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Finalista da Champions League, Arsenal era o time favorito dos integrantes do Pink Floyd
A final da UEFA Champions League coloca frente a frente Arsenal e Paris Saint-Germain (PSG), no dia 1º de junho, no Estádio Olímpico de Berlim, na Alemanha. O jogo decide o principal título do futebol europeu de clubes e mobiliza torcedores em todo o mundo. O Arsenal chega à decisão em busca de um título inédito para alegrar também os integrantes do Pink Floyd. Ao longo das décadas, Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason e o falecido Richard Wright demonstraram forte ligação com o clube londrino. A música nem sempre foi a coisa mais importante para o Pink Floyd. Para Roger Waters, que era um torcedor fanático do Arsenal durante os anos 1970, não havia sessão tão importante que o impedisse de largar o que estava fazendo para assistir às partidas do time em Highbury, antigo estádio do clube. “O amor de Roger Waters pelo futebol muitas vezes interferia no trabalho em Abbey Road. Torcedor apaixonado do time londrino do Arsenal, que havia ganho não só o campeonato inglês como a copa nacional em 1971, ele largava regularmente as gravações para ir ao estádio do time, no norte de Londres, não muito longe de sua casa”, relatou John Harris, autor do livro The Dark Side of the Moon – Os Bastidores da Obra-Prima do Pink Floyd [via Whiplash]. David Gilmour não é tão fanático quanto seu ex-colega de banda A relação do Pink Floyd com o futebol não parava em Waters. Integrantes da banda chegaram até a montar um time amador chamado P.F.F.C., sigla para Pink Floyd Football Club. Nesse time, David Gilmour atuava como meia-direita. O time contava ainda com Roger Waters no gol, Richard Wright na defesa e Nick Mason no meio-campo. Uma fotografia dessa equipe chegou a ser estampada na contracapa da famosa coletânea A Nice Pair (1973). David Gilmour também é um torcedor do Arsenal. O guitarrista revelou que teve carnê para acompanhar os jogos em Highbury justamente em um dos períodos mais marcantes da história do clube. Na ocasião, o Arsenal alcançou a chamada “dobradinha”, conquistando o Campeonato Inglês e a Copa da Inglaterra na mesma temporada, em 1970/71. Na época, as sessões de gravação de The Dark Side Of The Moon (1973) chegaram a ser interrompidas diversas vezes para que Roger Waters pudesse assistir aos jogos do clube. Apesar de ser um dos torcedores mais famosos do Arsenal, Gilmour não é tão fanático quanto seu ex-colega de banda. Em 2002, ele admitiu ter “uma queda” pelo Arsenal, mas afirmou que frequentemente torce para o time que está ganhando. “Eu sou um torcedor de futebol um pouco instável. Eu assisto ao time que está indo bem e me torno infiel quando está indo mal” [via Trivela]. Pink Floyd Football Club estampada na contracapa da famosa coletânea A Nice Pair (1973). Crédito: Divulgação Nick Mason e o “sacrilégio” em usar hino do time adversário Já Nick Mason, além da fama como baterista, ficou conhecido pelo envolvimento com esportes e automobilismo e mesmo distante das rivalidades do futebol inglês, ele participou da rotina esportiva criada pelos músicos durante os anos de auge do Pink Floyd. O fato envolve a música “Fearless”, lançada no álbum Meddle, de 1971. A faixa termina com torcedores do time rival Liverpool FC, conhecidos como “Kop Choir”, cantando “You’ll Never Walk Alone”, um dos hinos mais famosos do futebol mundial. Segundo o baterista Nick Mason, incluir esse material foi quase uma quebra simbólica de lealdade dentro da própria banda, já que todos eram torcedores do Arsenal. “A ideia de usar o Coro da Kop foi interessante porque tinha tudo a ver com o som que o Coro da Kop faz. E digo isso porque é o cântico oficial do Liverpool. O Roger era torcedor do Arsenal – e ainda é, aliás. Nós éramos torcedores do norte de Londres. Então, parecia um sacrilégio usar o cântico do time adversário, mas é muito impactante”, disse Mason ao Songfacts em 2022 [via ForOut Magazine]. Em 2023, Liam Gallagher brincou que ligaria para Noel caso o Manchester City conquistasse a Champions League — algo que acabou alimentando a reconciliação dos irmãos e a volta do Oasis em 2025. Agora, enquanto o Arsenal tenta alcançar um título histórico na edição de 2026 (embora o Paris Saint-Germain seja o favorito ao título), seria possível imaginar outro “milagre” do rock britânico: uma improvável volta do Pink Floyd para pelo menos um show no Emirates Stadium? LEIA TAMBÉM: Iron Maiden aponta pro Brasil e Bruce Dickinson comemora vitória da Inglaterra em final de futebol Via: WikiMetal

Violet Grohl apresenta seu álbum de estreia Be Sweet To Me
A cantora Violet Grohl, filha de Dave Grohl (líder do Foo Fighters), apresentou nesta sexta-feira (29) seu álbum de estreia, Be Sweet To Me, uma coleção de 11 faixas. O projeto chega com músicas alternativas influenciadas pelas sonoridades do fim dos anos 1980 e início dos anos 1990, período que marcou profundamente a artista. “Existe algo muito poderoso naquela época da música. Desde as mensagens até o visual, tudo era autêntico e cru”, comentou Violet. Entre suas principais referências estão Pixies, Soundgarden, Cocteau Twins, The Breeders, PJ Harvey, The Muffs, Björk, Alice in Chains, L7 e Juliana Hatfield. “Escuto essas bandas desde criança”, revela Grohl. As canções de Be Sweet To Me nasceram de experiências e sentimentos do presente, ganhando contornos impressionistas e cinematográficos impulsionados pelo amor da artista pelo cinema e, em especial, pelas obras de David Lynch. Essa influência fica evidente em What’s Heaven Without You, faixa intensa e melancólica escrita após os incêndios em Altadena, em Los Angeles, e diretamente inspirada pelo universo do cineasta. Ouça abaixo: Via: Rockbizz

Mick Jagger afirma que o rock não morreu, apenas soa diferente agora
Muitas pessoas, inclusive da cena pesada, já declararam a morte do rock n’ roll. Essas pessoas alegam que não há mais novas e grandes bandas no mercado, dessa forma, é um setor que ainda se agarra aos antigos nomes como Iron Maiden, Metallica, AC/DC e Guns N’ Roses para lotar estádios e arenas. É verdade que os tempos do rock em figurar em reclames de cigarro, refrigerantes e em trilhas sonoras de atrações populares já passaram. Tirando os medalhões, o estilo se mantém vivo e pulsante no underground, o que não é nenhum demérito. Em entrevista ao Cumulus Podcasts, o vocalista do The Rolling Stones, Mick Jagger, refletiu sobre o assunto e afirmou que o rock não morreu, apenas soa diferente agora. O roqueiro usou Angry, faixa do álbum Hackney Diamonds, de 2023, como pano de fundo de sua reflexão. “Angry é como uma música de rock atual, de certa forma, porque tem muito espaço… comparada às músicas de rock de épocas anteriores, nas quais você tinha muita coisa acontecendo o tempo todo. Enquanto isso, essa música vai se fragmentando. Você só tem baixo, bateria e vocais. Sabe, só guitarras e baixo. Então, há muito espaço em uma faixa como Angry, o que a faz soar mais atual do que soaria nos anos 70 ou 80”. A postura receptiva de Mick Jagger sobre as novas características do rock mostra que a velha-guarda não está hermética ao que está acontecendo no mercado fonográfico. Essa sinalização positiva de Mick colabora para que os fãs abram os ouvidos aos calouros do rock n’ roll. Via: Rockbizz

Metallica mostra o peso das versões ao vivo de Holier Than Thou e Lux Æterna
O Metallica mostrou o peso das versões ao vivo de Holier Than Thou e Lux Æterna. O show o qual o grupo extraiu as performances aconteceu no dia 13 de maio na Arena Națională em Bucareste, Romênia. Na ocasião, o grupo teve o apoio de Gojira e Knocked Loose. Como parte da etapa final da turnê europeia, o Metallica também tocará na Alemanha, Suíça, Itália e Hungria. Após esta etapa, os caras irão para o Reino Unido, com shows na Escócia, País de Gales, Irlanda e Inglaterra. Depois disso, o quarteto tirará um tempo de folga para recarregar as energias para a nova perna norte-americana da M72 World Tour, que começará em Las Vegas no dia primeiro de outubro. Vale ressaltar que o grupo fixará residência na Las Vegas Sphere. O evento, que levará o nome de Life Burns Faster, terá diferentes repertórios em cada apresentação, seguindo o conceito No Repeat Weekends, que vigorou na M72 World Tour. Via: Rockbizz

Greta Van Fleet retoma oficialmente as atividades com o single Play Your Games
Depois de um tempo na geladeira, o Greta Van Fleet retomou oficialmente as atividades com o single Play Your Games. A faixa teve produção da própria banda em parceria com Mike Elizondo, profissional que já fez obras de Fiona Apple, Turnstille e Sheryl Crow. Segundo o grupo, a canção captura sua forma mais crua, irreverente e instintiva. Inspirada em uma de suas demos mais antigas, resgatada dos arquivos da banda, Play Your Games canaliza o espírito de seus primeiros trabalhos, ou seja, é barulhenta, destemida e indomável. O guitarrista Jake Kiszka comentou que o som “é essa beleza de aproveitar o momento”. Além de Jake, o grupo conta com os trabalhos de Josh Kiszka (vocal), Sam Kiszka (baixo, teclado) e Daniel Wagner (bateria). O disco completo mais novo – o terceiro da carreira – dos caras é Starcatcher, cujo lançamento foi em julho de 2023 pela Lava e Republic. No álbum, o quarteto decidiu gravar músicas ao vivo para capturar a energia e o imediatismo e a essência de suas apresentações. Starcatcher teve produção de Dave Cobb (Chris Stapleton, Brandi Carlile) e foi gravado no RCA Studios, em Nashville. Via: Rockbizz

Andreas Kisser rebate fãs: “Não é meu problema estarem decepcionados”
Andreas Kisser defendeu a liberdade criativa do Sepultura ao comentar as reações negativas de parte dos fãs às experimentações recentes da banda no último EP The Cloud of Unknowing. Em entrevista à Metal Hammer España, o guitarrista afirmou que não molda o processo criativo pensando em agradar todo o público. Andreas destacou também a influência do baterista Greyson Nekrutman, que trouxe referências de jazz para o som atual da banda. “Não é meu problema que os fãs estão decepcionados (risos). São universos diferentes. A relação que cada um tem com sua arte, com sua música, é muito pessoal e única, e está tudo bem. Isso é a liberdade de interpretação e de conexão. Eu estou descobrindo coisas novas hoje que foram gravadas há 40, 50, 60, 100 anos. É contemporâneo porque é novo para quem descobre”, disse Andreas Kisser [via Whiplash]. Durante a entrevista, Andreas explicou que o heavy metal permite infinitas possibilidades criativas. “Nós temos infinitas possibilidades e o Sepultura é um exemplo disso, ao fazer música pesada com ‘Roots’, que abriu portas incríveis, e ‘Roots’ também influenciou o Slipknot, por exemplo […] Não temos que pensar nos fãs quando estamos compondo e nos expressando. É uma simples expressão e cada um vai se conectar com isso de uma maneira livre”, concluiu. Recentemente, o Sepultura anunciou o último show da carreira para o dia 07 de novembro, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo com abertura de Metal Allegiance, Sacred Reich e Krisiun. A venda para o público em geral acontece a partir de 30 de maio, às 10h, também no site da Ticketmaster e na bilheteria oficial às 11h. LEIA TAMBÉM: Sepultura anuncia último show da carreira em São Paulo com convidados Via: WikiMetal

Roger Daltrey afirma que o The Who foi a primeira banda de heavy metal
Para a maioria das pessoas, o heavy metal não passa de um estilo musical barulhento feito por músicos com cara de mal. No entanto, sabemos que isso é apenas um estereótipo perpetrado pelos grandes veículos de mídia. Mesmo com a torcida contra, o estilo é uma força no mercado e gera bastante grana, então, o que não falta é pai orgulhoso querendo levar a fama de criador do estilo. De artista como Gene Simmons (KISS) e Alice Cooper até bandas como Steppenwolf, Blue Cheer e Budgie, muitos já tentaram assumir a “criança”. O mais novo músico a querer registrar a paternidade do estilo é o vocalista Roger Daltrey. Em conversa com a Rolling Stone, o cantor de 82 anos afirmou que o The Who foi a primeira banda de heavy metal. A posição do roqueiro surgiu depois que o entrevistador o questionou sobre o legado do The Who. “Éramos simplesmente diferentes de todos os outros. Os americanos não conhecem muito bem o The Who do início dos anos 60, mas como o baterista do Deep Purple [Ian Paice] disse recentemente em uma revista: ‘O The Who começou tudo’. Fomos a primeira banda de heavy metal”. Roger seguiu pontuando os feitos do The Who: “Jim Marshall inventou o amplificador 4×12 de 100 watts para Pete Townshend [guitarrista do The Who]. Toda a destruição de guitarra pela qual Jimi Hendrix ficou famoso, em seu estilo, foi basicamente copiada de Pete Townshend, antes de tudo. Além disso, fizemos a primeira ópera rock, elevamos o rock a um nível talvez um pouco arrogante, digamos assim. Estávamos fazendo isso antes de qualquer um, mas isso não é importante a longo prazo”. Sendo ou não os pais do metal, a banda, que já passou dos 60 anos de idade, é muito importante para a cultura mundial. E os caras não pensam em parar, pois farão uma turnê pelos Estados Unidos entre agosto e setembro, cobrindo as costas leste e oeste do país. Via: Rockbizz

Slayer anuncia show único no Brasil em dezembro com Kreator e Korzus
Slayer anunciou nesta sexta-feira, 29, seu aguardado retorno ao Brasil depois de 7 anos. A banda norte-americana fará show único no país em 17 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo, para celebrar os 40 anos do álbum Reign In Blood (1986). O show contará com o disco tocado na íntegra e terá Kreator e Korzus como bandas convidadas de abertura. Os ingressos estarão disponíveis a partir de segunda-feira, 1º de junho, em pré-venda para clientes Itaú. A venda geral começa na quarta-feira, 3 de junho, às 11h, ambos pelo site Livepass.com.br. O show no Brasil é mais uma realização da Move Concerts em parceria com a 30e, apresentado por ITAÚ LIVE, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. A última passagem do Slayer em terras brasileiras aconteceu em outubro de 2019 para a realização de duas apresentações da Final World Tour, que marcou sua despedida dos palcos. O grupo se apresentou em São Paulo no Espaço das Américas (atual Espaço Unimed) e no Rock In Rio, onde foi o grande headliner do Palco Sunset no “Dia do Metal”. Após sua aposentadoria em novembro de 2019, o quarteto liderado pelo baixista e vocalista Tom Araya vem realizando shows esporádicos desde 2024 e, em 2026, celebrará os 40 anos de lançamento de Reign in Blood. SERVIÇO – SLAYER EM SÃO PAULO Data: 17/12/2026 (quinta-feira)Local: Allianz ParqueEndereço: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo – SPAbertura dos Portões: 17hKorzus: 19hKreator: 19h50Slayer: 21h05Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. Pré-venda (*):Pré-venda clientes Itaú Personnalité e Private começa: Segunda-feira, 1 de junho de 2026 às 10hPré-venda clientes Itaú Personnalité e Private termina: Terça-feira, 2 de junho de 2026 às 09h59Pré-venda para todos os clientes Itaú começa Terça-feira, 2 de junho de 2026 às 10hPré-venda para todos os clientes Itaú termina: Quarta-feira, 3 de junho de 2026 às 09h59*Os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados.Venda para o Público Geral: Quarta-feira, 3 de junho de 2026 às 11:00h no site, e as 12h na bilheteria. SETORES E PREÇOS (*)Pista Premium – R$890,00 (inteira) / R$445,00 (meia-entrada) / R$623,00 (cliente Itaú)Pista – R$490,00 (inteira) / R$245,00 (meia-entrada) / R$343,00 (cliente Itaú)Cadeira Nível 1 Lateral – R$650,00 (inteira) / R$325,00 (meia-entrada) / R$455,00 (cliente Itaú)Cadeira Nível 1 Central – R$600,00 (inteira) / R$300,00 (meia-entrada) / R$420,00 (cliente Itaú)Cadeira Superior – R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada) / R$252,00 (cliente Itaú)(*) Sujeito à disponibilidade. PACOTES VIPVIP 1A – “YOU AGAINST YOU” SUPERFAN PACKAGEPista Premium (inteira) – R$2.038,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Pista Premium (meia-entrada) – R$1.593,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Pista Premium (cliente Itaú) – R$1.771,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP) 1 ingresso para pista premium (em pé, sem lugar marcado) com entrada antecipada. Um item exclusivo de merchandising VIP do Slayer Um crachá VIP comemorativo com cordão Acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral Benefícios exclusivos no local: check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no venue antes da abertura dos portões VIP 1B – “YOU AGAINST YOU” SUPERFAN PACKAGECadeira Nível 1 Lateral (inteira) – R$1.798,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Cadeira Nível 1 Lateral (meia-entrada) – R$1.473,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Cadeira Nível 1 Lateral (cliente Itaú) – R$1.603,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP) 1 ingresso de Cadeira Nível 1 Lateral (lugar marcado) com entrada antecipada. Um item exclusivo de merchandising VIP do Slayer Um crachá VIP comemorativo com cordão Acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral Benefícios exclusivos no local: check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no venue antes da abertura dos portões VIP 2 – “POSTMORTEM” ROCKSTAR FOR A DAY EXPERIENCEPista Premium (inteira) – R$3.844,41 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Pista Premium (meia-entrada) – R$3.399,41 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Pista Premium (cliente Itaú) – R$3.577,41 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)Acesso a uma plataforma privativa, localizada na frente das torres de delay. Acesso ao setor de pista premium Tour em grupo pelas áreas de produção, incluindo uma oportunidade individual de tirar foto no palco Um pôster autografado, de edição limitada da turnê do Slayer* Um item exclusivo de merchandising VIP do Slayer Um crachá VIP comemorativo com cordão Acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral Benefícios exclusivos no local: check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no venue antes da abertura dos portões *O item é previamente autografado.(*) Sujeito à disponibilidade. Nos setores Cadeira Nível 1 Lateral e Cadeira Nível 1 Central, os lugares são marcados. Isso significa que você terá direito ao assento exato informado no seu ingresso (fila e número), e deverá ocupar somente esse lugar durante o evento. Condições de parcelamento:Clientes Itaú podem parcelar em até 3 vezes sem juros.Demais clientes parcelamento em até 10x com juros. BILHETERIA OFICIALALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (Pré-venda Itaú Personnalité e Private)Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SPFuncionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA B (Pré-venda todos os clientes Itaú e na Abertura da Venda Geral)Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça à Sábado das 11h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas EXCEPCIONALMENTE: 03 de junho de 2026, às 12h A partir de 04/06/2026 ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA AEndereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SPFuncionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. *Taxa ADM cobrada em todos os canais de vendaA Taxa de Administração (ADM), no valor de R$ 21,00 (vinte e um

Paul McCartney lança ‘The Boys of Dungeon Lane’, primeiro álbum em 5 anos
Paul McCartney lançou nesta sexta-feira, 29, The Boys of Dungeon Lane, seu primeiro álbum solo em mais de cinco anos. The Boys of Dungeon Lane uma coleção reveladora de histórias que nunca foram compartilhadas antes, memórias pessoais e algumas canções de amor de inspiração recente, vindas de uma das figuras culturalmente mais relevantes de nosso tempo. Com a lente voltada para a parte interna, Paul revisita os anos de formação que moldaram tanto sua vida quanto os próprios alicerces da cultura popular moderna. O álbum é, sem dúvida, o mais pessoal e introspectivo dele até hoje, com histórias inéditas que transportam o ouvinte de volta ao lugar onde tudo começou. As novas canções mostram Paul em um estado de espírito sincero, vulnerável e reflexivo, escrevendo com rara franqueza sobre sua infância na Liverpool do pós-guerra, a resiliência de seus pais e as primeiras aventuras com George Harrison e John Lennon, muito antes de o mundo ter ouvido falar da beatlemania. The Boys of Dungeon Lane é a história antes da história. Desde que foi anunciada sua chegada, o álbum vem sendo cercado de entusiasmo entre fãs e mídia em todo o mundo. O disco apresenta o primeiro dueto de Paul McCartney com Ringo Starr, intitulada “Home to Us”. Seguindo a aclamada “Days We Left Behind”, “Home to Us” é o primeiro dueto de Paul com Ringo Starr e conta com backing vocals de Chrissie Hynde e Sharleen Spiteri. A música foi construída a partir de uma faixa de bateria que Paul convidou Ringo a gravar para o álbum, com produção de Andrew Watt, e é a única faixa de The Boys of Dungeon Lane que conta com um baterista convidado. Paul toca a maioria dos instrumentos no novo álbum, muito no espírito de seu álbum de estreia solo, McCartney, de 1970. LEIA TAMBÉM: Paul McCartney participa do Saturday Night Live com Chad Smith e Will Ferrell Via: WikiMetal

The Who foi a primeira banda de heavy metal, afirma Roger Daltrey
Roger Daltrey disse que o The Who foi a primeira banda de heavy metal da história, afirmando que eles abriram caminho para o gênero nos anos 60. Em entrevista à Rolling Stone, o cantor falou que o The Who já explorava elementos agressivos e volumes extremos muito antes do heavy metal ganhar forma nos anos 1970. “Éramos simplesmente diferentes de todos os outros. Os americanos não conhecem muito bem o The Who do início dos anos 60, mas como o baterista do Deep Purple [Ian Paice] disse recentemente em uma revista, ‘O The Who começou tudo’. Fomos a primeira banda de heavy metal”, disse Daltrey. O cantor destacou principalmente o impacto do guitarrista Pete Townshend e do baterista Keith Moon. “Jim Marshall inventou o gabinete de alto-falantes 4×12 de 100 watts para Pete Townshend. Toda a destruição de guitarra pela qual Jimi Hendrix ficou famoso, em seu estilo, foi basicamente copiada de Pete Townshend, antes de tudo. E a primeira ópera rock, claro, elevou o rock a um nível talvez pretensioso, digamos assim. Estávamos fazendo isso antes de qualquer um, mas isso não é importante a longo prazo”, concluiu o vocalista. Towshend já havia feito afirmações semelhantes, declarando ao Toronto Sun em 2019: “Nós meio que inventamos o heavy metal com Live at Leeds [álbum de 1970]. Fomos copiados por tantas bandas, principalmente pelo Led Zeppelin, sabe, bateria pesada, baixo pesado, guitarra solo pesada, e algumas dessas bandas, como Jimi Hendrix, por exemplo, fizeram isso muito melhor do que nós. O Cream, com Eric Clapton, Jack Bruce e Ginger Baker, surgiu em 1967, o mesmo ano de Jimi Hendrix, e meio que roubou nosso legado.” Formado em Londres em 1964, o The Who se tornou um dos nomes mais importantes da história do rock. A lendária banda britânica realizou o último show da turnê de despedida, intitulada The Song Is Over, na última quarta-feira, 1. O show aconteceu na Acrisure Arena, em Palm Desert, Califórnia, Estados Unidos. LEIA TAMBÉM: The Who faz último show da carreira nos Estados Unidos Via: WikiMetal

Tom Morello lança single “Adjourn It” com Serj Tankian e seu filho Roman
Tom Morello lançou seu novo single “Adjourn It” com a participação de Serj Tankian e de Roman Morello, filho de 15 anos do guitarrista, e convoca o ouvinte a resistir à crescente onda de fascismo. Trechos do filme Salt of the Earth (1954) aparecem ao longo do videoclipe de “Adjourn It” para refletir o tema da resistência diante do preconceito e da injustiça. O longa é baseado em uma história real sobre mineiros mexicano-americanos lutando contra exploração trabalhista, racismo e opressão institucional, e foi realizado por três profissionais de Hollywood colocados na lista negra por suas convicções políticas. Tom Morello comentou sobre o novo single: “Neste momento histórico, toda forma de arte é um ato de resistência, e ‘Adjourn It’, colaboração com meu amigo de longa data Serj Tankian e meu filho de 15 anos, o prodígio da guitarra Roman Morello, é um chamado urgente por justiça em tempos injustos. Essa nova faixa do meu próximo álbum solo combina riffs esmagadores multigeracionais dos Morello com os vocais proféticos do grande Serj Tankian. Inspirada pela perseguição de imigrantes por todo o país e pela resistência heroica à crescente onda de fascismo, já passou da hora de fazer rock em nome da liberdade, da justiça e da igualdade.” Serj Tankian acrescentou: “‘Adjourn It’ é um hino de protesto contra a barbárie contínua promovida pelo ICE nos Estados Unidos — separando famílias, praticando perfilamento racial e, em alguns casos, matando pessoas. Como democracia, deveríamos nos indignar com o fato de que nosso próprio governo fez isso com irmãos e irmãs que apenas tentavam garantir uma vida digna para suas famílias. Existe uma política inteligente de imigração e naturalização — e existe isso. Muitos desses casos seriam suspensos por juízes se houvesse o devido processo legal. Adiem isso!” No início deste ano, Tom e Bruce Springsteen estiveram em Minnesota protestando contra as operações do ICE em Minneapolis e contra as mortes de Alex Pretti e Renee Good. Neste mês, em Nova York, Morello também se juntou à organização Hands Off NYC em um protesto contra o ICE e seus abusos em frente ao 26 Federal Plaza, tribunal de imigração localizado em Manhattan. A faixa foi produzida por Zakk Cervini e escrita por Tom, Serj, Zakk e Roman. LEIA TAMBÉM: Tom Morello anuncia festival com Bruce Springsteen, Foo Fighters e mais Via: WikiMetal

Bandejão do rock: Robert Plant mostra que é gente como a gente ao comer no refeitório do Ibirapuera
O C6 Fest 2026 aconteceu alguns dias atrás e contou com Robert Plant, eterno frontman do Led Zeppelin, como atração principal no dia 24 de maio. Do rock n’ roll ao jazz, do indie ao pop, passando por propostas experimentais, o festival trouxe o espírito de descoberta que o consagrou como um dos eventos mais relevantes do calendário cultural brasileiro. Além do show impecável em cima do palco, Plant deu um show de simpatia e simplicidade, o que é algo bem raro no mundo musical. Robert mostrou que é gente como a gente ao comer no refeitório do Ibirapuera, ou seja, o cara aderiu ao bandejão do rock ao lado de músicos nacionais. Neilton Carvalho, vocalista do Devotos, compartilhou em sua conta oficial no Instagram um pequeno vídeo em que mostra o cantor do Led Zeppelin se servindo no refeitório no Ibirapuera. O conteúdo ainda mostra o baixista e tecladista do Paralamas do Sucesso, Bi Ribeiro e João Fera, respectivamente, aos risos. Em seu relato, Neilton ressaltou que todo mundo que estava presente no local ficou sem reação, pois nunca imaginaria presenciar tal cena. Como dito anteriormente, Robert Plant, que é uma da maiores vozes e lendas do rock n’ roll, sempre foi uma cara simples e alheio ao estrelismo que alguns músicos e artistas cismam ostentar. Mais uma vez o cantor britânico provou estar em um nível muito superior aos seus colegas de profissão. Via: Rockbizz

Rodolfo Abrantes conta que era impossível seguir cantando as músicas do Raimundos e ter uma vida de fé
No começo da década de 2000, o rock n’ roll brasileiro tomou um grande baque, que foi a saída de Rodolfo Abrantes do Raimundos. Na época, a banda estava em seu ápice de popularidade, visto que estava colhendo os frutos de seu quinto álbum de estúdio, Só no Forevis, o qual saiu em maio de 1999 e vendeu mais de um milhão de cópias. Os fãs e a imprensa tomaram um grande susto pelo motivo da saída do cantor, visto que foi a sua conversão ao cristianismo protestante. Desde então, Rodolfo virou a página e seguiu sua vida sem a presença dos Raimundos. Em conversa com o pessoal do canal Podcast Irmãos Ponto Com, Rodolfo Abrantes contou que era impossível seguir cantando as músicas do Raimundos e ter uma vida de fé. “Quanto mais o tempo passa, mais percebo que cada caso é um caso. Tem artistas que têm se convertido nos últimos anos que me procuram para saber o que eu faço da vida. E eu falo: ‘Vai com calma e ora bastante para saber o que Deus quer de você, porque cada caso é um caso’. Não é porque eu me converti e larguei tudo, que eu uso isso como uma fórmula para que todo mundo que se converta faça o mesmo. Existem carreiras e carreiras, existem temas de músicas diferentes de outros. No meu caso, era simplesmente impossível continuar cantando o que eu cantava diante do que passei a conhecer através da fé. Seria completamente impossível! Era incompatível demais, era um peso tentei carregar por alguns meses. Eu me converti em janeiro de 2001 e só fui sair [do Raimundos] em junho”. O cantor acrescentou: “Eu entendo que hoje, olhando para minha história e vendo o que está acontecendo na minha vida hoje artisticamente e não estar separado da minha fé, esse tempo de maturação, ser forjado e criar fundamentos na fé para transitar em qualquer ambiente foi preciosíssimo”. “Esse mergulho que dei de ponto nas coisas do Senhor, no ambiente eclesiástico, na adoração, na leitura da bíblia e ter a deixado a minha música completamente de lado para me envolver com o ensino da palavra, foi um tempo preciosíssimo”, completou Roldolfo. Via: Rockbizz

Fabio Lione rebate Alirio Netto sobre nova fase do Angra: “Comentário infeliz”
Fabio Lione, ex-vocalista do Angra, rebateu os comentários feitos por seu sucessor, Alirio Netto sobre a identidade atual da banda. O italiano declarou como “infeliz” o comentário de que após sua saída, o grupo havia voltado a ser “100% brasileiro”. Em participação no podcast Buongiorno San Paolo, Fabio rebateu o comentário e afirmou ter salvo um comentário no Instagram de um fã que preferia a banda “80% brasileira”. “Salvei a imagem de propósito quando você me ligou para fazer o podcast. Eu juro para você, esse comentário eu encontrei no Instagram: ‘Eu prefiro a banda 80% brasileira’, comentou [transcrição via Rockbizz]. Mas é a minha opinião. Quando alguém deu uma entrevista recentemente dizendo: ‘Voltamos a ser 100% brasileira’. Acho que foi um comentário um tanto infeliz, Então, não fiquei surpreso com esses comentários, tipo: ‘Prefiro uma banda 80% brasileira’”, completou. Entenda a origem do comentário feita pelo atual vocalista do Angra Em abril, durante entrevista à Rolling Stone Brasil, Alirio havia celebrado a nova fase da banda e desejado sucesso para Fábio. Contudo, o músico havia dito que, naquele momento, o Angra havia “voltado a ser brasileiro” e que aquilo “era um momento especial” para todos. “O Angra vai sempre ‘Carry On’ e mais uma ‘Nova Era’ tá vindo aí. Com todo respeito ao meu irmão Fabio, te amo, viu, italiano? Mas agora a banda voltou a ser brasileira, cara, e isso é uma coisa especial pra gente”, declarou Alirio na época [transcrição via Whiplash]. LEIA TAMBÉM: Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra Via: WikiMetal

Joan Baez incentiva artistas mais jovens a se manifestarem contra Donald Trump
A cantora e poetisa Joan Baez e outras pérolas da música mundial como Bruce Springsteen, Roger Waters, Neil Young, Tom Petty, John Fogerty, Phil Collins, entre muitos outros, já se manifestaram contra Donald Trump, do partido republicano. Agora, durante conversa com a apresentadora Julia Louis-Dreyfus, do programa Wiser Than Me, Joan Baez incentivou os artistas mais jovens a se manifestarem contra Donald Trump. A fala da artista surgiu depois que Julia pontuou que há uma geração de artistas talentosos, mas que seguem quietos sobre os ataques à democracia. “Entendo a perspectiva deles, e é revelador que a única música usada em todas essas manifestações seja The Times They Are a-Changin. O nível dessa composição não foi alcançado. Ninguém se aproximou dela. Não dá para recriar isso, eu acho. Os jovens hoje em dia estão escrevendo coisas incríveis. Alguns estão dispostos a se manifestar. Brandi Carlile e a minha amiga Maggie Rogers participaram de shows contra o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos)”. Joan também comentou que a comodidade de alguns jovens e o fato de estarem fazendo muito dinheiro os impedem de quererem protestar. “Eu fico meio perplexa ao ver esses estádios lotados de jovens compositoras brilhantes, e por que elas não conseguem dar esse pequeno passo? Porque eles já são mais ricos que Deus, sabe, a maioria deles. Mas é preciso dar esse pequeno passo. Os jovens precisam se mobilizar”. Via: Rockbizz

Tom Morello anuncia festival com Bruce Springsteen, Foo Fighters e mais
Tom Morello anunciou o festival beneficente Power to the People com nomes de peso do rock mundial. Cofundador do Rage Against the Machine e ativista de longa data, o guitarrista descreveu o evento como uma “celebração apartidária da paz, justiça, solidariedade, música e ação comunitária”. Power to the People está marcado para sábado, 03 de outubro, no Merriweather Post Pavilion em Columbia, Maryland, perto de Washington, D.C. As atrações contam com artistas ligados ao ativismo político e social como Foo Fighters, Dave Matthews, Bruce Springsteen (em uma participação especial), Joan Baez, Brittany Howard, Dropkick Murphys, Jack Black (com Roman Morello, Revel Ian, Yoyoka Soma e Hugo Weiss), Serj Tankian (do System of a Down), Cypress Hill, Killer Mike, Grandson, Taylor Momsen, Matt Cameron, The Linda Lindas e o idealizador Tom Morello, além de obras de arte e um DJ set do artista Shepard Fairey. A proposta do festival mistura música e causas sociais. Morello criou o evento para levantar debates sobre desigualdade, direitos civis e mobilização popular. Além dos shows, o festival terá também a Freedom Village, um espaço voltado para iniciativas sociais, educação e engajamento comunitário, com a presença de organizações sem fins lucrativos, artistas e grupos de defesa de direitos. Em nota à imprensa, Tom Morello disse: “O festival Power to the People é sobre liberdade, justiça, igualdade e rock and roll. É sobre o poder que os seres humanos comuns têm quando se unem por meio da música, da arte, da comunidade e da ação. É uma honra trazer essa programação incrível para a região de Washington, D.C., para um dia que celebra o espírito de ativismo, criatividade e esperança.” Parte da arrecadação dos ingressos será destinada às instituições VoteRiders e HeadCount, que também atuarão no evento auxiliando o público com informações sobre registro eleitoral e participação nas eleições. Outras organizações participantes, ativações e convidados especiais serão anunciados nas próximas semanas. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Bruce Springsteen reforça segurança em turnê nos EUA após ameaças de morte Via: WikiMetal

Tarja Turunen fala sobre o fim do uso de saltos altos em seus shows e a produção de ‘Frisson Noir’
Em entrevista para o canal Jaimunji, Tarja Turunen falou sobre os preparativos para as apresentações ao vivo de sua próxima turnê, a produção de seu novo álbum, Frisson Noir, e seu processo de composição. A cantora revelou que já está anotando um setlist para os shows, incluindo canções novas e outras que não são tocadas há muito tempo. O novo ciclo, para ela, será como um renascimento: “Será um grande desafio, como sempre é, mas não tenho medo de desafios, são absolutamente importantes. É uma renovação.” Tarja também comentou que precisou fazer uma mudança no figurino para os shows: não usará mais sapatos de salto alto, apesar de amá-los. A recomendação veio de sua médica, após a cantora se queixar de dores fortes nos pés depois de uma semana inteira de apresentações usando calçados do tipo. “Esses tempos acabaram”, diz. Preparo físico também está na agenda da vocalista, incluindo fisioterapia: “Farei 50 anos ano que vem, então nada fica no lugar por conta própria, digamos assim. Você precisa se exercitar, ou a gravidade levará embora (risos).” Tarja Turunen promete peso na sonoridade de seu novo álbum Produzindo seus próprios álbuns desde My Winter Storm (2007), seu segundo álbum solo, Tarja garante que Frisson Noir trará um som ainda mais pesado que o de seus trabalhos anteriores. “De certa forma, comecei a sentir falta do peso do som da banda nos meus discos, porque a minha banda soa muito pesada quando me apresento com ela. Tenho dois guitarristas, baixista, baterista e tecladista. Preciso desse apoio para minha voz, sou uma pessoa dramática e uma artista emotiva. Então, preciso disso. Amo como minha banda soa ao vivo”. “Estou muito feliz com o som do álbum. As pessoas dizem ‘ei, a Tarja está voltando para o metal’. Eu nunca saí (risos)!”, completa. Quanto à composição das músicas, a cantora contou que gosta de sentar-se ao piano e improvisar, gravando com seu celular para não esquecer de nada. “Não olho para o tempo, somente sentimento e intuição me guiam. Sim, as canções se tornam muito longas, como por exemplo o primeiro single que lançamos, ‘At Sea’. É um monstro de dez minutos, mas é uma música muito emotiva, é linda de sua própria maneira. Conta uma história, precisa ser assim.” “Fico muito emocionada quando escuto um artista de quem gosto, e esse é o frisson. Na minha música, é a escuridão, espero, que surge para dar às pessoas esse arrepio. É muito importante que ela esteja nas profundezas e não na superfície.” Frisson Noir também contará com participações especiais, como Dani Filth (Cradle of Filth), Apocalyptica, Marko Hietala e Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers). O lançamento do disco está marcado para 12 de junho, pela gravadora earMusic. Tarja também se apresentará em São Paulo em 5 de dezembro, com o concerto natalino The Spirit of Christmas. LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen revela não gostar de ouvir os primeiros álbuns do Nightwish Via: WikiMetal

Glen Matlock descarta reunião do Sex Pistols com John Lydon: “Não vai acontecer”
Em 1978, o cantor John Lydon deixou oficialmente o Sex Pistols; quase meio século depois, o baixista fundador Glen Matlock reiterou que uma reunião é improvável. Matlock compartilhou recentemente sua versão dos fatos no novo documentário I Was A Teenage Sex Pistol, que leva o mesmo título de sua autobiografia de 1996. Ao discutir o documentário com a Billboard, o músico foi questionado se ele, Paul Cook e Steve Jones se viam de braços abertos para receber o ex-companheiro de banda. “Isso simplesmente não vai acontecer”, ele respondeu. Após explicar que Lydon sequer foi contatado para o novo documentário, Matlock acrescentou: “Ele seguiu em frente. Mas boa sorte para John; ele está com o Public Image Ltd.” E continuou: “As pessoas dizem que somos uma banda tributo sem o John, mas somos três, e ele é o único membro do Public Imager. Acho que ele se colocou num beco sem saída.” No lugar de Lydon, Frank Carter, conhecido por seu trabalho com o Gallows e por liderar o Frank Carter and the Rattlesnakes, assumiu os vocais principais nos shows recentes do Sex Pistols. Matlock elogiou Carter, que tem uma presença de palco diferente da persona anarquista e despreocupada de Lydon. Ele compartilhou: “Frank nos deu uma nova chance. É um pouco como o começo da banda, quando começamos, antes de John aparecer nos jornais.” E completou: “Jenny [esposa de Cook] veio nos ver e disse ‘Sabe de uma coisa? Essa é a primeira vez que vejo vocês saírem do palco com um sorriso no rosto.’” Olhando para o futuro, Matlock compartilhou que tem esperança de que a banda possa compor novas músicas juntos. O único obstáculo são as questões logísticas, já que Jones mora em Los Angeles, Matlock em Londres e Carter, como sempre, é difícil de encontrar. Via: Rockbizz

Bruna Lombardi comenta investida de Jon Bon Jovi nos anos 90: “Ele foi muito infeliz”
Os anos 90 foi bastante peculiar no universo musical, com grunge indo do céu ao ostracismo em uma janela de tempo de quatro anos, o hard rock se equilibrou em poucos nomes para manter sua cara na MTV e o metal degustou seu pior momento em anos. Para o mercado brasileiro, a década também foi peculiar, pois vimos muitas bandas estrangeiras aportando em nosso país e chegando à conclusão que aqui não é uma selva e sim um comércio consumidor de extrema importância dentro do circuito mundial. Além disso, vimos episódios únicos na relação entre imprensa e artista. Um deles aconteceu quando a modelo e atriz Bruna Lombardi entrevistou o cantor Jon Bon Jovi, que fazia a promoção do álbum Keep The Faith, quinto registro de estúdio do Bon Jovi, de 1992. Totalmente encantado com a beleza da brasileira, o rock star tentou conquistá-la ao longo do bate-papo. Ele, sem pudor algum, falou que gastaria muito dinheiro para deixá-la feliz. É claro que o comentário não pegou nada bem, e Bruna não deixou por menos, já que se impôs afirmando que não precisava do dinheiro de nenhum homem, tampouco do músico. Recentemente, durante conversa com o apresentador Marcelo Tas, do programa Provoca, Bruna Lombardi comentou brevemente sobre a investida de Jon Bon Jovi nos anos 90. “Sinceramente, ele foi meio infeliz. Ele escutou porque sou pavio curto”, afirmou a escritora. “Mas depois ele foi super gentil. Ele pediu desculpa, ele falou: ‘Não era isso o que eu quis dizer’”. Bruna acrescentou: “O homem acha que, ele prometeu uma vida boa para uma mulher, é uma coisa muito atraente. E eu falo: ‘Você não pode me oferecer uma coisa que eu vou conquistar sozinha’. Para mim, isso é o princípio de vida”. Via: Rockbizz

Paul McCartney conta que busca aprovação de John Lennon na hora de compor: “Espírito dele ainda está em mim”
Paul McCartney lançou seu novo álbum solo, The Boys of Dungeon Lane, em 29 de maio. O disco tem o foco na nostalgia e na lembrança de momentos importantes de sua vida, especialmente em relação aos seus companheiros de banda. Em uma entrevista para a Amazon Music, Paul teceu alguns comentários sobre seu processo de criação. Ele contou que busca aprovação de John Lennon na hora de compor. “Neste disco, eu me referi a ele mentalmente, como se ainda estivéssemos compondo juntos. Eu escrevo algo e penso: ‘O que é isso? É bom’? Às vezes eu consigo, e às vezes ele diz: ‘Não, está uma merda’. O espírito dele ainda está em mim, e fico feliz por isso. E o de George [Harrison] também”. The Boys of Dungeon Lane não é apenas o 18º álbum solo de Paul McCartney; é uma coleção de vislumbres raros e reveladores de memórias nunca antes compartilhadas, juntamente com algumas canções de amor recém inspiradas, de uma das figuras culturais mais importantes de nosso tempo. Ao longo do álbum, Paul volta o olhar para dentro, revisitando os anos formativos que moldaram não apenas sua vida, mas também os próprios alicerces da cultura popular moderna. Em uma carreira definida por narrativas atemporais e personagens inesquecíveis, Paul agora conta a história mais pessoal de todas: a sua própria. Este é o álbum mais introspectivo de sua carreira até o momento, levando o ouvinte de volta ao início de tudo. Nessas novas e extraordinárias canções, Paul escreve com rara abertura sobre sua infância na Liverpool do pós-guerra, a resiliência de seus pais e as primeiras aventuras compartilhadas com George Harrison e John Lennon, muito antes de o mundo sequer ter ouvido falar da Beatlemania. Assim como sua carreira, The Boys of Dungeon Lane é musicalmente eclético e mostra Paul explorando uma variedade de instrumentos e estilos, demonstrando sua ampla musicalidade. Há rock no estilo Wings, harmonias no estilo Beatles, grooves no estilo McCartney, intimidade discreta, narrativa guiada pela melodia, canções sobre personagens – e o fio condutor é Paul. Via: Rockbizz

Com integrante brasileiro, Ziggy Phoenix lança single “Bittersweet Regret”
Ziggy Phoenix lançou o single de estreia “Bittersweet Regret”. A faixa antecipa o primeiro EP da banda, previsto para outubro, e apresenta ao público a mistura que define a banda, com uma estética que passa pelo rock dos anos 1970, pelo grunge e pelo blues rock moderno. Ser brasileiro e viver de música na Inglaterra, uma das casas sagradas do rock, não é para qualquer um. É nesse cenário, no mesmo país que revelou nomes como Keith Richards, Jimmy Page, Brian May e Tony Iommi, que o guitarrista brasileiro Leon Joullie ajuda a escrever sua própria história com a Ziggy Phoenix, banda britânica de hard rock formada em Brighton. A canção é uma reação contra padrões que levam ao autossacrifício em nome do amor. “Bittersweet Regret é um convite para quebrar o molde, destruir condicionamentos sociais e reagir contra o autossacrifício e a necessidade de agradar em nome do amor”, afirmoua a vocalista Ziggy Leighton-Burnett. Ela disse que buscou traduzir o desgaste emocional de quem chega ao limite. “Quero que o ouvinte sinta o impacto emocional de uma mulher que chegou ao limite.” Atualmente, Ziggy Phoenix segue com shows no Reino Unido e prepara uma turnê pela Europa em setembro, ao lado do The Dead Reds. Em outubro, a banda desembarca no Brasil para uma turnê com a banda Krad. LEIA TAMBÉM: Emphuria lança novo álbum ‘Inevitável’ e anuncia show de estreia Via: WikiMetal

Glen Matlock sobre volta de John Lydon ao Sex Pistols: “Não vai acontecer”
Glen Matlock comentou as recentes declarações de John Lydon que descreveu a atual formação do Sex Pistols como uma “banda cover” e comentou possível volta do cantor à banda punk. As críticas surgiram depois dos novos shows realizados com Frank Carter nos vocais. Glen Matlock está divulgando o documentário I Was a Teenage Sex Pistol, baseado em sua autobiografia , lançada em 1996. O filme, disponível na Apple TV e Prime Video, reúne participações de Billy Idol, Debbie Harry,Gary Kemp e outros nomes para revisitar a trajetória do baixista e sua importância nos Sex Pistols e na cena punk. O vocalista dos Sex Pistols, John Lydon (também conhecido como Johnny Rotten), o falecido empresário da banda, Malcolm McLaren, e o falecido Sid Vicious, que substituiu Matlock em fevereiro de 1977, estão representados por meio de imagens de arquivo e trechos de áudio. Durante entrevista à Billboard para a divulgação do documentário, Matlock disse que houve “algumas pessoas a quem convidei” para participar, mas que recusaram e que “talvez eles estivessem mais do lado do John… então provavelmente disseram ‘não’ porque poderia ser constrangedor”. O baixista confirmou também que não convidou Lydon porque presumiu que ele “simplesmente não estava interessado”. “Ele já seguiu em frente, deixando os Sex Pistols para trás. Mas boa sorte para o John; ele está com o Public Image funcionando. As pessoas dizem que somos uma banda cover sem o John, mas somos três, e ele é o único do Public Image Ltd. (PiL). Acho que ele se colocou numa situação bem complicada”, desabafou Matlock. John Lydon pode retornar ao Sex Pistols? John Lydon já criticou diversas vezes a nova formação do Sex Pistols, declarando: “Fiquei chocado com o quão ruim é. Parece que eles simplesmente alugaram um fantoche e lá está. Eu realmente acho que é um karaokê com resultados bem medianos […] Para mim, eu sou os Sex Pistols, e eles não são”. Questionado se estaria aberto à possibilidade de Lydon voltar aos Sex Pistols caso ele quisesse, Matlock simplesmente respondeu: “Isso simplesmente não vai acontecer”. Lydon está ocupado com sua banda Public Image Ltd. e deixou claro que não pretende retornar aos Sex Pistols tão cedo. No ano passado, ele disse à PA que “nunca” voltaria à formação. [via NME]. Matlock destacou que o público tem reagido de forma positiva às apresentações. Segundo ele, os shows mantêm a energia e o espírito provocador associados aos Sex Pistols desde os anos 1970. “Frank nos deu uma nova perspectiva de vida. É um pouco como o começo da banda, quando começamos, antes de John aparecer nos jornais. Jenny (esposa de Paul Cook, baterista) veio nos ver e disse: ‘Sabe de uma coisa? Essa é a primeira vez que vejo vocês saírem do palco com um sorriso no rosto”, disse Matlock. LEIA TAMBÉM: Public Image Ltd prova sua força em retorno histórico ao Brasil Via: WikiMetal

Angra: Fabio Lione fala que sente quase mais carinho dos fãs brasileiros do que dos italianos
O vocalista italiano Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine) integrou o Angra por treze anos, o que rendeu três álbuns de estúdio – Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023) e várias turnês no mercado estrangeiro e nacional – Magic Mirror Tour, Rebirth 20th Anniversary Tour e Temple of Shadows 20th Anniversary Tour. Como conviveu intensamente com brasileiros e teve contato profundo com a nossa cultura, Lione sentiu na pele como é o tratamento dos fãs daqui. Em conversa com o pessoal do Buongiorno San Paolo, que é um podcast sobre a cultura, eventos, política, esporte e gastronomia brasileira, mas com um olhar do povo italiano, Fabio falou que sente quase mais carinho dos fãs brasileiros do que dos italianos. “Então, para um italiano, ser o frontman de uma banda brasileira, em um país tão grande quanto o Brasil, é algo único, eu acho. Bem, eu sinto, percebo, como se dizem aqui, quase mais carinho dos fãs brasileiros do que dos italianos, às vezes. Eles são muito carinhosos, mais fofos”. O cantor italiano completou: “E essa sensação é estranha! Eu não sabia o que pensar até estar lá no palco nesse último show. Muitos fãs também me escreveram, para ser honesto, duvidando que eu participasse [do show no Bangers Open Air]. Mas não porque eu queria ser negativo, eu não dou a mínima. Eu até disse isso publicamente no show, queria meu próprio show de despedida para os meus fãs, pelo legado e pela ligação entre Itália e Brasil”. Via: Rockbizz

3 motivos para não perder os shows do Shawn James no Brasil
O músico norte-americano de folk blues rock Shawn James anunciou a sua aguardada passagem pelo Brasil para agosto. Com uma sonoridade que ignora fronteiras entre gêneros, o artista se apresentará em Porto Alegre (06 de agosto, no Teatro Opinião), em São Paulo (07 de agosto, no Cine Joia) e em Curitiba (08 de agosto, no Hard Rock Café). Os ingressos já estão à venda nos sites da Sympla (Porto Alegre), Livepass (São Paulo) e Disk Ingressos (Curitiba). O Wikimetal separou uma lista com 3 motivos pelos quais você não pode perder os shows em agosto. Show mistura folk, blues, rock e até metal Os shows de Shawn James dificilmente seguem um roteiro tradicional. O músico alterna momentos acústicos e introspectivos com explosões elétricas e pesadas, criando uma dinâmica que surpreende o público. O próprio artista alertou o público: “Se você vier me ver tocar ao vivo e esperar apenas um estilo ou vertente do que eu faço, pode se decepcionar ao descobrir que nossos shows são uma montanha-russa de emoções, estilos musicais, intensidade e energia”. Ao vivo, Shawn passeia por folk, blues, gospel, southern rock e metal sem perder identidade, algo que faz cada apresentação soar diferente da anterior e essa liberdade musical virou uma das principais marcas de sua carreira. O setlist é um dos grandes atrativos da turnê Outro motivo que aumenta a expectativa para os shows de Shawn James no Brasil é o repertório que o cantor vem apresentando na atual turnê mundial. Os setlists recentes mostram sua ampla variedade de estilos, do folk ao blues, passando pelo R&B, gospel, rock, metal entre faixas pesadas, momentos acústicos e versões emocionais. Canções como “Through The Valley”, “Burn The Witch”, “The Curse of the Fold” e o mais novo single “Tired of Trying” estão garantidas nos shows pelo país. Shawn também surpreende ao incluir covers inesperados, como “Like a Stone”, do Audioslave [via SetlistFM]. A famosa faixa “Through The Valley” ao vivo Um dos pontos mais aguardados da turnê é ouvir ao vivo “Through The Valley”, música que ganhou popularidade após aparecer no universo da série The Last of Us. A canção ajudou Shawn James a alcançar um público ainda maior e transformou sua voz em uma das mais reconhecíveis da cena folk blues atual. Nos shows, o artista cria um clima intimista mesmo em casas cheias, proporcionando emoção. LEIA TAMBÉM: Shawn James aquece fãs para shows no Brasil com novo single “Tired of Trying” Via: WikiMetal