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Gene Simmons conta sobre a única vez que ficou chapado
Gene Simmons e seu filho Nick Simmons, recentemente participaram de um episódio do Your Mom’s House, onde o músico do Kiss relembrou a única vez que ficou chapado por engano. Quando o baixista contava sobre abstinência: “Nunca estive bêbado ou drogado em minha vida”. Seu filho interveio, e questionou se poderia contar um episódio que aconteceu no meio dos anos 70 em Detroit. Na época Gene era tão alheio a drogas, que não fazia ideia que era possível assar bolos e brownies com maconha. Seu filho ainda brinca que a droga que o pai escolheu foram os doces. O ano era 1976 e eles estavam comemorando algum recorde quebrado. A sala estava lotada e na mesa havia uma pilha de brownies. As pessoas estavam todas fumando e ofereciam pra Simmons, mas ele não queria saber disso, apenas dos brownies. Comeu seis. Pouco depois ele conta que a sala começou a ficar maior e sua cabeça cada vez menor. Ele descreve a cena hilariante: “Eu me lembro disso: comecei a abrir bem os olhos para que as pessoas pensassem que eu era normal. [Faz cara de assustado] E conforme eu me movia, minhas mãos ficavam – à medida que ficava mais longe [de você], ficavam menores – não, [minhas mãos] inchavam como desenhos animados. Então ficou enorme.” Foi Jaan Uhelszki, a co-fundadora da revista Creem, que o salvou. Levou Gene pra comer alguma coisa. No bar todos ficaram olhando e ele pensou: “Estão todos olhando para mim porque minha cabeça é pequena. Então tento me tornar maior. [Faz uma cara engraçada] E eu subo e o cara diz: ‘O que você quer?’ E eu digo – gritando – ‘Posso tomar um copo de leite?!’”. Depois disso ela o levou ao hotel. Porque Gene não usa drogas e nem álcool A mãe de Gene, Flóra “Florence” Klein, foi uma sobrevivente do holocausto. Ele dizia que ela já havia sofrido muito e não queria que o envolvimento com álcool e drogas dessem preocupação para ela. Sobre isso, o músico relatou: “Ela estava em um campo de concentração quando tinha 14 anos. E eu nunca quis partir o coração dela. E sempre tive consciência de que nunca quis decepcioná-la – já havia sofrido o suficiente. Então, nunca fumei cigarros, nunca fiquei chapado , nunca fiquei bêbado.” Confira o epiśodio completo abaixo: LEIA TAMBÉM: Summer Breeze Brasil 2024 anuncia Gene Simmons e Flotsam & Jetsam como atrações surpresa Via: WikiMetal

Dave Mustaine: “somos todos iguais” criticando músicos que “se acham melhores que outras pessoas”
Em recente entrevista conduzida por Carmen Coronado ao site mexicano Monterrey Rock, Dave Mustaine comentou diferentes assuntos. O fundador do Megadeth começou falando sobre o sucesso do álbum The Sick, The Dying… and the Dead! de 2022: “Bem, foi muito bem recebido. Foi um sucesso para nós. Tivemos alguns discos de sucesso antes, mas este foi o disco de maior sucesso de todos quando se trata do mundo todo. No passado, tínhamos discos que foram bem em alguns países, mas não em todos. E esse disco tem sido muito bom em muitos lugares. Fiquei muito, muito, muito, muito feliz com o resultado deste disco”. The Sick, The Dying… and the Dead! ocupou o 3º lugar da Billboard 200 e ficou no topo das paradas logo na primeira semana de vendas (via Blabbermouth). Anteriormente, o Megadeth havia lançado Dystopia (2016) que rendeu um Grammy de “Melhor performance de metal” para a faixa-título do disco. Sobre novos trabalhos, Mustaine revelou em fevereiro deste ano que pretende escrever um novo álbum para o grupo. Ainda em entrevista, Dave falou sobre o sucesso e longevidade do Megadeth que, entre mudanças na formação e 16 álbuns de estúdio lançados, já passa de seus 40 anos de existência: “Acho que é seguir suas convicções. Ser fiel a si mesmo e não ser um idiota mesquinho. [Risos] Há muitos músicos que fazem sucesso e eles começam a acreditar em seu próprio hype, que são muito legais. E quer saber? Somos todos iguais. Esse é o fim da história. Ponto final”, disse. Dave também comentou sobre o público latino que é fã do Megadeth e sobre shows na América Latina: “Tenho que dizer, às vezes eu saio dos shows com a nossa audiência latina e me sinto tão comovido, tão emocionado, que tenho lágrimas nos meus olhos”. Crush The World Tour e passagem pelo Brasil Com nova formação desde o ano passado, após a saída do guitarrista brasileiro Kiko Loureiro e a entrada de Teemu Mäntysaari, a nova temporada de shows do Megadeth começa em abril. A tour já tem datas fechadas até junho deste ano. Intitulada Crush The World Tour, a turnê passará por países da América Latina, como Peru, Argentina, México e Brasil, além dos países europeus como Itália, Espanha e Portugal. No Brasil, o grupo esteve em 2017 e fez shows em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em 2022, iriam se apresentar no Rock In Rio, mas cancelaram horas após a divulgação, pois haviam fechado uma turnê com o grupo norte-americano Five Finger Death Punch nos EUA e as datas se chocavam com as do festival brasileiro. Em agosto de 2023, o próprio Dave Mustaine já havia comentado que o Megadeth estaria no Brasil em 2024. A confirmação oficial veio em novembro do ano passado (via Cultura UOL). O show único acontecerá no dia 18 de abril no Espaço Unimed com produção da Mercury Concerts. LEIA TAMBÉM: Megadeth faz post divertido da nova Ferrari de Dave Mustaine Via: WikiMetal

Elton John leiloa objetos pessoais e peças históricas da carreira
Roupas de palco, óculos, botas com monograma, piano de cauda e até um automóvel Bentley de Elton John irão a leilão a partir de hoje pela casa Christie’s, de Nova York (via MediaTalks). Os fãs do ícone da música pop, que se despediu das turnês no ano passado, terão a chance de arrematar um dos itens pessoais que estarão sendo vendidos em oito pregões online de 21 a 23 de fevereiro – desde que tenham bastante dinheiro na conta bancária. As peças estavam na casa que o músico britânico, hoje com 76 anos, mantinha em Atlanta, nos Estados Unidos. Por isso o nome do leilão é The Collection of Sir Elton John: Goodbye Peachtree Road, o endereço da residência recentemente vendida. Elton John morou na casa durante 30 anos e lá montou uma das maiores coleções particulares de fotografia do mundo. O imóvel abrigava também obras de arte contemporânea, móveis, joias e itens de moda. Há oportunidades para todos os gostos e bolsos. O item mais barato do leilão é um letreiro em neon de quase três metros de comprimento utilizado como peça de cenário de um show de Elton John, cuja avaliação mínima é de US$ 1 mil (menos de R$ 5 mil). O mais caro é o famoso quadro “Atirador de Flores” do renomado artista Banksy, cujo preço pode chegar a US$ 1,5 milhão (R$ 7,35 milhões). Os interessados podem se cadastrar para fazer lances – ou apenas olhar a disputa – no site da Christie’s. Via: Rockbizz

Dave Grohl se une a integrantes do Anthrax para gravar cover do Bad Brains
Três gigantes do rock uniram forças para gravar um cover de uma das maiores bandas punk da história. Estamos falando sobre a união de nada mais nada menos que Dave Grohl do Foo Fighters, Scott Ian e Charlie Benante do Anthrax, que juntos, gravaram um cover da música “The Regulator” do Bad Brains. Falando sobre como surgiu a ideia do projeto, Ian diz (via Blabbermouth): “O Anthrax estava gravando nosso novo álbum no 606 e os Foo’s estavam lá ensaiando ao mesmo tempo. Dave apareceu no estúdio para ouvir o que estávamos fazendo e eu fui ouvir o ensaio dos Foo’s. Mandei uma mensagem para Dave na manhã seguinte e disse: ‘Ei! Que bom ver você outro dia. Você está ensaiando hoje? Estarei lá tocando guitarra. Quer gravar uma música do Minor Threat? Bad Brains?’ Ele respondeu imediatamente com o link do Spotify para ‘The Regulator’. Eu disse que estaria lá às 12h30 e ele disse: ‘Vejo você às 13h’. Foi tão simples.” Sobre a motivação Ian fala: “A motivação para fazer isso foi arrecadar dinheiro para a saúde do H.R. Todos os lucros serão doados a ele para isso. E que dia melhor para fazer isso do que o Record Store Day? Ajuda as lojas Indie também, todo mundo sai ganhando.” E continua: “Nós gravamos ‘The Regulator’ ao vivo em dois takes, do jeito que deveria ser! Foi muito divertido tocar com Dave na bateria e ouvir sua voz com minha guitarra! Somos todos grandes fãs do Bad Brains e temos nos perguntado WWBBD? (What would Bad Brains do? – O que o Bad Brains faria?) muitas vezes.” O projeto, que leva o nome de G.B.I (Grohl, Benante e Ian), foi gravado em apenas duas tomadas ao vivo, no estúdio 606 de Grohl, no final do ano passado. O single será disponibilizado no dia 20 de abril, no “Record Store Day”, em um disco de sete polegadas, com arte de capa por conta de Benante. “Record Store Day” foi idealizado em 2007, e é uma união de proprietários de lojas independentes de discos, com o objetivo de celebrar a cultura musical, reunindo fãs, proprietários de lojas e artistas, sendo realizada em um sábado do mês de abril. Atualmente, envolve cerca de 1400 lojas de discos independentes nos Estados Unidos, e milhares de outras lojas espalhadas por quase todos os outros países. A música “The Regulator”, faz parte do álbum autointitulado, Bad Brains de 1982, esse que é um dos mais famosos do grupo e conta com uma sequência de músicas em um ritmo frenético, intercaladas com uma levada reggae e executadas com extrema precisão. Esse estilo, que é marcante da banda, pavimentou o caminho para muitos outros grupos punk e hardcore que vieram após o Bad Brains. Os lucros da regravação de “The Regulator”, serão revertidos para o tratamento de H.R, vocalista do Bad Brains, que sofre de uma síndrome chamada SUNCT. View this post on Instagram A post shared by Scott Ian (@scottianthrax) LEIA TAMBÉM: Novo documentário conta a história da cena punk e harcore de Washington Via: WikiMetal

Vitalij Kuprij, tecladista do Trans-Siberian Orchestra, morre aos 49 anos
Vitalij Kuprij, tecladista do Artension, Ring Of Fire e Trans-Siberian Orchestra, morreu aos 49 anos na última terça-feira (20). A notícia foi confirmada pelo amigo do músico, o guitarrista, compositor e produtor finlandês Lars Eric Mattsson. Ele escreveu nas redes sociais: “Acordei com uma notícia muito triste esta manhã, pois meu querido amigo e maestro tecladista Vitalij Kuprij faleceu ontem à noite. O virtuoso nascido na Ucrânia estava morando na Filadélfia e recentemente saiu de outra turnê de enorme sucesso com a Trans-Siberian Orchestra”. “Você fará muita falta, meu amigo”, Lars finalizou. Também nas redes sociais, a Trans-Siberian Orchestra divulgou a seguinte declaração: “Estamos profundamente tristes em anunciar o falecimento de nosso querido amigo e colega de banda, Vitalij Kuprij. Em 2010, Vitalij se juntou ao TSO para a turnê inaugural ‘Beethoven’s Last Night’ e se tornou parte integrante da banda”. E acrescentou: “Suas performances impecáveis e enérgicas cativaram o público de forma consistente, e muitos de vocês passaram a conhecê-lo e amá-lo tanto quanto nós. Além de suas proezas musicais, Vitalij era um jogador de xadrez talentoso, um pescador ávido e simplesmente uma alma divertida. A sua ausência será profundamente sentida por todos”. A causa da morte de Vitalij Kuprij ainda não foi revelada. Via: Rockbizz

Dave Mustaine tem repente de simplicidade e diz que ninguém é melhor que ninguém
Durante uma breve conversa com a apresentadora Carmen Coronado, do canal Monterrey Rock, o líder, vocalista e guitarrista do Megadeth, Dave Mustaine, teve repente de simplicidade e disse que ninguém é melhor que ninguém. A fala de Mustaine surgiu depois de ser questionado sobre qual é o segredo do sucesso e longevidade de sua banda. A resposta de Dave foi a seguinte: “Seguir suas convicções, ser fiel a si mesmo, não ser um idiota mesquinho e não acreditar em seu próprio hype e achá-los muito legais. Somos todos iguais e fim de papo, ponto final”. Ele acrescentou: “Quando você começa a pensar que é melhor que as outras pessoas… Você pode ser melhor em alguma coisa ou outra, mas somos todos iguais. Temos que parar de tratar as pessoas como se elas não importassem”. Eis a entrevista completa neste player aqui: E por falar em Dave Mustaine e Megadeth, a lenda do thrash metal norte-americano virá à América Latina com a Crush The World Tour. A turnê incluirá apresentações em países como Argentina, Peru, Chile, Uruguai, Brasil e México. É importante destacar que esta será a primeira passagem do Megadeth pela América Latina com o novo guitarrista Teemu Mäntysaari, substituto do brasileiro Kiko Loureiro, que deixou o grupo para se dedicar à família e aos projetos pessoais. Via: Rockbizz

Jake E. Lee disse que esgrima é gay e quase arrumou encrenca com Bruce Dickinson
Tempos atrás, o virtuoso guitarrista Jake E. Lee (Red Dragon Cartel, ex-Ozzy Osbourne, ex-Badlands) bateu um longo papo com o site BraveWords, deu uma repassada em toda sua carreira e, claro, relembrou algumas passagens interessantes, para dizer o mínimo. Um dos causos recordados por Lee foi o episódio em que estava conversando com o vocalista Bruce Dickinson (Iron Maiden) e quase arrumou encrenca com o cantor ao dizer que esgrima é gay. É importante esclarecer que o frontman da Donzela de Ferro é um exímio esgrimista e já participou de inúmeros torneios. Jake disse: “Eu lembro que Ozzy me salvou de provavelmente levar uma surra de Bruce Dickinson, porque eu estava bêbado, para variar. Estávamos no Monsters of Rock e todas as bandas estavam lá no bar, e eu estava conversando com Bruce Dickinson porque ele descobriu que eu gostava de artes marciais. Ele falou: ‘Eu faço esgrima’. E eu fui um idiota e respondi: ‘Esgrima? Isso é meio gay. Eu pratico artes marciais e você faz isso’? E comecei a tirar sarro dele. Ozzy veio até mim, colocou o braço em volta de mim, me puxou e disse que era hora de ir dormir”. Lee completou: “Bruce provavelmente teria me dado uma surra naquele momento, ou pelo menos puxado sua maldita espada de esgrima e me espetado algumas vezes. Eu pedi desculpas a Bruce por isso. Não sei o que aconteceu comigo naquela noite”. Via: Rockbizz

Judas Priest: Rob Halford diz que o setlist da turnê Invincible Shield terá músicas nunca tocadas ao vivo
Em uma nova entrevista para a Metal Pilgrim, o vocalista do Judas Priest, Rob Halford, falou sobre o setlist da turnê Invincible Shield pela Europa com Saxon e Uriah Heep, que está programada para começar em 11 de março em Glasgow, Reino Unido. Halford disse (via Blabbermouth): “Já tivemos essa conversa antes sobre tentar montar o setlist. E depois de 19 álbuns de estúdio, é tipo, ‘Oh meu Deus. O que vamos fazer?’ Se não tocássemos ‘Breaking The Law’, haveria um motim. Se não tocássemos ‘Painkiller’, haveria um motim. Há certas músicas temos que tocar para os fãs, porque elas fazem parte de quem somos como banda”. E acrescentou: “Sem citar nomes, existem certas bandas que você sabe que quer ouvir aquela música quando vai a um show. Então tem uma parte do setlist que já se escreve sozinha. Dito isto, sim, vamos nos aprofundar bastante e encontramos algumas músicas de álbuns anteriores com as quais vamos trabalhar e vamos lançar”. “Então provavelmente haverá pelo menos duas ou três músicas que nunca tocamos neste setlist”, completou. Confira a entrevista completa abaixo: O Judas Priest estará em turnê para divulgar seu novo álbum, intitulado Invincible Shield, que será lançado no dia 08 de março pela Sony Music. Via: Rockbizz

Veja fotos inéditas do show do Mötley Crüe no Monsters Of Rock de 1984
O usuário Michael Brandvold divulgou em seu Facebook uma série de mais de 30 fotos, totalmente inéditas, até então, da icônica apresentação da banda Mötley Crüe no festival Monsters Of Rock, realizado em Donington (Inglaterra), no dia 18 de Agosto de 1984. As fotos foram tiradas por Adrian Pole e restauradas por Michael. Na época, a banda divulgava seu mais recente disco, Shout At The Devil (1983), no festival que contou também com nomes como Ozzy Osbourne, Y&T, Accept, Gary Moore, Van Halen e AC/DC, para um público de aproximadamente 65 mil pessoas. As fotos podem ser vistas no perfil de Michael, linkado acima, e mostram a banda em seu auge, durante a divulgação do seu segundo disco, em meio a uma época de excessos que marcaram a década de 1980. A insana turnê de Mötley Crüe e Ozzy Osbourne Em 1984, o Mötley Crüe fazia a turnê de divulgação do disco Shout At The Devil como ato de abertura para os shows da turnê de Ozzy Osbourne, que na época divulgava Bark At The Moon (1983), primeiro disco de estúdio sem a presença de Randy Rhoads e a contar com Jake E. Lee nas guitarras. A turnê foi marcada por inúmeros acontecimentos, — muitos deles encenados na cinebiografia da banda, The Dirt, de 2019 — que iam de quartos de hotéis destruídos a coisas realmente intensas, como o famoso episódio em que Ozzy teria cheirado uma fileira de formigas, embora Jake Lee afirme que fora “apenas” uma pequena aranha, ou Nikki Sixx esfregando suas fezes pelas paredes do quarto de hotel. Diversos documentários, filmes e livros retratam o catártico ocorrido, como God Bless Ozzy Osbourne (2011) e The Dirt, livro que inspirou o filme anos depois. Confira aqui Tommy Lee relembrando histórias desta turnê.LEIA TAMBÉM: Mötley Crüe: John 5 fala sobre nova música que será lançada em breve Via: WikiMetal

Tommy Lee mantém otimismo após passar por cirurgia na mão
Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe, compartilhou fotos em seu Instagram e uma mensagem bem humorada sobre o resultado da cirurgia feita em sua mão direita. O músico citou brevemente sobre a contratura de Dupuytren, condição que causa o enrijecimento interno das mãos e provoca a contração dos dedos, problema que dificultava seus movimentos e limitava sua função como baterista e tecladista. “Bem, crianças, é hora de mostrar e contar – espero que isso não estrague o seu almoço”, escreveu Lee. “Há apenas três semanas fui submetido a uma cirurgia na mão por @drcohenhandsurgeon. Ele abordou dois problemas debilitantes para mim como baterista, tecladista e praticamente tudo relacionado à minha mão direita”. “Tenho minha vida de volta e meu ganha-pão”, continuou ele. “E para vocês, bateristas e músicos, posso dizer que é possível consertar! E no último vídeo consigo girar minhas baquetas novamente. Não consigo fazer isso há alguns anos devido ao Dupuytren e dos problemas no túnel do carpo que agora desapareceram!”. As imagens são explícitas e não recomendadas para o público sensível. View this post on Instagram A post shared by Tommy Lee (@tommylee) Tommy Lee planeja novidades para 2024 Lee pretende voltar à estrada com Mötley Crüe a partir de maio com shows marcados na América do Norte. Os músicos trabalham em músicas novas, incluindo a “Canceled” que foi inspirada nos cancelamentos da internet do qual eles foram alvos. LEIA TAMBÉM: Tommy Lee é processado por agressão sexual de mulher em viagem de helicóptero Via: WikiMetal

Eddie Vedder e Post Malone se juntam para cantar “Better Man”
O astro do grunge Eddie Vedder se juntou ao rapper Post Malone no palco do evento beneficente Reportin’ For Duty, que homenageou o falecido ator e comediante Leslie Jordan no último sábado, 17, em Nearest Green Distillery, na cidade de Tennessee, nos Estados Unidos. Os músicos realizaram um emocionante dueto da música “Better Man”, presente no álbum Vitalogy, lançado em 1994 pelo Pearl Jam. Além disso, a dupla também apresentou uma versão intimista da faixa “I Won’t Back Down”, pertencente ao álbum de estreia de Tom Petty, Full Moon Fever, de 1989. O evento visava arrecadar dinheiro para a EB Research Partnership, fundação criada por Vedder e sua esposa Jill McCormick com o objetivo de pesquisar a Epidermólise Bolhosa, uma doença rara de pele. Assista à apresentação no vídeo abaixo: Better Man – @eddievedder and @PostMalone Incredible performance @EBResearch pic.twitter.com/nQw2ObtqEc — Nate Bain (@natebain) February 18, 2024 LEIA TAMBÉM: Tom Morello compôs música com Post Malone: “Poderia ser a nova ‘Beat It’” Via: WikiMetal

Eddie Vedder canta Better Man, do Pearl Jam, com Post Malone; assista
O vocalista Eddie Vedder e o rapper Post Malone subiram ao palco juntos no último sábado (17) para cantar Better Man, do Pearl Jam, e I Won’t Back Down, de Tom Petty. As performances fizeram parte do evento beneficente Reportin’ for Duty, lançado em memória do comediante Leslie Jordan, e ajudou a arrecadar dinheiro para a EB Research Partnership (EBRP), uma organização co-fundada por Vedder e sua esposa, Jill, que financia pesquisas sobre o tratamento e a cura da epidermólise bolhosa, uma dolorosa doença que afeta a pele. Confira um vídeo filmado por um fã de Vedder e Malone cantando Better Man abaixo: Better Man – @eddievedder and @PostMalone 😱 Incredible performance @EBResearch pic.twitter.com/nQw2ObtqEc — Nate Bain (@natebain) February 18, 2024 Via: Rockbizz

Sleep Token assusta fãs com postagem enigmática nas redes sociais
Com datas por todo o mundo, ingressos esgotando em cada show desde o lançamento de Take Me Back to Eden no ano passado, os mascarados do Sleep Token anunciaram que estão mudando de gravadora, entrando em uma “nova era” após assinar com a RCA.“Nada dura para sempre” foi a mensagem que assustou os fãs pegos de surpresa, especulando até o fim da banda, após verem a postagem nas redes sociais. A banda já havia dado uma dica de que algo novo viria por aí, com a mudança de máscaras que aconteceu no final de 2023 e como aprendemos com o Slipknot, novas máscaras costumam significar o início de um novo capítulo ou álbum.Sleep Token tem se firmado como um dos maiores nomes do metal alternativo, com conquistas expressivas e shows lotados. O álbum Take Me Back to Eden foi mais reproduzido no Spotify do que o 72 Seasons, do Metallica, segundo a Loudwire.Sem anunciar uma turnê pela América do Sul, a banda deixa os fãs ansiosos pela oportunidade de acompanhá-los em terras tupiniquins. View this post on Instagram A post shared by RCA Records (@rcarecords) LEIA TAMBÉM: Os melhores álbuns de rock e metal de 2023; confira a lista completa Via: WikiMetal

Blackberry Smoke e o country rock de ‘Be Right Here’; ouça aqui
A banda americana Blackberry Smoke lançou seu mais novo álbum, Be Right Here, na última sexta-feira, 16. Como dito em comunicado à imprensa, a banda se inspirou no “rock sulista, no rock clássico com tendência ao blues e no country vintage com raízes.” Para Be Right Here, eles adotaram estratégia semelhante a quando fizeram You Hear Georgia (2021). O álbum foi escrito durante a pandemia, mas apenas lançado quando a banda pôde retornar aos palcos. O mais recente foi gravado entre o final de 2022 e início de 2023: “Não sentimos muita pressão para gravar esse álbum rapidamente”, compartilha Starr. O Blackberry Smoke trabalhou com o produtor e vencedor do Grammy Dave Cobb. A gravação aconteceu ao vivo, com todos os músicos no mesmo lugar, tendo sua maior parte gravada no RCA Studio A. O grupo é formado por Charlie Starr nos vocais, Brandon Still nos teclados, Paul Jackson na guitarra e nos vocais, Richard Turner no baixo e nos vocais e Brit Turner na bateria. LEIA TAMBÉM: 4 motivos para ir ao show do Turnstile no Brasil Via: WikiMetal

“Sou um guitarrista desleixado, assim como Keith Richards e Jimmy Page”, diz Ace Frehley
Ace Frehley, ex-integrante do KISS, concedeu uma entrevista ao veículo Shout It Out Loudcast e comentou sobre o seu playing. Frehley, que já afirmou que não é um músico muito habilidoso, disse que sua forma de tocar é desleixada como a de Keith Richards e Jimmy Page. “Eu sou um guitarrista desleixado, assim como Keith Richards e Jimmy Page”, disse Ace. “Jimmy Page é um guitarrista desleixado, tal como eu”, continuou. “Keith Richards também é desleixado”, acrescentou. “Às vezes, eles têm noites ruins e estão viajando”, pontuou. “Eu nem sempre estive ligadão, mas, na maioria dos shows que fiz com o KISS, eu estava focado”, garantiu. A longa entrevista está disponível aqui: E por falar no eterno Spaceman, o novo trabalho de estúdio de Ace Frehley, intitulado 10.000 Volts, será lançado no dia 23 fevereiro via MNRK Music Group. No final do ano passado, em entrevista ao Nuvo, o guitarrista falou sobre o novo álbum: “É provavelmente o melhor disco que já fiz. Estou muito animado com isso. Foi a primeira vez que escrevi a maioria das músicas com um grande amigo meu, Steve Brown”. Confira o clipe de Walkin’ On The Moon abaixo: Track listing de 10.000 Volts: 01. 10,000 Volts02. Walkin’ On The Moon03. Cosmic Heart04. Cherry Medicine05. Back Into My Arms Again06. Fightin’ For Life07. Blinded08. Constantly Cute09. Life Of A Stranger10. Up In The Sky11. Stratosphere Via: Rockbizz

Site elege The Angel and the Gambler como a pior música do Iron Maiden
Gosto é algo abstrato, é a resultante da vivência cultural e social de cada indivíduo. Portanto, o que é prazeroso para um, pode ser um verdadeiro martírio para uma outra pessoa. Dessa forma, o resultado de uma lista de melhores e piores pode variar de cidadão para cidadão. Um bom exemplo disso é a lista de piores e melhores músicas do Iron Maiden feita pelo site inglês Loudwire. O veículo ranqueou as 173 canções do grupo da pior para a melhor. Na última posição, a publicação colocou The Angel and the Gambler, segunda canção do álbum Virtual XI, décimo primeiro registro de estúdio do grupo. A explicação do site foi: “The Angel and the Gambler é a maior falta de sua carreira, desde a imitação extravagante de Baba O’Reilly até a orquestração de desenho animado e o refrão meticulosamente repetitivo que dura três minutos a mais do que deveria”. Apesar da birra de muitos fãs, o Iron Maiden incluiu a canção no repertório da turnê do álbum, no entanto, nunca mais deu as caras no setlist da Donzela de Ferro. Via: Rockbizz

Wacław “Vogg” Kiełtyka anuncia saída do Machine Head
O guitarrista Wacław “Vogg” Kiełtyka anunciou no último sábado, 17, que deixará de fazer parte do Machine Head. Há algum tempo, o músico passou a focar mais no seu trabalho com o Decapitated, grupo polonês de death metal do qual é fundador. A mensagem de saída foi publicada em suas redes sociais. Vogg escreveu: “Olá! Tenho recebido muitas perguntas ultimamente sobre o meu papel como guitarrista do Machine Head. Queria dar a todos uma rápida atualização sobre o que está acontecendo. A turnê sul-americana foi a minha última com MH. Espero que isso esclareça as coisas!” “Isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde, já que o Decapitated e o Machine Head são atualmente bandas ativas. Portanto, não é surpresa que algumas turnês se sobreponham. Decapitated é minha banda número 1, e temos alguns planos incríveis chegando. Estamos todos prontos para voltar aos EUA e embarcar numa turnê europeia este ano. Isso não é tudo; também temos alguns shows emocionantes e uma sessão de estúdio agendada pela qual mal posso esperar!” “Só queria agradecer ao Robb Flynn, Joseph, Jared MacEachern, Matt Alston e a todos os membros incríveis da equipe com quem tive o prazer de trabalhar durante o meu tempo no MH. Sou mais que grato pelas incríveis oportunidades e experiências que tive lá. Sempre vou guardar com carinho os momentos loucos que compartilhamos juntos. Espero que o MH continue brilhando no futuro.” “Quanto a mim, estou focado nas novidades do Decap, mas também estou pronto para ajudar em caso de emergência nas turnês de outras bandas.” O guitarrista passou a integrar o Machine Head em 2019, para ocupar o lugar de Phil Demmel. Com a banda liderada por Robb Flynn, gravou um único álbum de estúdio, o Of Kingdom and Crown, lançado em 2022. View this post on Instagram A post shared by Waclaw Vogg Kieltyka (@sirvogg) LEIA TAMBÉM: Robb Flynn fala sobre inspirações para álbum de Machine Head e vinda ao Brasil Via: WikiMetal

Summer Breeze Brasil: Noturnall se apresenta no lugar de Spektra
Anteriormente confirmado, o Spektra não se apresentará mais no Summer Breeze Brasil. Em seu lugar, entrou o Noturnall. O anúncio da mudança de line-up veio por meio das redes sociais do festival. O Noturnall tocará no sábado, dia 27 de abril, no Waves Stage, que contará também com performances de Rage In My Eyes, About2Crash, Nite Stinger, Eminence e Jeff Scott Soto. Summer Breeze Brasil Em 2024 acontece a segunda edição do Summer Breeze Brasil, desta vez, em três dias ao invés de dois. O festival se iniciará na sexta, 26 de abril, e seguirá até domingo, 28, com um aumento de 45% com relação a quantidade de shows em comparação ao ano passado. Serão quatro palcos com shows das mais diversas bandas, dentre elas, Gene Simmons Band, Mr.Big, Sebastian Bach, Within Temptation, Epica, Hammerfall, Mercyful Fate, Anthrax e Killswitch Engage. Os ingressos estão disponíveis no site Clube do Ingresso. View this post on Instagram A post shared by Summer Breeze Brasil (@summerbreeze.brasil) LEIA TAMBÉM: Summer Breeze Brasil 2024: o que sabemos sobre a próxima edição do festival Via: WikiMetal

Jornalista musical revela quem inventou o heavy metal
Martin Popoff, jornalista e escritor canadense que publicou 115 livros, fala quem foi o inventor do metal. Conhecido por publicar livros sobre rock e heavy metal, foi convidado pelo Disturbing the Priest Podcast para uma análise minuciosa de seu livro Who Invented Heavy Metal?. Durante a entrevista, Popoff se deparou com a questão: quem, afinal, inventou o metal? Ele respondeu: “Os precursores originais, com músicas de pelo menos um ou dois minutos, seriam Cream e Jimi Hendrix, com destaque para Hendrix. À medida que avançamos, entram em cena Blue Cheer, MC5 e The Stooges. Porém, a resposta mais correta, como prefiro dizer, é o Black Sabbath com o álbum Black Sabbath I, lançado na sexta-feira, 13 de fevereiro de 1970″. Ele ressalta que singles pesados não são considerados na discussão sobre os inventores do gênero: “Argumento que para ser o inventor do heavy metal, é necessário lançar um álbum completo. Em 1970, há quatro álbuns que realmente moldaram o estilo: dois do Black Sabbath, um do Uriah Heep e um do Deep Purple“. Continuando sua explicação, o autor destaca o Very ‘Eavy …Very ‘Umble’ do Uriah Heep, Black Sabbath I e Paranoid do Black Sabbath, e ‘In Rock’ do Deep Purple. Depois disso, podemos mencionar trabalhos como o álbum do Blue Cheer, mas para mim, esses quatro são fundamentais”. Além de The Collectors Guide to Heavy Metal e The Top 500 Heavy Metal Albums of All Times, Martin tem vários livros publicados no Brasil pela editora Edifire. Assista o vídeo do podcast: LEIA TAMBÉM: Tony Iommi e Brian May tocam “Paranoid”, do Black Sabbath Via: WikiMetal

Rod Stewart vende catálogo musical por cerca de $100 milhões
O cantor Rod Stewart vendeu os direitos de seu catálogo musical para a Iconic Artists Group, de Irving Azoff, executivo da indústria musical, que tem no currículo empresas como Ticketmaster, Live Nation e Madison Square Garden Company. A negociação foi fechada em um valor próximo a 100 milhões de dólares, o que equivale a quase meio bilhão de reais atualmente. Essa não foi a primeira tentativa do cantor de vender seu catálogo, porém os planos da Hipgnosis Song, empresa com a qual estava negociando anteriormente, não o agradaram e ele declinou a proposta. Em março de 2023, Stewart declarou: “esse catálogo representa o trabalho da minha vida toda (…) E ficou muito claro depois de muito tempo e diligência que esta não era a empresa certa para gerenciar meu catálogo de músicas, carreira ou legado.” (via MusicWeek) Dessa vez, Rod parece estar em paz com a decisão “o trabalho da minha vida está seguro nas mãos dele [Irving]” (via The Wall Street Journal). A coleção valiosa do Iconic Artists Group Stewart é mais um dos artistas a vender suas músicas para Irving Azoff, fazendo jus ao próprio nome, ícones como Cher, David Crosby e Beach Boys também venderam seus direitos para a empresa. E aparentemente está apenas começando, a Iconic revelou que já foram angariados mais de 1 bilhão de dólares de investidores para comprar futuras. Lançamento de novo álbum ainda esse mês Dia 23 de fevereiro, Rod Stewart lançará um álbum de cover de clássicos de Big Bands com o pianista Jools Holland, intitulado Swing Fever. Em entrevista para a Rolling Stone, o cantor comentou sobre sair do gênero que está acostumado: “Enquanto eu viver, sempre serei uma estrela do rock, algo que tenho orgulho, você sabe, e aproveitei cada minuto disso. Mas eu adoro cantar essas músicas, é como o paraíso.” Rod Stewart with Jools Holland – Swing Fever Lullaby of Broadway Oh Marie Sentimental Journey Pennies from Heaven Night Train Love is the Sweetest Thing Them There Eyes Good Rockin Tonight Ain T Misbehavin Frankie & Johnny Walkin My Baby Back Home Almost Like Being in Love Tennessee Waltz LEIA TAMBÉM: Mick Jagger cogita doar catálogo dos Rolling Stones à caridade e não aos filhos Via: WikiMetal

Men At Work bota o público carioca pra trabalhar em um coro de milhares de vozes
Tachar o Men At Work como um mero grupo de rock n’ roll é uma preguiça danada com a arte criada pelo conjunto australiano. O Men At Work circula com desenvoltura pelo reggae, ska e pop, com, aí sim, a gênese cravada em um rock alto astral. Em termos práticos a banda é uma mistura de The Police e os seus inconfundíveis toques de reggae, The Cars e as suas melodias fortes e grudentas, além de lançar mão de algumas bem-vindas pitadas de Traffic, com as saborosas linhas de saxofone e o quê despretensioso e solar – praiano, se você preferir – bancado pelo arremate percussivo. Já o nome do conjunto não é nenhum trocadilho e ou gracinha feita por músicos nascidos em berço de ouro, que em um estalar de dedos tem tudo ao dispor. Longe disso, o Men At Work foi originalmente concebido por cinco modestos trabalhadores: um professor, um ajudante de cozinha, um operador de guindaste, um porteiro e um motorista de caminhão. Como a grana era curta para a turma, a música era uma forma barata e gostosa de lazer. No entanto, tudo mudou de uma hora para a outra, quando o primeiro álbum, Business as Usual (1981), caiu nas graças do público. A partir desse momento, o trabalho oficial dos caras – a saber: Colin Hay (vocal e guitarra), Greg Ham (flauta, teclado e saxofone), Ron Strykert (guitarra), John Rees (baixo) e Jerry Speiser (bateria) – passou a ser divertir as pessoas ao redor do mundo. Foto: Livia Teles E essa cativante e animadora diversão desembarcou no Rio de Janeiro neste sábado, dia 17 de fevereiro. A atual encarnação do grupo conta apenas com um integrante original: o frontman Colin Hay – completa o vigente timaço San Miguel Pérez (guitarra e vocal), Yosmel Montejo (baixo e vocal), Jimmy Branly (bateria), Scheila Gonzalez (teclado, saxofone, flauta e vocal) e Cecilia Noël (percussão e vocal), mas, nem por isso, a apresentação ficou pendendo para o lado negativo ou capenga nesse ou naquele aspecto. Pelo contrário, a discografia do MAW, que tem vida própria e já passou pelo implacável teste do tempo, foi recordada com muito carinho pelo público carioca e apresentada de maneira orgânica e com primor de execução. A noite começou esquentando ao ritmo da serena Touching the Untouchables, que logo cedeu lugar à primeira representante do álbum Cargo, a animada No Restrictions. Como o Men At Work de 2024 é uma instituição particularmente financiada por Mr. Hay, então, importar algumas canções de sua carreira solo não é um tropeço grave, sobretudo quando estamos nos referindo a Come Tumblin’ Down e o seu espírito festivo à la country. Naquela altura, o jogo já estava ganho, banda e plateia eram uma entidade só, e a alegria, fosse no palco ou na pista, era o sentimento que embalava todos. Foto: Livia Teles Down by the Sea, Blue for You, I Can See It in Your Eyes, Dr. Heckyll & Mr. Jive e No Sign of Yesterday foram preparando os fãs para os ápices radiofônicos formados por Who Can It Be Now?, It’s a Mistake e Down Under. Em determinados momentos, os fãs cantaram mais alto que o som vindo dos PA’s – algo que não é raro, mas que é sempre prazeroso de contemplar. A convencional saidinha do palco é apenas um charme, um docinho, para deixar subentendido que o espetáculo está perto do fim e que alguns clássicos ainda irão, pois, agraciar o já extasiado público. Dito e feito, uma breve ida à coxia para um retorno triunfante com a trinca poderosa formada por Overkill, Into My Life e Be Good Johnny. Em pouco mais de noventa minutos de apresentação, Colin Hay e companhia reforçaram que o poderio sonoro do Men At Work continua inabalável e presente nos corações de dezenas de milhares de fãs que lotaram o Qualistage. Algum desalmado pode querer encrencar ao afirmar que a banda não é o Men At Work, visto que lança mão de apenas um integrante original. Bem, Colin Hay sempre foi a essência da banda e a grandeza visual e vocal do quinteto – sem desmerecer, é claro, a importância do saudoso Greg Ham e o resto da trupe. Portanto, proclamar que o Men At Work 2024 é um mero pastiche de outrora, é tremenda injustiça a Colin e ao grande espetáculo apresentado na Cidade Maravilhosa. Foto: Livia Teles Via: Rockbizz

Bruce Dickinson anuncia dois novos membros em sua turnê após a saída do guitarrista Roy-Z
Bruce Dickinson, segundo publicado do site Bravewords, explicou a saída repentina de Roy-Z de sua turnê solo. “Infelizmente, o guitarrista e produtor Roy Z não irá mais se juntar à banda nesta turnê devido a alguns compromissos pessoais.”, explicou o cantor. “Ele permanecerá em Los Angeles trabalhando na remixagem e remasterização do catálogo. Todos nós sabemos que o show deve continuar, e este projeto é muito importante para todos os envolvidos. Estou muito triste pela situação, porque Roy-Z participou de toda a organização e planejamento da maior parte do álbum e da banda em turnê”, completou Dickinson. Os dois novos membros, que unirão forças com Dave Moreno, Mistheria e Tanya O’Callaghan, são o guitarrista, compositor e produtor sueco Philip Naslund e o guitarrista suíço Chris Declercq, que aliás tocou no single “Rain On The Graves”. Segundo Dickinson: “Estou muito animado com o que Philip e Chris juntos, vão acrescentar ao show e agora minha única ambição é conquistar um pedacinho do coração do público todas as noites.” O primeiro show da turnê The Mandrake Project acontecerá no The Observatory, Orange County, em 15 de abril. “Não temos medo de crescer e aprender em frente ao público”, explica Dickinson. “Então este show será como um ensaio, é emocionante pensar o que esses músicos podem fazer e com certeza farão o melhor.” Bruce Dickinson no Brasil Conforme já publicado no Wikimetal, o vocalista do Iron Maiden visita o Brasil com a nova turnê durante os meses de abril e maio deste ano para divulgar o novo álbum, The Mandrake Project, com data de lançamento para 1º de março de 2024. Ao todo serão 7 cidades visitadas pelo artista, sendo elas: Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto e São Paulo. Nas cidades de São Paulo e Curitiba as vendas estão sendo feitas a partir da plataforma uhuu.com. Rio de Janeiro, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Brasília e Belo Horizonte em bilheteriadigital.com.LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson conta o que mais gostou de todo o processo de ‘The Mandrake Project’ Via: WikiMetal

Baixo roubado de Paul McCartney é encontrado e devolvido 50 anos depois
O baixo Höfner que Paul McCartney usou para fazer inúmeros shows nos anos 60 e gravar os dois primeiros álbuns dos Beatles foi roubado em 1972. Agora, mais de 50 anos depois, o lendário instrumento foi encontrado e devolvido ao músico. O baixo foi localizado pelo The Lost Bass Project, uma campanha popular focada na recuperação do instrumento. Um comunicado publicado no site de McCartney disse: “Após o lançamento do projeto Lost Bass do ano passado, o baixo Höfner 500/1 de 1961 de Paul, que foi roubado em 1972, foi devolvido. A guitarra foi autenticada por Höfner e Paul está extremamente grato a todos os envolvidos”. Comprado em Hamburgo, Alemanha, em 1961, o baixo foi usado nas apresentações dos Beatles no The Cavern Club, em Liverpool, Inglaterra. Também pode ser ouvido em muitas gravações clássicas do grupo, como Love Me Do, Twist and Shout, All My Loving, She Loves You e muito mais. De acordo com o The Lost Bass Project, a busca começou em 2018 e, após receber mais de 100 pistas, a organização conseguiu apurar que o baixo foi vendido ao proprietário de um pub de Notting Hill. Essa revelação fez com que a história fosse divulgada por vários meios de comunicação, o que chamou a atenção de alguém que morava na costa sul da Inglaterra e que tinha “um baixo velho no sótão”. E então perceberam o que tinham e “em poucos dias ele estava de volta com Paul McCartney!” Leia a história completa no site do The Lost Bass Project. Via: Rockbizz

Blessthefall anuncia dois shows no Brasil em maio
Blessthefall anunciou na última sexta-feira, 16, a parte latino-americana de sua turnê mais recente, com duas datas no Brasil. A banda que é uma grande referência do post-hardcore e metalcore se apresenta nas cidades de Curitiba, no dia 18 de maio, e São Paulo, em 19 de maio. Os shows acontecem no Jokers e Carioca Club, respectivamente. Os ingressos estarão à venda a partir da próxima segunda-feira, 19, às 14h, no site do Clube do Ingresso. Além do Brasil, o Blessthefall passará também pelo México, Colômbia, Chile e Argentina. Os shows são uma realização da Liberation MC. View this post on Instagram A post shared by Liberation MC (@liberationmcofficial) Via: WikiMetal