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Mike Portnoy finaliza as gravações de bateria de novo álbum do Dream Theater
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31/03/2024

Mike Portnoy finaliza as gravações de bateria de novo álbum do Dream Theater

Boa nova aos fãs de prog metal! Mike Portnoy finalizou as gravações de bateria de novo álbum do Dream Theater. Neste sábado, 30, pelas redes sociais, o músico compartilhou a novidade e explicou os próximos passos da banda. Mike escreveu: “Hoje é o meu último dia com esse kit, pois a minha bateria para #DT16 está pronta. Mas isso é apenas o começo, já que o trabalho continuará nos próximos meses nas guitarras, baixo, teclados, vocais e percussão; sem mencionar escrever letras, mixar, masterizar e etc. Eu não posso divulgar mais nada, pois estamos propositalmente mantendo um controle muito rígido sobre toda e qualquer informação neste estágio inicial. Mas posso dizer que estamos todos deslumbrados e extremamente entusiasmados com o que criamos! Mal podemos esperar para que todos vocês ouçam o novo material. No entanto, peço paciência, tudo será revelado no devido tempo”. Em outubro do ano passado, o Dream Theater anunciou o retorno do baterista Mike Portnoy. O músico, que foi um dos criadores do conjunto ao lado do guitarrista John Petrucci e do baixista John Myung, ficou fora do DT por mais de dez anos. Vale destacar que, até o momento, o último álbum do grupo com Portnoy é o Black Clouds & Silver Linings, material lançado em junho de 2009 pela Roadrunner. Via: Rockbizz

Amy Lee revela ter ficado arrasada com a morte prematura de um astro do rock
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31/03/2024

Amy Lee revela ter ficado arrasada com a morte prematura de um astro do rock

Amy Lee vocalista do Evanescence revelou em entrevista, como a descoberta da trágica morte de Kurt Cobain mexeu com ela. O vocalista do Nirvana tirou sua vida em abril de 1994. Na época Amy tinha apenas 12 anos. No dia ela estava assistindo TV quando a notícia começou a ser veiculada em diversas redes. “Lembro que era dia de escola”, ela disse ao The Telegraph (via Metal Hammer). “Um dia normal de sol, crianças correndo pela casa, quando saiu o noticiário. Senti muita dificuldade, fiquei chorando, assistindo com total descrença. In Utero foi o primeiro álbum que tive e Nirvana era a minha coisa favorita no mundo inteiro. Então foi como se eu tivesse acabado de me apaixonar – e ele estivesse morto. Foi tão chocante para mim, mas me fez mergulhar mais fundo na música e começar a ouvir as letras [como escritas] sob a perspectiva de alguém que estava chorando de dor.” A morte de Kurt com apenas 27 anos abalou todo o mundo da música. Mas talvez Dave Grohl, hoje vocalista do Foo Fighters, tenha sido um dos que mais sofreram. Em uma entrevista à BBC Radio 4 contou como foi o período logo após o ocorrido: “Depois que Kurt morreu, eu realmente não conseguia nem ligar o rádio e guardei os instrumentos – até ouvir música doía. E foi assim por alguns meses.” Como o Nirvana inspirou Amy no primeiro álbum do Evanescence Alguns meses depois da morte de Kurt, Amy conheceu Ben Moody que viria a ser o guitarrista do Evanescence. Era apenas o começo da banda, mas a influência do Nirvana pode ser vista no primeiro álbum da banda. Em 2011 em uma outra entrevista à Metal Hammer, Amy falou sobre a icônica capa do disco In Utero: “Eu realmente amo a arte do In Utero”, explicou ela. “A anatomia daquele anjo estranho, mas lindo; sujo, interno e cru. É muito marcante, e eu adoro o disco também – aquele álbum foi importante na minha vida.” LEIA TAMBÉM: Dayseeker lança cover de “My Immortal” do Evanescence Via: WikiMetal

Max Cavalera escolhe Arise como sua música favorita do Sepultura
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30/03/2024

Max Cavalera escolhe Arise como sua música favorita do Sepultura

Max Cavalera concedeu uma entrevista ao site Revolver e refletiu sobre sua discografia no período em que integrou o Sepultura. De acordo com o primogênito dos Cavaleras, a sua música favorita da banda brasileira é Arise. “Arise é a minha música favorita do Sepultura! Essa é a minha faixa favorita, especialmente o riff principal”, disse Max. “Eu me lembro de escrever o riff e dizer: ‘Isso é louco’. Acho que ela tem uma grande influência de Blackened, do Metallica. É o mesmo tipo de ideia, mas nós a tornamos mais pesada e enérgica, mas acho legal”, explicou. “Para mim, ela é como o protótipo de uma música no estilo death thrash. Arise é perfeita. Não há nada que você possa adicionar para torná-la melhor”, pontuou. “E se você tirar alguma coisa dela, vai estragar tudo. É como se fosse perfeito do jeito que é; tenho muito orgulho dela”. A faixa está no álbum Arise, quarto trabalho de estúdio do Sepultura, lançado em 25 de março de 1991. Via: Rockbizz

A Perfect Circle, Puscifer e Primus lançam o novo EP Sessanta E.P.P.P.
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30/03/2024

A Perfect Circle, Puscifer e Primus lançam o novo EP Sessanta E.P.P.P.

A Perfect Circle, Puscifer e Primus uniram forças para lançar o novo EP, intitulado Sessanta E.P.P.P. Pré-venda aqui. As três bandas estão se preparando para sair em turnê juntas no próximo mês e compartilharam o lançamento de três músicas antes da primeira apresentação. Todas as faixas – Kindred (A Perfect Circle), No Angel (Puscifer) e Pablo’s Hippos (Primus) – foram co-escritas por Maynard James Keenan, que lidera A Perfect Circle e Puscifer. A turnê conjunta do A Perfect Circle com Puscifer e Primus foi anunciada em novembro do ano passado e começará em 2 de abril em Boston, Estados Unidos. Confira o itinerário completo aqui. Via: Rockbizz

“Iron Maiden é melhor que o Metallica”, afirma Bruce Dickinson
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30/03/2024

“Iron Maiden é melhor que o Metallica”, afirma Bruce Dickinson

Durante uma conversa com a revista inglesa Classic Rock, o cantor Bruce Dickinson falou sobre sua decisão de retornar ao Iron Maiden em 1999 e ainda aproveitou para dar uma cutucada na banda de James Hetfield e Lars Ulrich. “Steve [Harris – baixista e dono da Donzela de Ferro] estava muito desconfiado em relação a minha volta à banda. Ele perguntou: ‘Por que você quer voltar’? Eu respondi a Steve que, em primeiro lugar, o mundo precisa do Iron Maiden e, em segundo lugar, falei que a gente ainda podia fazer músicas incríveis”, lembrou Dickinson. Depois disso, Bruce, debochado e sem papas na língua, afirmou que o Iron Maiden é melhor que o Metallica. “O que eu disse foi: Vamos varrer o passado fazendo um futuro incrível. Embora as primeiras palavras que saíram da minha boca faladora tenham sido: ‘É claro que somos melhores que o Metallica’! Depois que falei isso, algumas pessoas comentaram: ‘Você não pode dizer uma coisa dessa’. E eu respondi: ‘Bem, eu acabei de dizer’. Agora, eles [Metallica] podem dizer: ‘É, talvez ele esteja certo’. Você tem que ter essa atitude! Mick Jagger não teria se tornado Mick Jagger ficando sentando, se desculpando de tudo, bancando o bom moço e falando que o The Rolling Stones era quase tão bons quanto os Beatles”. Desde que Bruce voltou ao Maiden, a parceria entre as partes já rendeu os álbuns Brave New World (2000), Dance of Death (2003), A Matter of Life and Death (2006), The Final Frontier (2010), The Book of Souls (2015) e Senjutsu (2021). Via: Rockbizz

Paul McCartney revela sua música favorita dos Beatles
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30/03/2024

Paul McCartney revela sua música favorita dos Beatles

Paul McCartney é frequentemente questionado sobre sua música favorita dos Beatles, e ele admite que é uma pergunta difícil de responder. Agora, durante o episódio recente do podcast McCartney: A Life in Lyrics, o músico escolheu Here, There and Everywhere como sua canção favorita e explicou como a compôs enquanto esperava John Lennon acordar. “Eu ia à casa dele para uma compor e ele nem sempre estava acordado”, disse McCartney. “Então, muitas vezes eu tinha 20 minutos, meia hora enquanto alguém o acordava”. E acrescentou: “Me lembro de estar sentado à beira da piscina em sua casa em Weybridge, subúrbio de Londres. Eu estava com meu violão porque estava pronto para a sessão de composição. Então comecei algo… foi muito bom e tranquilo. Então, da próxima vez que fosse escrever com John, enquanto ele se levantava e tomava seu café, eu teria algo para continuar”. Here, There and Everywhere está presente no sétimo álbum de estúdio dos Beatles, Revolver, lançado em 1966. Via: Rockbizz

Tom Araya é grato pelo apoio dos pais no começo do Slayer
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30/03/2024

Tom Araya é grato pelo apoio dos pais no começo do Slayer

No período da adolescência é comum reunir os amigos e brincar de bandinha; alguns pais apoiam, outros acham uma tremenda bobagem. Tem uma parte da garotada, no entanto, que leva mais a sério e começa a escrever as próprias canções e surge o desejo de fazer da música o ganha pão. De novo, há os pais que apoiam e há os tutores que acreditam que aquilo é uma grande perda de tempo e energia, pois a molecada deve se concentrar nos estudos. Em entrevista à revista Metal Hammer, o vocalista e baixista Tom Araya refletiu sobre o assunto e afirmou que é grato pelo apoio dos pais no começo do Slayer. “Tive muita sorte porque tive pais que me apoiaram muito, assim como Kerry King (guitarra), Dave Lombardo (bateria) e Jeff Hanneman (guitarra)”, declarou Tom. “Isso foi muito especial para mim e para os outros caras da banda, pois tivemos todos os nossos pais nos primeiros shows que fizemos com o Slayer, o que foi muito legal”, considerou. “Todos eles apoiaram muito o que estávamos fazendo e isso nos deu ainda mais vontade de seguir em frente”, concluiu Araya. O primeiro álbum do Slayer, Show No Mercy, saiu em 1983 e ajudou moldar o que o som chamado de thrash metal. Na conta, o quarteto ainda tem obras como Hell Awaits (1985), Reign in Blood (1986), South of Heaven (1988) e Seasons in the Abyss (1990) e o prestígio de ser um dos principais nomes da música pesada mundial. Via: Rockbizz

Brujeria se apresenta neste domingo em São Paulo
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30/03/2024

Brujeria se apresenta neste domingo em São Paulo

Já é neste domingo, dia 31 de março, o novo show em São Paulo da banda de death/grind Brujeria. Os caras prometem uma apresentação com repertório de clássicos de três décadas de carreira. A City Lights, casa de show onde vai rolar o espetáculo, abrirá às 19h e a apresentação do conjunto começará às 20h. A banda está em turnê mundial do disco Esto Es Brujeria, lançado em 2023 – no Brasil saiu em CD por meio da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast. Esto Es Brujeria, que traz produção moderna em meio ao caos sonoro do Brujeria, é o quinto álbum da discografia da banda, na ativa desde o início dos anos 1990, década em que lançou os emblemáticos e clássicos atemporais da música pesada, Matando Güeros e Raza Odiada. SERVIÇOBrujeria de volta a São PauloData: 31 de março de 2024Horário: 19h (portas) | 20h (show)Local: City LightsEndereço: rua Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros/São PauloIngresso: R$ 150,00 + taxa (1º lote)Venda online: https://www.ingresse.com/ Via: Rockbizz

Powerwolf: Novo álbum se chamará Wake Up The Wicked
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30/03/2024

Powerwolf: Novo álbum se chamará Wake Up The Wicked

Alô, fãs de Powerwolf! A banda alemã acabou de revelar que seu novo álbum de estúdio, o sucessor de Call Of The Wild, lançado em 2021, se chamará Wake Up The Wicked. A previsão é que o full length saia até o final deste ano. Em nota, Powerwolf comunicou: “As gravações de nosso novo álbum já foram finalizadas. Se preparem porque será um disco bem pesado. O disco será lançado no final do ano. A nossa próxima etapa é mixar e masterizar. Em breve vamos revelar mais detalhes”. Além do álbum, a banda promete muitos shows para 2024. A agenda até agora é a seguinte: Estados Unidos Agosto29 – Los Angeles, CA – The Hollywood Palladium31 – Denver, CO – The Ogden Theatre Setembro03 – Chicago, IL – The Riviera Theatre04 – Cleveland, OH – The Agora Theatre05 – Silver Spring, MD – The Fillmore07 – Tampa, FL – Jannus Landing08 – Atlanta, GA – The Masquerade09 – Charlotte, NC – The Fillmore12 – Philadelphia, PA – The Fillmore13 – Worcester, MA – The Palladium14 – New York City, NY – Brooklyn Paramount15 – Laval, QC – Place Bell Europa Outubro04 – Hamburg, Alemanha – Barclays Arena05 – Amsterdam, Holanda- AFAS Live06 – Antwerp, Bélgica – Lotto Arena09 – Nantes, França – Zenith10 – Esch Sur Alzette, Luxemburgo – Rockhal11 – Stuttgart, Alemanha – Schleyerhalle12 – Frankfurt, Alemanha – Festhalle14 – Milan, Itália – Alcatraz16 – Zürich, Suíça – The Hall17 – Paris, França – Zenith18 – Oberhausen, Alemanha – Rudolf Weber Arena19 – Berlin, Alemanha – Velodrom21 – Krakow, Polônia – Tauron Arena22 – Budapest, Hungria- MVM Dome23 – Vienna, Áustria – Gasometer25 – Munich, Alemanha – Olympiahalle26 – Prague, República Tcheca – Sportovni Hala Fortuna Via: Rockbizz

The Obsessed fará única apresentação no Brasil em junho
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29/03/2024

The Obsessed fará única apresentação no Brasil em junho

A icônica e veterana banda norte-americana The Obsessed, mundialmente aclamada como um dos nomes mais importantes do doom/stoner metal, fará sua aguardada estreia no Brasil em junho. Será um show único no dia 22 no City Lights (Pinheiros) em São Paulo. Os ingressos são limitados e já estão à venda no site www.ingresse.com. The Obsessed foi formada ainda na década de 1970 pelo lendário guitarrista e vocalista Scott ‘Wino’ Weinrich, que depois fez fama com o Saint Vitus, outro peso pesado da cena stoner/doom. Wino, claro, comandará a show em solo paulista no dia 22 de junho! Carregada da aura Black Sabbath, a música de Scott ‘Wino’ rapidamente conquistou o respeito dos fãs de metal, punk e crossover. Hoje, a banda é um quarteto com a adição de um segundo guitarrista que já participou do recém lançado quinto álbum de estúdio, Gilded Sorrow. Trata-se de Jason Taylor. Os demais integrantes do The Obsessed são: Brian Costantino (bateria, ex-Spirit Caravan) e Chris Angleberger (baixo). “Adicionar Jason Taylor como segundo guitarrista foi uma das melhores decisões que tomei porque ele é um guitarrista virtuoso e devo dizer que ele contribuiu com muitas coisas boas para este álbum”, destaca Wino. Sobre o novo álbum, o frontman do The Obsessed acrescenta: “Acho que é a coisa mais pesada que já fiz. Pesado em certo sentido, não apenas pesado, mas bem arredondado. Tudo o que faço com Frank Marchand (produtor) fica cada vez melhor. Ele sabe o que diabos está fazendo”. Como colocou o influente site Metal Sucks, o mais recente álbum do The Obsessed prova que, apesar da trajetória de vida e profissional dura de Wino, ele ainda tem a capacidade de definir o som do doom metal. E assim provará ao vivo na tão aguardada estreia no Brasil! SERVIÇO: THE OBSESSED EM SÃO PAULOData: 22 de junho de 2024 (sábado)Horário: 19h (portas)Local: City LightsEndereço: rua Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros, São Paulo/SPIngressos: https://www.ingresse.com/the-obsessed/Pista 1º lote:R$150,00 – Meia Estudante/e Meia Social (Mediante 1 quilo de Alimento)R$300,00 – Inteira Camarote 1º lote:R$200,00 – Meia Estudante/e Meia Social (Mediante 1 quilo de Alimento)R$400,00 – Inteira Realização: Agência Sobcontrole Via: Rockbizz

Michael Weikath ficou com raiva e inveja do sucesso de Masterplan, segundo Roland Grapow
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29/03/2024

Michael Weikath ficou com raiva e inveja do sucesso de Masterplan, segundo Roland Grapow

Roland Grapow emprestou seu talento nas seis cordas e como backing vocal ao Helloween por mais de uma década. O casamento musical rendeu materiais como Pink Bubbles Go Ape (1991), Chameleon (1993), Master of the Rings (1994), The Time of the Oath (1996), Better Than Raw (1998), Metal Jukebox (1999) e The Dark Ride (2000). Após a The Dark Ride Tour, Roland Grapow e o baterista Uli Kusch foram demitidos do conjunto alemão; com isso, a dupla criou o Masterplan e colocou no mercado o debute autointitulado em janeiro de 2003. O disco alcançou grande sucesso para os padrões da cena power metal, o que deixou, segundo o guitarrista, seus ex-colegas de trabalho com raiva e inveja. Roland falou sobre o assunto em conversa com o site BraveWords. “Muitas pessoas ainda me conhecem pelos discos do Helloween, mas o Masterplan teve um começo incrivelmente bom. Acho que todo álbum tem alguns pontos positivos, mas é claro que Masterplan (2003) e Aeronautics (2005) têm um pouco de magia. O principal motivo talvez tenha sido a minha demissão do Helloween, fiquei muito arrasado e queria provar que podia voltar à música com algo bom. Nós sabíamos que se não fizéssemos algo bom, estaríamos fora do negócio. Assumi o risco, produzi financeiramente a banda e pedi ao Andy Sneap para gravá-la. Montei o Masterplan seis meses antes de gravar o primeiro disco. Imagina isso! Gostei demais do som de guitarra e bateria que Andy Sneap colocou no álbum”. Roland completou: “Eu ouvi dizer que Weikath não gostou do disco, ele disse que o álbum é horrível. Weikath ficou com inveja! Ouvi de Markus Grosskopf [baixista do Helloween], e acho ele um cara honesto, que eles ficaram muito chateados pelo álbum ter se saído tão bem. Eles devem ter pensado: ‘Mas que merda! Expulsamos os dois caras e eles entregaram um material desse’? Sim, isso foi uma espécie de vingança”. Masterplan é embalado pelas canções Spirit Never Die, Enlighten Me, Soulburn e Heroes – esta última conta com a participação do vocalista Michael Kiske (Helloween, Avantasia). Via: Rockbizz

Vinnie Paul não queria reunião do Pantera após morte de Dimebag Darrell, diz Chad Gray
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29/03/2024

Vinnie Paul não queria reunião do Pantera após morte de Dimebag Darrell, diz Chad Gray

Chad Gray, que fez parte do Hellyeah por 12 anos ao lado de Vinnie Paul Abbott, falou em entrevista ao The Jesea Lee Show que o baterista não demonstrava interesse em uma reunião do Pantera após a morte de seu irmão, Dimebag Darrell. Vinnie Paul faleceu em 2018, vítima de um ataque cardíaco, e em 2022, Phil Anselmo e Rex Brown anunciaram uma turnê com Zakk Wylde e Charlie Benante em memória dos Irmãos Abott. A formação passou pelo Brasil em dezembro, como parte da line-up do Knotfest Brasil. Sobre a reunião, Chad Gray comentou (transcrição via Blabbermouth): “Eu sei o que isso é e sei que, em certos níveis, as intenções são puras e verdadeiras, mas eu também sei por ter feito um milhão de entrevistas com Vinnie Paul que [a reunião do Pantera] não ia acontecer. E sempre tinha um entrevistador palhaço para perguntar: ‘E esses rumores sobre uma reunião do Pantera com Zakk?’ e o Vinnie literalmente respondia: ‘Meu irmão está morto’.” “O Vinnie pensava assim. O Pantera tinha acabado porque o irmão dele estava morto,” continuou Gray. “Então quando lembro do quão enfaticamente ele disse isso e sei o quanto ele estava sendo honesto… Ele não se importava. Vinnie não precisava do dinheiro, o coração dele estava no Hellyeah. Ele amava muito o Hellyeah. Era uma grande honra tê-lo ali e vê-lo literalmente sangrar pela banda. Era tudo pra ele e ele não se importava mais com o Pantera.” Via: WikiMetal

While She Sleeps lança o álbum ‘Self Hell’; ouça aqui
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29/03/2024

While She Sleeps lança o álbum ‘Self Hell’; ouça aqui

While She Sleeps lançou nesta sexta-feira, 29, o álbum Self Hell, sexto da carreira. Ouça o trabalho no fim desta matéria. Sucedendo Sleeps Society (2021), o disco traz 12 faixas produzidas pelo colaborador de longa data da banda, Carl Bown, e pelo guitarrista Sean Long. As sessões aconteceram no Metropolis Studios em Londres, Treehouse Studio em Chesterfield, e seu próprio Six Audio em Sheffield. Além de Long, While She Sleeps é formado por Lawrence ‘Loz’ Taylor (vocal), Mat Welsh (guitarra), Aaran Mckenzie (baixo) e Adam Savage (bateria). Via: WikiMetal

Rafael Bittencourt e Luis Mariutti lamentam a morte de Vinicius Neves
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28/03/2024

Rafael Bittencourt e Luis Mariutti lamentam a morte de Vinicius Neves

O rock n’ roll e o heavy metal brasileiro ficaram mais tristes com a morte do apresentador do programa Stay Heavy, Vinicius Neves, aos 45 anos, vítima de um câncer no pâncreas. O comunicador e músico fez história na música pesada escrevendo para a revista Roadie Crew, tocando com o grupo About2Crash e comandado o citado Stay Heavy, ao lado da esposa Cintia Diniz. Pelas redes sociais, Rafael Bittencourt (Angra) e Luis Mariutti (ex-Angra, ex-Shaman) lamentaram a morte de Vinicius Neves. Bittencourt: “Ontem nosso querido amigo Vinicius Neves nos deixou. Sinto vazio e tristeza no espaço que ele preencheu em minha vida. Algumas pessoas nos inspiram e ajudam a moldar como desejamos ser. Vini foi, e continuará sendo, um desses exemplos para mim, por seu caráter, carisma, lealdade aos amigos, inteligência, humanidade e muitas outras qualidades. Eu o conheci quando ele iniciou o programa Stay Heavy, que foi um marco para cena Metal, dando espaço para as bandas de todos os estilos, com paixão e respeito, fortalecendo nossa cena. Desde então, uma amizade e admiração mútua nasceram que cultivamos por muito anos com carinho. Nunca tomou partido das tradicionais birras infantis que cultivamos no terreno metaleiro, ao contrário, incidiu sobre esse solo seu olhar maduro e fertilizador, apaziguando e melhorando relações com seu ideal de positividade sempre pulsante. Depois de uma batalha que lutou bravamente contra um câncer bastante agressivo, ele nos deixa e também sua esposa, Cintia Diniz, sempre parceira e companheira, e seus dois filhos. Que você descanse em paz, meu amigo, muito obrigado pelos conselhos, ensinamentos e por toda ajuda que você sempre dispôs a mim. Que os anjos soem as trombetas e Deus te receba com luz, porque sobe aos céus mais elevados uma alma muito iluminada que fez bonito aqui na terra. Seu legado continuará a nos inspirar por aqui. Meus sentimentos a família, que sejam acolhidos pela mão divina nesta hora de vazio e tristeza”. Mariutti: “Vini, sua contribuição para o Metal Nacional está marcada na história. Obrigado por todos os momentos, músicas e parceria! Sua luta foi grande, descanse em paz meu amigo”. Via: Rockbizz

Por que o Iron Maiden não mudou de formação nos últimos 25 anos
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28/03/2024

Por que o Iron Maiden não mudou de formação nos últimos 25 anos

Durante um bate-papo com o site Stereogum, o vocalista britânico Bruce Dickinson explicou com toda honestidade possível porque o Iron Maiden não mudou de formação nos últimos 25 anos. Cabe relembrar que a última alteração no line-up da Donzela de Ferro rolou em 1999, com a saída do vocalista Blaze Bayley e o retorno de Adrian Smith (guitarra) e Dickinson. “Acho que todos nós crescemos o suficiente para perceber que éramos todos indivíduos separados que se reuniam para tocar as músicas do Iron Maiden”, confessou Bruce. “Acho que a ideia de sermos uma bolha homogênea irritou Adrian. Éramos um bloco de concreto, e Adrian se rebelou contra isso”, explicou. “Eu também não gostava muito dessa ideia”, pontuou. “A razão pela qual Adrian e eu voltamos é porque queríamos, ou seja, foi uma escolha. Foi um pedido, e foi nossa escolha voltar”, enfatizou. “Tendo feito isso, estabelecemos relacionamentos mais adultos e maduros entre nós todos. Tudo se tornou mais fácil, a gente se dá bem melhor e as coisas são mais honestas e abertas”, continuou. “Quando alguém está tendo um difícil ou está tendo um ataque megalomaníaco, vamos embora e voltamos no dia seguinte para trabalhar. Se isso acontecesse nos anos 80, teríamos tido uma discussão e muito mau humor por semanas. E isso só gera ressentimento e descontentamento”, completou Dickinson. “Portanto, estamos em um momento em que a banda é realmente bem-sucedida, e todos nós nos damos super bem. Com exceção de Dave Murray e Adrian Smith, que moraram na mesma rua quando eram crianças, nenhum de nós jamais teria se conhecido se não fosse pelo Iron Maiden. Eu nunca teria conhecido o Nicko McBrain. Eu nunca teria conhecido o Steve Harris. O que nos une é o Maiden. E este é um ótimo lugar para estar. Somos provavelmente uma das maiores bandas de heavy metal do mundo. Significamos muito para milhões de pessoas ao redor do mundo, então, não tem como não amar isso”, concluiu. E por falar em Iron Maiden, a trupe vai iniciar a perna 2024 da The Future Past Tour em setembro na Austrália. Os caras ainda passarão pelo Japão, Estados Unidos, Canadá, México, Colômbia, Chile e Brasil. Para mais informações sobre a turnê, acesse aqui. Via: Rockbizz

Korn está trabalhando no melhor e mais pesado álbum da banda em anos, segundo guitarrista
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28/03/2024

Korn está trabalhando no melhor e mais pesado álbum da banda em anos, segundo guitarrista

O Korn está trabalhando em um novo álbum de estúdio e, de acordo com Brian “Head” Welch, será um retorno pesado às raízes. O guitarrista, que co-fundou o Korn em 1993, falou sobre o progresso do sucessor de Requiem, de 2022, em uma entrevista recente à WSOU 89.5 FM. “Estamos trabalhando apaixonada e intensamente em novas músicas”, disse Welch (via Loudersound), embora também admita: “Estamos um pouco atrasados”. E explicou: “Adoro as músicas que fizemos, mas em termos de timbre sinto que podemos melhorá-las. Então, estamos gastando muito mais tempo nessa nova música, estamos gastando muito mais dinheiro e não temos nenhuma gravadora envolvida, então tudo vem de nós”. “Nós realmente queremos dissecar nosso som e lembrar de onde viemos e como fizemos isso naquela época”, continuou Welch e prometeu “uma sensação vintage do Korn com um toque moderno”. “Acho que é o melhor e mais pesado material do Korn em anos. E eu acho que vai ser cru e mais básico, no que diz respeito ao som, à gravação e tudo mais. Não quero revelar tudo, mas estamos muito, muito satisfeitos com o que temos agora”, concluiu. Confira a entrevista abaixo: Via: Rockbizz

Helloween: “Michael Weikath é preguiçoso e está sempre entediado”, diz Roland Grapow
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28/03/2024

Helloween: “Michael Weikath é preguiçoso e está sempre entediado”, diz Roland Grapow

Roland Grapow, ex-membro do Helloween, concedeu uma entrevista ao site BraveWords e falou sobre como foi o processo de criação do álbum The Dark Ride, nono registro do estúdio da banda de power metal alemã. Em sua resposta, Grapow destacou que seu ex-companheiro de trabalho, o guitarrista Michael Weikath, era uma pessoa preguiçosa e estava sempre entediada. “Fazer o disco foi um trabalho árduo, rolaram muitas emoções e lutas”, disparou Roland “E é por isso que se chama The Dark Ride [O passeio obscuro, em uma tradução livre], porque essa era a situação da banda”, esclareceu. “E eles nem perceberam quando eu escrevi a música no estúdio, a última que compus foi The Dark Ride, mas Escalation 666 era sobre os membros da banda”, pontuou. “Eu escrevi as duas músicas no estúdio, mas tudo estava muito atrasado. Eles quase me demitiram. Eu até pedi desculpas”, recordou. “Eu fiz tudo para o Helloween, mas depois da turnê fui de fato demitido. Não houve nenhuma pequena briga para que isso acontecesse”, garantiu. “Eu apenas disse ao Weikath que talvez ele devesse tocar mais guitarra, porque ele era muito preguiçoso”, ressaltou. “Os fãs sempre vinham até mim, especialmente na América do Sul, perguntando qual era o problema dele, pois ele sempre estava entediado. Mas ele ainda é o mesmo. Ele ainda está no palco parecendo um perdido”, concluiu o músico. A parceria entre o Helloween e o guitarrista Roland Grapow durou entre o começo dos anos 90 até 2001, e rendeu a criação dos álbuns Pink Bubbles Go Ape (1991), Chameleon (1993), Master of the Rings (1994), The Time of the Oath (1996), Better Than Raw (1998), Metal Jukebox (1999) e The Dark Ride (2000). Depois de sua demissão, o artista montou o Masterplan, que já lançou cinco discos de canções inéditas. O destaque vai para o debute autointitulado, de 2003. Via: Rockbizz

Erik Grönwall vai lançar sua autobiografia em setembro
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28/03/2024

Erik Grönwall vai lançar sua autobiografia em setembro

O cantor sueco Erik Grönwall (ex-Skid Row, ex-HEAT) vai lançar sua autobiografia Power – Musiken, Döden, Livet em 12 de setembro. O livro será lançado pela famosa editora norte-americana HarperCollins. Na obra, Erik dará detalhes sobre sua participação no programa de televisão Swedish Idol em 2009; sua passagem pela banda de hard rock Skid Row, sua grande luta contra a leucemia linfoblástica aguda, entre muitos outros assuntos. “Olha, eu nunca pensei que lançaria uma autobiografia, muito menos aos 36 anos”, disse Erik em comunicado. “Mas parece que vivi duas vidas em um terço de uma vida”, enfatizou o artista. “Sinto que tenho algo para compartilhar e espero que isso possa dar esperança a mais pessoas que estão passando por dificuldades. A vida após uma doença pode realmente ser melhor do que nunca”, finalizou o músico. O livro já está em pré-venda aqui pelo valor de 219kr (coroa sueca), o que vale cerca de R$102,00. Via: Rockbizz

David Draiman não vê o uso de inteligência artificial como ameaça no rock
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28/03/2024

David Draiman não vê o uso de inteligência artificial como ameaça no rock

David Draiman, vocalista da banda Disturbed, fez declarações a respeito do uso de inteligência artificial para compor melodias e músicas. Em entrevista recente ao canal do YouTube The Jesea Lee Show, Draiman disse (transcrito via Blabbermouth.Net): “Acho que a IA terá muito mais sucesso em criar coisas no estilo pop e EDM do que em criar coisas até mesmo adultas contemporâneas – quero dizer, em extensão ao rock. Porque existe alguma ciência para a estrutura da música, existe alguma ciência em termos de quais notas ressoam mais na mente humana do que outras, mas não existe ciência para determinar aquela combinação mística de notas que, por qualquer motivo, isso o padrão melódico atinge você aqui.’’ E concluiu dizendo: “Você não pode ensinar isso a uma inteligência artificial; ela não pode aprender isso… Ou você tem, ou não. E por esse motivo, acredito que ainda tenho muita fé no futuro. Mas, sim, quanto menos as coisas orgânicas se tornam, mais cauteloso eu fico.” Confira a entrevista na íntegra: Uso de IA ainda gera polêmica entre músicos A produção de músicas, letras, voz e melodias por meio de programas que usam IA, ainda é discutido e divide opiniões no meio musical. Todavia, de um lado tem quem acredite que é o futuro e use em benefício próprio, enquanto outros, não concordam com a influência, além de acreditarem ser um perigo. A respeito do assunto, Marty Friedman, ex-guitarrista do Megadeth, disse ao site Australian Musician: “Tem que haver algo de positivo nisso. Se você tem medo da tecnologia ou não, isso será uma realidade – ponto final.” Contudo, Brian May do Queen não vê pelo lado positivo (transcrito via Guitar Player): “Minha maior preocupação com isso agora é na área artística… Não saberemos o que foi criado pela IA e o que foi criado pelos humanos. Eu realmente acho que pode ser tão sério, e isso não me enche de alegria. Isso me deixa apreensivo e estou me preparando para ficar triste com isso.” LEIA TAMBÉM: Controvérsia: nova ferramenta de Inteligência Artificial pode substituir baixistas Via: WikiMetal

Spotify tem um ótimo sistema para o usuário mas não para o artista, segundo M. Shadows (Avenged Sevenfold)
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28/03/2024

Spotify tem um ótimo sistema para o usuário mas não para o artista, segundo M. Shadows (Avenged Sevenfold)

O vocalista do Avenged Sevenfold, M. Shadows, foi entrevistado no podcast Locales Only e falou sobre a importância de colocar os artistas no controle da tecnologia atual e recompensar os fãs por sua lealdade. Shadows citou o Spotify como uma plataforma que não fornece os dados necessários para que os artistas possam comercializar suas músicas de forma mais eficaz. “O Spotify tem um ótimo sistema para o usuário”, disse o cantor (via Blabbermouth). “Eles pagam US$ 9,99 por mês ou US$ 14,99, o que quer que seja neste momento, e recebem toda a música que já foi criada praticamente por nada”. “Agora, do outro lado, o artista não tem outro lugar para disponibilizar sua música. Você não vai fazer uma viagem e ir ao site de cada artista para pegar seu último álbum e ouvi-lo de lá. Isso simplesmente não vai acontecer. É como lançar um filme, mas se ele não está na Netflix e nos cinemas quem realmente vai assistir?”, acrescentou. “Então eles têm facilidade de uso para o consumidor, mas o que eles não fazem é – não sei qual foi a última vez que vi alguém vestindo uma camisa do Spotify por aí. Eu já vi camisetas do Metallica, do Avenged Sevenfold e da Taylor Swift, mas o que eles não fazem é dizer quem está ouvindo sua música. Eles não permitem que você os alcance”, ele disse. Shadows continuou dizendo que as plataformas de streaming se venderam para as gravadoras em troca de catálogo. “E agora você tem todos esses contratos antigos com gravadoras aos quais a maioria das pessoas está presa, recebendo royalties sobre a porcentagem que o Spotify paga a você”, completou. E concluiu: “Então, digamos, Spotify, para facilitar a discussão, três centavos por cada vez que alguém ouve sua música. A maioria das bandas está ganhando cerca de 24 centavos de dólar. Então não é o Spotify, na verdade, o pagamento; são mais as gravadoras e os maus negócios”. Confira a entrevista completa abaixo: O último álbum do Avenged Sevenfold, Life Is But A Dream…, foi lançado em junho de 2023 pela Warner. O disco vendeu 36 mil cópias nos EUA em sua primeira semana de lançamento, alcançando a 13ª posição na parada Billboard 200. Via: Rockbizz

Banco do Black Sabbath passa por reforma e é recolocado na Broad Street
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28/03/2024

Banco do Black Sabbath passa por reforma e é recolocado na Broad Street

O famoso banco do Black Sabbath passou por reforma e foi recolocado na Broad Street, ponte que leva o nome da banda em Birmingham, cidade natal dos membros originais da primeira banda de heavy metal do planeta. A reforma foi conduzida pela empresa Midtherm, que é especializada em todos os tipos de trabalho em metal. Mike Olley, gerente geral do Westside BID, explicou que o banco sofreu manutenção várias vezes por especialistas, mas, depois de quase cinco anos, precisava urgentemente de uma restauração completa. Mike explicou: “Vento, chuva, neve, gelo e sol, juntamente com a fumaça do trânsito presente em qualquer centro da cidade, afetaram a nossa premiada atração turística. Além disso, o banco teve literalmente milhões de pessoas sentadas nele para tirar selfies ao longo de cinco anos. Então, depois de todo esse desgaste, sabíamos que o banco precisava de uma restauração mais adequada, e ficamos felizes por poder fazer isso com a ajuda do Fundo de Prosperidade Compartilhada do Reino Unido”. Olley finalizou: “Escolhemos cuidadosamente e contratamos a Midtherm para realizar o trabalho, uma empresa com sede em Dudley especializada em todos os tipos de trabalho criativo em metal, incluindo corte a laser, esmaltes, fabricações e aço inoxidável. Eles fizeram um tremendo trabalho, substituindo as cabeças e suportes de banco com um material mais limpo e aerodinâmico. Eles até adicionaram a data 1968 à inscrição Made In Birmingham na base do banco, que havia sido deixada de fora do assento por engano, quando foi instalado pela primeira vez”. Assista um pequeno vídeo da reinstalação do banco Black Sabbath: Via: Rockbizz

Accept lança single “The Reckoning”; assista aqui ao videoclipe
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28/03/2024

Accept lança single “The Reckoning”; assista aqui ao videoclipe

O Accept lançou o single “The Reckoning”, que conta com um videoclipe já disponível. A faixa estará presente no 17° álbum da banda, Humanoid, previsto para ser lançado em 26 de abril, pela Napalm Records. Além deste, a banda também lançou outra faixa, que leva o mesmo nome do disco. Aceept – Humanoid 01. Diving Into Sin02. Humanoid03. Frankenstein04. Man Up05. The Reckoning06. Nobody Gets Out Alive07. Ravages Of Time08. Unbreakable09. Mind Games10. Straight Up Jack11. Southside Of Hell Accept no Brasil O Accept chega ao Brasil para três shows durante o mês de maio. As duas primeiras performances serão em São Paulo, no dia 01 de maio, e no dia 18 de maio, ambas no no Carioca Club Pinheiros. Em 19 de maio, acontece, no Santo Rock, em Santo André, a última performance da banda. Durante esta turnê, que passa por outros países da América Latina, — Argentina, Chile, Peru, Colômbia, El Salvador e México — Joel Hoekstra estará no lugar do guitarrista Philip Shouse. LEIA TAMBÉM: Entrevista Accept: Show no Brasil, imortalidade do metal e… De onde saíram tantos fãs jovens? Via: WikiMetal

Pesquisa mostra desigualdade de gênero na música
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28/03/2024

Pesquisa mostra desigualdade de gênero na música

Pesquisa publicada na quarta, 27, mostra grande desigualdade de gênero na música no Reino Unido. A pesquisa foi realizada pela Help Musicians e Musician’s Union com apoio do Women in CTRL, e utilizou como base as respostas de 2.526 musicistas que se identificaram como mulheres – de um total de 6.000 músicos. Os resultados discrepantes comprovam que ainda há muitas questões que as mulheres enfrentam na carreira que as deixam em desvantagem em relação aos homens. Discriminação de gênero e assédio sexual O relatório aponta que 51% das mulheres sofreram discriminação trabalhando com música, algo relatado por apenas 6% de músicos homens, ou seja, mulheres têm oito vezes mais probabilidade de serem discriminadas nesse contexto. Os resultados também mostraram que 33% das mulheres já sofreram assédio sexual enquanto trabalhavam e 25% já testemunharam isso acontecer com colegas de trabalho. Além da discriminação e do assédio já serem situações graves, 60% das mulheres consideram que essas situações são barreiras para continuar ou progredir na carreira musical. Desigualdade em cargos e gêneros musicais Por mais que haja muitas mulheres trabalhando na indústria musical, quando se trata de algumas funções, elas ainda têm pouco espaço. Cerca de 79% trabalha como musicista, ou seja, se apresenta, toca instrumentos, etc. No entanto, mulheres representam somente 29% dos DJs, 24% dos produtores e apenas 15% são engenheiras de som ao vivo e 12% engenheiras de estúdio. Com relação aos gêneros musicais, as mulheres são maioria na música clássica, sendo 59%. Também tem um certo equilíbrio no teatro musical, em que elas ocupam 46% das funções. Porém, nos outros gêneros há discrepância entre homens e mulheres, principalmente no rap (no Reino Unido), com as mulheres sendo apenas 8%. Diferença de salário entre homens e mulheres A pesquisa trouxe dados de renda média anual e o resultado foi de £19.850 para musicistas mulheres, em comparação com £21.750 para os homens, o que gera uma diferença de quase um décimo. Entre os que ganham £70 mil ou mais por ano com música, apenas 19% são mulheres. Fora a problemática da disparidade salarial, as mulheres são mais qualificadas em termos de educação, mais de 14% possuem licenciatura em música e 15% tem alguma pós-graduação na área, porém na prática isso não causa efeito nos salários. Empecilhos à progressão na carreira Não bastasse a diferença salarial, ainda existem outras questões estruturais que dificultam o desenvolvimento da carreira de mulheres na música. Os principais fatores que interferem no âmbito profissional são os compromissos familiares e domésticos. Um exemplo simples é o fato de que mulheres musicistas têm mais responsabilidades de cuidados primários (28% em comparação com 20% de outros gêneros) e 22% se declaram como as principais cuidadoras de uma criança. Sendo assim, as mulheres enfrentam problemas como horários de trabalho inconciliáveis e dificuldade de encontrar alguém ou alguma empresa de cuidados para crianças ou adultos incapazes. Idade e longevidade de carreira Considerando que as mulheres recebem salários menores, elas também enfrentam mais dificuldades financeiras. 27% das entrevistadas responderam que não ganham o suficientes para se sustentarem, em comparação com 20% dos músicos homens. Esse fator afeta não somente de maneira inicial, mas a longo prazo, já que para piorar, a visibilidade das mulheres na música tende a diminuir com a idade. De acordo com o relatório, 47% das mulheres musicistas têm entre 16 e 55 anos, porém apenas 26% têm mais de 54 anos de idade. Contribuição da pesquisa no combate a desigualdade de gênero na música Ao NME, Sarah Woods, diretora executiva da Help Musicians e Music Minds Matter disse que o relatório mostrou que há muito a ser feito para que haja equidade de gênero na área musical. Ela também espera que os dados da pesquisa encorajem a indústria a colaborar cada vez mais para diminuir as barreiras baseadas em gênero. Nadia Khan, fundadora da Women in CTRL, declarou que os dados do censo quanto a discriminação, assédio e desigualdade salarial são alarmantes. Khan enfatizou que medidas precisam ser tomadas e esse é o momento oportuno para a indústria se comprometer com mudanças que evitem os mesmos dados antes do próximo censo. LEIA TAMBÉM: Metallica promove programa social para qualificar o trabalho de mulheres nos EUA Via: WikiMetal

Chad Smith e Lars Ulrich se juntam para gravar sequência de ‘Isto é Spinal Tap’, de 1984
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28/03/2024

Chad Smith e Lars Ulrich se juntam para gravar sequência de ‘Isto é Spinal Tap’, de 1984

Na última terça, 26, a revista online Deadline Hollywood divulgou atualizações sobre a sequência de Isto é Spinal Tap, filme norte-americano lançado em julho de 1984. Segundo o site, um novo elenco já foi escalado e entre os nomes estão os bateristas Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers) e Lars Ulrich (Metallica). Dirigido por Rob Reiner (Questão de Honra), Isto é Spinal Tap ganhou a atenção da indústria do cinema e da música. O filme é considerado pioneiro do subgênero do cinema mocumentário, que vem do inglês “mock”, que significa “zombar” ou “imitar”. O roteiro conta a história, através de uma perspectiva documental e cômica, de uma banda inglesa fictícia de heavy metal que está em turnê pelos EUA. A sequência já havia sido anunciada em 2022, porém com poucas informações sobre. “Nunca pensamos que faríamos uma sequência. Foi só porque começamos a conversar e tivemos uma ideia que achamos que poderia funcionar – não sabemos se funcionaria. Nós vamos tentar. Discutimos se deveríamos ou não fazer isso… Eu disse: ‘Olhe para nós, estamos todos na casa dos 70 anos. Quanto tempo teremos [ri] para nos divertirmos?’”, disse o Reiner ao NME em maio de 2022. A participação de Smith e Ulrich ainda não tem detalhes divulgados, mas ambos podem interpretar papeis de bateristas que tiveram passagens rápidas pela Spinal Tap. Os músicos irão se juntar ao elenco original composto por Christopher Guest, que interpreta o guitarrista Nigel Tufnel, Michael McKean, que interpreta o cantor David St. Hubbins e Harry Shearer, que faz o papel do baixista Derek Smalls. O lançamento estava programado para março de 2024, quando o primeiro filme completa 40 anos. Agora, com novo elenco sendo divulgado e após greve de roteiristas em Hollywood, a produção está trabalhando e ainda não foi anunciada uma nova data de lançamento. Além de Smith e Ulrich, também estão escalados os músicos Elton John, Paul MacCartney (The Beatles), Questlove (The Roots) e Paull Shaffer (The Blues Brothers/Late Night). LEIA TAMBÉM: Rob Halford relembra primeira vez que assistiu ‘This Is Spinal Tap’: “Foi como nos assistir” Via: WikiMetal