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Korn anuncia show comemorativo de 30 anos com participações de Evanescence e Gojira
Korn, banda estadunidense de nu metal formada em 1993, anunciou na quarta-feira, 05, a realização de show único em comemoração dos 30 anos de lançamento do primeiro LP, Korn (1994, Immortal Records). A apresentação agendada para 05 de outubro acontecerá no estádio BMO, localizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, com participações de Evanescence e Gojira, além de Daron Malakian and Scars on Broadway, Spiritbox e Vended. Jonathan Davis, vocalista do Korn, afirmou que (via Blabbermouth): “Refletir sobre os trinta anos do KORN me enche de imensa gratidão por nossa jornada, pelo crescimento que experimentamos e pelo incrível vínculo que compartilhamos com nossos fãs. É gratificante ver como nossa música tocou muitas vidas em todo o mundo.” Ele continua: “Desde o início do nosso pequeno clube até agora nos estádios, tem sido uma jornada inesquecível, e devemos tudo à nossa comunidade incrível, imortal e leal que tornou isso possível. Estou realmente ansioso por esta noite incrível para comemorarmos juntos.” Confira o vídeo de divulgação da comemoração: LEIA TAMBÉM: Korn “não tem medo de experimentar sonoridades diferentes”, afirma Ray Luzier Via: WikiMetal

Bruce Dickinson não tem certeza se vai tocar ou não músicas de Skunkworks em nova turnê
Em janeiro deste ano, Bruce Dickinson afirmou, durante entrevista ao site Noise11, que o repertório da nova tour solo, que começará em meados de abril, terá sons do álbum Balls To Picasso em diante, ou seja, músicas de seu primeiro registro solo, Tattooed Millionaire, lançado em 1990, estarão de fora da festa. O artista também destacou que repertório da tour não terá canções de seu álbum mais alternativo, Skunkworks, lançado em 1996. No entanto, tudo indica que o cantor está aberto a mudar ideia, já que ele comentou, em conversa com o radialista Paul Anthony, da Planet Rock, que não tem certeza se vai tocar ou não músicas de Skunkworks em nova turnê. O artista disse: “Eu não ia tocar nada de Skunkworks. Agora, eu já não tenho tanta certeza, porque acontece que tanto os guitarristas quanto o baterista [a saber: Philip Naslund, Chris Declercq e Dave Moreno] são fãs desse álbum e estão animados em tocar algo dele”. Ele completou: “Eu até acabei de fazer uma mixagem em Atmos de Skunkworks, com a bênção do Jack Endino [produtor original do disco], e soa brilhante”. Dickinson concluiu: “A turnê haverá coisas de The Chemical Wedding; eu tenho que tocar Tears Of The Dragon, obviamente; haverá coisas de Accident Of Birth, também. Então vai ser uma miscelânea do melhor, porque já se passaram 19 ou 20 anos desde que fiz minha última turnê ao vivo como artista solo. Muitas pessoas nunca me viram ao vivo ou aqueles que me viram ao vivo esqueceram o quão ruim era e compraram ingressos [Risos]”. A entrevista completa está disponível neste player: O giro brasileiro da nova tour de Bruce Dickinson percorrerá sete cidades brasileiras: Curitiba (24/04), Porto Alegre (25/04), Brasília (27/04), Belo Horizonte (28/04), Rio de Janeiro (30/04), Ribeirão Preto (02/05) e São Paulo (04/05). Via: Rockbizz

João Rock 2024 revela line-up com Paralamas do Sucesso, CPM22, Pitty e muito mais
Com um evento cheio de diversidade de sons, o João Rock nos presenteou com o line-up completo e variado para a edição de 2024, que promete que todos irão “viver o clássico e descobrir o novo”. Agitando a cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o festival que já tem data marcada para 8 de junho, irá contar com quatro palcos, repletos de música brasileira, que passa por bandas clássicas do rock nacional, grandes nomes da MPB e artistas em ascensão do cenário do rap brasileiro. Estarão presentes também encontros de artistas de estilos diferentes que irão colaborar na mesma apresentação, como por exemplo, o rapper Emicida e a roqueira baiana Pitty, outra combinação será Marcelo D2, Djonga e Um Punhado de Bambas. O evento também contará com nomes como Paralamas do Sucesso, Samuel Rosa, CPM22, Marina Sena, Armandinho, Thiago Castanho e Marcão Britto – CBJR e Detonautas. “Só essa programação já dava um festival inteiro”, diz Badauí, da banda CPM22. (via 89 a rádio rock) No palco principal, que leva o nome do evento, trazendo nomes de peso do cenário musical brasileiro e com encontros inusitados, irão se apresentar Emicida+Pitty, Marina Senna, Os Paralamas do Sucesso, Armandinho, Samuel Rosa, Marcelo D2+Djonga+Um Punhado de Bambas, Detonautas, Tiago Castanho e Marcão Britto – CBJR. Já o palco “aquarela”, será inteiramente comandado pelas mulheres da música, o line desse palco conta com diversidades de vozes femininas, onde irão se apresentar Maria Gadú, Marina Lima, Tássia Reis, Negra Li e Duda Beat. Todas elas estarão pisando pela primeira vez nos palcos do João Rock. No palco “Brasil – Lendas Vol.2” quem está responsável pela festa são os grandes clássicos e lendas vivas da música brasileira, Lulu Santos, Djavan, Ney Matogrosso, 14 Bis e Novos Baianos (que conta com Baby do Brasil, Pepeu e Paulinho). O elenco de peso deste palco, também é inteiramente inédito no evento. Por fim, mas não menos importante, tem o palco “Fortalecendo a cena”, que trará a força do trap e do rap nacional com nomes que estão despontando na cena. Nele irão se apresentar Veigh, Wiu, Ebony, Teto e Ryu The Runner. “A grade deste ano é um sonho para nós, que estamos há tanto tempo defendendo a boa produção nacional. Um line-up como esse nos enche de expectativa. Talvez seja o mais incrível que o festival já teve! Estamos muito animados em conseguir viabilizar esses encontros, proporcionar ao público tanta atração inédita e reunir essas lendas. Vai ser demais!” diz Marcelo Rossi, organizador do festival. (via 89 a rádio rock) Um dos maiores eventos de música nacional, o João Rock é realizado desde 2002, e tem como proposta apresentar novos nomes da música brasileira, que vem fazendo barulho no cenário musical do Brasil, em conjunto com nomes já consagrados e conhecidos do grande público. Com diferentes gerações da música, o festival tem 50% do seu line-up inédito para mostrar a variedade musical e as potências que temos em território nacional. Sobre o line-up do festival, Luit Marques (um dos organizadores do João Rock) diz (via 89 a rádio rock): “Estamos trabalhando fortemente para promover uma experiência completa para o nosso público, trazendo novidades e entretenimento desde a chegada ao evento até a última atração a deixar o palco”. Juntamente com o line-up, foi liberado também o primeiro lote dos ingressos para todos os setores. Clientes Banco do Brasil tem 15% de desconto e podem parcelar em até 8x sem juros. View this post on Instagram A post shared by João Rock (@festivaljoaorock) Via: WikiMetal

Jay Weinberg é o novo baterista do Suicidal Tendencies: “Grande honra e privilégio”
Jay Weinberg foi oficialmente anunciado como o novo baterista do Suicidal Tendencies. Em publicação nos stories do Instagram, o baterista escreveu: “É uma grande honra e um privilégio tocar com o Suicidal Tendencies e eu mal posso esperar para começar esse capítulo incrivelmente animador em apenas uma semana! Vejo vocês no pit!”. O Suicidal Tendencies por sua vez repostou o texto de Weinberg nas redes sociais com uma foto recente do músico. Jay Weinberg fez parte do Slipknot durante 10 anos até novembro passado, quando a banda anunciou que estava se separando do baterista por uma “decisão criativa”. Alguns dias depois, Jay falou publicamente sobre o assunto e disse ter sido “pego de surpresa” pela decisão da banda. Antes de Weinberg, o baterista do Suicidal Tendencies era Greyson Nekrutman, que recentemente foi anunciado como o novo integrante da turnê do Sepultura, substituindo Eloy Casagrande após sua saída repentina da banda. View this post on Instagram A post shared by SUICIDAL TENDENCIES (@suicidaltendencies) Via: WikiMetal

Promoção João Gordo: valendo 01 par de ingressos para show do ‘Brutal Brega’ em São Paulo
O projeto Brutal Brega, de João Gordo (Ratos de Porão), subirá nos palcos do La iglesia Borraxteria, em São Paulo, no dia 08 de março, para um tributo divertido à música “brega”. Realizado em parceria com o produtor Val Santos, o projeto Brutal Brega foi lançado em 2022, transformando canções que ficaram famosas na voz de cantores como Sidney Magal e Reginaldo Rossi em versões punk rock. Desde então, a banda já se apresentou em diversas casas e festivais como o Summer Breeze, trazendo um show divertido que evidencia o lado bem-humorado de João Gordo, que entre cada música conta histórias sobre suas memórias afetivas que envolvem as escolhas do repertório. Além das músicas do primeiro disco, o show irá incluir também músicas que estarão no próximo disco do projeto, que será lançado ainda esse ano, com um foco em um repertório MPB, com canções de Caetano Veloso, Moraes Moreira, Alceu Valença, e outros. Nós do Wikimetal vamos sortear 01 par de ingressos para levar você e um acompanhante ao show que acontece nesta sexta-feira. Saiba como participar lendo o nosso regulamento e acompanhando as instruções no nosso Instagram. View this post on Instagram A post shared by Wikimetal (@wikimetalbr) Regulamento do Concurso Cultural: Promoção João Gordo: valendo 01 par de ingressos para o show Brutal Brega em São Paulo FORMUSIC PORTAL DE INTERNET E SERVIÇOS ARTÍSTICOS LTDA-ME (“FORMUSIC”), estabelecida na Rua Bernardino de Campos, 277 – Centro na cidade de Indaiatuba/SP, inscrita no CNPJ sob n. 15.565.819/0001-73, promove o presente Concurso Cultural com o objetivo de oferecer entretenimento e estimular a criatividade dos participantes. 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Estão habilitadas a participar do Concurso todas as pessoas físicas e maiores de 18 anos domiciliadas no Brasil, excluídos os prepostos com função de gestão, sócios, diretores, executivos e funcionários da WIKIMETAL. Além destas, não podem participar deste Concurso qualquer pessoa ou funcionário de organização que esteja, direta ou indiretamente, envolvida em qualquer aspecto deste Concurso. 2. PERÍODO DE VIGÊNCIA 2.1 O Concurso terá início no dia 05/03/2024 e término às 16h do dia 06/03/2024, podendo ser prorrogado a exclusivo critério da WIKIMETAL. 3. DIVULGAÇÃO 3.1 O concurso e suas dinâmicas serão divulgados nas Redes Sociais (Facebook/Twitter/Instagram) e páginas de internet oficial da WIKIMETAL. 4. DINÂMICA DO CONCURSO 4.1 Para participar do concurso os participantes deverão obrigatoriamente, durante o período de vigência, criar uma frase respondendo “Por que você quer ir ao show do Brutal Brega e quem vai levar com você?” nos comentários do post oficial no Instagram. O comentário deve ser feito dentro do limite de caracteres estabelecido pela plataforma e relacionado com o tema deste concurso. 4.2 A frase ou texto deverá ser totalmente original e aderente ao tema do Concurso. 4.3 O conteúdo do material é de única e exclusiva responsabilidade do participante, que deverá respeitar as leis brasileiras. A frase que contiver citação de criações já existentes não será desclassificada, mas o julgamento seguirá os critérios indicados no item 5.1 deste Regulamento. 4.4 Todas as participações serão moderadas para a verificação do cumprimento dos termos deste regulamento. As frases ou textos considerados inadequados estarão sujeitos a serem retirados do concurso sem necessidade de qualquer comunicação ao participante. Em caso de envio reincidente de frases ou textos inadequados, o participante está sujeito ao cancelamento de sua participação no concurso. 4.5 As frases ou textos enviados têm como finalidade a promoção de contexto cultural. Ao enviá-los, o participante estará de acordo com os termos legais para cessão dos direitos autorais nelas contidas, sendo permitido ao WIKIMETAL utilizar nas Redes Sociais e Site Oficial (e qualquer outro comunicação) durante o prazo de 05 (cinco) anos em todo território nacional, sem que caiba qualquer contraprestação pecuniária ao participante. 5. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 5.1 As frases ou textos serão julgados pela Comissão de Concurso, com base na (i) Criatividade; (ii) Originalidade; (iii) Adequação ao tema do Concurso. 5.2 As frases ou textos deverão ser elaborados pelo próprio participante e devem estar de acordo com o tema do concurso. Os participantes deverão possuir todos os direitos autorais do material que enviarem à WIKIMETAL. 5.3 Qualquer participação que, a critério da Comissão do Concurso, seja considerada inapropriada, será automaticamente desclassificada sem aviso ao participante. A WIKIMETAL não se responsabiliza por participações enviadas que contenham direitos de terceiros. 5.4 A Comissão julgadora terá autoridade absoluta e discrição na seleção dos ganhadores, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. Os participantes renunciam expressamente, ao aceitar as regras deste concurso pela sua participação, a qualquer questionamento sobre critérios adotados, prevalecendo sempre o critério da Comissão julgadora da WIKIMETAL. 5.5 Caso mais de um participante envie uma frase ou texto idênticos, o desempate entre estes será feito tomando-se por base a data e hora do envio do comentário. 6. PRÊMIOS, DIVULGAÇÃO E FORMA DE ENTREGA 6.1 O(s) ganhador(es) do concurso serão premiados com 01 par de ingressos para o show do álbum Brutal Brega, de João Gordo, que acontece nesta sexta-feira, 08 de março, no La Iglesia Borraxteria, em São Paulo. Os prêmios oferecidos são intransferíveis e não poderão ser trocados por dinheiro. Não será permitida substituição de prêmio algum, exceto nos casos em que a mesma se fizer necessária por motivos justificáveis ou alheios à vontade da WIKIMETAL. 6.2 A apuração dos vencedores do Concurso Cultural será feita pela Comissão do Concurso na sede da WIKIMETAL e o resultado final será divulgado a partir do dia 06/03/2024 através do Instagram da WIKIMETAL, exclusivamente. 6.3 O(s) ganhadores serão informados pela WIKIMETAL, a qual passará orientações para recebimento do prêmio. 7. PERDA DO DIREITO AO PRÊMIO 7.1 O(s) participante(s) ganhador(es) que não retirar(em) o prêmio no prazo estipulado neste regulamento perderá(ão) perderão o direito de receber o prêmio, cabendo à WIKIMETAL, a seu exclusivo critério, atribuir o prêmio à outro participante. 7.2 O(s) participante(s) declaram que são conhecedores das características do prêmio e que a retirada intempestiva não permitirá que o mesmo usufrua do prêmio em razão de sua natureza. 8. DESCLASSIFICAÇÃO 8.1 Serão imediatamente desclassificados deste Concurso Cultural os participantes que: a. Deixarem de cumprir qualquer condição do

Gene Simmons anuncia evento no Facebook e irá responder perguntas dos fãs
Gene Simmons, baixista/vocalista do KISS, acaba de anunciar um evento no Facebook Live na próxima quinta-feira, 7 de março, às 22h (horário de Brasília). Em um vídeo publicado nas suas redes sociais, o músico disse: “Podemos conversar sobre todos os tipos de eventos. Nossa Gene Simmons Band está tocando em toda a Europa e seremos a atração principal de alguns festivais. Inacreditável, mas é verdade. Temos uma produtora de cinema, Simmons Hamilton Films, e muitas outras novidades. Adoro conversar com vocês sobre isso e responderei suas perguntas ao vivo durante o evento no Facebook. Você tem uma pergunta para mim? Poste nos comentários abaixo”. E concluiu: “Mal posso esperar para ver vocês ao vivo no Facebook. Vamos nos divertir muito na quinta-feira, 7 de março, às 17h PST. Vejo vocês lá”. Assista o vídeo abaixo: Gene Simmons irá se apresentar com sua banda solo, a Gene Simmons Band, na segunda edição do festival Summer Breeze Brasil que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril no Memorial da América Latina em São Paulo. Via: Rockbizz

O canto do cisne de Dio em ‘The Devil You Know’ do Black Sabbath
No início dos anos 2000, o nome Black Sabbath voltava para a boca do grande público, sem ser de forma saudosista. A banda vinha de uma reunião de sua formação clássica com Ozzy Osbourne nos vocais e Bill Ward na bateria e foi introduzida ao Rock ‘N Roll Hall Of Fame em 2006. Em paralelo, a formação com Ronnie James Dio nos vocais e Vinny Appice na bateria se reuniu para o lançamento de 3 faixas inéditas na coletânea The Dio Years. O resultado foi tão produtivo que o grupo decidiu sair em turnê, registrado no ao vivo Live From Radio City Music Hall de 2007. Para não confundir com a agenda principal do Sabbath com Ozzy e por disputas judiciais em andamento, Tony Iommi decidiu chamar o grupo de Heaven And Hell. A referência se deve ao disco homônimo de 1980 que marcou a entrada de Dio para o grupo. Edição inédita do álbum The Devil You Know lançada em CD em 2023 The Devil You Know foi último trabalho em estúdio de Dio Lançado em 2009, The Devil You Know traz o puro creme do Black Sabbath na fase Dio. Com os riffs cadenciados que moldaram a identidade de Iommi desde o início, como nas faixas “Atom And Evil” e “Double The Pain”. A atmosfera densa e macabra e os vocais poderosos e hipnotizantes de Dio, que devido a idade, canta em tons mais baixos, colabora para a aura fúnebre do disco. Considerado pelos fãs como um disco canônico na discografia do grupo inglês, o trabalho infelizmente marcou também a despedida de Ronnie dos estúdios. O vocalista viria a falecer em maio de 2010 vítima de um câncer no estômago, encerrando assim o projeto e fazendo o Sabbath entrar em hiato até o lançamento de 13 em 2013, com Ozzy de volta aos vocais. A cozinha clássica e marcante do Sabbath se faz mais que presente em The Devil You Know. Além dos já citados riffs fúnebres de Tony, temos a amálgama rítmica que Geezer Butler e Vinny Appice criam, fazendo com que bateria e baixo se tornem algo próximo a um gêmeo siamês malígno (pensem na fusão entre as capas de Balance do Van Halen e Born Again), como nas faixas “Rock And Roll Angel” e “Bible Black”. Vale destacar que mesmo debilitado pela idade, Dio traz todo o poder possível em seu pequeno grande corpo, não devendo em nada à sua fase de ouro e fechando suas cortinas com chave de ouro. Um álbum para todos os fãs O disco é indicado para todos os fãs de rock e metal, afinal de contas, é Black Sabbath! Mas creio que especialmente os fãs de doom metal, stoner e heavy metal irão se conectar mais fortemente com a obra. O disco não poupa esforços ao apresentar o melhor de melodias sombrias, vocais malévolos e composições épicas. Destaque para as poderosíssimas “Atom And Evil” e “Bible Black”, sendo esta última recomendadíssima aos apreciadores do disco Mob Rules de 1981. Tracklist:01 – Atom And Evil02 – Fear03 – Bible Black04 – Double The Pain05 – Rock And Roll Angel06 – The Turn Of The Screw07 – Eating The Cannibals08 – Follow The Tears09 – Neverwhere10 – Breaking Into Heaven LEIA TAMBÉM: Black Sabbath: box dos discos de Tony Martin ganha data de lançamento Via: WikiMetal

Matanza Ritual e Massacration aquecem o coração e a alma dos curitibanos
O show da nova turnê de Matanza Ritual e Massacration aconteceu na lindíssima Ópera de Arame, na cidade de Curitiba, no sábado dia 2 de março de 2024. A estrutura arquitetônica situa-se em meio a natureza e possui acesso por uma ponte, o que às vezes dificulta a entrada do público, visto que muitos param para tirar fotos antes de dirigir-se ao espaço do show. Mas a equipe da organização era excelente e conseguiram contornar bem o problema. A abertura dos shows ficou por conta dos curitibanos do Steal This Band, banda formada em 2019, com Yuri Al’Hanati nos vocais, Ryan Augusto na guitarra, o baixista Felipe “Greengo” Gusinski e o baterista Nicholas Pedroso. A formação da banda, segundo eles: “Teve o intuito de reproduzir com fidelidade a atmosfera de peso, sonho e loucura dos californianos do System of a Down”. E deram conta do recado, já começaram com uma pegada mais forte, com “Holy Mountains”, e logo após veio “Chop Suey”, e a pista começou a encher. A banda realmente teve muito jogo de cintura e simpatia, lá pelas tantas soltou a música “Toxicity”, e outros hits é claro, seria impossível não se animar com essas músicas sendo executadas de forma tão enérgica. Muito simpáticos, agradeceram ao público e finalizaram sua apresentação para dar lugar a montagem do palco para a próxima banda. Durante o intervalo, o som eletrônico ficou por conta de canções lideradas por mulheres, como Within Temptation, Nightwish, entre outras. Matanza Ritual, o show que desejamos que nunca termine Já passava um pouco das 20:30, quando Jimmy London comandando o Matanza Ritual entrou no palco. A casa estava quase cheia, mas por tratar-se de local com cadeiras, fica mais fácil organizar a plateia, o local também contava com camarotes estilo ópera muito confortáveis, o que deixa o local esteticamente perfeito para apresentações. A emoção e ansiedade de todos era visível, principalmente por poder conferir tão de perto, a galera do Matanza Ritual, a plateia gritava em uníssono: “Ei, Jimmy! Vai tomar no c*”, uma espécie de grito de guerra, presente em todos os shows da banda. Na sequência, mandaram a clássica ”Chamado do Bar”, seguida de “Meio Psicopata” e “A Arte do Insulto”. Com isto podemos perceber que a qualidade do som melhorou, e também o entrosamento dos membros da banda, que contava com Antônio Araújo (Korsus) nas guitarras, dando um show a parte, Felipe Andreoli (Angra) no baixo, e Amílcar Christófaro (Torture Squad) na bateria, e lógico, o grande Jimmy London nos vocais, que adora fazer provocações divertidas ao público, gerando uma melhor resposta de sua plateia. Rolou “Não Gosto de Ninguém”, “Último Bar” e a balada “Tempo Ruim”. Por volta de 22:03, já no final da apresentação, o vocalista tira a camisa, para ficar mais à vontade e solta a voz com mais clássicos, “Mulher Diabo”, “Mesa de Bar” e, já com a camisa de volta, provoca o público “Vamos gritar Curitiba! Fazemos parte do Clube dos …” e faz piadas para agitar o público, provocando o Massacration, e emenda “Clube dos Canalhas”. Com músicas e riffs bem compostos e dinâmicos, o Matanza acaba contagiando qualquer pessoa, e definitivamente, não vemos a hora passar e assim, sem todos perceberem, o show acabou com “Ressaca Sem Fim.” O heavy metal com muito humor e qualidade do Massacration O Massacration já faz parte do hall da fama do metal nacional, e mesmo após dois shows o público ainda estava animadíssimo para receber a banda, que obviamente fez uma espécie de teatro para gerar um suspense cômico e também alguns comentários sobre o público curitibano, que costuma ser mais indiferente e não tão animado como em outras cidades, “Vamos lá Curitiba! Quem quer metal?” Então foi anunciado uma atração internacional, que interpretava Nickelback e Creed para entreter a plateia, e eis que surge Bruno Sutter, parecendo integrante de uma boyband e cantando música eletrônica, surpreendendo a todos, foram risos generalizados naquela noite inesquecível. Mas passando ao que interessa, o show aconteceu com uma qualidade de som muito boa, luzes também, os integrantes da banda devidamente trajados estilo heavy metal dos anos 80 e 90. Iniciaram com força total com “The God Master”, na sequência “Metal is The Law”, a voz de Sutter está perfeita e também a dinâmica dos integrantes ao ocupar o palco todo, foi muito bem pensada. No Ssetlist, não faltaram “Metal Milkshake” e a nova “Metal Warferas”, lançada em dezembro de 2023. Após muitas piadas e interações com o público, chegou a vez de “Feel The Fire From Barbecue”, com direito a espetinho de verdade oferecido à plateia. Incrível a qualidade técnica da banda e seu talento para unir metal pesado com humor de ponta. Ao final surgiram as “Let ́s Ride To Metal Land” com muita interpretação de Sutter com o público, e a muito bem executada e “Metal Is My Life”, e após famosa pausa para o Bis, vieram: “Evil Papagalli”; “Metal Bucetation” e “Aruê Aruô Dance”. Exatamente a meia noite e oito minutos, a noite encerrou com os agradecimentos da banda e os curitibanos voltaram para casa de “alma lavada” pelo maravilhoso espetáculo apresentado e especialmente em um local tão lindo e de ótima acústica, não foi por acaso que o Angra escolheu o lugar para a gravação de seu DVD acústico, em agosto de 2023. LEIA TAMBÉM: Matanza Ritual e Massacration anunciam primeiras datas de turnê em 2024 Via: WikiMetal

Sepultura celebra ‘Life Through Death’ em Belo Horizonte
Texto por Eduardo Simões Quarenta anos depois dos seus primeiros passos em Belo Horizonte o Sepultura retornou a sua terra natal para inaugurar a nova turnê Celebrating Life Through Death World Tour. Mas o show tinha um retrogosto amargo: seria o último da banda em Belo Horizonte. Antes que os fãs pudessem digerir a eutanásia anunciada no final de 2023, veio a segunda bomba: o baterista Eloy Casagrande se desligou da banda, sendo substituído por Greyson Nekrutman. Cheguei no Arena Hall por volta das 16h no último dia 01 de março para acompanhar a passagem de som. A banda estava tocando bem, mas visivelmente apreensiva. O público que comprou um ingresso diferenciado acompanhava cada movimento do novo baterista. Greyson teve cinco dias para tirar mais de 20 músicas desses três grandes bateristas e outros cinco para ensaiar com a banda. É pouco, muito pouco. Andreas Kisser se dirigiu ao público destacando que Greyson estava fazendo um excelente trabalho, mas que ainda estavam fazendo alguns ajustes, já que os arranjos de bateria das músicas do Sepultura não são fáceis. Realmente não são. Após a passagem de som abriram os portões e o público rapidamente lotou o local. A banda de abertura Eminence entrou no palco pontualmente às 19h, com a excelente “Burn it Again”. O som estava alto, claro e incrivelmente pesado. A banda possui uma bela história com várias turnês internacionais, inclusive tocando com o Sepultura várias vezes na Europa. E essa experiência fica evidente no show: todos à vontade, tocando com desenvoltura. Eminence – “Written in Dust” com roda do mosh O baterista postou uma drum cam da mesma música nesse endereço. View this post on Instagram A post shared by Alexandre Oliveira (@alexandreoliveiradrums) Claro que nem tudo é perfeito: a banda esqueceu de me ligar para pedir sugestões para o setlist e a minha música preferida deles, “Minds Apart”, não foi tocada. Que não comentam o mesmo erro quando tocarem no dia 27 de abril em São Paulo, no Festival Summer Breeze. De qualquer forma, o Eminence certamente ganhou vários fãs. O Sepultura subiu ao palco às 21h12 com uma sequência de três músicas do clássico Chaos A. D. para delírio dos presentes. A banda está viva, forte e afiada. Pelo tempo que quiser continuar assim. O palco foi muito bem pensado, com telões que alternavam o logo da banda, vídeos com o tema das músicas executadas e a imagem dos músicos. Mesmo já tendo tocado em todos os grandes festivais do mundo, arrisco afirmar que nunca tiveram um palco tão bonito. Mas o mais importante sempre foi a música, e ela estava sendo muito bem executada. A complexa “Guardians of Earth” foi tocada ao vivo pela primeira vez em Belo Horizonte, com toda a sua dramaticidade. A responsabilidade do Greyson não era pequena, já que o Sepultura tem tradição de excelentes bateristas: Iggor Cavalera continua sendo um dos mais criativos do mundo, Jean Dolabella um multi-instrumentista preciso e Eloy Casagrande, bem, não existe elogio que seja exagerado ao falar da sua capacidade musical. Mas, seja qual for o tamanho do problema, ele foi devidamente administrado pelo fantástico Greyson. Os demais músicos também merecem elogios. Derrick Green cria linhas de voz extremamente inteligentes e as executa com facilidade sem nunca perder a voz ou mesmo ficar rouco. Paulo Xisto toca extremamente cravado e com um estilo próprio que, infelizmente, ainda não recebeu o devido reconhecimento no Brasil – após o show do Rock in Rio em Las Vegas o baixista recebeu elogios de ninguém menos que Steve Vai. Andreas Kisser sempre fugiu dos clichês tão comuns aos guitarristas, criando um estilo próprio, agressivo e com notas dissonantes. Mas o que mais impressiona é que consegue inserir na música do Sepultura influências de rock progressivo, música clássica e até MPB. É um dos músicos mais completos do Brasil e isso independe do estilo. No público, o renomado médico Dr. Júlio Franco caminhava sem muito alarde com uma camisa da banda. Provavelmente precisaria posar para algumas fotos se soubessem que ele foi primeiro guitarrista do Sepultura. Após homenagear as várias fases da banda, saíram do palco com “Arise” e um bis com “Ratamahatta” e Roots. Vale à pena contextualizar o que esse retorno para casa significou para o público mineiro. O Sepultura começou em Belo Horizonte em 1984, tocando em lugares pequenos. Resilientes, ensaiavam todos os dias. Conseguiram superar as mudanças na formação e manter um público fiel, tocando nos maiores palcos e festivais do mundo. Mesmo tocando uma das modalidades mais extremas de heavy metal, fizeram o dificilíssimo cross over ou seja, conseguiram vender um produto para quem não o consome normalmente. No caso, mesmo quem não escuta heavy metal normalmente consome a música da banda. Em 2017, depois de mais de 30 anos de história, lançaram um dos seus melhores discos, o impecável Machine Messiah. E mantiveram a qualidade no disco seguinte, o excelente Quadra. É isso que os cinco mil fãs que esgotaram os ingressos celebrarram no Arena Hall de Belo Horizonte. Música, história e superação. Não boatos ou fofocas. E foram presenteados com show digno dessa história. Espero que Otávio Juliano, presente no show de BH, aproveite essa turnê para fazer um segundo documentário sobre a banda. Um aspecto negativo: mais uma banda que comete o inaceitável erro de não me consultar sobre o setlist. Um erro muito comum, infelizmente. Resultado: não tocaram “Machine Messiah”, “Desperate Cry”, “Iceberg Dances”, “Mass Hypnosis” e… Bom, para satisfazer esse fã antigo precisariam de um setlist de no mínimo 4h. No camarim, Greyson tirou fotos com todos da equipe técnica. Conversamos sobre tudo que estava acontecendo e perguntei qual música ele tinha considerado a mais difícil. Diplomático, ele disse que “todas tinham os seus desafios”. Alguém insistiu perguntando sobre “Arise” e ele disse: “ela é muito rápida, mas ‘Escape to the Void’ é muito mais difícil”. Desejo muita sorte para Eloy Casagrande no seu novo projeto. Quero que ele, como todos que já passaram pelo Sepultura continuem fazendo boa

Corey Taylor canta “Drugs” com Falling In Reverse em Las Vegas
Corey Taylor apareceu em público pela primeira vez após ter cancelado, no começo do ano, sua turnê solo na América do Norte, por problemas de saúde mental e física. Na noite do último domingo, 3, o frontman do Slipknot se juntou a banda Falling in Reverse, para cantar o single “Drugs”, no Bakkt Theater em Las Vegas. A versão de estúdio da faixa foi lançada em 2019 e também conta com a participação de Taylor nos vocais ao lado de Ronie Radke. Ela foi a terceira da trilogia de músicas independentes que a banda lançou, junto de “Losing My Mind” e “Losing My Life”. O vídeo da apresentação, feito por um fã, pode ser assistido abaixo. Aparições futuras de Corey Taylor No momento, apesar do cancelamento da turnê nos Estados Unidos, que começaria no dia 3 de fevereiro, Corey segue com datas solo marcadas na Europa, agendadas do final de maio até o início de julho. Ademais, o Slipknot está programado para fazer seu primeiro show de 2024 no festival Sick New World em abril, em Las Vegas — além de ser a atração principal dos festivais Welcome to Rockville, na Flórida e Sonic Temple, em Ohio, no final de maio. LEIA TAMBÉM: Corey Taylor esclarece cancelamentos e desabafa sobre saúde mental: “Não me reconheço” Via: WikiMetal

Capa de The Mandrake Project foi inspirada no primeiro disco do Black Sabbath, segundo Bruce Dickinson
Bruce Dickinson quebrou o jejum de sua carreira solo na última sexta-feira, dia 1 de março, com o lançamento de The Mandrake Project, disco sucessor de Tyranny of Souls, lançado em maio de 2005. O trabalho está disponível em vários formatos como CD, CD deluxe, CD digisleeve, vinil duplo e digital (download e streaming). O cantor concedeu uma entrevista ao canal Planet Rock para falar sobre o novo material e comentou que a capa de The Mandrake Project foi inspirada no primeiro disco do Black Sabbath, disco homônimo à banda britânica e que é considerado para muitas pessoas como o primeiro álbum de heavy metal. Bruce disse: “Para a capa do disco, eu não queria algo feito no photoshop, queria algo oposto disso, na verdade. Se você olhar bem para a capa, você vai ficar intrigado; se você olhar dentro do material, ficará ainda mais intrigado, pois todas as imagens são fotografias verdadeiras, não tem manipulação”. Dickinson continuou: “Para mim, isso é muito importante, porque a minha capa favorita de todos os tempos é a do primeiro disco do Black Sabbath, e ela é muito artística, você pode ficar horas olhando para aquela capa e se perguntando o que está acontecendo ali. Então, eu queria captar um pouco desse sentimento, ter um pouco de mistério”. O cantor completou: “A arte da capa é tão importante quanto a música! Ela é uma expressão do som que está no disco”. O breve bate-papo está disponível aqui: Track listing de The Mandrake Project: “Afterglow Of Ragnarok”“Many Doors To Hell”“Rain On The Graves”“Resurrection Men”“Fingers In The Wounds”“Eternity Has Failed”“Mistress Of Mercy”“Face In The Mirror”“Shadow Of The Gods”“Sonata (Immortal Beloved)” Via: Rockbizz

Deep Purple lança vidoclipe de “Smoke On The Water”
“Smoke On The Water”, do Deep Purple, faz parte das músicas obrigatórias para qualquer guitarrista iniciante. Pela primeira vez, como parte da campanha de relançamento do álbum Machine Head (1972), a banda lança um videoclipe da música. O videoclipe mistura imagens da banda com animação e a produtora britânica Chiba Film foi responsável pela criação, com direção de Dan Gibling e Luke McDonnell. Na premiere do vídeo comentaram: “Foi uma honra colocar em vídeo essa música, inegavelmente uma das maiores faixas de rock de todos os tempos”. “Smoke On The Water”: a história por trás da música A animação conta a história que inspirou a letra de “Smoke On The Water”. Na ocasião, o Deep Purple estava em Montreux para gravar algumas faixas em um estúdio móvel, que foi alugado pelo The Rolling Stones. Um casino seria o palco da gravação e apenas depois da apresentação do Frank Zappa & The Mothers of Invention, entraria o Deep Purple. Durante o show, alguém na plateia disparou um sinalizador para o telhado, que pegou fogo. Todo o prédio ficou em chamas e a música narra os acontecimentos daquela noite. Sobre a concepção do videoclipe, os diretores descreveram: “Nossa ideia para o vídeo segue o fato de que a banda estava sob pressão para fazer esse disco a tempo após os eventos que aconteceram no cassino. Queríamos retratar todos esses eventos e os membros da banda com precisão, mas também elevar o vídeo animado a uma perseguição emocionante e cheia de ação que mostra a banda perseguida pela caneta enquanto percorrem os ritmos profundos do disco.” O remix, feito por Dweezil Zappa, filho de Frank Zappa, foi a escolha para o videoclipe. Com isso, as homenagens ao evento que inspirou a música se completam. Confira o vídeo abaixo: LEIA TAMBÉM: Deep Purple anuncia edição de luxo do clássico ‘Machine Head’ Via: WikiMetal

Courtney Love canta clássicos do rock ao lado de membros do Green Day
Courtney Love subiu mais uma vez ao palco com a banda The Coverups, projeto paralelo de covers dos integrantes do Green Day, na última sexta-feira, 1º de março. Courtney já havia feito uma aparição surpresa no primeiro show, em 27 de fevereiro. Ambas as performances aconteceram em Londres. O primeiro show, no The Garage, contou com a presença de Courtney Love, auxiliando Billie Joe Armstrong, nos vocais de “Even The Losers”, de Tom Petty, “He’s a Whore” e “Surrender”, do Cheap Trick e, “Suffragette City”, clássico de David Bowie. View this post on Instagram A post shared by Green Day Italy (@greendayitalianrageandlove) No último show, no 100 Club, pode-se dizer que Courtney Love se sentiu em casa nos vocais. Afinal, a música escolhida foi o maior sucesso comercial de sua antiga banda. Ao lado de Billie Joe Armstrong, ela cantou “Celebrity Skin”, do Hole. Billie Joe Armstrong (The Coverups) performing "Celebrity Skin" with Courtney Love at The 100 Club, London hannahrcampb#greenday #billiejoearmstrong #billiejoe #coverups #thecoverups #thehole #courtneylove #celebrityskin pic.twitter.com/rPv0H5xQKn — Green Day Italy (@GreenDayItaly_) March 1, 2024 Após declarar que “mais tarde, estará de volta ao Hole.”, ao se despedir do público no final da primeira apresentação, o cover de “Celebrity Skin”, na noite seguinte, colocou uma pulga atrás da orelha dos fãs que ansiosamente esperam por um retorno da banda. O grupo também tocou covers de artistas como Ramones, The Clash, Nirvana, The Strokes, Misfits, entre outros. LEIA TAMBÉM: Courtney Love diz que “mais tarde” estará de volta ao Hole Via: WikiMetal

The Mandrake Project (Bruce Dickinson) é um disco 8 ou 80; os fãs vão amá-lo ou odiá-lo
Depois de 19 anos, Bruce Dickinson volta com sua carreira solo embalado pelo disco The Mandrake Project! Caso o leitor estivesse esperando algo só na linha de seus últimos trabalhos: Tyranny Of Souls (20005), The Chemical Wedding (1998) e Accident Of Birth (1997), se enganou, e muito. Aqui, o vocalista mostra uma distância enorme do Iron Maiden e traz músicas cadenciadas e com elementos que nunca ouvimos em sua trajetória solo. Momentos de muita criatividade e maturidade musical, realmente. O álbum é obscuro e repleto de passagens progressivas, sendo assim, se trata de uma obra musical que deve ser ouvida várias vezes para captar sua essência, as nuances, e poder ter uma opinião mais fidedigna das canções. Outro ponto de destaque de The Mandrake Project é o vocal de Dickinson, e por mais que seja óbvia tal afirmação, é preciso destacar e saudar, já que o músico está na casa dos 60 anos e passou por um câncer na garganta não muito tempo atrás. Dito isso, vamos às faixas deste disco, que é intrigante, para dizer o mínimo. O álbum abre com o primeiro single Afterglow Of Ragnarok, canção recheada de clima denso e riffs bem na linha do Black Sabbath. Many Doors To Hell nos mostra um riff na pegada oitentista, bem na linha Scorpions. Tal fato nos remete e conecta à época de seu primeiro registro solo, Tattooed Millionaire. Outra faixa já conhecida do público é Rain On The Graves, pois saiu como o segundo single do disco. Neste som, nós encontramos o velho Dickinson contador de história e, claro, cobrindo todo o enredo da crônica com uma interpretação ímpar. A canção também merece elogios no setor “guitarrístico”, visto que brinda o ouvinte com belos riffs e solos. Em seguida temos a faixa Resurrection Men, que pode causar certo espanto aos fãs com suas linhas percussivas incomuns à carreira solo do cantor; o refrão também merece ênfase, visto que é melodioso, poderoso e gruda na cabeça por dias a fio. O tom dramático e cinematográfico é a especialidade de Fingers In The Wounds, que soa grandiosa na audição e complementa o quê variado do trabalho. Já Eternity Has Failed, que tem uma versão do Maiden, lançada em 2015, é mais direta ao ponto e sem firulas nos arranjos. Quer um pouco do disco Accident Of Birth? Tudo bem, porque temos a cota parte em Mistress Of Mercy. O momento mais intimista, e até sonolento, chega com a balada Face In The Mirror, mas pouco agrega ao saldo positivo do álbum. Após tirar uma pestana com a balada, o ouvinte se depara com a melhor faixa do disco, Shadow Of The Gods. Repleta de feeling e emoção, a música foi escrita para o projeto The Three Tremors, que reuniria Bruce, Rob Halford (Judas Priest) e Ronnie James Dio (Dio, Black Sabbath, Rainbow), mas que nunca saiu do papel. O final da obra é com a épica Sonata (Immortal Beloved), que chega carregada de influência de Pink Floyd e proporciona ao ouvinte uma viagem à outras dimensões sonoras, tal qual ao grupo de David Gilmour (guitarra), Nick Mason (bateria), Roger Waters (baixo) e Richard Wright (teclado). No final, The Mandrake Project não é um disco fácil, de audição fluída, como o vocalista lançou outrora. Por ser mais teatral, cheio de climas, ou seja, é uma obra musical na pegada 8 ou 80, dessa forma, o ouvinte pode realmente amá-lo ou odiá-lo, mas que indubitavelmente mostra um Bruce Dickinson versátil. Track listing de The Mandrake Project: “Afterglow Of Ragnarok”“Many Doors To Hell”“Rain On The Graves”“Resurrection Men”“Fingers In The Wounds”“Eternity Has Failed”“Mistress Of Mercy”“Face In The Mirror”“Shadow Of The Gods”“Sonata (Immortal Beloved)” Nota 8.5 Via: Rockbizz

Bring Me The Horizon: Oitavo disco da banda inglesa está quase finalizado
O Bring Me The Horizon, banda inglesa formada em 2004, esteve presente no BRIT Awards que aconteceu em Londres no sábado, 2, e a passagem do vocalista Oli Sykes e o baterista Mat Nicholls pelo tapete vermelho rendeu uma entrevista em que falaram um pouco mais sobre o próximo projeto de estúdio. “Está quase pronto, mas ainda não completo.”, disse Oli em entrevista à NME (via Blabbermouth). O baterista do grupo concordou e acrescentou: “Não está totalmente finalizado, mas está mais perto do que nunca. Voltamos da turnê e construímos um estúdio em Sheffield e, sim, apenas seguimos em frente, abaixamos a cabeça e todos se uniram. E, sim, estamos chegando lá. Está tão perto.” O novo disco, intitulado Post Human: Nex Gen, tinha como data de lançamento setembro de 2023, porém devido imprevistos, tanto Sykes quanto o restante da banda, enfrentaram eventualidades em sua finalização. “Toda vez que pensamos que conseguimos, pegamos outra música, e é tipo ‘oh’, mas vai ser muito bom. É o melhor álbum de todos os tempos. Então valerá a pena esperar.” Mat acrescentou: “Parece muito bom e estamos muito felizes com isso. Leva tempo, não é? Você não pode apressar essas coisas.” A entrevista completa pode ser visualizada no player abaixo: LEIA TAMBÉM: Bring Me The Horizon lança videoclipe de “Kool-Aid”; confira aqui Via: WikiMetal

Korn não tem medo de experimentar sonoridades diferentes
Ray Luzier, baterista do Korn, participou do podcast The Modern Drummer, apresentado por David Frangioni. Durante a entrevista, que está disponível no Youtube, o músico compartilhou algumas de suas memórias preferidas nesses anos com a banda. “Eu adoro fazer um novo disco e adoro fazer turnês para divulgá-lo… Agora que faço parte da banda, componho com eles, estou em um álbum e depois saio tocando essas músicas ao vivo. Adoro os clássicos.” (via Blabbermouth) Novas músicas e o processo criativo da banda O guitarrista Brian “Head” Welch já havia comentado que novas músicas do Korn devem ser lançadas em 2024. Sobre o processo de criação, Luzier disse que é bem colaborativo entre todos os membros da banda, porém o resultado final de uma música acaba sendo feito por um ou dois integrantes. Um exemplo citado foi o single “Never Never” do álbum The Paradigm Shift, composta pelo vocalista Jonathan Davis. “Ele nos trouxe uma música que ele escreveu, compôs tudo. E nós pensamos, ‘Uau, isso é cativante. O que fazemos?’ [Ele disse] ‘Faça o que quiser.’ A bateria que ele colocou lá era muito simples. E acabei fazendo uma função bem simplista porque não queria esmagar a música.” O baterista destacou que uma das coisas que mais gosta no Korn é a coragem de experimentar sonoridades diferentes. Em The Path of Totality, a banda incorporou características da música eletrônica, o que foi uma mudança significativa. “Isso deixou algumas pessoas irritadas e também ganhamos alguns novos fãs que gostaram deste estilo de música.” (via Blabbermouth) Já no álbum mais recente, Requiem “nós fomos meio old school, parcialmente analógicos, voltamos para aquela energia de simplesmente entrar em uma sala e tocar. E esse é um dos melhores momentos para mim, ver essas raízes crescerem na música. Torna-se algo que atrai o público” via Blabbermouth) O músico continuou pontuando que se apresentar ao vivo é uma das melhores sensações para ele e nada se compara ao sentimento do público, seja de 500 ou 50.000 pessoas, cantando de volta e curtindo o show. Presença no festival Knotfest Brasil Korn estava confirmada entre as atrações do Knotfest Brasil que aconteceria em 2023, porém o festival ficou para outubro de 2024 e apenas o headliner, Slipknot, está confirmado. O restante do line-up deve ser anunciado em breve, mas por enquanto fica apenas a expectativa do retorno do Korn ao Brasil. LEIA TAMBÉM: Vote aqui: Quem você gostaria que viesse ao Knotfest Brasil 2024? Via: WikiMetal

Adrian Vandenberg rasga elogios a Jimmy Page: “Muito inteligente e talentoso”
Adrian Vandenberg, ex-guitarrista do Whitesnake, concedeu uma entrevista ao site canadense The Metal Voice e no bate-papo rasgou elogios a Jimmy Page (Led Zeppelin). De acordo com Vandenberg, Page é um cara muito inteligente e talentoso. “Eu sou muito sortudo”, disparou Adrian. “O primeiro álbum do Vandenberg, nós gravamos no estúdio de Jimmy Page, e foi na época que eu o conheci”, recordou. “Depois disso, nós nos encontramos várias vezes”, destacou. “Teve uma vez que nós saíamos juntos em Tóquio e foi uma noite inesquecível, uma das maiores ressacas que já tive”, lembrou em tom de brincadeira. “Jimmy Page é um cara legal, muito inteligente, com um senso de humor britânico”, pontuou. “Sem contar que ele tem um talento incrível, então foi um prazer e uma honra conhecê-lo”, concluiu Vandenberg. A breve entrevista pode ser assistida neste tocador: Com David Coverdale/Whitesnake, Adrian Vandenberg participou dos trabalhos Slip of the Tongue (1989), Restless Heart (1997) e Starkers in Tokyo (1997). Com a banda Vandenberg, o músico já lançou cinco discos de estúdio – a saber: Vandenberg (1982), Heading for a Storm (1983), Alibi (1985), 2020 (2020) e Sin (2023). O mais recente full-length do guitarrista holandês, Sin, saiu em agosto do ano passado e contou com a produção de Bob Marlette, profissional que já trabalhou com nomes de peso como Ozzy Osbourne, Alice Cooper, Rob Zombie, entre outros. Via: Rockbizz

Duff McKagan lança clipe de Fallen, música dedicada à sua esposa Susan
Duff McKagan, baixista do Guns N’ Roses, lançou o clipe oficial de Fallen, faixa de seu terceiro álbum solo, intitulado Lighthouse. O vídeo foi dirigido e editado por Dan Sturgess e pode ser visto mais abaixo. O baixista comentou a faixa e o vídeo: “É verdade. Eu caí e continuo caído. Ser capaz de expressar isso com letras e música às vezes é a parte difícil… mas essa música é minha última tentativa de tentar esclarecer como é para mim… com [minha esposa] Susan”. E acrescentou: “Dan Sturgess passou alguns meses filmando com o GN’R na estrada no Reino Unido, Europa e América do Norte. Durante esse tempo, Dan realmente conheceu Susan e eu… ou pelo menos como ele nos viu através de seu excelente trabalho de câmera e habilidade de edição”. Lighthouse foi lançado em outubro de 2023 e conta com as participações especiais de Slash (guitarrista do Guns N’ Roses), Jerry Cantrell (guitarrista do Alice in Chains) e Iggy Pop. Via: Rockbizz

Rotting Christ celebra 35 anos em clima de festa em São Paulo
Texto por Marcelo Gomes Após 5 anos desde a última visita ao Brasil, a lendária banda grega Rotting Christ retornou ao país para celebrar os 35 anos de carreira com uma mini turnê que passou por São Paulo (29/02), Brasília (02/03) e passará por Belo Horizonte (03/03). Na capital paulista, o show aconteceu no Carioca Club e mesmo sendo numa quinta-feira, recebeu um excelente público. Minutos antes do horário previsto, os integrantes do Rotting Christ subiram ao palco para checar o som, coisa pouco usual nos dias de hoje que acabou confundindo alguns fãs que acharam que eles começariam antes do horário. Com muita fumaça e pouca luz, Sakis Tolis (vocal/guitarra), Themis Tolis (bateria), Kostas Foukarakis (guitarra) e Kostas Heliotis (baixo) subiram ao palco sob o som “666”, dando o tom sombrio da noite. Seguiram com “P´unchaw kachun- Tuta kachun” e o público se empolgava a cada momento. Não foi diferente em “Demonon Vrosis” que teve seu riff inicial acompanhado por palmas e conseguiu tirar todos do chão. Sem trégua, executaram a faixa “Kata Ton Daimona Eaytoy” trazendo um clima mais extremo à apresentação. O baterista Themis mostrou sua destreza enquanto massacrava os bumbos de sua bateria. Com uma levada mais percussiva, tocaram “Apage Satana” emergindo o público num ritual que invocava o obscuro. Os fãs pareciam estar hipnotizados repetindo tudo o que o vocalista Sakis vocifera como uma verdadeira seita. Em comemoração aos 35 anos de história da banda, Sakis diz que vão tocar um som nunca tocado no Brasil, “Pix Lax Dax”, música do álbum “Pro Xristou” que será lançado em maio de 2024. A faixa com uma levada mais cadenciada cativou os fãs e trouxe os elementos que consagrou a banda. É claro que numa festa de celebração, não poderia faltar os clássicos “King Of Stellar War” e “Archon”. O público se empolgou tanto nessa última, que fizeram a primeira roda da noite. Mas casa veio abaixo mesmo com “Non Serviam”, hino do Rotting Christ que teve seu refrão cantado em uníssono. O cover de “Societas Satanas” da banda Thou Art Lord incendiou ainda mais as rodas no Carioca Club. A pista parecia um pandemônio com a resposta insana dos fãs e a cada comando de Sakis, respondiam com energia ao vocalista. No palco não estava diferente, o baixista Heliotis ia de um lado para outro enquanto o guitarrista Foukarakis batia cabeça como se não houvesse amanhã, chegando a derrubar seu microfone durante “In Yumen- Xibalda”. Após “Grandis Spiritus Diavolos”, finalmente a redenção, foram ovacionados e ainda receberam uma bandeira do Brasil customizada com o nome da banda, coroando esse momento especial. A satisfação no rosto de cada integrante era visível e em retribuição, deixaram a bandeira em cima da bateria até o final do show. Caminhando para o fim do setlist, ainda tocaram “The Raven” e “Noctis Era”. Se despediram mas o fãs estavam sedentos por mais. Os gregos não deixaram por menos, voltaram com um convidado especial, Fernado Iser, que participou cantando a clássica “The Sign Of Evil Existence”. A festa chegou ao fim com “Fgmenth, Thy Gift” deixando todos que reverenciam a banda com suas almas marcadas para sempre. Com 1h30 de show, os empolgadíssimos fãs deram tom de festa a celebração de 35 anos de banda. Os gregos entregaram uma experiência transcendental num show com uma atmosfera ritualística envolvendo o público desde o início. A depender da recepção calorosa que tiveram durante todo o show, certamente ao banda retornará num futuro próximo. Nosso colaborador Wellington Penilha foi ao show e registrou a noite. Confira abaixo a galeria de fotos. Via: WikiMetal

Mansão de Freddie Mercury em Londres vai a leilão por 35 milhões de euros
Localizada no bairro de Kensington em Londres, a Garden Lodge é uma residência em estilo georgiano onde Freddie Mercury, vocalista da banda Queen, morou até sua morte em 1991. A casa está sendo leiloada pela herdeira Mary Austin, ex-namorada do cantor, pelo valor inicial de 35 milhões de euros, cerca de 189,5 milhões de reais. Por questões de privacidade, a imobiliária responsável, Knight Frank, publicou poucas fotos online da mansão e só poderá ser visitada pelos interessados que provarem ter recursos suficientes para compra. Essa medida foi tomada para evitar que fãs e curiosos se passem por compradores. O imóvel foi comprado por Freddie em 1980 e decorado com a ajuda do arquiteto Robin Moore Ede. Possui oito quartos, uma sala de estar com temática japonesa, bar, biblioteca, mais três salas, suíte e um jardim em estilo japonês. A herança de Mary Austin Freddie e Mary tiveram um relacionamento amoroso durante seis anos e mesmo após o término continuaram amigos. O cantor chegou a declarar que Austin seria a mulher com quem ele teria se casado e tudo seria dela de qualquer maneira. Em entrevista a Bloomberg, Mary declarou: “Na verdade, a casa sempre foi minha apenas no nome. Eu trabalhei na casa com ele e para ele, e ela sempre será dele. Era o sonho dele, era a visão dele.” Agora com 72 anos e vendo seus filhos já estabelecidos na vida, ela tomou a decisão que é hora de vender a casa. Com a maioria dos bens deixados por herança leiloados em 2023, Mary deseja que quem compre a casa e não a destrua. “A última coisa que queremos é que alguém diga: ‘Sim, vou comprá-la’, explorá-la e demoli-la. Isso é único e tem sua beleza, e sei que tem um propósito para alguém – teve para Freddie.” LEIA TAMBÉM: Freddie Mercury pode “voltar aos palcos” na forma de holograma Via: WikiMetal

Sepultura inicia turnê final em Belo Horizonte; veja vídeos e repertório
O Sepultura iniciou a sua turnê final em Belo Horizonte, Minas Gerais, na noite desta sexta-feira, dia 1 de março de 2024. O show marcou também a estreia do baterista norte-americano Greyson Nekrutman, substituto de Eloy Casagrande, que decidiu deixar a banda no começo de fevereiro de maneira repentina. O repertório do espetáculo contou com vinte e duas canções, que foram as seguintes: 01. Refuse/Resist02. Territory03. Slave New World04. Phantom Self05. Dusted06. Attitude07. Kairos08. Means To An End09. Cut-Throat10. Guardians Of Earth11. Mind War12. False13. Choke14. Escape To The Void15. Kaiowas16. Sepulnation17. Biotech Is Godzilla18. Agony Of Defeat19. Troops Of Doom20. Arise Bis 21. Ratamahatta22. Roots Bloody Roots Nos players abaixo, você pode curtir alguns registros amadores da apresentação: Para ficar por dentro de todo o itinerário da Celebrating Life Through Death Tour, é só acessar este link. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson: The Mandrake Project desobedece às leis da física e faz a audição de 1 hora transcorrer em 15 minutos
É hora de descer pela toca do coelho. A alegoria criada por Lewis Carrol (Alice no País das Maravilhas, 1865) serve perfeitamente para ilustrar a experiência que o ouvinte está prestes a encarar quando dá o play em The Mandrake Project, novo álbum solo de Bruce Dickinson, lançado no dia 1 de março. Caso o prezado leitor tenha incorporado Alice e caído neste site de rock n’ roll e heavy metal por engano, Dickinson é o idolatrado vocalista do Iron Maiden, além de empresário, historiador, piloto de avião, palestrante, esgrimista, radialista e mais uma série de ocupações que precisariam de uma matéria à parte para listá-las. Pois bem, justo essa hiperatividade altamente funcional do vocalista é o que transborda no álbum, que se mostra extravagante, diversificado e bem-sucedido como seu idealizador. Ainda é um disco de heavy metal, porém repleto de mudanças de andamento, storytelling cinemático, camadas orquestrais e acústicas, elementos eletrônicos e étnicos, nuances de blues, soul e country. Bruce viaja longe e o ouvinte viaja junto, tentando decifrar as excentricidades da mente brilhante do vocalista. Por sinal, elogiar sua performance vocal seria chover no molhado, mas é preciso realçar que, após quase 70 anos de idade e um câncer na garganta, Dickinson esbanja uma interpretação das mais versáteis que já produziu. O time de instrumentistas também merece destaque. A guitarra de Roy Z oferece riffs bojudos de dar água na boca, como em Afterglow of Ragnarok, enquanto os teclados do maestro Mystheria criam uma beleza sublime nos momentos mais brandos, como em Face in the Mirror. Em paralelo, a sonoridade transita livre por um leque de influências que vai muito além do Deep Purple: o épico emocional Sonata (Immortal Beloved) encerra o disco transpirando Pink Floyd, ao passo que a empolgante Many Doors to Hell invoca o Scorpions oitentista e a curiosa Rain on the Graves suscita um improvável casamento entre Ozzy Osbourne e Johnny Cash. A multifacetada Resurrection Men, por sua vez, parece saída diretamente de um filme de Quentin Tarantino. Nesse caldeirão que é The Mandrake Project, Bruce ainda entrega uma excelente e bem-vinda peça de symphonic metal moderno com Fingers in the Wounds, além de um heavy metal sem firulas em Mistress of Mercy. A velha conhecida Eternity Has Failed também dá as caras, menos acelerada e mais orgânica do que a versão que acabou sendo aproveitada e gravada pelo Iron Maiden, sob o título If Eternity Should Fail (The Book of Souls, 2015). Entretanto, dentre tantos destaques, talvez o maior deles fique por conta da emblemática Shadow of the Gods, que combina de forma irrepreensível o peso, a beleza melódica, a teatralidade e o dinamismo que se espalham pelo álbum. Fato é que, tal qual no País das Maravilhas, o tempo desobedece às leis da física, fazendo com que a audição de uma hora pareça transcorrer em quinze minutos, devido ao caráter surpreendente e variado do disco. Em The Mandrake Project, Bruce Dickinson é o Coelho Branco, mas também é o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas e a própria Alice. E, de alguma forma, o final é feliz para todos. Track listing de The Mandrake Project: “Afterglow Of Ragnarok”“Many Doors To Hell”“Rain On The Graves”“Resurrection Men”“Fingers In The Wounds”“Eternity Has Failed”“Mistress Of Mercy”“Face In The Mirror”“Shadow Of The Gods”“Sonata (Immortal Beloved)” Nota: 9.5 Via: Rockbizz

Celebrating Life Through Death Tour: 10 sons que não podem faltar na derradeira turnê do Sepultura
Sepultura, a maior e mais bem-sucedida banda de heavy metal brasileira, vai iniciar nesta sexta-feira (01) em Belo Horizonte, Minas Gerais, a sua derradeira turnê mundial. Mesmo que seja uma saída de cena consciente, planejada e por cima da carne seca, o grupo,pois, vai deixar muita saudade, vai deixar muitos fãs órfãos de sua incrível arte e o posto de vanguarda do metal brasileiro sem um representante de peso e com atuação nos quatro cantos do globo. Concordemos ou não, gostemos ou não, a decisão dos caras foi tomada, o grupo está com dias contados, então nos cabe o “trabalho” de prestigiar o som da banda enquanto ainda está na ativa, viva e tinindo no palco, já que, depois que pendurarem as chuteiras, não vai adiantar chorar as pitangas para uma reunião e uma mísera apresentação dos caras. Sendo assim, vão aos shows e não percam a oportunidade de ver a nossa prata da casa em ação com a Celebrating Life Through Death Tour. Então, como uma forma de esquentar os motores, queremos listar 10 sons que não podem faltar na derradeira turnê do Sepultura. Pode aumentar o som e ver as paredes tremerem com os seguintes clássicos: Inner Self No final dos anos 80, o quarteto estava deixando o quê tosco de lado e começando lapidar seu som. Inner Self é um Sepultura mais seguro e com mais recursos técnicos que os lançamentos anteriores – vide Morbid Visions (1986) e Schizophrenia (1987). Troops of Doom A cota mais visceral, que chega com os dois pés na porta e levando tudo que tem pela frente, pode ser representada pela peso-pesado Troops of Doom. Mosh pit tendo esta canção como trilha sonora é uma das coisas mais bonitas de se ver na vida. From The Past Comes The Storms Se o intuito é colocar fogo no parquinho… Quer dizer, na plateia, então a open track do Schizophrenia é a canção certa para o serviço. É tocar e ver a mágica acontecer. Arise Um espetáculo do Sepultura sem Arise é como assistir o eterno morcegão Ozzy Osbourne sem tocar Crazy Train. Não tem cabimento! Logo, é uma música que precisa figurar em todos os shows da tour. Refuse/Resist Se existe alguém que duvida do poderio sonoro dos caras, é porque não curtiu uma performance ao vivo de Refuse/Resist. O som serviu de base e inspiração para muita coisa que surgiu nos anos 90, de Slipknot a Korn, então, não é pouca coisa, não. Roots Bloody Roots É óbvio que RBR terá presença cativa nas apresentação, já que funciona muito bem ao vivo, mantém a energia e vibração do espetáculo batendo no nível mais alto. Não é a melhor canção do set, contudo traz uma pegada tribal e de união ao show, com todo mundo cantando o refrão. Kairos Depois de alguns lançamentos irregulares e fracos, o quarteto se retratou em seu décimo segundo registro de estúdio. À vista disso, a faixa-título tem credenciamento garantido na Celebrating Life Through Death Tour. Machine Messiah O Sepultura de Machine Messiah é mais progressivo e complexo, apostando em muitas nuances e camadas sonoras que eram inéditas à sua trajetória. Neste material, nós vemos uma banda se reinventando e procurando sair da mesmice sem trair o próprio legado. Isolation Se o intuito é encerrar carreira em alta, desse modo é imperativo colocar na roda sons do álbum Quadra, trabalho lançado em 2020. Isolation pode abrir os caminhos para uma parte do set mais sofisticada e profunda. Guardians of Earth Aqui, o famoso slogan: Sepultura do Brasil, ganha ainda mais abrangência e união com a nossa cultura. A música e letra são um pertinente manifesto de preservação à natureza para que todos nós acordemos enquanto é tempo. É o Sepultura em um de seus melhores momentos. Via: Rockbizz

Lollapalooza Brasil 2024 anuncia grade completa de horários
O Lollapalooza Brasil divulgou hoje os tão aguardados horários dos shows. Arcade Fire e Blink-182 serão os headliners do primeiro dia e se apresentam às 20h10 e 21h30 respectivamente, na sexta-feira. No sábado, o show do Limp Bizkit acontece às 19h55, o Kings of Leon se apresenta às 21h e os Titãs fecham o dia com seu show às 22h35. Sam Smith e SZA se apresentam no domingo, às 19h55h e 21h e, fechando a edição de 2024, a banda recém anunciada Greta Van Fleet sobe ao palco às 22h50. A programação completa do festival pode ser conferida abaixo: Para que todos possam organizar a agenda com a programação de cada dia, o Lollapalooza Brasil contará com um aplicativo oficial. Além de ser uma ferramenta completa para o público se organizar e planejar seu dia, futuramente os fãs também poderão consultar todas as opções de alimentação e bebidas do festival, bem como as atividades oferecidas pelas marcas presentes no Lolla BR e os serviços disponíveis no autódromo, como guarda-volumes e terminais de recarga cashless. O aplicativo Lollapalooza Brasil já está disponível para os dispositivos com os sistemas operacionais IOS e Android, e o download pode ser feito na Google Play Store e Apple Store. A 11ª edição do festival acontece nos dias 22, 23 e 24 de março de 2024 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Via: Rockbizz