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Journey: Don’t Stop Believin’ é eleita a maior música de todos os tempos
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19/03/2024

Journey: Don’t Stop Believin’ é eleita a maior música de todos os tempos

O clássico atemporal Don’t Stop Believin’, do Journey, foi oficialmente declarado como a “Maior Música de Todos os Tempos” pela Forbes. De acordo com a RIAA (Recording Industry Association of America), a canção é agora um single com 18 certificados de platina. Lançada em outubro de 1981 no sétimo álbum de estúdio do Jouney, intitulado Escape, Don’t Stop Believin’ rapidamente se tornou a música de assinatura da banda. A aclamação da crítica foi instantânea, a Billboard elogiou a “guitarra e vocal fluidos” e a AllMusic declarou Don’t Stop Believin’ uma “música de rock perfeita” e um “hino”, apresentando “um dos melhores riffs de teclado do rock”. Décadas após seu lançamento, a música se tornou a faixa digital mais vendida do século XX, com mais de sete milhões de downloads. Via: Rockbizz

Anette Olzon (ex-Nightwish) divulga o novo single Day Of Wrath
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19/03/2024

Anette Olzon (ex-Nightwish) divulga o novo single Day Of Wrath

Anette Olzon, ex-vocalista do Nightwish, acaba de divulgar seu novo single Day Of Wrath. A faixa estará presente no terceiro álbum solo da cantora, intitulado Rapture, que será lançado no dia 10 de maio via Frontiers Music Srl. Rapture contou com a produção de Magnus Karlsson (Primal Fear, Phenomena, entre outros) e mixagem de Jacob Hansen (Pretty Maids, Volbeat, The Dark Element). Além de Anette, o disco contou com a atuação de Magnus Karlsson (guitarra, baixo e teclado), Anders Köllerfors (bateria) e Johan Husgafvel (vocal gutural). Ouça Day Of Wrath abaixo: Track listing de Rapture: 01. Heed The Call02. Rapture03. Day Of Wrath04. Requiem05. Arise06. Take A Stand07. Cast Evil Out08. Greedy World09. Hear My Song10. Head Up High11. We Search For Peace Via: Rockbizz

Summer Breeze Brasil reúne grandes bandas do heavy metal em abril
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19/03/2024

Summer Breeze Brasil reúne grandes bandas do heavy metal em abril

Depois de uma primeira edição de sucesso em 2023, o Summer Breeze Brasil está de volta em 2024 e apostando ainda mais alto. Depois de trazer atrações como Blind Guardian, Bruce Dickinson, Lamb of God e mais, o festival deu um passo a mais e anunciou um dia extra em sua segunda edição. O Summer Breeze Brasil 2024 acontece nos dias 26, 27 e 28 de abril (de sexta a domingo) novamente no Memorial da América Latina. Alguns dos nomes confirmados no Summer Breeze Brasil 2024 são Gene Simmons e sua banda, Mercyful Fate, Mr. Big, Sebastian Bach, Within Temptation, Epica, HammerFall, Anthrax e Killswitch Engage. Os ingressos para o festival estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. Saiba mais sobre o evento clicando aqui e confira abaixo o lineup completo. View this post on Instagram A post shared by Summer Breeze Brasil (@summerbreeze.brasil) LEIA TAMBÉM: Summer Breeze Brasil 2024: representatividade feminina no metal Via: WikiMetal

“Música é uma das coisas que precisamos na vida, e graças a Deus nós a temos”, diz Kirk Hammett
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19/03/2024

“Música é uma das coisas que precisamos na vida, e graças a Deus nós a temos”, diz Kirk Hammett

Em conversa com o site American Songwriter, o guitarrista solo do Metallica, Kirk Hammett, enalteceu o poder da música em nosso dia a dia. Segundo o músico, a música é uma das coisas que precisamos na vida, e graças a Deus nós a temos. Kirk disse: “O Metallica parece que está ficando cada vez maior, e isso é uma coisa boa. Vamos apenas continuar a fazer a coisa positiva, que é fazer música que possa unir as pessoas e ajudá-las no dia a dia. A banda está além do status, finanças e competição mesquinha. É a cultura em sua forma mais elevada, na medida em que ajuda e inspira as pessoas, e as conduz ao longo do dia”. Hammett arrematou: “Vamos continuar a fazer isso! Ninguém pode acordar e dizer: ‘Esse é o fim do Metallica’. Não! É como dizer que é o fim da música. Isso nunca vai acontecer. Música é uma das coisas que precisamos na vida, e graças a Deus nós a temos”. O mais novo álbum do Metallica é o 72 Seasons, décimo primeiro registro de estúdio do grupo, que foi lançado no dia 14 de abril de 2023 pela Blackened Recordings, selo próprio da banda. Produzido por Greg Fidelman com o guitarrista/vocalista James Hetfield e Ulrich, é o primeiro disco de inéditas desde Hardwired…To Self-Destruct, de 2016. Track listing de 72 Seasons: 01. 72 Seasons02. Shadows Follow03. Screaming Suicide04. Sleepwalk My Life Away05. You Must Burn!06. Lux Æterna07. Crown Of Barbed Wire08. Chasing Light09. If Darkness Had A Son10. Too Far Gone?11. Room Of Mirrors12. Inamorata Via: Rockbizz

Black Veil Brides se apresenta em São Paulo; ingressos à venda
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19/03/2024

Black Veil Brides se apresenta em São Paulo; ingressos à venda

A banda americana Black Veil Brides retornará ao Brasil para um único show em São Paulo. O evento faz parte da Bleeders South American Tour 2024 e acontecerá no Terra SP no dia 26 de março. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Pixel Ticket. Além do Brasil, a banda se apresentará também na Colômbia (19/03), Chile (21/03) e Argentina (23/03). SERVIÇOData: 26/03/2024 – terça-feiraLocal: Terra SPEndereço: Av. Salim Antônio Curiati, 160, 04690-050, Campo Grande, São Paulo, SPHorário: 19hClassificação: +16 anos Ingressos:PISTA – Meia / Promocional 2º Lote: R$ 200,00Pista – Inteira 2º Lote: R$ 400,00Mezanino – Meia Promocional 1º Lote: R$ 220,00Mezanino – Inteira 1º Lote: R$ 440,00Venda: https://pixelticket.com.br/eventos/18785/black-veil-brides-em-sao-paulo Via: WikiMetal

Neil Young irá recolocar seu catálogo no Spotify após dois anos
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19/03/2024

Neil Young irá recolocar seu catálogo no Spotify após dois anos

Em forma de protesto, o músico e compositor Neil Young, retirou seu catalogo musical da plataforma de streaming Spotify, em janeiro de 2022. O episódio ocorreu após o podcast do comediante americano Joe Rogan, disseminar noticias falsas sobre as vacinas de COVID-19. O podcast de Rogan era exclusivo da plataforma, porém, o contrato se encerrou, fazendo os episódios acessíveis nos serviços da Amazon e Apple, levando Young a retornar ao Spotify. Não muito satisfeito, em seu blog, o músico declarou em nota (transcrito via NME): “Spotify, o streaming número 1 de música de baixa resolução no mundo. Spotify, onde você obtém menos qualidade do que fizemos, agora será a casa da minha música novamente.” Em continuação, ele explica o motivo de não sair dos demais streamings: “Minha decisão ocorre no momento em que os serviços de música Apple e Amazon começaram a oferecer os mesmos recursos de podcast de desinformação aos quais me opus no Spotify. Não posso simplesmente deixar a Apple e a Amazon, como fiz com o Spotify, porque a minha música teria muito pouco canal de streaming para os amantes da música.” Esperança de uma plataforma melhor Neil Young diz que espera uma melhora na qualidade e entrega das músicas. “Espero que o Spotify recorra à alta resolução como resposta e corte todas as músicas para todos. Spotify, você consegue! Seja realmente o número 1 em todos os sentidos. Você tem a música e os ouvintes! Comece com um nível limitado de alta resolução e desenvolva a partir daí!” A Billboard calculou quanto o compositor deixou de ganhar no tempo em que esteve ausente e os valores chegam a 300 mil dólares. LEIA TAMBÉM: Fundador do Spotify se pronuncia sobre controvérsia envolvendo Neil Young e Joe Rogan Via: WikiMetal

Tarja Turunen e Marko Hietala: Veja performance de Left On Mars em São Paulo
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18/03/2024

Tarja Turunen e Marko Hietala: Veja performance de Left On Mars em São Paulo

No dia 8 de março, Tarja Turunen e Marko Hietala, ex-integrantes da banda finlandesa Nightwish, tocaram no Tokio Marine Hall em São Paulo como parte da perna latino-americana da Living The Dream – The Hits Tour 2024. Na apresentação, a dupla tocou o novo som Left On Mars. Veja a performance logo abaixo. Já videoclipe oficial da música pode ser curtido neste outro tocador: A tour brasileira ainda conta com um espetáculo em Recife, que vai rolar nesta terça-feira, dia 19; depois disso, a cantora segue para o México, Costa Rica e El Salvador. Para ficar por dentro de todos os compromissos de Tarja Turunen, é só acessar seu site oficial. Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne relembra o último show com o guitarrista Randy Rhoads
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18/03/2024

Ozzy Osbourne relembra o último show com o guitarrista Randy Rhoads

Depois de integrar o Quiet Riot, Rhoads ganhou fama mundial com a sua técnica impecável e com os incríveis trabalhos Blizzard of Ozz (Ozzy Osbourne, 1980) e Diary of a Madman (Ozzy Osbourne, 1981). A trajetória do músico, no entanto, foi abreviada por um fatídico acidente aéreo, no dia 19 de março de 1982. O guitarrista tinha apenas 25 anos. O derradeiro show de Randy rolou no dia anterior ao acidente, dia 18 de março de 1982, no Knoxville Civic Coliseum, em Tennessee, Estados Unidos. Nesta segunda, quarenta e dois anos depois da tragédia, Ozzy Osbourne usou as redes sociais para relembrar o último show com o guitarrista Randy Rhoads. Veja: O virtuoso guitar hero ajudou a criar verdadeiros clássicos do rock e metal como Mr. Crowley, I Don’t Know, Crazy Train, Flying High Again, Over the Mountain, entre muitos outros. Nos players abaixo, você pode curtir algumas performances da dupla Ozzy Osbourne e Randy Rhoads: Via: Rockbizz

Angel Du$t e No Warning rasgam a Jai entre stage dives e calor extremo
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18/03/2024

Angel Du$t e No Warning rasgam a Jai entre stage dives e calor extremo

Texto por Thiago Vidal O anúncio repentino de que duas bandas da cena hardcore norte-americana viriam ao Brasil para algumas datas me pegou totalmente desprevenido. Angel Du$t com o lançamento recente do ótimo, diferente e desprovido de rótulos Brand New Soul. O álbum, que em si é uma homenagem ao hardcore, e mostra o quanto o gênero ainda pode ser inventivo, aproveitando o momento de libertação que a cena vive e mostrando um som bem equilibrado entre o pop e o muito agressivo tipo de música de onde vem as raízes da banda. No Warning, uma das pioneiras da cena em Toronto, com seu som mais clássico dentro do hardcore punk e influências próximas do NYHC, teve uma ascensão meteórica e dissolução ainda no início dos anos 2000, reagrupando no fim da última década. Era a oportunidade de assistir duas apresentações que, convenhamos, além da dificuldade em pisar em solo brasileiro, o retorno é muito complicado, levando em consideração o truncado mercado de shows do nosso país e cada vez mais a extinção das produtoras menores que valorizam a pluralidade em detrimento ao lucro. A noite no Jai Club, em São Paulo, começou com um atraso de 30 minutos mas foi um contratempo positivo, o tempo de espera fez com que mais pessoas estivessem presentes para conferir o som da Joker. Hardcore paulistano, sem enrolação, com riffs que trazem uma sonoridade mais old school que mescla bem as influências do crossover thrash e hardcore nova-iorquino da do grupo, tudo isso com a mistura brasileira, o gingado, a violência e o sabor do terceiro mundo, o quinteto entregou um show com peso. Enquanto a roda ainda estava tímida mas os braços já estavam rodando, os 2step de aquecimento já rolavam e o calor ainda não era tão intenso, a banda pôde mostrar os primeiros trabalhos recém gravados ao vivo. Os coringas ainda tem muito a contribuir com essa nova onda de bandas que fazem o hardcore ser o hardcore em SP. Stomp entrou com a responsabilidade de manter tudo sob controle e durante alguns momentos os pulos de cima do palco estavam acabando com as pessoas se chocando contra a parede da casa, acho que isso chega próximo do que foi o show dos caras ao vivo. O vocal rasgado do Lucas, vocal da banda, e o baixo extremamente crocante do José Vinicius deram o tom do show que além de rápido foi muito bem executado. Em ”Explanations”, faixa do Tropichaos, a banda a entregou o coração no palco pro público com punhos marcados em X de caneta levantados no ar. Os shows ficam marcados também por uma aderência mais baixa do público, que em parte, preferiu chegar para os “atos principais”. O hardcore é uma cena de nicho no Brasil, totalmente baseada no faça você mesmo, já num país de terceiro mundo que marginaliza tudo o que se recusa a aceitar, talvez uma casa lotada fosse o mínimo para apreciar as bandas que fazem o trabalho de manter a cena viva e ativa no nosso solo. Uma das primeiras frases que Ben Cook, vocalista do No Warning, disse ao subir no palco foi que queria que todos fossem pra frente. Ele queria ver os rostos, sentir a presença da massa e a resposta foram pulos do palco, colisões entre cabeças e a caixa de som que ficava presa ao teto e entrega completa do primeiro ao último som. A banda fez um passeio por todos os lançamentos, com destaque pro impecável I’ll Blood, disco de 2002, com sonoridade clássica que ao vivo só acentua o poder dos caras. O minuto final de “Short Fuse” foi de caos dentro da casa, entre braços girando, versos gritados e punhos no ar. Chegada a hora do esperado último ato, Angel Du$t se preparava para entrar enquanto “Muck Motors”, do último trabalho de estúdio, servia como intro pro que seria o show mais caótico e pesado da noite. Um dos personagens principais da noite, o calor, já tinha quase um efeito psicotrópico no espaço apertado e derretido da pista – talvez isso tenha contribuído para que ninguém ficasse parado um só instante durante uma hora inteira. Abrindo o show com os riffs apressados de “Toxic Boombox” transformando todo o espaço num grande mosh pit, seguido da trinca “Brand New Soul”, “Love Slam” e “Space Jam” mostrando quão rápidas e rasgadas são as faixas do Brand New Soul ao vivo, álbum lançado no final do ano passado e um dos melhores e mais autênticos de 2023. Dividindo o mic com quem se atrevia a ficar em frente ao palco, Justice Tripp, vocal e frontman do Angel dividia o tempo entre cantar, dançar e dizer que num show de hardcore algumas coisas saem do lugar, enquanto a equipe trocava um microfone que tinha acabado de ser destruído por um fã dando stage dive. A noite ainda guardava um encerramento que vai ficar na memória, durante “Set Me Up”, faixa de encerramento da set, várias minas subiram ao palco pra gritar os versos “When I needed you, you were nowhere around/ You set me up to knock me down/ Fuck you, you were nowhere around”. Angel Du$t encerrava sua primeira passagem no Brasil saindo do palco com alguns agradecimentos rápidos. O momento é brilhante, de renovação e aceitação. Em uma única noite foi possível ver que existe um espaço de criação muito mais amplo se comparado ao começo do movimento, essas bandas coexistem e se complementam. Foi presenciado na Jai Club o encontro de gerações, de vertentes diferentes mas que utilizam da mesma linguagem, mantém o mesmo ethos e as mesmas convicções, isso mostra o que o hardcore realmente é, e o porquê de ser tão emocionante. Nossa fotógrafa Marcela Lorenzetti também foi ao show e registrou a noite. Confira nossa galeria de fotos abaixo: Via: WikiMetal

Lita Ford quase substituiu John Paul Jones no Led Zeppelin
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18/03/2024

Lita Ford quase substituiu John Paul Jones no Led Zeppelin

No começo dos anos 70, o Led Zeppelin, depois de ter colocado no mercado cinco álbuns de estúdio, se viu em uma situação complicada: O baixista John Paul Jones queria dar uma pausa das atividades da banda para passar mais tempo com sua família. Como o show não pode parar, Robert Plant (vocal) e Jimmy Page (guitarra) cogitaram recrutar alguém para ocupar o lugar de Jones e garantir o pleno funcionamento das atividades do Led. Pelo o que tudo indica, a guitarrista Lita Ford, que na época tinha apenas 17 anos e tocava na The Runaways, foi considerada para o trabalho. Batendo uma papo com a revista Guitar World, Ford deu mais detalhes sobre o que aconteceu lá na década de 1970. “Jimmy Page e Robert Plant vieram ver o nosso show; na época, a The Runaways era uma grande novidade, porque éramos adolescentes, estávamos detonando e os nossos shows estavam sempre lotados”, lembrou Ford. “O nosso empresário, Kim Fowley, disse: ‘Ok, meninas, reúnam-se para tirar uma foto com Robert Plant e Jimmy Page’. E eu os amava! Eu cresci ouvindo o som deles. Quando aconteceu isso, eu tinha apenas 17 anos”, pontuou. “Robert Plant disse: ‘Queremos substituir o nosso baixista, John Paul Jones’, e eu pensei: ‘Não estou ouvindo isso. Eu me recuso a acreditar que isso realmente esteja saindo da boca dele. Ele deve estar brincando, porque John Paul Jones é o Deus do baixo’”, continuou a artista. “Mas foi isso que ele disse. E eu fui embora pensando: ‘Ah, isso foi legal. Foi gentil da parte dele me olhar assim’. Naquela época, muitas pessoas não nos viam como músicos porque éramos mulheres e jovens”, completou. Em seu livro de memórias, Living Like a Runaway, lançado em 2016, Lita escreveu: “Eu nem tentei. Eu amo John Paul Jones. Ele é um dos meus baixistas favoritos. Eu não conseguia me imaginar substituindo ele, mas o fato de eles pensarem em uma mulher na banda deles, achei muito legal”. No final das contas, Jones não deixou o Led Zeppelin e o quarteto acabou lançando Physical Graffiti em 1975, que é um dos maiores álbuns da discografia do grupo. Via: Rockbizz

Scorpions: Uli Jon Roth não suporta a letra de Rock You Like A Hurricane
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18/03/2024

Scorpions: Uli Jon Roth não suporta a letra de Rock You Like A Hurricane

O rock n’ roll e o heavy metal já nos brindaram com trabalho lírico de primeira ordem, com canções de aprofundado sentido. Todavia, no lado oposto, muitas bandas já nos entregaram letras bem infantis e superficiais. O ex-guitarrista do Scorpions, Uli Jon Roth, por exemplo, comentou, durante entrevista ao The Card King Sports Variety Show, que não suporta a letra de Rock You Like A Hurricane. O músico falou: “Bem, eu não suporto a letra de Rock You Like A Hurricane, mas tem um ótimo riff de classic rock. É um feito e tanto escrever um riff como esse. Ele é inesquecível! Então, Bravo, Rudolf [Schenker, guitarrista do Scorpions]”. Roth completou: “O título da música é ótimo, mas eu não curti a letra. Em relação à guitarra, eu acho que teria tocado linhas de guitarra que apoiasse a música. Nunca fiz nada que destruísse as músicas do Rudolf. Pelo contrário, acho que nos encaixamos muito bem. Se eu tivesse ficado na banda, eu teria tocado algo que apoiasse e se encaixasse nessas músicas”. A entrevista completa está disponível a seguir: Rock You Like A Hurricane está no repertório do álbum Love at First Sting, lançado em março de 1984. A canção foi um dos singles do disco e alcançou a quinta posição da US Billboard. A música também colaborou para que o álbum passasse dos quatro milhões de cópias vendidas em todo mundo. Via: Rockbizz

Ouça “Illumination”, novo single de Marty Friedman
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18/03/2024

Ouça “Illumination”, novo single de Marty Friedman

Marty Friedman anunciou Drama seu 16º álbum solo, para 17 de maio pela Frontiers Music Srl e aproveitou para lançar a faixa de abertura “Illumination” como primeiro single do novo trabalho. Com seis minutos e meio, “Illumination” é uma música instrumental e mostra bem o domínio de Friedman nas cordas. Em publicação no instagram a Frontiers Music Srl informou que pela primeira vez o ex-guitarrista do Megadeth usou guitarras vintage e modernas, “proporcionando um puro deleite para os amantes da música”. View this post on Instagram A post shared by Frontiers Music srl (@frontiersmusicsrl) Drama foi produzido pelo próprio Friedman, gravado na Itália e masterizado em Tóquio. O álbum possui 12 faixas, sendo apenas duas com vocais: “Dead of Winter” com Chris Brooks e “2 Rebeldes” com Steven Baquero Vargas. No release feito para a imprensa Marty Friedman disse que tem planos de fazer uma turnê de divulgação de Drama, porém não há datas confirmadas. Ouça “Illumination” Capa do álbum ‘Drama’, de Marty Friedman Marty Friedman – Drama Illumination Song for an Eternal Child Triumph (Official Version) Thrill City Deep End Dead of Winter Mirage A Prayer Acapella Tearful Confession Icicles 2 Rebeldes (Dead of Winter) [Spanish Version] Mirage (Guitar Karaoke Version) [Japan-only Bonus Track] LEIA TAMBÉM: Kiko Loureiro sugeriu Marty Friedman para substituí-lo no Megadeth Via: WikiMetal

Jon Bon Jovi fala sobre documentário Thank You, Goodnight: “É a verdade de todos, não só a minha”
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17/03/2024

Jon Bon Jovi fala sobre documentário Thank You, Goodnight: “É a verdade de todos, não só a minha”

Em uma nova entrevista para a estação de rádio 105.5 WDHA, Jon Bon Jovi falou sobre Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, primeira série documental que conta a história do Bon Jovi com total cooperação de todos os membros antigos e atuais do grupo. “Olha, criativamente, não estava sob meu controle”, disse Jon. “Isso fazia parte do acordo que fechamos com o diretor [Gotham Chopra]. Ele estava no controle absoluto e eu abri mão disso”. E acrescentou: “Então eu não queria algo do tipo Behind The Music da VH1; não era isso que estávamos procurando. Então são as verdades de todos. As únicas participações que não são parte da banda são Bruce [Springsteen] e Southside [Johnny]. É claro, por causa da influência deles sobre todos nós em Nova Jersey e sobre mim pessoalmente, e eles estão apenas em um trecho do primeiro episódio, apenas para definir o tom”. “Dave ‘Snake’ Sabo [Skid Row] era um dos meus amigos de infância mais próximos e ele não aparece”, o cantor completou. “Por isso que digo que se você não estava na banda, você não está no documentário, ele é apenas a verdade daqueles que estavam presentes”. E concluiu: “Você tem que dizer a verdade – e é a verdade de todos, não só a minha”. Confira a entrevista completa abaixo: Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story A série com quatro episódios tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Thank you, Goodnight: The Bon Jovi Story foi dirigido e produzido por Gotham Chopra, vencedor de vários prêmios Emmy. O filme também tem produção executiva de Giselle Parets e Ameeth Sankaran para ROS, e é produzido e editado por Alex Trudeau Viriato, que desempenhou um papel crítico e criativo na formação da série. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson: Ideia de Tears Of The Dragon foi rejeitada pelo Iron Maiden
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17/03/2024

Bruce Dickinson: Ideia de Tears Of The Dragon foi rejeitada pelo Iron Maiden

Depois da bombástica World Slavery Tour, o Iron Maiden teve pouco tempo de folga, pois logo voltou aos trabalhos para criar o sucessor de Powerslave, de 1984. O direcionamento que o líder e o baixista Steve Harris queria para o grupo era bem diferente das perspectivas de Bruce Dickinson. O Air-Raid Siren queria uma pegada mais acústica, calcada em Jethro Tull, isto é, focada em um folk prog. Dessa forma, o cantor apresentou umas ideias aos companheiros de trabalho, que acabaram sendo recusadas. No lote de ideias, Dickinson mostrou o embrião do que se transformaria em Tears Of The Dragon, hit de sua carreira solo lançado em 1994, no álbum Balls To Picasso. Em entrevista à revista Metal Hammer, Bruce disse: “O Maiden ocupa um espaço único no panteão das bandas de rock, porque não se trata apenas de música, é quase como um fenómeno social. Steve vê a identidade do Maiden como algo muito importante. Para mim, a identidade do Maiden é: ‘Se fizermos diferentes tipos de música ainda será o Iron Maiden, o que é provavelmente bem ingênuo’”. O artista completou sua reflexão afirmando o seguinte: “Eu tive que muitas ideias que foram rejeitadas. Na verdade, eu tive uma ideia que se transformou em Tears Of The Dragon. Essa foi uma das rejeitadas pelo Maiden”. Tears Of The Dragon, que foi lançada como single do segundo trabalho de estúdio solo de Dickinson, o já citado Balls To Picasso, entrou nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, Inglaterra e Finlândia, e ajudou alavancar a carreira do cantor. Via: Rockbizz

Rik Emmett (Triumph) exalta a formação da banda de Ozzy Osbourne dos anos 80
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17/03/2024

Rik Emmett (Triumph) exalta a formação da banda de Ozzy Osbourne dos anos 80

Em vídeo publicado pelo canal VRP Rocks, o vocalista e guitarrista Rik Emmett (Triumph) exaltou a formação da banda de Ozzy Osbourne dos anos 80. De acordo com Rik, o grupo do Madman estava afiadíssimo e marcando o nome na história do rock e metal. “Teve uma vez que nós tocamos em Stoke-On-Trent, no festival Heavy Metal Holocaust”, lembrou Emmett. “A atração principal naquele dia era o Motörhead, e a outra banda era Ozzy”, disse o músico. “Ozzy tinha Randy Rhoads (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Tommy Aldridge (bateria), e essa foi uma das melhores bandas de rock que já vi em minha vida”, destacou. “E olha que eu já vi muitas bandas de rock”, continuou. “Randy Rhoads na guitarra? Meu Deus! Rudy Sarzo no baixo e Tommy Aldridge na bateria, aquela era uma seção rítmica. Eles absolutamente arrasaram. Eles eram muito, muito bons”, concluiu. A fala de Rik Emmett pode ser vista aqui: Via: Rockbizz

Steve Harris (Iron Maiden) explica o que mais lhe atrai no rock progressivo
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16/03/2024

Steve Harris (Iron Maiden) explica o que mais lhe atrai no rock progressivo

Em conversa com o jornalista Dom Lawson, da revista Prog, Steve Harris (Iron Maiden) explicou o que mais lhe atrai no rock progressivo. De acordo com o big boss da Donzela de Ferro, a musicalidade das bandas foi o que mais despertou sua atenção. Steve falou: “Todas as bandas eram incríveis! Elas tinham ótimas composições, ótima musicalidade e tudo mais que podia se ter. Eu simplesmente adorava. As primeiras coisas do Gênesis me davam arrepios. Take a Pebble, do Emerson, Lake & Palmer, era incrível, também”. Harris continuou: “Eu me lembro de ver Jethro Tull no Top Of The Pops pela primeira vez. Minha mãe odiou, o que eu achei ótimo [risos]. Mas não gostei só por causa disso. Eu me apaixonei por esse tipo de música. Eu não conseguia acreditar que havia tanta música boa por aí. Olhando para isso agora, sinto que tive muita sorte de crescer naquela época em que algumas dessas bandas recebiam carta branca para fazer o que queriam”. Steve Harris e o seu Iron Maiden vão iniciar a perna 2024 da The Future Past Tour em setembro na Austrália. A trupe ainda passará pelo Japão, Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Chile e Brasil. Para mais informações a turnê, acesse aqui. Via: Rockbizz

Mais originais que os originais: 8 bandas com mais membros clássicos do que os próprios conjuntos de onde vieram
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16/03/2024

Mais originais que os originais: 8 bandas com mais membros clássicos do que os próprios conjuntos de onde vieram

Ninguém ousa desmentir esta verdade: rock n’ roll e heavy metal são estilos musicais maravilhosos, que estão aí no mercado há décadas superando, inclusive, as premissas e vontades de serem destruídos por muitos de seus difamadores. Apesar de tudo, as bandas têm resistido bravamente no mercado fonográfico: umas com mais integridade e menos avarias, outras bastante esfarrapadas, vivendo de glórias passadas e, às vezes, com apenas um integrante original ou clássico. Por infinitos motivos como ego, dinheiro, inveja e talaricagem, os músicos entram em conflito e deixam os postos para se aventurarem em outros projetos musicais. De tempos em tempos, é possível se deparar, inclusive, com grupos alheios aos originais com mais integrantes das formações clássicas. À vista disso, queremos apresentar oito bandas que têm mais membros originais do que os próprios conjuntos de onde vieram. 1 – U.D.O. Atualmente, o titã metálico alemão, Accept, é conduzido pelos punhos de ferro do guitarrista Wolf Hoffmann, que é o único músico da formação considerada clássica. Já a nova formação do U.D.O. conta o vocalista Udo Dirkschneider e o baixista Peter Baltes, isto é, com dois ex-integrantes do Accept. 2 – The Halo Effect Aqui o negócio é ainda mais grave! O The Halo Effect é integralmente formado por músicos que vieram do In Flames O esquema é: Jesper Strömblad (guitarra – In Flames 1990-2010), Mikael Stanne (vocal – In Flames 1990-1995), Peter Iwers (baixo – In Flames 1997-2016), Daniel Svensson (bateria – In Flames 1998-2015) e Niclas Engelin (guitarra – In Flames 1997-98/2011-2019). O In Flames não tem nenhum músico lá dos primórdios, mas conta Björn Gelotte (guitarra – de 1995-atualmente) e Anders Fridén (vocal – 1995-atualmente). 3 – Kings Of Thrash Kings Of Thrash é um empreendimento do ex-integrantes do Megadeth, David Ellefson (baixo) e Jeff Young (guitarra). O Megadeth continua, claro, sendo a empresa de Dave Mustaine – ele é o único representante das formações clássicas lá dos anos 80 e 90 – e alguns estagiários. 4 – Venom Inc. Neste caso, a coisa toda se originou do Venom, que continua a carreira com um único membro clássico, o vocalista/baixista Conrad “Cronos” Lant. Os ex-coleguinhas de Cronos, Jeffrey “Mantas” Dunn e Tony “Demolition Man” Dolan, montaram o Venom Inc. e seguem carreira sem dar sequer um telefonema na pegada oi, sumida, ao músico britânico. 5 – Martin Barre Band O guitarrista fez história no Jethro Tull ao longo de décadas e trabalhos como Aqualung (1971), Thick as a Brick (1972), Heavy Horses (1978), Stormwatch (1979) e tantos outros. Contudo, de uns tempos para cá, Ian Anderson, líder do JT, demitiu a turma das antigas e contratou apenas estagiários para seguir carreira com o grupo. Já Martin Barre Band tem em sua formação Clive Bunker (bateria) e Dee Palmer (teclado e piano), músicos da fase áurea do Tull. 6 – Velvet Revolver Comecinho da década de 2000, Axl Roses estava contratando e demitindo músicos quase que diariamente para compor o Guns N’ Roses. Por fora dessa confusão, o Velvet Revolver tinha o luxo de ter em suas bases Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo) e Matt Sorum (bateria), ou seja, três ex-GN’R. 7 – Cavalera Conspiracy Bem, a briga é antiga e mais do que conhecida pelos fãs. Max Cavalera e Iggor Cavalera decidiram sair do Sepultura em 1996 e 2006, respectivamente, e o grupo passou a ser comandado por Andreas Kisser. Os irmãos Cavalera montaram o Cavalera Conspiracy, que soa como uma continuação do que fizeram com a banda brasileira anos atrás. Há um empate técnico: irmãos de um lado e Andreas Kisser e Paulo Jr. (baixo) do outro. Porém, a balança tende a pesar mais para o lado em que tem vocal, guitarra e bateria, sendo assim, não seria uma loucura afirmar que o Cavalera Conspiracy é mais Sepultura do que o Sepultura. 8 – Crypta A Crypta, banda de black/death metal composta por Fernanda Lira (vocal e baixo), Tainá Bergamaschi (guitarra), Jéssica Di Falchi (guitarra) e Luana Dametto (bateria), nasceu de uma dissidência da Nervosa. Basicamente, Fernanda e Luana eram integrantes do trio thrasher, mas queriam ampliar a jurisdição musical, o que não contemplava os plano da Nervosa, que tem bandeira fincada e tremulando no thrash metal; assim, as moças criaram a Crypta para dar vazão aos arroubos criativos. Com isso, a Nervosa segue apenas com a frontwoman Prika Amaral da constituição dos primeiros discos. Via: Rockbizz

Wolfgang Van Halen conta como foi convidado para tocar na trilha sonora de ‘Barbie’
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16/03/2024

Wolfgang Van Halen conta como foi convidado para tocar na trilha sonora de ‘Barbie’

Wolfgang Van Halen, líder da banda Mammoth WVH, deu detalhes em entrevista para a Billboard de como recebeu o convite para tocar em “I’m Just Ken”, trilha sonora do personagem coadjuvante do filme Barbie. A princípio, Wolfgang estava em um show de tributo a Taylor Hawkins, que foi organizado pelo Foo Fighters em 2022. Foi então que o músico encontrou pela primeira vez o produtor Mark Ronson, no evento em Londres. E assim recebeu o convite para participar da faixa, que mais tarde se tornou uma das músicas mais tocadas no mundo após seu lançamento. O líder do Mammoth WVH falou sobre como foi o seu primeiro contato com Ronson (via Billboard): “Mark e eu nos demos bem. Ele estendeu a mão e me bateu e foi um momento muito bom. Passei dois dias em seu estúdio e apenas brincamos com ideias. Ronson, e seu parceiro de composição, Andrew, são caras tão maravilhosos e incríveis no que fazem, que foi uma honra ver como eles trabalham.” Além de Wolfgang, o guitarrista Slash, também está na canção, junto com o baterista do Foo Fighters, Josh Freese, e o tecladista do Jellyfish, Roger Manning. Ryan Gosling, é a estrela que canta na música co-escrita e co-produzida por Mark Ronson e Andrew Watt. Wolfgang Van Halen no mundo dos filmes O músico se apresentou ao lado de Slash e Ryan Gosling na 96ª cerimônia do Oscar. Em seu Instagram, fez um pequeno agradecimento a Ronson: “Muito obrigado, Mark, por esta oportunidade única de estar na trilha sonora da Barbie, bem como pela performance da noite passada de “I’m Just Ken” no Oscar. Honrado por ter desempenhado um pequeno papel em algo tão incrível”. View this post on Instagram A post shared by Wolf Van Halen (@wolfvanhalen) Ao ser questionado se gostaria de fazer parte de mais trabalhos como este, Wolfgang, comenta (via Billboard): “Para Mark e Andrew me trazerem para isso, apenas para tocar um pouco de guitarra no filme, foi realmente maravilhoso. Eu adoraria fazer algo assim de novo, especialmente com esses caras. Eles são caras maravilhosos e incrivelmente talentosos. Todos no filme, toda a produção, merecem todos os elogios que recebem. É realmente emocionante.” Wolfgang Van Halen diz estar muito focado e motivado na construção do Mammoth, mas que não irá desperdiçar oportunidades como essa, e que pode arrumar espaço para esse tipo de projeto. LEIA TAMBÉM: Wolfgang Van Halen responde aos ataques de David Lee Roth Via: WikiMetal

Mark Knopfler lança novo single beneficente, Going Home, que reúne mais de 60 ícones do rock
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15/03/2024

Mark Knopfler lança novo single beneficente, Going Home, que reúne mais de 60 ícones do rock

Mark Knopfler, ex-guitarrista/vocalista do Dire Straits, acaba de lançar um novo single beneficente que reúne mais de 60 ícones do rock. A faixa, uma versão de Going Home (Theme From Local Hero) de 1983, conta com nomes como Eric Clapton, Steve Cropper, Peter Frampton, David Gilmour, Buddy Guy, Tony Iommi, Joan Jett, Brian May, Tom Morello, Slash, Bruce Springsteen, Sting, Joe Walsh, Ronnie Wood e muitos mais. A nova versão é ainda mais notável por apresentar a gravação final do lendário guitarrista Jeff Beck, feita pouco antes de sua morte em janeiro de 2023. Os lucros de Going Home (Theme From Local Hero) vão para as instituições de caridade TeenageCancer Trust e Teen Cancer America. O single já está disponível neste link em CD, vinil e formatos digitais. Ouça abaixo: Via: Rockbizz

Bon Jovi: Jon Bon Jovi não sabe quando voltará a fazer shows com a banda
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15/03/2024

Bon Jovi: Jon Bon Jovi não sabe quando voltará a fazer shows com a banda

O vocalista Jon Bon Jovi comentou sobre o futuro das turnês do Bon Jovi, admitindo que sua saúde será o fator determinante para saber se e quando ele voltará a fazer shows com a banda. “Não sei sobre uma turnê”, observou o cantor durante uma entrevista ao Mix 104.1 Boston. “É meu desejo fazer uma turnê no próximo ano, mas ainda estou me recuperando de uma grande cirurgia”. “Embora eu esteja no caminho da recuperação e tenha conseguido aproveitar meu tempo e fazer uma música por dia quando gravei o disco, meu desejo é poder fazer shows de duas horas e meia por noite, quatro noites por semana, durante meses a fio”, explicou Jon sobre suas esperanças de fazer uma turnê. “E então estou trabalhando para atingir esse objetivo”, completou. Em 2022, Jon passou por uma cirurgia reconstrutiva nas cordas vocais. Para saber mais sobre o procedimento médico feito pelo músico, acesse aqui. Confira a entrevista completa abaixo: O Bon Jovi irá lançar seu 16º álbum de estúdio, intitulado Forever, no dia 07 de junho via EMI. Além disso, a primeira série documental que conta a história do Bon Jovi com total cooperação de todos os membros antigos e atuais do grupo, intitulada Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, tem sua estreia marcada para o dia 26 de abril nos Estados Unidos, na plataforma Hulu, e em breve na América Latina pelo Star+. Via: Rockbizz

Kiko Loureiro responde se vai tocar músicas do Dominó na próxima tour brasileira
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15/03/2024

Kiko Loureiro responde se vai tocar músicas do Dominó na próxima tour brasileira

Em julho e agosto, o guitar hero Kiko Loureiro vai embarcar em uma turnê pelo Brasil cujo o foco é recordar todos os momentos de sua carreira, isto é, o repertório terá canções de sua empreitada solo, e sons compostos em sua passagem pelo Angra e pelo Megadeth. Pelas redes sociais, o guitarrista abriu uma sessão de Q&A – Questions and Answers [sessão de perguntas e respostas] e fora questionado se vai tocar alguma música da boy band brasileira, Dominó. É importante explicar que Loureiro foi músico de apoio do conjunto pop, que era liderado pelo multi-instrumentista Afonso Nigro. A resposta do guitarrista foi esta: “A tour que vou fazer no Brasil será com músicas que eu ajudei a compor – em parceria ou sozinho. Então terá músicas dos meus álbuns solos, músicas do Angra que eu ajudei a compor e músicas do Megadeth, canções que eu participei das composições”. Para ficar por dentro da carreira e agenda de Kiko Loureiro, é só clicar aqui. Via: Rockbizz

Tarja Turunen e Marko Hietala unem passado e presente em show vibrante no Rio de Janeiro
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15/03/2024

Tarja Turunen e Marko Hietala unem passado e presente em show vibrante no Rio de Janeiro

A nostalgia paira no ar quando se lembra que já faz mais de vinte anos desde que Tarja Turunen e Marko Hietala, então membros do Nightwish, trabalharam juntos no álbum Century Child (2002). Quem já conhecia pôde desfrutar uma banda que viria a se tornar uma das maiores do planeta, sem imaginar a série de intrigas que também se seguiria, com a demissão nada amistosa de Tarja. Um longo e tortuoso caminho depois, os ex-desafetos desembarcaram no Rio de Janeiro nesta quinta, 15, para a turnê Living the Dream – The Hits. Na teoria, a turnê faz parte da atual carreira solo de Tarja, tendo Marko como convidado. Na prática, não é segredo o que todo fã gostaria de vê-los tocar: os clássicos do passado. E, no fim das contas, a apresentação teve um pouco de tudo. Pontualmente às 21h e com a casa cheia no Sacadura 154, Marko subiu ao palco para seu show solo. Descalço e confortável como quem faz um som no churrasco dos amigos, o comunicativo Hietala fez uma apresentação intimista, no formato voz e violão, acompanhado apenas por um segundo violão de apoio. Em cerca de 40 minutos, tocou covers variados e uma música de sua carreira solo, a cativante Stones. Quando chegou a hora de The Islander (Nightwish), o público soltou a voz e cantou em uníssono, criando um dos momentos mais belos da noite. Apesar da satisfação geral em vê-lo novamente no palco, seria ainda melhor se Hietala substituísse alguns covers por músicas mais pessoais. Por exemplo, mais uma faixa de seu álbum solo, que é um bom disco (Pyre of the Black Heart, 2020). Ou uma versão simplificada de Endlessness, que o Nightwish jamais tocará ao vivo. Ou algo do Delain, com quem Marko já tanto contribuiu. Ou, para o espectador que joga heavy metal no modo avançado, algo do Tarot ou do Sinergy. Enfim, opções não faltam, partindo de uma carreira tão vitoriosa. Eis que, cerca de 20 minutos após Marko sair ovacionado do palco, Tarja entra com sua banda de apoio. Sem pano de fundo ou efeitos, o foco da noite era celebrar a música, o legado e a amizade. Então, após quatro faixas de seu setlist usual, chega o grande momento que todos esperavam: Hietala retorna para o início da apresentação conjunta, e a casa vai abaixo com Dead to the World (Nightwish). Passado e presente se unem: Tarja e Marko ainda performam juntos a inédita Left on Mars, um rock n’ roll sinfônico que a dupla acabou de gravar como single, além de Dark Star e Dead Promises, ambas da carreira solo de Tarja e bem recebidas pelos fãs. Aliás, quem acha que as guitarras são muito altas em um show de rock é porque nunca viu o público. Brincadeiras à parte, com a sequência de pedradas Planet Hell e Wish I Had An Angel (Nightwish), o público vai ao êxtase e faz, provavelmente, o maior barulho que a casa de Sacadura já testemunhou. Depois dessa, Marko pode se despedir e deixar o palco, pois o jogo já está ganho. Tarja agradece pela energia do público e emenda a trinca final de sua carreira solo: I Walk Alone, Victim of Ritual e Until My Last Breath, que também obtiveram calorosa recepção. No encerramento da noite, Hietala retorna para Over the Hills and Far Away. Sem dúvida, o poderio vocal e a presença de palco de Turunen e Hietala ficaram evidenciados, para deleite dos fãs. Mas também é importante ressaltar que, durante toda a apresentação, a dupla se manteve próxima, demonstrou boa química e, acima de tudo, pareceu realmente ter feito as pazes com o passado. Afinal, essa é a única forma de uni-lo ao presente. Via: Rockbizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Bon Jovi, Aborted, DragonForce e mais
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15/03/2024

Lançamentos de rock e metal da semana: Bon Jovi, Aborted, DragonForce e mais

Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Bon Jovi, Gatecreeper, Avatar e mais; novo álbum do Aborted, DragonForce, Scott Stapp e mais; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Aborted – Vault Of HorrorsPara quem gosta de: goregrind The Black Crowes – Happiness BastardsPara quem gosta de: rock DragonForce – Warp Speed WarriorsPara quem gosta de: power metal Scott Stapp – Higher PowerPara quem gosta de: rock alternativo Via: WikiMetal

DragonForce lança clipe para faixa “Burning Heart”
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15/03/2024

DragonForce lança clipe para faixa “Burning Heart”

DragonForce, banda inglesa de power metal, lançou nesta sexta-feira, 15, o clipe para a faixa “Burning Heart”, presente no 9º LP de estúdio intitulado, Warp Speed Warriors (2024, Napalm Records). Sobre a canção, o guitarrista Herman Li, comentou (via Blabbermouth): “Essa é uma música da qual estamos extremamente orgulhosos. É outro hino épico com nosso som característico com 10 solos de guitarra! Já se passaram cinco anos desde que lançamos um novo álbum. Estamos super entusiasmados para que os fãs ouçam ‘Warp Speed ​​Warriors’!” O clipe dirigido por Jake Johnston e produzido por Dan Masso, foi disponibilizado no canal do YouTube da banda e pode ser visualizado abaixo: Warp Speed ​​Warriors O nono trabalho de estúdio, lançado na sexta-feira, 15, conta com 11 composições e sucede o material entregue há 5 anos, Extreme Power Metal (2019, Electric Generation Recordings). Herman Li, guitarrista da banda, falou um pouco mais sobre o novo disco (via Blabbermouth): “Após quatro anos de incubação criativa, estamos muito entusiasmados em lançar o que acreditamos ser nosso álbum mais ambicioso e grandioso até agora. Este álbum mostra múltiplas facetas de nossas habilidades artísticas, e convidamos o metal aficionados de todos os cantos do gênero para descobrir algo cativante dentro de suas camadas. Mal podemos esperar para compartilhar este capítulo de nossa jornada musical com vocês, será épico!” Warp Speed ​​Warriors foi produzido, mixado e masterizado por Damien Rainaud, juntamente com Sam Totman e Herman Li no Mix Unlimited em Los Angeles, Califórnia. DragonForce é formado por Marc Hudson (vocais), Herman Li (guitarra, vocais), Sam Totman (guitarra, vocais), Alicia Vigil (baixo, vocais) e Gee Anzalone (bateria, vocais). LEIA TAMBÉM: DragonForce lança vídeo de cover da Taylor Swift Via: WikiMetal