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Nicko McBrain anuncia turnê europeia ‘Hello Boys And Girls!’
Nicko McBrain anunciou uma série de apresentações em formato de bate-papo que percorrerá diversos países entre outubro e dezembro, promovendo sua autobiografia Hello Boys And Girls!. Batizada com o mesmo nome de seu livro, a turnê dará aos fãs a oportunidade de ouvir relatos inéditos sobre a trajetória do ex-baterista do Iron Maiden. O repertório de histórias inclui bastidores do Iron Maiden, momentos marcantes da carreira, desafios pessoais e curiosidades acumuladas ao longo de mais de quatro décadas na música. A turnê começará em Frankfurt, na Alemanha, poucos dias após o lançamento da autobiografia, marcada para 22 de outubro. Na sequência, McBrain passará por cidades da Alemanha, Holanda, Escandinávia, Irlanda e Reino Unido. Em comunicado oficial, o baterista afirmou que escrever o livro foi uma oportunidade de revisitar experiências que ajudaram a moldar sua vida e sua carreira. “Uma verdadeira honra escrever a minha autobiografia e ter a chance de caminhar pela faixa da memória, revisitando todas as experiências que me fizeram ser quem sou e me trouxeram para onde estou hoje. E estou entusiasmado e encantado por levar essas histórias para a estrada e partilhá-las todas convosco. Sinto-me verdadeiramente abençoado por poder dizer olá, meninos e meninas, a todos pessoalmente no final deste ano. Vamos divertir-nos muito juntos, por isso juntem-se a mim para uma ótima noite fora. Eu tenho MUITAS histórias que quero contar a todos vocês!” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Iron Maiden lança vídeo oficial do primeiro show da turnê ‘Run For Your Lives 2026’ Via: WikiMetal

Roy Khan anuncia Zoë Marie Federoff, ex-Cradle of Filth, em shows no Brasil
Roy Khan anunciou a cantora Zoë Marie Federoff, ex-integrante do Cradle of Filth, como uma das atrações da sua próxima turnê sul-americana. A cantora participará das apresentações da turnê The Black Halo And Beyond, que celebra a fase clássica de Roy Khan no Kamelot. No Brasil, o artista fará cinco shows: São Paulo (17/10, Carioca Club), Recife (18/10, Armazém 14), Limeira (23/10, Mirage Eventos), Curitiba (24/10, Fun Stage) e Porto Alegre (25/10, Opinião). O anúncio chamou a atenção dos fãs porque marca uma das primeiras atividades de destaque de Zoë após sua saída do Cradle of Filth. Zoë ganhou destaque internacional ao integrar a banda durante os últimos anos e sua saída conturbada aconteceu ano passado, durante a mais recente passagem do grupo pelo Brasil. A saída de Zoë Marie Federoff A tecladista Zoë Marie Federoff anunciou sua saída do Cradle of Filth no último dia 24 de agosto, em meio à atual turnê sul-americana da banda, logo após um show em São Paulo, Brasil. Inicialmente, ela citou “razões pessoais” e pediu respeito à sua privacidade e à de sua família, afirmando que não responderia a mais perguntas. Posteriormente, Federoff esclareceu em suas redes sociais que ela e seu marido Marek “Ashok” Smerda, na época guitarrista, já tinham a intenção de deixar a banda no final da turnê, porém, certos acontecimentos anteciparam sua saída. Ela desmentiu especulações sobre uma possível traição de seu marido e afirmou que, apesar de as turbulências da banda afetarem o casamento, o amor entre eles permaneceu. Entenda a briga no Cradle of Filth em meio à última turnê pelo Brasil. https://www.instagram.com/p/DZdFbnQMCA7/?hl=en LEIA TAMBÉM: Edu Falaschi: Roy Khan e Veronica Bordacchini são convidado em novo álbum ‘MI’RAJ’ Via: WikiMetal

Memphis May Fire está de volta ao Brasil: a história por trás do novo álbum, a influência da fé e o encontro com o blessthefall em São Paulo
Após uma longa espera dos fãs brasileiros, o Memphis May Fire finalmente retorna ao país para uma série de apresentações que prometem marcar 2026. A banda norte-americana desembarca em São Paulo no dia 29 de agosto, trazendo consigo a fase mais madura de sua carreira e dividindo o palco com um dos nomes mais importantes do post-hardcore moderno, o blessthefall. Mais do que um simples show, a apresentação representa o encontro de duas bandas que ajudaram a definir a sonoridade de uma geração inteira de fãs de metalcore. Entre clássicos, músicas novas e uma história repleta de superação e evolução artística, o evento promete ser um dos pontos altos do calendário do rock pesado em 2026. Duas referências do metalcore moderno no mesmo palco Para quem acompanhou a explosão do metalcore nos anos 2000, os nomes Memphis May Fire e blessthefall dispensam apresentações. As duas bandas construíram trajetórias de destaque dentro da música pesada ao combinar agressividade, melodias marcantes e letras carregadas de emoção. Embora tenham seguido caminhos próprios, acabaram compartilhando públicos semelhantes e cresceram paralelamente durante uma das fases mais importantes do gênero. O reencontro dessas duas forças da cena em uma mesma turnê oferece aos fãs a oportunidade de revisitar diferentes momentos da história recente do metalcore e do post-hardcore norte-americano. A espiritualidade como parte da identidade do Memphis May Fire Um dos aspectos mais interessantes da trajetória do Memphis May Fire é a forma como temas ligados à espiritualidade aparecem em suas músicas. Liderada pelo vocalista Matty Mullins, a banda nunca adotou oficialmente o rótulo de “banda cristã“. Ainda assim, conceitos como esperança, redenção, perdão, propósito e transformação pessoal estão presentes em grande parte de sua discografia. Ao longo dos anos, as letras passaram a abordar também questões relacionadas à saúde mental, insegurança, luta contra vícios, ansiedade e resiliência emocional. Isso permitiu que a banda criasse uma conexão profunda com fãs de diferentes crenças e visões de mundo. Em vez de discursos religiosos explícitos, o Memphis May Fire costuma utilizar experiências humanas universais para transmitir mensagens de perseverança e encorajamento, algo que se tornou uma marca registrada do grupo. “Shapeshifter” marca a fase atual da banda A turnê de 2026 acontece em meio ao ciclo do álbum Shapeshifter, lançado em 2025 e considerado um dos trabalhos mais consistentes da carreira do Memphis May Fire. O disco apresenta uma combinação equilibrada entre peso, melodias acessíveis e letras introspectivas, mantendo a identidade da banda ao mesmo tempo em que atualiza sua sonoridade para os dias atuais. Entre as músicas que vêm recebendo maior destaque estão: •Chaotic •Paralyzed •Necessary Evil •Infection •Hell Is Empty •The Other Side •Love Is War Grande parte desse trabalho passa pelas mãos do guitarrista Kellen McGregor, integrante fundador que assumiu papel fundamental na produção dos lançamentos mais recentes do grupo. Mais de 1,6 milhão de ouvintes mensais Mesmo após quase vinte anos de atividade, o Memphis May Fire continua demonstrando enorme relevância no cenário mundial. Atualmente, a banda mantém cerca de 1,6 milhão de ouvintes mensais no Spotify, número impressionante para um grupo do segmento metalcore. Entre as músicas mais reproduzidas estão sucessos como Misery, Blood & Water, Make Believe e Somebody, que seguem atraindo novos fãs diariamente. O crescimento constante nos streamings demonstra que o grupo conseguiu atravessar gerações sem perder relevância, algo raro em um gênero conhecido pela constante renovação de bandas e tendências. blessthefall retorna com força total A responsabilidade de abrir a noite ficará com o blessthefall, um dos nomes mais respeitados da história do post-hardcore moderno. A banda chega ao Brasil promovendo Gallows, álbum lançado em 2025 que marcou seu retorno aos estúdios após vários anos sem um disco completo de inéditas. O trabalho mostrou que o grupo ainda possui muito combustível criativo e continua relevante dentro da cena internacional. Os fãs podem esperar um repertório que passe por diversas fases da carreira, incluindo músicas que ajudaram a transformar o blessthefall em uma das bandas mais populares de sua geração. Curiosidade: um guitarrista que faz muito mais do que tocar guitarra Uma curiosidade interessante sobre o Memphis May Fire envolve o guitarrista Kellen McGregor. Conhecido inicialmente pelos riffs pesados e pela composição das músicas da banda, ele passou nos últimos anos a ocupar também funções de produção, gravação e mixagem dos trabalhos recentes. Seu envolvimento cada vez maior nos bastidores ajudou a moldar a identidade sonora atual do grupo e explica parte da consistência que a banda vem apresentando em seus lançamentos mais recentes. Um reencontro aguardado há anos O retorno do Memphis May Fire ao Brasil representa muito mais do que a divulgação de um novo álbum. Para milhares de fãs que acompanharam a banda durante a adolescência e início da vida adulta, será uma oportunidade de reviver músicas que fizeram parte de momentos importantes de suas vidas. Para a nova geração, será a chance de testemunhar ao vivo uma das bandas que ajudaram a definir o que conhecemos hoje como metalcore moderno. Somado ao retorno criativo do blessthefall, o resultado é uma turnê que reúne nostalgia, renovação e a energia característica de duas bandas que seguem influentes mesmo após tantos anos de carreira. Informações do show 🎤 Memphis May Fire + blessthefall 📅 Data: 29 de agosto de 2026 📍 Local: Carioca Club 🏠 Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP 🕔 Abertura da casa: 17h 🔞 Classificação etária: 16 anos (menores entre 14 e 16 anos acompanhados pelos responsáveis) 🎟 Realização: Liberation MC Prepare o pescoço para os headbangs. Agosto promete entregar uma das noites mais especiais do metalcore no Brasil em 2026, reunindo duas bandas que ajudaram a moldar o gênero e continuam escrevendo novos capítulos de suas histórias. 🤘🔥

Shawn James reflete: “Não escrevo música para ser popular ou famosa”
O cantor de rock e blues Shawn James lança nesta sexta-feira, 12, seu oitavo álbum de estúdio, Passage. Antecipado pelos singles “Icarus”, “My Juliet”, “It’s Alright” e “Tired of Trying”, o novo trabalho do cantor norte-americano surge como um verdadeiro rito de passagem após 14 anos de estrada, mesclando os elementos crus e nostálgicos de seu primeiro disco, Shadows (2012), com a experiência e o nível de produção alcançadas em The Dark and the Light (2019). Diferente da narrativa conceitual de faroeste de seu disco anterior, Honor and Vengeance (2023), o novo disco não segue um roteiro. Em vez disso, Passage funciona como um retrato sincero das emoções recentes do artista, entregando uma montanha-russa de sentimentos que viaja entre a exaustão mental e a solidão até chegar em momentos de aceitação, esperança e libertação. Em entrevista ao Wikimetal, Shawn refletiu sobre o momento atual de sua carreira, quais faixas do novo trabalho poderão virar destaques e muito mais. O músico ainda comentou sobre a inclusão de seu hit “Through The Valley” no jogo de sucesso The Last of Us Part II (2020) a razão de suas músicas serem tão bem aceitas por fãs de hard rock e heavy metal, e sua relação com o Brasil, uma vez que fará 3 apresentações no país em agosto – informações sobre compra de ingressos aqui. Leia na íntegra. Wikimetal: Você está prestes a lançar seu novo álbum, Passage. O título sugere um rito de passagem, tanto musicalmente quanto pessoalmente. De onde você vem e onde espera chegar com este novo disco? Shawn James: Eu estou envelhecendo. Tenho mais cabelos brancos, as coisas estão acontecendo na vida e já estou em turnê há quatorze anos. É uma coisa linda olhar para trás e ver a jornada para chegar até aqui. Quando eu estava escrevendo este álbum, a razão de se chamar Passage é porque cada álbum é como um capítulo diferente na minha vida. O primeiro álbum, Shadows, foi o primeiro que gravei sozinho. Foi feito na minha casa, em um quarto pequeno com um microfone. Não tem uma ótima qualidade, mas há uma magia crua capturada ali. Seguindo em frente, agora eu sei mais, vejo mais e tenho mais meios para gravar. Também me sinto diferente de quatorze anos atrás, o que é insano. Este álbum sou eu amadurecendo e olhando a vida de forma diferente com o conhecimento que tenho agora. Cada álbum é um retrato de onde estou naquele momento. Neste é a mesma coisa, é o progresso de onde cheguei. Para ser honesto, quando ouço este álbum novamente, ele me lembra uma mistura do meu primeiro álbum, Shadows, com o álbum que lancei chamado The Dark and the Light. Sinto que há muita emoção nostálgica de Shadows, mas com a produção de The Dark and the Light. São dois dos álbuns favoritos dos meus fãs Sinto que eles ficarão muito felizes com a direção deste, porque ele presta respeito ao antigo e ao novo. WM: Há um tema central que une as músicas dentro da narrativa do álbum? SJ: O último álbum que lançamos, Honor and Vengeance (2023), foi um álbum conceitual. Era um álbum meio faroeste, de caubói fora da lei, com uma ideia muito específica. Antes de escrever as músicas, eu escrevi a história, e então as músicas se encaixaram na história. Então, quando decidi que era hora de escrever Passage, eu disse que não teríamos um tema central. Cada música tem sua própria história independente. Não sinto que haja uma grande mensagem no álbum. Ele vai para todos os lados. A única coisa com o álbum é que ele reflete o que tenho sentido ultimamente, no último ano e meio. Algumas músicas, como “Tired of Trying”, “Sometimes” e “It’s Alright”, vieram de um momento em que eu estava me sentindo deprimido e triste com as coisas, não me sentindo bem com a vida em geral. Essas músicas me ajudaram a liberar isso. Em contrapartida, outras músicas do álbum, como “Headed for the End”, “Peace of Mind” e “My Juliet”, são músicas de reflexão mais baseadas no rock, com mais groove, onde estou me sentindo bem. O álbum, assim como meus shows, é uma montanha-russa de emoções para todos os lados. WM: Falando sobre “Tired of Trying”, ela é uma música que lida profundamente com temas como exaustão mental e emocional. Como é o processo de transformar algo tão pesado em uma obra de arte que ressoa com tantas pessoas? SJ: Antes de tudo, quando você está compondo, você sabe que está escrevendo uma música que será ouvida por muitas pessoas. Mas não acho que você deva pensar nisso enquanto compõe, porque então se torna a busca por um sucesso ou a busca por satisfazer outra pessoa. A razão pela qual ressoa com as pessoas é porque vem de um lugar genuíno e autêntico. Essas são as coisas que eu estava pensando, essas são as emoções que eu estava sentindo, e foi isso que eu escrevi para me libertar desses sentimentos e superá-los. O processo é permanecer honesto e autêntico, e não pensar muito em todo mundo, pensar em mim. Quando eu faço isso, quase todas as vezes, ressoa mais com as pessoas. Elas sentem que isso significa muito para mim. É um desafio quando você sabe que será ouvido por muitas pessoas, mas você não quer escrever para elas (risos). WM: “Icarus” é uma das faixas principais deste novo disco e chamou minha atenção por abordar a mitologia grega, tema que frequentemente aparece em suas composições. O que a metáfora de voar muito perto do sol representa em sua vida e carreira neste momento? SJ: Essa é uma boa pergunta, já falei sobre isso algumas vezes, Quando as pessoas pensam em Ícaro, a primeira coisa que vem à mente é voar muito perto do sol, o derretimento das asas e a arrogância, que ele era muito confiante e achava que poderia fazer qualquer coisa. Mas o que as pessoas não percebem é que a história dele

Mãe de Olivia Rodrigo trocou show da filha para ver apresentação do Korn
Olivia Rodrigo revelou que sua mãe decidiu assistir ao show do Korn durante o Lollapalooza Chicago 2025, mesmo com a filha se apresentando no mesmo horário. Durante sua participação no programa The Jimmy Kimmel Show, Olivia disse que sua mãe sempre gostou de bandas de metal. Por isso, quando precisou escolher entre os dois shows, decidiu assistir ao Korn. “Minha mãe gosta de tantas bandas de metal malucas, na verdade, o que você nunca imaginaria só de olhar para ela. Mas eu fui a atração principal do Lollapalooza no ano passado, o que foi incrível e um sonho meu. Só que eles costumam ter os artistas principais se apresentando ao mesmo tempo”, disse ela [via Louder]. Olivia explicou que os organizadores do festival colocaram os dois shows para acontecer simultaneamente em palcos diferentes. A escolha parecia fazer sentido, já que os públicos das duas atrações seriam bastante distintos. “Nesse dia específico, eu e o Korn éramos as atrações principais ao mesmo tempo, em palcos opostos. E todo mundo ficou tipo, ‘Ah, que perfeito’. Sabe, os fãs da Olivia vão ver a Olivia, os fãs do Korn vão ver o Korn. Sabe, não tem muita sobreposição de público, mas teve uma sobreposição, e foi a minha mãe. Minha mãe faltou ao meu show para ir ver o Korn”, disse a artista A cantora afirmou que não se incomodou com a situação e disse que ficou feliz por sua mãe ter aproveitado a apresentação da veterana banda de nu metal. LEIA TAMBÉM: Korn encerra espera de 9 anos provando sua relevância com show sold out em São Paulo Via: WikiMetal

8 músicas românticas do rock que são mais sombrias do que parecem
O heavy metal costuma ser associado à agressividade, rebeldia e temas obscuros, mas inúmeras bandas do gênero também encontraram espaço para falar de amor. O detalhe é que, muitas vezes, essas canções românticas escondem histórias bem mais sombrias do que aparentam à primeira audição. Entre declarações de paixão, promessas de devoção eterna e melodias emocionantes, algumas das músicas mais românticas do metal abordam obsessão, luto, relacionamentos tóxicos, dependência emocional e até a morte. A seguir, o Wikimetal selecionou alguns clássicos românticos do rock que conquistaram fãs por seu lado sentimental, mas que revelam significados muito mais sombrios quando observados de perto. “Love You to Death” – Type O Negative Uma das canções românticas mais conhecidas do metal gótico, lançada em 1996 no álbum October Rust, “Love You to Death” se tornou também uma das músicas mais emblemáticas do Type O Negative. À primeira vista, a faixa parece uma declaração romântica carregada de sensualidade. No entanto, a letra escrita por Peter Steele mergulha nos aspectos mais sombrios do amor. Apresentando um anseio profundamente apaixonado e quase mórbido de possuir alguém completamente. O refrão, que dá nome à canção, sugere um amor tão intenso que se aproxima da autodestruição – uma representação da linha tênue entre paixão e obsessão. “Every Breath You Take” – The Police Poucas músicas foram tão confundidas com uma declaração de amor quanto “Every Breath You Take”, sucesso do The Police, de 1983. Apesar da melodia suave, Sting sempre insistiu que a canção fala sobre obsessão, ciúme e controle. Em uma de suas explicações mais famosas, o músico descreveu a faixa como “uma música desagradável, bastante perversa, uma música sobre vigilância e posse, ciúme; emoções que todos nós temos”, disse à revista International Music and Recording World em 1985 [via Musicradar]. Anos depois, ele confirmou que a composição é “muito sinistra e feia” e que o público a interpretou de forma errada como uma canção romântica. Escrita durante o fim de seu casamento com Frances Tomelty, a letra acompanha um narrador obcecado que observa cada passo da pessoa amada. Por trás do refrão marcante, há uma das histórias mais perturbadoras – assim como “My Mistake”, da banda brasileira Pholhas, que conta a trágica história de um homem que matou sua esposa por ciúmes, e é um dos maiores hits românticos da época. “Snuff” – Slipknot Lançada no álbum All Hope Is Gone (2008), “Snuff” mostra um lado incomum do Slipknot. Em vez da agressividade característica da banda, a música entrega uma abordagem melancólica para retratar sentimentos de rejeição, autodestruição e a dificuldade de deixar alguém para trás. Em entrevista, Corey Taylor explicou que a faixa foi inspirada por uma pessoa que o ajudou em um momento difícil, mas que acabou o decepcionando profundamente. “Foi uma das maiores decepções, uma das maiores mágoas que já senti. Era uma daquelas situações em que você sabia que não eram para ficar juntos. Havia algo ali que parecia tão bom, e quando isso foi arrancado de você, foi como se houvesse um buraco no seu peito, e saber disso e ter que descartar esses sentimentos foi muito difícil. O vídeo culmina no que a análise comportamental chama de ‘estressor’. O homem está tão perdido sem a outra pessoa que se torna essa outra pessoa. A personalidade se distorce psicologicamente para se salvar” [via Loudwire]. “Love?” – Strapping Young Lad “Love?” é uma das músicas mais conhecidas do Strapping Young Lad e esconde uma ironia por trás de seu título aparentemente romântico. A letra não trata de amor de forma tradicional, mas questiona o conceito do sentimento em meio a confusão emocional, auto destruição e crise de identidade. Anos depois, o vocalista Devin Townsend revelou que compôs a faixa durante um dos períodos mais turbulentos de sua vida, marcado pelo abuso de álcool e drogas. Em entrevista à Metal Hammer, o músico afirmou que, olhando para trás, percebe que estava “ativamente me esforçando para ficar maluca para poder compor músicas malucas . Ele descreveu a canção como um retrato daquele momento específico de sua vida, transformando “Love?” em uma reflexão crítica sobre emoções humanas, e não em uma simples canção romântica. “Cemetery Gates” – Pantera Um dos clássicos do álbum Cowboys from Hell, “Cemetery Gates” é a música mais emocionante da carreira do Pantera. Embora muitos a interpretem como uma canção sobre a perda de uma parceira amorosa, Phil Anselmo revelou que a letra foi inspirada por amigos que haviam cometido suicídio, abordando o luto, arrependimento e o desejo de reencontrar alguém após a morte. Em uma sessão de perguntas e respostas ao vivo no Ustream.tv, o vocalista explicou que também foi impactado pela morte de um amigo em Nova Orleans: “Isso teve um impacto muito grande no meu grupo de amigos. Quando escrevi a letra, não queria que fosse muito pessoal, porque isso pode soar piegas. Também tive que garantir que a letra não tirasse o brilho da música, porque essa era uma das nossas melhores músicas”. A combinação entre a letra melancólica, os vocais de Anselmo e a guitarra de Dimebag Darrell transformou a faixa em um dos maiores clássicos “românticos” do heavy metal. “Love Will Tear Us Apart” – Joy Division “Love Will Tear Us Apart”, traduzido como “O amor vai nos destruir”, costuma ser lembrada como uma das canções de amor mais famosas do rock, mas sua letra retrata exatamente o oposto. Escrita por Ian Curtis, a música nasceu em meio à crise de seu casamento com Deborah Woodruff, com quem se casou em agosto de 1975, aos problemas de saúde causados pela epilepsia e ao desgaste emocional que marcava seus últimos meses de vida. Em vez de celebrar um relacionamento, a canção descreve o fim gradual de uma relação corroída pela distância, ressentimento e incompreensão. O peso da letra se tornou ainda mais marcante porque o single foi lançado poucas semanas após a morte de Curtis, em 1980. “Nymphetamine” – Cradle of Filth Frequentemente vista como uma balada gótica sobre amor – e ganhando mais força romântica

Edu Falaschi fala sobre ‘Mi’raj’, faixa para Bruce Dickinson, Angra e mais
O ano de 2026 marca um capítulo especial para Edu Falaschi, que está celebrando 35 anos de carreira e lança nesta sexta-feira, 12, com exclusividade para o Brasil, Mi’raj, terceiro e último álbum de sua trilogia iniciada em 2021 com Vera Cruz e continuada em Eldorado (2023). Após passar por Portugal, Brasil e América Latina, a saga do personagem Jorge chega ao fim no Oriente Médio, no berço histórico da religião. É neste cenário que o protagonista enfrenta seus últimos conflitos espirituais para derrotar a Ordem da Cruz de Nero e resgatar seu grande amor Janaína, coroando o trabalho conceitual mais completo e ambicioso do cantor brasileiro até hoje. Em entrevista exclusiva ao Wikimetal, Edu detalhou o conceito do álbum, o processo de pesquisa histórica durante a composição e a mudança rítmica de seu novo trabalho, revelou planos para realizar um musical de sua trilogia e relembrou a história contada na audição exclusiva do disco sobre “Echoes of Vows”, música composta com as características de Bruce Dickinson e que chegou a ser enviada para o produtor do vocalista britânico para uma possível inclusão em seu novo álbum solo. O cantor ainda relembrou o show de reunião com o Angra no Bangers Open Air 2026 e até mesmo falou sobre sua relação com futebol. Leia na íntegra. Wikimetal: A saga do Jorge passou pelo Brasil no Vera Cruz, esteve na América Latina no Eldorado, mas vai acabar no Oriente Médio. A capa do disco traz muitos elementos da cultura árabe, como a travessia no deserto e a imagem do Vidente no Portal dos Doze Véus. Você poderia explicar um pouco mais sobre o conceito disso? Edu Falaschi: A história do disco Mi’raj é o encerramento da trilogia. Como você falou, tudo começou em Portugal. O personagem principal é o Jorge, e ele vem para o Brasil fugido porque carrega um fardo: ele é como se fosse um escolhido de Deus para se desenvolver espiritualmente e crescer como homem. Ele é o escolhido daquela época. Na história do Mi’raj, explica-se um pouco mais que, em vários momentos da história da humanidade, existiram diferentes escolhas; ele não é o único de todos os tempos, mas naquele período, ele era essa pessoa. Ele cresceu em Portugal, começou a ser perseguido e precisou vir para o Brasil para fugir. A história começa mais ou menos assim. É uma ficção na qual utilizo também elementos da história real, como o descobrimento do Brasil, trazendo o próprio Pedro Álvares Cabral para a narrativa. No Eldorado, que é o segundo disco e a segunda parte da trilogia, a trama se passa mais no México. Temos o [Hernán] Cortés, que é basicamente o colonizador espanhol que foi para lá. Tentamos manter um contexto histórico, mas continua sendo uma ficção. No final da história anterior, ele vem de Portugal para o Brasil fugindo e acaba conhecendo a Janaína, uma indígena que se torna a esposa dele. Vou fazer um resumão aqui, porque a história é bem longa e tem muitos personagens. Acontece toda uma questão de guerra e, no final da história do Vera Cruz, a Ordem da Cruz de Nero, junto com o Bispo Negro — que é o antagonista principal —, faz com que ele tente voltar para Portugal, mas uma tempestade o joga para o México. Ele chega lá todo destruído e acaba sendo resgatado pelo Cortés e pelos astecas que habitavam a região na época. Ele se torna amigo de Cortés, eles fazem uma aliança e assim se desenvolve a história do Eldorado. No final desse segundo álbum, a Janaína é sequestrada. Eles vêm aqui para o Brasil, a levam embora e o Jorge, marido dela, não vê. Quando ele descobre o sequestro, tenta descobrir o paradeiro dela, e é exatamente aí que começa a história do Mi’raj. Ele recebe um comunicado confirmando o sequestro e informando que ela foi levada pela Ordem da Cruz de Nero de volta para a Europa. O Jorge precisa ir para Portugal para se encontrar com seus aliados, o pessoal da Ordem de Cristo, para ver se eles têm informações sobre o paradeiro dela. Quando chega lá, ele descobre que ela realmente foi levada para a Europa, mas que depois foi transferida para o Oriente Médio, onde ficava a base da aliança da Ordem da Cruz de Nero. A partir daí, ele recebe uma série de instruções sobre como chegar lá, o que fazer para alcançar o Bispo Negro, derrotá-lo, eliminar e destruir essa ordem do mal e resgatar a Janaína. Esse é o ponto central. A trama se passa no Oriente Médio justamente porque a Ordem da Cruz de Nero a levou para lá, e eu quis situar essa história nessa região porque ela faz paralelos com o cristianismo, com a história de Cristo e fala muito sobre religiosidade em geral, abrangendo também outras crenças. Quando idealizamos essa narrativa, fazia sentido para mim terminar onde tudo começou: no cerne da religião, no berço da história de Cristo e do seu nascimento. Para nós, fez todo o sentido finalizar a história do Mi’raj, que conclui a trilogia no terceiro disco, lá no Oriente Médio. Por conta disso, toda a temática do álbum se passa basicamente nessa região. As músicas trazem elementos da música árabe e do Oriente Médio em geral, não ficando restritas apenas às sonoridades árabes tradicionais. Contudo, eu não entro no contexto político; foco na história em si, nessa ficção. Não vou dar spoilers do final completo porque estamos lançando livros complementares: já lançamos o livro do Vera Cruz com todos os detalhes da história, vai sair o do Eldorado e, posteriormente, o livro com a história do Mi’raj. Em resumo, o Jorge passa a perseguir esses objetivos de encontrar e resgatar a Janaína, ao mesmo tempo em que tenta cumprir a missão divina que recebeu — algo de que ele nem suspeitava, pois cresceu sem saber de nada. Inclusive, parte essencial da trama do Mi’raj aborda as dúvidas dele sobre ser ou não capaz de cumprir

Fabio Lione (ex-Angra) recorda Andre Matos e dispara: “Descanse em paz, longe do ninho de cobras que conhecemos tão bem”
O saudoso Andre Matos, maior artista do heavy metal brasileiro, com história em bandas como Viper, Angra, Virgo, Shaman e carreira solo, morreu no dia 08 de junho de 2019, devido um ataque cardíaco fulminante. Portanto, neste ano, 2026, completa sete anos de seu falecimento. Por conta disso, pelas redes sociais, o vocalista Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine), que integrou o Angra por treze anos, o que rendeu três álbuns de estúdio – Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023) – recordou Andre Matos. No entanto, na mesma mensagem do italiano, há trechos mais duros, os quais muitos internautas associaram como uma alfinetada aos ex-colegas de Angra. A publicação de Fabio foi a seguinte: “Um abraço, meu amigo. Descanse em paz longe do ninho de cobras que conhecemos tão bem. Você era e é muito mais que isso! Para sempre”. Veja: Desde que “saiu” do Angra, Fabio Lione vem, seja nas redes sociais ou em entrevista a algum podcast, deixando pistas que a relação dentro do grupo não era tão amistosa. Em janeiro deste ano, por exemplo, em conversa com a Rolling Stone, o artista manifestou certo rancor em relação aos colegas de trabalho no Angra. Ele pontuou que os músicos da banda sempre tentam diminuir o trabalho de alguém, o que é lamentável em qualquer relação profissional. Via: Rockbizz

The Rolling Stones e Marvel lançam edições de colecionador em vinil de Foreign Tongues
The Rolling Stones reuniu cinco personagens da Marvel para as edições de colecionador em vinil de seu novo álbum, Foreign Tongues. Os roqueiros e a gigante dos quadrinhos se uniram para colocar o Homem-Aranha, o Capitão América, o Thor, o Wolverine e o Hulk na capa do novo trabalho. Disponíveis para pré-venda, as cinco edições variantes apresentam “arte exclusiva do álbum criada por ilustradores da Marvel”. Cada capa retrata os heróis da Marvel e uma versão diferente do icônico logo da boca e língua dos Stones. Cada cópia é prensada em vinil vermelho e acompanha um encarte em quadrinhos “What if…?”, que recria a capa do álbum como uma história em quadrinhos. Veja todas as artes e capas de quadrinhos abaixo. Foreign Tongues, que conta com a participação de Robert Smith (The Cure), Paul McCartney, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Steve Winwood e o falecido Charlie Watts, será lançado em 10 de julho. Via: Rockbizz

Evanescence: DVD com show gravado no Brasil é lançado no exterior
O Evanescence lançou uma edição especial de seu novo álbum, Sanctuary, que inclui DVD com um registro ao vivo gravado no Brasil. A versão física deluxe em CD traz um Blu-ray contendo o registro histórico Live in São Paulo, show gravado em 21 de outubro de 2023, no Allianz Parque, em São Paulo, e que consagrou a maior apresentação solo de toda a história do Evanescence. Essa versão também traz um documentário sobre a turnê na América Latina e bastidores do clipe de “Who Will You Follow”. A gravação já era aguardada pelos fãs brasileiros desde a noite do espetáculo. Na ocasião, avisos exibidos nos telões informaram que o concerto estava sendo filmado profissionalmente. O show terminou com uma queima de fogos e marcou uma das passagens mais celebradas da banda pelo Brasil. Apesar da novidade, o lançamento do vídeo está restrito ao mercado internacional. Até o momento, não há previsão para a chegada da edição física ao Brasil nem confirmação de um lançamento nas plataformas digitais. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Amy Lee rejeita rótulo gótico para Evanescence: “Eu odeio essa palavra” Via: WikiMetal

Jon Bon Jovi escreveu Blaze of Glory em quinze minutos em um guardanapo, conta o ator Kiefer Sutherland
Young Guns II é um filme do gênero faroeste, cuja história se debruça na fuga de Billy the Kid e seu bando para a fronteira do México. O longa conta a trajetória de The Kid aos eventos posteriores à Guerra do Condado de Lincoln, que foi o tema do primeiro filme – Young Guns. Muitos tiros, duelos, explosões, tumbleweeds, dramas e diálogos acalorados são algumas das características do longa. O trabalho contou com elenco estelar com Emilio Estevez, Kiefer Sutherland e Lou Diamond Phillips. Assim, ele caiu no gosto do público a ponto de faturar mais de 45 milhões de dólares em bilheteria só nos Estados Unidos e Canadá. Apesar da história interessante, o que nos chama atenção em Young Guns II é a sua trilha sonora que é assinada por Jon Bon Jovi. O roqueiro fez Blaze of Glory sob medida para teor da trama e serviu como a cereja em cima do bolo. Em 2019, o ator Kiefer Sutherland participou da FanX Salt Lake Comic Convention e contou alguns detalhes sobre a criação do hit Blaze of Glory. “Eu vou contar uma história engraçada sobre a trilha sonora de Young Guns II. Muita gente queria estar Young Guns I, porque era velho oeste e ninguém estava fazendo isso na época. Tom Cruise apareceu tomando um tiro no telhado e Jon Bon Jovi apareceu tomando tiro na rua. Colocamos uma barba nele e trabalhamos juntos”. Ele continuou: “Depois fomos para um bar com Jon Bon Jovi para comer e tomar algumas coisas, e Jon olhou para Emilio Estevez e disse: ‘Quero fazer a música para a sequência’. Emilio respondeu: ‘Eu não acho que terá uma sequência’. Jon balançou a cabeça e disse que ia ter sequência. Nós estávamos bebendo, portanto, não estávamos prestando atenção, mas Jon começou a escrever algumas coisas no guardanapo. Ele escreveu Blaze of Glory em quinze minutos em um guardanapo. Ele empurrou o guardanapo para Emilio e disse: ‘Essa é a sua primeira música’”. “Eu achei bem arrogante”, brincou o ator. “Finalizamos o filme, voltei para Montana e fui em uma loja para comprar uma televisão. Jon Bon Jovi estava em todas as televisões cantando Blaze of Glory. Era a música número um, e eu nem percebi, na época. Pensei: ‘O safado conseguiu’. Teve uma grande campanha de divulgação para Young Guns II”. “Emilio tinha os três guardanapos emoldurados em sua casa! E foi o maior hit que Jon Bon Jovi teve em sua carreira. Foi um grande álbum, também”, finalizou Sutherland. A canção Blaze of Glory conquistou o Globo de Ouro na categoria de Melhor Canção Original e foi indicada ao Oscar também na categoria de Melhor Canção Original. Já o álbum Blaze of Glory foi o debute solo de Jon, que bateu a marca de dois milhões de cópias vendidas e conquistou o topo das paradas de sucesso como a Billboard. Via: Rockbizz

Black Pantera vence “Melhor Artista de Rock” no Prêmio da Música Brasileira 2026
Black Pantera venceu, na última quarta-feira, 10, o troféu de “Melhor Artista” na categoria de Rock durante a 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O trio mineiro de crossover thrash e metal – que já havia vencido a categoria em 2025 – disputava com grandes nomes do rock nacional — como Fresno, Terno Rei, Mateus Fazeno Rock e Selvagens à Procura de Lei. “Essa vitória não é apenas nossa, ela é do underground, das pessoas que somaram e sempre somam, torcem, rezam e nos fortalecem, essa vitória é da Ancestralidade, que grita latente tudo que temos cantado. Mais um ano vencendo o Prêmio Da Música Brasileira na categoria Rock. Viva o Poder da Representatividade Preta! MUITO OBRIGADO! AGOSTO TEM DISCO NOVO. De Uberaba, dos Guetos, do Subúrbio para o Mundo”, escreveu a banda em suas redes sociais. Além do prêmio de Melhor Artista, o Black Pantera também disputava a categoria de “Melhor Lançamento de Rock” com a música “Seleção Natural”, No entanto, o troféu ficou com o Terno Rei, pela música “Nenhuma Estrela”. [via g1]. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Black Pantera incendeia Allianz Parque em abertura de show do Korn Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2027: Vendas abertas para Early Bird
O Bangers Open Air 2027 acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, entre os dias 24 e 25 de abril. Os ingressos Early Bird já estão à venda! A venda dos blind tickets, os ingressos promocionais vendidos antes do line-up ser revelado. Os preços vão de R$ 1.380,00 a R$ 2.480,00 e já estão à venda no site Clube do Ingresso. Esta é a última oportunidade de garantir seus ingressos para os dois dias de festival sem taxa de conveniência e com uma série de benefícios exclusivos, os mesmos já garantidos para quem adquiriu o Blind Ticket Pass. Confira abaixo: Early Bird – Pass 2027 – Sem taxa de serviço– 1 Bangers Pass válido para os dois dias de festival– Early Entrance – 10h00 (público geral 11h00)– 1 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo– 1 voucher – Welcome drink para uso no festival– 1 ingresso para o Warm-up oficial do festival (data e local serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026) Early Bird – Partner 2027 – Sem taxa de serviço– 2 Bangers Pass válido para os dois dias de festival (a compra gerará 02 QR codes, sendo 01 para cada pessoa)– Early Entrance – 10h00 (público geral 11h00)– 2 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo– 2 vouchers – Welcome drink para uso no festival– 2 ingressos para o Warm-up oficial do festival (data, local e atrações serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026) O festival anunciou Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot, Metal Church e Soen como as cinco primeiras atrações da próxima edição. Segundo a organização, o line-up será divulgado em novembro. A edição de 2026 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 25 e 26 de abril e entregou um festival memorável com atrações como Arch Enemy, Angra, Smith/Kotzen, Jinjer, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 25 e domingo, dia 26. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2027 anuncia Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot e mais Via: WikiMetal

Jack White anuncia novo álbum e lança single “Dollar Bill”
Jack White anunciou nesta quinta-feira, 11, o lançamento de seu muito esperado novo álbum, Frozen Charlotte, que chega via Third Man Records na sexta-feira, 10 de julho. Com o anúncio do sétimo disco de estúdio do cantor, chega o single principal, “Dollar Bill”, que estreia hoje em todas as plataformas digitais e serviços de streaming. “Dollar Bill” e, consequentemente, Frozen Charlotte, tiveram uma amostra com novo Third Man Release Lab, uma série online gratuita de bastidores em duas partes que explora a abordagem criativa da Third Man Records para lançamentos de discos e desmistifica o processo de lançamento de um álbum. Os fãs que sintonizaram cada Release Lab testemunharam, sem saber, imagens do álbum com glitches, alusões ao personagem Frozen Charlatan e ouviram um trecho de áudio de “Dollar Bill” pela primeira vez. Frozen Charlotte sucede a estreia, no início deste ano, de duas novas canções incendiárias, “Derecho Demonico” e “G.O.D. and the Broken Ribs”. White e sua banda marcaram o lançamento com performances eletrizantes de ambas as canções durante uma marcante sexta aparição na carreira no Saturday Night Live da NBC. O álbum estará disponível em vinil preto; uma edição limitada “Zug Island Blue” como vinil exclusivo da Third Man Records; uma edição limitada “Chrome” para a turnê e loja virtual de Jack White; e uma edição limitada “Ice Blue” para lojas de discos independentes. O álbum também estará disponível em CD e cassete. As pré-vendas/pré-saves já estão disponíveis. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2027 anuncia Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot e mais Via: WikiMetal

Vai ao show do Rush? Há um motivo importante para chegar cedo
Os fãs que vão assistir à turnê de reunião do Rush devem chegar cedo ao local do show. A apresentação não começa apenas quando Geddy Lee e Alex Lifeson aparecem no palco. Antes da primeira música, a banda exibe um curta-metragem de cerca de dez minutos com referências à sua história, participações especiais e brincadeiras que ajudam a contextualizar o retorno do grupo após 11 anos. Conforme relatado pela Ultimate Classic Rock, muitos espectadores foram pegos de surpresa na noite de estreia da turnê Fifty Something no último domingo, 07, no Kia Forum, em Los Angeles. A expectativa era de que o show começasse às 20h, mas o vídeo introdutório teve início por volta das 19h35. O curta-metragem acompanha três jovens explorando um castelo assombrado em busca do Rush, guiados por Gershon, personagem interpretado por Geddy Lee. Pelo caminho, surgem diversas homenagens ao universo do grupo, incluindo referências ao álbum Fly By Night. Há também participações de Jason Segel e Paul Rudd reprisando seus personagens fãs de Rush em I Love You, Man e uma aparição bem-humorada dos personagens de South Park. O filme termina com uma retrospectiva da carreira da banda, preparando o público para a entrada triunfal de Geddy Lee, Alex Lifeson e Anika Nilles. Rush no Brasil Rush também passará pelo Brasil com seis shows da turnê de reunião Fifty Something, em janeiro e fevereiro de 2027. A banda passará por Curitiba (Arena da Baixada, 22/01), São Paulo (Allianz Parque, 24/01 e 26/01), Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos, 30/01) Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 01/02) e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha 04/02). Alguns ingressos ainda estão à venda pelo site da Eventim. LEIA TAMBÉM: Geddy Lee repudia bateristas que procuraram o Rush após morte de Neil Peart Via: WikiMetal

Relembre como Steve Harris quase jogou no West Ham antes de fundar o Iron Maiden
O fanatismo de Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, com o futebol é sabido por todos os fãs da banda, mas a verdadeira história do músico com o esporte vai muito além de acompanhar jogos do West Ham United, seu clube do coração, cujo logo estampa os seus baixos e as cores bordô e azul estão sempre presentes em sua munhequeira. Muito antes de fundar o que se tornaria uma das maiores bandas de metal da história, o jovem Arry, crescido no East End londrino, quase seguiu outro caminho: se tornar jogador profissional de futebol. Entre treinos nas categorias de base do time e a descoberta de sua paixão pela música, Harris viveu um momento decisivo que o obrigou a escolher entre os gramados ingleses e o destino que o levaria, anos mais tarde, a se tornar um ícone da música. Relação de Steve Harris com o West Ham começou aos 9 anos de idade Em 11 de dezembro de 1965, aos 9 anos de idade, Steve assistiu à sua primeira partida de futebol – West Ham 4 x Newcastle 3 – e no final daquela década já se destacava como lateral no time amador Beaumont Youth, chamando a atenção de Wally St. Pier, olheiro que serviu aos “Hammers” por 47 anos ininterruptos. Ao identificar seu potencial, St. Pier o levou para a famosa “Academy of Football”, um dos celeiros de talentos mais prestigiados e rigorosos do mundo. Foi de lá que saíram nomes como Bobby Moore e Geoff Hurst, essenciais na conquista da Copa do Mundo de 1966 pela Seleção Inglesa. Décadas mais tarde, a mesma academia revelaria ídolos como Rio Ferdinand, Frank Lampard, Joe Cole e Declan Rice — atual pilar do Arsenal e da seleção nacional. Steve passou cerca de nove meses treinando nas categorias de base aos 14 anos de idade. Longe do glamour e das estruturas tecnológicas da Premier League atual, a rotina de treinos durante o rigoroso inverno londrino exigia improviso e resiliência dos jovens atletas. “Era uma loucura, mas eu costumava treinar em Chadwell Heath e, no inverno, não havia iluminação naquela época, então nós treinávamos no pátio de [antigo estádio] Upton Park e no velho ginásio de madeira, jogando ‘dois contra dois’”, relembrou ele em entrevista feita ao site oficial do clube em 2023. Campos de Futebol x Música O que parecia o início de uma promissora carreira nos gramados esbarrou na realidade de um adolescente descobrindo a juventude nos anos 1970. Enquanto a “Academy of Football” exigia disciplina, foco absoluto e noites de sono regradas, ele descobria uma nova paixão: a música, especialmente nomes como Free, Genesis e Jethro Tull. Por conta disso, ele percebeu que as rígidas restrições da rotina de um atleta entravam em conflito com os desejos de qualquer jovem de sua idade. “Foi ótimo [jogar na base do West Ham], mas 14 anos é a idade errada, na verdade. Tudo o que eu queria fazer era começar a tomar umas cervejas e conhecer umas garotas — o que não combina com jogar futebol. Eles querem que você vá para a cama cedo e todo esse tipo de coisa”, revelou à Kerrang! em maio de 1992. [transcrição via The Guardian]. Ironicamente, a ética de trabalho e a disciplina rejeitada por ele nos gramados se tornaram, poucos anos depois, a sua marca registrada na liderança de sua própria banda. “Em certo sentido, isso me desiludiu, porque pensei: ‘se não posso me dedicar ao clube que eu realmente amo, então qual é o sentido disso tudo?’ Já o Iron Maiden era algo com o qual me comprometer. Não sei bem o porquê. Talvez porque eu ainda pudesse beber cervejas e ver garotas!”, brincou o músico na mesma publicação. ‘Virtual XI’ e parceria com o West Ham em 2019 Embora a escolha pela música tenha se provado a mais acertada possível para a história do metal, o futebol nunca saiu das veias de Steve. Com o lançamento do álbum Virtual XI, em 1998, e aproveitando o clima da Copa do Mundo da França, o Iron Maiden realizou uma ação de marketing e criou o “Virtual XI FC”, organizando uma turnê promocional europeia focada exclusivamente em jogar futebol, com o encarte do disco simulando uma seleção. A equipe contou com a participação de grandes jogadores, como o meia inglês Paul Gascoigne, o centroavante colombiano Faustino Asprilla e o volante Patrick Vieira — que se consagraria campeão do mundo meses depois com a seleção francesa. ‘Virtual XI FC.’. Crédito: Reprodução: Facebook. No ano de 2019, Steve alcançou algo que sua versão jovem dificilmente acreditaria: a linha de uniformes Die With Your Boots On. As camisas oficiais colaborativas entre a Donzela de Ferro e o West Ham, que trazem o logotipo da banda estampado no uniforme do clube londrino, tornaram-se um sucesso absoluto de vendas entre torcedores e fãs do mundo todo. “Em todo o mundo, temos pessoas na plateia com produtos do West Ham, e pelo que me disseram, muitos torcedores estrangeiros iam aos jogos e à loja do clube e diziam que se tornaram torcedores do West Ham por causa do Iron Maiden.”, contou. Steve Harris e Pablo Zabaleta. Crédito: Reprodução/West Ham United. O coroamento de seu fanatismo, no entanto, veio recentemente. Como um torcedor que ainda acompanha todas as partidas, Steve Harris viu, em junho de 2023, o West Ham conquistar o título da UEFA Europa Conference League. Mesmo no meio de um show da The Future Past Tour em Bergen, na Noruega, o baixista encontrou uma maneira de acompanhar a final contra a Fiorentina, celebrando nos bastidores o momento em que seu clube voltou a levantar um troféu europeu após cinquenta e oito anos de espera. “Nós entramos [no palco] às dez para as nove e o jogo começou às nove horas. Tentei adiantar [o ínicio] para poder assistir ao final do segundo tempo, mas eles não conseguiram. Eu estava sendo atualizado pelas coxias. O técnico de bateria é torcedor do Manchester City e me disse que

Bring Me The Horizon cancelou show em festival por medo de outra banda: “Iam raspar nosso cabelo e nos bater”
Durante entrevista à revista Metal Hammer, o vocalista Oli Sykes contou que Bring Me The Horizon cancelou show em festival por medo de outra banda. Isso aconteceu em 2006, época em que o disco de estreia, Count Your Blessings, chegou ao mercado. “Dissemos que estávamos doentes [quando desistimos do festival], porque havia outra banda lá que disse que, quando chegássemos, eles iriam raspar todo o nosso cabelo e nos bater. Foi uma loucura no começo”, falou o cantor sem citar o nome do algoz. Ele completou: “Era aquela época em que as pessoas se apegavam a algo, tipo, ‘Odiamos essa banda, odiamos My Chemical Romance’. Era todo mundo”. Na mesma entrevista, Oli recordou outro momento de tensão que passou no palco. Dessa vez, ele e seus companheiros estavam abrindo para o Killswitch Engage, quando o público virou as costas para eles em sinal de protesto. “Foi muito hostil. Não tínhamos a intenção de provocar isso. Tivemos que encontrar um equilíbrio entre continuar com o show e fingir que não nos afetava, mas, sabe, nos bastidores depois dos shows, isso nos afetava bastante”. Como o assunto é Bring Me The Horizon, o grupo lançou em formato físico e digital o álbum L.I.V.E. In São Paulo. O trabalho saiu no dia 10 de abril em vinil, CD/DVD e plataformas de streaming. Via: Rockbizz

Roberto Medina explica como é a dinâmica de arrecadação do Rock In Rio: “Patrocínio de 30 milhões de dólares”
Fazer um festival é muito trabalhoso, com mil e uma variáveis que podem jogar todo o projeto no chão. E quando se fala em um festival do porte gigantesco do Rock In Rio, o nível das tratativas, riscos, investimento [seja de tempo, dinheiro, pessoal, emocional e criativo] e cobranças chegam à estratosfera. Em conversa com o jornalista Leandro Fortino, do Toca UOL, Roberto Medina, que é o idealizador do evento, explicou como é a dinâmica de arrecadação do Rock In Rio. “No mundo, o cara vende o bilhete da Beyoncé e tá certo. Eles não precisam fazer mais do que isso. Nós não. Aqui, 50% da arrecadação não vêm de bilhete. Vêm das marcas patrocinadoras. Eu não conseguia pagar os artistas que eu queria trazer só com a venda de ingressos. Precisei criar uma marca forte para que as empresas usassem o Rock in Rio como plataforma. Por isso a comunicação e a marca sempre foram tão importantes pra mim”. Medina ainda citou o patrocínio milionário que busca no mercado estrangeiro para fazer a conta fechar e ressaltou a credibilidade do marca Rock In Rio. “No mundo inteiro – Estados Unidos, Espanha -, nunca me perguntaram quem vai tocar. E eu tô falando de patrocínio de 30 milhões de dólares. Sabe por quê? Porque não se trata disso pra marca. Pra marca se trata de um movimento onde ela é protagonista. Não é sobre a banda. É sobre a energia que o evento gera em cima da marca delas”. E por falar em Rock In Rio, a edição 2026 está chegando com 45 nomes internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos, nomes que somente o festival trará para os fãs. A festa vai rolar na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 04, 05, 06, 07 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026. Via: Rockbizz

Bangers Open Air 2027 anuncia Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot e mais
A organização do Bangers Open Air 2027 anunciou nesta quarta-feira, 10, Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot, Metal Church e Soen como as cinco primeiras atrações da próxima edição do festival, que acontecerá nos dias 24 e 25 de abril no Memorial da América Latina, em São Paulo. As primeiras atrações confirmadas são nomes aclamados na cena mundial e prometem shows especiais. O festival ainda anunciou a abertura das vendas dos ingressos Early Bird. O preços vão de R$ 1.380,00 a R$ 2.480,00 e já estão à venda no site Clube do Ingresso. Segundo a organização, o line-up será divulgado em novembro. Bandas como Twisted Sister, Fear Factory e Eluveitie, que cancelaram as apresentações no evento este ano, já demonstraram interesse em retornar no próximo ano . A edição de 2026 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 25 e 26 de abril e entregou um festival memorável com atrações como Arch Enemy, Angra, Smith/Kotzen, Jinjer, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 25 e domingo, dia 26. View this post on Instagram SERVIÇO Early Bird – Pass 2027– Sem taxa de serviço– 1 Bangers Pass válido para os dois dias de festival– Early Entrance – 10h00 (público geral 11h00)– 1 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo– 1 voucher – Welcome drink para uso no festival– 1 ingresso para o Warm-up oficial do festival (data e local serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026)R$ 1.380,00 Early Bird – Partner 2027– Sem taxa de serviço– 2 Bangers Pass válido para os dois dias de festival (a compra gerará 02 QR codes, sendo 01 para cada pessoa)– Early Entrance – 10h00 (público geral 11h00)– 2 Kit Bangers com 1 postcard para autógrafos, 1 broche colecionável e 1 cordão para copo– 2 vouchers – Welcome drink para uso no festival– 2 ingressos para o Warm-up oficial do festival (data, local e atrações serão definidos e anunciados pela produção até dezembro de 2026)R$ 2.480,00 LEIA TAMBÉM: Ivan Busic celebra suas raízes na cativante balada “My Blues and You” Via: WikiMetal

Roger Taylor (Queen) anuncia seu novo álbum Violence Insane In A Beautiful World
Roger Taylor, baterista do Queen, anunciou que lançará seu sétimo álbum solo, intitulado Violence Insane In A Beautiful World, no dia 18 de setembro pela Columbia Records. Taylor também compartilhou o primeiro single do álbum, Come On Summer (It’s Party Time), com a participação do Coral Juvenil Ndlovu, de Limpopo, África do Sul, que ganhou destaque com sua versão em zulu do clássico do Queen, Bohemian Rhapsody. Ouça abaixo. Embora não seja um álbum conceitual, Violence Insane In A Beautiful World possui um tema central, segundo Taylor. “Existe um tema, sabe, está no próprio título: que mundo lindo em que vivemos, não vamos estragar tudo. Parece haver muita insanidade no momento. A violência no mundo parece estar tão ruim quanto jamais esteve, em qualquer época, e certamente durante a minha vida”, disse ele. “É simplesmente horrível, muita violência insana. E parece que estamos mesmo destruindo o mundo, plástico no mar, sabe, e todas essas guerras terríveis por toda parte e o ódio que nasce de diferentes religiões”, continuou. E acrescentou: “É um mundo lindo, sabe? E a gentileza é muito importante, eu acho, parece que é esquecida com frequência. Então, esse é basicamente o tema”. O álbum estará disponível em diversos formatos, incluindo vinil preto e azul, picture disc e CD padrão. Tracklist de Violence Insane In A Beautiful World: ‘A Beautiful World – Feat. The Ndlovu Youth Choir’‘Violence Insane’‘What Really Matters’‘Don’t Photograph Food’‘I See You Now’‘Chump’‘Spit In His Eye’‘Jealous Guy’‘Come On Summer (It’s Party Time)’ – feat. The Ndlovu Youth Choir‘A Great Big Beautiful World (reprise)’ – feat. The Ndlovu Youth Choir Via: Rockbizz

Lacuna Coil e Quiet Riot virão ao Brasil em abril de 2027, segundo jornalista
Boa nova aos fãs de goth metal e hard rock! O Lacuna Coil e o Quiet Riot virão ao Brasil em abril de 2027, segundo jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país. O comunicador informou as novidades por intermédio de suas redes sociais. Ele ainda destacou que mais informações sobre os shows serão reveladas em breve. LACUNA COIL NO BRASIL! Abril de 2027 Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) June 10, 2026 QUIET RIOT NO BRASIL! Abril de 2027 Mais informações em breve! — José Norberto Flesch (@jnflesch) June 10, 2026 Lacuna Coil A banda lançou seu novo álbum de estúdio, Sleepless Empire, em 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. O processo de composição e a gravação de Sleepless Empire ocorreram no norte da Itália, no SPVN Studios, com a produção sob os cuidados do baixista Marco “Maki” Coti Zelati. Já a capa da obra ficou na responsabilidade do artista italiano Roberto Toderico. Outro fato interessante sobre Sleepless Empire é a lista de participantes especiais. O disco tem a presença de Randy Blythe (Lamb of God) na música Hosting The Shadow e Ash Costello (New Years Day) em In The Mean Time. Quiet Riot O grupo norte-americano tem o status de cult por ter contado com o saudoso Randy Rhoads (Ozzy Osbourne) em sua primeira encarnação. O sucesso comercial veio com sua segunda formação, quando colocou no mercado o famoso álbum Metal Health, que tem em seu repertório sons como Cum On Feel the Noize (cover do Slade) e Metal Health (Bang Your Head). Ao longo dos anos, o conjunto experimentou muitas idas e vindas, visto que perdeu seu vocalista, Kevin DuBrow, em 2007. Via: Rockbizz

The Warning anuncia ‘Everything’s Falling’, seu quinto álbum de estúdio
The Warning, trio mexicano formado pelas irmãs Daniela, Paulina e Alejandra Villarreal, anunciou nesta quarta-feira, 10, seu quinto álbum de estúdio, Everything’s Falling. O sucessor do elogiado Keep Me Fed (2024) terá seu lançamento em 28 de agosto pela Lava/Republic Records. A nova era da banda já vinha sendo desenhada com o lançamento de dois singles recentes: “Kerosene”, liberada em março, e “Ego”, lançada em maio. Nesta sexta-feira, 12, o grupo lançará “Ritual“, terceiro single do novo trabalho. Para acompanhar a faixa o trio preparou um videoclipe que terá a classificação indicativa “Rated R”, uma vez que a própria banda declarou que a produção contém “fortes sequências de ritual e transformação, de uma morte simbólica”. No teaser oficial, é possível ver as integrantes usando penas, empunhando uma adaga cerimonial e dividindo a tela com figuras ocultistas mascaradas e com um cavalo branco. [via Revolver]. O The Warning já esteve no Brasil em duas ocasiões: a primeira em março de 2025, quando o trio fez sua estreia no país acompanhando a turnê do The Offspring — com datas em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre —, e a segunda exatamente um ano depois, para uma apresentação no Lollapalooza Brasil 2026. Atualmente, o trio está em turnê pelos Estados Unidos como atração de abertura para o cantor YUNGBLUD. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Amy Lee rejeita rótulo gótico para Evanescence: “Eu odeio essa palavra” Via: WikiMetal

Ed Motta afirma que o rock n’ roll brasileiro é inexistente: “Eu não tenho culpa nenhuma”
O pai do rock brasileiro é o saudoso Raul Seixas! O artista criou som para as massas e deixou de lado o quê elitista do gênero musical. Raulzito, como era conhecido pelos mais íntimos, queria uma abordagem simples e acessível nas letras de suas músicas. Além dele, o rock brasileiro tem inúmeros representantes de alto escalão, e a lista contempla Rita Lee, Os Mutantes, Made In Brazil, Patrulha do Espaço, Golpe de Estado, Tutti Frutti, Titãs, Ira, Barão Vermelho, Os Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Charlie Brown Jr. e Skank. Na seara mais pesada o nosso país também tem grandes representantes como o Sepultura, Angra, Soulfly, Cavalera Conspiracy, Krisiun, Ratos de Porão, Raimundos, Nervosa, Crypta, Torture Squad, Dorsal Atlântica, Shaman e por aí vai. No entanto, há quem ache o nosso rock n’ roll nulo, ou seja, simplesmente não existe. Tempos atrás, em uma transmissão ao vivo nas redes, o cantor carioca Ed Motta afirmou que o rock n’ roll brasileiro é inexistente. “O que eu acho do rock brasileiro? Eu não tenho culpa nenhuma disso. Já começa dessa parte”, disse Ed. “Antes de eu falar o que que eu acho, eu não tenho culpa nenhuma, então não preciso falar o que eu acho”, seguiu aos risos. “É inexistente isso aí, cara”, completou com sinal de desdém. Embora Motta desconsidere o rock brasileiro, o estilo em nosso país, apesar das dificuldades que enfrenta, segue lotando grandes e pequenas casas de shows. Tem como melhorar? Claro que sim, sempre tem. E vale pontuar que até mercados mais aquecidos como o sueco, alemão e finlandês têm pontos a aprimorar, portanto é válido usar a máxima do copo meio cheio ao se referir ao nosso rock. Via: Rockbizz

Michael Schenker rejeita a ideia do Iron Maiden ser o inventor da galopada heavy metal
Quem já pegou uma guitarra para tocar e tentou se aventurar nos sons do Iron Maiden, Metallica, Helloween e Dio, por exemplo, se deparou com alguma seções rítmicas que se assemelham a um galope de cavalo. O andamento do galope é dividido por uma colcheia seguida por duas semicolcheias. Embora o ritmo pareça fracionado em três partes, a primeira parte (colcheia) dura o mesmo tempo que a segunda, que é composto por duas semicolcheias. O movimento básico da palheta consiste no seguinte esquema: baixo-baixo-cima. O primeiro ataque na corda dura a primeira metade do tempo enquanto o contratempo é dividido em duas semicolcheias. A banda que mais vem disseminando esta técnica é o Iron Maiden. Sons como The Trooper e Run To The Hills exemplificam muito bem a essência, efeito e poder da galopada. No entanto, Michael Schenker rejeitou a ideia do Iron Maiden ser o inventor da galopada heavy metal. O músico alemão forneceu as suas considerações em entrevista à revista Guitar World. “Há um galope naquela música [Surrender, do novo álbum do Michael Schenker Group, Don’t Sell Your Soul]. É engraçado porque uma vez li um dos caras do Iron Maiden dizendo que eles inventaram o galope. Primeiro, o galope já existia, se você olhar para séries de TV como Bonanza”. “Além disso, o galope já foi usado há muito tempo no rock; eu o toquei em Lights Out [do UFO]. É algo que sempre gostei de fazer. Tem esse som aventureiro que funciona bem às vezes. Está no meu sangue, e é a batida que nunca se resolve, então você não consegue realmente dançar ao som dela”. Sendo ou não o criador da galopada heavy metal, o Iron Maiden e muitas outras bandas seguem se servindo desta técnica que traz um incrível poder às músicas. Via: Rockbizz