Notícias

Dave Grohl (Foo Fighters) lembra sinal do universo para seguir na música após a morte de Kurt Cobain
Durante participação no programa The Late Show with Stephen Colbert, Dave Grohl (Foo Fighters) foi questionado sobre sua vida após o fim do Nirvana em 1994. O músico lembrou que recebeu sinal do universo para seguir na música após a morte de Kurt Cobain. “Quando o Nirvana acabou, eu não tinha certeza do que fazer. Não sabia se queria continuar tocando música. Ficava triste só de pensar em tocar em outra banda e perder o Nirvana. Perder o Kurt foi uma experiência realmente sombria e emocional”. Dave continuou: “Tudo o que eu queria era desaparecer. Enquanto dirigia por uma estrada rural, vi um mochileiro com uma camiseta do Kurt Cobain. Pensei: ‘O universo está me dizendo: você precisa continuar. Você precisa seguir em frente. Você precisa super isso’”. “A música sempre foi o amor da minha vida”, ressaltou. “Ela me ajudou a superar alguns dos meus momentos mais difíceis e, quando vi o garoto com a camiseta do Kurt Cobain, pensei: ‘Certo, eu preciso continuar’. Tenho muito respeito e admiração pelo passado, mas preciso ter um futuro”, concluiu Grohl. De acordo com o Instituto Médico Legal do Condado de King, o líder do Nirvana cometeu suicídio no dia 05 de abril de 1994. Dave formou o Foo Fighters no mesmo ano em que o amigo faleceu. O debute autointitulado saiu em junho de 1995 pela Capitol. O resto é história. Via: Rockbizz

Red Hot Chili Peppers vende catálogo musical por mais de R$ 1,4 bilhão
Após rumores, o Red Hot Chilli Peppers vendeu seu catálogo de músicas gravadas à Warner Music Group em um acordo que ultrapassa US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,4 bilhão). Segundo o The Hollywood Reporter, o negócio, fechado na última sexta-feira, 08, aconteceu por meio de parceria entre a WMG e a empresa de investimentos norte-americana Bain Capital. O acordo com a banda representa cerca de metade dos gastos da joint venture até o momento. [via Rolling Stone]. O catálogo gera US$ 26 milhões (aproximadamente R$ 167 milhões) de lucro anualmente, pertencia ao grupo e estava à venda desde o ano passado com um valor avaliado em US$ 350 milhões. Desde o álbum Blood Sugar Sex Magik (1991), todos os lançamentos aconteceram pela gravadora. Os primeiros quatro discos do Red Hot Chilli Peppers foram lançados pela EMI. Em 2021, Red Hot Chilli Peppers já havia vendido direito de publicação de suas músicas Naquele ano, o quarteto californiano já havia ganhado US$ 140 milhões com a venda dos direitos de publicação de suas músicas para o fundo britânico Hipgnosis Songs, agora conhecida como Recognition Music Group Na época, fontes da Billboard apontam que o valor real do acordo não foi divulgado, mas pode chegar a US$ 140 milhões pelos direitos de todo o catálogo da banda, incluindo os maiores sucessos do grupo, como “Californication”, “Scar Tissue” e “Give It Away”, que possui lucro anual avaliado em cerca de U$S 5 milhões em participação líquida de cada integrante. De acordo com o Consequence of Sound, a empresa teve fundação em 2018 e já nasceu como uma das gigantes no negócio de fundos de investimentos especializada em catálogos musicais, com direitos de Neil Young, Lindsey Buckingham, do Fleetwood Mac, Shakira, e os direitos do produtor Bob Rock, inclusive do The Black Album, do Metallica. LEIA TAMBÉM: Clown, do Slipknot, revela problema cardíaco e passará por cirurgia Via: WikiMetal

Andre Matos deu lição de moral com elegância a indivíduo que chamou seu vocal de gay
O saudoso vocalista Andre Matos foi a base para a formação do Angra, que chegou a ser a mais importante banda de power metal do Brasil. Depois de três álbuns completos de estúdio – Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998) – o cantor resolveu sair e se aventurar em outros terrenos. Depois do Angra, ele liderou o Shaman, teve sua carreira solo e emprestou seu talento a outros projetos e grupo como Avantasia, Aina, Epica e Korzus. Além de se destacar na parte artística, o músico era fora de série em relação ao relacionamento com os fãs. Matos não tinha melindres, vaidade e prepotência que muitos músicos da cena nacional e estrangeira costumam ostentar. Mesmo quando era confrontado por perguntas, falas e ações de pessoas intransigentes, o cantor não perdia a temperança e conseguia sair das situações adversas com serenidade e elegância. Em 29 de outubro de 2013, por exemplo, na cidade de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, Andre ministrou um workshop sobre técnica vocal. Após a palestra, em conversa com alguns fãs, ele respondeu um comentário de um indivíduo que não estava no evento, mas que conseguiu que sua maledicência sobre o vocal agudo chegasse até o cantor. Andre disse: “Olha, se o agudo foi bem gay, eu não sei. Agora, eu queria entender que tipo de música você gosta e o que você considera gay ou não. Eu já vi muito músico de death metal, black metal e thrash metal que joga nos dois times”. “Então, a questão do cara ter voz aguda e isso determinar a opção sexual dele ou não, não é um indicativo”, pontuou. “E os agudos que eu costumo utilizar na minha carreira como um todo não são propositalmente com a intenção de converter ninguém, e muito menos ensurdecer alguém ao ponto de não conseguir ouvir qualquer tipo de música”, ressaltou. “Ou seja, quando utilizo os agudos na música, é porque a música que pede a nota. Não é nota que pede a música. Então, cantar agudo ou não, tanto faz desde que a música seja boa”, completou o cantor. Infelizmente, Andre Matos morreu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Mesmo com a esta triste realidade, a arte de Andre segue viva fazendo a alegria dos fãs ao redor do mundo. Via: Rockbizz

Scorpions divulga vídeo ao vivo de Bad Boys Running Wild no Madison Square Garden
O Scorpions divulgou o vídeo ao vivo de Bad Boys Running Wild no Madison Square Garden. A gravação do material aconteceu no dia 06 de maio de 2022 durante o histórico concerto para celebrar os 50 anos do conjunto. Anteriormente, da mesma apresentação, o grupo alemão liberou os vídeos de Peacemaker e Seventh Sun. As duas canções estão presentes em Rock Believer, que é o décimo nono álbum de estúdio da banda, cujo lançamento original foi em 22 de fevereiro de 2022 no Reino Unido e 25 de fevereiro nos resto do globo. Veja as performances nos players logo abaixo: E por falar no lendário grupo alemão, a Scorpions – Coming Home To Las Vegas vai acontecer entre os dias 17 de setembro e 03 de outubro, com a participação especial do Buckcherry. A nova residência sucede as três temporadas anteriores: Scorpions – Sin City Nights (2022), Love At First Sting Las Vegas (2024) e Scorpions – Coming Home To Las Vegas 60th Anniversary Las Vegas Residency (2025). Via: Rockbizz

Após rumores sobre fim, Greta Van Fleet anuncia retorno e música nova
O Greta Van Fleet colocou fim aos rumores de separação após publicar um novo vídeo nas redes sociais, mostrando a banda em estúdio. A repercussão começou após publicarem um clipe com uma retrospectiva da carreira do grupo com uma mensagem que levantou dúvidas: “Obrigado pela jornada incrível. Com amor, Josh, Jake, Sam e Daniel“. O conteúdo levou muitos fãs a acreditar que o quarteto havia encerrado as atividades. Agora, a banda respondeu às especulações com um vídeo mais descontraído. Na publicação, os músicos aparecem trabalhando em material inédito e usam a frase: “Estamos de volta, pessoal!”. O trecho também inclui uma prévia de música nova. O Greta Van Fleet estava inativo no Instagram desde julho de 2025. Na ocasião, celebrou os dois anos do álbum Starcatcher (2023). Já o último show aconteceu em setembro de 2024, durante o festival Seaside Park, nos Estados Unidos. Durante o período, integrantes investiram em projetos paralelos. Jake Kiszka trabalhou com a banda Mirador, enquanto Sam Kiszka e Danny Wagner participaram de gravações com Langhorne Slim. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: As 10 melhores músicas do Greta Van Fleet Via: WikiMetal

Metallica bate recorde de público ao tocar para 90 mil fãs no Estádio Olímpico em Atenas
O veterano Metallica fez história ao tocar para 90 mil fãs no Estádio Olímpico em Atenas, Grécia. O show, que aconteceu no último sábado, dia 09 de maio, foi para lá especial pois bateu o recorde de público para o local. O Estádio Olímpico tem capacidade para acomodar 75 mil pessoas, no entanto, com o tipo circular de palco que o Metallica vem utilizando durante a M72 World Tour, foi possível colocar mais fãs no ressinto e bater o recorde de público. Pelas redes sociais, o Metallica festejou a conquista com foto da apresentação. Na publicação, a banda escreveu: “Uau! Um enorme agradecimento à família Metallica na Grécia por estabelecer um novo recorde de público no sábado à noite no Estádio Olímpico de Atenas! Mais de 90.000 pessoas lotaram o local, e acreditem… nós sentimos a energia! Não poderíamos imaginar uma maneira melhor de começar esta etapa da M72 World Tour”. A nova perna da M72 World Tour vai continuar pela Europa com shows em países como Polônia, Alemanha, Suíça, Romênia, entre outros. Depois disso, a banda irá para o Reino Unido para fazer seis concertos. Via: Rockbizz

Primavera Sound São Paulo anuncia Gorillaz, The Strokes, Black Pantera e mais
O Primavera Sound São Paulo divulgou nesta segunda-feira, 11, o lineup da edição de 2026, que está programada para acontecer nos dias 05 e 06 de dezembro no Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Gorillaz e The Strokes serão os headliners do festival, que conta também com o punk rock do Mannequin Pussy, o post rock da Courtney Barrett e os brasileiros do Black Pantera. Confira o lineup completo abaixo. Segundo a organização, o Primavera Sound contará com cerca de 40 atrações em sua programação. Além dos artistas já anunciados, novos nomes ainda serão confirmados para integrar a agenda do evento na cidade. Informações sobre a venda de ingressos e a divisão do lineup por dia, serão divulgados em breve. Mais informações estão disponíveis no site oficial do festival. O festival ocorreu em apenas outros dois anos na capital paulista, 2022 e 2023. Em 2024, o evento foi cancelado por conta de “dificuldades externas” e “desafios da indústria musical”, segundo afirmaram os organizadores à época. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Primavera Sound conquista a nação do rock em sua segunda edição no Brasil Via: WikiMetal

Shawn James anuncia turnê no Brasil com shows em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba
O músico norte-americano de folk blues rock Shawn James anuncia a sua aguardada passagem pelo Brasil em 2026. Com uma sonoridade que ignora fronteiras entre gêneros, o artista se apresentará em Porto Alegre (06 de agosto, no Teatro Opinião), em São Paulo (07 de agosto, no Cine Joia) e em Curitiba (08 de agosto, no Hard Rock Café). A venda geral de ingressos para todas as datas terá início na quinta-feira, 14 de maio, a partir das 10h, no site da Sympla. Nascido e criado na zona sul de Chicago, nos Estados Unidos, Shawn James cresceu frequentando igrejas e absorvendo as raízes da música gospel. Crescer cercado por uma música feita com o coração e muita alma, em meio a pessoas autênticas e trabalhadoras, moldou a sua identidade musical. “Comecei a lançar minhas próprias músicas em 2012 e não parei desde então. Toco uma ampla variedade de estilos, do folk ao blues, passando pelo R&B, gospel, rock, metal e muita coisa no meio disso”, explica o músico. Para ele, o rótulo importa menos do que a entrega: “A principal constante entre todos esses gêneros é que tudo é feito com emoção, sentimento, coração e muita alma. Acredito nas coisas que digo e sinto profundamente o que toco”. Um dos grandes destaques da discografia de Shawn é a faixa “Through The Valley”, que se tornou um grande sucesso ao protagonizar a trilha sonora do aclamado videogame e da série de TV The Last of Us. O artista vive agora uma nova fase e prepara o lançamento de seu próximo álbum de estúdio, Passage, que estreia no dia 12 de junho e vem sendo antecipado pelos singles “Icarus”, “My Juliet” e “It’s Alright”. SERVIÇO:Shawn James em Porto AlegreData: 06/08 (quinta-feira)Local: Teatro Opinião | Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RSAbertura: 19h30Show: 21hClassificação etária: +16Ingressos:Pista lote 1: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada) / R$185,00 (meia social) VIP Experience: R$600,00* *Não inclui ingresso para o show. Todos os participantes da “VIP Experience” devem ter ingressos para o show. Uma (1) credencial exclusiva Um (1) item exclusivo de merchandise Um (1) pôster autografado Meet & Greet exclusivo com Shawn James Performance acústica exclusiva Acesso antecipado e 15% de desconto em toda a merchandise da turnê (não esqueça de apresentar seu cordão para a nossa querida vendedora de merch, Madi, para receber o desconto) Entrada antecipada no local — isso significa acesso aos melhores lugares da casa Compra online por aqui. Shawn James em São PauloData: 07/08 (sexta-feira)Local: Cine Joia | Praça Carlos Gomes, 82 – Sé, São Paulo/SPAbertura: 19h30Show: 21hClassificação etária: +16Ingressos: Pista lote 1: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada) VIP Experience: R$600,00* *Não inclui ingresso para o show. Todos os participantes da “VIP Experience” devem ter ingressos para o show. Uma (1) credencial exclusiva Um (1) item exclusivo de merchandise Um (1) pôster autografado Meet & Greet exclusivo com Shawn James Performance acústica exclusiva Acesso antecipado e 15% de desconto em toda a merchandise da turnê (não esqueça de apresentar seu cordão para a nossa querida vendedora de merch, Madi, para receber o desconto) Entrada antecipada no local — isso significa acesso aos melhores lugares da casa Compra online por aqui. Shawn James em CuritibaData: 08/08 (sábado)Local: Hard Rock Cafe | R. Buenos Aires, 50 – Batel -Curitiba/PRAbertura: 19h30Show: 21hClassificação etária: +16Ingressos: Pista lote 1: R$320,00 (inteira) / R$160,00 (meia-entrada) VIP Experience: R$600,00* *Não inclui ingresso para o show. Todos os participantes da “VIP Experience” devem ter ingressos para o show. Uma (1) credencial exclusiva Um (1) item exclusivo de merchandise Um (1) pôster autografado Meet & Greet exclusivo com Shawn James Performance acústica exclusiva Acesso antecipado e 15% de desconto em toda a merchandise da turnê (não esqueça de apresentar seu cordão para a nossa querida vendedora de merch, Madi, para receber o desconto) Entrada antecipada no local — isso significa acesso aos melhores lugares da casa Compra online por aqui. LEIA TAMBÉM: Documentário sobre reunião do Oasis ganha data de lançamento oficial Via: WikiMetal

Clown, do Slipknot, revela problema cardíaco e passará por cirurgia
Shawn “Clown” Crahan, do Slipknot, revelou que precisará passar por uma cirurgia no coração para corrigir uma arritmia cardíaca. O percussionista, de 56 anos, falou sobre o problema durante participação no podcast Tetragrammaton. Segundo Clown, os sintomas começaram após a última turnê da banda, em 2025, e, ao procurar atendimento médico por não estar se sentindo bem, descobriu a condição [transcrição via ThePRP]. “Tenho arritmia cardíaca e preciso fazer uma cirurgia. Descobri isso depois da minha última turnê. Cheguei ao hospital me sentindo mal, e a enfermeira tentou fazer um eletrocardiograma em mim, mas não estava conseguindo. Eu meio que peguei no sono e acordei. Eu perguntei: ‘Você vai conseguir fazer isso?’ E ela respondeu: ‘Ah, não está funcionando.’ Eles acharam que eu estava tendo um ataque cardíaco. Enfim, meu coração dispara. Isso não aconteceu desde que estou aqui com vocês, o que é bom, porque eu passo de ‘ligado’ para simplesmente sentir que estou morrendo”, explicou ele. Apesar do susto, Clown disse que o procedimento será relativamente simples. Segundo os médicos, a cirurgia deve corrigir um problema ligado ao sistema elétrico do coração. A expectativa é de recuperação rápida. “Geralmente você recebe alta no mesmo dia. Não é como se eles te abrissem à força. Tem a ver com a eletricidade. Mas, a princípio, eles acharam que talvez eu precisasse de um marca-passo. E eu disse: ‘Doutor, escuta, eu coloco um marca-passo. Acabou para mim, né? Turnês, Slipknot?’ Então ele disse: ‘Ah, não. Você vai se sentir melhor. É melhor entrar em forma porque você tem que fazer mais agora, aos 56 anos’. E eu simplesmente não consigo acreditar que esse era eu. É maravilhoso. Eu sou um sortudo”, disse Clown. LEIA TAMBÉM: Clown revela bastidores da entrada de Joey Jordison no Slipknot Via: WikiMetal

Digão (Raimundos) analisa se rock é coisa de velho e critica quem divide o estilo musical
Muitas pessoas, inclusive da cena pesada, já declararam a morte do rock n’ roll. Essas pessoas alegam que não há mais novas e grandes bandas no mercado, dessa forma, é um setor que ainda se agarra aos antigos nomes como Iron Maiden, Metallica, AC/DC e Guns N’ Roses para lotar estádios e arenas. É verdade que os tempos do rock em figurar em reclames de cigarro, refrigerantes e em trilhas sonoras de atrações populares já passaram. Tirando os medalhões, o estilo se mantém vivo e pulsante no underground, o que não é nenhum demérito. Durante entrevista aos apresentadores Bola [Marcos Chiesa] e Carioca [Márvio Lúcio dos Santos Lourenço], do Ticaracaticast, Digão – nascido Rodrigo Aguiar Madeira Campos – analisou a cena roqueira atual. Vale lembrar que o guitarrista fez fama no estilo com o Raimundos, conjunto que mistura hardcore, punk e forró. A banda tem no currículo álbuns como Lavô Tá Novo (1995), Cesta Básica (1996) e Lapadas do Povo (1997) e Só no Forevis (1999), ou seja, alguns dos principais registros do estilo em nosso mercado. “O rock infelizmente tomou um rumo… A galera que se diz dona do rock, né, velho? Parece que eles querem espantar as pessoas”, disparou Digão. Bola aproveitou a oportunidade e o perguntou se rock é coisa de gente velha. Digão respondeu: “Não! Tem uma molecada nova. O rock nichou; têm os camisas preta, que é a galera que gosta de todas as vertentes de rock, e tem a galera da ideologia que fica querendo cancelar e empatando a foda”. “Acho isso um puta de um desperdício”, ressaltou. “Ficar nessa de dividindo o rock para um lado e para o outro. Sempre foi nós contra eles, contra o sistema. Agora não! Agora é defendendo, enfim. Acho que isso atrapalha muito”. Via: Rockbizz

Marcelo Barbosa conta que Mário Linhares era “extremamente temperamental e não era fácil de lidar”
O vocalista Mário Linhares (Dark Avenger) faleceu no dia 22 de dezembro de 2017, aos 45 anos, devido edema pulmonar decorrente de insuficiência aórtica aguda. Cearense radicado em Brasília, o cantor fez história no metal nacional com obras como Tales of Avalon: The Terror (2001), Tales of Avalon: The Lament (2013) e o registro ao vivo Alive in the Dark (2015). Marcelo Barbosa, guitarrista do Angra, ex-Almah, teve a oportunidade de trabalhar e conviver com o cantor anos atrás. Em conversa com o pessoal do canal Produções Productions, Barbosa contou que Mário Linhares era “extremamente temperamental e não era fácil de lidar”. “A gente tinha o Khallice, que tocava bastante na cena rock e metal aqui [Brasília], e o Dark Avenger na mesma época estava despontando e tocava nos mesmos lugares que a gente. No começo, a gente cantava em português e tinha um instrumental bem metal progressivo. Não lembro exatamente o motivo, resolvemos cantar inglês. A gente tinha uma gravação marcada para fazer uma demo, e eu lembrei do Mário. Quem via o Mário ao vivo se impressionava, ainda mais na época. Falei com ele, e ele topou entrar no Khallice. Gravamos essa demo, fizemos muitos shows, e foi uma época muito boa”. Marcelo acrescentou: “Mário era uma figuraça, era louco, maluco da cabeça. Ele era extremamente temperamental, não era fácil de lidar. Normalmente depois que a pessoa morre fica o cara mais gente boa do mundo. Eu gostava do Mário, mas não era fácil de lidar”. “Tivemos dificuldades! Ele era um cara que não gostava de ensaiar, dizia que ia e não aparecia. Ele viveu a vida nos termos dele”, completou o guitarrista. Via: Rockbizz

Dave Mustaine (Megadeth) aconselha os fãs lerem a Bíblia para terem uma ideia do que está acontecendo no mundo
Dave Mustaine, CEO do Megadeth, se converteu ao cristianismo no início dos anos 2000, após um período difícil com vícios, graves problemas no braço e mão e crises pessoais. Desde então, ele vem adotando uma postura de vida mais leve, passando a evitar temas ocultistas em suas músicas, por exemplo. Em entrevista recente ao jornal chileno Teletrece, Dave Mustaine aconselhou os fãs lerem a Bíblia para terem uma ideia do que está acontecendo no mundo. Ele também comentou que os artistas não devem expor suas convicções políticas. “Sou compositor e não acho que as pessoas devam dar ouvidos a celebridades sobre o que devem fazer ou em quem devem votar. Aliás, nos Estados Unidos, isso costumava ser privado. Ninguém saía por aí dizendo em quem as pessoas votaram. Era importante. Era um direito seu. E eu até trabalhei com o governo americano para aprovar uma lei chamada Motor Voter, o qual permitia aos americanos tirarem a carteira de motorista e se registrarem para votar ao mesmo tempo. Fiz isso com a MTV e a campanha Rock The Vote. Mas foi um esforço apartidário”. Dave continuou: “Como eu disse, não acho que celebridades devam dizer aos seus fãs em quem votar, porque se eu disser que sou democrata, todos os republicanos serão afetados por essa declaração. Eles podem dizer: ‘Sabe de uma coisa? Eu gosto da música dele. Não me importo se ele é democrata’. Ou podem dizer: ‘Sabe de uma coisa? Que se dane ele. Ele é democrata e eu não quero mais ouvir a música dele’”. “Na verdade, eu não sou democrata nem republicano. Tenho meus pontos de vista, que são bem específicos. Mas sou o que vocês chamariam de independente nos Estados Unidos. Então, não acho que eu deva ficar falando para ninguém sobre o que está acontecendo no Oriente Médio, porque eu realmente não sei. Mas eu sei que a Bíblia fala sobre isso, e se você realmente quer ter uma ideia do que está acontecendo no mundo, talvez devesse ler um pouco. Leia um pouco”, completou o rock star cristão. Via: Rockbizz

Digão sobre o documentário do Raimundos: “A galera estava meio ressentida; quiseram me culpar de tudo”
A série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, que está disponível via Globoplay, tem cinco episódios nos quais aborda o efeito do sucesso e dinheiro e as brigas no Raimundos. O trabalho teve a direção de Daniel Ferro, profissional que criou obras como Do Underground ao Emo, Rock Estrada e Tudo pela Música: Os 20 Anos da Deck. Andar na Pedra – A História do Raimundos, cujo título teve origem na faixa de abertura do quarto álbum do grupo, Lapadas do Povo, de 1997, se aprofunda no universo da banda, em especial na repentina e traumática saída do vocalista Rodolfo Abrantes, em 2001. Durante entrevista aos apresentadores Bola [Marcos Chiesa] e Carioca [Márvio Lúcio dos Santos Lourenço], do Ticaracaticast, Digão, único integrante original na atual formação do Raimundos, falou sobre o documentário. “Esse documentário tecnicamente, eu achei muito bom. Mas tem coisas das histórias, que teve show não sei aonde… Não era! Foi uma confusão que rolou em outro lugar. Falaram que foi em Petrópolis, e não foi, foi em Araras. Então algumas coisas ficaram meio desencontradas”. Ele prosseguiu falando sobre sua abordagem na série: “Eu vim para esse documentário em outra frequência! Você sente que a galera estava meio ressentida. Falaram muito de mim! Quiseram me culpar de tudo. Culpar os outros é divino. Mas o que que eu penso? Faltou pessoas importantíssimas que fizeram parte do Raimundos para falar. Primeiro, a minha esposa, porque foi a minha esposa que fez eu voltar a falar com Rodolfo. Apesar de não ter mais rancor e ter dado a volta por cima, quem me levou para Deus e perdão foi a minha esposa. Ela foi muito importante, e não botou ela para falar”. “Eu não queria interferir! Eu queria uma surpresa. Queria igual o Arquivo Confidencial, que tinha no Faustão. Queria uma coisa assim”, pontuou. “Eu até conversei com Fred [Castro – ex-baterista do conjunto] depois que saiu o documentário, apesar do Fred ter me atacado e tudo. Liguei e perguntei o que ele achou. Ele disse que era um documentário bom, mas o Raimundos é só o pano de fundo. O documentário é muito em cima do Rodolfo e a gente figurando, de certa forma”, completou. Confira a fala completa de Digão no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Andreas Kisser é só felicidade pelo atual momento do Sepultura: “Nós nos amamos”
Roots, que é o sexto trabalho de estúdio do Sepultura, saiu no dia 20 de fevereiro de 1996 e chancelou de vez o espaço do grupo brasileiro no mercado estrangeiro. O quarteto passou a ser figura mais do que bem quista nos palcos dos Estados Unidos e Europa. Vale lembrar que o disco lançou mão de muitas participações especiais! Nomes como Carlinhos Brown, Mike Patton (Faith No More) e David Silveria e Jonathan Davis (Korn) deram as caras em algumas canções da obra. Apesar do sucesso criativo, o conjunto brasileiro vivia um verdadeiro inferno em se tratando das relações pessoais e administrativas, o que levou a um racha: de um lado da treta estava Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Iggor Cavalera (bateria) e do outro Max Cavalera (vocal e guitarra) e Gloria Cavalera, esposa de Max e então empresária da banda. Trocando uma ideia com o pessoal do Strano Podcast, Andreas Kisser lembrou a vida miserável do Sepultura na estrada na época de Roots. “Eu vi tantas bandas, incluindo o Sepultura durante a turnê do Roots, com os bastidores completamente destruídos, viajando separados, com camarins separados e tudo mais. Você sobe no palco, fecha tudo e faz o seu show. Mas, cara, ficar longe da família, dos filhos e tudo mais e ter uma vida miserável na estrada. Por quê? Não faz o menor sentido”. O guitarrista, no entanto, destacou o atual momento da banda: “Hoje em dia nós estamos com um ótimo astral, e é por isso que conseguimos terminar sem drama, porque estamos em um lugar seguro. Estamos muito bem organizados. Podemos conversar uns com os outros. Nós nos amamos. Amo o Paulo. Amo o Derek [Green – vocal] e amo o Greyson [Nekrutman – bateria]. Nós nos respeitamos. Saímos juntos. Nos divertimos muito juntos. Não precisamos de quartos separados. Não precisamos separar nada”. “Unir forças. É por isso que estamos juntos! Por que você cria uma banda? Para unir forças, nos divertir, aprender uns com os outros, e não para tentar controlar tudo ou pensar: ‘Isso é meu’. Isso é patético. Nada é nosso. Tudo é nosso, está no coração e na alma de cada um. A relação que você tem com o Sepultura é sua, não é minha. Então aproveite”, concluiu o músico. Via: Rockbizz

Paul McCartney anuncia Home to Us, primeiro dueto com Ringo Starr
Em um evento especial de apresentação do álbum para fãs realizado hoje, no Abbey Road Studios, em Londres, Paul McCartney apresentou seu primeiro dueto com Ringo Starr. Intitulada Home to Us, a canção foi lançada nesta sexta-feira (08) como segunda faixa divulgada do próximo álbum de Paul, The Boys of Dungeon Lane. Paul surpreendeu 50 fãs sortudos convidados para uma audição exclusiva de seu novo álbum, juntando-se a eles no Studio Two da Abbey Road para compartilhar histórias por trás das novas canções e gravações. Seguindo a aclamada Days We Left Behind, Home to Us é o primeiro dueto de Paul com Ringo Starr e conta com backing vocals de Chrissie Hynde e Sharleen Spiteri. A música foi construída a partir de uma faixa de bateria que Paul convidou Ringo a gravar para o álbum, com produção de Andrew Watt, e é a única faixa de The Boys of Dungeon Lane que conta com um baterista convidado. Paul toca a maioria dos instrumentos no novo álbum, muito no espírito de seu álbum de estreia solo McCartney, de 1970. Paul comentou sobre Home to Us: “Ringo deu uma passada no estúdio e tocou um pouco de bateria. Eu disse ao Andrew que deveríamos gravar uma faixa e mandar para ele. Então, essa música foi feita pensando totalmente no Ringo. Ao escrevê-la, estou falando sobre de onde viemos. Assim como muita gente, você vem do nada e constrói a sua vida. Ringo era de Dingle, e lá era dureza. Ele disse que costumava ser assaltado quando voltava para casa, porque trabalhava. Mesmo sendo uma loucura, era o nosso lar”. “Compus a música a partir dessa ideia e a mandei para o Ringo”, acrescentou. “Ele me devolveu uma versão em que só tinha acrescentado algumas frases no refrão, então pensei: ‘talvez ele não tenha gostado’. Liguei para o Ringo, e ele disse que achava que eu só queria que ele cantasse uma ou duas frases, e eu disse que adoraria ouvi-lo cantar a música inteira. Então, pegamos minha primeira frase, a segunda frase do Ringo e fizemos um dueto. Nunca tínhamos feito isso antes. Depois, queríamos alguns backing vocals e tive a ideia de que seria legal ouvir garotas. Chrissie Hynde disse que faria, e Sharleen Spiteri também – elas são amigas. Então, elas fizeram”. Desde que foi anunciado, o novo álbum The Boys of Dungeon Lane tem sido cercado de muito entusiasmo por parte dos fãs e da mídia em todo o mundo, e essa expectativa atingiu o auge hoje. Os fãs presentes no evento, maravilhados, têm descrito a experiência como um sonho que se tornou realidade. The Boys of Dungeon Lane não é apenas o primeiro álbum solo de Paul McCartney em mais de cinco anos; é uma coleção reveladora de histórias nunca contadas antes, memórias pessoais e algumas canções de amor de inspiração nova – obras escritas por uma das figuras culturalmente mais significativas de nosso tempo. Voltando as lentes para seu interior, Paul revisita os anos de formação que moldaram tanto sua vida quanto os próprios alicerces da cultura popular moderna. O álbum é, sem dúvida, o mais pessoal e introspectivo dele até hoje, com histórias inéditas que transportam o ouvinte de volta ao lugar onde tudo começou. As novas canções mostram Paul em um estado de espírito sincero, vulnerável e reflexivo, escrevendo com rara franqueza sobre sua infância na Liverpool do pós-guerra, a resiliência de seus pais e as primeiras aventuras com George Harrison e John Lennon, muito antes de o mundo ter ouvido falar da beatlemania. The Boys of Dungeon Lane é a história antes da história. The Boys of Dungeon Lane será lançado em 29 de maio, via MPL/Capitol Records. Confira o tracklist abaixo: “As You Lie There”“Lost Horizon”“Days We Left Behind”“Ripples in a Pond”“Mountain Top”“Down South”“We Two” “Come Inside”“Never Know”“Home to Us”“Life Can Be Hard”“First Star of the Night”“Salesman Saint”“Momma Gets By” Via: Rockbizz

Flotsam and Jetsam informa que vai lançar Rats In The Temple em agosto
O Flotsam and Jetsam informou que vai lançar Rats In The Temple em 08 de agosto pela Napalm Records. O disco, que vai ser a estreia da banda na gravadora, terá treze faixas e fincará bandeira no thrash metal com muito groove. O vocalista Eric Knutson falou o seguinte sobre o álbum: “Este disco é uma fera, verdadeiramente o nosso melhor trabalho até hoje, Faça um favor a si mesmo. Apague as luzes, pegue uma bebida, coloque os fones de ouvido e aumente o volume. Você não vai se arrepender”. Rats In The Temple contará com melodias de guitarra furiosas, bumbo duplo implacável, grooves de baixo hipnóticos e o lamento inconfundivelmente assombroso do vocalista Knutson, disse o grupo em nota. Além de Eric Knutson, a banda tem em sua formação atual Michael Gilbert (guitarra), Steve Conley (guitarra), Ken Mary (bateria) e Bill Bodily (baixo). Track listing de Rats In The Temple: 01. Harvesting the Hate02. Damnation03. Absolution04. Blame the Knife05. Rats in the Temple06. The Ghost behind my Door07. First on the Spike08. The Edge of Nowhere09. Last Rites10. A Taste for War11. Her Blood your Pain12. Anthem for the Broken13. Not Going down that Way Via: Rockbizz

Eric Clapton encerra show em Madri mais cedo após fã atingi-lo com objeto
Na última quinta-feira, dia 07 de maio, Eric Clapton encerrou show em Madri mais cedo após fã atingi-lo com objeto. Nas imagens que estão circulando nas redes sociais, Clapton aparece sendo atingido na região do peito por algo que parece ser um disco de vinil enquanto caminhava pelo palco. O incidente ocorreu logo após a execução de Cocaine, momento em que ele normalmente deixa o palco, retornando pouco depois para o bis. Segundo apuração do jornal El País, o fã não tinha a intenção de desrespeitar ou machucar Clapton. O vinil estava com uma “mensagem de carinho”, segundo o periódico. Mas, com a falta de respeito, o guitarrista de 81 anos resolveu não voltar para o palco e terminou o evento antecipadamente. A turnê europeia segue adiante com mais um show na Espanha e três na Alemanha. Depois disso, a lenda da guitarra vai para o Reino Unido e Estados Unidos. A agenda do artista vai até o final de setembro. Eric Clapton tem mais de vinte trabalhos de estúdio e já vendeu mais de setenta e cinco milhões de discos. O campeão de venda é o Unplugged, que bateu a marca de vinte e cinco milhões de cópias vendidas. There was a good reason for no encore: pic.twitter.com/zPQMNnN0mY — Un Mexicano en Madrid (@HertzFrancisco) May 7, 2026 Via: Rockbizz

Gene Simmons lamenta omissão com vícios de Ace Frehley: “Decisão estúpida”
Em entrevista ao podcast Inside of You, Gene Simmons, baixista e vocalista do KISS, revelou um profundo arrependimento por não ter organizado uma intervenção para o saudoso ex-guitarrista da banda, Ace Frehley, falecido em outubro do ano passado. Na conversa, Gene citou a dificuldade em lidar com os problemas de dependência química do ex-colega durante o ápice criativo e comercial do grupo, na segunda metade dos anos 1970. Segundo ele, a dinâmica era desgastante e que todos optavam por omitir a real situação interna, e não estragar a ‘imagem de super-heróis” da banda. “Sinceramente, olhando para trás, não intervir de forma dura foi uma decisão estúpida e vergonhosa da parte de todos nós. Nós simplesmente virávamos o rosto e tentávamos esconder os problemas porque queríamos evitar qualquer tipo de perturbação com o público ou manchar a imagem impecável de super-heróis que havíamos construído”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. Simmons ainda expressou seu arrependimento em não ter cancelado a agenda de shows do KISS para que Frehley pudesse se reabilitar. Segundo ele, o guitarrista tinha um “talento inegável”, mas que falhou como amigo ao tentar esconder a real situação do músico naquela época. Eu me arrependo profundamente de não termos trancado as portas, cancelado a agenda de shows e exigido que ele fosse para uma clínica de reabilitação imediatamente. O talento dele era inegável, mas a doença o afastava da realidade a ponto de fazê-lo perder compromissos vitais, e nós falhamos como amigos ao tentar varrer tudo isso para debaixo do tapete”, concluiu. Ace Frehley morreu por “más decisões”, afirmou o líder do KISS na época Durante cerimônia no Kennedy Center, em 7 de dezembro, onde Frehley foi homenageado postumamente, Gene Simmons afirmou, em entrevista ao New York Times que a tragédia foi influenciada por uma série de “más escolhas” de Frehley. Segundo Simmons, o guitarrista ignorou conselhos de pessoas próximas, incluindo o próprio Simmons, para mudar seu estilo de vida. “Ele recusou conselhos de pessoas que se importavam com ele – inclusive eu – para tentar mudar seu estilo de vida. Tomava decisões ruins o tempo todo. Cair da escada – não sou médico – não mata. Pode ter havido outros problemas, e isso me parte o coração. O mais triste é que, infelizmente, colhemos o que plantamos”, afirmou Gene. Trés dias depois, Simmons realizou uma retratação pública após fortes críticas pelas declarações que fez sobre a morte do músico. Por meio de um post na rede social X, Simmons declarou: “Refletindo sobre o ocorrido, percebo que errei ao usar as palavras que usei. Peço desculpas sinceramente. Juro por Deus que não tive a intenção de magoar o Ace ou seu legado, mas ao reler minhas palavras, vejo como magoei a todos. Mais uma vez, peço desculpas. Sempre amei o Ace. Sempre”. LEIA TAMBÉM: Gene Simmons sobre funeral de Ace Frehley: “O caixão aberto foi demais para mim” Via: WikiMetal

Epica compartilha o vídeo de Cross The Divide (Live At The Ziggo Dome)
O Epica compartilhou o vídeo de Cross The Divide (Live At The Ziggo Dome). A faixa está presente no repertório do mais novo álbum de estúdio do grupo, Aspiral, que saiu no dia 11 de abril pela gravadora alemã Nuclear Blast. Como o nome indica, Cross The Divide (Live At The Ziggo Dome) teve sua gravação no Ziggo Dome, Holanda, em 07 de fevereiro deste ano. Na ocasião, Epica e Amaranthe encerraram a primeira etapa de sua turnê conjunta Arcane Dimensions Tour. Durante o show, Epica contou com a participação da vocalista do Amaranthe, Elize Ryd, da artista de abertura Charlotte Wessels (ex-Delain) e de Alissa White-Gluz (DragonForce, ex-Arch Enemy) para tocar Sirens Of Blood And Water. Alissa retornou ao palco no final da apresentação para cantar Beyond The Matrix, portanto, foi uma festa dentro e fora do palco. O álbum, que apresenta arte de capa de Hedi Xandt, teve gravação no Sandlane Studios. Além disso, a mixagem e a produção ficaram sob a responsabilidade de Joost Van Den Broek (ex-After Forever). Track listing de Aspiral: 01. Cross The Divide02. Arcana03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII04. Obsidian Heart05. Fight to Survive – The Overview Effect06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII07. T.I.M.E.08. Apparition09. Eye Of The Storm10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX11. Aspiral Via: Rockbizz

Documentário sobre reunião do Oasis ganha data de lançamento oficial
Após uma série de rumores, o tão aguardado documentário sobre a reunião do Oasis está oficialmente confirmado. Sem título revelado, o longa possui data de lançamento nos cinemas em 11 de setembro e chegará posteriormente ao Disney+ ainda em 2026. Com direção de Steven Knight, criador da série Peaky Blinders, a obra terá como grande destaque a primeira entrevista conjunta de Liam e Noel Gallagher desde 2001. O cineasta descreveu o projeto como “relato assumidamente inspirador” da turnê Oasis Live’25, considerada por ele como “o maior evento musical de 2025”. “Estou realmente ansioso para que o mundo veja este filme. Acredito que ele captura o espírito e a emoção de um momento cultural global e faz justiça à sagacidade e ao gênio de duas pessoas excepcionais. Eu queria contar a história dos irmãos e da banda, mas, igualmente importante, a história dos fãs cujas vidas foram tocadas e, às vezes, transformadas para sempre pela música. É também a história de como a música e a composição podem unir gerações, culturas, países e, em tempos de rancor e divisão, nos dar um motivo para ter esperança”, comentou Knight [transcrição via Rolling Stone Brasil]. View this post on Instagram Oasis fará novos shows em 2027, afirma tabloide Segundo o tabloide britãnico The Sun, Liam e Noel Gallagher anunciarão datas na Europa, Reino Unido e América do Norte. As apresentações ainda poderão contar com a participação de Miles Kane, do The Last Shadow Puppets, como ato de abertura em algumas das datas [via Billboard Brasil]. “Noel e Liam estão fazendo uma pausa mais do que merecida da estrada este ano para se recuperarem. Mas eles sabem que os fãs querem mais, então querem aproveitar o momento enquanto o entusiasmo está em alta”, declarou uma fonte [transcrição via MixFM]. Entretanto, a maior surpresa seria o fato da dupla estar trabalhando em novas músicas secretamente. Lançado em 2008, Dig Out Your Soul é o disco de estúdio mais recente do Oasis. Sua respectiva turnê foi o estopim para culminar no hiato da banda, que durou entre 2009 e 2024. LEIA TAMBÉM: YUNGBLUD pede parceria em música com Oasis e Liam Gallagher responde Via: WikiMetal

“AngraVerso ficou uma coisa gigante e repetitiva; acho que já deu”, afirma Ricardo Confessori
Hoje em dia é muito comum vermos bandas veteranas da cena heavy metal fazendo bastante grana com os materiais do passado em turnês comemorativas. Alguns fãs acham ruim, mas tem uma galera que chancela a ideia e faz a festa rolar. Isso é muito legítimo e faz parte do jogo, no final das contas. No entanto, o negócio fica meio bizarro e sem brilho quando vários músicos e conjuntos resolvem fazer a mesma comemoração na mesma janela de tempo. Quer um exemplo? O álbum Holy Land, segundo disco do Angra, está recebendo no momento duas turnês distintas pelos seus trinta anos. O próprio Angra vai mergulhar fundo em uma tour do álbum, assim como o baixista Luis Mariutti e o seu Frankenstein, ShamAngra. No dia primeiro de abril, dia da mentira, o baterista Ricardo Confessori tirou onda com as muitas celebrações ao Holy Land. Em postagem nas redes sociais, ele escreveu que ia fazer 100 datas pelo mundo com vários convidados e que quase todos os ingressos se esgotaram. Em nova entrevista ao canal Ibagenscast, Ricardo refletiu brevemente sobre o assunto e ressaltou que é preciso pensar em material novo. “O AngraVerso ficou uma coisa gigante e repetitiva”, disparou Confessori. “Agora vem o disco Holy Land… Tem no mínimo três turnês [em comemoração aos trinta anos] de Holy Land. Eu estou vendo que vai ter. Tem que pensar para frente, no novo”. “Daqui a pouco vai ter [a comemoração] de trinta e cinco anos, quarenta anos. Acho que já deu isso aí. Não precisa fazer uma turnê, é só lembrar. Faz um show de repente, o disco merece e é bom”, pontuou o baterista. “Já virou um pouco de muleta! Muleta para ter assunto e tal”. Via: Rockbizz

Ian Gillan (Deep Purple) diz que Lars Ulrich e outros bateristas tocam Smoke On The Water errado: “Não é heavy metal”
Quando pensamos nas pérolas da guitarra rock n’ roll, a nossa cabeça busca facilmente em seu arquivo o riff da introdução de Smoke On The Water, canção presente no sexto álbum de estúdio do Deep Purple, Machine Head, o qual saiu em março de 1972. O idealizador do riff foi o gênio criativo Ritchie Blackmore, que em poucas notas conseguiu uma das melodias mais lembradas da história da música pesada. Além das linhas de guitarra, a faixa se destaca no setor rítmico, cortesia de Ian Paice, com seu toque de jazz. Em conversa com a Planet Rock, Ian Gillan disse que Lars Ulrich e outros bateristas tocam Smoke On The Water errado. Ele ressaltou que os músicos tendem a descer a mão em suas performances, o que não casa com a música, exatamente pelo caráter suave da composição. “Você ouve o que [Paice] toca em Smoke On The Water. Todo mundo acha que é uma pancadaria, uma música de heavy metal. Não é. É só ouvir a bateria em Smoke. O Lars Ulrich [do Metallica] veio tocar comigo em São Francisco e botou para quebrar. Eu também já trabalhei com muitos outros bateristas que fizeram isso. Nenhum deles percebeu que é um toque suave”. Smoke On The Water ajudou a alavancar as vendas de Machine Head, que já passou da casa dos dois milhões de cópias vendidas. Desde o seu lançamento, a canção faz parte dos shows do grupo e continua sendo celebrada pelos fãs. Via: Rockbizz

L7 anuncia turnê de despedida após mais de 40 anos
L7 anunciou sua turnê de despedida, intitulada The Last Hurrah. A série de shows marcará a despedida do grupo dos palcos após décadas de carreira no rock alternativo e grunge. A turnê será uma celebração da trajetória construída desde os anos 1980. Em comunicado à imprensa, a banda agradeceu o apoio dos fãs e prometeu apresentações intensas e memoráveis. “Durante quatro décadas, a banda tem colocado os fãs de pé com sua mistura de ethos punk, rock pesado, melodia, hinos sociopolíticos e humor. A banda está mais do que entusiasmada por se conectar com seu público em todo o mundo uma última vez!” Donita Sparks, guitarrista do L7, acrescentou: “Quando o L7 decidiu lançar um documentário em 2015, pensamos que talvez pudéssemos dar uma última volta triunfal ao redor do sol fazendo alguns shows. Em vez disso, essa volta se transformou em mais onze anos de turnês, suor, músicas novas e reencontro com os fãs que tornaram tudo isso possível em primeiro lugar. Ver a multidão e os fãs de longa data curtindo o show ao lado de uma nova geração de admiradores do L7 foi a parte mais impactante e emocionante deste capítulo. Estamos profundamente gratos e prontos para proporcionar ao nosso público uma última noite de rock and roll barulhenta, divertida e, esperamos, inesquecível.” A turnê começa nos Estados Unidos em 9 de outubro. As datas incluem cidades como Nova York, Chicago, Seattle e Los Angeles, onde acontecerá o encerramento da etapa inicial da despedida. A formação ganhou destaque nos anos 1990 com discos como Bricks Are Heavy e músicas como “Pretend We’re Dead” e “Shitlist”. A despedida também encerra um ciclo iniciado em 2014, quando a banda retomou as atividades após mais de uma década afastada. Desde então, o grupo lançou músicas inéditas e voltou aos palcos. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Garbage e L7: 40 anos de história de rock Via: WikiMetal

Heróis da guitarra brasileira lamentam a morte do mestre Luiz Carlini
Tristemente o fantástico mundo do rock n’ roll ficou menos brilhante na última quinta-feira, dia 07 de maio, com a morte do guitarrista Luiz Carlini. Como era uma pessoa amada pelos colegas de profissão, muita gente se manifestou nas redes sociais em homenagem ao já saudoso músico. Frejat (ex-Barão Vermelho) escreveu: “Eu hoje perdi um grande amigo e um mestre! O carinho, o amor e a admiração que eu tenho por ele não tem tamanho. São décadas de amizade, música, guitarras e muitas gargalhadas. Eu vou sentir muita saudade disso tudo, mas agora o que importa é pensar que ele fez uma passagem serena e será muito bem recebido onde quer que ele vá. Todo meu amor e muito rock n’ roll pra você, Luiz. Aproveito para transmitir meus sentimentos e carinho à Sol, seu irmão Mário, seus filhos e netos”. O líder do Sepultura, Andreas Kisser, disse: “O mestre nos deixou, que triste notícia. Carlini era gigante com e sem a guitarra, um instrumento q amava mais q tudo, um pioneiro. Sempre muito atencioso e tinha histórias maravilhosas da estrada da musica. Esteve em todos os Patfest com alegria e ainda tive o privilégio de participar da celebração de 50 anos do Fruto Proibido além de inúmeras jams q fizemos. Um cara foda que vai fazer muita falta. Que lindo foi viver no tempo e espaço de Luiz Carlini! Te amo man! Descanse em paz. Meus sentimentos a Sol e aos familiares e fãs”. Rafael Bittencourt, guitarrista do Angra, também se manifestou: “Hoje nos despedimos de um dos grandes heróis da guitarra brasileira: Luiz Carlini, aos 73 anos. Um mestre que ajudou a construir boa parte da história do instrumento no Brasil tanto na guitarra convencional quanto na guitarra lap steel, deixando uma assinatura única na música e em especial o rock n’ roll”. Via: Rockbizz