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Ozzy Osbourne participou de protesto contra ele mesmo e ninguém o reconheceu
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10/07/2026

Ozzy Osbourne participou de protesto contra ele mesmo e ninguém o reconheceu

O rock e o metal são dois estilos musicais que sempre incomodaram a sociedade e sempre foram alvos de protestos por gente que se considera ilibada. Com isso, as bandas, principalmente nos anos 1980, período em que a música pesada estava comandando o mercado, eram alvos certeiros dos supostos cidadãos de bem. Ozzy Osbourne era inimigo número um devido os episódios com o morcego, pombo e xixi no Álamo, monumento da cidade de San Antonio, no Texas, Estados Unidos. O teor lírico de canções como Mr. Crowley e Suicide Solution alimentaram ainda mais as polêmicas em torno do artista. Certa vez, incomodado com a situação, Ozzy Osbourne participou de protesto contra ele mesmo e ninguém o reconheceu. O Príncipe das Trevas contou a história em entrevista ao programa Sky Trax em 1986, quando estava prestes a iniciar a perna norte-americana da The Ultimate Sin Tour. Depois que o jornalista Mick Wall o questionou sobre as coisas estranhas e maravilhosas que já aconteceram nas turnês pelos Estados Unidos. Ozzy disse: “Eu sempre espero protestos, marchas e banners ao longo das turnês, o que é engraçado”. Ele completou: “Teve uma vez que aconteceu uma coisa engraçada, eu pensei: ‘Essas pessoas realmente sabem quem eu sou’? E tinha uma procissão fora do local do show – eu não me lembro exatamente onde foi esse show. Mas eu peguei um cabo de vassoura, fiz um cartaz com a frase ‘Smile, Have a Nice Day’ [‘Sorria, Tenha um Bom Dia’, em tradução livre], me juntei à procissão e ficamos dando volta ao redor da casa de show. Eles nem se deram conta que eu estava lá”. Quando o assunto envolve a trinca rock n’ roll, loucuras e anos 80, o nome Ozzy Osbourne está envolvido; na verdade, encabeça a história, pois o cantor sempre foi protagonista das mais loucas histórias. Participar do protesto contra ele mesmo foi mais uma para a conta. Via: Rockbizz

Anthrax mostra o poder sonoro do novo álbum com The Edge Of Perfection
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10/07/2026

Anthrax mostra o poder sonoro do novo álbum com The Edge Of Perfection

O Anthrax mostrou o poder sonoro do novo álbum com The Edge Of Perfection, segundo single de seu tão aguardado 12º álbum de estúdio, Cursum Perficio, que sairá em 18 de setembro pela Nuclear Blast Records e Megaforce Records (América do Norte). O clipe transporta o herói de um sonho para uma noite mágica no qual ele enfrenta o mal do submundo, intercalado com cenas da banda tocando ao vivo. O vídeo conta com a participação do artista marcial Wes Scarpias, da atriz Ashley Edner-Tancharoen e dos atores Troy James, Rick Baker, Rod Maxwell e Fedor Steer. Sobre a faixa, o guitarrista Scott Ian disse: “É o predador alfa das músicas do Anthrax. Acho que é a melhor música que já escrevemos e a melhor coisa da qual já fiz parte criativamente. Qual é a emoção mais poderosa que me move mais do que qualquer outra coisa? Claro que é o amor. Nada me move tanto quanto o sentimento profundo que tenho pela minha esposa e pelo meu filho. Viverei no limite desse sentimento pelo resto da minha vida. Isso é meu, mas há muitas maneiras de estragar tudo. Eu já estraguei tudo em fases passadas da minha vida, mas isso me trouxe até onde estou hoje. O amor é a perfeição, e eu gosto de estar no limite dele. Não quero que tudo seja sobre as mesmas merdas de sempre. Este disco tem muito amor, muita diversão e um pouquinho de ódio”. As gravações do novo trabalho aconteceram no Studio 606 em Los Angeles, Estados Unidos, local que pertence a Dave Grohl (Foo Fighters, ex-Nirvana). A produção da obra ficou nas mãos de Jay Ruston (Stone Sour, Paul Gilbert, Motor Sister e outros). Cursum Perficio estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto duplo, vinil colorido duplo (vermelho, lilás, laranja e branco) e digital. Atualmente, o Anthrax conta com os trabalhos de Joey Belladonna (vocal), Scott Ian (guitarra e backing vocal), Frank Bello (baixo e backing vocal), Charlie Benante (bateria) e Jon Donnais (guitarra). Track listing de Cursum Perficio: 01. Persistence Of Memory02. The Long Goodbye03. It’s For The Kids04. Everybody’s Got A Plan05. The Edge Of Perfection06. Infectious07. NYC9308. Cursum Perficio09. T.O.M.B10. Watch It Go11. My Victory Via: Rockbizz

Membros do Mastodon sobre morte de Brent Hinds: “Luto que nunca esperamos”
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10/07/2026

Membros do Mastodon sobre morte de Brent Hinds: “Luto que nunca esperamos”

Mastodon compartilhou um vídeo inédito de 35 minutos no qual os integrantes Brann Dailor, Troy Sanders e Bill Kelliher refletem sobre a relação com o cofundador, guitarrista e vocalista Brent Hinds, que deixou a banda em março de 2025 e faleceu após sofrer um acidente de moto cinco meses depois, em agosto. Na descrição do material, intitulado The Mastodon in the room, o grupo explicou a decisão de se manifestar tão abertamente. Segundo os integrantes, a ideia é iniciar um novo capítulo e encerrar todas as especulações sobre a complexa relação de 25 anos com o saudoso músico. “Ao entrarmos em um novo capítulo do Mastodon, queremos fazer isso da maneira certa e falar sobre o Brent. Todos nós vimos os clipes, manchetes e especulações, mas não contamos nossa história com nossas próprias palavras sobre nosso relacionamento de 25 anos”, disse a banda [transcrição via Blabbermouth]. Em relação à perda de Hinds, os integrantes afirmaram que não é “um assunto fácil de dizer”, uma vez que o guitarrista “era a família” deles. “Ele era um homem selvagem, o nosso homem selvagem, e isso trazia alguns desafios. Ambas as coisas são verdadeiras e não estamos interessados em buscar uma verdade sobre a outra. Perdê-lo significou lidar com um tipo de luto que nunca esperamos. Sem mais abraços, sem mais ‘high fives’, sem mais desentendimentos, sem mais reconciliações. Essa parte tem sido difícil, é real”, completou o grupo. Mastodon homenageia Brent Hinds em novo single “Your Ghost Again” Mastodon transforma luto em arte com o novo single “Your Ghost Again”. A música marca o primeiro material inédito da banda desde a morte do guitarrista e vocalista Brent Hinds, em agosto passado, aos 51 anos, sendo uma homenagem ao músico, um dos fundadores do grupo. “Your Ghost Again” é o primeiro single do nono álbum de estúdio da banda, com lançamento previsto para o final do ano. Em um vídeo do anúncio do novo single, Brann Dailor, baterista e vocalista do Mastodon, disse: “Your Ghost Again’ fala sobre quando você perde alguém próximo, alguém com quem você conviveu a maior parte da sua vida. Quando estávamos gravando em estúdio, eu ficava vendo Brent. Eu o via à minha direita segurando o violão, porque era ali que ele costumava ficar. É a mesma coisa com a minha mãe: eu continuo vendo ela. Eu estava cantando sobre o que eu estava vendo, e eu estava vendo fantasmas.” LEIA TAMBÉM: Polícia confirma que Brent Hinds, ex-Mastodon, foi culpado pelo acidente fatal de moto Via: WikiMetal

Iron Maiden não iria ao Rock Hall 2026 mesmo se pudesse, diz Steve Harris
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10/07/2026

Iron Maiden não iria ao Rock Hall 2026 mesmo se pudesse, diz Steve Harris

Steve Harris e Bruce Dickinson falaram sobre a introdução do Iron Maiden à Classe de 2026 do Rock and Roll Hall of Fame. Segundo o baixista, a banda não compareceria à cerimônia mesmo estando com sua agenda livre, pois ele “não faz esse tipo de coisa”. Em entrevista à Metal Hammer, Steve respondeu se houve discussões internas sobre a possibilidade de a Donzela de Ferro recusar a homenagem. O músico negou qualquer conversa desse tipo e afirmou que isso nunca lhe incomodou, uma vez que sua banda não foca em ganhar prêmios. “Não. Houve apenas comentários de alguns membros da banda aqui e ali. Bruce tem seus próprios sentimentos fortes sobre isso, o que é a opinião dele. Isso nunca me incomodou muito de um jeito ou de outro, porque não é por prêmios que fazemos isso”, disse [transcrição via Blabbermouth]. No entanto, o baixista revelou que vê um lado positivo na indicação.”De um jeito estranho, estou feliz que tenha acontecido para que os americanos parem de bater nessa mesma tecla. Para mim, se te oferecem algo, você diz: ‘Muito obrigado’. Mas perdi o sono por conseguir ou não? Não”, complementou. Por outro lado, Dickinson, que já criticou a premiação diversas vezes, afirmou não ter “energia” para fazer isso novamente. “Eu aprecio que um número significativo de pessoas esteja feliz por nós. Isso é legal. Mas não é algo com o qual nos importamos”, falou. Questionados se iriam à cerimônia caso não estivessem na estrada, os músicos disseram: “Não”, respondeu Bruce de forma direta. “Eu não faço esse tipo de coisa”, complementou Steve. “Não fui nem ao recente evento de tapete vermelho do documentário [Iron Maiden: Burning Ambition] do Maiden. Não faz o meu estilo”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Nicko McBrain fala sobre introdução do Iron Maiden ao Rock Hall of Fame 2026 Via: WikiMetal

The Rolling Stones lança álbum ‘Foreign Tongues’ com cover de Amy Winehouse
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10/07/2026

The Rolling Stones lança álbum ‘Foreign Tongues’ com cover de Amy Winehouse

The Rolling Stones lançam nesta sexta-feira, 10, seu aguardado novo álbum de estúdio Foreign Tongues. O que chamou atenção é que os nomes das músicas apareceram traduzidos em diferentes idiomas ao redor do mundo. Algumas músicas ganharam versões dos títulos em francês, japonês, espanhol e até em português, acompanhando a proposta do projeto. O álbum apresenta performances de destaque de Jagger, Richards e Wood, ao lado de seus principais colaboradores, incluindo Darryl Jones, Matt Clifford e Steve Jordan. Também conta com uma participação especial de Charlie Watts, gravada em uma de suas últimas sessões de gravação, antes de seu falecimento, em 2021. Contribuições adicionais vêm de um impressionante elenco de artistas convidados, incluindo Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith, do The Cure, e Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers. Como já havia sido revelado anteriormente, o disco inclui uma versão de “You Know I’m No Good”, de Amy Winehouse – traduzida para o polonês como “Wiesz, ze jestem do niczego”. Já a faixa “Divine Intervention” está traduzida para o português como “Intervenção Divina”. Questionado pelo NME sobre o motivo de terem escolhido fazer um cover de Winehouse, Mick Jagger respondeu: “Acho que tudo isso faz parte da leve influência britânica. Dez das faixas [do álbum] foram gravadas em Londres… Fizemos praticamente o arranjo dela. Na mesma tonalidade – e eu toquei a parte dos metais na gaita, o que foi divertido porque é sempre divertido tocar gaita em tom menor.” A banda vem sutilmente gerando expectativa para este anúncio, a partir do lançamento exclusivo em vinil de uma edição limitada white label (com o rótulo em branco) da faixa “Rough and Twisted”, sob o nome The Cockroaches. Refletindo sobre o processo de gravação, Mick Jagger disse: “Adoro fazer essas sessões de gravação em Londres, no Metropolis. Foram algumas semanas muito intensas gravando Foreign Tongues. Tínhamos 14 faixas excelentes e fomos o mais rápido que pudemos. Gosto da sala lá, pois não é muito grande, então dá para sentir a paixão de todos no ambiente”. LEIA TAMBÉM: The Rolling Stones podem abandonar turnês e apostar em residências Via: WikiMetal

Interpol canaliza tensão entre passado e futuro em novo single “Iron City”
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10/07/2026

Interpol canaliza tensão entre passado e futuro em novo single “Iron City”

O Interpol compartilhou seu mais recente single, “Iron City”. A faixa é a terceira a ser extraída de seu aguardado álbum This Mirror Weighs a Ton, que chega em 28 de agosto via Partisan Records. “Iron City” encontra o Interpol canalizando a tensão entre passado e futuro que percorre todo This Mirror Weighs a Ton. Os versos de Paul Banks transitam por sonhos recorrentes e momentos solitários no Central Park, tudo em diálogo com uma consciência futura que observa a humanidade, borrando a linha entre criador e criação. O refrão recorrente, “I can feel your love, iron city”, ancora a canção em meio a guitarras, seção rítmica propulsiva e texturas atmosféricas. Produzido por Andrew Wyatt e mixado por David Fridmann (Sleater-Kinney, MGMT), This Mirror Weighs a Ton expande a paleta sonora do Interpol com a adição de cordas, sopros, camadas de harmonias vocais, violão acústico e design de som experimental, mantendo ao mesmo tempo a abordagem rítmica e melódica característica da banda. O álbum foi gravado no estúdio de Wyatt no Lower East Side de Manhattan, marcando a primeira vez que a banda faz um disco em sua base original em mais de uma década. As duas primeiras, “This Mirror Weighs a Ton” e “See Out Loud”, oferecem um ponto de entrada no mundo do álbum e chegaram com elogios da Rolling Stone, The Guardian, Pitchfork, NME, The Fader e mais. Enquanto a primeira faixa é expansiva e textural, levando o som da banda a novos territórios, a segunda canaliza a energia do clássico Interpol e conta com uma rara incursão vocal de Daniel Kessler. Nos últimos dois anos, o Interpol permaneceu em movimento quase constante, sendo headliner de arenas e festivais pela Europa, América Latina e Ásia, com streaming em alta histórica e públicos que continuam a crescer mundialmente. LEIA TAMBÉM: Interpol e Viagra Boys transformam Audio em um ponto de ebulição antagônico mas funcional Via: WikiMetal

Rafael Bittencourt explica por que considera Holy Land um álbum único no heavy metal
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10/07/2026

Rafael Bittencourt explica por que considera Holy Land um álbum único no heavy metal

Holy Land é o segundo álbum do Angra, cujo lançamento original foi em 23 de março de 1996. O disco logo se tornou referência, com duração perto de uma hora, apresentando a mistura perfeita entre o heavy metal e influências da cultura brasileira. Conceitualmente, o disco é bastante complexo, já que aborda a época das navegações entre os séculos XV e XVI, com ênfase no descobrimento do Brasil em 1500. Em vídeo compartilhado nas redes sociais da banda, o guitarrista Rafael Bittencourt explicou por que considera Holy Land um álbum único no heavy metal. “Eu acredito que Holy Land ainda soa muito poderoso. O que o torna muito poderoso até hoje é que ele é honesto e muito original pelo fato de sermos muito diferentes da base do metal. Quando você pensa em metal em seu estereótipo, você pensa na cultura britânica e saxônica, na cultura nórdica, no medieval europeu, mitologias e idade das trevas. Isso abrange o ambiente principal do metal”. Bittencourt seguiu com a sua reflexão: “Mas viemos de um país tropical, é muito quente e úmido; temos um cenário completamente diferente, então é diferente por causa disso, mas também porque falamos sobre tópicos existenciais como medo, ânsia pelo sucesso, vontade de se destacar quando você é adolescente e querer ser popular na escola. Tudo isso traz muita ansiedade e emoções”. “Então, usamos esse tipo de emoção em um ambiente diferente, usamos muitas emoções do metal, mas convertidas à nossa cultura e nosso próprio cenário”, completou o guitarrista”. Via: Rockbizz

Keith Richards diz que Paul McCartney “sente falta de estar em uma banda”
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09/07/2026

Keith Richards diz que Paul McCartney “sente falta de estar em uma banda”

Keith Richards, guitarrista do Rolling Stones, afirmou que Paul McCartney “sente falta de estar em uma banda”. Assim como no álbum anterior, Hackney Diamonds (2023) – no qual McCartney tocou baixo na faixa Bite My Head Off -, o ex-Beatle toca baixo novamente na música Covered In You, presente no novo álbum dos Stones, Foreign Tongues, que tem lançamento previsto para 10 de julho. A colaboração de 2023 marcou a primeira vez que McCartney tocou um instrumento em uma gravação de seus antigos rivais. Vale destacar que tanto Hackney Diamonds quanto Foreign Tongues têm produção de Andrew Watt, que também comandou o álbum mais recente de McCartney, The Boys of Dungeon Lane, trabalho que motivou a parceria entre eles. Agora, em uma nova entrevista para a Apple Music, Richards falou sobre o trabalho com McCartney, acreditando que ele gostou muito da experiência. “Percebi que o Paul realmente sente falta de estar em uma banda. E a alegria dele em estar nesse contexto é enorme. Então, se houver mais músicas para fazer, eu aviso você, Paul”, disse o guitarrista. Richards também refletiu sobre a longa relação entre eles: “Conheço o Paul praticamente desde que os Beatles começaram, desde que nós começamos, mas sempre de forma periférica; John e Paul fizeram alguns vocais de apoio para nós lá atrás, em We Love You e Dandelion, acho que em 1967 ou algo assim”. E acrescentou: “Mas, fora isso, é ótimo ter alguém da sua própria época, de muito tempo atrás. Ele é um músico fantástico e eu gostaria de fazer mais coisas com ele”. Enquanto isso, na noite passada (08 de julho), Ronnie Wood e Mick Jagger, do Rolling Stones, subiram ao palco em um evento intimista em Londres para apresentar, pela primeira vez ao vivo, a nova faixa Ringing Hollow. Veja abaixo: So this just happened in London… 👀Mick and Ronnie have surprised guests at a special event, with a performance of Ringing Hollow, from the new album Foreign Tongues – out this Friday! pic.twitter.com/c2mmwL03Z4 — The Rolling Stones (@RollingStones) July 8, 2026 Via: Rockbizz

Axl Rose (Guns N’ Roses) já soltou os bichos contra o Europe: “Lixo mais pretensioso que já ouvi”
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09/07/2026

Axl Rose (Guns N’ Roses) já soltou os bichos contra o Europe: “Lixo mais pretensioso que já ouvi”

O mundo conhece o Axl Rose como o frontman do Guns N’ Roses, como o rock star que já teve uma das vozes mais potentes da música pesada e como um cara intempestivo e de personalidade bastante volátil a ponto de cancelar ou atrasar apresentações sem nenhum traço de preocupação e arrependimento. Ele também não tem papas na língua, ou seja, fala o que pensa e doa a quem doer. Em 1987, durante entrevista à revista japonesa Rockin’on, Axl Rose soltou os bichos contra o Europe. Ele não pensou duas em chamar a banda sueca de “lixo mais pretensioso que já ouviu”. Ele começou exaltando o som do Guns: “Temos guitarras altas, guitarras de verdade, baterias de verdade. As guitarras não são as mesmas nos discos de muitas pessoas… É atenuada, ou de uma maneira diferente”. A estrela do rock completou sua reflexão criticando o conjunto europeu: “Agora, uma banda sobre a qual não me importo de dizer nada é o Europe. É o lixo mais pretensioso que já ouvi, feita por pessoas talentosas que poderiam estar fazendo muito mais da vida, na minha opinião”. “Você pode me dizer que todos esses caras estão felizes com o que fazem, e eu simplesmente não acredito”, concluiu em tom irônico. Com a idade e a maturidade se fazendo mais presente, o Axl do velho testamento vem perdendo espaço e cedendo às vezes para um indivíduo mais calmo e, quiçá, zen. Não tem mais jornalistas saindo chorando de coletivas de imprensa, televisão sendo arremessada de janela de quarto de hotel e atrito com os fãs e colegas de profissão, o que é bom para todo mundo – especialmente para Rose. Via: Rockbizz

Iron Maiden não iria ao Rock And Roll Hall Of Fame mesmo se não estivesse em turnê: “Não é a minha praia”, afirma Steve Harris
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09/07/2026

Iron Maiden não iria ao Rock And Roll Hall Of Fame mesmo se não estivesse em turnê: “Não é a minha praia”, afirma Steve Harris

Pouco tempo atrás o Rock & Roll Hall of Fame anunciou o Iron Maiden como um dos conjuntos e artistas homenageados em 2026. Esta foi a terceira indicação da banda ao prêmio, ela seguiu a aclamação de 2021 e 2023. No entanto, o grupo não participará do evento de gala, que acontecerá no dia 14 de novembro no Peacock Theatre, em Los Angeles. Na mesma época a banda estará em turnê pela Austrália, com shows marcados para 13 de novembro em Melbourne e 15 de novembro em Sydney. Em nova conversa com a Metal Hammer, Bruce foi questionado se eles iriam à cerimônia caso não estivessem em turnê. Dickinson respondeu com um sonoro “não”. Steve Harris, baixista e líder do Maiden, acrescentou: “Eu não faço esse tipo de coisa. Nem fui ao evento recente do tapete vermelho para o documentário [Burning Ambition]. Não é a minha praia”. Além do Iron Maiden, o Rock & Roll Hall of Fame 2026 também celebrará as carreiras do Oasis, Billy Idol, Phil Collins (que ganhou homenagem em 2010 como membro do Genesis), Wu-Tang Clan, Joy Division/New Order, Sade e Luther Vandross. Via: Rockbizz

Bill Ward (Black Sabbath) assume a necessidade de usar cadeira de rodas e dispara: “Não estou doente e nem desistindo”
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09/07/2026

Bill Ward (Black Sabbath) assume a necessidade de usar cadeira de rodas e dispara: “Não estou doente e nem desistindo”

O eterno baterista do Black Sabbath, Bill Ward, 78, assumiu a necessidade de usar cadeira de rodas para se locomover com mais segurança em locais públicos. Ele emitiu uma nota nas redes sociais explicando a sua atual condição. “Queridos amigos, fãs, familiares e pessoas que ainda não conheci, anuncio hoje, com certa tristeza, mas com toda a sinceridade, que cheguei a um ponto em que preciso usar cadeira de rodas em público com cada vez mais frequência, principalmente em aeroportos ou eventos públicos”. “Ainda consigo andar, que não haja dúvidas”, ressaltou o músico. “Mas não consigo caminhar por longas distâncias sem precisar descansar, ou seja, preciso me sentar. Começamos a usar a cadeira de rodas há cerca de 18 meses, principalmente em aeroportos”. Ele continuou: “Completei 78 anos no dia 5 de maio de 2026. Sempre fui um caminhante de longa distância, caminhei por muitas partes diferentes do mundo e ainda sou baterista. Ainda consigo tocar muito bem para um homem de 78 anos. Meus talentos e ambições, e minha necessidade inabalável de ser criativo e de tocar bateria, continuam tão fortes quanto eram há tantos anos. Só quero deixar claro que, se você me vir em uma cadeira de rodas, estou apenas pegando uma carona; não estou aposentado, doente, desistindo ou qualquer um desses pensamentos que nos vêm à mente quando vemos pessoas em cadeiras de rodas”. “Estou me expondo publicamente e sendo transparente sobre meu novo meio de transporte, e avisando que estou bem. Se me virem nos aeroportos ou visitando amigos em arenas de música ou teatros, digam oi, eu não mordo, só estarei com uma aparência diferente, como na foto. Muito amor para todos vocês e continuarei arrasando até morrer. Rock para sempre e sempre. E os segredos que escondemos podem ser perigosos para a nossa saúde. Estou deixando a transparência prevalecer, com amor e progresso”, concluiu Bill. Via: Rockbizz

Bonnie Tyler não resiste às complicações da cirurgia intestinal e morre aos 75 anos
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09/07/2026

Bonnie Tyler não resiste às complicações da cirurgia intestinal e morre aos 75 anos

Notícia triste aos fãs de pop e rock! Bonnie Tyler não resistiu às complicações da cirurgia intestinal e morreu aos 75 anos. Ela passou por uma cirurgia intestinal de emergência em Portugal em maio e colocada em coma induzido para auxiliar em sua recuperação. A confirmação de seu falecimento saiu em suas redes sociais: “A família e a equipe de Bonnie estão devastadas em anunciar que Bonnie faleceu inesperadamente ontem à noite em um hospital em Portugal, em decorrência da doença que estava sendo tratada. Emitiremos um novo comunicado em breve, mas por ora pedimos privacidade para lidar com essa tragédia”. A cantora ficou famosa pelo hit Total Eclipse Of The Heart, faixa presente em seu quinto álbum de estúdio, Faster Than the Speed of Night, de 1983. A música, escrita por Jim Steinman, alcançou o topo das paradas nos Estados Unidos e no Reino Unido. Além desta canção, Bonnie emplacou outros hits como Holding Out For A Hero, que entrou na trilha sonora de Footloose, longa de 1984 estrelado por Kevin Bacon. Tyler, cujo nome de batismo é Gaynor Hopkins, nasceu em 08 de junho de 1951 na cidade de Skewen, País de Gales. Apesar da origem humilde, pois era filha de um mineiro e de uma dona de casa, ela decidiu se tornar cantora aos sete anos, após assistir a um musical de igreja. Via: Rockbizz

Bill Ward do Black Sabbath publica nota e imagem sobre uso de cadeira de rodas
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09/07/2026

Bill Ward do Black Sabbath publica nota e imagem sobre uso de cadeira de rodas

O lendário baterista e fundador do Black Sabbath, Bill Ward, publicou uma nota em suas redes sociais. Em tom emocionado, o texto fala sobre sua decisão de utilizar cada vez mais uma cadeira de rodas. O post está acompanhado com uma foto do baterista, na cadeira de rodas. Confira o texto na íntegra e a imagem logo abaixo: “Algo novo que quero compartilhar com vocês. Queridos amigos, fãs, familiares e pessoas que ainda não conheci, Hoje anuncio, com certa tristeza, mas também com toda a sinceridade, que cheguei a um ponto em que, cada vez mais em público, preciso usar uma cadeira de rodas, principalmente em aeroportos e eventos. Ainda consigo andar, não tenham dúvidas disso, mas não consigo caminhar por longas distâncias sem precisar descansar, ou seja, sem precisar me sentar. Comecei a usar a cadeira de rodas há cerca de 18 meses, principalmente nos aeroportos. Completei 78 anos em 5 de maio de 2026. Sempre fui alguém que gostava de caminhar longas distâncias; já andei por muitas partes do mundo e continuo sendo baterista. Ainda consigo tocar muito bem para alguém de 78 anos.” Bill Ward não está doente, nem se aposentando A nota segue: “Meu talento, minhas ambições e minha necessidade inabalável de criar arte e tocar bateria continuam tão fortes quanto eram tantos anos atrás. Estou apenas dizendo que, se vocês me virem em uma cadeira de rodas, saibam que estou apenas pegando uma carona. Não estou aposentado, não estou doente, não estou desistindo, nem nada do tipo que normalmente passa pela cabeça das pessoas quando veem alguém em uma cadeira de rodas. Quero ser aberto e transparente sobre esse novo meio de locomoção e dizer a todos que estou bem. Se me encontrarem nos aeroportos ou visitando amigos em arenas ou teatros, venham me cumprimentar. Eu não mordo. Apenas vou parecer um pouco diferente, como na foto. Muito amor a todos vocês. E continuarei fazendo rock até o dia em que eu morrer.Rock para sempre,Bill Ward. E os segredos que escondemos podem ser perigosos para a nossa saúde. Estou deixando a transparência prevalecer, com amor e evolução.Bill Ward.” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Bill Ward reflete sobre último show do Black Sabbath: “Eu só queria agradecer a todos” Via: WikiMetal

Relembre os mistérios e dúvidas por trás da morte trágica de Bon Scott
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09/07/2026

Relembre os mistérios e dúvidas por trás da morte trágica de Bon Scott

Poucos vocalistas marcaram o rock tanto quanto Bon Scott. Nascido na Escócia e criado na Austrália, Ronald Belford Scott entrou para o AC/DC em 1974 e rapidamente se tornou a voz e o principal letrista da banda. Seu estilo irreverente, letras cheias de humor e presença de palco ajudaram a transformar o grupo em um dos maiores nomes do rock. Ao lado dos irmãos Angus e Malcolm Young, Scott gravou discos fundamentais como High Voltage (1975), Dirty Deeds Done Dirt Cheap (1976), Let There Be Rock (1977), Powerage (1978) e Highway to Hell (1979). Este último colocou o AC/DC definitivamente no mercado internacional e preparavou o caminho para um sucesso ainda maior. Porém, a morte trágica de Bon Scott mudou os rumos, e continua cercada de dúvidas, marcada por versões contraditórias, lacunas na investigação e poucos fatos que resistem a uma análise detalhada, proporcionando diferentes teorias sobre a morte de Bon Scott. Dias que antecederam a morte de Bon Scott Em 15 de fevereiro de 1980, Bon Scott participou de uma sessão de estúdio com Angus e Malcolm Young. Os guitarristas já trabalhavam em músicas que fariam mais tarde parte de Back in Black, como “Have a Drink on Me” e “Let Me Put My Love into You”. Na ocasião, Scott chegou a tocar bateria durante a sessão, mas ainda não havia escrito as letras do novo álbum. “Bon, um pouco antes de morrer, se juntou a mim e Malcolm, foi para a bateria e Mal disse a ele: ‘Ah, Bon! Vá para a bateria, nós precisamos de um baterista’, e era isso que ele amava. Bon queria ser o baterista da banda. Foi engraçado, na primeira vez que nos reunimos, apareceu esse cara dizendo: ‘Eu sou seu novo baterista.’ Mal o convenceu a cantar, a ficar na frente do palco. Então, lá estava ele no final novamente. Na última vez que o vimos, lá estava ele, atrás do kit. Ele tocou na introdução de uma das faixas. Acabou não sendo uma das melhores músicas, mas a introdução era ótima, apenas a introdução dela”, relembrou Angus em entrevista ao BraveWords [via Whiplash]. Três dias depois, na noite de 18 de fevereiro, Scott saiu com seu misterioso amigo Alistair Kinnear para beber em Londres. Os dois passaram pelo clube The Music Machine (atual KOKO), no famoso bairro de Camden. Segundo o relato oficial apresentado por Kinnear à polícia, o vocalista ficou extremamente embriagado durante a madrugada. Como não conseguiu acordá-lo nem levá-lo para dentro do apartamento, o amigo decidiu deixá-lo dormindo no banco do passageiro de seu carro, um Renault 5, estacionado em East Dulwich. Na tarde do dia 19 de fevereiro de 1980, Kinnear retornou ao veículo e encontrou Scott inconsciente. O cantor foi levado ao King’s College Hospital, mas já chegou sem vida. Ele tinha apenas 33 anos. A causa oficial da morte O laudo do legista concluiu que Bon Scott morreu por intoxicação alcoólica aguda, classificando o caso como “morte por infortúnio”. A versão mais aceita afirma que o cantor aspirou o próprio vômito após perder a consciência devido ao excesso de álcool. Durante décadas, historiadores, biógrafos e fãs debateram os detalhes daquela noite. Há muito tempo existe ceticismo em relação a se Kinnear era apenas um conhecido ou se “Alistair Kinnear” era um pseudônimo de alguém do círculo íntimo de Scott. Para aumentar o mistério, Kinnear praticamente desapareceu logo após o incidente e, segundo relatos, sumiu no mar em 2006. O biógrafo de Bon Scott, Clinton Walker, chegou a acreditar que Alistair Kinnear fosse apenas um pseudônimo e que a pessoa sequer existisse. No entanto, Kinnear era real e, no mesmo ano em que essa teoria ganhou repercussão, em 2005, ele reapareceu e concedeu uma declaração à revistaMetal Hammer. Leia um trecho abaixo: “Sempre relutei em falar sobre as circunstâncias da morte de Bon Scott, porque sempre considerei que esse era um assunto privado, que dizia respeito à família e aos amigos mais próximos dele. No fim da noite, ofereci uma carona para Bon. Quando nos aproximávamos do apartamento dele, percebi que havia perdido a consciência. Deixei Bon no carro e toquei a campainha de seu apartamento, mas ninguém atendeu. Fui então até a casa de Silver Smith [ex-namorada de Bon]. Ela me disse que Bon costumava desmaiar com frequência e que o melhor era deixá-lo dormir até se recuperar. “Voltei para meu apartamento e tentei tirá-lo do carro, mas ele era pesado demais para que eu conseguisse carregá-lo sozinho. Reclinei o banco do passageiro, cobri Bon com um cobertor e subi para dormir. Na tarde do dia seguinte, voltei ao carro. Bon parecia estar dormindo, mas não consegui acordá-lo. Levei-o imediatamente ao King’s College Hospital, onde fui informado de que ele já havia chegado sem vida. Lamento profundamente a morte de Bon. O que espero que fique dessa experiência é que todos cuidemos melhor de nossos amigos e, quando não soubermos exatamente o que está acontecendo, preferimos agir com cautela.” Anos depois, uma nova análise sugere morte por overdose de heroína Anos depois, em 2016, a reportagem The Last Highway: The Untold Story of Bon Scott’s Death, publicada pela Classic Rock e escrita por Jesse Fink, revisitou as circunstâncias da morte de Bon Scott e questionou diversos pontos da versão oficial. Um dos principais objetivos de Jesse Fink foi demonstrar que os relatos sobre os acontecimentos apresentam diversas contradições. Ele compara as versões de Alistair Kinnear com as de outras pessoas que viram Bon naquela noite, destacando diferenças sobre horários, ligações telefônicas, deslocamentos e até sobre quem estava presente na noite de 18 de fevereiro. Segundo ele, essas inconsistências tornam a narrativa oficial pouco confiável. Jesse Fink investigou o ambiente frequentado por Bon Scott naquela época, afirmando que várias pessoas presentes na noite de sua morte tinham ligação com o consumo de heroína e apresentou depoimentos que sugerem que a droga circulava entre alguns frequentadores do clube The Music Machine, em Londres. O trecho mais controverso traz entrevistas com Zena Kakoulli, esposa de Peter Perrett

Amir Derakh conta detalhes de sua audição para banda de Ozzy Osbourne
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09/07/2026

Amir Derakh conta detalhes de sua audição para banda de Ozzy Osbourne

O virtuoso guitarrista Jake E. Lee substituiu o falecido Randy Rhoads na banda de Ozzy Osbourne. O músico gravou dois discos com o Madman: Bark At The Moon (1983) e The Ultimate Sin (1986), mas deixou o posto em 1987 devido desentendimentos com os chefes – Ozzy e Sharon. Para o posto vago, o Madman testou inúmeros músicos, e um deles foi Amir Derakh, que ganhou fama na cena roqueira com o Rough Cutt e foi um dos fundadores do Orgy. Em entrevista à revista Guitar World, Amir Derakh contou detalhes de sua audição para banda de Ozzy Osbourne. “Fiz audição para substituir Jake. Phil Soussan [baixo] e o Randy Castillo [bateria] me ajudaram, então fui promovido rapidamente e evitei muita dor de cabeça. Eles já tinham passado por vários guitarristas, mas só gostaram de alguns. Um deles era Zakk Wylde”. “Tocamos alguns dos sucessos, praticamente todos os que todo mundo conhece – Crazy Train, Bark at the Moon, Shot in the Dark e Over the Mountain”, lembrou. “Não uso a técnica de tapping, então pensei: ‘Vou tocar essas músicas, mas com uma mão só’. Ozzy ficou impressionado com a minha performance”. Ami continuou: “Ele fez tudo o que você imaginaria que o Ozzy faria – ajoelhou-se e meio que se apresentou. Eu fiquei tipo: ‘Meu Deus. Isso é muito estranho’. Mas também foi a realização de um sonho. Eu era muito fã do Randy Rhoads. Comprei uma guitarra igual a dele. Então, tocar com o Ozzy foi surreal. Por outro lado, algo me dizia que aquilo não era para mim. Lembro que me pediram para fazer um solo de guitarra na hora – um solo sem acompanhamento. Eu pensei: ‘Não estou preparado para isso’. Eu queria criar algo do zero, não copiar um monte de coisas”. “Não me lembro exatamente o que Ozzy e Sharon disseram. Mas eu praticamente sabia que Zakk tinha conseguido o trabalho. Eu o vi no Rainbow e disse: ‘Você vai conseguir’. Ele respondeu: ‘Não, não, não’. Provavelmente houve alguns motivos pelos quais eu não consegui. Primeiro, eu tinha contato com a Wendy Dio [empresária do Rough Cutt e esposa de Ronnie James Dio], então eles não queriam se envolver com isso. Segundo, eu não era totalmente desconhecido. Eles preferiam artistas novos”, completou. Via: Rockbizz

“O espírito dos Ramones está vivo em cada show punk e festival”, declara Billie Joe Armstrong (Green Day)
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09/07/2026

“O espírito dos Ramones está vivo em cada show punk e festival”, declara Billie Joe Armstrong (Green Day)

Billie Joe Armstrong, frontman do Green Day, vai liderar um novo supergrupo de punk rock para comemorar o 50º aniversário do primeiro álbum dos Ramones. O debute, que é homônimo ao grupo, saiu em 1976 e tem em seu repertório pérolas ​​como Blitzkrieg Bop e I Wanna Be Your Boyfriend. Além de Billie, o supergrupo terá a presença do guitarrista/vocalista do Rancid, Tim Armstrong, do baterista do Blink-182, Travis Barker, e de C.J. Ramone no baixo. Vale lembrar que C.J. tocou no grupo entre 1989 e 1996, ano em que a banda encerrou suas atividades. A apresentação única rolará em 30 de agosto no Hollywood Forever Cemetery, em Los Angeles – local onde Johnny e Dee Dee Ramone foram sepultados. O evento arrecadará fundos para a pesquisa sobre câncer do Ellison Institute Research Foundation. Em conversa com a Rolling Stone, Armstrong falou com entusiasmo sobre o evento e sobre a importância dos Ramones para o rock. “O espírito dos Ramones está vivo em cada show punk, clube punk e festival. Geração após geração de cretinos e esquisitos se tornam fãs dos Ramones. A garotada é influenciada pelos Ramones, e nem sequer sabe disso ainda”. De Ratos de Porão a Smashing Pumpkins, os Ramones serviram de fonte inspiradora para a criação de muitos discos. A banda começou sua carreira em Nova York em 1974, época em que o rock progressivo imperava na cena musical. Com uma proposta sonora simples e objetiva, o que era o extremo oposto do progressivo, os caras deram vida a álbuns seminais como Ramones (1976), Leave Home (1977), Rocket to Russia (1977) e Road to Ruin (1978). O derradeiro álbum do conjunto – o décimo quarto da carreira – foi ¡Adios Amigos!, que saiu em 1995 pela Radioactive. Via: Rockbizz

Black Pantera anuncia o lançamento do novo álbum Continental
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08/07/2026

Black Pantera anuncia o lançamento do novo álbum Continental

Uma das maiores bandas de rock da geração, o mineiro Black Pantera vem trilhando um caminho ascendente impressionante na cena musical. Apenas no primeiro semestre de 2026 eles foram anunciados, pela terceira vez, como atração do Rock in Rio, pela segunda vez do Primavera Sound, abriram o show da banda Korn no Allianz Park, lançaram o primeiro audiovisual da carreira e ganharam pelo segundo ano seguido o Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Artista de Rock. Agora eles se preparam para o lançamento do aguardado quinto álbum, pela Deck, uma evolução natural do caminho que eles já vêm traçando. Continental, título do álbum, diz muito sobre o conceito do novo trabalho, que fala sobre o Brasil, e do próprio disco, uma vez que abrange vários estilos diferentes a partir do rock, que é a essência do Black Pantera. As letras e a sonoridade trazem muito das vivências de Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (guitarra e vocal) e Rodrigo “Pancho” (bateria), bem como de questões ancestrais, que já acompanham a banda desde o princípio. Continental amplia o som e a voz do Black Pantera, que dá um passo importante, adentrando novos lugares dentro dessa trajetória ímpar. O álbum chegará ao mercado no dia 21 de agosto e o primeiro single, Start The Game, chegará às plataformas de áudio em 13 de julho. Via: Rockbizz

Roger Waters lembra o estica e puxa com David Gilmour na criação de Money
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08/07/2026

Roger Waters lembra o estica e puxa com David Gilmour na criação de Money

Quem diria ou poderia imaginar que o tilintar de uma caixa registradora e moedas e barulhos de papéis sendo rasgados poderiam se tornar uma das introduções musicais mais famosas do mundo? E foi com este pano de fundo que Money se tornou um hit atemporal do rock e uma das principais faixas do Pink Floyd. Batendo um papo com a revista Classic Rock, Roger Waters lembrou o estica e puxa com David Gilmour na criação de Money. O guitarrista também participou do entrevista e forneceu as suas lembranças sobre a concepção do som. “O riff é do Roger”, começou Gilmour. “Roger chegou com os versos e a letra de Money praticamente prontos. Nós criamos as partes intermediárias, os solos de guitarra e tudo mais. Nós também inventamos alguns riffs novos – criamos uma progressão em 4/4 para o solo de guitarra e fizemos o coitado do saxofonista tocar em 7/4”. “Ocasionalmente, eu fazia coisas e Dave dizia: ‘Não, isso está errado. Deveria haver outra batida. São apenas sete’. Eu dizia: ‘Bem, é assim que é’”, contou Waters. “Várias de minhas músicas têm compassos de duração estranha. Quando você toca Money em um violão, é uma coisa muito blues”. Money saiu como o primeiro single de Dark Side of the Moon em maio de 1973 – o segundo e último single do álbum foi Us and Them, cujo lançamento foi em fevereiro de 1974 pelo selo inglês EMI. A canção, que é uma crítica ao consumismo desenfreado, colaborou para que o disco batesse a marca de 45 milhões de cópias vendidas. O trabalho alcançou o primeiro lugar da Billboard 200 e de outras paradas de sucesso. Via: Rockbizz

Metallica, Alice Cooper e mais: Conheça as bandas que influenciam o som do STIGMA
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08/07/2026

Metallica, Alice Cooper e mais: Conheça as bandas que influenciam o som do STIGMA

Na cena europeia de rock contemporâneo, a banda alemã Stigma vem ganhando espaço. Formada em 2021 por Gerald Zinnegger (vocais e letra) e Markus Mantau (guitarra), a banda conta ainda com René Chlebnitschek (baixo) e Bernd Paptistella (bateria). O grupo combina elementos de rock e metal, com influências de nomes como Alice Cooper, Metallica e AC/DC. O primeiro lançamento veio em 2022 com o EP Last Order, que apresentou o som da banda ao público. Em 2023, o segundo EP, First Call, trouxe composições mais focadas em temas como luta pessoal, resiliência e busca por objetivos, marcando uma evolução sonora significativa. Em suas redes sociais, eles destacam que fãs de HIM, Volbeat e Type O Negative podem gostar de suas músicas. Em entrevista ao Wikimetal, a banda explicou o significado por trás de suas músicas e apresentou seu gênero musical, denominado por eles como rock sombrio melódico (“melodic dark rock”) e fala sobre o significado por trás de suas letras – além de expressar sua admiração por bandas brasileiras como Sepultura, Angra e Crypta. Com exclusividade ao Wikimetal, os integrantes do Stigma montaram uma lista de 7 bandas de rock e metal que influenciam seu som: Type O Negative Tecnicamente, o Type O Negative serve como modelo para o nosso uso de dinâmica e frequências graves. O contraste deliberado entre riffs lentos e com afinação bem grave e um registro vocal barítono claro e profundo é um elemento estrutural que utilizamos bastante. Trata-se de usar paredes sonoras massivas e densas como base, em vez de simplesmente tocar rápido. HIM O que nos interessa no HIM é a justaposição arquitetônica da instrumentação do rock pesado com melodias vocais altamente acessíveis, quase pop. Eles demonstraram como usar a melancolia como uma força melódica propulsora na estrutura do refrão, em vez de apenas como um clima de fundo. Uma faixa como “The Funeral of Hearts” é uma aula magistral nessa estrutura específica de canção. Metallica (Early Era) Essa é a nossa espinha dorsal rítmica. A produção e a precisão da palhetada descendente da era do Black Album definem nossos padrões de gravação. Trata-se de criar uma base seca e impactante onde as guitarras rítmicas e a bateria se encaixam perfeitamente, permitindo que os vocais de barítono se destaquem com clareza na mixagem, sem embolar as frequências. Alice Cooper Sua influência no STIGMA não se resume a riffs específicos, mas sim à estrutura geral da música. A abordagem de Alice Cooper exige que uma canção siga um arco narrativo conceitual. Para nós, isso significa que nossos interlúdios instrumentais, mudanças de andamento e alterações vocais são compostos especificamente para servir a uma performance ao vivo visual e teatral. Depeche Mode Sua influência reside na integração de texturas eletrônicas. Depeche Mode, especialmente em suas performances ao vivo no álbum 101, nos mostrou como integrar linhas de baixo sintetizadas e atmosferas eletrônicas sombrias em um contexto de estádio. Usamos arranjos espaciais de sintetizador semelhantes para criar profundidade e amplitude por trás dos instrumentos tradicionais do rock. The 69 Eyes Aqui, tudo gira em torno do ritmo e do andamento. No rock sombrio, sempre existe o risco de a música ficar lenta ou arrastada demais. O 69 Eyes fornece o modelo para a batida direta e pulsante em 4/4 do ‘Goth-n-Roll’. Canalizamos essa energia rítmica específica em nossas passagens mais aceleradas para manter uma energia agressiva e constante no palco. Ghost No mercado atual, o Ghost é uma referência em produção contemporânea. Sua capacidade de combinar conceitos teatrais retrô com mixagens de rock modernas e cristalinas é extremamente relevante para nós. Eles provam que é possível manter uma estética pesada e sombria, ao mesmo tempo que se entregam refrões vocais grandiosos e refinados, perfeitos para arenas, que se encaixam perfeitamente nas plataformas de streaming atuais. LEIA TAMBÉM: Stigma: 5 músicas para conhecer a banda alemã que vem crescendo internacionalmente Via: WikiMetal

Blaze Bayley lembra show em que o Iron Maiden foi alvo de uma chuva de cuspe
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08/07/2026

Blaze Bayley lembra show em que o Iron Maiden foi alvo de uma chuva de cuspe

A parceria entre Blaze Bayley e o Iron Maiden foi entre os anos de 1994 e 1999. A união rendeu apenas dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, que saiu em 1996 e contou com o single inédito Virus. Para muitos fãs, a parceria entre Blaze e Maiden foi o momento mais fraco do grupo inglês. Essa ojeriza ao cantor infelizmente se manifestou ao vivo, com muitos xingamentos, dedo do meio em riste e cusparadas. Em nova conversa com a Metal Hammer, Blaze Bayley lembrou o show em que o Iron Maiden foi alvo de uma chuva de cuspe. O episódio aconteceu no Teatro Monumental em Santiago, Chile, em 29 de agosto de 1996, na primeira vez da banda no país, enquanto tocava The Trooper, o que fez com que o artista confrontasse um fã com raiva e o mandasse “se ferrar”. “O Iron Maiden nunca tinha tocado lá – eles tinham sido proibidos pela igreja”, contou o cantor britânico. “Mas [em 1996], depois de Bon Jovi, Metallica, Black Sabbath… todas as grandes bandas, a maior banda de metal iria para o Chile. Então você pode imaginar a expectativa, e esses caras estavam estragando tudo para todos”. Ele acrescentou: “Mas o equivalente chileno da BBC montou uma equipe no teatro e filmou todo o show sem permissão. Como a polícia estava armada e o clima estava meio tenso, ninguém se sentiu à vontade para dizer: ‘Vocês não podem filmar isso’. Acho que só tínhamos um show completo. Foi muito bem e eu soei bem – apesar do pequeno contratempo”. O vocalista foi demitido do Iron Maiden em 1999 para que Bruce Dickinson pudesse fazer seu retorno triunfal ao posto que ocupou boa parte dos anos 80 e a primeira metade da década de 1990. O resto, como dizem, é história, visto que a parceria, desde então, já deu vida a seis discos inéditos. Via: Rockbizz

Oasis poderá fazer até 20 shows em Manchester em 2027, diz site
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08/07/2026

Oasis poderá fazer até 20 shows em Manchester em 2027, diz site

A bem-sucedida turnê de reunião do Oasis poderá ganhar uma continuação, pois rumores apontam que Liam e Noel Gallagher estariam planejando uma sequência de shows pelo Reino Unido e Europa para 2027, incluindo uma residência em Manchester, sua cidade natal. De acordo com o Manchester Evening News, fontes indicam que o plano inicial da banda seria de 12 apresentações no Etihad Stadium, casa do Manchester City e time do coração dos irmãos Gallagher, entre os meses de maio e junho de 2027. “Serão 12 noites no Etihad Stadium (…). É simplesmente gigante para Manchester e para a economia local”, revelou a fonte [transcrição via Rolling Stone UK]. O contato ainda acrescentou a possibilidade de a banda adicionar mais datas no local, com conversas de que o número chegue a até 20 shows. Além da residência em Manchester, a nova turnê europeia do Oasis incluiria um retorno a Knebworth, local onde o grupo fez uma das apresentações mais importantes de sua carreira em 1996, e um show no Festival de Glastonbury. Documentário mostrará bastidores da turnê de reunião do Oasis Após uma série de rumores, o tão aguardado documentário sobre a reunião do Oasis está oficialmente confirmado. Intitulado Don’t Look Back in Anger, o longa possui data de lançamento nos cinemas em 11 de setembro e chegará posteriormente ao Disney+ ainda em 2026. Com direção de Steven Knight, criador da série Peaky Blinders, a obra terá como grande destaque a primeira entrevista conjunta de Liam e Noel Gallagher desde 2001. O cineasta descreveu o projeto como “relato assumidamente inspirador” da turnê Oasis Live’25, considerada por ele como “o maior evento musical de 2025”. “Estou realmente ansioso para que o mundo veja este filme. Acredito que ele captura o espírito e a emoção de um momento cultural global e faz justiça à sagacidade e ao gênio de duas pessoas excepcionais. Eu queria contar a história dos irmãos e da banda, mas, igualmente importante, a história dos fãs cujas vidas foram tocadas e, às vezes, transformadas para sempre pela música. É também a história de como a música e a composição podem unir gerações, culturas, países e, em tempos de rancor e divisão, nos dar um motivo para ter esperança”, comentou Knight [transcrição via Rolling Stone Brasil]. LEIA TAMBÉM: Liam Gallagher, do Oasis, celebra vitória da Inglaterra na Copa do Mundo Via: WikiMetal

Amon Amarth lança sua primeira música acústica, Upphaf
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08/07/2026

Amon Amarth lança sua primeira música acústica, Upphaf

O sueco Amon Amarth lançou a sua primeira música acústica, que leva o nome de Upphaf. A faixa serve como um momento de tranquilidade antes do que está por vir, antes da fúria do próximo álbum de estúdio. A música apresenta melodias hipnóticas e coros fascinantes. A composição minimalista carrega a solenidade de uma história oral sussurrada sob a sombra do Allfather, provando que o interesse da banda por Oden é tão profundo à luz do fogo quanto em palcos épicos globais. Upphaf teve produção de Jacob Hansen e saiu pela Metal Blade Records em todas as plataformas digitais. Já o videoclipe da canção teve direção de Pavel Trebukhin. O grupo começou sua carreira em 1992 na cidade de Tumba, Suécia, apostando em suas raízes vikings no direcionamento lírico e no death metal melódico no sonoro. Os caras já lançaram doze registros de estúdio, sendo o mais recente The Great Heathen Army, que saiu em 2022 pela Metal Blade Records. Atualmente, o Amon Amarth conta com os trabalhos de Johan Hegg (vocal), Olavi Mikkonen (guitarra), Johan Söderberg (guitarra), Ted Lundström (baixo) e Jocke Wallgren (bateria). Via: Rockbizz

Corey Taylor revela novos hábitos e orações à um “poder superior”
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08/07/2026

Corey Taylor revela novos hábitos e orações à um “poder superior”

Corey Taylor revelou que desenvolveu o hábito de fazer uma oração antes de subir ao palco. O vocalista do SlipKnot explicou que a prática não está ligada a uma religião específica, mas à busca por equilíbrio e por uma conexão com um “poder superior”. Em entrevista ao programa Last Meals, do Mythical Kitchen, o cantor explicou que a mudança aconteceu ao longo dos últimos anos, especialmente após o processo de sobriedade. “Conforme fui envelhecendo, percebi que muitos dos meus comportamentos impulsivos aconteceram porque eu não tinha uma base sólida para acreditar em nada. Emocionalmente, eu era bastante niilista. Como alcoólatra e viciado, você tende a buscar os extremos. Para a minha saúde mental e para as pessoas ao meu redor, tenho certeza de que elas apreciam isso, e eu certamente aprecio, mas agora faço uma pequena oração antes de cada show. Tenho um poder superior no meu programa que reconheço. O nome é ‘Senhor Mãe’, porque é um pouco de tudo”, revelou ele [via Loudwire]. Ele continuou: “Isso é algo que eu inventei. Porque eu não confio, e isso vai soar estranho, mas eu tenho problemas de confiança. Na verdade, eu não confio muito em religiões organizadas. No entanto, no programa em que estou, somos encorajados a reconhecer um poder superior que é maior do que nós. Então, para mim, a Mãe Divina é o yin e o yang. É o Alfa e o Ômega. É o fim e o começo. E é tudo ao nosso redor. E quando você se abre para isso, é como sentir uma brisa no dia mais quente de verão. É como um copo de chá gelado. Você sente aquela doçura e sua sede é saciada. É lindo.” Cantor revela que faz “meditação de gratidão” Durante a entrevista, o líder do Slipknot disse que abandonar o ego foi uma das decisões mais importantes de sua vida. Embora nunca tenha se considerado religioso ou espiritual, ele afirmou que aprender a ouvir esse “poder superior” trouxe paz e clareza para enfrentar a rotina intensa da carreira. “Levei tempo para aprender a ouvir e nunca fui uma pessoa religiosa. Nunca fui uma pessoa espiritual. Mas me desapegar disso, do peso incrível do ego, me ajudou a ouvir. Essa raiva diminuiu a um ponto em que eu não queria ou precisava mais ser o cara que se enfurecia nos últimos três anos após cada show com o Slipknot, meu trabalho solo ou o que fosse. Eu faço uma meditação de gratidão. Estou literalmente ainda coberta de suor, com maquiagem no rosto, tirando a máscara e entrando na van a caminho do hotel, camarim ou seja lá onde for, e estou me reconectando comigo mesmo. Estou me reconectando porque não quero viver lá. Quero visitar, mas não quero morar lá”, ​​explicou Taylor. LEIA TAMBÉM: Chris Fehn, ex-Slipknot, sobre saída da banda: “Não sinto falta disso” Via: WikiMetal

Bon Jovi volta aos palcos após um hiato de quatro anos devido problemas vocais de Jon Bon Jovi
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08/07/2026

Bon Jovi volta aos palcos após um hiato de quatro anos devido problemas vocais de Jon Bon Jovi

Nesta terça-feira, 07 de julho, o Bon Jovi voltou aos palcos após um hiato de quatro anos devido problemas vocais de Jon Bon Jovi. A turnê Forever começou com o primeiro de nove shows no Madison Square Garden, em Nova York. A temporada na famosa casa de shows continuará com apresentações nos dias 09, 12, 14, 16, 19, 21, 23 e 26 de julho. “Não ouvia o grito do público há quatro anos”, disse Jon para o público. “Estou grato e comovido com toda essa experiência”. O show começou com o cover dos Beatles, With A Little Help From My Friends, e seguiu com hits dos anos 80, 90 e 2000 como Lost Highway, You Give Love A Bad Name, Have A Nice Day, It’s My Life, Livin’ On A Prayer, Lay Your Hands On Me, Keep The Faith, I’ll Be There For You, Wanted Dead Or Alive e Bad Medicine. Em 2022, Jon Bon Jovi passou por uma cirurgia chamada medialização das cordas vocais para ajudar sua voz a recuperar o funcionamento adequado. Depois de todo sofrimento físico e emocional, o cantor está em forma para voltar ao trabalho que tanto ama desenvolver. Via: Rockbizz