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Floor Jansen mostra sua energia ao vivo em performances de Energize Me, Nemo e Fire no Wacken 2025
A cantora holandesa Floor Jansen mostrou sua energia ao vivo em performances de Energize Me, Nemo e Fire no Wacken 2025. As canções simbolizam três momentos diferentes da carreira da cantora: primeiro, After Forever, que foi sua primeira experiência no campo profissional; segundo, Nightwish, grupo no qual integra desde 2013. Já a última faixa representa sua carreira solo, que começou em 2023 com o debute Paragon. O disco saiu em vários formatos como CD, vinil e digital. E como o Nightwish está na geladeira até última ordem, Floor Jansen não se acomodou e tratou de marcar vários shows solo. Neste mês, ela vai abrir show do Sabaton na Suécia; em junho, Floor fará duas apresentações no Sweden Music Festival. No mês de julho Jansen fará alguns shows na Holanda, que é a sua terra-natal, e na Finlândia, onde morou por um tempo. Saiba o passo a passo de Floor Jansen em seu site oficial. Via: Rockbizz

Dick Parry, saxofonista do Pink Floyd, morre aos 83 anos
Notícia triste aos fãs de rock progressivo! Dick Parry, saxofonista que tocou em algumas das músicas e turnês mais famosas do Pink Floyd, morreu nesta sexta-feira, dia 22 de maio, aos 83 anos. A família não informou a causa da morte do músico. Pelas redes sociais, David Gilmour lamentou o falecimento do amigo e colega de trabalho: “Meu querido amigo Dick Parry faleceu esta manhã. Desde os meus dezessete anos, toco em bandas com Dick no saxofone, incluindo o Pink Floyd. Seu feeling e timbre tornam seu jeito de tocar saxofone inconfundível. É uma assinatura de enorme beleza, conhecida por milhões e que é parte fundamental de músicas como Shine On You Crazy Diamond, Wish You Were Here, Us e Them and Money”. Parry tem seu nome em registros clássicos do Pink Floyd como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975) e The Division Bell (1994). Em turnê, Dick excursionou com a banda entre os anos de 1973 e 1977. Depois de um longo espaço, ele voltou para a tour de 1994 e para o show beneficente no Live 8 em 2005. Além do Pink Floyd, o artista inglês tocou com o The Who e assinou seu nome em obras de gente famosa como Rory Gallagher, Bloodstone, John Entwistle, J.J. Jackson e Bonzo Dog Doo-Dah Band. Via: Rockbizz

The Pretty Reckless libera visualizer do novo som Dear God
O The Pretty Reckless liberou o visualizer do novo som Dear God. A música é a faixa-título do vindouro álbum, o quinto da banda, que sairá no dia 26 de junho pelo selo Fearless Records. A atriz e líder do The Pretty Reckless, Taylor Momsen, falou sobre a música: “Dear God é o desespero transformado em música. Quando a vida se torna tão física, tão brutal, você abandona seu corpo e começa a implorar a algo maior do que você mesmo para te resgatar. Esse espaço entre o céu e o inferno não é uma metáfora. É um lugar onde você realmente vive”. Dear God estará disponível em diversos formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (branco, verde, vinho, azul), vinil preto + camiseta, cassete e digital. Track listing de Dear God: 01. Life Evermore Pt. 202. For I Am Death03. When I Wake Up04. Love Me05. Dragonfire06. Dear God07. Life Evermore Pt. 308. About You09. Spell On You10. Rollercoaster Of Life11. Eye Of The Storm12. Devil In Disguise (Michelle’s Song)13. Dark Days14. Life Evermore Pt. 1 Via: Rockbizz

Dimmu Borgir lança novo álbum Grand Serpent Rising e clipe As Seen In The Unseen
Os titãs noruegueses do metal extremo, Dimmu Borgir, lançam hoje Grand Serpent Rising, seu aguardado novo álbum de estúdio e o primeiro lançamento de inéditas em oito anos, desde Eonian. Formado em 1993 pelo guitarrista Sven “Silenoz” Kopperud e pelo vocalista Stian “Shagrath” Thoresen, no auge da segunda onda do black metal norueguês, o Dimmu Borgir nunca apressou seu processo criativo – e o peso esmagador e a grandiosidade cinematográfica de Grand Serpent Rising provam que a espera valeu a pena. Gravado em Gotemburgo com o aclamado produtor Fredrik Nordström – o arquiteto por trás de álbuns históricos da banda, como Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon – o novo registro entrega treze faixas massivas e incrivelmente diversas, que elevam a extremidade sinfônica do grupo a patamares monumentais. Para celebrar o lançamento de hoje, a banda também estreou um videoclipe cinematográfico impressionante para a faixa As Seen In The Unseen, consolidando ainda mais Grand Serpent Rising como um dos lançamentos de metal extremo mais antecipados do ano. Shagrath comenta sobre o lançamento: “Grand Serpent Rising captura tudo o que o Dimmu Borgir foi e se tornou – é mais sombrio, mais brutal, mas ainda assim melódico e diverso. Ele resume todas as nossas fases; algumas músicas são fortemente inspiradas em nossos primeiros anos, enquanto outras apontam para o futuro. Deixamos o álbum mais dinâmico, usando as orquestrações de forma mais deliberada. O resultado é um disco mais intenso e direto ao ponto.” Silenoz acrescenta: “Com Grand Serpent Rising, revisitamos intencionalmente o espírito e a atmosfera que moldaram nossa identidade nos primeiros anos. Queríamos que este álbum parecesse uma jornada de ruína, renascimento e transcendência. Depois de todos esses anos, o fogo queima ainda mais forte – este álbum é tanto uma reflexão quanto um novo despertar para o Dimmu Borgir.” Ouça Grand Serpent Rising em https://dimmuborgir.bfan.link/grandserpentrising Assista ao clipe de As Seen In The Unseen abaixo: Via: Rockbizz

Com estética dos Beatles, Inglaterra anuncia convocados da Copa do Mundo 2026
Com vídeo inspirado em momentos dos Beatles, a Seleção Inglesa de Futebol divulgou nesta sexta-feira, 22, a lista dos 26 jogadores que representarão o país na Copa do Mundo de Futebol em 2026. O material, cujo título faz referência ao hit “Come Together”, faz uma viagem através da cultura pop britânica logo nos primeiros segundos, e abre com trechos de uma entrevista clássica de John Lennon. O clipe ainda abraça a estética psicodélica que remete diretamente ao álbum Yellow Submarine (1969) e também faz uma releitura da capa do disco A Hard Day’s Night (1964), juntamente com a presença de elementos retrô como discos de vinil girando, pôsteres lambe-lambe colados por cidades inglesas, letreiros em neon e animações. Billy Joel e sua opinião sobre o ‘White Album’ dos Beatles O renomado pianista Billy Joel compartilhou sua opinião sobre o White Album – disco autointitulado – dos Beatles. Foi o nono álbum do quarteto, lançado como duplo, em 22 de novembro de 1968. Em participação no podcast Club Random, de Bill Maher [via NME], Joel estava discutindo sobre discos duplos clássicos. Quando o host citou o disco em questão, o músico afirmou não gostar. Para ele, “é uma coleção de músicas malfeitas”. “Eu vejo como uma coleção de músicas malfeitas que eles não terminaram de escrever porque estavam muito chapados ou não se importavam mais. Acho que eles tinham fragmentos e apenas jogaram no disco”, afirmou. LEIA TAMBÉM: Via: WikiMetal

Iron Maiden recusou participar de documentário sobre Paul Di’Anno, diz diretor
Wes Orshoski, diretor responsável pelo aguardado documentário Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer, revelou que os atuais integrantes do Iron Maiden recusaram participar da produção sobre o ex-vocalista Paul Di’Anno. A obra exibirá os últimos anos de vida do músico, falecido em outubro de 2024. Em entrevista à Billboard, o cineasta detalhou como foi a sua tentativa de contato com a equipe da Donzela de Ferro logo no início do projeto. Wes citou a gentileza do empresário Rod Smallwood, que o informou de que ninguém da banda daria depoimentos, e classificou a recusa como uma “decepção gigante”. “A primeira coisa que fiz após assinar o contrato com a [produtora] Cleopatra foi ligar para a gestão do Iron Maiden. O empresário Rod Smallwood foi muito gentil, mas imediatamente me disse que nem ele nem nenhum dos membros atuais da banda participariam. Obviamente, foi uma decepção gigante, mas não inesperada. No final das contas, porém, estou muito feliz em dizer que [o baixista] Steve Harris e o resto dos caras aparecem no filme”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. A presença dos músicos na versão final do documentário se deve aos registros feitos durante o histórico encontro após 30 anos entre Paul Di’Anno e Steve Harris na Croácia, em 2022, antes do primeiro show completo do cantor após sua cirurgia no joelho. O encontro também ficou marcado por ter acontecido nos bastidores da apresentação de abertura da turnê Legacy of The Beast daquele ano, realizada na mesma cidade. LEIA TAMBÉM: Documentário do Iron Maiden não detalhou início da banda, diz Dennis Stratton Via: WikiMetal

Paul Di’Anno podia ser um doce de pessoa e um demônio para todos ao redor, segundo Wes Orshoski
A vida e carreira de Paul Di’Anno serão esmiuçadas no documentário Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer. O longa, que sairá pela Cleopatra Entertainment em meados deste ano, é uma produção de Wes Orshoski, codiretor e produtor de Lemmy, filme sobre o frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister. Com participações de James Hetfield (Metallica), Gene Simmons (KISS), Steve Harris (Iron Maiden) e membros do Exodus, Megadeth, Overkill e Sepultura, o trabalho narra como dois fãs da Donzela de Ferro encontram Di’Anno no momento mais difícil de sua vida e, a partir daí, decidem restaurar sua saúde e relançar sua carreira. Em nova entrevista à Billboard, Orshoski falou sobre Di’Anno e o tempo que passou com o cantor durante as filmagens de Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer. “Filmei com ele intermitentemente de 2017 a 2023. Paul podia ser um doce de pessoa, um homem adorável, e também podia ser um demônio. Tentei mostrar os dois lados no filme. Gostei muito de estar perto do cara engraçado e descontraído. Quando estava de bom humor, ele era muito divertido e uma explosão de alegria. Zero ego”. “Mas quando o lado Mr. Hyde dele aparecia, podia ser horrível para todos ao redor, pontuou o cineasta. “E ele não se desculpava por essa maldade. Dito isso, várias vezes eu o vi explodir e percebi que ele quase imediatamente se sentia péssimo por isso”. “Você precisa entender que eu estava filmando ele durante alguns dos piores momentos da vida dele”, ressaltou Wes. “Imagine como estaria sua saúde mental se você estivesse preso em uma cadeira de rodas por quase uma década, tentando desesperadamente reconstruir sua vida, e tivesse uma câmera filmando você. “Eu, por exemplo, não conseguiria suportar isso. Então, tento me lembrar disso quando penso nos momentos mais sombrios”, completou o diretor. Paul Di’Anno faleceu no dia 21 de outubro de 2024, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente. Carreira Ao lado da Donzela de Ferro, ele registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Via: Rockbizz

Marmozets retorna após hiato de 6 anos com novo álbum ‘CO.WAR.DICE’
Marmozets lançou nesta sexta-feira, 22, o aguardado novo álbum CO.WAR.DICE. O disco ainda possui a ferocidade da banda, impulsionado pelos vocais viscerais de Becca Bottomley e por riffs afiados. Contudo, essa energia agora é canalizada em canções de peso e com forte inclinação melódica que não perdem tempo em desferir os seus golpes. A frenética “Cut Back” é um exemplo perfeito, despontando como uma candidata implacável ao momento mais imediato do grupo até hoje, onde cada elemento sonoro gruda na cabeça. Já “Running With The Sun in Your Eyes” troca essa ferocidade por um balanço viciante de groove-metal típico do início dos anos 2000. Mas há também grandes surpresas no projeto, como o dream-pop esparso e etéreo da frágil faixa acústica “Dandy”, ou a forma como a intensidade pulsante e os loops experimentais de “Keep Going Darling” derivam para o éter, construindo um encerramento épico para o álbum. Em nota à imprensa, Becca Bottomley disse: “CO.WAR.DICE. é um álbum que reflete sobre o estado do nosso mundo e uma promessa a nós mesmos de deixá-lo em um lugar melhor. Talvez nunca causemos um grande impacto, mas só podemos tentar. Como em qualquer história, há um começo, um meio e um fim, e nós escolhemos um final feliz.” As raízes de CO.WAR.DICE. surgiram quando Becca e o seu marido, o guitarrista Jack Bottomley, se tornaram pais e se estabeleceram em um novo capítulo de suas vidas juntos. Uma jam improvisada em casa numa sexta-feira à noite os levou a compor “New York”, a primeira música inédita que eles escreveram no que parecia ser uma eternidade, marcando a sua reintrodução oficial na música. A partir daí, novos horizontes ganharam vida própria. O irmão baterista de Becca, Josh Macintyre, ajudou a traduzir as suas ideias em demos completas, enquanto o seu outro irmão, Sam Macintyre, mudou da guitarra para o baixo após a saída amigável do membro original Will Bottomley. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Dimmu Borgir, Armored Saint e mais Via: WikiMetal

Spotify lança sistema de ingressos antecipados para superfãs
O Spotify anunciou um novo sistema de venda de ingressos para os fãs mais engajados nas plataformas da empresa. A novidade pretende oferecer acesso antecipado a shows antes da abertura da venda geral. Segundo informações divulgadas pelo Spotify na última quinta-feira, 21, [via Rolling Stone], o novo recurso chamado Reserved será direcionado aos chamados superfãs, que são os usuários com conta Premium da plataforma de streaming. O grupo será identificado com base no comportamento dentro do aplicativo, incluindo frequência de reprodução, interação com artistas e histórico de consumo musical. A proposta do Spotify é criar uma relação mais direta entre artistas e ouvintes considerados mais ativos. Com isso, usuários selecionados poderão receber códigos especiais para comprar entradas antes do público geral. Em comunicado, o Spotify disse que “identifica os fãs mais dedicados de um artista e reserva dois ingressos para a turnê para eles. Sem competir com milhares de outros fãs, sem precisar procurar códigos, apenas um período reservado para comprar ingressos antes da venda para o público geral”. A novidade começa nos Estados Unidos e deve ser expandida para outros países no futuro. A empresa explicou que o recurso já começou a ser testado em eventos específicos com alguns usuários recebendo convites para pré-vendas exclusivas de determinados artistas e festivais. Nos últimos anos, o mercado musical passou a investir cada vez mais em experiências exclusivas para o público, como clubes de assinatura e pacotes VIP. O Spotify também ampliou investimentos em ferramentas voltadas ao mercado de shows e eventos ao vivo. Além do streaming, a empresa busca aumentar a presença no setor de experiências presenciais e relacionamento direto com fãs. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

The Pretty Reckless lança faixa-título do novo álbum ‘Dear God’
The Pretty Reckless lançou nesta sexta-feira, 22, “Dear God”, a faixa-título do seu quinto álbum de estúdio, com lançamento previsto para 26 de junho pela Fearless Records. Em nota à imprensa, a vocalista Taylor Momsen disse: “Dear God’ é o desespero transformado em música. Quando a vida se torna tão física, tão brutal, você abandona seu corpo e começa a implorar a algo maior do que você mesmo para te resgatar. Esse espaço entre o céu e o inferno não é uma metáfora. É um lugar onde você realmente vive.” A banda também anunciou a turnê Dear God, que passará pela América do Norte e Europa. A série de shows começa com apresentações em cidades como Nova Orleans, Dallas e Los Angeles. A nova série de shows acontece após os dois anos em que a banda acompanhou o AC/DC na turnê Power Up ao redor do mundo, incluindo shows no Brasil. LEIA TAMBÉM: Taylor Momsen, do The Pretty Reckless, é hospitalizada após picada de aranha Via: WikiMetal

Dia Mundial do Gótico: Confira playlist com músicas em celebração à subcultura
O Dia Mundial do Gótico originou-se no Reino Unido em 2009 como uma pequena celebração da subcultura gótica, inspirada em um especial da rádio BBC 6 Music, que focava em várias subculturas musicais ao longo de uma semana de maio. O especial de música gótica foi ao ar no dia 22 de maio de 2009. Com a recepção muito positiva, o DJ gótico britânico Lee Meadows, atualmente conhecido como BatBoy Slim, escreveu na época, no MySpace, sugerindo a ideia de iniciar um “Dia Gótico”. Em 2010, junto do DJ, também britânico, Martin Oldgoth, decidiu expandir o conceito globalmente, não apenas como uma forma de diversão, mas também como um meio de criar um ambiente de positividade e união dentro da comunidade gótica. O Dia Mundial do Gótico foi decretado em 22 de maio de 2010. De visual marcante e maquiagem forte a músicas de atmosferas sombrias, letras introspectivas e até sintetizadores, o Wikimetal elaborou uma playlist reunindo faixas perfeitas para celebrar a subcultura e embalar os trevosos. A playlist contempla todos os gostos. Entre as músicas selecionadas estão nomes como Bauhaus, Fields of the Nephilim, The Sisters of Mercy, She Past Away, Joy Division, Siouxsie and the Banshees,The Cure e mais. Ela está disponível no player do Spotify abaixo: LEIA TAMBÉM: Peter Murphy, vocalista do Bauhaus, anuncia novo álbum ‘Silver Shade’ Via: WikiMetal

Andy Biersack (Black Veil Brides) sai em defesa de Yungblud e diz que é estúpida a ideia de um salvador do rock
Há décadas existe a ideia de que o rock n’ roll está em coma e precisa de um salvador! Isso é uma tremenda besteira, basta ver a quantidade de novas bandas dando as caras nos grandes festivais e nos eventos do underground. No entanto, nos últimos tempos, quem vem recebendo essa responsabilidade é Yungblud. Apesar de ter o apoio do público mais jovem, o britânico ainda não caiu no gosto popular, além disso, o que não lhe falta são as críticas. Em conversa com a Metal Hammer, o vocalista do Black Veil Brides, Andy Biersack, saiu em defesa de Yungblud e disse que é estúpida a ideia de um salvador do rock. “Yungblud é muito talentoso”, afirmou Andy. “Não sou um fã incondicional do trabalho dele, mas as pessoas só querem falar mal de jovens astros do rock. Não ajuda quando as manchetes o chamam de ‘salvador’. Ele não se autodenomina isso! A indústria da música tem uma rotatividade interminável de ‘salvadores do rock n’ roll’”. Biersack completou: “É estúpido rotular alguém como salvador de um gigantesco mundo do rock que ainda existe. Temos bandas de rock como atração principal em palcos para 100 mil pessoas. As pessoas no mainstream precisam prestar atenção ao que está acontecendo”. Yungblud ganhou um Grammy na categoria Melhor Performance de Rock, superando Linkin Park, Turnstile e Hayley Williams. O prêmio veio por sua versão de Changes no show Back To The Beginning, do Black Sabbath, em 5 de julho de 2025. Mesmo com todo atenção da mídia, Grammy no currículo, parceria com grandes estrelas do rock e um aparato de marketing bem azeitado, Yungblud ainda não entregou uma obra própria nos moldes de Appetite for Destruction (Guns N’ Roses), Get a Grip (Aerosmith) e No More Tears (Ozzy Osbourne). Enquanto ele não der esse importante passo na carreira, a crítica de ser um mero produto da indústria musical vai perdurar e com certa procedência. Via: Rockbizz

Grupo Sony Music Brasil e Rock in Rio Brasil anunciam atrações do palco Supernova
O Grupo Sony Music Brasil e o Rock in Rio Brasil anunciaram, nesta quinta-feira (21) a renovação da parceria para a edição de 2026 do festival. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa realizada na Cidade do Rock, com a participações de Wilson Lannes, COO do Grupo Sony Music Brasil, Zé Ricardo, Vice-Presidente Artístico da Rock World e Roberto Verta, curador do Palco Supernova, e Ana Deccache, Diretora de Marketing da Rock. A renovação marca a quarta edição do palco Supernova com participação do Grupo Sony Music Brasil, parceiro do projeto desde sua estreia. De lá para cá, o espaço ampliou sua relevância dentro do festival, cresceu em público e chegou a mudar de área para acompanhar essa expansão. Nesse percurso, o Supernova se consolidou como um dos ambientes mais singulares do Rock in Rio Brasil ao reunir artistas em ascensão e projetos especiais com shows inéditos de nomes reconhecidos pelo público. “É muito simbólico realizar a quarta edição do Palco Supernova após a expansão do Grupo Sony Music no Brasil. Essa integração entre selos amplia nossa capacidade de desenvolvimento e visibilidade para artistas de diferentes cenas e linguagens musicais. O Supernova representa exatamente esse compromisso: criar plataformas relevantes para conectar novos talentos a grandes audiências, fortalecendo a diversidade criativa e impulsionando a música brasileira em sua pluralidade”, declara Fernando Cabral, CEO do Grupo Sony Music Brasil. “A curadoria do Supernova nasce de uma escuta constante do que está acontecendo de verdade na música. Em conjunto com o Filtr, conseguimos olhar ao mesmo tempo para artistas que chegam com tudo e para nomes que já construíram uma história sólida, e a beleza está justamente nesse encontro. O palco é um espaço onde descoberta e reconhecimento dividem o mesmo lugar, onde diferentes trajetórias, ritmos e origens se cruzam e se iluminam. É essa pluralidade que, a cada edição, faz do Supernova algo especial dentro do Rock in Rio”, afirma Zé Ricardo, vice-presidente Artístico da Rock World. A curadoria do palco é novamente realizada com assinatura do Filtr Music Brasil, plataforma de curadoria musical do Grupo Sony Music Brasil, e Zé Ricardo, Vice-Presidente Artístico da Rock World. Com isso, a companhia permanece como a única do mercado fonográfico parceira de um palco dentro do festival. Desde 2019, o Supernova passou a ocupar um lugar próprio na narrativa do festival, combinando diversidade e frescor de cenas musicais. A proposta tem sido justamente equilibrar descoberta e repertório, abrindo espaço tanto para a visibilidade de novos talentos quanto para projetos em formatos exclusivos. Nesse contexto, o Supernova funciona como uma extensão ao vivo da proposta do Filtr Music Brasil. Indo além de uma marca associada a playlists e consumo nas plataformas streaming, a marca opera como uma frente estratégica do Grupo Sony Music Brasil capaz de articular música, performances ao vivo e experiências para os fãs. Na edição de 2026, o palco anuncia 28 artistas, incluindo Diogo Defante, Supercombo, Blietzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 years – João Gordo & Asteroides Trio, Alee, NandaTsunami, Delacruz, Lourena, Zeca Veloso, Bruna Black, Milo J, Melly, Sant, Yago OProprio e Larissa Luz com o seu show “Rock in Gil”. Confira abaixo o line up completo. Line Up Palco Supernova – Rock in Rio 2026 04.09 (sexta-feira)Diogo DefanteVenere Vai VenusRock in Gil com Larissa LuzChady 05.09 (sábado)SupercomboLvcasMc TayaZeRO 06.09 (domingo)Blietzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 years – João Gordo & Asteroides TrioMatanza RitualBayside KingsO Escritório 07.09 (segunda-feira) *feriadoAleeZeca VelosoMellyMaui 11.09 (sexta-feira)NandaTsunamiAnandaIsa BuzziMuse Maya 12.09 (sábado)DelacruzMilo JYago OProprioCelo Dut 13.09 (domingo)LourenaSantBruna BlackAr Baby Via: Rockbizz

Fernanda Lira (Crypta) explica por que faz caras e bocas ao vivo: “Minha arte é visceral”
Quem já assistiu alguma apresentação ao vivo de Fernanda Lira sabe que a moça não economiza nas caras e bocas. São caretas para dar e vender, o que agrada muitos fãs, que não poupam elogios pelas redes sociais da artista e da banda. No entanto, do outro lado da cerca, há os críticos que vão para cima da moça sem dó e piedade por conta de suas manifestações artísiticas. E para não haver mais mal-entendido sobre suas performances ao vivo, Fernanda resolveu abordar o tema em recente postagem nas redes sociais. Ela ressaltou que sua arte é visceral e que as caras e bocas acabam sendo o resultado disso. “‘Por que a Fernanda é muito forçada ao vivo? Por que ela força a barra com as caretas cringe’. Ô minha gente, vocês acham mesmo que se eu pudesse controlar essas caretas, eu escolheria por livre e espontânea vontade sair assim nas fotos de show parecendo o exorcismo de Emily Rose?? kkkkk”, ela explicou. “Eu não tenho culpa de ter bebido da fonte de bandas de metal extremamente performáticas quando meu caráter headbanger estava sendo formado, e de a minha arte ser naturalmente visceral haha quando a adrenalina bate, meu irmão, sai da frente que o bagulho fica louco haha”, acrescentou a cantora. “Quem é artista sabe que arte a gente não planeja, a gente sente, e cada um sente do seu jeitinho – o meu felizmente (sim, porque eu gosto) é ficando possuída, fazer o quê!”, completou. E finalizou: “Brincadeiras à parte, a minha performance é uma das minhas coisas favoritas de fazer, sou muito livre na minha vida e isso se transmite no palco. Eu dou risada vendo fotos e vídeos pós show porque eu não planejo essas coisas, mas eu simplesmente amo ser essa presença irreverente enquanto toco, que assusta uns, encanta outros e que causa estranheza em quem não está acostumado, arte é exatamente isso mesmo!” Via: Rockbizz

Geddy Lee repudia bateristas que procuraram o Rush após morte de Neil Peart
Em entrevista à Guitar World, o baixista e vocalista do Rush, Geddy Lee criticou os bateristas que entraram em contato com ele e com o guitarrista Alex Lifeson nos dias seguintes ao falecimento de Neil Peart, em janeiro de 2020. Na conversa, Geddy demonstrou sua insatisfação com músicos que desejavam se promover em meio a parda do icônico baterista. Para ele, a atitude foi “de muito mau gosto” e veio em um momento completamente errado. “Houve muitos outros bateristas que entraram em contato comigo logo após o falecimento do Neil, oferecendo-se para a vaga, e isso foi de muito mau gosto para mim. Foi um momento completamente inapropriado”, afirmou [transcrição via Blabbermouth]. Geddy Lee também elogiou músicos que foram respeitosos com o Rush Na mesma conversa, Geddy fez questão de exaltar o respeito dos músicos mais próximos da banda canadense, que sabiam sobre a gravidade do momento. “Pessoas que são próximas a nós — bons amigos que são bateristas de sucesso — nunca insinuariam algo assim porque têm muito respeito, não apenas pelo Neil e pela situação. Eles também estavam de luto, então não seriam tão egoístas a ponto de dizer algo inapropriado desse tipo”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Geddy Lee explica escolha da baterista Anika Nilles para nova turnê do Rush Via: WikiMetal

Oli Sykes revela impacto de viver no Brasil: “Pessoas são mais calmas”
Oliver Sykes comentou novamente sobre sua relação com o Brasil e explicou como tem sido viver no país nos últimos anos. Durante entrevista com Nik Nocturnal, o vocalista do Bring Me The Horizon afirmou que se sente confortável no Brasil e destacou sua rotina após o casamento com a modelo brasileira Alissa Salls [via TMDQA!]. “Acho que, para mim, eu precisava de um lugar para fugir um pouco, e desacelerar minha vida um pouco, conseguir me desconectar da banda e de quem eu sou quando estou trabalhando. E eu acho que seria muito difícil encontrar isso na Inglaterra. Porque lá chove o tempo todo, não tem muita coisa para fazer ao ar livre. Eu acabo só trabalhando, e ainda tenho dificuldade com isso, mas é muito mais fácil fazer uma pausa quando tem uma praia ali perto e essas coisas assim. Então, isso tem me feito bem, viver num ritmo mais tranquilo. Bem mais tranquilo”, revelou Oliver. Oliver vive parte do tempo no litoral paulista ao lado da esposa e revelou que gosta do estilo de vida brasileiro e da forma como as pessoas se relacionam. Além disso, afirmou que o país é o lugar ideal para criar seus filhos. “As pessoas são mais calmas, mais de boa, principalmente na praia. E claro, agora que tive filhos, é um ambiente muito bom para criá-los. Parece que conseguimos focar neles e meio que cortar todo o barulho e a correria do resto das coisas. Então tem sido incrível”. Oliver e Alissa se conheceram quando a modelo passou a trabalhar para a DropDead, marca de roupas do vocalista, e anunciaram um relacionamento em 2016. O casal se casou em 2017 em cerimônia realizada em Las Vegas, nos Estados Unidos. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Oliver Sykes supera marca de Chester Bennington com grito de 21 segundos ao vivo Via: WikiMetal

Bruce Springsteen está recebendo muitas ameaças por oposição a Donald Trump
Bruce Springsteen admitiu que as reações negativas fazem parte de ser um artista político. O The Boss sempre foi um compositor político, mas, com a presença de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, ele acentuou esta sua faceta artística. Todavia, a reação de algumas pessoas está sendo bastante pesada ao longo da Land of Hope and Dreams Tour. Bruce Springsteen disse que vem recebendo muitas ameaças por oposição a Donald Trump. O The Boss é um crítico ferrenho do presidente Donald Trump, se manifestando regularmente contra as ações do governo do republicano, incluindo a guerra no Irã e a fiscalização da imigração pelo ICE. “Esta turnê tem sido um pouco diferente por causa da alta segurança”, admitiu Steven Van Zandt, guitarrista de longa data de Springsteen na E Street Band, durante entrevista ao Daily Mail. “É um tema político muito específico desta turnê e houve muitas ameaças, ameaças de morte. Sempre há algumas ameaças, mas desta vez elas aumentaram”. “Não é como se estivéssemos dizendo algo que não seja verdade ou algo particularmente controverso, mas é especificamente político, analisou Steven. “Então, o FBI e outras agências têm acompanhado a situação de perto e estão extremamente preocupadas, como deveriam estar. Nós queremos que os fãs estejam seguros e se sintam seguros. Por isso, nos esforçamos ao máximo com segurança extra, justamente por esse motivo”. Bruce Springsteen iniciou uma longa turnê pelos Estados Unidos em 31 de março, na cidade de Minneapolis. O giro vai se estender até o final de maio, com o derradeiro show na capital do país, Washington. Via: Rockbizz

Pergunta sobre Ozzy Osbourne tira R$ 200 mil de participante no ‘Show do Milhão’
Uma pergunta sobre qual espécie da fauna amazônica teve seu nome batizado em homenagem a Ozzy Osbourne fez um participante perder o prêmio de R$ 200 mil no Show do Milhão, programa exibido no SBT. O jogador, identificado como Luis, se deparou com a seguinte pergunta: “Que espécie da fauna amazônica foi batizada em homenagem ao cantor Ozzy Osbourne?”. Entre as alternativas apresentadas estavam um sapo, uma serpente, uma aranha e um morcego [via ADTV]. Com as ajudas indisponíveis, o participante estava visivelmente inseguro e seguiu a lógica que grande parte dos fãs de heavy metal provavelmente faria: escolher a opção “morcego”, devido ao infame show de 1982 no qual o Príncipe das Trevas morde o animal, arremessado no palco por um fã. Ozzy pensava que era um morcego de borracha, tornando a cena um dos momentos mais icônicos da história do metal. Apesar da ligação histórica evidente, a escolha da alternativa se tratava de uma pegadinha, com a resposta correta sendo um sapo. Com o erro, Luis deixou a competição levando para casa o prêmio de R$ 50 mil. Saiba a razão de Ozzy Osbourne ter virado nome de um sapo Descoberto em uma região entre os estados do Amazonas e Pará, o animal em questão é o sapo-morcego (Dendropsophus ozzyi). A razão da homenagem veio devido ao canto agudo emitido pelo anfíbio que, segundo os pesquisadores, remete ao som produzido por morcegos. LEIA TAMBÉM: Família Osbourne planeja continuidade de Ozzy Osbourne com avatar Via: WikiMetal

Arrogante ou sincero? Bruce Dickinson reflete sobre sua fala de que o Iron Maiden é superior ao Metallica
Anos atrás o frontman do Iron Maiden concedeu uma entrevista à revista Metal Hammer e falou com todas as letras que o Iron Maiden era uma banda superior ao Metallica. A afirmação do rock star caiu como uma bomba na cena metal, com os fãs tomando partido deste ou daquele lado. E o assunto está dando pano para manga até os dias de hoje! Em nova conversa com a Rolling Stone, Bruce Dickinson refletiu sobre sua fala de que o Iron Maiden é superior ao Metallica. O artista inglês pontuou que falou isto de forma deliberada para causar alvoroço na cena pesada. “Olha, tenho plena consciência de que quando você diz algo por escrito, as pessoas vão prestar atenção. A história sobre o Metallica, francamente, foi uma brincadeira muito boa. Temos uma ótima relação com o Metallica. Não era para o Metallica em si. Era para o resto do mundo dizer: ‘Voltamos e estamos falando sério. Estamos falando sério mesmo, a ponto de dizermos algo bem ousado. Então, por que vocês não vêm ao show e descobrem? Nós desafiamos vocês’. É um desafio, e eu sou o vocalista. É o meu trabalho. É o que eu faço”. Dickinson não hesitou em admitir que a declaração foi arrogante. Ele, no entanto, ressaltou que a arrogância está no pacote de ser o vocalista de uma das bandas mais lendárias do mundo. “Então, é arrogante? Hum, sim! Você é o vocalista do Iron Maiden e vai ser arrogante de vez em quando, porque faz parte do pacote, né? Mick Jagger, ele é arrogante? Sim, provavelmente! É o Mick Jagger, caramba. Eu faço distinção entre eu andando na rua e eu no palco com o Iron Maiden? Sim”. Via: Rockbizz

Família Osbourne planeja continuidade de Ozzy Osbourne com avatar
A família Osbourne pretende preservar o legado e a marca de Ozzy Osbourne nos próximos anos para que as pessoas continuem interagindo com músico mesmo após sua morte, em julho de 2025. Durante participação na Licensing Expo 2026, no painel O Legado Duradouro de um Ícone do Rock e Sua Família: Ozzy Osbourne e The Osbournes, Jack Osbourne revelou que a família fez uma parceria com a HYPERREAL – empresa que se define como “o futuro do entretenimento imersivo com avatares” – para criar o que ele chama de “o DNA digital de Ozzy Osbourne: voz, imagem e movimento” [via Loudwire]. Segundo a viúva Sharon Osbourne, o nome de Ozzy continuará ativo. A empresária explicou que a família trabalha para manter projetos relacionados ao cantor em diferentes áreas do entretenimento: “As possibilidades com isso são infinitas”. Objetivo principal é proteger história construída por Ozzy “É meio assustador o quão preciso é. Ele existirá digitalmente como ele mesmo enquanto tivermos computadores. A tecnologia evoluiu tanto que é quase como arrastar e soltar. Você pode gravar um modelo para um comercial… literalmente dizer o que você quer que o Ozzy Digital faça naquele comercial e simplesmente inserir. É muito simples agora”, revelou Jack. “Você pode perguntar qualquer coisa ao Ozzy e ele responderá com a própria voz — e as respostas serão exatamente o que o Ozzy diria. Vamos levar isso para o mundo todo. As pessoas poderão falar com ele e ele responderá”, explicou Sharon. Sharon destacou que o objetivo principal é proteger a história construída por Ozzy ao longo de décadas no rock e na cultura pop. “Elvis morreu há 50 anos e todo mundo conhece Elvis. Eu só quero isso para o Ozzy”, disse Sharon. A ideia envolve produtos oficiais, projetos audiovisuais e iniciativas ligadas ao arquivo pessoal do músico. Sharon também afirmou que a família aprendeu muito após anos administrando a carreira do vocalista. Segundo ela, o sobrenome Osbourne se transformou em uma marca global desde os tempos do reality show The Osbournes, exibido nos anos 2000. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne sabia que poderia morrer após show do Black Sabbath: “Quero ir do meu jeito” Via: WikiMetal

Fã dinamarquês tem a maior coleção de memorabilia do Iron Maiden do mundo: “Mais de 10 mil itens”
Colecionar é um passatempo bem comum para muitas pessoas, e os objetos de desejo para as coleções podem variar bastante, indo de carros até guitarras, passando por vinis, livros e por aí vai. No entanto, há uma galera que gosta de sair do comum, e a coleção fica com contorno industrial. O jornal dinamarquês Sjaellandske Nyheder fez uma matéria com Rasmus Stavnsborg, de 53 anos, morador de Solrød, que é o dono da maior coleção de memorabilia do Iron Maiden do mundo. O fã tem seis cômodos de sua casa dedicados à coleção, a qual tem mais de 10 mil itens dedicados à lendária banda britânica de heavy metal. Rasmus possui máquinas de pinball, um bar do Iron Maiden dentro de casa, baterias, CDs, DVDs, boxsets, vinis, singles, bonecos, canecas, baixos, guitarras e por aí vai. Entre os objetos mais estranhos da coleção está uma bituca de cigarro do cantor Paul Di’Anno, ex-vocalista do grupo. Rasmus e seus amigos a encontraram depois de conhecerem o vocalista em um bar anos atrás. “Ele perguntou o que diabos estávamos fazendo e para que usaríamos aquilo. Nós apenas dissemos que iríamos cloná-lo um dia, quando ele morresse, e então ele balançou a cabeça e disse que éramos uns idiotas estranhos”, contou Rasmus. O amor de Stavnsborg pela banda vai além, pois ele já assistiu mais de 300 shows dos caras. O primeiro espetáculo foi no KB Hallen, em Copenhague, em 1988. Durante a turnê A Matter of Life and Death, que aconteceu em 2006, o conjunto lhe concedeu o Super Fan Pass, que lhe permitia assistir a todos os shows da turnê gratuitamente. Rasmus pontuou que sua paixão pela banda também passou para a família, que o acompanha em suas aventuras pelo Iron Maiden. Via: Rockbizz

‘Down on the Upside’: A história do álbum que separou o Soundgarden por 13 anos
Em 1996, o Soundgarden dava os primeiros passos do que viria a se tornar seu longo hiato de treze anos com o lançamento do álbum Down on the Upside. Apesar de ter estreado em 2º lugar na Billboard e contar com faixas de sucesso como “Pretty Noose” e “Burden in my Hand”, a gravação ficou marcada pelo desgaste criativo do grupo – cuja bomba-relógio explodiu no ano seguinte, em 1997. Troca de produtor e visões diferentes dos integrantes No aclamado Superunknown (1994), o Soundgarden contava com a parceria do produtor Michael Beinhorn para refinamento de detalhes e mediação de conflitos. Esse papel era essencial, porque havia um choque constante de visões internamente: o vocalista Chris Cornell buscava trazer composições mais melódicas e voltadas para o violão, enquanto o guitarrista Kim Thayil defendia manter o peso e os riffs de afinação baixa que consagraram a banda. Contudo, em Down on the Upside, os integrantes decidiram assumir a produção ao lado do engenheiro de som Adam Kasper. Sem a ajuda de alguém que controlasse a situação, o clima no estúdio passaria a contar com as divergências musicais dos dois. Essa queda de braço não apenas drenou a energia criativa do grupo, mas também abriu feridas internas que, meses depois, acabariam cedendo durante a conturbada turnê de divulgação do álbum. Implosão durante show no Havaí em 1997 e fim das atividades do Soundgarden Em meio a uma rotina intensa de shows e ações promocionais da turnê anterior, o esgotamento mental não ficou restrito às gravações e também acabou indo para os palcos. Como uma bomba prestes a explodir, o clima nos bastidores era pesado, com os membros se distanciando entre si e sob o uso constante de álcool como válvula de escape. Válvula essa que deixou de funcionar em 09 de fevereiro de 1997, em Honolulu, no Havaí – marcado como o derradeiro show da formação clássica. O baixista Ben Shepherd, incomodado com as falhas de seu equipamento, arremessou seu baixo no palco, fez gestos obscenos para a plateia e abandonou o show enfurecido. A atitude em cadeia foi imediata: Kim e o baterista Matt Cameron também deram as costas e o seguiram para os bastidores, deixando Chris Cornell sozinho diante de um público confuso e uma banda que havia acabado de implodir. O vocalista ainda tentou salvar a noite retornando ao palco com um violão para um bis acústico, mas o dano era irreversível. Exatos dois meses depois, em 09 de abril, um comunicado oficial à imprensa anunciava o fim do Soundgarden por “diferenças de interesses”. Banda ficou inativa por 13 anos e voltou em 2010 O hiato durou longos treze anos, quebrado apenas pelo surpreendente retorno do grupo em 2010. Nesse período, Chris Cornell formaria o Audioslave ao lado de Tom Morello, Brad Wilk e Tim Commerford, ex-integrantes do Rage Against The Machine, se tornando um dos maiores supergrupos da história do rock. Já Matt Cameron se juntaria ao Pearl Jam em 1998, banda que ele só deixaria a formação em 2025. Por outro lado, Kim Thayil e Ben Shepherd adotaram posturas mais discretas na cena musical. O guitarrista focou em colaborações pontuais, como sua participação no projeto de heavy metal Probot (idealizado por Dave Grohl, líder do Foo Fighters), enquanto Ben se dedicou a projetos alternativos de Seattle, como o Wellwater Conspiracy, e realizou turnês de apoio com Mark Lanegan (Screaming Trees). Com os problemas aparentemente resolvidos, a banda voltou a lotar arenas e lançou o elogiado King Animal (2012). A reconciliação, porém, sofreu um duro golpe em 18 de maio de 2017, quando a morte prematura e trágica de Chris Cornell encerrou as atividades do Soundgarden definitivamente. Três décadas após seu lançamento, Down on the Upside não fica marcado apenas como o estopim de uma ruptura, mas também como um dos trabalhos mais subestimados do rock nos anos 1990, representando o momento mais cru e sem filtros do Soundgarden, transformando-o em um clássico. LEIA TAMBÉM: ‘Slang’ e a mudança radical do Def Leppard para o grunge Via: WikiMetal

O álbum de death metal que colocou o Cannibal Corpse na Billboard 200
Em maio de 1996, o Cannibal Corpse atravessava um dos momentos mais delicados de sua carreira. A saída turbulenta do vocalista Chris Barnes colocou em dúvida o futuro da banda pouco antes das gravações de Vile, disco lançado em 21 de maio daquele ano. Trinta anos depois, o álbum continua sendo lembrado como um marco do death metal, não apenas pela brutalidade sonora, mas também por ter se tornado o primeiro trabalho do gênero extremo a entrar na parada Billboard 200. Primeiro álbum com George Fisher O Cannibal Corpse entrou no Morrisound Studio com o produtor Scott Burns para gravar aquele que seria seu quinto álbum, inicialmente chamado Created to Kill. Na época, o vocalista Chris Barnes já dividia atenções com o Six Feet Under, que havia lançado o disco Haunted poucos meses antes. Mesmo com os rumores sobre desgaste interno, Burns acreditava que o Cannibal Corpse ainda vivia um grande momento, especialmente após a exposição conquistada com “Hammer Smashed Face” no filme Ace Ventura: Um Detetive Diferente (1994). As gravações, porém, rapidamente se transformaram em uma das sessões mais tensas da história da banda. Os conflitos sobre os vocais de Barnes, que já existiam desde The Bleeding, aumentaram durante o processo. Segundo relatos publicados pela Decibel Magazine, discussões entre Barnes, o baixista Alex Webster e o baterista Paul Mazurkiewicz eram frequentes no estúdio. “Barnes tinha uma atitude do tipo: ‘Eu sou o vocalista, eu escrevo as letras e vou fazer o que eu quiser. Ponto final’. Aí virou uma briga”, relatou o guitarrista Rob Barrett em trecho retirado do livro The Scott Burns Sessions: A Life in Death Metal 1987 – 1997. A situação piorou quando Barnes deixou as gravações inacabadas para seguir em turnê europeia com o Six Feet Under, decisão que acabou marcando sua saída definitiva do Cannibal Corpse antes da conclusão do álbum, posteriormente renomeado como Vile. Para substituir Barnes, o grupo recrutou George “Corpsegrinder”Fisher, então conhecido pelo trabalho no Monstrosity. A chegada de “Corpsegrinder” representou uma mudança importante na identidade do Cannibal Corpse. Os membros do Cannibal Corpse afirmaram que o novo vocalista trouxe mais potência e precisão aos guturais, especialmente durante a regravação de “Devoured by Vermin”, uma das faixas mais conhecidas do álbum. O baixista Alex Webster também destacou no documentário Centuries of Torment: The First 20 Years que a entrada de Fisher ajudou a renovar a energia criativa da banda. Death metal extremo na parada da Billboard Musicalmente, Vile elevou o nível técnico do Cannibal Corpse. As linhas de baixo de Webster ganharam ainda mais destaque, enquanto as guitarras apostaram em riffs rápidos e mudanças constantes. “A banda trouxe guitarras de sete cordas, e o Alex começou a usar uma de cinco cordas. Isso as deixou instantaneamente mais pesadas”, disse o produtor Scott Burns. Ao mesmo tempo, o Cannibal Corpse continuava cercado por polêmicas. A arte do disco acabou censurada em diversas lojas e versões promocionais, mantendo a reputação controversa do grupo em uma época em que o death metal ainda enfrentava forte resistência comercial e midiática. Apesar de tudo, Vile alcançou um feito histórico ao entrar na Billboard 200, algo raro para bandas extremas nos anos 1990. O desempenho mostrou que o death metal podia ultrapassar o circuito underground sem abandonar sua identidade. Em entrevista de 2021 ao site Dead Rhetoric, Alex Webster comentou que jamais esperava ver um álbum tão pesado chegar às paradas americanas. “Essa foi nossa primeira aparição nessa parada. Então, ficamos muito felizes com isso, como você pode imaginar. Estávamos em turnê quando recebemos a notícia. Acho que estreou em 151º lugar na parada, e aí, claro, caiu imediatamente na semana seguinte, mas mesmo assim, estar naquela parada, especialmente em 1996, era um grande feito para uma banda de death metal. Estávamos animados e ansiosos para ver como as pessoas reagiriam a George, e foi extremamente positivo”, disse Alex. “Talvez tenha sido em parte devido ao trabalho árduo que fizemos com The Bleeding, e também porque amadurecemos como banda. Mas foi um grande momento quando Vile entrou nas paradas. Foi a prova de que as pessoas haviam abraçado o que estávamos fazendo, em números maiores do que nunca. E foi uma confirmação da nossa decisão de trazer o novo integrante”, revelou o baterista Paul Mazurkiewicz ao site Lauder O disco não apenas consolidou George “Corpsegrinder” Fisher como uma das vozes mais reconhecidas do metal extremo, mas também abriu portas para que o death metal conquistasse novos públicos nos anos seguintes. Vale ressaltar que o primeiro álbum de death metal a entrar na parada foi Scream Bloody Gore (1987), do Death, seguido por The End Complete (1992), do Obituary. Porém, o feito alcançado pelo Cannibal Corpse com Vile teve um peso diferente dentro da música extrema. Enquanto Death e Obituary ajudaram a consolidar o death metal em sua fase inicial, o Cannibal Corpse levou a sonoridade a níveis ainda mais brutais e controversos – definido como brutal death metal. Vocais mais agressivos, letras explícitas, capas censuradas e uma abordagem musical mais extrema fizeram da banda um alvo constante de polêmicas nos anos 1990. Por isso, a entrada de Vile na Billboard 200 representou mais do que um bom desempenho comercial. O disco judou a popularizar o lado mais pesado e radical do death metal e gore, conseguindo ultrapassar o circuito underground e alcançar visibilidade. LEIA TAMBÉM: O dia em que Dee Snider escutou Cannibal Corpse pela primeira vez: “Joguei aquela coisa no lixo” Via: WikiMetal

Riley Pinkerton acha hilária a ideia de que o Castle Rat é bancado por grande empresário e gravadora
Em 2019, o doom metal ganhou um novo representante, que foi o Castle Rat. A banda de Nova York, no entanto, quis ir além das bases pesadas e lamacentas do estilo. Com a liderança da ruiva Riley Pinkerton, o conjunto mexeu as peças para se tornar algo novo no mercado. Para isto, a parte de fantasiosa do visual e som vem diretamente da dupla Dungeons and Dragons e KISS. O quê burlesco também invade o look e a postura da banda em seus espetáculos. Já o empoderamento feminino é uma forma de Riley se impor em um universo cujo o predomínio é do sexo masculino. Em conversa com o canal Full Metal Jackie, a frontwoman Riley Pinkerton disse que acha hilária a ideia de que o Castle Rat é bancado por grande empresário e gravadora. “Eu não uso o Reddit nem nada do tipo, mas meus colegas de banda usam. E aí eu ouço relatos de pessoas dizendo ‘eles são infiltrados na indústria’, o que é hilário e um elogio”. Ela continuou com sua reflexão: “Eu penso: ‘Caramba, estamos fazendo tudo isso de forma super DIY [“Do It Yourself” – “Faça você mesmo”, tradução livre] e vocês acham que somos contratados da indústria’. Essa é a resposta mais engraçada, porque outras pessoas entram na conversa e dizem: ‘Quem faria uma banda de doom metal medieval com tema de roedores na indústria e acha que ganharia grana com isso? Esta banda de doom metal medieval tem tema de roedores’”. Riley ainda falou sobre o financiamento coletivo que tornou a criação de The Bestiary, disco de 2025. “Alcançamos a nossa meta em 37 minutos, e ainda tínhamos um mês inteiro para arrecadar mais dinheiro. Esse nível de apoio foi simplesmente impressionante. Ele coloca uma certa pressão em você, sabe? Nossa, as pessoas realmente se importam. Elas realmente querem outro álbum. Então, sentimos que tínhamos que entregar um bom trabalho. Nos pressionaríamos de qualquer maneira. Mas tem um sabor diferente quando as pessoas te apoiam assim. Castle Rat sempre foi um projeto independente e feito à mão, o que é engraçado”. Via: Rockbizz