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Show do Iron Maiden na França é interrompido devido queda de energia
O show do Iron Maiden realizado na última segunda-feira, 22, em Paris, na França, terminou antes do previsto após uma grande falha de energia atingir a região da Paris La Défense Arena. Segundo o site Ultimate Classic Rock, a interrupção aconteceu durante a execução de “2 Minutes To Midnight” e deixou o público, de 40.000 pessoas, à espera por quase uma hora. Cerca de dez minutos após a queda de energia, a iluminação de serviço da arena foi restabelecida. No entanto, o palco continuou sem energia por mais algum tempo. Quando o Iron Maiden conseguiu retomar a apresentação, Bruce Dickinson comunicou ao público que o show precisaria ser encerrado às 23h30, em razão das regras de horário da casa. Com isso, a banda teve de encurtar o repertório e retirar as músicas do bis: “Aces High”, “Fear Of The Dark” e “Wasted Years”. O incidente ocorreu em meio a uma forte onda de calor que atinge a França. Relatos apontam que a pane afetou não apenas a arena, mas também áreas próximas ao complexo de eventos. O show estava sendo filmado de forma profissional para o filme-concerto da turnê Run For Your Lives. Anteriormente, o Iron Maiden informou que nesta apresentação especial não seria permitido celulares na área da pista. Até o momento, não se sabe se o Iron Maiden ainda planeja lançar ou retomar a gravação nos próximos shows. View this post on Instagram Fãs reclamam nas redes sociais Logo depois do encerramento do show, muitos fãs recorreram às redes sociais do Iron Maiden para expressar sua frustração com a situação. Um internauta comentou: “O concerto foi ótimo, apesar do corte de energia! No entanto, a Arena La Défense será sempre um dos piores espaços para espetáculos na Île-de-France. Bercy era melhor, até Bruce Dickinson concorda”. Um fã questionou as escolhas da banda no repertório após o show recomeçar: “Desculpe, vocês PODEM fazer melhor. Se o tempo é curto, então pulem outras músicas.” “Viemos da Romênia só para esse show. Gastamos uma grana em Paris (que é cara, como todos sabemos) só para estar nesse show. Estávamos esperando por isso há tanto tempo. Que se dane”, acrescentou outro. Outro comentário chamou atenção: “O show na Romênia teve um som péssimo e este foi interrompido. COMO ASSIM? Gastamos tanto dinheiro para estar aqui e o show foi interrompido?! Obviamente, não é culpa do Iron Maiden, mas a frustração é enorme!” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Iron Maiden proíbe celulares no show em Paris para gravação de filme Via: WikiMetal

Clive Davis, produtor que lançou Janis Joplin, Bruce Springsteen e Aerosmith, morre aos 94 anos
Clive Davis, produtor musical que ajudou a lançar Janis Joplin, Bruce Springsteen, Aerosmith, Whitney Houston e muitos outros artistas ao estrelato, morreu aos 94 anos. Sua família confirmou a morte ao The New York Times. Homenagens rapidamente surgiram nas redes sociais, com o baixista do Aerosmith, Tom Hamilton, escrevendo no X (antigo Twitter): “Triste em saber que Clive Davis faleceu. Ele era o super executivo da Columbia Records que nos ofereceu nosso primeiro contrato de gravação. Muito grato por ele ter reconhecido nosso potencial e nos levado para a melhor gravadora daquela época.” O vocalista e guitarrista do KISS, Paul Stanley, acrescentou: “Descanse em paz, Clive Davis. O mundo da música e todos aqueles que amaram a música por seis décadas perderam o visionário e defensor de tantos artistas em tantos gêneros. Um gênio único. Meus sentimentos a toda a sua família.” Sad to hear Clive Davis passed away. He was the Columbia Records uber executive who signed us to our first recording contract.So grateful he he heard our potential and brought us into the best record company of that era. — Tom Hamilton (@THaerosmith) June 22, 2026 Nascido no Brooklyn em 4 de abril de 1932, Davis foi contratado aos 28 anos como assistente jurídico da Columbia Records, tornando-se posteriormente vice-presidente e gerente geral e, em 1966, chefe da recém-lançada CBS Records. Davis obteve sucesso inicial ao contratar o astro escocês do folk-rock, Donovan, que se tornou um pilar do movimento hippie do final dos anos 60. Em 1967, Davis compareceu ao Festival Pop de Monterey, um evento crucial tanto para a história do rock quanto para sua própria carreira. Ele prontamente contratou Joplin e sua banda, Big Brother and the Holding Company, citando mais tarde o festival como o momento “eureka” que confirmou sua trajetória profissional. Outros artistas importantes contratados por Davis para a CBS incluem Santana, Springsteen, Chicago, Billy Joel, Blood, Sweat & Tears e Aerosmith, este último homenageou o produtor em sua música de 1979, No Surprise. Via: Rockbizz

The Rolling Stones podem abandonar turnês e apostar em residências
Os Rolling Stones podem estar se aproximando do fim das grandes turnês mundiais. A banda não tem certeza se viagens longas ainda são viáveis. Em entrevista à revista Uncut, Keith Richards sugeriu que o grupo pode adotar um formato diferente para suas apresentações ao vivo. “Não sei se turnês são possíveis. É a viagem que desgasta. Mas vejo a possibilidade de fazermos uma residência em algum lugar. Seja onde for, Londres, Nova York, Paris, qualquer lugar. Eu tocaria em Roma! Mas não vejo por que eles não conseguiriam organizar alguns shows em um novo formato”, confessou o guitarrista [via Rolling Stone]. O músico, que completou mais de seis décadas de carreira ao lado da banda, reconheceu que a logística das excursões se tornou cada vez mais desafiadora. Apesar disso, Keith deixou claro que os Rolling Stones não pretendem encerrar as apresentações, a mudança seria apenas uma forma de adaptar a rotina da banda à realidade atual de seus integrantes. A declaração acontece poucos dias antes do lançamento novo álbum Foreign Tongues, previsto para 10 de julho. O disco será o sucessor de Hackney Diamonds, lançado em 2023. No final de 2025, os Rolling Stones cancelaram os planos para uma turnê em estádios no Reino Unido e na Europa em 2026, devido a saúde do guitarrista Keith Richards. O álbum apresenta performances de destaque de Jagger, Richards e Wood, ao lado de seus principais colaboradores, incluindo Darryl Jones, Matt Clifford e Steve Jordan. Também conta com uma participação especial de Charlie Watts, gravada em uma de suas últimas sessões de gravação, antes de seu falecimento, em 2021. Contribuições adicionais vêm de um impressionante elenco de artistas convidados, incluindo Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith, do The Cure, e Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers. LEIA TAMBÉM: Seleção Brasileira viaja em avião usado pelo The Rolling Stones Via: WikiMetal

“Sem moral”: Entenda a polêmica entre Roberto Barros e Edu Falaschi
O guitarrista Roberto Barros usou suas redes sociais para comentar uma série de problemas que, segundo ele, foram vivenciados durante o período que ele integrou a banda solo de Edu Falaschi, entre os anos de 2017 e 2025. Em uma série de stories publicados em seu Instagram, o músico citou detalhes de bastidores, que envolvem divergências financeiras, condições precárias de hospedagem durante turnês e uma disputa por créditos de composição no álbum Vera Cruz (2021) – conflitos que, segundo ele, exigiram uma intervenção do baterista Aquiles Priester. A quase saída da banda em 2018 Segundo Roberto, a intenção de deixar a banda de Edu Falaschi ocorreu logo no início do projeto, em 2018. Ele alega que, após supostamente custear do próprio bolso o aluguel de equipamentos e viagens para um show lotado no Carioca Club, em São Paulo, teria recebido um cachê de apenas 300 reais. A situação teria se agravado durante uma turnê na Europa, momento em que o guitarrista afirma ter descoberto que estaria recebendo um valor significativamente menor em relação ao que teria sido pago aos demais integrantes. “A primeira vez que eu quis sair da banda foi em 2018, lá no começo. Na Itália, dentro da van, o Aquiles pegou o celular para olhar algo. Ele sabia quanto os caras tinham ganhado de cachê e eu não. Ele disse para o pessoal na van: ‘Aí galera, estamos aqui, todos os meninos felizes, ganharam mil reais aí no show’. Na hora, eu, que estava lá no fundo, pensei: ‘Ganhei 300 reais’. E falei na mesma hora que tinha ganhado 300”, disse. “Quando falei isso, o Edu respondeu imediatamente: ‘Não, eu te paguei mil’. Abri meu aplicativo do banco e mostrei na frente de todo mundo que ele tinha me pagado 300. Na mesma hora, ele mudou a conversa e disse: ‘Não, te paguei 300 porque te conheci agora’. O problema não era nem o dinheiro, era a mentira. Na hora em que a pessoa é pega na mentira, ela continua mentindo e depois muda tudo. Ali eu entendi que estava trabalhando com uma pessoa sem moral. Fiquei com tanto ódio que a minha vontade era de voar nele”, seguiu. Indignado com a postura do vocalista, o guitarrista comentou que estava decidido a abandonar a turnê europeia naquele mesmo dia. Contudo, ao dividir o quarto com Aquiles, um conselho do baterista o teria feito mudar de ideia e continuar como integrante na banda de Edu. “Ele [Aquiles] disse que o que tinha acontecido não era certo e que eu teria pelo menos uma noite digna, mandando eu dormir na cama melhor. Falei para o Aquiles que ia sair da banda naquele dia, porque odeio esse tipo de comportamento (…) Aí o Aquiles me falou algo que entrou na minha cabeça: ‘Eu sou o Aquiles Priester no Brasil porque gravei os dois discos do Angra. Você tem que gravar algum disco com o Edu. Depois você faz o que quiser, depois você sai. Mas você tem que aguentar, você não pode sair’. Eu aceitei”, detalhou. @roquerolpaulera Roberto Barros fala sobre o primeiro motivo que fez ele querer sair da banda do Edu Falaschi #rock #heavymetal #metal ♬ som original – roque rouu paulera Redução de cachê e estadia em “hotel de cachorro” O guitarrista também alegou que os problemas se estendiam à estrada, e citou a turnê realizada em 2024 em que o grupo tocou o DVD Rebirth World Tour – Live in São Paulo do Angra na íntegra, onde Edu teria solicitado uma redução do cachê dos músicos de R$ 800 para R$ 600 sob a justificativa de que o projeto seria financeiramente arriscado, embora a turnê tenha sido um sucesso de público e com diversas datas esgotadas pelo Brasil. Ainda segundo ele, além da redução no pagamento, os músicos ficavam hospedados em locais muito abaixo do padrão. “Nessa última turnê que a gente tocou o DVD na íntegra de 2002 do Angra, o Edu chegou para a gente e pediu para abaixar o cachê […] E a gente, como sempre ajudava ele, gravava os discos de graça, fazia as coisas para ele, aceitou. No fim, a turnê foi um sucesso, com casas lotadas. Durante a turnê, o Edu foi colocando a gente em vários hostels horrorosos, salvo poucas situações em que ficamos em um hotel melhorzinho. Mas, na maioria, eram lugares terríveis. Lugares que não tinham café da manhã. A ponto de, pela primeira vez nos oito anos que estive lá, nós da banda começarmos a alugar outros hotéis por conta própria porque o Edu não ficava com a gente nesses lugares, ele ficava em outros hotéis”, contou. A situação teria atingido seu estopim em Recife, Pernambuco, quando membros da banda teriam abandonado o que Roberto descreveu como um “hotel de cachorro”, que segundo seu relato, não contava com “toalha, ar-condicionado e internet para trabalhar”. Por conta disso, ele afirma que, juntamente com o baixista Raphael Dafras e o guitarrista Diogo Mafra, decidiram buscar e pagar do próprio bolso uma hospedagem melhor, e de acordo com Barros, ao chegarem no local, os músicos flagraram Falaschi e seu empresário realizando o check-in no mesmo estabelecimento. “No show que tocamos em Recife, o Edu colocou a gente em um hostel horroroso, que não tinha ar-condicionado, não tinha toalha, não tinha nada. Não conseguíamos ficar dentro do quarto, tinha pulga, não tinha internet para trabalhar. […] O Rafa lembrou de um hotel muito bom em que tínhamos ficado na outra vez que fizemos show em Recife. Fomos lá ver o valor da diária. Quando chegamos e subimos a escada desse hotel, entramos e quem estava fazendo o check-in? O Edu e o empresário dele, em um hotel excelente, enquanto a gente estava naquele hotel de cachorro. Tudo bem se ele quisesse fazer isso, mas por que essas coisas precisavam ser tramadas e escondidas? Na hora, fiquei com tanto ódio que me afastei para me controlar. O Rafa foi discutir com ele”, revelou. De acordo com ele, a situação afetou

Dia do Rock reúne mais de 100 mil pessoas no Rock in Rio Lisboa
O Dia do Rock no Rock in Rio Lisboa 2026 reuniu casa cheia e uma forte celebração do rock no Parque Papa Francisco. Com ingressos esgotados, o festival recebeu fãs de mais de 125 países e apresentou atrações de peso como Linkin Park, Cypress Hill, The Pretty Reckless, Grandson, Sepultura e Hoobastank. O grande destaque da noite foi o Linkin Park, que encerrou a programação do Palco Mundo com um show marcante, repleto de clássicos. A apresentação teve coro massivo do público, mosh pits e grande impacto visual, além de transmissão mundial pelo YouTube. Antes deles, o Cypress Hill animou a plateia com sua mistura de hip-hop e energia intensa. Já o The Pretty Reckless, liderado por Taylor Momsen, conquistou os fãs com uma performance carregada de atitude. O cantor Grandson abriu os trabalhos no Palco Mundo com um show que misturou rock alternativo, elementos eletrônicos e letras de forte apelo social. Sepultura antecipa a energia que levará ao Palco Mundo do Rock in Rio Brasil em setembro No Palco Music Valley, o Sepultura, banda que este ano marca 40 anos de carreira e está em sua turnê de despedida Celebrating Life Through Death, comandou um dos momentos mais emblemáticos do segundo dia do Rock in Rio Lisboa. Em uma apresentação carregada de nostalgia e intensidade, a banda brasileira reafirmou sua posição como um dos maiores nomes do metal mundial e levou milhares de fãs a uma verdadeira celebração do gênero. Com um repertório repleto de clássicos e uma performance de tirar o fôlego, o grupo transformou o espaço em um encontro histórico entre Portugal e Brasil, encerrando a programação do palco em grande estilo. O show também serviu como uma prévia do que os fãs poderão vivenciar em setembro no Rock in Rio Brasil, quando a banda sobe ao Palco Mundo no dia 05 de setembro, levando toda a potência que marcou sua apresentação em Lisboa para a Cidade do Rock no Rio de Janeiro. No Brasil, festival terá Dia do Rock com Foo Fighters e Dia do Metal com Avenged Sevenfold O Rock in Rio 2026 ocorrerá nos dias acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico. Os ingressos estão à venda através do site da Ticketmaster. Para a edição de 2026, o Rock in Rio voltou a oferecer duas opções de dia para os fãs de rock e metal. No Dia do Rock, 04 de setembro, se apresentam no Palco Supernova Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz (tributo à fase roqueira de Gilberto Gil) e Chady. Já no Global Village, as atrações são Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes. Completam o line-up Foo Fighters, The Hives, Rise Against e Nova Twins no Palco Mundo. No Palco Sunset, as atrações são Capital Inicial, Hot Milk, Detonautas e Di Ferreiro. Já o Dia do Metal acontece em 05 de setembro com Supercombo, Lvcas, MC Taya eZero no Palco Supernova e no Global Village com Korzus, Noturnall + Russell Allen eRhegia. O headliner do dia é Avenged Sevenfold, com Bring Me The Horizon, Machine Gun Kelly e Sepultura se apresentando no Palco Mundo. Já no Palco Sunset, as atrações são Bad Omens, Poppy, Black Pantera, Nervosa e Day Limns. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden proíbe celulares no show em Paris para gravação de filme Via: WikiMetal

Andreas Kisser afirma ter “zero arrependimento” com fim do Sepultura
Andreas Kisser comentou o encerramento das atividades da banda Sepultura e afirmou não ter arrependimentos sobre a decisão. Durante coletiva de imprensa no Rock in Rio Lisboa, o guitarrista disse que fim do Sepultura faz parte de um ciclo natural. “Não adianta falarmos ‘agora está legal, vamos continuar’. Estaríamos enganando os fãs. Estamos muito tranquilos e com zero arrependimento. Trabalhamos muito duro para que pudesse acontecer dessa forma”, disse Andreas [via O Estadão]. O músico também ressaltou que a atual fase é de celebração e que “prefere não ficar pensando” no cenário do rock atual e em projetos dos irmãos Cavalera com músicas do Sepultura. “O legado é você que escolhe, guarda ou leva para a frente. Por exemplo, o Motörhead, para mim, vai estar vivo pelo resto da minha vida. A banda não existe mais, mas, para mim, não morreu. O legado vai ficar comigo”. O Sepultura fez o último show de sua carreiro em Portugal, como atração do Rock in Rio Lisboa, no último domingo, 21, no Palco Music Valley, como parte da turnê de despedida Celebrating Life Through Death. “Uma apresentação carregada de nostalgia e intensidade, a banda brasileira reafirmou sua posição como um dos maiores nomes do metal mundial e levou milhares de fãs a uma verdadeira celebração do gênero. Com um repertório repleto de clássicos e uma performance de tirar o fôlego, o grupo transformou o espaço em um encontro histórico entre Portugal e Brasil, encerrando a programação do palco em grande estilo”, escreveu a organização do Rock in Rio em nota à imprensa. O show serviu como uma prévia do que os fãs poderão vivenciar em setembro no Rock in Rio, quando a banda sobe ao Palco Mundo no dia 05 de setembro, para realizar o penúltimo show da carreira. Último show do Sepultura no Brasil O histórico show de despedida do Sepultura acontecerá em São Paulo, na Mercado Livre Arena Pacaembu, no dia 07 de novembro. Os ingressos já estão à venda por meio do site da Ticketmaster. Entre as atrações internacionais já confirmadas está o supergrupo Metal Allegiance, além da banda americana de thrash metal Sacred Reich. A programação também contará com as participações confirmadas do Krisiun. Ex-integrantes e músicos que fizeram parte da trajetória do Sepultura ao longo das décadas também serão convidados para esta despedida definitiva, como Jean Dolabella e Jairo Guedz, integrante da formação original da banda. Demais convidados serão anunciados em breve. LEIA TAMBÉM: Sepultura convida Alissa White-Gluz, Crypta e mais em show no Hellfest Via: WikiMetal

Iron Maiden proíbe celulares no show em Paris para gravação de filme
O Iron Maiden vai implementar uma área sem celulares para o show desta segunda-feira, 22, na La Défense Arena, em Paris, França. O show será registrado e filmado de forma profissional para o filme-concerto da turnê Run For Your Lives. Para essa apresentação especial, o Iron Maiden vai adotar uma área sem celulares na pista, onde o público em pé usará bolsas Yondr, um sistema com trava para guardar os aparelhos. A tecnologia se tornou uma das soluções mais usadas na indústria de shows para eventos sem o uso de celulares. Em nota nas redes sociais, a banda postou um comunicado explicando que a proposta é registrar a performance com menos interferência de telas e garantir uma experiência mais imersiva para quem estiver no local. “No show de amanhã na La Défense Arena, usaremos bolsas Yondr para deixar a pista/pista totalmente livre de celulares enquanto gravamos o filme da turnê Run For Your Lives. Isso nos permitirá criar a melhor experiência de visualização possível para nossos fãs no lançamento e uma experiência única para os fãs que estiverem na pista em Paris. Se você tiver um ingresso para a área reservada, seu dispositivo será trancado na bolsa ao chegar e destrancado ao sair no final da noite.” A banda também deu algumas instruções: “Traga um cartão de pagamento físico para usar nos bares e nas barracas de produtos. Existem áreas dentro da arena onde você poderá acessar seu telefone em caso de emergência. Sua bolsa ficará com você durante todo o evento – ninguém mais manuseará seu dispositivo. Chegue ao local com antecedência para garantir que tudo corra bem”. “Este produto é EXCLUSIVAMENTE para a área de pé no show de amanhã. Nenhum outro show utilizará as bolsas Yondr. Esta informação foi divulgada quando os ingressos foram colocados à venda no ano passado. Ajustes para clientes com deficiência estão disponíveis mediante comprovação. As bolsas podem ser destravadas em áreas designadas para que você possa acessar seu celular, caso precise”, informou a banda na postagem. Restrição nos shows da turnê Run For Your Lives Tour Anteriormente, Bruce Dickinson comentou sobre o pedido da banda para que os fãs não utilizem celulares durante os shows da Run For Your Lives Tour. A medida tem como objetivo que os fãs fiquem “em sintonia” com as faixas do setlist. É uma experiência mais humana. No entanto, isso só funciona bem em arenas, onde há controle de entradas e saídas. E o mais interessante é que eles não tomam o seu celular. Você continua com ele, só que lacrado numa bolsinha. Ninguém está roubando nada de você, só estão te dando a chance de estar ali, presente”, disse o vocalista do Iron Maiden. A banda segue com a turnê com apresentações em diversos países da Europa. No Brasil, o iron Maiden se apresentará no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 25 e 27 de outubro e na Arena da Baixista, em Curitiba, no dia 2. A abertura será da banda Alter Bridge – ingressos à venda no site da Livepass. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Blaze Bayley destaca importância do Rock and Roll Hall of Fame para seus fãs Via: WikiMetal

Rammstein regista músicas inéditas e levanta rumores de novo álbum
Segundo informações divulgadas pelo fã-clube Rammstein World, o Rammstein registrou recentemente cinco músicas no banco de dados da GEMA, entidade alemã responsável pela gestão de direitos autorais. O registro de faixas na GEMA costuma ser um dos primeiros sinais de que novos materiais estão em desenvolvimento. Ao longo dos anos, a base de dados já revelou títulos inéditos e informações sobre lançamentos da banda antes de anúncios oficiais. Embora o Rammstein não tenha se pronunciado sobre o assunto, a descoberta gerou expectativa entre os fãs sobre o possível sucessor de Zeit (2022). Os registros citam as faixas “Ja Nein Rammstein”, “Wir Sind Wir”, “Besser Als”, “Hätte Hätte” e “Sei Still”. “Ja Nein Rammstein” está associada ao refrão de “Ramm4”, música tocada ao vivo entre 2016 e 2019 e novamente em 2024, mas sem versão de estúdio. Já “Wir Sind Wir”, “Besser Als” e “Hätte Hätte” não têm histórico conhecido, o que reforça a ideia de material inédito. O título “Sei Still” surgiu em 2018, ligado a um processo criativo com a agência Zebra durante o desenvolvimento do álbum autointitulado de 2019. Por enquanto, não há confirmação de que as cinco composições resultarão em um novo disco. O Rammstein está em hiato desde 31 de julho de 2024, quando a banda encerrou sua Stadium Tour em Veltins Arena, em Gelsenkirchen, Alemanha. Em 2023, o Rammstein entrou em um período de incerteza após múltiplas denúncias de assédio sexual envolvendo o vocalista Till Lindemann. As denúncias levaram autoridades alemãs a abrir uma investigação, que foi oficialmente considerada “sem fundamento” e arquivada por falta de provas. Durante o caso, a banda reduziu suas atividades públicas e evitou anunciar novos projetos, o que alimentou especulações sobre uma possível pausa. Já Till Lindemann se manteve ativo com extensas turnês de seu projeto solo. LEIA TAMBÉM: YUNGBLUD responde críticas por foto com Till Lindemann: “Eu não tinha ideia” Via: WikiMetal

Mike Shinoda confirma que o documentário do Linkin Park não incluirá a era Chester Bennington
Durante nova entrevista à BBC News, Mike Shinoda confirmou que o documentário do Linkin Park não incluirá a era Chester Bennington. O longa, que se chamará Unshatter, tem as suas raízes anteriores à trágica perda de Chester Bennington. todavia, o foco é no processo de reconstrução da banda nos últimos anos. “Nós temos um documentário para ser lançado chamado Unshatter. Sinto que ele já estava no ar mesmo antes de Chester falecer”, afirmou o líder da banda. Ele continuou: “Era como se o Joe [Hahn – DJ] fosse um cineasta. Ele sempre quis fazer algo que explicasse nosso universo para as pessoas. E aí, depois que o Chester faleceu, foi como se a gente nem achasse que ainda tínhamos uma banda. Então, tudo meio que desapareceu. E conforme as coisas começaram a se encaixar, nós conhecemos Colin [Brittain – bateria] e Emily [Armstrong – vocal], começamos a fazer música e o álbum se tornou realidade. E nós estávamos filmando. Eventualmente, nós percebemos que muitas pessoas não entendiam a cultura da banda, e a comunidade em torno do Linkin Park. As pessoas dentro e fora desse círculo queriam saber: como vocês se reergueram depois dessa tragédia e da perda do amigo e cofundador dessa banda com a qual passamos 20 anos juntos? Como é que se passa disso para Wembley? Como é que se passa disso para o show de lançamento do nosso álbum em São Paulo?” Foi um dos momentos mais festivos e emocionantes das nossas vidas”, acrescentou Shinoda. “Por isso, felizmente, tivemos a sensatez de ter câmeras filmando o tempo todo, mas não como num reality show. Era literalmente o nosso amigo Mark, uma pessoa só. A gente sai com ele o tempo todo. Então, o Mark estava lá e nós estávamos gravando e filmando tudo”. “Então, nós tínhamos isso e se tornou Unshatter. Mais informações serão divulgadas em breve. Mas estamos muito animados com isso. Estamos muito orgulhosos do Joe. Acho que isso meio que conta a história dos últimos três, quatro anos”, concluiu Mike. Via: Rockbizz

The Police: Stewart Copeland diz que tem bom relacionamento com Sting apesar de processá-lo por direitos autorais não pagos
Durante uma nova entrevista à revista Billboard, o baterista do The Police, Stewart Copeland, disse que tem bom relacionamento com Sting apesar de processá-lo por direitos autorais não pagos. Stewart e o guitarrista Andrew Summers acusam Sting, cujo nome verdadeiro é Gordon Sumner, de dever a eles entre 2 milhões de dólares (R$ 7,5 milhões) e 10,75 milhões de dólares (R$ 40 milhões) em direitos autorais não pagos. “Nós não estamos [nos tribunais]. Os contadores estão em algum lugar em Londres. Para mim, é só: ‘Me avise como isso terminar’”. Ele pontuou: “Mantemos conversas amigáveis sobre os filhos, memes do Instagram, besteira. Estou feliz por nos darmos tão bem, e sabemos o porquê. Não é por causa de impulsos satânicos ou qualquer uma das fraquezas humanas como inveja, ganância, orgulho, seja lá o que for”. O baterista esclareceu a briga na justiça com o colega de trabalho: “A disputa legal se deve a um período em que nossos universos musicais se sobrepuseram e criamos coisas incríveis. Realmente conquistamos tudo o que precisávamos conquistar”. “Na verdade, como tenho dito muito ultimamente, eu e o Sting fazemos música por motivos diferentes, e ela ocupa um lugar diferente em nossas vidas. Então, nos damos muito bem, desde que não estejamos tentando fazer música juntos”, concluiu Copeland. Registros judiciais mais recentes indicam que Sting já pagou 870 mil dólares a seus ex-colegas de banda. Copeland e Summers ainda estão buscando o restante da indenização, que eles avaliam em mais de 2 milhões de dólares. O caso está sendo tratado em um tribunal do Reino Unido, o que condiz com as declarações de Copeland sobre a disputa ser resolvida “em algum lugar em Londres”. Via: Rockbizz

Marcelo Nova explica por que o mainstream jogou o rock para escanteio
Em entrevista ao programa Pânico Jovem Pan, que tem apresentação de Emílio Surita, o cantor Marcelo Nova, frontman do Camisa de Vênus, explicou por que o mainstream jogou o rock para escanteio. “Na hora do marketing, o rock n’ roll não faz diferença nenhuma”, disparou o músico. “Aquilo que aconteceu nos anos 80 foi uma postura mercadológica – gravadoras que naquela época ainda eram relevantes no sentido de injetar dinheiro, promover, fazer clipes milionários e tudo mais”. Nova seguiu com sua reflexão: “Esse modismo durou de 84 até 87 ou 88, por aí. Aí, entrou aquela coisa baiana de sentar na garrafa, veio lambada e sertanejo. As modas vão se sucedendo até que chegou em um nível de tanta pobreza musical e dos textos”. Ele completou analisando o teor lírico das canções antigas: “A coisa de você ouvir uma canção, e essa canção lhe despertar para algo que você naquele momento não estava sequer imaginando. E ter a capacidade de questionar e posicionar independentemente da veia política”. O trabalho de estúdio mais recente do Camisa de Vênus é o álbum Agulha no Palheiro, lançado em agosto de 2021. O disco é o sucessor de Dançando na Lua, de 2016. Mercado rock n’ roll O rock brasileiro, apesar das dificuldades que enfrenta, segue lotando grandes e pequenas casas de shows. Tem como melhorar? Claro que sim, sempre tem. E vale pontuar que até mercados mais aquecidos como o sueco, alemão e finlandês têm pontos a aprimorar, portanto é válido usar a máxima do copo meio cheio ao se referir ao nosso rock. Via: Rockbizz

Mick Jagger explica o teor político por trás do novo álbum dos Rolling Stones
O cantor Mick Jagger explicou o teor político por trás do novo álbum dos Rolling Stones, Foreign Tongues. O lançamento do novo álbum, que será o vigésimo quinto registro de estúdio do grupo, está previsto para o dia 10 de julho pela Polydor/Universal Music. O falatório sobre o conteúdo lírico começou nas redes sociais, depois que a banda liberou a faixa Ringing Hollow. Em certo trecho da canção, Jagger canta: “Lady Liberty don’t look so good when there’s a tear in her gown” – “A Estátua da Liberdade não fica tão bonita quando há um rasgo em seu vestido”, em tradução livre. Em conversa com a revista Mojo, Mick falou sobre o som: “Ela fala sobre a América como uma ideia”. Ele seguiu com a sua explanação: “O sonho americano permanece intacto para algumas pessoas, e tenho certeza de que podemos encontrar histórias maravilhosas de imigrantes que aconteceram nos últimos 12 meses, mas lemos sobre o declínio do Império Americano. A guerra com o Irã é o momento Suez dos Estados Unidos?” O roqueiro acrescentou: “Bem, não é a mesma coisa, mas há muitas questões sobre o abuso de poder imperial e o sistema de lobby”. Mick também teceu alguns comentários sobre as cifras milionárias que se gastam em campanhas eleitorais e lamentou que os Estados Unidos não é o mesmo lugar do que antes. “O dinheiro gasto em uma eleição é absurdo. Não é corrupção em si, mas é desnecessário. Isso é indicativo desta administração, ou é algo que vem acontecendo há muito tempo? De qualquer forma, não é o mesmo lugar de antes. Morei em Nova York por 19 anos. Vi muita coisa da América que nenhum americano viu”. Via: Rockbizz

Richie Sambora põe panos quentes na recente fala de que não existe mais amizade com Jon Bon Jovi
Dias atrás o ex-guitarrista do Bon Jovi, Richie Sambora, respondeu alguns questionamentos dos fãs pelas redes sociais. Um internauta o perguntou: “Você ainda considera o Jon seu irmão? Eu sei que vocês nunca brigaram ou se desentenderam, mas ainda deve haver amor entre vocês dois”. Sambora respondeu de forma franca, deixando claro que a irmandade que outrora compartilhava com Jon não existe mais. “Infelizmente, não”. Como o seu posicionamento gerou muito burburinho nas redes sociais, Richie Sambora pôs panos quentes na recente fala de que não existe mais amizade com Jon Bon Jovi. “Olá, pessoal! Quero agradecer pelo apoio de vocês. Os comentários negativos que as pessoas estão fazendo não parte de mim”, disse o guitarrista. “O impacto, o trabalho árduo e as músicas que comoveram o planeta… não poderia estar mais grato pela oportunidade de ter feito parte disso”. Ele completou: “Por que eu passaria 32 anos nessa banda, que superou todas as expectativas e alcançou tanto sucesso, e depois blasfemaria contra a situação? Estou orgulhoso disso e agradecido pela oportunidade de entretê-los, e as músicas os fizeram felizes. Muito obrigado novamente”. Hey guys i wanna thank you for yout support. The stuff people that are negatively commenting on are not coming from me. The impact , hard work And songs that moved the planet, i coulnt have more gratitude for the opportunity to be a part of. Why would i spend 32 years in this… — RICHIE SAMBORA (@TheRealSambora) June 20, 2026 Richie Sambora deixou o Bon Jovi em 2013, alegando motivos pessoais e afirmando que precisava priorizar sua família, em especial sua filha Ava. Na época, a saída foi vendida para a mídia e para os fãs como amigável, no entanto, fica claro que os termos não foram tão amistosos. Com o Bon Jovi, Richie Sambora participou de álbuns premiados como Slippery When Wet (1986), New Jersey (1988) e Keep the Faith (1992) e marcou seu nome como um dos principais guitarristas do hard rock mundial. Via: Rockbizz

Cavalera Conspiracy escapa de acidente de ônibus fatal e cancela participação no Hellfest
O Cavalera Conspiracy cancelou sua participação no Hellfest após incidente com ônibus. A banda, que tem em sua formação os irmãos Max e Iggor Cavalera, emitiu uma nota pelas redes sociais explicando brevemente o que aconteceu. “Lamentamos informar que o Cavalera não poderá se apresentar hoje no Hellfest devido a um acidente imprevisto ocorrido ontem. Somos muito gratos pela habilidade do motorista em evitar o que poderia ter sido um acidente fatal com o ônibus. A banda está arrasada por não poder levar o Chaos AD a este grande festival e aos fãs franceses. Esperamos poder retornar com o nosso Chaos no futuro”. O comunicado não fornece muitos detalhes sobre o que realmente aconteceu, no entanto, para a banda citar que poderia ter sido um acidente fatal com o ônibus, isso indica que o incidente foi grave. Mas, apesar do susto, o grupo deu a entender que todo mundo está bem. O Cavalera Conspiracy está na estrada celebrando o álbum Chaos A.D., que é o quinto trabalho de estúdio do Sepultura, o qual saiu em setembro de 1993. O disco foi a consagração do quarteto brasileiro no mercado internacional e estabeleceu a banda como uma força da cena heavy metal noventista. O grupo estará em turnê pela Europa até meados de julho. O conjunto tocará em festivais famosos como Tons of Rock, Resurrection Festival e Masters of Rock. Em setembro, o Cavalera Conspiracy embarcará em uma turnê pelos EUA intitulada Return To Chaos, ao lado de outros nomes de peso como Slayer, Lamb Of God, Power Trip e muitos outros expoentes do metal extremo. Via: Rockbizz

Cavalera Conspiracy cancela show no Hellfest devido a acidente
Max e Iggor Cavalera emitiram um comunicado informando sobre o cancelamento do show do Cavalera Conspiracy no Hellfest devido a um acidente com seu ônibus. Ainda não foram divulgados detalhes adicionais sobre a gravidade do acidente. Os irmãos Cavalera agradeceram pela habilidade do motorista. Segundo eles, “evitou o que poderia ter sido um acidente de ônibus fatal”. Confira a declaração na íntegra: “O Cavalera lamenta informar que não poderá se apresentar hoje no Hellfest devido a um acidente inesperado ocorrido ontem. Somos muito gratos pela habilidade do motorista, que evitou o que poderia ter sido um acidente de ônibus fatal. A banda está devastada por não poder levar o Chaos A.D. a este grande festival e aos fãs franceses. Esperamos poder retornar no futuro com o nosso caos. Max & Iggor” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne recebe homenagem com estátua de 6 metros de altura no Hellfest Via: WikiMetal

Andreas Kisser conta que a irmã de Lô Borges não aguentou a desafinação do Sepultura e teve que intervir
O Sepultura é um dos principais nomes do thrash/death metal! A música e as apresentações do quarteto brasileiro são conhecidas pela brutalidade e complexidade técnica. Mas tais atributos não foram conquistados da noite para o dia, foi preciso um bocado de trabalho e, evidentemente, muitos shows de qualidade duvidosa, para dizer o mínimo. Como o começo da banda foi bem difícil por questões técnicas, instrumental e prática, os caras demoraram um certo tempo para entrar no caminho profissional e começar agregar apoiadores ao projeto. O Sepultura nasceu na capital mineira, Belo Horizonte, no bairro Santa Tereza, que tem a fama de ser um ponto boêmio devido aos seus bons bares. Foi nesta localidade também o berço do Clube da Esquina, grupo que misturou rock, samba, bossa nova e jazz, dando origem a um estilo musical próprio. É importante lembrar que o Clube da Esquina tinha em sua formação nomes importantes da nossa cultura e música como Milton Nascimento, Toninho Horta, Wagner Tiso, Lô Borges, Beto Guedes e Márcio Borges. Em recente conversa com o violonista e violeiro Ricardo Vignini, via Moda de Rock Oficial, Andreas Kisser contou que a irmã de Lô Borges não aguentou a desafinação do Sepultura e teve que intervir. “Eles ensaiavam ao lado da família Borges! E, em uma dessas vezes, a irmã de Lô Borges foi lá e falou: ‘Gente, não aguento mais; deixa eu afinar os instrumentos’. Ela afinou os instrumentos para a galera”. Andreas completou: “É engraçado porque o Clube da Esquina era realmente ali – tem a Rua Dores do Indaiá, onde morava a família do Max e do Iggor [Cavalera]. Eu morei dois anos lá também, com eles. Morava por ali o Henrique Portugal, [do Skank]. Então era Sepultura, Clube da Esquina e Toninho Horta. Santa Tereza tem essa áurea para seresta, essa coisa cultural”. Via: Rockbizz

Epica lança o clipe ao vivo de Sirens – Of Blood And Water com Alissa White-Gluz, Elize Ryd e Charlotte Wessels
O Epica lançou o clipe ao vivo de Sirens – Of Blood And Water com Alissa White-Gluz, Elize Ryd e Charlotte Wessels. A performance teve sua gravação no Ziggo Dome, Holanda, em 07 de fevereiro deste ano. Na ocasião, Epica e Amaranthe encerraram a primeira etapa de sua turnê conjunta Arcane Dimensions Tour. Esta versão, que também teve registro em vídeo, contou com a gravação no maior show como headliner do Epica até hoje. Foi uma noite com ingressos esgotados no famoso Ziggo Dome, em Amsterdã, diante de 10.000 fãs. E por falar na banda holandesa, ela está em turnê pela Europa participando de alguns festivais. Além disso, o grupo tocará ao lado do Sabaton, Iron Maiden e Savatage em alguns eventos. No mês de agosto os músicos vão tirar uns dias para recarregar as energias para chegar com tudo na turnê asiática em setembro. O giro passará por Tóquio, Osaka, Xangai e mais. Via: Rockbizz

Eddie Vedder (Pearl Jam) lança a canção original Better Believe
Eddie Vedder, em parceria com jovens da organização Guitars Over Guns, sediada em Chicago, acaba de lançar a canção original Better Believe, produzida por Andrew Watt, Andre “Add-2” Daniels, Paul LaMalfa e Eddie Vedder. Apresentada ontem, 18 de junho, durante uma performance ao vivo na cerimônia de inauguração do Centro Presidencial Obama, Better Believe foi coescrita e interpretada em parceria com a Guitars Over Guns e já está disponível em todas as principais plataformas de streaming – ouça aqui. A Fundação Obama reuniu Vedder e a Guitars Over Guns para o projeto. Alunos e ex-alunos do curso de Artes de Áudio da Columbia College Chicago, onde a música foi gravada, uniram-se a jovens músicos da organização sem fins lucrativos por meio de uma colaboração liderada por Andre “Add-2” Daniels, professor adjunto de instrução da Columbia e diretor regional da Guitars Over Guns em Chicago. Todos os direitos autorais auferidos por Eddie Vedder e pelos coautores da faixa serão destinados à Guitars Over Guns, uma organização que utiliza música, mentoria e artes para empoderar jovens e ampliar as oportunidades para o futuro deles. Esta incrível iniciativa ganhou vida graças à colaboração de uma equipe de artistas, estudantes, compositores, produtores e engenheiros de som. A engenharia de som é assinada por Anthony Abruzzo e Jacob Araiza, com engenharia adicional de Joey Fraider, Grace Kay, Kathrynn Vettas e John Burton. A faixa foi masterizada por Randy Merrill no Sterling Sound e gravada no Columbia College Chicago. Better Believe é interpretada por Eddie Vedder (vocalista, guitarra, vocais de apoio), Joy Viltz (vocalista), Giselle Castro (vocalista), Naomi Owens (vocalista), Michael “Myskie” Hightower (vocalista), Mason Harris (vocalista), Jeremiah Fristoe (vocais de apoio), Andre “Add-2” Daniels (vocais de apoio), Mark Anderson (vocais de apoio), Isabella Santillan (guitarra), Ayden Smith (baixo), Cassidy Lee (bateria) e Josh Klinghoffer (teclados). Via: Rockbizz

Behemoth libera o videoclipe da nova música I, Scvlptor
O Behemoth liberou o videoclipe da nova música I, Scvlptor. O som é a faixa-título do próximo álbum de estúdio da banda, que tem previsão de sair em 04 de setembro. O clipe teve produção do grupo polonês Grupa 13, enquanto a arte da capa teve criação de Bartek Rogalewicz. Sobre a faixa, o frontman da banda, Adam “Nergal” Darski, disse: “I, Scvlptor é uma nova música do Behemoth enraizada na tradição de faixas monumentais como O Father O Satan O Sun!, Lucifer ou Nieboga Czarny Xiądz, ao mesmo tempo que abre um novo capítulo. Ela carrega esse peso épico, mas também toma um rumo inesperado que a torna fresca e diferente das composições anteriores. Liricamente, é uma metáfora para o processo infinito de moldar a si mesmo – uma luta desigual com a matéria e as limitações pessoais. O paradoxo é que, desde o momento em que nascemos, já estamos destinados a morrer, então talvez não se trate da vitória em si, mas do ato constante de esculpir quem somos”. I, Scvlptor é um lançamento exclusivo com oito músicas inéditas – sete novas gravações de estúdio e uma faixa ao vivo. Trata-se de uma obra autônoma que conecta o passado fundamental da banda com sua atual chama criativa. O álbum estará disponível em CD, vinil, MC e box set de edição limitada pela Massacre em todo o mundo e em formato digital pela Nuclear Blast. Track listing de I, Scvlptor: 01. I, Scvlptor02. Lord Ov The Horizons03. Rise Of The Blackstorm Of Evil04. In Thy Pandemaeternum05. Begotten06. In League With Satan07. The Return Of Darkness And Evil (live)08. Lord Ov The Horizons (versão alternativa) Via: Rockbizz

Iron Maiden revela qual a banda de abertura mais difícil de lidar
Bruce Dickinson e Steve Harris relembraram um dos momentos mais desafiadores da carreira do Iron Maiden ao falar sobre a banda de abertura mais difícil de lidar. Em entrevista à Metal Hammer, o vocalista admitiu que alguns grupos deixavam o público tão empolgado que a tarefa de manter a energia da noite se tornava complicada. “Naquela época, a banda de abertura mais difícil que já tivemos foi o Guns N’ Roses, nos Estados Unidos [em 1988]. Eles tinham acabado de lançar seu primeiro álbum [Appetite For Destruction, de 1987] e estavam alcançando uma enorme onda de popularidade. Eles eram cheios de angústia e veneno, enquanto o Iron Maiden era um pouco mais progressivo – isso foi por volta do álbum Seventh Son Of A Seventh Son”, relembrou Bruce. O vocalista explicou que essa situação servia como motivação. Em vez de enxergar o sucesso da atração de abertura como um problema, ele via a experiência como um incentivo para elevar o nível da própria apresentação. Ao longo de sua trajetória, o Iron Maiden dividiu turnês com diversos nomes importantes do rock e do metal. Para o baixista e fundador Steve Harris, os veteranos do rock sulista Blackfoot, com quem tocaram em 1982, por volta do lançamento do terceiro álbum, The Number Of The Beast, foi a banda de abertura mais difícil. “Eles ainda são uma das melhores bandas que já nos acompanharam em shows. Eu sempre digo que é trabalho da banda de abertura subir no palco e conquistar o público. Eles têm que se entregar totalmente e fazer a banda principal trabalhar duro. Ele acrescentou que “às vezes é difícil” para as bandas abrirem shows para o Iron Maiden. “Já vi isso algumas vezes e senti pena da banda de abertura. Eles não conseguem conter a empolgação. O público sente o medo no ar.” LEIA TAMBÉM: Saiba como assistir aos shows do Sepultura e do Cavalera no Hellfest Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Motionless in White, Placebo e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Placebo e Warning, singles novos do Motionless in White e Behemoth, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOSKerry King – From Hell I Rise (Extended Deluxe Edition)Para quem gosta de: thrash metal Shadowborne – Heaven’s FallingPara quem gosta de: metal sinfônico, power metal Placebo – Placebo RE:CREATEDPara quem gosta de: rock alternativo Warning – Rituals of ShamePara quem gosta de: doom metal Via: WikiMetal

Thiago Castanho (Charlie Brown Jr.) lembra o sucesso do pagode nos anos 90: “Os caras do Katinguelê tinham cinco Mustangs”
O mercado fonográfico, muitas vezes representado pelos engravatados sedentos por dinheiro e poder, sempre estão à procura da nova bola da vez para arrebatar o público e, evidentemente, fazer rios de grana. Lá nos idos dos anos 90, a fonte da fortuna era os formatos acústicos, em que as guitarras eram desligadas para que os violões entrassem em cena. Aqui no Brasil, a cena musical – goste ou não – ainda oferecia algo diferente como o pagode. O estilo tinha aderência em boa parte da sociedade, portanto, os grupos deste gênero musical eram figuras presentes em programas de auditório. Depois que o pagode começou a mostrar certo desgaste, a indústria fonográfica se abriu aos novos postulantes à nova sensação do momento. E foi nesta janela de tempo que surgiu o Charlie Brown Jr. incorporando ao seu rock estilos como rap, reggae e punk, e a cultura skate. O sucesso bateu cartão já no primeiro álbum Transpiração Contínua Prolongada, de 1997. O êxito comercial seguiu com Preço Curto… Prazo Longo, de 1999. Com isso, os caras estavam presentes em programas de TV ao lado dos pagodeiros que ainda se mantinham no mercado. Tempos atrás, os guitarristas Marco Britto e Thiago Castanho, concederam uma entrevista ao Vênus Podcast. Na conversa, Thiago lembrou o sucesso do pagode nos anos 90. Ele destacou que os caras do Katinguelê tinham cinco Mustangs. “Eu lembro desse lance do pagode! Em 97, a gente meio que pega e o pagode tá meio [faz sinal de declínio]. É um ciclo natural das coisas. Mas eu lembro do Katinguelê, porque os caras tinham cinco Mustangs amarelos. A gente via parado no programa de televisão; pô, o Katinguelê tá aí. Cada um tinha um Mustang amarelo, era muito legal. A gente só veio a ter carrão depois. Foi depois que a gente comprou uns carros legais. A gente tem essa lembrança”. Via: Rockbizz

Aimee Mann conta como foi cantar Time Stand Still com o Rush nas quatro noites em Los Angeles
Trocando uma ideia com a Vulture Music, Aimee Mann contou como foi cantar Time Stand Still com o Rush nas quatro noites no Kia Forum, em Los Angeles, EUA. Esses foram os primeiros shows da Fifty Something Tour. “Eu estava extremamente deprimida”, afirmou Mann. “Eu não me sentia muito funcional por uma série de motivos. O fato do mundo estar um caos não ajuda em nada o psicológico quando já tem um monte de outras coisas acontecendo. Eu estava realmente deprimida e com uma certa autodepreciação. Eu pensava: ninguém quer subir no palco na frente de um monte de gente. Eu só queria me esconder”. Aimee falou que recebeu um e-mail de Geddy Lee no qual constava o convite para um único show com a banda. Apesar da relutância inicial, ela acabou concordando em participar da celebração do grupo canadense. “Foi simplesmente mágico. Você faz parte de um evento mágico no qual essa banda incrível está se reunindo. Eles estão homenageando seu baterista original e também sua nova baterista, o que é muito emocionante. Todos estão em sintonia, e é uma sintonia de verdadeira gentileza vinda de cima. Então, depois disso, alguém da organização deles disse: ‘Você vai vir para todos os shows, certo’? E eu respondi: ‘Bem, eles não me convidaram’. E eles disseram: ‘Meu Deus, é claro que eles querem que você volte’. Eu queria repetir essa experiência porque foi fantástica”. Ela completou deixando as portas abertas para mais alguma participação nas apresentações do grupo. “Eles ficarão em turnê por, sei lá, um ano inteiro? Eu adoraria fazer mais. Tenho um milhão de coisas para fazer, então não sei o quão viável é, mas se eu tiver tempo, topo”. A turnê de reunião do canadense Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo também ganhará os palcos da América do Sul em janeiro e fevereiro de 2027. No Brasil, a turnê começará por Curitiba (Arena da Baixada) em 22 de janeiro, seguindo para São Paulo (Allianz Parque) em 24 de janeiro, e depois para o Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos – Engenhão) em 30 de janeiro, Belo Horizonte (Estádio Mineirão) em 01 de fevereiro, e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha) em 04 de fevereiro. Via: Rockbizz

Paul Gilbert volta ao Brasil em setembro com turnê do novo álbum WROC
Um dos guitarristas mais admirados do mundo, Paul Gilbert retorna em setembro ao Brasil para duas apresentação especiais, em Curitiba (7/09, Teatro Bom Jesus) e São Paulo (8/09, Fabrique Club). Os shows divulgam o álbum WROC, o primeiro em 10 anos com músicas cantadas e um registro que vem surpreendendo fãs de de rock, hard rock e guitarra. A realização é da IDL Enternatainment. Ouça WROC aqui: lnk.to/PaulGilbert. Paul Gilbert é um guitarrista norte-americano, mundialmente aclamado por sua técnica impressionante, velocidade e criatividade, associado a três frentes: o hard rock de massa do Mr. Big, o virtuosismo técnico do Racer X e uma carreira solo extensa, marcada por discos instrumentais, hard rock, blues, pop, humor e ensino de guitarra. A marca de guitarras Ibanez já resumiu Gilbert citando vendas de platina e sucesso de número 1 com o Mr. Big, a técnica de palhetada do Racer X, a carreira solo em estilos variados e o papel dele como professor e comunicador de guitarra. A fase atual é importante porque Gilbert não está apenas fazendo uma turnê nostálgica. Ele está em circulação com WROC, álbum lançado em fevereiro de 2026, baseado nas regras de civilidade associadas a George Washington. O disco transforma um material histórico de etiqueta e conduta em canções de rock, com vocais, riffs, melodias, harmonias e o humor típico do músico. No repertório, o público pode esperar clássicos que marcaram sua trajetória, além de composições da carreira solo, executadas com a combinação única de técnica refinada, carisma e senso de humor que transformaram Gilbert em um dos maiores nomes da guitarra contemporânea. SERVIÇO Paul Gilbert em Curitiba Data: 7 de setembro de 2026 Abertura da casa : 19h Local: Teatro Bom Jesus (Rua 24 de Maio, 135, Curitiba/PR) Ingressos em 1° Lote: Pista Meia-entrada e Promocional – doe 1kg de alimento não perecível) – R$ 250,00; Pista Inteira: R$ 500,00 Venda: diskingressos.com.br/event/2889 Paul Gilbert em São Paulo Data: 8 de setembro de 2026 Abertura da casa : 20h Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – São Paulo, SP) Ingressos em 1° Lote: Pista Meia-entrada e Promocional – doe 1kg de alimento não perecível) – R$ 250,00; Pista Inteira: R$ 500,00 Venda: clubedoingresso.com/evento/paulgilbert-saopaulo Realização: IDL Entertainment