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Schmier, do Destruction, critica músicas feitas por IA: “É basicamente roubo”
O vocalista e baixista do Destruction, Marcel Schmier, deu sua opinião sobre o uso de Inteligência Artificial na música. Para o artista, a ferramenta “rouba” os elementos da faixa original sem que o autor receba os devidos créditos. Em entrevista ao podcast Rock Talk, Schmier foi questionado se sua banda usaria IA para compor e afirmou que o uso da tecnologia envolve uma série de problemas de direitos autorais. “Não. Música de IA é basicamente roubo, porque tudo o que eles fazem é pegar a fonte, que é a música original”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. De acordo com ele, caso alguém faça uma música do Destruction, a IA usará partes originais e resultará em algo novo pelo qual a banda não receberá nada por isso. “Eles não pagam o artista, pegam as peças originais, juntam peças novas, e isso é um roubo completo em que o artista original não ganha nada. Então, se você criar uma música de IA sobre o Destruction, a IA usará 100% de partes de nossas músicas para criar algo novo e não nos pagará, e isso não é certo”, complementou. Líder do Destruction ainda falou sobre uso de IA em capas de álbuns Na mesma conversa, o líder do Destruction também falou sobre o uso de IA para criar capas de álbuns, algo que ele admite que deve se tornar um novo padrão na música. Apesar disso, Schmier destacou que sua banda prefere desenvolver suas artes da maneira tradicional. “Estamos chegando à era da IA, onde tudo vai mudar. A IA já consegue criar capas boas o suficiente para todo mundo, e muitos artistas já estão usando. Para o Destruction, nós ainda trabalhamos com artistas reais que pintam as coisas e concretizam as suas ideias reais da forma que você quer. Mas acho que isso também vai mudar no futuro”, concluiu. LEIA TAMBÉM: 4 momentos polêmicos da relação de Sharon e Ozzy Osbourne Via: WikiMetal

“Quando vi artistas como Lobão e o Roger apoiando a direita, eu fiquei muito decepcionado”, afirma Tony Bellotto (Titãs)
Na última segunda-feira, 06, o guitarrista do Titãs, Tony Bellotto, participou do programa Roda Viva, que vai ao ar pela TV Cultura. No bate-papo, o músico lembrou fatos pitorescos de sua longa carreira no rock brasileiro e de sua caminhada como escritor. Os temas espinhosos também fizeram parte da conversa, todavia, Antônio Carlos Liberalli Bellotto não se esquivou de responder por mais que fosse cabeludo. Ao ser questionado pela apresentadora Roberta Martinelli sobre como ele vê os artistas que estavam presentes no processo de redemocratização do Brasil em meados dos anos 1980, mas que atualmente apoiam a direita política, Tony não escondeu a sua decepção. “[Vejo] com bastante decepção! Um exemplo claro é o Roger do Ultraje [A Rigor]. A gente iniciou a carreira juntos, a gente fazia encontros, e eu lembro que a música Inútil foi usada na campanha das Diretas Já. Ulysses Guimarães chegou a citar Inútil como exemplo do povo reclamar que ‘nós não sabemos escolher presidente’”. Tony continuou: “E quando vi artistas como Lobão e o Roger apoiando a direita, eu fiquei muito decepcionado. Porque, para mim, o rock tem muito a ver com a liberdade, com uma visão democrática da vida, com o respeito a direitos individuais. As bandas que influenciaram e inspiraram os Titãs foram bandas como The Clash e The Who; bandas que colocavam a questão política e social também nas letras, e a gente sempre fez isso de uma maneira muito vigorosa”. “Então, vejo com decepção sempre! Acho sempre que tem alguma coisa sendo mal entendida por eles”, acrescentou. “Às vezes, algumas discussões acabam tomando uma dimensão muito grande. Mas se você para pensar, é inaceitável que a gente veja gente pedindo a volta da ditadura ou que cogitem dar anistia para esses golpistas. Estiveram muito próximos de dar um golpe de estado no Brasil. Acho isso um absurdo”, concluiu o guitarrista. Via: Rockbizz

Liam Gallagher cantará “Wonderwall” caso Inglaterra chegue à final na Copa do Mundo
Liam Gallagher afirmou que está disposto a cantar “Wonderwall” na final da Copa do Mundo de 2026, caso a Inglaterra confirme vaga na decisão. O vocalista do Oasis respondeu à sugestão de um fã na rede social X, que dizia que era “obrigatório” que o cantor “voasse até lá e cantasse ‘Wonderwall’ ao vivo no gramado” caso o time de Thomas Tuchel chegasse à final. Em seguida, Liam respondeu: “Veremos, estou pronto”. A declaração surgiu após a vitória da seleção inglesa sobre o México nas oitavas de final por 3 a 2. Depois da classificação, jogadores e torcedores voltaram a cantar “Wonderwall”, repetindo uma tradição que ganhou força ao longo da Copa. Lançada em 1995, “Wonderwall” segue entre as músicas mais populares da história da banda e tornou-se a trilha sonora não oficial da seleção inglesa na Copa do Mundo deste ano, com Harry Kane e companhia se reunindo ao final de suas partidas para cantá-la com os torcedores na arquibancada. A Inglaterra jogará contra a Noruega no próximo sábado,11, às 18h (horário de Brasília). A partida pelas quartas de final da Copa do Mundo acontecerá no Hard Rock Stadium, em Miami, nos Estados Unidos A final da Copa do Mundo terá uma cerimônia de encerramento antes da partida, abrindo espaço para atrações musicais. Porém, até o momento, a FIFA não anunciou os artistas que participarão da programação oficial. We’ll see I’m ready — Liam Gallagher (@liamgallagher) July 6, 2026 LEIA TAMBÉM: Mutoid Man nota semelhança entre música da banda e tema da Copa do Mundo 2026 Via: WikiMetal

Bon Jovi volta aos palcos após quatro anos de hiato
Após quatro anos longe das turnês, o Bon Jovi voltou aos palcos na noite da última terça-feira, 07, dando início à residência de nove apresentações no Madison Square Garden, em Nova York. O retorno marca o começo da turnê Forever e acontece depois da recuperação vocal de Jon Bon Jovi, que precisou interromper as atividades ao vivo por causa de problemas nas cordas vocais. O primeiro show reuniu um repertório que percorreu diferentes fases da carreira da banda. Clássicos como “You Give Love A Bad Name”, “It’s My Life” e “Livin’ On A Prayer” dividiram espaço com músicas do álbum Forever (2024), incluindo “Legendary” e “Living Proof”. A apresentação foi aberta com uma versão de “With A Little Help From My Friends”, dos Beatles. Durante o show, Jon Bon Jovi agradeceu ao público pelo apoio durante os anos em que esteve afastado das turnês: “Não ouvia o rugido de uma multidão há quatro anos. Estou grato e comovido com toda essa experiência”. A residência no Madison Square Garden terá nove datas. Além da estreia, a banda ainda fará apresentações nos dias 09, 12, 14, 16, 19, 21, 23 e 26 de julho. Depois da temporada em Nova York, a turnê seguirá para o Reino Unido e Irlanda. LEIA TAMBÉM: Jon Bon Jovi está curado após cirurgia nas cordas vocais: “Nunca perdi a fé” Via: WikiMetal

Accept lança versão de “Balls to the Wall” com Rob Halford e convidados
Accept lança nesta quarta-feira, 08, uma nova versão do clássico “Balls to the Wall”, um single de seu aguardado novo álbum, Teutonic Titans 1976-2026, com lançamento para o dia 04 de setembro, pela Napalm Records, reunindo grandes nomes do heavy metal. Em “Balls to the Wall”, a banda se uniu ao “Deus do Metal”, Rob Halford, e ao ícone da guitarra, Matthias Jabs, o baixista Rex Brown (Pantera) e o baterista Jason Bowld para uma nova e explosiva versão do clássico do gênero. Wolf Hoffmann comentou: “Rob é o Deus do Metal. Não preciso dizer mais nada sobre ele. Assim que soubemos que ele participaria, foi uma escolha óbvia dar a ele ‘Balls to the Wall’, porque é a combinação perfeita! Eu toquei todas as guitarras rítmicas. Matthias Jabs, do Scorpions, tocou o solo, o que é muito legal e uma grande honra, e temos Rex Brown no baixo e Jason Bowld na bateria. Então, é um pacote realmente incrível.” O disco contará com cerca de 50 convidados em 19 faixas, revisitando clássicos da banda com novas versões. Cada música terá combinações diferentes de músicos, sendo o lançamento mais ambicioso e repleto de estrelas do Accept. Entre os participantes estão Tobias Forge (Ghost) na faixa “Save Us”, acompanhado por Ray Luzier na bateria. Philip Anselmo (Pantera), Kirk Hammett (Metallica) e Mikkey Dee (Scorpions) se destacam no clássico do speed metal “Fast As A Shark”. “Love Child” surge renovada com Billy Corgan (Smashing Pumpkins) e David Ellefson (Megadeth). Outras participações incluem: Kk Downing, Bobby “Blitz” Ellsworth (Overkill), Hansi Kürsch (Blind Guardian), Chris Jericho (Fozzy), Ralf Scheepers (Primal Fear), Billy Sheehan (Mr. Big), Ola Englund (The Haunted) e Jeff Loomis (Nevermore). LEIA TAMBÉM: Accept: Novo álbum reúne membros do Ghost, Metallica, Pantera, Scorpions e mais Via: WikiMetal

DevilDriver compartilha clipe da nova música Strike And Kill
O grupo de death metal DevilDriver compartilhou o clipe da nova música Strike And Kill, faixa-título de seu décimo primeiro full length, que chegará ao mercado no dia 10 de julho pela Napalm Records. Sobre a música, o vocalista Dez Fafara declarou: “Strike And Kill é uma canção sobre pessoas que precisam aprender lições da maneira mais difícil. Às vezes, na vida, é preciso aprender da maneira mais difícil para tomar a próxima decisão ou dar o próximo passo da maneira correta. Cuidado com as ações que você toma à meia-noite, movido pela emoção e sem pensar nas consequências. Pois você aprenderá lições, e elas serão ensinadas da maneira mais difícil”. O time que deu vida ao trabalho foi Dez Fafara (vocal), Alex Lee (guitarra), Gabe Mangold (guitarra), Davier Ortega Perez (bateria) e Jon Miller (baixo). De acordo com os caras, Strike and Kill é um retorno às origens do grupo, o que deixará os fãs bastante satisfeitos. Strike and Kill estará disponível em vários formatos como CD, CD digipak, vinil preto, vinil colorido (verde, azul e verde marinho) e digital (download e streraming). Track listing de Strike and Kill: 01. Dig Your Own Grave02. Dead in the Water03. Sanctified In Scars04. Strike and Kill05. In the Moonlight06. Ride or Die07. Headed for the Fall08. Shut the Silence On09. Never Coming Home10. Summoning Shadows11. You’re just a Ghost12. Oath of Iron13. All Bets are Off Via: Rockbizz

U2 lança clipe do novo single Street Of Dreams
O U2 anunciou hoje o lançamento de uma faixa inédita intitulada Street of Dreams. É a primeira música divulgada do novo álbum de estúdio da banda, o primeiro do U2 em nove anos, com lançamento previsto para o final deste ano pela Island Records. O videoclipe de Street of Dreams foi filmado em maio, na Cidade do México, onde a banda também participou das Finais da Copa do Mundo de Crianças de Rua de 2026, no Parque Ecológico Lago de Texcoco. As filmagens perto da Plaza Santo Domingo atraíram uma enorme multidão de fãs, apesar do tempo adverso, com trovões e chuva que, inesperadamente, causaram uma falha no gerador, levando uma família local a acolher os quatro integrantes da banda em seu apartamento para filmar na varanda. Produzida por Jacknife Lee, Street of Dreams traz o som inconfundível do U2, criado por Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr., que em setembro deste ano vão comemorar 50 anos de formação da banda. Confira o clipe de Street of Dreams abaixo: Via: Rockbizz

Bar do Juarez: o lugar perfeito para continuar vivendo a Copa (mesmo depois da eliminação do Brasil)
Tem coisas que o futebol explica. Outras, só um chopp bem tirado resolve. A eliminação do Brasil na Copa do Mundo deixou aquele gosto amargo. A camisa voltou para o armário, os grupos de WhatsApp ficaram em silêncio por alguns minutos e até o churrasco perdeu um pouco da graça. Mas calma… a Copa não acabou. E quer saber? Talvez esse seja o melhor momento para fazer aquilo que brasileiro faz como ninguém: transformar qualquer jogo em motivo para reunir os amigos. Foi exatamente com esse espírito que o Sempre Um Rock foi conhecer uma das maiores referências em happy hour e gastronomia de São Paulo: o Bar do Juarez. Logo na entrada já dá para entender por que a casa é uma das favoritas dos paulistanos. Durante a Copa, os salões recebem diversos telões espalhados estrategicamente pelo ambiente. Não importa onde você sente, sempre haverá uma tela à sua frente. O clima lembra o de um estádio, mas com uma grande vantagem: ninguém derrama cerveja em você quando sai um gol. A atmosfera é perfeita para acompanhar qualquer partida. Famílias, grupos de amigos, casais e colegas de trabalho dividem mesas enormes, brindam a cada lance e fazem do futebol apenas mais um ingrediente de uma experiência que vai muito além dos 90 minutos. Boteco de respeito tem que entregar comida de verdade Assistir ao jogo é só uma desculpa. O verdadeiro espetáculo começa quando as porções chegam à mesa. O Bar do Juarez é conhecido por servir algumas das mais tradicionais receitas de boteco da cidade, e nós resolvemos encarar uma verdadeira maratona gastronômica. O primeiro destaque vai para o bolinho de carne, crocante por fora, extremamente suculento por dentro e daqueles que desaparecem antes mesmo de chegar ao meio da mesa. Na sequência veio o bolinho de mandioca com carne seca, que consegue unir uma massa leve com um recheio muito bem temperado. É impossível comer apenas um. Outra estrela da casa são as porções de pastéis variados, recheados com sabores clássicos que vão de carne e queijo até versões mais elaboradas. São perfeitos para compartilhar enquanto o juiz insiste em consultar o VAR pela terceira vez. Para quem gosta de queijo, o provolone à milanesa merece aplausos de pé. Crocante, sequinho e extremamente saboroso, ele chega fumegando e combina perfeitamente com um chopp gelado. E, para fechar com chave de ouro, uma surpresa que muita gente nem imagina encontrar em um boteco: ostras frescas. Servidas geladas e muito bem apresentadas, mostram que o Bar do Juarez consegue agradar tanto quem procura petiscos tradicionais quanto quem gosta de experiências gastronômicas diferentes. Chopp gelado e drinks exclusivos da Copa Se existe um protagonista tão importante quanto as porções, ele atende pelo nome de chopp. Aliás, não é exagero dizer que o Bar do Juarez construiu sua fama em torno do chopp sempre muito bem tirado, cremoso e servido na temperatura perfeita. Mas durante a Copa existe um atrativo extra. A casa preparou drinks exclusivos inspirados no torneio, que deixam a experiência ainda mais divertida. São opções criativas, coloridas e perfeitas para quem prefere variar além da cerveja tradicional. Nossa dica? Não vá embora sem experimentar pelo menos um deles. Mesmo sem o Brasil… É verdade. O Brasil foi eliminado. A gente também ficou triste. Mas convenhamos… ficar em casa assistindo ao jogo sozinho não vai trazer o hexa de volta. Então faça um favor para você mesmo. Escolha qualquer partida da Copa, reúna aquela turma que entende tudo de futebol (ou absolutamente nada), peça uma sequência de porções, um drink exclusivo e um chopp bem gelado. No pior dos cenários, você sai feliz pela comida. No melhor, ainda encontra um novo país para adotar até a final. Porque brasileiro sofre… mas sofre de barriga cheia. Onde encontrar o Bar do Juarez A rede conta com diversas unidades espalhadas por São Paulo: Moema — Avenida Jurema, 324 – Moema. Itaim Bibi — Avenida Juscelino Kubitschek, 1164 – Itaim Bibi. Pinheiros — Rua Deputado Lacerda Franco, 642 – Pinheiros. Brooklin — Rua Joaquim Nabuco, 325 – Brooklin Paulista. Mooca — Rua Canuto Saraiva, 772 – Mooca. Santana — Avenida Eng. Caetano Álvares, 5824 – Santana. Se a Copa continua, o ponto de encontro também continua. E, sinceramente? Tem derrotas que ficam muito mais fáceis de engolir quando vêm acompanhadas de um bolinho de carne, um provolone à milanesa, ostras fresquinhas, um chopp impecável e a companhia certa. Afinal, o hexa pode ter ficado para a próxima… mas o happy hour não precisa esperar quatro anos. 🍻⚽ Por: Fabio Crejoinas CEO e Editor SEMPRE UM ROCK

Andre Matos analisou a rivalidade tóxica no metal brasileiro: “Pisa na cabeça do outro para aparecer”
Depois que o Shaman se dissolveu em meados dos anos 2000, o cantor Andre Matos deu um passo decisivo em sua carreira, que foi se lançar como artista solo. Para evitar os dramas e brigas, bem como para deixar todas as engrenagens funcionando ao seu gosto, o vocalista tomou essa decisão. Alguns anos atrás, em promoção ao seu segundo registro solo, Mentalize, Andre concedeu uma entrevista ao programa TV Rock Inside. No bate-papo ele foi questionado sobre as amizades que tinha na cena metal. O artista aproveitou o ensejo para comparar como os músicos brasileiros e estrangeiros portam-se no mercado fonográfico. Sem apontar dedos para este ou aquele, Andre refletiu sobre o assunto. “Lá fora tem uma coisa que eu acho que o brasileiro tem que aprender um pouquinho. Essa questão da rivalidade entre as bandas, eu não vou dizer que não exista lá fora, mas é um pouco diferente de países como o Brasil. Não vou tirar o mérito de ninguém! Por ser um país em que as coisas são um pouco mais difíceis de acontecer – e não tem a estrutura que tem na Europa, onde você, mesmo com uma banda pequena consegue fazer uma turnê e tocar no clubes -, aqui é um pouco mais… O canibalismo é maior, vamos dizer assim”. Ele seguiu com a sua análise: “E não é só no meio do metal, qualquer meio como blues, pop e música clássica. Existe muito canibalismo no meio musical brasileiro. Então, é o meu primeiro, pisa na cabeça do outro para aparecer, e isso é muito triste”. “Lá fora eles privilegiam mais quem tem talento e todo mundo meio que tem as mesmas oportunidades de aparecer. Por isso, acho que a gente acaba desenvolvendo mais amizades com as bandas de fora e de forma mais fácil do que aqui dentro [do Brasil]”, concluiu Andre. Via: Rockbizz

“Não poderia ter entrado para o Judas Priest em uma época pior para o heavy metal”, diz Tim ‘Ripper’ Owens
Após a década de 1980, o hard rock pomposo cheio de laquê, brilho labial, roupas espalhafatosas e solos de guitarra encontrou muitos desafios para ter aderência nos anos 90. O público se cansou desse formato musical e começou a curtir o grunge, estilo que era o oposto do hard rock, pois tudo, visual e música, era mais simples. Na mesma toada, o heavy metal também sofreu alguns baques, já que a imprensa e o setor empresarial só tinham olhos ao novo gênero musical. Nomes veteranos da música pesada como Iron Maiden e Judas Priest sofreram com a mudança mercadológica. Nessa mesma época de turbulência para o metal, o Judas viveu o próprio drama com a saída de Rob Halford e a entrada de Tim ‘Ripper’ Owens. Em conversa com a Rádio Futuro, o cantor norte-americano lembrou os desafios que enfrentou. “Foi uma época difícil, não foi? Foi uma época bem difícil”, disparou Tim. “Eu não poderia ter entrado para o Judas Priest em uma época pior para o heavy metal, né? Era simplesmente muito ruim. O metal começou a voltar na época em que eu saí do Judas Priest. Quando Rob voltou, o metal começou a ressurgir com essas grandes turnês, e foi ótimo”. Ripper pontuou: “Sabe de uma coisa? O Judas Priest precisava do Rob de volta naquela época. Acho que isso provavelmente ajudou muito a trazer o heavy metal de volta. Tinha o Iron Maiden trazendo Bruce Dickinson de volta e o Priest trazendo Rob de volta”. “Acho que isso deu um pequeno ressurgimento ao gênero. Mas eu estava no Priest durante uma época terrível para o heavy metal”, acrescentou. Tim ‘Ripper’ Owens entrou para o Judas Priest em 1996 em circunstâncias curiosas. O baterista do grupo, Scott Travis, recebeu um material de Owens cantando com uma banda cover do Judas Priest que se chamava British Steel. Basicamente, os caras da banda curtiram o conteúdo do cantor e o chamaram para assumir a bronca de substituir Rob Halford. A parceria rendeu dois trabalhos de estúdio: Jugulator (1997) e Demolition (2001). Via: Rockbizz

Megadeth cancela show em Lisboa minutos após horário marcado
O Megadeth cancelou o show que faria em Lisboa, Portugal, poucos minutos após o horário previsto para o seu início. A banda fazia parte do line-up do festival Evil Live, que aconteceu no último domingo, 05, e contou com apresentações de Mastodon, Converge, The Gathering, Imminence e o headliner Marilyn Manson. O cancelamento do Megadeth só foi comunicado ao público cerca de 30 minutos após o horário previsto para o início do show. Segundo apurado pelo TMDQA!, um representante do festival subiu ao palco para informar que a apresentação não aconteceria e disse que novos esclarecimentos seriam divulgados posteriormente pelas redes sociais. O anúncio provocou indignação entre os presentes. Parte da plateia reagiu com vaias e arremessou copos em direção ao palco. Muitos fãs também deixaram o local frustrados, enquanto outros cobravam informações sobre o reembolso dos ingressos. Horas depois, o Megadeth fez um comunicado em suas redes sociais informando que o cancelamento ocorreu por causa de um problema técnico considerado fora do controle da equipe: “Devido a problemas técnicos fora do nosso controle, é com tristeza e frustração que informamos que não poderemos nos apresentar esta noite em Lisboa. Nunca queremos decepcioná-los… e estamos tão decepcionados quanto vocês com a situação. Esperamos poder voltar para dar a vocês o show que vocês merecem.” Na última segunda-feira, 06, a Prime Artists, promotora do Evil Live Festival, publicou um comunicado em suas redes sociais apresentando uma versão diferente dos acontecimentos: “A Prime Artists informa que a atuação do Megadeh prevista para ontem, no EVILLIVE Festival 2026, não se realizou na sequência de uma decisão comunicada pelos representantes da banda momentos antes da hora prevista para o início do espetáculo. Ao longo de todo o dia, a organização assegurou o cumprimento de todas as condições previstas para a realização da atuação e manteve total disponibilidade para colaborar com todas as equipes envolvidas, desenvolvendo todos os esforços no sentido de encontrar uma solução que permitisse a realização do concerto.” View this post on Instagram View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine promete anúncio “gigantesco” sobre o Megadeth Via: WikiMetal

Mutoid Man nota semelhança entre música da banda e tema da Copa do Mundo 2026
Mutoid Man, banda americana de heavy metal, foi às redes sociais apontar semelhanças entre o tema oficial da Copa do Mundo FIFA 2026 e “Call of the Void”, uma de suas músicas. No dia 02 de julho, o grupo fez uma postagem exibindo o logo oficial da competição com a marcação “tema oficial” e comentou sobre a semelhança da linha vocal na música em questão. “Ei, @fifaworldcup, essa linha vocal soa familiar”, escreveu a banda na postagem acompanhada pela hashtag “#goalofthevoid”. [transcrição via Loudwire]. A banda, que conta com os integrantes Stephen Brodsky (Cave In) no vocal e guitarra, Jeff Matz (High on Fire) no baixo e Ben Koller (Converge) na bateria, lançou a faixa no álbum Mutants (2023). Segundo os músicos e fãs, a melodia vocal que aparece no final do primeiro refrão da faixa (por volta de 1:45) é praticamente idêntica à que toca logo nos primeiros segundos (aos 0:06) do tema oficial do torneio. Fãs do Mutoid Man apontam possível uso de Inteligência Artificial Nos comentários da postagem, alguns fãs levantaram a suspeita de que a música da FIFA possa ter sido gerada por Inteligência Artificial e acabado copiando padrões existentes. Até o momento, a entidade não se pronunciou sobre as semelhanças apontadas pela banda. “Que vergonha. Você pensaria que eles teriam dinheiro para contratar músicos de verdade e não usar a mesma tecnologia que seu colega de trabalho usa para fazer músicas de piada que ninguém quer ouvir”, comentou um seguidor. “Ok, ok, é o mesmo, mas isso pode ser um caso de pensamento paralelo? Essa faixa é definitivamente feita por IA? Sem ofensas ao Mutoid Man, mas são cinco notas em um compasso de música e em um tom menor comum. Bancando o advogado do diabo”, escreveu outro fã. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Liam Gallagher, do Oasis, celebra vitória da Inglaterra na Copa do Mundo Via: WikiMetal

Ratos de Porão não tem toneladas de grana que dá discórdia como aconteceu com o Raimundos, segundo João Gordo
Recentemente, o Ratos de Porão passou pelo Sesc Rio Preto em celebração aos 45 anos de luta no punk rock. A pagina RPindica (Rio Preto Indica) aproveitou a passagem da banda pela cidade e foi bater um breve papo com o vocalista João Gordo. Ao ser questionado sobre o segredo da longevidade de uma banda de punk rock e hard rock em um país como o Brasil, o artista paulistano apontou a amizade entre os músicos e a ausência dos dramas relacionados ao dinheiro como os fatores preponderantes para a durabilidade da banda. “A gente faz o que gosta, não tem muita cobrança entre a gente”, começou Gordo. “A gente é amigo pra caramba, e não tem grana, né? Não tem toneladas de grana que dá discórdia como aconteceu com o Raimundos, que todo mundo viu aí nos bagulho. O nosso é bem tranquilo”. O cantor completou: “A gente consegue viver da banda. Estamos há 45 anos nessa! E o nosso objetivo é tocar, fazer hardcore e metal e viajar pelo mundo”. O Ratos de Porão se mantém ativo no mercado musical como uma grande força do hardcore, punk e crossover nacional. O trabalho de estúdio mais recente dele é o Necropolítica, de 2022. A produção do disco ficou por conta da própria banda no estúdio Family Mob, em São Paulo. A mixagem foi feita por Fernando Sanches no estúdio El Rocha. O quarteto – João Gordo (vocal), Jão (guitarra), Juninho (baixo) e Boka (bateria) – segue sacudindo a cena roqueira do nosso país com shows energéticos e repletos de manifestações políticas e sociais. Via: Rockbizz

Ex-Mr. Big, Paul Gilbert faz shows em São Paulo e Curitiba em setembro
Um dos guitarristas mais admirados do mundo, Paul Gilbert retorna em setembro ao Brasil para duas apresentação especiais, em Curitiba (07/09, Teatro Bom Jesus) e São Paulo (08/09, Fabrique Club). Os shows divulgam o álbum WROC, o primeiro em 10 anos com músicas cantadas e um registro que vem surpreendendo fãs de de rock, hard rock e guitarra. A realização é da IDL Enternatainment. Paul Gilbert é um guitarrista norte-americano, mundialmente aclamado por sua técnica impressionante, velocidade e criatividade, associado a três frentes: o hard rock de massa do Mr. Big, o virtuosismo técnico do Racer X e uma carreira solo extensa, marcada por discos instrumentais, hard rock, blues, pop, humor e ensino de guitarra. A fase atual é importante porque Gilbert não está apenas fazendo uma turnê nostálgica. Ele está em circulação com WROC, álbum lançado em fevereiro de 2026, baseado nas regras de civilidade associadas a George Washington. O disco transforma um material histórico de etiqueta e conduta em canções de rock, com vocais, riffs, melodias, harmonias e o humor típico do músico. No repertório, o público pode esperar clássicos que marcaram sua trajetória, além de composições da carreira solo, executadas com a combinação única de técnica refinada, carisma e senso de humor que transformaram Gilbert em um dos maiores nomes da guitarra contemporânea. SERVIÇOPaul Gilbert em CuritibaData: 7 de setembro de 2026Abertura da casa : 19hLocal: Teatro Bom Jesus (Rua 24 de Maio, 135, Curitiba/PR)Ingressos em 1° Lote: Pista Meia-entrada e Promocional – doe 1kg de alimento não perecível) – R$ 250,00; Pista Inteira: R$ 500,00Venda: diskingressos.com.br/event/2889 Paul Gilbert em São PauloData: 8 de setembro de 2026Abertura da casa : 20hLocal: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – São Paulo, SP)Ingressos em 1° Lote: Pista Meia-entrada e Promocional – doe 1kg de alimento não perecível) – R$ 250,00; Pista Inteira: R$ 500,00Venda: clubedoingresso.com/evento/paulgilbert-saopaulo Realização: IDL Entertainment View this post on Instagram Via: WikiMetal

Corey Taylor (Slipknot) afirma que não confia nas religiões organizadas, mas ora antes dos shows
Corey Taylor, vocalista do Slipknot, é um indivíduo que entrega uma performance enfurecida no palco. É claro que isso tem mais a ver com o som que pratica do que com a sua personalidade no campo pessoal, que é calma. Parte dessa serenidade vem de uma conexão com a força cósmica. Em recente entrevista ao Last Meals, do Mythical Kitchen, Corey Taylor afirmou que não confia nas religiões organizadas, mas ora antes dos shows. Ele deixou claro que acredita em um poder superior, contudo, sem as amarras dos dogmas religiosos. “Eu faço uma pequena oração antes de cada show”, disse Taylor. “Tenho um poder superior no meu dia a dia. O nome é Senhor Mãe, porque é um pouco de tudo. Isso é algo que eu inventei, pois eu não confio, e isso vai soar estranho, mas eu tenho problemas de confiança”. “Na verdade, não confio muito nas religiões organizadas”, ressaltou. “No entanto, no programa em que estou, somos encorajados a reconhecer um poder superior que é maior do que nós. Então, para mim, a Mãe Divina é o yin e o yang. É o Alfa e o Ômega. É o fim e o começo. E é tudo ao nosso redor. “E quando você se abre para isso, é como sentir uma brisa no dia mais quente de verão. É como um copo de chá gelado. Você sente aquela doçura e sua sede é saciada. É lindo”, acrescentou Corey. “Levei tempo para aprender a ouvir isso e nunca fui uma pessoa religiosa. Nunca fui uma pessoa espiritual. Mas abandonar isso, o incrível peso do ego, me ajudou a ouvir”, completou o roqueiro. Corey Taylor está aproveitando um período de descanso, já que nem ele nem o Slipknot têm shows agendados no momento. Via: Rockbizz

Gene Simmons diz que quem não gosta dos EUA deve voltar “para o lugar de onde veio”
Gene Simmons voltou a dar declarações políticas durante um show de sua banda solo, realizado no Summerfest, em Milwaukee. O baixista e vocalista do KISS afirmou que os Estados Unidos são “o maior país do planeta” e criticou a imigração ilegal. O show aconteceu na última sexta-feira, 03 de julho, véspera do 250º aniversário da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Antes de começarem a tocar a música “Let Me Go, Rock ‘N’ Roll”, Simmons disse que o grande número de imigrantes ilegais seria uma prova da atratividade do país. “Caso vocês não saibam, vocês são abençoados. Vocês vivem no melhor país do planeta. E esse país se chama Estados Unidos. Bem, quero explicar por que reservei um minuto para falar sobre os Estados Unidos: se você esteve dormindo nos últimos 250 anos, amanhã é o 250º aniversário dos Estados Unidos. Este é o maior país do mundo. É por isso que temos entre 20 e 30 milhões de imigrantes ilegais. Por quê? Porque eles estão dispostos a infringir a lei e vir para o maior país do planeta, bem aqui. Temos mais imigrantes ilegais do que a população da maioria dos países do planeta. Isso é um fato”, disse Gene em seu discurso [via Blabbermouth]. O músico lembrou que nasceu em Israel e destacou que se tornou cidadão americano seguindo os trâmites legais de imigração. Segundo ele, respeitar as leis do país é essencial para conquistar os direitos oferecidos aos cidadãos. “Eu mesmo sou imigrante, mas legal. Vim pelo caminho legal. Você espera na fila, respeita o país, respeita suas leis e então se torna cidadão dos Estados Unidos da América. E, em troca, você tem policiais que arriscam suas vidas para protegê-lo. […] Você tem um sistema escolar que é seu, e tudo é gratuito . Polícia, bombeiros, escola — tudo gratuito . Tudo o que você precisa fazer é seguir a lei e fazer tudo legalmente, ok?” Ele continuou: “Os políticos falam muito, mas os veteranos arriscaram suas vidas. Todos deram um pouco, alguns deram tudo. Não se esqueçam. Então, da próxima vez que você for a um Starbucks e vir alguém de uniforme, dê um passo para o lado e abra caminho para um verdadeiro herói. Isso é o mínimo que você pode fazer. E se você não gosta da América, por favor, volte para o lugar de onde você veio.” Gene Simmons perdeu trabalhos após falar sobre Donald Trump No ano passado, quando o KISS havia sido selecionado para uma homenagem no Kennedy Center Honors, Simmons afirmou estar “profundamente honrado” com o fato e descreveu a banda como “a personificação do sonho americano”. Após o evento, Gene revelou que sua recusa em desrespeitar o político lhe custou a perda de alguns shows. “Existe essa coisa de ser cancelado. Sou abençoado. Quando você atinge uma certa zona de conforto financeiro, isso não afeta”, disse ele. “Houve talvez dois ou três shows em que alguém me perguntou diante das câmeras, localmente, enquanto eu dava entrevistas: ‘O que você acha do presidente?’. E eu disse: ‘Não tenho nenhum problema em receber o Kennedy Center Awards. Ele é o presidente dos Estados Unidos e foi legalmente eleito para o poder’. E essa ideia de ficar falando ‘Trump isso’ e ‘Trump aquilo’. Não, é Presidente Trump, assim como um médico. Eu posso não gostar do meu médico, mas ele é um médico. Doutor fulano de tal. E esse não foi um sentimento popular”, completou. LEIA TAMBÉM: Gene Simmons revela que perdeu trabalhos após falar de Donald Trump Via: WikiMetal

O dia em que John Bonham fez seu último show com o Led Zeppelin
Há 46 anos, no extinto ginásio Eissporthalle, em Berlim, na Alemanha, a formação clássica do Led Zeppelin subiu ao palco para o que viria a ser a sua última apresentação. Naquele momento, o icônico quarteto formado por Robert Plant, Jimmy Page, John Paul Jones e, principalmente, o baterista John Bonham jamais imaginava que o show final da Tour Over Europe 1980 ficaria marcado como a derradeira performance ao vivo de Bonzo, pelo fato de que ele viria a falecer pouco mais de dois meses depois, dando fim a uma das maiores formações que o rock já viu. No entanto, para entender o peso histórico que a apresentação possui, é necessário voltar para o ano de 1979 e compreender como a banda estava internamente e quais eram seus planos futuros. Tour Over Europe prepararia o Led Zeppelin para grande tour norte-americana Em 1979, o grupo havia retornado aos palcos britânicos para duas históricas performances no festival de Knebworth e, embora tenham reunido um público aproximado de 200 mil pessoas em dois finais de semana, os shows evidenciaram que o excesso de grandiosidade, pirotecnia, os longos solos de guitarra e os dois anos afastados dos palcos haviam deixado uma clara falta de química entre os integrantes. Por conta disso, o empresário Peter Grant, tendo Jimmy Page ao seu lado, decidiu organizar shows europeus no verão de 1980 com um claro objetivo: servir de preparação para a aguardada turnê Led Zeppelin – The 1980s, Part One, com dezenove datas marcadas para os Estados Unidos. Último voo do Zeppelin aconteceu em Berlim Sob o contexto de “voltar às origens”, o quarteto chegou a Berlim Ocidental no dia 07 de julho de 1980 para a última data da turnê europeia e trouxe um setlist de 14 músicas que transitava entre o início da carreira e faixas complexas de seus álbuns mais recentes, especialmente In Through The Out Door, lançado um ano antes. O público alemão presente pôde conferir os principais hits como “Black Dog”, “Kashmir”, “Trampled Under Foot”, “Rock and Roll” e a atemporal “Stairway to Heaven”, marcada pela sua maior duração em um show da banda: 17 minutos. Contudo, o momento mais emblemático da noite ficou reservado para o bis, quando o grupo tocou uma versão estendida de quase 15 minutos de “Whole Lotta Love”, em uma performance que ficou marcada como as últimas notas tocadas ao vivo pela formação clássica do Led Zeppelin. Morte de Bonzo Após a apresentação, a expectativa dos fãs se voltou para os shows na América do Norte programados para iniciar em outubro, mas em 25 de setembro, um dia após o início dos ensaios, a turnê foi cancelada devido a uma notícia que abalaria o mundo do rock: John Bonham morreu precocemente aos 32 anos de idade, vítima de asfixia acidental após ter engasgado com seu próprio vômito enquanto dormia e ter consumido cerca de 40 doses de vodka em um período de 24 horas. Exatos 70 dias depois, em 04 de dezembro de 1980 e com John na “escadaria para o paraíso”, o Led Zeppelin anunciava o fim de suas atividades em um comunicado oficial à imprensa que mudaria a música para sempre: o dirigível teve dano irreversível. “Desejamos que saibam que a perda de nosso querido amigo e o profundo sentimento de harmonia indivisível sentido por nós e por nosso empresário nos levaram a decidir que não poderíamos continuar como éramos”, escreveu o grupo [transcrição via Ultimate Classic Rock]. LEIA TAMBÉM: Como a raiva inspirou a bateria de John Bonham em “Stairway to Heaven” Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne detestava a terminologia heavy metal: “Vai do Poison ao Black Sabbath”
No final dos anos 1960, o movimento hippie não dava conta de dar voz a todos os sentimentos que estavam entalados no coração e na garganta das gerações após a Segunda Guerra. O cenário não era de paz, amor, incenso de patchouli e toda baboseira de gente bicho-do-mato. A atmosfera era sombria e pesada, praticamente claustrofóbica e sem um pingo de vislumbre de algo positivo. No entanto, quatro jovens da classe trabalhadora inglesa souberam ler o espírito do tempo e tiveram a sensibilidade de criar uma música que falasse diretamente com as pessoas que se sentiam à margem do ideal flower power. Para uns indivíduos, a música de Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) era apenas uma cacofonia. Outras pessoas sempre cismaram que o trítono de suas canções eram invocações ao Capiroto. Porém, se tratava da mais fina flor que a música contemporânea pôde conceber. Mesmo com certa relutância de seus criadores, o batismo do novo gênero musical foi de heavy metal. A receita era composta por muitos riffs colossais, letras profundas, cozinha sofisticada assentada no jazz, blues e na arte de nomes da motow e o vocal era tão potente quanto a intensidade do Sol. Em 2016, batendo um papo com a revista Rolling Stone, o saudoso Ozzy, no entanto, falou que detestava a terminologia heavy metal. De acordo com o Madman, o termo metal engloba diversas bandas que pouco ou nada têm a ver com o Sabbath. “Detesto essa terminologia heavy metal, porque vai do Poison ao maldito Black Sabbath, e há uma diferença enorme entre eles”. Apesar da crítica, o Príncipe das Trevas não ficava vociferando impropérios ao estilo, tampouco aos colegas de profissão que sempre acolheram de corpo e alma o rótulo em suas carreiras. Ele focou em seu som, que abarcava inúmeras facetas sonoras, entre elas o metal. Via: Rockbizz

Black Sabbath anuncia seu primeiro livro oficial que incluirá entrevistas com os quatro membros originais
O Black Sabbath acaba de anunciar o lançamento de seu primeiro livro oficial. Intitulado The Masters of Reality – Why Black Sabbath Matter, o livro documenta a trajetória notável da banda, desde sua formação em Birmingham, no final dos anos 1960, até o épico show de despedida, Back To The Beginning, realizado em julho de 2025. Com supervisão do fotógrafo Ross Halfin – amigo de longa data do grupo -, a obra traz um vasto acervo de fotos raras e itens de memorabilia, além de textos dos jornalistas Geoff Barton e Dave Ling (da revista Classic Rock), que entrevistaram os quatro membros originais da banda. O livro será publicado em outubro pela Rufus Publications e já está disponível para pré-venda em rufuspublications.com/rufusbooks/sabbath/. “Ozzy e Sharon queriam que o livro fosse lançado logo após o show final em Birmingham”, revelou Ross Halfin, “mas o falecimento repentino de Ozzy fez o mundo da música parar. Ozzy estava totalmente envolvido com o projeto e assinou as folhas de autógrafo meses antes do show de despedida, assim como todos os outros integrantes da banda. Por isso, achamos que agora – um ano após o Back to the Beginning – era o momento certo para anunciar o projeto. É um livro que, na nossa opinião, celebra tanto o Black Sabbath quanto Ozzy, ilustrando a enorme importância de ambos. Espero que os fãs gostem.” The Masters of Reality – Why Black Sabbath Matter será lançado em três edições: Super Deluxe Signed Metal Edition (apenas 200 exemplares numerados), Super Deluxe Signed Edition (apenas 300 exemplares numerados) e Standard Edition. Via: Rockbizz

Energia do palco e a emoção do público: Angra revela as datas da Holy Land 30th Anniversary Tour
Energia do palco e a emoção do público! O Angra revelou as datas da Holy Land 30th anniversary Tour. O giro terá datas em alguns países da América Latina como Chile, Argentina e Peru, além da Tailândia, Xangai e Japão. Em nosso país, a banda de power metal vai se apresentar aos fãs do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo – esta última cidade receberá dois espetáculos. Pelas redes sociais, o grupo mostrou que está bastante ansioso para reencontrar os fãs e recordar os seus clássicos. “A energia do palco, a emoção do público… Em breve estaremos na estrada para viver tudo isso com vocês mais uma vez”. A publicação ainda conta com todas as datas da tour. Veja: Holy Land é o segundo álbum do Angra, cujo lançamento original foi em 23 de março de 1996. O disco logo se tornou referência, com duração perto de uma hora, apresentando a mistura perfeita entre o heavy metal e influências da cultura brasileira. Conceitualmente, o disco é bastante complexo, já que aborda a época das navegações entre os séculos XV e XVI, com ênfase no descobrimento do Brasil em 1500. Atualmente, o Angra conta com os trabalhos de Alírio Netto (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo), Marcelo Barbosa (guitarra) e Bruno Valverde (bateria). Via: Rockbizz

A música do Iron Maiden inspirada em ‘Duna’ que irritou Frank Herbert
Presente no álbum Piece of Mind (1983) e considerada uma das melhores faixas lado-b da discografia do Iron Maiden, “To Tame a Land” conta com uma história que muitos fãs talvez não saibam: seu nome original. Escrita por Steve Harris, a música de 7 minutos de duração é o resumo da paixão do baixista pelo livro de ficção científica Duna, escrito pelo autor norte-americano Frank Herbert. Por conta disso, Steve tinha em mente batizar a última faixa do álbum com o nome do livro, mas acabou esbarrando na recusa do autor e em sua aversão, especialmente, por bandas de metal. Empresário do Iron Maiden chegou a procurar representantes de Herbert Na época das gravações, o empresário da Donzela de Ferro, Rod Smallwood, entrou em contato com os representantes de Herbert para pedir permissão não apenas na utilização do título original, mas para incluir também uma narração falada do livro na introdução da faixa, repetindo a fórmula usada em “The Prisoner” e “The Number of the Beast”, em 1982. A resposta, no entanto, foi curta e grossa. Enviada pelo agente do autor literário, a mensagem foi categórica ao negar o pedido: “Frank Herbert não gosta de bandas de rock, particularmente de rock pesado, e especialmente de bandas como o Iron Maiden”, escreveu [transcrição via Consultoria do Rock]. Sob medo de ser processada por direitos autorais, a banda precisou agir rapidamente para não atrasar o lançamento de Piece of Mind e alterou o título para “To Tame a Land” (“Para domar uma terra”). Entretanto, a mudança de última hora causou uma falha de comunicação, uma vez que subsidiárias da gravadora EMI na Itália e em Portugal adiantaram-se na produção do álbum, e atribuiram erroneamente o título “Dune” para a faixa de encerramento nas capas e adesivos do vinil (mesmo que os encartes indicassem o nome correto, “To Tame a Land”), em um erro que seria corrigido apenas na prensagem seguinte. [via Minuto HM]. Encarte do álbum ‘Piece of Mind’. Créditos: Reprodução/Reddit Faixa apresentou livro para milhares de fãs Mesmo com a hostilidade do autor, Steve não abriu mão de homenagear a obra na faixa, cuja letra possui diversas referências ao universo do livro, em especial ao protagonista Paul Atreides, aos guerreiros fremen, ao planeta Caladan, ao teste de dor com o veneno “gom jabbar” e ao título messiânico Muad’Dib. Ironicamente, ao barrar o uso do título devido ao seu preconceito contra o heavy metal, Frank Herbert jamais imaginava que estava ganhando uma enorme propaganda gratuita, pois, ao manter as referências na letra, o Iron Maiden acabou apresentando o universo de Duna para milhares de fãs de metal ao redor do mundo, com a música se tornando uma das mais fiéis homenagens já feitas ao livro e à ficção científica. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden: Relembre 4 momentos históricos da banda no Brasil Via: WikiMetal

Asia revela detalhes do novo álbum Indigo
O Asia revelou detalhes do novo álbum Indigo, que sairá em 06 de novembro pelo selo italiano Frontiers Music Srl. O time que deu vida ao disco consistiu em Geoff Downes (teclado), Virgil Donati (bateria), John Mitchell (guitarra) e Harry Whitley (baixo, vocal). A gravação da obra rolou ao longo de 2025, bem como a produção que ficou na responsabilidade de Downes e banda. Com mixagem e masterização de John Mitchell, Indigo captura o espírito inconfundível do Asia, injetando-lhe vitalidade e renovação. Indigo tem a participação especial de Steve Howe, lendário guitarrista do Yes, e Mike Portnoy, baterista do Dream Theater. Eles aparecem nas faixas Chesapeake Bay e Tattoo Indigo (Part 3), respectivamente. Como prévia do trabalho, a banda liberou o single The Traveller (Into The Light). Confira: Track listing de Indigo: 01. The Traveller (Into The Light)02. Change Of Heart03. Arcadia04. Is This The Life?05. Tattoo Indigo (Part 1)06. Tattoo Indigo (Part 2)07. Tattoo Indigo (Part 3)08. Life In The Sun09. Hymn For The Fallen10. Night And Day11. Valencia (The Ghost Ship)12. An Elegy13. Chesapeake Bay (com Steve Howe)14. On A Winters Night15. Echo Of You16. Tattoo Indigo (Part 3) (com Mike Portnoy) (bônus) Via: Rockbizz

Paul McCartney canta música dos Beatles após 62 anos em casamento de Taylor Swift
Paul McCartney surpreendeu os convidados do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce, na última sexta-feira, 03, ao cantar “I Want to Hold Your Hand”, um dos maiores sucessos dos Beatles. Esta foi a primeira vez em em mais de seis décadas que o músico apresentou a canção ao vivo, tornando o momento um dos destaques da celebração. Segundo o setlist.fm , a última vez que McCartney tocou “I Want to Hold Your Hand” ao vivo foi em 20 de setembro de 1964, durante um show da banda em Nova York. A apresentação aconteceu durante a festa de casamento realizada no Madison Square Garden, em Nova York. De acordo com a People Magazine, McCartney subiu ao palco após a cerimônia e escolheu justamente a música que ajudou a impulsionar a Beatlemania nos Estados Unidos no início dos anos 1960. Segundo uma fonte da revista People, além de Paul McCartney, a cantora Stevie Nicks também se apresentou durante a festa. “Após a cerimônia, a mãe de Taylor convidou todos para o salão de recepção, onde um palco havia sido montado”, disse a fonte. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Liam Gallagher, do Oasis, celebra vitória da Inglaterra na Copa do Mundo Via: WikiMetal

Megadeth cancela apresentação em festival por problemas técnicos e revolta fãs
O Megadeth cancelou sua apresentação no festival EvilLive, marcada para 05 de julho, devido a problemas técnicos fora de seu controle. Pelas redes sociais, o grupo informou o seguinte: “Devido a problemas técnicos fora do nosso controlo, estamos tristes e frustrados por partilhar com vocês que não poderemos tocar esta noite em Lisboa. Nunca queremos decepcioná-los, e estamos tão decepcionados quanto vocês com esta situação. E estamos ansiosos para voltar para dar o show que vocês merecem”. Segundo informações do Blabbermouth, que ouviu um fã que estava no evento, o palco “parecia estar completamente pronto” para a apresentação do Megadeth cerca de 20 minutos antes do horário previsto para o início da banda (20h50). “No entanto, a banda nunca subiu ao palco”. A fonte do site ainda contou que a equipe técnica da banda testou repetidamente as guitarras, microfones e outros equipamentos. A música de fundo parou por um tempo, aumentando a expectativa do público de que o show estava prestes a começar, mas voltou inesperadamente. Vários membros do staff foram à mesa de som para tentar resolver o problema técnico, mas, depois de aproximadamente 30 minutos de tentativas de resolução de problemas, saiu o anúncio de que o Megadeth não tocaria. Com isso, alguns fãs ficaram bem bravos, vaiaram e começaram a jogar copos plásticos no palco, que ainda estava com a equipe do Megadeth desmontando os equipamentos. Via: Rockbizz