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Slipknot revela data de lançamento oficial de álbum “perdido”
O Slipknot revelou a data oficial de lançamento do aguardado álbum “perdido” Look Outside Your Window. Inicialmente, o álbum teve apenas uma tiragem limitada da versão física, em edição especial da Record Store Day 2026. Agora, de acordo com a página no Instagram do projeto Look Outside Your Window, o álbum estará disponível em seis novas variantes de vinil e CD, com lançamento para 12 de junho. O disco é um conjunto de músicas inéditas gravadas por quatro membros da banda durante as sessões do álbum de 2008, All Hope Is Gone. No entanto, apenas uma faixa dessas sessões foi lançada até o momento, a “‘Til We Die”. Agora, 15 anos depois, o álbum foi oficialmente lançado. Apenas quatro integrantes participaram: Corey Taylor, Jim Root, Shawn Crahan e Sid Wilson. Eles criaram o projeto em paralelo, com liberdade total para experimentar sons e ideias. Diferente do estilo agressivo da banda, o trabalho aposta em melodias e atmosferas mais suaves. Com 10 faixas, o projeto também conta com a vocalista Cristina Scabbia, do Lacuna Coil, em “Is Real” e “Cristina”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Clown, do Slipknot, revela problema cardíaco e passará por cirurgia Via: WikiMetal

Slayer se apresentará no Brasil no mês de dezembro, segundo jornalista
No ano de 2019, o veterano Slayer encerrou as atividades depois de mais de quarenta anos de carreira e bons serviços ao thrash metal. Depois de cinco anos de aposentadoria, o grupo voltou aos palcos para dois shows, que aconteceram nos Estados Unidos. Um terceiro concerto estava planejado para rolar no dia 27 de setembro de 2024 no Louder Than Life. No entanto, o show no festival foi cancelado por causa do Furacão Helene. Com isso, a apresentação aconteceu em 18 de setembro de 2025 para milhares de fãs. O Slayer, que foi a banda principal dessa noite do festival, subiu no palco com Tom Araya (vocal e baixo), Kerry King (guitarra), Gary Holt (guitarra) e Paul Bostaph (bateria). Desde então, os caras estão fazendo alguns shows esporádicos como as comemorações dos 40 anos do Reign In Blood, que rolarão em setembro e dezembro nos EUA. A boa nova é que o Slayer se apresentará no Brasil no mês de dezembro, segundo jornalista José Norberto Flesch, que tem a fama de antecipar a agenda cultural do nosso país. Pelas redes sociais, o comunicador informou que mais informações sobre o evento sairão em breve. SLAYER NO BRASIL! Dezembro de 2026 Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) May 19, 2026 Via: Rockbizz

Apertem os cintos… Perdemos o motor: Ricardo Confessori lembra tensão em voo para Argentina
Aviação e o rock n’ roll não são dois universos severamente distintos como óleo e água. As duas realidades necessitam de profissionais da primeira divisão e no topo de suas capacidades para que tudo saia corretamente e os clientes – e os fãs – saiam são e salvos e felizes com a experiência. E sem contar que os laços entre as duas áreas se estreitaram também quando alguns músicos se aventuraram na aviação comercial como Bruce Dickinson (Iron Maiden) e Steve Morse (ex-Deep Purple). No entanto, quando o assunto se envereda para os perrengues em voo, o assunto ganha outra forma, visto que muitos artistas enfrentaram sufoco a milhares de metros de altura. Tem gente que até se recusa a pisar em avião. Em conversa com o pessoal do canal Ibagenscast, Ricardo Confessori lembrou tensão em voo para Argentina, na época em que tocava com o Angra. “A gente ia tocar no Monsters [Of Rock] da Argentina. Entramos na Aerolíneas Argentinas, em Guarulhos. Saiu o voo, decolou – acho que era aquele MD-11, que são duas turbinas na asa e uma atrás. Não se voa mais nessa gerigonça. Estava a banda toda no voo: técnico de som, empresário, todo mundo – e isso foi com o Angra. E, daqui a pouco, não sei quem sentiu uma inclinação no avião. Aí, o comandante informou que estávamos retornando ao aeroporto de Guarulhos, porque perdemos o motor com um vazamento de óleo. Não chegou a pegar fogo e nem nada assim. Pelo menos eu não vi”. Confessori acrescentou: “Aí os caras começam a fazer piadas, falando que ia cair. Eu estava na janela, eu só vi a praia – e não sei como o cara voltou beirando a praia – e passando rente nos prédios em Santos. Não estou brincando! Dava para enxergar as pessoas lá embaixo”. “Pousou e todo mundo: ‘ufa’. Mas tinha que pegar outro voo para voltar, e teve uns dois que não queriam entrar [no avião]. O técnico de som não foi. Entramos em outro voo e fomos sem técnico de som tocar no Monsters”, concluiu Ricardo. Via: Rockbizz

Burning Ambition dá a entender que Blaze Bayley foi o causador do declínio do Iron Maiden, segundo Dennis Stratton
Burning Ambition é o novo documentário que se debruça na história de vida do Iron Maiden. O longa, que conta com a participação da banda – Steve Harris, Dave Murray, Adrian Smith, Bruce Dickinson, Janick Gers e o aposentado Nicko McBrain – e celebridades e músicos como Javier Bardem, Lars Ulrich (Metallica) e Chuck D., saiu no começo deste mês. Em entrevista ao canal Paulieflix, Dennis Stratton, guitarrista que tocou no primeiro álbum da banda, teceu alguns comentários sobre o filme. Ele destacou que o documentário dá a entender que Blaze Bayley foi o causador do declínio do Iron Maiden. Vale lembrar que a parceria entre Blaze Bayley e o Iron Maiden foi entre os anos de 1994 e 1999. A união rendeu apenas dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, que saiu em 1996 e contou com o single inédito Virus. “Eu nunca tinha conhecido o Blaze antes de chegarmos ao tapete vermelho na estreia em Londres, e o Blaze estava na minha frente. Ele se virou, nos abraçamos e tiramos algumas fotos juntos. Nós tivemos uma longa conversa. Foi ótimo. Mas, ao mesmo tempo, assistindo ao filme, senti muita pena do Blaze, porque a forma como foi narrado dá a entender que, no minuto em que ele entra para a banda, tudo desanda”. Dennis continuou: “As pessoas começaram a queimar discos. Começaram a falar sobre esse culto demoníaco, e aí eles estavam tocando em clubes. Parece que estão culpando o Blaze pela decadência da banda, o que não foi nada disso. O Blaze contribuiu – acho que foram três álbuns, álbuns muito bons. Como o Steve me disse por telefone, ele contribuiu para esses álbuns. Então, temos que tirar o chapéu para o Blaze por ter assumido o lugar de Bruce e tentado continuar de onde Bruce parou. É um trabalho incrível. E a forma como isso foi retratado foi tipo: ‘Ah, agora eles estão tocando em clubes’. E aí a piada final foi quando o Bruce voltou e Steve perguntou: ‘Por que você quer voltar’? Ele respondeu: ‘Porque estou cansado de tocar em shows pequenos. Quero tocar em shows grandes’. Foi como se, no minuto em que Bruce voltou, a banda tivesse se tornado enorme novamente”. “Não quero que a família Iron Maiden ou os fãs do Iron Maiden digam ‘é inveja’ ou ‘ele está emburrado porque não está mais na banda’. Não, não. É um filme para os fãs. Tenho orgulho do que fiz nos primeiros anos do Iron Maiden, e também da minha contribuição ao trabalhar nas primeiras músicas”, completou Stratton. Via: Rockbizz

Gene Simmons anuncia evento com astros do rock com ingressos de até R$14 mil
Gene Simmons anunciou a criação da Legends of Rock Expo 2026. O evento reunirá nomes ligados a bandas clássicas do rock e do metal, incluindo integrantes de grupos como Black Sabbath e The Police. A proposta da expo é celebrar a história do rock com encontros entre músicos de diferentes gerações. O evento acontecerá nos dias 26, 26 e 27 de setembro, no Westgate Las Vegas Resort & Casino, em Las Vegas. Segundo o anúncio, a edição de 2026 “será um fim de semana inesquecível, repleto de momentos únicos; promete ser cheio de shows, sessões de autógrafos, fotos, festas e painéis”. Com participação de Geezer Butler, do Black Sabbath, Dave Davies, do The Kinks, e Stewart Copeland, do The Police. Além de membros do KISS como Gene Simmons, Eric Singer e Tommy Thayer, e o ex-membro Bruce Kulick. Também estarão presentes Vinne Appice, Graham Bonnet, John Moyer, do Disturbed, Stephen Pearcy, do RATT, Lita Ford, do The Runaway, David Ellefson e muitos outros. Os preços variam de cerca de US$ 250 (R$ 1.300 na cotação atual) até quase US$ 2.800 (R$ 14.000) para opções VIP. Os ingressos e mais informações podem ser encontrados no site do evento. ROCK STARS! Legends Of Rock. Sept 25-27 in Las Vegas.. pic.twitter.com/yG0ks6CKmu — Gene Simmons (@genesimmons) May 7, 2026 View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: KISS gravou música inédita escrita por Paul Stanley, diz Gene Simmons Via: WikiMetal

Documentário oficial sobre Paul Di’Anno ganha data oficial de estreia
O documentário Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer, produção que revisita a trajetória de Paul Di’Anno, primeiro vocalista do Iron Maiden, terá lançamento na América do Norte em junho. O documentário já passou por sessões no Reino Unido e festivais nos Estados Unidos. Segundo a produtora Cleopatra Entertainment, o documentário terá exibições em festivais de cinema nos Estados Unidos antes do lançamento oficial (no Sound Unseen que aconteceu na última quarta, 13, e o San Francisco Documentary Festival que acontece no dia 03 de junho). A estreia oficial na América do Norte acontece em 09 de junho, em Beverly Hills, com sessão de cinema e lançamento simultâneo em DVD/Blu-ray. Após a exibição, o diretor Wes Orshoski participará de um bate-papo com o público. O profissional já desenvolveu longas biográficos de nomes como Lemmy Kilmister e The Damned. Paul Di’Anno, vocalista do Iron Maiden entre 1977 e 1981, faleceu em 21 de outubro de 2024, aos 66 anos de idade. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden anuncia 3º show no Brasil com data em Curitiba Via: WikiMetal

Iron Maiden confirma show da Run For Your Lives World Tour em Curitiba
Depois de algumas especulações, o Iron Maiden confirmou show da Run For Your Lives World Tour em Curitiba. O concerto acontecerá no dia 28 de outubro na Arena da Baixada. O Iron Maiden terá a participação especial do Alter Bridge, que também se apresentará nos dois shows em São Paulo, nos dias 25 e 27 de outubro. Os ingressos estarão à venda para o público geral a partir de quinta-feira, dia 21 de maio, às 10h (horário local de Brasília). A turnê começará em 23 de maio em Atenas, Grécia, e passará por vários países como Alemanha, Bulgária, Suécia, Estados Unidos, Canadá até chegar na América Latina. Por aqui, a banda tocará no Chile, Argentina, Peru, Equador e Colômbia. Ao longo do giro, o grupo terá o apoio de várias nomes do heavy metal mundial como Anthrax, Megadeth, Trivium e Evergrey. Na etapa 2025 da tour a banda veio munida de The Ides Of March, Murders In The Rue Morgue, The Trooper, Wrathchild, Killers, Phantom Of The Opera, Rime of the Ancient Mariner, Seventh Son of a Seventh Son, Wasted Years, entre outros sons. No entanto, para perna 2026, os fãs esperam novidades no repertório como Infinite Dreams, Deja-Vu e Sea of Madness, ou seja, músicas que nunca – ou pouco – foram tocadas ao vivo. Via: Rockbizz

Virada Cultural 2026 terá Ratos de Porão, Titãs, Edu Falaschi e mais
A Virada Cultural 2026, que acontece nos dias 23 e 24 de maio, terá palcos dedicados ao rock, com shows de Ratos de Porão, Titãs, Edu Falaschi e outros. O rock terá destaque em diferentes espaços da Virada Cultural. O Palco Butantã concentrará shows voltados ao gênero, como CPM 22, Black Pantera, Hurricanes e mais. Enquanto o Tendal da Lapa receberá atrações ligadas ao punk rock, incluindo artistas tradicionais da cena como Ratos de Porão, Inocentes, Dead Fish e Cólera. A programação também levará apresentações de rock para outros pontos do evento, como os palcos Brasilândia/Freguesia do Ó, República e Sapopemba, além do Theatro Municipal de São Paulo. Com o tema “O Festival dos Festivais”, a edição deste ano amplia a presença em toda a cidade, promove a ocupação cultural do centro e reforça a diversidade de linguagens artísticas, com uma programação ininterrupta de 24 horas. Confira a programação de rock abaixo: Palco Butantã (23/05)17h – Black Pantera18h40 – Matanza Ritual20h20 – Edu Falaschi (24/05)10h – Hurricanes11h – Eskrota13h40 – CPM 2215h20 – Raimundos17h – Biquini Cavadão Tendal da Lapa (23/05)17h – Memória Subterrânea: O Acervo Punk de Ariel Invasor18h – Ratos de Porão19h – Invasores de Cérebros20h – Inocentes21h – Menstruação Anárquica22h – Cólera (24/05)00h – Smash It Up12h – Garotos Podres13h – Desacato Civil14h – Supla15h – Bayside Kings16h – Hateen18h – Dead Fish Palco Brasilândia/Freguesia do Ó (23/05)17h – Banda 5121h30 – Titãs (24/05)10h30 – Polenta Rock Show Palco República (24/05)18h – Banda Ira! Theatro Municipal (24/05)6h – Mundo Livre S/A – Samba Esquema Noise 19949h – As Mercenárias – Cadê As Armas 1986 Palco Sapopemba (24/05)16h30 – Marcelo Falcão Biblioteca Mário de Andrade (24/05)18h30 – Lydia Lunch LEIA TAMBÉM: Adam Wakeman, tecladista do Black Sabbath, vem ao Brasil para Virada Cultural Via: WikiMetal

Iron Maiden anuncia 3º show no Brasil com data em Curitiba
Iron Maiden anunciou nesta segunda-feira, 17, sua terceira apresentação da Run For Your Lives Tour no Brasil em 2026. Após dois shows em São Paulo nos dias 25 e 27 de outubro, a banda britânica também se apresentará em Curitiba, no dia 28, uma quarta-feira. O show acontecerá na Arena da Baixada e terá o Alter Bridge como banda convidada de abertura. A venda para o público em geral acontece a partir de 21 de maio, às 10h, por meio do site da Livepass. e na bilheteria oficial às 11h. A turnê se encerra em novembro, com shows nos dias 24 e 25 em Yokohama, no Japão. Essa é a última oportunidade de ver o Iron Maiden ao vivo durante um tempo porque a banda entrará em uma pausa logo em seguida que deve durar até 2028. “Esses serão os shows finais de uma turnê de dois anos e a última chance para os fãs do mundo todo presenciarem a produção de última geração que acompanha o repertório único, com músicas dos nove primeiros álbuns da banda”, comunicou o grupo. Serviço Iron Maiden Curitiba Data: 28/10/2026Local: Arena da BaixadaEndereço: Rua Buenos Aires, 1260 – Água Verde – Curitiba – PRAbertura dos Portões: 16hAlter Bridge: 19h10Iron Maiden: 20h50Classificação etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados de pais ou responsável legal. Sujeito a alteração conforme decisão judicial. A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. Limitações: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 meias-entradas.Venda para o público geral (online): 21 de maio (quinta-feira) de 2026 às 10hVenda para o público geral (bilheteria): 21 de maio (quinta-feira) de 2026 às 10hLink de Vendas: LIVEPASS SETORES E PREÇOS (*)Pista Premium – R$890,00 (inteira) / R$445,00 (meia-entrada)Pista – R$580,00 (inteira) / R$290,00 (meia-entrada)Cadeira Inferior – R$660,00 (inteira) / R$330,00 (meia-entrada)Cadeira Superior – R$450,00 (inteira) / R$225,00 (meia-entrada)VIP – R$950,00 (inteira) / R$475,00 (meia-entrada)Camarotes – R$1000,00(*) Sujeito à disponibilidade BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)ARENA DA BAIXADAEndereço: R. Buenos Aires, 1270 – Água Verde, Curitiba – PRFuncionamento:Dia 19 de maio (terça-feira) de 2026 – das 09h às 17hA partir de 20 de maio (quarta-feira) de 2026 – das 10h às 17hFuncionamento de Terça a Sábado – das 10h às 17hNão há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. View this post on Instagram Via: WikiMetal

Slayer pode fazer show no Brasil ainda em 2026, segundo site
De acordo com o site mexicano Heavy Mextal, Slayer pode retornar à América do Sul ainda em 2026. O portal afirma ter ouvido fontes da indústria ligadas às negociações da turnê. Segundo a publicação, os shows devem acontecer entre novembro e dezembro. O veículo também informou que as conversas para apresentações no México enfrentam dificuldades por falta de datas disponíveis em grandes arenas e estádios. “Após rumores sobre a visita do Slayer ao México e à América do Sul, surgiram novidades, e agora fontes internas afirmam que as datas para a parte sul do continente estão praticamente definidas e provavelmente ocorrerão entre novembro e dezembro. No caso do México, as negociações têm sido complicadas porque a promotora responsável pela visita da banda não tem locais disponíveis devido ao grande número de shows, então estamos em uma situação muito semelhante à que aconteceu com o System Of A Down, que visitou a América do Sul primeiro. Existe a possibilidade de que os promotores e a banda se reúnam para negociar novamente no próximo ano para trazer o Slayer ao México, mas só o tempo dirá”, disse a fonte ao Heavy Mextal [via Whiplash]. Porém, até o momento, não existe confirmação oficial por parte da banda ou das produtoras envolvidas. Caso a nova passagem se confirme, será a primeira visita do Slayer ao Brasil desde a retomada das atividades do grupo. A última apresentação da banda no país aconteceu em 2019, com shows em São Paulo e no Rock in Rio, no Rio de Janeiro. LEIA TAMBÉM: Gary Holt revela que ficou “surpreso” com a volta do Slayer Via: WikiMetal

Linda Perry diz que controla tudo no 4 Non Blondes: “Não é uma democracia”
O 4 Non Blondes ganhou fama mundial em 1992, quando saiu o primeiro e único álbum, Bigger, Better, Faster, More!, o qual incluía a mega hit What’s Up? e atingiu o terceiro lugar na Billboard 200. Por conta da faixa de sucesso, a obra musical vendeu mais de seis milhões de cópias em todo o mundo. Além disto, o trabalho, que conquistou platina no mercado dos Estados Unidos, rivalizou com campeões de venda como Mr. Big, U2, Bryan Adams e Guns N’ Roses, que estavam se saindo super bem na mesma época. No entanto, depois do frenesi, a banda se dissolveu, ficando na geladeira por anos. Mas, com a adesão das novas gerações ao som do grupo e o sucesso nas mídias sociais, Linda Perry reativou o 4 Non Blondes. Vale destacar que o conjunto experimentou este ressurgimento graças ao desafio do TikTok, no qual duas pessoas ficavam de costas uma para a outra, com uma dublando a música do 4 Non Blondes enquanto a outra cantava o rap de Nicki Minaj. Agora, em entrevista ao podcast Artist Friendly with Joel Madden, a artista falou sobre sua relação com as mídias sociais e o atual momento do 4 Non Blondes. “Sou péssima em redes sociais”, admitiu Perry. “Mas, de alguma forma, melhorei um pouco por causa daquela explosão no TikTok. Sabe, com Beez in the Trap e What’s Up?, foi uma grande tendência”. “E o mais legal disso tudo é que eu já tinha reunido o 4 Non Blondes. Foi uma grande coincidência isso acontecer na mesma hora”, pontuou. “Eu me abri ao universo, fiquei aberta a reunir com a banda. Uma semana depois meu empresário me ligou com uma proposta de show em um festival. Ri e falei que tinha lançado isso para o universo, e acabou acontecendo muito rápido”, acrescentou. “Reuni com a banda, fizemos o primeiro ensaio que foi esquisito. No dia seguinte fizemos outro ensaio, e eu mudei minha abordagem, deixei mais leve e tudo se encaixou institivamente”, observou. “Falei para eles que, se disséssemos sim para o festival, outros viriam junto. E eu também avisei que eu tinha que controlar tudo. Isso não é uma democracia. Eu estou no controle”, completou Linda. Via: Rockbizz

Digão diz que Raimundos vive hoje um dos melhores momentos e que ele descansa em Deus
No começo da década de 2000, o rock brasileiro tomou um grande baque, que foi a saída de Rodolfo Abrantes do Raimundos. Na época, a banda estava em seu pico de popularidade, pois estava colhendo os frutos de seu quinto álbum de estúdio, Só no Forevis, o qual saiu em maio de 1999. Os fãs e a imprensa tomaram um grande susto pelo motivo da saída do cantor, visto que foi a sua conversão ao cristianismo protestante. Desde então, Rodolfo virou a página e seguiu sua vida sem a presença dos Raimundos. Já a banda, de maneira heroica, decidiu colar os cacos para seguir adiante sem a presença de seu cantor. No entanto, isso não foi um processo rápido e simples, foi como um longo recomeço até chegar ao ponto atual de ser open act do Guns N’ Roses no Brasil, por exemplo. Durante entrevista aos apresentadores Bola [Marcos Chiesa] e Carioca [Márvio Lúcio dos Santos Lourenço], do Ticaracaticast, Digão, único integrante original na atual formação do Raimundos, falou brevemente sobre o momento presente do grupo. “Hoje eu descanso em Deus”, festejou o guitarrista. “Eu descanso em Deus porque – e pode falar o que quiser – o que as pessoas estão vendo… Você entra em nosso Instagram, você vê uma banda que está lá os quatro no camarim rindo, feliz e se frequentando”. “A equipe é uma família. O Raimundos vive hoje um dos melhores momentos”, completou o músico em tom de alegria. E por falar em Raimundos, a banda está com agenda cheia até o final de novembro. Os caras vão se apresentar nas cinco regiões do Brasil, com destaque para o sudeste, que receberá mais de dez concertos. Via: Rockbizz

Scott Ian (Anthrax) diz que o governo dos Estados Unidos prejudica as crianças de todo mundo
O big four Anthrax anunciou o lançamento de seu novo álbum Cursum Perficio, primeiro registro de inéditas em uma década, para o dia 15 de setembro via Nuclear Blast no território europeu e Megaforce nos Estados Unidos. O líder e guitarrista da banda, Scott Ian, bateu um papo com a apresentadora Allison Hagendorf para fornecer detalhes sobre o novo trabalho. Na conversa, Ian falou sobre o teor lírico do single It’s For The Kids e ressaltou em sua explicação que o governo dos Estados Unidos prejudica as crianças de todo mundo. “Como aprendi ao longo dos anos, a raiva é baseada no medo, e certamente ter um filho mudou a minha… Se não muda a sua perspectiva, há algo errado com você, se não muda a forma como você se sente em relação às coisas. E, sim, de certa forma, há mais medo na minha vida porque tenho um filho, e este mundo em que vivemos provou não ser um lugar seguro para crianças em lugar nenhum – não apenas aqui nos Estados Unidos. Tenho muito medo disso, o que, claro, se transforma em raiva porque ninguém faz nada. Ninguém faz nada. Falando especificamente do meu ponto de vista como cidadão contribuinte dos Estados Unidos, posso afirmar com segurança que o governo no poder não faz nada para proteger as crianças deste país e prejudica crianças de outros países em todo o mundo. E se você discorda disso, você está errado. Não é opinião, é fato. E a letra desta música representa meus sentimentos”. “Sou eu extravasando a raiva para que ela não me consuma”, pontuou. “É uma ferramenta que uso desde criança, desde que escrevi a letra de um disco do Anthrax pela primeira vez, em 1985. É uma forma de desabafar. É muito catártico e terapêutico para mim. E as pessoas perguntam: ‘Por que você está com raiva’? E eu respondo: ‘Olha pela janela, cara’. Eu toco numa banda. Eu amo o que faço. Toco guitarra. Isso me faz sorrir da mesma forma que fazia quando eu tinha nove anos. Mas sou um ser humano com emoções e pensamentos normais, e talvez inteligente demais para o meu próprio bem”, completou. As gravações do novo trabalho aconteceram no Studio 606 em Los Angeles, Estados Unidos, local que pertence a Dave Grohl (Foo Fighters, ex-Nirvana). A produção da obra ficou nas mãos de Jay Ruston (Stone Sour, Paul Gilbert, Motor Sister e outros). Cursum Perficio estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto duplo, vinil colorido duplo (vermelho, lilás, laranja e branco) e digital. Atualmente, o Anthrax conta com os trabalhos de Joey Belladonna (vocal), Scott Ian (guitarra e backing vocal), Frank Bello (baixo e backing vocal), Charlie Benante (bateria) e Jon Donnais (guitarra). Track listing de Cursum Perficio: 01. Persistence Of Memory02. The Long Goodbye03. It’s For The Kids04. Everybody’s Got A Plan05. The Edge Of Perfection06. Infectious07. NYC9308. Cursum Perficio09. T.O.M.B10. Watch It Go11. My Victory Via: Rockbizz

Wes Borland (Limp Bizkit) conta que perdeu toda sua fortuna na bolsa de valores: “Sumiu, puf”
O Limp Bizkit se destacou como um dos nomes mais emblemáticos do nu metal ao mesclar rap, rock e uma atitude debochada que marcou gerações. A banda, que acumula mais de 40 milhões de discos vendidos, se transformou em um fenômeno, reunindo multidões e esgotando ingressos nas apresentações com seus maiores sucessos como Break Stuff e Nookie. Um dos responsáveis por este sucesso é o guitarrista Wes Borland, que sempre trouxe um caráter cômico e circense ao grupo, devido suas roupas de palco. Em participação no podcast Let There Be Talk, o músico lembrou a sua infância pobre na cidade de Richmond, Virgínia, EUA, fama e o declínio fulminante após o atentado terrorista de onze de setembro de 2001. “Assinamos com a gravadora quando eu tinha 21 anos, e eu não cresci com dinheiro nenhum. Eu cresci juntando dinheiro para comprar um amplificador e uma guitarra e sempre tentando arranjar um emprego. Dos 12 aos 13 anos, eu cortava grama e ensacava gelo por uma hora no supermercado onde me deixavam trabalhar ilegalmente, para ganhar um pouco de dinheiro para comprar uma guitarra de 80 dólares e um amplificador. E essa foi a melhor coisa que eu já tive. Eu ainda a tenho, aliás, aquela primeira guitarra”. Quando o entrevistador tocou no assunto de dinheiro, Borland disse: “Fiz uma quantia absurda de dinheiro. E todo o meu dinheiro foi investido agressivamente no mercado de ações, em ações de alto risco. Essa é uma das ideias do desenvolvimento interrompido, porque, quando você está envolvido, você pensa que nunca vai acabar. As pessoas ficam massageando seu ego dizendo: ‘Vocês são os melhores, essa jornada nunca vai acabar’. É só positividade, positividade, positividade. O hype estava no ar! A gente derrotava boy bands no TRL [programa da MTV]. A gente se sentia como deuses! Eu pensava: ‘É isso aí, investe tudo! Se a gente perder tudo, quem se importa? Tem muito mais de onde veio isso’”. O guitarrista concluiu recordando o triste atentado terrorista de 2001 e a sua saída abrupta do Limp Bizkit. “Aconteceu o 11 de setembro e eu perdi bem mais de um milhão de dólares na bolsa de valores. Simplesmente sumiu! Puf! E o mais louco é que eu pensei: ‘Tanto faz’. Mas eu não tinha nada! Era todo o meu dinheiro! E eu pensei: ‘Não se preocupem, vamos ganhar mais dinheiro’. E aí eu pensei: ‘Na verdade, eu não quero’. E saí da banda”. “Todo o dinheiro sumiu, perdi tudo na bolsa de valores. Falaram que tínhamos uma turnê para o ano seguinte e que eu ia faturar 5 milhões. E eu disse, ‘Podem enfiar isso no cu. Prefiro ser pobre’, e saí. Eu estava no escritório da gerência e eles só disseram: ‘Ok’. Eu sou o maior idiota teimoso”. Via: Rockbizz

6 curiosidades sobre ‘Rising’: Como o Rainbow forjou o épico definitivo do heavy metal
No dia 17 de maio de 1976, Rainbow lançou seu segundo álbum de estúdio, Rising. O primeiro épico do guitarrista Ritchie Blackmore após sua saída do Deep Purple não apenas elevou os padrões da técnica no rock, mas também estabeleceu os passos do que viria a ser conhecido anos depois como power metal. Com a voz poderosa de Ronnie James Dio e a estreia de uma nova formação liderada pelo baterista Cozy Powell, Blackmore criou uma obra que mudaria para sempre tanto a estética musical quanto a lírica dentro da música pesada Veja 6 curiosidades sobre o disco que completa 50 anos de seu lançamento Demissão em massa antes das gravações Após o lançamento do álbum de estreia da banda, Ritchie Blackmore’s Rainbow, em 1975, Blackmore – conhecido por seu perfeccionismo -, estava insatisfeito com como a banda soava ao vivo. De modo a resolver isso, o músico optou por demitir quase todos os integrantes, exceto Dio: o baixista Craig Gruber, o tecladista Mickey Lee Soule e o baterista Gary Driscoll. Para substituí-los, o guitarrista recrutou o baixista Jimmy Bain, o tecladista Tony Carey e o lendário baterista Cozy Powell, no que viria a se tornar a formação clássica e icônica que gravaria Rising. Origem da icônica capa do Rainbow A capa, que mostra uma mão mecânica agarrando um arco-íris sobre uma paisagem montanhosa e mística, passou a ditar o padrão visual do metal épico dali em diante e foi encomendada ao aclamado ilustrador de fantasia norte-americano Ken Kelly, falecido aos 76 anos de idade, em 2022. Há de se destacar também, que 1976 foi um ano histórico para o artista: além de criar a capa de Rising, ele também elaborou, no mesmo ano, a arte do álbum Destroyer, do KISS. Nos anos seguintes, Kelly se tornaria mundialmente famoso no meio por ser o artista oficial das capas do Manowar. Capa do álbum ‘Rising’, do Rainbow. Crédito: Reprodução/Ken Kelly A orquestra de “Stargazer” Frequentemente citada como a maior música já gravada pelo Rainbow, “Stargazer” possui uma letra que fala sobre escravos construindo uma torre de pedra para um mago. Para alcançar a grandiosidade da composição de Blackmore e Dio, a banda se recusou a usar sintetizadores e contratou músicos reais da Orquestra Filarmônica de Munique. Com arranjos de cordas e trompas sendo conduzidos pelo maestro Rainer Pietsch, o grupo fundiu de vez a elegância do erudito com a fúria do metal. A conexão entre “Stargazer” e “A Light in the Black” Mesmo com apenas seis faixas, as duas últimas músicas do álbum formam uma história única que consolidou Ronnie James Dio como um dos maiores letristas do estilo. Enquanto “Stargazer” narra a construção da torre e a queda fatal do mago, a faixa de encerramento “A Light in the Black” atua como uma continuação direta, e lida com os escravos que, finalmente livres, sentem-se confusos e perdidos sem um propósito ou alguém para seguir. Essa conexão mostra que, além do som, o metal passaria a ser usado como um contador de sagas épicas e históricas. ‘Rising’ e sua curta duração Apesar de sua grandiosidade épica e da sensação do ouvinte estar em meio a uma jornada, Rising possui uma duração total curta: apenas 33 minutos e 28 segundos. Na segunda metade dos anos 1970, já era possível lançar discos de vinil mais extensos, mas a banda projetou deliberadamente a estrutura do disco como protesto para as exigências comerciais no lançamento de músicas com curta duração. Para provar esse ponto, o Lado B do vinil original continha apenas duas faixas: “Stargazer” e “A Light in the Black”. Ambas ultrapassam a marca dos oito minutos, e contam com longos solos instrumentais, mudanças de andamento e narrativas de fantasia. “Maior álbum da história” nos anos 1980 Embora discos de bandas como Black Sabbath, Judas Priest eIron Maiden figurem muitas vezes em listas de grandes lançamentos do metal, o impacto de Rising ultrapassou as expectativas na época de seu lançamento. Em 04 de outubro de 1981, na recém-lançada edição Nº 4 da conceituada revista britânica Kerrang!, aconteceu a primeira grande votação entre os seus leitores para eleger o maior álbum de heavy metal de todos os tempos. O primeiro lugar absoluto não ficou com nenhum dos grupos citados anteriormente, mas sim com Rising, superando nomes como AC/DC, Led Zeppelin e Saxon. Revista Kerrang! de edição nº4. Crédito: Arquivo da Internet LEIA TAMBÉM: “Heaven and Hell”: Como Ronnie James Dio salvou o Black Sabbath em 1980 Via: WikiMetal

Seven Hours After Violet entrega show potente e se consolida na cena metal
Seven Hours After Violet retornou ao Brasil no último sábado, 16, no Allianz Parque, como convidada para a abertura do show do Korn. A banda está em turnê pela América Latina com os ícones do new metal, passando, conquistando um marco na carreira ao fazer uma das primeiras grandes passagens internacionais do projeto liderado por Shavo Odadjian, baixista do System of a Down – que já é quase um cidadão brasileiro. O projeto reúne músicos de diferentes vertentes, incluindo o vocalista Taylor Barber, os guitarristas Michael Montoya e Alejandro Aranda, e o baterista Josh Johnson. Rapidamente chamaram a atenção do público por unir nomes conhecidos da cena pesada e por marcar uma nova fase criativa de Odadjian. Mesmo com pouco tempo de estrada, Seven Hours After Violet mostrou uma proposta direta ao vivo. Com apenas um disco na carreira, auto-intitulado, lançado em 2024, foi com esse material que a banda conduziu seu show em São Paulo – com apenas 3 músicas a mais que sua última apresentação no Brasil em 2024, durante Knotfest Brasil. Eles também tocaram a inédita “Graves”, nova música que deve integrar o próximo disco. E foi nessa faixa que a banda pediu mais animação, pois estava gravando para um novo vídeo. Também pediram para os fãs enviarem vídeos e fotos por meio de um QR code disponibilizado no telão. A popularidade vem graças ao Shavo, que interagiu com os fãs e ainda arriscou falas em português: “Vocês são foda”. Era nítido que muitos dos presentes são fãs do System of a Down e abraçaram a nova banda do baixista.Seven Hours After Violet é novo e pouco conhecido, mas já se sente em casa no Brasil graças à recepção que só o público brasileiro tem. E essa reação da plateia durante o show demonstrou que a banda conseguiu criar conexão própria dentro da cena contemporânea e entre os fãs brasileiros. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Black Pantera incendeia Allianz Parque em abertura de show do Korn Via: WikiMetal

Korn encerra espera de 9 anos provando sua relevância com show sold out em São Paulo
O retorno do Korn ao Brasil transformou o Allianz Parque, em São Paulo, em um dos principais pontos do new metal na América Latina. Após nove anos longe do continente, Korn escolheu a capital paulista para a única apresentação brasileira da turnê latino-americana, marcando seu maior show no Brasil. Korn estava acompanhado por nomes da nova geração do metal, como Spiritbox, Seven Hours After Violet e os brasileiros do Black Pantera, que aqueceram o público na tarde fria do último sábado, 16 Korn é a definição perfeita de nu metal, moldando o som de uma geração que muito aguardou por esse revival do estilo, que trouxe ao Brasil shows de outras bandas como Limp Bizkit, System of a Down, Deftones, Slipknot, Mudvayne e outros. Com o Korn não poderia ser diferente, o show foi sold out e lavou a alma dos fãs que estavam ansiosos por esse retorno. O público chegou cedo com seu look daAdidas para conseguir aproveitar todos os shows e prestigiar as bandas de abertura. Como também para evitar transtorno, já que a revista de segurança foi a mais pesada e demorada dentre todos os shows que aconteceram no Allianz Parque. A produtora já havia anunciado que o fluxo de entrada poderia apresentar lentidão, pois a revista seria minuciosa para evitar a entrada de rojões e sinalizadores. Pontualmente às 21h30, a atmosfera ganhou outra dimensão quando Jonathan Davis surgiu no palco acompanhado de Munky (guitarra), Head (guitarra) e Ray Luzier (bateria) e o convidadoRa Díaz (baixo), causando caos absoluto ao som de “Blind” e proclamando a icônica frase que leva o nome da turnê e foi dita por milhares de fãs no local: “Are you ready?” (“Vocês estão prontos!?). O show reuniu singles de diferentes períodos da carreira, com um repertório retirado dos 7 primeiros discos, desde a estreia do autointitulado, de 1994, até See You on the Other Side, de 2005, transformando a apresentação em um momento de nostalgia. Durante faixas como “Here to Stay”, “Falling Away from Me”, “A.D.I.D.A.S.” e “Freak on a Leash”, o estádio alternou entre rodas intensas na pista e grandes coros vindos das arquibancadas – já que o show contou só com hits, com exceção da nova música “Reward the Scars”, lançada em abril, e a faixa “Cold”, do disco TheNothing (2019). Há destaque também para um dos momentos mais conhecidos em um show do Korn, quando Davis entra com sua gaita de foles como introdução da faixa “Shoots and Ladders”, que nessa ocasião teve um trecho de “One”, doMetallica. O vocalista reservou um momento para pedir desculpas aos fãs pela longa espera e prometeu retornar em breve, tamanha era sua emoção ao ver um estádio com 55 mil pessoas cantando. Mesmo com uma chuva chata, todos queriam fazer parte dessa festa new metal tão icônica que proporcionou a chance para os fãs mais antigos reviverem sua fase adolescente e para os mais novos vivenciarem esse momento. A passagem da turnê pela América Latina vinha sendo marcada por arenas cheias e recepção intensa dos fãs, mas foi em São Paulo que Korn sentiu a energia de um país que viveu intensamente a era new metal e mostrou o quão relevante a banda é, além de entrar para a história da banda como um dos maiores shows de sua carreira. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Spiritbox retorna ao Brasil em nova fase com show explosivo e Courtney La Plant confiante Via: WikiMetal

Iron Maiden vai levar a Run For Your Lives Tour para Arena da Baixada em Curitiba, segundo jornalista
Falta bem pouco para que a nova perna da Run For Your Lives Tour, que celebra os cinquenta anos de estrada do Iron Maiden, ganhe os palcos. O giro contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. A turnê começará no dia 23 de maio em Atenas, Grécia, no entanto, os fãs brasileiros só poderão curtir a festa nos dias 25 e 26 de outubro em São Paulo. Mas parece que terá mais um show no território nacional. O Iron Maiden vai levar a Run For Your Lives Tour para a Arena da Baixada em Curitiba, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que tem a fama de antecipar as turnês e bandas que passarão por nosso país. Em postagem nas redes sociais, o comunicador informou que mais detalhes sobre a apresentação extra sairão em breve. Iron Maiden prepara mais um anúncio de show no Brasil! Show será em Curitiba, em outubro, na Arena da Baixada! Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) May 15, 2026 Na etapa 2025 da tour a banda veio munida de The Ides Of March, Murders In The Rue Morgue, The Trooper, Wrathchild, Killers, Phantom Of The Opera, Rime of the Ancient Mariner, Seventh Son of a Seventh Son, Wasted Years, entre outros sons. No entanto, para perna 2026, os fãs esperam novidades no repertório como Infinite Dreams, Deja-Vu e Sea of Madness, ou seja, músicas que nunca – ou pouco – foram tocadas ao vivo. Via: Rockbizz

Black Pantera incendeia Allianz Parque em abertura de show do Korn
A trajetória do Black Pantera nos últimos anos vem sendo marcada pela presença em grandes festivais e shows ao redor do Brasil. Um deles aconteceu neste sábado, 16, como banda de abertura para o show do Korn, que também conta com Spiritbox e Seven Hours After Violet na line-up. Formado em Minas Gerais, o trio consolidou espaço no heavy metal nacional ao unir thrash, hardcore e punk com letras sobre racismo, desigualdade e resistência. Nesta apresentação, o Black Pantera manteve um repertório centrado nos trabalhos mais recentes, sem deixar de lado músicas que ajudaram a construir a identidade do trio, como a famosa “Fogo nos Racistas”. Por mais que seja um show ao qual os fãs de Black Pantera já estão acostumados – direto, sem muitos excessos de produção – é notável que a plateia sempre os recebe com emoção. Plateia essa que chegou cedo mas enfrentou dificuldades para entrar no estádio a tempo, devido à revista minuciosa nos portões do Allianz Parque. Anteriormente, a produtora do evento já havia anunciado que o fluxo de entrada poderia apresentar lentidão, pois a revista procuraria evitar a entrada de rojões e sinalizadores. “O principal problema ficou na falta de sinalização do final exato da fila de cada portão. Por isso, eles começaram a segurar o fluxo de pessoas a serem revistadas. Vi apenas o final da primeira banda, o Black Pantera, o que acaba frustrando a experiência de quem gostaria de ver tudo. Se eles já pensavam em seguir esse protocolo de segurança tão à risca, o ideal seria abrir os portões antes do horário ideal, pois evitaria que muitas pessoas ficassem de fora dos primeiros shows”, relatou o fã Vitor Melo, que demorou 1h10 para conseguir entrar e chegou ao final do show do Black Pantera. Apesar do contratempo que o público enfrentou, o show teve o que já era esperado: rodas intensas, coros constantes e forte participação nas faixas mais políticas. Entre uma música e outra, os integrantes mantêm os discursos contra o preconceito e em defesa da diversidade dentro da cena pesada. Mesmo em apresentações como esta, em que o foco está nos shows principais das bandas estrangeiras, a resposta do público foi calorosa, mostrando uma conexão construída ao longo dos últimos anos. E mesmo quem nunca assistiu a um show do trio mineiro ou não os conhece, abraçou a causa pelo orgulho de ter uma banda brasileira abrindo um show gringo. LEIA TAMBÉM: Korn: Confira provável setlist de show no Brasil Via: WikiMetal

Metallica: Jason Newsted sugere que a falta de baixo em …And Justice For All foi ação de Lars Ulrich
Por três álbuns consecutivos, o Metallica triunfou ao elevar o nível musical! Kill ‘Em All preparou o palco com o primeiro aperitivo thrash metal; Ride the Lightning aumentou a aposta ao combinar velocidade, melodia e complexidade, apresentando a primeira balada do Metallica, Fade to Black, e sua estreia instrumental, The Call of Ktulu. Master of Puppets levou as composições do grupo a um patamar ainda mais alto e estruturalmente mais complexo O plano do Metallica de evoluir para os limites do thrash metal técnico atingiu o ápice com …And Justice For All, lançado em 7 de setembro de 1988. Em grande medida, o álbum foi mais uma vitória, pois é um épico de 65 minutos que apresenta os arranjos mais intrincados da banda, as letras mais socialmente conscientes e a música que gerou seu primeiro grande vídeo na MTV, One. O álbum foi um sucesso imediato, estreando em 6º lugar da Billboard 200 e ganhando disco de platina nove semanas após seu lançamento. No entanto, por mais bem-sucedido que tenha sido, …And Justice For All nasceu da dor e da discórdia e o seu processo criativo foi marcado pela tensão e pela hostilidade. Esses sentimentos, em certa medida, se materializaram na forma hostil que receberam o novato Jason Newsted, substituto de Cliff Burton, que morreu tragicamente aos 24 anos em um acidente de ônibus na Suécia, em setembro de 1986. O produto final de …And Justice For All, apesar do sucesso comercial, saiu com as linhas de baixo praticamente apagadas, o que foi um golpe duro ao músico calouro. Em nova entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk, Jason Newsted sugeriu que a falta de baixo em …And Justice For All foi ação de Lars Ulrich. “As coisas são como são! Sei que alguns fãs já fizeram abordagens ou exemplos de como seria se o baixo estivesse mais alto no disco, mas eu simplesmente não perco tempo com isso. Já se passaram 35 anos ou algo assim; isso é mais da metade da minha vida. Eu realmente não dou muita atenção a isso”. Jason continuou: “O que eu concluí com tudo isso, porque as pessoas ainda gostam de mencionar o assunto, e fico muito feliz que o façam, é que se não tivesse sido tão bizarro, provavelmente não estaríamos falando sobre isso 35 anos depois com o mesmo interesse”. “Na fita cassete de No Life ‘Til Leather, a demo original do Metallica, tem uma anotação à mão, feita com caneta esferográfica azul, com a letra de Lars. Estava escrito: ‘Metallica No Life ‘Til Leather demo’, e entre parênteses: ‘Abaixe o grave no som’. Na letra dele”, contou Newsted. “Bem, essa era a demo! Era a primeira vez que alguém ouviria a banda. Ele já estava nesse clima, e isso era 1982. Esse era o ponto de partida, era aí que tudo começava. Conforme você analisa as coisas, e a forma como cada um dos discos foi criado, especialmente a trilogia da perfeição, os três primeiros, estabeleceram o modelo para o nosso estilo de música, ponto final”, finalizou o baixista. Via: Rockbizz

Angra: Rafael Bittencourt recebe o título de Imortal pela Academia de Letras do Brasil – seccional Santo André
Notícia legal para os habitantes do AngraVerso! Rafael Bittencourt recebeu o título de Imortal pela Academia de Letras do Brasil – seccional Santo André. Segundo informações da banda, a honraria se deu pelo reconhecimento do talento e a contribuição de Rafael Bittencourt como compositor, escritor e artista. Vale destacar que a sessão solene de fundação e posse aconteceu na última sexta-feira, dia 15 de maio, na Câmara Municipal de Santo André. A Academia de Letras do Brasil (ALB) é uma sociedade civil independente, de âmbito nacional, que promove a literatura, a formação humanista e as artes. A sua fundação aconteceu em 1987 com sede em Brasília e atuante em diversas seccionais espalhadas pelo Brasil – é muito importante não confundir com a Academia Brasileira de Letras. A seccional é um espaço para reuniões acadêmicas, eventos públicos, saraus, lançamentos de livros e cerimônias de posse. Portanto, ter um representante do metal brasileiro nesse contexto cultural é muito importante e significativo. Fica a torcida para que novos artistas da música pesada brasileira ganhem honrarias semelhantes e que a sociedade como um todo enxergue o metal e o rock em geral com menos preconceito e como um agente cultural capaz de alavancar transformações humanas, sociais e econômicas em nosso país. Via: Rockbizz

Cachorro rouba a cena ao aparecer no mosh pit do show do Korn no Paraguai
O mundo da música é uma caixinha de surpresa, e isso não é uma figura de linguagem, é um fato repetidamente provado. E tem de tudo como processo entre irmãos, traição, corno bravo, corno manso, talarico, roubo, plágio, desvio de grana e por aí vai. E como tem tudo, a classe animal também se faz presente. Teve os episódios de Ozzy Osbourne com o morcego e a pomba, teve Alice Cooper com as suas cobras e até Zakk Wylde invadindo o palco do Pantera com seu rottweiler. E por falar na união do mundo canino e metal, um cachorro roubou a cena ao aparecer no mosh pit do show do Korn no Paraguai, que rolou na última quarta-feira, dia 13 de maio, no Jockey Club. A cena inusitada surgiu quando os fãs abriram a roda para iniciar mosh, e, bem no meio do pogo, apareceu um cão de médio porte. Como a galera tomou conhecimento da presença do animal, um dos fãs logo se prontificou a tirá-lo do local para que ele não sofresse nenhum trauma ou lesão. A peripécia do cachorrinho foi registrada pelos fãs que estavam na roda. Com a ciência do que rolou, a galera se animou ainda para o mosh que era ao som de Freak on a Leash [freak na coleira – em tradução livre], o que deixou todo o caso ainda mais irônico e interessante. O CACHORRO NO MEIO DO MOSH TOMA NO CUpic.twitter.com/lKTKhASzuv — Acervo Nu Metal (@acervonumetal) May 15, 2026 🐕 Un perrito se robó el show en el concierto de Korn Durante el concierto de Korn del miércoles en Asunción, un perro apareció entre los fanáticos y terminó metido en pleno pogo. 🐾 Un asistente aclaró que el público reaccionó rápido: hicieron una ronda alrededor del animal y… pic.twitter.com/D1p75zO7eW — RDN (@RdnPY) May 16, 2026 Via: Rockbizz

Phil Collins é visto usando muletas, o que aumenta as preocupações a respeito de sua saúde
Phil Collins vem, infelizmente, amargando muitos problemas de saúdes nos últimos anos. O artista passou por cinco cirurgias no joelho, além disso, os seus rins ficaram bem comprometidos devido o alto consumo de álcool, e uma lesão na vértebra cervical lhe trouxe danos incapacitantes nos nervos. O britânico conta, inclusive, com a ajuda de uma enfermeira para cuidar de suas necessidades em tempo integral. E Phil Collins foi visto usando muletas, o que aumentou as preocupações a respeito de sua saúde. Ele estava no Palácio de Buckingham ao lado de sua ex-esposa, Jill Collins, e de Rod Stewart. A aparição do músico no evento foi documentada em fotos compartilhadas no Instagram de Jill, que ressaltou a felicidade de estar 50º aniversário do The King’s Trust. “Ontem foi uma tarde verdadeiramente memorável passada no Palácio de Buckingham para celebrar a festa do 50º aniversário do The King’s Trust. Apesar da chuva torrencial que não pareceu atrapalhar as festividades, Phil e eu ficamos muito orgulhosos e honrados por estar lá e ter alguns momentos a sós com o Rei Charles, que pareceu genuinamente feliz em ver Phil, que foi o primeiro embaixador há 40 anos e um membro do conselho administrativo”. Jill ainda destacou que está preparando um leilão beneficente ao lado de Phil: “Phil e eu estamos trabalhando juntos em um leilão beneficente para o The King’s Trust em novembro, em Londres, com a Julien’s Auctions. Fiquem de olho no site deles para mais informações, pois ele será atualizado constantemente. Nós doaremos centenas de itens de nossos arquivos pessoais e 100% da renda será para o The King’s Trust”. Phil também criou uma camiseta que será vendida e toda a renda será revertida para a entidade, que ajuda pessoas com vulnerabilidade financeira. O eterno baterista e vocalista do Genesis está com 75 anos, e quase 50 primaveras de sua vida foi dedicada à música e arte. Portanto, todo cuidado com a saúde é mais do que bem-vindo para que ele siga sua vida bem. Via: Rockbizz

Evanescence lança clipe cinematográfico para Who Will You Follow
Uma das maiores bandas de rock dos últimos anos, o Evanescence acaba de lançar o videoclipe oficial de Who Will You Follow. Dirigido por Jensen Noen, o vídeo traz um visual cinematográfico com uma crítica contundente ao impacto da tecnologia e da cultura digital na percepção da realidade. A faixa, que já se destaca nas rádios americanas e conquistou os fãs, serve como um poderoso cartão de visitas para o álbum Sanctuary, onde Amy Lee e companhia examinam a busca pela autenticidade em meio ao ruído e à desinformação do mundo moderno. Assista ao clipe Who Will You Follow abaixo: Produzida por nomes como Zakk Cervini (Bring Me The Horizon, Spiritbox, Bad Omens, YUNGBLUD) e Jordan Fish (Bring Me The Horizon, Poppy, House of Protection, Architects), a música apresenta uma sonoridade potente e emocional, com a identidade marcante que consagrou o Evanescence como um dos nomes mais respeitados da atualidade. O single também sinaliza o direcionamento do novo trabalho, que reúne diferentes colaborações e produtores, incluindo Nick Raskulinecz (Korn, Foo Fighters, Rush). Para os fãs, a edição Deluxe em CD trará um atrativo especial: um Blu-ray com o registro Live in São Paulo, com a histórica passagem da banda pelo Brasil em 2023 (maior show solo da carreira do Evanescence), além de bastidores exclusivos das recentes gravações em estúdio. Segundo Amy Lee, o álbum é resultado de mais de três anos de dedicação e o processo criativo funcionou como um espaço de expressão em meio a um mundo caótico, transformando sentimentos em música e conexão. A artista também destaca o orgulho pelo resultado final e a expectativa para que os fãs possam finalmente ouvir o projeto completo. Who Will You Follow chega na sequência de lançamentos recentes que já vinham movimentando o público, como Afterlife e Fight Like A Girl (com K.Flay), que conquistaram forte repercussão e presença nas paradas de rock. Afterlife, inclusive, fará parte do novo álbum e alcançou o topo das rádios de rock nos Estados Unidos e no Canadá, consolidando mais um momento de destaque na trajetória da banda. Com uma carreira iniciada nos anos 2000, o Evanescence segue como um dos nomes mais influentes do gênero. O álbum de estreia, Fallen (2003), é um dos discos mais vendidos do século 21, ocupando a sexta posição no ranking global, atrás de The Fame, de Lady Gaga, e à frente de A Rush of Blood to the Head, do Coldplay. Com mais de 17 milhões de cópias vendidas no mundo, o trabalho trouxe hits como Bring Me to Life, que alcançou o Top 10 em mais de 15 países e liderou paradas importantes como a Mainstream Top 40 e Alternative Airplay da Billboard, além de My Immortal, que também entrou no Top 10 em diversos territórios, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, consolidando o impacto global da banda. Agora, com Sanctuary, o grupo inaugura um novo capítulo, equilibrando sua essência com novas experimentações e mantendo a força emocional que sempre definiu seu som. O lançamento do álbum será acompanhado por uma turnê mundial, já anunciada, que passará por diferentes continentes ao longo do ano. Tracklist de Sanctuary: Beautiful LieTell Me When You’ve Had EnoughWho Will You FollowRaptureAfterlifeSanctuaryHow Do I HealAbout UsCalm DownSelf DestructForever Without YouWide Open Heart Via: Rockbizz