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Bruce Dickinson sobre cantores com problemas na voz: “Não são lendas”
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18/06/2026

Bruce Dickinson sobre cantores com problemas na voz: “Não são lendas”

Bruce Dickinson opinou recentemente sobre a realidade das turnês para músicos veteranos. Segundo o vocalista do Iron Maiden, cantores que seguem realizando shows mesmo quando suas cordas vocais já estão desgastadas, “não são lendas”. Em entrevista à Kerrang!, Dickinson comentou sobre a situação e relembrou uma discussão recente com um jornalista sobre a saúde de Nicko McBrain, onde o profissional havia sugerido que, devido aos recentes problemas de saúde do baterista, lendas do rock que estão envelhecendo deveriam ser perdoadas e continuarem em turnê, independentemente da qualidade de suas performances. “Eu disse: ‘Olha, tem um monte de cantores cujas vozes estão acabadas e todo mundo sabe disso.’ Ele respondeu: ‘É, mas eles são lendas.’ Eles não são lendas, p****. São pessoas que não conseguem mais cantar. Quando eles cantavam, eram lendas. Quando não conseguem mais cantar, deixam de ser lendas […] Eu não conseguiria subir ao palco se não achasse que era capaz. Não sei como as pessoas conseguem subir ao palco quando não dá mais”, afirmou [transcrição via TMDQA!]. Bruce Dickinson mantém rotina de cuidados para preservar a voz Questionado como é sua preparação para sobreviver à rotina de turnês, Bruce Dickinson revelou que o maior desafio não é apenas a idade, mas sim a necessidade de uma preservação vocal rigorosa. “A regra de ouro é não falar. Falar usa músculos da garganta completamente diferentes dos usados no meu canto nos tons mais altos. Gritar em um bar ou conversar demais fora do palco é a maneira mais rápida de arruinar uma performance vocal. Eu perco cerca de três litros de água durante um show do Maiden, então a hidratação é fundamental”, explicou. “Minha voz não é mais o instrumento brilhante e estridente de quando eu tinha 23 anos. Mas agora é uma voz vivida, o que me permite cantar faixas [de sua carreira solo] como ‘Rain On The Graves’ com muito mais profundidade”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Jon Bon Jovi está curado após cirurgia nas cordas vocais: “Nunca perdi a fé” Via: WikiMetal

Kai Hansen (Helloween) revela detalhes de seu novo álbum solo Born With A Hammer
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18/06/2026

Kai Hansen (Helloween) revela detalhes de seu novo álbum solo Born With A Hammer

O vocalista e guitarrista Kai Hansen (Helloween) revelou detalhes de seu novo álbum solo Born With A Hammer. O disco, que tem previsão de sair no dia 18 de setembro pela earMUSIC, é o sucessor de XXX – Three Decades In Metal, de 2016. Cru, enérgico, rebelde e inegavelmente pessoal, Born With A Hammer contará, em suas dez faixas, com todas as facetas musicais do artista alemão. Os fãs poderão esperar pelo poder do metal, a atitude punk e a energia do hard rock, além disso, pelos refrãos melódicos e pela voz inconfundível que fizeram de Kai Hansen um dos artistas mais singulares do metal. O álbum teve produção de Eike Freese, que também atuou como guitarrista no projeto. Além de Freese na guitarra, a formação conta com Alexander Dietz (guitarra – Heaven Shall Burn), Dan Wilding (bateria – Carcass) e Tim Hansen (guitarra – Induction). Track listing de Feeding The Beast: 01. Feeding The Beast02. Welcome To Life03. Don’t Care04. Wait And See05. Born With A Hammer06. I.D.G.A.F.07. End Of The Road08. Triple Trouble09. Invaders10. Wonderland Via: Rockbizz

Vindicta, banda formada por ex-integrantes da Dogma, lança 1º clipe oficial
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18/06/2026

Vindicta, banda formada por ex-integrantes da Dogma, lança 1º clipe oficial

Vindicta, grupo formado pelas ex-integrantes da banda Dogma — a vocalista Grace Jane Pasturini (ex-Lilith) e as guitarristas Amber Maldonado (ex-Lamia) e Patri Grief (ex-Rusalka) —, lançou na última terça, 16, o clipe oficial de “The Face Of The Clown”, primeiro single do projeto. O lançamento marca o início de uma nova era para as musicistas, que desejam deixar para trás o anonimato de suas antigas personas e ganharem reconhecimento com seus próprios nomes. Ambientado no que parece ser uma antiga mansão, o clipe traz a performance da banda em meio um enredo de suspense e terror, acompanhando um homem ferido sendo atormentado nos corredores e túneis subterrâneos do local. A faixa ainda conta com a inclusão de um trecho da introdução de “My First Peak”, uma das faixas de sucesso da antiga banda das integrantes. Integrantes do Vindicta acusaram gestão do Dogma de manipulação Além de confirmarem a ruptura, as musicistas revelaram publicamente suas identidades reais. Respectivamente, Grace Jane, Amber Maldonado e Patri Grief divulgaram um comunicado conjunto e contundente nas redes sociais. No texto, as artistas acusam diretamente o empresário da banda de “manipulação, maus-tratos e mentiras”. Elas afirmam que a pessoa que agora controla o projeto transformou a banda em uma “marca”, tratando as artistas como “peças descartáveis”. Elas explicam que, durante as turnês, testemunharam decisões unilaterais e promessas quebradas. Por conseguinte, as ex-integrantes declaram que “o que está sendo vendido hoje não é a Dogma”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Kai Hansen anuncia novo álbum solo e lança single “Feeding The Beast” Via: WikiMetal

Rachel Bolan descarta mais uma vez reunião do Skid Row com Sebastian Bach
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18/06/2026

Rachel Bolan descarta mais uma vez reunião do Skid Row com Sebastian Bach

O baixista Rachel Bolan descartou mais uma vez reunião do Skid Row com Sebastian Bach. O músico falou sobre o assunto durante uma participação no programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk, da SiriusXM. “As coisas são como são! As pessoas podem gostar da gente ou não. Eu realmente não ligo. Quero que as pessoas estejam nos nossos shows. Estamos indo bem. Estamos ótimos. E com o último vocalista que tivemos, Erik [Grönwall], tivemos um problema sério por causa da saúde dele. Então, estamos seguindo em frente e queremos fazer as coisas do nosso jeito, e é isso que estamos fazendo. Bolan completou: “Eu realmente não entendo muito bem essa coisa de reunião [com Sebastian], a menos que tenhamos que procurar um vocalista, e aí algumas pessoas, como os guerreiros do teclado, me dizem exatamente o que eu deveria estar fazendo. Eles falam: ‘Uma turnê e depois encerre a carreira porque vocês são péssimos’. Mas eu acordo e ainda estou no Skid Row. O que você faz? [Risos] Entende o que eu quero dizer? Então, para nós, isso não é mais um problema”. Para finalizar, Rachel foi categórico e afirmou com todas as letras que uma reunião com Sebastian Bach “não vai acontecer”. O vocalista canadense Sebastian Bach comandou o microfone do Skid Row entre os anos de 1987 e 1996, que foi o período de maior sucesso comercial da banda. Por muito tempo, o cantor desdenhou a possibilidade de um retorno ao grupo, contudo, de uns tempos para cá, ele vem batendo nesta tecla de reconciliação e regresso ao conjunto. Mas, pelo visto, ele vai ficar só na vontade. Via: Rockbizz

Hellfest ergue estátua de seis metros de altura em homenagem a Ozzy Osbourne
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18/06/2026

Hellfest ergue estátua de seis metros de altura em homenagem a Ozzy Osbourne

O Hellfest ergueu uma estátua de seis metros de altura em homenagem a Ozzy Osbourne. A obra foi criada por Philippe Pasqua; ele é artista francês contemporâneo conhecido por suas pinturas, esculturas e desenhos. Os fãs poderão conferir a estátua ao vivo a partir desta quinta-feira, 18, pois é o pontapé inicial da festa em 2026. O evento, que vai até o dia 21 de junho e é um dos maiores festivais de metal de toda a Europa, acontece na cidade de Clisson, França. Sharon Osbourne, viúva e empresária de longa data de Ozzy, compartilhou um vídeo da estátua em suas redes sociais. Na legenda, ela escreveu: “Sinto muito por não ter podido estar no Hellfest para a inauguração da estátua de Ozzy. Infelizmente, tive uma ida inesperada ao hospital no início da semana. Um grande agradecimento a Olivier Garnier, Ben Barbaud e a todos do Hellfest. Um agradecimento especial a Philippe Pasqua pela estátua absolutamente deslumbrante”. O saudoso Príncipe das Trevas infelizmente nos deixou em 22 de julho de 2025. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne é homenageado com estátua de 6 metros de altura no Hellfest
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18/06/2026

Ozzy Osbourne é homenageado com estátua de 6 metros de altura no Hellfest

Uma grande estátua de Ozzy Osbourne foi inaugurada na edição deste ano do Hellfest, um dos maiores festivais de metal da Europa. A estátua de seis metros de altura, criada por Philippe Pasqua, um artista contemporâneo francês conhecido por suas pinturas, esculturas e desenhos, já pode ser vista por quem passar pelo festival, que acontece neste final de semana, entre os dias 18 e 21 de junho. Por meio das redes sociais, a viúva Sharon Osbourne divulgou um vídeo mostrando os detalhes do monumento. “Sinto muito por não poder estar no Hellfest para a inauguração da estátua do Ozzy. Infelizmente, tive uma ida inesperada ao hospital no início da semana. Um grande agradecimento a Olivier Garnier, Ben Barbaud e a todos do Hellfest. Um agradecimento especial a Philippe Pasqua pela estátua absolutamente deslumbrante”, escreveu ela. Em 2022, uma grande estátua de Lemmy Kilmister, icônico líder do Motörhead, foi inaugurada na edição daquele ano. O Hellfest 2026 ocorre em Clisson, na França, com atrações como Iron Maiden, Megadeth, The Pretty Reckless, Accept, The Hives, Carcass, Anthrax e mais. A maioria dos shows será transmitida ao vivo pelo canal Arte Concert. View this post on Instagram View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Saiba como assistir aos shows do Sepultura e do Cavalera no Hellfest Via: WikiMetal

Seleção e torcida da Inglaterra cantam “Wonderwall” após vitória na Copa do Mundo
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18/06/2026

Seleção e torcida da Inglaterra cantam “Wonderwall” após vitória na Copa do Mundo

A seleção da Inglaterra venceu o jogo contra a Croácia na Copa do Mundo por 4 x 2. Em vez de comemorar apenas com gritos de guerra tradicionais, jogadores e torcedores se uniram para cantar “Wonderwall”, clássico do Oasis. Jogando em Dallas na última quarta-feira, 17, a equipe de Thomas Tuchel contou com uma atuação decisiva de Harry Kane, autor de dois gols. Jude Bellingham e Marcus Rashford também deixaram suas marcas no placar. Após a vitória, o coro coletivo em “Wonderwall” chamou atenção pela intensidade e pela escolha da música, considerada um dos maiores hinos da cultura britânica. A canção do Oasis, lançada em 1995, segue como presença constante em estádios e celebrações pelo Reino Unido, embora Noel Gallagher não pareça muito confiante no time do seu país natal. “A Inglaterra fará o que sempre faz, chegará às quartas de final e enfrentará um adversário de nível igual ou um pouco melhor, e o mundo inteiro irá se comover. Não acho que a Inglaterra vencerá… Vou à final, então espero que seja Brasil x Argentina”, disse o vocalista do Oasis durante participação do programa talkSPORT Breakfast [via TMDQA!]. A Inglaterra volta a campo para a segunda rodada na próxima terça-feira, 23, contra a seleção de Gana a partir das 17h, no estádio de Boston. isso aqui foi CHIQUE, geral cantando Wonderwall, inclusive os jogadores da Inglaterra pic.twitter.com/rejg0zCenB — Babi (@babi) June 18, 2026 View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: 7 personalidades do futebol que são fãs de rock e heavy metal Via: WikiMetal

Saiba como assistir aos shows do Sepultura e do Cavalera no Hellfest
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18/06/2026

Saiba como assistir aos shows do Sepultura e do Cavalera no Hellfest

Os fãs do Sepultura e do Cavalera que não estarão presentes no Hellfest poderão acompanhar ao vivo pela internet os shows das bandas. Os shows no tradicional festival francês terão transmissão gratuita via streaming pelo canal oficial da Arte Concert, no YouTube, e também pela plataforma Arte.TV. A última apresentação do Sepultura no festival acontece nesta sexta-feira, 19. Para o público brasileiro, a exibição começa às 12h40, no horário de Brasília, correspondente às 17h40 no horário local do festival. Já os irmãos Max e Igor Cavalera apresentam neste sábado, 20, às 12h45 (horário de Brasília), um show especial dedicado ao disco Chaos A.D. do Sepultura. O Hellfest 2026 ocorre em Clisson, na França, entre os dias 18 e 21 de junho, com atrações como Iron Maiden, Megadeth, The Pretty Reckless, Accept, The Hives, Carcass, Anthrax e mais. A maioria dos shows será transmitida ao vivo pelo canal Arte Concert. Despedida do Sepultura O histórico show de despedida do Sepultura acontecerá em São Paulo, na Mercado Livre Arena Pacaembu, no dia 07 de novembro. Entre as atrações internacionais já confirmadas está o supergrupo Metal Allegiance, formado por alguns dos músicos mais respeitados da cena mundial, incluindo Mike Portnoy, do Dream Theater, Alex Skolnick e Chuck Billy, da lendária Testament, além de Phil Demmel, ex-Machine Head, Troy Sanders, do Mastodon, e o baixista e idealizador do projeto, Mark Menghi. A programação também contará com as participações confirmadas do Krisiun, um dos maiores nomes do death metal mundial, além da banda americana de thrash metal Sacred Reich. Demais convidados serão anunciados em breve. Ex-integrantes e músicos que fizeram parte da trajetória do Sepultura ao longo das décadas também serão convidados para esta despedida definitiva, como Jean Dolabella e Jairo Guedz, integrante da formação original da banda. Os ingressos estão à venda diretamente no site da Ticketmaster ou na bilheteria oficial, localizada no Piso Jurupis (subsolo) do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis). LEIA TAMBÉM: Vendas abertas: Saiba como comprar ingressos para o último show do Sepultura Via: WikiMetal

Quando Patti Smith refletiu morte de Kurt Cobain na emocionante “About a Boy”
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18/06/2026

Quando Patti Smith refletiu morte de Kurt Cobain na emocionante “About a Boy”

Em 18 de junho de 1996, Patti Smith lançou um dos trabalhos mais emocionais de sua carreira. Após anos afastada dos holofotes, a artista retornou com Gone Again, álbum que marcou o fim de um longo hiato e refletiu uma sequência devastadora de perdas pessoais. Trinta anos depois, Gone Again continua sendo um trabalho singular dentro da discografia de Patti Smith. Entre os anos 1980 e o início dos 90, Patti priorizou a vida familiar ao lado de seu marido, o ex-guitarrista do MC5, Fred “Sonic” Smith, em Michigan. A morte do marido, em novembro de 1994, mudou tudo e o luto a levou de volta à música. Então, surgiu Gone Again, uma homenagem às pessoas fundamentais na vida de Patti Smith. Além de seu marido, a cantora havia perdido o irmão Todd Smith, o fotógrafo e amigo de longa data Robert Mapplethorpe, o tecladista Richard Sohl e Kurt Cobain, por quem Smith tinha grande compaixão. O disco também traz a última participação de estúdio lançada em vida de Jeff Buckley. O cantor contribuiu com os vocais de apoio na faixa “Southern Cross” e tocou o esraj egípcio, um instrumento de cordas, na música “Fireflies” e se tornaria outra perda precoce da música menos de um ano depois. Como Patti transformou a dor em criação artística O peso dessas ausências moldou a atmosfera do álbum do início ao fim. Gone Again não funciona apenas como um memorial. O álbum também representa uma reconstrução, onde Patti transformou a dor em criação artística e produziu um trabalho que mistura rock, folk, poesia e reflexão existencial. Um dos aspectos mais fascinantes é a forma como Patti Smith desconstrói a própria imagem. Nos anos 1970, ela ajudou a definir a linguagem do punk rock. Mas em 1996 escolheu outro caminho. Em vez de confrontar o mundo com volume e velocidade, optou por enfrentá-lo com vulnerabilidade. “Acho que o tema recorrente é morte, passagem e renovação. Comecei a gravar este álbum algum tempo depois da morte do meu marido e do meu irmão, então, claro, ele reflete muito disso, mas não é um álbum negativo e espero que não seja deprimente. Grande parte dele é dedicada ao meu marido, repleta de pensamentos sobre Fred, memórias de Fred e também votos de felicidades para a sua jornada”, disse Patti em entrevista ao SFGate, meses antes do lançamento do disco. A artista explicou que voltou a escrever para lidar com o luto e para encontrar uma forma de seguir em frente, mesmo sendo doloroso expor sentimentos íntimos. “Estar em paz com a morte de pessoas é realmente um mito. Essas coisas vêm e vão. […] Acho que às vezes, quando perdemos um ente querido, nos sentimos culpados por continuar vivendo, mas isso é essencial. Somos seres humanos e, à medida que nossos entes queridos partem e vão além, precisamos continuar celebrando nossa vida na Terra. Muitas vezes, trabalho em vez de chorar, e talvez haja algo neste registro que possa ser útil para outra pessoa que esteja passando por uma provação semelhante”, refletiu a cantora. “About a Boy”: a despedida de Patti Smith para Kurt Cobain Embora Patti tenha falado principalmente sobre a morte do marido, a presença de Kurt Cobain também está no álbum. A segunda faixa mais longa do disco, (8 minutos), “About a Boy” permanece como um dos tributos mais sensíveis já dedicados ao vocalista do Nirvana, morto em abril de 1994. Patti nunca teve uma relação próxima com Cobain, mas enxergava nele uma figura artística rara. Sua morte teve forte impacto emocional sobre ela e acabou influenciando o processo criativo que a trouxe de volta à composição. A música está distante dos clichês do grunge, em vez de guitarras explosivas ou refrões agressivos, Patti escolheu um caminho minimalista. O violão conduz toda a narrativa com um clima soturno e a interpretação vocal parece quase uma conversa íntima com alguém que partiu cedo demais. Mais do que falar sobre Kurt, a canção parece refletir sobre uma geração inteira de artistas consumidos pela fama, pela solidão e pela autodestruição – Kurt Cobain era jovem, talentoso e atormentado. “Não era que eu estivesse com raiva de Kurt Cobain; afinal, foi a decisão dele, a vida dele. Em vez disso, eu estava chateada, com aquela raiva estranha que vem com o luto. Eu não conseguia entender como alguém tão jovem, tão talentoso, podia jogar fora todo o seu futuro. Em pouco tempo, vi três pessoas tão importantes para mim quanto meu marido, meu irmão Todd e meu amigo Robert saírem da minha vida, e o que eu sentia era uma enorme impotência diante do que aconteceu com Kurt”. “Escrevi ‘About a Boy’ pensando que entendia o significado e a importância da música dele, das letras. Eu me inspirei no talento dele, mesmo me sentindo boba por ser eu, muito mais velha que ele, a escrever aquela música. Uma geração inteira perdeu alguém como Kurt, que os inspirou, que de certa forma era o ídolo deles”, confessou Patti em entrevista ao site espanhol Ruta 66, em 2020. Críticos da época identificaram imediatamente a faixa como uma ode à Cobain. O Los Angeles Times descreveu “About a Boy” como uma homenagem tocante ao líder do Nirvana: “A melancolia assume diferentes formas”. LEIA TAMBÉM: Morte de Kurt Cobain pode ter sido homicídio, segundo análise forense Via: WikiMetal

“Rede social deu voz ao idiota; quanto mais imbecil for o cara, mais projeção tem nas redes”, afirma Mao (Garotos Podres)
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18/06/2026

“Rede social deu voz ao idiota; quanto mais imbecil for o cara, mais projeção tem nas redes”, afirma Mao (Garotos Podres)

Mao, vocalista do Garotos Podres, bateu um papo com Tutu e o Nariga, do canal Podpokas, e foi questionado sobre a desarmonia entre a evolução científica atual e a evolução moral, emocional e intelectual da sociedade. Eles listaram características como polarização, intolerância, pessoas mais fechadas ao diálogo e a falta de conhecimento como modus operandi do nosso presente corpo social. “Acho que isso tem muito a ver com a dinâmica das próprias redes sociais. A rede social deu voz ao idiota. Se o cara fala um monte de coisas legais, ele tem acesso a rede social. Se o cara fala um monte de bobagem, tem acesso também. Então, dá voz também ao idiota. Quanto mais mentira, escroto e baixaria, mais bomba”. Ele continuou com a sua reflexão: “A rede social está dando voz a todos, inclusive aos idiotas, só que os idiotas estão tendo mais repercussão do que as pessoas que têm algo a dizer. E você tem o surgimento dos PN – especialistas em porcaria nenhuma. Então, quanto mais imbecil for o cara, mais projeção tem nas redes”. “Infelizmente as redes sociais, por enquanto, se tornaram o império da ignorância. Nós que tentamos falar coisa com coisa, e não estou dizendo que a gente tem obrigação de estar cem por cento certo, a gente tenta ponderar e falar racionalmente. E a gente é uma voz minoritária e dissonante, capaz de ficarem nos xingando. As redes sociais se tornaram um grande circo de horrores”. Eis a fala completa de Mao no tocador logo abaixo: Via: Rockbizz

Qual é o futuro do Iron Maiden? Bruce Dickinson quer novo álbum, mas Steve Harris prefere fazer turnê
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18/06/2026

Qual é o futuro do Iron Maiden? Bruce Dickinson quer novo álbum, mas Steve Harris prefere fazer turnê

Qual é o futuro do Iron Maiden? Bruce Dickinson quer novo álbum, mas Steve Harris prefere fazer turnê. Quem falou sobre essa dualidade de objetivos na banda inglesa foi o Air-Raid Siren em nova conversa com a revista Kerrang. “É um pouco difícil tentar obter respostas claras de seis pessoas sobre o que devemos fazer na terça-feira, mas essa é a realidade de estarmos juntos há tanto tempo”, analisou o cantor. “Pessoalmente, eu adoraria fazer outro álbum”, destacou Dickinson. “Eu prefiro fazer outro álbum a outra turnê. Se tivesse que escolher entre os dois, escolheria um novo álbum, mas o Steve pensa diferente. Ele vai fazer turnê, turnê e turnê até provavelmente morrer no palco. Fazer turnê é divertido, mas não é novidade. Eu sou uma pessoa criativa e gosto de criar coisas novas”. A revista também entrevistou Steve Harris para a mesma publicação, e o músico reforçou o que o colega de trabalho disse. “Acho que Bruce adoraria fazer um novo álbum, e eu não tenho problema nenhum em fazer um. Só acho que, se fizermos um, tem que ser no momento certo. Mas todo mundo precisa querer fazer, então vamos ver o que acontece. Não quero falar muito sobre isso, mas não estou dizendo que não vamos fazer um, só não estou dizendo que estamos ansiosos para começar logo”. O registro de inéditas mais recente do Iron Maiden é o Senjutsu, que saiu em setembro de 2021 pela BMG. O disco foi gravado em 2019 em Paris, França, com o produtor de longa data Kevin Shirley e coproduzido pelo baixista Steve Harris. Via: Rockbizz

Andre Matos considerava a música um remédio para a alma e um meio de fazer o mundo mais humano
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17/06/2026

Andre Matos considerava a música um remédio para a alma e um meio de fazer o mundo mais humano

Depois que o Shaman se dissolveu em meados dos anos 2000, o cantor Andre Matos deu um passo decisivo em sua carreira, que foi se lançar como artista solo. Para evitar os dramas e brigas, bem como para deixar todas as engrenagens funcionando ao seu gosto, o vocalista tomou essa decisão. O primeiro fruto dessa empreitada solo foi o álbum Time to Be Free, que saiu em agosto de 2007 pelo selo Avalon. Em 2009, Andre, durante entrevista a um veículo espanhol, cujo compartilhamento foi feito pela banda Empiric no YouTube, refletiu sobre o teor do título Time to Be Free. Em sua explanação, ele enfatizou que a música é quase como um remédio para a alma. “Se trata de uma busca interna pela liberdade. É muito mais simbólico do que parece, na verdade. Quero que todos possamos seguir em liberdade, sem apego às coisas materiais, com o foco em sentimentos, valores e ideias, que são muito importantes para os seres humanos. E eu acredito que a música pode ser um porta-voz dessas coisas. Ela pode chegar a um ponto de libertação e otimismo. A música é quase como um remédio para a alma. Então, através da música, se pode alcançar a alma das pessoas e fazer um mundo mais humano, menos materialista”. Infelizmente, o artista faleceu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Em sua discografia há trabalhos como Soldiers of Sunrise (1987), Theatre of Fate (1989), Angels Cry (1993), Holy Land (1996), Virgo (2001), Ritual (2002) e Time to Be Free (2007). Via: Rockbizz

Bruce Dickinson diz que Steve Harris fará turnês “até morrer no palco”
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17/06/2026

Bruce Dickinson diz que Steve Harris fará turnês “até morrer no palco”

Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, revelou que gostaria de ver sua banda gravando um novo álbum de estúdio em vez de invés de focar apenas em turnês. Apesar disso, ele não está totalmente convencido de que o baixista e fundador do grupo, Steve Harris, pense da mesma forma. Em entrevista à Kerrang!, Bruce respondeu sobre a dinâmica interna e os planos futuros da Donzela de Ferro. Ele ainda se descreveu como um “coelho criativo”, uma vez que deseja trabalhar em um sucessor do disco Senjutsu (2021). “É um pouco difícil conseguir respostas diretas de seis pessoas sobre o que deveríamos fazer na terça-feira, mas essa é a realidade de estarmos juntos há tanto tempo. Pessoalmente, eu adoraria fazer mais um outro álbum. Eu preferiria fazer outro álbum a outra turnê. Se eu tivesse que escolher entre os dois, escolheria um novo álbum, mas o Steve pensa o contrário. Ele vai fazer turnês até provavelmente morrer no palco. Fazer turnê é divertido, mas não é novidade. Eu sou um ‘coelho criativo’ e gosto de fazer coisas novas”, explicou [transcrição via Loudersound]. Também presente na conversa, Steve afirmou não ver problemas em fazer um novo disco do Iron Maiden e que está aberto à ideia, mas que não deseja apressar uma nova etapa de composição e gravação neste momento. “Acho que o Bruce adoraria fazer um novo álbum, e eu não tenho problema nenhum em fazer um. Só acho que, se formos fazer, tem que ser no momento certo. Todos precisam querer fazer, então teremos que ver isso. Não quero falar muito, mas não estou dizendo que não vamos fazer um, só não estou dizendo que estamos ansiosos para correr com isso”, complementou. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden recusou participar de documentário sobre Paul Di’Anno, diz diretor Via: WikiMetal

Kai Hansen anuncia novo álbum solo e lança single “Feeding The Beast”
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17/06/2026

Kai Hansen anuncia novo álbum solo e lança single “Feeding The Beast”

Kai Hansen anunciou nesta quarta-feira, 17, seu primeiro álbum solo Born With A Hammer, previsto para dia 18 de setembro pela earMUSIC. Com o anúncio, o guitarrista cofundador do Helloween lança o single single “Feeding The Beast”. Segundo comunicado à imprensa, o disco de 10 faixas reúne todas as facetas da identidade musical de Hansen. “O álbum transita entre o poderoso heavy metal, a atitude punk, a energia do hard rock. Com refrões melódicos e pura energia guiada pela guitarra, impulsionada pelo instinto de composição, pelo trabalho de guitarra e pela voz inconfundível que fizeram de Kai Hansen um dos artistas mais singulares do metal. Escrito sem concessões e movido pela pura paixão pela música pesada, Born With A Hammer captura Hansen em plena força criativa: direto, vibrante e inconfundivelmente metal”, descreveu comunicado. O disco teve produção de Eike Freese e foi gravado por uma formação que reúne experiência e peso no metal. Além de Freese na guitarra, o grupo conta com Alexander Dietz (Heaven Shall Burn) e Dan Wilding (Carcass), que já haviam trabalhado com hansen em XXX – Three Decades In Metal (2016), além de Tim Hansen (Induction), também na guitarra. Kai Hansen vem ao Brasil em setembro com o Helloween, para show em Porto Alegre, dia 16, na KTO Arena e dia 19 de setembro na Suhai Music Hall, em São Paulo. LEIA TAMBÉM: Helloween vem ao Brasil em única apresentação em São Paulo Via: WikiMetal

Linkin Park está agradecido por se tornar a primeira banda com vocalista feminina a ser atração principal do Download
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17/06/2026

Linkin Park está agradecido por se tornar a primeira banda com vocalista feminina a ser atração principal do Download

Em entrevista à BBC News, Mike Shinoda reagiu ao fato do Linkin Park se tornar a primeira banda com uma vocalista feminina a ser atração principal do Download. O grupo se apresentou para um público estimado em 95 mil pessoas no domingo (14 de junho), com um repertório de 23 músicas. “Então, vou começar dizendo que não acho que eu deva responder à pergunta, pois Emily é quem deveria respondê-la, então fui perguntar a ela, porque ela não pode estar aqui agora. Perguntei a Emily e ela disse: ‘Se não fôssemos nós, teria sido outra banda, porque existem muitas bandas ótimas com vocalistas femininas’. Mas ela é muito grata, queria que vocês soubessem, ela é muito grata por ser a escolhida e por se lembrar disso para sempre”. Na mesma entrevista, Shinoda também falou sobre o processo de escolha do novo vocal do Linkin Park. Após o falecimento de Chester Bennington em julho de 2017, o conjunto ficou um tempo parado, mas resolveu voltar aos palcos com uma nova formação. “Mesmo quando se tratava de escolher Emily como vocalista, a prioridade máxima era: quem quer que fosse a pessoa, é alguém com quem possamos passar muito tempo? Nós nos damos bem, tanto pessoal quanto criativamente? Nesse sentido, todos nós nos encaixamos muito bem. Obviamente, a pessoa precisa ser uma cantora de nível internacional. É simplesmente quem for a melhor cantora. Então, para nós, todas essas coisas nos conectaram com a Em”. O Linkin Park retornou aos palcos em outubro de 2024 com a frontwoman Emily Armstrong. A volta do grupo já rendeu também um álbum completo de canções inéditas, o qual se chama From Zero e saiu em 15 de novembro do citado ano pela Warner Records. Via: Rockbizz

Entrevista Stigma: Conheça a banda alemã que é fã de Sepultura, Angra e Crypta
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17/06/2026

Entrevista Stigma: Conheça a banda alemã que é fã de Sepultura, Angra e Crypta

Na cena europeia de rock contemporâneo, a banda alemã Stigma vem ganhando espaço. Formada em 2021 por Gerald Zinnegger (vocais e letra) e Markus Mantau (guitarra), o quarteto conta ainda com René Chlebnitschek (baixo) e Bernd Paptistella (bateria). O grupo combina elementos de rock e metal, com influências de nomes como Alice Cooper, Metallica e AC/DC. O primeiro lançamento veio em 2022 com o EP Last Order, que apresentou o som da banda ao público. Em 2023, o segundo EP, First Call, trouxe composições mais focadas em temas como luta pessoal, resiliência e busca por objetivos, marcando uma evolução sonora significativa. Em suas redes sociais, eles destacam que fãs de HIM, Volbeat e Type O Negative podem gostar de suas músicas. Em entrevista ao Wikimetal, a banda explica o significado por trás de suas músicas e apresenta seu gênero musical, denominado por eles como rock sombrio melódico (“melodic dark rock”) e fala sobre o significado por trás de suas letras – além de expressar sua admiração por bandas brasileiras como Sepultura, Angra e Crypta. Wikimetal: Poderia começar nos contando o significado por trás do nome da banda, Stigma?STIGMA: Algumas pessoas carregam marcas visíveis na pele, sejam elas intencionais, como uma tatuagem, ou não, como uma cicatriz. Mas talvez haja muito mais pessoas marcadas invisivelmente pela vida, por dentro. O nome da banda, “Stigma” (Estigma), é uma declaração deliberada: não esconder esses estigmas, mas lidar com eles abertamente e aceitá-los como parte da vida. Seu estigma é sua força. Wikimetal: Qual é a história por trás da banda? Como vocês se conheceram e o que os levou a decidir formar uma banda de verdade?STIGMA: Eu e o Markus já tínhamos uma banda juntos em 2007 (Savage Crow), e compusemos uma música em particular (“Loaded Attack”) enquanto estávamos lá. Depois que a banda acabou, ainda tínhamos ideias para novas músicas, e o Markus as tocava para nós de vez em quando durante nossos ensaios. Um dia, convidei alguns amigos músicos e disse a eles que queria dar vida a todas essas ideias no palco com nossa nova banda, Stigma. Foi aí que surgiu a frase que ainda nos motiva hoje: “Vamos explodir nossa música no mundo”. Wikimetal: Em 2022, vocês lançaram seu primeiro EP, Last Order. Qual é a história por trás desse projeto?STIGMA: Last Order conta a história do inevitável fim de nossas vidas. Imagine assim: você está sentado no bar do seu lugar favorito, pedindo sua última bebida — ou um soldado recebendo seu último pedido sem nem mesmo perceber. Foi assim que surgiram músicas como “Deadline”, “Lies of War” e “Time” — com o refrão “Nosso tempo é agora, agora e aqui”. — e “Break Them All”. A mensagem é: “Apesar de todos os perigos e desafios, não desvie o olhar; veja além dos fatos, una-se a nós, lute e viva sua vida”. Você nunca sabe quando receberá seu último pedido. Wikimetal: Algumas de suas músicas falam sobre resiliência e a busca por um propósito e significado na vida. Você escreve sobre temas que são pessoais para você?STIGMA: Sim, com certeza. Pegue as músicas do álbum Last Order, por exemplo. Meu pai havia falecido pouco antes disso e, em seus últimos dias, já não conseguia falar, mas ainda queria nos dizer algo; tentei processar isso nas músicas “Deadline” e “Time”, com o refrão “Nosso tempo é agora, agora e aqui”. A inspiração para “Lies of War” foi a nova guerra no coração da Europa. Tivemos a sorte de crescer em tempos de paz e pensávamos que algo assim jamais aconteceria aqui novamente. Então, nos perguntamos como isso pôde acontecer, e foi assim que “Lies of War” surgiu — ela conta como, infelizmente, foi fácil começar outra guerra com palavras e reivindicações, uma guerra que já dura tempo demais. O primeiro single do nosso álbum mais recente, Second Chance, “Faraway”, fala do anseio de um prisioneiro de estar longe um dia, mesmo tendo liberdade para circular e trabalhar na ilha-prisão durante o dia. Isso também é simbólico para todos nós, quando criamos nossas próprias ilhas-prisão e nos entregamos à esperança de nos libertarmos e vivermos livremente. Wikimetal: Quando vocês começaram a banda, quem foram algumas de suas maiores influências e como encontraram a sonoridade característica da banda?STIGMA: A banda começou em 2021. Encontrar nossa sonoridade característica não foi um processo meticuloso ou um plano de marketing; foi mais como uma escavação do que já estava enterrado no fundo de nós. É e sempre será uma evolução de influências — impulsionada por nossas próprias experiências de vida e pelo desenvolvimento do nosso ambiente. Nosso som capturou o que chamamos de nossa essência de “Rock Sombrio Melódico”. Amamos mundos contrastantes. Para nós, “Rock Sombrio” cria a atmosfera — é a rua enevoada, o velho teatro abandonado, a noite escura como breu. “Melódico” é a luz que rompe essa névoa. É a esperança ou a bela dor dentro da escuridão. Para tornar as emoções reais tangíveis, estamos sempre em busca de três coisas: intensidade para as entranhas, escuridão para a alma e melodia para a mente. Wikimetal: Quais são algumas das suas maiores influências e referências atualmente?STIGMA: Ao longo dos anos, percebemos que estávamos inconscientemente canalizando o romantismo sombrio de bandas como HIM e Depeche Mode, o desespero pesado e cru de Type O Negative e The 69 Eyes, e a narrativa teatral de Alice Cooper.Observando a cena contemporânea, encontramos algumas referências modernas que compartilham uma frequência musical semelhante e comprovam que esse som está muito vivo hoje em dia. Por exemplo, admiramos como o Ghost continua a manter a narrativa teatral e os refrões melódicos marcantes como elementos centrais do rock moderno. Também vemos bandas como Unto Others demonstrando que uma energia sombria e pulsante ainda ressoa profundamente com o público contemporâneo, enquanto o Neon Nightmare captura uma intensidade pesada e atmosférica. Para nós, essas bandas contemporâneas validam a ideia de que o equilíbrio entre peso, melodia e atmosfera sombria que buscamos com o STIGMA tem um lugar legítimo e relevante

Jon Bon Jovi está super feliz pela recuperação total da cirurgia nas cordas vocais: “Nunca perdemos a fé”
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17/06/2026

Jon Bon Jovi está super feliz pela recuperação total da cirurgia nas cordas vocais: “Nunca perdemos a fé”

Em 2022, Jon Bon Jovi passou por uma cirurgia chamada medialização das cordas vocais para ajudar sua voz a recuperar o funcionamento adequado. Agora, em conversa com a People, Jon Bon Jovi contou que está super feliz pela recuperação total da cirurgia nas cordas vocais. Ele ressaltou que nunca perdeu a fé ao longo do processo. “Estou totalmente recuperado”, comemorou o roqueiro. “Foi mais tempo do que eu imaginei, mas tinha que ser para o bem. Nunca perdemos a fé. Meus companheiros de banda nunca duvidaram de mim, nunca procuraram emprego ou pensaram em se aposentar”. “Os sacrifícios que cada um deles fez para estar ao meu lado são de outro nível”, observou. “Eles disseram: ‘Não, estamos com você’. Todos os dias, em todos os ensaios, eles estavam lá comigo. O meu amor por eles só aumentou”. Jon, no entanto, foi categórico ao falar sobre o seu atual perfil vocal para a nova turnê, que terá início em 07 de julho no Madison Square Garden. “Não se trata de perfeição. Trata-se de excelência. É como se eu tivesse o dom de ser capaz de sustentar essa luz. O dom que recebo é estar no reflexo dessa luz quando ela atinge o público, portanto, é para isso que tenho trabalhado”. Ele completou: “Tenho treinado para encontrar a capacidade de sustentar essa luz. É como uma comunhão espiritual entre a banda, eu e o público”. O Bon Jovi anunciou uma série de shows que marcarão o tão aguardado retorno da banda aos palcos. As apresentações vão acontecer em cidades como Nova York, Londres, Dublin e Edimburgo, a partir de julho de 2026, como dito anteriormente. Via: Rockbizz

7 personalidades do futebol que são fãs de rock e heavy metal
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17/06/2026

7 personalidades do futebol que são fãs de rock e heavy metal

Texto por: Jéssica Marinho e Vitor Melo No mundo do rock e do heavy metal, é muito fácil encontrar aquele fã que não perde uma partida do seu clube do coração, acompanhando o placar pelo celular até mesmo durante um show ou festival. Por outro lado, é raro encontrar jogadores que prefiram riffs pesados e solos de guitarra. Enquanto a maioria dos atletas brasileiros costuma ouvir estilos como samba, funk e pagode, os nomes internacionais demonstram preferência por pop, reggaeton, trap, hip-hop e R&B nos vestiários — o que faz com que muitos deles acabem escondendo seu lado headbanger. Pensando nisso, e com a Copa do Mundo da FIFA 2026 já em andamento, o Wikimetal preparou uma lista especial com sete personalidades do esporte que já declararam sua paixão pela música pesada. Rogério Ceni Maior goleiro artilheiro da história do futebol mundial e ídolo máximo do São Paulo, o ex-jogador e atual técnico Rogério Ceni é, indiscutivelmente, um dos principais embaixadores do rock no esporte brasileiro. Fã declarado de gigantes comoAC/DC, Pink Floyd, Metallica e U2, o “Mito” levou o seu gosto musical para os gramados em 2011, ao completar a expressiva marca de mil jogos pelo clube paulista contra o Atlético-MG, Naquela ocasião, a diretoria permitiu que Ceni montasse a playlist oficial do estádio do Morumbi, com um repertório composto 100% por músicas de rock, dentre elas cinco clássicos da banda australiana, além de faixas do Metallica, Scorpions, Guns N’ Roses e Dire Straits. A paixão pela banda dos irmãos Malcolm e Angus Young, é tanta, que entre 2011 e 2015, Ceni escolheu o clássico “Hells Bells” como a trilha sonora oficial para a entrada do time são-paulino em campo. Ao marcar o seu centésimo gol na carreira, torcedores criaram um meme de que a sigla AC/DC significava “Antes de Ceni, Depois de Ceni”, fazendo uma montagem com o rosto do jogador no corpo do guitarrista. Montagem da torcida do São Paulo para homenagear Rogério Ceni com o AC/DC. Crédito: Reprodução/Facebook Filipe Luis O ex-jogador e atual técnico Filipe Luís também é um fã da música pesada e sua paixão pelo heavy metal, no entanto, rendeu um episódio inusitado em sua volta ao Brasil, em 2019. Ao desembarcar no Rio de Janeiro para assinar com o Flamengo, Filipe vestia uma camiseta branca do segundo álbum do Iron Maiden, Killers (1982). O problema, é que o mascote Eddie, é o símbolo da Força Jovem, principal torcida organizada do rival Vasco da Gama, que gerou uma onda de críticas de torcedores, uma vez que muitos deles, sequer sabiam a real origem do personagem. Em entrevista para FlaTV, em 2020, o até então lateral esquerdo revelou que suas preferências para o dia a dia incluem Red Hot Chili Peppers – onde elegeu “Californication” como a música que mais escutou na vida – The Strokes , U2 (citando “City of Blinding Lights”) e Engenheiros do Hawaii. “Meus companheiros entendem que eu sou um cara diferente e gosto de rock. Por exemplo, antes de ir para os jogos eu costumo fazer a barba e colocar um rock, isso me motiva bastante e me dá uma energia extra pro jogo”, contou na época [transcrição via TMDQA]. David de Gea Atual jogador da Fiorentina e ídolo do Manchester United, o goleiro espanhol David de Gea é fã declarado de nomes como System of a Down, Slipknot, Megadeth, Metallica e, principalmente, Avenged Sevenfold, uma vez que, em janeiro de 2017, ele esteve nos bastidores de um show em Manchester para conhecer os integrantes de perto. Na ocasião, David presenteou os integrantes com uma camisa oficial dos “Red Devils”, personalizada com o número 7 e o nome “Avenged” nas costas. Em entrevista oficial ao site da UEFA em 2022, o goleiro explicou como surgiu sua paixão pelo estilo: “Começou quando eu era criança. Eu costumava passar meus verões em Alicante [Espanha] com meus pais. Havia outros garotos por lá, um pouco mais velhos que eu, e eles ouviam esse tipo de música, então eu ouvia também. Eu amo heavy metal e rock. Isso me motiva muito”, relembrou. View this post on Instagram Sergio Ramos Multivencedor pelo Real Madrid e campeão mundial com a seleção da Espanha em 2010, o zagueiro Sergio Ramos, considerado um dos maiores nomes da história em sua posição, tem como bandas favoritas nomes clássicos do hard rock e metal como AC/DC, Motörhead e Guns N’ Roses. Em 2016, durante um show do próprio AC/DC na Espanha – época em que Axl Rose substituiu temporariamente Brian Johnson na banda -, o atleta esteve nos bastidores e tirou uma foto ao lado do vocalista, descrevendo o momento como “um sonho realizado”. Sua paixão pelo estilo ainda é compartilhada dentro de casa, uma vez que Ramos é casado com a famosa apresentadora espanhola Pilar Rubio, também conhecida por ser fã assumida do gênero. A admiração da família pelo Guns N’ Roses é tanta que, pouco antes do nascimento do terceiro filho do casal em 2018, Pilar revelou em entrevistas que tentou nomear a criança de Axl, e apesar de Sergio gostar da banda, ele vetou o nome por achá-lo ousado demais. A prova definitiva disso aconteceu durante a festa de casamento dos dois, realizada em Sevilha, em 2019. Na época, jornais europeus chegaram a noticiar que o zagueiro havia oferecido 1 milhão de euros para o AC/DC tocar na cerimônia, mas como as negociações não avançaram, a atração escolhida foi a banda sueca de hard rock Europe, que fez uma apresentação de 40 minutos incluindo seu hit “The Final Countdown”. Slaven Bilić O ex-zagueiro e treinador croata Slaven Bilić é um grande fã de metal, principalmente de nomes como Metallica, Megadeth e, especialmente, Iron Maiden, uma vez que desenvolveu uma forte amizade pessoal com o baixista Steve Harris — fã declarado do esporte e torcedor ilustre do West Ham, clube pelo qual Slaven atuou tanto como jogador quanto como técnico. A proximidade é tanta que o croata esteve presente no jantar fechado em Split, sua terra

Limp Bizkit perdeu “parte do DNA” com morte de Sam Rivers, diz Wes Borland
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17/06/2026

Limp Bizkit perdeu “parte do DNA” com morte de Sam Rivers, diz Wes Borland

Wes Borland, guitarrista do Limp Bizkit, abriu o coração para falar sobre o baixista Sam Rivers, falecido em outubro de 2025, aos 48 anos de idade. Para ele, a morte de seu colega fez a banda perder “uma parte de seu DNA”. Em entrevista ao Heavy Consequence, Wes afirmou que a química construída ao longo da carreira do grupo jamais será substituída, bem como Rivers. Segundo o guitarrista, a notícia do falecimento do baixista causou um grande choque no ano passado, mas o verdadeiro processo de enfrentar o luto começou a surgir agora, oito meses depois. “[O Sam] era como se fosse da família. Vou tentar não chorar. É exatamente como se tivéssemos perdido uma parte do nosso DNA. É muito difícil falar sobre isso com profundidade agora. O Sam não é uma pessoa substituível. Ele era o coração da banda. É loucura falar sobre isso. É muito emocionante. Acho que no ano passado, quando aconteceu, estávamos todos meio em choque, e agora estamos todos de luto”, disse [transcrição via Blabbermouth]. Borland ainda elogiou substituto de Sam Rivers no Limp Bizkit Atualmente, o Limp Bizkit cumpre sua agenda de shows com o baixista Richie Buxton. Na mesma conversa, Borland fez questão de elogiar o substituto e a importância da banda seguir em frente. “[O Sam] nunca poderá ser substituído. Quero dizer, temos muita sorte de ter o Richie [Buxton], que está tocando com a gente agora. Ele é um músico incrível e um cara maravilhoso, e vamos mantê-lo conosco pelo maior tempo possível, porque ele também toca em uma banda com a esposa dele, Ecca Vandal, e eles estão indo super bem agora, a carreira deles está meio que explodindo. Mas vamos ficar com o Richie pelo tempo que pudermos e continuar seguindo em frente”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Ecca Vandal: Motivos para ouvir o álbum ‘LOOKING FOR PEOPLE TO UNFOLLOW’ Via: WikiMetal

Faith No More confirma volta aos palcos: “Fazer do jeito certo”
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17/06/2026

Faith No More confirma volta aos palcos: “Fazer do jeito certo”

Após anos de incerteza e o recente anúncio da produtora brasileira 30e sobre um acordo global com o Faith No More, Billy Gould confirmou publicamente o retorno da banda aos palcos. Em entrevista ao podcast Rock Talk, o baixista confirmou que a banda pretende retomar as atividades ao vivo e acredita que o grupo ainda tem alguns anos de estrada pela frente. “Sim, nós vamos fazer isso. Nós vamos tocar. Sim, nós vamos fazer isso. Nossa música é muito física, e uma grande preocupação é que, em breve, não conseguiremos mais tocá-la da maneira como a compusemos. Nós a escrevemos quando tínhamos 20 anos e ela sempre foi muito física. Tem que ser assim. Sinceramente, eu não consigo tocar a música se não estiver assim. Com as minhas partes de baixo, eu simplesmente não consigo. Mas todos nós meio que decidimos que achamos que podemos fazer isso. Acho que podemos fazer isso por mais alguns anos e podemos fazer do jeito certo, então vamos tentar”, disse Billy [transcrição via Blabbermouth]. Faith No More assinou um acordo gobal de longo prazo que confere à empresa brasileira o papel de núcleo estratégico e operacional para realizar as próximas circulações mundiais da banda, englobando desde a concepção de turnês pelos cinco continentes até o desenvolvimento de marcas e novas experiências para os fãs. O Faith No More é representado mundialmente pela WME, que teve papel fundamental na construção deste acordo. LEIA TAMBÉM: Como Roddy Bottum, do Faith No More, virou milionário com ações da Apple Via: WikiMetal

Edguy anuncia show de despedida após uma década da última apresentação
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17/06/2026

Edguy anuncia show de despedida após uma década da última apresentação

Edguy anunciou sua primeira apresentação ao vivo após uma década. A banda alemã de metal melódico fará um show em sua cidade natal, Fulda, no dia 25 de junho de 2027. Por meio das redes sociais, a banda emitiu um comunicado anunciando o show, que possivelmente deve ser de despedida: “Algumas histórias merecem um capítulo final. Vamos escrever o nosso juntos”. Ainda não há informações sobre outras datas. Com 10 álbuns de estúdio, o mais recente sendo Space Police: Defenders of the Crown (2014), o Edguy realizou o último show em 02 de dezembro de 2017. Desde então, a banda entrou em hiato, focando o vocalista Tobias Sammet no projeto Avantasia. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Novo álbum do Avantasia une “melhor dos dois mundos” com Edguy, adianta Tobias Sammet Via: WikiMetal

Tesla compartilha videoclipe da nova faixa Never Alone
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17/06/2026

Tesla compartilha videoclipe da nova faixa Never Alone

O Tesla compartilhou o videoclipe da nova faixa Never Alone. A canção estará presente no álbum Homage, que tem previsão de sair no dia 17 de julho pelo selo italiano Frontiers Music Srl. Sobre o som, o baixista Brian Wheat disse: “Never Alone é uma música nova que escrevemos na última hora da gravação do álbum Homage. Começou como um riff de guitarra simples. Eu estava na casa dos meus amigos Rachael Ray e John Cusimano gravando um episódio para o programa de TV dela. Como tinha um tempo livre, fui até o estúdio deles, peguei o violão do John e comecei a dedilhar alguns acordes para passar o tempo. Quando ouvi a gravação, soou como uma música do Tesla. Pensei que talvez fosse uma música para um dos meus outros projetos, mas soava como Tesla. Então, mandei para o Jeff [Keith, vocalista do grupo] e ele disse que definitivamente era Tesla. A partir disso, ele sugeriu o título Never Alone. Trabalhamos juntos na letra, na música, mudamos um pouco o refrão e, como resultado, acho que ficou muito bom. Espero que gostem. Esta é a nossa nova música, Never Alone, porque nunca estamos sozinhos”. Além da faixa autoral, Homage é composto de versões para clássicos do rock como Spread Your Wings (Queen), If I Can Dream (Elvis Presley) e Come And Get It (Bdfinger). Track listing de Homage: 01. Never Alone (original)02. Bring It On Home (Sam Cooke)03. Spread Your Wings (Queen)04. I Wish It Would Rain (The Temtations)05. Night Moves (Bob Seger)06. If I Can Dream (Elvis Presley)07. Come And Get It (Badfinger)08. I Got You (James Brown)09. Give A Little Bit (Supertramp)10. I Love You (2026 Version) (Climax Blues Band)11. The Ballad Of Curtis Loew (Lynyrd Skynyrd)12. Have You Ever Seen The Rain (Creedence Clearwater Revival)13. I’d Rather Go Blind (Etta James)14. Mind Your Own Business (Hank Williams Sr.) Via: Rockbizz

Fim de castigo: Edguy anuncia o primeiro show em dez anos
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17/06/2026

Fim de castigo: Edguy anuncia o primeiro show em dez anos

Fim de castigo! O alemão Edguy anunciou o primeiro show em dez anos. O grupo se apresentará em sua cidade natal, Fulda, no dia 25 de junho de 2027. Os ingressos estarão à venda a partir de quarta-feira, 17 de junho, às 10h (horário da Europa Central), pelo site Eventim. Em publicação nas redes sociais, o conjunto escreveu: “Algumas histórias merecem um capítulo final. Vamos escrever o nosso juntos”. O último álbum de estúdio do Edguy é Space Police – Defenders Of The Crown, cujo lançamento foi em abril de 2014 pela Nuclear Blast. Depois disso, eles lançaram a coletânea Monuments, em 2017. Ao longo dos últimos anos o vocalista Tobias Sammet vem dando atenção ao próprio projeto, que é o Avantasia. O grupo colocou no mercado os álbuns Ghostlights (2016), Moonglow (2019), A Paranormal Evening with the Moonflower Society (2022) e Here Be Dragons (2025). Como de costume, todos os discos contaram com uma lista poderosa de convidados como Eric Martin (Mr. Big), Geoff Tate (ex-Queensrÿche), Hansi Kursch (Blind Guardian), Mille Petrozza (Kreator) e muitos outros. Via: Rockbizz

Phil Collins diz que curte a música de Roger Waters, mas que ele é um sujeito detestável: “Senso de humor sombrio e cínico”
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16/06/2026

Phil Collins diz que curte a música de Roger Waters, mas que ele é um sujeito detestável: “Senso de humor sombrio e cínico”

Roger Waters é um indivíduo que tem um certo magnetismo para confusões. O artista inglês está sempre se metendo em alguma treta por falas ofensivas a políticos e colegas de profissão. Ele já arrumou briga com a família Osbourne, David Gilmour (Pink Floyd), David Draiman (Disturbed), Thom Yorke (Radiohead), entre muitas outras pessoas. Phil Collins, baterista e vocalista do Genesis, também é um dos artistas que não tem tanto apreço por Waters, por conta de suas falas ofensivas. No conteúdo bônus do box Genesis 1983-1998, Phil Collins disse que curte a música de Roger Waters, mas que ele é um sujeito detestável. O pano de fundo para a crítica de Phil foi a desaprovação de Roger em relação à música I Can’t Dance e à dança presente no clipe da canção. “Ele [Roger Waters] disse: ‘Isso é o Genesis fazendo uma dança idiota com essa música horrível’. Eu conheci Waters e adoro a música dele, mas ele é um sujeito detestável”, disparou o músico. “Ele tem um senso de humor muito sombrio e cínico, mas não viu graça nenhuma naquilo. Ele achou que era a nossa grande declaração. Escrevi para ele, e ele disse que [o comentário] deveria ter ficado em sigilo, o que não melhorou em nada a situação”, completou. Além disso, o ex-Pink Floyd também partiu para cima de Collins em entrevista à revista norte-americana Musician. Ele afirmou que Phil finge ser um roqueiro. “Parece que sempre acabo atacando o pobre Phil Collins. Ele é um exemplo de quem cria sons artificiais para as massas. Ele pode discordar, e seus fãs também. Mas a sensação que tenho é que ele está fingindo ser um compositor ou um astro do rock. É uma atuação. É por isso que é insatisfatório”. Via: Rockbizz