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Liam Gallagher, do Oasis, celebra vitória da Inglaterra na Copa do Mundo
Liam Gallagher voltou a demonstrar seu entusiasmo pela seleção inglesa durante a Copa do Mundo de 2026. Após a vitória da Inglaterra sobre o México por 3 a 2, como já é de costume, jogadores e torcedores se uniram para cantar “Wonderwall”, clássico do Oasis. Até o atacante Harry Kane sentiu os efeitos da comemoração. Durante entrevista à BBC após a partida, o capitão da Inglaterra apareceu com a voz rouca e brincou: “Eu nem consigo falar.” Depois que os vídeos da festa viralizaram nas redes sociais, Liam Gallagher usou sua conta no X com bom humor: “É um trabalho árduo cantar Harry Kane, vamos INGLATERRA, vamos WONDERWALL.” Além de incentivar os torcedores ingleses a cantar “Wonderwall”, Liam Gallagher também fez uma previsão sobre o confronto antes da bola rolar. Em resposta a um fã mexicano no X, o cantor afirmou que a Inglaterra venceria por 3 a 0. Após a partida, um seguidor comentou que Gallagher devia estar “muito orgulhoso” por quase acertar o placar. O músico respondeu de forma direta: “Eu avisei.” “Wonderwall” registrar um aumento nas execuções mas Noel odeia a canção Lançada em 1995, “Wonderwall” segue entre as músicas mais populares da história da banda. O aumento recente nas reproduções foi impulsionado por torcedores ingleses, que adotaram a canção durante a rodada de abertura, quando a Inglaterra venceu o jogo contra a Croácia na Copa do Mundo por 4 x 2, fazendo com que os jogadores e torcedores cantassem a música. Na época, por meio de sua rede social X, Liam comentou: “E com razão. É um clássico do caralho e minha voz soa BÍBLICA nela”. Já o irmão de Liam, Noel Gallagher, fã declarado de futebol, revelou que não gosta da canção. “‘Wonderwall’ é uma das minhas músicas menos favoritas porque não está terminada”, disse Gallagher à revista Mojo. “Se eu pudesse de alguma forma voltar no tempo, provavelmente escolheria uma música diferente para ser o nosso cartão de visitas. Provavelmente ‘Some Might Say’.” Noel observou que ninguém no Oasis na época conseguia entender por que a música se tornou tão grande. Ele também acrescentou que seu irmão, Liam, detestava a música mais do que qualquer outra. It’s hard work that singing Harry Kane cmon ENGLAND cmon WONDERWALL — Liam Gallagher (@liamgallagher) July 6, 2026 LEIA TAMBÉM: Geezer Butler elege o melhor jogo da Copa do Mundo de 2026 até agora Via: WikiMetal

Nicko McBrain fala sobre introdução do Iron Maiden ao Rock Hall of Fame 2026
Nicko McBrain falou sobre a introdução do Iron Maiden à classe de 2026 do Rock and Roll Hall of Fame. Aposentado dos palcos desde dezembro de 2024, o baterista revelou ter “sentimentos mistos” sobre a cerimônia, que será realizada em novembro. Em entrevista ao canal Capnharris, Nicko respondeu sobre como é finalmente ganhar o reconhecimento da instituição após muitos anos de espera. O músico afirmou que, apesar de acreditar que o prêmio não seja votado pelos fãs, o feito é “uma coisa maravilhosa”. “É um prêmio maravilhoso de se ter, independentemente da política por trás de tudo isso. Pessoalmente, acho que é uma coisa maravilhosa em termos de tirar o chapéu para os fãs. Embora não seja votado pelos fãs — não acredito que ainda seja; sei que a política deles era que havia um conselho de caras que decidia quem entrava e quem não entrava. Mas, sim, acho que é uma ótima oportunidade. Não posso falar por todos os outros, mas esse é o meu sentimento”, disse [transcrição via Blabbermouth]. Iron Maiden reage à indicação ao Rock and Roll Hall of Fame Em comunicado oficial nas redes sociais, o empresário Rod Smallwood agradeceu o reconhecimento e citou também ex-integrantes que fizeram parte da trajetória. Leia o comunicado abaixo. “Gostaríamos de agradecer ao Rock & Roll Hall of Fame por nos incluir (e aos ex-membros que fizeram parte da nossa história) na lista de homenageados de 2026. O Iron Maiden sempre priorizou o relacionamento com nossos fãs acima de tudo, incluindo prêmios e reconhecimentos da indústria. No entanto, dito isso, é sempre bom ser reconhecido e homenageado por quaisquer conquistas dentro da indústria musical!” “Parece-nos também apropriado que a banda seja incluída no Hall da Fama do Rock and Roll este ano, enquanto continuamos as comemorações do nosso 50º aniversário com a turnê mundial Run For Your Lives, que passará pelas Américas e outros continentes. Gostaríamos também de parabenizar os nossos colegas homenageados de 2026 e estender a nossa gratidão, como sempre, aos nossos fãs pela sua lealdade, perseverança e apoio ao longo de mais de 50 anos! Vejo vocês em algum lugar da turnê.” A instituição introduzirá a formação atual — composta pelo vocalista Bruce Dickinson, o baixista Steve Harris, o baterista Nicko McBrain e os guitarristas Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers —, além do ex-guitarrista Dennis Stratton, do ex-vocalista Blaze Bayley e dos saudosos Paul Di’Anno (ex-vocalista) e Clive Burr (ex-baterista). LEIA TAMBÉM: Após apagão em Paris, Iron Maiden anuncia gravação de show no Eddfest Via: WikiMetal

João Gordo (Ratos de Porão) sobre a suposta morte do rock: “A gente toca e está tudo lotado; é um bando de fantasma?”
Muitas pessoas, inclusive da cena pesada, já declararam a morte do rock n’ roll. Essas pessoas alegam que não há mais novas e grandes bandas no mercado, dessa forma, é um setor que ainda se agarra aos antigos nomes como Iron Maiden, Metallica, AC/DC e Guns N’ Roses para lotar estádios e arenas. É verdade que os tempos do rock em figurar em reclames de cigarro, refrigerantes e em trilhas sonoras de atrações populares já passaram. Tirando os medalhões, o estilo se mantém vivo e pulsante em paragens mais underground, o que não é nenhum demérito. Recentemente, o Ratos de Porão passou pelo Sesc Rio Preto em celebração aos 45 anos de luta no punk rock. Em entrevista à pagina RPindica (Rio Preto Indica), o vocalista João Gordo refletiu sobre a tal morte do rock. “O pessoal fala que o rock morreu, morreu porra nenhuma, cara”, disparou João. “A gente toca e está tudo lotado. É um bando de fantasma? Não morreu porra nenhuma e rola bem”, finalizou. O rock é um gênero musical com mais de cinquenta anos de vida e com milhões de fãs ao redor do mundo. Ao longo dos anos, o estilo sofreu inúmeras modificações, ganhou muitos subgêneros, além disso, ele sempre conseguiu se adaptar aos dramas e reveses mercadológicos, portanto, a história de morte e fim é uma tremenda balela. Via: Rockbizz

Dave Mustaine promete anúncio “gigantesco” sobre o Megadeth
Dave Mustaine falou sobre os planos do Megadeth para os próximos meses e aumentou a expectativa dos fãs ao revelar que prepara um grande anúncio envolvendo a banda. Durante entrevista à rádio turca Apaçık Radyo o líder do Megadeth não deu muitos detalhes, mas trata-se de algo que o deixou muito animado e que tem potencial para surpreender os fãs. “Temos um anúncio que faremos em julho que é simplesmente gigantesco. É de outro mundo. Deixa eu te dizer isso. Já dei uma dica. É de outro mundo…”, disse Mustaine. Em seguida, mudou de assunto: “Estamos começando a trabalhar em outro Megacruise, algo que vamos anunciar, o cruzeiro Peace Sails. E esse vai acontecer — ao contrário da última vez, quando fiquei doente e não pude ir, dessa vez eu estarei presente”, revelou o músico [transcrição via Blabbermouth]. Ele continuou: “Foi uma verdadeira pena para mim, porque tínhamos reservado tudo, todas as bandas, e todos já tinham comprado seus ingressos, e todos estavam prontos para ir, e eu fiquei muito doente. Esse foi o início dos sinais de que eu estava desenvolvendo câncer [de garganta]. Então, tive que ficar em casa.” Atualmente, o Megadeth segue com sua turnê de despedida pela Europa. No último domingo, 05, a banda cancelou o concerto previsto para acontecer no festival Evil Live, no Meo Arena, em Lisboa, pouco depois da hora marcada. A banda publicou um comunicado nas rede sociais afirmando que o show foi cancelado devido a “problemas técnicos”. LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine xinga jornalista durante show do Megadeth: “Tremendo babaca” Via: WikiMetal

5 músicas que queremos ouvir nos shows de Shawn James no Brasil
Shawn James retorna ao Brasil em 2026 para 3 shows em agosto promovendo seu álbum mais recente, Passage (2026). O músico norte-americano de folk blues se apresentará em Porto Alegre (06 de agosto, no Teatro Opinião), São Paulo (07 de agosto, no Cine Joia) e Curitiba (08 de agosto, no Hard Rock Café). Cada cidade tem sua própria plataforma de vendas, que você pode conferir no Serviço ao final desta matéria. Nascido e criado na zona sul de Chicago, nos Estados Unidos, Shawn James cresceu frequentando igrejas e absorvendo as raízes da música gospel. Crescer cercado por uma música feita com o coração e muita alma, em meio a pessoas autênticas e trabalhadoras, moldou a sua identidade musical. Separamos 5 músicas do repertório de Shawn James que queremos ouvir nos shows do Brasil: “Icarus” – Passage (2026) “Burn The Witch” – The Dark & The Light (2019) “Through the Valley” – Shadows (2012) “Like a Stone (Cover)” – Audioslave “Headed For The End” – Passage (2026) SERVIÇOShawn James em Porto AlegreLocal: Teatro Opinião | Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RSAbertura: 19h30Show: 21hClassificação etária: +16Ingressos: SymplaPista lote 1: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada) / R$185,00 (meia social)VIP Experience: R$600,00**Não inclui ingresso para o show. Todos os participantes da “VIP Experience” devem ter ingressos para o show. Uma (1) credencial exclusiva Um (1) item exclusivo de merchandise Um (1) pôster autografado Meet & Greet exclusivo com Shawn James Performance acústica exclusiva Acesso antecipado e 15% de desconto em toda a merchandise da turnê (não esqueça de apresentar seu cordão para a nossa querida vendedora de merch, Madi, para receber o desconto) Entrada antecipada no local — isso significa acesso aos melhores lugares da casa Shawn James em São PauloData: 07/08 (sexta-feira)Local: Cine Joia | Praça Carlos Gomes, 82 – Sé, São Paulo/SPAbertura: 19h30Show: 21hClassificação etária: +16Ingressos: LivepassPista lote 1: R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada)VIP Experience: R$600,00**Não inclui ingresso para o show. Todos os participantes da “VIP Experience” devem ter ingressos para o show. Uma (1) credencial exclusiva Um (1) item exclusivo de merchandise Um (1) pôster autografado Meet & Greet exclusivo com Shawn James Performance acústica exclusiva Acesso antecipado e 15% de desconto em toda a merchandise da turnê (não esqueça de apresentar seu cordão para a nossa querida vendedora de merch, Madi, para receber o desconto) Entrada antecipada no local — isso significa acesso aos melhores lugares da casa Shawn James em CuritibaData: 08/08 (sábado)Local: Hard Rock Cafe | R. Buenos Aires, 50 – Batel -Curitiba/PRAbertura: 19h30Show: 21hClassificação etária: +16Ingressos: Disk IngressosPista lote 1: R$320,00 (inteira) / R$160,00 (meia-entrada)VIP Experience: R$600,00**Não inclui ingresso para o show. Todos os participantes da “VIP Experience” devem ter ingressos para o show. Uma (1) credencial exclusiva Um (1) item exclusivo de merchandise Um (1) pôster autografado Meet & Greet exclusivo com Shawn James Performance acústica exclusiva Acesso antecipado e 15% de desconto em toda a merchandise da turnê (não esqueça de apresentar seu cordão para a nossa querida vendedora de merch, Madi, para receber o desconto) Entrada antecipada no local — isso significa acesso aos melhores lugares da casa LEIA TAMBÉM: Shawn James reflete: “Não escrevo música para ser popular ou famosa” Via: WikiMetal

Caminhão de equipamentos e instrumentos do Accept é assaltado na Espanha; banda oferece recompensa por pistas
O mundo não está fácil para ninguém, com violência e ranger de dentes para todos os lados. A coisa está tão bizarra que até as estrelas de rock estão sofrendo perrengues, roubos e episódios de agressão, o que é lamentável em todos os sentidos. A nova vítima de ladroagem foi o grupo alemão Accept, que teve caminhão de equipamentos e instrumentos assaltado na Espanha, após apresentação no Barcelona Rockfest. Pelas redes sociais, a banda emitiu algumas informações sobre o caso e pediu ajuda aos fãs para recuperar os seus pertences. “Após a apresentação no Barcelona Rockfest, o nosso caminhão de equipamentos e instrumentos foi assaltado. A guitarra Framus Warwick Rise of Chaos, peça única de Wolf Hoffmann, estava entre os muitos itens roubados. Se alguém tiver alguma informação, ver a guitarra à venda em uma loja de penhores ou souber de alguma negociação online, pedimos que entre em contato conosco imediatamente. Estamos oferecendo uma recompensa de US$ 2.000 para quem nos ajudar a recuperá-lo. Por favor, entre em contato pelo e-mail abaixo: [email protected]. Obrigado”. A postagem do Accept ainda possui fotos da guitarra de Wolf. Veja: No campo de comentários da publicação possui várias manifestações em apoio ao guitarrista, inclusive de colegas de profissão como Joel Hoekstra (ex-Whitesnake), Gary Holt (Exodus, Slayer) e Courtney Cox (Burning Witches). Via: Rockbizz

Em mais uma lua cheia, Peter Gabriel disponibiliza a nova faixa I Belong to the Sky
A cada lua cheia de 2026, Peter Gabriel disponibiliza uma faixa de seu próximo álbum, intitulado o\i, e Belong to the Sky é a sétima faixa do projeto sendo lançada. “É mais uma música que levou um tempo para amadurecer. Ela foi candidata, de alguma forma, ao álbum i/o, mas não chegou a ser finalizada, embora sempre tenha sido uma das minhas favoritas”, contou o artista. A canção mistura uma sonoridade mais onírica e meditativa nas estrofes com um som mais nítido e intenso no refrão, sustentado por um groove contagiante. Os metais ficam a cargo de Evan Smith, do Bleachers, conferindo à música uma atmosfera mais próxima do jazz do que se costuma esperar de Gabriel. Ouça abaixo: Via: Rockbizz

Kelly Osbourne faz tatuagem em homenagem a Ozzy a 135 metros de altura
A socialite Kelly Osbourne, 41, prestou uma homenagem ao seu pai, Ozzy Osbourne, na The London Eye a 135 metros de altura. Ela se tornou uma das primeiras pessoas a fazer uma tatuagem no icônico ponto turístico de Londres, Inglaterra. A tatuagem de Kelly foi feita por Miles Langford, fundador da The London Social, o estúdio responsável pelo evento. Em um vídeo divulgado pelo portal de notícias MyLondon, ela aparece olhando para os óculos redondos que estão sendo tatuados em sua perna. Se trata de um desenho que simboliza o acessório favorito de Ozzy. O saudoso Príncipe das Trevas infelizmente nos deixou em 22 de julho de 2025. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Bon Jovi: Keri Russell conta que gostaria de apagar sua participação no clipe de Always
A atriz norte-americana Keri Lynn Russell ganhou fama mundial ao interpretar Felicity Porter na série Felicity, pela qual ganhou um Globo de Ouro de melhor atriz em série de drama. Ela também atuou em filmes como Missão Impossível 3, Star Wars: The Rise of Skywalker, Querida, Estiquei o Bebê, entre muitos outros. Apesar do sucesso profissional, Keri tem um arrependimento em especial na carreira. Durante sua participação no programa Watch What Happens Live, o apresentador Andy Cohen perguntou se havia algum projeto que ela gostaria de apagar de sua página no IMDb. A atriz não titubeou e apontou a sua participação no clipe de Always, sucesso de 1994 de Bon Jovi, como a escolha para receber um cartão vermelho. “Bem, eu tenho certeza de que há um milhão”, disse a atriz antes de revelar a sua escolha e o motivo. “Acho que o clipe Always. Eu estava de sutiã verde! Eu precisava tirar a camisa e aparecer de sutiã verde num clipe do Bon Jovi? Certamente que não”. Apesar do sutiã verde, o single de Always foi um enorme sucesso, batendo a marca de três milhões de cópias vendidas em todo mundo. A canção, que saiu como uma das faixas inéditas da coletânea Cross Road, fez a carreira do Bon Jovi se manter em alta na época do grunge. Via: Rockbizz

Dave Grohl tinha medo de tocar Smells Like Teen Spirit (Nirvana) após a morte de Kurt Cobain: “Parecia algo meio proibido”
Dave Grohl se juntou ao Nirvana como baterista quando a banda estava trabalhando no sucessor do álbum de estreia de 1989, Bleach, e dividia um pequeno apartamento com o saudoso vocalista Kurt Cobain. De acordo com o músico, eles viviam praticamente na miséria, mas tudo mudou quando lançaram Nevermind, disco de 1991 que levou o grupo à fama mundial. O disco vendeu mais de trinta milhões de cópias ao redor do mundo por conta de faixas como Smells Like Teen Spirit, In Bloom, Come as You Are, Polly, Lithium e Breed. Após o falecimento de Kurt Cobain em abril de 1994, Grohl formou o Foo Fighters, que já lançou doze discos de estúdio, conquistou mais de dez Grammys e bateu a marca de trinta e dois milhões de álbuns vendidos. Em uma entrevista ao programa The Zane Lowe, da Apple Music, Dave Grohl disse tinha medo de tocar Smells Like Teen Spirit (Nirvana) após a morte de Kurt Cobain. Segundo o roqueiro, a execução do hit dos anos 1990 “parecia algo meio proibido”. “É uma sensação muito estranha ter medo de tocar músicas. E, por muito tempo, eu tinha medo até mesmo de me sentar à bateria e tocar o riff de abertura de Smells Like Teen Spirit. Então, parecia algo meio proibido”. Dave então destacou o que tornava o Nirvana tão especial: “O som que nós três fazemos juntos, você não encontra esse som em nenhum outro lugar. Então, quando você está na sala e isso acontece – a forma como o Krist [Novoselic] toca suas linhas de baixo, o baixo que ele usa, o equipamento, a sua sensibilidade e o seu tempo -, é como se tudo isso se combinasse com o Pat [Smear] e aquela pegada de guitarra maluca dele, do estilo Germs”. Ele continuou: “E aí, uma bateria com um som muito alto. É aquele tipo de coisa que, quando acontece, você pensa: ‘Caramba, lembro disso. Pô, não ouço isso há 35 anos. Meu Deus’. É um som realmente lindo, uma sensação linda”. O músico encerrou recordando com carinho o amigo e companheiro de banda: “Eu sei que o Kurt foi um dos maiores compositores de todos os tempos, e isso era inevitável. Da forma como as coisas aconteceram era inevitável que as músicas dele fossem reconhecidas como algumas das melhores de todos os tempos”. Via: Rockbizz

Steve Harris (Iron Maiden) diz que nunca perdeu o sono devido o Rock & Roll Hall of Fame: “Não é por causa de prêmios que fazemos música”
Pouco tempo atrás o Rock & Roll Hall of Fame anunciou o Iron Maiden como um dos conjuntos e artistas homenageados em 2026. Esta foi a terceira indicação da banda ao prêmio, ela seguiu a aclamação de 2021 e 2023. No entanto, o grupo não participará do evento de gala, que acontecerá no dia 14 de novembro no Peacock Theatre, em Los Angeles. Na mesma época a banda estará em turnê pela Austrália, com shows marcados para 13 de novembro em Melbourne e 15 de novembro em Sydney. Além do mais, o baixista Steve Harris não está muito empolgado com a inclusão do Iron Maiden no Rock & Roll Hall of Fame. Ele falou sobre o assunto em nova entrevista à revista inglesa Metal Hammer. “Isso nunca me incomodou realmente, de uma forma ou de outra, porque não é por causa de prêmios que fazemos música”, disparou Harris. “Mas, de um jeito curioso, fico feliz que tenha acontecido, para que os americanos parem de insistir nesse assunto. Para mim, se lhe oferecem algo, você diz: ‘Muito obrigado’. Mas perdi o sono por ganhar ou não ganhar? Não”. Além do Iron Maiden, o Rock & Roll Hall of Fame 2026 também celebrará as carreiras do Oasis, Billy Idol, Phil Collins (que ganhou homenagem em 2010 como membro do Genesis), Wu-Tang Clan, Joy Division/New Order, Sade e Luther Vandross. Via: Rockbizz

Gravadora atualiza estado de saúde de Jello Biafra após aparição em festival
Todo mundo sabe que a lenda do punk rock Jello Biafra, 67, ex-vocalista do The Dead Kennedys, foi hospitalizado após sofrer um AVC hemorrágico. O episódio aconteceu no dia 07 de março, e foi causado por pressão alta. Pela redes sociais, a gravadora Alternative Tentacles Records atualizou o estado de saúde de Jello Biafra após uma breve aparição no TentacleFEST. “Um breve esclarecimento da Alternative Tentacles Records sobre o estado de Jello Biafra. Assim como todos vocês, ficamos muito felizes em ver Jello de volta ao palco no TentacleFEST. Dito isso, é importante manter a perspectiva. Jello ficou no palco por menos de 10 minutos e, ao final do evento, estava visivelmente exausto e pálido. Mesmo esse pouco esforço exigiu muito dele”. “Ele continua trabalhando duro para recuperar suas forças e seu equilíbrio, mas esse processo levará tempo”, continuou a nota. “Por mais que todos nós gostaríamos de vê-lo de volta aos palcos com regularidade, é simplesmente cedo demais para esperar isso dele. Assim como todos vocês, nós continuamos apoiando sua recuperação e entendemos que será um longo caminho. Queremos que ele leve todo o tempo que precisar”. O RockBizz estima a pronta e completa recuperação da lenda do punk rock, pois sua presença, espírito, atitude, música e vida são muito importantes ao nosso mundo. Via: Rockbizz

“Já tive todas as maiores bandas do mundo abrindo para mim”, afirma Ted Nugent
Em nova entrevista para o programa Meltdown, da estação de rádio WRIF de Detroit, o guitarrista Ted Nugent citou as bandas com as quais dividiu o palco ao longo das últimas seis décadas. Além de citar os grupos, ele ressaltou que teve todas as maiores bandas do mundo abrindo os seus shows. “Falando das melhores bandas, eu já tive todas as maiores bandas do mundo abrindo meus shows. Fiz turnê com KISS, Aerosmith, Cheap Trick, Journey, Mark Farner, AC/DC e Def Leppard. O Bon Jovi já abriu para mim no Cobo Hall [em Detroit, Michigan]. Já dividi o palco com as melhores bandas do mundo e sempre presto muita atenção. O The Amboy Dukes tocou com o The Who em 1969, no ginásio da Southfield High School [em Southfield, Michigan]. Tocamos com as melhores bandas do mundo. O Lemmy e o Motörhead já abriram shows meus na Europa. Só as melhores bandas”. Ted acrescentou: “Tenho muita sorte. Pode citar todas as suas bandas favoritas, e eu já dividi o palco com elas. Basta olhar para as escalações desses grandes eventos com públicos de 100 mil pessoas. Meu Deus, Van Halen! Toquei com todo mundo. Fiz jam sessions com John Entwistle [The Who] e Brian May [Queen] na NAMM Show. Eu subia no palco e tocava com eles. Caramba, quanta sorte a minha! E levo isso muito a sério, porque todos eles são músicos de nível mundial, virtuosos e incrivelmente dedicados, mas também são pessoas fantásticas. É muito divertido conviver com eles; por isso, sou um cara de sorte”. Via: Rockbizz

Geezer Butler elege o melhor jogo da Copa do Mundo de 2026 até agora
Geezer Butler usou as redes sociais para eleger o melhor jogo da Copa do Mundo de 2026 e também elogiou a seleção de Cabo Verde. Para o baixista do Black Sabbath, o melhor jogo do torneio até agora foi o da Argentina contra Cabo Verde. O duelo aconteceu no Hard Rock Stadium, em Miami, na última sexta-feira, 03, e terminou empatado em 1 a 1 no tempo regulamentar. A decisão foi para a prorrogação, quando a Argentina marcou o gol da vitória e garantiu a classificação para as oitavas de final da competição. O jogo terminou em 3 para a Argentina e 2 para Cabo Verde. Após o apito final, Butler publicou uma mensagem destacando a qualidade da partida e fez questão de elogiar a seleção africana, uma das surpresas da competição. Em sua postagem, o baixista escreveu: “Que grande jogo. Obrigado, Cabo Verde, pela melhor partida até agora.” Agora, a equipe comandada por Lionel Messi terá pela frente o Egito na próxima fase do Mundial, marcada para o dia 07 de julho, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Noel Gallagher torce para Brasil e Argentina na final da Copa do Mundo Via: WikiMetal

4 momentos polêmicos da relação de Sharon e Ozzy Osbourne
Poucos relacionamentos na história do rock foram tão duradouros, lucrativos e turbulentos quanto o de Sharon e Ozzy Osbourne. Juntos desde o fim dos anos 1970, o casal se casou em 04 de julho de 1982 e permaneceu junto até a morte de Ozzy em 22 de julho de 2025, aos 76 anos -, transformando uma parceria amorosa em um império multimilionário que atravessou música, televisão, publicidade e gestão artística. O primeiro encontro aconteceu em 1970, quando Sharon Arden, de 18 anos, trabalhava para o pai, Don Arden, empresário do Black Sabbath, que na época estava em ascensão com o vocalista Ozzy, de 22 anos. Anos depois, após a saída de Ozzy da banda, Sharon assumiu a gestão de sua carreira solo. A parceria profissional rapidamente se transformou em romance. O casamento aconteceu em Maui, no Havaí, após o cantor se divorciar da primeira esposa, Thelma Riley, e marcou o início de uma das histórias mais intensas da cultura pop. Ao longo de mais de quatro décadas, eles enfrentaram vícios, crises financeiras, problemas de saúde, escândalos públicos e até uma tentativa de homicídio. Ainda assim, permaneceram juntos e construíram uma marca que redefiniu a forma como artistas de rock administram suas carreiras. O Wikimetal separou alguns momentos sombrios e marcantes dessa união: Sharon salvou a carreira de Ozzy após a demissão do Black Sabbath Quando Ozzy foi expulso do Black Sabbath em 1979 devido ao abuso de álcool e drogas, muitos acreditavam que sua carreira havia chegado ao fim. Sharon apostou no cantor quando poucos enxergavam futuro para ele. Ela organizou sua banda solo, negociou contratos e ajudou a transformar discos como Blizzard of Ozz (1980) e Diary of a Madman (1981) em sucessos globais. O que começou como uma tentativa de recuperação profissional acabou se tornando uma das parcerias mais poderosas da indústria musical. Em entrevistas ao longo dos anos, Sharon frequentemente afirmou que enxergava em Ozzy um talento que precisava apenas de direção. “Ozzy estava na pior fase da vida dele. Ele pensou: ‘Acabou, vou voltar para Birmingham e ficar sentado no pub o dia todo’. E eu disse para ele: ‘Você consegue. Você com certeza consegue’. E ele não achava que isso fosse acontecer, e aí olha só o que aconteceu. Foi como uma cena de filme. Eu lhe ofereci conforto através da amizade e tentei construir sua autoestima. E então, quando conhecemos o Randy [Rhoads, guitarrista do Ozzy], foi como a combinação perfeita de alguém gentil que dedicava tempo ao Ozzy. E, novamente, que o encorajava e o apoiava. Foi como se um cara mais jovem tivesse entrado na vida do Ozzy e exercido uma influência muito tranquilizadora”, revelou Sharon em entrevista à Loudsound. A noite em que Ozzy tentou estrangular Sharon O episódio mais sombrio da história do casal aconteceu em 1989. Sob efeito de substâncias e em meio a uma fase crítica de dependência química, Ozzy tentou matar Sharon dentro da própria casa. Décadas depois, ambos relembraram o episódio no documentário Biography: The Nine Lives of Ozzy Osbourne. Sharon contou que percebeu algo estranho quando o marido apareceu extremamente calmo. Segundo ela, aquela tranquilidade era mais assustadora do que qualquer explosão de raiva: “Tínhamos tido algumas brigas e dava para perceber que a situação estava se encaminhando para algo maior. Dava para sentir. Eu simplesmente sabia que ia acontecer. Me deixou apavorada”, admitiu ela [via Hollywood Life]. Sharon relatou que, após colocar seus três filhos na cama naquela noite, Ozzy simplesmente disse: “Chegamos à conclusão de que você precisa morrer’”, ela relembrou. “Ele estava calmo, muito, muito calmo, e se atirou para cima de mim. Senti as coisas em cima da mesa, senti o botão de pânico e simplesmente o apertei. No instante seguinte, a polícia já estava lá.” Ozzy também falou sobre o ocorrido. No documentário, afirmou que sentiu uma sensação incomum de serenidade durante o ataque, algo que considera aterrorizante ao olhar para trás. O cantor foi preso após o incidente e posteriormente iniciou um processo de tratamento. O casal optou por continuar junto após anos de recuperação e terapia. A família virou um fenômeno mundial com The Osbournes No início dos anos 2000, muitos acreditavam que Ozzy já estava na reta final da carreira, então veio uma reviravolta inesperada. A série The Osbournes, exibida pela MTV, mostrou o cotidiano da família e transformou todos os integrantes da casa em celebridades globais. O programa ajudou a aproximar o estilo heavy metal do público mainstream e inaugurou uma nova era dos reality shows familiares. Sharon ganhou ainda mais relevância como empresária e personalidade televisiva. O sucesso da atração ampliou o patrimônio do casal e consolidou uma marca que ultrapassou a música. Porém, a família perdeu a privacidade e a fama gerada pelo reality mudou completamente suas vidas. “Era um programa de TV, uma boa ideia que saiu completamente do controle. O primeiro erro que cometi foi ter filmado na casa em que morava em vez de uma reprodução em um estúdio onde eu poderia ir todos os dias e voltar para casa. Você tem equipes de produção vivendo em sua garagem durante três anos. Qualquer pessoa enlouqueceria ao final disso. Ninguém poderia prever que ia chegar a esse ponto”, disse Ozzy em entrevista em 2014 [via Blabbermouth]. Traição, separação e a decisão de continuar juntos Outra crise no casamento aconteceu em 2016 após surgirem relatos de que Ozzy Osbourne teria mantido um caso extraconjugal com a cabeleireira Michelle Pugh, ocasionando em uma separação do casal Ozzy e Sharon. Em sua primeira aparição no programa The Talk após a separação, Sharon confirmou que havia expulsado o marido da casa em Beverly Hills, mas revelou que, dias depois, ele retornou à residência enquanto ela decidiu sair. Emocionada, afirmou que ainda amava Ozzy, mas precisava de tempo para refletir sobre o futuro do casamento. “Não faço ideia do que vou fazer pelo resto da minha vida. Não podia continuar vivendo daquela maneira”, disse ela, que acrescentou: “Sinceramente, me sinto empoderada, tenho essa força interior e

Brian Johnson lembra que o AC/DC quis homenagear Bon Scott em Back In Black sem sentimentalismo barato
O AC/DC é um dos maiores de todos os tempos e já deixou sua marca nos anais da música contemporânea com trabalhos do quilate de Let There Be Rock (1977), Powerage (1978), Highway to Hell (1979), Back In Black (1980) e For Those About to Rock (We Salute You) (1981). Back In Black, que é o sétimo registro do estúdio, já bateu a marca de 50 milhões de cópias vendidas, além disso, teve um simbolismo muito grande para a banda, pois foi o primeiro trabalho sem Bon Scott, que morreu em 19 de fevereiro de 1980, aos 33 anos, devido intoxicação aguda por álcool. Portanto, o vocalista que substituiu Bon, Brian Johnson, chegou enfrentando muita pressão interna e externa, o que o fez trabalhar incansavelmente para entregar um bom produto. Em conversa com a NME, Brian lembrou o sentimento em torno do álbum: “O pessoal queria que fosse um bom álbum de rock em memória do Bon, mas sem todo aquele excesso de sentimentalismo, sem toda aquela lama e as porcarias que geralmente vêm com isso”. Johnson também ressaltou que o AC/DC queria evitar algo mórbido no direcionamento do disco. A faixa-título, por exemplo, não podia ser sombria demais. Ela tinha de ser uma celebração da vida de Scott. E deu muito certo, pois nas dez canções do álbum, o grupo chegou com atitude, volume e aquele espírito indomável que o tornara parte tão essencial do rock n’ roll. Via: Rockbizz

9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: SAME PAINS, Chris Eternalis e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Metal Moderno “shoulder” – SAME PAINS País: Austrália “Black Orbit” – Chris Eternalis País: Áustria Para quem gosta de: Power Metal “Faded Away” – Avaland País: França “Justice” – Anthenora País: Itália Para quem gosta de: Metal Industrial “We Never Know” – Soul Protocol País: Ucrânia Para quem gosta de: Heavy Metal “In The Woods” – Doom’s Day País: Canadá Para quem gosta de: Rock Alternativo “VOIR AUTRE CHOSE” – CONI País: França Para quem gosta de: Death Metal “Blood Frenzy” – Bear Breath País: França Para quem gosta de: Punk Rock “Cruel Master” – UGGH País: Estados Unidos LEIA TAMBÉM: 7 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Varang Nord, Order e mais Via: WikiMetal

Dave Kushner (Velvet Revolver) conta que tentou vaga na banda de Ozzy Osbourne mas foi rejeitado
O guitarrista Dave Kushner (Velvet Revolver) contou que tentou vaga na banda de Ozzy Osbourne mas foi rejeitado. Em suas redes sociais, ele inclusive mostrou a carta que recebeu do clã Osbourne agradecendo a sua oferta de trabalho. É importante lembrar que a tentativa de entrar para a banda do Madman foi em 1987, quando Jake E. Lee saiu da banda. E como todo mundo sabe, a vaga ficou com o virtuoso Zakk Wylde. “A melhor carta de rejeição que já recebi! Ozzy Osbourne, sinto falta do grandalhão”, escreveu Kushner na legenda de sua publicação. Já a carta que recebeu da administração do Príncipe das Trevas diz: “Caro, David! Obrigado por entrar em contato conosco e enviar seu material para que pudéssemos considerá-lo como guitarrista substituto na banda de Ozzy Osbourne. Após um longo processo de audições, já temos um novo guitarrista para a banda. No entanto, seu material despertou nosso interesse especial e gostaríamos de mantê-lo em nossos arquivos por enquanto. Desejamos a você toda a sorte do mundo em sua futura carreira como músico e agradecemos, mais uma vez, por nos considerar. Atenciosamente, Sharon Osbourne”. Apesar de não ter trabalhado com Ozzy, Dave Kushner trabalhou com outras lendas do rock como Slash, Duff McKagan, Matt Sorum e Scott Weiland no Velvet Revolver. Com o debute Contraband (2004), a banda alcançou o primeiro lugar da Billboard 200 e vendeu mais de dois milhões de discos. Via: Rockbizz

The Warning cancela show após Pau Villarreal desmaiar no palco
A baterista e vocalista Paulina “Pau” Villarreal, do The Warning, desmaiou enquanto a banda tocava a música “Disciple”, durante um show em Münster, na Alemanha, levando à interrupção imediata do concerto para que recebesse atendimento médico. Após a saída de Pau do palco, suas irmãs e companheiras de banda, Daniela Villarreal e Alejandra Villarreal, retornaram para agradecer o apoio do público. Apesar da tentativa de dar continuidade ao evento, a apresentação acabou sendo cancelada por causa do estado de saúde da baterista. Horas depois, Pau atualizou os fãs por meio de um stories sobre sua recuperação, explicando que o desmaio foi provocado pela combinação de uma gripe, desgaste físico e as altas temperaturas enfrentadas durante o show. Nesta sexta-feira, 03, a banda emitiu um comunicado cancelando a apresentação no Werchter Festival, na Bélgica. “Aos nossos fãs no festival Werchter, esperávamos que Pau estivesse pronta para se apresentar hoje, mas sua doença foi mais difícil do que esperávamos e ela precisa de mais tempo para descansar e se recuperar antes de poder voltar aos palcos. Infelizmente, precisamos cancelar a apresentação de hoje no festival Werchter. Sentimos muito por todos que estavam planejando nos ver esta noite. Estávamos realmente ansiosos para voltar à Bélgica e tocar para vocês. Obrigado por todo o amor, paciência e por entenderem que vocês nos mostraram nos últimos dias. Muito amor, Dany, Pau e Ale”. @karinaacevesu Momento en el que Paulina se desmaya durante Disciple en el show de hoy en Skaters Palace, Münster, Germany. Al parecer está enferma, más el calor. The Warning : de Mariana, quien estuvo en el show. #TheWarning #PaulinaVillarreal #DanielaVillarreal #AlejandraVillarreal ♬ sonido original – Karina Aceves View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: The Warning anuncia ‘Everything’s Falling’, seu quinto álbum de estúdio Via: WikiMetal

Deep Purple lança ‘SPLAT!’, novo álbum baseado em conceito de Ian Gillan
Deep Purple lança nesta quarta-sexta, 03, seu novo álbum, SPLAT!. O 24º álbum de estúdio da banda britânica e o primeiro desde =1, está disponível em todas as plataformas digitais cm edições físicas pela earMUSIC. Segundo comunicado à imprensa, o álbum, SPLAT! é baseado em um conceito do vocalista Ian Gillan: “Em vez de tratar o fim [do mundo] como destruição, o álbum o imagina como transformação. SPLAT! explora o fim da humanidade não em um sentido apocalíptico grosseiro, mas como uma metamorfose que transcende a existência física. Devo dizer que agora estamos de volta com material compatível com ‘Highway Star’, ‘Smoke on the Water’, ‘Lazy’ – a dinâmica, o equilíbrio e a diversão da música que fizemos de 1969 a 1973”. A banda tem planos de promover o novo trabalho com uma enorme turnê mundial, com 86 shows em 28 países. Mais informações sobre os formatos e edições especiais do novo álbum estão no site oficial do Deep Purple. Deep Purple retorna ao Brasil para show único. A banda se apresenta no dia 05 de dezembro, no Suhai Music Hall, em São Paulo. A venda de ingressos começa nesta quinta-feira, 07, a partir das 10h, exclusivamente pelo site Eventim. LEIA TAMBÉM: Deep Purple descarta aposentadoria: “Vamos apenas ser nós mesmos” Via: WikiMetal

Slayer: ‘South of Heaven’ e a “seca criativa” de Kerry King
Em 1988, o Slayer tinha como dura missão lançar o sucessor de Reign in Blood, considerado por muitos o melhor álbum de thrash metal da história. Contudo, o quarteto formado por Tom Araya, Kerry King, Dave Lombardo e pelo saudoso Jeff Hanneman decidiu pisar no freio e chocou seus fãs ao trazer South of Heaven, seu quarto disco de estúdio, e marcado por trazer uma abordagem menos veloz e que, nos bastidores, mascarou uma severa crise criativa que acompanhou King durante o processo de composição. “Seca criativa” de Kerry King Após o sucesso e a carga de trabalho dedicada para a criação de Reign in Blood, King, recém-casado e morando em uma nova cidade, passou por um dos momentos mais temidos na carreira de qualquer guitarrista: a temida “seca criativa” de riffs, fato responsável pela drástica redução na participação criativa do músico no álbum. Diferente dos trabalhos anteriores, onde dividia grande parte das composições com Hanneman, King contribuiu em apenas três faixas do disco: “Silent Scream”, “Mandatory Suicide” e “Ghosts of War”. Em sua carreira, o Slayer sempre escreveu músicas individualmente, para que os integrantes pudessem trabalhar nelas como uma banda e, por fim, gravá-las em estúdio. No entanto, para South of Heaven, o quarteto já sabia exatamente o que queria alcançar com o material em mãos. “Nós não temos reuniões de banda. A única vez que tomamos uma decisão coletiva de fazer algo diferente foi com South of Heaven. Tínhamos feito Reign in Blood, e dissemos, ‘Vamos dar a eles algo que eles não esperam.’ E foi também para tornar os sets ao vivo mais interessantes, porque ir até lá e tocar rápido, é uma barragem que as pessoas não aguentam. Queríamos misturar tudo e tornar nosso show mais como uma montanha-russa”, falou King à Guitar World em 2006 [transcrição via Roadie Metal]. Letras deixam o satanismo de lado e passam a falar do mundo real Sem conseguir pensar em ideias, King abriu espaço para que o vocalista e baixista Tom Araya pudesse mostrar que também era um bom letrista. Inicialmente, o guitarrista não gostou muito das ideias propostas pelo baixista, mas Hanneman aprovou as temáticas, que deixaram o satanismo e passaram a focar em temas do mundo real, como críticas à guerra, corrupção e visões sombrias da sociedade. “Eu escrevi algumas das letras desta vez porque nós só tínhamos a música por conta própria. Kerry normalmente escreve as letras, mas ele não tinha realmente nada recentemente, enquanto eu tinha algumas ideias guardadas. Kerry não gostou muito no começo, mas Jeff gostou das minhas letras, então nós as usamos no final”, disse Araya à Metal Hammer em 1988. Dentro do estúdio, a pressão ao lado do produtor Rick Rubin era tanta que uma das ideias originais precisou ser totalmente descartada: a música, ironicamente chamada de “Stress”, foi abandonada pelo fato de King não ter conseguido compor as letras e as linhas vocais dentro do prazo. No entanto, a faixa foi retrabalhada e lançada dois anos depois, em 1990, no álbum Seasons in the Abyss, rebatizada como “Born of Fire”. O ódio de King pela faixa “Cleanse The Soul” Apesar do disco ter eventualmente se tornado um sucesso entre os fãs, Kerry King, pelo contrário, nunca compartilhou dessa mesma opinião, especialmente de uma faixa em questão: “Cleanse The Soul”, música que ele afirmou “odiar” ao falar com o Metal Maniacs em 2006. “Eu odeio ‘Cleanse the Soul’. Eu acho horrível. Odeio o riff de abertura. É o que chamamos de ‘riff feliz’. É como ‘la-lala-la-la-la’. Não consigo me ver tocando, mas depois disso, onde fica mais pesado, gosto dessa seção. Se alguma vez fizéssemos um medley, eu colocaria parte disso lá”, declarou na época. Faixa-título que se tornou hit absoluto do Slayer Apesar dos desafios de composição e das ressalvas de King, o álbum entregou aquela que viria a ser uma dos maiores hits da história do thrash metal: a faixa-título, “South of Heaven”. Com o icônico e assustador riff de introdução criado por Jeff Hanneman, a música provou que a aposta da banda em diminuir a velocidade foi um acerto em cheio. O sucesso dela a transformou em presença obrigatória no repertório de praticamente todos os shows do Slayer desde o seu lançamento até os shows esporádicos que a banda faz atualmente após sua aposentadoria em 2019. Mesmo com a quebra brusca de expectativa dos fãs na época, o tempo provou que a decisão do Slayer em desacelerar se mostrou acertada e hoje, South of Heaven se mantém como um disco essencial na coleção do fã de metal extremo, provando que uma atmosfera cadenciada, densa e assustadora pode ser tão caótica quanto uma música extremamente rápida. LEIA TAMBÉM: 3 motivos para não perder o show do Slayer no Brasil Via: WikiMetal

Metallica doa 100 mil dólares para apoiar a Venezuela após terremotos devastadores
O Metallica, por intermédio de sua fundação All Within My Hands Foundation, que tem o comprometimento em fornecer ajuda às comunidades e indivíduos afetados pelos mais diversos tipos de infortúnios, doou 100 mil dólares para apoiar a Venezuela após terremotos devastadores. O grupo direcionou o dinheiro ao seu parceiro Direct Relief, que é uma organização sem fins lucrativos ou políticos cuja missão é melhorar a saúde e vidas de populações afetadas pela pobreza ou catástrofes, mobilizando serviços médicos e essenciais às pessoas. Pelas redes sociais a Direct Relief informou que está preparando ajuda médica, incluindo suprimentos de primeiros socorros, itens de higiene para famílias desalojadas, medicamentos para o tratamento de lesões agudas e remédios para doenças crônicas destinados às pessoas cujo acesso a cuidados de rotina possam ser interrompidos. Em 24 de junho, a Venezuela foi atingida por dois terremotos em sequência, com magnitudes de 7,2 e 7,5. O presidente da Assembleia Nacional do país, Jorge Rodríguez, disse em seu mais recente pronunciamento que o número de mortos é 2.295. Já o número de feridos passa de onze mil e de desaparecidos é superior a 60 mil. Via: Rockbizz

Kamelot lança clipe de “Ashen World” com vencedora do Miss Mundo Chile 2025
O Kamelot divulgou o videoclipe de “Ashen World”, primeiro single do álbum Dark Asylum, com lançamento previsto para o dia 28 de agosto pela Napalm Records. A faixa conta com a participação especial de Ignacia Fernández, vocalista da banda Decessus e vencedora do concurso Miss Mundo Chile 2025. O guitarrista Thomas Youngblood afirmou que a música representa o momento em que esperança e escuridão se encontram, além de servir como porta de entrada para o universo criado em Dark Asylum. ” ‘Ashen World’ captura aquele momento de estar na encruzilhada entre a escuridão e a esperança, onde a jornada adiante começa. É o Kamelot clássico em sua essência. Ao mesmo tempo que abre novas portas para o mundo de Dark Asylum“, disse Youngblood em nota à imprensa. Adicionando outra camada de atmosfera, a vocalista Ignacia Fernández, e atual Miss Mundo Chile 2025, faz uma participação vocal etérea que se entrelaça lindamente com o clima sombrio da canção. “Ashen World” narra a história de um mundo que mergulha na escuridão sem jamais perder de vista a esperança, a resiliência e a redenção. LEIA TAMBÉM: Exhort lança versão remasterizada do álbum de estreia ‘Attitude’ Via: WikiMetal

Bruce Dickinson (Iron Maiden) conta qual é o seu maior arrependimento da vida
Paul Bruce Dickinson nasceu em Worksop, Nottinghamshire, em 07 de agosto de 1958. Apesar do carinho por história e esgrima, o álbum In Rock, do Deep Purple, despertou uma epifania em sua vida, o trouxe para o rock n’ roll e o fez atender por Bruce Dickinson. Tanto na Donzela de Ferro quanto em carreira solo, Bruce nunca se escorou em atalhos para deixar sua música mais palpável ao grande público, a fim de mais fama, sucesso e dinheiro. Na verdade, ele sempre fez questão de caminhar em direção contrária do popular e do que está na moda. É só ouvir trabalhos como The Number of the Beast (1982), Somewhere in Time (1986) e Seventh Son of a Seventh Son (1988), Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998) para sacar isso. Apesar do sucesso profissional, Dickinson, em conversa com o canal Pad Wives Unfiltered, contou qual é o seu maior arrependimento da vida. “Tenho três filhos adultos que, felizmente, tornaram-se pessoas fantásticas. Eu adoraria dizer que o mérito foi todo meu, mas, durante metade da vida deles, eu não estava presente porque estava em turnê”, declarou o cantor. “Parte de mim sempre lamentará isso, mas é o preço que se paga por fazer o que se faz”. “E, quanto aos meus filhos, somos mais próximos agora do que jamais fomos. Então, esse seria o meu… acho que meu maior arrependimento é o distanciamento em relação ao que a maioria das pessoas considera uma vida normal”, destacou. “Embora, na verdade, eu já não saiba bem o que isso envolve. Não tenho certeza se é melhor levar uma vida normal, pois ela é repleta de incertezas”, completou Bruce. Dickinson teve seus três filhos com a segunda esposa, Patrice Bowden, que faleceu em maio de 2020. Eles se casaram em 1980 e tiveram Austin, Griffin e Kia. Em 2023 o cantor uniu as escovas de dentes com a instrutora fitness Leana Dolci. Via: Rockbizz