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“Eu não conseguia engolir o Led Zeppelin e o AC/DC quando era moleque; odiava Back In Black”, conta Chris Motionless (Motionless In White)
É perfeitamente normal não gostar de certas bandas e estilos musicais em tenra idade, afinal de contas, nós estamos em processo de formação dos gostos pessoais, e a maturidade vem com o tempo, as vivências e as experiências que encontramos pelo caminho. A título de exemplo, o individuo pode iniciar a vida curtindo pop e as canções que permeiam mainstream, no entanto, com o passar do tempo, outros estilos como rock, jazz e blues podem ganhar espaço no coração e player da pessoa – e não sair mais de lá. Até mesmo o pessoal que está no campo profissional da música estão inseridos neste esquema. Em conversa com a Revolver, o cantor Chris Motionless (Motionless In White) citou as bandas que não curtia quando era mais novo, mas que agora adora. “Eu detestava Led Zeppelin quando estava crescendo, porque meu pai ouvia rock clássico. Eu gostava de muitas bandas, mas detestava muitas outras. E, por algum motivo, cara, eu simplesmente não conseguia curtir Led Zeppelin quando era moleque”. Ele completou: “E o mesmo valia para o AC/DC. Então, para facilitar, vou escolher Back in Black, do AC/DC. Eu detestava essa música. E agora, mais velho, penso: ‘Isso é incrível’. Fica claro por que eles são a maior banda de rock que já existiu”. Back In Black, que é o sétimo registro do estúdio, já bateu a marca de 50 milhões de cópias vendidas, além disso, teve um simbolismo muito grande para a banda, pois foi o primeiro trabalho sem Bon Scott, que morreu em 19 de fevereiro de 1980, aos 33 anos, devido intoxicação aguda por álcool. Via: Rockbizz

King Diamond se despede do guitarrista Andy La Rocque e dá boas-vindas a Gus G.
O dinamarquês King Diamond se despediu do guitarrista Andy La Rocque e deu boas-vindas a Gus G. em sua banda. Ele participará das composições, gravações e turnês de King daqui em diante, marcando um novo e empolgante capítulo na trajetória histórica da banda. Vale ressaltar que La Rocque firmou uma parceria de 40 anos com Diamond, participando de álbuns famosos como Fatal Portrait (1986), Abigail (1987), Them (1988), Conspiracy (1989) e The Eye (1990), portanto, deixou uma marca eterna na história do metal. Sobre a entrada do novo guitarrista, o cantor disse: “É uma grande honra para mim dar as boas-vindas a Gus G. como nosso novo guitarrista. O Gus continuará com todos os seus projetos atuais -Firewind, carreira solo, etc. Sem restrições, apenas um planejamento cuidadoso. Já estamos trabalhando com o Gus e mal posso esperar para que vocês ouçam todas as novas músicas do King Diamond com ele na guitarra”. Com isso, a banda se firma em King Diamond (vocal), Gus G. (guitarra), Mike Wead (guitarra), Pontus Egberg (baixo) e Matt Thompson (bateria). Via: Rockbizz

Morre Lou Koller, vocalista do Sick Of It All, aos 59 anos
Lou Koller, vocalista da lendária banda de hardcore Sick Of It All, morreu na última sexta-feira, 24, aos 59 anos, após uma longa batalha contra um câncer no esôfago. Koller havia sido diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer de esôfago, em 2024. Após meses de tratamento, em maio de 2025, informou que estava oficialmente livre do câncer. Em setembro, revelou que a doença havia retornado. Os companheiros de banda emitiram um comunicado por meio das redes sociais: “É com uma tristeza indescritível que anunciamos à nossa família hardcore mundial o falecimento do nosso irmão Lou Koller”, escreveram eles. “A sensação de perda que sentimos neste momento é avassaladora. “Este ano marcaria o 40º aniversário da banda Sick Of It All, e a camaradagem, o comprometimento e o entusiasmo de Lou sempre foram inabaláveis ao longo dos anos. Perdemos um amigo querido e um vocalista icônico. Lou tinha o poder de animar a todos nos nossos shows com um sorriso e um comentário sarcástico, e conquistava as pessoas onde quer que tocássemos, de todas as culturas e de todos os cantos do mundo.” A banda também agradeceu aos fãs que fizeram doações para o fundo destinado ao tratamento médico de Koller durante sua doença. “Vocês todos ajudaram Lou a se sentir muito especial e muito amado enquanto ele lutava contra a doença nesses últimos dois anos. Sua batalha acabou e ele finalmente pode descansar. Espero que, de alguma forma, ele ainda consiga ver e sentir a bela e positiva marca que deixou no mundo.” O Sick of It All passou diversas vezes pelo Brasil ao longo da carreira, o último show ocorreu em 2020. Conquistando uma legião de fãs, especialmente em São Paulo, se tornou uma das bandas mais respeitadas da cena hardcore. Após a morte de Lou Koller, João Gordo, vocalista dos Ratos de Porão, prestou uma homenagem nas redes sociais. Em publicação no Instagram, ele escreveu: “Mais um aliado da mesma geração que se vai… daqui pra frente nosso bonde tá mais perto do que nunca… viver o resto de nossas vidas de luta com amor, resiliência e dignidade é o que nos resta.” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne estava escalado para filmar reality show, segundo tabloide Via: WikiMetal

Hoobastank aportará no Brasil no mês de novembro, segundo jornalista
Boa notícia aos fãs de rock alternativo e post grunge dos anos 1990 e 2000! O Hoobastank aportará no Brasil no mês de novembro, segundo jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país. O comunicador informou as novidades por intermédio de suas redes sociais. Ele ainda destacou que mais informações sobre os shows serão reveladas em breve. HOOBASTANK NO BRASIL! Novembro de 2026! Mais informações em breve! pic.twitter.com/uIvnbvTOVm — José Norberto Flesch (@jnflesch) July 24, 2026 O debute da banda, They Sure Don’t Make Basketball Shorts Like They Used To, saiu em 1998, com sons como Educated Fool, Naked Jock Man e The Dance That Broke My Jaw. No entanto, o sucesso comercial chegou no segundo álbum, que é homônimo ao grupo. Canções como Crawling in the Dark, Running Away e Remember Me colaboraram para que o disco batesse a marca de um milhão de cópias vendidas. Já em dezembro de 2003, a banda colocou na praça The Reason, com hits do quilate de Out of Control, The Reason, Same Direction e Disappear. Desde então, o conjunto lançou mais quatro registros de estúdio: Every Man for Himself (2006), Fornever (2009), Fight or Flight (2012) e Push Pull (2018). Via: Rockbizz

King Diamond anuncia saída de Andy La Rocque após 40 anos e revela novo guitarrista
King Diamond anunciou a entrada do guitarrista Gus G. (ex-Ozzy Osbourne) à formação da banda. Gus G. se junta como guitarrista e irá compor, gravar e fazer turnês com o King Diamond daqui para frente, marcando um novo e empolgante capítulo na história da banda. A banda expressa sua mais profunda gratidão e o máximo respeito a Andy La Rocque, cuja extraordinária contribuição de 40 anos ao King Diamond deixou uma marca permanente e insubstituível no legado da banda e no heavy metal na totalidade. O talento musical, a dedicação e a arte de Andy foram essenciais para o que torna esta banda o que ela é, e isso jamais será esquecido. O vocalista e fundador do King Diamond comentou : “É uma grande honra para mim dar as boas-vindas a Gus G. como nosso novo guitarrista. Gus continuará com todos os seus projetos atuais, como o FIREWIND, seu projeto solo, etc. Sem restrições, apenas um planejamento cuidadoso. Já estamos trabalhando com o Gus e mal posso esperar para vocês ouvirem as novas músicas do King Diamond com ele na guitarra! Mantenham-se pesados!” A banda já está imersa no processo criativo, trabalhando no que promete ser um dos capítulos mais aguardados da carreira. Os fãs podem esperar novas músicas com a formação completa em breve. Fiquem ligados para mais novidades. King Diamond é possivelmente a personalidade mais reconhecida e prolífica de todos os tempos no heavy metal. Reverenciado por ícones do porte de Metallica e Pantera, e inspirando novos talentos em todo o mundo, King Diamond , o homem e a banda, deixaram uma marca indelével na história e, agora, novamente, no futuro do heavy metal. View this post on Instagram View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: King Diamond revela mais detalhes de seu novo álbum Via: WikiMetal

Morrissey implora ao primeiro-ministro espanhol que proíba as touradas: “Espetáculo hediondo”
O cantor inglês Morrissey implorou ao primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, que proíba as touradas. O roqueiro, que é um ativista de longa data da causa animal, uniu-se à PETA para que a prática cruel seja extinta do país. É importante explicar que a PETA (People For The Ethical Treatment Of Animals – Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, em tradução livre) é uma organização não governamental fundada em 1980, cujo trabalho se debruça em lutar pelos direitos dos animais. Além de Morrissey, outros artistas do rock e metal apoiam o trabalho da ONG. Nomes como Rob Halford (Judas Priest), Paul McCartney, Shirley Manson (Garbage), Tom DeLonge (Blink-182), Tommy Lee (Mötley Crüe), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Joan Jett e Iggy Pop endossam o trabalho da organização. Em carta compartilhada com a Far Out, o cantor abordou o tema escrevendo o seguinte: “A Espanha enriqueceu o mundo com música, arte, literatura e dança extraordinárias; no entanto, as touradas continuam a manchar sua reputação no cenário global. Um animal aterrorizado e torturado morrendo de fato, afogando-se no próprio sangue porque um homem o torturou e esfaqueou, é uma crueldade contra os animais que não pode ser justificada como ‘cultura’. Velázquez, Lorca, Cervantes e o flamenco – isso sim é cultura”. Ele acrescentou: “Há apelos contundentes para banir esse espetáculo hediondo. Isso precisa acabar! Além disso, os cofres públicos poderiam ser utilizados em outros programas que valem a pena”. “A história condena aqueles que defenderam a crueldade. Ela recorda aqueles que lhe puseram fim”, encerrou o artista. Via: Rockbizz

Bon Jovi: Ingresso VIP de show dá direito a foto com holograma do cantor
A Forever Tour, turnê que marca o retorno oficial do Bon Jovi aos palcos após quatro anos, conta com um recurso inusitado para quem deseja tirar uma foto com o vocalista Jon Bon Jovi. Fãs que adquiriram pacotes VIP para as apresentações poderão registrar uma imagem ao lado de um holograma do cantor. A novidade está disponível para o público que comparecer à atual residência de nove shows do grupo no Madison Square Garden, em Nova York, que ocorre ao longo deste mês de julho. A ação acontece de forma conjunta entre as empresas Superfan.Live, Proto Hologram e HIFI Labs. Segundo elas, esta é a primeira vez que a tecnologia de selfie em holograma passou a ser utilizada em uma casa de shows durante uma turnê [via Time Out]. Diferente de posar ao lado de um totem de papelão, a cabine oferece uma versão digital hiper-realista, em tamanho real e com movimentos do artista, recriando a exata sensação de encontrá-lo frente a frente antes do clique. Com o fim da dinâmica, o fã pode baixar a selfie digitalmente para guardar de recordação. View this post on Instagram Jon Bon Jovi já usou a mesma tecnologia em 2024 Embora a dinãmica seja inédita em shows, Jon Bon Jovi já havia utilizado um holograma da Proto anteriormente durante o evento tributo MusiCares Person of the Year de 2024 e também em seu restaurante em Nashville, o JBJ’s. “Estamos honrados em trabalhar nesta experiência pioneira em um momento tão triunfante na carreira de Jon Bon Jovi. Os superfãs que comparecerem não levarão apenas um souvenir digital, eles experimentarão a presença do Jon e aquela sensação de diversão de quando você tira uma selfie com um ídolo”, declarou David Nussbaum, fundador da Proto. LEIA TAMBÉM: Bon Jovi encerra show na metade após problemas de saúde Via: WikiMetal

Inventtor desafia dogmas em novo álbum ‘Senhor da Obsessão’
Após mais de 15 anos dedicados ao underground brasileiro, o duo mineiro Inventtor lança nesta sexta-feira, 24, o novo álbum Senhor da Obsessão. O trabalho reúne oito faixas que exploram os conflitos da mente humana, a espiritualidade e a responsabilidade individual costurados por um death/ doom metal técnico e visceral. O Inventtor é sustentado por dois músicos: Alan Souza, bateria, vocal e fundador da banda, e Tony Lessa, no baixo. Para Senhor da Obsessão, eles contaram com a participação do guitarrista André Damien (Paradise in Flames), que também assina a produção do álbum. Cantando em português e inglês, a dupla reafirma sua identidade ao unir a tradição do metal extremo mineiro a uma abordagem contemporânea. “Em Senhor da Obsessão, quisemos falar sobre aquilo que aprisiona o ser humano por dentro. Não é um disco que aponta culpados ou entrega respostas prontas. É um convite para refletir sobre as próprias escolhas, a culpa, a fé e a responsabilidade por quem somos.” revelou Alan Souza. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Avenged Sevenfold, Johnny Marr, Riviera Gaz e mais Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Avenged Sevenfold, Johnny Marr, Riviera Gaz e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Avenged Sevenfold, MADBALL e Inventtor, singles novos do Johnny Marr, Riviera Gaz, MINISTRY e Amon Amarth, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS Inventtor – Senhor da ObsessãoPara quem gosta de: Death/doom metal MADBALL – Not Your KingdomPara quem gosta de: Hardcore EPs Avenged Sevenfold – StaticaPara quem gosta de: metalcore LEIA TAMBÉM: Avenged Sevenfold lança ‘Statica’, EP surpresa de 4 faixas Via: WikiMetal

Bruce Dickinson canta clássico de David Bowie com Billie Joe Armstrong, do Green Day
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, fez uma participação surpresa no show do The Coverups, banda de covers liderada por Billie Joe Armstrong, do Green Day, durante a San Diego Comic-Con na noite da última quinta-feira, 23. A apresentação aconteceu durante a festa promovida pela Fandom e pela Z2 Comics, que marcou a abertura das atividades do evento. Dickinson apareceu na quinta música de um repertório com 26 canções. A dupla apresentou a faixa “All The Young Dudes”, escrita por David Bowie e lançada originalmente pelo Mott The Hoople em 1972, com produção do próprio Bowie. A música também remete à carreira solo de Bruce Dickinson, que gravou sua própria versão da faixa no álbum Tattooed Millionaire, lançado em 1990. Além da participação de Dickinson, o The Coverups apresentou versões de sucessos como “Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve)”, do Buzzcocks, “I Wanna Be Sedated”, dos Ramones, e “Drain You”, do Nirvana, dedicada à falecida Jennifer Finch, baixista do L7. O set também incluiu músicas de Cheap Trick, Ozzy Osbourne, Mötley Crüe, The Strokes e outros nomes do rock. LEIA TAMBÉM: Leather Leone irá se afastar da música: “Nunca fui recebida de braços abertos” Via: WikiMetal

Bon Jovi encerra show na metade após problemas de saúde
Jon Bon Jovi precisou interromper um show do Bon Jovi no Madison Square Garden, em Nova York, na noite da última quinta-feira, 23, após enfrentar uma sinusite. O cantor conseguiu apresentar 14 músicas (o set originalmente conta com 23 canções) antes de encerrar a apresentação, na qual estava claramente com dificuldades. Antes de cantar a que seria a última música da noite, “Livin’ on a Prayer”, Bon Jovi disse aos fãs:“Eu sei que estou te decepcionando e não é do meu feitio fazer isso. Vamos fazer mais uma música, e eu vou precisar da sua ajuda. Talvez tenhamos que dar um tempo porque eu estou sofrendo pra caramba” [via Ultimate Classic Rock].A canção dependeu da ajuda dos fãs e de Pat Monahan, da banda Train, que subiu ao palco para ajudar a cantar. Antes de deixar o palco, Jon Bon Jovi explicou aos fãs: “Não falei com ninguém sobre nada, mas não joguem fora seus ingressos. Vou dar um jeito, ok? Guardem eles. Vamos ver como remarcar. Mas preciso dar uma relaxada por hoje. Estou me sentindo ótimo. Vejo vocês em breve. Boa noite”, explicou Jon Bon Jovi. Em um comunicado à Rolling Stone , Um porta-voz do Bon Jovi informou: “Jon Bon Jovi falou do palco e contou aos fãs que estava lutando contra uma sinusite, o que levou ao encerramento antecipado do show. Como parte da residência do Bon Jovi no Madison Square Garden, Jon já disse diversas vezes que tem sido uma alegria retornar aos shows ao vivo com a banda. Informações atualizadas estarão disponíveis em breve.” Após quatro anos longe das turnês, o Bon Jovi voltou aos palcos no último dia 07 de julho, dando início à residência de nove apresentações no Madison Square Garden, em Nova York. O retorno marcou o começo da turnê Forever e acontece depois da recuperação vocal de Jon Bon Jovi, que precisou interromper as atividades ao vivo por causa de problemas nas cordas vocais. Até o momento, a agenda da banda permanece inalterada. O último show da residência em Nova York segue previsto para 26 de julho. Depois da temporada em Nova York, a turnê seguirá para o Reino Unido e Irlanda. Bon Jovi Forever Tour UpdateJuly 23, 2026Jon telling fans to hold onto their tickets for a rescheduled MSG showWE BELIEVE IN YOU JONThank you for still taking the stage tonight and giving your all Video Credit: Michele Bloom#BonJovi pic.twitter.com/iic7EvhOu6 — Jerry Braden (@Jerrybraden92) July 24, 2026 LEIA TAMBÉM: Expectativas para show do Bon Jovi no Brasil aumentam após fala de produtor Via: WikiMetal

Bon Jovi encerra show no Madison Square Garden abruptamente devido problemas vocais: “Estou decepcionando vocês”
Infelizmente o Bon Jovi encerrou show no Madison Square Garden abruptamente devido a problemas vocais. O caso rolou na última quinta-feira, 23, por conta de problemas vocais enfrentados pelo líder da banda, Jon Bon Jovi. O roqueiro conseguiu apresentar catorze músicas do repertório – incluindo sucessos como You Give Love A Bad Name e It’s My Life, no entanto, a voz foi apresentando desgaste ao longo da performance. Em conversa com o público, Jon disse: “Eu sei que estou decepcionando vocês, e não é do meu feitio fazer isso. Vamos tocar mais uma música, e vou precisar da ajuda de vocês. Talvez a gente tenha que pegar mais leve, porque estou sentindo uma dor muito forte”. Com a ajuda de Pat Monahan, vocalista da banda Train, e do público presente na casa, o Bon Jovi conseguiu apresentar Livin’ On A Prayer e finalizar o concerto. Jon ainda disse à plateia: “Não joguem fora os canhotos dos ingressos; vou dar um jeito nisso, ok? Guardem-nos com vocês, e vamos descobrir como remarcar o show”. 🚨Bon Jovi Forever Tour Update July 23, 2026 Jon telling fans to hold onto their tickets for a rescheduled MSG show WE BELIEVE IN YOU JON Thank you for still taking the stage tonight and giving your all Video Credit: Michele Bloom#BonJovi pic.twitter.com/iic7EvhOu6 — Jerry Braden (@Jerrybraden92) July 24, 2026 No dia 07 de julho, o Bon Jovi voltou aos palcos após um hiato de quatro anos devido problemas vocais de Jon Bon Jovi. A turnê Forever começou com o primeiro de nove shows no Madison Square Garden, em Nova York, Estados Unidos. A temporada na famosa casa de shows continuou com apresentações nos dias 09, 12, 14, 16, 19, 21 e 23 de julho. Ainda resta mais um espetáculo, que será no dia 26, o qual se mantém de pé. Em 2022, Jon Bon Jovi passou por uma cirurgia chamada medialização das cordas vocais para ajudar sua voz a recuperar o funcionamento adequado. Depois de todo sofrimento físico e emocional, o cantor afirmou estar em forma para voltar ao trabalho que tanto ama desenvolver. Via: Rockbizz

Shawn Crahan, o Palhaço do Slipknot, lança o projeto paralelo O’ Day Monster
O percussionista norte-americano Shawn Crahan, o Palhaço do Slipknot, lançou o projeto paralelo O’ Day Monster. Para promover o trabalho, o artista liberou o single Un Life, cujo videoclipe foi feito por Inteligência Artificial. Sobre o novo projeto, o músico comentou: “Eu queria criar a nave espacial que pudesse pilotar com as minhas palavras”. Assim como nos projetos paralelos anteriores do artista, O’ Day Monster compartilha pouquíssimo DNA musical com o Slipknot, o que é uma decisão proposital. Além da nova banda, Clown lançou um novo portal online centralizador – theclown.com – que reúne links para seus diversos projetos paralelos como seu podcast The Electric Theater e a sua marca de uísque, Slipknot No. 9 Iowa Whiskey. Sobre o novo site, Shawn falou: “Eu mal posso esperar para mergulhar nessa toca do coelho e compartilhar com vocês reflexões sobre visão e o próprio eu, com foco na produção”. Via: Rockbizz

Leather Leone irá se afastar da música: “Nunca fui recebida de braços abertos”
Após mais de quatro décadas dedicadas ao heavy metal, Leather Leone decidiu colocar a carreira em pausa. A vocalista, conhecida pelo trabalho à frente do Chastain e da banda Rude Girl, afirmou que pretende se afastar da música para refletir sobre o futuro. Em entrevista ao Poisoned Rock, a cantora explicou que a decisão não significa uma aposentadoria definitiva, mas que está cansada de não receber retorno, pois o mundo da música é muito instável. “Vou me afastar da música. Quando meu último álbum solo, We Are The Chosen, foi lançado em 2022, meu objetivo era entrar no circuito de festivais. Quer dizer, eu venho batalhando há quatro anos. E estou cansada de ser a perseguidora em vez de ser perseguida. É uma loucura… Sou muito grata, mas vou dar um passo para trás e descobrir qual será meu próximo capítulo”, disse ela [transcrição via Blabbermouth]. Ela continuou: “O mundo da música é muito instável. Nunca fui realmente recebida de braços abertos. Sempre fui a azarona. Mas, é, eu simplesmente não quero mais ficar batendo em portas. Então, vamos ver o que acontece. Obviamente, estou disponível para festivais, mas não vou mais me dedicar muito à música… Chega. Chega… Mas, é, está tudo bem. Eu meio que já sabia disso quando estive no Brasil da última vez, tocando em clubes. Simplesmente não era a mesma coisa para mim”. “É assim que eu sou. Era assim nos anos 90. Às vezes, eu simplesmente desligo, e acho que já fiz isso antes. Então, não tenho certeza do que vou fazer em seguida, mas estou animada para ver o que surge… Estamos numa época em que tudo é extremo, toda a música é realmente extrema. Já fui deixada para trás. Em muitas turnês, porque não sou tão radical quanto eles, mas está tudo bem. Como eu disse, sou grato. Fiz coisas incríveis, compus músicas ótimas, então está tudo bem”. Apesar da pausa, a vocalista não descartou retornar aos estúdios ou aos palcos futuramente. Segundo ela, tudo dependerá do que decidir durante esse período de afastamento. LEIA TAMBÉM: Halestorm divulga cover de “Perry Mason” em homenagem a Ozzy Osbourne Via: WikiMetal

Linkin Park: filho de Chester Bennington diz que toma cala boca a respeito de seu pai e Mike Shinoda
Tudo o que envolve Jaime Bennington, filho do cantor Chester Bennington, ganha contornos dramáticos e de pouco – ou nenhum – norte racional. Nos últimos tempos, o rapaz vem travando uma verdadeira e cansativa batalha contra os caras do Linkin Park, os quais ele jura terem traído seu pai. Em recente entrevista ao canal The Picture Pieces Archive, o filho de Chester Bennington disse que tomou um cala boca a respeito de seu pai e Mike Shinoda. “Parece coisa de gente paranoica, mas eles vão tentar fazer eu parecer louco a qualquer momento. Vai dizer que Jaime Bennington ataca o Mike Shinoda, mas não querem falar sobre o motivo do meu ataque. Eu o chamei de colonizador. Chamei-o de colonizador ‘embranquecido’. Sem meias palavras”. Ele completou: “Já deixei bem claro por que pensava assim. Mas ninguém quis noticiar isso. Quando apresento todos esses fatos, as pessoas querem me dizer: ‘Ah, isso não é um fato real’. E é como se… eu estou literalmente mostrando as evidências a você. Não tenho como mostrar de outra forma. Não existe outra maneira de apresentar as evidências. Estou mostrando a você”. O Linkin Park, no entanto, parece não se importar com as provocações e acusações de Jaime, visto que não rebate ou entra no jogo do cara. Mesmo assim, é claro que a intriga de Jaime contra LP terá muitos outros capítulos. Cedo ou tarde terá treta nova vislumbrando a luz do Sol. Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne: Saiba como foi a 1ª edição do ‘Ozzy Day’ em Birmingham
Na última quarta-feira, 22, data que marcou o primeiro aniversário da morte de Ozzy Osbourne a cidade de Birmingham, na Inglaterra, realizou a primeira edição do Ozzy Day. Os fãs que compareceram ao centro da cidade puderam visitar pontos históricos importantes para a trajetória do Príncipe das Trevas, como o famoso banco do Black Sabbath, o Museu e Galeria de Arte de Birmingham, a estação New Street e o shopping Bullring. A Bostin Brass, banda de metais que tocou no cortejo fúnebre do cantor em 2025, realizou uma série de apresentações surpresa, enquanto que a Orquestra Sinfônica da Cidade de Birmingham (CBSO) também se apresentou ao vivo no centro comercial. Já o “Ozzy The Bull”, touro mecânico gigante construído para os Jogos da Commonwealth de 2022 e batizado em homenagem ao cantor, estava “vestido a caráter” com o icônico óculos de sol redondo do cantor para a ocasião [via Blabbermouth]. Durante o evento, uma camiseta especial e de edição limitada estava disponível para venda. A peça estampava uma imagem do artista na frente e, nas costas, listava todos os 52 shows (tanto com o Black Sabbath quanto em carreira solo) que o vocalista fez em sua cidade natal. Camiseta comemorativa do ‘Ozzy Day’. Crédito: Reprodução/Facebook. Viúva e empresária de Ozzy Osbourne, Sharon falou sobre a primeira edição do evento Em entrevista à BBC, Sharon Osbourne, viúva e empresária de Ozzy Osbourne, falou sobre a celebração. De acordo com ela, o local do evento não poderia ser outro, pois em suas palavras, Birmingham é a “casa de Ozzy e do metal”. “Esta é a casa do metal. É a casa do Ozzy, é onde ele nasceu, o que ele amava, e o ‘Ozzy Day’ não funcionaria em nenhum outro lugar. Ele amava esta cidade, amava seu povo. Ele tinha orgulho de ser um ‘Brummie’ [termo usado para nativos de Birmingham] e é isso”, declarou. LEIA TAMBÉM: 1 ano sem Ozzy: Como família Osbourne pretende manter legado do cantor Via: WikiMetal

Courtney LaPlante interrompe apresentação do Spiritbox para lidar com fã violento
A cantora Courtney LaPlante interrompeu apresentação do Spiritbox para lidar com fã violento. O episódio aconteceu na semana passada em Phoenix, Arizona, EUA, depois que um espectador agrediu fisicamente várias pessoas na plateia. A banda estava chegando ao fim de seu espetáculo e prestes a tocar Soft Spine, quando o baterista Zev Rosenberg alertou Courtney sobre um problema que ocorria na plateia. A cantora prontamente interrompeu o show e voltou sua atenção para a situação que se desenrolava perto da grade de proteção. Com a ajuda dos outros fãs, ela conseguiu identificar o causador do problema e colocá-lo para fora do evento. “Então, preciso que vocês dedurem — quem é o maldito maluco que está machucando todo mundo? Apontem quem é. Pois adivinha só, seu merda? Todos nós vimos você, sabemos onde você está e você vai ser chutado daqui a pontapés”. Antes de retomar o show, LaPlante disse: “Isso não é a maldita luta de caratê valendo a medalha de ouro, tá? Isso é um show de rock n’ roll”. O mais novo álbum do Spiritbox é Tsunami Sea, que saiu em 07 de março de 2025 pela Pale Chord and Rise. O trabalho musical teve a produção de Dan Braunstein e Mike Stringer, mixagem de Zakk Cervini e masterização de Ted Jensen. Via: Rockbizz

O dia em que Kirk Hammett quis que Jason Newsted ficasse no Metallica
Em 30 de novembro de 2000, o baixista Jason Newsted fazia sua última apresentação como integrante do Metallica. Três anos depois, em uma entrevista à Metal Hammer para promover o álbum divisor de opiniões St. Anger, o guitarrista Kirk Hammett relembrou o fatídico dia e afirmou ter pedido pela permanência do músico no grupo, o que não aconteceu. Na época, ao falar sobre como reagiu à notícia, Kirk afirmou ter dito a Jason para que ele não tomasse essa decisão sem consultar o restante da banda. O guitarrista comentou que a saída afetaria a todos e “implorou” para Jason ficar. “Quando ele me deu a notícia, a primeira coisa que eu disse foi: ‘Jason, você não tem o direito de tomar essa decisão sem consultar o resto de nós e, além disso, você está afetando a vida de todos os outros!’. Eu implorei para que ele não fosse embora (…)”, disse [transcrição via Whiplash]. O músico seguiu sua linha de raciocínio dizendo que ficou “arrasado” e não parava de chorar. “Implorava para que ele não fosse embora. Tirando me ajoelhar e implorar daquele jeito, eu não via mais o que poderia fazer além de deixá-lo partir”, complementou. Jason Newsted deixou o Metallica para tratar vício Em participação no podcast Let There Be Talk, Jason Newsted revelou que, apesar dos integrantes do Metallica serem desencorajados a manterem projetos avulsos, esse não foi o motivo que o levou a sair da banda. Segundo o baixista, deixar o Metallica foi uma medida desesperada para tentar salvar a própria vida de um período de vício em substâncias. De acordo com sua versão dos fatos, mesmo demonstrando sua intensa dedicação à banda, ele não recebeu apoio dos colegas quando pediu um tempo para se recuperar. “A razão pelo qual saí do Metallica foi porque eu era um viciado horrível”, confessou. “Eu estava completamente em conflito comigo mesmo e, se não conseguisse algum tipo de ajuda, eu ia morrer. Então eu disse: ‘Gente, posso ter um minuto? Por favor, me deem um minuto.’ E eles disseram: ‘Não.’” LEIA TAMBÉM: ‘Load’: O álbum do Metallica que chocou fãs com mudança sonora e visual Via: WikiMetal

“Brasil não é um país roqueiro; se a gente estivesse na Argentina estaria lotando estádio”, afirma Ricardo Confessori
Durante entrevista ao pessoal do canal Lado A Podcast, o baterista Ricardo Confessori (ex-Angra, ex-Shaman) refletiu sobre a cena metal brasileira. O músico chegou a ressaltar que o Brasil não é um país roqueiro e que não há muitos grupos de porte grande em nosso país. “Não temos tantas bandas grandes no Brasil. Tem três ou quatro”, disparou Ricardo. “Tem o Edu [Falaschi] que tá com uma banda e tá bem. Pouca gente”. Ele continuou: “O Brasil não é um país roqueiro! Se a gente estivesse na Argentina estaria lotando estádio. Vai ver o Rata Blanca; eles lotam a Bombonera [estádio do Club Atlético Boca Juniors em Buenos Aires]. A gente não. Teve uma grande época, onde a gente lotou casas”. “Aí teve aquela coisa: o rock meio que deu uma morrida. saiu das mídias grandes, porque foi uma coisa meio intencional do mainstream”, afirmou o músico. “Eles meio que botaram o rap e boicotaram o rock. O rap veio com mais apelo […] Talvez o rap seja mais fácil lidar por ser um cara só. A banda [de rock] são cinco caras que briga e separa. Roqueiro tem muita ideia própria, é muito contestador. Bota um cara do rap que só quer ficar milionário e usar uns correntões de ouro – é mais fácil manipular esse cara. Sei lá se foi isso. Sei que o rock deu essa morrida, essa esfriada”, completou Ricardo. Via: Rockbizz

Iron Maiden divulga vídeo oficial com os melhores momentos do Eddfest 2026
Nos dias 10 e 11 de julho, no Knebworth Park, Inglaterra, o Iron Maiden deu vida a um evento de grandes proporções, que foi um presentão aos seus fãs. Se trata do Eddfest, que foi uma imersão no fantástico mundo do Iron Maiden, com direito a convidados especiais. O evento teve áreas temáticas, bares, experiências, música ao vivo e muito mais. Além da Donzela de Ferro, a festa teve a presença de nomes como The Hu, The Darkness, The Almighty, Blaze Bayley, Airbourne, entre outros. Para quem não pôde ir – ou foi e quer recordar as coisas legais que viveu no evento – o Iron Maiden divulgou o vídeo oficial com os melhores momentos do Eddfest 2026. Veja: Dentro do Eddfest, o público pôde explorar o Museu Infinite Dreams, uma exposição imersiva de adereços e relíquias de palco, inspirada no livro best-seller do Sunday Times Infinite Dreams. Esta é uma oportunidade inédita e completamente única de ver de perto relíquias do Maiden. O público também encontrou o Maidenville, onde estava o melhor Eddie’s Dive Bar de todos os tempos, um segundo palco para música e entretenimento, o Unfair Funfair com brinquedos e jogos temáticos do Eddie, além do Eddie’s Emporium e muito mais. Via: Rockbizz

Riviera Gaz lança “Must Be”, single do novo álbum ‘Catacroma’
Riviera Gaz lança nesta quinta-feira, 23, “Must Be”, nova faixa do Catacroma. O álbum completo será lançado em 20 de agosto em todas as plataformas de streaming do mundo e em vinil pela Vampire Blues. A pré-venda do LP já está disponível. Os primeiros trabalhos da banda eram baseados principalmente em composições do vocalista e guitarrista Gustavo Riviera, desenvolvidas em conjunto com os outros dois integrantes. Já esse segundo disco, Catacroma, abraça uma colaboração mais profunda e um extenso processo de mixagem e edição, expandindo o que começou como músicas de rock mais diretas em experiências cósmicas, estranhas e expansivas. Após apresentar ao público a atmosfera envolvente de “Monomania”, o trio multinacional mergulha ainda mais nesse universo com o lançamento do segundo single. “A letra de ‘Must Be’ foi inspirada em uma estadia no Hotel Cervantes, em Montevidéu”, revelou Gustavo. “Sem saber, fiquei hospedado no quarto 205, onde se passa o conto A Porta Condenada, de Julio Cortázar, no qual o personagem Petrone ouve o choro de uma criança no quarto ao lado”. “Must Be” é um lançamento da ForMusic Records em parceria com a Revolver. Sobre Riviera Gaz Riviera Gaz é um trio multinacional formado pelo guitarrista e vocalista Gustavo Riviera (líder da banda brasileira Forgotten Boys), pelo multi-instrumentista Paulo Kishimoto (Pitty, Forgotten Boys) e pelo baterista Steve Shelley (Sonic Youth). Desde sua formação, em 2016, o grupo vem construindo uma consciência coletiva psicodélica onde riffs de fuzz, energia glam rock, experimentações de estúdio sem medo e grooves inspirados em Can se fundem para criar novos e instáveis elementos sonoros. O EP de estreia da banda, Pere Ubu, foi lançado em 2016, seguido pelo primeiro álbum, Connection, em 2018. Essa primeira fase do grupo era crua, rítmica, punk e ao mesmo tempo contagiante, com músicas que combinavam o ataque visceral dos The Stooges com o núcleo melódico de grandes referências da composição pop e rock, como The Kinks e David Bowie. O trio excursionou pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Chile, tocando em festivais e casas de show enquanto consolidava sua identidade sonora. LEIA TAMBÉM: Entrevista Stigma: Conheça a banda alemã que é fã de Sepultura, Angra e Crypta Via: WikiMetal

Amon Amarth anuncia ‘The Allfather Awakens’, seu 13º álbum de estúdio
Amon Amarth anunciou na última quarta-feira, 22, seu décimo terceiro álbum de estúdio, The Allfather Awakens. O sucessor de Great Heathen Army (2022) terá seu lançamento em 02 de outubro pela Metal Blade Records. O título do novo disco faz uma referência direta a Odin, o “Pai de Todos” na mitologia nórdica. Em material promocional, a banda explicou o conceito. “Mais uma vez, Odin serve de inspiração para o grupo; no entanto, The Allfather Awakens não é conceitual, mas sim uma coletânea de contos épicos inspirados em fatos históricos, abordando temas como conflito e sacrifício em prol de um bem maior”, pontuou o grupo [transcrição via Whiplash]. Para o seu 13º álbum, o grupo adotou uma nova tática. Em vez de esperar sair da estrada, a banda começou a escrever as faixas enquanto estava em turnê e ganhando vida em duas sessões de gravação separadas por meses, realizadas no estúdio do produtor Jacob Hansen, na Dinamarca. A primeira ocorreu no primeiro semestre de 2025 e a última foi concluída em março de 2026. “Trabalhamos em uma música de cada vez e fizemos com que cada uma ficasse o melhor possível, Depois, gravamos uma música por vez até que cada faixa estivesse totalmente finalizada — bateria, guitarras e vocais. Só então começávamos a próxima”, explicou o guitarrista Olavi Mikkonen [transcrição via Blabbermouth]. O grupo ainda disponibilizou o novo single “Gjallarhorn”, que será a faixa de abertura do álbum, cujo nome remete à trombeta tocada pelo deus Heimdall e com o som que anunciará o início do Ragnarök (o fim do mundo nórdico). Anteriormente, o Amon Amarth já havia lançado “Upphaf”, marcando a primeira vez que o quinteto sueco gravou uma música acústica em sua carreira. LEIA TAMBÉM: Expectativas para show do Bon Jovi no Brasil aumentam após fala de produtor Via: WikiMetal

Antes do Ghost, Tobias Forge viveu seu grande amor pelo death metal com Repugnant
Antes de transformar o Ghost em um dos maiores nomes do heavy metal moderno, Tobias Forge viveu anos no underground sueco tentando conquistar espaço com uma banda de death metal. O grupo se chamava Repugnant e, apesar de nunca alcançar sucesso comercial, deixou uma marca cult na cena extrema e ajudou a moldar o músico que anos depois criaria o fenômeno mascarado. O Repugnant surgiu em 1998, na cidade sueca de Linköping. Tobias Forge assumiu os vocais e a guitarra usando o pseudônimo Mary Goore, uma brincadeira com o nome de Gary Moore, ex-guitarrista do Thin Lizzy. Na época, o objetivo era simples: tocar um death metal inspirado pela cena do fim dos anos 1980 e início dos anos 1990. As influências vinham de nomes como Entombed, Death, Autopsy e outros expoentes do estilo. O sonho que nunca se concretizou O grupo chamou atenção entre fãs do underground graças aos trabalhos lançados nos primeiros anos de atividade. Mesmo assim, nunca conseguiu dar o salto esperado para uma gravadora de grande porte. Em entrevistas resgatadas pela Metal Hammer, Tobias Forge admitiu que sonhava alto para o Repugnant. Segundo o músico, seu desejo era assinar contrato com a Roadrunner Records e excursionar ao lado do Slayer. Porém, percebeu que o mercado havia mudado e que o death metal tradicional já não despertava o interesse das grandes gravadoras como no começo da década. “Partiu meu coração. Eu queria que assinássemos com a Roadrunner e fizéssemos shows de abertura para o Slayer. Isso nunca aconteceu, infelizmente – ou talvez felizmente, pois me manteve com os pés no chão por mais alguns anos e, se essas coisas tivessem acontecido, talvez eu não estivesse aqui hoje. Aprendi da maneira mais difícil, no final dos anos 90, que querer tocar death metal inspirado nos anos 80 com a minha banda era algo dolorosamente fora de sintonia com o que estava acontecendo na época”, disse Tobias à Metal Hammer em 2023. A banda era formada por Tobias, o guitarrista Sid E Burns (conhecido como Johan Wallin), o baterista Tom Bones (Thomas Daun) e o baixista Carlos Sathanas (Gustaf Lindström). E, embora tenha lançado o EP de estreia, Hecatomb, em 1999, um split com os holandeses do Pentacle (2002), seguido por outro split, Live in Stockholm 21.03.2003 (2003), e o EP Premature Burial, (2004), o Repugnant só ganhou um álbum completo quando praticamente já havia encerrado suas atividades. Epitome of Darkness chegou ao mercado em 2006, lançado pelo selo holandês Soulseller Records, não houve resenhas, entrevistas e nenhum tipo de publicidade. O disco acabou se tornando uma obra cult entre fãs de death metal sueco e passou a ser valorizado anos depois, quando Tobias Forge ficou mundialmente conhecido com o Ghost – hoje é uma raridade e chega a custar 200 dólares (aproximadamente R$1 mil), segundo o Discogs. “Não sei se éramos bons o suficiente ou algo assim. Agora, sabendo de muitas coisas que são necessárias, quantas estrelas precisam se alinhar e todas as decisões que você precisa tomar… Posso definitivamente olhar para mim mesmo aos 21 anos e perceber rapidamente por que não consegui alcançar o sucesso com o Repugnant. Eu não era maduro. Não estava pensando. Eu ainda não estava pronto”, disse Tobias ao Loudwire. Vale lembrar que Tobias Forge começou sua carreira na banda de black metal Absurdum, ainda na adolescência, em sua cidade natal, em meados dos anos 90, antes de se juntar brevemente ao Malign. Eles não foram sua única empreitada, mesmo quando ele era vocalista do Repugnant – ele também tocou no Crashdïet, banda de glam rock, entre 2000 e 2002, e no Subvision, grupo de rock alternativo, a partir de 2002. Mas nenhuma dessas bandas fazia Tobias tão realizado quanto seu projeto de death metal. A tragédia e o nascimento do Ghost Em 2010, uma reunião do Repugnant estava marcada para acontecer. Porém, na noite anterior ao primeiro ensaio, em 12 de março, Sebastian Forge, irmão mais velho de Tobias e responsável por apresentá-lo ao universo do metal, morreu de forma inesperada após sofrer um ataque cardíaco. Segundo Tobias, esse é um dos momentos mais marcantes de sua vida. “A morte de Sebastian aconteceu na noite anterior ao nosso primeiro ensaio, o que é bastante sinistro. Isso mudou muito a minha perspectiva sobre tudo. O primeiro ensaio foi extremamente carregado de emoção. Bem, tecnicamente, o segundo ensaio”, disse Tobias em 2010 [via Loudersound], referindo-se ao fato de seus colegas de banda terem tocado sem ele no primeiro encontro. Na mesma noite, Tobias colocou no antigo MySpace as primeiras gravações do Ghost. As músicas chamaram a atenção de Lee Dorrian, fundador da Rise Above Records, selo que mais tarde lançaria o álbum de estreia, Opus Eponymous. Ao mesmo tempo, o músico planejava reativar o Repugnant com uma nova formação. “Para mim, foi como um chamado para fazer isso de novo. Só existe uma maneira de eu fazer música agressiva, e essa é através do death metal, e isso, por sua vez, só consigo fazer através do Repugnant. A banda precisava ser ressuscitada para que eu pudesse expressar o que tenho dentro de mim”, disse ele. Após o encerramento das atividades, o Repugnant voltou aos palcos em ocasiões especiais. A principal delas aconteceu no Maryland Deathfest 2011, nos Estados Unidos, onde Tobias chegou a dizer que estava compondo o segundo disco do projeto, Toxic Contagion. Curiosamente, o Ghost também fazia parte da programação do festival, permitindo que Tobias Forge apresentasse seus dois projetos no mesmo evento. Apesar da recepção positiva, o Repugnant foi novamente colocado em pausa. Com o crescimento acelerado do Ghost, manter duas bandas tornou-se inviável. Os compromissos com o Papa Emeritus consumiram seu tempo e fizeram com que os planos para um novo álbum de death metal fossem abandonados. Desde então, o grupo permanece inativo. No entanto, a possibilidade de um retorno nunca foi completamente descartada. Embora tenha existido por poucos anos e nunca alcançado sucesso comercial, o Repugnant desempenhou papel fundamental na formação musical de Tobias Forge. Foi nesse

Halestorm divulga cover de “Perry Mason” em homenagem a Ozzy Osbourne
Na última quarta-feira, 22, data que completou um ano da morte de Ozzy Osbourne, o Halestorm divulgou em seu canal do YouTube um vídeo oficial do cover de “Perry Mason”, clássico do cantor presente do álbum Ozzmosis (1995). Gravada em 23 de novembro de 2025, em Birmingham, cidade natal do vocalista, a performance conta com uma homenagem da cantora Lzzy Hale logo no início. Antes de começar a faixa, a artista disse: “Levantem seus chifres mais uma vez. Essa é para ele mesmo, Ozzy Osbourne”. “Em homenagem ao dia de Ozzy Osbourne, gostaríamos de prestar homenagem ao Príncipe das Trevas da única maneira que sabemos. Esta é uma versão ao vivo do clássico do Ozzy, ‘Perry Mason’, do álbum Ozzmosis. Gravada na BP Pulse Live, na cidade natal do Ozzy, Birmingham, Inglaterra, em 23 de novembro de 2025.”, escreveu o Halestorm na descrição do vídeo [transcrição via Blabbermouth]. Lzzy Hale, do Halestorm, sobre Ozzy Osbourne: “Meu nome não seria Lzzy sem ele” Lzzy Hale, vocalista do Halestorm, concedeu uma entrevista para o programa Trunk Nation da SiriusXM, e comentou sobre como a música, a presença e o legado de Ozzy moldaram não só sua carreira, mas também seu nome [transcrição via Metal Injection]. “Provavelmente minhas primeiras lembranças são de ouvir ‘Iron Man’ e ‘War Pigs’ e muitas das primeiras músicas. Antes de eu realmente entender a gravidade daquilo tudo. O Ozzy era simplesmente… ele era relevante a cada década. Foi simplesmente incrível. Que legado.” Então, Hale revelou que Ozzy Osbourne é o motivo de seu nome ser escrito “Lzzy”: “Você e eu já conversamos sobre isso antes. Meu nome não seria escrito Lzzy se Ozzy não existisse”, disse ela. O entrevistador Trunk, visivelmente surpresa, respondeu: “Em todos esses anos que te conheço, eu nunca soube disso. É por isso que você escreve assim?” LEIA TAMBÉM: Courtney LaPlante expulsa fã de show do Spiritbox por comportamento agressivo Via: WikiMetal