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“Sweet Child O’ Mine é uma música horrível; odeio a voz do Axl”, afirma Adam De Micco (Lorna Shore)
Sweet Child O’ Mine está presente no debute do Guns N’ Roses, Appetite for Destruction, que saiu em julho de 1987 pela Geffen. A faixa alcançou o primeiro lugar na Billboard Hot 100 em setembro de 1988 e ajudou o álbum a bater a marca de trinta milhões de cópias vendidas. Apesar de ser um dos maiores hits do rock, o som tem os seus detratores. O guitarrista do Lorna Shore, Adam De Micco, conversou com a revista Guitar World e comentou sobre a sua antipatia em relação à canção e integrantes do Guns. “Eu estava na academia uma vez e ouvi Guns N’ Roses. Sweet Child O’ Mine é uma música horrível – odeio a voz do Axl e nem gosto do jeito que o Slash toca. Mas é um som que resistiu ao teste do tempo”. Adam acrescentou: “Hoje em dia, a música surge e desaparece em menos de um ano, mas existem bandas de 30, 40 anos atrás, e as pessoas ainda ficam animadas ao ouvi-las, e eu fico pensando: ‘Como’? Mesmo não curtindo, [Sweet Child O’ Mine] tornou-se minha principal inspiração para escrever algo atemporal. Eu queria escrever um riff de guitarra que algum garoto quisesse aprender”. Além de guitarrista, Adam De Micco é o líder do Lorna Shore, banda de death metal que já lançou cinco discos de estúdio, sendo I Feel the Everblack Festering Within Me, de 2025, o mais recente. O grupo está na estrada promovendo seu novo material, com tour pela América do Norte, Europa e Japão. Via: Rockbizz

Sharon Osbourne se irrita com a acusação de querer lucrar com avatar de IA de Ozzy: “Não preciso do dinheiro de vocês”
Sharon e Jack Osbourne se pronunciaram em vídeo no canal The Osbourne sobre o projeto de avatar de IA de Ozzy. Com a divulgação da ideia, a família do Príncipe das Trevas está recebendo muitas críticas dos fãs, que os acusam de querer fazer dinheiro fácil à custa do cantor. A empresária defendeu tanto a tecnologia quanto suas motivações para manter vivo o legado de seu falecido marido. “Por que ir em um jato quando existe um avião a hélice? O que vocês estão fazendo? Bem, sabem de uma coisa? A tecnologia evolui, e eu sinto muito por essas pessoas. Não estou pedindo que vocês prestigiem. Eu não quero o dinheiro de vocês. Eu não preciso do dinheiro de vocês. Estou muito bem, na verdade, e sempre estive durante toda a minha vida”. Sharon aproveitou o espaço para rechaçar a ideia de desrespeito à memória do Madman, como algumas pessoas estão afirmando nas redes sociais. “E a questão é: alguém se virar para mim e dizer que estou fazendo isso para ganhar dinheiro fácil… Não, você não conhece meu marido, ok? Eu conheço meu marido! E ele me perguntava repetidamente: ‘Depois que eu partir, quanto tempo você acha que serei lembrado? Quanto tempo você acha’? E eu respondia: ‘Eu simplesmente não sei, porque provavelmente irei com você, então não me pergunte’. Mas a questão é que, por 10 anos, estivemos explorando isso. Além disso, não tenho que justificar o porquê de fazermos isso para ninguém. Eu não tenho que justificar. O que eles acham que vamos fazer? Que eu vou usar meu marido para vender herbicida em um anúncio, ou vender cigarros ou cerveja? Vocês acham que eu vou fazer isso? Estamos acompanhando os tempos! É como dizer: ‘Por que você precisa de um CD quando tem um disco de vinil’? Você acompanha os tempos. Esta é uma tecnologia incrível, e eu não vou deixar ninguém rebaixar meu marido”. Via: Rockbizz

‘City of Evil’: O disco que transformou o Avenged Sevenfold em uma banda de estádio
Lançado em 07 de junho de 2005, o terceiro álbum de estúdio do Avenged Sevenfold marcou uma grande revolução na carreira da banda. Sendo o primeiro disco lançado por uma grande gravadora, City of Evil representou uma ruptura quase completa com as raízes metalcore e screamo que haviam definido os primeiros trabalhos do grupo. O álbum consolidou a identidade artística da banda e abriu as portas para uma ascensão que a levaria dos clubes aos maiores festivais de música. Quando Avenged Sevenfold abandonou o metalcore Na época, o metalcore vivia um de seus momentos mais populares e muitos grupos preferiam repetir fórmulas de sucesso. O Avenged Sevenfold escolheu correr riscos. Quando City of Evil estreou, muitos fãs foram surpreendidos e não reagiram bem. O Avenged Sevenfold vinha do aclamado disco Waking the Fallen (2003), um trabalho repleto de vocais gritados, riffs agressivos e elementos típicos do metalcore da época. No entanto, a banda decidiu seguir por outro caminho. “A princípio, foi um fracasso total para nós. Acho que o disco vendeu 35.000 cópias na primeira semana, e foi uma grande decepção. E a galera reagiu muito mal a ‘Burn It Down’, que foi a primeira música que lançamos”, revelou M. Shadows em entrevista à revista Revolver, em 2010. Em vez de apostar apenas na agressividade extrema, o grupo mergulhou em influências clássicas que remetiam a gigantes como Iron Maiden, Guns N’ Roses, Pantera eMetallica e grupos europeus como Children of Bodom e Blind Guardian. Ao mesmo tempo, o guitarrista Synyster Gates assumiu protagonismo absoluto. Seus solos velozes, harmonizações complexas e riffs repletos de influência neoclássica transformaram o álbum em uma vitrine de virtuosismo. “Com as guitarras, nossa inspiração naquela época era que queríamos tocar melhor que o Children of Bodom. Essa era a banda que a gente admirava naquele momento. Tipo, a gente queria tocar guitarra do jeito deles, mas ser uma banda americana, só que com elementos europeus. Então pegamos de tudo, desde Dream Theater a Pantera, Metallica, Children of Bodom, Blind Guardian, Queen e tudo mais, e é isso que está misturado no disco”, disse M. Shadows. O resultado foi um disco que conseguiu traduzir a energia do heavy metal tradicional para uma nova geração. Em uma época dominada pela MTV, videogames musicais e pela ascensão da internet, o Avenged Sevenfold encontrou a fórmula perfeita para dialogar tanto com fãs de metal extremo quanto com ouvintes do rock mainstream. Das pequenas casas aos grandes festivais O alcance de City of Evil foi além do público tradicional do metalcore. M. Shadows relembrou que a exibição de “Bat Country” na MTV chamou a atenção de músicos e fãs de rock mais tradicionais, incluindo Mike Portnoy, do Dream Theater. Segundo M. Shadows, o entusiasmo de nomes respeitados da cena ajudou a legitimar o álbum e a reconquistar parte dos fãs que inicialmente haviam estranhado a mudança de direção musical da banda. “Aí começamos a receber ofertas para grandes turnês, e fomos lá no Ozzfest, pensando ‘Vamos detonar no palco principal do Ozzfest’, mas sabe, aquelas pessoas não ligaram”, relatou o guitarrista Zacky Vengeance. Músicas do disco também conquistaram uma enorme popularidade entre os fãs de videogames, aparecendo em franquias como Guitar Hero II, Guitar Hero Smash Hits e Rock Band. Duas décadas depois, City of Evil segue como um dos discos mais importantes do Avenged Sevenfold, além de criar as bases para o sucesso de discos posteriores como Avenged Sevenfold (2007) e Nightmare (2010). “O Metallica tocava músicas como ‘Sad But True’, ‘Nothing Else Matters’ e ‘Enter Sandman’, músicas que simplesmente têm aquela força que arrebata. Foi daí que surgiu o conceito de fazer um disco que, sonoramente, fosse mais aberto. É daí que vêm músicas como ‘Critical Acclaim’, ‘Scream’, ‘Afterlife’ e ‘Almost Easy’ [faixas do álbum autointitulado, sucessor de City of Evil]”, disse o vocalista M. Shadows. Avenged Sevenfold deixou de ser apenas uma promessa do metalcore para se tornar uma verdadeira banda de arena e, posteriormente, uma atração capaz de ocupar o topo de festivais gigantes como o Rock in Rio, onde será o headliner pela segunda vez consecutiva, se apresentando no Palco Mundo em 05 de setembro. LEIA TAMBÉM: Avenged Sevenfold deixa gravadora e agora é banda totalmente independente Via: WikiMetal
Avatar libera videoclipe do novo single Crying Fire
O sueco Avatar liberou o videoclipe do novo single Crying Fire. A faixa surgiu durante a criação do álbum Don’t Go In The Forest, décimo registro de estúdio do grupo, que saiu em outubro pelo selo Black Waltz Records. Sobre o novo som, o vocalista Johannes Eckerström disse: “Crying Fire é muito especial para todos nós. Foi escrita e gravada durante as sessões do álbum Don’t Go In The Forest. Ao fazer a seleção final das faixas do álbum, esta era uma escolha óbvia. Mas então começamos a nos perguntar: ‘E se guardássemos o melhor para depois? E se mantivéssemos essa joia escondida do mundo por um tempo’? Ela certamente se sustenta sozinha. Eu ouço uma tempestade implacável de emoções. Ela me atinge em um lugar profundamente escondido, e espero que faça o mesmo com vocês. Eu poderia dizer muito sobre o que a música significa, mas aprendi que às vezes é melhor me afastar e simplesmente deixar que ela seja ouvida pelo que é. O melhor que posso dizer hoje é que ela fala sobre suportar a dor e amar apaixonadamente”. Johannes Eckerström e seus companheiros – Jonas Jarlsby (guitarra), Tim Öhrström (guitarra), Henrik Sandelin (baixo) e John Alfredsson (bateria) – estão em turnê pela Europa em promoção do novo som e álbum. O giro por lá irá até o começo de julho. Depois disso, os caras irão para o Reino Unido e Austrália. Via: Rockbizz

“A palavra gótica é estúpida; eu odeio essa palavra”, afirma Amy Lee (Evanescence)
Amy Lee, vocalista do Evanescence, concedeu uma entrevista à revista Metal Hammer para fornecer detalhes de seu novo álbum, Sanctuary, que saiu no dia 05 de junho. Na conversa, ela também recordou o começo de carreira, quando lançou o single Bring Me To Life e ganhou o rótulo de banda gótica. “Honestamente, eu nunca gostei dessa palavra”, disparou Amy. “Eu era mais do tipo rock alternativo, com calças jeans rasgadas. A palavra gótica [para descrever a música do Evanescence] é estúpida. Eu odeio essa palavra”. Lee prosseguiu falando que também não é fã do rótulo nu metal, estilo que foi bastante popular na década de 1990 e 2000, o qual teve como protagonistas bandas como Korn, Deftones, Slipknot, Disturbed, Coal Chamber e Kittie. “Não acho que essa palavra seja particularmente moderna, mas não me importo muito”, disse a cantora sobre a descrição de nu metal. “Rótulos são rótulos, chame como quiser, está tudo bem. Sabemos quem somos e a nossa trajetória é repleta de crescimento incrível, mas também de respeito pelas nossas origens”. Como dito anteriormente, o Evanescence lançou Sanctuary, seu sexto registro de estúdio, na sexta-feira, dia 05 de junho. Após o lançamento do álbum, o grupo voltará à estrada, iniciando uma nova série de shows em 11 de junho. O primeiro show do conjunto será em West Palm Beach, Flórida. Via: Rockbizz

Apple Corps oficializa o Dia Mundial dos Beatles
A Apple Corps, empresa de multimídia fundada pelos Beatles em 1968, reconheceu oficialmente a realização da celebração do legado da banda. O Dia Mundial dos Beatles, realizado anualmente por fãs desde 25 de junho de 2009, ganhou a chancela oficial da companhia. Foi exatamente nesta data, em 1967, que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr entraram no Estúdio Um do Abbey Road Studios, em Londres, para realizarem a primeira transmissão internacional via satélite do mundo. A apresentação de “All You Need is Love” teve exibição ao vivo como parte do programa Our World, da BBC e alcançou uma audiência estimada em cerca de 400 milhões de pessoas ao redor do mundo. [via Rolling Stone Brasil]. Dentre as celebrações do Dia Mundial dos Beatles, uma versão colorida da clássica performance será lançada gratuitamente no YouTube, marcando a primeira vez que o material estará oficialmente disponível online para o público assistir. CEO da Apple Corps enviou carta para criador do Dia Mundial dos Beatles O CEO da Apple Corps, Tom Greene, enviou uma carta para Faith Cohen, fã responsável pela comemoração, onde elogiou a iniciativa e explicou as motivações para o reconhecimento oficial da data. “Mais do que nunca, a mensagem dos Beatles e de ‘All You Need Is Love’ fala de algo vital para a comunidade, a conexão e o poder de unir as pessoas”, escreveu o diretor. “É isso que torna o Dia Mundial dos Beatles tão especial. Ele pede apenas que as pessoas, onde quer que estejam, parem, ouçam e compartilhem um pouco de alegria”, escreveu. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Fotos inéditas revelam detalhes raros do último show dos Beatles Via: WikiMetal

Best Of Blues And Rock confirma edição de 2026 para novembro
A organização do Best of Blues and Rock anunciou nesta sexta-feira, 05, as datas da edição de 2026. O festival irá ocupar o Parque Ibirapuera nos dias 20, 21 e 22 de novembro. Em nota nas redes sociais, o festival escreveu: “Ao longo de 12 edições, vivemos encontros históricos, estreias inesquecíveis, performances lendárias e momentos que ficaram para sempre na memória de quem esteve lá. E a história continua! O que podemos afirmar agora é: valeu muito a pena esperar!” A Waiting List Oficial BB&R 2026 será aberta neste sábado, 06, às 12h. Informações sobre line-up e venda de ingressos serão anunciadas em breve. A edição Best of Blues and Rock 2025 aconteceu em São Paulo em dois finais de semana, nos dias 07, 08, 14 e 15 de junho, e entregou um festival memorável com atrações como Deep Purple, Alice Cooper, The Verve e Dave Matthews Band. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Vendas abertas para show do Slayer no Brasil; saiba como comprar ingressos Via: WikiMetal

Guns N’ Roses toca Think About You pela primeira vez em vinte anos
O Guns N’ Roses tocou Think About You pela primeira vez em vinte anos. A performance da canção aconteceu na última quinta-feira, dia 04 de junho, em Gilwice, na Polônia. Vale lembrar que a faixa está presente no debute Appetite For Destruction, que se destaca como um dos maiores trabalhos do rock oitentista. Lançado no dia 21 de julho de 1987, Appetite for Destruction mudou a cena assim que chegou no mercado. O rock n’ roll cru e corajoso baseado no blues combinado com uma atitude de rua e mensagens para a juventude da década o tornaram único. Embalado por clássicos como Welcome to the Jungle, Paradise City e Sweet Child o’ Mine, o disco já vendeu mais de trinta milhões de cópias em todo globo. Além disso, entrou nas paradas de sucesso de vários países como Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Canadá e Brasil. Via: Rockbizz

Amy Lee revela momento especial ao lado do filho em show do Metallica
Amy Lee revelou um momento especial vivido ao lado do filho durante a turnê da banda com o Metallica. Segundo a cantora, ver o garoto descobrir o heavy metal pela primeira vez trouxe lembranças de sua própria adolescência e de quando se apaixonou pela música. Em entrevista à Loudwire, a vocalista do Evanescence contou que levou o filho, Jack, de 11 anos, para acompanhar a série de shows realizados na Austrália e na Nova Zelândia ao lado do Metallica. “Eles foram incríveis, muito gentis. Você nunca sabe como vai ser entrar no mundo de outra pessoa. É o show deles e você tem que respeitar totalmente. É o Metallica, então vamos respeitar. Mas também, tipo, podemos ter uma boa produção? O que exatamente podemos fazer sem sermos incomodados e quão gentis vocês serão com isso? E eles acabaram sendo muito legais. Eles me deixaram colocar nosso piano de cauda no Snake Pit e eu pude passar alguns momentos tocando piano, cercado pela multidão” revelou Amy.Segundo a cantora, o momento mais marcante aconteceu durante a execução de “Nothing Else Matters”: “Pude levar meu filho, que agora tem 11 anos — a idade perfeita para se apaixonar por metal. Ele vivenciar aquilo no estádio, com a chuva começando a cair suavemente durante ‘Nothing Else Matters’, e eu só conseguia ver a reação dele: ‘É isso aí’. Foi muito bom para mim e me fez lembrar de quando eu tinha aquela idade e me apaixonava por música”.Evanescence acaba de lançar o álbum Sanctuary, primeiro trabalho de estúdio da banda desde The Bitter Truth, de 2021. A banda inciará na próxima semana uma extensa turnê pela América do Norte, Reino Unido e Europa, reunindo um dos line-ups mais fortes do rock alternativo atual. A banda liderada por Amy Lee terá como convidadas Spiritbox, Poppy, Nova Twins e K. Flay. LEIA TMBÉM: Evanescence lança ‘Sanctuary’, aguardado sexto álbum da carreira Via: WikiMetal

Mattilha lança video de “Substância” com referência ao filme de horror
Mattilha lançou na última quinta-feira, 04, o videoclipe do novo single “Substância”, transformando dependência, alienação e autodestruição em narrativa visual. O single tem referência no impacto psicológico do filme vencedor do Oscar The Substance. A produção usa referências ao longa protagonizado por Demi Moore para discutir os diferentes tipos de “substâncias” que anestesiam a sociedade contemporânea. Segundo a banda, a ideia nasceu durante uma conversa sobre o filme, quando surgiu a reflexão de que “todo mundo tem a sua substância”. A partir desse conceito, o grupo desenvolveu uma narrativa que explora vícios químicos, emocionais e comportamentais, mostrando como diferentes formas de dependência podem consumir uma pessoa gradualmente. “O filme só foi um gatilho de uma ideia que já estava amadurecendo há um tempo. São vivências que já passamos nessa jornada com muitas outras experiências que já presenciamos. Infelizmente ou felizmente, pois muitas das vezes (não deveria ser assim), aprendemos e crescemos em meio às dores dessa caminhada. Ela sintetiza exatamente um pouco de tudo que acontece nos dias atuais. A devoção cega, a busca pela imagem perfeita completamente distorcida, o nadar no raso absoluto, a fuga dessa loucura coletiva buscando o desabrochar de um alívio momentâneo – que a cada dia cava uma pá de terra em sua própria cova. Ela é uma jornada brutal da vida. Mas que, apesar de tudo, ainda existe aquele tempo de acordar e renascer, de remontar. É uma jornada ruim, mas que gera uma esperança. Ou então, a paz do infinito”, disse o vocalista Gabriel Martins. Com grandes referências ao horror psicológico de “A Substância” e uma forte mensagem de esperança, o novo trabalho do Mattilha ganha um videoclipe cinematográfico que acompanha Gabriel Martins em uma jornada simbólica dentro de um elevador, usado como metáfora para a escalada dos vícios e das dependências que anestesiam a realidade. À medida que os andares sobem, a narrativa retrata a sensação de prazer momentâneo proporcionada por essas substâncias e comportamentos, seguida pela inevitável queda física e emocional. LEIA TAMBÉM: André Góis fala sobre curadoria musical, streaming e história do rock Via: WikiMetal

Evanescence lança ‘Sanctuary’, aguardado sexto álbum da carreira
Evanescence lançou nesta sexta-feira, 05, o aguardado sexto álbum de estúdio, intitulado Sanctuary. O projeto chega para coroar um processo de produção minucioso e apresenta a banda em seu estado mais potente e visceral. “Este álbum levou mais de três anos para ser feito e estou orgulhosa demais de cada segundo dele. É avassalador. Trabalhar nele foi a minha válvula de escape para tanta coisa que parece errada e fora de controle, e um lugar para acender a esperança através do poder da música e da conexão”, contou Amy Lee. A versão física deluxe em CD traz um Blu-ray contendo o registro histórico Live in São Paulo, show gravado no Brasil em 2023, que consagrou a maior apresentação solo de toda a história do Evanescence. Como também um documentário sobre a turnê na América Latina e bastidores do clipe de “Who Will You Follow”. Em 2025, o Evanescence lançou “Fight Like A Girl” com K. Flay. Além da parceria com Halsey, cantora indicada na música “Hand That Feeds”. Em seguida, Amy Lee uniu forças com Poppy e Courtney LaPlante (Spiritbox) no single “End Of You”. A banda também lançou “Afterlife”, parte da trilha de Devil May Cry. Evanescence fará uma extensa turnê pela América do Norte, Reino Unido e Europa, reunindo um dos line-ups mais fortes do rock alternativo atual. A banda liderada por Amy Lee terá como convidadas Spiritbox, Poppy, Nova Twins e K. Flay. LEIA TAMBÉM: We Are The Fallen, projeto de ex-membros do Evanescence, pode voltar Via: WikiMetal

Amy Lee (Evanescence) está orgulhosa em ver seu filho de 11 anos se apaixonar pelo metal
A cantora Amy Lee (Evanescence) está orgulhosa em ver seu filho de 11 anos se apaixonar pelo metal. Em bate-papo com a Loudwire, ela comentou que levou Jack para a turnê que fez com o Metallica pela Austrália e Nova Zelândia e a experiência foi positiva para o garoto. “Pude levar meu filho, que agora tem 11 anos – a idade perfeita para se apaixonar por metal”, disse Lee, de 44 anos. “Eles foram incríveis, muito gentis. A gente nunca sabe como vai ser ao entrar no mundo de outra pessoa”, pontuou a artista sobre a receptividade do Metallica. “Ele vivenciar aquilo no estádio, a chuva começando a cair suavemente durante Nothing Else Matters, eu vi a reação dele, tipo, ‘tô dentro’. Foi muito bom para o meu coração e me fez lembrar daquela época em que eu me apaixonava por música”, completou Amy. E por falar em Amy Lee, o Evanescence lançará Sanctuary, seu novo álbum, o sexto de sua carreira, na sexta-feira, dia 05 de junho. Após o lançamento do álbum, o grupo voltará à estrada, iniciando uma nova série de shows em 11 de junho. O primeiro show do conjunto será em West Palm Beach, Flórida. Via: Rockbizz

Iron Maiden: Bruce Dickinson chega ao Sweden Rock Festival de veículo de combate anfíbio
Nesta quinta-feira, dia 04 de junho, o Iron Maiden tocou na Suécia como parte da famosa Run For Your Lives World Tour 2026. E para causar uma boa impressão, o vocalista Bruce Dickinson chegou ao Sweden Rock Festival de veículo de combate anfíbio. O evento compartilhou em suas redes sociais alguns registros da chegada do roqueiro, com direito a colete, capacete e as bandeiras da Inglaterra e Suécia. Na legenda da publicação, o festival escreveu: “Mais um dia no paraíso do rock n’ roll”. Vale destacar que a turnê contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. A Run For Your Lives Tour 2026 passará por vários países como Alemanha, Bulgária, Suécia, Estados Unidos, Canadá até chegar na América Latina. Por aqui, a banda tocará no Chile, Argentina, Peru, Equador, Colômbia e, claro, no Brasil. Ao longo do giro, o grupo terá o apoio de várias nomes do heavy metal mundial como Anthrax, Megadeth, Trivium e Evergrey. Via: Rockbizz

KISS: Gene Simmons e Shannon Tweed são processados por causa de acidente de carro
Gene Simmons e Shannon Tweed estão sendo processados por causa de um acidente de carro, de acordo com o TMZ. Quem abriu o processo foi Evan Brenner, que alegou ter sofrido ferimentos graves em julho de 2024, no acidente que aconteceu na Sunset Boulevard, em Los Angeles, EUA. Evan está demandando uma indenização por danos gerais, bem como para custear os danos materiais referentes a despesas médicas, hospitalares, radiografias e outras despesas eventuais. Brenner também está alegando que não pode trabalhar em decorrência do acidente. Shannon disse ao TMZ que Gene Simmons não estava no carro durante o “acidente muito leve” e ressaltou que ninguém se feriu na colisão. A esposa do linguarudo do KISS afirmou que o único dano causado foi um arranhão na pintura do carro do outro motorista e que ele foi extremamente gentil quando trocaram informações e detalhes do seguro. A modelo ainda disse que o homem foi muito agradável por mensagem de texto após o acidente e que esta é a primeira vez que ouve falar sobre o ocorrido. Ela acredita que a situação mudou quando ele deve ter descoberto quem ela e o marido são. Via: Rockbizz

Guia Prático para a Final da Champions: Checklist de Quando Usar Empate Anula Aposta ou Dupla Chance
Apostas na Final da Champions Liga: “Empate Anula a Aposta” vs. “Dupla Chance” O Esporte da Sorte é uma das principais plataformas de apostas esportivas do Brasil, oferecendo uma experiência completa e intuitiva, tanto para apostadores experientes quanto para iniciantes. Com foco no futebol — o esporte mais amado do país —, o Esporte da Sorte disponibiliza uma ampla variedade de opções de apostas, cobertura ao vivo e cotações competitivas. A plataforma prioriza a acessibilidade, facilitando para que entusiastas de todo o Brasil explorem e participem de seus eventos esportivos favoritos. Se você está se perguntando como baixar o Esporte da Sorte no celular, o processo é simples, permitindo que você faça suas apostas de onde estiver. O que diferencia o Esporte da Sorte Brasil é sua dedicação às apostas responsáveis e ao suporte personalizado ao usuário. A plataforma equipa os apostadores com recursos valiosos, como tutoriais guiados, análises de especialistas e dicas para tomar decisões mais bem informadas. Quer você busque aprimorar suas estratégias de apostas ou simplesmente desfrutar da emoção de torcer pelo seu time, o Esporte da Sorte Brasil representa um caminho confiável para intensificar a emoção dos esportes por meio de práticas de apostas seguras e confiáveis. Entendendo “Empate Anula Aposta” e “Dupla Chance” Ao explorar opções de apostas esportivas, compreender termos como “Empate Anula Aposta” e “Dupla Chance” é crucial para refinar suas estratégias. O “Empate Anula a Aposta” elimina o risco de um empate ao reembolsar o valor da sua aposta caso o jogo termine empatado. Essencialmente, você aposta na vitória de uma das equipes, contando com a rede de segurança de recuperar o valor apostado caso a partida não tenha um vencedor. Essa opção é particularmente atraente para apostadores cautelosos que desejam minimizar perdas em partidas muito disputadas. A Dupla Chance, por outro lado, permite cobrir dois resultados possíveis em uma única aposta. Por exemplo, você pode apostar na vitória de uma das equipes ou no empate da partida. Embora o retorno potencial seja menor em comparação a uma aposta em resultado único, a maior probabilidade de sucesso a torna uma escolha atraente para apostadores avessos ao risco. Análise da Forma e do Desempenho da Equipe Analisar a fase e o desempenho de uma equipe é um aspecto fundamental para o sucesso nas apostas esportivas. Ao examinar os resultados recentes das partidas, as estatísticas individuais dos jogadores e a dinâmica da equipe, os apostadores podem obter percepções valiosos sobre como é provável que o time se comporte em um próximo confronto. Isso inclui analisar o retrospecto de vitórias e derrotas de uma equipe, seu desempenho em jogos em casa e fora, bem como seus resultados contra adversários específicos. Além disso, compreender fatores como lesões, suspensões e fadiga pode refinar ainda mais as previsões. O acompanhamento consistente da fase da equipe permite aos apostadores identificar tendências e tomar decisões baseadas em dados, aumentando a probabilidade de resultados favoráveis. A Importância da Disponibilidade dos Jogadores-Chave Ao analisar o desempenho potencial de uma equipe, a disponibilidade dos jogadores-chave é um fator crítico a ser considerado. Os jogadores de destaque exercem um impacto significativo no resultado de uma partida, influenciando tanto o moral da equipe quanto a dinâmica de jogo. Aqui estão alguns pontos-chave a serem examinados: Impacto na Estratégia: A presença ou ausência de jogadores-chave pode exigir que as equipes ajustem suas táticas e formações, o que altera sua eficácia geral; Qualidade dos Substitutos: A profundidade e a qualidade do banco de reservas de uma equipe são cruciais para mitigar os efeitos da ausência de jogadores-chave; Mudanças no Momentum: A perda de um jogador vital pode romper o ritmo da equipe, ao passo que seu retorno eleva o moral e a confiança; Química da Equipe: A ausência de jogadores experientes ou de liderança pode afetar a coesão e a coordenação dentro do elenco. Impacto da Vantagem de Jogar em Casa e Fora A influência de jogar em casa ou fora pode afetar significativamente o desempenho e os resultados de uma equipe. A vantagem de jogar em casa proporciona às equipes um ambiente familiar, torcedores solidários e menor fadiga decorrente de viagens, elevando a confiança e os níveis de energia dos jogadores. Por outro lado, os jogos fora de casa trazem desafios como torcidas hostis, condições desconhecidas e o desgaste das viagens, fatores que podem impactar o desempenho. Analisar os retrospectos de jogos em casa e fora é essencial para compreender como esses fatores moldam os resultados, oferecendo uma visão mais clara dos pontos fortes e das vulnerabilidades de uma equipe em diferentes contextos. Avaliando os Pontos Fortes Defensivos e Ofensivos Para avaliar o desempenho geral de uma equipe, é crucial analisar tanto suas capacidades defensivas quanto as ofensivas. Os pontos fortes defensivos são mensurados pela capacidade da equipe de minimizar os gols sofridos, manter a organização e desarticular os ataques adversários. Métricas como jogos sem sofrer gols, desarmes bem-sucedidos e interceptações podem oferecer percepções sobre a solidez defensiva da equipe. Por outro lado, os pontos fortes ofensivos refletem-se na capacidade de uma equipe de marcar gols, criar oportunidades e manter a pressão sobre os adversários. Os principais indicadores de sucesso ofensivo incluem gols marcados, precisão nos chutes e passes bem-sucedidos no terço ofensivo do campo. Equilibrar esses dois aspectos é vital para a obtenção de resultados consistentes, visto que uma equipe com um ataque forte, mas uma defesa fraca — ou vice-versa — terá dificuldades para alcançar o sucesso a longo prazo. Considerando fatores externos Fatores externos desempenham um papel crucial na definição do desempenho de uma equipe e podem ser a diferença entre a vitória e a derrota. Condições climáticas — como chuva forte, ventos intensos ou calor extremo — podem influenciar o ritmo do jogo e afetar a resistência dos jogadores. Por exemplo, gramados molhados levam a um movimento imprevisível da bola, ao passo que condições de calor podem resultar em uma fadiga mais rápida. As lesões constituem outro fator significativo a ser considerado, uma vez que a ausência de jogadores-chave pode desestabilizar

Heavy metal no Brasil é semiprofissional; não tem estrutura, não tem nada, segundo Bill Hudson
Tirar uma banda de rock n’ roll e heavy metal do papel é bastante difícil! Conseguir se manter no mercado e, posteriormente, alcançar sucesso deixa tudo ainda mais complexo. A coisa fica mais aguda em nosso país, pois enfrentamos dificuldades em todas as etapas do processo com equipamentos caros, casas de shows com pouca ou nenhuma infraestrutura, produtores amadores – às vezes picaretas -, público pouco aberto ao novo e por aí vai. Portanto, para quem deseja vingar nesse mercado, o ideal é ter grana no bolso para bancar a “brincadeira” em praças europeias e norte-americanas. Bons contatos, sangue frio para contornar os desafios, boas doses de paciência e um produto original também ajudam na obtenção de bons resultados. O guitarrista Bill Hudson (Doro, I Am Morbid, NorthTale) é um bom exemplo de músico que deixou o Brasil para tentar a sorte no mercado internacional. Recentemente, ele concedeu uma entrevista ao canal Ibagenscast e respondeu a famigerada pergunta: “Você acha que é possível ter uma carreira/banda no heavy metal no Brasil”? Bill respondeu: “Eu não acho! Sinceramente, eu não acho. Acho que é literalmente impossível. É como querer ser jogador de futebol profissional no Canadá. Não tem estrutura. Você começa jogando contra o público. O público se ofende porque você está tentando competir com o Angra, se ofende porque você está competindo com a banda deles também. Então, não dá”. “Como latino-americano, acho que não dá em nenhum lugar da América Latina. Tem que ir para a Europa, tem que ir para os Estados Unidos. Tem que ir a lugares onde o heavy metal é profissional. No Brasil, [o metal] é semiprofissional. Não tem estrutura, não tem casa, não tem nada. Seria legal se desse [para viver de metal no Brasil]. Se desse, eu nunca tinha saído daí”, completou o músico. Via: Rockbizz

Bret Michaels (Poison) aprova a decisão da filha de vender fotos de seus pés na web: “Brilhante”
No sétimo episódio do reality show da Netflix, Calabasas Confidential, o vocalista do Poison, Bret Michaels, 63, e a modelo Raine Michaels, 26, que é a sua filha, conversaram sobre o trabalho da plataforma FeetFinder, site que vende fotos de pés. Depois que Raine fez suas ponderações sobre o desejo de atuar no FeetFinder, o roqueiro não economizou nos elogios ao atual momento do mundo virtual e ao futuro empreendimento da filha. “É um mundo incrível”, afirmou Bret. “Eu fui o primeiro a abraçá-lo como músico. Eu adoro. Adoro o rumo que o mundo está tomando. E eu acho o FeetFinder uma decisão brilhante, brilhante”. O cantor ainda brincou com a situação e disse mostrou seus pés na plataforma, no entanto, só “tiveram onze visualizações”. Ele completou afirmando que as “pessoas queriam o dinheiro de volta”. Calabasas Confidential traz aos espectadores um olhar mais amplo sobre a vida da família Michaels em sua residência na Califórnia. A ideia de capturar tanto o cotidiano quanto as reviravoltas inesperadas em seu mundo não é nova, mas possui aderência ao público que gosta de reality show. A série da Netflix estreou em 29 de maio de 2026, marcando a entrada formal de Raine sob os holofotes da grande mídia. Via: Rockbizz

Vocalista do Live confirma que Pearl Jam foi cogitado para o Rock in Rio 2026
A escolha de line-up para o Rock in Rio 2026 deu muito o que falar. Contando atualmente com um Dia do Metal (Avenged Sevenfold) e um Dia do Rock (Foo Fighters), muito se especulou que o festival teria ainda um terceiro dia dedicado ao gênero, do qual o Pearl Jam seria headliner. A informação foi apurada inicialmente em janeiro pelo jornalista Ancelmo Gois, do O Globo, mas acabou por não se concretizar. O último dia de Rock in Rio que permanecia sem atrações foi preenchido por nomes como Calvin Harris e Black Eyed Peas. Na noite de quarta-feira, 03, porém, o vocalista da banda Live confirmou em um comentário do Instagram que tanto o seu grupo quanto o Pearl Jam deveriam tocar no festival, mas a banda liderada por Eddie Vedder parece ter negado a proposta. Em comentário que anunciava os shows solo do Live no Brasil, Ed Kowalczyk respondeu a uma fã que questionou a ausência do Rio de Janeiro na turnê: “Ugh, nós iríamos tocar no Rock in Rio, mas eles mudaram a line-up para um monte de besteira pop (culpa do Pearl Jam) então não sei – estou tentando mas é difícil – eles dizem 2028, mas eles mentem, então quem sabe? Manterei vocês atualizados”. O Live se apresenta no Brasil em setembro com shows em São Paulo e Porto Alegre. A pré-venda, para assinantes do Clube Opus, começa na próxima sexta-feira (05/06), às 10h. Para o público em geral, a abertura das vendas acontece na terça-feira (09/06), no mesmo horário. Os ingressos estarão disponíveis exclusivamente em Eventim e pontos autorizados. Pearl Jam ainda pode vir ao Brasil em breve Em maio, o CEO do Atlético-MG, Pedro Daniel, mencionou um possível show do Pearl Jam em Belo Horizonte ao falar sobre eventos na Arena MRV [via TMDQA!]. O executivo falava sobre a estrutura da Arena MRV e citou atrações do estádio quando indicou que o grupo estaria previsto para tocar no local em um futuro próximo. “Temos diversos eventos, desde grandes eventos. Tivemos aqui agora o show do Luan Santana, vamos ter Pearl Jam lá na frente, alguns grandes shows. A gente tem eventos quase que diários aqui […]”, disse Pedro Daniel. LEIA TAMBÉM: Pearl Jam anuncia primeiro show após saída do baterista Matt Cameron Via: WikiMetal

‘Load’: O álbum do Metallica que chocou fãs com mudança sonora e visual
Ao longo de suas mais de quatro décadas de carreira, o Metallica passou por perdas trágicas, uma ascensão meteórica e um sucesso comercial estrondoso no início dos anos 1990. No entanto, em 1996, com o lançamento de Load, a banda mudou radicalmente tanto seu visual quanto sua identidade sonora, causando um choque imediato e grande estranheza no público da época. Antes de entrar na história sobre o álbum em si, é necessário voltar alguns anos antes e relembrar o trabalho anterior, o Black Album, lançado em 1991. Metallica em 1996. Crédito: Reprodução/Facebook. Sucesso com Metallica e expectativa para uma continuação O grupo havia conquistado o topo do mainstream, lotado estádios ao redor do mundo e vendido dezenas de milhões de cópias, fazendo do seu disco autointitulado o álbum de heavy metal mais bem-sucedido de todos os tempos. Devido a isso, a expectativa dos fãs e da indústria para uma possível continuação era alta, ainda mais porque, até aquela época, os norte-americanos nunca haviam ficado cinco anos sem lançar músicas inéditas. Metallica. Crédito: Reprodução/Reddit. No entanto, James Hetfield e Lars Ulrich não queriam repetir fórmulas ou ficar na zona de conforto. Com a explosão do rock alternativo e do grunge naquela década, o Metallica decidiu seguir muitos desses elementos, marcando uma mudança de direção: músicas mais cadenciadas e fortes influências de blues, country e hard rock. Cabelos cortados, maquiagem e capa controversa Como se a mudança sonora não fosse o suficiente para chocar os fãs mais puristas, o Metallica foi além e mexeu em um aspecto crucial: o visual. Os cabelos longos dos integrantes foram substituídos por cortes curtos. Eles também passaram a vestir roupas de grife e usar maquiagem, criando uma estética alternativa que ditou o tom do clipe do primeiro single do álbum, “Until It Sleeps”, que garantiu o primeiro número um da banda na parada de rock da Billboard. Encarte de ‘Load’. Crédito: Reprodução/Reddit. A polêmica, no entanto, ficou marcada com a capa do álbum, criada pelo fotógrafo norte-americano Andres Serrano, cujo trabalho é considerado transgressor por usar fotos de cadáveres e fluidos corporais. Intitulada Semen and Blood III, a obra produzida em 1990 consiste em uma mistura de sangue bovino e sêmen do próprio fotógrafo prensada entre duas placas de acrílico, causando um resultado que remete às chamas de carros hot rod. O guitarrista Kirk Hammett, que encontrou a foto em um livro de arte chamado Body and Soul no Museu de Arte Moderna de São Francisco, apresentou a obra para o restante da banda, fascinando Lars. James, por outro lado, nunca escondeu seu descontentamento com a estética do disco, admitindo em entrevistas posteriores que não gostava da capa, mas acabou cedendo para manter a união do grupo. “O Lars e o Kirk gostavam muito de arte abstrata, [ficavam] fingindo que eram gays. Eu acho que eles sabiam que me incomodava. Era uma afirmação girando em torno de tudo isso. Eu amo arte, mas não se for feita só pra chocar os outros. Acho que a capa do ‘Load’ foi só uma tirada com relação a tudo isso. Eu só acabei indo junto com a maquiagem e todas essas merdas loucas e estúpidas que eles achavam que tinham que fazer”, contou James à Classic Rock em 2009 [transcrição via TMDQA]. Apesar da opinião contrária do frontman e da recepção negativa dos fãs, Lars decidiu defender a estética, fazendo com que o Metallica ousasse ainda mais no ano seguinte, 1997, com o álbum sucessor, Reload. O disco contou novamente com outra polêmica obra de Serrano, Piss and Blood XXVI, desta vez trazendo uma mistura de urina e sangue bovino. “Os álbuns Load e Reload com as peças incríveis do Andres Serrano, eles sempre vão ter um lugar especial no meu coração. Eu o amo enquanto artista, as imagens e o fato de que nós conseguimos colocar Serrano nas capas desses dois discos. São provavelmente as minhas duas favoritas”, disse Lars à Revolver em 2018. ‘Semen and Blood III’. Crédito: Reprodução/Andres Serrano. Maturidade musical Longe da velocidade do thrash metal, as composições ganharam espaço com arranjos complexos e temas mais complexos como luto, depressão e vícios. Essa abordagem fica especialmente evidente em “Bleeding Me”, que retrata, de forma indireta, a luta de James contra o alcoolismo. A faixa de encerramento “The Outlaw Torn”, focada em retratar a perda e a dor de não conseguir substituir alguém que se foi, possui nove minutos de duração, e frequentemente apontada por fãs e críticos como uma das composições mais subestimadas da carreira do Metallica. Outro destaque fica para a balada “Mama Said”, com uma melodia bastante influenciada pelo country e com um dos relatos mais íntimos já escritos pelo vocalista: o doloroso processo de luto e a relação mal resolvida com sua mãe, Cynthia, que faleceu de câncer quando ele tinha apenas 16 anos. Criado em uma família cristã de fortes crenças religiosas, o músico a viu recusar qualquer tipo de tratamento médico ou quimioterapia, causando nele uma grande revolta que já havia inspirado a música “The God That Failed”, do Black Album. Segundo ele, a música não foi escrita originalmente para a banda, pois achava que os outros integrantes não aceitariam algo tão country e pessoal. No entanto, Lars e o produtor Bob Rock ouviram a fita demo, viram o quão profunda ela era e insistiram para que entrasse no álbum. Três décadas após seu lançamento, as controvérsias iniciais sobre Load ficaram no passado, dando lugar a uma análise muito justa sobre o álbum, cujo legado provou ser um passo fundamental para a longevidade do Metallica. Em vez de tentarem recriar a fórmula do Black Album, James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Jason Newsted preferiram explorar novos horizontes para mostrar que a música do quarteto ia muito além da agressividade responsável pela consagração deles nos anos 1980. Tendo músicas como “King Nothing” e “Until It Sleeps”, além das já citadas “Bleeding Me” e “The Outlaw Torn”, que continuam a aparecer nos shows e setlists do grupo até hoje, o

Sepultura: “Não é problema meu que os fãs estejam decepcionados”, dispara Andreas Kisser
Roots, que é o sexto trabalho de estúdio do Sepultura, chegou ao mercado no dia 20 de fevereiro de 1996 e chancelou de vez o espaço do grupo brasileiro no mercado estrangeiro. O quarteto passou a ser figura mais do que bem quista nos palcos dos Estados Unidos e Europa. No entanto, a carreira da banda abrange muitas outras jurisdições musicais além do que pode ser conferido em Roots. O conjunto concebeu em sua arte estilos como thrash metal, death metal, punk, hardcore e por aí vai. Portanto, é seguro afirmar que o Sepultura nunca se acomodou artisticamente, tampouco usou fórmulas prontas para edificar sua trajetória de quatro décadas de história. Em entrevista à revista Metal Hammer Espanha, o guitarrista Andreas Kisser refletiu sobre essa inquietude musical, que se manifestou até mesmo no mais novo EP The Cloud Of Unknowing, que saiu em 24 de abril via Nuclear Blast Records. “Não é meu problema que os fãs estão decepcionados”, disparou Andreas ao risos ao falar sobre a reação do público à sua inquietação artística. “São universos diferentes, a relação que cada um tem com sua arte, com sua música, é muito pessoal e única, e está tudo bem. Isso é a liberdade de interpretação e de conexão”. “Eu estou descobrindo coisas novas hoje que foram gravadas há 40, 50, 60, 100 anos. Estamos sempre descobrindo coisas. Isso é normal! Bandas como o Black Sabbath, que mudou os vocalistas e bateristas, sempre temos isso [as mudanças]. São nossos gostos pessoais”, completou. E por falar em Sepultura, a banda revelou a data e o local de sua derradeira apresentação. O último show da banda acontecerá no dia 07 de novembro na Arena Mercado Livre do Pacaembu, São Paulo. A festa vai encerrar sua jornada de quatro décadas no metal. O anúncio saiu através das redes sociais oficiais do conjunto. Os caras informaram o seguinte: “No dia 07 de novembro, o Sepultura tomará conta da Arena Mercado Livre do Pacaembu para o show de encerramento da história da banda”. Vale lembrar que a Celebrating Life Through Death Tour começou oficialmente em 1º de março de 2024, com um show esgotado em Belo Horizonte. O show serviu de estreia do baterista Greyson Nekrutman, substituto de Eloy Casagrande, que foi para o Slipknot. Via: Rockbizz

Eminence lança single com Andreas Kisser mesclando death metal e thrash metal
A banda mineira Eminence, formada por Bruno Paraguay (vocal), Alan Wallace (guitarra e synths), Davidson Mainart (baixo) e Thiago Caeiro (bateria), lançou na última sexta-feira, 29, o single e videoclipe “Silent March”, inaugurando a fase mais pesada e agressiva de sua trajetória. A faixa-título do novo EP, previsto ainda para 2026, conta com participação especial de Andreas Kisser (Sepultura). “Uma inspiração para cada solo vem naturalmente com a própria música, com a parte rítmica, a harmonia, onde eu posso me sentir mais à vontade. Existem elementos que sempre uso, como velocidade, algumas coisas mais elaboradas também, oitavas, enfim, alavancadas… Tenho essas características, vamos dizer assim. E, dependendo do que a música pede, faço alguns testes até montar um solo que possa fazer parte e ajudar, de alguma forma, a música de uma maneira geral”, explica Andreas Kisser sobre a construção do solo. “Estou muito feliz de fazer parte desse novo lançamento do Eminence. Além de ser fã, somos amigos, né? A gente admira o trabalho um do outro, e foi muito legal ter recebido esse convite do Alan Wallace. Me sinto honrado e vejo que o metal nacional está mais forte do que nunca. Acho que o Eminence representa muito bem isso”, acrescenta. Gravado no AntFarm Studios, na Dinamarca, sob produção de Tue Madsen, “Silent March”, que teve a arte criada pelo designer brasileiro Rafael Moco, marca um momento importante nos quase 30 anos de carreira do Eminence, combinando identidade do metal brasileiro, peso contemporâneo e produção internacional. O processo de criação do novo EP começou no fim de 2024, a partir de riffs desenvolvidos pelo baixista Davidson Mainart para “Silent March”. Segundo a banda, a composição da faixa foi concluída em apenas duas semanas. No início de 2025, o grupo iniciou a pré-produção no Audio One Studios, em Belo Horizonte, trabalhando remotamente com Madsen na definição da sonoridade do material. Musicalmente, “Silent March” mescla metal industrial, thrash metal, metalcore e death metal, com abordagem moderna e marcada por grooves pesados desenvolvidos a partir das composições de Alan Wallace e da dinâmica coletiva da banda. “Sinto que capturamos a essência do Eminence enquanto adicionamos uma atmosfera mais pesada e moderna. As guitarras estão especialmente intensas desta vez”, comenta Alan Wallace. Liricamente, “Silent March” aborda temas como fé corrompida, obediência cega e violência transformada em sistema. A composição retrata uma marcha silenciosa conduzida por estruturas de poder construídas sobre mentiras, sofrimento e manipulação. “O tema do EP expõe estruturas, questiona símbolos e confronta a ideia de que fé, poder e verdade caminham lado a lado. Aqui não existem reis. Não existem deuses. Apenas o som constante da humanidade marchando, em silêncio, rumo à própria ruína”, detalha o guitarrista. LEIA TAMBÉM: Vendas abertas: Saiba como comprar ingressos para o último show do Sepultura Via: WikiMetal

Slayer abre venda de ingressos para show único em São Paulo
Um dos pioneiros da história mundial do thrash metal, o Slayer desembarca no Brasil para uma única apresentação no Allianz Parque, em São Paulo, em 17 de dezembro de 2026. Celebrando os 40 anos de seu álbum seminal, Reign in Blood, a banda apresentará o disco na íntegra. A venda geral de ingressos para o show começa hoje, 03 de junho, no site Livepass.com.br. Esta será a única apresentação no Brasil do show especial de aniversário, em que os fãs poderão assistir ao Reign in Blood executado integralmente. As apresentações em festivais ao longo do ano contarão com repertórios diferentes. SOBRE O SLAYERPor mais de quatro décadas, o ataque sonoro do Slayer consolidou a banda como o maior nome do thrash metal do planeta – o grupo pelo qual outras bandas pesadas ainda são medidas e ao qual aspiram alcançar. Sua participação no “Big Four” – Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax – as quatro bandas que definiram o gênero thrash metal, garantiu seu lugar na história da música. Indicada cinco vezes ao Grammy e vencedora de dois prêmios, a banda também acumulou diversos discos de ouro, além de prêmios de “Melhor…” concedidos por veículos do mundo inteiro, incluindo Kerrang!, SPIN, Metal Hammer, Revolver e Esquire. Ao longo de sua trajetória, o Slayer jamais recuou em sua proposta extrema e precisa, e, ao contrário de muitos contemporâneos que comercializaram seu som, a banda permaneceu brutal e devastadora, recusando-se a ceder às tendências do mainstream. O guitarrista Jeff Hanneman, membro fundador do Slayer, faleceu em 2013, e desde então Gary Holt, guitarrista do Exodus, assumiu seu posto. Paul Bostaph, baterista do Slayer entre 1994 e 2001, retornou à formação ao lado do baixista e vocalista Tom Araya e do guitarrista Kerry King. Em janeiro de 2018, o Slayer anunciou que encerraria suas atividades e realizaria uma última turnê mundial para agradecer aos fãs pelo apoio ao longo dos anos. Em 2024, a banda surpreendeu os fãs ao anunciar que voltaria aos palcos para apresentações selecionadas. Em 2026, algumas datas especiais celebram os 40 anos de Reign in Blood, seu trabalho mais feroz e definidor de uma era, com o álbum executado na íntegra. Vida longa ao Slayer! SERVIÇO: SÃO PAULOData: 17/12/2026 (quinta-feira)Local: Allianz ParqueEndereço: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo – SPAbertura dos Portões: 17hKorzus: 19hKreator: 19h50Slayer: 21h05Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. SETORES E PREÇOS (*)Pista Premium – R$890,00 (inteira) / R$445,00 (meia-entrada) / R$623,00 (cliente Itaú)Pista – R$490,00 (inteira) / R$245,00 (meia-entrada) / R$343,00 (cliente Itaú)Cadeira Nível 1 Lateral – R$650,00 (inteira) / R$325,00 (meia-entrada) / R$455,00 (cliente Itaú)Cadeira Nível 1 Central – R$600,00 (inteira) / R$300,00 (meia-entrada) / R$420,00 (cliente Itaú)Cadeira Superior – R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada) / R$252,00 (cliente Itaú)(*) Sujeito à disponibilidade. Via: Rockbizz

Tobias Forge explica significado real de “Mary On A Cross” do Ghost
“Mary On A Cross” se transformou na música mais popular da carreira do Ghost. O sucesso, porém, veio acompanhado de debates sobre o verdadeiro significado da letra. Lançada originalmente em 2019 como lado B do single Seven Inches Of Satanic Panic, a música ganhou nova vida em 2022. Uma versão desacelerada viralizou no TikTok e impulsionou o Ghost para um público muito maior, levando a faixa às paradas de sucesso, transformando-a no maior hit da banda sueca. Em entrevista resgatada pela revista Louder, o vocalista Tobias Forge esclareceu a inspiração por trás da faixa e rebateu interpretações que reduziram a canção a uma provocação religiosa. “Há várias camadas na letra que talvez seja importante as pessoas entenderem. O refrão é escrito de forma bem irônica, claro. ‘Go down’ não significa necessariamente ‘go down’ no sentido sexual… também pode significar ‘go down’ no sentido de entrar para a história, sua própria ascensão. Maria não significa necessariamente Maria, mãe de Jesus”, continuou ele. “Pode significar Maria Madalena, a suposta prostituta que pode ter sido esposa de Jesus – apenas como um símbolo de alguém que aparentava ser uma coisa, mas na verdade tinha outras intenções e fez algo diferente. Alguém que foi injustiçado”, disse Tobias. Para Forge, a música fala “mais sobre amizade e como, com outra pessoa, você pode ter sido algo em um determinado momento e depois acabou não sendo mais assim”. Tobias Forge também lembrou que usava o pseudônimo Mary Goore na época da banda de death metal Repugnant — uma referência bem-humorada ao guitarrista Gary Moore. “Então, tem muito pouco a ver com a mãe de Jesus, porque não quero que ninguém acredite que ela não era virgem”, brincou. A repercussão da música gerou críticas de grupos cristãos nas redes sociais. Mesmo assim, Forge afirmou que parte das reações surgiu porque muitas pessoas não buscaram compreender o contexto completo da letra. O cantor acredita que a provocação faz parte da identidade artística do Ghost, mas insiste que a canção possui um significado mais amplo do que os debates superficiais sugerem. LEIA TAMBÉM: Tobias Forge, do Ghost, denuncia perseguição: “Quero que ela me deixe em paz” Via: WikiMetal

Fotos inéditas revelam detalhes raros do último show dos Beatles
A revista Rolling Stone compartilhou 13 fotos inéditas do The Beatles registradas por Jim Marshall. As fotografias mostram momentos raros da banda durante o famoso concerto realizado no terraço da sede da Apple Corps, em Londres, em 30 de janeiro de 1969. As imagens mostram momentos de descontração entre John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Além de marcar a última apresentação pública dos Beatles, a apresentação serviu como parte das gravações do projeto que daria mais tarde origem ao álbum Let It Be. As fotos fazem parte do livro The Beatles by Jim Marshall: Live at Candlestick Park 1966. Sem anúncio prévio, os Beatles surpreenderam funcionários e pedestres ao subir no telhado do prédio da Apple Corps em uma apresentação improvisada que rapidamente atraiu a atenção de quem passava pela região central de Londres na época. As fotografias registram momentos pouco conhecidos dos bastidores do show. Em uma delas, Ringo Starr aparece concedendo uma entrevista à jornalista Marilyn Doerfler em uma área interna do estádio dos San Francisco Giants. Outra imagem mostra George Harrison encontrando Pauline Baez, irmã da cantora Joan Baez, que esteve presente no evento ao lado da também irmã Mimi Baez. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Com estética dos Beatles, Inglaterra anuncia convocados da Copa do Mundo 2026 Via: WikiMetal