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Iron Maiden adiciona mais um show à perna norte-americana da The Future Past Tour
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25/03/2024

Iron Maiden adiciona mais um show à perna norte-americana da The Future Past Tour

O Iron Maiden adicionou mais um show à perna norte-americana da The Future Past Tour. A nova data será no Footprint Center em Phoenix, Arizona, no dia 9 de outubro. Os ingressos para o show estarão à venda a partir do dia 29 de março. É importante ressaltar que a banda The Hu, da Mongólia, será o open act da Donzela de Ferro em toda turnê pela América do Norte. O itinerário completo da tour é o seguinte: – 04 de outubro – North Island Credit Union Amphitheatre, San Diego, CA– 05 de outubro – Michelob ULTRA Arena, Las Vegas, NV– 08 de outubro – Kia Forum, Los Angeles, CA– 09 de outubro – Footprint Center, Phoenix, AZ (NEW SHOW)– 12 de outubro – Aftershock Festival, Sacramento, CA– 14 de outubro – MODA Center, Portland, OR– 16 de outubro – Tacoma Dome, Tacoma, WA– 18 de outubro – Delta Center, Salt Lake City, UT– 19 de outubro – Ball Arena, Denver, CO– 22 de outubro – Xcel Energy Center, St. Paul, MN– 24 de outubro – Allstate Arena, Rosemont, IL– 26 de outubro – Scotiabank Arena, Toronto, ON– 27 de outubro – Videotron Centre, Quebec, QC– 30 de outubro – Centre Bell, Montreal, QC– 01 de novembro – Wells Fargo Center, Philadelphia, PA– 02 de novembro – Barclays Center, Brooklyn, NY– 06 de novembro – DCU Center, Worcester, MA– 08 de novembro – PPG Paints Arena, Pittsburgh, PA– 09 de novembro – Prudential Center, Newark, NJ– 12 de novembro – CFG Bank Arena, Baltimore, MD– 13 de novembro – Spectrum Center, Charlotte, NC– 16 de novembro – Dickies Arena, Fort Worth, TX– 17 de novembro – Frost Bank Center, San Antonio, TX Para ver todos os detalhes da turnê, acesse aqui. Vale relembrar que o foco da The Future Past Tour se atém nos álbuns Somewhere in Time (1986) e Senjutsu (2021), o que é uma forma de unir o passado e o presente do grupo. A etapa 2023 da turnê contou com o seguinte setlist: Caught Somewhere In Time, Stranger In A Strange Land, The Writing On The Wall, Days Of Future Past, The Time Machine, The Prisoner, Death Of The Celts, Can I Play With Madness, Heaven Can Wait, Alexander The Great, Fear Of The Dark, Iron Maiden, Hell On Earth, The Trooper e Wasted Years. Via: Rockbizz

Pra infartar fanboy de Black Sabbath: 10 sons maravilhosos da fase Tony Martin
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25/03/2024

Pra infartar fanboy de Black Sabbath: 10 sons maravilhosos da fase Tony Martin

Fanboy – ou o chato de plantão, se preferir – é aquele indivíduo entusiasta ao extremo de uma banda, artista, personalidade, filme e, até mesmo, de empresas e marcas. O comportamento de tais pessoas são invariavelmente delineado por ações descabidas, inflexibilidade e condutas questionáveis, para dizer mínimo. E é claro que as cenas rock n’ roll e heavy metal certamente têm as suas cotas barulhentas de fanboys; no caso da música pesada, são aqueles headbangers que usam camisetas puídas, precisam urgentemente de banho e proferem frases infantis como: “Iron Maiden is my religion”, “Metallica acabou em Master of Puppets” e “Black Sabbath é só com Ozzy Osbourne no vocal”. O citado Black Sabbath, por exemplo, sempre foi um alvo preferencial destes “barizons”, principalmente quando o assunto se envereda para os discos que contam com a voz de Tony Martin. A performance do cantor, bem como suas obras musicais são alvos de muito ódio e hostilização. É importante destacar que ninguém é obrigado a gostar desse ou daquele álbum, artista ou grupo, no entanto, pesar a mão nas críticas e atacar a pessoa física ultrapassa todos os limites do bom-senso. Infelizmente, isto é facilmente visto contra Tony Martin. Portanto, pra infartar fanboy de Black Sabbath, separamos 10 sons maravilhosos da fase Tony Martin. São músicas incríveis e que deixam os críticos mais ferrenhos do cantor comendo poeira na beira da estrada e sem o rumo de casa. Kiss of Death Soturna e pesada, a canção encerra a versão regular do derradeiro trabalho de estúdio com Martin, Forbidden, de 1995. A música é edificada no triunvirato formado pelos riffs de Tony Iommi, linhas baterias poderosas de Cozy Powell e uma interpretação caprichada de Martin. Call of the Wild Nos anos 80 e 90, grandes empresas de tabaco faziam reclames embalados pelo mais saboroso hard rock do mercado. Call of the Wild é nesta pegada, pois lança mão de vibração e intensidade capazes de deixar o espectador/ouvinte colado na telinha da TV e na caixa de som. Glory Ride Riff arrasa-quarteirão, base galopada e refrão em tom altíssimo são alguns dos atributos de Glory Ride. As inserções de teclados, cortesia de Geoff Nicholls, e ponte acústica arrematam o poderio sonoro da canção. Anno Mundi Com andamento cadenciado e ancorada nas impecáveis performances de Tony Martin e Cozy Powell, Anno Mundi é uma joia musical pouco explorada na discografia do Sabbath. Faça um favor a si mesmo, coloque este som em seu player e caia na estrada tendo-o como trilha sonora – só toma cuidado para não exceder o limite de velocidade. Evil Eye Quem comanda a festa em Evil Eye é a Gibson SG de Iommi! O riff é daquele tipo que bate nos ouvidos e, instantaneamente, a air guitar já se faz presente, assim como quando surgem os quatro solos. Além disso, o quê bluesy dá um toque especial, um tempero a mais à canção. Nightwing O início acústico é a bonança antes da tempestade proporcionada pelo gogó privilegiado de Martin em um hard rock digno de causar inveja em muitos grupos oitentistas. O sabor flamenco colabora para uma pluralidade sonora da obra e o solo final banhado a wah pedal dá o desenlace ideal para o álbum Headless Cross. I Won’t Cry For You Desde os anos 70, baladas fazem parte da discografia do Sabbath, sendo assim, Forbidden tem a sua cota mais açucarada, por assim dizer. I Won’t Cry For You é um deleite do começo ao fim, pois é refinada e dotada de uma singeleza vocal acima da média – sem contar com o acabamento de Iommi ao adicionar linhas de guitarra choradas. The Shining Assumir o vocal do Sabbath não é para qualquer aventureiro, visto que é preciso muita personalidade e poderio vocal. O cartão de visita de Tony fora The Shining, open track de The Eternal Idol, seu primeiro registro com o xará guitar hero e companhia. Law Maker Caso queira uma injeção de ânimo para começar o dia e enfrentar os desafios da vida, Law Maker é a escolha certeira. Abastecida de pura adrenalina e um trabalho de seis cordas impecável, a música só precisa de uma chance para provar seu valor. Devil & Daughter Na mesma toada da canção anterior, Devil & Daughter ganha a atenção do ouvinte por ostentar muita energia e vigor. É uma música claramente composta para expressar e espalhar aos quatro ventos as qualidades vocais de Martin e a sinergia com o trabalho do riff master Tony Iommi. Via: Rockbizz

Mr.Big: Michele Luppi se une à banda para ajudar Eric Martin com vocais ao vivo
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25/03/2024

Mr.Big: Michele Luppi se une à banda para ajudar Eric Martin com vocais ao vivo

Michelle Luppi, tecladista do Whitesnake, se uniu ao Mr.Big para auxiliar Eric Martin com seus vocais. Atualmente, a banda está em sua turnê final, a The Big Finish Tour, que chega ao Brasil no dia 26 de abril. A primeira performance acontece em São Paulo, enquanto a segunda é no Rio de Janeiro, dia 28. Na última sexta, 22, Martin publicou em seus stories do Instagram uma nota explicando a novidade: “Ei, pessoal, Eric aqui… Então, depois desses últimos shows com minha voz entrando e saindo e lutando para mantê-la unida (não vou entrar nisso… desgaste, sobrecarga de trabalho, maldições de bonecos vodu, etc.) Tive uma ideia maluca que poderia dar certo.” “Estou trazendo meu querido amigo e cantor Michele Luppi (Whitesnake) para se juntar a mim no palco nos próximos dois shows para que eu possa recuperar as forças. Faremos um dueto na maior parte das músicas, incluindo o álbum.” “Não sei como isso vai funcionar, mas é melhor do que as alternativas e com certeza me faria sentir muito melhor.” Ele continua: “Eu conheci Michele quando ele era vocalista de uma famosa banda tributo ao Mr.Big nos anos 90 (muito antes de ele se juntar ao Whitesnake como tecladista e backing vocal). Nós dividimos o palco algumas vezes na Itália. Michele é um grande cantor e um dos caras mais legais do ramo. Se você ainda não o conhece, vai amá-lo.” “Nós juntamos tudo isso ontem… a banda está toda a bordo… De vez em quando minhas ideias malucas brilham… vamos botar pra quebrar!”, concluiu. A primeira performance aconteceu no mesmo dia da publicação do vocalista. Confira vídeos da perfomance: LEIA TAMBÉM: #167 – Eric Martin, Mr.Big on Wikimetal Via: WikiMetal

Sepultura: Greyson Nekrutman mostra sua técnica em performance de False
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25/03/2024

Sepultura: Greyson Nekrutman mostra sua técnica em performance de False

O novo baterista do Sepultura Greyson Nekrutman – substituto de Eloy Casagrande, que deixou a banda às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour -, tem mostrado sua técnica, carisma e performance matadora em vários vídeos compartilhados em seu canal oficial no YouTube. O mais recente material divulgado pelo músico é a sua atuação em False, faixa presente no álbum Dante XXI, décimo registro de estúdio do grupo, lançado em março de 2006 pela SPV. Veja: Greyson Nekrutman já havia compartilhado as performances de Roots Bloody Roots e Dusted. Assista: Em meados de abril, o Sepultura vai levar a Celebrating Life Through Death Tour para países como Panamá, Argentina Chile, Costa Rica, Equador, Peru e Uruguai. Para saber mais detalhes sobre a turnê, basta clicar aqui. Via: Rockbizz

Sepultura faz show com sua mais pura brutalidade em Porto Alegre
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25/03/2024

Sepultura faz show com sua mais pura brutalidade em Porto Alegre

Texto por Patricia C. Figueiredo O Sepultura recentemente deu início à sua última turnê Celebrating Life Through Death e passou pela capital gaúcha no último dia 21 com um show eloquente e que levou o público à loucura. Os ingressos estavam esgotados há alguns meses desde que a banda anunciou o seu fim de carreira. Muitos fãs devem ter pensado se o show realmente aconteceria, uma vez que Porto Alegre foi novamente atingida por um forte temporal que deixou cerca de um milhão de casas e estabelecimentos sem energia elétrica, mas o dia passou e o show estava confirmado no Auditório Araújo Vianna. A casa foi enchendo aos poucos, o trânsito caótico da cidade em dias de chuva com certeza foi um transtorno, mas por volta das 20h30 o local já estava tomado por fãs ansiosos. A percussão inicial de “Refuse/Resist” acompanhada pelo piscar rítmico das luzes estroboscópicas e a visão de apenas as silhuetas dos integrantes no palco foi uma combinação certeira para o clímax da espera pelo show. O público vibrou euforicamente e recebeu a banda aos gritos de “Sepultura! Sepultura! Sepultura!” entre as faixas iniciais “Territory” e “Slave New Word”. Por conta da estrutura de auditório com fileiras de cadeiras, a maioria do público tinha lugar marcado, mas foi disponibilizado um espaço para quem quisesse ficar em pé na frente do palco, inclusive em frente à plateia gold. Esse espaço pôde ser ocupado por qualquer pessoa, independente do ingresso que foi comprado. Com certeza esses foram os que curtiram o show como um show do Sepultura deve ser curtido: pulando muito, fazendo moshes e rolou até crowd surfing no pequeno espaço. Apesar da plateia com espaço limitado, o palco do Araújo Vianna foi ideal para a estrutura da turnê, que conta com seis telões. As imagens transmitidas variam entre closes do show ao vivo com efeitos visuais como bordas no vídeo ou efeitos de animação, e cenas que ilustravam as músicas, como o rosto de uma criatura aparentemente mutante em “Attitude”, e soldados em um tabuleiro de xadrez em “Mind War”. O vocalista americano Derrick Green aproveita alguns intervalos entre as músicas para animar a galera com o seu bom português, e Andreas Kisser apresenta Greyson Nekrutman na bateria como substituto de Eloy Casagrande, que deixou a banda inesperadamente dias antes do início da turnê. Greyson tem realmente impressionado por parecer tão integrado com o grupo durante o show e por dominar completamente seu papel no palco, nem parecendo que teve apenas uma semana para aprender as músicas do setlist. Entre grandes hits cantados em coro pelo público como “Kairos”, “Cut-Throat” e “Choke”, tivemos também momentos belos. Em “Guardians of Earth”, um spot de luz destaca Kisser no violão durante a introdução acústica, e uma atmosfera intensa tomou conta com os coros líricos na melodia. Já a instrumental “Kaiowas” é tão dinâmica, e ao vivo traz também muito vigor ao show, com todos os integrantes fazendo a percussão da música. Com “Sepulnation” e “Biotech Is Godzilla”, o show pareceu atingir um nível ainda mais alto de energia e fúria. E não faltaram os clássicos “Troops of Doom”, “Inner Self” e “Arise” para agitar o público. O bis ficou por conta de “Ratamahatta” e a bandeira do Brasil com o ‘s’ de Sepultura no centro, um visual que encheu os fãs de orgulho da maior potência brasileira do metal no mundo. E claro, “Roots Bloody Roots” encerrou o setlist, apesar de que neste momento, a sensação era de que dava para curtir mais algumas músicas, como se o show de duas horas fosse apenas um pedacinho de tudo que o Sepultura tem pra oferecer. Este pode ter sido o último show do Sepultura para muitos dos que estavam lá, e agora fica aquela pontinha de esperança para que ainda haja oportunidade de encaixar a cidade mais uma vez nesta turnê de despedida que recém começou. Os 40 anos de história com certeza nunca perderão sua relevância, e não importa como essa despedida ainda possa se desenrolar, o Sepultura sempre há de ser um dos maiores nomes do metal mundial. Nossa colaboradora Sophia Velho também esteve no show e registrou a noite. Confira nossa galeria de fotos logo abaixo. Via: WikiMetal

Charlie Benante fala sobre a possibilidade do Pantera lançar um álbum com a atual formação
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25/03/2024

Charlie Benante fala sobre a possibilidade do Pantera lançar um álbum com a atual formação

O baterista Charlie Benante (Anthrax), que se uniu com os membros remanescentes do Pantera, Rex Brown (baixo) e Phil Anselmo (vocal) além do renomado guitarrista Zakk Wylde (Ozzy Osbourne e Black Label Society), disse em recente entrevista ao canal The Vinyl Guide Podcast (via Blabbermouth.net): “Para mim, o Pantera é algo muito especial. Acho que é uma daquelas oportunidades de homenagear seus amigos, tocar algumas músicas que você ama, e dar ao público a chance de ouvir essas músicas neste ambiente novamente. Alguns nunca tinham visto o Pantera antes. E sim, eu sei que este não é o Pantera original. Tem que ser idiota pra não saber disso. Esta versão do Pantera está claro, comigo e com Zakk, e nos mantemos fiéis ao que banda era.” Sobre a possibilidade da atual formação lançar uma gravação ao vivo, Benante disse: “Sim. Nós conversamos sobre isso. Veremos. Gravamos muito, e provavelmente é deixar passar um tempo e ver o que acontece. Shows são bons, ou pegar uma música deste show ou daquele show e compilá-la para um disco ao vivo. Eu adoraria fazer isso.” De acordo com a Billboard, a atual formação recebeu o “Ok” dos espólios de ambos os irmãos, Vinnie Paul (Baterista) e Dimebag Darrell (guitarrista) falecidos, e que são os fundadores da banda. Críticas que Charlie Benante recebeu por estar no Pantera Charlie falou se Vinnie Paul queria tocar novamente com o Pantera e comentou sobre as críticas que a atual formação recebeu. “Nunca tive uma conversa completa sobre isso, porque nunca mencionamos isso quando estávamos juntos. Nós conversávamos sobre coisas diferentes – nunca sobre reformar a banda. E foi isso. O irmão dele não estava mais lá. Então eu não sei. Ouvi dizer que em algum momento o Vinnie estava aberto a fazer de novo, mas não sei se foi real ou não. Foi isso.” Vale lembrar que até sua morte, Vinnie Paul não conversava com Phil Anselmo, a quem culpou indiretamente pela morte de seu irmão Dimebag. Sobre as críticas que recebeu após o anúncio da reunião em tributo ao Pantera, Charlie disse no canal THAT Rocks! apresentado por Eddie Trunk: “As pessoas tinham noções preconcebidas sobre o que iriam pensar: ‘Oh, eu não gosto disso sem Vinnie e Dime .’ E claro… Mas quando começamos a tocar as músicas e você vê os rostos na multidão, toda aquela merda vai pela janela, ou coisas negativas que foram ditas. Cara, isso é tudo que eu sempre quis fazer. É apenas vir e fazer as pessoas ouvirem essas músicas de novo”, explicou ele. “E é disso que se trata, na verdade. É sobre a música.” O Pantera segue em turnê em 2024 onde tem agenda para alguns festivais neste primeiro semestre, e fará em agosto uma tour conjunta com o Metallica nos Estados Unidos LEIA TAMBÉM: Pantera no Knotfest Brasil: assista aqui vídeos da apresentação Via: WikiMetal

Eddie Vedder e The Who tocam juntos por causa beneficente
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25/03/2024

Eddie Vedder e The Who tocam juntos por causa beneficente

Eddie Vedder e The Who tocaram juntos na última quinta-feira, 20, no Royal Albert Hall, lendária casa de shows em Londres. O show faz parte das apresentações beneficentes em prol do Teenage Cancer Trust, projeto social que apoia o tratamento de câncer em adolescentes na Inglaterra. Vedder apareceu na última parte do show, quando Roger Daltrey o trouxe para cantarem juntos “The Punk and The Godfather” do álbum Quadrophenia de 1973. Eddie Vedder e The Who já somam algumas colaborações Eles já haviam performado “The Punk and The Godfather” juntos em 2019. Além disso, The Who e Eddie Vedder têm um histórico de cantarem juntos por causas solidárias. Uma dessas ocasiões foi em um show privado para o Teen Cancer America, instituição fundada por Roger Daltrey e Pete Townshend, que auxilia no tratamento de jovens nos EUA. Outras vezes, as colaborações com o mesmo propósito, aconteceram em 2022 em Los Angeles, e em 2015 em Chicago. Sem contar que Eddie Vedder participou do show inaugural do Teenage Cancer Trust no Royal Albert Hall em 2000. Série de shows por uma boa causa Neste domingo, 24, acontecerá um evento especial de encerramento dos shows de 2024 da TCT, chamado de Ovation, em comemoração aos 24 anos do projeto. Além de marcar o aniversário dos shows para o TCT, é também uma despedida para Roger Daltrey como curador dos shows depois de mais de vinte anos. O músico continuará como patrono honorário da instituição, que só com os shows angariou mais de 32 milhões de libras ao longo do tempo. A arrecadação ajudou a financiar 29 unidades especializadas no tratamento contra o câncer para jovens em hospitais do sistema nacional de saúde do Reino Unido. Por enquanto, tudo o que se sabe sobre o Ovation é que haverá participação de Eddie Vedder, Kelly Jones, Robert Plant & Saving Grace e Paul Weller. Antes do evento de encerramento, ainda haverão apresentações de Noel Gallagher’s High Flying Birds e Blossoms no dia 21, Young Fathers dia 22 e Chemical Brothers no sábado, 23. Assista a performance de “The Punk And The Godfather” com Eddie Vedder LEIA TAMBÉM: Roger Daltrey sugere fim do The Who: “Essa parte da minha vida acabou” Via: WikiMetal

Relatório aponta vinil como mídia física que mais fatura no Brasil
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25/03/2024

Relatório aponta vinil como mídia física que mais fatura no Brasil

Segundo relatório divulgado nesta quinta-feira, 21, pela Pró-Música, entidade que reúne as maiores gravadoras do país, as receitas com vendas de discos de vinil cresceram 136% no Brasil em 2023, superando, pela primeira vez, o faturamento de CDs e DVDs. O faturamento total de vendas dos vinis foi de R$ 11 milhões, enquanto os CDs faturaram R$ 5 milhões e os DVDs apenas R$ 400 mil. Mesmo que este seja o maior patamar alcançado pela mídia física desde 2018, ela ainda representa uma parcela muito pequena da indústria fonográfica, cerca de 0,6%. Quem domina o setor são as plataformas de streaming, responsáveis por 87% das receitas. Em uma perspectiva global, as vendas de mídias físicas também registraram crescimento em 2023, compreendendo 18% das receitas do setor, segundo relatório da International Federation of the Phonographic Industry, também divulgado nesta quinta-feira. Porém, em contrapartida ao cenário nacional, houve um notável aumento nas vendas de CDs, especialmente na Ásia, que representa quase metade do mercado, impulsionado pelas vendas de grupos de K-pop. Apesar da predominância contínua do streaming na indústria musical, os dados do relatório refletem um crescente interesse mundial nos vinis, demonstrando uma valorização da experiência física da música e um reconhecimento renovado da qualidade sonora e estética associadas a esse formato. LEIA TAMBÉM: Venda de discos de vinil aumenta 15% em 2023 Via: WikiMetal

Mr. Big faz primeiro show com Michele Luppi; assista
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24/03/2024

Mr. Big faz primeiro show com Michele Luppi; assista

O Mr. Big fez seu primeiro show com Michele Luppi (Whitesnake) na última sexta-feira (22) no KK’s Steel Mill em Wolverhampton, Reino Unido. Luppi está auxiliando nos vocais principais durante a turnê da banda no Reino Unido, enquanto o vocalista Eric Martin está lidando com um problema na voz não especificado. O grupo está na estrada com a segunda etapa da The Big Finish Tour, derradeira turnê da banda que começou no dia 19 de março no Reino Unido e irá passar pela América Latina em abril, incluindo dois shows no Brasil. Confira vídeos filmados por fãs abaixo: Via: Rockbizz

Amy Lee (Evanescence) ficou devastada com a morte de Kurt Cobain: “Chorei muito”
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24/03/2024

Amy Lee (Evanescence) ficou devastada com a morte de Kurt Cobain: “Chorei muito”

A vocalista e líder do Evanescence, Amy Lee, falou, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, que ficou devastada com a morte de Kurt Cobain, pois o frontman do Nirvana era o seu maior ídolo na música. Na época em que Cobain morreu, em abril de 1994, a cantora norte-americana tinha apenas 12 anos e acompanhou todo o drama do Nirvana e dos fãs da banda pela televisão. “Eu lembro que era dia de escola. Um dia normal de sol, crianças correndo pela casa, quando saiu a notícia no noticiário. Senti muita dificuldade, fiquei chorando muito, assistindo com total descrença. In Utero foi o primeiro álbum que tive na vida; Nirvana era a minha coisa favorita no mundo inteiro. Então foi como se eu tivesse acabado de me apaixonar, e ele estava morto. Foi muito chocante para mim, mas me fez mergulhar mais fundo na música e começar a ouvir as letras sob a perspectiva de alguém que estava chorando de dor”. “Depois que Kurt morreu, eu não conseguia nem ligar o rádio e guardei os instrumentos – até ouvir música doía, e foi assim por alguns meses”, completou a artista. A entrevista completa pode ser lida aqui. Kurt Cobain se matou em 5 de abril de 1994, aos 27 anos. Com o Nirvana, o músico criou álbuns atemporais como Bleach (1989), Nevermind (1991) e In Utero (1993), que juntos passam a marca de cinquenta milhões de cópias vendidas em todo globo. Via: Rockbizz

Limp Bizkit faz o Lollapalooza Brasil sair do chão com hits dos anos 90 e 2000
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24/03/2024

Limp Bizkit faz o Lollapalooza Brasil sair do chão com hits dos anos 90 e 2000

Se a sexta-feira, 22, trouxe rodas-punks embaladas por The Offspring e o primeiro show do Blink-182 no país, o segundo dia do Lollapalooza Brasil 2024 manteve a nostalgia como ponto alto revisitando a história e gerando novas memórias. Uma multidão presente no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, reviveu os anos 1990 e 2000 ao som de bandas que marcaram época e que seguem em evidência, além de nomes que despontam na indústria. Sem dúvida alguma, o ponto alto da noite ficou por conta dos Titãs, em uma despedida que ficará marcada na história cena do rock nacional. No Palco Budweiser, a banda brasileira InDharma, vencedora do concurso Temos Vagas da 89: A Rádio Rock, abriu os trabalhos. Em entrevista no backstage após o show, o sexteto de raprock com influências musicais de Charlie Brown Jr, Limp Bizkit, Racionais e Emicida disse que foi um sonho realizado e que sempre acompanhou o Lollapalooza de perto. Já Jessie Reyes trouxe toda sua latinidade com muita conexão com o público ao falar português e vestir a camisa da seleção brasileira. A cantora recebeu seus pais no palco para dançar uma música latina e disse estar muito realizada, o que pode ser perfeitamente percebido pelos fãs, que puderam cantar ao seu lado quando a artista desceu do palco e foi até a grade. O Thirty Seconds to Mars, comandado por Jared Leto ao lado do irmão Shannon Leto, voltou a lembrar o público brasileiro o quanto ama o país e o nosso açaí. O vocalista e líder da banda, que sempre se destaca por looks ousados e extravagantes, escolheu uma capa prateada e óculos escuros trazendo um ar de super-herói para o espetáculo que contou com diversos momentos de pirotecnia e até balões pretos arremessados para o público. Ao longo da apresentação, Jared não parou um segundo, correndo para lá e para cá e interagindo o tempo todo com os fãs. E, embora a banda tenha acabado de lançar um novo disco, o It​’​s The End Of The World But It​’​s A Beautiful Day, foram as canções antigas que mais marcaram presença no setlist como This is War, Kings and Queens, The Kill e Closer to the Edge. No Palco Samsung Galaxy, a diversidade reinou com performances que começaram com o punk rock de Supla, apresentando o recém-lançado disco Supla e os Punks de Boutique, mas sem deixar de fora músicas que o consagraram como Garota de Berlim e Green Hair (Mingau Açucarado). Pela primeira vez no Brasil, Hozier subiu ao palco para uma performance muito esperada pelos fiéis seguidores. O entardecer combinou perfeitamente com a sonoridade única do cantor irlandês, que mescla folk, blues e soul. Ao tocar o hit Take me to Church, o conjunto fez todos os fãs testemunharem o poder de sua música. Ícones do nu metal nos anos 2000, o Limp Bizkit tirou todo mundo do chão com irreverência e hits como Break Stuff, Hot Dog, Take a Look Around, Rollin’ (Air Raid Vehicle) e Nookie. O show de Fred Durst, Wes Borland e companhia trouxe muitos mosh pits ao palco Samsung Galaxy. Pela última vez na turnê, Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto se reuniram para celebrar os 40 anos de carreira, e o local escolhido foi o Lollapalooza Brasil 2024. A sensação foi agridoce, por se tratar de uma despedida, mas tanto a banda quanto o público presente deram tudo de si em verdadeiros tesouros do rock nacional, como O Pulso, Cabeça Dinossauro, Epitáfio e Sonífera Ilha, música que encerrou a apresentação. Nesse segundo dia de festival, o objetivo de oferecer pluralidade sonora e performances de tirar o chapéu foi mais do que alcançado. Agora, é só torcer para que o terceiro dia de evento supere o sabadão e feche o rolê com chave de ouro. Via: Rockbizz

Mike Kroeger ficou triste com o hate sofrido pelo Nickelback: “Doeu bastante”
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23/03/2024

Mike Kroeger ficou triste com o hate sofrido pelo Nickelback: “Doeu bastante”

Em recente entrevista ao programa Meltdown, da rádio WRIF, o baixista do Nickelback, Mike Kroeger, falou sobre como o hate sofrido pelas pessoas o afetava. “Eu acho que nunca levei nada disso muito a sério”, disse Mike. “Mas isso me machucou, além disso, machucou a minha família”, ressaltou. “Somos pessoas com sentimentos e corações, então, quando as pessoas começaram a vir até nós despejando ódio, doeu” garantiu. “Doeu bastante, eu não posso mentir”, continuou. “Só queremos comunicar que somos pessoas normais assim como todo mundo. Somos quatro caras comuns que têm um trabalho extraordinário. Conseguimos fazer algo que é muito, muito divertido para ganhar a vida”, explicou. “Mas eu tento não ligar muito para isso; na verdade, eu tento usar o hate a nosso favor”, completou. Hate To Love: Nickelback E por falar na banda canadense, a Trafalgar Releasing, Gimme Sugar Productions e Submarine Entertainment vão exibir nos cinemas o documentário Hate To Love: Nickelback entre os dias 27 e 30 de março em trinta países. O filme, que estreou em setembro passado no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), conta a história da banda desde seu início em Hanna Alberta, Canadá, até seu explosivo sucesso global em 2001, passando pelos altos e baixos que se seguiram. Dirigido por Leigh Brooks e produzido por Ben Jones, o doc celebra a lealdade dos fãs e expõe o impacto pessoal que teve em cada um dos membros da banda. O filme também revela a decisão do grupo de retornar as atividades, após um intervalo de cinco anos, com um novo disco de estúdio e uma turnê esgotada de enorme sucesso. Para mais informações sobre o documentário, acesse aqui. Via: Rockbizz

Josh Freese confirma retorno ao A Perfect Circle após 13 anos
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23/03/2024

Josh Freese confirma retorno ao A Perfect Circle após 13 anos

Josh Freese, atual baterista do Foo Fighters, confirmou seu retorno ao A Perfect Circle e irá tocar nos primeiros 13 shows da turnê Sessanta. Será a primeira vez que Freese se apresentará com o grupo liderado por Maynard James Keenan em 13 anos. No restante da jornada, Gunnar Olsen, do Puscifer, assumirá as baquetas. “Fico feliz em informar que pela primeira vez em 13 anos estarei saindo com o A Perfect Circle na próxima turnê ‘Sessanta’”, escreveu o baterista nas suas redes sociais. “Devido à minha agenda com o Foo Fighters terei que sair depois do show no Hollywood Bowl em 20 de abril. Gunnar do Puscifer preencherá as datas restantes (talvez um pouco de Tim Alexander também?)”. E continuou: “Há uma chance de eu poder aparecer em um ou dois shows depois disso, se o tempo permitir, mas por enquanto esse é o plano. A Perfect Circle sempre foi uma banda muito especial para mim e estou realmente ansioso para sair e tocar essas músicas novamente”. Freese tocou nos três primeiros álbuns do A Perfect Circle e, em 2005, a banda entrou em hiato. O baterista voltou por um curto período quando o grupo se reuniu em 2010, mas não gravou o disco de 2018, Eat The Elephant. Via: Rockbizz

Pelo menos 50 por cento de KISS Alive foi refeito em estúdio, segundo Ace Frehley
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23/03/2024

Pelo menos 50 por cento de KISS Alive foi refeito em estúdio, segundo Ace Frehley

A fofoca que sempre correu nos corredores da cena rock n’ roll é que muitos álbuns ao vivo foram retocados em estúdio, isto é, os eventuais erros nas performances foram corrigidos pelos produtores e engenheiros de som. Quem jogou a real sobre o tema foi o guitarrista Ace Frehley, que afirmou, em entrevista ao canal The Metal Voice, que pelo menos 50 por cento de KISS Alive foi refeito em estúdio. Frehley explicou: “Muito de KISS Alive foi retocado! Pelo menos 50 por cento foi cantado novamente e refeito. Se você ouvir o álbum com mais atenção, poderá ouvir que muita coisa ali é falsa. O meu solo de guitarra foi ao vivo, foi real. Mas muita coisa que foi cantada de forma desafinada acabou sendo editada em estúdio. Queríamos lançar o melhor produto possível”. Ace completou: “Hoje, no estúdio, coisas assim são feitas sem sequer pensar. Hoje em dia, muitos grupos se apresentam ao vivo com faixas de apoio, não apenas o KISS. Eu só não vou citar os grupos porque são meus amigos, e eu não quero decepcionar os fãs, mas tem muita gente fazendo isso, atualmente”. O Spaceman concluiu: “Antigamente, fazer esse tipo de coisa era um grande crime. Milli Vanilli foi crucificado quando descobriram que eles faziam ‘lip sync’. Mas as coisas mudaram com o passar dos anos, e temos que aceitar como as coisas são nos dias de hoje”. A entrevista completa pode ser assistida logo abaixo: O álbum Alive!, que foi o primeiro registro ao vivo do KISS, saiu em setembro de 1975 e já vendeu mais de nove milhões de cópias ao redor do mundo. O disco foi o responsável por “ressuscitar” a carreira do KISS, que estava perto de ter o contrato com a gravadora Casablanca revogado, devido as baixas vendagens dos registros de estúdios lançados até então. Via: Rockbizz

Lollapalooza Brasil 2024: Rancore abre fim de semana de shows em Interlagos
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23/03/2024

Lollapalooza Brasil 2024: Rancore abre fim de semana de shows em Interlagos

Texto por Joana Söt O show do Rancore no Lollapalooza Brasil 2024 não decepcionou os fãs que ocuparam Interlagos sedentos por rock de qualidade na manhã de sexta-feira, 22. Com seu estilo único que mescla punk, hardcore e rap, a banda entregou uma performance intensa e cativante que deixou o público extasiado, como já é de costume para a banda. Teco Martins e sua presença de palco incendiaram a galera que chegou cedo e não se deixou levar pela chuva – muito pelo contrário: O famoso striptease do vocalista e presença de palco logo fizeram com que o público pulasse e cantasse nos moshs, criando uma atmosfera caótica mas repleta de tranquilidade, guiada por Teco. Entre os destaques do setlist estavam os sucessos aclamados pelos fãs, como “Respeito é a Lei”, “Mulher” e “Mãe”. O Rancore mais uma vez demonstrou por que é uma das bandas mais amadas e respeitadas da cena musical de hardcore no Brasil. Via: WikiMetal

The Offspring no Lollapalooza Brasil 2024: chuva não é nada para os rockeiros de plantão
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23/03/2024

The Offspring no Lollapalooza Brasil 2024: chuva não é nada para os rockeiros de plantão

Texto por Joana Söt O show do Offspring no palco Budweiser do Lollapalooza Brasil 2024 não decepcionou o público contagiado pela energia punk de sobra em Interlagos. Com Dexter Holland liderando a galera com sua voz característica e presença de palco, a multidão que já era esperada para o show do blink-182 no palco principal deixou os outros palcos praticamente abandonados. Entre os destaques do setlist estavam os clássicos incontestáveis da banda, como “Original Prankster”, “Come Out and Play” e “The Kids Aren’t Alright”, que foram recebidos com uma explosão de nostalgia e muita animação pelos fãs. A banda não só marcou o primeiro dia de festival como um dos melhores shows da noite, como também deu o melhor show de abertura possível para a atração principal, blink-182. LEIA TAMBÉM: Lollapalooza Brasil 2024: Rancore abre fim de semana de shows em Interlagos Via: WikiMetal

Armored Dawn é expulso do cast do Summer Breeze Alemanha
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22/03/2024

Armored Dawn é expulso do cast do Summer Breeze Alemanha

Em meados de 2021, o Armored Dawn anunciou o fim de suas atividades, depois de polêmicas de que a Prevent Senior, empresa do frontman Eduardo “Parras” Parrillo, foi acusada de propor aos pacientes de Covid-19 tratamentos comprovadamente ineficazes e fazer experimentos médicos com tais pacientes. Desde então, a banda vem tentando retomar os compromissos, todavia, tem encontrado resistência de parte do público e da indústria musical. O novo contratempo experimentado pelo Armored Dawn foi a expulsão do cast do Summer Breeze Alemanha. Em uma publicação nas redes sociais e sem maiores detalhes, o festival escreveu: “Viemos por meio deste anunciar que o Armored Dawn não fará parte do Summer Breeze 2024”. Na postagem da festival, é possível ver que muitos brasileiros concordaram com o cancelamento do show da banda e destacaram que o mercado nacional tem melhores representantes na música pesada. Via: Rockbizz

“Eu adoraria voltar aos palcos, mas não consigo me levantar direito”, diz Ozzy Osbourne
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22/03/2024

“Eu adoraria voltar aos palcos, mas não consigo me levantar direito”, diz Ozzy Osbourne

Ozzy Osbourne, 75 anos, deu um passo atrás em sua agitada agenda de turnês nos últimos anos, devido à batalha contra o Parkinson e à necessidade de cirurgia na coluna após uma queda. O Príncipe das Trevas sofreu uma queda em casa em 2019, que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Em nova entrevista à revista Rolling Stone, o Madman comentou que adoraria voltar aos palcos, mas não consegue se levantar direito. O cantou falou: “Eu adoraria voltar aos palcos, mas não consigo me levantar direito. Talvez um dia eu faça alguma coisa. Sinto muita falta disso”. Apesar de estar longe dos palcos, Ozzy tem estado ocupado nos últimos tempos, visto que colocou no mercado os álbuns Ordinary Man (2020) e Patient Number 9 (2022) – este último trabalho lhe rendeu dois Grammys: Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Metal. Além disso, o vocalista participou da música Crack Cocaine, do guitarrista Billy Morrison, e tem mantido, ao lado da esposa Sharon e dos filhos Jack e Kelly, o podcast The Osbournes. Via: Rockbizz

Mick Mars evita falar sobre o declínio da habilidade de cantar de Vince Neil
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22/03/2024

Mick Mars evita falar sobre o declínio da habilidade de cantar de Vince Neil

O ex-guitarrista do Mötley Crüe, Mick Mars, participou recentemente do The Mike Calta Show e foi questionado sobre o declínio da habilidade de cantar de Vince Neil. Mars claramente evitou falar sobre o assunto e respondeu sem muitos detalhes: “Bem, é o que é. A estrada prejudica todo mundo, na verdade. E, é como uma família – as pessoas se desentendem e as pessoas voltam. E é assim que funciona”. Nos últimos anos, Neil recebeu duras críticas por seu ganho de peso e queda na habilidade vocal. Em maio de 2021, Vince lutou para completar seu show solo no Boone Iowa River Valley Festival na Carolina do Norte, Estados Unidos. Com base em vídeos do show postados no YouTube, Vince, agora com 63 anos, que não se apresentava há mais de um ano e meio devido à pandemia, começou a perder a voz em várias músicas do set, que consistia exclusivamente em clássicos do Crüe e covers previamente gravados pela banda. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Slash fala sobre como foi tocar no Oscar 2024 com Ryan Gosling
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22/03/2024

Slash fala sobre como foi tocar no Oscar 2024 com Ryan Gosling

Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, e Wolfgang Van Halen, frontman do Mammoth WVH, se juntaram ao ator Ryan Gosling para uma performance de I’m Just Ken no Oscar 2024. O músico britânico conversou com a revista Classic Rock e falou sobre como foi tocar na cerimônia do Oscar com Ryan Gosling. “Eu apareci lá no dia do evento. Tive dois dias de folga de uma turnê asiática, então voei da Coréia para Los Angeles”, disse Slash. “Fui levado às pressas para essa situação louca e caótica que é o Oscar”, ressaltou. “Fizemos um rápido ensaio com Ryan Gosling cantando com todos aqueles caras dançando, depois fomos para os bastidores”, explicou. “Depois disso, eu me sentei na plateia com todos os outros atores para a cerimônia; aí me chamaram para tocar, eu toquei a música, entrei no carro, voltei para o aeroporto e voei para as Filipinas”, completou. “Ryan foi muito legal! Eu não tinha ideia do que esperar. Nós saímos dos bastidores e ele mandou super bem na música, tenho que dar parabéns a ele. Ele fez toda aquela produção acontecer”, finalizou o guitarrista. I’m Just Ken, que faz parte da trilha sonora do filme Barbie dirigido por Greta Gerwig, foi indicada para Melhor Canção Original, categoria que também inclui outro representante da trilha sonora do filme, What Was I Made For?. Cabe explicar que Barbie recebeu um total de nove indicações na 96° edição da premiação, incluindo Melhor Filme. Confira o vídeo da performance abaixo: Via: Rockbizz

FM promove noite inesquecível para fãs de AOR em São Paulo
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22/03/2024

FM promove noite inesquecível para fãs de AOR em São Paulo

Texto por Marcelo Gomes Com um legado de quatro décadas, finalmente o FM fez sua estreia no Brasil para a felicidade dos fãs. Com show exclusivo para São Paulo, os fãs lotaram o Manifesto Bar, reduto roqueiro também conhecido como templo do rock. Noite quente, expectativa lá em cima marcaram os momentos que precederam a apresentação dos britânicos. O show começou quase no horário, quase porque foram apenas três minutos de atraso que ninguém notou quando Steve Overland (vocal/guitarra), Jim Kirkpatrick (guitarra), Merv Goldsworthy (baixo), Pete Jupp (bateria) e Jem Davis (teclados) subiram ao palco para fazer uma apresentação histórica. Após uma breve introdução, a festa começou com “Synchronized” que já arrancou um sonoro “Wow” do vocalista Steve surpreso com a reação calorosa que os fãs estavam proporcionando logo nos primeiros minutos da apresentação. Seguiram com os sucessos “Tough It Out” e “Killed By Love”. O que chamou a atenção não foi a excelente resposta do público cantando alto os clássicos da banda, mas sim a cara de satisfação estampada no rosto de cada integrante, especialmente do vocalista Overland. Ele aproveitou para dizer que foram 40 anos de espera, mas que valeriam a pena. E não estava mentindo, era um hit atrás do outro. O clima romântico se intensificou em “Someday (I´ll Come Running)”, “Let Love Be The Leader” e “Everytime I Think Of You”, era possível ver casais apaixonados dançando juntos enquanto outros cantavam alto as músicas que marcaram a adolescência. Diante a euforia dos fãs, abriram espaço para apresentar o single “Out Of The Blue”, do novo álbum Old Habits Die Hard que será lançado em maio de 2024. A faixa entrega tudo aquilo que os fãs esperam, isto é, o melhor do AOR que o FM vem fazendo nos últimos 40 anos. Aliás, vale mencionar que os vocais de Steve estão em ótima forma e a banda soando incrível. Com um legado de quatro décadas, o FM passeou pela sua vasta discografia tocando músicas de diversas fases da banda como “Don´t Stop”, “American Girls”, “Does It Feel Like Love”, “Frozen Heart”, “Bad Luck” e “That Girl” que foi gravada pelo Iron Maiden. Os fãs estavam tão animados diante de seus ídolos que a troca de energia foi surreal e contagiante. A banda parecia incansável e retribuía com o que melhor sabem fazer, isto é, música. E não faltaram as esperadas “I Belong To The Night” e “Turn This Car Around” que fecharam essa parte do set. A volta para o bis foi com “Story Of My Life” numa versão piano e voz, interpretada de maneira brilhante e dramática pelo vocalista Steve que foi efusivamente ovacionado no final. Como não poderia faltar, “Face To Face” veio a seguir sendo cantada logo de início. A empolgação dos fãs era tamanha que cantaram até as melodias dos solos. Fecharam com o clássico “Other Side Of Midnight”, deixando o público emocionado e querendo mais. Considerados um dos grandes expoentes do estilo, o FM lavou a alma do público brasileiro que aguardava há anos por esse momento. Se despediram com a promessa de voltar em breve e ainda atenderam os fãs após o show tornando a noite ainda mais especial para os fãs. Via: WikiMetal

Black Sabbath libera versões remasterizadas de Headless Cross e Anno Mundi; ouça aqui
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22/03/2024

Black Sabbath libera versões remasterizadas de Headless Cross e Anno Mundi; ouça aqui

O Black Sabbath lançará o box Anno Domini 1989-1995, revisitando a fase do grupo com o vocalista Tony Martin, no dia 31 de maio via BMG. Pré-venda aqui. O novo lançamento contará com versões remasterizadas de Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994), além de uma nova versão de Forbidden (1995) que o guitarrista Tony Iommi remixou especialmente para a coleção. No entanto, não traz The Eternal Idol (1987), álbum em que Martin fez sua estreia no Sabbath após substituir o cantor Ray Gillen no final da fase de gravação. Anno Domini 1989-1995 estará disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e contará com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. O box inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Como uma prévia, a banda acaba de liberar as versões remasterizadas de Headless Cross e Anno Mundi para audição. Confira abaixo: Tracklist de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: Rockbizz

Banda Meggera lança álbum “Half an Hour of Butchering” em inglês
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22/03/2024

Banda Meggera lança álbum “Half an Hour of Butchering” em inglês

A banda Meggera lançou, no último dia 07, o álbum “Half an Hour of Butchering”, trabalho com faixas em inglês. Eles também lançarão videoclipes para os singles. Essa mudança apresenta novos desafios e diferenças em seus processos criativos. O trabalho não é a única novidade do Meggera. A banda se prepara para uma série de shows em Portugal, conforme anunciado em seu perfil oficial no Instagram, com algumas datas ainda a confirmar. Ouça “Half an Hour of Butchering”: View this post on Instagram A post shared by Meggera (@meggera) Via: WikiMetal

Eric Martin tem problema na voz e Mr. Big recruta Michele Luppi para auxiliá-lo
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22/03/2024

Eric Martin tem problema na voz e Mr. Big recruta Michele Luppi para auxiliá-lo

O Mr. Big recrutou Michele Luppi (Whitesnake) para ajudar com os vocais principais durante a turnê da banda no Reino Unido, enquanto o vocalista Eric Martin está lidando com um problema na voz não especificado. Nesta sexta-feira (22), Eric acessou suas redes sociais para escrever: “Ei, pessoal, Eric aqui. Depois desses últimos shows com minha voz indo e vindo e lutando para mantê-la (não vou entrar nisso… desgaste, sobrecarga de trabalho, maldições de bonecos de vodu etc.), eu tive uma ideia maluca que poderia funcionar. Estou trazendo meu querido amigo e cantor Michele Luppi (Whitesnake) para se juntar a mim no palco no nos próximos dois shows para que eu possa recuperar minhas forças. Faremos um dueto na maioria das músicas, incluindo o álbum. Não sei como isso vai funcionar, mas é melhor do que as outras alternativas e com certeza me faria sentir muito melhor”. Eric continuou explicando que conheceu Michele nos anos 90, muito antes de ele se juntar ao Whitesnake como tecladista e backing vocal. “Nós dividimos o palco algumas vezes na Itália. Michele é um grande cantor e um dos caras mais legais do ramo. Se você ainda não o conhece, vai amá-lo”, ele acrescentou. O Mr. Big está na estrada com a segunda etapa da The Big Finish Tour, derradeira turnê da banda que começou no dia 19 de março no Reino Unido e irá passar pela América Latina em abril, incluindo dois shows no Brasil. Via: Rockbizz