, em Leicester Square, em Londres e reuniu fãs e convidados ligados à banda. O evento reuniu fãs que lotaram o local com bandeiras de diferentes países, incluindo do Brasil. Além de integrantes da formação atual, como Bruce Dickinson, Dave Murray, Adrian Smith e Nicko McBrain, o ex-vocalista Blaze Bayley também esteve presente, como também o mascote Eddie, que apareceu no local e virou o grande destaque da noite. O documentário musical Iron Maiden: Burning Ambition apresenta a história da banda britânica de heavy metal responsável pela mudança do cenário musical nos anos 1980. Dirigido por Malcolm Venville, o longa chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 07. Os ingressos já estão à vendas – saiba como assistir ao documentário. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Iron Maiden recusou envolvimento editorial em documentário Via: WikiMetal

Korn: Confira provável setlist de show no Brasil
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06/05/2026

Korn: Confira provável setlist de show no Brasil

O Korn retorna ao Brasil dia 16 de maio para um show histórico no Allianz Parque, em São Paulo. A apresentação contará com abertura do Black Pantera e shows das bandas Spiritbox e Seven Hours After Violet – ingressos à venda. Presença constante no Brasil, o Korn retorna pela sétima vez, 9 anos depois de sua última passagem, em 2017. Na ocasião, com a saída do baixista Fieldy, a banda fez a escolha inusitada de sair em turnê com Tye Trujillo, filho de Rob Trujillo, que na época tinha apenas 12 anos. A turnê atual da banda também passa pela Colômbia, Peru, Chile, Argentina, Paraguai e México antes de desembarcar para seu maior show em terras brasileiras. Confira a provável setlist do show do Korn no Brasil, baseada no show realizado em Lima na última terça-feira, 05. Korn: Lima, Peru – 05 de maio de 202601. Blind02. Twist03. Here to Stay04. Got the Life05. Clown06. Did My Time07. Shoots and Ladders08. Coming Undone09. Reward The Scars10. Cold11. Twisted Transistor12. Dirty13. Somebody Someone14. Proud15. Y’all Want a SingleEncore:16. 4 U17. Falling Away From Me18. A.D.I.D.A.S.19. Freak On a Leash View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: “Fieldy” revela que falta de vacina contra a COVID-19 o afastou do Korn Via: WikiMetal

Deep Purple anuncia novo álbum ‘SPLAT!’, baseado em conceito de Ian Gillan
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06/05/2026

Deep Purple anuncia novo álbum ‘SPLAT!’, baseado em conceito de Ian Gillan

Deep Purple anunciou nesta quarta-feira, 06, o lançamento do seu novo álbum, SPLAT!. O 24º álbum de estúdio da banda britânica e o primeiro desde =1, está previsto para o dia 03 de julho pela earMUSIC. Segundo comunicado à imprensa, o álbum, SPLAT! é baseado em um conceito do vocalista Ian Gillan: “Em vez de tratar o fim [do mundo] como destruição, o álbum o imagina como transformação. SPLAT! explora o fim da humanidade não em um sentido apocalíptico grosseiro, mas como uma metamorfose que transcende a existência física. Devo dizer que agora estamos de volta com material compatível com ‘Highway Star’, ‘Smoke on the Water’, ‘Lazy’ – a dinâmica, o equilíbrio e a diversão da música que fizemos de 1969 a 1973”. A banda tem planos de promover o novo trabalho com uma enorme turnê mundial, com 86 shows em 28 países. Mais informações sobre os formatos e edições especiais do novo álbum estão no site oficial do Deep Purple. Recentemente, o Deep Purple anunciou sua volta ao Brasil para show único. A banda se apresenta no dia 05 de dezembro, no Suhai Music Hall, em São Paulo. A venda de ingressos começa nesta quinta-feira, 07, a partir das 10h, exclusivamente pelo site Eventim. Deep Purple – SPLAT! 1. “Arrogant Boy”2. “Diablo”3. “The Rider”4. “The Lunatic”5. “The Only Horse in Town”6. “Sacred Land”7. “The Beating of Wings”8. “Guilt Trippin’”9. “Scriblin’ Gib’rish”10. “Jessica’s Bra”11. “Third Call”12. “My New Movie”13. “Splat!” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Deep Purple: Ian Gillan revela perda de visão e pensa em aposentadoria Via: WikiMetal

Grande família: Blaze Bayley se junta ao Iron Maiden na premier de Burning Ambition
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05/05/2026

Grande família: Blaze Bayley se junta ao Iron Maiden na premier de Burning Ambition

Nesta terça-feira, dia 05 de maio, aconteceu a premier de Burning Ambition, que é o novo documentário do Iron Maiden, na Leicester Square, em Londres. Além de Eddie, Dave Murray, Adrian Smith, Nicko McBrain e Bruce Dickinson, o ex-vocalista da banda, Blaze Bayley, também apareceu no evento, e provou mais uma vez que a Donzela de Ferro é uma grande família. A revista inglesa Metal Hammer marcou presença na celebração e compartilhou em suas redes sociais alguns trechos da festa. Veja: Pelas redes sociais, o Iron Maiden também se manifestou sobre a premier: “Em primeira mão na estreia! O filme Iron Maiden: Burning Ambition chegou com tudo ao tapete vermelho na Leicester Square, em Londres. Já comprou seus ingressos? Acesse IronMaidenFilm.com para conferir a programação perto de você”. Vale mencionar que na imagem que o grupo compartilhou há muitos fãs curtindo o evento, inclusive um com a bandeira do Brasil. Confira: Via: Rockbizz

The Rolling Stones anuncia o novo álbum Foreign Tongues e libera as duas primeiras faixas
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05/05/2026

The Rolling Stones anuncia o novo álbum Foreign Tongues e libera as duas primeiras faixas

The Rolling Stones anunciou hoje o lançamento de seu aguardado novo álbum de estúdio Foreign Tongues, que sai em 10 de julho via Polydor/Universal Music. A coleção incrivelmente vibrante de 14 faixas chega três anos depois de Hackney Diamonds, que liderou paradas no mundo todo e alcançou sucesso multiplatinado. O novo álbum começa a ser apresentado pelo animado e contagiante single principal In the Stars, lançado digitalmente hoje junto com a faixa de abertura Rough and Twisted. Ouça abaixo: Hoje, Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood participam de um evento de lançamento de Foreign Tongues no Brooklyn, em Nova Iorque. A banda vem sutilmente gerando expectativa para este anúncio, a partir do lançamento exclusivo em vinil de uma edição limitada white label (com o rótulo em branco) da faixa Rough and Twisted, sob o nome The Cockroaches. Circulando entre fãs e colecionadores, o lançamento já despertou entusiasmo e especulações sobre o som e a direção de Foreign Tongues, oferecendo um vislumbre antecipado da energia crua e exploratória do álbum. Gravado durante um período excepcionalmente criativo da banda, o novo disco ganhou vida em menos de um mês no Metropolis Studios, no oeste de Londres, período em que Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood se juntaram novamente ao produtor Andrew Watt, que também comandou Hackney Diamonds. O resultado é um álbum dinâmico e voltado para o futuro que capta o som inconfundível da banda, ao mesmo tempo em que avança por novos territórios sonoros e líricos, consolidando ainda mais seu legado incomparável. O álbum apresenta performances de destaque de Jagger, Richards e Wood, ao lado de seus principais colaboradores, incluindo Darryl Jones, Matt Clifford e Steve Jordan. Também conta com uma participação especial de Charlie Watts, gravada em uma de suas últimas sessões de gravação, antes de seu falecimento, em 2021. Contribuições adicionais vêm de um impressionante elenco de artistas convidados, incluindo Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith, do The Cure, e Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers. Refletindo sobre o processo de gravação, Mick Jagger disse: “Adoro fazer essas sessões de gravação em Londres, no Metropolis. Foram algumas semanas muito intensas gravando Foreign Tongues. Tínhamos 14 faixas excelentes e fomos o mais rápido que pudemos. Gosto da sala lá, pois não é muito grande, então dá para sentir a paixão de todos no ambiente”. Keith Richards acrescentou: “O álbum Foreign Tongues tem uma continuidade com Hackney Diamonds. Foi ótimo trabalhar em Londres de novo, ter aquela vibe de Londres à nossa volta. Foi um mês de punch concentrado. Pra mim, o que importa é a alegria proporcionada. Sou abençoado por conseguir fazer isso, espero que por muito tempo”. Ronnie Wood comentou: “O clima no estúdio era muito criativo, e a banda inteira esteve no seu melhor durante todo o processo. Muitas vezes, acertamos no take um. Espero que todos gostem.” A impressionante arte da capa do álbum é uma pintura criada pelo aclamado artista americano Nathaniel Mary Quinn, que comentou: “Criar a capa do álbum para os Rolling Stones é uma honra artística, um diálogo com uma das forças mais duradouras da história cultural”. Foreign Tongues já está disponível para pré-venda em umusicstore.com/the-rolling-stones. Via: Rockbizz

Ricardo Confessori sobre turnê de despedida do Sepultura: “Fãs não são idiotas”
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05/05/2026

Ricardo Confessori sobre turnê de despedida do Sepultura: “Fãs não são idiotas”

Ricardo Confessori, ex-baterista do Angra e Shaman, criticou a forma como a despedida do Sepultura vem acontecendo e ainda deixou um alerta para a banda. Segundo o músico, anunciar uma turnê com esse peso sem cumprir de fato com a palavra pode causar um desgaste nos fãs. Durante entrevista ao canal Ibagenscast, Confessori inicialmente não poupou comentários sobre a dependência das bandas em relação às turnês comemorativas. “Acho que já deu, né, cara? Já deu. Isso aí precisa fazer uma turnê, né? Só lembrar ali, ó: ‘Pô, que legal. Estamos comemorando’. Faz um show, de repente, um, né? Tá legal. Já virou um pouco de como é que se fala? Muleta, né? Muleta para ter assunto e tal”, disse [transcrição via Whiplash]. No entanto, ao ter o assunto direcionado para o Sepultura, o foco da conversa mudou, pois, segundo ele, a banda pode estar usando o termo “despedida” como forma de promover a excursão sem que uma decisão final de encerramento tenha sido tomada de fato. “Os fãs também não são idiotas, né, cara? Você ficar falando ‘farewell tour’ e depois não fazer, né? Despedida, tal. Então, tem que ter um mínimo de coerência, cara. É só isso que eu falo”, concluiu. Andreas Kisser não descarta shows do Sepultura após turnê de despedida Em entrevista ao Metal on Tap, o guitarrista Andreas Kisser revelou que não descarta a possibilidade de realizar novos shows com o Sepultura no futuro. A banda brasileira encerrará suas atividades este ano com a conclusão da turnê de despedida Celebrating Life Through Death. Na conversa, o músico respondeu se descartaria uma reunião com seus colegas de banda alguns anos após o fim da turnê. Kisser afirmou que é “irrelevante” se o término das atividades acontecerá de forma definitiva ou não. “Cara, eu não descarto nada. É irrelevante dizer se [a aposentadoria] vai ser para sempre ou se vamos voltar. O importante é que vamos parar agora. Precisamos desse descanso, porque organizamos tudo em torno disso e precisamos de tempo para olhar em uma direção diferente”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: Sepultura: Andreas Kisser revela motivo dos irmãos Cavalera recusaram reunião Via: WikiMetal

Rafael Bittencourt é o tipo de pessoa que esquece de levar guitarra para show, conta Kiko Loureiro
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05/05/2026

Rafael Bittencourt é o tipo de pessoa que esquece de levar guitarra para show, conta Kiko Loureiro

Alinhar gostos e objetivos musicais, estabilizar formação e lograr êxito comercial são alguns dos desafios para quem queira se aventurar na seara musical. Há décadas os guitarristas Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro, por exemplo, conseguiram unir forças para edificar a carreira do Angra. Por conta de tanto tempo de convívio, os músicos conhecem bem a personalidade um do outro. Durante nova entrevista ao apresentador Igor “3K” Coelho, do canal Flow, Kiko teceu alguns comentários sobre o perfil do amigo. “Rafael é o cara que vai no show sem a guitarra! Isso aconteceu várias vezes”, contou o guitar hero. “Passa o som, leva a guitarra para o quarto [de hotel] para estudar e volta pro show sem a guitarra”. Bittencourt completou: “Vou para passagem de som, chego lá e percebo que não estou tocando bosta nenhuma, levo [a guitarra] pro quarto, caio no sono, não estudo, alguém liga falando que estou atrasando, saio correndo, chego no local e lembro que a guitarra está no hotel”. Na conversa, Loureiro também comentou que Rafael costuma ir para aeroporto errado. Ele lembrou que o músico já foi para o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos–Governador André Franco Montoro, mas o voo era no Aeroporto de São Paulo/Congonhas–Deputado Freitas Nobre. Confira as falas completas dos músicos no player a seguir: Via: Rockbizz

“Se eu estivesse em um lugar e tocasse Raimundos, eu me sentia mal e o meu coração pesava”, diz Rodolfo Abrantes
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05/05/2026

“Se eu estivesse em um lugar e tocasse Raimundos, eu me sentia mal e o meu coração pesava”, diz Rodolfo Abrantes

No começo da década de 2000, o rock n’ roll brasileiro tomou um grande baque, que foi a saída de Rodolfo Abrantes do Raimundos. Na época, a banda estava em seu ápice de popularidade, visto que estava colhendo os frutos de seu quinto álbum de estúdio, Só no Forevis, o qual saiu em maio de 1999 e vendeu mais de um milhão de cópias. Os fãs e a imprensa tomaram um grande susto pelo motivo da saída do cantor, visto que foi a sua conversão ao cristianismo protestante. Desde então, Rodolfo virou a página e seguiu sua vida sem a presença dos Raimundos. Em trecho da série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, que está disponível via Globoplay, o cantor falou sobre como se sentia em relação ao grupo. Ele destacou que ficava mal quando ouvia o som da banda na TV ou rádio. “Se eu estivesse em um lugar e tocasse Raimundos, eu me sentia mal e o meu coração pesava”, declarou o cantor. “Se aparecesse alguma coisa de Raimundos na TV, eu desligava. Se tocava na rádio, eu trocava de estação. Se eu alguém falasse: ‘Você é o Rodolfo do Raimundos’? Eu falava: ‘Era’. Eu falava agressivo! Eu me irritava e me ofendia”. Apesar de ficar bastante tempos longe do rock, Rodolfo Abrantes retomou recentemente as atividades do Rodox, com shows pelo Sul, Sudeste e Nordeste. Até o momento, as datas da banda vão até o começo de junho. Já o Raimundos segue firme e forte na ativa tocando de norte a sul do Brasil. Pouco tempos, o conjunto foi o ‘open act’ do Guns N’ Roses em vários espetáculos da nova tour em nossa casa. Via: Rockbizz

Machine Gun Kelly diz que briga com Corey Taylor foi uma reação aos ataques do cantor
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05/05/2026

Machine Gun Kelly diz que briga com Corey Taylor foi uma reação aos ataques do cantor

Em 2022, Corey Taylor e Machine Gun Kelly trocaram farpas e comentários ácidos um sobre o outro. A treta começou porque o vocalista do Slipknot recebeu convite para participar do então novo álbum de Gun Kelly, Tickets To My Downfall, mas recusou alegando não gostar de ter outros “escrevendo” para ele. Agora, em conversa com Garza Podcast, Machine Gun Kelly disse que a briga com Corey Taylor foi uma reação aos ataques do cantor. Ele ressaltou que estava se defendendo das investidas do mascarado. “O que você faz se alguém te der um soco na cara? Foi o que aconteceu. Eu levei um soco na cara e revidei, e isso é loucura? Foi o que eu fiz”, começou o músico. Ele continuou: “Olha, o Sid [Wilson – DJ], do Slipknot, era um grande amigo meu há muitos anos, muito antes de tudo isso acontecer. Fiquei triste que a nossa amizade tenha se abalado por causa disso. Mas agora eu e o Sid estamos de boa de novo. Eu e Corey ainda não tivemos a chance de conversar, mas eu o vi em entrevistas dizendo que a gente estava viajando. Mas não me arrependo de como tudo começou. Sou fã dele. Eu o convidei para participar de uma música. Ele estava originalmente no Tickets to My Downfall. Como fã, eu disse: ‘Acho que seria muito legal você fazer um verso nessa música’. A música se chamava Can’t Look Back e está na versão deluxe. Ele simplesmente disse que não queria fazer. Beleza. Respeito isso. Tudo bem”. “Depois do lançamento do álbum, que fez sucesso, ver alguém que eu admirava me criticando, foi como um soco na cara. O que você vai fazer? Revidar! Vou partir para cima. Sou fã do Slipknot? 100%. Entendo o que aconteceu, vou me defender e mostrar para a minha geração e para as gerações futuras que não precisa bajular ninguém se houver desrespeito? Com ​​certeza”, concluiu. Via: Rockbizz

The Rolling Stones anuncia novo álbum ‘Foreign Tongues’
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05/05/2026

The Rolling Stones anuncia novo álbum ‘Foreign Tongues’

The Rolling Stones anunciou o lançamento de seu aguardado novo álbum de estúdio Foreign Tongues, para o dia 10 de julho. O novo álbum começa a ser apresentado pelo animado e contagiante single principal “In the Stars”, lançado digitalmente hoje, 5 de maio, junto com a faixa de abertura “Rough and Twisted”. “In The Stars” chega em formato físico em 15 de maio. Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood participam de um evento de lançamento de Foreign Tongues, nesta terça-feira, 05, no Brooklyn, em Nova Iorque. O álbum apresenta performances de destaque de Jagger, Richards e Wood, ao lado de seus principais colaboradores, incluindo Darryl Jones, Matt Clifford e Steve Jordan. Também conta com uma participação especial de Charlie Watts, gravada em uma de suas últimas sessões de gravação, antes de seu falecimento, em 2021. Contribuições adicionais vêm de um impressionante elenco de artistas convidados, incluindo Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith, do The Cure, e Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers. A banda vem sutilmente gerando expectativa para este anúncio, a partir do lançamento exclusivo em vinil de uma edição limitada white label (com o rótulo em branco) da faixa “Rough and Twisted”, sob o nome The Cockroaches. Refletindo sobre o processo de gravação, Mick Jagger disse: “Adoro fazer essas sessões de gravação em Londres, no Metropolis. Foram algumas semanas muito intensas gravando Foreign Tongues. Tínhamos 14 faixas excelentes e fomos o mais rápido que pudemos. Gosto da sala lá, pois não é muito grande, então dá para sentir a paixão de todos no ambiente”. LEIA TAMBÉM: U2 e Rolling Stones estão cotados para megashow na Avenida Paulista, diz Nunes Via: WikiMetal

Angra: “Permaneço com o sonho do hiato; não é falácia ou estratégia de marketing”, afirma Rafael Bittencourt
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05/05/2026

Angra: “Permaneço com o sonho do hiato; não é falácia ou estratégia de marketing”, afirma Rafael Bittencourt

Após uma extensa maratona de shows que percorreu o mundo entre janeiro de 2024 e agosto de 2025, o Angra entrou em um hiato com o pretexto de descansar. No entanto, em novembro de 2025, o conjunto declarou que estava voltando aos palcos. O anúncio da retomada das atividades foi bem especial, já que surgiu com a notícia da reunião da formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. E para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se tratava de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação do conjunto aconteceu no Bangers Open Air, com uma apresentação no dia 26 de abril de 2026. Apesar da atual bonança e agenda da banda, Bittencourt, durante nova entrevista ao apresentador Igor “3K” Coelho, do canal Flow, afirmou que permanece com o sonho do hiato. Ele também pontuou que a ideia de pausa não foi uma jogada de marketing. “Eu tinha proposto um hiato, um tempo fora. Eu precisava! Completei um ciclo com Cycles of Pain, fizemos um acústico do Temple of Shadows, então foi um batidão saindo da pandemia. Eu permaneço com o sonho do hiato”. “O hiato é um sonho meu sonho”, destacou o guitarrista. “Eu estou pedindo faz tempo esse hiato. Eu preciso dele. Mas as coisas vão emendando uma na outra. Não é falácia, não é estratégia de marketing; é uma necessidade”. Rafael acrescentou: “Quando finalmente tinha conseguido o hiato, veio essa proposta de fazer um show de reunião de uma formação apelidada de Nova Era, que é a formação do Rebirth. Fizeram a proposta para fazer esse show”. Eis o bate-papo completo no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Iron Maiden recusou envolvimento editorial em documentário
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05/05/2026

Iron Maiden recusou envolvimento editorial em documentário

Bruce Dickinson afirmou que o documentário Iron Maiden: Burning Ambition não contou com envolvimento direto da banda no controle editorial. A produção aborda a trajetória do Iron Maiden, mas seguiu um caminho independente. Em entrevista ao site Heavy, Dickinson explicou que o grupo optou por não participar da edição do conteúdo para evitar interferência no resultado final. “Quando soubemos que haveria um documentário, a primeira coisa que decidimos foi que não queríamos nos envolver em termos de edição ou qualquer outra coisa. É preciso ter uma abordagem imparcial, porque você quer que alguém olhe para o documentário e conte a história. Obviamente, há tanta coisa… este documentário poderia ter dez horas de duração, mas aí todo mundo perderia a vontade de viver”. Ele continuou: “Então, você precisa tornar a história concisa. Haverá fãs que dirão: ‘Ah, eles esqueceram isso e aquilo’ — sim, claro, mas para quem não conhece a história do Iron Maiden, esta é uma ótima introdução à banda. Por isso, queríamos uma perspectiva externa sobre nossa carreira e você não pode ficar mexendo nisso e entrando a cada cinco minutos dizendo ‘mude isso’ ou ‘eu não gosto daquilo’, ‘Ah, meu cabelo está bagunçado nessa foto’.” Nada dessa baboseira. Não somos um bando de cachorrinhos mimados. Tem seus defeitos e tudo mais, mas acho isso ótimo. Não há nada ali que eu mudaria”. O documentário musical Iron Maiden: Burning Ambition, que apresenta a história da banda britânica de heavy metal responsável pela mudança do cenário musical nos anos 1980, acaba de ganhar imagens inéditas. Dirigido por Malcolm Venville, o longa chega aos cinemas brasileiros em 07 de maio e já está com as vendas abertas para a sua estreia – saiba como assistir ao documentário. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Blaze Bayley reage à entrada do Iron Maiden no Rock and Roll Hall Of Fame Via: WikiMetal

Filhos de integrantes do KISS fazem estreia ao vivo e anunciam primeiro álbum
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05/05/2026

Filhos de integrantes do KISS fazem estreia ao vivo e anunciam primeiro álbum

Evan Stanley e Nick Simmons, filhos dos integrantes do KISS, Paul Stanley e Gene Simmons, lançaram o projeto Stanley Simmons e anunciaram o álbum de estreia Dancing While The World Is Ending para o dia 28 de agosto. O disco de estreia marca a união criativa dos herdeiros do KISS. Segundo informações divulgadas, o trabalho nasceu de forma espontânea e cresceu a partir de composições iniciais. O terceiro single do disco, “Temporary Love”, será lançado nesta sexta-feira, 08. “É a primeira música que Nick e eu escrevemos juntos”, explicou Evan. Além do anúncio do álbum, Stanley Simmons fez sua primeira apresentação ao vivo na última segunda-feira, 04, em San Diego. O som da dupla segue uma direção diferente da banda de seus pais, priorizando influências distintas e buscando um estilo próprio. Evan Stanley e Nick Simmons cresceram próximos, mas nunca pensaram em fazer música juntos. Isso mudou em dezembro de 2024, quando gravaram um vídeo improvisado no Instagram e perceberam uma forte conexão vocal. A parceria evoluiu em fevereiro de 2025, durante uma tentativa despretensiosa de compor. LEIA TAMBÉM: Gene Simmons revela lição de humildade que aprendeu com Ozzy Osbourne Via: WikiMetal

Max Cavalera revela como abraçou o metal para lidar com a morte do pai na infância
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04/05/2026

Max Cavalera revela como abraçou o metal para lidar com a morte do pai na infância

Max Cavalera, um dos nomes mais importantes no metal, revelou em entrevista à Metal Hammer como o impacto da perda precoce de seu pai moldou seu jeito de fazer música. O cantor e seu irmão mais novo, Iggor, ajudaram a construir o metal brasileiro. Entre desafios e falta de incentivo da indústria, a ascensão do Sepultura, fundado em 1984, era no mínimo, improvável. Sobretudo, a história do músico está longe de ser algo linear. Max relembra como foram os momentos de sua infância com seu pai, Graziano Cavalera, que trabalhava no consulado italiano em São Paulo. “Tínhamos uma casa de praia em Praia Grande, no litoral de São Paulo, e íamos para lá nos fins de semana. Éramos de classe média. Meu pai ganhava muito bem e tínhamos um carro bom e um apartamento bom. Mas aí ele teve um ataque cardíaco e morreu.” Apesar de perder o pai com apenas 9 anos, ele se lembra claramente do dia do falecimento: “Foi muito traumático porque fomos pescar neste lago – Interlagos – e ele começou a reclamar de dores no peito quando estávamos no barco. Levamos ele de volta para o carro e eu o segurei no banco de trás.” “Eu conseguia sentir o coração dele através do peito e ele faleceu ali mesmo, no carro. Lembro-me de ter pensado: ‘É isso. Ele se foi.’ Levaram-no para o hospital e, depois de uma hora, minha tia veio falar comigo e, antes que ela dissesse qualquer coisa, eu disse: ‘Eu sei. Ele se foi, não é?’ E ela disse: ‘Sim. Ele faleceu.’” Max Cavalera transformou luto em combustível Mediante a perda repentina, a família não tinha seguro ou uma reserva financeira. Ainda jovem, ele se viu à frente de novos desafios e transformou a dor em produção. “Minha mãe nos levou de volta para Belo Horizonte e moramos num barraco atrás da casa da minha avó. Perdemos tudo, inclusive a casa de praia. Era tipo: ‘Você tem que ir para a escola e arrumar um emprego. Esquece essas coisas de criança, você tem que ser homem agora, com nove anos de idade.’ Isso me impulsionou para o metal. Eu abracei o metal com todas as minhas forças. Precisava dele como precisava de oxigênio. Eu precisava daquela rebeldia genuína.” Em 1996, no auge do sucesso com o Sepultura, Max enfrentou mais uma dor. Seu enteado, Dana Wells, faleceu em um acidente de carro sob circunstâncias controversas. No mesmo ano, uma disputa acirrada levou à sua saída traumática da banda, resultando em um distanciamento de dez anos de seu irmão Iggor. Porém, essas feridas não apenas cicatrizaram, elas se tornaram o incentivo lírico e sonoro de suas obras e projetos posteriores como Soulfly e Cavalera Conspiracy. LEIA TAMBÉM: Max Cavalera elege os 10 álbuns que definem sua trajetória Via: WikiMetal

John Dolmayan, baterista do System of a Down, anuncia evento no Brasil
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01/05/2026

John Dolmayan, baterista do System of a Down, anuncia evento no Brasil

John Dolmayan, baterista do System of a Down, retorna ao Brasil para uma sessões de autógrafos em quatro capitais brasileiras. A venda de ingressos está disponível no site da Eventim. Trata-se de uma ação de promoção da edição limitada da HQ ASCENCIA, reunindo os 12 números em um volume único. Os encontros estão marcados para os dias 13 de maio, na Reboot Comic Store, em Fortaleza; 14 de maio, na Brilho Cultural, em Recife; 15 de maio, na Loja da Brasa, em Porto Alegre; e 18 de maio, na Itiban Comic Shop, em Curitiba, com início previsto às 15h em todas as cidades. A entrada inclui uma cópia autografada do livro com os 12 volumes da história, além de uma foto com John e a oportunidade de autografar outros dois itens do System Of A Down ou do artista levados pelos fãs (álbuns, pôsteres, camisetas). Idealizada ao longo de anos, a HQ ASCENCIA consolida John Dolmayan também como autor no universo dos quadrinhos, expandindo a sua atuação criativa para além da música. A história mistura ficção científica, filosofia e elementos de crítica social, além de apresentar uma narrativa ambiciosa sobre poder, consciência e evolução humana. Ambientada em um futuro distópico, a sociedade descrita por John é altamente estruturada por sistemas de controle e de informação, em que indivíduos começam a despertar para a possibilidade de transcender esse modelo. A narrativa foi desenvolvida de forma não linear e combina elementos tradicionais de storytelling com passagens mais contemplativas que exploram temas como a consciência, a evolução humana e a liberdade. SERVIÇO Tarde de Autógrafos – John Dolmayan DATAS:Fortaleza – 13 de maio de 2026 (quarta-feira)Endereço: Reboot Comic Store – R. Carapinima, 2200 – Loja 127 – BenficaRecife – 14 de maio de 2026 (quinta-feira)Endereço: Brilho Cultural – R. Ulhôa Cintra, 122 – Santo AntônioPorto Alegre – 15 de maio de 2026 (sexta-feira)Endereço: Loja da Brasa – R. José do Patrocínio, 611, sobreloja – Cidade BaixaCuritiba – 18 de maio de 2026 (segunda-feira)Endereço: – Itiban Comic Shop – Av. Silva Jardim, 845 – RebouçasHorários: Início às 15:00 | Encerramento às 21:00Classificação Etária: LivreIngressos: Ingresso único – R$ 250,00Inclui: Meet & Greet– Foto com John Dolmayan– Distribuição de brinde (1 HQ autografado de autoria de John Dolmayan que será entregue na ocasião do evento)– Direito de autografar outros dois itens do System of a Down ou John Dolmayan trazidos pelos clientes (álbuns, pôsteres, camisetas) Venda geral: 30 de abril, às 12hVendas online em: EventimBilheteria oficial (sem taxa de conveniência):Fortaleza – Reboot Comic Store – R. Carapinima, 2200 – Loja 127 – BenficaRecife – Brilho Cultural – R. Ulhôa Cintra, 122 – Santo AntônioPorto Alegre – Loja da Brasa – R. José do Patrocínio, 611, sobreloja – Cidade BaixaCuritiba – Itiban Comics Shop – Av. Silva Jardim, 845 – Rebouças View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: John Dolmayan, do System of a Down, lança música com cantor de funk MC Lan Via: WikiMetal

Bad Religion transporta público a uma sala de aula com atemporalidade de suas canções
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30/04/2026

Bad Religion transporta público a uma sala de aula com atemporalidade de suas canções

Em plena terça-feira, 29 de abril, contrariando o senso comum sobre qual dia seria perfeito para lotar uma casa de show, o Espaço Unimed ficou apinhado de fãs. Não importa a ocasião, assim que é anunciado que o Bad Religion visitará sua cidade, a mobilização é garantida, ainda mais de forma solo. Isso ocorre mesmo com um intervalo curto entre as passagens, já que, de última hora, eles foram convocados ao festival The Town no ano passado para cobrir a lacuna deixada pelos Sex Pistols devido a uma lesão no pulso de Steve Jones; poucas vezes uma substituição relâmpago foi tão elogiada. Esse prestígio vem não só do fato de serem referências no que fazem e da atemporalidade das canções no quesito social e político, mas da capacidade da banda em atravessar gerações e condensar toda a máxima do punk rock, de algo simples e cru, até para outros gêneros musicais. O academicismo de Greg Graffin, principal letrista, por exemplo, transformou análises densas em algo popular e acessível. Antes mesmo de o grupo pisar no palco, o ambiente foi preparado com o melhor do punk rock mundial, incluindo os conterrâneos do Pennywise e Dead Kennedys, além de The Jam e The Only Ones. Foi essa curadoria na discotecagem que conseguiu segurar os ânimos do público, uma vez que o show começou com 15 minutos de atraso. Após a espera, o telão formou lentamente a tipografia clássica da banda que, segundo alguns presentes, remetia ao fenômeno da cultura pop Stranger Things, embora a estética visual e o caos contido do grupo sejam muito mais antigos do que o apelo nostálgico da série. Com um repertório extenso e 1h20 de show, o grupo aplicou sua fórmula infalível que, apesar da simplicidade elogiada, não permite que nada saia do lugar, seja um fraseado ou qualquer sinal de desafinação. A execução cirúrgica da sonoridade, somada à voz de Graffin que parece imune ao envelhecimento, dita o tom da apresentação e sempre funciona. Por mais que a fórmula possa parecer previsível para quem já os viu inúmeras vezes, a entrega é tão sólida que a experiência nunca perde o vigor, o que é ainda melhor quando o espaço consegue entregar a qualidade do som do grupo para todos os setores, sem quaisquer deslizes técnicos ou equalizações desequilibradas. A pluralidade de público e formas de se experienciar o punk rock A configuração do espaço permitia diferentes experiências, pois quem buscava a emoção dos mosh pits ocupava o centro da casa, enquanto quem preferia apenas balançar a cabeça e ser teletransportado para o tempo em que aquelas canções moldaram sua personalidade ficava nas laterais ou perto das saídas. O público era diverso, tanto em faixa etária quanto em subculturas, indo da juventude que recém descobriu a banda e o ‘’beabá’’ do punk rock, passando por veteranos da cena do hardcore até famílias, que se programaram para ter essa experiência juntas. Desde uma mãe pulando com a filha em suas costas enquanto o pai estava do lado, até a animação sem precedentes dentro das duas áreas de acessibilidade. Se, por um lado, uma parcela pequena do público estava em banho-maria, preferindo curtir a experiência de forma mais tranquila, o outro lado não deixou passar a oportunidade de deixar as amarras sociais de lado e experienciar o show como dita a regra. A própria banda traz essa pluralidade à tona e cada pessoa naquele mundaréu foi impactada de forma distinta. Alguns apenas acompanhavam com a cabeça, outros acendiam o “fósforo” no meio da multidão para que as rodas se formassem e havia quem ficasse apenas no pogo contido. Essa é a beleza da cena, onde existem muitas formas de viver o punk rock e nenhuma anula a outra. Afinal, trata-se de liberdade e, como anunciado no telão, do dever de pensar por conta própria e ser você mesmo. Na área de fumantes, por exemplo, fãs ‘’oldschool’’ do hardcore comentavam sobre épocas passadas e sobre como costumavam estar em todo e qualquer mosh, mas que agora, com a idade, preferiam ficar “na moral”. O que, claro, não é um consenso. Em tempos de debate aberto sobre etarismo, não deveria ser condenável ver alguém mais velho em um crowd surfing, assim como não se ignora o brilho de uma criança que, provavelmente, experimentava aquela emoção pela primeira vez. O punk, novamente, é sobre liberdade e nada mais conciso do que reunir sob a mesma bandeira identidades distintas, sendo diverso e inclusivo. A execução cirúrgica e as interações com o público Os primeiros acordes de ‘’Recipe for Hate’’ foram recebidos com pulos, gritos e assovios, enquanto a capa clássica parecia se projetar do telão para morder a alienação da sociedade, assim como a própria música. Apesar da velocidade do setlist, o vocalista tirou um tempo para conversar com os fãs, celebrando o retorno e reconhecendo alguns rostos de outros carnavais. Mesmo com a simplicidade da apresentação, sem a necessidade de recursos cenográficos complexos ou iluminação excessiva, o telão mudava a cada faixa para exibir o logo, o nome da canção ou ilustrações que interagiam com a essência das letras. Greg Graffin, aliás, mostrou-se brincalhão e gestual, soando por vezes até irônico em sua teatralidade contida. Já Jay Bentley, o único outro remanescente da formação original, exibia um ar mais jovial e a posição de ataque característica do gênero enquanto dedilhava seu baixo. Mesmo com a energia mais amena nos arredores, o pessoal mais empolgado abria rodas no meio das pistas e perto do palco, impossibilitando ficar alheio a um setlist que parecia um compilado de grandes sucessos. Essa segurança vem de muito tempo de estrada. Apesar da interação constante com o público, o que parecia contido como uma barragem foi desmantelado pelo paredão de guitarras em ‘’Do What You Want’’, seguida pela crítica ferrenha à sociedade de consumo em ‘’21st Century (Digital Boy)’’. Após os hits, algumas sequências memoráveis foram intercaladas por momentos mais contidos, como ‘’Fuck You’’ e ‘’I Want to Conquer the World’’. Quando o público pediu músicas fora

Venom fala sobre novo álbum e segredo da longevidade: “Amizade e respeito mútuo”
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29/04/2026

Venom fala sobre novo álbum e segredo da longevidade: “Amizade e respeito mútuo”

A lendária banda Venom retorna ao centro das atenções com Into Oblivion, seu novo álbum de estúdio, com lançamento marcado para dia 1º de maio. O disco marca o primeiro material inédito da banda desde 2018 e traz a formação consolidada com Cronos (baixo/vocal e membro fundador), Rage (guitarra) e Dante (bateria). Com 13 faixas, o trabalho mantém a identidade sombria e agressiva que consolidou o grupo como um dos pilares do metal extremo. Para celebrar o lançamento de Into Oblivion, o Venom realizará diversas audições do álbum ao redor do mundo, inclusive no Brasil, em São Paulo, no The Metal Bar. O evento será na véspera do lançamento, quinta-feira, 30 de abril, a partir das 18h com entrada gratuita. Os fãs receberão brindes e a chance de ganhar discos de vinil test pressings autografados em cada evento. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista Danny Needham, conhecido como Dante, falou sobre o novo disco e o trabalho de 17 anos ao lado da figura icônica Cronos. O músico também revelou a responsabilidade em manter o legado da banda e elogiou os fãs brasileiros. Wikimetal: O hiato de 8 anos entre álbuns é o maior da carreira do Venom. Esse tempo foi uma escolha consciente para maturar as composições ou o mundo exterior e a pandemia forçaram essa espera? Danny “Dante” Needham: Sim, isso representou um problema, obviamente no início, porque foi quando começamos a compor o álbum e então, aconteceu a pandemia. Entramos em confinamento, não podíamos fazer o que costumamos fazer, como ir para o nosso estúdio e começar a compor juntos. Tivemos que fazer cada um por conta própria, o que, quer dizer, deu ao Cronos e ao Rage a chance de melhorar seus estúdios caseiros, o que eles fizeram nesse período. E eles estavam compondo mais sozinhos. Mas foi ótimo. Não foi nada demais, foi muito bom. Eles estavam desenvolvendo suas próprias ideias. Mas as músicas não tinham aquela faísca que temos quando compomos juntos, quando trocamos ideias, é quando nossa pequena mágica acontece. Esse foi o primeiro inconveniente. E então, tivemos alguns problemas técnicos no estúdio, quando eu já tinha terminado de gravar os álbuns, todas as partes de bateria e tudo mais. Os caras estavam começando a gravar o baixo e a guitarra, e estávamos ouvindo algumas das músicas depois. Percebemos que havia um problema. Era como um ruído estático, e localizamos a origem. Basicamente, era o microfone que estava com defeito e não percebemos na hora da gravação, só quando estávamos ouvindo depois. Isso significou que tive que gravar tudo de novo, o que atrasou um pouco o lançamento. Mas, olhando para trás, o álbum ficou melhor, porque acho que a segunda gravação ficou melhor e dedicamos um pouco mais de tempo a algumas músicas, deixando-as mais épicas, digamos assim. WK: O novo disco Into Oblivion traz os elementos clássicos do Venom ao mesmo tempo que tem elementos modernos. A banda disse no press release que este álbum soa “diferente, mas familiar”. Como foi ser diferente, mantendo a mesma fórmula de décadas? DD: Ainda tem aquela vibe old school. Ainda é cru. Não é… sabe, os álbuns do Venom nunca são limpos e superproduzidos, porque não é essa a essência do Venom. Tem que ter aquele som pesado, agressivo, e este álbum tem. Mas a produção é ótima. Acho que este álbum e as músicas, com tudo o que fizemos, representam… Todos nós ultrapassamos limites e nos impulsionamos mutuamente. Acho que todos nós estamos buscando o melhor álbum possível, e acho que conseguimos isso com Into Oblivion. Temos músicas que são um pouco mais blues, industrial, como “Dogs of War” e coisas assim. Tem até poesia. A terceira música, “Nevermore”, é basicamente o poema de Edgar Allan Poe, que o Cronos está recitando, mas do jeito dele. Então, é bem interessante. Mas ainda é muito Venom porque está sob a cozinha do Venom. Todas as músicas deste álbum estão sob essa cozinha. Não importa o estilo, a reviravolta que tome, sempre vai soar como nós, porque estamos juntos há muito tempo. WK: Como é trabalhar ao lado de uma figura tão icônica como Cronos? Existe espaço para novas ideias ou ele mantém uma visão mais tradicional do Venom? DD: Bem, é ótimo trabalhar com o Cronos. É verdade. Quer dizer, esta é a formação mais duradoura da banda em toda a sua história. 17 anos. Então, nós nos damos muito bem, nós três. Somos muito amigos. Moramos perto um do outro e temos a sorte de ter nosso próprio estúdio, onde ensaiamos, nos reunimos e conversamos sobre negócios, ideias e planos para futuros shows, turnês, álbuns e tudo mais. E também o usamos para gravar. Passamos muito tempo juntos. É ótimo, ele nos deixa… nós imprimimos nossa própria marca no que fazemos. Mesmo nas músicas mais antigas, quando fazemos um show, obviamente tentamos… temos respeito pelas formações anteriores e tudo mais. Mas podemos dar o nosso toque pessoal. Não vamos simplesmente copiar os outros. WK: Está é a formação mais estável e longeva do Venom. Qual é o segredo para manter o espírito de “Power Trio” vivo por 17 anos sem que a banda se torne uma caricatura do passado? DD: Ah, essa é uma boa pergunta. É como eu penso… Acho que é a amizade e o respeito mútuo que temos uns pelos outros, e simplesmente adoramos nos reunir e tocar, é divertido. Nós éramos… Não somos mais crianças, mas… É como ser criança quando nos reunimos para tocar. Entende o que quero dizer? É como se nunca nos abandonássemos. E quando isso acontece, não é mais divertido, aí é hora de seguir em frente e fazer outra coisa ou desistir. Mas esse dia nunca chegou. É uma verdadeira honra, é uma emoção tocar com esses caras. É ótimo. WK: Você faz parte de uma banda lendária, com uma sonoridade já pré-estabelecida. Vocês sentem alguma responsabilidade em manter o legado da banda? DD: Acho que nós temos essa responsabilidade com este álbum. Acho que este é o quarto álbum em que estive envolvido e,

Accept: Novo álbum reúne membros do Ghost, Metallica, Pantera, Scorpions e mais
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29/04/2026

Accept: Novo álbum reúne membros do Ghost, Metallica, Pantera, Scorpions e mais

Accept anunciou um projeto especial para celebrar cinco décadas de carreira. O grupo lançará o álbum Teutonic Titans 1976–2026 no dia 04 de setembro, pela Napalm Records, reunindo grandes nomes do heavy metal. O disco contará com cerca de 50 convidados em 19 faixas, revisitando clássicos da banda com novas versões. Cada música terá combinações diferentes de músicos, sendo o lançamento mais ambicioso e repleto de estrelas do Accept. O guitarrista Wolf Hoffmann comentou: “Não há melhor maneira de celebrar este 50º aniversário do que ter nossos colegas, amigos e inspirações musicais reunidos conosco para gravar essas canções clássicas do Accept, que tenho a honra e o orgulho de compartilhar com o mundo. Espero que todos curtam este álbum tão especial tanto quanto nós curtimos gravá-lo.” Entre os participantes estão Tobias Forge (Ghost) na faixa “Save Us”, acompanhado por Ray Luzier na bateria. Philip Anselmo (Pantera), Kirk Hammett (Metallica) e Mikkey Dee (Scorpions) se destacam no clássico do speed metal “Fast As A Shark”. Já “Balls To The Wall” ganha força com a potência vocal de Rob Halford (Judas Priest), ao lado das guitarras de Matthias Jabs (Scorpions), enquanto “Love Child” surge renovada com Billy Corgan (Smashing Pumpkins) e David Ellefson (Megadeth). Outras participações incluem: Kk Downing, Bobby “Blitz” Ellsworth (Overkill), Hansi Kürsch (Blind Guardian), Chris Jericho (Fozzy), Ralf Scheepers (Primal Fear), Billy Sheehan (Mr. Big), Ola Englund (The Haunted) e Jeff Loomis (Nevermore). View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Bruce Kulick, ex-guitarrista do KISS, se recupera após cirurgia cardíaca Via: WikiMetal

Despedidas e estreias: Angra ainda faz apuração da emoção vivida no Bangers Open Air
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28/04/2026

Despedidas e estreias: Angra ainda faz apuração da emoção vivida no Bangers Open Air

O Angra finalmente reuniu a formação do álbum Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata do quinteto Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda aconteceu no Bangers Open Air, com uma apresentação no último domingo, dia 26 de abril. Além disso, o show no festival foi a despedida do vocalista italiano Fabio Lione (Rhapsody, Vision Divine), que não faz mais parte do corpo funcional da empresa de Rafael Bittencourt. Pelas redes sociais, o Angra ainda faz apuração da emoção vivida no Bangers Open Air. O grupo escreveu: “No último domingo, o Bangers Open Air testemunhou um momento raro que vai para além da música. Um encontro de formações, histórias, despedidas e estreias. Um espetáculo que não se repete”. “Ainda estamos tentando encontrar palavras para descrever tudo o que sentimos naquela noite. Obrigado por fazer parte disso com a gente”, concluiu o conjunto. Além do festival, o Angra fará um show em celebração aos 25 anos do Rebirth no dia 29 de abril no Espaço Unimed. Os ingressos estão à venda via Clube do Ingresso. Depois disso, os caras vão cair na estrada para celebrar os trinta anos de Holy Land, seu segundo álbum. Hiato? Que hiato? Coisa do passado! Isso fica claro que o grupo está vibrando em diapasão bem diferente de era anteriores. A torcida que isso perdure e não seja fogo de palha, como uma paixonite de adolescente. Via: Rockbizz

Raimundos: Digão agradece a Nossa Senhora de Guadalupe pelas bênçãos da tour com Guns N’ Roses
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27/04/2026

Raimundos: Digão agradece a Nossa Senhora de Guadalupe pelas bênçãos da tour com Guns N’ Roses

Recentemente, o veterano Guns N’ Roses esteve no Brasil com a nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O grupo estrangeiro fez ao todo nove shows em nosso país. Seguindo o esquema de 2025, o qual contou com o apoio do Raimundos, o giro deste ano também teve o reforço do conjunto brasiliense. O quarteto fez o esquenta em sete shows do Guns N’ Roses no Brasil – São José do Rio Preto, Campo Grande, Cariacica, Salvador, Fortaleza, São Luís e Belém. Isso mostra e prova o poder do rock feito em nosso país! E o líder do Raimundos, Digão, agradeceu a Nossa Senhora de Guadalupe pelas bênçãos da tour com Guns N’ Roses. Pelas redes sociais, ele escreveu: “Depois de + de 3 semanas fora de casa e com somente 02:30 de sono no vôo de volta de Belém, PA. Vim com meus amores agradecer a Deus e Nossa Senhora de Guadalupe por todas as bênçãos dessa tour com a família Guns N’ Roses. Obrigado meu bom Deus por nos permitir cada momento, emoção, suor, lágrimas, amor e amizades”. Mas Digão não terá muito tempo de descanso, já que o Raimundos está com agenda cheia até o final de novembro. Os caras vão se apresentar nas cinco regiões do Brasil, com destaque para o sudeste, que receberá mais de dez concertos. Via: Rockbizz

Eileen Kelly conta como é namorar uma estrela do rock com o dobro de sua idade
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25/04/2026

Eileen Kelly conta como é namorar uma estrela do rock com o dobro de sua idade

Em entrevista à revista Vogue, Eileen Kelly contou como é namorar uma estrela do rock com o dobro de sua idade. Eileen tem 30 anos e se relaciona com Anthony Kiedis, de 63 anos, vocalista do Red Hot Chili Peppers. “Meu namorado tem mais que o dobro da minha idade, o que é alarmante ou impressionante, dependendo de quem você perguntar”, disse Kelly. “Ele parece genuinamente curtir estar comigo, em vez de procurar alguém melhor, pois sabe que é um cara de muita sorte”. A diferença de idade entre o casal não chamou a atenção de imediato”, segundo Kelly, que a princípio pensou que a relação seria apenas de amizade antes do primeiro encontro. A moça também comentou que as pessoas frequentemente fazem perguntas que levam a “momentos incrivelmente constrangedores”, incluindo suposições de que Kiedis é o seu pai e não namorado. “O que as pessoas presumem sobre mim, sobre ele, sobre a estrutura do nosso relacionamento, muitas vezes revela mais sobre elas do que qualquer coisa que exista entre meu namorado e eu. O relacionamento em si se torna secundário ao que ele representa”. “É a primeira vez que namoro alguém significativamente mais velho e, às vezes, brinco com meus amigos dizendo que perdi muita coisa na vida”, observou. “Se eu tivesse 18 ou mesmo 21 anos, a balança seria bem diferente. Somos basicamente duas pessoas fazendo o trabalho rotineiro e comum de seguir em frente juntos”, completou. O roqueiro sempre gostou de se relacionar com mulheres bem mais novas que ele. Nos anos 2010, ele teve um relacionamento com a modelo Helena Vestergaard. Na época, o cantor estava na casa dos 50 anos e ela na casa dos vinte anos. Quando estava na casa dos 40, Kiedis namorou a modelo Heather Christie, que era bem mais nova e estava na casa dos 20. O casal teve um filho. Via: Rockbizz

Gus G. libera clipe de Dancing With Death com participação de Matt Barlow
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25/04/2026

Gus G. libera clipe de Dancing With Death com participação de Matt Barlow

Gus G. (Firewind, ex-Ozzy Osbourne) liberou o clipe de Dancing With Death com participação de Matt Barlow. A faixa está no repertório de seu quinto álbum solo, Steel Burner. O disco saiu na última sexta-feira, dia 24 de abril, via Metal Department Records. Além de Matt Barlow (ex-Iced Earth), o disco tem a participação de outras estrelas do metal mundial como Doro Pesch (ex-Warlock), Ronnie Romero (ex-Rainbow) e Dino “Jelusick” Jelusić (ex-Whitesnake). Steel Burner teve mixagem e masterização do produtor Dennis Ward (Helloween, Angra, Unisonic, Pink Cream 69). Track listing de Steel Burner: 01. Steel Burner02. Nothing Can Break Me (com Doro Pesch)03. Dancing With Death (com Matt Barlow)04. Advent05. What If06. Frenemy (com Ronnie Romero)07. No One Has To Know (com Dino “Jelusick” Jelusić)08. Confession09. My Premonition (com Ronnie Romero)10. Closure Via: Rockbizz

“Heaven and Hell”: Como Ronnie James Dio salvou o Black Sabbath em 1980
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25/04/2026

“Heaven and Hell”: Como Ronnie James Dio salvou o Black Sabbath em 1980

No dia 25 de abril de 1980, Black Sabbath lançou seu nono álbum de estúdio, Heaven and Hell. O disco foi o primeiro lançamento da banda após a conturbada demissão de Ozzy Osbourne em 1979 devido ao desgaste pessoal e criativo do cantor, relacionado diretamente com o abuso de drogas e álcool. Em meio a um clima de que o fim poderia estar próximo, Tony Iommi precisou encontrar um substituto de mesmo nível e que mantivesse o grupo relevante. O guitarrista não apenas conseguiu isso, como encontrou alguém responsável por mudar a história do metal: Ronnie James Dio, que acabara de deixar o Rainbow. Com estatura desproporcional ao alcance de sua voz, o vocalista norte-americano estava prestes a salvar o Sabbath e daria novos passos para se tornar um dos maiores vocalistas de todos os tempos Veja 4 curiosidades sobre um dos discos mais importantes da história do heavy metal e que completa 46 anos neste sábado. A ironia do destino que envolve a entrada de Dio no Black Sabbath A entrada de Ronnie James Dio no Black Sabbath carrega uma das maiores ironias da história do rock: Tony Iommi soube do vocalista por ninguém menos que pela jovem empresária Sharon Levy, que anos mais tarde se casaria com Ozzy Osbourne e passaria a cuidar da carreira do Príncipe das Trevas. Na época, Sharon trabalhava para seu pai, Don Arden, que era o empresário do Sabbath. Em entrevista ao podcast The Magnificent Others, a empresária relembrou o momento em que os músicos se conheceram. “Foi quando a banda decidiu definitivamente que Ozzy precisava sair. Tony me perguntou: ‘Quem você acha que poderia ser o vocalista?’. E eu disse: ‘Conheço esse cara, Ronnie Dio’. Então, os apresentei. Eles se deram muito bem, porque Ronnie era um cara muito sociável e fácil de conversar”, disse [transcrição via Whiplash]. A mudança nas letras: do ocultismo para fantasias épicas Até a chegada de Dio, o baixista Geezer Butler era o letrista principal, focando em temas como ocultismo, escuridão, guerras e ficção científica. O novo frontman passou a ficar responsável pelas composições líricas em Heaven and Hell, e ocasionou grande mudança no grupo, passando a abraçar novas temáticas como´metáforas que envolviam a dualidade entre o bem e o mal, castelos, reis e o mundo da fantasia. Essa transição não apenas salvou o Black Sabbath, como ajudou a definir o que viria a ser o Power Metal nos anos seguintes. Origem da icônica capa do Black Sabbath A marcante capa, que mostra anjos jogando cartas e fumando, se encaixa perfeitamente com a temática da faixa-título, bem como parece ter sido uma encomenda da própria banda. No entanto, a arte possui outra origem. Trata-se de uma pintura feita em 1979 pelo artista norte-americano Lynn Curlee chamada Smoking Angels, inspirada em uma fotografia de 1928 que mostrava mulheres fantasiadas descansando nos bastidores de uma peça de teatro universitário. Tony viu a arte em uma galeria, comprou os direitos de uso e a tornou parte da história. Ao portal Black Sabbath Online em 2008, Curlee explicou como seu quadro se tornou uma das capas mais cultuadas do metal: “Eles [a banda e a gravadora Warner Bros. Records] tinham um novo álbum e a arte de capa original não estava dando certo, então eles se viram em um beco sem saída. Eles me perguntaram se eu tinha algo adequado em mãos. Eu já havia pintado Smoking Angels para ser um quadro de galeria de arte, e eles simplesmente a escolheram para ser a capa”, disse. ‘Smoking Angels’. Crédito: Lynn Curlee/Reprodução O “chifre do metal” que virou marca registrada Em suas apresentações, Ozzy tinha o costume de fazer o sinal de “paz e amor” com as mãos. Ao assumir o posto, Ronnie sabia que precisaria criar uma assinatura própria e que fosse condizente com o som da banda. Foi aí que ele introduziu um gesto que sua avó realizava para espantar o mau-olhado, chamado Maloik, e que acabaria se tornando uma das expressões mais usadas não só na música pesada, mas na cultura pop em si. “Sou descendente de italianos; meus avós maternos e paternos vieram da Itália para os Estados Unidos, e eles tinham superstições. Quando eu era criança, andando de mão dada com a minha avó pela rua, eu a vi fazendo a mão chifrada pra alguém. Soube que esse sinal se chamava malocchio. Eu inventei isso? Não. Mas aperfeiçoei para torná-lo importante? Sim, pois eu usava muito, especialmente com o Sabbath. Pelo fato de eu fazer muito esse gesto, ele acabou ficando associado mais a mim que a qualquer outra pessoa. Embora Gene Simmons diga que foi ele quem inventou. Mas até aí, ele quem inventou a respiração e os calçados”, contou Dio ao documentário Metal: A Headbanger’s Journey (2005), de Sam Dunn. LEIA TAMBÉM: Ronnie James Dio gostava de compor enquanto via esportes, diz Wendy Dio Via: WikiMetal

Yungblud homenageia Ozzy Osbourne durante show em Birmingham: “Você mudou a minha vida”
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24/04/2026

Yungblud homenageia Ozzy Osbourne durante show em Birmingham: “Você mudou a minha vida”

Yungblud prestou uma nova homenagem a Ozzy Osbourne durante seu show em Birmingham na última quinta-feira (23 de abril). O artista britânico se apresentou na Utilita Arena, na cidade natal do saudoso Príncipe das Trevas, como parte de sua atual turnê Idols pelo Reino Unido e Irlanda, e presenteou o público do local com um cover de Changes, do Black Sabbath. Na introdução, o telão mostrou alguns fãs segurando uma placa que dizia: “Ozzy estaria orgulhoso”. Aproveitando o momento emocionante, o cantor separou um instante para “dedicar a próxima música a um querido amigo meu que está no céu”, acrescentando: “Esta próxima música é para o Sr. Ozzy Osbourne!” Ele continuou: “Estou há dias morrendo de medo de tocar isso em Birmingham hoje à noite”. Apontando para o céu, Yungblud disse: “Porque você mudou a minha vida, cara! Birmingham, vocês estão prontos para cantar isso?” Confira o vídeo abaixo: Via: Rockbizz