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“Ozzy Osbourne é a Betty White do rock n’ roll”, afirma Peter Frampton
Peter Frampton está entre os dezesseis artistas e músicos que serão imortalizados no Rock & Roll Hall Of Fame 2024. Além de Peter, o lendário vocalista Ozzy Osbourne (Black Sabbath) também receberá tal homenagem no final deste ano. Em conversa com a revista Rolling Stone, o virtuoso guitarrista afirmou que adoraria se apresentar com o Príncipe das Trevas no Rock & Roll Hall Of Fame, além disso, brincou que o Madman é a Betty White do rock n’ roll. Cabe explicar que Betty White foi uma das principais atrizes dos Estados Unidos; além de atuar, a artista também trabalhou como escritora e dubladora, com isso deixou uma grande marca na área artística. White morreu em 31 de dezembro de 2021, aos 99 anos, de causas naturais. “O cara [Ozzy Osbourne] é a Betty White do rock n’ roll”, disparou Frampton. “Seria muito legal tocar Crazy Train com ele”, destacou o músico. “Vamos ver o que vai acontecer”, finalizou em tom animado. Crazy Train está no track listing do debute solo de Ozzy Osbourne, Blizzard of Ozz, lançado em 12 de setembro de 1980. Relembre o clássico no player abaixo: Via: Rockbizz

Amy Lee nega que é a nova vocalista do Linkin Park e sugere jornada dupla
Amy Lee, vocalista do Evanescence, negou os boatos de que é a nova vocalista do Linkin Park, mas admitiu que estaria interessada em uma jornada dupla. O Linkin Park está em hiato desde a morte do vocalista Chester Bennington em 2017 mas, nos últimos anos, começaram a surgir rumores de que o grupo estaria considerando retomar sua carreira com uma nova vocalista. Amy Lee tem sido um dos nomes que circulam na internet, mas quando questionada sobre a ideia na rádio iHeart do Canadá esta semana, a cantora rapidamente negou que negociações tenham ocorrido. “Esse é um elogio incrível”, disse ela (via Loudersound). “Mas não sei de nada disso. Não, não fui contatada nem nada parecido. Mas sinto que nossos mundos, nossas bases de fãs são basicamente as mesmas”. “Isso é muito fofo”, acrescentou ela sobre a sugestão de que seria uma substituta adequada para Bennington. “Fizemos shows? Não sei se estivemos em um festival juntos ou algo assim. Nos conhecemos. Estávamos no estúdio ao mesmo tempo. Quando estávamos gravando Fallen, tive uma breve conversa com Chester. Ele era muito gentil”. O Evanescence gravou partes de seu álbum de estreia de 2003, Fallen, no NRG Studios em Hollywood, enquanto o Linkin Park estava gravando seu segundo álbum, Meteora, no mesmo lugar. “Mas não, não é verdade”, ela continuou. “Mas isso é incrível. Eles deveriam me perguntar sobre isso. Não tenho muito tempo livre, mas posso fazer isso em meio período”. Mike Shinoda ainda não falou publicamente sobre uma reunião do Linkin Park e parece estar atualmente focado em seu trabalho solo. Já o Evanescence confirmou recentemente uma turnê canadense com o Halestorm. Nove datas já estão marcadas, começando em Vancouver no dia 15 de outubro deste ano. Via: Rockbizz

Malvada lança “Veneno”, primeiro single de novo álbum
A banda Malvada lançou “Veneno”, primeiro single do segundo álbum da banda. A faixa, produzida por Giu Dagga, traz a nova formação do grupo, que agora conta com Indira Castillo (vocais), Bruna Tsuruda (guitarra), Rafaela Reoli (baixo) e Juliana Salgado (bateria), mantendo seu alto nível já conhecido. O novo trabalho também marca a mudança de gravadora por parte da banda. Seu primeiro álbum, A Noite Vai Ferver (2021) foi feito pela Shinigami Records, agora, elas trabalharão com a Frontiers Records. Indira Castillo disse: “Essa letra descreve muito sobre o que é ser mulher, sobre as nossas dualidades, sobre o que é ser veneno e ao mesmo tempo nosso próprio antídoto. Eu espero que as pessoas se comuniquem e se identifiquem com essa dualidade que existe no ser humano. “ A Tsuruda comentou: “Ela foi a primeira música que nós fizemos juntas com a nova formação, por isso é tão especial: foi o primeiro indício da nova era. A gente fluiu muito fácil, ‘Veneno’ foi a prova que a nova formação ia funcionar bem demais”. Salgado explicou: “’Veneno’ pra mim é o puro suco do pop rock nacional. A gente pegou um pouco de tudo que a gente gosta de ouvir na música brasileira, no rock brasileiro, juntamos e ficou bem malvado.” E, por fim, Rafaela Reoli declarou: “‘Veneno’ pra mim é a luz e sombra que existe no ser humano, que está muito presente na psicologia feminina, é justamente sobre a importância dessa dualidade”. O videoclipe, gravado em São Paulo, conta com produção de Caike Scheffer e roteiro de Scheffer e Lívia Mendes. Confira abaixo: LEIA TAMBÉM: Entrevista Malvada: Indira Castillo e Juliana Salgado comentam sobre novo álbum Via: WikiMetal

David Gilmour lançará seu novo álbum solo, Luck And Strange, no dia do aniversário de Roger Waters
David Gilmour acaba de anunciar que lançará seu novo álbum solo, intitulado Luck And Strange, no dia 6 de setembro, aniversário de Roger Waters, pela Sony Music. O primeiro single, The Piper’s Call, será lançado nesta quinta-feira, 25 de abril, após uma estreia mundial exclusiva no Breakfast Show, da BBC Radio 2. Luck And Strange foi gravado durante cinco meses em Brighton e Londres e é o primeiro álbum de inéditas do guitarrista/vocalista do Pink Floyd em nove anos. O disco foi produzido por David e Charlie Andrew, mais conhecido por seu trabalho com ALT-J e Marika Hackman. Sobre essa nova relação de trabalho, David comentou: “Convidamos Charlie para ir até nossa casa, então ele veio e ouviu algumas demos e disse coisas como: ‘Bem, por que tem que haver um solo de guitarra lá?’ e ‘Todos eles desaparecem? Alguns deles não podem simplesmente acabar?’ Ele tem uma maravilhosa falta de conhecimento ou respeito por esse meu passado. Ele é muito direto e não fica intimidado, e eu adoro isso. É muito bom para mim, porque a última coisa que você quer é que as pessoas simplesmente se submetam a você”. Os músicos que contribuíram para o disco incluem Guy Pratt e Tom Herbert no baixo, Adam Betts, Steve Gadd e Steve DiStanislao na bateria, Rob Gentry e Roger Eno nos teclados com arranjos de cordas e corais de Will Gardner. A faixa-título também traz a participação do falecido tecladista do Pink Floyd, Richard Wright, gravada em 2007 na casa de David. Via: Rockbizz

The Omnific lança single “Matrices” e disponibiliza clipe; assista aqui
A banda instrumental de rock The Omnific lançou o single “Matrices”. A faixa faz parte do segundo álbum da carreira The Law Of Augmenting Returns que será disponibilizado no dia 07 de junho via Wild Thing Records. O grupo já havia divulgado o single “Base Camp”. “Matrices” é uma mistura de rock, hip-hop e pop e ganhou um clipe que você pode assistir no fim desta matéria. Ao falar sobre a faixa, o baixista Toby Peterson-Stewart comenta em uma declaração divulgada à imprensa: “Esta é uma das músicas mais difíceis de tocar para todos nós, respectivamente, é um ótimo exemplo de uma música que nos torna todos músicos melhores ao tocá-la. Além disso, muito djent.” Sobre o álbum, o baixista Matt Fack explicou: “The Law Of Augmenting Returns é o ápice da experiência e do conhecimento aprendidos e incorporados nos oito anos de nossa existência como banda. Com nossa mentalidade criativa para incorporar novas ideias aderindo ao princípio fundamental do baixo, esse álbum pinta a história do passado, do presente e do futuro da banda.” Além de Toby e Matt, o grupo é formado pelo baterista Jerome Lematua. The Law Of Augmenting Returns está disponível para pré-venda neste link. The Omnific – The Law Of Augmenting Returns 01. The Omnific ≈ Bass (Feat. Tim Waurick e Luke Taylor do Heartline)02. The Law Of Augmenting Returns (Feat. Charles Berthoud e Kai Den Hertog)03. Matrices04. Base Camp05. Will-O’-The-Wisp06. Phat Mackerel07. Butterfingers08. Double Malt Ditty (Feat. Rohan Sharma) Via: WikiMetal

“A narrativa de que o Skid Row não gosta de mim é louca”, diz Sebastian Bach
Nos últimos tempos, o vocalista Sebastian Bach tem batido na tecla de que o planeta precisa de uma reunião dele com o Skid Row, com isso, nas oportunidades que tem, o cantor canadense tem tocado no assunto e dado alguns pitacos sobre os bastidores da relação entre as partes. Em conversa com a jornalista Emma Jaye, da Screamer Magazine, Sebastian Bach disse, por exemplo, que a narrativa de que o Skid Row não gosta dele é louca. Bach falou: “Há toda uma narrativa de que não nos damos bem ou que eles não querem estar no mesmo lugar que eu. Há coisas que descobri recentemente sobre o lado empresarial que não tem nada a ver com o que aconteceu em 1996 ou com o fato de eu ser louco ou de não nos darmos bem”. O vocalista completou: “São coisas voltadas cem por cento ao lado empresarial! A única coisa que está no nosso caminho é o lado comercial. Não posso dar todos os detalhes, mas não se trata de não nos darmos bem. Então, temos que descobrir como resolver esse lado comercial. E como eu falei, a narrativa de que eles não gostam de mim é louca e não é verdadeira”. E por falar em Sebastian Bach, o cantor vai lançar seu novo álbum de estúdio, chamado Child Within The Man, em 10 de maio pela Reigning Phoenix Music. Child Within The Man foi gravado em Orlando, Flórida; produzido e mixado por Michael “Elvis” Baskette; projetado por Jef Moll e pelo assistente de engenharia por Josh Saldate e masterizado por Robert Ludwig da Gateway Mastering. Bach escreveu ou co-escreveu todas as faixas do trabalho. O disco possui participações especiais de John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie), Steve Stevens (Billy Idol) e Orianthi (ex-Alice Cooper), além de duas faixas co-escritas com Myles Kennedy (Alter Bridge): What Do I Got to Lose? e To Live Again. Completam a formação da banda de Bach, Devin Bronson (guitarra), Todd Kerns (baixo) e Jeremy Colson (bateria). Track listing de Child Within The Man: 01. Everybody Bleeds02. Freedom (featuring John 5)03. (Hold On) To The Dream04. What Do I Got To Lose?05. Hard Darkness06. Future Of Youth (featuring Orianthi)07. Vendetta08. F.U. (featuring Steve Stevens)09. Crucify Me10. About To Break11. To Live Again Via: Rockbizz

Lavie lança single novo “Se Jogah” com videoclipe; confira aqui
Lavie lançou um single novo, intitulado “Se Jogah”, que conta com a participação especial de Caio MacBeserra, do Project46. A banda mistura uma série de elementos musicais de diferentes estilos em suas canções, não sendo diferente nesta. É possível perceber alguns detalhes de funk, aliado ao metal, que completam-se com os vocais. Sobre o projeto, o idealizador Thiago O Nego comenta: “a Lavie foi pensada para ser a experiência de ouvir várias estações de rádio em uma banda só, já que você tem a sensação de estar trocando as estações do dial, pois as músicas são bem diferentes entre si”. Confira o videoclipe de “Se Jogah”: LEIA TAMBÉM: Amy Lee é a nova cantora do Linkin Park? Via: WikiMetal

Deep Purple anuncia o novo álbum =1
O Deep Purple acaba de anunciar que lançará seu novo álbum, intitulado =1, no dia 19 de julho via earMUSIC. =1 é o primeiro álbum da banda com o sensacional guitarrista Simon McBride, que entrou na banda em 2022 e se integrou perfeitamente quando o membro de longa data Steve Morse saiu por motivos pessoais. O sucessor de Whoosh! (2020) será lançado nos formatos CD+DVD limitado (digipak), CD, 2LP gatefold (preto, 180g), 2LP gatefold roxo limitado (180g), 2LP transparente limitado (180g) e box set limitado. Todos os LPs incluem um livreto de 12 páginas. O DVD bônus traz o documentário de aproximadamente 60 minutos Access All Areas mostrando os bastidores da turnê. O primeiro single do novo trabalho será liberado no dia 30 de abril. Tracklist =1: 01. Show Me02. A Bit On The Side03. Sharp Shooter04. Portable Door05. Old-Fangled Thing06. If I Were You07. Pictures Of You08. I’m Saying Nothin’09. Lazy Sod10. Now You’re Talkin’11. No Money To Burn12. I’ll Catch You13. Bleeding Obvious Via: Rockbizz

Amy Lee é a nova cantora do Linkin Park?
Após alguns rumores de que Amy Lee, seria a nova vocalista do Linkin Park, a mesma o desmentiu durante uma entrevista. As discussões se iniciaram após Jay Gordon, vocalista do Orgy, comentar, também em uma entrevista, que “Ouvi dizer que eles têm uma cantora agora. Foi o que ouvi.” Em conversa com a iHeart Radio, ela disse (via Blabbermouth): “Esse é um elogio incrível,” após lhe contarem que era uma das favoritas por parte dos fãs para ocupar a vaga. “Eu não ouvi isso. Não, não fui contatada [pelo Linkin Park] ou algo parecido. Mas [sou] uma grande fã, sinto que nossos mundos, nossas bases de fãs são basicamente as mesmas pessoas.” Ela não se lembra ao certo se o Evanescense e o Linkin Park tocaram juntos em algum festival ou algo do estilo, porém: “Nos conhecemos. Estávamos no estúdio ao mesmo tempo. Quando estávamos fazendo Fallen, tive uma breve conversa ou duas com Chester [Bennington]. Ele era muito gentil.” Ela reforça que não é a nova vocalista da banda: “Mas não, não é verdade. Mas isso é incrível. Eles deveriam me perguntar sobre isso. Não tenho muito tempo livre, mas posso fazer isso em tempo parcial.” LEIA TAMBÉM: Amy Lee recebe cachaça de jambu de fã brasileira: “Eu amei” Via: WikiMetal

Exodus deixa fãs enlouquecidos e grade balançando em Curitiba
Exodus foi capaz de tornar uma segunda-feira, dia 22 de abril, parecer um sábado à noite. O local do show foi no CWB Hall, uma casa noturna bem estilo underground, longe do centro mas com um bom potencial para shows de médio porte, equipe atenciosa. Enfim, o tipo do lugar que parece que você volta aos 18 anos, pelo menos no meu caso. O Exodus já é consolidado pela sua história e importância no mundo do thrash metal. Fundada em 1980 em Richmond, Califórnia, a banda é uma das pioneiras do gênero e tem uma história marcada por várias mudanças na formação e uma série de álbuns de sucesso. O Exodus, fundado pelo guitarrista Kirk Hammett, que mais tarde se juntou ao Metallica, e pelo vocalista Paul Baloff, já falecido, lançou em 1985 seu álbum de estreia Bonded by Blood, um clássico até hoje. Eskröta abrindo a noite O show da banda de abertura ficou por conta do trio paulistano do Eskröta, representando o girl power no metal brasileiro. A banda foi formada em 2017 por Yasmin Amaral e Tamyris Leopoldo, e conta com o baterista Jhon França. Em abril de 2023, a Eskröta lança o álbum Atenciosamente, Eskröta, que conta com a divulgação de um single, a música “Homem é assim mesmo”. E mesmo que o tempo tenha sido curto para elas, conseguiram agitar muito o público com “Bife do Inferno”; “Instagramável” e até uma música baseada no livro de Stephen King “Carry”, de Carry, a estranha”. Valeu a pena ficar colada na grade, pois a energia foi esmagadoramente boa. O apocalipse chamado Exodus O Exodus subiu ao palco por volta das 21:30, horário programado para o show. A casa lotou e ficou difícil achar um espaço vazio para ver a banda. Enquanto isso, na grade que separava o público do palco, os fãs pareciam não estar aguentando. Por várias vezes a grade ameaçou cair e foi segurada manualmente por vários seguranças. Era impossível não se empolgar com Exodus, cultuada por muitos. A perfeição, o peso e ao mesmo tempo a melodia do extremo, é extraordinário. O grande destaque Gary Holt ex-guitarrista do Slayer, já há alguns anos com o Exodus levou riffs incríveis. Os amantes das guitarras puderam deliciar-se com a performance de Holt. A banda ainda conta com Lee Altus na guitarra, o baterista Tom Hunting e o baixista Jack Gibson. As músicas do setlist foram impecáveis: “Impact”, “Blacklist”, “Blood In Blood out”, “Iconoclasm”, entre outras. O vocalista Steve Zetro Souza esbanjava energia e simpatia com o público, sempre conversando e incentivando o público a balançar as cabeças. Na última parte do show, muitos já haviam abandonado a grade em frente ao palco, devido ao calor que fazia no local. Mesmo com vários ventiladores, não foi possível refrescar o lugar. Mas tudo sempre acaba bem quando as últimas músicas são “Bonded By Blood”, seguido de “Toxic Waltz” e “Strike” fechando a noite. Nosso colaborador Vladimir Silverio também esteve no show e registrou a noite com fotos exclusivas. Confira a galeria de fotos logo abaixo. LEIA TAMBÉM: Exodus retorna aos estúdios em maio deste ano, segundo Steve Zetro Souza Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne foi selecionado para o Rock & Roll Hall Of Fame
Rock & Roll Hall Of Fame escolheu Ozzy Osbourne pela segunda vez. Dessa vez, o selecionaram pela sua carreira solo e salientou que está mais que honrado. Em recente entrevista à Billboard, refletiu o cantor: “Com cada novo empreendimento musical, há sempre uma certa surpresa quando você vê os fãs aceitá-lo, porque ninguém quer fazer um disco e vê-lo fracassar”. E ainda completou, “Sinto que me convidaram para uma festa em 1980 e isso não parou. “Nada mal para um cara que foi demitido de sua última banda.” Porém, a maior expectativa é a possibilidade de Ozzy se apresentar na cerimônia em outubro. O músico se encontra afastado dos palcos por problemas de saúde, entre eles o Parkinson. A longa história de Ozzy Osbourne e o Rock & Roll Hall Of Fame Essa não foi a primeira vez que Ozzy teve seu nome na lista de indicados ao Rock & Roll Hall Of Fame. Dessa vez o músico se mostrou muito honrado, mas nem sempre foi assim, em 1999 quando o Black Sabbath estava na lista de indicados, tentou remover a banda e pontuou que a premiação era sem sentido. Inclusive escreveu uma carta aberta à instituição: “Basta tirar nosso nome da lista. Economize a tinta. Esqueça-nos. A indicação não tem sentido, porque não é votada pelos fãs. É votada pela suposta elite da indústria e da mídia, que nunca comprou um álbum ou ingresso para um show em suas vidas, então o voto deles é irrelevante para mim. Vamos ser sinceros, o Black Sabbath nunca foi queridinho da mídia.” Porém, no ano de 2006, quando selecionaram a banda, o músico aceitou a indicação junto aos companheiros. Posteriormente, selecionaram em 2021 Randy Rhoads, se mostrou satisfeito. Confira abaixo os selecionados desse ano. View this post on Instagram A post shared by Rock & Roll Hall of Fame (@rockhall) LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne terá novo programa sobre “aliens, drogas, conspirações e rock” Via: WikiMetal

As 10 melhores músicas do Greta Van Fleet
Greta Van Fleet é uma das bandas que mais ganhou popularidade na última década — seja por elogios ou críticas. A banda se assemelha ao som clássico de Led Zeppelin, gerando uma certa revolta por uma parte dos fãs, mas a alta qualidade da banda é inegável. Formada pelos irmãos Josh Kiszka (vocalista), Jake Kiszka (guitarrista), Sam Kiszka, (baixista) e Daniel Wagner (baterista), o Greta Van Fleet já lançou quatro álbuns, com uma série de músicas que são pontos fora da curva. A fim de celebrar o aniversário dos gêmeos Josh e Jake, confira uma lista das melhores músicas do grupo norte americano. “Safari Song” – From The Fires Iniciando com a faixa de abertura do primeiro álbum da banda, From The Fires, lançado em 2017, “Safari Song” tem um riff matador que introduz a música. Os instrumentos se complementam e os vocais de Josh soam mais moderados do que em outras músicas, o que pode agradar àqueles que não são grandes entusiastas das altas notas atingidas pelo vocalista. “Rolling In The Deep” – Spotify Singles Avançando um ano, o Greta Van Fleet participou do Spotify Singles, lançando uma versão cover de “Rolling In The Deep”, originalmente performada por Adele. A escolha foi certeira. O quarteto fez uma releitura interessante, potente e muito melódica que, ouso dizer, soa até melhor que a da cantora. “My Way Soon” – The Battle at Garden’s Gate Lançado em 2021, The Battle at Garden’s Gate não é um álbum tão bom quanto seus dois anteriores, mas há algumas faixas que se destacam. Dentre elas, “My Way Soon”, que tem todo um groove envolvido, em um ritmo cadenciado e que cresce durante o refrão. “You’re The One” – Anthem Of The Peaceful Army Uma balada poderosa embala o álbum Anthem Of The Peaceful Army (2018). “You’re The One” é uma linda declaração de amor, que exala tranquilidade, em uma faixa com violão. O contraste entre a voz de Josh e a calma do instrumental é algo que impacta aquele que ouve, em especial, o trecho em que a bateria se acelera, mais para o final dela. “Edge Of Darkness” – From The Fires From The Fires tem algumas das melhores músicas do Greta Van Fleet, e “Edge Of Darkness” é uma delas. Aqui, temos Josh menos “tímido” e demostrando o verdadeiro poder de sua voz, com trechos em que canta altas notas, em contraste a trechos mais calmos. Ela tem um refrão cativante e novamente, eles não desapontam e entregam uma música excelente. “Lover, Leaver” – Anthem Of The Peaceful Army Mais uma música que já se inicia com um belo riff de guitarra. A música é dançante e empolgada, com boas linhas de bateria — em que Daniel solta o braço —, que unidas ao baixo e ao vocal, tornam a experiência de audição da faixa muito mais interessante. “Black Smoke Rising” – From The Fires Talvez o melhor riff introdutório de uma música do Greta seja o de “Black Smoke Rising”. É também uma faixa que conta com refrão viciante, com ótimas linhas de baixo e vocais muito bem executados. “Broken Bells” – The Battle at Garden’s Gate De forma calma, “Broken Bells” se inicia, até que ela vai em uma belíssima crescente, tomando forma e ganhando mais poder e potência, tornando-a uma bela balada. A música alterna entre os momentos mais suaves em comparação aos mais encorpados, e isso torna-a ainda mais emocionante. “When The Curtain Falls” – Anthem Of The Peaceful Army Voltando as músicas mais animadas, “When The Curtain Falls” é uma boa escolha para apresentar alguém ao Greta Van Fleet. Todos os músicos soam excepcionais, em especial, Josh Kiszka, que usa sua voz de maneira fenomenal. “A Change Is Gonna Come” – From The Fires Para finalizar a lista, temos “A Change Is Gonna Come”, uma faixa com influências de blues, executada de uma forma em que é possível sentir tudo o que a banda queria transmitir. Os backing vocals também auxiliam nesta percepção de uma faixa que emana muita emoção. LEIA TAMBÉM: Greta Van Fleet não leva público em viagem no tempo em São Paulo, mas faz muito melhor Via: WikiMetal

Sammy Hagar ganhará estrela na Calçada da Fama em Hollywood
Sammy Hagar, ex-vocalista do Van Halen, ganhará uma estrela na calçada da fama em Hollywood. Na próxima terça-feira, 30, às 11:30 (horário do pacífico), acontecerá a cerimônia, que contará com o sósia do vocalista, Guy Fieri, como apresentador, além de John Mayer e o amigo de Hagar, Tom Consolo. Ana Martinez, produtora da Calçada da Fama de Hollywood, comunicou: “A Câmara de Comércio de Hollywood está entusiasmada em homenagear a lenda do rock Sammy Hagar por suas contribuições ao mundo do rock and roll. Desde seu início humilde em Fontana, Califórnia, até passear na Calçada da Fama de Hollywood quando era menino, ele realmente percorreu um longo caminho.” Após a morte de Eddie Van Halen, muito se discutiu sobre um possível tributo ao vocalista, em especial, por Hagar, que revelou (via Blabbermouth): “No que diz respeito ao tributo, estou muito decepcionado com a forma como eles lidaram com tudo, inclusive quando saí da banda, o que eles fizeram e tudo mais.” LEIA TAMBÉM: Van Halen: Sammy Hagar conta como ele e Eddie Van Halen criaram “Right Now” Via: WikiMetal

Best Of Blues And Rock passará por 4 cidades brasileiras com Zakk Sabbath, Kiko Loureiro e mais
O festival Best Of Blues And Rock terá uma nova edição em 2024 passando por quatro cidades brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. O único grupo que se apresentará em todas as cidades é o Zakk Sabbath, com o restante das datas contando com diferentes artistas. Os shows se iniciam no Rio de Janeiro, dias 20 e 21 de junho, no Vivo Rio. Na primeira data, Joe Bonamassa e Eric Gales compõem o lineup, enquanto no dia seguinte, Zakk Sabbath e Kiko Loureiro encerram a passagem pela capital. São Paulo vem em seguida, no dia 22, no Parque do Ibirapuera, com shows do CPM 22 e Di Ferrero, além de Zakk Sabbath, Joe Bonamassa e Eric Gales. Curitiba também recebe dois dias, 23 e 24, no Live Curitiba. No primeiro, Zakk Sabbath e Hibria, no segundo, Joe Bonamassa e Eric Gales. E para finalizar, acontece, no dia 25 de junho, os shows de Zakk Sabbath e Yohan Kisser, no Arena Hall, em Belo Horizonte. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Eventim. View this post on Instagram A post shared by Best of Blues and Rock (@bestofbluesandrock) Via: WikiMetal

Pierce The Veil lança cover de “Karma Police”, do Radiohead
Há cerca de 8 meses, a banda de pop punk Pierce The Veil realizou um cover de “Karma Police”, clássico do Radiohead, em apresentação para a rádio australiana Triple J. A resposta do público foi tão positiva que acabaram incorporando sua versão da música britânica à setlist dos shows da última turnê — que inclusive teve passagem pelo Brasil, durante o festival Lollapalooza. A etapa final na concretização do cover ocorreu na última sexta-feira, 19, ao lançarem uma versão de estúdio da faixa. Já disponível nos serviços de streaming, a música segue fiel à original, mas conta com a adição de guitarras mais agressivas e distorcidas, imprimindo a sonoridade do Pierce The Veil na versão. “Somos produtos da era MTV dos anos 80 e 90, então músicas como ‘Karma Police’ vivem profundamente em nossas mentes infantis”, afirmou a banda em comunicado. “Desenterramos [a música] como uma oportunidade de desfrutar de algo reconfortante e familiar. Nos inspirando nas memórias e emoções que a música evoca em nós, criamos uma versão que reflete de onde viemos como banda. Ficamos felizes em descobrir que a música permaneceu assustadora e bonita mesmo quando alimentada por pedais de distorção e guitarras altas.” Ouça o cover abaixo: Via: WikiMetal

Michael Anthony se junta a membros do Green Day para tocar clássicos do Van Halen e KISS; assista
Michael Anthony, ex-baixista do Van Halen, se juntou ao The Coverups – projeto paralelo de Billie Joe Armstrong e Mike Dirnt do Green Day – no último sábado (20 de abril) no Tiki Bar em Costa Mesa, Califórnia, Estados Unidos. O baixista tocou os clássicos do Van Halen, Dance The Night Away e Ain’t Talkin’ ‘Bout Love, além de Rock And Roll All Nite, do KISS, que também contou com a participação do baterista do Green Day, Tré Cool. Formado em 2018, o The Coverups também conta com Jason White, membro de turnê do Green Day, o engenheiro de som Chris Dugan, o gerente de turnê Bill Schneider e o músico Greg Schneider. O grupo é conhecido por seus shows caóticos, onde dão um toque especial a faixas de nomes icônicos como David Bowie e Rolling Stones. Veja vídeos filmados por fãs abaixo: Via: Rockbizz

Symphony X anuncia nova turnê no Brasil em julho
Um dos maiores nomes do metal progressivo de todos os tempos, o Symphony X tem uma legião de fãs no Brasil. O público tem uma nova oportunidade de prestigiar os titãs do estilo, em uma turnê que a banda fará no país em julho. Três datas foram anunciadas pela produtora Top Link Music: 26 de julho (sexta-feira), em Belo Horizonte; 27 de julho (sábado), em São Paulo; e 28 de julho (domingo), em Porto Alegre. A venda de ingresso em Belo Horizonte estará disponível a partir do dia 23 de abril, às 12 horas. Já em Porto Alegre, começa na mesma data, às 14 horas. Na capital paulista, a pré-venda para clientes Tokio Marine Hall começa no dia 25 de abril, ao meio-dia, e a venda geral terá início no sábado, dia 27, também às 12 horas. 26/07 – Belo Horizonte @ Mister Rock – https://ingressosfansociety.com.br//evento/12/SYMPH0NY_X_EM_BH27/07 – São Paulo @ Tokio Marine Hall – https://www.eventim.com.br28/07 – Porto Alegre @ Opinião – https://www.sympla.com.br/opiniao Symphony X Liderados pelo guitarrista Michael Romeo e pelo cantor Russell Allen, o Symphony X se consolidou como uma máquina que combina a excelência dos seus intérpretes com a capacidade de surpreender que caracteriza este estilo musical. No repertório, a banda repassará grandes momentos de sua vitoriosa carreira. O Symphony X foi formado em 1994, portanto, são três décadas de estrada e sucessos. Álbuns como The Divine Wings of Tragedy e V: The New Mythology Suite os catapultaram para o Olimpo do estilo. São nove álbuns de estúdio até o momento, sendo o mais recente, The Underworld, de 2015. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson está faturando mais de 2 milhões e meio de reais por mês com a Caerdav
Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, 65 anos, é considerado um dos maiores músicos do mundo, tem uma experiência de vida extraordinária, com realizações nas mais diversas áreas como aviação, empreendedorismo, cinema, editorial, rádio, esporte, entre outras. Atualmente, no campo dos negócios, Bruce Dickinson está faturando mais de 2 milhões e meio de reais por mês com a Caerdav, que é a sua empresa de manutenção de aeronaves, aluguel de ferramentas e serviço completo de consultoria em aviação. Em entrevista ao jornal britânico Mirror, Dickinson falou brevemente sobre a quantas andam a Caerdav. “Eu não não vou entrar nos mínimos detalhes, mas tive que investir bastante dinheiro, durante muito tempo. Eu estava muito ocupado trabalhando e tentando investir dinheiro nisso, dessa forma, não fiquei esperto o suficiente para ter certeza de que as pessoas não estavam me enganando. Isso acabou me custando uma pequena fortuna, no entanto, nós conseguimos reverter esse quadro negativo. Hoje em dia, estamos obtendo um lucro líquido de 400 mil libras todos os meses [cerca de 2 milhões e meio de reais] e estamos com agenda lotada até o final de 2026”. A Caerdav está no mercado desde 2012 e se coloca como uma empresa de vanguarda do setor de aviação. Portanto, caso você queira e precise de manutenção em sua aeronave, consulte a equipe de Bruce Dickinson. Para saber mais sobre a empresa, acesse aqui. Via: Rockbizz

Creed faz shows após mais de dez anos no cruzeiro Summer Of ’99
Creed fez o seu retorno aos palcos na semana passada, com shows na última quinta-feira, 18, e sábado, 20, no cruzeiro Summer Of ’99. A viagem se encerra nesta segunda-feira, 22, que saiu de Miami e foi até Bahamas. Além do Creed, 3 Doors Down, Buckcherry, Tonic e Vertical Horizon, eram algumas das outras atrações confirmadas. Scott Stapp, Mark Tremonti, Brian Marshall e Scott Phillips anunciaram a volta da banda em julho de 2023, após doze anos. Confira alguns vídeos: Via: WikiMetal

The Hives confirma show no Brasil em outubro
O selo de shows Popload Gig está oficialmente de volta com o anúncio de uma nova vinda ao Brasil da espetacular banda sueca The Hives. O grupo fará uma única apresentação no país no Tokio Marine Hall, São Paulo, no dia 15 de outubro. A pré-venda para o fã-clube será realizada a partir das 12h00 do dia 23 de abril e a venda geral a partir das 12h00 do dia 24 de abril. Os ingressos podem ser adquiridos no site www.ticketsforfun.com.br e nos pontos de venda oficiais. Raríssimas são as bandas na história da música que fazem um som mais energético, ficam longos anos (década!?) fora dos estúdios e retornam com a mesma pegada e intensidade que o Hives, soando exatamente como se tivessem se passado poucos meses. O quinteto, formado nos anos 90 na cidadezinha sueca de Fagersta, mas que ganhou fama além-fronteira na onda do novo rock propagada por Strokes e White Stripes nos anos 2000, lançou em agosto do ano passado seu sexto álbum, The Death of Randy Fitzsimmons, depois de 11 anos sem um disco novo. O que chamou a atenção no lançamento de The Death of Randy Fitzsimmons, que brinca com a morte de um fictício sexto membro da banda, é que o Hives contraria com este novo trabalho a estatística de o próximo disco ser “o melhor da carreira”, discurso de 90% dos artistas quando ficam sem lançar. Pelle Almqvist fez questão de avisar que o álbum não tinha nada de “disco maduro”, sem invenções ou experimentalismos. Era “só” um simples disco do Hives, de rock rápido e transbordando energia. O de sempre. No caso do Hives, sempre bom. SERVIÇO: POPLOAD GIG COM THE HIVES -SÃO PAULOData: Terça feira, 15 de outubro de 2024Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo – SPAbertura da casa: 19h00Início dos shows: 21h00Capacidade: 4.000 pessoasPré-venda fã clube: das 12h00 (meio dia) de 23 de abril às 12h00 (meio dia) de 24 de abril de 2024Venda geral: 24 de abril de 2024 às 12h00 (meio dia)Classificação etária: Vedada a entrada de menores de 16 anos.Realização: TIME FOR FUN (T4F) INGRESSOS: PISTA PREMIUM – R$ 210,00 MEIA ENTRADA – R$ 420,00 INTEIRAPISTA – R$ 180,00 MEIA ENTRADA – R$ 360,00 INTEIRAFRISA – R$ 200,00 MEIA ENTRADA – R$ 400,00 INTEIRACAMAROTE – R$ 275,00 MEIA ENTRADA – R$ 550,00 INTEIRACADEIRA ALTA – R$ 160,00 MEIA ENTRADA – R$ 320,00 INTEIRA MEIA ENTRADA: Obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos), e na entrada do evento (para compras via internet). BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA: Teatro Renault – Avenida Brigadeiro Luis Antônio, 411, Bela VistaDe terça a domingo: das 12h às 20h;Segunda feira e feriados: fechado. LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA: Pela Internet: www.ticketsforfun.com.brTaxas de conveniência e de entrega. FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN: Internet: – Cartões de crédito American Express®, Visa, MasterCard, Diners, Hipercard e ELO. Bilheteria e Pontos de Venda: – Dinheiro;– Cartões de crédito American Express®, Visa, MasterCard, Diners, Hipercard e ELO;– Cartões de débito Visa Electron, Mastercard débito, Elo Débito e Hipercard;– Vale Cultura Sodexo. Via: Rockbizz

Frank Zappa & The Mothers Of Invention: Álbum ao vivo Whiskey a Go Go 1968 será lançado em junho
Um novo show ao vivo de Frank Zappa & The Mothers Of Invention será lançado no dia 21 de junho com quase cinco horas de material, a maioria inédita. Whiskey a Go Go 1968 inclui um concerto de três sets na famosa casa de shows de Los Angeles, Estados Unidos, gravado para um álbum ao vivo. Porém, a maioria das faixas do conjunto de três discos permaneceu inédita nos últimos 55 anos. Zappa e a banda realizaram o show em 23 de julho de 1968, após o lançamento de seus três primeiros álbuns, Freak Out! (1966), Absolutely Free (1967) e We’re Only in It for the Money (1968). Além da versão de 3 CDs de Whiskey a Go Go 1968, um conjunto de 5 LPs e uma edição “Highlights” de 2 LPs também estarão disponíveis. Pré-venda aqui. Uma prévia do novo álbum, a faixa The Duke – Take 2, pode ser ouvida abaixo: Tracklist de Whisky a Go Go 1968: CD 11. Whisky Improvisation: Episode I2. America Drinks & Goes Home3. Help, I’m A Rock / Transylvania Boogie4. My Boyfriend’s Back5. Bust His Head6. Tiny Sick Tears Jam7. “The Purpose Of This Evening…”8. Whisky Improvisation: Episode II9. Status Back Baby10. Memories Of El Monte11. Oh, In The Sky12. Valerie CD 21. Fun & Merriment2. Hungry Freaks, Daddy3. King Kong – Part 14. King Kong – Part 25. Octandre6. Whisky Improvisation: Episode III7. Meow8. God Bless America9. Presentation Of Wings10. Plastic People11. Della’s Preamble12. The Duke – Take 113. The Duke – Take 214. Khaki Sack CD 31. The Whip2. Whisky Chouflée3. Brown Shoes Don’t Make It4. Brown Shoes Shuffle Bonus Vintage Mixes5. The Whip (FZ Mix)6. Hungry Freaks, Daddy (FZ Mono Mix) Via: Rockbizz

Dave Grohl, Charlie Benante e Scott Ian lançam vídeo do cover de The Regulator do Bad Brains
Dave Grohl, líder do Foo Fighters, uniu forças com Scott Ian e Charlie Benante, guitarrista e baterista do Anthrax, respectivamente, para gravar um cover de The Regulator, clássico do Bad Brains. A música, que foi gravada no final do ano passado no Studio 606 de Grohl em apenas duas tomadas ao vivo, foi disponibilizada sob o nome G.B.I. (Grohl, Benante, Ian) exclusivamente para o Record Store Day em vinil sete polegadas limitado a apenas 3 mil cópias. Os lucros da versão de The Regulator do G.B.I. beneficiarão o vocalista do Bad Brains, Paul “H.R.” Hudson, que sofre há mais de dez anos de um tipo raro e insuportável de dor de cabeça conhecida como síndrome SUNCT. O vídeo oficial do cover, que contém imagens da gravação da música, pode ser visto abaixo. Via: Rockbizz

“É estúpido votar na extrema-direita porque você está de saco cheio do governo”, diz Sharon Den Adel
O Within Temptation é uma banda que tem se manifestado politicamente em suas mais recentes obras musicais. O teor lírico de suas mais novas canções traz a chama para um debate mais profundo e necessário em torno das relações e dinâmicas que nos permeiam. A vocalista Sharon Den Adel conversou com o podcast Metal Musikast e comentou brevemente sobre o viés político estampado nas recentes músicas do Within Temptation. Sharon disse: “Bem, acho muito difícil separar a música de quem você é como pessoa! Além do mais, ver o que está acontecendo na Europa, ver a invasão da Rússia na Ucrânia e saber que Kiev [capital da Ucrânia] está a apenas duas horas de voo de minha casa, me dá o sentimento de que a guerra está acontecendo no meu quintal. Ver a propaganda da Rússia e ver que o governo russo está colocando os países europeus uns contra os outros é muito grave. Temos que ficar unidos, mas a propaganda russa tem encontrado eco em certos países como a Eslovénia e a Hungria”. A cantora continuou: “O nosso país, que é a Holanda, votou a favor da extrema-direita, o que eu não compreendo. O partido que ganhou tem as mesmas ideias de alguns países que são a favor da Rússia. Não quero dizer que o nosso país seja pró-Rússia, mas penso que foi um voto de protesto, pois as pessoas não estavam satisfeitas com o governo que tínhamos e acharam melhor protestar dessa forma, o que foi muito estúpido. É estúpido votar na extrema-direita porque você está de saco cheio do governo. Precisamos nos unir e votar com mais sabedoria”. Eis o bate-papo na íntegra logo a seguir: Via: Rockbizz

Long Live Rock N’ Roll: Conheça 16 subgêneros do estilo musical
O rock n’ roll já é um ilustre e elegante senhor de mais de oitenta anos; criado, basicamente, a partir do blues, rhythm n’ blues e bluesgrass, o rebento musical, logo em suas primeiras codificações, tomou, deliberadamente ou não, a fama e, até mesmo, a responsabilidade de ser um agente contestador do status quo da sociedade. Mesmo sendo tachado por muitos como uma arte pobre e marginalizada, sobretudo pela aristocracia vigente ao longo da história, o povão assinou embaixo e mergulhou de corpo e alma no ritmo pulsante e no teor e na aura questionadora, assim, os bailes e os shows vêm reunindo fãs e seguidores nos quatro cantos do planeta. Para àqueles que queriam a extinção e a cabeça do estilo musical, o tiro saiu pela culatra, visto que, a partir do berço rock n’ roll, foram criadas mil e uma outras misturas sonoras e, claro, subgêneros do estilo. Ou seja, a família vem crescendo e o papai rock n’ roll, bem como seus descendentes, tem se tornado cada vez mais atores principais na dinâmica cultural de cada década. Para efeito ilustrativo, queremos recordar algumas formas de rock, a prole do orgulhoso patriarca da música pesada. Não temos a pretensão de esgotar o assunto neste espaço, já que seria rigorosamente impossível. Vamos apenas lançar luz em alguns brilhantes expoentes de nosso querido estilo musical. Dito isso, vamos ao trabalho! Folk rock: Nos anos 60, a turma formada por nomes como Joan Baez, Bob Dylan e Pete Seeger trataram de misturar o som celta e bretão, por exemplo, para dar vida a um estilo cheio de camadas e com bandeira fincada na vibe acústica. Rockabilly: Aqui é rock com forte sotaque da turma caipira dos Estados Unidos, isto é, com o pezinho no country. Jerry Lee Lewis e Roy Orbison são alguns dos principais nomes do estilo. Punk rock: Por incompetência técnica ou não, o menos é mais se tornou a palavra de ordem no punk. Surgido no final dos anos 70, a faceta musical teve seus principais expoentes na Inglaterra e Estados Unidos. Grupos como The Clash, Sex Pistols e Ramones são considerados o triunvirato do estilo. Arena rock: É uma união entre o progressivo e o heavy metal, no entanto, é formatado em um grandiloquente pacote sonoro cujo os habitats são os grandes espaços como estádios, ginásios e arenas (daí o nome). Linhas melódicas viciantes e solos de guitarra criados para que sejam cantados de maneira uníssona são algumas de suas características. Queen é um dos nomes mais apreciados do gênero. Art rock: Considerado o embrião do rock progressivo, a faceta sonora anda de mãos dadas com o quê mais erudito da literatura. Dessa forma, é comum nos depararmos com citações de textos, romances e poemas de grandes pensadores em meio aos sons. King Crimson é o maior nome do art rock. Country rock: É basicamente a música country tocada com mais eletricidade e distorção. As saborosas nuances sonoras são bancadas, a título de exemplo, pelas encorpadas palhetadas híbridas e pela união dos timbres gordos de uma Les Paul e os sons estalados de uma Stratocaster. Buffalo Springfield e Crosby, Stills, Nash & Young representam bem o estilo. Blues rock: Se o negócio é improvisar na guitarra como se não houvesse amanhã e colocar ainda mais pimenta no blues, o filhote blues rock é o nome certo para o job. Nomes como Cream, Joe Bonamassa e George Thorogood & The Destroyers dão uma boa noção do que o estilo tem a oferecer ao ouvinte. Southern rock: Vindo do sul dos Estados Unidos, a ideia básica desta faceta de som é integrar sob o mesmo guarda-chuva o country, blues e o rock. O estilo não se acanha em fixar seu ponto mais nobre nos trabalhos das seis cordas. Lynyrd Skynyrd e The Allman Brothers Band dão a temperatura do que se trata o southern rock. Progressive rock: No final dos anos 60, o rock começou a incorporar a complexidade do jazz e da música erudita em seu DNA. As composições tomaram proporções megalomaníacas com improvisações e solos de guitarra, teclado, bateria e, até mesmo, de baixo que duravam um bocado de tempo. Na dianteira do movimento estão Pink Floyd, Yes e Emerson, Lake & Palmer. Pop rock: Quando ouvimos a palavra pop dá logo um enjoo; pior, o ranço rapidamente se instala em nossos julgamentos, devido ao que é comercializado sob tal bandeira. O estilo é focado no grande público, as canções podem durar cerca de três minutos e são fabricadas para serem maciçamente tocadas nas FMs até que outra bola da vez ganhe vida e o ciclo se auto alimente. Há coisas boas em tal estilo? Com certeza, mas precisa peneirar bastante para achar pepitas de ouro como Tears for Fears e Simple Minds, que sofisticaram seus sons com influência de outros gêneros musicais. Jazz rock: A sofisticação melódica, harmônica e rítmica do jazz, que caminhava por estradas menos distorcidas, quis colocar o pezinho no rock e saborear uma pegada mais livre, leve e solta. Jeff Beck e Carlos Santana representam bem o jazz rock, embora tenham anexado outros estilos em suas respectivas artes. Classic rock: Aqui a coisa se resume em um bom arroz e feijão! Classic rock não cisca no terreiro dos vizinhos, não se fundamenta em atalhos e em influências exógenas. O esquema é edificado com voz, guitarra, bateria e baixo e fim de papo. AC/DC é o exemplo mor do poderio sonoro do estilo. Hard rock: Quando a música pesada começou a ganhar vida, a mídia e muitos músicos acharam conveniente chamar o novo rebento de hard rock, contudo, não congregava o poderio sonoro do estilo, que, pouco tempo depois, foi batizado de heavy metal. A partir daí, o hard rock ficou livre para ter a grandeza do arena rock, a leveza do pop rock e a virtuosidade do progressive rock, ainda que em doses essencialmente menores. Van Halen, Guns N’ Roses, Def Leppard e Scorpions dão uma bela noção do que é