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Entrevista LVCAS: De fenômeno do YouTube ao Palco Supernova do Rock in Rio 2026
Mesclando nu metal, metalcore melódico e trap metal, LVCAS se tornou nos últimos anos um dos nomes para se observar da nova geração na música pesada. Conhecido pelo seu trabalho com o Canal Inutilismo no YouTube – que gerou o apelido Lucas Inutilismo, pelo qual ficou conhecido -, LVCAS furou a bolha de sua audiência principalmente com as retrospectivas ANO em uma música, onde juntava os principais sucessos musicais do ano em um grande medley. Aproveitando a popularidade desses vídeos, o artista passou a se dedicar com mais afinco à sua carreira musical, fazendo shows ao vivo entre 2023 e 2024 com a turnê Minha Playlist de Funk, onde tocava covers e versões rock de músicas populares. Em 2024 veio o primeiro disco, Humanamente, e em 2025 o EP mais recente, abatido mas não derrotado, com um som mais consolidado em suas referências musicais. No dia 05 de setembro, ele é um dos nomes que se apresentam no Palco Supernova do Rock in Rio 2026, que também contará com bandas como Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon e Bad Omens. Em entrevista ao Wikimetal, LVCAS fala sobre o andamento da carreira musical, os desafios de ser um artista de rock no Brasil e os planos para o futuro. Wikimetal: Apesar da sua carreira ter começado no YouTube, você também teve formação musical, a música sempre foi algo muito presente na sua vida. Quando você decidiu começar a se dedicar integralmente para a sua carreira na música, o que te fez escolher o rock como o gênero onde você queria se inserir? LVCAS: O rock sempre foi a base da música pra mim, então não foi um movimento premeditado, e muito mais um caminho natural de algo que me acompanhava desde o berço. É meu lugar de maior identificação, portanto qualquer coisa diferente disso seria estranho pra mim. Wikimetal: Durante um bom tempo você fez sucesso com seus compilados de fim de ano e fez turnê fazendo covers mais pesados de músicas populares. Como foi a recepção do público quando o seu repertório ao vivo mudou de algo familiar para algo mais autoral? LVCAS: Vivo um lugar de muito privilégio por poder ter essa base de pessoas que me acompanham e que de alguma forma tem esse vínculo de confiança e que me dá tranquilidade pra experimentar da maneira que eu sentir que mais faz sentido no momento. A arte sempre vai ser dinâmica, estou sempre aberto a mudanças e essa confiança do público é fundamental e sou muito sortudo de ter essa comunidade sólida. A recepção no geral é ótima. Isso não quer dizer, claro, que não haverá nenhum tipo de estranhamento. O novo costuma ser estranho, principalmente quando é desconhecido e quando já há uma expectativa formada em relação a mim. “Esse não é o doido dos vídeos? Que que ele tá fazendo música?” É uma parte absolutamente natural do processo, estou começando a trilhar meu caminho e preciso conquistar esse espaço nesse mercado diferente, mas o saldo é muito mais positivo do que negativo. Wikimetal: Em uma entrevista para o Terra você falou um pouco sobre a cena do rock em que você está inserido e fez um comentário interessante. Você disse: “Espaço existe, mas ele não é neutro. A gente vive numa lógica de excesso com muita oferta, muita gente boa, e nem sempre a demanda acompanha”. Primeiro eu queria destrinchar melhor o que você quis dizer quando você comentou que esse espaço não é neutro. LVCAS: Quero dizer que o mundo da música é um ambiente muito bem estabelecido, com cercas altas e espinhosas. O espaço existe, a demanda existe. O rock pode não ser o gênero número 1 no Brasil, mas cair no discurso de que o gênero morreu é pra mim se contentar com uma resposta simples que negligencia todo um movimento que conta com muita gente boa lutando pra fazer acontecer, estádios lotados pra ver desde clássicos multigeracionais como AC/DC, como quem leva o bastão pra nova geração, como o Bring Me The Horizon. Mas, apesar de tudo isso, conquistar o espaço pode ser complexo e demandar caminhos bastante específicos, conhecer pessoas certas, estar no momento certo na hora certa, com a indicação certa. Wikimetal: Sobre a outra questão da demanda: qual é a maior dificuldade que você enfrenta hoje em dia, dentro desse gênero musical e do mercado brasileiro, tentando fazer o seu som virar e chegar em mais pessoas? LVCAS: Existem algumas barreiras, é claro. O metal em si não é um gênero popular porque carrega em si uma cultura de desobediência, de questionamento e revolta. Me parece fazer sentido a teoria de que existem gêneros mais interessantes pro sistema colocar em evidência pois são melhores promotores da ordem. Além disso, tenho que olhar pro meu trabalho com um olhar crítico, saber que está no começo, que há muito o que melhorar e ser lapidado. Creio que com o meu amadurecimento como compositor e músico, novos frutos poderão ser colhidos. Existe também o desafio de compor músicas do gênero em português, que além de limitar o alcance, pode causar um estranhamento em ouvidos que estão acostumados com outra coisa. Mas eu gosto dessa parte, do desafio. Sempre gostei de nadar contra a maré, na teimosia. Estou bastante disposto a esticar essa corda ao máximo pra ver no que vai dar. Wikimetal: Em dezembro, você lançou o novo EP abatido mas não derrotado que tem muita influência do nu metal, metalcore, rock industrial. Quem são suas maiores referências dentro desses gêneros? LVCAS: Minha maior influência da vida é o Metallica. Minha base, minha escola como músico. Dito isso, não acho que seja tão identificável no meu som. Talvez porque eu tenha me adequado a padrões mais recentes. Coloco hoje em primeiro lugar como influência o Bring Me The Horizon, que pra mim são exemplo de condução de projeto dentro e fora de campo. Claro que há muito mais nesse caldeirão de influências, desde essas que vem direto na cabeça até outras que é até difícil

Bonnie Tyler sai do coma após um mês mas permanece na UTI
Bonnie Tyler, cantora famosa pelo hit Total Eclipse Of The Heart, saiu do coma após um mês mas continua “muito debilitada e na UTI”, segundo sua família. Tyler, de 75 anos, passou por uma cirurgia intestinal de emergência em Portugal no mês passado e colocada em coma induzido para auxiliar em sua recuperação. Na última segunda-feira (15 de junho), a família da cantora galesa divulgou uma atualização sobre seu estado de saúde por meio de um comunicado em seu site oficial. “Bonnie não está mais em coma, mas continua muito debilitada e na UTI de um hospital em Portugal. Embora seu quadro esteja melhorando, é um processo lento”, disse o comunicado. “Seus médicos continuam confiantes de que ela terá uma boa recuperação, mas isso levará tempo”. A família de Bonnie explicou que todos os shows agendados para este verão (hemisfério norte) foram cancelados ou adiados para 2027, acrescentando: “Isso afetará todos os shows até o final de agosto. No momento, ainda temos esperança de que os shows no outono aconteçam”. O comunicado prosseguiu: “Gostaríamos de agradecer a todos pela enorme demonstração de amor e apoio que recebemos de todo o mundo por Bonnie e queremos dizer que ela está ciente e muito grata por seus votos de melhoras.” “A família de Bonnie continua pedindo privacidade e promete que divulgaremos novas informações assim que houver novidades significativas para compartilhar”, concluiu. Via: Rockbizz

Tom Morello manda recado para quem acha que músicos não deveriam se envolver em política
O guitarrista do Rage Against The Machine, Tom Morello, é um indivíduo que sempre deixou claro a sua luta a favor do campo progressista. É só conferir o conteúdo lírico de suas obras para ter a certeza disso. Com isso, é óbvio que ele seja um crítico ferrenho dos políticos conservadores e de direita como o presidente dos EUA, Donald Trump. Em nova entrevista à revista Metal Hammer Alemanha, Tom Morello mandou recado para quem acha que músicos não deveriam se envolver em política. A posição do músico surgiu depois que a entrevistadora Katrin Riedl o questionou sobre seu comentário de que “todo ato de arte é um ato de resistência”. “Com certeza é um ato de resistência. Especialmente no meu país, nestes tempos perigosos, no qual há tanta supressão de ideias e censura de livros e artistas sendo cancelados por suas opiniões políticas, que simplesmente por se manifestar. A coragem é contagiosa, e artistas defendendo suas crenças contra. Temos um presidente que irá pessoalmente atrás de você e enviará o Departamento de Justiça atrás de você se você se opuser ao seu regime, e isso tende a intimidar muitas pessoas, impedindo-as de expressar suas opiniões. Mas no segundo em que você se cala, é o segundo em que o autoritarismo vence, é o segundo em que o fascismo ganha mais alguns passos. Portanto, cada ato artístico é um ato de resistência. Cada canção cantada é um farol de luz na escuridão crescente, e cada verdade dita é, com sorte, como um sino que toca para as pessoas que são as que vão desfazer essa loucura”. Sobre a música ser política, o guitarrista falou: “Bem, quando as pessoas dizem que os músicos não devem se envolver em política, significa que elas discordam das suas posições políticas. No momento em que você compõe uma música que concorda com as opiniões políticas delas, de repente elas são todas a favor. Então, primeiro, é muita hipocrisia; segundo, eu também acho que, por que você deveria abrir mão da sua liberdade de expressão no seu trabalho? Só porque ofende alguém? Acho que o contrário é que é verdade. Acho que você prejudica a si mesmo e à sua época ao censurar quem você é no seu trabalho”. “Não só os músicos. Acho que, primeiro, é meio que um egoísmo estranho colocar os músicos em um gueto, tipo, ‘Ah, eles não deveriam dizer nada’. Acho que, seja no seu trabalho como jornalista musical, como gerente de turnê ou como motorista de ônibus, seja qual for a sua profissão, você não deve deixar de lado quem você é e no que acredita”, ressaltou Tom “Acho que existe uma camada extra de sofrimento para as pessoas que, em momentos de grande injustiça, se censuram e permanecem em silêncio quando deveriam se manifestar, por medo de algum troll da internet”, completou. E por falar sobre a união da política e música, Tom Morello acompanhou Bruce Springsteen e a E Street Band em todos os shows da turnê norte-americana Land Of Hope And Dreams. Springsteen fez uma série de dezenove shows que começou em Minneapolis no dia 31 de março e terminou em Washington, D.C., no dia 27 de maio, os quais serviram como atos contra Trump. Via: Rockbizz

Sebastian Bach apoia Lzzy Hale no Skid Row: “Odeio aqueles caras, mas ela é foda”
Lzzy Hale comentou sobre a suposta reação de Sebastian Bach após a cantora assumir temporariamente os vocais do Skid Row. A vocalista do Halestorm substituiu temporariamente Erik Grönwall em quatro shows entre maio e junho de 2024. Durante um show acústico no Garage em Glasgow na Escócia no último domingo, 14, Lzzy refletiu sobre sua passagem no Skid Row e confessou que pessoas próximas disseram que Bach teria gostado de sua performance à frente da banda. “Foi incrível. Foi maravilhoso. Consegui realizar meu sonho de adolescente. Eu era uma garota esquisita nos anos 90. Eu ouvia Skid Row, Alice Cooper e DIO. É, as outras garotas não gostavam disso. Mas enfim, os caras [do Skid Row] me convidaram para entrar na banda. Eles estavam tendo uns encontros entre uma turnê e outra. E foi uma coisa maravilhosa, porque todos os fãs do Halestorm vinham e traziam seus pais. Então era tipo um encontro de pai e filho, pai e filha, rolando, e era simplesmente incrível”, disse ela [via Blabbermouth]. Apesar de não ter recebeu a opinião diretamente de Sebastian, Lzzy afirmou que ouviu comentários positivos. “Eu conheço o Sebastian muito bem. Ele sempre foi um amor comigo. E o melhor foi que, depois de tudo isso, eu consegui conversar com a esposa do Dimebag Darrell [Rita Haney]. Ela disse: ‘Ei, a gente passou a noite toda com o Sebastian assistindo aos vídeos do Skid Row, em que você canta com eles’. Eu fiquei tipo: ‘Ih, rapaz. O que ele disse?’ E aparentemente, ele olhou para a Rita e disse: ‘Cara, eu odeio aqueles caras, mas ela é foda.’ Eu respondi: ‘Ok, ótimo”, confessou Lzzy. LEIA TAMBÉM: Lzzy Hale, do Halestorm, conta como a decisão de parar de beber mudou sua vida Via: WikiMetal

Nervosa anuncia extensa turnê pelo Brasil para setembro
A Nervosa anunciou as primeiras datas da turnê brasileira de divulgação de Slave Machine, seu mais recente álbum de estúdio. Nesta etapa inicial, os shows acontecerão em 13 cidades em diferentes regiões do país. Segundo a banda, a agenda divulgada representa apenas a primeira fase da turnê. Novas datas serão anunciadas em breve, com shows previstos para 2027. Em publicação nas redes sociais, a Nervosa explicou que o roteiro inicial foi estruturado com foco principalmente nas regiões Nordeste e Sudeste. “Finalmente Brasil! Estamos super felizes em anunciar a primeira parte da nossa turnê que passará por cidades que há muito tempo não tocamos. Mas fiquem tranquilos que a turnê Slave Machine terá parte 2 no Brasil no próximo ano. A ideia é expandir para todo o território nacional. Mas atenção! Informamos que os 50 primeiros ingressos de cada cidade terá um benefício extra, cujos detalhes deverão ser divulgados nas próximas semanas”, disse a banda. Os ingressos já estão à vendo por meio do site da Nervosa. Quem adquirir antecipadamente terá acesso a benefícios especiais. Nervosa também está confirmada no Rock in Rio 2026, onde se apresentará no Palco Sunset, no Dia do Metal que acontece em 05 de setembro, dividindo o line-up com Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon, Machine Gun Kelly, Sepultura, Bad Omens, Poppy e mais. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Gabriela Abud anuncia saída da Nervosa após quase dois anos Via: WikiMetal

Rush compartilha mensagem de agradecimento após primeira semana da turnê de reunião
A tão aguardada turnê de reunião do Rush completou oficialmente sua primeira semana e, ao que tudo indica, o retorno da banda foi um verdadeiro triunfo. Desde a chegada de novos integrantes à turnê até a retomada de músicas que não eram tocadas há décadas, o Rush entregou quatro noites de shows durante sua passagem por Los Angeles – a primeira parada da etapa norte-americana, que está programada para seguir até dezembro. Em uma mensagem recente nas redes sociais, a banda expressou sua gratidão. “Obrigado por tornarem esta semana tão incrível!”, escreveu o grupo. “Por acolherem Anika e Loren de forma tão profunda. Aimee Mann por se juntar a nós em Time Stand Still em homenagem a Neil [Peart]. A vocês, nossos fãs, seu apoio inabalável é o que tornou isso realidade. Eternamente gratos!” Thank you for making this week so effin’ amazing! For embracing Anika, Loren so profoundly. Aimee Mann for joining us on Time Stand Still in tribute to Neil. To you, our fans, your steadfast support is what has made this a reality. Forever grateful! 📸: rosshalfin pic.twitter.com/JzHegd3eDv — Rush (@rushtheband) June 14, 2026 A turnê de reunião do canadense Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo também ganhará os palcos da América do Sul em janeiro e fevereiro de 2027. No Brasil, a turnê começará por Curitiba (Arena da Baixada) em 22 de janeiro, seguindo para São Paulo (Allianz Parque) em 24 de janeiro, e depois para o Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos – Engenhão) em 30 de janeiro, Belo Horizonte (Estádio Mineirão) em 01 de fevereiro, e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha) em 04 de fevereiro. Via: Rockbizz

Download Festival: Linkin Park é primeira banda headliner com vocalista mulher
O Linkin Park fez história no Download Festival ao se tornar a primeira banda com uma vocalista feminina a ser headliner do festival. A nova formação, liderada por Mike Shinoda e pela vocalista Emily Armstrong, se apresentou no último domingo, 14, e entrou para a história por representar a primeira vez que uma mulher liderou uma banda headliner no Download Festival. A apresentação integrou a turnê mundial From Zero, que segue pela Europa. Os próximos compromissos da banda acontecem na França, na próxima terça-feira, 16, e na Espanha, dia 19 de junho. Durante o show em Donington Park, o grupo executou um setlist de 23 músicas, dividido em quatro atos distintos, cobrindo diferentes fases de sua trajetória. O Linkin Park já ocupou o posto de headliner diversas vezes desde os anos 2000. Entre os momentos mais lembrados está a apresentação de 2014, quando a banda executou o álbum Hybrid Theory na íntegra para celebrar o disco que marcou uma geração. A edição de 2026 do Download Festival também contou com os headliners Limp Bizkit, na sexta-feira, 12, e Guns N’ Roses no sábado, 13. LEIA TAMBÉM: Emily Armstrong fala sobre suas primeiras sessões de estúdio com o Linkin Park Via: WikiMetal

Iron Maiden: O dia em que Steve Harris jogou futebol no Brasil
A paixão de Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, pelo futebol está longe de ser um segredo para os fãs, uma vez que o músico quase se tornou jogador profissional do West Ham, seu clube do coração. No entanto, uma reportagem exibida pelo Esporte Espetacular, da TV Globo, em 1996 – durante a passagem da banda pelo Brasil com a The X Factour -, mostrou um momento até então inédito para a época: Steve jogando futebol em solo brasileiro. A matéria destaca não apenas a habilidade de Harris com a bola nos pés, mas relembra a história de como o metal quase perdeu um de seus maiores ícones para os gramados. “A explicação é simples: ele joga desde os 9 anos, hoje tem 40. É torcedor fanático do West Ham e treinou lá nesse time da Inglaterra 9 meses, quase virou profissional”, explicou o repórter. Após a partida, o líder do Iron Maiden comentou sobre um pouco do seu acervo, onde revelou que possuía “mais de 50 camisas de times de todo o mundo”, incluindo nomes importantes do futebol brasileiro como Botafogo, Corinthians, São Paulo e Fluminense. Questionado sobre o que achava da seleção brasileira, até então tetracampeã mundial, Steve rasgou elogios para Juninho Paulista, destaque do Middlesbrough na época, e campeão mundial em 2002. Steve Harris viu seu primeiro jogo de futebol aos 9 anos de idade Em 11 de dezembro de 1965, aos 9 anos de idade, Steve assistiu à sua primeira partida de futebol – West Ham 4 x Newcastle 3 – e no final daquela década já se destacava como lateral no time amador Beaumont Youth, chamando a atenção de Wally St. Pier, olheiro que serviu ao West Ham por 47 anos ininterruptos. Ao identificar seu potencial, St. Pier o levou para a famosa “Academy of Football”, um dos celeiros de talentos mais prestigiados e rigorosos do mundo. Foi de lá que saíram nomes como Bobby Moore e Geoff Hurst, essenciais na conquista da Copa do Mundo de 1966 pela Seleção Inglesa. Décadas mais tarde, a mesma academia revelaria ídolos comoRio Ferdinand, Frank Lampard, Joe Cole eDeclan Rice — atual pilar do Arsenal e da seleção nacional. LEIA TAMBÉM: Antes do Iron Maiden, Steve Harris quase foi jogador profissional de futebol Via: WikiMetal

Bruce Dickinson divulga o making of do novo clipe de Tears Of The Dragon
O cantor britânico Bruce Dickinson divulgou o making of do novo clipe de Tears Of The Dragon. O vídeo, que teve direção de Leo Liberti e Antoine De Montremy, foi filmado em uma cervejaria desativada em São Paulo em setembro de 2025. Vale lembrar que o som ganhou uma nova roupagem com as linhas de guitarra de Philip Naslund, arranjos de Antonio Teoli e produção, remixagem e masterização de Brendan Duffey. A balada Tears of the Dragon, que é o maior hit solo de Dickinson, está no track listing de Balls to Picasso, segunda aventura solo do cantor inglês, cujo lançamento original foi em junho de 1994. O som entrou nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, Inglaterra e Finlândia, e ajudou alavancar a carreira do cantor fora do Iron Maiden. Tempos atrás, durante bate-papo com a revista Revolver, Bruce elegeu Tears of the Dragon como a melhor música que já compôs. O músico explicou: “Eu diria que a minha melhor música é Tears of the Dragon, porque eu não sei o significado dela. Mas eu sei que ela significa alguma coisa. É uma canção que tem um efeito muito grande nas pessoas. E ela tem um efeito em mim, também”. Via: Rockbizz

Tony Iommi e empresário do Iron Maiden recebem honraria do Rei Charles III
O heavy metal ganhou destaque na lista de homenagens de aniversário do Rei Charles III. O guitarrista Tony Iommi, fundador do Black Sabbath, e Rod Smallwood, empresário do Iron Maiden, estão entre os nomes reconhecidos na edição de 2026 da tradicional King’s Birthday Honours. Tony Iommi recebeu o título de Membro da Ordem do Império Britânico (MBE) por seus serviços à música e à caridade. A homenagem chega um ano após o histórico show de despedida do Black Sabbath em Birmingham. Já Rod Smallwood foi nomeado Oficial da Ordem do Império Britânico (OBE). O empresário acompanha o Iron Maiden desde o fim da década de 1970 e desempenhou papel fundamental na transformação da banda em um dos maiores nomes da história do rock. A honraria também reconhece seu trabalho filantrópico por meio da Truants Foundation [via Music Week]. Outro nome ligado à indústria musical homenageado foi Nadia Khan. A executiva recebeu o título de MBE por sua atuação em defesa das mulheres no mercado da música. LEIA TAMBÉM: Família Osbourne rebate acusações de que avatar de Ozzy seja um “caça-níquel” Via: WikiMetal

John 5 anuncia shows na Argentina dias antes do Best of Blues and Rock 2026
John 5 pode ser uma das atrações do Best of Blues and Rock 2026. O guitarrista anunciou sua primeira turnê pela Argentina, 3 dias antes das datas do festival, marcado para 20, 21 e 22 de novembro. Embora o festival ainda não tenha anunciado oficialmente seu line-up, o anúncio do John 5 gerou especulações entre os fãs. A coincidência chama atenção, já que é comum que artistas aproveitem uma mesma viagem à América do Sul para realizar múltiplos shows na região. Outro fato é a estrutura do festival, que desde sua criação, tem apostado em guitarristas consagrados e bandas de rock clássico, reunindo artistas de diferentes gerações. Vale lembrar que John 5 já foi uma das atrações, na edição de 2018, ao lado de Tom Morello. Até o momento, nem a organização do festival nem a equipe do guitarrista comentaram uma possível participação. O Best of Blues and Rock acontecerá no Parque Ibirapuera nos dias 20, 21 e 22 de novembro. Informações sobre line-up e venda de ingressos serão anunciadas em breve. Em nota nas redes sociais, o festival escreveu: “Ao longo de 12 edições, vivemos encontros históricos, estreias inesquecíveis, performances lendárias e momentos que ficaram para sempre na memória de quem esteve lá. E a história continua! O que podemos afirmar agora é: valeu muito a pena esperar!” A edição Best of Blues and Rock 2025 aconteceu em São Paulo em dois finais de semana, nos dias 07, 08, 14 e 15 de junho, e entregou um festival memorável com atrações como Deep Purple, Alice Cooper, The Verve e Dave Matthews Band. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Best Of Blues And Rock confirma edição de 2026 para novembro Via: WikiMetal

Efeitos pirotécnicos assustam fãs em show do Evanescence
Efeitos pirotécnicos assustaram fãs durante o show do Evanescence em Tampa, na Flórida, na última sexta-feira, 12, que tiveram a impressão de incêndio no palco. O fogo teria sido provocado por um efeito pirotécnico, fazendo com que as chamas atingissem uma cortina localizada na lateral do palco do MIDFLORIDA Credit Union Amphitheatre. Vídeos gravados por fãs mostram que uma parte das cortinas parece pegar fogo enquanto um integrante da equipe técnica aparentemente age para conter as chamas, que foram apagadas em poucos segundos. Noticiado por diversos portais, o suposto princípio de incêndio na verdade faz parte da performance na canção “Calm Down”, uma das faixas de seu recém-lançado álbum Sanctuary. Um membro sênior da turnê do Evanescence informou ao Wikimetal que os efeitos foram planejados e que as cortinas são feitas com material não-inflamável. A apresentação faz parte da turnê norte-americana de divulgação de Sanctuary, sexto álbum de estúdio do Evanescence. A banda liderada por Amy Lee tem como convidadas Spiritbox, Poppy, Nova Twins e K. Flay. LEIA TAMBÉM: Evanescence: DVD com show gravado no Brasil é lançado no exterior Via: WikiMetal

Dee Palmer, ex-tecladista do Jethro Tull, morre aos 88 anos
Notícia triste aos fãs de rock progressivo! Dee Palmer, ex-tecladista do Jethro Tull, morreu aos 88 anos. A informação foi confirmada pela banda em suas redes sociais. A causa da morte, todavia, não foi informada. Ian Anderson, líder do grupo britânico, se manifestou assim: “Soubemos hoje do triste falecimento da ex-integrante do Tull, Dee Palmer, que morreu em casa, em Shropshire, amparada por alguns familiares. Dee não estava bem nos últimos dois anos, mas, na última vez em que conversamos, no início do ano, ela ainda planejava gravar com uma orquestra a partitura do balé The Water’s Edge, que Dee (David, na época), Martin Barre e eu havíamos escrito para apresentações do Scottish Ballet em 1979. Eu havia concordado em tocar flauta na nova gravação e presumi que ela estava atrasada, mas ainda em andamento. Como David Palmer, Dee escreveu as partes da seção de metais e as conduziu na faixa Move On Alone, escrita por Mick Abrahams para o nosso primeiro álbum, This Was, em 1968. Alguns meses depois, pedi a ele que criasse o belo arranjo para quarteto de cordas de A Christmas Song, que foi lançado no lado B do nosso single Love Story, em novembro de 1968”. Ele completou: “Nos anos seguintes, David continuou como arranjador e maestro, notadamente nos álbuns Aqualung, WarChild, Minstrel In The Gallery e Too Old To Rock And Roll. Ele tocou com o Jethro Tull como segundo tecladista, tocando todas as partes de cordas em teclados de 1976 até 1980. Seu outro trabalho solo envolveu principalmente versões orquestrais de vários álbuns clássicos de rock de bandas como Genesis, Yes, Pink Floyd e Queen, bem como o álbum do Jethro Tull, A Classic Case, com a Orquestra Sinfônica de Londres, no qual alguns membros do Jethro Tull contribuíram com adições instrumentais”. “David passou a se chamar Dee após consultas psicológicas e médicas, e realizou uma cirurgia em 2004, após a morte de sua esposa Maggie. Ela deixa quatro filhos. Minhas lembranças pessoais favoritas são, em sua maioria, do meu parceiro criativo, fumante de cachimbo, com quem compartilhei muitos curries picantes e boas conversas sob nuvens de fumaça de cigarro St. Bruno”, concluiu Ian. Palmer nasceu em Hendon, Londres, em julho de 1937 e estudou composição na Royal Academy of Music. De acordo com a Classic Rock, ela foi figura presente no trabalho do JT entre 1970 e 1977, portanto, época considerada a mais clássica pelos fãs. Em 1980, depois da parceria com Tull, Dee formou o Tallis com o também ex-integrante do Jethro, John Evan. A banda não ganhou notoriedade na cena roqueira, apesar de contar com o apoio de nomes como Barriemore Barlow, John Glasock e Gordon Giltrap. Além de trabalho em estúdio ao lado dos citados Genesis, Yes, Pink Floyd e Queen, a musicista se dedicou à criação de trilha sonoras para filmes. Via: Rockbizz

Arcebispo de Nova Iorque tentou colar a pecha de inimigo número um da sociedade em Ozzy Osbourne
Para os cidadãos de bem que vão ao culto todos os domingos – ou todos os dias -, o saudoso Ozzy Osbourne ainda é um agente das trevas. Letras de sons como Black Sabbath, N.I.B., Suicide Solution, Mr. Crowley e Demon Alcohol, em parceria ao conteúdo de capas como Speak of the Devil, Black Sabbath, Bark at the Moon e No Rest for the Wicked, provocam um comichão sem igual nos supostos cordeiros de Deus. Alguns desses religiosos, que não consagram nenhum compromisso com o que prega no púlpito, tampouco usam suas posições para mitigar o sofrimento alheio, adoram usar artistas como Ozzy como vilões da sociedade. Nos anos 1980, o Arcebispo de Nova Iorque, o Cardeal John Joseph O’Connor, resolveu partir para cima do Madman por conta do conteúdo lírico de Suicide Solution. Na época, para tirar a história a limpo, a MTV foi ouvir o que Ozzy achava de todo o imbróglio. “Eu não sei muito sobre o Cardeal O’Connor, então não gostaria de fazer comentários sobre o Cardeal O’Connor. Eu ouvi nos noticiários que eles estão pegando no meu pé, novamente, o que eu estou acostumado. Pelo menos uma vez por ano eles culpam Ozzy por alguma coisa”. Ao ser questionado se mandou um telegrama ao religioso, o Madman respondeu: “Sim! Eu o questionei sobre ele falar de mim sem me conhecer e nunca ter falado comigo. Eles fazem as coisas por vontade própria”. Ele continuou: “Um Cardial tem muito poder! É como um juiz dizendo que você é culpado. Isso não é justo! Acho que um homem em tal posição deve me conceder o direito de falar. Mas, de qualquer forma, tudo o que eu quero dizer é que ele não sabe do que está falando. Ele está totalmente errado. Ele deveria se envolver em temas mais sérios como a questão dos desabrigados, que tem crescido muito nos Estados Unidos e Inglaterra. Não consigo ver o lado bom nisso no que ele está fazendo”. A repórter aproveitou a oportunidade e perguntou ao Príncipe das Trevas se ele se considerava um anticristo. “Não! De jeito nenhum! Eu não me envolvo em política, religião ou coisas do tipo. Não sou um satanista. Não reverencio o diabo. Uso meu tempo para me conjurar a sair da cama pela manhã, e não para o diabo. Não gosto quando acham que estou tentando machucar as pessoas. Isso é uma coisa muito estúpida de pensar. Não é minha intenção. Não sou uma pessoa ruim – não, de verdade”, encerrou o cantor em tom sarcástico. Como Ozzy já explicou mil vezes, Suicide Solution é uma crítica à vida desregrada que ele e seus pares tinham na estrada nos anos 70 e 80. De forma bem específica, o som surgiu como uma homenagem do Madman a Bon Scott (AC/DC) que bebeu até sucumbir, literalmente. Via: Rockbizz

Incêndio atinge palco durante show do Evanescence nos Estados Unidos
Um princípio de incêndio tomou conta do palco durante o show do Evanescence em Tampa, na Flórida, na última sexta-feira, 12. Segundo relatado pelo site Blabbermouth, o fogo teria sido provocado por um efeito pirotécnico, fazendo com que as chamas atingissem uma cortina localizada na lateral do palco do MIDFLORIDA Credit Union Amphitheatre enquanto a banda tocava “Calm Down”, uma das faixas de seu recém-lançado álbum Sanctuary. Vídeos gravados por fãs mostram que um integrante da equipe técnica agiu rapidamente para conter o problema e boa parte do público sequer percebeu o ocorrido. As chamas foram apagadas em poucos segundos, evitando danos maiores e sem a necessidade de interromper o espetáculo. A apresentação faz parte da turnê norte-americana de divulgação de Sanctuary, sexto álbum de estúdio do Evanescence. A banda liderada por Amy Lee tem como convidadas Spiritbox, Poppy, Nova Twins e K. Flay. LEIA TAMBÉM: Evanescence: DVD com show gravado no Brasil é lançado no exterior Via: WikiMetal

Quem curte Red Hot Chili Peppers anda para trás musicalmente, segundo Ed Motta
A história de que este artista ou músico é melhor do que aquele outro é polêmica, já que se trata de um assunto subjetivo, portanto, o que é bom para uma pessoa, pode ser um desastre para um outro indivíduo. Mesmo assim, há personalidades que adoram controvérsias para trazer algum holofote a sua carreira como é o caso de Ed Motta, que há tempos passou a ganhar mais fama pelas polêmicas que cria do que pela música que compõe. Tempos atrás, em uma transmissão ao vivo nas redes, o cantor carioca afirmou que quem curte Red Hot Chili Peppers anda para trás musicalmente. Ele também fez questão de ressaltar que a banda de Anthony Kiedis (vocal) e Flea (baixo) é horrível. “Red Hot Chili Peppers, cara, detesto! Acho horrível, bicho. Acho horroroso, muito ruim”, disparou o cantor. “Eu me lembro quando saiu o Red Hot Chili Peppers, o primeiro disco deles [autointitulado de 1984], produzido por George Clinton [nota: na verdade, o álbum teve produção de Andy Gill], que um amigo me mostrou. Não tinha MTV, não tinha nada disso. Isso foi nos anos 1980 [nos EUA a MTV começou em 1981; no Brasil, o canal estreou em outubro de 1990]”. Ed continuou: “Faz tempo! Esses caras são velhos. Aí, um amigo falou que George Clinton estava produzindo. É o Beastie Boys com uns caras que tocam mais ou menos. Tem aquele baixista com aquele Music Man, tocando meio fraco. Não é o cara! Os caras não são os caras”. “Não fica escutando isso, não, porque é quem anda para trás musicalmente, mas pra ganhar grana é bom, pra playboy fazer tatuagem, tirar a camisa e não sei o quê. Mas para tocar não”, concluiu o sobrinho de Tim Maia. Via: Rockbizz

“Terapia é para mulheres; homens resolvem seus problemas agindo”, afirma Philip Labonte (All That Remains)
Durante nova entrevista ao Today’s Boondoggle Podcast, o vocalista do All That Remains, Philip Labonte, falou sobre seu artigo A Crise Silenciosa: Por que a Sociedade Está Falhando com Homens e Meninos, que saiu em 2024. No material, ele refletiu sobre o crescente desinteresse dos homens pela educação e trabalho. No conteúdo o cantor também abordou temas como aumento das taxas de depressão, dependência química e suicídio. O músico usou a sua vivência como ponto para sua análise, ou seja, não ofereceu nenhum dado científico, apenas “achismos”. Na entrevista, ele disse: “Olha, durante a maior parte das últimas três décadas, os homens foram levados a acreditar que o problema era deles. Vimos isso nos anos 90, quando todas séries tinham o marido bobão e a mulher inteligente, e graças a Deus por ela, porque sem ela, aquele coitado ia arruinar a própria vida. Esse era o padrão. E tem sido assim. Mas a realidade não é essa. Criar uma família é um trabalho em equipe. As mães são super importantes, mas os pais também são. Vemos muitas crianças sendo criadas por mães solteiras. Os divórcios estão em níveis recordes. Geralmente, a decisão é tomada pela mulher. Os jovens não estão indo para a faculdade. Não estão se formando e estão se isolando da sociedade. Estão decidindo que não vale a pena tentar encontrar uma namorada. A maioria dos jovens hoje em dia – não sei os números exatos – nunca teve um encontro. Não há tantos jovens se juntando e namorando como antes. A Geração Z é a menos sexualmente ativa em muito tempo. O número de abortos está em níveis recordes. Tudo isso é consequência direta do feminismo e da enorme influência que a esquerda e as ideias feministas exercem sobre a sociedade”. Ele seguiu com a sua reflexão: “A ideia de que uma mulher pode ser uma mulher poderosa e mãe ao mesmo tempo é uma completa mentira. Não dá para ser as duas coisas. Dá para ser uma ou outra. As mulheres estão decidindo que querem estudar e ter uma carreira, mas, quando chegam aos 30 anos, se veem desesperadas tentando encontrar um homem, mas os homens já desistiram ou encontraram alguém. O suicídio masculino está em níveis recordes. Os homens, como eu disse, estão se isolando da sociedade. Eles estão decidindo se anestesiar com videogames e maconha. Todas essas coisas são absolutamente terríveis para a sociedade. Então, o artigo foi para delinear essas questões”. “O suicídio entre homens da minha idade – 50 anos ou mais – está em alta. Os homens precisam de um propósito. Precisam de algo para fazer. A ideia de que ir à terapia vai resolver os problemas deles é ridícula. Terapia é para mulheres. Os homens não resolvem seus problemas conversando. Eles resolvem seus problemas agindo. Homens deveriam fazer coisas com outros homens, como construir coisas, sair e consertar carros, seja lá o que for. Esse tipo de atividade é o que ajuda um homem a se sentir realizado, a sentir que tem um propósito. Ir a um terapeuta não resolve os problemas dos homens. Não resolve nada. Eles precisam de metas alcançáveis e precisam progredir em direção a essas metas. É isso que ajuda um homem a se sentir empoderado, a se sentir bem consigo mesmo. É disso que os homens precisam”, completou Philip. Acesse o player abaixo caso você tenha tempo, paciência e estômago para conferir todas as divagações de Philip Labonte. A fala de Philip Labonte é desserviço à sociedade, já que só aumenta o estigma de que “homem deve ser forte” e não pode ou deve procurar ajuda médica e especializada no âmbito terapêutico e psiquiátrico. Isso é uma barreira sociocultural danosa que resulta em alta incidência de sofrimento silencioso, dependência química e muitos outros desdobramentos nocivos. Na rede pública do SUS (Sistema Único de Saúde), os homens têm acesso gratuito a atendimento psicológico e psiquiátrico. Portanto, não caia no conto de que homens resolvem seus problemas agindo. Se precisar, busque ajuda médica e terapêutica. Via: Rockbizz

Max Cavalera tacou fogo no próprio cabelo tentando impressionar Ozzy Osbourne: “Ele jogou água”
A música do eterno Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne, sempre teve um grande protagonismo no universo rock n’ roll e heavy metal, tanto que nomes consagrados da cena pesada como Sepultura, Rob Zombie, Marilyn Manson, Black Label Society, entre outros, não se esquivam em apontar Ozzy como uma influência direta. Como o Madman era uma referência, muitos músicos tentaram se aproximar dele como parceiros de trabalho ou como fã, que foi o caso da nossa prata da casa Max Cavalera (Soulfly, Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura). Tempos atrás, durante entrevista ao programa The Noite com Danilo Gentili, Max Cavalera contou que colocou fogo no próprio cabelo tentando impressionar Ozzy Osbourne. “Isso foi em restaurante em Los Angeles! A gente foi jantar depois do show, e eu vi no cardápio que tinha um drink que vinha com fogo. Eu falei: ‘Vai ser legal, acho que vou pedir isso aí; acho que Ozzy vai achar legar vir um drink com fogo’. Pedi o drink para impressionar o Ozzy, mas o cara não me explicou que o bagulho tinha que beber rápido. Demorei para beber e pegou fogo no cabelo e o Ozzy do outro lado da mesa. Ele viu e jogou água pra ajudar”. Max ainda acrescentou: “Eu queria tirar uma foto com ele, mas a câmera não funcionava bem. O garçom tentando tirar [a foto], ele [Ozzy] pegou a câmera e saiu na hora. Esse aí é o filho do diabo mesmo. Na foto, ele cortou as nossas cabeças”. Esta é mais uma história pitoresca que envolve o saudoso Príncipe das Trevas, que infelizmente nos deixou em 22 de julho de 2025. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Godsmack ficha Mike Mangini como seu novo baterista
A dança das cadeiras na cena metal é comum, com músicos entrando e saindo das bandas. A nova troca foi aconteceu no campo do Godsmack, que fichou Mike Mangini como seu novo baterista, após a saída de Wade Murff. A estreia do músico aconteceu ontem, 12, no Anfiteatro Morton em Riverside, Missouri, como parte da turnê The Rise Of Rock. Além de Mike, a banda tem em sua formação Sully Erna (vocal e guitarra), Robbie Merrill (baixo) e Sam Koltun (guitarra). Veja alguns registros amadores do show no player abaixo: Antes de trabalhar com o Godsmack, Mike Mangini trabalhou treze anos com o Dream Theater, no entanto, ele precisou sair para a volta de Mike Portnoy, um dos fundadores do grupo. Antes disso, o norte-americano forneceu seus serviços ao Extreme e Steve Vai, portanto, é um músico de bastante experiência no mercado musical. Via: Rockbizz

Tommy Lee (Mötley Crüe) lembra a infame turnê com Ozzy: “Ele apareceu no palco de cueca branca e botas”
Loucura e Ozzy Osbourne são coisas totalmente associáveis, basta perceber que um dos apelidos do cantor é Madman – algo como Homem Louco, em uma tradução livre. Em 1984, época em que Ozzy estava dobrando a aposta em todos os tipos de loucura, ele levou o Mötley Crüe como open act da segunda perna da Bark at the Moon Tour. Naquele momento, o icônico quarteto do hard rock estava promovendo seu segundo disco Shout At The Devil, que saiu em setembro de 1983. Apesar do som de primeira, as coisas saíram do controle com as “peripécias” dos caras. Em recente conversa com o pessoal do programa Zach Sang Show, Tommy Lee lembrou a infame turnê com Ozzy. “Para resumir, Sharon [esposa e empresária de Ozzy] não estava nada feliz com a gente! Algumas pessoas perderam neurônios, casamentos. Ela falou: ‘Os caras do Mötley Crüe estão levando um monte de garotas para os bastidores depois do show; é uma festa do caralho em todo lugar’. Ela confiscou todas as nossas credenciais do pós-show. Nós não podíamos mais ter convidados nos bastidores. Ela nos cortou de vez. Fizemos camisetas com um rosto sorridente com um buraco de bala e a frase ‘A Turnê Sem Graça’, porque ela simplesmente apareceu e acabou com tudo. Ela disse: ‘Não tem a menor chance disso continuar’”. Tommy continuou: “Quando digo ‘continuar’, estou falando de ‘até o fim’. Era ruim para Ozzy estar por perto. Lembro-me do Ozzy aparecendo perto do final da turnê. Ele apareceu usando uma cueca branca Hanes apertada, umas botas, e só. Ele estava festejando há dias. Dias mesmo”. “Ele cambaleou até o microfone e começou a chorar. Então, simplesmente se virou e saiu do palco. Primeira música. Entrou, começou a chorar e foi embora. Foi isso. A turnê acabou. Era hora de ele ir para casa e descansar”, completou Lee. Vale lembrar que a turnê conjunta de Ozzy e Mötley Crüe gerou histórias como a carreira de formiga que o Madman cheirou na beira da piscina de um hotel e muitos outros causos que foram amplamente explorados no filme The Dirt, do Crüe. Via: Rockbizz

Heavy metal é provocador, agressivo e erudito, mas não dá para dançar bonitinho, segundo Rafael Bittencourt (Angra)
O documentário Sons de São Paulo, que está disponível pelo GloboPlay, tem o objetivo de mostrar a origem e a trajetória dos gêneros musicais na Grande São Paulo. No episódio que foi ao ar no dia 21 de maio, o líder e guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, teceu alguns comentários sobre as cenas rock e metal. Em parte do conteúdo, o músico traçou as principais diferenças entre o punk, rock progressivo e heavy metal. Ele também apontou as principais características do metal. “Nos anos 70, o rock se dividiu assim muito claramente no movimento punk, que era o ‘do it yourself’ [faça você mesmo]”, explicou Rafael. “Pega a guitarra e faz de maneira despojada, mas dando voz a uma parte da sociedade. E o rock progressivo, que era a erudição dentro do rock”. Ele continuou com sua análise: “O heavy metal, eu acho que nasce no meio disso, porque ele é despojado, ele é provocador, ele tem a agressividade pra provocar, pra incomodar um pouco, mas tem a erudição”. “É uma música que se curte, como ela é muito intensa, você acaba balançando a cabeça, por isso o termo headbanger. Não é uma música pra você dançar bonitinho. Ela é uma música pra realmente agitar, porque ela é muito elétrica e também eletrizante”, completou o guitarrista. Em sua conta oficial no Instagram, o Angra compartilhou o trecho do documentário em que Rafael Bittencourt faz as suas elucidações. Veja: Via: Rockbizz

9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Santa Cora, Mattilha e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Metal Nacional “Celestial” – Santa Cora País: Brasil Para quem gosta de: Rock Nacional “Substância” – Mattilha País: Brasil “O Show Vai Começar” – Barba Rala País: Brasil Para quem gosta de: Metal Sinfônico “Her Dark Side” – Michi Gray Eyes País: Estados Unidos Para quem gosta de: Metal Moderno “praey” – June Turns Black País: Romênia Para quem gosta de: Rock Alternativo “Bloodmoon” – Kutie País: Estados Unidos “The Choice Within” – Clinically Sane País: Portugal Para quem gosta de: Heavy Metal “Por La Noche” – Dark Ballet País: México Para quem gosta de: Doom Metal “Esoteric Order” – Tortuga País: Polônia LEIA TAMBÉM: Stigma: 5 músicas para conhecer a banda alemã que vem crescendo internacionalmente Via: WikiMetal

Deep Purple apresenta os novos singles Arrogant Boy e Diablo pela primeira vez ao vivo; confira
O Deep Purple, ícone do hard rock britânico, apresentou seus dois novos singles, Arrogant Boy e Diablo, pela primeira vez ao vivo durante o show de quinta-feira (11 de junho) na Metro Areena, em Espoo, Finlândia. Arrogant Boy e Diablo estarão presentes no próximo álbum de estúdio do grupo, intitulado Splat!, que tem lançamento previsto para o dia 03 de julho pela earMUSIC. Produzido mais uma vez por Bob Ezrin (KISS, Pink Floyd, Alice Cooper), o álbum foi descrito em um comunicado à imprensa como “o álbum mais pesado do Deep Purple em muitos anos”. Veja vídeos filmados por fãs abaixo: Via: Rockbizz

Mãe de Olivia Rodrigo perde show da filha para assistir o Korn
A cantora pop Olivia Rodrigo revelou recentemente que sua mãe, Jennifer Rodrigo, perdeu sua apresentação como atração principal no Lollapalooza do ano passado para assistir ao show do Korn, que acontecia no mesmo horário, conforme compartilhado em uma entrevista no programa Jimmy Kimmel Live!. “Minha mãe gosta de tantas bandas de metal malucas, o que você nunca imaginaria só de olhar para ela”, contou Olivia. “Eu fui a atração principal do Lollapalooza no ano passado, o que foi incrível e um sonho realizado”. E continuou: “Mas eles costumam ter os artistas principais se apresentando ao mesmo tempo. Então, naquele dia específico, eu e o Korn éramos os artistas principais tocando ao mesmo tempo em palcos opostos. E todo mundo pensou: ‘Ah, perfeito. Os fãs da Olivia vão ver a Olivia, os fãs do Korn vão ver o Korn. Não tem nenhuma sobreposição de horários’”. No entanto, esse não foi o caso com Jennifer Rodrigo, como Olivia concluiu: “Mas houve uma sobreposição, e foi com a minha mãe. Minha mãe perdeu o meu show para ir ver o Korn!” Confira a entrevista de Olivia Rodrigo no Jimmy Kimmel Live! abaixo: Via: Rockbizz