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“A voz de Ronnie Dio era cristalina e aveludada”, elogiou Bruce Dickinson
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27/02/2024

“A voz de Ronnie Dio era cristalina e aveludada”, elogiou Bruce Dickinson

Até os heróis têm os seus ídolos! Na cena musical, por exemplo, é super comum vermos artistas renomados e bem-sucedidos citar este ou aquele músico e ou personalidade como ídolo e fonte de inspiração. Recentemente, o frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, bateu um longo papo com o jornalista/escritor Greg Prato, do SongsFacts, e aproveitou a oportunidade para elogiar o saudoso Ronnie James Dio (Black Sabbath, Rainbow, Heaven & Hell, entre outros). De acordo com Dickinson, a voz do gigante-baixinho era cristalina e aveludada. Bruce disse: “Uma das minhas performances favoritas de Ronnie Dio está no The Butterfly Ball em Love Is All. Meus Deus! Você pode ouvir que essa é a versão com a voz mais jovem de Ronnie, porque a voz dele ficou mais sombria com o passar dos anos, mas todo o poder já estava lá”. O cantor arrematou: “Eu me lembro de ouvir Love Is All e me dar conta do quão cristalina e aveludada era a voz dele. Era maravilhoso! Sou um grande fã de Ronnie”. The Butterfly Ball é uma ópera rock criada pelo baixista Roger Glover (Deep Purple) e lançada em 1974. A obra conta com a participação de um time composto por gente como Jon Lord, Tony Ashton, Ronnie James Dio, David Coverdale, Glenn Hughes, John Lawton e outros. A performance de Love Is All pode ser curtida aqui: Via: Rockbizz

Paul McCartney revela origem de trecho de “Yesterday” 
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27/02/2024

Paul McCartney revela origem de trecho de “Yesterday” 

“Yesterday” foi lançada pelos Beatles há quase 6 décadas, mas foi só no último episódio do podcast A Life In Lyrics, em que Paul McCartney se aprofunda em suas composições, que o cantor revelou o significado por trás do trecho “I said something wrong”. Mesmo que seja comumente compreendido como uma reflexão sobre um término de relacionamento, o verso, na verdade, refere-se a um momento em que McCartney zombou de sua mãe, Mary, por parecer “chique demais”, se arrependendo, em seguida, de ter dito algo errado. “Às vezes, é apenas em retrospecto que você pode apreciar isso. Me lembro muito claramente de um dia ter me sentido muito sem graça porque envergonhei minha mãe. Estávamos no quintal e ela falava chique. Ela era de origem irlandesa e era enfermeira, então [sua maneira de falar] estava acima do nível das ruas. Então ela tinha isso a seu favor, e falava de um jeito que achávamos ser um pouco chique”, relatou. Mais especificamente, o músico contou que o problema estava na maneira em que sua mãe pronunciava a palavra “ask” (perguntar, em inglês). “Eu sei que ela disse algo como ‘Paul, você pode perguntar a ele se ele vai…’. Aí eu [zombei]. E ela ficou um pouco envergonhada. Me lembro de ter pensado mais tarde: ‘Deus, gostaria de nunca ter dito isso’. E isso ficou comigo. Depois que ela morreu eu pensei ‘Ah, merda, eu realmente gostaria…’” O impacto das pequnas coisas segundo Sir Paul McCartney Durante o episódio do podcast, Paul também refletiu sobre o impacto que coisas que aparentam ser insignificantes têm quando olhamos para momentos do passado. “Tenho algumas dessas pequenas coisas que sei que as pessoas me perdoariam, porque não são grandes coisas – são pequenas coisas – mas são pequenas coisas que eu simplesmente penso: ‘Se eu pudesse ao menos pegar uma borracha, é só apagar aquele momento que seria melhor’”, contou. LEIA TAMBÉM: Paul McCartney explica por que os Beatles nunca fizeram show no Brasil Via: WikiMetal

“Tony Iommi não tem carisma, parece um poste com uma guitarra”, diz Ozzy Osbourne
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27/02/2024

“Tony Iommi não tem carisma, parece um poste com uma guitarra”, diz Ozzy Osbourne

No seu auge, no final dos anos 80, a revista musical britânica Smash Hits vendia mais de um milhão de cópias por edição. Embora fosse, em sua essência, uma publicação que celebrava a música pop mais comercial, bandas de rock também apareceriam em suas páginas, como Iron Maiden, Motörhead, Whitesnake, Killing Joke e Dead Kennedys. Em 1986, Ozzy Osbourne entrou para essa lista e foi entrevistado por Tom Hibbert, durante a turnê do álbum The Ultimate Sin em Tóquio, Japão. Na época, tudo o que Ozzy queria fazer era entreter as pessoas e não estava nem um pouco preocupado com a repercussão de suas falas e ações; Ele chegou a dizer: “Eu não sou um cantor. Há um milhão de cantores melhores do que eu. Ronnie James Dio é um cantor muito melhor do que eu, mas ele não tem carisma. Ele só tem aquele sinal do metal e acabou. É como ver o gelo derreter”. Ozzy continuou, mas dessa vez alfinetando o guitarrista do Black Sabbath: “Tony Iommi não tem carisma – parece um poste com uma guitarra ligada”. O Príncipe das Trevas finalizou o assunto em tom provocativo. Osbourne disse: “Eu tenho carisma e ninguém pode tirar isso de mim”. Apesar das provocações e cutucadas, a história nos mostrou que Ozzy Osbourne e Tony Iommi se acertaram, fizeram as pazes, e até gravaram disco e excursionaram juntos. Então, vale aquela máxima: Nada como um dia após o outro. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson cita Aces High como a música do Iron Maiden mais difícil de ser cantada ao vivo
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27/02/2024

Bruce Dickinson cita Aces High como a música do Iron Maiden mais difícil de ser cantada ao vivo

Bruce Dickinson tem mais de quarenta anos de carreira e bons serviços prestados ao heavy metal, dessa forma, já acumulou muita experiência de estrada e, certamente, de palco. Mas, mesmo assim, o cantor enfrenta seus desafios enquanto está se apresentando ao vivo. Em conversa com o site SongsFacts, Dickinson falou sobre o assunto e citou Aces High como a música do Iron Maiden mais difícil de ser cantada ao vivo. O vocalista comentou: “A música que considero mais desafiadora de cantar no repertório do Maiden é Aces High. Isso não é só porque tenho 60 e poucos anos. Pode acreditar, quando eu tinha 26 anos, era igualmente desafiadora. Eu sempre disse: “Se vamos tocar Aces High, vamos colocá-la no começo do repertório’. Nós ainda tocamos todas as músicas no tom original. Tenho certeza que seria mais fácil se mudássemos o tom, contudo, as músicas não soariam tão bem. Portanto, Aces High é a música do Iron Maiden mais desafiadora de cantar”. Aces High é a faixa de abertura do álbum Powerslave, quarto registro de estúdio da banda, lançado em 3 de setembro de 1984. A música transformou os ouvintes em co-pilotos, colocou todo mundo em Spitfires da RAF [Royal Air Force – Força Aérea Real] e levou a galera para uma emocionante luta contra tudo o que a Luftwaffe pudesse lançar nas Ilhas Britânicas. O som é, até os dias de hoje, um dos pontos altos dos shows da Donzela de Ferro, apesar de dar um trabalhão danado para Bruce Dickinson cantá-la no tom e na interpretação correta. Via: Rockbizz

Greta Van Fleet é anunciado no Lollapalooza Brasil 2024
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27/02/2024

Greta Van Fleet é anunciado no Lollapalooza Brasil 2024

O Lollapalooza anunciou o Greta Van Fleet como atração de sua edição no Brasil em 2024. O festival acontece nos dias 22, 23 e 24 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A performance da banda será no terceiro dia, no lugar da cantora Dove Cameron. O comunicado, que veio pelas redes sociais do festival, também informava o cancelamento dos shows de Jaden e Rina Sawayama, todos por “motivos pessoais”. Além do Greta Van Fleet, a cantora Jessie Reyez se apresenta no sábado, 23. Atenção: Confira as atualizações do line-up do #LollaBR! @gretavanfleet e @jessiereyez são as novas atrações desta edição. Leia o comunicado e fique por dentro das mudanças. pic.twitter.com/BZkCCRFawD — Lollapalooza Brasil (@LollapaloozaBr) February 27, 2024 Mais mudanças no line-up Em janeiro de 2024, o Paramore cancelou a sua performance no festival, sendo assim, substituídos pelo Kings Of Leon. A performance da banda acontece no segundo dia da edição. LEIA TAMBÉM: Entrevista Greta Van Fleet: Josh Kiszka fala sobre shows no Brasil, amizade com o Metallica e mais! Via: WikiMetal

Kurt Cobain: instituição lança financiamento coletivo para mural do artista
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27/02/2024

Kurt Cobain: instituição lança financiamento coletivo para mural do artista

A Headstock, uma instituição de caridade de saúde mental sediada em Manchester, está lançando um financiamento coletivo para criar um mural em homenagem aos 30 anos da morte trágica de Kurt Cobain. Ele estará localizado próximo ao The Bred Shed, um famoso local de shows na cidade inglesa e contará com a colaboração do renomado artista de rua Akse. A escolha do local não é aleatória, pois está próximo ao lugar onde o Nirvana realizou seus únicos dois shows na cidade, hoje ocupado pelo Sindicato dos Estudantes da Universidade de Manchester. A iniciativa visa não apenas celebrar a vida e o legado de Kurt Cobain, mas também ampliar a conscientização sobre a importância do apoio à saúde mental. Para isso, parte dos recursos arrecadados será destinada ao serviço de apoio Shout 85258, que oferece assistência 24 horas por dia, sete dias por semana, por meio de mensagens de texto ou ligações, para pessoas que estão passando por momentos de fragilidade emocional. Os interessados em contribuir podem participar do financiamento coletivo acessando o link disponível no site da instituição. A meta é alcançar um total de £ 3.500,00 para viabilizar a criação e instalação do mural. Cada doação é uma maneira de colaborar com a materialização do projeto artístico e com a causa da saúde mental, apoiando um serviço vital para aqueles que estão enfrentando dificuldades emocionais. Kurt Cobain, cuja morte ocorreu em 5 de abril de 1994, aos 27 anos, continua sendo uma figura influente na cultura musical e um símbolo para muitos. Este mural se junta a uma série de outras homenagens a ícones musicais, como Ian Curtis do Joy Division e Keith Flint do The Prodigy, todos supervisionados pela Headstock e com a arte criada por Akse. O projeto celebra a memória de Cobain e destaca a importância do apoio à saúde mental em nossa sociedade, usando a arte como uma forma de conscientização e expressão. LEIA TAMBÉM: Kurt Cobain: guitarra usada em último show e maço de cigarros são vendidos em leilão Via: WikiMetal

Sepultura dá a entender que Eloy Casagrande não foi ético e leal ao grupo e aos fãs
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27/02/2024

Sepultura dá a entender que Eloy Casagrande não foi ético e leal ao grupo e aos fãs

A cena heavy metal foi tomada nesta terça-feira, dia 27 de fevereiro, pela notícia de que o baterista Eloy Casagrande deixou o Sepultura às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour. A saída repentina do músico foi claramente sentida por Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal) e Paulo Xisto Jr. (baixo), que emitiu uma nota pelas redes sociais. No comunicado, o Sepultura deu a entender que Eloy Casagrande não foi ético e leal ao grupo e aos fãs, pois saiu de forma súbita e sem aviso prévio aos companheiros de trabalho. A mensagem da banda diz: “O Sepultura tem um compromisso com os seus fãs de entregar uma turnê que vai celebrar os 40 anos da banda e também a sua despedida dos palcos. Intitulada Celebrating Life Through Death, a tour é uma “morte consciente e planejada”. Por mais que soe poética, essa foi também a maneira de dizer ao público que muitas conversas aconteceram para essa tomada de decisão. Uma turnê dessa magnitude só sai do papel diante do comprometimento, da ética e da lealdade dos integrantes com os seus fãs, além do respeito com a história da banda – algo que Andreas Kisser, Derrick Green e Paulo Xisto têm como prioridade”. O conjunto encerra a declaração afirmando que Greyson Nekrutman vai assumir o kit de bateria e vai honrar a trajetória e o grande legado do grupo. As concorridas datas da Celebrating Life Through Death Tour podem ser consultadas neste link. Via: Rockbizz

Freddie Mercury pode “voltar aos palcos” na forma de holograma
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27/02/2024

Freddie Mercury pode “voltar aos palcos” na forma de holograma

A companhia Mercury Songs Limited, que cuida do catálogo solo de Freddie Mercury, entrou com um pedido para registrar sua marca para ambientes 3D e de realidade virtual, segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Sun no último domingo, 25. É especulado que o saudoso cantor do Queen — que faleceu há 33 anos, em decorrência da Aids — ganhará um espetáculo com seu próprio avatar digital, que pode ser anunciado em breve. A iniciativa da Mercury Songs Limited possivelmente englobará apenas o catálogo solo do vocalista. Shows com hologramas estão se tornando uma tendência entre algumas bandas e músicos. Em 2022, o grupo ABBA “retornou aos palcos” por meio desta tecnologia, com o show Voyage, que retrata os membros com o mesmo visual que eles tinham em 1979. O Kiss, que encerrou sua turnê de despedida em dezembro de 2023, anunciou que também fará um espetáculo holográfico. A opinião de Brian May Em 2023, durante entrevista no podcast Graham Norton Radio Show, Brian May disse não haver interesse por parte dos músicos do Queen em serem substituídos por hologramas enquanto puderem tocar. “Nós adoramos tocar ao vivo, esse é o nosso foco. Agora, quando todos tivermos ido embora, aí, claro, poderia existir um show do nosso estilo ao do Abba. Mas enquanto estivermos aqui, quero tocar ao vivo. Já temos algo nesse estilo com Freddie. Quando canto ‘Love of My Life’, Freddie aparece nos telões e se junta a mim no final. Mas não é um holograma, é apenas uma espécie de tecnologia mais antiga da qual gostamos”, contou o guitarrista. LEIA TAMBÉM: Freddie Mercury canta “Evidências”, graças a I.A Via: WikiMetal

Greyson Nekrutman: Conheça detalhes sobre o novo baterista do Sepultura
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27/02/2024

Greyson Nekrutman: Conheça detalhes sobre o novo baterista do Sepultura

Dizem que o futebol é uma caixinha de surpresa, mas o heavy metal não fica atrás, visto que surge cada novidade que é capaz de deixar todo fã de som pesado de cabelo em pé – bem, pelos menos em àqueles que ainda conservam algumas madeixas. A mais nova bomba que explodiu no universo metal foi a saída do baterista Eloy Casagrande do Sepultura, pouco tempo antes de iniciar a já famosa, esperada e celebrada Celebrating Life Through Death Tour. Para a vaga, o grupo recrutou o músico norte-americano Greyson Nekrutman. Greyson é um baterista nascido no dia 13 de junho de 2002 em Long Island, Nova Iorque. Desde que iniciou os estudos no instrumento, o músico não se limitou apenas ao heavy metal, trouxe à sua gama de habilidades técnicas conhecimentos do jazz, rock, progressivo e música latina. Nekrutman cita Philly Jo Jones, Buddy Rich e Louie Bellson como algumas de suas principais influências artísticas; sem contar conjuntos com pegada de big bands como Dave Matthews Band. No campo da música pesada, o baterista tocou com o grupo Suicidal Tendencies, sendo que agora, com o Sepultura, será a sua grande oportunidade de fincar seu nome como uma potência rítmica no universo do heavy metal. Neste player, você pode ver o quão versátil é o playing de Greyson Nekrutman: Via: Rockbizz

4 motivos para ir ao show do Royal Blood no Brasil
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27/02/2024

4 motivos para ir ao show do Royal Blood no Brasil

Quando o duo britânico Royal Blood surgiu em 2013, seu rock de garagem foi logo transformado no excelente álbum de estreia que carrega o nome da dupla. Com o trabalho, o Royal Blood pôde mostrar a que veio e logo conquistou os fãs de rock apenas com seu baixo e sua bateria. Pouco mais de uma década depois, o duo continua fazendo música e conquistando fãs ao redor do mundo. Nos dias 13 e 16 de abril, o Royal Blood virá ao Brasil para se apresentar em São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, e em preparação às apresentações, separamos aqui alguns motivos pelos quais você não pode perder o show da dupla. Veja todas as informações sobre datas, locais e valores dos ingressos clicando aqui. A dupla é formada por apenas um baixo e uma bateria Como citado anteriormente, o Royal Blood é formado apenas por um baixo e vocal, Mike Kerr, e uma bateria, Ben Thatcher. Poucos músicos conseguem manter a qualidade da música com apenas estes instrumentos. Show energético Além de conseguirem criar músicas de qualidade com apenas dois instrumentos, o duo é capaz de segurar um show energético e digno do nome rock and roll com direito a bate-cabeça, como eles entregaram no Lollapalooza Brasil em 2018. Influências diversas O duo é aberto ao revelar que as influências e inspirações são das mais diversas. Durante uma entrevista do Tenho Mais Discos Que Amigos, Tatcher revelou que ouvia muito Jimmy Page e aprendeu bastante com ele. Tatcher e Kerr também foram convidados para fazer parte da comemoração de 30 anos do Black Album, do Metallica, com um cover de “Sad But True”. Confira abaixo. Reconhecimento de grandes nomes da música A cereja do bolo na carreira do Royal Blood é o reconhecimento de grandes nomes da música, incluindo influências do próprio duo. Artistas como Dave Grohl, Tom Morello, Metallica e Jimmy Page já demonstraram grande interesse pela banda. Em novembro de 2014, Jimmy disse: “Eu fui ouvi-los em Nova York. Eles foram fantásticos. Absolutamente fascinante, eles são músicos tão finos. Seu álbum tornou-se algo sério em alguns detalhes. É tão suave de se ouvir, porque eles tocam com os espíritos das coisas que os precederam, vocês têm de ouvir, eles vão elevar o rock a um novo nível – se eles já não estão o fazendo, já que sua música é de qualidade tremenda”. LEIA TAMBÉM: 4 músicas para conhecer Royal Blood antes dos shows no Brasil Via: WikiMetal

Interpol traz seu rock para o Brasil em junho; saiba mais
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27/02/2024

Interpol traz seu rock para o Brasil em junho; saiba mais

O Interpol se apresenta no Brasil em junho deste ano e sua agenda conta com três shows: 05 de junho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro e 07 e 08 na Audio, em São Paulo. O Interpol lançou no ano passado o álbum The Other Side of Make-Believe e celebrará em sua passagem ao Brasil as duas décadas dos trabalhos Turn On The Bright Lights e Antics, lançados em 2002 e 2004, respectivamente. Os ingressos estão à venda no site oficial da Livepass. Mais informações você encontra logo abaixo. View this post on Instagram A post shared by Move Concerts (@moveconcertsbrasil) Interpol no Brasil em 2024 SERVIÇO – RIO DE JANEIRO Data: 05/06/2024Local: Vivo RioEndereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 Parque do Flamengo. Rio de Janeiro-RJ20021-140Abertura dos Portões: 19hHorário do Show: 21hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. SETORES E PREÇOSPremium – R$530,00 (inteira) / R$265,00 (meia-entrada) / R$397,50 (desconto Vivo Rio)Pista – R$330,00 (inteira) / R$165,00 (meia-entrada) / R$247,50 (desconto Vivo Rio)Camarote A – R$465,00 (inteira) / R$232,50 (meia-entrada) / R$348,75 (desconto Vivo Rio)Camarote B – R$400,00 (inteira) / R$200,00 (meia-entrada) / R$300,00 (desconto Vivo Rio)Camarote C – R$350,00 (inteira) / R$175,00 (meia-entrada) / R$262,50 (desconto Vivo Rio)Frisas – R$280,00 (inteira) / R$140,00 (meia-entrada) / R$210,00 (desconto Vivo Rio)(*) Sujeito à disponibilidadeParcelamento em até 04 vezes sem juros BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)VIVO RIO (apenas dia 09/11/2023)Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85Parque do Flamengo. Rio de Janeiro-RJ20021-140Funcionamento: 10h às 17h Estádio Nilton Santos – Engenhão (a partir do dia 10/11/2023)MEDIANTE DISPONIBILIDADE DE INGRESSOSEndereço: Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – RJ, 20770-001Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. SERVIÇO – SÃO PAULO Data: 07/06/2024 e 08/06/2024Local: AudioEndereço: Avenida Francisco Matarazzo, 694 – Barra FundaAbertura dos Portões: 19hHorário do Show: 21hClassificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitações: 6 ingressos por CPF.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. SETORES E PREÇOSPista – R$430,00 (inteira) / R$215,00 (meia-entrada)Camarote – R$530,00 (inteira) / R$265,00 (meia-entrada)(*) Sujeito à disponibilidadeParcelamento em até 04 vezes sem juros BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)ESPAÇO UNIMEDMEDIANTE DISPONIBILIDADE DE INGRESSOSEndereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/ SPFuncionamento: Terça a Sábado – das 10h00 às 17h00 | Não há funcionamento aos domingos e feriados. Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia. Venda para o público em geral:Dia 09 de Novembro (quinta-feira) de 2023, a partir das 10h00. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. Via: WikiMetal

Steven Tyler tem processo de agressão sexual rejeitado pela justiça 
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27/02/2024

Steven Tyler tem processo de agressão sexual rejeitado pela justiça 

Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, foi acusado de abuso sexual contra uma menor de idade em novembro de 2023, porém, o juiz Lewis Kaplan dos Estados Unidos rejeitou o pedido de processo. Jeannne Bellino trabalhava como modelo na época e acusou Tyler de a ter agredido sexualmente duas vezes no mesmo dia quando ela tinha 17 anos. O caso teria acontecido em Manhattan no ano de 1975. Bellino iniciou o processo utilizando a Lei de Proteção às Vítimas de Violência Motivada por Gênero da cidade de Nova York. Essa legislação amplia o período em que certos crimes sexuais supostamente cometidos, em alguns casos ocorridos décadas atrás, podem ser levados a julgamento. Porém, para se beneficiar do prazo de prescrição, o magistrado determinou que a acusação precisava atender a critérios específicos, incluindo a condição de representar “um sério risco de lesão física”. O juiz do caso afirmou que o incidente não satisfaz essa condição. David Long-Daniels, advogado de Tyler, declarou: “Concordamos com o raciocínio do juiz e estamos gratos por este resultado em nome do nosso cliente”. Detalhes da acusação No verão de 1975, Jeanne conheceu o Aerosmith após um desfile de moda. Em sua versão, ela e o vocalista caminhavam pela rua quando ele a forçou a entrar em uma cabine telefônica. Tyler a teria apalpado, feito simulação sexual e colocado a lingua em sua garganta enquanto outras pessoas olhavam e riam do lado de fora. Ainda mais tarde, em uma comitiva no Warwick Hotel, Steven a teria colocado contra uma parede e voltado a agredi-la. Ela alega que ainda sofre as consequências emocionais anos após o ocorrido. Outro processo envolvendo o nome do cantor ocorreu em dezembro de 2022. Julia Misley o acusou de usar sua posição como famoso para manipulá-la e iniciar um relacionamento sexual enquanto ela ainda tinha 16 anos. A relação durou três anos e Julia alega ter engravidado, mas foi pressionada a fazer um aborto. Steven Tyler segue negando todas as acusações. LEIA TAMBÉM: Steven Tyler é acusado de abuso sexual contra menor de idade Via: WikiMetal

Bruce Dickinson nomeia Andre Matos como um de seus vocalistas favoritos
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27/02/2024

Bruce Dickinson nomeia Andre Matos como um de seus vocalistas favoritos

O frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, bateu um papo com o jornalista Greg Prato, do SongFacts, e comentou, dentre inúmeros temas, sobre os seus vocalistas prediletos. Franco e direto, Dickinson nomeou Andre Matos como um de seus vocalistas favoritos. É importante explicar e recordar que o saudoso Andre iniciou sua carreira nos anos 80, tendo Bruce como uma de suas influências. Portanto, é bacana ver que o músico britânico tem apreço pelo trabalho e voz do cantor brasileiro. Na entrevista, o Air-Raid Siren disse: “Se alguém quiser ouvir uma voz incrível, mas fora do metal, ouça Tom Jones. E imagine se essa voz estivesse fazendo metal ou rock. Obviamente, ele não era metal ou rock, mas ele é simplesmente incrível, com muito poder, ressonância, tom… É fabuloso”. O cantor completou: “Admiro alguns cantores que infelizmente não estão mais entre nós como Chris Cornell, que foi uma das melhores vozes que já ouvi em qualquer época. E, infelizmente, ele se foi. O cara de Angra [Andre Matos], ele também se foi. Então, todos esses caras se foram e tiveram a capacidade de realmente emocionar as pessoas. Eles podiam gritar e berrar como os melhores, mas tinham a habilidade de mover as pessoas com suas vozes”. Andre Matos começou a carreira ainda bem jovem, na banda Viper; depois alcançou sucesso internacional com o Angra e o Shaman. Além da carreira solo, o Maestro participou de projetos como Avantasia, Time Machine, Aina, entre muitos outros. O artista morreu no dia 8 de junho de 2019, devido a um infarto agudo do miocárdio. Via: Rockbizz

Megadeth: Max Norman temia reação de Dave Mustaine às críticas feitas as músicas de Countdown to Extinction
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27/02/2024

Megadeth: Max Norman temia reação de Dave Mustaine às críticas feitas as músicas de Countdown to Extinction

O produtor Max Norman (Ozzy Osbourne, Savatage, Lizzy Borden) concedeu uma longa entrevista ao podcast Talk Louder e relembrou como foi trabalhar com o Megadeth, no comecinho dos anos 90. Na conversa, Max declarou que temia reação de Dave Mustaine às críticas feitas as músicas de Countdown to Extinction. “Dave me enviou uma fita cassete com todas as demos de Countdown. Eu as ouvi por dias e dias, mas não vinha nenhuma ideia do que fazer com o material”, disse Norman. “Depois de algumas ouvidas, comecei a ter algumas ideias como cortar isso e aquilo”, admitiu. “Escrevi cerca de quatro páginas de anotações sobre todas as músicas, apontando lugares em que talvez pudéssemos fazer outra coisa ou editar”, pontuou. “Enviei essas quatro páginas para Dave, e não tive contato dele por uns três ou quatro dias”, destacou. “Depois, ele me ligou, falou que tinha lido as minhas anotações, e eu pensando que ele ia me xingar, porque eu já conhecia Dave, então sabia como ele era, mas ele acabou concordando com 99 por cento do que eu havia pontuado”, finalizou Max, em tom de alívio. Eis a longa entrevista neste player: Countdown to Extinction saiu em 14 de julho de 1992 e tem como destaque sons como Skin o’ My Teeth, Symphony of Destruction e Sweating Bullets. O disco alcançou a segunda posição da Billboard 200 e já bateu a marca de dois milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Via: Rockbizz

No modo repeat: Peter Baltes reclama da repetição que se tornou o Accept
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26/02/2024

No modo repeat: Peter Baltes reclama da repetição que se tornou o Accept

Em uma nova entrevista com Marko Syrjala do Metal Rules, o baixista Peter Baltes (ex-Accept e atual U.D.O.) foi questionado sobre o processo de composição no U.D.O. e como ele se compara ao Accept. Baltes disse: “Todo mundo está envolvido na composição do U.D.O. É ótimo porque muitos estilos de composição diferentes se unem para criar algo único”. “No Accept, era apenas Wolf [Hoffmann, guitarrista do Accept] e eu”, ele continuou. “Herman Frank [ex-guitarrista do Accept], Udo [Dirkschneider, ex-vocalista do Accept] ou Mark Tornillo [vocalista do Accept] não escreveram músicas, e é por isso que os álbuns começaram a soar iguais no final”. E acrescentou: “Eu não gostei mais e senti que estávamos sempre fazendo o mesmo álbum ou conceito, só que com letras diferentes. Eu estava pensando, tipo, ‘Isso é a mesma coisa. Não está crescendo. Em contrapartida, ainda cresço como baixista. Ouço outros baixistas e outros tipos de música, seja ela qual for. Pratico meu baixo todos os dias porque quero melhorar. O crescimento nunca para”. Quando o entrevistador sugeriu que o primeiro álbum do Accept com Tornillo, intitulado Blood Of The Nations, de 2010, é “incrível”, Peter disse: “‘Blood Of The Nations’ foi diferente porque todo o material que escrevi para o álbum foi acumulado ao longo dos anos. Depois que esse material acabou, tivemos que escrever o próximo álbum do zero, e só tínhamos um ano, e assim por diante”. Baltes saiu do Accept em 2018 e foi substituído pelo baixista Martin Motnik. O novo álbum do U.D.O., intitulado Touchdown, com Baltes no baixo, foi lançado em agosto de 2023 via Atomic Fire Records. Via: Rockbizz

Edu Falaschi irá se apresentar no Rio de Janeiro em março
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26/02/2024

Edu Falaschi irá se apresentar no Rio de Janeiro em março

O vocalista Edu Falaschi (ex-Angra, ex-Almah) irá se apresentar no Circo Voador, Rio de Janeiro, no dia 23 de março de 2024. Falaschi promete um repertório cheio de surpresas e clássicos de sua época no Angra. Além disso, a banda irá apresentar músicas dos álbuns Eldorado e Vera Cruz. A banda de Edu Falaschi para o show do Rio de Janeiro será formada por Roberto Barros (guitarra), Diogo Mafra (guitarra), Raphael Dafras (baixo), Jean Gardinalli (bateria) e Fábio Laguna (teclado). Misturando elementos históricos, ficção e mixagem cinematográfica, Eldorado viaja no tempo e traz músicas com influências latinas, flamenco, músicas latinas e astecas com instrumentos inusitados. Com o vocalista no comando, os músicos mostram porque são considerados exímios musicistas, ao mesmo tempo, que carregam uma sensibilidade musical acima da média e melodias que cativam de primeira. Os ingressos já estão à venda no site da Eventim. Via: Rockbizz

Felipe Machado do VIPER lança podcast ‘De Onde Vêm as Ideias’ sobre criatividade e IA
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26/02/2024

Felipe Machado do VIPER lança podcast ‘De Onde Vêm as Ideias’ sobre criatividade e IA

O jornalista, músico e escritor Felipe Machado lançou em 22 de fevereiro o primeiro episódio do podcast De Onde Vêm as Ideias, série de discussões sobre o processo criativo de profissionais de diversas áreas. “Achei que seria interessante falar sobre os vários aspectos da criatividade humana em uma época em que as pessoas parecem estar mais interessadas em se dedicar à inteligência artificial”, afirma Machado. O primeiro episódio traz o roqueiro gaúcho Beto Bruno, conhecido pela carreira solo e pela trajetória à frente da banda Cachorro Grande. Veja o episódio aqui: Dividida em cinco episódios, a primeira temporada contará também com entrevistas com Sidarta Ribeiro (neurocientista biólogo), Nina Pandolfo (artista plástica, escultora e grafiteira), Caio Cobra (roteirista e diretor de cinema) e Franco Ravioli (chef). De Onde Vêm as Ideias é resultado da parceria entre a FMLabs, produtora de Machado, e a NGB Produtora, dos sócios Marcos Yukio e Marcos Barros. Os episódios vão ao ar sempre às quintas-feiras, às 10h, em todas as plataformas digitais. A versão em vídeos das entrevistas ficará disponível no canal de Felipe Machado no Youtube. LEIA TAMBÉM: Entrevista com Felipe Machado que fala sobre álbum polêmico do VIPER e Andre Matos Via: WikiMetal

Eddie Van Halen influenciou indiretamente o criação do título black metal
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26/02/2024

Eddie Van Halen influenciou indiretamente o criação do título black metal

O black metal é a personificação musical do teor gélido e assombrado do metal! O Venom, grupo vindo de Newcastle, Inglaterra, deu origem ao estilo em 1982, com imagens satânicas e enfatizando o lado mais perverso do som pesado. Contudo, o título black metal nasceu de forma despretensiosa e, de certa forma, influenciada pelo virtuoso e saudoso guitarrista Eddie Van Halen, devido a uma entrevista do vocalista e baixista Conrad “Cronos” Lant realizada nos anos 80. O músico recordou o caso em um bate-papo com a Loudwire. Ele disse: “Estávamos dando uma entrevista, e pouco antes da entrevista, estávamos olhando algumas matérias publicadas pela imprensa e vimos que Eddie Van Halen tinha acabado de fazer o solo de guitarra em Beat It, do Michael Jackson. E essa revista tinha as paradas e os sucessos do heavy metal e tudo mais, todavia, no número um, no topo da parada de heavy metal, estava Beat It. Trazer Michael Jackson para o nosso mundo foi demais para mim, achei muito errado”. Cronos acrescentou: “E na entrevista que demos, eles nos perguntaram onde nos encaixávamos no contexto todo. Aí, eu lembro que respondi: ‘Bem, certamente não nos encaixamos nisso. Se isso é heavy metal, então não somos’. Somos power metal, death metal, thrash metal, speed metal, black metal. Eu simplesmente comecei a cuspir todos esses outros termos que estavam vindo na minha cabeça e isso pegou. Mas, na época, nós costumávamos nos chamar de power metal”. O título com certeza pegou e já tem mais de trinta anos de vida, brindando os fãs com álbuns que são pesadelos sonoros ao público com os ouvidinhos sensíveis. Via: Rockbizz

Mick Mars está aberto para trabalhar com Mötley Crüe novamente
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26/02/2024

Mick Mars está aberto para trabalhar com Mötley Crüe novamente

Mick Mars confirmou que está aberto para trabalhar com o Mötley Crüe novamente. Em entrevista à Audacy Check In, Mick admitiu que as declarações duras feitas entre ele e a banda fizeram a maioria dos fãs acreditar que seu relacionamento com o resto do Mötley Crüe estava arruinado, o que não é o caso. “Se o Motley quisesse que eu escrevesse músicas com eles novamente, é claro que eu o faria”, confirmou o guitarrista. “Mas agora, sou apenas eu. Então estou escrevendo e não é Mötley, é como me sinto. Minhas ideias, meu tipo de coisa. Estou tentando me reinventar e me atualizar.” Em 2022, Mick Mars, co-fundador do Mötley Crüe, anunciou sua aposentadoria dos palcos devido à sua luta dolorosa contra a Espondilite Anquilosante (A.S.), mas que continuaria com a banda em gravações no estúdio. Em 2023, Mars entrou com um processo contra a banda, na qual fez parte nos últimos 41 anos, sob alegação de prejuízos financeiros, e que os membros do Mötley Crüe o expulsaram em uma “decisão unilateral”. Mick Mars e carreira solo O álbum solo de estreia de Mars, The Other Side of Mars, acabou de ser lançado, dia 23 de fevereiro pela 1313 LLC – selo próprio de Mick – em parceria com a MRI. O guitarrista expressou seu entusiasmo em lançar seu primeiro trabalho solo após mais de 40 anos de carreira. “Levei 40 anos porque Motley era prioridade. Agora que estou aposentado, sou apenas eu”. O disco conta com a participação de Jacob Bunton, que já trabalhou com Steven Adler (ex- baterista do Guns N’ Roses) e com Tom Keifer (vocalista do Cinderella), e que canta em todas as 12 canções, exceto em “Undone” e “Killing Breed”, que tem como vocais principais Brion Gamboa. Outros convidados do álbum incluem o tecladista Paul Taylor (Winger/ex-Alice Cooper), o baterista Ray Luzier (Korn) e o baixista Chris Collier — creditado também na mixagem e masterização. O músico também confirmou que tem mais material novo pronto para lançar. LEIA TAMBÉM: Mötley Crüe inicia gravação de novas músicas sem Mick Mars Via: WikiMetal

Inteligência artificial mostra como seria Kurt Cobain aos 57 anos
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26/02/2024

Inteligência artificial mostra como seria Kurt Cobain aos 57 anos

Na última terça-feira, 20, Kurt Cobain, vocalista e guitarrista do Nirvana, completaria 57 anos, caso estivesse vivo. O músico nos deixou em 5 de abril de 1994, mas somente foi encontrado três dias após a sua morte, em sua casa em Seattle, nos Estados Unidos. Quase 30 anos após a sua morte, a música do Nirvana ainda se mantém relevante e popular. Em 2021, o clássico “Smells Like Teen Spirit” ultrapassou a marca de 1 bilhão de streams no Spotify, fazendo com que a banda entrasse no exclusivo Spotify’s Billions Club. Para celebrar a vida e legado de Cobain, a Midjourney, ferramenta de inteligência artificial, criou imagens para simular como estaria o músico atualmente. “Com os avanços da tecnologia e graças à IA, podemos ver como poderia ser hoje se não tivesse morrido. Além de ter umas rugas a mais, a Midjourney assume que continuaria bastante parecido ao que era”, escreveu o jornal britânico Daily Star, que divulgou as imagens. Veja: LEIA TAMBÉM: Buzz Osborne revela por quê Kurt Cobain foi demitido de álbum dos Melvins Via: WikiMetal

Site elege os melhores álbuns do Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax
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26/02/2024

Site elege os melhores álbuns do Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax

Em 2009, o universo da música pesada conheceu um dos mais bem sacados empreendimentos da cena metal: o Big 4 – também conhecido como Big Four -, que foi a união das quatro maiores bandas do thrash metal norte-americano – a saber Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax. Os grupos saíram em turnê e deixaram muito gente com o sorriso no rosto até hoje. Dessa forma, o site britânico Loudwire, elegeu os melhores álbuns do Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax. O resultado? Bem, você pode conferir nas linhas abaixo. Metallica – Master of Puppets (1986) “Nós não teríamos muitos estilos de metal sem este álbum do Metallica. O disco é provavelmente o melhor e mais definidor do thrash metal. MOP é sem dúvida o maior lançamento entre todos os já lançados pelo Big 4. O trabalho tem um gosto especial, porque foi o último registro em estúdio do falecido baixista Cliff Burton, e você ainda pode sentir o poder do metal quando coloca Master of Puppets para tocar”. Megadeth – Rust In Peace (1990) “Rust in Peace é um dos álbuns de thrash metal mais refinados! Nesta gravação, o Megadeth encontrou sua formação clássica, com destaque para a presença do virtuoso guitarrista Marty Friedman e do falecido baterista Nick Menza. É um álbum potente e pronto para fazer guerra”. Slayer – Reign In Blood (1986) Da capa, que é lindamente macabra, até sua química musical, que é feroz e magistral, Reign In Blood é um registro magistral, que cimentou a supremacia do Slayer no thrash metal. Faixas como Raining Blood, Postmortem, Angel of Death e Jesus Saves dão o teor da obra musical”. Anthrax – Among The Living (1987) Anthrax recrutou o lendário produtor/engenheiro Eddie Kramer para capturar sua vitalidade ao vivo, o que fica evidente nos primeiros momentos da monumental faixa-título. Vendo como o metal muitas vezes se conecta à cultura geek, as alusões do disco ao escritor Stephen King em A Skeleton in the Closet e Among the Living e do poderoso juiz dos quadrinhos Judge Dredd em I Am the Law consolidaram o desejo do Anthrax de entregar ao público um álbum criativo”. Via: Rockbizz

Gibson anuncia parceria com Jimmy Page e promove encontro das lendas do rock
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26/02/2024

Gibson anuncia parceria com Jimmy Page e promove encontro das lendas do rock

Na última quinta-feira, 22, Londres recebeu um time de guitarristas de peso no evento de lançamento da nova The Gibson Garage. Jimmy Page, do Led Zeppelin, Tony Iommi, do Black Sabbath e Brian May, do Queen, marcaram presença na mais nova loja da Gibson. A loja irá abrir ao público pela primeira vez neste sábado, 24 de fevereiro. Jimmy Page é o novo colaborador da marca, o músico estreou em recente teaser divulgado no instagram, com sua famosa double neck em mãos. Cesar Gueikian, o CEO da marca de guitarras mais conhecida do mundo comentou sobre a importância de Page para a história da Gibson (via Guitar.com): “Jimmy merece um papel muito importante nos livros de história da Gibson”. Em bate papo no In Conversation, modelo de evento que a loja pretende oferecer — o guitarrista do Queen fala sobre a importância de um lugar como a The Gibson Garage (via Guitar.com): “Este local será exatamente o que todos nós sonhávamos que uma loja de guitarras deveria ser, um lugar onde um jovem músico pode se sentir bem-vindo e NÃO ser instruído a manter as mãos longe dos equipamentos”. O local irá se tornar um ponto turístico para os apreciadores de música, assim como já acontece na primeira idealização da loja, localizada em Nashville. A The Gibson Garage irá oferecer diversos ambientes e projetos. O mais ambicioso e diferente do convencional é o espaço para criar sua própria Gibson, podendo escolher o tampo, o perfil do pescoço, acabamento, nível de envelhecimento e os demais detalhes. Tudo isso acompanhado de profissionais especializados. Roupas e itens exclusivos só poderão ser encontrados por lá. Além disso, a loja será também um espaço para apresentações musicais, e painéis de conversa com artistas e músicos. Confira vídeo completo do tour pela loja: Um dos melhores guitarrista de todos os tempos Jimmy ocupa a terceira posição na lista dos melhores guitarristas de todos os tempos, segundo a revista Rolling Stone. Ficando atrás apenas dos lendários Jimi Hendrix e Chuck Berry. Page, ajudou a popularizar a guitarra de dois braços, a mesma que participou da criação dos mega hits do Led Zeppelin, “Stairway to Heaven” e “Tangerine”, são alguns deles. O protótipo da sua guitarra EDS-1275 foi lentamente estudado pelos especialistas da Gibson, para que esse modelo seja o carro chefe da sua parceria com a marca. LEIA TAMBÉM: Jimmy Page critíca a contribuição de Phil Collins no show Live Aid do Led Zeppelin de 1985 Via: WikiMetal

DJ Ashba explica porque resolveu mudar de nome
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26/02/2024

DJ Ashba explica porque resolveu mudar de nome

O guitarrista DJ Ashba (Sixx:A.M., ex-Guns N’ Roses) emitiu uma nota pelas redes sociais neste domingo, dia 25 de fevereiro, explicando porque resolveu mudar de nome – o músico passou a usar somente o nome Ashba. Ashba escreveu: “Nasci com o nome de Daren Jay Ashba. Meu pai foi o único que me chamou de Daren, mas ele foi embora alguns anos depois de eu nascer. Minha mãe se casou novamente com um homem incrível que considero meu pai. Minha mãe e meu pai ainda estão casados e felizes até hoje. Quando eles se casaram, ele já tinha 4 filhos e o nome de um de seus filhos também era Daren. Então, para não confundir, meu nome imediatamente se tornou as minhas iniciais, DJ. Até hoje, ninguém me chamou pelo meu nome verdadeiro, exceto meu pai verdadeiro, de quem eu não tenho as melhores lembranças. Então, Daren nunca pareceu meu nome e nem DJ. Na verdade, eu não respondo a Daren porque nunca fui chamado de Daren. DJ nunca pareceu um nome, mais um apelido. É por isso que meus amigos mais próximos me chamam de Ash, uma versão abreviada do meu sobrenome. É o único nome que parece ser meu. Nunca escolhi ser chamado de DJ. Na verdade, isso tem sido mais uma maldição, pois, como sou um guitarrista, as pessoas pensavam que eu também era um “DJ”. Ainda tem gente que me pergunta se sou DJ. Dessa forma, vou mudar legalmente meu nome para apenas Ashba, mas podem me chamar de Ash, também”. O músico finalizou a nota agradecendo pelo apoio ao seu novo single, Party Tonight: “Eu só queria aproveitar o momento e agradecer a cada um de vocês que curtiram o meu novo single e videoclipe. Isso significa muito para mim. Obrigado à minha família, amigos e fãs”. Via: Rockbizz

João Gordo anuncia show do projeto ‘Brutal Brega’ no La Iglesia Borraxteria
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26/02/2024

João Gordo anuncia show do projeto ‘Brutal Brega’ no La Iglesia Borraxteria

O projeto Brutal Brega, de João Gordo (Ratos de Porão), subirá nos palcos do La iglesia Borraxteria, em São Paulo, no dia 08 de março, para um tributo divertido à música “brega”. Realizado em parceria com o produtor Val Santos, o projeto Brutal Brega foi lançado em 2022, transformando canções que ficaram famosas na voz de cantores como Sidney Magal e Reginaldo Rossi em versões punk rock. Desde então, a banda já se apresentou em diversas casas e festivais como o Summer Breeze, trazendo um show divertido que evidencia o lado bem-humorado de João Gordo, que entre cada música conta histórias sobre suas memórias afetivas que envolvem as escolhas do repertório. Além das músicas do primeiro disco, o show irá incluir também músicas que estarão no próximo disco do projeto, que será lançado ainda esse ano, com um foco em um repertório MPB, com canções de Caetano Veloso, Moraes Moreira, Alceu Valença, e outros. SERVIÇO JOÃO GORDO BRUTAL BREGASexta-feira, 8 de Março de 2024Abertura: 20:00 Início: 21:00La Iglesia Borratxeria (Rua João Moura, 515 – Pinheiros – São Paulo, SP)Classificação etária: +18Venda de ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/joaogordo-brutalbrega-laiglesiaborratxeria Via: WikiMetal