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Jennifer Finch, baixista do L7, morre aos 59 anos após batalha contra câncer
Notícia muito triste aos fãs de música! Jennifer Finch, baixista do L7, morreu aos 59 anos após batalha contra câncer. O falecimento de Jennifer foi anunciado por suas colegas de banda pelas redes sociais. A nota informou: “É com o coração profundamente pesaroso que anunciamos que nossa querida colega de banda, amiga e companheira de aventuras Jennifer Finch faleceu hoje. Ela travou uma longa e corajosa batalha contra o câncer no cérebro e era amada por muitos amigos maravilhosos, colegas músicos e fãs em todo o mundo. Estamos devastadas pela perda de nossa amada colega de banda, irmã e amiga, cujo espírito indomável, humor e criatividade sem limites ajudaram a moldar o L7 e mudaram para sempre a vida de todos nós. Jennifer era uma pessoa verdadeiramente única, que viveu inteiramente segundo suas próprias regras; o impacto que ela causou na música, na arte e em todos que tiveram a sorte de conhecê-la é imensurável. Nós a amamos além das palavras e a levaremos conosco para sempre. Descanse em poder, nossa querida amiga. Com amor, L7”. Jennifer Finch, baixista da banda L7, foi diagnosticada com uma forma agressiva de câncer cerebral e estava em tratamento. Por conta da complexidade do caso, a artista precisou passar por várias cirurgias as quais resultaram em limitações físicas significativas. Ela estava necessitando de cuidados médicos contínuos e extensivos, reabilitação e assistência profissional domiciliar. Com isso, amigos, colaboradores e familiares de Jennifer lançaram uma campanha no GoFundMe para ajudar a cobrir as despesas substanciais associadas ao seu tratamento e recuperação. Via: Rockbizz

Morre Jennifer Finch, baixista do L7, aos 59 anos, após luta contra câncer
Jennifer Finch, baixista do L7, morreu no último sábado, 18, aos 59 anos, após enfrentar um agressivo câncer no cérebro. O diagnóstico da doença havia sido divulgado pela banda na última segunda-feira, 13. A banda confirmou a notícia por meio das redes sociais: “É com o coração partido que anunciamos o falecimento de nossa querida companheira de banda, amiga e parceira de aventuras, Jennifer Finch. Ela travou uma longa e corajosa batalha contra um câncer no cérebro e era amada por muitos amigos, colegas músicos e fãs do mundo todo. Nós te amamos, Jennifer”. Há poucos dias, o L7 divulgou a notícia de que Jennifer Finch havia recebido o diagnóstico de um câncer cerebral agressivo por meio das redes sociais. O quadro de saúde da baixista se agravou rapidamente após o diagnóstico, exigindo múltiplas cirurgias e tratamento contínuo. Diante da situação, amigos, familiares e a banda criaram uma campanha no GoFundMe para custear as despesas com o tratamento, onde arrecadaram US$ 350.000 (R$ 1,7 milhão, na cotação atual). Além dos fãs do L7, muitas das maiores doações vieram de outros artistas como Garbage, Pearl Jam, Kathleen Hanna, Tool e Bad Religion. Jennifer Finch integrou a formação clássica do L7 e ajudou a consolidar o grupo como um dos principais nomes do rock alternativo e do grunge nos anos 1990. Seu trabalho influenciou diversas bandas e tornou-se parte importante da história do gênero. L7 anunciou mês passado a turnê de despedida Last Hurrah Tour, marcada para o segundo semestre de 2026. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: L7 anuncia turnê de despedida após mais de 40 anos Via: WikiMetal

Ricardo Confessori explica a superioridade ao vivo do Shaman em relação ao Angra: “A gente fazia um show melhor”
No final de 1999, o Angra se deparou com a primeira de muitas mudanças significativas em sua formação: o vocalista Andre Matos, o baterista Ricardo Confessori e o baixista Luis Mariutti resolveram seguir outro caminho por conta de conflitos com o setor gerencial da banda. Como todo mundo sabe, o Angra continuou a carreira com a liderança dos guitarristas Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro e a ajuda dos novatos Edu Falaschi (vocal), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). Do outro lado da cerca, os ex-integrantes da banda montaram o Shaman com o auxílio do guitarrista Hugo Mariutti, além disso, eles se lançaram ao mercado com um som único. Dessa forma, na mesma época, o Angra defendia a sua volta por cima com o álbum Rebirth e o calouro Shaman provava seu valor com o disco Ritual. No começo dos anos 2000, o público que frequentava os shows das bandas podia ver a superioridade do Shaman em quesitos como performance e produção – vale tirar as próprias conclusões conferindo Angra – Rebirth World Tour – Live In São Paulo e Shaman – RituAlive. Mas quem também percebe a superioridade do Shaman em relação ao Angra é Ricardo Confessori. Em bate-papo com o pessoal do canal Lado A Podcast, o baterista comparou as duas bandas e explicou o motivo de sua preferência. “Você pega o Shaman, tudo o que o Shaman tocou ao vivo na época do Ritual, impecável. A gente estava tocando exatamente igual ao disco, inclusive com tecladista ao vivo. Não tinha nada de VS [arquivo de áudio que auxilia às bandas ao vivo]. Aí, você pegava o Angra, eles enfiaram um monte de nota no disco, você ia ver os caras tocando, eles mesmos não conseguiam tocar. Você pega essas gravações – hoje em dia não tem mais isso, tudo é filtrado na internet, só sai o que é bom -, são umas coisas horríveis. Eles não conseguiam tocar o que eles botaram de nota”. Ricardo acrescentou: “Pela facilidade de tocar, a gente fazia um show melhor, porque a gente conseguia agitar, enlouquecer no meio do show. A gente não estava ali concentrado olhando que nem o Dream Theater. E isso para mim foi um ‘up’, um aprendizado. Isso é tocar e fazer shows”. Via: Rockbizz

Buzz Osborne zomba de Mike Patton pelo fato de o Faith No More ser influência para o nu metal
Nos anos 90, o mercado musical foi tomado de assalto pelo o que ficou configurado chamar de nu metal – algumas pessoas também chamavam de new metal. O estilo se caracteriza pela ênfase no groove, com a presença de cacoetes do rap e música eletrônica. Já as linhas de guitarra navegam pelos mares das afinações baixas, inclusive com o uso de instrumentos de sete cordas. O teor lírico tem o foco nas angústias da vida e toda sorte de sentimentos que as tribulações do dia a dia nos geram. Bandas como Limp Bizkit, Korn, Disturbed, System Of A Down, Slipknot, Kittie, Static X, Linkin Park, Deftones e Coal Chamber eram alguns dos nomes de destaque na cena, que chegaram, inclusive, fazer turnês e festivais como a galera veterana como o Metallica, Ozzy Osbourne, Megadeth e Slayer. Apesar do sucesso, o nu metal é visto por muitas pessoas, inclusive músicos, como um estilo de menor valia em relação a outros como thrash metal, death metal e power metal, com isso, o rótulo não é bem-vindo na opinião de alguns artistas. E por falar no estilo que é o patinho feio do metal, o cantor do Melvins, Buzz Osborne, em conversa com a revista Consequence, zombou de Mike Patton pelo fato de o Faith No More ser influência para o nu metal. “Eu costumava brincar com o [Mike] Patton, porque ele também é considerado influente”, disse Osborne. “E eu dizia: ‘Eu fico com Nirvana e Soundgarden, e você pode ficar com Limp Bizkit e Korn’. Ele respondia: ‘Vai se foder’”. “Aquilo sempre tinha graça”, ressaltou Buzz. “Mas, para mim, toda aquela coisa de nu metal soava, no fim das contas, como Helmet. Tudo soava como Helmet. Pelo menos era o que eu achava”. Sobre ser uma influência ao gênero, ele falou: “A primeira coisa que sempre quero dizer quando alguém fala isso é: não me culpem [risos]. Eu não obriguei vocês a fazerem essa música. São frutos do que eu semeei, e é algo muito pior do que eu jamais poderia ter imaginado [risos]. Mas, sabe, não dá para evitar esse tipo de coisa. É o que é. Acho que dá para chamar de, sabe, acidentes felizes”. O Faith No More é uma das bandas que despontou no mainstream fundindo rap e metal, o que deu origem ao nu metal. Os primeiros experimentos da banda, misturando ritmos de hip-hop com guitarras pesadas, são dos anos 80, portanto, querendo ou não, o FNM foi de fato uma fonte de inspiração ao nu metal. Via: Rockbizz

Brian Johnson reflete sobre se apresentar ao vivo com o AC/DC aos 78 anos: “O fator desconhecido ainda está presente”
Em conversa com a jornalista Melissa Ruggieri, do USA Today, o vocalista Brian Johnson refletiu sobre se apresentar ao vivo com o AC/DC aos 78 anos. Apesar de toda experiência de carreira, o cantor inglês disse que ainda se mantém alerta para entregar um bom trabalho. “Acho que o fator ‘desconhecido’ ainda está presente. Você está com tudo ensaiado, conhece todas as suas partes e detalhes. Mas essa imprevisibilidade ainda mantém você alerta, sabe, para dar o seu melhor. O guitarrista Angus Young, que completou 71 anos em março e participou do bate-papo, comentou em tom irônico: “Eu só me preocupo se vou acabar tropeçando… É basicamente isso”. Brian concordou e afirmou: “É, só umas coisas bobas assim. No palco, você não pode simplesmente sair fazendo as coisas de imediato. Você tem que aprender a observar a outra pessoa e… Mas agora estamos fazendo coisas que não pensávamos em fazer antes, estamos interagindo. É simplesmente mais divertido, porque a gente não liga mais. Quando você é mais jovem, se leva muito a sério. Sabe, você pensa: ‘Estou numa grande banda de rock n’ roll’. Eu nunca sorria nem nada. Porque era isso que você achava que devia fazer”. Na segunda metade dos anos 70, o AC/DC era uma máquina de rock n’ roll incontrolável e que estava acumulando ótimos resultados a cada álbum lançado e a cada turnê realizada. Contudo, a dona morte veio puxar o pé do vocalista Bon Scott em fevereiro de 1980, devido a uma intoxicação alcoólica aguda. Brian Johnson estreou como frontman do AC/DC em maio de 1980; em julho do mesmo ano, a banda lançou mega platinado álbum Back in Black e o resto, como dizem, é história. Via: Rockbizz

Nunca é tarde: William Shatner cria sua banda de heavy metal, The *uckers, aos 95 anos
Nunca é tarde para realizar um sonho! O ator canadense William Shatner criou a sua banda de heavy metal, The *uckers, aos 95 anos. A lenda de Star Trek fará sua estreia ao vivo no Riot Fest no dia 20 de setembro, no Douglass Park, em Chicago, EUA. O festival anunciou a participação de Shatner juntamente com uma lista de exigências do artista, que são intencionalmente extravagante e mistura pedidos legítimos de bastidores com demandas impossíveis dirigidas à própria cidade de Chicago. Dentre os pedidos bizarros estão renomear um barco em sua homenagem para que ele possa comandar a embarcação, criar um prato clássico de Chicago com o nome dele, convidá-lo para cantar Take Me Out to the Ball Game em um jogo de beisebol da cidade e poder apresentar a previsão do tempo local ao lado do meteorologista favorito da cidade. Para o festival, ele pediu cuspidores de fogo, um vídeo de introdução criado pelo Gwar e a substituição do carrinho de golfe por um DeLorean. Nos bastidores, o ator pediu um camarim com o tema Shatner’s Shag Shack, cerca de 1,20 metro de linguiça polonesa, uma tigela de chucrute, uma camisa do Montreal Canadiens autografada por John Stamos, oito fardos de refrigerante Faygo, meias brancas de cano alto, roupas íntimas e uma variedade de filhotes disponíveis para adoção, provenientes de uma organização sem fins lucrativos local e idônea de resgate de animais. Sobre a participação no festival, Shatner disse: “Sempre acreditei que a música, assim como o espaço, trata de exploração. O Riot Fest é exatamente o tipo de lugar onde tudo pode acontecer. Vamos levar volume, intensidade e algumas surpresas. Mal posso esperar para compartilhar essa experiência com os fãs”. The *uckers tem em sua formação Marcus Nand (guitarra), Phil Soussan (baixo), Britt Lightning (guitarra) e Fred Aching (bateria). A apresentação contará com canções de toda a trajetória musical de Shatner, ao mesmo tempo em que apresentará uma prévia de material de seu próximo álbum de heavy metal, What the F Is Heavy Metal. Via: Rockbizz

Robert Smith (The Cure) parte para cima do show do intervalo da Copa do Mundo: “Pão e circo”
Pela primeira vez na história da Copa do Mundo, por ser realizada nos Estados Unidos, vem tentando replicar o esquema do Super Bowl, ou seja, com um show no intervalo da partida. A curadoria das atrações é feita pelo vocalista do Coldplay, Chris Martin, e os shows são de nomes como Madonna, BTS e Shakira. Pelas redes sociais, Robert Smith (The Cure) partiu para cima do show do intervalo da Copa do Mundo. De acordo com o músico britânico, a escalação das atrações é ruim e nada inovadora como foi prometida pelo chefão da FIFA [Federação Internacional de Futebol]. “O show do intervalo, que teve a curadoria de Chris Martin, do Coldplay, contará com a participação de Madonna, Justin Bieber, Shakira e do grupo de K-pop BTS. O presidente da FIFA, Gianni Infantosser [Infantino], descreveu o show do intervalo como um espetáculo inovador que irá celebrar o futebol, a música e os nossos valores compartilhados, garantindo um legado que transcende o apito final”. Smith finalizou a sua publicação sem aliviar na crítica, escrevendo: “AAAAAAAAAAAAAAAAAAGH… Pão e circo! MUGWANK [mug= tolo, idiota / wank(er)= babaca insuportável]. Por favor, vá se ferrar”. A crítica contundente de Robert ganhou apoio do fãs que logo se manifestaram no campo de comentários da publicação. Muitos internautas pediram que o artista jamais mude a sua conduta e outros reafirmaram que ele sempre tem comentários certeiros. Via: Rockbizz

Cidade de Birmingham institui o ‘Ozzy Day’ em homenagem a Ozzy Osbourne
Na próxima quarta-feira, 22, a cidade de Birmingham, na Inglaterra, realizará a primeira edição do Ozzy Day, evento que marcará exatamente um ano do falecimento de Ozzy Osbourne. A data contará com uma programação gratuita contendo música ao vivo, arte pública, apresentações especiais e ações espalhadas para celebrar a vida, o legado e as origens do Príncipe das Trevas. Produzido por parceiros locais em conjunto com o conselho da cidade de Birmingham, o dia transformará diversos pontos da cidade em um tributo ao cantor, nascido no bairro de Aston. Dentre os locais, os fãs poderão participar de atividades em pontos que ajudaram a moldar a história de Ozzy, com atividades no famoso banco do Black Sabbath. no Museu e Galeria de Arte de Birmingham, na Estação New Street, além das lojas Bullring e Selfridges. A banda Bostin Brass, que tocou no cortejo fúnebre do cantor, também estará presente e fará uma série de apresentações celebrando a música de Ozzy e de sua icônica banda. “O Ozzy Day é um exemplo fantástico de Birmingham trabalhando em conjunto para celebrar o lendário Ozzy Osbourne. Ao reunir empresas, organizações culturais e espaços públicos, estamos criando uma experiência em todo o centro da cidade que incentiva as pessoas a celebrarem o legado de um ícone verdadeiramente global, nascido em Birmingham”, afirmou Sam Watson, presidente da Central BID, organização parceira do evento [transcrição via Blabbemouth]. View this post on Instagram Sharon homenageia Ozzy Osbourne no primeiro aniversário de casamento após sua morte Sharon Osbourne prestou uma homenagem emocionante a Ozzy Osbourne na data em que o casal completaria o 46º aniversário de casamento. “Hoje seria nosso 46º aniversário de casamento. Em vez disso, é uma celebração de um amor que nem mesmo a morte pôde diminuir. Sinto falta da sua mão na minha, mas levo o seu amor comigo a cada passo do caminho. Para sempre meu marido. Para sempre meu coração”, disse Sharon na postagem. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Pergunta sobre Ozzy Osbourne tira R$ 200 mil de participante no ‘Show do Milhão’ Via: WikiMetal

Impulsionada pela Copa do Mundo, Wonderwall, hit do Oasis, alcança topo do Spotify Global
Um dos maiores hinos da história do rock, Wonderwall, do Oasis, vive uma nova onda de popularidade ao redor do mundo. Embalada pela Copa do Mundo de futebol, a faixa atingiu o topo do Spotify Global e do Spotify Reino Unido no último dia 15 de julho, além de figurar entre as mais ouvidas em mercados como Estados Unidos (#6), Brasil (#8), Canadá (#11), Itália (#12), Alemanha (#16), Espanha (#19) e Austrália (#19). No Brasil, a música ultrapassa, atualmente, a marca de 400 mil streams diários, com pico de 458,4 mil reproduções em 15 de julho – data da semifinal entre Inglaterra e Argentina. O volume de reproduções supera, com folga, o registrado durante a passagem do Oasis pelo país em 2025, quando os streams máximos ficaram próximos de 122 mil. Desde o início da Copa do Mundo, em 11 de junho, Wonderwall já acumula um aumento de 142% em reproduções no Spotify Brasil em comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho também estabelece um novo marco para a Sony Music no país: o som tornou-se a faixa de catálogo internacional mais bem posicionada no Top 200 do Spotify Brasil em 2026, superando clássicos como Billie Jean, de Michael Jackson (#16), e o fenômeno viral Babydoll, de Dominic Fike (#24). O desempenho evidencia a força atemporal de Wonderwall, que voltou a dominar playlists e redes sociais durante a Copa do Mundo. Entoada por torcedores ingleses e impulsionada pela campanha da seleção no torneio, a música se consolidou como uma das grandes trilhas sonoras desta edição da competição. Via: Rockbizz

Queens of the Stone Age lança “Easy Street”com participação de Nikki Lane
O Queens of the Stone Age lançou na última terça-feira, 14, o novo single, “Easy Street”, pela Matador Records. Apresentada ao vivo no ano passado durante a aclamada turnê Catacombs e ansiosamente aguardada pelos fãs, esta é a primeira música inédita da banda desde o álbum In Times New Roman (2023). A musicalidade é serena e perfeitamente imperfeita: violão, sintetizadores psicodélicos e uma faixa rítmica que respira por conta própria. Sob a superfície, encontram-se arestas cruas e um humor mordaz. Apresentando a cantora Nikki Lane, cujos vocais chegam como cascalho e mel com a aspereza de Wanda Jackson, a sua voz inverte o roteiro sonoro ao contrastar com a linha vocal principal mais suave do vocalista Josh Homme. “É uma música meio engraçada. É como bater a ponta do cotovelo, onde é engraçado porque dói e dói porque é engraçado. Você está falando sério, mas é engraçado”, conta Homme. “Nós a fizemos do jeito que você faria uma demo. Sem metrônomo [click track], erros deixados lá. Ela acelera, diminui, as palmas não são ótimas, mas também não são ruins, e uma palma ruim adiciona essa coisa humana que você não pode fingir.” Ele continua: “Não é apenas sobre bobagem. É sobre entender a imperfeição da sua vida. A música, assim como a sua vida, está nos erros. Suas imperfeições são imbatíveis.” “Easy Street” (que foi produzida por Homme e Michael Shuman) chega acompanhada de um videoclipe oficial dirigido por Tony Wolski e Christopher Gruse, baseado em uma história e ideia de Homme. O filme abre com um vocalista machucado e espancado tentando fugir de um grupo heterogêneo de perseguidores, incluindo os membros da banda vestidos como eles mesmos — um Juggalo, um Papai Noel de shopping, um entusiasta de roupas de couro e, claro, um cowboy chique puxando um cavalo minúsculo. No entanto, a história subverte as expectativas com uma reviravolta surpresa que honra os próprios “excluídos” que muitas vezes rejeitamos. Via: WikiMetal

Relembre a ‘Final World Tour’, marcada como a despedida do Slayer no Brasil
Quando o Slayer anunciou a Final World Tour, em janeiro de 2018, a notícia surpreendeu fãs em todo o mundo. Após quase quatro décadas de carreira, a banda decidiu encerrar as atividades.A turnê de despedida passou pelo Brasil em outubro de 2019. A banda realizou uma apresentação solo em São Paulo e, dois dias depois, subiu ao palco do Rock in Rio. Na época, os dois shows foram tratados como as últimas oportunidades para os fãs brasileiros verem Tom Araya, Kerry King, Gary Holt ePaul Bostaph juntos.Agora, os fãs brasileiros terão mais uma chance de ver a banda novamente. O Slayer desembarca no Brasil para uma apresentação única no Nubank Parque, em São Paulo, no dia 17 de dezembro – ingressos à venda no site da Livepass. Embora o Slayer tenha voltado aos palcos em apresentações esporádicas anos depois, aqueles concertos ficaram marcados como a despedida da banda durante a turnê que encerraria sua carreira. A despedida do Slayer em São Paulo O primeiro compromisso da banda aconteceu em 02 de outubro de 2019, no então Espaço das Américas (atual Espaço Unimed), em São Paulo. O evento de ingressos esgotados reuniu 8,2 mil pessoas e teve abertura dos brasileiros do Claustrofobia. 20 músicas formaram o repertório do último show da carreira do Slayer no Brasil, percorrendo praticamente toda a carreira da banda. Clássicos como “Repentless”, “Disciple”, “Mandatory Suicide”, “War Ensemble”, “South of Heaven”, “Raining Blood”, “Black Magic”, “Angel of Death” e “Chemical Warfare” transformaram a apresentação em uma celebração da história do grupo. A apresentação foi considerada impecável, sem discursos longos ou pausas desnecessárias. A banda manteve sua postura direta e agressiva, entregando uma performance sem frescuras. Na época, a Move Concerts, produtora responsável pelo show, anunciou em comunicado que mosh pits e crowd surfing estavam proibidos. Mas, segundo o portal TMDQA!, os fãs não seguiram bem a regra. “Enquanto o segundo realmente não aconteceu, as rodas foram inevitáveis e estavam ali, presentes em quase todas as músicas. Afinal, qual fã iria querer perder a oportunidade de moshar uma última vez ao som do Slayer ao vivo? E foi exatamente essa a energia que permeou todo o show”, disse o site. Rock in Rio recebeu o último show do Slayer Dois dias depois, em 04 de outubro, o Slayer voltou ao palco no Rock in Rio, encerrando sua passagem pelo Brasil. A apresentação aconteceu no Palco Sunset e foi um dos momentos mais aguardados da edição daquele ano. A banda repetiu parte do repertório apresentado em São Paulo e entregou mais uma performance intensa com os sucessos que marcaram diferentes fases da carreira, levando milhares de pessoas à Cidade do Rock. Naquele momento, a apresentação foi considerada a despedida definitiva do Slayer dos fãs brasileiros. A Final World Tour terminou oficialmente em novembro de 2019, com o último show da banda realizado em Los Angeles. “Sabendo ou não da provável despedida, os fãs lotaram a frente do Palco Sunset como em nenhum outro show até agora no espaço secundário. Alguns deles deram risadas da camisa usada pelo guitarrista Gary Holt, com a frase “Kill the Kardashians” (“Matem as Kardashians”), provocação antiga do músico”, disse o g1, em resenha na época da apresentação. O retorno aos palcos e o show único no Brasil Os shows de São Paulo e do Rock in Rio permanecem como os capítulos finais da turnê de despedida. Mas, seguindo o exemplo de diversas bandas, o Slayer anunciou um retorno para apresentações especiais em festivais selecionados. Sem deixar a América do Sul de fora, a banda confirmou show único no Brasil, para reviver a intensidade e o mosh de um dos públicos mais fiéis, que esperam ansiosos por esse momento. O show faz parte de uma turnê histórica que celebra os 40 anos do lançamento do Reign in Blood, álbum seminal que revolucionou o thrash metal em 1986. Para a ocasião, o grupo preparou uma apresentação especial onde executará o disco na íntegra, tornando a noite um compromisso obrigatório para os fãs de música pesada. LEIA TAMBÉM: Slayer: ‘South of Heaven’ e a “seca criativa” de Kerry King Via: WikiMetal

Slipknot tem “50 ideias” para músicas do novo álbum, diz Jim Root
O Slipknot iniciou as gravações do sucessor de The End, So Far (2022) e trabalha com um nome conhecido no cenário. A banda escolheu Matt Wallace, produtor responsável por discos marcantes do Faith No More, para comandar as sessões do oitavo álbum de estúdio. Em entrevista ao podcast Ride Bynd, o guitarrista Jim Root revelou que o grupo vive um momento de grande criatividade e já acumula “50 de ideias” para as novas músicas. “Temos muito, muito, muito material, provavelmente pelo menos 50 arranjos. Não estou dizendo que todas sejam músicas completas, e todas precisam de trabalho. Estamos tentando dar um salto, voltar ao processo de We Are Not Your Kind [álbum de 2019], em que começávamos a trabalhar em algo, atingíamos um certo nível, deixávamos de lado, tratávamos outra coisa, voltávamos a ele e pensávamos: ‘Ok, agora vamos levar isso para outro nível”, disse ele [transcrição via Blabbermouth]. O guitarrista afirmou que o processo criativo tem sido diferente dos trabalhos anteriores. Para ele, as músicas soam naturais e representam uma nova fase para o grupo. Root disse ainda que esse material está mais próximo da sonoridade que sempre imaginou para o Slipknot. “Não saberia dizer qual será a direção do próximo álbum. Sei que estou compondo alguns riffs de grindcore super rápidos, alguns dos riffs mais melódicos, pesados e sombrios. Muitos interlúdios bonitos, simplesmente belíssimos, limpos e coisas do tipo que estão encontrando seu lugar nessas músicas. Muita coisa meio experimental — não quero dizer Pink Floyd, mas talvez algo nessa linha.” O novo disco será o primeiro com Eloy Casagrande, que marcou uma nova fase para o Slipknot após a saída de Jay Weinberg, em 2023. O brasileiro foi anunciado oficialmente em abril de 2024, depois de deixar o Sepultura antes da turnê de despedida da banda. LEIA TAMBÉM: SlipKnot: Alex Venturella está em São Paulo com Eloy Casagrande Via: WikiMetal

Ivan Busic lança novo single e anuncia show no Blue Note, em São Paulo
Ivan Busic lança nesta quinta-feira, 16, “She’s Got the Devil in her Step”, terceiro e último single antes do lançamento do disco completo Into the Blues. O segundo e novo projeto solo do frontman será disponibilizado em 31 de julho. “Acredito que esse single vai fazer todo mundo levantar da cadeira, pois ele tem uma energia forte e vibrante do começo ao fim”, conta Ivan. “É um típico blues, mas com um riff no estilo Cream/Hendrix e um ritmo pulsante, além de uma temática divertida liricamente falando”. O trabalho surge como uma emocionante celebração da memória de seu pai, cuja influência foi decisiva em sua formação como músico. Ao mesmo tempo, representa um novo momento em sua caminhada artística, abrindo espaço para novas possibilidades criativas. Embora o rock siga como a base de sua identidade musical, o blues sempre esteve presente em seu percurso e, nesse disco, Busic tem a oportunidade de explorar pela primeira vez esse gênero com maior profundidade. Para celebrar o lançamento de Into the Blues, Ivan realizará um show no Blue Note em São Paulo. A apresentação acontece no sábado, dia 01 de agosto, às 20h. Os ingressos estão à venda na Eventim. O público poderá ouvir em primeira mão as músicas do álbum e ainda curtir muitos clássicos de mestres como Freddie King, Howlin Wolf, Muddy Waters e outros. O álbum Into the Blues está disponível para pré-venda via Wikimetal Store. SERVIÇOData: 01/08 (sábado)Local: Blue Note São Paulo (Avenida Paulista, 2073 – 2º Andar I Consolação)Horário: 20hIngressos: A partir de R$ 70,00 (sujeito à taxa de conveniência)Compra online por aqui. View this post on Instagram Via: WikiMetal

Gojira anuncia brasileiro Luigi Paraventi para substituir Mario Duplantier
O Gojira precisou alterar sua formação temporariamente para manter a agenda de shows nos Estados Unidos. O baterista Mario Duplantier não conseguiu entrar no país por causa de um problema relacionado à imigração. A banda postou um comunicado nas redes sociais informando a situação e anunciando o baterista brasileiro Luigi Paraventi, de 21 anos, como substituto dos shows nos Estados Unidos, marcados para esta quinta-feira, 16, sexta-feira, 17, e sábado,18, respectivamente no Rock Fest de Cadott, Upheaval Festival em Grand Rapids e Inkcarceration Music & Tattoo Festival em Mansfield. Leia o comunicado: “Olá a todos! Uma atualização importante sobre nossas apresentações no festival. O Mario está lidando com uma questão de imigração que impossibilitou a ele viajar para os EUA a tempo dos nossos shows. Ele está arrasado por não poder estar aqui conosco e lutou muito, em cada etapa do processo, para encontrar uma solução. Somos muito gratos ao incrível Luigi Paraventi, do Paleface Swiss, que assumiu a vaga de última hora. O ‘Player 2’ entrou no jogo — RESPEITO. Mal podemos esperar para ver todos vocês lá!” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Gojira convoca substituto após Joe Duplantier passar por cirurgia na mão Via: WikiMetal

Ghost anuncia ‘2 Big To Rig’, filme da turnê ‘Skeletour’ com estreia em agosto
O Ghost anunciou 2 Big To Rig, filme que registrou a Skeletour World Tour e mostrará apresentações ao vivo, bastidores e momentos inéditos da nova fase do grupo. Por meio das redes sociais, o Ghost postou um teaser com o anúncio do 2 Big To Rig. Gravado durante os dois shows com ingressos esgotados no Palacio de los Deportes, na Cidade do México, em setembro passado, o filme chegará aos cinemas e IMAX em todo o mundo a partir de quarta-feira, 26 de agosto, por tempo limitado. A venda de ingressos começa oficialmente na próxima quinta-feira, 23. As informações sobre as sessões e horários serão divulgadas em breve no site 2BigToRig. A produção promete reunir performances da banda em grandes arenas, além de imagens dos bastidores e do trabalho realizado durante a turnê. “O filme cria uma experiência nostálgica e uma despedida à altura de uma era para os fãs. Estamos orgulhosos de compartilhá-lo com o público de cinema do mundo todo antes que o Ghost faça uma pausa amplamente divulgada. É a maneira perfeita de encerrar um capítulo tão importante na história da banda e dar aos fãs a chance de reviver esse momento juntos”, disse Kymberli Frueh, da Trafalgar Releasing, que trabalhou com a banda em seu filme anterior, Rite Here Right Now, de 2024. Rite Here Rite Now, combinou cenas de shows com uma narrativa ficcional estrelada pelo personagem Papa Emeritus. Agora, o grupo aposta em um novo registro para documentar a atual fase da carreira que marca a estreia de Papa V Perpetua como líder do Ghost. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Mortiis elogia Ghost e Sleep Token mas critica anonimato: “Parece falso” Via: WikiMetal

Green Day, Garbage e Pearl Jam ajudam baixista do L7 em luta contra câncer
A campanha de arrecadação criada para ajudar Jennifer Finch, baixista do L7, já ultrapassou US$ 300 mil. Fãs e membros do Green Day, Pearl Jam e Garbage se mobilizaram após o diagnóstico de um câncer agressivo no cérebro da musicista. Diante da situação, amigos, familiares e a banda criaram uma campanha no GoFundMe para ajudar a custear as despesas com o tratamento, a recuperação e os cuidados médicos contínuos. O quadro de saúde da baixista se agravou rapidamente após o diagnóstico, exigindo múltiplas cirurgias e tratamento contínuo. A meta inicial era arrecadar US$ 150.000, mas esse valor foi dobrado e agora chega a US$ 350.000 (R$ 1,7 milhão, na cotação atual). Além dos fãs do L7, muitas das maiores doações vieram de outros artistas. Entre os que contribuíram financeiramente estão a banda Garbage, que doou US$ 8.000 para a página do GoFundMe. O baixista do Pearl Jam, Jeff Ament, doou US$ 5.000, assim como Kathleen Hanna, da banda Bikini Kill, e Adrienne Armstrong, esposa do vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong. Em seguida, a banda agradeceu o apoio por meio de um post nas redes sociais: “Estamos extremamente gratos e comovidos com todo o amor, generosidade e apoio que nossa amiga e companheira de banda, Jennifer Finch, tem recebido de todas as partes do mundo. Com muito amor e gratidão, L7”. Jennifer Finch recebeu o diagnostico de câncer cerebral agressivo Jennifer Finch, baixista do L7, recebeu o diagnostico de câncer cerebral agressivo. A banda divulgou a notícia por meio das redes sociais e informou que a musicista está em tratamento e pediu apoio dos fãs neste momento delicado. Por causa do diagnóstico, Jennifer ficará de fora da etapa norte-americana da turnê de despedida Last Hurrah Tour, marcada para o segundo semestre de 2026. Segundo a banda, a excursão foi planejada quando as quatro integrantes estavam em plenas condições de saúde. Mesmo sem poder participar dos shows, Jennifer pediu que o L7 mantivesse a agenda. A banda aceitou seu desejo e escalou Tsuzumi Okai, que esteve em turnê com o Limp Bizkit em 2018. Jennifer Finch integrou a formação clássica do L7 e ajudou a consolidar o grupo como um dos principais nomes do rock alternativo e do grunge nos anos 1990. Seu trabalho influenciou diversas bandas e tornou-se parte importante da história do gênero. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: L7 anuncia turnê de despedida após mais de 40 anos Via: WikiMetal

Atração do Rock in Rio, Nova Twins confirma show em São Paulo
Nova Twins será a atração principal do evento É Tudo Delas, em seu primeiro show como headliner no Brasil e na América do Sul. A apresentação acontece em 06 de setembro, no Cine Joia, em São Paulo, e reúne ainda a carioca MC Taya e as paulistanas The Mönic. Os ingressos estão à venda pela plataforma FasTix. Formada em Londres, em 2014, por Amy Love e Georgia South, a Nova Twins transformou a colisão entre punk, grime, rap e metal em uma das propostas mais originais e contundentes do rock britânico contemporâneo. Com um som construído sobre guitarras processadas, baixo distorcido e forte identidade estética, a dupla conquistou projeção internacional, passou pelos principais festivais da Europa e dividiu palco com artistas como Foo Fighters, Bring Me the Horizon e YUNGBLUD. A estreia brasileira acontece em um momento de projeção crescente para a Nova Twins. Antes de assumir o palco do Cine Joia como atração principal do É Tudo Delas, a dupla se apresenta no Palco Mundo do Rock in Rio 2026, dois dias antes. É Tudo Delas é o encontro é raro por mais de um motivo. Nova Twins, MC Taya e The Mönic habitam territórios musicais distintos — o punk britânico que atravessa grime e nu metal, o Metal Mandrake periférico que funde funk e rock pesado, e o punk rock paulistano com vocais rasgados e refrões grudentos —, mas compartilham um mesmo eixo: são mulheres que não pediram licença para ocupar espaços historicamente dominados por homens, e que constroem carreiras inteiras na contramão do que se espera delas. É tudo delas. A pista é de todos. SERVIÇO – É Tudo Delas – Nova Twins + MC Taya + The Mönic Data: 6 de setembro de 2026 (domingo)Horário: a partir das 18hLocal: Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade, São Paulo – SP)Ingressos: fastixPreços entre R$ 175 e R$ 310 (meia-entrada e ingresso solidário disponíveis) View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Guitarrista de banda que recebeu cachê superfaturado é servidor público de SP Via: WikiMetal

Guitarrista de banda que recebeu cachê superfaturado é servidor público de SP
Uma reportagem publicada pelo Metrópoles revelou que bandas de rock ligadas ao produtor Fabricio Ravelli receberam cachês superfaturados da Prefeitura de São Paulo. A denúncia aponta que quatro bandas de rock ligadas ao também dono do Rock FunFest foram contratadas ao menos 73 vezes pela administração municipal nos últimos 15 meses e juntos, os cachês ultrapassam a marca de R$ 2,3 milhões. Fabiano Martins de Oliveira, guitarrista de uma delas, a Névula, trabalha como secretário-adjunto municipal da Fazenda e se apresenta sob o nome artístico de “Tenente”, uma vez que ele exerceu atividades no Exército Brasileiro entre 1996 e 2005, segundo a Secretaria da Fazenda. Fabiano atua como auditor fiscal tributário de carreira e foi nomeado na Prefeitura de São Paulo em 2012. Procurada pela reportagem original, a Secretaria da Fazenda afirmou que Fabiano não integra a banda em questão e que a participação do servidor se deu a convite da banda, “de forma voluntária, sem remuneração e com renúncia expressa a quaisquer direitos, vantagens ou pagamentos decorrentes dessa participação.” No entanto, o secretário aparece em uma série de publicações feitas nas redes sociais da banda ao longo de 2025, incluindo um post no qual ele é apresentado. A banda Névula conta com 10 singles e um EP de cinco músicas, lançado em 2025. Olha que baita coincidência: a banda que a prefeitura de São Paulo contratava TODO FINAL DE SEMANA para tocar, com cachê de R$ 30 mil, tem como um dos componentes o secretário adjunto da Fazenda da própria prefeituraProcurada, a prefeitura mentiu na cara dura dizendo que ele… — Demétrio Vecchioli (@demetriovec) July 15, 2026 Saiba mais sobre o caso que envolve A investigação apontou que as apresentações bancadas pela Secretaria Municipal de Cultura contavam com estrutura direta da São Paulo Turismo (SPTuris), uma vez que a gerência de eventos da empresa era comandada por Rodrigo Raveli, irmão de Fabrício e ambos sobrinhos de Élcita Raveli, principal assessora do presidente do Tribunal de Contas do Município (TCM), Domingos Dissei. Por conta disso, a banda RockFun Legends chegou a receber R$ 45 mil para um show que não teve divulgação prévia, realizado às 17h de uma terça-feira, em um centro cultural da Prefeitura. Já a MotorRockBr faturou R$ 30 mil para se apresentar na estação da Sé durante o horário de pico. Fabrício Raveli também criou a ONG “Associação Consciência Cultural”, apresentada por ele como a “solução” para o problema da cena rock em São Paulo: existem mais bandas do que público e dinheiro para bancar as apresentações. Com isso, bandas eram convidadas para tocar nos festivais do produtor por cachês menores (R$ 6,5 mil) e precisavam comparecer em eventos organizados por ele, enquanto suas bandas embolsavam o cachê de atração principal (R$ 30 mil) tocando apenas covers. LEIA TAMBÉM: Bandas de rock desconhecidas recebem cachês superfaturados da Prefeitura de SP Via: WikiMetal

SlipKnot: Alex Venturella está em São Paulo com Eloy Casagrande
Alex “Vman” Venturella e Eloy Casagrande, do Slipknot, foram registrados no IP&T Instituto de Percussão e Tecnologia, em São Paulo, nesta quarta-feira, 15. Na última terça-feira, 14, o baixista Vman postou um stories em seu Instagram, marcando a Sala São Paulo. “Obrigado por uma noite maravilhosa de música clássica e dança”, disse o músico que marcou o baterista Eloy Casagrande e sua esposa Ariane Garcia. Alex tem sido bastante discreto e não divulgou publicamente o motivo de sua visita ao país, apesar de não tentar esconder sua presença em terras brasileiras. Na tarde desta quarta-feira, 15, os dois membros do SlipKnot aparecem pousando no corredor da IP&T, conhecida por ser a escola onde Eloy dava aulas e atualmente ensaia e grava. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Chris Fehn, ex-Slipknot, sobre saída da banda: “Não sinto falta disso” Via: WikiMetal

Daron Malakian faz piada com o Oasis em show do System of a Down na Inglaterra
Durante show do System of a Down realizado na última segunda-feira, 13, no Tottenham Hotspur Stadium, em Londres, o guitarrista Daron Malakian fez uma piada envolvendo o Oasis. Antes de iniciar a faixa “Needles”, Daron explicou a letra – que fala sobre um verme solitário – para o público e decidiu renomear o verme para o nome do grupo liderado pelos irmãos Liam e Noel Gallagher. “Nós temos uma música sobre um verme solitário. Só por diversão hoje, eu vou chamar esse verme de ‘Oasis’”, disse ele, que em seguida incentivou a plateia a cantar a frase “Pull Oasis out of your ass” (“Tire o Oasis do seu rabo”) [transcrição via NME]. View this post on Instagram System of a Down x Oasis A rivalidade entre o System of a Down e o Oasis teve origem no início dos anos 2000, época em que o grupo armênio-americano lançava Toxicity (2001), seu aclamado segundo álbum de estúdio. Na ocasião, Noel Gallagher não poupou críticas à banda de Daron Malakian em uma entrevista a uma rádio americana, na qual afirmou que “estava vivo para ouvir a pior banda de todos os tempos”. Mais recentemente, no ano passado, enquanto o Oasis se apresentava com sua turnê de reunião pelos Estados Unidos, o System of a Down também provocou os britânicos durante um show no Soldier Field, em Chicago, no mês de setembro. Na época, ao chegar à cidade, Malakian usou seu perfil no Instagram para compartilhar uma foto do lado do Wrigley Field com a placa do estádio alterada digitalmente que dizia “Fuck Oasis” (“Foda-se o Oasis”). Na legenda da publicação, o guitarrista ironizou: “Uau!!! Eu continuei parando no lugar certo e na hora certa em Chicago!!!!!”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Liam Gallagher xinga brasileiro após crítica a “Wonderwall” na Copa do Mundo Via: WikiMetal

Electric Mob lança versão especial do álbum ‘2 Make U Cry & Dance’
O Electric Mob vive um dos momentos mais sólidos de sua trajetória. Depois de ultrapassar a marca de meio milhão de reproduções com o álbum 2 Make U Cry & Dance e receber elogios dentro e fora do Brasil, a banda curitibana lançou a edição digital deluxe do trabalho pela Frontiers Music Srl. A nova versão reúne as faixas do disco originalmente lançado em 2023, seis gravações ao vivo registradas no Capital Moto Week 2024, em Brasília, e uma versão alternativa de “WATCH ME (I’m Today’s News)”, que anteriormente estava disponível apenas no mercado japonês. Para acompanhar o lançamento, o grupo também divulgou um visualizer oficial da nova versão da música. Segundo o vocalista Renan Zonta, o registro ao vivo preservou o peso emocional da versão original. “Essa versão ao vivo é fiel à raiva e ao desconforto que sentimos quando escrevemos, com cada um brutalizando a sua própria performance”, declarou. O guitarrista Ben Hur Auwarter também ressaltou a importância dos palcos na construção da identidade do Electric Mob. “Sempre nos consideramos uma banda forjada no palco. É onde tudo realmente ganha vida. Nesta edição deluxe, estamos capturando parte dessa energia e compartilhando-a com os fãs que ainda não tiveram a oportunidade de vivenciá-la conosco pessoalmente.” LEIA TAMBÉM: Mattilha lança video de “Substância” com referência ao filme de horror Via: WikiMetal

Napalm Death faz o Tiny Desk mais pesado da história da série
O Napalm Death entrou para a história do Tiny Desk Concert, da National Public Radio, ao levar o grindcore para um dos formatos mais conhecidos da música ao vivo. A banda britânica adaptou seu repertório ao espaço reduzido do escritório da NPR, mas manteve a intensidade que a transformou em uma das principais referências do metal extremo. “Somos o Napalm Death, para quem não conhece, caso vocês estivessem se perguntando”, disse o vocalista Barney Greenway. “Que bom ver vocês! Deixe-me dizer que estamos aqui para apoiar de coração a radiodifusão comunitária. Infelizmente, ela está sob ataque de todos os lados, tanto no Reino Unido quanto aqui, e precisamos cuidar dela. Ela é preciosa. Precisa ser preservada”, contou ele. O set reuniu 6 faixas que representam diferentes fases da carreira do Napalm Death. Mesmo em um ambiente intimista, o grupo entregou a velocidade, o peso e a agressividade característicos de seu som. Embora a apresentação do Napalm Death seja considerada uma das mais intensas da história do Tiny Desk Concert, a banda não foi a primeira representante do metal extremo na série. Em 2023, o projeto recebeu os veteranos do GWAR, taém tocaram, e o Thou, que apresentou uma performance com abordagem mais acústica em 2019. Com a participação na tradicional série da NPR Music, gravada no escritório da emissora em Washington, D.C., o Napalm Death passa a integrar a lista de artistas que já se apresentaram no projeto. Entre eles estão nomes como Dua Lipa, Sabrina Carpenter e a banda de hardcore Turnstile, que chamou atenção no ano passado quando o vocalista Brendan Yates realizou o primeiro stage dive da história do Tiny Desk Concert. LEIA TAMBÉM: Napalm Death influenciou nova turnê do My Chemical Romance, diz Gerard Way Via: WikiMetal

Liam Gallagher xinga brasileiro após crítica a “Wonderwall” na Copa do Mundo
Liam Gallagher voltou a chamar atenção nas redes sociais ao responder um brasileiro que reclamou sobre a execução de “Wonderwall” na Copa do Mundo de 2026. A discussão começou depois que um brasileiro comentou uma publicação de Liam nas redes sociais reclamando da presença de “Wonderwall”, música escolhida como o hino não oficial da seleção da Inglaterra durante a Copa do Mundo. O internauta, chamado Ivan, comentou na rede social X: “Imagina ser o país dos Beatles, Queen e Rolling Stones, mas escolher uma música do Oasis como tema da trajetória da seleção inglesa na Copa do Mundo”. O vocalista do Oasis não economizou nas palavras e respondeu com um xingamento, mantendo o estilo direto que o tornou conhecido. “Imagina só que isso não tem porra nenhuma a ver com você, seu inútil/otário”, respondeu Liam [via Rolling Stone]. A polêmica acontece enquanto “Wonderwall” vive um novo momento de popularidade. A música virou símbolo das comemorações da seleção inglesa na Copa do Mundo, após ser tocada na vitória sobre a Croácia. Desde então, passou a embalar as celebrações da equipe após cada vitória e registrou forte crescimento nas plataformas de streaming e nas paradas britânicas. Liam Gallagher cantará “Wonderwall” se Inglaterra chegar à final na Copa do Mundo Liam Gallagher afirmou que está disposto a cantar “Wonderwall” na final da Copa do Mundo de 2026, caso a Inglaterra confirme vaga na decisão. O vocalista do Oasis respondeu à sugestão de um fã na rede social X, que dizia que era “obrigatório” que o cantor “voasse até lá e cantasse ‘Wonderwall’ ao vivo no gramado” caso o time de Thomas Tuchel chegasse à final. Em seguida, Liam respondeu: “Veremos, estou pronto”. A seleção da Inglaterra joga hoje, ás 16h (horário de Brasília) contra a Argentina, disputando a vaga na final – que já tem a Espanha como adversário. Lançada em 1995, “Wonderwall” segue entre as músicas mais populares da história da banda. Recentemente, tornou-se a trilha sonora não oficial da seleção inglesa na Copa do Mundo deste ano, com Harry Kane e companhia se reunindo ao final de suas partidas para cantá-la com os torcedores na arquibancada. Imagina ser o país dos Beatles, Queen e Rolling Stones, mas escolher uma música do Oasis como tema da trajetória da seleção inglesa na Copa do Mundo. pic.twitter.com/O87BI4D24m — ivan ☭ (@ivantuita) July 12, 2026 LEIA TAMBÉM: Liam Gallagher cantará “Wonderwall” se Inglaterra chegar à final na Copa do Mundo Via: WikiMetal

John Dolmayan, do System of a Down, encerra sua loja de quadrinhos no EUA
John Dolmayan encerrou oficialmente as atividades de sua loja de quadrinhos em Las Vegas, nos Estados Unidos. O baterista do System of a Down anunciou o fechamento da Torpedo Comics, negócio que comandava há mais de uma década e que se tornou referência entre colecionadores. Segundo o Las Vegas Review-Journal, um cartaz afixado na porta da loja anunciou seu fechamento: “Agradecemos à comunidade de Las Vegas pelo apoio nos últimos 9 anos!”. Anteriormente descrita como a maior varejista de itens colecionáveis em Nevada, inicialmente com um estoque de 60.000 edições modernas e antigas, a Torpedo Comics encerrou sua loja física mas continuará online em torpedocomics.com. Fundada por Dolmayan, a Torpedo Comics é especializada em edições antigas da Era de Ouro e da Era de Prata. O baterista já colecionava quadrinhos raros há mais de duas décadas antes de abrir a loja em Las Vegas. Em maio passado, esteve no Brasil promovendo sua HQ ASCENCIA. “Comecei a vender no início dos anos 90. Pois, aos 18 anos, é difícil chegar para os pais e dizer: ‘Posso pegar dinheiro para comprar gibis?’. No começo, perdi muito dinheiro tentando vender gibis em convenções e coisas do tipo, até descobrir como fazer isso. Quando entrei para o System of a Down [no final dos anos 90], eu estava ganhando de US$ 55.000 a US$ 60.000 por ano. Aceitei uma grande redução salarial para entrar na banda”, disse ele ao Las Vegas Review-Journal. LEIA TAMBÉM: System Of A Down fecha parceria global com produtora brasileira 30e Via: WikiMetal