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Summer Breeze 2024: Gene Simmons encerra primeiro dia de festival
Aconteceu, nesta sexta-feira, 26, o primeiro dia da segunda edição do Summer Breeze Brasil. Contando com um grande aumento em seu line-up, comparado ao de 2023, o festival se estende ainda pelo final de semana, dias 27 e 28. O Wikimetal esteve no festival e você pode conferir o que aconteceu nos outros shows do dia clicando aqui. Anteriormente confirmados para tocar na sexta-feira, o Mercyful Fate foi transferido para domingo e então, entrou Gene Simmons Band. Com o Kiss fazendo a sua última turnê, os mascarados começam a se aventurar em outros projetos. Começando de maneira absolutamente explosiva, “Deuce”, do álbum Kiss (1974) é um dos maiores clássicos da banda, e já deu um breve spoiler do que seria a noite. “Shout It Out Loud” é uma música fenomenal e seguiu na mesma linha de potência e poder que a anterior. Sem ao menos dar tempo de respirar, a icônica “War Machine” veio em seguida. O baixista, dono de uma voz áspera, se destaca nos momentos mais rasgados das faixas. O guitarrista Brent Woods, que tocou com Sebastian Bach, já estava de volta ao palco para mais uma performance, mostrando, novamente, muito talento. Outro destaque, é o baterista Brian Tichy, que não pega leve nas baquetas e, verdadeiramente, detona o instrumento. Agora uma polêmica. Gene Simmons tocou músicas de Paul Stanley durante o show. O problema? Nenhum, porém, quando anunciado, os fãs imaginavam que o Demon priorizaria músicas de sua autoria ou, até mesmo, faixas mais lado-B. “Detroit Rock City” do icônico álbum Destroyer (1976) conta linhas de baixo sensacionais e contou com os vocais do guitarrista Jason Walkers. A próxima música, escrita por Ace Frehley, “Cold Gin”, também do primeiro álbum, conta com um excelente solo de guitarra, que acompanhado pelo baixo de Simmons, fica ainda melhor. Perguntando ao público o que eles queriam ouvir, muitas músicas foram citadas, mas eles tocaram “Dr.Love” que, apesar de um clássico, é um tanto quanto sem graça. Mais uma pedrada. “I Love It Loud” integra o álbum mais pesado do Kiss, Creatures Of The Night (1981) e, antes mesmo de a banda começar a verdadeiramente tocar, os fãs já começaram a cantar os icônicos “eh-eh-eh”. Qualquer baterista que vai tocar qualquer música deste registro, tem que saber soltar o braço, já que Eric Carr era um baterista que, verdadeiramente, arregaçava a bateria. Como todo o restante da banda, Tichy não deixa a desejar e entrega uma performance excelente. “Parasite” do Hotter Than Hell (1974), veio em seguida. A faixa é sensacional, ou seja, um altíssimo ponto. Simmons entregou ótimos e poderosos vocais em mais uma faixa que não deixa nenhum fã da banda parado. Foi a vez de Walkers assumir o posto de vocalista novamente, mas agora, para um cover de “Communication Breakdown”, do Led Zeppelin, com Simmons e Woods fazendo uma dupla de cordas, verdadeiramente, muito boa. Em uma dinâmica com o público, Gene Simmons provocou a plateia com “Lick It Up”, antes de ele e a banda cantarem o refrão, apenas com as harmonias. Uma experiência interessante, mas que gerou um resultado interessante. O guitarrista voltou a assumir os vocais principais para a faixa do álbum de mesmo ano, de 1983, executando perfeitamente as partes originalmente do parceiro de longa data de Simmons, Paul Stanley. “Are You Ready” foi apresentada como uma música que o Kiss nunca tocou ao vivo e tem um refrão fácil de se aprender. Palminhas ao ritmo da música surgiram, mas fora isso, a faixa não empolgou muito o público, apesar de contar com bons riffs e bateria pesada, seguindo na mesma linha que o restante das músicas do setlist vinha tendo. Quando o baixista citou o nome do Motörhead, a plateia já se empolgou. Dedicando a música à Lemmy Kilmister, o responsável por cantar foi Tichy. Vale ressaltar que tocar bateria enquanto se canta é uma tarefa árdua, mas o músico executou muito bem as duas ações em “Ace Of Spades”. Mais uma música escrita pelo Starchild “Love Gun”, do Love Gun (1977), é um grande clássico do Kiss, mas que ao vivo, é uma experiência diferente. As luzes piscando ao mesmo tempo que a bateria, as linhas de baixo presentes juntamente com os riffs de guitarra, ganham outra proporção. Tanto esta, quanto a seguinte, “100,000 Years” foram cantadas por Walkers. O álbum autointitulado do Kiss marcou presença forte no setlist. Um ponto de destaque e que mostrou o alto nível da banda que acompanhou Gene Simmons no Summer Breeze Brasil, foi o solo do baterista. “Let Me Go, Rock N’ Roll” também faz parte do Hotter Than Hell. A música tem toda a essência do bom e velho rock, mas ao vivo, ficou com mais vida do que a sua versão de estúdio, sendo possível perceber com clareza as boas linhas de baixo da faixa. Uma das introduções mais marcantes do Kiss, é a de “I Was Made For Lovin’ You”. Para cantar a música, a cantora Miranda Kassin foi chamada ao palco, em uma colaboração que não sei se foi das melhores. Em alguns trechos, sua voz soava perto de quebrar, além de ela não parecer ter um grande domínio da letra. Algumas mulheres foram chamadas ao palco para a performance de “Rock And Roll All Nite”, que resultou em algo descontraído, com Gene Simmons cedendo seu microfone para que elas cantassem. O show de Gene Simmons Band foi uma verdadeira aula de como entregar uma performance de alto nível, veloz e técnica. Porém, era esperado que o baixista tocasse mais músicas de sua autoria, ou pelo menos, que não fosse um setlist com tantas músicas já tocadas pelo Kiss em turnê. A banda que o acompanha realmente deve ser exaltada. Músicos talentosos e que fizeram um acompanhamento incrível. Nossa colaboradora Leca Suzuki registrou os shows com fotos exclusivas que você pode conferir na galeria abaixo. Via: WikiMetal

Summer Breeze 2024 estreia com Flotsam & Jetsam, Edu Falaschi, Tygers Of Pan Tang e Exodus
A segunda edição do Summer Breeze Brasil oficialmente começou. No mesmo lugar da primeira vez, o Memorial da América Latina recebe, nesta sexta, sábado e domingo, 26, 27 e 28, a versão nacional do festival alemão, com um aumento em seu line-up total com relação ao ano anterior. Flotsam & Jetsam O show do Flotsam & Jetsam abriu os trabalhos do Hot Stage às 12h, em um sol de rachar. Anteriormente a ele, tivemos o show do Nestor, no palco gêmeo ao lado, Ice Stage, e a performance do Cultura Tres do outro lado do Memorial, no Sun Stage, enquanto acontecia a apresentação do Clash Bulldog’s no Waves Stage. Por ser em um horário cedo, ainda não havia muita gente na plateia assistindo, mas a banda definitivamente entregou uma performance que merecia ser assistida. Cheia de técnica, velocidade e potência, o Flotsam & Jetsam fez um show poderoso e com um detalhe especial. Era possível sentir as vibrações no chão a todo instante. Com riffs de guitarra marcantes e solo icônicos de Michael Gilbert e Steve Conley, as linhas pesadas de baixo de Billy Bodily, os vocais absurdos de Eric A. Knutson e o braço pesado de Ken Mary, a performance exalou tudo o que um bom thrash metal pode ter. Um exemplo disso, foi a apresentação de “I Live You Die”, de No Place For Disgrace (1988), que iniciou-se com um riff de baixo que parecia um trovão, aliando-se ao restante dos instrumentos, tornando-a uma das melhores do setlist. Encerrando em grande estilo, a banda prometeu voltar – e esperamos que seja logo. Edu Falaschi Uma das grandes facilidades do Summer Breeze Brasil é os palcos Hot e Ice Stage. Você, literalmente, caminha poucos metros e já está no palco ao lado, motivo este para os intervalos entre os shows serem tão pequenos. O show do Flotsam & Jetsam se encerrou às 13h, e pontualmente, às 13:05, já se iniciou o show de Edu Falaschi. Promovendo uma grande interação com o público, os fãs engajavam sempre que o vocalista “puxava”, ainda que meio tímida em alguns trechos. Toda a banda é formada por músicos talentosos. Muito carismático, agradeceu aos fãs pela presença e falou sobre seu amor pelo hard rock – gênero que cresceu ouvindo. Um dos momentos mais emocionantes foi a performance de “Heroes Of Sand”, do Angra, lançada em 2001, no excelente Rebirth. Algumas outras músicas de sua época no grupo de power metal também integraram o setlist, como “Waiting Silence”, do álbum Temple Of Shadows (2004), mas também de sua carreira solo, como “Sacrifice”, e a potente “Eldorado” que nomeia o álbum mais recente, lançado em 2023. “The Temple Of Hate” também é uma boa faixa para estar no setlist. Além de ser uma boa faixa, engajou o público. A linda power ballad “Bleeding Heart”, do Hunters And Prey (2002) também foi bem recebida, com uma ótima performance. Após um problema técnico, muito bem lidado por Falaschi, a base de brincadeiras e a cantoria de um trecho de “Pegasus Fantasy” — sim, de Cavaleiros do Zodíaco — eles tocaram “Rebirth”, do álbum de mesmo nome, com as guitarras no volume máximo, em uma performance que era possível perceber ser uma das mais aguardadas pelo público. Assim como “Nova Era”, um dos maiores clássicos frase do artista no Angra. A música já é energética em sua versão de estúdio, mas ao vivo é ainda mais marcante e poderosa. O setlist traz muitas músicas excelentes, mas a questão é a voz de Falaschi. Ea possível perceber o vocalista com dificuldade de atingir algumas das notas altas, com a voz até sumindo. Em um geral, foi um bom show, mas esses trechos quebram a levada das canções. Tygers Of Pan Tang Literalmente atravessando o Memorial da América Latina em cinco minutos, chegamos ao Sunset Stage e às 14:30 inicia-se o show de uma das melhores bandas do movimento New Wave Of British Heavy Metal, Tygers Of Pan Tang. Já quebrando tudo, a banda toca “Euthanasia”, do The MCA Years, com os vocais impressionantes de Jacopo Meille, que mostrou a que veio nos primeiros momentos em cima do palco. A banda fez uma performance completamente alinhada, e um exemplo disso, foi a apresentação de “Only The Brave”, do álbum auto-intitulado de 2016. Em seguida, veio “Fire On The Horizon”, a melhor – se não a melhor – faixa do mais recente álbum da da banda Bloodlines (2023) em mais uma apresentação que elevou a régua. Este álbum está presente na Wikimetal Store, clique aqui para acessar. Antes do vocalista anunciar a música, revelou que ela fazia parte do álbum Ambush (2020), e a plateia gostou muito do que ouviu e então, a banda tocou “Keeping Me Alive”, que traz um viciante riff de guitarra. O Tygers Of Pan Tang é uma daquelas bandas que soa tão bem ao vivo quanto em estúdio. A química deles é palatável e são um grupo obrigatório para qualquer um que goste do bom e velho heavy metal. Um ponto de altíssimo destaque, foi a clássica dinâmica em que o vocalista canta algo e a plateia repete. É clichê? Sim, mas anima a qualquer um. O show da banda durou uma hora, mas facilmente, poderia demorar mais meia, uma hora, que fosse. A banda é realmente muito talentosa e são ainda melhores ao vivo, é uma pena a banda não ter tanto reconhecimento quanto outros nomes dentro do estilo. Exodus Já com o sol dando uma trégua, o Exodus fez uma abertura de show potente e bem aclamada pelos fãs, que comemoraram assim que a banda subiu ao Ice Stage. Com seu som característico, veloz e poderoso, o grupo já iniciou com toda a sua potência. “And Then, There Were None” e “Piranha” são duas para os fãs do Bonded By Blood, de 1984 e antes mesmo que pudéssemos pensar, um mosh pit já acontecia. “Brain Dead”, do Pleasures Of Flash, também merece ser destacada. Com um belo riff de baixo de Jack Gibson, a

“Eu não ouço heavy metal”, declara Wolf Hoffmann do Accept
O guitarrista do Accept, Wolf Hoffmann, acabou de provar que você não precisa ouvir heavy metal, mesmo sendo um músico do gênero. Em entrevista recente ao A&P-Reacts, perguntaram a Wolf se ele já tentou descobrir novas bandas e ouvir algo diferente do que normalmente ouve. Em resposta, o músico disse que nem ouve tanto metal: “De jeito nenhum, nunca faça isso, nunca, jamais. É estranho. Eu ouço música, mas não ouço muito metal”. E continuou: “Às vezes, se estou com vontade, coloco algumas coisas antigas do Uriah Heep ou do Deep Purple ou coisas assim, mas cara, fora isso, nunca ouço metal e não estou muito interessado nele também, desculpe. Eu faço metal, mas não consumo tanto metal, é estranho”. Embora o Accept seja uma das primeiras bandas de heavy metal, eles não queriam ser rotulados no início da carreira. Em uma outra entrevista, ao Rockklassiker, o guitarrista explicou por que eles não se viam como metal: “As pessoas sempre disseram que fomos a primeira banda puramente de heavy metal da Alemanha. No início dos anos 80, as pessoas começaram a inventar o termo heavy metal. E eu me lembro de pensar: ‘Isso é bom ou ruim’? Soava meio tosco! Lá no começo, eu não queria ser chamado de heavy metal, no entanto, conforme o tempo foi passando, a coisa pegou”. Hoffmann então explicou como se sente em relação ao termo agora: “Hoje em dia, todo mundo chama tudo de metal. Mas quando surgiu, eu não sabia bem o que pensar. Então basicamente dissemos: ‘Bem, espere um minuto, se alguém é heavy metal, somos nós’”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Bruce Dickinson revisita carreira solo com show impecável em Porto Alegre
Texto por Patricia C. Figueiredo O renomado vocalista britânico Bruce Dickinson retornou a Porto Alegre na última quinta-feira, 25, exatamente um ano após a última passagem do músico pela cidade, quando fez uma apresentação com uma orquestra sinfônica em homenagem a Jon Lord, do Deep Purple. Desta vez, o show foi inteiramente autoral e fez parte da sua nova turnê The Mandrake Project, que leva o nome do seu mais recente trabalho lançado no início de março. O local da vez foi o Pepsi On Stage e a abertura ficou por conta do Clash Bulldog’s. A banda está abrindo os shows da turnê no Brasil e faz um som cru e pesado, mostrando grandes influências de stoner rock e se mantendo fiel ao heavy metal, com guitarras distorcidas e vocal rasgado. Uma pena que o som do palco estava completamente estourado, prejudicando bastante o show. Por volta das 22h20 (um tanto tarde para um show em plena quinta-feira), Bruce Dickinson e banda subiram ao palco ao som de “Accident of Birth”, do álbum de mesmo nome de 1997, entoada no refrão pelos fãs com fervor, como a devida boas-vindas do público ao cantor. O som já havia melhorado bastante e Bruce chegou com seus melhores agudos já agitando o público. Talvez o valor dos ingressos tenha sido um problema para quem prefere ver o Iron Maiden e não apenas Bruce Dickinson. A pista premium, cujos ingressos estavam entre R$480 e R$800 teve uma boa lotação, mas a pista comum e o mezanino estavam bem vazios. Parece que só os fãs mais fiéis toparam a brincadeira mesmo. Uma boa surpresa no setlist foi “Starchildren”, também do Accident of Birth, ainda no início do show. Representando o álbum mais recente, “Afterglow of Ragnarok” e “Ressurection Men” ficaram muito boas ao vivo, mas foi “Rain on The Graves” que empolgou mais. A música “Chemical Wedding”, do álbum homônimo de 1998 foi um momento mais sentimental do show e bastante curtido pelos fãs. Com mais uma faixa do mesmo álbum, ao fazer um breve discurso referenciando o poeta Willian Blake, os fãs logo perceberam se tratar de “Jerusalem” e comemoram a adição desta faixa ao setlist também. É difícil falar sobre Bruce Dickinson e banda sem usar muitos superlativos clichês, mas de fato os músicos são todos fantásticos e suas habilidades foram postas em evidência com o cover da instrumental “Frankenstein”, de Edgar Winter Group, com direito a cenas do filme de mesmo nome original de 1931 no telão e com Bruce assumindo a percussão e até mesmo um teremim (instrumento conhecido de trilhas sonoras de filmes de ficção científica e de terror que se toca sem contato físico). Claro que não poderia faltar a clássica “Tears of The Dragon” neste show. O britânico chegou a brincar que ele não sairia vivo do Brasil se não a tocasse. Foi realmente o momento mais esperado da noite, a música embalou a todos e proporcionou grandes memórias. Já no bis, outra balada que não poderia faltar, “Navigate The Seas of Sun”, seguida por “The Book of Thel” e “The Tower”, estas tendo levado o público ao delírio. Quem conhece um pouco o músico já sabe que ele não pára um segundo no palco e nunca perde o fôlego, e foi nesse clima que o show se deu, com muita energia e dinamismo, vocal impecável e perfeição de todos os músicos no palco. Bruce Dickinson estava em casa, e fez a alegria de seus fãs mais fiéis em Porto Alegre. Nossa colaboradora Sophia Velho também esteve no show e registrou a noite. Confira nossa galeria de fotos exclusivas logo abaixo. Via: WikiMetal

Mantendo a forma: Membros do Epica e Lacuna Coil malham juntos em academia de São Paulo
As bandas Epica e Lacuna Coil estão em nossas dependências para se apresentarem no festival Summer Breeze Brasil, que vai rolar neste final de semana no Memorial da América Latina, em São Paulo. Para manter a forma, os membros das duas bandas marcaram presença em uma academia da capital paulistana. O guitarrista e líder do Epica, Mark Jansen, compartilhou no Instagram o momento de malhação e divertimento com os amigos italianos – Cristina Scabbia (vocal), Andrea Ferro (vocal) e Marco Coti Zelati (baixo). Na legenda da postagem, Mark escreveu: “Malhando com essas pessoas bonitas”. Lacuna Coil Recentemente, o Lacuna Coil compartilhou o clipe do novo single In The Mean Time, que conta com a participação da cantora Ash Costello, do New Years Day. Curta aqui: Epica O grupo holandês lançou seu mais novo trabalho de estúdio, o oitavo de sua carreira, intitulado Omega, em fevereiro de 2021. Via: Rockbizz

Montanee lança “Gray”, single que antecipa novo EP
A banda Montanee divulgou nessa sexta-feira, 26, a primeira amostra de seu novo projeto. O single “Gray” antecipa o novo EP do grupo carioca de rock alternativo. A canção fará parte do EP Recalling Dreams, que marca uma nova fase para a banda, mais ambiciosa e madura. Pela primeira vez, a Montanee não produziu seu próprio EP por conta própria: o novo projeto foi realizado com Joel Hamilton, produtor que já trabalhou com nomes como The Black Keys, Paul McCartney, Norah Jones e Highly Suspect e que teve sete indicações ao Grammy. A gravação de Gray e o restante do EP aconteceu em Nova York, no estúdio de Joel: “Ele soube elevar as composições da banda e tirar o melhor de cada momento das músicas”, conta o vocalista e guitarrista Felipe Areias. “Além disso, a cidade, o estúdio e as pessoas envolvidas tornaram a gravação numa experiência inesquecível para a banda” A letra de “Gray” descreve um sonho do vocalista Felipe que teve sobre um antigo relacionamento. Essa temática de sonhos e relacionamentos informou o restante do EP, sendo o fio condutor de Recalling Dreams. O EP será lançado no segundo semestre de 2024, e contará com participações de nomes como Rodrigo Suricato (Barão Vermelho) e Tyler Bryant (Tyler Bryant and the Shakedown). Montanee é formada por Felipe Areias, Teo Kligerman e Raphael Moraes. Via: WikiMetal

Black Sabbath: Tony Martin e Tony Iommi explicam a inspiração viking de Tyr
Como pré-divulgação ao novo box Anno Domini 1989-1995, que revisita a fase do Black Sabbath com o vocalista Tony Martin, o cantor e o guitarrista Tony Iommi explicaram a inspiração viking do álbum Tyr, que é o décimo quinto registro de estúdio da banda, lançado em agosto de 1990 pela I.R.S. Records. Martin disse: “Eu não conseguia fazer as coisas que o Ozzy Osbourne fazia; Ronnie James dio também trazia coisas únicas à banda. Então, eu comecei a pensar e tive a ideia de trazer o tema viking ao grupo. Dessa forma, naquela época, a gente poderia criar novas harmonias que o Sabbath nunca tinha feito antes. Geoff Nicholls, que era o tecladista, e eu começamos a trabalhar nas harmonias juntos. As melodias se desenvolveram a partir desse material. Eu adorei trabalhar nesse álbum”. Iommi completou: “Era uma vibe diferente de tudo do que já havíamos criado, o que foi ótimo! Além disso, combinava com a nossa formação da época, foi muito bacana”. A fala completa da dupla pode ser vista neste player: Tyr O disco, que foi fundamentado liricamente em histórias e contos vikings, teve boa recepção no mercado, chegando alcançar a vigésima quarta posição das paradas britânicas. Embalado por sons como Feels Good to Me, Anno Mundi e The Law Maker, o álbum vendeu algumas dezenas de milhares de cópias. Anno Domini 1989-1995 O novo lançamento contará com versões remasterizadas de Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994), além de uma nova versão de Forbidden (1995) que o guitarrista Tony Iommi remixou especialmente para a coleção. O trabalho estará disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e contará com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. O box inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Pré-venda aqui. Track listing de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: Rockbizz

David Gilmour libera o novo single The Piper’s Call
David Gilmour anunciou seu novo álbum, intitulado Luck and Strange, com data de lançamento em 6 de setembro, pela Sony Music. A primeira faixa, The Piper’s Call, acaba de ser liberada, após uma estreia mundial exclusiva no BBC Radio 2 Breakfast Show. Confira abaixo: Luck and Strange foi gravado durante cinco meses em Brighton e Londres e é o primeiro álbum com material novo de Gilmour em nove anos. O disco foi produzido por David e Charlie Andrew, mais conhecidos pelo trabalho com ALT-J e Marika Hackman. Sobre essa nova relação de trabalho, David diz: “Convidamos Charlie para ir à nossa casa, então ele veio e ouviu algumas demos e disse coisas como: ´Bem, por que tem que haver um solo de guitarra lá?´ e ´Todos eles desaparecem? Alguns deles não podem simplesmente acabar?´. Ele tem uma maravilhosa falta de conhecimento ou respeito por esse meu passado. Ele é muito direto e nada intimidado – e eu adoro isso. Isso é tão bom para mim, porque a última coisa que você quer é que as pessoas simplesmente se submetam a você”. A maioria das letras do álbum foi composta por Polly Samson, coautora e colaboradora de Gilmour nos últimos trinta anos. Samson conta sobre os temas líricos abordados em Luck and Strange: “Foi escrito do ponto de vista de ser mais velho; a mortalidade é a constante”. Gilmour explica: “Passamos muito tempo conversando e pensando sobre esse tipo de coisa”. Polly também achou a experiência de trabalhar com Charlie Andrew libertadora: “Ele quer saber sobre o que são as músicas, quer que todos que estão tocando nelas tenham as ideias que estão na letra. Eu particularmente adorei por esse motivo”. O álbum traz oito faixas inéditas, junto com uma bela reformulação de Between Two Points, dos Montgolfier Brothers, e conta com arte e fotografia do renomado artista Anton Corbijn. Os músicos que contribuíram para o disco incluem Guy Pratt e Tom Herbert no baixo, Adam Betts, Steve Gadd e Steve DiStanislao na bateria, Rob Gentry e Roger Eno nos teclados com arranjos de cordas e corais de Will Gardner. A faixa-título também traz a participação do falecido tecladista do Pink Floyd, Richard Wright, gravada em uma jam em 2007, em um celeiro na casa de David. Algumas contribuições surgiram das transmissões ao vivo que Gilmour e família realizaram para um público global durante o confinamento de 2020 e 2021; Romany Gilmour canta, toca harpa e aparece nos vocais principais em Between Two Points. Gabriel Gilmour também canta backing vocals. A imagem da capa do álbum, fotografada e desenhada por Anton Corbijn, é inspirada em uma letra escrita por Charlie Gilmour para a última música do álbum, Scattered. Sobre trabalhar com sua família em Luck and Strange, David diz: “Polly e eu compomos juntos há mais de trinta anos e as transmissões ao vivo do Von Trapped mostraram a grande mistura da voz de Romany e seu jeito de tocar harpa, o que nos levou a uma sensação de querer descartar parte do passado ao qual me sentia obrigado e de poder jogar fora essas regras para fazer o que quisesse, o que tem sido uma grande alegria”. Via: Rockbizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Accept, Deicide, Mötley Crüe e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Lucifer, Mötley Crüe, Black Veil Brides e mais; novo álbum do Accept, Deicide e mais; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Accept – HumanoidPara quem gosta de: heavy metal Darkthrone – It Beckons Us AllPara quem gosta de: black metal, speed metal Deicide – Banished By SinPara quem gosta de: death metal Via: WikiMetal

Rock in Rio no Dia do Rock: Palco Sunset terá Planet Hemp + Pitty e Barão Vermelho
Os fãs do bom rock ‘n roll não param de comemorar! Depois de anunciar o Avenged Sevenfold, Evanescence e Journey no Palco Mundo e Deep Purple e Incubus no Palco Sunset, o festival completa o dia 15 de setembro com as atrações nacionais. Abrindo as apresentações do Palco Mundo neste dia especial, a organização trará os já anunciados Os Paralamas do Sucesso para uma performance brasileira poderosa que certamente vai relembrar sua apresentação na edição de 1985. Já o Palco Sunset vai promover um dos maiores encontros que a música brasileira já testemunhou, juntando uma das bandas brasileiras mais influentes, o Planet Hemp e a cantora e compositora Pitty. Logo antes, se apresenta Barão Vermelho, com Rodrigo Suricato, com um show inédito. Assim como muitas bandas brasileiras, a história do Os Paralamas do Sucesso está entrelaçada com a do Rock in Rio. A primeira grande experiência do show business brasileiro, o Rock in Rio, colocou grandes bandas na rota de sucesso, entre elas o trio composto por Herbert Vianna (guitarrista e vocalista), Bi Ribeiro (baixista) e João Barone (baterista). De 1985 em diante, os palcos melhoraram, as turnês cresceram, as rádios deram espaço e até a TV se abriu a uma nova cultura jovem, forte e representativa, que se sentia livre para sonhar, pós ditadura militar. Dentre as canções de mais sucesso do trio estão Uma Brasileira, Alagados, Cuide bem do seu amor, Vital e sua moto, Lanterna dos Afogados e muito mais. Com sua música e letras provocativas, Planet Hemp abriu novos caminhos para toda uma geração de artistas que abordam questões sociais e políticas em suas músicas. Em 2022, a banda se uniu novamente e interrompeu um hiato de 22 anos, marcando seu retorno ao cenário da música nacional. Com a sua formação atual composta por Marcelo D2, BNegão, Formigão, Pedro Garcia e Nobru, o Planet Hemp vai levar a tracklist diversificado de “Jardineiros” para o palco, unindo sonoridades e defendendo suas ideias. O palco, conhecido por promover encontros, é essencial para a diversidade e possibilidades que oferece ao público, com shows quase sempre criados especialmente para o Rock in Rio. É nessa linha que Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, empresa que criou, organiza e produz o Rock in Rio e o The Town, vai promover um encontro que promete entrar para a história do festival: Planet Hemp convida Pitty. “No ano passado, a Pitty reuniu vozes icônicas da MPB para fazer uma releitura de seu álbum de estreia Admirável Chip Novo (Re)Ativado e contou com o Planet Hemp para uma releitura da faixa-título. Para o Rock in Rio, eu quis provocá-los… sobre como seria um show com os maiores sucessos do Planet Hemp junto com a voz marcante, presença de palco e letras da Pitty. Somado a isso, ainda teremos o Barão Vermelho com um show inédito na Cidade do Rock, com suas músicas antológicas, verdadeiros clássicos do rock nacional. Será imperdível”. Com uma programação repleta de lendas do rock, o dia 15 de setembro do Rock in Rio será uma celebração verdadeiramente épica do gênero, reunindo suas diversas vertentes em um único lugar: na Cidade do Rock. Abrindo os trabalhos neste dia, no Palco Sunset, virá uma das bandas mais emblemáticas e influentes do rock brasileiro. Presente no primeiro Rock in Rio, em 1985, com a sua formação original, a banda Barão Vermelho retoma seu lugar e escreve mais um capítulo de sua história com o festival. O Barão Vermelho chegou ao 18o disco, “VIVA”, um contundente grito de paz e amor diante de tantas exaltações à guerra. O novo álbum é o primeiro desde 1986 sem a voz de Roberto Frejat. Em seu lugar, o escolhido foi Rodrigo Suricato, guitarrista e cantor, claramente influenciado por seus antecessores no grupo e já membro da banda há oito anos. VIVA marca, ainda, a volta do tecladista, produtor e cantor Maurício Barros, que havia deixado de ser membro oficial em 1988, embora tenha produzido, tocado e composto para o grupo desde então. VIVA soa como um primeiro disco e transborda identidade e provocação. Não seria absurdo dizer que trata-se do melhor álbum de inéditas do Barão desde o premiado Na Calada da Noite (1989), que marcava a acolhida de público e crítica ao grupo após a saída de Cazuza. Para o Rock in Rio, a banda promete um show inédito, montado especialmente para o festival, com músicas novas e sucessos que perduraram durante toda uma vida. O show? Será sobre hoje. Uma canção? Pro Dia Nascer Feliz. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Já são 22 edições realizadas, mais de 3.800 artistas escalados, mais de 11.2 milhões na plateia e mais de 130 dias de magia desde 1985. E, para 2024, os fãs podem aguardar uma festa especial, com novas experiências e vivências dentro da Cidade do Rock. Aqueles que não adquiriram o Rock in Rio Card, poderão garantir um lugar nesta edição que será histórica na venda geral de ingressos, que acontecerá no dia 23 de maio, às 19h, exclusivamente no site da Ticketmaster. E quem quiser estar na Cidade do Rock em 2024 precisa se planejar, já que neste ano o Rock in Rio Card esgotou em 2h04. Via: Rockbizz

Slipknot faz primeiro show com novo baterista e fãs acreditam ser Eloy Casagrande
O Slipknot se apresentou na noite da última quinta-feira, 25, no bar Pappy & Harriet’s em Pioneertown, Califórnia, perto de Joshua Tree National Park. O show foi o primeiro da banda com o novo baterista, que ainda não teve sua identidade revelada. A apresentação do novo baterista estava programada para acontecer neste sábado, 27, durante o festival Sick New World, em Las Vegas, mas na terça-feira, 23, o grupo divulgou que aconteceria este show intimista. Os ingressos esgotaram em minutos pelo preço de $9. Além de tocar pela primeira vez com o baterista que substituiu Jay Weinberg, que saiu da banda em novembro do ano passado, a banda voltou às raízes se apresentando com as roupas e máscaras que remente à época do álbum de estreia Slipknot, que completa 25 anos em 2024. Desde a saída de Eloy Casangrande do Sepultura, fãs têm especulado que o baterista é o novo integrante do Slipknot, porém nada foi confirmado ainda pela banda. O grupo tem a tradição de sempre fazer mistério sobre a entrada de novos integrantes, mas fãs já encontraram pistas para sua teoria. Alguns fãs que estiveram presente no show divulgaram no X (antigo Twitter) e no TikTok vídeos da apresentação. Confira logo abaixo. https://t.co/ICWBvx69Zgsenhor meu deus pic.twitter.com/8yQQDBsPjr — Slipknot Brasil (@slipknotbr) April 26, 2024 Meus ingressos para os DOIS dias do Knotfest tão garantidos, por favor, Slipknot, não cancele aceito até se virar SHOW SOLO aqui WAIT AND BLEEEEEEED pic.twitter.com/zHzlqJaBTM — Teco (@Edukator_Teco) April 26, 2024 Via: WikiMetal

Pistas que indicam que Eloy Casagrande é o novo baterista do Slipknot
Desde a demissão do baterista Jay Weinberg do Slipknot, as redes sociais – e os veículos de imprensa, também – estão em ebulição com a ideia de que o novo batera da banda norte-americana possa ser o brasileiro Eloy Casagrande (ex-Sepultura). O primeiro show da nova formação da banda rolou nesta última quinta, 25, no Pappy + Harriet’s, que fica na cidade de San Bernardino County, Califórnia, Estados Unidos. Cabe destacar que a apresentação serviu como um aquecimento para a turnê mundial, que vai começar de forma oficial em 27 de abril no festival Sick New World – o evento ainda contará com apresentações de peso como Lamb of God, System Of A Down, A Perfect Circle, Alice In Chains, Static X, entre muitos outros. Com os registros de vídeo e imagem feitos pelos fãs é possível perceber algumas pistas que indicam que Eloy Casagrande é de fato o novo baterista do Slipknot. A principal indicação é a tatuagem no braço esquerdo do misterioso baterista, que possui grande similaridade com a tattoo que Casagrande ostenta no mesmo braço. Veja a imagem: Outro indicativo é a marca da bateria usada pela banda no citado show, que é a da famosa empresa Tama, ou seja, é a mesma marca que Eloy usa há algum tempo. Confira: Foto: The Knot Chile O que também colabora para fazer o rumor tomar ainda mais corpo é a foto de uma baqueta quebrada da marca usada por Casagrande. Se trata de uma baqueta da marca ProMark e bastante semelhante ao modelo TX5BW Padrão 5B Clássica, que é a usada pelo músico brasileiro há muitos anos. Veja: Na imagem abaixo, você pode conferir Eloy usando o produto da ProMark: Via: Rockbizz

Slipknot faz o primeiro show com a nova formação; veja vídeos
O Slipknot fez nesta última quinta-feira, dia 25 de abril, o primeiro show com a nova formação. O espetáculo rolou na famosa casa de show Pappy + Harriet’s, que está localizada na cidade de San Bernardino County, Califórnia, Estados Unidos. A apresentação veio embalada em um quê nostálgico, visto que fora em comemoração aos vinte e cinco anos do álbum debute, que é o homônimo à banda, lançado em 29 de junho de 1999 pela Roadrunner. Como era de se esperar, os caras rechearam o repertório do show com sons como Wait & Bleed, Eyeless, Spit It Out, Surfacing e Prosthetics. Alguns registros amadores da apresentação podem ser curtidos logo abaixo – cortesia da página The Knot Chile. Veja: Via: Rockbizz

Novo álbum do Iron Maiden só sairá em 2026, segundo Bruce Dickinson
O vocalista Bruce Dickinson está no Brasil divulgando a The Mandrake Project Tour, com apresentações em sete cidades do nosso país. Em conversa com o jornalista Gustavo Brigatti, do Splash – UOL, o cantor britânico revelou que um novo álbum do Iron Maiden, que é o seu principal empregador, só sairá em 2026. Dickinson disse: “Obviamente, estou em turnê até o final deste ano e do próximo e já pensando em mais turnês solo. E também haverá uma grande turnê do Iron Maiden em 2026 e mais um disco, ou seja, trabalho não vai faltar”. Na conversa, Bruce não forneceu mais detalhes sobre os planos futuros da Donzela de Ferro, no entanto, só de termos a certeza de que haverá um novo trabalho de estúdio do Iron Maiden já é motivo suficiente para abrirmos o sorriso no rosto. Enquanto isso, podemos prestigiar o Bruce Dickinson na The Mandrake Project Tour, cujas datas da perna brasileira ainda contam com os seguintes shows: Brasília (27/04) no Opera Hall; Belo Horizonte (28/04) no Arena Hall; Rio de Janeiro (30/04) no Qualistage; Ribeirão Preto (02/05) no Quinta Linda e São Paulo (04/05) na Vibra São Paulo. A turnê também seguirá para a Europa em apresentações em festivais e concertos próprios. Para saber todo o itinerário da tour, acesse aqui. Via: Rockbizz

Rock in Rio 2024: Deep Purple será o headliner do Palco Sunset no dia 15 de setembro
Tem rock n’ roll e heavy metal no Rock in Rio 2024? Tem sim, Senhor! Além do Avenged Sevenfold, Evanescence e Journey no Palco Mundo, o dia 15 de setembro terá o Deep Purple como headliner do Palco Sunset, além da apresentação de Incubus. Deep Purple, que é uma das mais celebradas bandas de classic rock, é dono de verdadeiros hinos do gênero como Smoke on the Water e Highway Star. Vale ressaltar que no ano da celebração dos 40 anos do Rock in Rio, o Palco Sunset terá a mesma boca de cena que o gigante Palco Mundo, reforçando toda a sua potência e igualdade e permitindo um line-up ainda mais poderoso. A banda de rock alternativo formada em 1991, na Califórnia, EUA, o Incubus retornará ao Rock in Rio para um show no Palco Sunset. Conhecidos por incorporar uma variedade de estilos, incluindo rock, funk e elementos eletrônicos, ao longo de sua carreira, o grupo recebeu diversos prêmios e indicações, incluindo nomeações ao Grammy Awards e MTV Video Music Awards. Além de Drive e Pardon Me, outras músicas famosas do Incubus incluem Wish You Were Here, Megalomaniac, Anna Molly, Dig, Nice to Know You, Warning, entre outras. Com uma programação repleta de lendas do rock, o dia 15 de setembro do Rock in Rio será uma celebração verdadeiramente épica do gênero, reunindo suas diversas vertentes em um único lugar: na Cidade do Rock. Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, empresa que criou, organiza e produz o Rock in Rio e o The Town, destaca a grandiosidade do line-up neste dia que será inesquecível. “Neste dia, cada riff de guitarra será uma homenagem à essência do rock. Uma celebração da paixão, da energia e da união deste gênero que sempre esteve presente no festival, desde sua primeira edição. Teremos apresentações inéditas além de nomes que estão conosco desde 1985. Uma coisa é certa, todos estão trabalhando para a maior edição já vista, com as melhores performances”, finalizou. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Via: Rockbizz

Matt Cameron (Pearl Jam) recebeu ameaça legal do KISS nos anos 70
Quando o assunto é negócio, os integrantes do KISS, principalmente Paul Stanley (vocal e guitarra) e Gene Simmons (baixo e vocal), nunca brincaram em serviço. Um dos alvos dos mascarados fora o baterista do Pearl Jam, Matt Cameron, nos anos 70. Em entrevista ao programa The Howard Stern Show, Matt contou o que aconteceu com ele décadas atrás. “Eu tinha uns 13 ou 14 anos e tocava numa banda cover do KISS. O pai de um dos meus amigos trabalhava na casa de show onde o KISS iria tocar, então ele arrumou um jeito para vermos a passagem de som do grupo e tirar uma foto com os músicos. Então, quando fui conhecer o Paul Stanley, levei um álbum de fotos e mostrei para ele que eu e meus amigos tocávamos numa banda cover do KISS. Nós tiramos uma foto com Paul e entreguei o álbum de foto para ele. Cerca de quatro ou seis meses depois desse encontro, nós recebemos uma carta com uma ameaça legal da Aucoin Management [empresa que gerenciava o KISS]. O gerenciamento do grupo não gostou do fato de que estávamos usando o logotipo do KISS em nossa banda cover”. A fala completa de Matt Cameron pode ser vista neste tocador: O Pearl Jam lançou neste mês seu aguardadíssimo décimo segundo trabalho de estúdio, intitulado Dark Matter, via Monkeywrench Records/Republic Records. Ouça Dark Matter abaixo: Via: Rockbizz

Slipknot: icônico ‘Iowa’ nasceu e cresceu em dor, fúria e luto
Os fãs de metal conheceram o Slipknot por meio do bem sucedido álbum homônimo lançado em 1999, mas a banda fincou o pé no mundo da música pesada com Iowa, o segundo álbum de estúdio lançado em 28 de agosto de 2001. Com o nome da cidade natal do Slipknot, o trabalho, produzido por Ross Robinson e a própria banda, foi recebido com muita expectativa por parte dos fãs. E a espera não decepcionou. Iowa estreou em primeiro lugar nas paradas de nove países. Entre as 14 faixas, os destaques – que até hoje são considerados grandes hits da banda – são “Disasterpiece”, “The Heretic Anthem”, “People = Shit” e as faixas “Left Behind” e “My Plague” que foram indicadas ao Grammy. O sucesso do álbum é inegável e hoje o grupo colhe seus frutos, mas, segundo os integrantes, a época de criação de Iowa foi “a pior fase da banda”. Eles tentavam criar algo que superasse seu álbum de estreia enquanto os músicos estavam exaustos da turnê do disco inicial, brigavam entre si e ainda não recebiam dinheiro o suficiente para se manter. Muitos deles, incluindo o vocalista Corey Taylor, afundaram-se nas drogas como forma de lidar com a saúde mental. “Só me lembro de muita escuridão e raiva”, comentou Taylor sobre a época. “Eu me cortava enquanto gravávamos e sangrava por todos os lugares. Então, eu passava mal e vomitava. Eu só queria sentir alguma coisa”. O vocalista havia acabado de sair de um relacionamento tóxico e passava por um dos períodos mais difíceis de sua depressão. As brigas entre os integrantes se tornaram tão intensas que Taylor retomou o projeto com Stone Sour ao lado do colega de Slipknot e guitarrista Jim Root. O grupo havia terminado em 1997, mas segundo o vocalista, “eles precisaram dar o fora” do Slipknot. “Percebi que estava abrindo mão de muito poder, de muito controle. Então, quando fizemos o Stone Sour, eu fiz grande parte da produção e dos arranjos, o que foi bom para a minha cabeça, mas não resolveu o problema”, disse Taylor ao Revolver. Iowa, famoso também por sua capa icônica com uma cabra, é um álbum raivoso sobre miséria e dor. As letras trazem temas de luto, misantropia, psicose, fúria, rejeição e hostilidade. O momento sombrio que os músicos estavam passando atingiu muitas pessoas que se identificaram com a dor. Até hoje o álbum é um dos mais queridos pelos fãs justamente pela sua violência e peso. LEIA TAMBÉM: Knotfest Brasil inicia venda de ingressos para a edição 2024; confira os detalhes Via: WikiMetal

Sebastian Bach zomba do Skid Row e explica porque deixou de seguir Lzzy Hale nas redes sociais
A vocalista do Halestorm, Lzzy Hale, 40 anos, vai fazer alguns shows com o Skid Row, já que o vocalista da banda, o sueco Erik Grönwall (ex-HEAT), pediu as contas para poder se concentrar em sua saúde. Com o anúncio da parceria entre o conjunto e a cantora, o ex-frontman do Skid Row, Sebastian Bach, deixou de seguir Lzzy Hale nas redes sociais. Em conversa com o site Screamer Magazine, Bach explicou porque tomou tal atitude e aproveitou para destilar um pouquinho de zombaria. “Bem, depois de me substituírem nove vezes, talvez eu não queira ler sobre o substituto número 10. Talvez isso me incomode! Alguém já pensou nisso? Eu dei os melhores anos de minha vida para criar a marca Skid Row, aí vem 10 pessoas agindo como se fosse o trabalho deles. Portanto, eu não quero ler nada sobre isso! Todo mundo se diverte com os melhores anos de minha vida, mas ainda estou fazendo rock n’ roll que se equipara ao som que eu fiz no passado. É nisso que estou me concentrando, neste momento”. Sebastian Bach E por falar em Sebastian Bach, o cantor vai lançar seu novo álbum de estúdio, chamado Child Within The Man, em 10 de maio pela Reigning Phoenix Music. Child Within The Man foi gravado em Orlando, Flórida; produzido e mixado por Michael “Elvis” Baskette; projetado por Jef Moll e pelo assistente de engenharia por Josh Saldate e masterizado por Robert Ludwig da Gateway Mastering. Bach escreveu ou co-escreveu todas as faixas do trabalho. O disco possui participações especiais de John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie), Steve Stevens (Billy Idol) e Orianthi (ex-Alice Cooper), além de duas faixas co-escritas com Myles Kennedy (Alter Bridge): What Do I Got to Lose? e To Live Again. Completam a formação da banda de Bach, Devin Bronson (guitarra), Todd Kerns (baixo) e Jeremy Colson (bateria). Track listing de Child Within The Man: 01. Everybody Bleeds02. Freedom (featuring John 5)03. (Hold On) To The Dream04. What Do I Got To Lose?05. Hard Darkness06. Future Of Youth (featuring Orianthi)07. Vendetta08. F.U. (featuring Steve Stevens)09. Crucify Me10. About To Break11. To Live Again Skid Row & Lzzy Hale A parceria entre Lzzy Hale e o Skid Row se dará nos seguintes shows: – 17 de maio – Walker’s Bluff Casino Resort – Carterville, IL– 18 de maio – Riverside Casino & Golf Resort – Riverside, IA– 31 de maio – Nugget Casino Resort – Sparks, NV– 01 de junho – Hard Rock Live Sacramento – Wheatland, CA No entanto, há chance que a união das duas forças da música ganhe outras datas e, quiçá, se concretize perpetuamente. Só o tempo dirá qual será o desenrolar desta história. Via: Rockbizz

Interpol: o que esperar do show da banda no Brasil
As datas dos shows do Interpol se aproximam a cada dia que passa. Programada para passar pelo Brasil durante o mês de junho, a banda se apresenta no Rio de Janeiro, no Viva Rio (05/07) e em duas ocasiões em São Paulo, ambas na Audio (07/07 e 08/07). A turnê, que chega ao nosso país em pouco mais de dois meses, celebra o aniversário de vinte anos de lançamento dos álbuns Turn On The Bright Lights e Antics. O trio também lançou, em 2023, seu registro mais recente, intitulado The Other Side of Make-Believe. De acordo com o setlist.fm, a banda há de manter as mesmas músicas que vem tocando em seu giro que atualmente passa pelos Estados Unidos. Com cerca de uma hora e meia, eles provavelmente tocarão seus maiores hits, faixas do registro mais recente, dos álbuns celebrativos da turnê, e poucas de outras fases. Antes de chegar no Brasil, o Interpol passará por outros países da América do Sul e, caso haja uma diferença no setlist, ela deve acontecer neste trecho da turnê. A banda é um importante nome do indie rock, tendo um som leve, com guitarras suaves e melódicas, bateria marcada, boas linhas de baixo e vocal marcante, que juntos, criam um som diferenciado. O grupo nova-iorquino chama atenção por onde passa. Os ingressos estão à venda no site oficial da Livepass. LEIA TAMBÉM: 5 músicas para conhecer Interpol antes dos shows no Brasil Via: WikiMetal

Mötley Crüe anuncia o lançamento de novo single, “Dogs Of War”
Mötley Crüe anunciou o lançamento de um novo single, “Dogs Of War”, para a próxima sexta-feira, 26. Esta é a primeira faixa inédita desde 2018 e, também, da nova formação da banda, que traz John 5 como guitarrista desde 2022. No ano passado quarteto gravou três músicas com o produtor Bob Rock, a própria “Dogs Of War”, uma versão cover de “(You Gotta) Fight For Your Right (To Party!)”, originalmente do Beastie Boys, e mais outra. O single será lançado pela gravadora Big Machine Records e já está disponível para pré-save. View this post on Instagram A post shared by Mötley Crüe (@motleycrue) LEIA TAMBÉM: Stephen Pearcy comenta que o Mötley Crüe com John 5 “não é o Mötley Crüe” Via: WikiMetal

Hammerfall anuncia novo álbum e libera o primeiro single Hail To The King
O Hammerfall acaba de anunciar que lançará seu novo álbum de estúdio, intitulado Avenge The Fallen, no dia 9 de agosto pela Nuclear Blast Records. “Este é o nosso 13º álbum”, diz o vocalista Joacim Cans com orgulho. “Como você ainda permanece relevante depois de 13 álbuns? É muito parecido com a frase de abertura da música Avenge The Fallen: ‘O que é o pior, ser aquele que morreu ou ser aquele que sobreviveu’. Pense nisso, porque é uma pergunta difícil”. E acrescentou: “Em tempos onde as pessoas têm cada vez menos atenção, ainda pensamos em fazer álbuns completos. Algumas músicas boas não fazem um álbum forte. Um álbum forte vem de um álbum cheio de ótimas músicas e é isso que estamos entregando com Avenge The Fallen”. Para dar um gostinho do novo trabalho, a banda liberou o primeiro single Hail To The King. Confira o clipe abaixo: Tracklist de Avenge The Fallen: 01. Avenge The Fallen02. Burn It Down03. Capture The Dream04. Hail To The King05. Hero To All06. Hope Springs Eternal07. Rise Of Evil08. The End Justifies09. Time Immemorial Via: Rockbizz

Casa de infância de Lars Ulrich está à venda em Copenhague
Lars Ulrich nunca escondeu que sempre teve uma vida boa e tranquila. Seu pai Torben Ulrich, foi tenista profissional bem sucedido nos anos de 1960 e 1970. E sua condição financeira permitiu educação e estilo de vida privilegiados. A casa onde Lars passou sua infância na Dinamarca está à venda por US$6,85 milhões segundo a loudwire (cerca de R$35 milhões). A casa construída em 1907 e projetada pelo renomado arquiteto dinamarquês Carl Brummer. Possui vários andares e foi de várias pessoas da elite dinamarquesa entre figuras culturais, músicos e desportistas. Além de janelas grandes, piso de madeira e um design distinto, possui área externa com quintal, barracão e estufa. “Foi onde passei 17 anos”, disse Lars enquanto olhava para a casa. O baterista comentou que seu pai ficava na varanda ouvindo Miles Davis e John Coltrane e tinha um ambiente bem amigável e divertido longe do tênis. Lars reconhece que sua infância estava longe de ser comum: “Não havia nada de típico nisso”, observou o baterista. “É por isso que quando pessoas como James Hetfield e outros se sentam e falam sobre suas infâncias, aqui foi um universo totalmente diferente.”Há alguns anos atrás Lars visitou sua casa e falou um pouco como foi sua infância na época. Confira o vídeo da visita. LEIA TAMBÉM: De onde surgiu o nome Metallica? Lars Ulrich explica Via: WikiMetal

Mike Pinder, fundador do Moody Blues, morre aos 82 anos
Mike Pinder, tecladista e fundador do The Moody Blues, faleceu aos 82 anos. A causa da morte não foi revelada. A notícia foi divulgada pela família do músico e pelo colega de banda e amigo John Lodge. Em uma declaração oficial, a família escreveu: “Michael Thomas Pinder morreu na quarta-feira, 24 de abril, em sua casa no norte da Califórnia rodeado de sua família”. “A família de Michael gostaria de compartilhar com seus amigos próximos e fãs atenciosos que ele faleceu pacificamente. Seus últimos dias foram repletos de música, rodeados pelo amor de sua família. Michael viveu sua vida com uma admiração infantil, trilhando um caminho profundamente introspectivo que fundiu a mente e o coração.” A declaração continua: “Ele criou sua música e a mensagem que compartilhou com o mundo a partir de um lugar espiritualmente fundamentado; como ele sempre dizia: ‘Mantenha a cabeça acima das nuvens, mas mantenha os pés no chão’. Sua essência autêntica elevava todos que entravam em contato com ele. Suas letras, filosofia e visão da humanidade e de nosso lugar no cosmos tocarão as gerações futuras.” “Todo o amor possível vai da família Lodge para a família de Mike hoje… RIP”, escreveu John Lodge. Justin Hayward, que contribuiu com vocais e guitarras para o Moody Blues de 1966 até sua dissolução em 2018, acrescentou: “Mike era um músico nato que conseguia tocar qualquer estilo de música com carinho e amor. Sua re-imaginação e reconstrução (literalmente) do Mellotron nos deu nosso som inicial identificável. Ele foi uma grande parte da minha jornada musical. Minhas sinceras condolências à sua amorosa e dedicada família.” Pinder foi o último membro fundador sobrevivente da banda. Clint Warwick, o baixista original, morreu em 2004, e o vocalista e flautista Ray Thomas morreu em 2018. Graeme Edge, que era o baterista original do grupo faleceu em 2021, e o guitarrista original Denny Laine morreu no ano passado. Pinder ajudou a formar o Moody Blues em 1964, e embora o grupo tivesse um sucesso inicial com “Go Now” só três anos depois a banda começou a ganhar fama. A essa altura, Justin Hayward e John Lodge substituíram Laine e Warwick respectivamente, e seu som R&B inicial evoluiu para um território mais progressivo. Além de seu trabalho com a banda, Pinder também se destacou como defensor da tecnologia, principalmente por seu trabalho pioneiro com o Mellotron, um teclado eletromecânico (via Louder). Ele também teve uma carreira solo com os ábuns The Promise (1976), Among The Stars (1994) A Planet With One Mind (1995). Ele se mudou para a Califórnia em meados dos anos 70, enquanto o Moody Blues estava em um hiato, e foi substituído pelo ex-tecladista do Yes, Patrick Moraz. Mais recentemente, ele foi incluído no Rock and Roll Hall Of Fame como The Moody Blues em 2018. Via: WikiMetal

Rafael Bittencourt relembra a primeira briga com Andre Matos
Rafael Bittencourt (guitarra) e Andre Matos (vocal) trabalharam juntos no período áureo do Angra, que contemplou o álbum debute, Angels Cry (1993), e o segundo full length do grupo, Holy Land (1996). A parceria dos músicos ainda rendeu um outro disco, o Fireworks (1998), contudo, não vislumbrou o mesmo sucesso comercial que os outros dois. Em conversa com o guitarrista Felipe Machado (Viper) no podcast Amplifica, Rafael Bittencourt relembrou a primeira briga que teve com Andre Matos. O líder do Angra falou: “A primeira briga séria foi quando ele [Andre Matos] botou todas as músicas que a gente estava fazendo… Chegou o print do álbum [Angels Cry] e o nome dele estava na frente de todas as músicas, e eram músicas que já tinham. A gente finalizou [as músicas] juntos, escrevemos e finalizamos letras e tal, mas o nome dele… Eu perguntei: ‘Por que Andre? Ele disse: ‘Eu sou mais conhecido e a gravadora achou melhor’. Papo furado”. A fala de Rafael Bittencourt pode ser conferida no tocador logo abaixo: As brigas entre Rafael e Andre continuaram ao longo dos anos, até o rompimento da parceria musical no final de 1999, quando o cantor deixou o Angra de forma permanente. Via: Rockbizz