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3 motivos para não perder os shows do Shawn James no Brasil
O músico norte-americano de folk blues rock Shawn James anunciou a sua aguardada passagem pelo Brasil para agosto. Com uma sonoridade que ignora fronteiras entre gêneros, o artista se apresentará em Porto Alegre (06 de agosto, no Teatro Opinião), em São Paulo (07 de agosto, no Cine Joia) e em Curitiba (08 de agosto, no Hard Rock Café). Os ingressos já estão à venda nos sites da Sympla (Porto Alegre), Livepass (São Paulo) e Disk Ingressos (Curitiba). O Wikimetal separou uma lista com 3 motivos pelos quais você não pode perder os shows em agosto. Show mistura folk, blues, rock e até metal Os shows de Shawn James dificilmente seguem um roteiro tradicional. O músico alterna momentos acústicos e introspectivos com explosões elétricas e pesadas, criando uma dinâmica que surpreende o público. O próprio artista alertou o público: “Se você vier me ver tocar ao vivo e esperar apenas um estilo ou vertente do que eu faço, pode se decepcionar ao descobrir que nossos shows são uma montanha-russa de emoções, estilos musicais, intensidade e energia”. Ao vivo, Shawn passeia por folk, blues, gospel, southern rock e metal sem perder identidade, algo que faz cada apresentação soar diferente da anterior e essa liberdade musical virou uma das principais marcas de sua carreira. O setlist é um dos grandes atrativos da turnê Outro motivo que aumenta a expectativa para os shows de Shawn James no Brasil é o repertório que o cantor vem apresentando na atual turnê mundial. Os setlists recentes mostram sua ampla variedade de estilos, do folk ao blues, passando pelo R&B, gospel, rock, metal entre faixas pesadas, momentos acústicos e versões emocionais. Canções como “Through The Valley”, “Burn The Witch”, “The Curse of the Fold” e o mais novo single “Tired of Trying” estão garantidas nos shows pelo país. Shawn também surpreende ao incluir covers inesperados, como “Like a Stone”, do Audioslave [via SetlistFM]. A famosa faixa “Through The Valley” ao vivo Um dos pontos mais aguardados da turnê é ouvir ao vivo “Through The Valley”, música que ganhou popularidade após aparecer no universo da série The Last of Us. A canção ajudou Shawn James a alcançar um público ainda maior e transformou sua voz em uma das mais reconhecíveis da cena folk blues atual. Nos shows, o artista cria um clima intimista mesmo em casas cheias, proporcionando emoção. LEIA TAMBÉM: Shawn James aquece fãs para shows no Brasil com novo single “Tired of Trying” Via: WikiMetal

Kamelot compartilha detalhes do novo álbum Dark Asylum
O Kamelot compartilhou detalhes do novo álbum Dark Asylum, que vai sair no dia 28 de agosto via Napalm Records. O disco convida os ouvintes a ultrapassarem os portões do Asilo RavenHill, que é uma imponente instituição outrora construída como uma grande catedral, agora reaproveitada como um lugar onde ciência, fé e loucura coexistem em uma situação precária. Thomas Youngblood, fundador e guitarrista do Kamelot, falou sobre o álbum: “Dark Asylum acompanha uma alma presa em um mundo de máscaras, memórias fragmentadas e tormento psicológico, vagando pelos corredores infinitos de RavenHill em busca de verdade, identidade e redenção. O que começa como uma descida à escuridão gradualmente se transforma em uma jornada de despertar, onde, sob o medo, a ilusão e o caos, reside a possibilidade de cura, esperança e, finalmente, um caminho para fora das sombras em direção ao Santuário. O álbum explora a dualidade entre desespero e salvação, borrando as linhas entre realidade e loucura através de uma narrativa teatral, atmosferas assombrosas e temas profundamente emocionais”. O trabalho teve a produção de Sascha Paeth (Avantasia, Shaman, Angra, Epica, Edguy e mais) e a mixagem e masterização de Jacob Hansen (Amaranthe, Volbeat, Epica, Primal Fear e Evergrey). Dark Asylum contará com muitas participações especiais como Tobias Sammet (Avantasia, Edguy), Lea-Sophie Fischer (Eluveitie), Clémentine Delauney (Visions Of Atlantis), Ignacia Fernández (Decessus), Sara Leupold e Billy King. Track listing de Dark Asylum: 01. Sanctorium02. Ashen World (com Ignacia Fernández)03. Dark Asylum04. Sanctuary (com Clémentine Delauney & Ignacia Fernández)05. Nocte Veritas06. One Last Masquerade (com Tobias Sammet)07. Ivy, My Dear08. Godlike Alchemy09. The Sleeping Mind (Orphic Paradigm)10. Kaleidoscope11. Enigma (Think Of Me)12. Cassandra’s Disease13. Beneath the Moon (Tunglið) (com Rannveig Sif Sigurðardóttir, Sólveig Sara Leupold, Lea-Sophie Fischer)14. The Puppet King15. Sanctum Requiem Via: Rockbizz

Sepultura anuncia show final em São Paulo com Metal Allegiance, Sacred Reich e Krisiun
Sepultura anunciou o último show da carreira para o dia 07 de novembro, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo com abertura de Metal Allegiance, Sacred Reich e Krisiun. O show faz parte da turnê de despedida Celebrating Life Through Death, e de acordo com um anuncio nas redes sociais, será “uma noite definitiva. Uma celebração histórica. Mais do que épica”. Haverá pré-venda Santander para clientes Private e Select a partir da desta quinta-feira, 28 de maio, e outra para os demais clientes Santander a partir desta sexta-feira, 29 de maio por meio do site da Ticketmaster A venda para o público em geral acontece a partir de 30 de maio, às 10h, também no site da Ticketmaster e na bilheteria oficial às 11h. O penúltimo de sua carreira acontecerá no Rock in Rio 2026, no dia 05 de setembro, no Palco Mundo. Anteriormente, Andreas Kisser revelou em entrevista à Rolling Stone Brasil que o show final contará com participações especiais de músicos que fizeram parte da história do grupo, marcando o encerramento de uma trajetória iniciada em 1984 e consolidada como uma das mais importantes do metal mundial. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Derrick Green sobre saída de Eloy Casagrande do Sepultura: “Chocante” Via: WikiMetal

Demi Lovato comenta desejo de colaborar com Knocked Loose e Bad Omens
Apesar de estar atualmente em sua era dance music, a cantora pop Demi Lovato sinalizou que gostaria de retornar ao rock com colaborações do gênero. A afinidade de Lovato com rock e metal não é novidade para o público. Em 2021, a artista revelou que escondia seu gosto por death metal quando ainda trabalhava na Disney e em 2022 contou que já “surfou” na plateia durante um show do Dimmu Borgir. No mesmo ano, ela lançou seu primeiro álbum de rock, HOLY FVCK (2022), que foi eleito por Joe Elliott como seu favorito. Em entrevista recente para a Sirius XM, Demi Lovato revelou que gostaria de colaborar musicalmente com as bandas Knocked Loose e Bad Omens. “Estou louca pra trabalhar com o Knocked Loose. Seria incrível. Bad Omens também seria incrível. Acho que seria muito legal”, comentou brevemente. Durante sua era mais voltada para a música pesada, Lovato trabalhou com nomes como Nita Strauss – que pausou seus trabalhos com o Alice Cooper para sair em turnê com a cantora – Mike Shinoda, do Linkin Park, e Slash, com quem construiu uma relação de amizade que rendeu vários elogios do guitarrista. Apesar de ter rendido os álbuns HOLY FVCK (2022) e REVAMPED (2023) – com versões repaginadas de clássicos da carreira -, as excursões de Demi Lovato com o rock pararam por aí e ela optou seguir um caminho mais dançante em seu álbum mais recente, It’s Not That Deep (2025). Tanto Demi Lovato quanto o Bad Omens se apresentam no Rock in Rio 2026 em setembro. A banda de metal alternativo se apresenta dia 05 junto a nomes como Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon. Já a cantora sobe ao Palco Mundo no dia 12. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Nita Strauss fala sobre Demi Lovato, Rock In Rio e decisão de deixar Alice Cooper Via: WikiMetal

Nova turnê do Deep Purple pode ser a última, revela Ian Paice
Deep Purple pode encerrar as grandes turnês após os próximos shows de divulgação do novo álbum SPLAT!. O 24º álbum de estúdio da banda britânica e o primeiro desde =1, está previsto para o dia 03 de julho pela earMUSIC. Durante entrevista à revista Uncut, o baterista Ian Paice revelou os planos ligados ao novo álbum e levantou a possibilidade de reduzir drasticamente a rotina de estrada nos próximos anos. “Pode ser a última vez que viajaremos pelo planeta. Não considero a possibilidade de parar por completo. Mas faremos apenas viagens mais curtas no futuro. Há outras prioridades na minha vida. Mas a ideia de realmente parar não faz sentido para mim”, disse Paice [via Whiplash]. Ian Paice, de 77 anos, também comentou que o grupo ainda demonstra interesse em gravar u novo disco em 2027. “Não temos seis, sete, dez anos, todo mundo sabe disso”, disse o baterista. Nos últimos anos, o Deep Purple chegou a sugerir aposentadoria em diferentes momentos. A própria turnê The Long Goodbye, realizada entre 2017 e 2019, alimentou rumores sobre uma despedida definitiva. Apesar disso, a banda continuou ativa e voltará ao Brasil para show único. O Deep Purple se apresenta no dia 05 de dezembro, no Suhai Music Hall, em São Paulo. A venda de ingressos começa nesta quinta-feira, 07, a partir das 10h, exclusivamente pelo site Eventim. LEIA TAMBÉM: Deep Purple lança “Arrogant Boy”, primeiro single do novo álbum Via: WikiMetal

Robert Plant, Paralamas do Sucesso e Nação Zumbi brilham em noite diversa no C6 Fest
O C6 Fest consolidou sua edição de 24 de maio como um retrato de sua curadoria: reunir nomes históricos, artistas cultuados da cena alternativa e encontros improváveis dentro de um mesmo ecossistema musical. No line-up do domingo, nomes como Beirut, Lykke Li, Benjamin Clementine, Magdalena Bay e Oklou ajudaram a construir um panorama que transitava entre indie, folk, art pop e experimentação contemporânea. No topo da programação da Arena Heineken, porém, dois shows concentravam grande parte da expectativa do público: o encontro entre Paralamas do Sucesso e Nação Zumbi e a aguardada apresentação de Robert Plant’s Saving Grace feat. Suzi Dian, projeto que marca a atual fase artística do eterno vocalista do Led Zeppelin. Os Paralamas do Sucesso transformaram sua passagem pelo festival em uma celebração potente da música brasileira, amplificada pela presença incendiária da Nação Zumbi. Desde “Vital e Sua Moto”, “Ska” e “Lourinha Bombril”, Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone demonstraram sintonia absoluta com o público, mas foi a partir de “Selvagem / Polícia” que a apresentação encontrou seu diferencial. Com a percussão pesada e a pulsação característica da Nação Zumbi, a canção ganhou novos contornos: mais densos, urbanos e contemporâneos. “A Praieira”, executada logo na sequência, surgiu como um dos pontos altos da noite, promovendo um encontro simbólico entre duas bandas fundamentais da música brasileira e reverenciando o legado de Chico Science com energia e autenticidade. Mesmo preservando seu lado mais emotivo em “Cuide Bem do Seu Amor”, “Aonde Quer Que Eu Vá” e “Lanterna dos Afogados”, os Paralamas mantiveram a intensidade elevada durante toda a apresentação. “Alagados”, enriquecida por um trecho de “Sociedade Alternativa”, reforçou o caráter político e social presente em sua obra, ao passo que “Uma Brasileira”, “Óculos” e “Meu Erro” garantiram o inevitável coro coletivo. Na reta final, a participação da Nação Zumbi voltou a assumir protagonismo com “O Calibre” e uma devastadora interpretação de “Manguetown”, encerrando o show em clima de celebração, peso e comunhão entre o rock brasileiro e a estética manguebeat. Responsável por fechar a programação da Arena Heineken, Robert Plant apresentou um espetáculo bastante diferente da grandiosidade elétrica associada à sua trajetória no Led Zeppelin. Ao lado do Saving Grace, banda formada por Suzi Dian (vocal e acordeon), Matt Worley (banjo), Oli Jefferson (bateria), Tony Kelsey (guitarra) e Barney Morse-Brown (violoncelo), Plant apostou em uma atmosfera mais intimista, acústica e profundamente conectada ao folk, blues, country e gospel. O projeto, concebido originalmente em 2019, privilegia releituras, texturas orgânicas e interpretações voltadas muito mais à construção de atmosfera do que ao impacto imediato do rock clássico. Um dos grandes trunfos da apresentação foi a presença da cantora Suzi Dian, peça central do Saving Grace e muito mais do que uma simples backing vocal. Sua química com Plant foi decisiva para a identidade do show: os duetos entre ambos adicionaram delicadeza, dramaticidade e calor humano às canções, criando momentos de grande beleza cênica e musical. Em diversos trechos, Dian dividia naturalmente o protagonismo com o lendário vocalista, e isso ficou particularmente evidente em “Orphan Girl”, interpretada por ela praticamente sozinha. O resultado foi um dos momentos mais sensíveis da apresentação, revelando não apenas a força interpretativa da cantora, mas também a confiança de Plant em dividir os holofotes em favor da música. Canções como “The Very Day I’m Gone”, “The Cuckoo”, “Higher Rock”, “Calling to You” e “Angel Dance” reforçaram a proposta contemplativa do espetáculo, baseada em arranjos elegantes, cordas, nuances acústicas e um andamento, muitas vezes, introspectivo. Naturalmente, eram as incursões ao repertório do Led Zeppelin que despertavam as reações mais calorosas da plateia. Em um dos momentos mais inusitados da apresentação, durante “It’s a Beautiful Day Today”, uma fã conseguiu subir ao palco na tentativa de se aproximar de Robert Plant, quebrando brevemente o clima sereno do show. Rapidamente contida por um segurança antes de alcançar o cantor, a situação foi encarada com leveza pelo veterano músico, que respondeu com um “obrigado” bem-humorado e uma risada, arrancando aplausos e descontraindo o público. “Ramble On” surgiu, então, como um momento de imediata conexão emocional, reinterpretada com sutileza, sem perder sua aura clássica, enquanto “Four Sticks” e “Friends” funcionaram como pontes entre o passado monumental de Plant e sua atual fase artística. Mas o ápice definitivo ficou reservado para o encerramento. Após um show marcado pela sofisticação folk e pela construção cuidadosa das atmosferas sonoras, “Rock and Roll” explodiu como uma descarga de energia clássica. Com mais guitarra, mais intensidade e uma entrega vocal contagiante, a execução da imortal composição levou o público diretamente a uma viagem aos tempos de ouro do Led Zeppelin. Por alguns minutos, a delicadeza acústica cedeu espaço ao puro espírito do rock and roll, encerrando a noite do C6 Fest com nostalgia, celebração e a reafirmação de que Robert Plant continua encontrando maneiras criativas de dialogar com seu próprio legado sem se tornar refém dele. Confira as fotos do Paralamas do Sucesso feitas por Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: Barão Vermelho escreve capítulo histórico no Allianz Parque com participação de Ney Matogrosso Via: WikiMetal

Produtora divulga teaser com anúncio de show do Slayer no Brasil
A produtora Move Concerts divulgou nesta terça-feira, 26, um teaser que insinua o anúncio de shows do Slayer no Brasil. O anúncio oficial de datas e locais acontecerá na próxima sexta-feira, 29. Por meio das redes sociais, a empresa publicou um vídeo cuja trilha sonora é o hit “Raining Blood”, mostrando gotas de sangue caindo em diversos pontos de um cenário que remete a um beco escuro. Ao final do teaser, é exibida a data de 29 de maio e o nome de cinco capitais da América Latina onde deverão acontecer as apresentações: Bogotá, Santiago, Buenos Aires, São Paulo e Cidade do México. A expectativa dos fãs aumentou após o site mexicano Summa Inferno antecipar a vinda do Slayer ao continente. Segundo o portal, o Dimmu Borgir será a banda convidada de abertura, e as datas estariam agendadas entre os meses de novembro e dezembro de 2026. Em 2024, o portal antecipou em primeira mão a estreia do Babymetal no Brasil [via Whiplash]. Aposentado oficialmente das turnês desde 2019, o Slayer segue realizando apresentações esporádicas e atualmente está celebrando os 40 anos de lançamento de Reign in Blood (1986), seu álbum de maior sucesso e um dos trabalhos mais importantes da história do thrash metal. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Sepultura anuncia último show da carreira no estádio do Pacaembu Via: WikiMetal

Linda Perry relembra conflito com Green Day: “Billie Joe é covarde”
Linda Perry comentou sobre sua relação conturbada com o Green Day e revelou detalhes de sua saída da produção do álbum sucessor de American Idiot (2004). Em entrevista à NME, a produtora e vocalista da 4 Non Blondes afirmou que chegou a trabalhar com a banda após o enorme sucesso do álbum lançado em 2004, após o grupo demonstrar interesse em seguir com ela na produção do álbum seguinte. “Eu tinha a agenda lotada e cancelei seis meses de trabalho para fazer isso. Encontrei-me com Billie Joe [Armstrong] e conversamos por três horas… Como todo artista, acho que ele chegou a um ponto em que sente que não tem nada a dizer e precisa de ajuda — produzir também tem um aspecto terapêutico”, disse Linda. Na época, Courtney Love, que Linda Perry descreveu como uma “mulher incrivelmente inteligente”, chegou a afirmar que a produtora também estaria envolvida na sequência do álbum American Idiot. “Então, Courtney contou para todo mundo que eu estava produzindo. De repente, eles começaram a receber críticas dos fãs, que ficaram chateados porque ‘estavam trazendo Linda Perry, que produziu Pink e Christina Aguilera. E aí esses caras simplesmente pararam de me ligar. Eu entrei em contato para tentar entender o que estava acontecendo. Ninguém ligava. Perdi seis meses de trabalho agendado. Foi uma merda – tudo porque o Billie Joe é um baita covarde e recebeu toda essa reação negativa dos fãs e não gostou”, desabafou Linda. Fãs de Green Day criticaram Linda Perry por seu trabalho com cantoras pop Na época, o Green Day emitiu um comunicado negando que Linda Perry fosse assumir a produção do projeto e confirmou que a banda seguiria com Rob Cavallo. No entanto, o álbum 21st Century Breakdown (2009) acabou sendo produzido por Butch Vig, baterista do Garbage. “Tanto faz! Eu não me importo, mas foi grosseiro e mal-educado fazer isso. Era só me ligar e dizer: ‘Ei, vamos seguir um caminho diferente. Não estou gostando dessa reação negativa’. Que sacanagem, cara. Não retornar minhas ligações foi uma atitude muito covarde, e eu perdi muito do respeito que tinha pelo Billie Joe”, desabafou ela. Segundo Perry, parte do público questionava a compatibilidade entre sua trajetória musical e a identidade do Green Day naquele período. Conhecida inicialmente como vocalista do 4 Non Blondes, Linda consolidou carreira como uma das produtoras e compositoras mais influentes da música pop e rock nas últimas décadas. Ela trabalhou com artistas como Pink, Christina Aguilera, Gwen Stefani e Alicia Keys. “Aconteceu porque eu era mulher e escrevia músicas pop. Fiquei decepcionada com aqueles caras e depois fiquei brava com a Courtney porque, se ela tivesse simplesmente ficado calada, teríamos gravado o disco, ele teria sido lançado e teria falado por si só. Eu tinha uma visão e sabia que ia arrasar com aquele disco.” LEIA TAMBÉM: Green Day revela por que só chama mulheres ao palco em “Know Your Enemy” Via: WikiMetal

Filha de Michael Jackson aposta no grunge em novo single
Paris Jackson lançou na última sexta-feira, 22, o novo single “Teenage Drama”, mostrando sua aproximação com o rock alternativo e apostando em uma nova fase da carreira musical. “Teenage Drama” foi escrita em parceria com a produtora e cantora Linda Perry, vocalista da 4 Non Blondes, e conhecida pelo trabalho com artistas como Pink, Christina Aguilera e Gwen Stefani. A música mistura guitarras distorcidas, baixo marcante e letras voltadas para ansiedade, pressão social e conflitos geracionais. A filha de Michael Jackson estreou o single durante show no BottleRock Music Festival, no qual foi uma das atrações do último no sábado, 23. O lançamento sucede “Zombies In Love”, single divulgado em março. As duas músicas fazem parte do próximo álbum da cantora, previsto para o final deste ano. Paris Jackson iniciou a carreira musical oficialmente em 2020 com o álbum Wilted. O disco recebeu atenção por combinar folk alternativo, indie e letras confessionais. Desde então, a cantora passou a explorar elementos mais próximos do rock alternativo. O lançamento de Paris aconteceu pouco após a cantora vencer uma disputa judicial envolvendo o espólio de Michael Jackson. Recentemente, ela voltou aos tribunais pedindo uma compensação adicional de cerca de R$ 2,3 milhões contra os responsáveis pela administração da herança do pai. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Como Michael Jackson abraçou o rock em parcerias de Slash a Eddie Van Halen Via: WikiMetal

Linda Perry (4 Non Blondes) parte para cima de Billie Joe Armstrong (Green Day): “Baita covarde”
Linda Perry (4 Non Blondes) bateu um papo com o NME e contou que ia firmar uma parceria com o Green Day na segunda metade dos anos 2000. A ideia inicial era que a artista produzisse o então novo álbum do grupo, o sucessor de American Idiot, de 2004. No entanto, o projeto desmoronou antes de ganhar forma e deixou um gosto amargo na relação entre os músicos. Nas linhas abaixo, Perry forneceu mais detalhes sobre o que realmente aconteceu. “Essa é difícil para mim. O Green Day entrou em contato comigo e me pediu para produzir o próximo álbum deles. Eu tinha a agenda lotada e cancelei seis meses de trabalho para fazer isso”, começou Perry. Ela continuou: “Eu me encontrei com o Billie Joe Armstrong [frontman do Green Day] e conversamos por três horas, e ele disse: ‘Assisti ao documentário em que você fala sobre a Courtney e você é tão interessante, fiquei intrigado’. Ele estava passando por um momento difícil, e acho que a vida estava o afetando. Como todo artista, acho que ele chegou a um ponto em que sente que não tem nada a dizer e precisa de ajuda – produzir também tem um aspecto terapêutico”. Linda lembrou que a ideia do projeto degringolou totalmente e a amizade com o campo do Green Day ficou estremecida. “Uma coisa que achei estranha foi que o Green Day gravava seus álbuns separadamente: Billie fazia a parte dele, depois o Mike [Dirnt, baixo] entrava, e depois o Tré [Cool, bateria], mas eles não gravavam juntos. Sugeri que eles se reunissem em um pequeno círculo e fizessem algo no estilo dos anos 60, e montei uma playlist. A banda Love [dos anos 60] foi uma das inspirações. Aí, Courtney contou para todo mundo que eu estava produzindo. De repente, eles começaram a receber críticas dos fãs, que ficaram chateados por trazerem a Linda Perry, que produziu a Pink e a Christina Aguilera. E aí eles simplesmente pararam de me ligar. Eu tentava descobrir o que estava acontecendo. Ninguém ligava. Perdi seis meses de trabalho agendado. Foi uma merda! Tudo porque o Billie-Joe é um baita covarde e recebeu toda essa reação negativa dos fãs e não gostou”. Via: Rockbizz

Phil Collins diz que não consegue se imaginar se apresentando no Rock and Roll Hall of Fame
Phil Collins entrará para o Rock and Roll Hall of Fame pela segunda vez. Após ter sido homenageado em 2010 como membro do Genesis, o músico será consagrado como artista solo na turma de 2026 do evento. Tornar-se um artista com múltiplas homenagens o colocará em um patamar seleto no rock, ao lado de lendas como Eric Clapton, Stevie Nicks, Beatles e seu ex-companheiro de banda, Peter Gabriel. No entanto, Phil Collins disse que não consegue se imaginar se apresentando no Rock and Roll Hall of Fame, devido seus problemas de saúde. “Eu não estava muito bem. Tudo relacionado à saúde me atingiu ao mesmo tempo e tudo o que podia dar errado, deu. Mas agora está tudo bem”, afirmou o artista em entrevista à BBC. “Tive problemas no joelho, que me acompanharam por um tempo, mas continuei tocando e fazendo turnês. Mas eventualmente precisei fazer uma cirurgia no joelho, e precisei fazê-la cinco vezes porque ele continuava infeccionando ou quebrando. Então fiquei inativo por um longo período”, observou. “Embora esteja me sentindo melhor, é improvável que me apresente na cerimônia de indução. Não consigo imaginar que isso vá acontecer, mas estou mais saudável agora do que estive há muito tempo”, destacou o britânico. Ainda assim, o roqueiro não descartou a possibilidade de voltar a fazer música e ser criativo na profissão que o consagrou mundialmente. “Estou sempre dizendo para mim mesmo: ‘Preciso voltar para o meu estúdio em casa’. Tenho muitas ideias de letras que anoto. E há coisas que estão pela metade, e algumas que já estão finalizadas. Então, há coisas em que posso me concentrar para começar a trabalhar”. Via: Rockbizz

Caleb Shomo (Beartooth) assume publicamente sua homossexualidade: “Sou um homem gay”
O vocalista Caleb Shomo (Beartooth) assumiu publicamente sua homossexualidade. Depois de muito falatório do público, o anúncio oficial do roqueiro saiu recentemente em sua nova conta no Instagram. “Tem havido muita especulação em torno da minha vida pessoal ultimamente e sinto-me na obrigação de esclarecer as coisas antes que isso afete ainda mais aqueles que amo. Sou um homem orgulhosamente gay”, escreveu Caleb. “É algo que tenho refletido e com o qual tenho lidado há algum tempo. Tem sido difícil navegar pelos sentimentos em torno do assunto e descobrir o que fazer com esse fato”, acrescentou o cantor. “Passei uma década afogando meus sentimentos no álcool e, honestamente, quando decidi parar e me concentrar em explorar por que me sentia assim por tanto tempo, foi um caminho direto para me reconciliar com minha sexualidade, na esperança de que isso eventualmente me leve a experimentar o amor próprio. Uma coisa que decidi antes de escrever uma única nota do próximo álbum é que, aconteça o que acontecer, me expressarei de todo o coração e plenamente”, ressaltou. “Para onde quer que me leve, eu irei e me recuso a diluir qualquer parte disso, da música ao conteúdo lírico e à maneira como me apresento. Farei apenas o que me faz feliz no nível mais profundo e o que é a representação mais honesta de quem eu sou. Acredito que é impossível amar todas as partes de si mesmo quando você não as encara de frente. Estou tentando finalmente me orgulhar de quem sou e acho que isso é uma parte enorme dessa jornada”, completou. E por falar em Caleb Shomo, o Beartooth vai lançar seu novo álbum, o sexto de sua carreira, Pure Ecstasy, em 28 de agosto pela Fearless Records. Via: Rockbizz

“Lotam estádios pelo mundo todo”: Lady Gaga e sua paixão pelo Iron Maiden
Quem acompanha a carreira de Lady Gaga sabe que a cantora pop norte-americana nunca escondeu suas raízes no rock e no heavy metal. Além de colaborações com o Metallica, cantar o hit “Highway to Hell” com Brian Johnson e homenagear Ozzy Osbourne, existe uma banda em particular que a artista ama: o Iron Maiden. A admiração pública ganhou notoriedade em 2011, quando a cantora compareceu a um show da banda em Tampa, Flórida, e, embora tenha começado a assistir à apresentação de camarote, a “Mother Monster” não resistiu aos primeiros acordes de “The Number of The Beast” e acabou indo para o meio do público para bater cabeça e se juntar aos fãs. Em 2015, ao posar para a revista CR Fashion Book com uma camiseta do icônico disco, ela explicou sua paixão pela banda. “O Iron Maiden nunca teve uma música de sucesso nas rádios e eles lotam estádios pelo mundo todo. Os fãs deles vivem, respiram e morrem pelo Maiden, e esse é o meu sonho. Eu sempre dizia para as pessoas, quando elas falavam: ‘Ah, ela é a próxima Madonna‘. Não, eu sou o próximo Iron Maiden”, declarou a cantora na época [transcrição via Loudersound]. View this post on Instagram Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, relembrou encontro com Lady Gaga À Metal Hammer, Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, relembrou o encontro nos bastidores do show de 2011. Segundo o músico, o baterista Nicko McBrain foi o responsável por recepcionar a cantora, que tirou uma foto com Maisie, filha mais nova de Steve. “Eu apenas dei um oi e coisas do tipo, perguntei se ela se importaria de tirar uma foto com a minha filha, e foi isso. E minha filha me perguntou: ‘Papai, por que ela está sem roupas?’. Ela realmente não tinha muita coisa a cobrindo! Eu respondi: ‘Não faço a menor ideia!’”, brincou. In a recent interview, Iron Maiden founder Steve Harris talked about Lady Gaga meeting his then 7 year old daughter Maisie backstage at a concert:“My youngest, Maisie, she’s 20 now, but she was pretty young at the time; she had her little mates there and she had her photo done… pic.twitter.com/uA6cEoD1RE — ⋆⭒˚ᶠᵃⁿ she thinks her piss is wine ⋆⭒˚ (@grxndesenigma) May 20, 2026 LEIA TAMBÉM: Iron Maiden lança vídeo oficial do primeiro show da turnê ‘Run For Your Lives 2026’ Via: WikiMetal

Carreira de Elvis Presley após 1957 foi “um incrível desperdício de um grande talento”, segundo Paul Simon
No dia 08 de janeiro de 1935, Elvis Aaron Presley nasceu na cidade de Tupelo, em Memphis, EUA, e em tenra idade, aos treze anos, especificamente, começou a sua jornada artística. Na música, ele lançou mais de quinze registros de estúdio que lhe valeram o apelido de Rei do Rock. Além das compilações e álbuns ao vivo, que lhe ajudaram a fazer fama e fortuna, Elvis chegou ao estrelato sem precedentes como ator em dezenas de longas. Com o apoio da mídia, gravadora, mentes criativas do marketing e milhares de fãs ao redor do globo, ele se consagrou como uma das maiores estrelas do entretenimento do século vinte. Durante recente participação no programa Alchemy with Anthony Mason, Paul Simon, 84 anos, refletiu sobre os artistas que moldaram seu gosto musical e a era da música que ainda o inspira décadas depois. E o Rei do Rock foi um dos nomes que o influenciou artisticamente. “Meus favoritos da época eram Elvis. Bem, depois de Elvis Presley veio Little Richard, Fats Domino, Chuck Berry e Everly Brothers. Essas eram as pessoas que eu realmente amava”, contou Paul. Ele continuou: “Quando comecei a ouvir… olhando para trás, e eu olho para trás, para mim os grandes anos que influenciaram o som que ainda busco ocasionalmente foram de 1954 a 1957. Depois disso, eu ainda gostava de algumas coisas, mas não extraía nada delas. Não absorvia nenhum som de nada. Pelo menos para mim, por volta de 1957, eu já tinha perdido o interesse em Elvis Presley”. “Depois que ele entrou para o exército, tudo o que ele gravou, o primeiro grupo de músicas que ele fez para a Sun Records – That’s All Right, Mama, Mystery Train, Good Rockin’ Tonight e Blue Moon of Kentucky. Elas não eram feitas para adolescentes. Eram feitas para o público que ouvia naquela época e comprava discos, e esse público era mais velho que adolescentes”. “Eu gosto do Elvis até 1957, enfatizou Simon. “Depois disso, o material que ele escolheu, os filmes e tudo mais, foi, para mim, um desperdício incrível de um grande talento”. Elvis Presley faleceu em 16 de agosto de 1977, ao 42 anos. O artista teve um colapso fulminante associado a uma disfunção cardíaca. Via: Rockbizz

Iron Maiden mostra os melhores momentos do primeiro show da Run For Your Lives 2026
O Iron Maiden mostrou os melhores momentos do primeiro show da Run For Your Lives 2026. O giro iniciou no último sábado, dia 23 de maio, no Olympic Athletic Center em Atenas, Grécia. Vale destacar que o turnê contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. Com isso, o grupo apresentou o seguinte repertório: 01. Murders In The Rue Morgue02. Wrathchild03. Killers04. Phantom Of The Opera05. The Number Of The Beast06. Infinite Dreams (first time since 1988)07. Powerslave08. 2 Minutes To Midnight09. Rime Of The Ancient Mariner10. Run To The Hills11. Seventh Son Of A Seventh Son12. The Trooper13. Hallowed Be Thy Name14. Iron Maiden15. Aces High16. Fear Of The Dark17. Wasted Years A Run For Your Lives Tour 2026 passará por vários países como Alemanha, Bulgária, Suécia, Estados Unidos, Canadá até chegar na América Latina. Por aqui, a banda tocará no Chile, Argentina, Peru, Equador, Colômbia e, claro, no Brasil. Ao longo do giro, o grupo terá o apoio de várias nomes do heavy metal mundial como Anthrax, Megadeth, Trivium e Evergrey. Via: Rockbizz

Barão Vermelho escreve capítulo histórico no Allianz Parque com participação de Ney Matogrosso
A chuva forte que caiu sobre São Paulo no dia 23 de maio parecia que iria estragar o aguardado reencontro do Barão Vermelho no Allianz Parque. Contudo, o público mostrou logo de início que nenhuma tempestade seria capaz de impedir aquela celebração do rock nacional. Mesmo com o trânsito complicado no entorno do estádio e um atraso de cerca de 30 minutos, possivelmente provocado pelas condições climáticas, os fãs compareceram em peso. Como se respeitasse o momento, a chuva deu uma trégua justamente durante o espetáculo. Quando as luzes se apagaram e os primeiros acordes de “Maior Abandonado” ecoaram pelo estádio, ficou claro que a espera tinha valido a pena. A formação clássica do Barão Vermelho, reunindo Roberto Frejat, Guto Goffi, Maurício Barros e Dé Palmeira, demonstrou entrosamento, energia e uma química intacta. Na sequência, “Pedra, Flor e Espinho” e “Pense e Dance” mantiveram o clima elevado. Frejat, sempre carismático, agradeceu a presença do público e fez questão de mencionar a ilustre presença de Osvaldo Vecchione, vocalista e baixista do Made In Brazil, arrancando aplausos dos fãs mais atentos ao legado do rock brasileiro. O show ganhou força com músicas como “Política Voz”, “Tão Longe de Tudo” e uma vibrante “Bete Balanço”, recebida com entusiasmo imediato pela plateia. O público cantava praticamente todas as letras, reforçando o peso da obra do Barão na memória afetiva de várias gerações. Clássicos como “Tente Outra Vez” e “O Tempo Não Pára” prepararam o terreno para um dos momentos mais aguardados da noite: a entrada de Ney Matogrosso. Ao anunciar o convidado, Frejat o definiu como um nome fundamental na história do Barão Vermelho. A recepção foi digna de uma lenda, como, de fato, ele é. Com mais de 80 anos, Ney Matogrosso surgiu no palco exibindo vitalidade impressionante, presença magnética e uma voz em impecável forma. “Poema”, “Jardins da Babilônia” e “Blues da Piedade” configuraram momentos de intensa expressividade artística. O encontro entre Ney e o Barão não soou apenas como uma participação especial, mas como um capítulo essencial daquela narrativa musical. A parte seguinte do show foi marcada por emoção pura. “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, acompanhada por imagens de Cazuza nos telões, transformou o estádio em um grande tributo à memória do poeta maior do Barão. “Codinome Beija-Flor” provocou uma das reações mais emocionadas da noite, enquanto “Por Você” trouxe o coro coletivo de milhares de vozes. Em outro momento marcante, Guto Goffi assumiu o microfone para lembrar que estavam na Pompeia, “a capital do rock brasileiro”, berço de bandas como Mutantes, Made In Brazil e Tutti Frutti, antes de apresentar seus companheiros de banda e reforçar a importância daquele show para a trajetória do grupo. Com o Allianz Parque iluminado pelas lanternas dos celulares durante “Amor Meu Grande Amor”, a apresentação entrou em sua fase mais festiva. “Malandragem Dá Um Tempo”, com Maurício Barros nos vocais, incendiou o público, assim como a excelente versão de “Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto”, da Legião Urbana. No bis, vieram homenagens, nostalgia e catarse: “Bilhetinho Azul”; “Ovelha Negra”, em homenagem ao icone da guitarra brasileira, Luiz Carlini do Tutti Frutti; culminando em “O Poeta Está Vivo”, “Por Que a Gente é Assim?” e a apoteótica “Pro Dia Nascer Feliz”, novamente ao lado de Ney Matogrosso. Mais do que um simples encontro, o Barão Vermelho entregou no Allianz Parque uma celebração da história do rock brasileiro. Entre chuva, memórias, homenagens e performances arrebatadoras, a banda escreveu, como afirmou Guto Goffi, um capítulo importante de sua trajetória. O público, que enfrentou trânsito, clima adverso e horas de espera, saiu com a sensação de ter participado de algo verdadeiramente histórico. Confira as fotos oficiais feitas pela Pridia: LEIA TAMBÉM: ‘Cazuza: Boas Novas’ é uma ode à amizade e ao amor de Cazuza Via: WikiMetal

Iron Maiden lança vídeo oficial do primeiro show da turnê ‘Run For Your Lives 2026’
O Iron Maiden divulgou um vídeo oficial mostrando os melhores momentos do primeiro show da turnê mundial Run For Your Lives 2026. A estreia aconteceu no último sábado, 23, no Estádio Olímpico de Atenas, na Grécia, e marcou o começo de mais uma grande turnê internacional da banda britânica. O material publicado apresenta trechos da apresentação, imagens do público e cenas dos integrantes nos bastidores. A nova turnê celebra diferentes fases da carreira do Iron Maiden. Embora o repertório de 17 faixas tenha mantido a base da turnê Run For Your Lives de 2025, o show em Atenas trouxe uma mudança relevante. A banda incluiu “Infinite Dreams”, do álbum Seventh Son Of A Seventh Son. A faixa voltou ao setlist ao vivo pela primeira vez desde 1988, quando foi executada na turnê de divulgação do disco. A apresentação em Atenas reuniu milhares de fãs e abriu oficialmente a agenda de shows de 2026. A banda seguirá com apresentações em diversos países da Europa. No Brasil, o iron Maiden se apresentará no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 25 e 27 de outubro e na Arena da Baixista, em Curitiba, no dia 2. A abertura será da banda Alter Bridge – ingressos à venda no site da Livepass. LEIA TABÉM: Iron Maiden toca “Infinite Dreams” pela primeira vez em 38 anos Via: WikiMetal

Morre Dick Parry, saxofonista do Pink Floyd, aos 83 anos
Dick Parry, saxofonista mais conhecido por seu trabalho com o Pink Floyd, morreu na última sexta-feira, 22, aos 83 anos. A causa da morte não foi divulgada. David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd, divulgou a notícia em suas redes sociais e no Instagram da banda, com uma homenagem ao seu amigo e colaborador de longa data. “Meu querido amigo Dick Parry faleceu esta manhã. Desde os meus dezessete anos, toquei em bandas com Dick no saxofone, incluindo o Pink Floyd. Seu feeling e timbre tornam seu jeito de tocar saxofone inconfundível. Uma assinatura de enorme beleza conhecida por milhões e parte essencial de músicas como ‘Shine On You Crazy Diamond’, ‘Wish You Were Here’, ‘Us and Them’ e ‘Money’. Ele tocou na minha última banda, que incluía Rick Wright, na turnê ‘On An Island’ e no Live 8 com o Pink Floyd. Aqui estão algumas fotos dele, incluindo uma dele e minha tocando para o ABC Minors no Victoria Cinema em Cambridge, em 1963″, disse Gilmour. Com carreira ligada ao rock, blues e jazz, Dick Parry nasceu em Kentford, Suffolk, em 1942 e ficou conhecido pelos solos de saxofone em clássicos do Pink Floyd. Amigo de juventude de David Gilmour, juntou-se ao Pink Floyd em 1967, pouco antes da saída de Syd Barrett. Participou de shows da banda nos anos 70 e retornou na turnê de The Division Bell, em 1994. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Após 50 anos, Pink Floyd lança videoclipe oficial de “Wish You Were Here” Via: WikiMetal

David Draiman (Disturbed) se arrepende pelas brigas e por encher o saco de outros artistas
A lógica da vida é que vamos ficando mais sábios com o passar dos anos e, consequentemente, fazemos menos bobagens. No entanto, o frontman do Disturbed, David Draiman, 53 anos, desafia essa máxima. Ele vem perdendo o bom senso ao longo dos últimos tempos e ganhando mais holofote pelas polêmicas e brigas em que se mete do que pela música e show que faz. No entanto, parece que o cantor quer virar a chave e deixar as polêmicas para trás. Pelas redes sociais, David Draiman (Disturbed) se arrependeu pelas brigas e por encher o saco de outros artistas. “Apenas um lembrete para meus colegas e amigos: criticar outros artistas e suas obras é sinal de fraqueza e insegurança, não de força. Um erro que infelizmente cometi no início da minha carreira e do qual me arrependo profundamente”. “Com todo o respeito… se você é realmente tão bom quanto pensa que é… isso deveria ser o suficiente, sem precisar falar besteira”, completou David. Draiman não citou ninguém em sua postagem, mas ele já arrumou briga com pessoas da cena musical e do cinema como Corey Taylor (Slipknot), Roger Waters (ex-Pink Floyd), John Cusack, Tom Morello (Rage Against The Machine, Audioslave), Kneecap, entre outros. Histórico David ainda precisa lidar com a reação negativa de ter “autografado” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando suposto rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Via: Rockbizz

Iron Maiden toca “Infinite Dreams” pela primeira vez em 38 anos
No último sábado, 23, o Iron Maiden deu o pontapé inicial na etapa 2026 da Run For Your Lives Tour, que celebra as cinco décadas de carreira da banda. Realizada no Estádio Olímpico de Atenas, na Grécia, a apresentação trouxe uma novidade no setlist: a execução de “Infinite Dreams” após 38 anos. A música, que faz parte do álbum Seventh Son of a Seventh Son, não fazia parte dos shows da Donzela de Ferro desde o dia 12 de dezembro de 1988, no Hammersmith Odeon, Londres, na data final da turnê que promoveu o respectivo álbum. “Infinite Dreams” foi a única novidade do setlist de 17 faixas. A lista conta com músicas dos nove primeiros álbuns da banda, incluindo faixas da era Paul Di’Anno — como “Phantom of the Opera”, “Wrathchild”, “Killers” e “Murders in the Rue Morgue” —, clássicos como “Fear of the Dark”, “The Trooper”, “Aces High” e “Wasted Years”, além de épicos como “Seventh Son of a Seventh Son”, “Powerslave” e “Rime of the Ancient Mariner”. Bruce Dickinson interagiu com fãs antes de revelar música Antes de anunciar a faixa, Bruce Dickinson afirmou que, embora a canção em questão não fosse “Alexander The Great”, era algo não tocado há muito tempo pela banda. O vocalista do Iron Maiden ainda brincou que, ao irem para a cama, os fãs se deparariam com “sonhos infinitos”, dando início à canção. “Não conseguimos pensar em um lugar melhor na Europa para começar esta turnê. Sabemos que alguns de vocês já viram um pouco desse show antes. Pensamos em fazer algo diferente apenas para a próxima música, porque é uma faixa que não tocamos há muitos e muitos anos. Não, não é ‘Alexander The Great’. Mas será quando vocês forem para a cama hoje à noite — seus ‘Infinite Dreams’”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden deve ficar de fora da cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame Via: WikiMetal

Fabio Lione retruca a fala de Alírio Netto de que o Angra voltou a ser brasileiro: “Comentário infeliz”
Em recente entrevista à revista Rolling Stone Brasil, o vocalista Alírio Netto comentou sobre o momento atual do Angra. Ele fez questão de ressaltar que o clima estava leve para então volta do grupo aos palcos, que rolou no festival Bangers Open Air em abril. Contudo, no desfecho do bate-papo, em suas considerações finais, o cantor florianopolitano fez um discurso cujo teor se assemelhou bastante ao fim de ano na Globo, com direito a “futuro é logo ali” e citações de sons do Angra. Além disso, o que levantou discussões e comentários nas redes sociais foi o fato dele ter pontuado que o Angra voltou a ser uma banda brasileira, já que não conta mais com o expediente do italiano Fabio Lione, que ficou no conjunto por treze anos. Agora, em conversa com o pessoal do Buongiorno San Paolo, que é um podcast sobre a cultura, eventos, política, esporte e gastronomia brasileira, mas com um olhar do povo italiano, Fabio Lione retrucou a fala de Alírio Netto de que o Angra voltou a ser brasileiro. “Eu salvei a imagem de propósito quando você me ligou para fazer o podcast. Eu juro para você, esse comentário eu encontrei no Intagram: ‘Eu prefiro a banda 80% brasileira’. Mas é a minha opinião”. “Quando alguém deu uma entrevista recentemente dizendo: ‘Voltamos a ser 100% brasileira’. Acho que foi um comentário um tanto infeliz”, ressaltou o cantor. “Então, não fiquei surpreso com esses comentários, tipo: ‘Prefiro uma banda 80% brasileira’”. Já o bate-papo completo você pode conferir no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Cineasta lamenta o fato do Iron Maiden se recusar a participar do novo documentário de Paul Di’Anno
A vida e carreira de Paul Di’Anno serão esmiuçadas no documentário Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer. O longa, que sairá pela Cleopatra Entertainment em meados deste ano, é uma produção de Wes Orshoski, codiretor e produtor de Lemmy, filme sobre o frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister. Com participações de James Hetfield (Metallica), Gene Simmons (KISS), Steve Harris (Iron Maiden) e membros do Exodus, Megadeth, Overkill e Sepultura, o trabalho narra como dois fãs da Donzela de Ferro encontram Di’Anno no momento mais difícil de sua vida e, a partir daí, decidem restaurar sua saúde e relançar sua carreira. Em nova entrevista à Billboard, o cineasta lamentou o fato do Iron Maiden se recusar a participar do novo documentário de Paul Di’Anno. “A primeira coisa que fiz depois de assinar o contrato com a Cleopatra foi ligar para a equipe de gerenciamento do Iron Maiden. O empresário do Maiden, Rod Smallwood, foi muito gentil, mas me disse imediatamente que nem ele nem nenhum dos membros atuais da banda participariam”. “Obviamente, foi uma grande decepção, mas não era inesperado”, observou. “No final das contas, porém, estou muito feliz em dizer que Steve Harris e o resto da equipe aparecem no filme”. Paul Di’Anno faleceu no dia 21 de outubro de 2024, aos 66 anos, em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente. Ao lado da Donzela de Ferro, ele registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Via: Rockbizz

Bob Daisley conta que enquadrou Ozzy Osbourne e acabou demitido no dia seguinte
Bob Daisley marcou seu nome no rock n’ roll e heavy metal como baixista, letrista e arranjador e como um dos fiadores da carreira solo de Ozzy Osbourne, visto que escreveu muitas letras e canções para o Príncipe das Trevas. Vale ressaltar que Bob Daisley escreveu material para álbuns como Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at The Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No Rest for the Wicked (1988) e No More Tears (1991). A partir daí, o músico não escreveu mais nenhum material para o clã Osbourne. Em nova entrevista à revista Guitar World, Bob Daisley contou que enquadrou Ozzy Osbourne e acabou demitido no dia seguinte. Na época, os músicos estavam trabalhando no álbum The Ultimate Sin, quarto full length solo do Madman. “Jake [E. Lee – guitarra] e eu compusemos as músicas em Palm Springs enquanto Ozzy estava na Clínica Betty Ford. Então, sim, eu escrevi todas as linhas de baixo enquanto estávamos compondo juntos. Depois de gravarmos as demos de quatro músicas em Londres, Ozzy e eu tivemos um desentendimento porque ele não estava comparecendo aos ensaios”. Bob continuou: “Quando tivemos que gravar aquelas quatro músicas em apenas dois dias, ele começou a beber, fumar maconha e a querer mudar partes das músicas. Eu disse a ele que ele deveria ter vindo aos ensaios e que agora era tarde demais para começar a mudar as coisas”. “No dia seguinte, recebi o telefonema – eu estava fora. Algumas semanas depois, ele ligou e me pediu para escrever as letras de todo o álbum. Como eu já tinha me dedicado tanto, aceitei. Escrevi a letra em casa, no jardim, e levei para o Ozzy em Londres”, completou o músico. The Ultimate Sin alcançou o sexto lugar na parada Billboard 200 e recebeu certificação de platina nos Estados Unidos em 14 de maio de 1986 pela RIAA, e de platina dupla em outubro de 1994. O disco foi o sucessor de Bark At The Moon, que saiu em 15 de novembro de 1983. Via: Rockbizz

Floor Jansen mostra sua energia ao vivo em performances de Energize Me, Nemo e Fire no Wacken 2025
A cantora holandesa Floor Jansen mostrou sua energia ao vivo em performances de Energize Me, Nemo e Fire no Wacken 2025. As canções simbolizam três momentos diferentes da carreira da cantora: primeiro, After Forever, que foi sua primeira experiência no campo profissional; segundo, Nightwish, grupo no qual integra desde 2013. Já a última faixa representa sua carreira solo, que começou em 2023 com o debute Paragon. O disco saiu em vários formatos como CD, vinil e digital. E como o Nightwish está na geladeira até última ordem, Floor Jansen não se acomodou e tratou de marcar vários shows solo. Neste mês, ela vai abrir show do Sabaton na Suécia; em junho, Floor fará duas apresentações no Sweden Music Festival. No mês de julho Jansen fará alguns shows na Holanda, que é a sua terra-natal, e na Finlândia, onde morou por um tempo. Saiba o passo a passo de Floor Jansen em seu site oficial. Via: Rockbizz