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Legião Urbana: Marcelo Bonfá não se importa com o uso político de Que País É Esse
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25/06/2026

Legião Urbana: Marcelo Bonfá não se importa com o uso político de Que País É Esse

Um dos fundadores da Legião Urbana, o baterista Marcelo Bonfá, 61 anos, participou do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal VEJA+ no Youtube, no streaming da TV Samsung Plus, LG, TCL e Roku; além da versão podcast no Spotify). No bate-papo, Marcelo Bonfá comentou que não se importa muito com o uso político de Que País É Esse. E vale lembrar o som é a faixa-título do terceiro álbum da Legião Urbana, cujo lançamento foi em novembro de 1987. A letra do som é uma crítica contundente à sociedade capitalista e seus desdobramentos no cotidiano do povo. A faixa saiu como o primeiro single do álbum e o ajudou a conquistar o disco de diamante, ou seja, bateu a marca de um milhão de cópias vendidas no Brasil. “Essa música nunca foi partidária, nem de direita e nem de esquerda. A gente fala de um contexto, que serve para os dois e tal. As pessoas usam isso, inevitavelmente. Mas vou te falar, eu não estou nem aí. Pode fazer o que quiser”. Marcelo acrescentou: “Quem tiver a sensibilidade de perceber, e muita gente tem, percebe e sabe. Quem sou para falar: ‘Não, essa música não é de direita’. Então é esquerda? Também não é. Vira um negócio bobo. Para mim tanto faz”. “É claro que não gosto que use essa… Acho que é uma música jovem, das pessoas, do Brasil, do brasileiro, de todo mundo – de dentro da política e fora da política. Quem está lá dentro canta, quem está fora também canta. É uma música que continua atual, infelizmente”, completou. Via: Rockbizz

Black Pantera vira tema de trabalho em escola municipal de Minas Gerais
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25/06/2026

Black Pantera vira tema de trabalho em escola municipal de Minas Gerais

O Black Pantera realizou uma visita surpresa aos alunos do 8º ano D da Escola Municipal Uberaba, em Minas Gerais, após os estudantes escolherem a banda como tema de um trabalho escolar. O projeto tinha como objetivo a pesquisa e a valorização de artistas locais, e os alunos tiveram como foco a trajetória do trio formado por Charles Gama (guitarra e voz), Chaene da Gama (baixo) e Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria), bem como sua luta diária contra o racismo em suas letras, clipes e postagens nas redes sociais. Em um vídeo compartilhado nas redes sociais oficiais da banda, os integrantes aparecem prestigiando a apresentação, interagem com a turma, dão autógrafos nos materiais confeccionados exclusivamente para o projeto e ainda realizam um pocket show exclusivo para quem estava presente no local [via TMDQA!]. “Muito amor e gratidão molecada. EDUCAÇÃO TRANSFORMA! EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA ENTÃO!!!!! Muito obrigado Tia Joziane!”, escreveu a banda na legenda da postagem. View this post on Instagram Black Pantera venceu “Melhor Artista de Rock” no Prêmio da Música Brasileira 2026 Black Pantera venceu em 10 de junho, o troféu de “Melhor Artista” na categoria de Rock durante a 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O trio mineiro de crossover thrash e metal – que já havia vencido a categoria em 2025 – disputava com grandes nomes do rock nacional — como Fresno, Terno Rei, Mateus Fazeno Rock e Selvagens à Procura de Lei. “Essa vitória não é apenas nossa, ela é do underground, das pessoas que somaram e sempre somam, torcem, rezam e nos fortalecem, essa vitória é da Ancestralidade, que grita latente tudo que temos cantado. Mais um ano vencendo o Prêmio Da Música Brasileira na categoria Rock. Viva o Poder da Representatividade Preta! MUITO OBRIGADO! AGOSTO TEM DISCO NOVO. De Uberaba, dos Guetos, do Subúrbio para o Mundo”, escreveu a banda em suas redes sociais. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Black Pantera incendeia Allianz Parque em abertura de show do Korn Via: WikiMetal

Geoff Tate reflete sobre a recepção fria e as baixas vendas de Operation: Mindcrime II
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25/06/2026

Geoff Tate reflete sobre a recepção fria e as baixas vendas de Operation: Mindcrime II

Durante conversa com a revista Metal Hammer, o cantor Geoff Tate refletiu sobre a recepção fria e as baixas vendas de Operation: Mindcrime II. O disco, que é o nono registro de estúdio do Queensrÿche, saiu em 31 de março de 2006 pela Rhino. “Não tenho uma opinião sobre como ele foi recebido. Não faço pesquisas. Nunca leio críticas. A música, na minha opinião, é uma jornada pessoal. Depois de pronta, ela pertence ao mundo. Estou sendo sincero. Ou a música mexe com você, ou não. Não tem como eu convencer alguém a ouvir algo ou a gostar daquilo”. Tate completou: “Repito: não sei. É o único álbum com o qual recuperamos o investimento [recebemos dinheiro da gravadora]; isso eu sei”. O álbum retoma os acontecimentos de Operation: Mindcrime, de 1988, começando no dia em que Nikki é libertado da prisão. Temas como ganância, lavagem cerebral, decadência moral, religião, promiscuidade e governo se entrelaçam nas dezessete canções. Apesar disso, Operation: Mindcrime II ficou com a décima quarta posição na Billboard 200. As vendas do disco ficaram aquém do sucesso da primeira parte, com cerca de 43 mil cópias vendidas. Via: Rockbizz

Iron Maiden deixou Queen “apavorado” no Rock in Rio I, diz Steve Harris
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25/06/2026

Iron Maiden deixou Queen “apavorado” no Rock in Rio I, diz Steve Harris

Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, relembrou um dos momentos mais importantes na história da banda: a apresentação na primeira edição do Rock in Rio, em janeiro de 1985. Segundo o músico, o peso daquele show causou tanto impacto que chegou a “apavorar” até mesmo o Queen, principal atração do dia. Em entrevista à Classic Rock, Harris detalhou uma conversa de bastidores que teve anos depois com o guitarrista Brian May, onde o assunto principal foi a performance de estreia da Donzela de Ferro em terras brasileiras. “Brian May me disse que o Iron Maiden deixou o Queen apavorado no Rock in Rio 1985. Pensei: ‘ótimo, fizemos nosso trabalho’. Claro que isso não fez diferença para o Queen, eles continuaram incríveis. Mas é bom causar um certo impacto”, revelou [transcrição via TMDQA!]. A banda de abertura mais difícil de lidar, segundo o Iron Maiden Bruce Dickinson e Steve Harris relembraram um dos momentos mais desafiadores da carreira do Iron Maiden ao falar sobre a banda de abertura mais difícil de lidar. Em entrevista à Metal Hammer, o vocalista admitiu que alguns grupos deixavam o público tão empolgado que a tarefa de manter a energia da noite se tornava complicada. “Naquela época, a banda de abertura mais difícil que já tivemos foi o Guns N’ Roses, nos Estados Unidos [em 1988]. Eles tinham acabado de lançar seu primeiro álbum [Appetite For Destruction, de 1987] e estavam alcançando uma enorme onda de popularidade. Eles eram cheios de angústia e veneno, enquanto o Iron Maiden era um pouco mais progressivo – isso foi por volta do álbum Seventh Son Of A Seventh Son”, relembrou Bruce. Para o baixista e fundador Steve Harris, os veteranos do rock sulista Blackfoot, com quem tocaram em 1982, por volta do lançamento do terceiro álbum, The Number Of The Beast, foi a banda de abertura mais difícil. “Eles ainda são uma das melhores bandas que já nos acompanharam em shows. Eu sempre digo que é trabalho da banda de abertura subir no palco e conquistar o público. Eles têm que se entregar totalmente e fazer a banda principal trabalhar duro. Ele acrescentou que “às vezes é difícil” para as bandas abrirem shows para o Iron Maiden. “Já vi isso algumas vezes e senti pena da banda de abertura. Eles não conseguem conter a empolgação. O público sente o medo no ar.” LEIA TAMBÉM: Deftones: Álbum “perdido” ‘Eros’ vaza na internet após 18 anos Via: WikiMetal

Sepultura: Confira atual setlist da turnê de despedida
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25/06/2026

Sepultura: Confira atual setlist da turnê de despedida

No dia 07 de novembro, o Sepultura fará história ao subir ao palco para o último show de sua carreira – ingressos à venda no site da Ticketmaster. A apresentação marcará o encerramento de quatro décadas de uma das trajetórias mais importantes e influentes da história do heavy metal mundial e promete ficar na memória dos fãs de música pesada que acompanharam o grupo ao longo dos últimos 40 anos. O acontecimento histórico será sediado na Mercado Livre Arena Pacaembu, que carrega um significado especial para a banda. O local faz parte da história do Sepultura desde o início dos anos 90, especialmente pela icônica apresentação realizada na Praça Charles Miller, em frente ao estádio, em um momento que ajudou a consolidar a força do grupo no Brasil. A apresentação será uma grande celebração da história do Sepultura e deve contar com um encontro entre diferentes gerações, fases e artistas que fizeram parte da caminhada da banda de alguma maneira ao longo dos últimos 40 anos. Entre as atrações internacionais já confirmadas está o supergrupo Metal Allegiance, formado por alguns dos músicos mais respeitados da cena mundial, incluindo Mike Portnoy, do Dream Theater, Alex Skolnick e Chuck Billy, da lendária Testament, além de Phil Demmel, ex-Machine Head, Troy Sanders, do Mastodon, e o baixista e idealizador do projeto, Mark Menghi. A programação também contará com as participações confirmadas do Krisiun, um dos maiores nomes do death metal mundial, além da banda americana de thrash metal Sacred Reich. Demais convidados serão anunciados em breve. Ex-integrantes e músicos que fizeram parte da trajetória do Sepultura ao longo das décadas também serão convidados para esta despedida definitiva, como Jean Dolabella e Jairo Guedz, integrante da formação original da banda. Confira a atual setlist do Sepultura nos shows de despedida da Celebrating Life Through Death Tour ao redor do mundo: Sepultura: Celebrating Life Through Death1. Inner Self2. All Souls Rising3. Desperate Cry4. Kairos5. Means to an End6. Attitude7. Against8. Choke9. The Place10. Escape to the Void11. Kayowas12. Dead Embryonic Cells13. Slave New World14. Beyond the Dream15. Territory16. Refuse/Resist17. Arise18. Ratamahatta19. Roots Bloody Roots LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser afirma ter “zero arrependimento” com fim do Sepultura Via: WikiMetal

Arte de Cura: heavy metal pode ajudar na saúde mental, segundo especialista em saúde pública
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25/06/2026

Arte de Cura: heavy metal pode ajudar na saúde mental, segundo especialista em saúde pública

O primeiro Arte de Cura (Healing Arts) está ocorrendo em Birmingham, Inglaterra – entre os dias 22 e 26 de junho. Ele propõe debates com representantes da comunidade do heavy metal e autoridades de saúde pública da cidade, com pesquisas globais recentes sobre as relações positivas entre o heavy metal e a saúde mental. Jasmine Al-Azawie, que é uma especialista em saúde pública da Prefeitura de Birmingham, apresentou um panorama das evidências atuais sobre o assunto no evento. “As evidências sugerem, em grande medida, que o heavy metal pode ser uma estratégia de enfrentamento bastante funcional e que os fãs o utilizam de forma bastante intencional para gerenciar seu estado emocional”, disse ela. “As pessoas relatam sentir-se empoderadas e aceitas, sentir que a experiência é autêntica e encontrar alívio para o isolamento social que vivenciam”, pontuou. “Parece uma oportunidade excelente – considerando a música e a história de Birmingham no cenário do heavy metal – para destacar isso e demonstrar os benefícios para a saúde que sabemos estarem associados ao heavy metal”. Healing Arts tem a organização da Câmara Municipal de Birmingham e pelo Jameel Arts and Health Lab, em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Via: Rockbizz

Iron Maiden esclarece a falha de energia em show em Paris: “O calor ficou intenso tanto para os fãs quanto para a banda”
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24/06/2026

Iron Maiden esclarece a falha de energia em show em Paris: “O calor ficou intenso tanto para os fãs quanto para a banda”

No dia 22 de junho o Iron Maiden se apresentou na La Défense Arena, em Paris, França, como parte da Run For Your Lives 2026. No entanto, cerca de 50 minutos após o início do show, no final da música 2 Minutes To Midnight, uma falha total de energia interrompeu a festa. O Iron Maiden conseguiu retomar a apresentação cerca de uma hora após a interrupção, dando continuidade ao repertório com Rime of the Ancient Mariner. Mas, devido regras imposta pelas autoridades locais para que o show encerrasse às 23h35, o grupo finalizou o concerto com Iron Maiden, ou seja, não voltou para o bis. Sobre o problema, o vocalista Bruce Dickinson comentou: “Apesar de tudo, o público e a atmosfera da noite passada foram fantásticos e, assim como em qualquer outro desafio que o Iron Maiden enfrentou ao longo dos anos, encontraremos uma maneira de lidar com a ausência das músicas do bis – e de superá-la – quando chegarmos à edição final do filme. Sabemos que muitos de vocês viajaram longas distâncias, aguardaram pacientemente durante a interrupção e estavam ansiosos para vivenciar o show completo da Run For Your Lives Tour. Compartilhamos a decepção de vocês. Ninguém está mais frustrado do que a banda e a equipe, que estavam ansiosas para apresentar a performance completa que vocês mereciam. O que mais lembraremos da noite passada é o espírito incrível dentro da arena. A paciência, a compreensão e o apoio inabalável de vocês diante de uma situação extremamente desafiadora significaram muito para nós. A energia no local foi notável – exatamente o que aprendemos a esperar de Paris – e nos lembrou por que sempre adoramos tocar aqui”. O empresário Rod Smallwood acrescentou: “Os fãs foram magníficos, e a banda agradece imensamente pela paciência e pelo apoio. Isso demonstra mais uma vez que temos fãs incríveis. A temperatura em Paris chegou a 44°C naquele dia e o ar-condicionado do local parou de funcionar devido à queda de energia; naturalmente, com tanta gente ali dentro. O ambiente esquentou rapidamente enquanto aguardavam o nosso retorno ao palco. Obviamente, quando retomamos o show, com as luzes, os efeitos pirotécnicos e toda a empolgação, o calor ficou intenso tanto para os fãs quanto para a banda. Apesar disso, a energia da reação do público foi incrível”. Via: Rockbizz

Edu Falaschi após declarações de Roberto Barros: “Tudo foi falado, combinado e assinado”
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24/06/2026

Edu Falaschi após declarações de Roberto Barros: “Tudo foi falado, combinado e assinado”

Em entrevista para o podcast Esquadrão Nerdola, do canal Linhagem Geek, Edu Falaschi explicou em mais detalhes a logística por trás de sua carreira solo e frisou a importância de manter os pagamentos da equipe em dia, mesmo que isso significasse o sacrifício de alguns confortos. Durante a conversa, o músico, que atualmente está promovendo seu álbum mais recente, Mi’raj (2026), falou dos desafios logísticos de manter uma turnê, especialmente em relação ao orçamento disponível. Em 2022, Edu se destacou pela superprodução do show do álbum Vera Cruz (2021), que foi gravado para DVD em São Paulo. “Eu sempre tive duas prioridades na minha carreira solo em questão de shows. Um: toda vez que eu fizer uma produção, uma turnê ou um show, duas coisas têm que estar 100% perfeitas tenha um ingresso vendido ou tenha cinco mil. Cachê da banda, cachê dos músicos, cachê da equipe, sempre pago. Muitas vezes eu adiantei dinheiro do meu dinheiro porque às vezes o contratante pagava 30 dias depois. Muitas vezes eu tomei prejuízo porque não deu o público que tinha que dar. Tomei prejuízo com 5.000 pessoas, que foi o show de São Paulo. Foi tudo investido no DVD”, disse Edu. “Uma [das turnês] foi muito cara porque tinha muito day off”, explicou. “Então eram dias que eu tinha que bancar todo mundo sem ter show. Sem ter dinheiro entrando. Então, segunda-feira, terça, quarta, quinta, day off, eu pagando para 20 pessoas, alimentação, hotel, não sei o quê. Às vezes tinha que reduzir um pouco o status da turnê, ficar em um lugar mais simples. A gente sempre ficou em hotéis, mas às vezes tem que ficar em uma pousada. Só que é uma situação que você, como empresa, tem que fazer acontecer, porque minha prioridade era: pode ter uma pessoa, pode ter dez, pode ter cinco mil, eu preciso pagar todo mundo na data combinada.” Apesar de não citar nomes e nem mencionar o ocorrido, as declarações de Edu Falaschi chegam dias depois de comentários feitos por Roberto Barros alegando divergências financeiras e condições desiguais de trabalho durante a turnê com o músico. Em um de seus exemplos, Roberto alega que a banda foi colocada em um hotel com pulgas, “sem ar-condicionado, sem toalha e sem internet”, enquanto Edu teria se hospedado com o empresário em um hotel “excelente”. “Tudo sempre tudo foi falado, aprovado, combinado, assinado, e eu cumpri todos os compromissos de cachê, de data de pagamento, de tudo”, afirma Edu. “Só que às vezes você não consegue suprir a expectativa de 100% das pessoas que estão envolvidas. Mas eu fiz o meu melhor. Eu tive que aprender a ser empresário, né? Então gerenciamento de pessoas, tudo, que é difícil pra caralho. Cada um é de um jeito, cada um tem uma personalidade, fui aprendendo com tudo. Me dedique muito, me doei muito”. LEIA TAMBÉM: “Sem moral”: Entenda a polêmica entre Roberto Barros e Edu Falaschi Via: WikiMetal

Membros do Dead Fish e Malvina lançam campanha beneficente ‘Punk Means Solidarity’ 
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24/06/2026

Membros do Dead Fish e Malvina lançam campanha beneficente ‘Punk Means Solidarity’ 

A campanha Punk Means Solidarity atua desde 2025 na venda de merchandising para arrecadar fundos para o coletivo Gaza Skate Team, através do selo europeu GrPunkCrustHC, ajudando no suporte ao coletivo e às crianças de Gaza, em um ato de resistência à violência de Israel. Neste ano, Rodrigo Lima (Dead Fish e Cucamonga), Ste Marino (Cucamonga) e os irmãos Berman e Vinny Berbert (Malvina e Psywar Records) trouxeram a campanha para o Brasil, tornando viável a participação dos brasileiros nessa ação. A campanha beneficente e sem fins lucrativos é uma parceria entre a Cucamonga e a Psywar Records. O lançamento aconteceu na última segunda-feira, 22 de junho, com um forte impacto no público e o engajamento superou muito as expectativas. “É o papel da nossa comunidade apoiar essa iniciativa em Gaza, para poderem restaurar o que foi perdido e intensificar a ação contra o genocídio cometido pelo Estado de Israel. Punk vai ser sempre sinônimo de solidariedade”, ressaltam os irmãos Berman e Vinny Berbert, idealizadores da Psywar Records. O coletivo Gaza Skate Team atua em Gaza desde 2017, constrói rampas, parques de skate e organiza aulas abertas de skate, em condições de cerco incrivelmente difíceis. Em meio aos escombros e restos da guerra, apesar de toda a pressão psicológica, eles conseguiram criar comunidades ativas por meio da cultura do skate, enfrentando coletivamente o trauma ativo. Para ajudar, basta adquirir a camiseta que está em pré-venda por meio do site da loja Cucamonga. Acompanhe o trabalho do Gaza Skate Team por meio do Instagram. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Dead Fish abre palco principal do Lollapalooza Brasil 2025 com performance política Via: WikiMetal

7 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Varang Nord, Order e mais
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24/06/2026

7 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Varang Nord, Order e mais

Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Folk Metal “Ašņa Ausma” – Varang Nord País: Letônia Para quem gosta de: Metal Moderno “Terminal Phase” – Order País: Finlãndia Para quem gosta de: Metal Sinfônico “Break the Silence” – False Messiah País: Canadá Para quem gosta de: Groove Metal “Hasta el Mar” – Feral País: Espanha Para quem gosta de: Heavy Metal “Shame” – F4NIA País: Canadá Para quem gosta de: Speed Metal “Juices Like Wine” – Trahir País: Tchéquia Para quem gosta de: Power Metal “Nuclear Goodbye” – Nurcry País: Espanha LEIA TAMBÉM: Rammstein regista músicas inéditas e levanta rumores de novo álbum Via: WikiMetal

Edu Falaschi se manifesta sobre acusações de insolvência: “Você não consegue suprir a expectativa de 100% das pessoas envolvidas”
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24/06/2026

Edu Falaschi se manifesta sobre acusações de insolvência: “Você não consegue suprir a expectativa de 100% das pessoas envolvidas”

O guitarrista Roberto Barros vem usando as redes sociais para desabafar sobre algo que é recorrente na área criativa, que é a falta de crédito. O músico, em parceria com o cantor Edu Falaschi, criou os álbuns Vera Cruz (2021) e Eldorado (2023). Além disso, o guitarrista vem ressaltando que era o cara que mais trabalhava na banda depois de Falaschi, portanto, quase não sobrava tempo para as suas demandas pessoais. Ele também está expondo alguns valores de cachês, os quais ele julga inferiores ao que fora acordado e/ou esperado. É importante destacar que Roberto foi o braço direito do vocalista ao longo de oito anos, o que é um tempo considerável. Durante recente entrevista ao canal Esquadrão Nerdola, Edu Falaschi deixou claro que o cumprimento das responsabilidades acordadas em contrato sempre foi a prioridade número um em sua empresa. Ele não cita nominalmente Barros, no entanto, fica evidente que é uma resposta aos comentários do guitarrista. “Tudo o que eu fiz com a banda, equipe e todo mundo que está envolvido nos meus trabalhos… Tudo o que foi falado, aprovado, combinado e assinado, eu cumpri todos os compromissos de cachê, data de pagamento, tudo. Só que às vezes você não consegue suprir a expectativa de 100% das pessoas envolvidas”. Edu completou: “Fiz o meu melhor e sempre vou fazer o meu melhor! Eu tive que aprender a ser empresário, então gerenciamento de pessoas é difícil porque cada um é de um jeito, cada um tem uma personalidade. Fui aprendendo com tudo. Para mim, a prioridade número zero é o pagamento de todo mundo e a realização do show, a entrega da experiência para o fã. Dei sempre o meu melhor! Sempre teve tudo pensado, organizado, combinado, assinado e aprovado”. Via: Rockbizz

Deep Purple: Guilt Trippin’ imagina Deus e Charles Darwin refletindo sobre o que deu errado na Terra
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24/06/2026

Deep Purple: Guilt Trippin’ imagina Deus e Charles Darwin refletindo sobre o que deu errado na Terra

O novo som do Deep Purple, Guilt Trippin’, imagina Deus e Charles Darwin refletindo sobre o que deu errado na Terra. A música estará presente no disco Splat! que sairá no dia 03 de julho pelo selo earMUSIC. Mais uma vez, a banda se uniu ao produtor Bob Ezrin (KISS, Pink Floyd, Lou Reed, Alice Cooper) para a confecção da obra. Ian Gillan falou sobre a gravação de Guilt Trippin’: “A música começa e estou no estúdio. Não tenho palavras para isso ainda. Então comecei a gritar. Foi a pura alegria de gritar. Jurei quando tinha 40 anos que pararia de gritar quando tivesse 60. Agora estou olhando para trás e pensando: ‘O que aconteceu com isso?’ Então vamos tentar”. Splat! estará disponível em diversos formatos como CD (Digisleeve), 2LP (preto, 180g, Gtf.), 2LP (180g, Gtf. roxo e amarelo), Boxset (2LP Gatefold (180g), livreto de doze páginas, CD Digisleeve, vinil de dez polegadas e single de sete polegadas) e digital. Track listing de Splat! (CD/2LP): Lado A 01. Arrogant Boy02. Diablo03. The Rider04. The Lunatic Lado B 05. The Only Horse In Town06. Sacred Land07. The Beating Of Wings Lado C 08. Guilt Trippin’09. Scriblin’ Gib’rish10. Jessica’s Bra Lado D 11. Third Call12. My New Movie13. Splat! Com muito mais de 120 milhões de álbuns vendidos desde sua formação em 1968, o Deep Purple consolidou seu lugar na história do rock. E em vez de simplesmente se acomodar nos louros do passado, a banda continua a expandindo sua veia criativa. Isso acaba sendo um ato de muita coragem e digno de louvor. Via: Rockbizz

The Offspring faz “maior mosh pit da história” para música de Taylor Swift
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24/06/2026

The Offspring faz “maior mosh pit da história” para música de Taylor Swift

Em apresentação realizada no Hellfest 2026, no último domingo, 21, o The Offspring protagonizou um momento inédito e inusitado: uma versão punk rock de “Love Story”, um dos hits de maior sucesso da cantora pop norte-americana Taylor Swift. Antes de iniciar a faixa, o vocalista Dexter Holland fez um desafio direto aos cerca de 50 mil fãs de metal presentes e vestidos de camisas pretas, pedindo para que eles fizessem o “maior mosh pit da história para uma música” da artista. “Nós vamos fazer o maior mosh pit da história para uma música da Taylor Swift. Vocês vão nos ajudar, nós vamos fazer história esta noite” disse o músico [transcrição via NME]. Assim que a música começou, os fãs obedeceram ao comando, abrindo o chamado “Wall of Death” (Parede da Morte) e iniciando uma gigantesca roda punk no festival, fazendo com que o momento viralizasse rapidamente nas redes sociais, sendo considerado um dos destaques da edição. A versão de “Love Story” não foi uma exclusividade da França, tendo estreado no repertório do The Offspring dias antes, em 16 de junho, durante um show em Cracóvia, na Polônia. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: The Rolling Stones podem abandonar turnês e apostar em residências Via: WikiMetal

Tim “Ripper” Owens diz por que Iron Maiden atrai mais fãs que o Judas Priest
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24/06/2026

Tim “Ripper” Owens diz por que Iron Maiden atrai mais fãs que o Judas Priest

O ex-vocalista do Judas Priest, Tim “Ripper” Owens, lamentou a forma como a banda lida com seu próprio legado. O cantor comparou a gestão de seu ex-grupo com a estrutura do Iron Maiden e explicou a razão da disparidade de público entre as bandas. Em entrevista ao site Whiplash.net, a postura das duas bandas em relação aos seus ex-vocalistas foi discutida após o músico ser questionado sobre o fato da Donzela de Ferro costumar tocar ao vivo músicas originalmente gravadas por Blaze Bayley, enquanto Rob Halford jamais cantou faixas do seu sucessor no Priest. “Você está falando de bandas diferentes. Você está falando do Iron Maiden, que tem um ótimo empresariamento. Eles fazem excelentes jogadas de negócios. Eles estão em um nível superior. Já o Judas Priest, essa é uma banda que anunciou que faria shows com apenas um guitarrista anos atrás [antes de recuar da decisão]. Quero dizer, como diabos o Judas Priest vai para os palcos com um guitarrista só?”, disse [transcrição via Blabbermouth]. Tim “Ripper” Owens ainda comentou disparidade de público entre Judas Priest e Iron Maiden Na mesma conversa, Owens citou a introdução de ambas as bandas ao Rock and Roll Hall of Fame e afirmou que há “uma razão” pela qual o Iron Maiden faz shows para 20 mil pessoas, enquanto sua ex-banda toca para apenas 5 mil. “O Iron Maiden exige que o Blaze Bayley entre no Rock and Roll Hall of Fame [com o restante da banda]. O Judas Priest entra e a postura é praticamente: ‘Absolutamente não, o Ripper não vai entrar’. Então, o Maiden tem uma ótima equipe, e há uma razão pela qual eles tocam para 20.000 pessoas e o outro [Priest] toca para cinco [mil]. Essa é a diferença. Eis a resposta do porquê o Iron Maiden, que tem muito mais classe, toca as músicas do Blaze Bayley: porque eles as escreveram, eles as fizeram. Por que não tocariam?”, concluiu. LEIA TAMBÉM: K.K. Downing descarta possível reunião com o Judas Priest: “Eles não querem” Via: WikiMetal

Chris Fehn, ex-Slipknot, sobre saída da banda: “Não sinto falta disso”
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24/06/2026

Chris Fehn, ex-Slipknot, sobre saída da banda: “Não sinto falta disso”

Chris Fehn comentou sobre sua vida atualmente e se sente falta das grandes turnês com. O ex-percussionista do SlipKnot também relembrou Joey Jordison, ex-baterista, morto em 2021. Em entrevista à rádio WRIF, o Chris Fehn destacou a amizade que mantinha com o músico e afirmou que ainda sente profundamente sua ausência. Segundo Chris Fehn, Jordison foi uma das pessoas mais importantes de sua trajetória no Slipknot. “É intimidante. É muito intimidante ser percussionista do Joey Jordison. Eu estava no estúdio, observando o cara e pensando: ‘O que eu vou fazer? Esse cara consegue fazer tudo. Ele é um fenômeno.’ É legal, porque ele percebia que a percussão também era uma parte importante daquilo. Então ele criava algumas partes ou alguém sugeria algumas partes e nós simplesmente as encaixávamos em meio à sua loucura. E era legal fazer isso”. “Muito legal mesmo. Sinto muita falta daquele cara. [Era] inacreditável a força com que ele tocava, mas ao mesmo tempo a suavidade e a técnica. Na passagem de som, ele simplesmente começava a tocar jazz e você ficava tipo, ‘Bem, existe algo que você não consiga fazer?’ Ele era incrível.””, confessou Chris [transcrição via Blabbermouth]. A saída do Slipknot e vida atual: “É bom ser apenas pai” Após a saída do Slipknot, Chris Fehn mantém uma vida normal sem projetos musicais. Questionado se sentia falta de turnês, o músico disse: “[Estou] apenas vivendo a vida. Não sinto falta disso agora. Acho que não conseguiria manter o nível em que cheguei. Não sei se conseguiria me apresentar nesse nível novamente. Tenho algumas lesões e coisas assim. Então, é bom ser apenas pai”. Quase seis anos atrás, Chris Fehn encerrou o processo que movia contra o Slipknot. O percussionista, integrante da banda desde 1998 e demitido em 2019, alegava não ter recebido compensação adequada pelos anos de turnês e gravações com o grupo. Em outubro de 2020, a ação foi arquivada “com prejuízo”, o que impede que ele apresente novamente a mesma reivindicação. Meses antes, em junho daquele ano, o juiz do caso determinou que as partes participassem de uma mediação para tentar chegar a um acordo. Como esse tipo de negociação costuma incluir cláusulas de confidencialidade e não difamação, os possíveis termos de um acerto entre Fehn e o Slipknot nunca foram revelados publicamente. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Clown revela bastidores da entrada de Joey Jordison no Slipknot Via: WikiMetal

Johnny Marr anuncia leilão com quase 100 guitarras usadas em sua carreira 
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23/06/2026

Johnny Marr anuncia leilão com quase 100 guitarras usadas em sua carreira 

Johnny Marr, lendário guitarrista britânico e membro fundador do The Smiths, anunciou que irá leiloar quase 100 de suas guitarras através da mundialmente conhecida casa de leilões Christie’s. A coleção inclui modelos históricos usados durante toda a sua carreira até gravações recentes ao lado da cantora Billie Eilish. O evento, batizado de Marr’s Guitars: The Johnny Marr Collection, será realizado no dia 17 de setembro na sede da instituição em Londres, na Inglaterra. Antes de irem a arremate, os instrumentos passarão por uma exposição pública em Nova York, nos Estados Unidos, entre 25 de junho e 1º de julho, retornando para uma exibição gratuita em Londres de 9 a 16 de setembro. Todo o valor arrecadado com 10 lotes específicos será dividido e doado para duas instituições de caridade britânicas: Guide Dogs For The Blind Association (Cães-guia para Cegos) e a National Autistic Society (Sociedade Nacional de Autismo) – causa com a qual o músico tem forte envolvimento pessoal devido à sua sobrinha, Jodie. A ideia para o leilão surgiu em 2023 enquanto o músico trabalhava em seu livro fotográfico “Marr’s Guitars”. Para o projeto, ele precisou retirar grande parte dos instrumentos do armazenamento, e confessou que a ideia de guardá-los novamente o incomodou. “O livro acabou sendo uma experiência catártica e, quando chegou a hora desses belos instrumentos voltarem para o depósito, eu não conseguia imaginá-los sendo guardados e deixados sem tocar. Não gostei da ideia do meu espaço de estúdio virar um museu. É agridoce me separar dessas guitarras, mas quero que elas encontrem novos lares e novas pessoas que as amarão tanto quanto eu. Espero que tragam tanta alegria, inspiração e diversão — e novas músicas — quanto me deram”, explicou Marr à BBC News [transcrição via NME]. Saiba mais sobre algumas das guitarras disponibilizadas por Johnny Marr no leilão Entre os destaques do leilão está uma Rickenbacker 330 Jetglo de 1982, que pode ser ouvida em clássicos do The Smiths como “This Charming Man” e “What Difference Does It Make?”. O modelo também foi emprestado a Noel Gallagher durante as gravações do disco de estreia do Oasis, Definitely Maybe, e aparece na capa do single “Supersonic”. A expectativa é que o modelo seja arrematado por um valor entre 60 mil e 80 mil libras (aproximadamente R$ 412 mil a R$ 550 mil). A coleção ainda inclui uma Gibson Les Paul Standard 1984, usada no álbum Meat Is Murder e em projetos do artista com o Gorillaz e New Order, além de uma Fender Johnny Marr Signature Jaguar de 2017, sendo este último, o modelo escolhido pelo guitarrista para gravar a faixa “No Time To Die”, tema do filme 007 – Sem Tempo para Morrer (2021), interpretado por Billie Eilish e vencedora do Oscar de “Melhor Canção Original” em 2022. LEIA TAMBÉM: Johnny Marr revela por que recusou grande oferta para reunião do The Smiths Via: WikiMetal

Tarja Turunen afirma que nunca voltaria ao Nightwish: “Era muito triste”
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23/06/2026

Tarja Turunen afirma que nunca voltaria ao Nightwish: “Era muito triste”

Tarja Turunen, ex-vocalista do Nightwish, refletiu sobre os últimos dias que ainda fazia parte da banda. A cantora afirmou que jamais voltaria e que o período final em que fez parte do grupo “era muito triste”. Em entrevista à Metal Hammer Espanha, Tarja foi questionada se consideraria escrever uma autobiografia para dar a sua versão oficial sobre a separação da banda, especialmente em resposta à forma como o caso está contado na biografia oficial Once Upon A Nightwish (2006). A artista foi demitida do Nightwish no final de 2005 por meio de uma carta aberta publicada no site do grupo. “Talvez um dia. Eu escrevi um livro durante a pandemia, mas não é bem uma biografia, é sobre a minha carreira, onde não me aprofundei muito no meu passado com o Nightwish. Não sinto que preciso explicar muita coisa. Mas posso te dizer o seguinte: eu não estive realmente envolvida naquela biografia [oficial da banda]. Fizeram apenas uma entrevista comigo por telefone, de 20 minutos, e foi isso. Mas talvez [eu escreva um livro um dia] — talvez, quem sabe”, contou [transcrição via Blabbermouth]. Tarja afirmou que “jamais voltaria” ao Nightwish Na mesma conversa, Tarja destacou que vive um momento de realização profissional, o que a faz valorizar ainda mais o fato de ter deixado o passado para trás. Ela ainda comparou o seu bem-estar atual com o ambiente conturbado de sua ex-banda. “É muito importante para mim poder sentir essa felicidade, porque eu nunca, jamais, em hipótese alguma, estaria disposta a voltar para o lugar onde eu estava nos meus últimos dias de Nightwish”, desabafou. “Era muito triste. Não foram tempos felizes. Por quê? Você faz música — deveria ser algo feliz. Quero que as pessoas venham aos meus shows e voltem para casa felizes. Ter essa energia é absolutamente importante”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen comenta reunião com Nightwish: “Vejo como algo difícil” Via: WikiMetal

LIVE adia shows no Brasil para se dedicar à finalização de novo álbum
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23/06/2026

LIVE adia shows no Brasil para se dedicar à finalização de novo álbum

A banda norte-americana LIVE cancelou a turnê pela América Latina, incluindo os shows que faria no Brasil em setembro. Segundo nota postada pela produtora Opus Entretenimento, a turnê foi adiada a pedido da banda que está “dedicando toda a atenção à finalização de novas músicas para o próximo álbum”. “Aos nossos incríveis fãs em toda a América Latina, queremos compartilhar que os shows em São Paulo e Porto Alegre serão remarcados, pois estamos dedicando toda a nossa atenção à finalização de novas músicas para o nosso próximo álbum. A energia criativa no estúdio tem sido inspiradora, e estamos animados para dar vida a essas novas canções e compartilhá-las com vocês o quanto antes”, declarou o LIVE [via Billboard]. A banda também informou que pretende remarcar os shows futuramente, embora ainda não exista uma previsão para as novas datas. “Mal podemos esperar para voltar à América Latina e celebrar juntos. Mais informações estarão disponíveis no futuro”, acrescentou. O grupo se apresentaria no dia 09 de setembro, na Vibra, em São Paulo, e no dia 11 de setembro, no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre, após 23 anos da primeira apresentação no Brasil. Segundo a produtora, os clientes que adquiriram ingressos para os shows terão os valores reembolsados por meio da ticketetia Eventim. Em caso de dúvidas, o público poderá entrar em contato pelo Atendimento ao Cliente da Eventim. LEIA TAMBÉM: Vocalista do Live confirma que Pearl Jam foi cogitado para o Rock in Rio 2026 Via: WikiMetal

Iron Maiden emite comunicado oficial após ter show interrompido na França
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23/06/2026

Iron Maiden emite comunicado oficial após ter show interrompido na França

O Iron Maiden divulgou um comunicado oficial nesta terça-feira, 23, abordando a falha de energia que ocasionou a interrupção do show da banda na Paris La Défense Arena, realizado na última segunda-feira, 22, e que estava sendo gravado profissionalmente para o filme-concerto da turnê Run For Your Lives. Segundo comunicado divulgado pela banda em seu site oficial, a queda de energia total aconteceu cerca de 50 minutos após o início do show, às 21h, logo no final da execução de “2 Minutes to Midnight”. Sobre as causas, o jornal francês Le Figaro apontou que autoridades investigam uma possível relação com a onda de calor extremo que atinge o país, embora a distribuidora de energia Enedis tenha afirmado que o problema não parece ter origem na rede pública, mas sim em uma falha na instalação elétrica da própria arena. Após cerca de uma hora de paralisação, o Iron Maiden conseguiu retomar a apresentação com “Rime of the Ancient Mariner”, mas o longo atraso gerou um conflito com o toque de recolher local, fazendo com que o chefe de polícia estendesse o horário limite das 23h para as 23h35, sob a justificativa de que o transporte público encerraria suas operações à 00h15 e não seria seguro ter 30 mil fãs nas ruas sem ter como voltar para casa. Por conta disso, o grupo teve tempo apenas de finalizar o set principal com a faixa “Iron Maiden“, mas não pôde retornar ao palco para as músicas do bis: “Aces High”, “Fear of The Dark” e “Wasted Years”. View this post on Instagram O que disse o Iron Maiden sobre o ocorrido O vocalista Bruce Dickinson lamentou o ocorrido, mas elogiou a postura do público francês diante do problema e garantiu que a ausência das músicas finais será resolvida na edição do filme. “Apesar de tudo, o público e a atmosfera da noite passada foram fantásticos e, como qualquer outro desafio que o Iron Maiden enfrentou ao longo dos anos, encontraremos uma maneira de lidar e contornar a falta das músicas do bis quando chegarmos ao filme final”, comentou. “Sabemos que muitos de vocês viajaram longas distâncias, esperaram pacientemente durante a interrupção e estavam ansiosos para vivenciar o show completo da Run For Your Lives. Compartilhamos da sua decepção. Ninguém está mais frustrado do que a banda e a equipe técnica, que estavam ansiosos para entregar a performance completa que vocês mereciam. O que mais lembraremos da noite passada é a energia incrível dentro da arena”, completou Dickinson. Rod Smallwood, empresário da banda, também se manifestou e destacou o comportamento dos fãs em meio às condições extremas de calor dentro do estádio fechado após a queda de energia. “A temperatura em Paris chegou aos 44°C naquele dia e o ar-condicionado do local desligou com a queda de energia, então, claro, com tantas pessoas lá dentro, rapidamente ficou quente enquanto esperavam que pudéssemos voltar a tocar. Naturalmente, quando continuamos, com as luzes, pirotecnia e a empolgação, ficou muito quente para os fãs e para a banda. Apesar disso, a energia deles foi incrível!”, disse. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden revela qual a banda de abertura mais difícil de lidar Via: WikiMetal

Roger Waters relança clássico do Pink Floyd em ação beneficente
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23/06/2026

Roger Waters relança clássico do Pink Floyd em ação beneficente

Roger Waters lançou uma nova versão de “Comfortably Numb”, um dos maiores clássicos do Pink Floyd, com participação da cantora palestina Mona Miari. Toda a renda adquirida com a música será destinada ao Fundo de Auxílio às Crianças da Palestina (PCRF), organização sem fins lucrativos que oferece atendimento médico gratuito para crianças doentes e feridas na Palestina. Batizada de “Comfortably Numb Re-Imagined”, a gravação traz novas letras em inglês e árabe. A nova versão apresenta mudanças significativas na composição. Trechos do clássico de 1979 foram reescritos para refletir a proposta da obra, que busca chamar atenção para a situação humanitária vivida pelos palestinos. Em comunicado à imprensa, Waters destacou a importância do acesso universal à saúde e elogiou o trabalho realizado pelo PCRF no atendimento a crianças afetadas por guerras, pobreza e deslocamentos forçados. “Toda criança merece ter acesso a cuidados médicos, independentemente de onde nasceu. Desde a organização de missões médicas voluntárias até a construção de centros de tratamento de câncer pediátrico e o apoio a crianças que precisam de cuidados intensivos, a PCRF trabalha diariamente para curar feridas – visíveis e invisíveis – causadas por conflitos, pobreza e deslocamento”, acrescentou Roger Waters. Além da nova interpretação, Waters e Miari lançaram um videoclipe filmado em Nova York e na Faixa de Gaza. Segundo os responsáveis pela produção, parte da equipe trabalhou em meio aos conflitos na região. “Nossa equipe, reconhecida com o Emmy, estava sendo bombardeada em tempo real durante as filmagens e frequentemente perdia contato com a equipe de produção. A maioria nunca teve permissão para sair de Gaza, mas continua realizando um trabalho vital sob cerco”. Outro detalhe que chamou a atenção dos fãs foi a ausência do nome de David Gilmour nos créditos da nova gravação. Diferentemente da versão original do Pink Floyd, onde o guitarrista é creditado como “letrista, intérprete associado e compositor”, o lançamento atual é creditado apenas a Waters e Mona Miari. LEIA TAMBÉM: Roger Waters revela medo de ser morto por críticas a Donald Trump Via: WikiMetal

Angra lança videoclipe especial de “Pra Frente Brasil” para Copa do Mundo
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23/06/2026

Angra lança videoclipe especial de “Pra Frente Brasil” para Copa do Mundo

O Angra lançou o videoclipe de sua nova versão de “Pra Frente Brasil”, canção eternizada na memória do país desde a Copa do Mundo de 1970. Regravada pela formação atual – Alírio Netto, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde -, a releitura atualiza a relação do Angra com uma música que já havia passado pela trajetória da banda em 2002. Na época, o grupo transformou o tema em uma versão heavy metal e levou a composição ao universo de peso, técnica e identidade brasileira que sempre marcou sua obra. Originalmente composta por Miguel Gustavo para embalar a Seleção Brasileira na Copa do México, “Pra Frente Brasil” atravessou gerações como uma das músicas mais conhecidas do imaginário futebolístico nacional. A canção se tornou símbolo popular do tricampeonato mundial. Mas, também carrega as marcas históricas de seu período, por ter surgido em pleno regime militar e ter sido apropriada pelo discurso ufanista daquele momento. A nova versão apresenta uma característica recorrente na história do Angra: a capacidade de aproximar o heavy metal de elementos da cultura brasileira. Ao longo de sua discografia, a banda construiu uma linguagem própria ao unir peso, virtuosismo, arranjos elaborados e referências nacionais. Isso torna a escolha de “Pra Frente Brasil” especialmente simbólica dentro de sua trajetória. Atualmente, a banda tem uma agenda especial marcada para 2026, com apresentações no Brasil, América do Sul, Europa e Ásia. Além de shows dedicados aos 30 anos de Holy Land e datas que celebram diferentes fases de sua trajetória. LEIA TAMBEM: “Sem moral”: Entenda a polêmica entre Roberto Barros e Edu Falaschi Via: WikiMetal

Raphael Dafras comenta declarações sobre Edu Falaschi: “Tudo que foi assinado foi cumprido”
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23/06/2026

Raphael Dafras comenta declarações sobre Edu Falaschi: “Tudo que foi assinado foi cumprido”

O baixista Raphael Dafras usou suas redes sociais para se pronunciar sobre as declarações mais recentes de Roberto Barros alegando divergências financeiras e condições precárias de trabalho na banda de Edu Falaschi. Em determinado momento, Roberto comentou uma situação que teria acontecido em Recife, onde os membros da banda de Falaschi teriam sido colocados em um hostel sem itens básicos como toalha e internet e decidiram pagar do próprio bolso a hospedagem em um lugar melhor. No novo hotel, descrito por Barros como “excelente”, a banda teria encontrado Edu fazendo check-in, acompanhado do empresário. “Tudo bem se ele quisesse fazer isso, mas por que essas coisas precisavam ser tramadas e escondidas? Na hora, fiquei com tanto ódio que me afastei para me controlar. O Rafa foi discutir com ele”, comentou Roberto. “Isso afetou tanto o Rafa, que é o cara mais tranquilo que já conheci para trabalhar, que no show de Salvador, minutos antes de subirmos ao palco, eu vi o Rafa brigar aos gritos com o Edu, chorando de ódio. Eu nunca tinha visto aquilo. O cara não aguentava mais”, completou. Em vídeos publicados nos stories do Instagram, Raphael se pronunciou por ter o nome mencionado, mas não comentou o episódio discutido por Roberto. De acordo com o baixista, “tudo foi conversado e acertado”, mesmo com desavenças. “Tudo que foi assinado foi cumprido”, declarou. “Se tinha uma coisa que eu estava descontente ou alguém, eu ia lá, conversava pessoalmente com ele e resolvia.Banda é uma família, é muito tempo junto, né? Então, se você está descontente com alguma coisa da sua família ali que rolou, você vai conversar, vai acertar e vai ficar tudo 100%, né? Então, é isso. Foi tudo tudo conversado, acertado, 100% e vida que segue.” Sobre as supostas desavenças entre Edu Falaschi e Roberto Barros, Raphael não escolheu lados e reforçou o carinho que sente por ambos. “Fico triste pela situação”, comentou. “Eu gostaria muito que os dois se resolvessem, que ficasse tudo bem. Torço muito por isso. São caras que eu amo demais e que tenho certeza que a gente ainda vai fazer um som juntos. Então, é isso. Para quem perguntou, para quem ficou preocupado… tá tudo certo.” LEIA TAMBÉM: “Sem moral”: Entenda a polêmica entre Roberto Barros e Edu Falaschi Via: WikiMetal

Ex-Emperor comenta crimes da cena black metal: “Como seria sem polêmica?”
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23/06/2026

Ex-Emperor comenta crimes da cena black metal: “Como seria sem polêmica?”

Mortiis, nome artístico de Håvard Ellefsen, comentou sobre o período mais controverso do black metal na Noruega. Em entrevista ao site This Day in Metal, o ex-baixista do Emperor relembrou os crimes que cercaram a cena no início dos anos 1990 e afirmou que viveu aquele momento como um adolescente imerso em um ambiente extremo. Mortiis integrou o Emperor entre 1991 e 1992, fase inicial da banda considerada uma das mais influentes do black metal norueguês. Na época, o cenário ficou marcado por episódios violentos, incluindo incêndios a igrejas e crimes cometidos por integrantes ligados ao movimento, que chamaram atenção mundial para o gênero. “O clima era quase de uma seita, sabe? Então você acabava ficando bastante dessensibilizado com o que estava acontecendo. E estou falando de assassinatos. Éramos jovens, éramos adolescentes, e claro, ‘consequência’, aparentemente, não estava no nosso vocabulário. Levou alguns anos para perceber: cara, o que a gente fez, ou do que a gente fez parte, do que a gente estava coletivamente por trás, foi uma grande merda. Hoje sou um homem adulto, tenho filhos nessa idade, e penso: se eu descobrisse que eles estavam metidos em coisas assim, teria perdido a cabeça”, afirmou ele. [via Whiplash]. Os crimes da cena Black Metal norueguesa No início dos anos 1990, a cena black metal norueguesa ganhou notoriedade por uma série de crimes que ultrapassaram o universo da música. Integrantes e pessoas ligadas a bandas como o Mayhem, o Emperor e o projeto Burzum estiveram envolvidos em episódios que incluíram incêndios criminosos em igrejas históricas e atos de violência. O caso mais famoso ocorreu em 1993, quando Varg Vikernes assassinou Øystein Aarseth [Euronymous]. No mesmo período, Bård Guldvik Eithun [Faust], na época baterista do Emperor, foi condenado pelo assassinato de um homem em Lillehammer. Esses acontecimentos transformaram a cena norueguesa em alvo da imprensa internacional e marcaram para sempre a história do black metal, muitas vezes ofuscando a importância musical das bandas envolvidas. Diante disso, Mortiis refletiu como a repercussão dos crimes afetou o alcance do gênero. “É interessante ter feito parte daquilo. E, dá para ficar se perguntando como o black metal teria seguido se toda aquela polêmica não fosse o pano de fundo da música. Será que teria ficado tão popular quanto ficou? Será que teria recebido esse tipo de atenção? Talvez não. Ou talvez sim, mas talvez tivesse demorado mais. Apesar de tudo isso, tinha muito talento de verdade naquela garotada. Muitos deles viraram músicos bem interessantes mais tarde, lançaram discos muito legais e variados. Não dá para negar isso, com ou sem a polêmica”, refletiu o músico. LEIA TAMBÉM: Mayhem: Necrobutcher rompe décadas de silêncio e revela tragédia sobre Dead Via: WikiMetal

Show do Iron Maiden na França é interrompido devido queda de energia
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23/06/2026

Show do Iron Maiden na França é interrompido devido queda de energia

O show do Iron Maiden realizado na última segunda-feira, 22, em Paris, na França, terminou antes do previsto após uma grande falha de energia atingir a região da Paris La Défense Arena. Segundo o site Ultimate Classic Rock, a interrupção aconteceu durante a execução de “2 Minutes To Midnight” e deixou o público, de 40.000 pessoas, à espera por quase uma hora. Cerca de dez minutos após a queda de energia, a iluminação de serviço da arena foi restabelecida. No entanto, o palco continuou sem energia por mais algum tempo. Quando o Iron Maiden conseguiu retomar a apresentação, Bruce Dickinson comunicou ao público que o show precisaria ser encerrado às 23h30, em razão das regras de horário da casa. Com isso, a banda teve de encurtar o repertório e retirar as músicas do bis: “Aces High”, “Fear Of The Dark” e “Wasted Years”. O incidente ocorreu em meio a uma forte onda de calor que atinge a França. Relatos apontam que a pane afetou não apenas a arena, mas também áreas próximas ao complexo de eventos. O show estava sendo filmado de forma profissional para o filme-concerto da turnê Run For Your Lives. Anteriormente, o Iron Maiden informou que nesta apresentação especial não seria permitido celulares na área da pista. Até o momento, não se sabe se o Iron Maiden ainda planeja lançar ou retomar a gravação nos próximos shows. View this post on Instagram Fãs reclamam nas redes sociais Logo depois do encerramento do show, muitos fãs recorreram às redes sociais do Iron Maiden para expressar sua frustração com a situação. Um internauta comentou: “O concerto foi ótimo, apesar do corte de energia! No entanto, a Arena La Défense será sempre um dos piores espaços para espetáculos na Île-de-France. Bercy era melhor, até Bruce Dickinson concorda”. Um fã questionou as escolhas da banda no repertório após o show recomeçar: “Desculpe, vocês PODEM fazer melhor. Se o tempo é curto, então pulem outras músicas.” “Viemos da Romênia só para esse show. Gastamos uma grana em Paris (que é cara, como todos sabemos) só para estar nesse show. Estávamos esperando por isso há tanto tempo. Que se dane”, acrescentou outro. Outro comentário chamou atenção: “O show na Romênia teve um som péssimo e este foi interrompido. COMO ASSIM? Gastamos tanto dinheiro para estar aqui e o show foi interrompido?! Obviamente, não é culpa do Iron Maiden, mas a frustração é enorme!” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Iron Maiden proíbe celulares no show em Paris para gravação de filme Via: WikiMetal