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KZG News da semana traz Ace Frehley, Crypta, Sepultura, Nick Cave e muito mais
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08/03/2024

KZG News da semana traz Ace Frehley, Crypta, Sepultura, Nick Cave e muito mais

O programa KZG News, apresentado pelo jornalista Gastão Moreira e Nando Machado, co-fundador do Wikimetal, retornou no último 16 de março no canal Kazagastão. E na edição do programa desta semana, a dupla comentou as notícias mais importantes, incluíndo a tour pelos EUA da banda Crypta, abertura da nova loja da Gibson em Londres, o início da tour do Sepultura, novo álbum de Ace Frehley e Nick Cave, e mais. Clique aqui para acessar o canal Kazagastão O público já está familiarizado com Machado e Moreira já que ambos lideravam o KZG News Live em 2022 quando, ao vivo, traziam as notícias mais importantes e comentadas dos últimos dias, intercaladas com indicações de filmes, séries e álbuns que ouviram – tudo isso conversando com a audiência em tempo real. Assista ao novo episódio do KZG News: Via: WikiMetal

Blue Pills anuncia novo álbum e lança single “Birthday”
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08/03/2024

Blue Pills anuncia novo álbum e lança single “Birthday”

O Blue Pills anunciou seu mais novo álbum Birthday e divulgou a faixa-título. O trabalho será lançado no dia 02 de agosto. Ao falar sobre o single, o grupo contou em uma declaração divulgada à imprensa a inspiração por trás dele: A faixa-título conta a história de um incidente ocorrido durante uma turnê no México no aniversário de Elin [Larsson, vocalista]. Ela convidou toda a banda e equipe para comemorar seu aniversário e as coisas azedaram quando um garçom decidiu arruinar seu aniversário.” Elin compartilhou um pouco sobre o que aconteceu: “Eu não sei o que diabos esse cara estava pensando ou fazendo, mas ele tomou liberdades e cruzou limites pessoais agindo de forma muito desrespeitosa.” Quando a banda chegou em casa, segundo a declaração, eles escreveram o novo single “Birthday”. “Tem um pouco de humor”, afirma Elin. “O primeiro verso da música é escrito da perspectiva do agressor, mas esta não é uma música para se sentir uma vítima, é uma música de merda com uma atitude foda-se.” Sobre o disco, o grupo comentou: “Com este álbum nós realmente nos deixamos ser livres, deixando para trás todas as fronteiras e expectativas para escrever músicas que amamos. Queríamos capturar a sensação crua e autêntica de quando tocamos ao vivo em um álbum, mas nos esforçando para criar e escrever o melhor trabalho que já fizemos. Elin estava grávida durante as gravações, e o que não é mais rock’n’roll do que isso? Para criar vida humana e música” Blue Pills – Birthday 1. Birthday2. Don’t You Love it3. Bad Choices4. Top Of The Sky5. Like A Drug6. Piggyback Ride7. Holding Me Back8. Somebody Better9. Shadows10. I Don’t Wanna Get Back On That Horse Again11. What Has This Life Done To You Via: WikiMetal

Blues Pills divulga clipe da nova faixa Birthday; confira
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08/03/2024

Blues Pills divulga clipe da nova faixa Birthday; confira

A banda sueca Blues Pills retornou com o aguardado novo álbum Birthday, que será lançado no dia 02 de agosto de 2024 pela Throwdown Entertainment / BMG. Às vezes Brody Dalle, outras vezes mais Janis Joplin, Elin Larsson oferece um carisma cru e sem esforço com vocais ricos e estelares em todo o novo trabalho. Acompanhados por Zack Anderson na guitarra, André Kvarnström na bateria e Kristoffer Schander no baixo, oferecem ritmos envolventes que simplesmente não param. A banda deixou a melodia e os vocais de Elin brilharem, ao mesmo tempo em que incentivou os ganchos de tamanho gigantesco a percorrerem as onze faixas, produzidas principalmente por Freddy Alexander, indicado ao Grammy, criando um disco que define a carreira, cheio de beleza, fogo e ousadia. “Com esse álbum, nós realmente nos permitimos ser livres, deixando todos os limites e expectativas para trás para compor músicas que amamos”, comentou o grupo. “Queríamos capturar em um álbum a sensação crua e autêntica de quando tocamos ao vivo, mas nos esforçando para criar e escrever o melhor trabalho que já fizemos. Elin estava grávida durante as gravações, e o que é mais rock’n’roll do que isso? Criar vida humana e música.” Nesta sexta-feira (08), a banda divulgou a faixa-título como single do novo álbum em todas as plataformas de streaming. O single também será lançado como uma edição limitada em vinil de 12″ para o Record Store Day, em 20 de abril de 2024. A música conta a história de um incidente que ocorreu durante uma turnê no México, no dia do aniversário de Elin. Ela convidou toda a banda e a equipe para comemorar e as coisas azedaram quando um garçom decidiu arruinar seu aniversário. Elin: “Não sei o que diabos esse cara estava pensando ou fazendo, mas ele tomou liberdades e ultrapassou os limites pessoais, agindo de forma muito desrespeitosa”. Quando a banda chegou em casa, escreveu o single Birthday. “Ele tem um pouco de humor”, afirma Elin. “O primeiro verso da música foi escrito sob a perspectiva do agressor, mas essa não é uma música para se sentir vítima, é uma música que dá o que falar, com uma atitude f**k you, para se tornar selvagem”. Confira o clipe de Birthday abaixo: Tracklist de Birthday: 1. Birthday2. Don’t You Love it3. Bad Choices4. Top Of The Sky5. Like A Drug6. Piggyback Ride7. Holding Me Back8. Somebody Better9. Shadows10. I Don’t Wanna Get Back On That Horse Again11. What Has This Life Done To You Via: Rockbizz

Judas Priest lança 19º álbum de estúdio, ‘Invincible Shield’; ouça agora
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08/03/2024

Judas Priest lança 19º álbum de estúdio, ‘Invincible Shield’; ouça agora

O Judas Priest lançou nesta sexta-feira, 08, o 19º álbum de estúdio, Invincible Shield. O trabalho sucede Firepower, de 2018. Sobre a produção e gravação do álbum, Rob Halford disse (via Blabbermouth): “Mas sim, eu entro na sala com Glenn [Tipton, guitarrista do Priest] e com Richie [Faulkner, guitarrista do Priest] e os riffs começam. É muita improvisação, é muito riff e muita criatividade livre. É simplesmente notável como todo esse processo, essa química entre nós três acontece e nós amamos isso. É muito, muito especial para nós.” “Definitivamente há mais algumas reviravoltas neste álbum. Há mais algumas partes musicais”, disse o guitarrista Richie Faulkner em entrevista à Audio Ink Radio. “Ele se desvia do caminho, um pouco como ‘Sinner’ ou ‘Tyrant’ ou algo parecido a isso. Então, é um pouco mais do Priest dos anos 70, mas não é um álbum retrô, de forma alguma. É a influência do Priest dos anos 70 no sentido progressivo, mas ainda parece o Priest em 2023” Faulkner acrescenta: “Cada álbum é independente, estilisticamente. Ele tem aquele DNA do Judas Priest, porque os personagens são muito fortes. Mas sempre foi um pouco diferente – mantendo esse DNA, mas tendo seu próprio caráter. Então, este não é diferente, na verdade, no sentido de que é obviamente o Judas Priest, mas é algo próprio; ele se sustenta sobre suas próprias pernas”. Via: WikiMetal

Magnum encerra a carreira por conta da morte de Tony Clarkin
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08/03/2024

Magnum encerra a carreira por conta da morte de Tony Clarkin

Tony Clarkin, fundador, guitarrista e compositor do Magnum, morreu no dia 7 de janeiro deste ano (2024). O vocalista do grupo, Bob Catley, usou as redes sociais para informar que o Magnum encerrou a carreira por conta da morte de Clarkin. Bob fez um vídeo falando sobre a sua decisão. No conteúdo, Catley diz o seguinte: “Olá, pessoal! Bob aqui! Eu gostaria de não ter que te dizer isso, mas realmente não posso mais continuar sem o Tony aqui. Por favor, perdoem-me e espero que vocês possam entender como me sinto. Tenho pensado muito nisso ultimamente. Desde que perdemos Tony, nós perdemos a nossa luz guia, a força magnum por trás da banda, nosso compositor, nosso produtor, nosso guitarrista. Ele era tudo para a banda. Ele era tudo para mim. Nos últimos 50 anos, nunca fomos a qualquer lugar um sem o outro. Em turnê, no estúdio, eu estava constantemente ao lado dele, trabalhando em coisas com ele. Tive uma vida maravilhosa com Tony. Mas agora é demais para mim, pessoal. Não consigo continuar sem Tony. Eu posso aparecer de alguma outra forma em um futuro próximo, nunca se sabe, mas não posso continuar assim. Então, espero que vocês entendam. Vocês foram fantásticos, o melhor público de todos os tempos. Vocês mantiveram essa banda funcionando ano após ano, álbum após álbum, e nós agradecemos muito por isso. Peço que você mantenham sempre a música de Tony em seus corações! Sempre carregarei o Magnum dentro de mim e sempre terei Tony Clarkin ao meu lado onde quer que eu vá. Eu te amo! Você foi brilhante! Mas é hora de eu me retirar, agora. É minha última chamada ao palco, ok? Vejo vocês algum dia. Felicidades! Tchau”. Ao lado do vocalista Bob Catley, Clarkin formou o Magnum no começo dos anos 1970. A dupla criou trabalhos como Kingdom of Madness (1978), Magnum II (1979) e Chase the Dragon (1982), e ajudou elevar o sarrafo qualitativo do rock n’ roll britânico. Here Comes the Rain O novo álbum de estúdio do Magnum, intitulado Here Comes The Rain, foi lançado no dia 12 de janeiro de 2024 pela Steamhammer/SPV. Via: Rockbizz

Angra divulga teaser do videoclipe de Here in the Now
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08/03/2024

Angra divulga teaser do videoclipe de Here in the Now

O Angra divulgou o teaser do videoclipe de Here in the Now; faixa presente no mais recente registro de estúdio, Cycles of Pain. Vale ressaltar que o clipe será lançado no dia 12 de março. Veja aqui. Sobre o conceito do vídeo, o baixista Felipe Andreoli comentou: “O clipe da Here in the Now é muito interessante, porque exploramos caminhos que nunca tínhamos usado em um clipe, essa coisa mais urbana, a coisa da banda cantando, e também a performance do Chico Brown como ator; foi muito legal ter ele participando do clipe, sendo o nosso ator principal. E também a participação da Vanessa Moreno, que além da voz incrível, teve uma performance incrível. É um clipe bem diferente e muito bacana, como essa música – que a gente gosta tanto – merece. E o Rapha Moraes, que é o nosso diretor, conseguiu dar ao material essa cara tão completa”. O décimo álbum de estúdio do Angra, Cycles of Pain, traz participações especiais de artistas como Amanda Somerville, Lenine, Vanessa Moreno e Juliana D’Agostini, e foi produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward, profissional que trabalhou em álbuns Rebirth e Temple of Shadows. Informações:www.angra.net Via: Rockbizz

Shawn Mendes retorna aos palcos como headliner do Rock in Rio no dia 22 de setembro
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08/03/2024

Shawn Mendes retorna aos palcos como headliner do Rock in Rio no dia 22 de setembro

O Rock in Rio acaba de anunciar novas atrações de peso no line-up da edição que celebra seus 40 anos de história. Para encerrar o último dia do festival, 22 de setembro, o cantor, compositor e superstar global indicado ao Grammy, Shawn Mendes, retornará ao Brasil para ser a atração principal da noite. Na mesma data e espaço, também se apresenta o já anunciado NE-YO. E as novidades não param por aí! No dia 19, completando o line-up do Palco Mundo, quando se apresentam Ed Sheeran, Joss Stone e Jão, a organização anuncia o cantor Charlie Puth, para um show no mesmo palco e retornando pela segunda vez após sua apresentação em 2019. Fechando o anúncio, um show que ficará marcado: Luedji Luna convida Xênia França e Tassia Reis para comandar a abertura do Palco Sunset no dia 20 de setembro, o Dia Delas — que conta com um line-up 100% feminino, em todos os palcos da Cidade do Rock. Um dos artistas mais pedidos pelos fãs nas redes sociais, Shawn Mendes já havia feito uma passagem meteórica no maior festival de música e entretenimento do mundo em 2017 e, agora, vai repetir este feito em show que será ainda mais histórico, no dia 22 de setembro. O cantor/compositor indicado ao GRAMMY, nascido em Toronto, lançou seu aguardado quarto álbum de estúdio, Wonder, em 2020, recebendo ótimas críticas, com o álbum estreando como número 1 na Billboard 200 Chart, marcando o quarto álbum consecutivo de Shawn em primeiro lugar. O lançamento do álbum seguiu-se à indicação de Shawn ao GRAMMY 2019 de Melhor Performance Pop Duo/Grupo por Señorita, seu single de sucesso com Camila Cabello. O cantor americano Charlie Puth, que já provou ser um dos hitmakers mais consistentes e colaboradores mais requisitados da indústria, subirá ao Palco Mundo no dia 19 de setembro. Puth acumulou oito singles multiplatina, quatro indicações ao GRAMMY, três Billboard Music Awards, um Critic’s Choice Award e uma indicação ao Globo de Ouro. Seu LP indicado ao GRAMMY de 2018, Voicenotes, recebeu a certificação de ouro da RIAA apenas quatro dias após seu lançamento e registrou mais de 5,6 bilhões de streams em todo o mundo. Recentemente, Puth lançou seu tão aguardado terceiro álbum de estúdio, CHARLIE, pela Atlantic Records, que contou com singles de sucesso como Left and Right [feat. Jung Kook do BTS], That’s Hilarious e Light Switch, e ultrapassou 1 bilhão de streams globais, recebendo elogios de críticos de todo o mundo. No Dia Delas, marcado para 20 de setembro, acontecerá um show histórico: Luedji Luna convida Xênia França e Tassia Reis. Este poderoso trio vai abrir as apresentações do Palco Sunset com uma performance carregada de potência e representatividade, que vai emocionar e encantar todos os presentes na Cidade do Rock. Cantora e compositora, Luedji Luna já coleciona três álbuns, diversas indicações e prêmios e se tornou referência da música popular brasileira contemporânea. Voz ativa na militância racial e feminista, Luedji mergulha em sua ancestralidade e traz em sua arte mensagens fortes de luta, crenças, profundidade e amor. Em 2017 lançou seu primeiro álbum Um Corpo no Mundo, que a consagrou na cena nacional e rendeu os primeiros destaques em premiações, festivais e mídia. Em 2021, além de gestar o primeiro filho, também deu a luz ao disco Bom Mesmo É Estar Debaixo D’água, que entre tantas nomeações e topos de listas globais, a levou para a indicação de Melhor Álbum de MPB do Grammy Latino 2021. Em 2022 lançou o álbum Bom Mesmo É Estar Debaixo D’água Deluxe e a partir de março de 2023 rodou o Brasil com sua turnê, que também levou para seis países da Europa, Estados Unidos e Japão. Atual vencedora do Latin Grammy 2023 por seu segundo álbum de estúdio Em Nome da Estrela (2022), na categoria melhor álbum pop contemporâneo em língua portuguesa, Xênia França, cantora e compositora baiana radicada em São Paulo vem ascendendo como um dos nomes mais proeminentes da música contemporânea brasileira. Com seu primeiro álbum Xênia (2017) A cantora conquistou grandes feitos como as duas indicações ao Grammy Latino 2018 nas categorias Melhor Canção em Língua Portuguesa, com Pra que me chamas?, e Melhor Álbum Pop Contemporâneo, abrindo caminhos para a sua carreira internacional. Um dos momentos mais marcantes do Rock in Rio 2019 foi quando a cantora dividiu o palco Sunset do Rock in Rio com o cantor Seal. Ambas, Luedji e Xênia, são as vozes da abertura da novela das 21h, Renascer, com a música Lua Soberana. Com uma carreira em ascensão, uma das principais vozes femininas do rap brasileiro, Tássia Reis vem acumulando hits que expressam as dores e delícias da existência, sem clichê, com bom humor e muito pouca simpatia pelo status quo. Preta, plena, poderosa e sem nada a provar, Tássia Reis tem seguido as palavras que ouviu de ErykahBadu e seu trabalho é um reflexo disso. Autêntico e verdadeiro são adjetivos que descrevem bem tudo que sai da mente e da boca da artista que iniciou sua carreira como rapper numa época em que a cena ainda era um território predominantemente masculino. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Já são 22 edições realizadas, mais de 3.800 artistas escalados, mais de 11.2 milhões na plateia e mais de 130 dias de magia desde 1985. E, para 2024, os fãs podem aguardar uma festa especial, com novas experiências e vivências dentro da Cidade do Rock. Aqueles que não adquiriram o Rock in Rio Card, poderão garantir um lugar nesta edição que será histórica na venda geral de ingressos, que acontecerá no dia 11 de abril, às 19h, exclusivamente no site da Ticketmaster. E quem quiser

Teemu Mäntysaari é só elogios ao novo chefe Dave Mustaine: “É um mestre nos riffs e solos”
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07/03/2024

Teemu Mäntysaari é só elogios ao novo chefe Dave Mustaine: “É um mestre nos riffs e solos”

Para quem está lutando com unhas e dentes para se firmar no concorrido mercado rock n’ roll ou heavy metal, a oportunidade que surge, seja em banda de médio ou grande porte, precisa ser valorizada ao máximo. E é exatamente o que o guitarrista finlandês Teemu Mäntysaari está fazendo desde que teve a chance de se juntar ao Megadeth, substituindo o brasileiro Kiko Loureiro, que deixou o grupo para se dedicar à família e aos projetos pessoais. Um bom exemplo disso é a recente entrevista de Teemu à revista Guitar World. No bate-papo, Mäntysaari foi só elogios ao novo chefe Dave Mustaine, a ponto de cravar que o boss é um mestre nos riffs e solos. “Dave é um guitarrista muito confiante. Ele tem um ótimo senso rítmico, além disso, o seu timbre é ótimo. Como compositor, ele é um mestre nos riffs e nos solos. Ele escolhe tipos especiais de notas, usa técnicas legais e vários complementos que são muito interessantes”. Teemu continuou: “E ele inventou muito disso nos anos 80, ou seja, olha o quão influente ele tem sido, isso é uma loucura. Nós ainda sentimos e vemos sua influência até os dias de hoje”. E encerrou afirmando o seguinte: “O Megadeth sempre foi o meu background musical. Eu conhecia muito bem a banda. Na verdade, eles são uma das maiores bandas de metal que existe, e achei surreal quando eles me convidaram para entrar na banda”. Tour O Megdeth vai retomar as atividades ao vivo em abril, com a perna sul-americana da Crush the World Tour 2024, que vai passar, inclusive, pelo Brasil – em São Paulo – no dia 18 do citado mês. Depois do giro latino, o grupo vai partir para o Velho Continente, com shows pela Itália, Polônia, Romênia, Bélgica, Suíça, Turquia, Alemanha, França, entre outros países. Para a compra de ingresso e mais informações sobre a tour, acesse aqui. Via: Rockbizz

“O termo rock star não significa nada; é uma invenção da mídia”, afirma Bruce Dickinson
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07/03/2024

“O termo rock star não significa nada; é uma invenção da mídia”, afirma Bruce Dickinson

Bruce Dickinson, frontman do Iron Maiden, nunca foi chegado ao lado caricato e superficial da cena rock n’ roll e heavy metal. Chamá-lo de rock star, por exemplo, é uma ofensa gravíssima, a ponto de tomar uma senhora bronca do cantor. Trocando uma ideia com o jornal francês Brut, Dickinson falou que o termo rock star não significa nada e que é uma invenção da mídia. Bruce disse: “O que é um rock star? O que é isso? Na verdade, não é nada. É apenas uma invenção da mídia e das redes sociais. Na verdade, não é nada. Se você disser: ‘eu sou um contador de histórias’; bem, isso sim é alguma coisa”. A fala contundente do Air-Raid Siren pode ser vista no player logo abaixo: The Mandrake Project O vocalista quebrou o jejum de sua carreira solo na última sexta-feira, dia 1 de março, com o lançamento de The Mandrake Project, disco sucessor de Tyranny of Souls, lançado em maio de 2005. O trabalho está disponível em vários formatos como CD, CD deluxe, CD digisleeve, vinil duplo e digital (download e streaming). Turnê Com o novo disco na praça, Bruce Dickinson vai cair na estrada para divulgá-lo, evidentemente. O giro percorrerá sete cidades brasileiras: Curitiba (24/04), Porto Alegre (25/04), Brasília (27/04), Belo Horizonte (28/04), Rio de Janeiro (30/04), Ribeirão Preto (02/05) e São Paulo (04/05). Via: Rockbizz

Bon Jovi: Confira o segundo trailer da série documental Thank You, Goodnight
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07/03/2024

Bon Jovi: Confira o segundo trailer da série documental Thank You, Goodnight

A primeira série documental que conta a história do Bon Jovi com total cooperação de todos os membros antigos e atuais do grupo, intitulada Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, acaba de ganhar um novo trailer. O documentário comemora os 40 anos de carreira de uma das bandas mais icônicas do mundo e seu vocalista, Jon Bon Jovi, nos dando uma visão por trás da música e do homem. Confira o trailer abaixo: A série com quatro episódios tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story foi dirigido e produzido por Gotham Chopra, vencedor de vários prêmios Emmy. O filme também tem produção executiva de Giselle Parets e Ameeth Sankaran para ROS, e é produzido e editado por Alex Trudeau Viriato, que desempenhou um papel crítico e criativo na formação da série. Via: Rockbizz

Do fundo do baú: 5 sons que o Slayer poderia desenterrar para nova turnê
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07/03/2024

Do fundo do baú: 5 sons que o Slayer poderia desenterrar para nova turnê

No mês passado, o Slayer abalou as estruturas da cena heavy metal ao anunciar sua volta aos palcos, depois de cinco anos de aposentadoria. Primeiramente, o grupo de thrash metal anunciou dois shows: no Riot Fest, em 22 de setembro, e no Louder Than Life, no dia 27 de setembro. Dias depois, a banda, que atualmente é formada por Tom Araya (vocal e baixo), Kerry King (guitarra), Gary Holt (guitarra) e Paul Bostaph (bateria), confirmou participação no festival Aftershock, evento que ainda contará com espetáculos de nomes como Slipknot, Iron Maiden, Mötley Crüe, Pantera, Anthrax, Mastodon, entre muitos outros. Com a volta mais do que certa e os shows já pipocando em vários lugares, a revista Metal Hammer fez um trabalho de arqueologia e destacou 5 sons que o Slayer poderia desenterrar para a nova turnê. Portanto, pegue uma birita, se acomode na poltrona e se prepare para aumentar o volume do player porque os sons são dos melhores! Bloodline (God Hates Us All, 2001) Uma música do Slayer na trilha sonora do filme Drácula; bem, parece perfeito, não é? Mas o filme uma tremenda lástima, entretanto, a contribuição do Slayer ao longa foi gloriosa. Tocada pela última vez em 2017, Bloodline é a prova de que o Slayer não precisa ir a 320 km/h para ser a banda mais feroz dos Big Four. Cult (Christ Illusion, 2006) Com a breve volta de Dave Lombardo ao posto de baterista da banda, os quatro cavaleiros do apocalipse produziram um de seus melhores materiais, que fora o Christ Illusion. Depois de 2010, a faixa Cult foi sacada dos repertórios, infelizmente. A força incendiária da canção pode ser um trunfo nas novas apresentações do grupo. Here Comes The Pain (1999) Como muitas bandas clássicas de metal, o Slayer não estava exatamente se divertindo no final dos anos 90. O nu metal dominava o mercado e quanto menos se falasse sobre Diabolus In Musica, melhor; no entanto, isso não significava que a banda não fosse capaz de criar joias musicais. Here Comes The Pain é como um predador à espreita e a fúria das linhas de guitarra definem o teor da canção, que poderia ter um nova chance nos próximos shows. Haunting The Chapel (Haunting The Chapel, 1984) O Slayer pode ter lançado seu álbum de estreia, Show No Mercy, em 1983, mas parece que foi o EP Haunting The Chapel que teve o efeito mais galvanizador na cena metal, já que inspirou nomes como Bolt Thrower, Death e, até mesmo, o Ghost. Uma pena que a faixa-título do EP tenha ficado longe das apresentações por mais de 20 anos. Então, comemorar os quarenta anos do EP tocando a canção seria deveras interessante. Fictional Reality (Divine Intervention, 1994) Com Lombardo fora, Paul Bostaph assumiu a batera em 1994, no álbum Divine Intervention. O barulho de Bostaph foi posto à prova ao longo do álbum enquanto o Slayer se mantinha firme e produzia um thrash visceral. Fictional Reality é uma faixa que mostra bem a contribuição de Bostaph para o som da banda. O som foi tocado ao vivo apenas uma vez, então, está na hora de mudar esta estatística. Via: Rockbizz

Deep Sabbath: Versão de Smoke On The Water tocada por Tony Iommi é mais pesada do que a original
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07/03/2024

Deep Sabbath: Versão de Smoke On The Water tocada por Tony Iommi é mais pesada do que a original

Em 1983, o Black Sabbath era uma banda que pisava em ovos para não falir de vez – isso valia nas questões financeiras, contratuais e criativas. A debandada de Ronnie James Dio (vocal) e Vinnie Appice (bateria) foi um golpe duro ao grupo; as incertezas quanto à formação e o prosseguimentos das atividades ficaram evidentes. A turma engravatada que assinava os cheques obrigou o retorno de Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Logo, Tony só precisava de um vocalista para completar o time. O novo pintassilgo do Sabbath foi encontrado em uma noite de bebedeira entre Iommi e Ian Gillan – na época, ex-frontman do Deep Purple. Longa história em poucas palavras, a trupe compôs e gravou algumas canções; os caras as lançaram sob a égide de Born Again. O disco divide opiniões até os dias de hoje, visto que parte dos fãs curte, já a outra parte do público tem mais raiva do que quando o time do coração perde campeonato. Mesmo assim, os músicos caíram na estrada com esse misto de Black Sabbath e Deep Purple, ou seja, uma alquimia cujo o resultado fora um Deep Sabbath. Os shows da turnê não vingaram, pois o misto das duas bandas causava estranhamento em todo mundo, praticamente. Como resultado, a baixa procura por ingressos se tornou constante em toda tour, o que desanimou os caras, colocou tudo a perder e fez cada músico procurar o que fazer em outras vizinhanças. Contudo, alguns registros ao vivo foram captados, portanto, é possível curtir uma versão de Smoke On The Water tocada por Tony Iommi, que é ainda mais pesada do que a versão original da canção. Então, Senhoras e Senhores, deixamos vocês ao som do Deep Sabbath! Via: Rockbizz

“Kiko Loureiro atingiu um patamar artístico que o Angra não comporta”, diz Rafael Bittencourt
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07/03/2024

“Kiko Loureiro atingiu um patamar artístico que o Angra não comporta”, diz Rafael Bittencourt

Durante entrevista ao canal Ibagenscast, o guitarrista e o único membro da formação original do Angra, Rafael Bittencourt, explicou a influência de Kiko Loureiro no grupo brasileiro de power metal e negou uma volta do músico ao conjunto. Cabe relembrar que Kiko deixou o Angra em 2015 para se juntar ao Megadeth, contudo, o guitar hero deixou a empresa de Dave Mustaine no ano passado (2023) para se dedicar à família e projetos pessoais. “Ele [Kiko Loureiro] vai estar tão envolvido [no Angra] quanto sempre esteve; sem nenhum compromisso de estar envolvido, artisticamente”, declarou Rafael. “Ele participou dos dois últimos discos [a saber: Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023)], fez solo e foi um convidado especial”, explicou. “E vamos segui assim: quando ele puder e quiser será convidado especial em grandes celebrações e show especial”, pontuou. “Como artista ele sempre será um convidado especial dentro do Angra”, acrescentou. “Ele atingiu um patamar como artista que o Angra não comporta. Eu não consigo manter o Kiko como um guitarrista e artista no Angra”, ressaltou Bittencourt. “Eu tenho o privilégio de tê-lo como conselheiro, parceiro e sócio, mas seria muito difícil manter um cara que participou do Megadeth no Angra”, finalizou o guitarrista. O bate-papo completo pode ser assistido no player logo abaixo: Via: Rockbizz

Saxon libera o clipe da nova música Madame Guillotine
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07/03/2024

Saxon libera o clipe da nova música Madame Guillotine

O Saxon liberou o clipe da nova música Madame Guillotine; faixa presente no álbum Hell, Fire And Damnation, lançado em 19 de janeiro de 2024 via Silver Lining Music. O disco, que é vigésimo quarto trabalho de estúdio do conjunto, é o sucessor de Carpe Diem, lançado em 2022. Hell, Fire And Damnation foi produzido por Andy Sneap (Judas Priest, Accept, Exodus, entre outros) e pelo vocalista Biff Byford; já a mixagem e a masterização ficaram na responsabilidade de Sneap. Hell, Fire And Damnation está disponível em CD, vinil preto, vinil vermelho, cassete, boxset e digital (download e streaming). Track listing de Hell, Fire And Damnation: 01. The Prophecy02. Hell, Fire And Damnation03. Madame Guillotine04. Fire And Steel05. There’s Something In Roswell06. Kubla Khan And The Merchant Of Venice07. Pirates Of The Airwaves08. 106609. Witches Of Salem10. Super Charger Via: Rockbizz

“Paranoid” do Black Sabbath ultrapassa a marca de 1 bilhão de streamings
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07/03/2024

“Paranoid” do Black Sabbath ultrapassa a marca de 1 bilhão de streamings

A banda de heavy metal Black Sabbath, é mundialmente conhecida tanto pelo seu vocalista Ozzy Osbourne, quanto pelas suas músicas, que são verdadeiros hinos do rock mundial. Entre o ranking de melhores músicas da banda, muitos colocariam no topo o som “Paranoid” do álbum de mesmo nome, e devido a tamanha fama, essa música recentemente passou a fazer parte do Billions Club (Clube dos Bilhões) do Spotify. O Billions Club nada mais é do que uma playlist organizada pela plataforma de streaming Spotify. A lista contém as músicas que atingiram a marca de mais de um bilhão de streams na plataforma. Essa playlist que foi lançada em 2020, conta com grandes nomes da música mundial como por exemplo Guns N’ Roses, Aerosmith, Queen e System Of A Down. Após a conquista desse marco, o Spotify presenteia os artistas com a placa do Billions Club. Clique aqui para ouvir a playlist do Billions Club. A playlist atualmente conta com mais de 500 títulos, que totalizam mais de 24 horas de muita música diversa, repleta de pop, e muitos clássicos da música. Podemos encontrar também sons como “Basket Case” do Green day, “Enter Sandman” do Metallica, “Californication” do Red Hot Chilli Peppers, “Zombie” do grupo Cranberries, “Take On Me” do A-ha, entre muitas outras faixas. A banda comemorou o marco de dois bilhões de streams na plataforma, com um post em sua rede social Twitter/X: “Paranoid” has joined the Billion Plays Club on @Spotify. Crank it up now! https://t.co/97tj5wxRL5#paranoid #spotify pic.twitter.com/EB7eXXhNgX — BlackSabbath (@BlackSabbath) March 4, 2024 Paranoid e o sucesso do Black Sabbath O álbum Paranoid do Black Sabbath é o segundo de estúdio da banda, lançado em 1970 no Reino Unido, e 1971 nos Estado Unidos. O disco carrega consigo muitos dos grandes hits do grupo e é reconhecido como influência para muitas bandas. Paranoid segue sendo referência na cultura pop até hoje. É impossível ouvir a faixa “Iron Man” sem relacioná-la com o filme Homem de Ferro. Repleto de críticas ao sistema militar estadunidense e à guerra do vietnã, o álbum conta com a faixa “War Pigs” um verdadeiro grito contra toda essa violência. Por sua vez, a faixa “Paranoid” é um pedido de ajuda de uma mente conturbada. “Can you help me? Occupy my brain?” (Você pode me ajudar? Ocupar meu cérebro?). A banda que esteve em atividade até 2017 segue agradando com suas músicas, e conquistando seu lugar nas paradas de sucesso. A música “Paranoid” conquistou também outros marcos, além do Billions Club. Atingiu a quarta posição na parada de singles do Reino Unido e a posição 61 na Billboard Hot 100 dos Estados Unidos. A composição do hit “Paranoid” Em novembro de 2003, durante um programa da rádio BBC o guitarrista Tony Iommi comentou sobre a criação do riff inicial da música “Paranoid” (via Blabbermouth): “Estávamos no estúdio gravando o álbum Paranoid, os caras saíram para comer alguma coisa, e o produtor disse: ‘Precisamos de outra música. Não temos músicas suficientes no álbum. Você pode montar uma?’ Eu disse, ‘Bem, não.’ Ficamos lá apenas por alguns dias, sabe. E eu disse: ‘Bem, não sei. Nunca escrevi uma música de três minutos.’ O Sabbath sempre escreveu músicas com cinco ou seis minutos de duração. Então eu tive essa ideia e esperei até que os outros voltassem do pub. E então toquei a ideia para eles. E, basicamente, nós fizemos isso ali mesmo.” Sobre o sucesso da música Iommi diz: “A única coisa naquela época para nós com Paranoid foi atrair um público diferente daquele a que estávamos acostumados”. E continua: “Vimos muitas garotas gritando e coisas assim, com as quais não estávamos acostumados nos shows. E estávamos fazendo o Top Of The Pops (programa de TV do Reino Unido) que estava atraindo um público diferente do que esperávamos, pessoas que não nos conheciam vinham ouvir a banda tocar. Eles só ouviam “Paranoid” na TV e pensavam: ‘Bem, vamos vê-los’. E, claro, eles terminavam ouvindo “Iron Man” e todo o resto e pensavam: ‘Oh meu Deus. O que é tudo isso?’” A visão de Geezer Butler sobre a música Em entrevista à revista Guitar World em 2004, o baixista Geezer Butler comenta sobre a gravação do álbum (via Blabbermouth) “foi gravado ao vivo no estúdio em cerca de dois ou três dias. A música ‘Paranoid’ foi escrita como uma reflexão tardia. Basicamente, precisávamos de um preenchimento de três minutos para o álbum, e Tony veio com o riff. Eu rapidamente fiz as letras, e Ozzy estava lendo-as enquanto cantava.” Sobre a inspiração para a letra Butler comenta: “é sobre depressão, porque eu realmente não sabia a diferença entre depressão e paranoia. É uma coisa relacionada à droga; quando você está fumando um baseado, você fica totalmente paranoico com as pessoas. Você não consegue se relacionar com as pessoas. Há aquela ligação entre a paranoia que você sente quando fuma maconha e a depressão que vem depois.” Em 2017, após uma história de 49 anos de banda, o grupo encerrou sua turnê de reunião The End, que foi a última do conjunto, pois o guitarrista Tony Iommi foi diagnosticado com um linfoma que o impediu de viajar por períodos muito longos de tempo. O guitarrista estava passando pelo tratamento do câncer durante a gravação e divulgação da turnê do álbum 13, o primeiro álbum de estúdio em 35 anos com Iommi, Osbourne e Butler tocando juntos. LEIA TAMBÉM:“Black Sabbath” é eleita melhor música de metal da história pela Rolling Stone Via: WikiMetal

Corey Taylor fala sobre os desafios e superações ao lidar com a depressão 
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07/03/2024

Corey Taylor fala sobre os desafios e superações ao lidar com a depressão 

Corey Taylor, vocalista da banda Slipknot, revelou detalhes de sua saúde mental em entrevista ao canal do YouTube The Void with Christina, cedida em dezembro de 2023 durante o festival Good Things na Austrália, porém, só liberada em vídeo recentemente. O vocalista destacou a importância de se manter aberto e conversar a respeito de sua luta pessoal (transcrito via Blabbermouth.Net): “É interessante. Sempre fui muito franco sobre tudo e nunca percebi que era um estigma falar sobre esses assuntos, para ser sincero. Era uma linha que você realmente não cruzava ou não admitia, especialmente alguém na minha profissão ou algo assim. Também havia pessoas que meio que usavam isso como um assunto da moda, nunca de forma eloquente ou muito aberta. Então, quando comecei a me abrir, a resposta foi extraordinária.” Taylor contou como outras pessoas se inspiraram em sua postura e isso o ajudou ainda mais: “As pessoas simplesmente disseram, ‘você me deu a coragem de me abrir sobre isso por conta própria e conversar com as pessoas de quem eu gosto sobre o que estava me afetando’. Senti que, sim, estava sendo muito aberto na imprensa e outras coisas, mas não era capaz de fazer realmente o mesmo com eles, expor o que estava me afetando. E no segundo em que me arrisquei, se tornou uma grande virada de jogo. Então, realmente, de uma forma estranha, os fãs me ajudaram a ser ainda mais aberto. Foi quase esse tipo de vibração cíclica que eu não esperava.” O convívio com a doença Corey também falou como tem sido lidar com o transtorno bipolar e a falta de conhecimento que as pessoas têm sobre a doença: “O mais importante que as pessoas não entendem é a perda de sentimento que vem com isso, especialmente quando o lado físico atinge você e se torna aquele trabalho árduo, quase impossível de apenas estar vivo ou ser humano. É algo que simplesmente não dá para descrever, a menos que também tenham passado por isso”. Corey prossegue: “E, obviamente, há pessoas que tiveram crises de depressão, mas não têm o físico, o transtorno bipolar. Uma vez que o vazio atinge, então podem ter empatia de uma forma estranha. Mas é realmente difícil tentar fazê-los ver por que é tão difícil simplesmente superar. É quase como substituir seu corpo pelo corpo de um manequim e ter que ser muito plástico, e tudo é tão deliberado e tudo tão pesado… eu chamo isso de tentar correr debaixo d’água. Então eu acho que essa é a coisa mais difícil, para realmente fazer com que as pessoas entendam e tenham empatia.” A depressão é uma doença que Corey vem lutando ao longo de seus 50 anos. A doença chegou a fazer Corey atentar contra a própria vida em sua juventude. Confira a entrevista completa: LEIA TAMBÉM: Corey Taylor canta “Drugs” com Falling In Reverse em Las Vegas Via: WikiMetal

Jack Black faz convite para Britney Spears após viralizar com cover de “…Baby One More Time”
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07/03/2024

Jack Black faz convite para Britney Spears após viralizar com cover de “…Baby One More Time”

Jack Black segue esbanjando carisma, dessa vez, durante a premiere de Kung Fu Panda 4. Recentemente, um vídeo viralizou com Black e seu parceiro do Tenacious D, Kyle Glass, cantando e dançando ao som de um cover do hit de Britney Spears, “…Baby One More Time.” O vídeo gerou algumas especulações sobre a versão da música compartilhada nas redes sociais. O emoji de um panda na legenda da publicação levantou rumores sobre a presença da faixa no novo longa de Jack Black, o quarto filme da franquia Kung Fu Panda. De acordo com o The Hollywood Reporter, o cantor confirmou, no último domingo, 3, na estreia do filme, em Los Angeles, que a música está na trilha-sonora da obra, mais precisamente, nos créditos finais. Black acrescentou que a escolha pela diva do pop partiu de iniciativa própria, após o diretor, Mike Mitchell, ter solicitado uma música do Tenacious D para o encerramento do longa. “Nosso diretor, Mike, falou ‘ei, adoraríamos ter uma música do Tenacious D nos créditos’, e eu pensei, ‘sério? Podemos tocar Britney Spears?’ ele concordou e disse que queria ‘…Baby One More Time’, por ter uma pegada de Kung Fu.” View this post on Instagram A post shared by Jack Black (@jackblack) Jack Black e Britney Spears Na mesma ocasião, Jack Black aproveitou para mandar uma mensagem de carinho para Britney Spears, conforme apurado pelo Entertainment Tonight. “Britney, se você estiver assistindo, eu te amo. Estamos muito orgulhosos disso, espero que você também goste.” Spears está familiarizada com esse tipo de exposição no Instagram, graças aos seus energéticos vídeos de dança, filmados de sua casa e, repletos de movimentos de chutes e rodopios. Black, então, afirmou estar a uma ligação de distância caso a cantora tenha interesse em colaborar em um vídeo de dança. “Estou aqui! Eu estou pronto quando você estiver. Estou esperando ao lado do telefone. Eu também sei chutar! Não tão bem quanto a Britney, mas eu tenho o meu gingado.” No post viral de Jack Black, houve até quem pedisse um álbum completo do Tenacious D com covers de Britney Spears. É claro que o cantor não poderia deixar de também mostrar seus movimentos de dança na premiere do seu novo filme. .@JackBlack and Kyle Gass dance to “Baby One More Time” at the premiere of #KungFuPanda4 pic.twitter.com/TZOiwHFiGX — The Hollywood Reporter (@THR) March 3, 2024 Kung Fu Panda 4 estreia nos cinemas brasileiros no dia 21 de março de 2024. LEIA TAMBÉM: Foo Fighters e Jack Black fazer cover de “Big Balls” do AC /DC Via: WikiMetal

Ace Frehley se enrola com efeito de fumaça na guitarra; veja vídeo
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07/03/2024

Ace Frehley se enrola com efeito de fumaça na guitarra; veja vídeo

Durante show realizado em 3 de março no cruzeiro Monsters Of Rock, Ace Frehley se enrolou com efeito de fumaça na guitarra. Frehley acidentalmente acionou o truque da fumacinha enquanto tocava o clássico do KISS, Cold Gin. No vídeo abaixo, você pode conferir a mancada do Spaceman – o momento exato do problema é a partir de 0:59. Veja: 10.000 Volts E por falar em Ace Frehley, o guitarrista lançou no dia 23 de fevereiro seu novo álbum de estúdio, intitulado 10.000 Volts, pela MNRK Music Group. No final do ano passado, em entrevista ao Nuvo, o guitarrista falou sobre o novo álbum: “É provavelmente o melhor disco que já fiz. Estou muito animado com isso. Foi a primeira vez que escrevi a maioria das músicas com um grande amigo meu, Steve Brown”. Track listing de 10.000 Volts: 01. 10,000 Volts02. Walkin’ On The Moon03. Cosmic Heart04. Cherry Medicine05. Back Into My Arms Again06. Fightin’ For Life07. Blinded08. Constantly Cute09. Life Of A Stranger10. Up In The Sky11. Stratosphere Via: Rockbizz

David Gilmour: 5 solos subestimados do mestre da Stratocaster
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06/03/2024

David Gilmour: 5 solos subestimados do mestre da Stratocaster

David Gilmour é um músico que dispensa longas e tediosas introduções, visto que seu trabalho ao lado do Pink Floyd e em carreira solo tutelam o seu prestígio e sucesso no mercado musical. Dono de um timbre peculiar, que é possível reconhecer em apenas uma nota – tal qual Carlos Santana, Tony Iommi, Pete Townshend e Jimmy Page -, Gilmour é uma fusão muito bem consumada entre o blues e o rock n’ roll. Amparado pelo som estalado da Fender Stratocaster, David arremata seu playing com muita expressão em bends de até dois tons, vibrato e uso de alavanca. Sem contar os incomparáveis saltos de corda, riffs e solos com corda solta e as dinâmicas impostas pelo desdenhado tempo de respiro para que as notas e frases ganhem ainda mais dimensão. Em suma, David Gilmour propõe um diálogo com a guitarra, sendo assim, há uma hora para falar, refletir, pausar e retomar a conversa para o caminho que bem desejar. Portanto, como uma forma de celebração ao seu imenso legado, queremos recordar 5 solos subestimados do mestre da Stratocaster. Vamos enumerar os solos que passam longe do top five dos fãs, mas que são profundamente caprichados. High Hopes O solo final da canção é uma pintura do começo ao fim! Feito em uma lapsteel, também conhecida como guitarra havaiana, comprova a genialidade de Gilmour, pois apresenta ao ouvinte o esquema de começo, meio e fim, tudo está muito bem arranjando e propondo uma história ao público. As frases não são desconexas, tampouco soam como um mero exercício de estudo do instrumento. Embarque nesta viagem com o mestre! One of These Days Tal qual a canção citada anteriormente, One of These Days, que é o open track de Meddle, sexto registro de estúdio do Pink Floyd, é assentada na lapsteel, contudo, as frases aqui são mais ácidas e urgentes, isto é, são licks no melhor estilo “abram espaço porque estamos passando”. Run Like Hell É fácil, fácil meter os pés pelas mãos ao usar o pedal de delay, visto que, no mais ínfimo movimento em falso, o efeito pode destruir seu solo e transformar tudo numa lambança em que não se salva absolutamente nada. Em Run Like Hell é o oposto disso, já que é a tecnologia a favor do músico. Frases certeiras e o uso do efeito na medida perfeita. Dogs Lembra daquela história de solos que contam uma história e privilegiam a pausa, o respiro? Então, aqui está outro belo exemplo de tal façanha. Outro destaque do solo de Dogs são os bends dobrados, os double stops e harmônicos artificiais. Marooned The Division Bell, décimo quarto registro de estúdio do Pink Floyd, é um álbum que divide opiniões dos fãs: há quem ame e há quem odeie! Seja qual for o seu lado da história, o disco oferece ao ouvinte um trabalho afiado nas seis cordas, e isso é inegável. O uso de pedal oitavador em Marooned, por exemplo, é de puro requinte, e mostra que os solos de David, mesmo sendo processados por pedais, plugins e afins, exalam emoção em cada nota, nada ali é jogado ou fora de esquadro. Uma obra-prima! Via: Rockbizz

No Megadeth, o tipo de música que Kiko Loureiro fazia era previsível, segundo Rafael Bittencourt
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06/03/2024

No Megadeth, o tipo de música que Kiko Loureiro fazia era previsível, segundo Rafael Bittencourt

O líder e guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, concedeu uma entrevista ao canal Ibagenscast e fora questionado pelo entrevistador sobre a saída de ex-parceiro de trabalho, Kiko Loureiro, do Megadeth. Segundo Rafael, o tipo de música que Loureiro fazia na famosa banda thrash metal era bastante previsível, portanto, em carreira, o guitar hero brasileiro poderá mostrar ainda mais a sua vasta musicalidade. Bittencourt comentou: “Eu fiquei muito feliz por ele! Kiko é um grande artista, um grande guitarrista. É um cara que realmente construiu a posição em que está hoje, com merecimento, talento e trabalho. Ele é um cara com uma musicalidade tão grande, que, em termos artísticos, ele vai poder trazer muito mais coisas legais pra gente do que dentro do Megadeth. Eu acho que dentro do Megadeth é um pouco mais previsível o tipo de música que ele vai fazer”. O guitarrista arrematou: “No Megadeth, ele não vai fazer blues, jazz, MPB… Ele não vai fazer mistura de nada. Ele vai pegar uma espécie de formato que já existe e vai acrescentar seu talento. No entanto, agora, ele está artisticamente livre para fazer muita coisa. Ele está livre, e eu acredito que ele vai voar e brilhar muito mais”. Eis o bate-papo completo neste player: Via: Rockbizz

Dando as caras: 8 sons que têm a participação especial de Ozzy Osbourne
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06/03/2024

Dando as caras: 8 sons que têm a participação especial de Ozzy Osbourne

Para quem ficou os últimos sessenta anos perambulando pela Via Láctea ou colonizando o planeta vermelho, Marte, provavelmente não sabe que o Black Sabbath criou o heavy metal, gênero musical mais odiado por quem tem ouvidinhos sensíveis, e que seu vocalista original, Ozzy Osbourne, é uma persona sui generis, dotado de uma voz inigualável, carisma muito acima da média, personalidade excêntrica e consideráveis doses de loucura. Com o Sabbath, o cantor colocou no mercado álbuns caprichados do quilate de Black Sabbath (1970), Paranoid (1970), Master of Reality (1971), Vol. 4 (1972), Sabbath Bloody Sabbath (1973) e Sabotage (1975). Ao longo desse processo, o talento musical de Osbourne e seus parças – a saber Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – rivalizaram com os mais diversos abusos de drogas e biritas, que eventualmente cobraram um preço alto e puseram em xeque a criatividade da trupe e, até mesmo, a continuidade da banda. O combo formado pelos excessos, desânimo, problemas com empresariamento, imaginação em baixa e arranca-rabo entre os músicos trouxe um racha à banda. Ozzy ficou sozinho nesse imbróglio e fora mandado ao RH para assinar a rescisão de contrato em 1979. Voo solo Demitido e sem perspectiva, o Príncipe das Trevas foi salvo pela empresária Sharon Arden – futura Senhora Osbourne. Goste ou não da sargentona, concorde ou não com o modus operandi da cruela, a mulher colocou de pé uma bem-sucedida carreira solo ao Madman. Trabalhos como Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at The Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No Rest for the Wicked (1988), No More Tears (1991) e Ozzmosis (1995) deram uma segunda encarnação à carreira de Osbourne e a reputação de vanguarda na música pesada. Deu as caras Com carreira solo acumulando ainda mais sucesso do que outrora, tendo, inclusive, direito à Grammy, Ozzy se tornou uma figura bem-quista por praticamente toda cena rock n’ roll e heavy metal. Dessa forma, muitos grupos e artistas queriam orbitar em torno do comedor de morcego, tê-lo em suas respectivas obras musicais e, claro, abrilhantar e alavancar suas carreiras. Sendo assim, o eterno Príncipe das Trevas deu as caras nos trabalhos de algumas bandas e amigos de longa data. E são tais participações especiais do vocalista britânico que queremos recordar neste artigo. Do hard rock ao progressivo, do nu metal ao industrial, Ozzy emprestou seu talento a uma turma da pesada, que você pode conhecer ou recordar nas linhas abaixo. Iron Head – Rob Zombie O Spookyman deu o pontapé em sua carreira solo com o incrível Hellbilly Deluxe, em 1998. Então, para o segundo ato, o material teria que estar no mínimo no mesmo patamar. Ligeiro como poucos, Zombie pediu reforço em The Sinister Urge, e o Madman deu aquela força na pesada Iron Head. A canção é um dos destaques do álbum que ainda conta com Demon Speeding, Feel So Numb e Scum of the Earth. Hey Stoopid – Alice Cooper Outro caso de encorpar o trabalho do amiguinho! Em 1989, a tia Alice botou no mercado o mega platinado Trash, logo, o sucessor tinha a responsabilidade de fazer frente ao citado disco. O papa pombo deu uma palhinha na faixa Hey Stoopid, participando também do videoclipe da canção. Buried Alive – Rick Wakeman Wakeman e Osbourne são amigos de longa data: a amizade surgiu nos anos 70, quando o Yes e o Sabbath trabalharam em seus respectivos álbuns, mas em um mesmo estúdio. Sendo assim, uma parceria entre os caras seria uma questão de tempo, e rolou no trabalho Return to the Centre of the Earth, de 1999. A faixa é assentada no rock progressivo e repleta de partes sinfônicas, portanto, é deveras interessante contemplar a voz do Madman sob tais circunstâncias. Shock the Monkey – Coal Chamber Em meados da década de 1990, o nu metal/new metal era a sensação do mercado norte-americano, era o estilo de som pesado que dava as cartas e lotava as arenas. Em vista disso, veteranos como Metallica e Ozzy Osbourne, por exemplo, logo uniram forças aos calouros e caíram na estrada numa forma de unir o passado e o então presente. A família Osbourne foi além, já que Sharon resolveu empresariar um dos nomes do nu metal. O escolhido fora o Coal Chamber, que chegou ao segundo álbum com a participação do Madman no som Shock the Monkey, que é um cover de Peter Gabriel. I Ain’t No Nice Guy – Motörhead A amizade entre Ozzy e Lemmy Kilmister começou na década 1970, ficou mais próxima ao longo dos anos 80 e, no comecinhos dos anos 90, a dupla era unha e carne, a ponto de um trabalhar no álbum do outro. Para o Motörhead, Osbourne emprestou seus dotes vocais em I Ain’t No Nice Guy, que ainda conta com um solo de guitarra de Slash (Guns N’ Roses). Close My Eyes Forever – Lita Ford Lita ganhou notoriedade como a guitarrista da banda Runaways, contudo, depois que o quinteto se separou, Ford partiu sozinha em busca de um lugar ao Sol. O começo de sua empreitada solo foi tímido; na verdade, aquém do esperado. A coisa mudou de configuração quando Sharon Osbourne passou a gerenciar sua carreira. O dueto com Ozzy em Close My Eyes Forever fora um dos frutos do novo gerenciamento, o que garantiu sua sobrevivência no concorrido mercado fonográfico. Stillborn – Black Label Society Além de ser dependente da esposa/empresária, o cantor britânico sempre foi submisso ao talento de seus guitarristas, principalmente. Portanto, em 2003, o Madman resolveu quitar sua “dívida” com Zakk Wylde dando o ar da graça em Stillborn, faixa do álbum The Blessed Hellride. Take What You Want – Post Malone O negócio aqui é meio estranho, para dizer o mínimo! A tola necessidade de querer se alinhar ao que está em moda pode custar caro, mas o Madman parece não ligar para tal questão e participou da faixa Take What You Want, do rapper Post Malone. O resultado é, pois,

Andreas Kisser lamenta a morte da mãe, Anna Maria Tarkusch
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06/03/2024

Andreas Kisser lamenta a morte da mãe, Anna Maria Tarkusch

O líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, lamentou pelas redes sociais a morte da mãe, Anna Maria Tarkusch. Na legenda da postagem, o músico escreveu: “Descanse em paz Dona Anna! Muito obrigado por tudo, mãe. Você que sempre me apoiou nas minhas escolhas da vida, te amo eternamente. Obrigado, obrigado”. A postagem de Andreas pode ser vista logo a seguir: O RockBizz se solidariza e envia as condolências a Andreas e todos os outros familiares e amigos de Dona Anna Maria Tarkusch. Via: Rockbizz

Steve Harris (Iron Maiden) deseja escrever uma autobiografia: “É só uma questão de tempo”
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06/03/2024

Steve Harris (Iron Maiden) deseja escrever uma autobiografia: “É só uma questão de tempo”

O baixista do Iron Maiden, Steve Harris, manifestou interesse em escrever uma autobiografia. O músico, que fundou a banda britânica em 1975, discutiu o assunto durante uma entrevista recente ao programa Trunk Nation With Eddie Trunk, da Sirius XM. “Eu adoraria escrever um livro em algum momento, é só uma questão de tempo”, ele disse (via Blabbermouth). “Porque há tantas outras coisas que faço quando não estou em turnê”, acrescentou. O baixista então se comparou ao vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, que lançou sua autobiografia, What Does This Button Do?, em 2017. “Eu não poderia fazer como Bruce faz”, explicou Harris. “Quero dizer, ele faz 10 coisas ao mesmo tempo. Ele me disse que estava escrevendo [seu livro] até no camarim antes dos shows… Não consigo fazer isso. Eu preciso definir e realmente ser mais metódico do que isso. Então eu sei que levaria um pouco de tempo para escrever. Mas, sim, eu gostaria de escrever”. O Iron Maiden começará os shows de 2024 da The Future Past Tour em setembro na Austrália e passará pelo Japão, América do Norte e América do Sul até o final do ano. A lista completa de datas está disponível no site oficial do grupo. Via: Rockbizz

Bikini Kill surpreende em seu primeiro show no Brasil com set completo e performance envolvente
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06/03/2024

Bikini Kill surpreende em seu primeiro show no Brasil com set completo e performance envolvente

Após 33 anos de sua formação, Bikini Kill volta aos palcos para uma turnê única com início na noite de ontem (05) na Audio, em São Paulo. Com ingressos esgotados nas primeiras horas de venda, o público realmente compareceu ao show cedo, para prestigiar as bandas de abertura e pode assistir ao vivo músicas icônicas das riot grrrls, além do momento ‘‘girls to the front’’, marcando a grande interação da banda com o público feminino e dissidente presente. Subindo às 22h no palco, sem atraso, Bikini Kill abriu o show com a música New Radio. A plateia pulou muito com clássicos como Suck My Left One e a apresentação se encerrou com os hits icônicos Double Dare Ya e Rebel Girl. A apresentação contou com abertura das bandas Florcadaver, The Biggs e por fim, Bertha Lutz, com sets entre shows das DJS CamillaJaded & Erika. Para fechar a turnê do grupo, a próxima data será no dia 14 de março e ainda conta com ingressos disponíveis no site Ticket360. Com shows de As Mercenárias, Punho de Mahin, Weedra, e as DJs que já representaram na primeira data. Via: Rockbizz