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Banda de rock é empresa: Raimundos entrou em pé guerra devido partilha de direitos autorais
Toda banda é uma empresa, portanto, precisa no mínimo de uma gerência responsável, clareza de objetivos a curto, médio e longo prazo e ciência do que está acontecendo no mercado fonográfico em suas mais diferentes praças para vingar. Além disso, se os acordos financeiros não estão em harmonia entre os integrantes do grupo, a ruína do negócio pode começar daí. Conjuntos bem-sucedidos como The Beatles, Live, Badfinger e R.E.M. acabaram ou interromperam suas atividades por bastante tempo devido problemas com a bendita grana. No Brasil, o Raimundos entrou em pé guerra devido partilha de direitos autorais. E a série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, que está disponível via Globoplay, aborda este assunto. “Letra é cinquenta por cento e música é cinquenta por cento, então, como a música todo mundo dava pitaco, e a parte da letra eu fazia a maioria delas só, era cinquenta por cento”, contou Rodolfo Abrantes em trecho da série. “E como eu tinha na música também, então, às vezes, eu ficava com setenta por cento de uma música, e cada um de acordo com a sua participação. Isso é lei, é o que acontece, é padrão”, pontuou. Ele acrescentou: “Você tem um contrato com uma gravadora todo mundo ganha igual. Você faz um show todo mundo ganha igual. Direito autoral é direito de autor. Eles ficaram revoltados porque eu ganhava mais do que eles. Nunca quis o que é o direito do outro. O direito do outro é direito do outro”. Em outro trecho do documentário, o cantor destacou que ponderou sobre o assunto, com isso decidiu dividir os direitos autorais com os companheiros. “Eu entendi que, se eu não dividisse aquilo, porque vi que realmente incomodou demais, ia ficar uma coisa insustentável. Eu estava num carro com o Digão, e disse: ‘Quer saber? Vamos dividir isso aí, eu divido’. Depois de muita crise, falei: ‘Beleza, vamos dividir’. Podem falar o que quiser, o que ninguém pode falar é que peguei um centavo de ninguém, porque a única pessoa que dividiu o dinheiro nessa banda fui eu, e do meu. Eu perdi mais da metade do meu dinheiro distribuindo igualmente para os outros, e foi assim até o fim”. Via: Rockbizz

Machine Gun Kelly ataca YUNGBLUD: “Cala a boca, riquinho arrogante”
Machine Gun Kelly atacou publicamente YUNGBLUD nas redes sociais após publicação de um vídeo falando sobre dificuldades financeiras dos fãs e cancelamentos de turnês. A discussão começou depois de YUNGBLUD publicar o vídeo e afirmar que muitos artistas enfrentam problemas para vender ingressos por causa do alto custo dos shows: “A música ao vivo se tornou inacessível”. O post é parte de sua campanha por ingressos mais baratos por meio de eventos como o BLUDFEST . Logo depois, MGK respondeu de forma agressiva nos comentários, chamando YUNGBLUD de “pregador mimado”. “Você cancelou uma turnê porque não conseguiu vender ingressos, atribuiu isso à sua saúde mental e, no dia seguinte, ficou paraplégico no Nobu. Mentiroso. E os seus ingressos para a turnê continuam custando o mesmo que os de qualquer outro artista. Cala a boca, seu riquinho arrogante e prepotente”, disse MGK. Os dois artistas já tiveram uma relação próxima no passado. Eles colaboraram na música “I Think I’m OKAY”, lançada em 2019, faixa que ajudou a aproximar os universos do pop punk e do rock alternativo. Rumores de desgaste entre os músicos circulam desde 2024. Parte dos fãs apontou distanciamento após YUNGBLUD participar do podcast da família Osbourne, quando Sharon e Kelly Osbourne criticaram Machine Gun Kelly publicamente. O cantor britânico não rebateu os comentários durante a conversa. Até o momento, Yungblud não respondeu diretamente às declarações. Porém, um porta-voz do músico deu uma declaração ao TMZ: “ Dom não comentou diretamente porque está muito ocupado com sua turnê norte-americana com ingressos esgotados e com a finalização de seu próximo álbum. Ele realmente não tem tempo para se envolver com nada disso, mas desejamos tudo de bom para MGK.” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: YUNGBLUD pede parceria em música com Oasis e Liam Gallagher responde Via: WikiMetal

Machine Gun Kelly chama Yungblud de Pinóquio, riquinho mimado e arrogante
Depois de criticar Yungblud na música Fix Ur Face, o ator, rapper e astro do rock Machine Gun Kelly voltou a atacar o músico britânico. Pelas redes sociais, Dominic Richard Harrison liberou um vídeo para promover seu festival Bludfest e para ressaltar que seu evento trabalha com preços acessíveis. “A música ao vivo se tornou inacessível, e isso é um fato. Artistas estão cancelando shows o tempo todo por falta de venda de ingressos, porque é um problema sério. É completamente inacessível para as pessoas”, disse o roqueiro no início do vídeo. E parece que Kelly não gostou da crítica de Yungblud e partiu para o ataque. Em uma postagem nas redes sociais, que foi posteriormente apagada, ele colocou o rapaz abaixo de zero, com direito até xingamento de Pinóquio. “Você cancelou uma turnê porque não conseguiu vender ingressos, culpou a saúde mental e depois ficou paraplégico no Nobu no dia seguinte, Pinóquio. E seus ingressos para a turnê ainda custam o mesmo que os de qualquer outro artista. Cala a boca, seu riquinho mimado e arrogante”. Apesar da remoção da publicação, o site TMZ conseguiu fazer um registro antes da atitude de Gun. Veja: Yunglbud não respondeu às críticas de Machine, no entanto, um representante de sua equipe falou sobre o assunto com o TMZ. “Dom não comentou diretamente porque está muito ocupado com sua turnê norte-americana com ingressos esgotados e com a finalização de seu próximo álbum. Ele realmente não tem tempo para se envolver com nada disso, mas desejamos tudo de bom para MGK”. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson lança videoclipe de “Tears Of The Dragon” gravado no Brasil
Bruce Dickinson lançou nesta quarta-feira, 20, o videoclipe da versão reimaginada de “Tears Of The Dragon”, do álbum More Balls To Picasso (2025). Cenas do videoclipe foram filmadas em uma cervejaria desativada em São Paulo, logo após a passagem de Bruce pelo festival The Town em setembro de 2025. Também participa da obra a bailarina brasileira Renata Bardazi, que aparece nas imagens dançando à beira-mar. O novo videoclipe de “Tears Of The Dragon” foi exibido em diversos festivais de cinema ao redor do mundo, conquistando indicações e prêmios prestigiados. Sobre a faixa, Bruce Dickinson comenta: “Quando reimaginamos todo o álbum Balls To Picasso, sempre quisemos fazer uma versão orquestral de ‘Tears Of The Dragon’. Antonio Teoli fez os arranjos, nós gravamos, e então chamamos o cineasta Leo Liberti, que anteriormente filmou vários shows meus no Brasil e fez um trabalho fabuloso.” “Encontramos essa locação incrível, uma enorme cervejaria antiga que parecia quase um prédio renascentista, e caracterizamos a orquestra para que parecessem levemente zumbificados. Todos os membros da House Band of Hell aparecem no vídeo e eu dei instrumentos para todos tocarem. Tudo foi uma loucura brilhante. Leo também teve a ideia de incluir uma bailarina interpretando a música, e ela foi incrível, poética, acrescentando uma dimensão emocional extraordinária ao vídeo.” Assista agora: LEIA TAMBÉM: João Gordo faz rifa solidária com itens autografados por Bruce Dickinson Via: WikiMetal

Bruce Dickinson lança nova versão do clipe de Tears Of The Dragon
O vocalista Bruce Dickinson lançou uma nova versão do clipe de Tears Of The Dragon. O vídeo teve direção de Leo Liberti e Antoine De Montremy; já o som ganhou uma nova roupagem com as linhas de guitarra de Philip Naslund, arranjos de Antonio Teoli e produção, remixagem e masterização de Brendan Duffey. A balada Tears of the Dragon, que é o maior hit solo de Dickinson, está no track listing de Balls to Picasso, segunda aventura solo do cantor inglês, cujo lançamento original foi em junho de 1994. O som entrou nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, Inglaterra e Finlândia, e ajudou alavancar a carreira do cantor fora do Iron Maiden. Tempos atrás, durante bate-papo com a revista Revolver, Bruce elegeu Tears of the Dragon como a melhor música que já compôs. O músico explicou: “Eu diria que a minha melhor música é Tears of the Dragon, porque eu não sei o significado dela. Mas eu sei que ela significa alguma coisa. É uma canção que tem um efeito muito grande nas pessoas. E ela tem um efeito em mim, também”. Via: Rockbizz

Yes revela detalhes de Aurora, seu vigésimo quarto álbum de estúdio
O Yes revelou detalhes de Aurora, seu vigésimo quarto álbum de estúdio, que sairá em 12 junho via InsideOut Music/Sony Music. O trabalho estará disponível em diferentes versões como vinil preto, vinil colorido (verde claro), 2LP+2CD+Blu-ray+pôster, 2CD+Blu-ray artbook, CD digipak, CD e digital. E para dar um gosto do novo material, o Yes liberou o áudio de Turnaround Situation e da faixa-título. Confira: A formação que deu vida ao disco foi Steve Howe (guitarra), Geoff Downe (teclado), Jon Davison (vocal), Billy Sherwood (baixo) e Jay Schellen (bateria). Track listing de Aurora: 01. Aurora (07:27)02. Turnaround Situation (05:50)03. Love Lies Dreaming (06:24)04. Countermovement (13:48)05. Ariadne (06:18)06. All Hands On Deck (03:04)07. Outside The Box (04:20)08. Emotional Intelligence (03:30)09. Jambustin’ (bonus track) (04:24)10. Watching The River Roll (bônus) (04:42) Via: Rockbizz

Alax William aposta no southern rock em novo single “Maybe Next Year”
O cantor paulista Alax William lançou “Maybe Next Year”, novo single de seu projeto solo dedicado ao southern rock. A faixa chega após um período de trabalho forte, no qual o músico lançou três álbuns: Sounds From The Dirt Road (2025), Still Knows My Name (2025) e All I’ll Ever Need (2026). Segundo Alax, o novo trabalho resume bem essa direção artística. “Maybe Next Year’ é uma música sobre aquilo que a gente deixa para depois. Ela fala sobre família, tempo, arrependimento e sobre entender que algumas oportunidades não voltam. A ideia é lembrar que a vida simples, o amor e as pessoas que caminham com a gente valem mais do que qualquer promessa deixada para o futuro”, conclui. Em “Maybe Next Year”, esse caminho aparece de forma direta. A música fala sobre alguém que adia visitas, conversas e gestos de afeto até perceber que o “ano que vem” pode nunca chegar. Alex afirma que busca “propagar a mensagem”, se consolidar como um dos nomes pioneiros do estilo no Brasil e abrir novas oportunidades para o estilo no país. LEIA TAMBÉM: Crypta anuncia turnê na América do Norte com Arch Enemy e Black Dahlia Murder Via: WikiMetal

Night Ranger lançará coletânea com faixa ao vivo e bônus japonês
O Night Ranger lançará coletânea com faixa ao vivo e bônus japonês. O trabalho, que levará o nome de Best Of, tem previsão de sair em 28 de agosto pela Frontiers Music Srl. O material terá versões remixadas e remasterizadas de sons que abrangem toda a carreira da banda. Jack Blades, vocalista e baixista do grupo, declarou: “A nova coletânea Best Of é uma celebração não só dos nossos sucessos clássicos, mas também de tudo o que criamos nos últimos 20 anos. E vamos continuar tocando sem parar, porque estamos nos divertindo demais para parar! Então, curtam a viagem e nos vemos na estrada”. Além das famosas Sister Christian, Don’t Tell Me You Love Me e You Can Still) Rock In America, o disco lançará luz nos trabalhos atuais com canções como Time Of Our Lives, High Road, No Time To Lose, Somehow Someway e Truth. Atualmente o Night Range tem em sua formação Jack Blades (baixo e vocal), Kelly Keagy (bateria e vocal), Brad Gillis (guitarra), Eric Levy (teclado) e Keri Kelli (guitarra). Track listing de Best Of: 01. Don’t Tell Me You Love Me (2026)02. (You Can Still) Rock In America (2026)03. Sister Christian (2026)04. When You Close Your Eyes (2026)05. Four In The Morning (2026)06. Breakout07. Tomorrow08. Growin’ Up In California09. Time Of Our Lives10. High Road11. No Time To Lose Ya12. Somehow Someway13. Truth14. Don’t Let Up15. Only For You Only16. Wasted Time (Sweetwater Studios) (Bônus)17. Feliz Navidad (Live) (Bônus)18. Hole In The Sun (Bônus – Japan) Via: Rockbizz

Foo Fighters lança videoclipe de “Of All People” com esquiadores radicais da BPC
Foo Fighters lançou o videoclipe do single “Of All People”, reitrado de seu 12º álbum de estúdio, Your Favorite Toy, lançado em 24 de abril. O diretor Alex Acy chamou os esquiadores suíços da BPC (Buldoz Project Crew), conhecidos por manobras radicais em superfícies fora da neve, para o clipe da segunda faixa do álbum. “Encontrei um dos vídeos deles no YouTube há um ano e soube que precisava conhecê-los”, revelou Acy. No vídeo, Flaco, Blasco Paterno Castello, Mael Bovey, Jordy e Andrea de Angelis aparecem executando manobras extremas enquanto o Foo Fighters toca em alto volume.O vocalista Dave Grohl comentou: “Justo quando eu pensava que já tinha visto de tudo, descobri o BPC e o esqui sem neve. É o esporte radical mais insano que já vi, ou a coisa mais divertida que alguém pode fazer antes de uma visita garantida ao hospital, ou ambos. É uma honra ser a trilha sonora dessa loucura.”Gravado em estúdio caseiro e co-produzido pelos próprios Foo Fighters, Your Favorite Toy traz um total de dez faixas, incluindo a já conhecida “Asking For A Friend”. A produção também contou com a mixagem do veterano Mark “Spike” Stent. A formação da banda inclui Dave Grohl, o baixista Nate Mendel, os guitarristas Chris Shiflett e Pat Smear, o tecladista Rami Jaffee e o novo baterista Ilan Rubin, que entrou em 2025 após a saída de Josh Freese. A banda se apresentará no Rock In Rio 2026 como headliner do Palco Mundo no dia 04 de setembro. LEIA TAMBÉM: Oliver Sykes supera marca de Chester Bennington com grito de 21 segundos ao vivo Via: WikiMetal

Oliver Sykes supera marca de Chester Bennington com grito de 21 segundos ao vivo
Oliver Sykes, vocalista do Bring Me The Horizon, virou assunto nas redes sociais após um vídeo mostrar o cantor sustentando um grito por cerca de 21 segundos durante uma apresentação na última sexta-feira, 16, em Chicago, nos Estados Unidos. A performance da música “Kingslayer” foi comparada ao famoso grito de Chester Bennington em “Given Up”, faixa do Linkin Park lançada no álbum Minutes To Midnight, de 2007. O trecho de Chester Bennington ficou conhecido entre fãs por manter um vocal agressivo por aproximadamente 17 segundos consecutivos. Após a repercussão, Oliver Sykes comentou no vídeo e demonstrou respeito pelo ex-vocalista do Linkin Park. “Mas nunca serei tão bom quanto Chester”, afirmou o cantor. Sykes nunca escondeu a admiração por Chester Bennington e pelo Linkin Park. O vocalista já citou a banda diversas vezes como uma das maiores influências do Bring Me The Horizon. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rock in Rio 2026 anuncia Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon Via: WikiMetal

Avenged Sevenfold deixa gravadora e agora é banda totalmente independente
O Avenged Sevenfold anunciou que agora é uma banda totalmente independente. Eles confirmaram novidade após encerrar seu contrato com a Warner Music Group, após o lançamento do último álbum Life Is But A Dream…, e recuperar direitos importantes de sua discografia. Por meio das redes sociais, a banda americana revelou que readquiriu os masters de The Stage, The Stage (Deluxe Edition) e Live At The Grammy Museum, materiais que pertenciam à Capitol Records: “Queremos avisar vocês porque talvez precisem adicionar os álbuns novamente às suas playlists, caso não estejam disponíveis nos serviços de streaming. Além disso, nossa Edição Deluxe agora inclui nossa performance de quatro músicas Live From Capitol Records Rooftop.” A banda continuou dizendo: “Após 26 anos, o Avenged Sevenfold agora é uma banda totalmente independente. The Stage faz parte dessa independência. É um álbum que abordou inteligência artificial, crítica política e social, teoria da simulação e existencialismo em 2016. Todos temas que parecem ser ainda mais relevantes nos dias de hoje. Estamos cientes de que o aniversário de 10 anos está chegando e estamos ansiosos por isso. Por enquanto, vamos ativar o dobro de pontos de streaming para usuários do Deathbat Rewards durante toda a semana”. Lançado em 2016, The Stage marcou uma mudança sonora importante na trajetória do grupo. O álbum trouxe temas ligados à inteligência artificial, política, existencialismo e teoria da simulação, assuntos que a banda considera ainda mais atuais hoje. Avenged Sevenfold quer mais liberdade artística O vocalista M. Shadows já havia indicado anteriormente que o grupo buscava mais liberdade artística. Em entrevista ao Overpriced JPEGs, o cantor afirmou que a banda queria lançar músicas sem seguir modelos tradicionais da indústria fonográfica. “Queremos fazer música quando quisermos, lançá-la, queremos fazer lançamentos surpresa se quisermos, queremos fazer isso e aquilo. Às vezes, os artistas assinam com uma gravadora, mas é um contrato de distribuição em que a gravadora fica com 8 a 10% e distribui o disco. Eles podem até pagar pela produção do disco, mas a banda cuida do resto. Então, existem muitas maneiras de dividir essa fatia do bolo. Nós simplesmente sabemos o que não estamos dispostos a fazer. E o que não estamos dispostos a fazer é assinar com o mesmo tipo de contrato que temos agora” [via Blabbermouth]. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rock in Rio 2026 anuncia Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon Via: WikiMetal

Pepeu Gomes está internado na Zona Sul do Rio para um procedimento na coluna
Pelas rede sociais, o virtuoso Pepeu Gomes informou que está internado na Zona Sul do Rio para um procedimento na coluna. O músico também lamentou que a sua privacidade foi violada no hospital, pois alguma pessoa vendeu a informação de sua hospitalização. A nota do guitarrista é a seguinte: “Pessoal, estou internado desde domingo na Casa de Saúde de São José para um procedimento na coluna por conta de uma estenose de canal e fortes dores que venho sentindo há mais de um ano. Já passei por outros procedimentos recentemente. Esta é a segunda vez que faço isso na coluna nesse período. Mais uma etapa de uma luta que sempre encarei com discrição e força. Infelizmente, tive minha privacidade violada aqui no hospital. Alguém vendeu informações para um jornalista, com dados distorcidos, gerando comentários maldosos justo no momento em que mais preciso de paz e orações. Peço de coração que respeitem minha privacidade. Não divulguem notícias não verificadas. Sou um artista guerreiro, mas também um ser humano que precisa de cuidado, não de ataques. Tudo vai ficar bem. Muito obrigado a quem manda vibrações positivas. É disso que eu preciso agora. Com fé e gratidão, Pepeu Gomes”. O RockBizz estima a pronta e completa melhora de Pepeu Gomes, que é um dos maiores e melhores nomes da guitarra brasileira. Via: Rockbizz

Livre, leve e solto: Avenged Sevenfold festeja a conquista de ser uma banda independente
Livre, leve e solto! Pelas redes sociais, o Avenged Sevenfold está festejando a conquista de ser uma banda independente após concluir seu contrato com a Warner com o lançamento do álbum Life Is But A Dream…, que saiu em 2023. A banda norte-americana de metal também celebrou a conquista de ter os direitos de The Stage, seu sétimo registro que saiu originalmente pela Capitol. “Estamos felizes em anunciar que readquirimos as gravações master e os direitos de The Stage, The Stage (Deluxe Edition) e Live At The Grammy Museum da Capitol Records. Queremos avisar vocês porque talvez precisem adicioná-los novamente às suas playlists caso não apareçam em seus serviços de streaming. Além disso, nossa Edição Deluxe agora inclui nossa performance de 4 músicas Live From Capitol Records Rooftop”. A nota seguiu: “Após 26 anos, o Avenged Sevenfold agora é uma banda totalmente independente. The Stage faz parte dessa independência. É um álbum que aborda inteligência artificial, críticas políticas e sociais, teoria da simulação e existencialismo em 2016. Todos temas que parecem ainda mais relevantes nos dias de hoje. Estamos cientes de que o aniversário de 10 anos está chegando e estamos ansiosos por isso. Por enquanto, vamos oferecer o dobro de pontos de streaming para os usuários do Deathbat Rewards durante toda a semana”. E por falar no Avenged Sevenfold, o grupo marcará mais um capítulo memorável na trajetória do Rock In Rio. No dia 05 de setembro, o Palco Mundo terá os caras como headliner para marcar a presença do metal. Bring Me The Horizon, Bad Omens, Sepultura e Poppy também farão parte do festival. Via: Rockbizz

Black Label Society anuncia nova turnê no Brasil em outubro
O Black Label Society volta ao Brasil em outubro deste ano para uma nova sequência de shows. Liderada por Zakk Wylde, guitarrista histórico de Ozzy Osbourne, membro da atual formação do Pantera e uma das figuras mais admiradas do metal mundial, a banda se apresenta em Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Limeira. A turnê inclui uma única apresentação do Zakk Sabbath, projeto em que Wylde revisita a obra do Black Sabbath e que desta vez ganha caráter especial de homenagem a Ozzy Osbourne, figura central na vida e na carreira de Zakk Wylde. O show será dia 11/10, no Carioca Club, em São Paulo. Os ingressos para todos os shows começam a ser vendidos a partir das 13h desta quarta-feira (20/05) no Clube do Ingresso (SP, BH, RJ, BSB) e na Fastix (CWB e Limeira). A passagem pelo Brasil começa em 10 de outubro, no Tork n’ Roll, em Curitiba, e segue dia 11/10 para São Paulo, no Carioca Club (com o Zakk Sabbath). Depois, o Black Label Society segue dia 13 de outubro para Belo Horizonte, no Mister Rock. A sequência passa pelo Toinha, em Brasília, no dia 15; pelo Sacadura 154, no Rio de Janeiro, no dia 17; pelo Terra SP, em São Paulo, no dia 18; e termina no dia 20 de outubro, no Mirage, em Limeira (interior de São Paulo). No palco, o Black Label Society leva ao público a combinação que se tornou marca da banda: guitarras em primeiro plano, peso de arena, solos longos, refrões diretos e momentos mais introspectivos conduzidos pela voz grave de Wylde. Formada em 1998, o Black Label Society construiu uma trajetória marcada por riffs pesados, influência de blues, solos extensos e baladas de forte carga emocional. A banda tem em Zakk Wylde seu centro criativo e visual, mas firmou identidade própria ao longo de mais de 25 anos de estrada, com discos como Sonic Brew, 1919 Eternal, The Blessed Hellride, Mafia, Order of the Black, Doom Crew Inc. e o mais recente Engines of Demolition. Lançado mundialmente em março de 2026, Engines of Demolition marca o primeiro álbum completo da Black Label Society desde Doom Crew Inc., de 2021, e recolocou a banda em uma fase de intensa atividade internacional. O disco reúne faixas como Name in Blood, Broken and Blind, The Gallows, Lord Humungus e Ozzy’s Song. Zakk e Ozzy OsbourneA relação entre Zakk Wylde e Ozzy Osbourne atravessou quase quatro décadas e se tornou uma das parcerias mais duradouras da história do metal. Wylde entrou na banda de Ozzy ainda no fim dos anos 1980, fez sua estreia em estúdio em No Rest for the Wicked, seguiu em fases decisivas da carreira solo do cantor e esteve ao lado dele também em momentos finais, como o concerto de despedida Back to the Beginning, em Birmingham. Após a morte de Ozzy, em julho de 2025, o Black Label Society lançou uma música em homenagem ao Madman, “Ozzy’s Song”, faixa de Engines of Demolition. SERVIÇO: Black Label Society em Curitiba/PRData: 10 de outubro de 2026Local: Tork n’ RollEndereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR Zakk Sabbath em São Paulo/SPData: 11 de outubro de 2026Local: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP Black Label Society em Belo Horizonte/MGData: 13 de outubro de 2026Local: Mister RockEndereço: Av. Teresa Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MG Black Label Society em Brasília/DFData: 15 de outubro de 2026Local: Toinha Brasil ShowEndereço: SOF Sul, Quadra 9, Conjunto A, Guará, Brasília/DF Black Label Society no Rio de Janeiro/RJData: 17 de outubro de 2026Local: Sacadura 154Endereço: Rua Sacadura Cabral, 154, Saúde, Rio de Janeiro/RJ Black Label Society em São Paulo/SPData: 18 de outubro de 2026Local: Terra SPEndereço: Av. Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SP Black Label Society em Limeira/SPData: 20 de outubro de 2026Local: Mirage EventosEndereço: Av. Professor Joaquim de Michieli, 755, Jardim Esmeralda, Limeira/SP Via: Rockbizz

Guns N’ Roses: “A intenção de Axl era dominar o mundo e ele não tinha medo de dizer isso”, afirma Matt Sorum
O Guns N’ Roses alcançou um nível tão alto no mercado musical, que pouquíssimas outras bandas conseguiram se emparelhar a tal patamar. Metallica e Nirvana são os outros dois nomes que tiveram suas artes pipocando em praças fora da jurisdição rock n’ roll e praticamente na mesma janela de tempo. Pessoas que pouco ou nada se importavam com o rock n’ roll ou com a música em geral se viram imersos nas melodias, refrãos e solos de Sweet Child o’ Mine, Patience, Nothing Else Matters, The Unforgiven, Smells Like Teen Spirit e Lithium. Foi uma confluência de energia fitando essas três bandas. E como era de esperar, o êxito comercial subiu à cabeça de muitos músicos que estavam nessa montanha-russa desgovernada. Em 2019, em conversa com o The Desert Sun, o baterista Matt Sorum, que viveu essa experiência em primeira mão, falou sobre a vibração de quando os mundos de Guns e Metallica se cruzaram em uma turnê em 1992. “A intenção de Axl [Rose – vocal GN’R] era dominar o mundo e ele não tinha medo de dizer isso. Aí veio o Lars Ulrich [baterista do Metallica], e ele também queria dominar o mundo. A gente pensou: ‘Vocês vão ter que abrir os shows pra gente porque nós dominamos o mundo’. Eles eram muito competitivos com a gente. O espírito era de competição e rivalidade”. Como a história nos conta, a turnê foi marcada por muitas tensões, cancelamentos de shows do Guns por ação deliberada de Rose e atrasos. O ápice dos problemas rolou em Montreal, Canadá, quando o frontman do Metallica, James Hetfield, foi gravemente queimado em um acidente pirotécnico, o que obrigou o grupo a interromper o show. Axl Rose poderia ajudar a contornar a tensa situação, mas preferiu encerrar a apresentação de sua banda precocemente alegando problemas vocais. Os fãs perderam a cabeça e o motim rolou solto! Janelas foram quebradas, carros depredados, incêndios começaram e até um poste de luz foi arrancado. Trezentos policiais tiveram que ser chamados para que as coisas voltassem ao controle. Via: Rockbizz

Geezer Butler chama os fãs para conhecerem dois centros de acolhimento animal
Há muitos anos Geezer Butler, baixista e letrista do Black Sabbath, tem compromisso com o bem-estar animal. Ele já recebeu, inclusive, homenagem do Center For A Humane Economy, que é uma entidade de apoio aos animais, por seus trabalhos a favor do tema. E o músico de 76 anos entrou na luta para achar lares para 1.500 cachorrinhos beagles resgatados do criadouro Ridglan Farms em Blue Mounds, Wisconsin, EUA. Em suas redes sociais, Geezer Butler chamou os fãs para conhecerem dois centros de acolhimento animal, que estão apoiando o caso de Wisconsin. Se trata do Center for a Humane Economy e do Beagle Freedom Project, que resgatam animais vítimas das atrocidades humanas. “Junte-se a mim no Center for a Humane Economy e no Beagle Freedom Project para uma análise aprofundada do que os socorristas encontraram na Ridglan Farms, como os cães estão se recuperando e por que esse resgate histórico pode ajudar a acelerar a transição para longe dos testes em animais”, escreveu o baixista, que é um dos criadores do heavy metal. “Se você se importa com o bem-estar animal e com o movimento para acabar com os dolorosos experimentos com beagles e outros animais, esta é uma conversa imperdível. A participação é gratuita… inscreva-se agora”, finalizou. Via: Rockbizz

We Are The Fallen, projeto de ex-membros do Evanescence, pode voltar
Ben Moody afirmou que o retorno do We Are The Fallen ainda pode acontecer. O ex-guitarrista do Evanescence comentou o assunto durante entrevista ao podcast The Joel Martin Mastery. We Are The Fallen, banda formada pelos ex-integrantes do Evanescence, os guitarristas Ben Moody e John LeCompt e o baterista Rocky Gray, além da vocalista Carly Smithson, ex-participante do reality musical American Idol e o baixista Marty O’Brien Segundo o músico, a banda voltou a discutir novos projetos após uma apresentação especial realizada em setembro de 2025, Nashville, Tennessee, quando a banda subiu ao palco pela primeira vez em 14 anos. “Talvez eu esteja sendo um pouco precipitado, mas que se dane… A Carly acabou de sair. Ela esteve aqui [na minha casa]. A gente anda mexendo em algumas coisas. Estivemos em negociações e ameaçando fazer algo desde aquele show em setembro passado”. Moody também confirmou a existência de músicas inéditas do We Are The Fallen. Parte desse material teria sido criada ainda na época do álbum Tear The World Down, lançado em 2010. “Tem coisas que fizemos até para aquele primeiro álbum que não foram lançadas. Além disso, surgiram ideias depois disso e outras coisas”, revelou Moody. O guitarrista explicou que não houve brigas internas entre os integrantes, todos mantêm uma boa relação e demonstram interesse em retomar as atividades da banda. Porém, a principal dificuldade é que ele precisa passar por uma cirurgia antes de considerar uma volta completa aos palcos. Outro desafio citado envolve a agenda de Marty O’Brien, que atualmente acompanha o Daughtry em turnês. “Recuso-me a acreditar que não há nada no futuro do We Are The Fallen, simplesmente porque não nos separamos por causa de alguma briga interna. Todos os envolvidos se amam muito e têm um imenso respeito uns pelos outros. Muita coisa aconteceu nos bastidores, coisas que ninguém sabe, coisas que custaram caro e que acabaram tirando muito da essência do projeto. Mas todos nós temos muito orgulho disso.” LEIA TAMBÉM: Evanescence lança clipe de “Who Will You Follow”, single do novo álbum Via: WikiMetal

Bob Daisley questiona a narrativa de que Ozzy Osbourne e Randy Rhoads eram grandes amigos
Bob Daisley marcou seu nome no rock n’ roll e heavy metal como baixista, letrista e arranjador e como um dos fiadores da carreira solo de Ozzy Osbourne, visto que escreveu muitas letras e canções para o Príncipe das Trevas. Vale ressaltar que Bob Daisley escreveu material para álbuns como Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at The Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No Rest for the Wicked (1988) e No More Tears (1991). A partir daí, o músico não escreveu mais nenhum material para o clã Osbourne. Em entrevista ao canal Cassius Morris, Bob Daisley questionou a narrativa de que Ozzy Osbourne e Randy Rhoads eram grandes amigos. “Eles criaram uma expectativa para que soasse como Ozzy e Randy. Mas não era assim, e eu posso garantir. Cada um de nós se conectou à sua maneira. Musicalmente, Randy e eu nos dávamos muito bem, e costumávamos sentar em cadeiras um de frente para o outro, tendo ideias e trabalhando em músicas. E costumávamos jantar juntos, sair juntos, socializar juntos”. “Foi uma situação agradável, mas não houve nenhum vínculo especial entre uma ou duas pessoas – ou entre ninguém”, pontuou Bob. “Não foi uma coisa tipo Randy e Ozzy”. “Randy não estava feliz no final”, ressaltou. “Eu não estava lá, mas sei porque Don Airey e Tommy Aldridge me contaram o que estava acontecendo. Ozzy e Randy não eram mais próximos, e Randy queria sair”. “Ele queria fazer mestrado e ir estudar na Europa! O único motivo pelo qual ele aceitou participar do projeto com o Black Sabbath – ele não gostava da banda; não era fã – mas concordou em fazê-lo para se livrar do contrato e ficar livre”, finalizou Daisley. Via: Rockbizz

Documentário do Iron Maiden não detalhou início da banda, diz Dennis Stratton
O ex-guitarrista do Iron Maiden, Dennis Stratton, fez críticas à forma como o documentário Iron Maiden: Burning Ambition detalhou a fase inicial da banda. Segundo ele, a produção “passou correndo” pela história dos primeiros anos da Donzela de Ferro. Em entrevista ao canal Paulleflix, Dennis, que assistiu à obra duas vezes, afirmou não guardar mágoas por não ter continuado na banda, mas criticou a velocidade com que a era da banda da qual fez parte teve sua citação no longa. “Não quero que a família Maiden ou os fãs digam ‘é dor de cotovelo’ ou ‘ele está chateado porque não está [na banda]’. Eu não estou. É um filme para os fãs. Tenho orgulho do que fiz no Maiden nos primeiros anos e também do que levei para a banda trabalhando naquelas primeiras músicas. O fato é que trabalhamos naqueles dois primeiros álbuns e acho que eles saíram muito bem. Então, como eu disse, o filme é fantástico para os fãs, mas, para mim, é só um pouco triste que eles tenham passado correndo pela fase inicial, só isso”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Dennis ainda criticou forma que Blaze Bayley foi retratado em documentário do Iron Maiden Na mesma entrevista, o músico também revelou ter conhecido o ex-vocalista Blaze Bayley no tapete vermelho da pré-estreia do documentário, realizada em Londres no dia 05 de maio, e lamentou profundamente a forma como a passagem do cantor pela banda foi retratada. Segundo Stratton, a edição coloca Blaze como o único culpado pelo declínio comercial do grupo nos anos 1990. “Assistindo ao filme, senti muita pena do Blaze, porque, da forma como foi narrado, parecia que no minuto em que ele entrou na banda, eles foram ladeira abaixo. As pessoas começam a queimar discos, falam sobre culto ao diabo, e então eles estão tocando em clubes. Parecia que o Blaze estava levando a culpa pela queda da banda, o que não é verdade. Ele fez álbuns muito bons”, explicou. O ex-guitarrista ainda exaltou o trabalho árduo que Bayley teve ao substituir Bruce Dickinson em 1994 e criticou a montagem da cena que detalha o retorno da formação clássica em 1999. “A maneira como isso foi retratado foi tipo: ‘Ah, agora eles estão tocando em clubes.’ E então a piada final veio quando o Bruce voltou e o Steve [Harris] disse: ‘Por que você quer voltar?’. E ele respondeu: ‘Porque estou farto de tocar em shows pequenos. Quero tocar em shows grandes’. Então era como se no minuto em que o Bruce voltou, a banda fosse gigante novamente. A coisa não soou de uma forma muito amigável, se é que você me entende”, concluiu LEIA TAMBÉM: Iron Maiden anuncia 3º show no Brasil com data em Curitiba Via: WikiMetal

Black Label Society anuncia turnê no Brasil para outubro
Após apresentação no Bangers Open Air em abril, o Black Label Society volta ao Brasil em outubro para uma nova sequência de shows. Liderada por Zakk Wylde, guitarrista histórico de Ozzy Osbourne, a banda se apresenta em Curitiba, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Limeira. A turnê inclui uma única apresentação do Zakk Sabbath, projeto em que Wylde revisita a obra do Black Sabbath e que desta vez ganha caráter especial de homenagem a Ozzy Osbourne, figura central na vida e na carreira de Zakk Wylde. O show será dia 11 de outubro, no Carioca Club, em São Paulo. Os ingressos para todos os shows começam a ser vendidos a partir das 13h desta quarta-feira, 20, no site Clube do Ingresso (SP, BH, RJ, BSB) e no site Fastix (CWB e Limeira). No palco, o Black Label Society leva ao público a combinação que se tornou marca da banda: guitarras em primeiro plano, peso de arena, solos longos, refrões diretos e momentos mais introspectivos conduzidos pela voz grave de Wylde. SERVIÇO Black Label Society Curitiba/PR Data: 10 de outubro de 2026Local: Tork n’ RollEndereço: Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR Zakk Sabbath em São Paulo/SP Data: 11 de outubro de 2026Local: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP Belo Horizonte/MG Data: 13 de outubro de 2026Local: Mister RockEndereço: Av. Teresa Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MG Brasília/DF Data: 15 de outubro de 2026Local: Toinha Brasil ShowEndereço: SOF Sul, Quadra 9, Conjunto A, Guará, Brasília/DF Rio de Janeiro/RJ Data: 17 de outubro de 2026Local: Sacadura 154Endereço: Rua Sacadura Cabral, 154, Saúde, Rio de Janeiro/RJ São Paulo/SP Data: 18 de outubro de 2026Local: Terra SPEndereço: Av. Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SP Limeira/SP Data: 20 de outubro de 2026Local: Mirage EventosEndereço: Av. Professor Joaquim de Michieli, 755, Jardim Esmeralda, Limeira/SP View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society Via: WikiMetal

Chris Cornell chamou Axl Rose de “obstáculo” que o impedia de admirar o Guns N’ Roses
Em 2012, Chris Cornell conversou com a Vulture sobre o então novo álbum do Soundgarden, King Animal, que era a volta da banda após alguns anos de geladeira. Além dos detalhes sobre o disco, o cantor recordou algumas passagens curiosas de sua carreira como a turnê que fez com o Guns N’ Roses no começo dos anos 1990. Na época o Guns estava no topo do mercado fonográfico promovendo os platinados Use Your Illusion I e II, que estavam nas primeiras posições das paradas de sucesso. E o que também estava em alta era o comportamento destrutivo dos caras a ponto de arrumar briga com a galera do Nirvana e Mötley Crüe. Chris Cornell falou brevemente sobre a experiência de dividir os palcos com o Guns N’ Roses e sobre a vibração em torno da banda. “Sem querer falar mal do Axl, o que eu mais me lembro é do Duff [McKagan – baixo], do Slash [guitarra] e de todos os outros como caras normais, simpáticos e afáveis numa banda de rock que só queriam tocar rock”, disse o saudoso ícone do grunge. “E aí, tipo, tinha esse personagem de Mágico de Oz por trás da cortina que parecia complicar a situação mais ideal possível: eles eram a banda de rock mais famosa e bem-sucedida do planeta”, ressaltou. “Em todos os shows, centenas de milhares de fãs só queriam ouvir as músicas. Por algum motivo, parecia haver um obstáculo em simplesmente sair e participar disso. É disso que eu mais me lembro. É triste”, concluiu Cornell. Apesar da experiência ruim, Cornell colocou um ponto final no assunto e seguiu com a sua vida e carreira. Rose também fez o mesmo e não levou para o coração a crítica do cantor. Ele, inclusive, ficou muito triste com a morte de Chris em maio de 2017, conforme relatou Duff em entrevista à revista Rolling Stone. Via: Rockbizz

Korn escreveu 40 músicas para novo álbum: “Queremos manter som original”
O Korn já compôs cerca de 40 músicas durante as sessões de composição do novo álbum. No entanto, nem todas devem entrar no disco final. Em entrevista à Rolling Stone Brasil, o guitarrista James “Munky” Shaffer revelou detalhes do processo de criação do sucessor de Requiem, de 2022: “Juro por Deus, escrevemos provavelmente quase 40 músicas, revisamos, reescrevemos, descartamos, desmontamos e reconstruímos”. “Tem sido um processo bastante longo porque somos muito críticos com o que fazemos agora. Somos muito exigentes, porque queremos manter nosso som original. Não dá para fugir disso — quando começamos a tocar, soa como Korn, especialmente com nós cinco. E o Ra [Diaz, atual baixista] e tem sido uma adição incrível, trazendo muita energia para a seção rítmica. O Ray [Luzier, baterista]e ele tocam muito bem juntos. E é divertido ver esses caras trabalhando nas partes, porque eles fazem coisas que eu jamais imaginaria”, revelou Munky. Ele continuou: “Como artista, e qualquer artista, você não quer pintar o mesmo quadro repetidamente. Você quer adicionar um toque especial, adicionar cor, adicionar algo novo para parecer fresco, para que os ouvintes ainda tenham um som clássico, mas com novas abordagens. Então, ainda soa como Korn, com certeza. Não há muita eletrônica, ou você não vai ouvir nada muito fora do comum. Ainda é muito focado na guitarra e no baixo”. O músico também explicou sobre a demora em lançar um novo disco. Segundo ele, após a pandemia, a banda voltou com uma agenda intensa de shows e sentiu falta de trabalhar melhor a divulgação de The Nothing (2019). Ele afirmou que o isolamento também motivou o retorno ao estúdio, o que resultou no álbum Requiem. “Acho que foi simplesmente uma questão de muitas turnês e de termos dedicado tempo para lançar algo que… Não queríamos lançar algo medíocre. É por isso que continuamos compondo e reescrevendo. Porque, honestamente, queremos lançar músicas novas”. LEIA TAMBÉM: Korn encerra espera de 9 anos provando sua relevância com show sold out em São Paulo Via: WikiMetal

Benediction anuncia Kam Lee como vocalista na turnê pela América Latina
O Benediction anunciou que Kam Lee, do Massacre e ex-integrante de uma formação inicial do Death, vai assumir os vocais da banda durante a turnê na América Latina. A decisão aconteceu após a saída de Dave Ingram, que deixou a função de frontman por problemas de saúde. A banda informou que o cantor ainda pode participar de algumas apresentações selecionadas ao longo do ano, dependendo da recuperação. Por meio das redes sociais, a banda divulgou o comunicado: “Notícias empolgantes para nossos amigos da América Latina/do Sul!! Benediction agora pode confirmar que o cara que assumirá a posição de vocalista/frontman em sua turnê pela América Latina em novembro será a voz original do Death Metal, Kam Lee” A banda está super animada com a perspectiva de trabalhar com Kam e ansiosa para voltar à estrada em um de seus territórios favoritos. Garanta já seus ingressos e vamos fazer deste evento histórico algo que as pessoas lembrarão por muitos anos! Este promete ser um verdadeiro encontro de lendas e uma celebração do ‘DEATH METAL À MODA ANTIGA!” Kam Lee é uma figura histórica do death metal. Ele fez parte do Mantas, projeto que antecedeu o Death, ao lado de Chuck Schuldiner. Benediton fará única apresentação no Brasil no dia 31 de outubro, na Burning House, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis no site 101 Tickets. Esta será a quinta passagem do grupo pelo país. A visita mais recente ocorreu em 2023, no festival Summer Breeze Brasil, hoje conhecido como Bangers Open Air. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

Slipknot revela data de lançamento oficial de álbum “perdido”
O Slipknot revelou a data oficial de lançamento do aguardado álbum “perdido” Look Outside Your Window. Inicialmente, o álbum teve apenas uma tiragem limitada da versão física, em edição especial da Record Store Day 2026. Agora, de acordo com a página no Instagram do projeto Look Outside Your Window, o álbum estará disponível em seis novas variantes de vinil e CD, com lançamento para 12 de junho. O disco é um conjunto de músicas inéditas gravadas por quatro membros da banda durante as sessões do álbum de 2008, All Hope Is Gone. No entanto, apenas uma faixa dessas sessões foi lançada até o momento, a “‘Til We Die”. Agora, 15 anos depois, o álbum foi oficialmente lançado. Apenas quatro integrantes participaram: Corey Taylor, Jim Root, Shawn Crahan e Sid Wilson. Eles criaram o projeto em paralelo, com liberdade total para experimentar sons e ideias. Diferente do estilo agressivo da banda, o trabalho aposta em melodias e atmosferas mais suaves. Com 10 faixas, o projeto também conta com a vocalista Cristina Scabbia, do Lacuna Coil, em “Is Real” e “Cristina”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Clown, do Slipknot, revela problema cardíaco e passará por cirurgia Via: WikiMetal