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Accept divide vocais com Tobias Forge em nova versão de “Save Us”
Accept lança nesta quarta-feira, 05, uma nova versão do clássico “Save Us”, originalmente do álbum I’m a Rebel, de 1980. O single faz parte de seu aguardado novo álbum, Teutonic Titans 1976-2026, com lançamento para o dia 04 de setembro, pela Napalm Records, reunindo grandes nomes do heavy metal. Para uma nova e poderosa versão da favorita dos fãs, “Save Us” Accept conta com a participação deTobias Forge, líder do Ghost, do mestre do baixo Frank Bello (Anthrax)e do baterista Ray Luzier. “Save Us”. A faixa destaca-se como um dos momentos mais impactantes do álbum, revitalizando uma pérola escondida do catálogo da banda e celebrando tanto o legado duradouro do Accept quanto o gênero heavy metal que ajudaram a moldar. “O Tobias não estava propriamente no meu radar. Obviamente, conheço o Ghost, e eles são enormes, mas no ano passado ele apareceu em um dos nossos concertos quando tocamos em Estocolmo, e conversamos um pouco, e ele disse que a sua música favorita era ‘Save Us’, e que a dada altura considerou usá-la como cover em um dos seus álbuns, mas nunca resultou. ‘Save Us’? Nem me lembro dessa música. Nunca ninguém mencionou essa música! Tive de voltar e ouvi-la. Após ver um show do Ghost, tudo fez sentido para mim. Combina muito com o estilo dele e consigo imaginá-lo a cantar esta música muito bem”,comentou o guitarrista Wolf Hoffmann. Novo disco Teutonic Titans 1976-2026 O disco contará com cerca de 50 convidados em 19 faixas, revisitando clássicos da banda com novas versões. Cada música terá combinações diferentes de músicos, sendo o lançamento mais ambicioso e repleto de estrelas do Accept. Entre os participantes estão Rob Halford, e ao ícone da guitarra, Matthias Jabs, o baixista Rex Brown (Pantera) e o baterista Jason Bowld na clássica “Balls to the Wall. Philip Anselmo (Pantera), Kirk Hammett (Metallica) e Mikkey Dee (Scorpions) se destacam no clássico do speed metal “Fast As A Shark”. “Love Child” surge renovada com Billy Corgan (Smashing Pumpkins) e David Ellefson (Megadeth). Outras participações incluem: Kk Downing, Bobby “Blitz” Ellsworth (Overkill), Hansi Kürsch (Blind Guardian), Chris Jericho (Fozzy), Ralf Scheepers (Primal Fear), Billy Sheehan (Mr. Big), Ola Englund (The Haunted) e Jeff Loomis (Nevermore). LEIA TAMBÉM: 9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kissin’ Dynamite, Pesta e mais Via: WikiMetal

9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kissin’ Dynamite, Pesta e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Hard Rock “Glory Days” – Kissin’ Dynamite País: Alemanha Para quem gosta de: Metal Nacional “Mirror Maze” – Pesta País: Brasil “Icarus” – Póstuma País: Brasil Para quem gosta de: Power Metal “Enseñame a Sentir” – Nurcry País: Espanha Para quem gosta de: Metal Moderno “Victimless” – Dead/Asleep País: Estados Unidos Para quem gosta de: Metal Extremo “No Time” – Escapeinout País: Itália Para quem gosta de: Groove Metal “Such is Life” – Charnel Crown País: Irlanda Para quem gosta de: Metal Melódico “Ingumas” – Infinitas País: Suíça Para quem gosta de: Metal Progressivo “Outside the Dream” – Braveryworks País: Estados Unidos LEIA TAMBÉM: ‘NIMRODS’: Filme inspirado no Green Day estreia em agosto com sessões no Brasil Via: WikiMetal

Linkin Park anuncia ‘UNSHATTER’ com show gravado em São Paulo e estreia nos cinemas
O Linkin Park anunciou LINKIN PARK: UNSHATTER, novo documentário intimista dirigido pelo integrante da banda Joe Hahn, que chegará aos cinemas de todo o mundo a partir de 30 de setembro. Após o retorno do grupo aos palcos internacionais, o longa acompanha a trajetória do Linkin Park por meio da perda, da resiliência e da reinvenção criativa, culminando na explosiva era de From Zero e em apresentações memoráveis realizadas em São Paulo. Os ingressos estarão à venda mundialmente a partir de 13 de agosto. O trailer oficial de LINKIN PARK: UNSHATTER já está disponível e oferece ao público o primeiro olhar sobre a história profundamente pessoal por trás de uma das bandas mais influentes da música contemporânea, enquanto seus integrantes embarcam juntos em um novo capítulo. Combinando imagens raras de arquivo, registros inéditos dos bastidores, momentos íntimos em estúdio e performances eletrizantes ao vivo, UNSHATTER acompanha a banda desde as primeiras sessões de gravação, em 2022, passando pela criação de From Zero até o retorno da banda aos palcos mundiais. Dirigido por Joe Hahn, o documentário oferece um olhar sem precedentes sobre o processo criativo e a amizade duradoura entre os integrantes, além de apresentar a nova fase do Linkin Park com Emily Armstrong e Colin Brittain. Coincidindo com a estreia do filme nos cinemas, a trilha sonora UNSHATTER (Live in São Paulo) será lançada em 25 de setembro. O álbum reúne performances marcantes de músicas que percorrem toda a carreira da banda, incluindo gravações exclusivas que não aparecem no documentário. O projeto já está disponível para pré-venda, e os fãs podem ouvir desde hoje a versão ao vivo de “Somewhere I Belong (Live in São Paulo)”. “UNSHATTER retrata um momento muito específico da história do Linkin Park e documenta um caminho marcado por perda, incertezas, amizade e reinvenção”, afirmou Joe Hahn. “Espero que os fãs de longa data descubram aspectos da nossa trajetória que nunca viram antes, e que quem está conhecendo nossa música agora possa entender melhor como chegamos até aqui. Mas, para além da história do Linkin Park, espero que as pessoas se conectem com o filme como uma narrativa sobre relacionamentos, resiliência e o que realmente significa seguir em frente quando nem todas as respostas estão claras”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Stigma: Promissora banda alemã apresenta suas credenciais e mira o Brasil com álbum de estreia Via: WikiMetal

Sharon Osbourne defende a criação do avatar de IA de Ozzy e rejeita a ideia de ser uma forma de ganhar dinheiro fácil
Em entrevista à Metal Hammer, Sharon Osbourne defendeu a criação do avatar de IA de Ozzy e rejeitou a ideia de ser uma forma de ganhar dinheiro fácil. Ela explicou que o assunto já vinha sendo discutido há tempos e refutou novamente as alegações de que teria sido arquitetado por motivos financeiros. “Já vi tanta besteira online dizendo que é uma ‘forma de ganhar dinheiro fácil’. Por que eu faria isso? Não é como se eu estivesse usando o Ozzy para vender herbicida ou cerveja. O Ozzy adorou a ideia. Estamos conversando sobre isso há 10 anos”. A empresária seguiu defendendo o projeto: “Ozzy tem uma obra incrível que levou uma vida inteira para ser feita – por que ele não deveria continuar sendo visto? Por que temos que assistir aos mesmos vídeos repetidamente, quando existe tecnologia disponível que nos permite fazer isso? Se você não gosta, não assista. Eu não fico batendo na porta das pessoas com uma arma na mão, gritando: ‘Me dê seu dinheiro’”. Além disso, ela confirmou que o OzzFest vai retornar em 2027: “Será novamente no Villa Park. Se serão duas noites [em Birmingham], isso cabe aos fãs me dizerem”. No bate-papo, Sharon também forneceu detalhes sobre a cinebiografia de Ozzy: “Agora estamos com nosso segundo roteirista porque outra pessoa escreveu três versões diferentes, e sentimos que não era a voz do Ozzy. Achamos que esse novo cara captou a voz do Ozzy, e estamos prontos para enviar [o roteiro] para os diretores”. Via: Rockbizz

Linkin Park mostrará a história de sua reinvenção no documentário Unshatter
O grupo norte-americano Linkin Park mostrará a história de sua reinvenção no documentário Unshatter. O longa, dirigido por Joe Hahn, chegará aos cinemas de todo o mundo a partir de 30 de setembro. Após retorno do grupo aos palcos internacionais, o filme acompanha a trajetória do Linkin Park por meio da perda, da resiliência e da reinvenção criativa, culminando na explosiva era de From Zero e em apresentações memoráveis realizadas em São Paulo. Os ingressos estarão à venda mundialmente a partir de 13 de agosto. O trailer oficial de Linkin Park: Unshatter oferece ao público o primeiro olhar sobre a história profundamente pessoal por trás de uma das bandas mais influentes da música contemporânea, enquanto seus integrantes embarcam juntos em um novo capítulo. Combinando imagens raras de arquivo, registros inéditos dos bastidores, momentos íntimos em estúdio e performances eletrizantes ao vivo, Unshatter acompanha o Linkin Park desde as primeiras sessões de gravação, em 2022, passando pela criação de From Zero até o retorno da banda aos palcos mundiais. Dirigido por Joe Hahn, o documentário oferece um olhar sem precedentes sobre o processo criativo e a amizade duradoura entre os integrantes, além de apresentar a nova fase do Linkin Park com Emily Armstrong e Colin Brittain. Coincidindo com a estreia do filme nos cinemas, a trilha sonora Unshatter (Live in São Paulo) sairá em 25 de setembro. O álbum reúne performances marcantes de músicas que percorrem toda a carreira da banda, incluindo gravações exclusivas que não aparecem no documentário. O projeto já está disponível para pré-venda, e os fãs podem ouvir desde hoje a versão ao vivo de Somewhere I Belong (Live in São Paulo) nas principais plataformas de streaming. Via: Rockbizz

Steve Harris sai em defesa de No Prayer For The Dying: “É um álbum muito forte”
Após o ambicioso e progressivo Seventh Son of a Seventh Son, o Iron Maiden decidiu seguir pelo caminho oposto no álbum sucessor, No Prayer For The Dying. Portanto, se trata de um disco com canções mais simples, uma vibe hard rock e sem os arranjos pomposos que uma obra progressiva demanda. Muita gente torceu o nariz para o disco – e até hoje não figura na lista dos favoritos dos fãs. No entanto, o líder do Maiden, Steve Harris, saiu em defesa de No Prayer For The Dying em nova conversa com a Metal Hammer. “Acho que é um álbum muito forte. Naquela época, ficamos muito famosos com todos aqueles shows grandiosos, então, estávamos tentando voltar um pouco ao básico”. Steve continuou: “Para ser totalmente honesto, acho que foi um pouco influenciado pelo álbum solo do Bruce, Tattooed Millionaire [também lançado em 1990], no qual ele estava tentando algo um pouco mais básico. Há algumas músicas lá em que ele canta com uma voz um pouco mais rouca. Eu estava pensando que poderia escrever algo que ele pudesse cantar com essa mesma voz rouca”. Sobre o processo de gravação, Harris disse: “Estávamos tentando fazer com que soasse como um álbum ao vivo, por isso contratamos o estúdio móvel dos Rolling Stones para gravar ao vivo no celeiro. Provavelmente deveríamos ter adicionado ruído da plateia, porque teria soado mais como um álbum ao vivo de verdade – fizemos isso com o vídeo de Tailgunner, e fez uma grande diferença”. Além disso, The Boss não liga se você gosta ou não de No Prayer For The Dying: “Não me importo com esse tipo de coisa. Lembro-me de quando o álbum A Passion Play, do Jethro Tull, foi criticado, e Ian Anderson não queria mais tocar no Reino Unido. Se fosse eu, teria abraçado a ideia. Teria reunido todos os jornalistas em uma sala e os atacado verbalmente – não fisicamente, mas verbalmente. Se alguém diz que não gosta de algo, isso me faz abraçar ainda mais. Você tem que acreditar naquilo que faz, não é?” Via: Rockbizz

Stigma: Promissora banda alemã apresenta suas credenciais e mira o Brasil com álbum de estreia
Texto: Carlos Ferracin Formada no ano de 2021 por Gerald Zinnegger (vocal) e Markus Mantau (guitarra), com René Chlebnitschek (baixo) e Bernd Paptistella (bateria) recrutados na sequência, a banda alemã Stigma apresentou-se ao público com dois EPs: Last Order (2022) e First Call (2023). Os trabalhos tiveram ótima repercussão, com influência fortemente por Alice Cooper e Metallica, apontam também Type O Negative, HIM, Depeche Mode, The 69 Eyes e Ghost como alicerces de sua sonoridade autodenominada melodic dark rock. A consolidação chegou com seu primeiro full-length, Second Chance (2025). Composto por doze canções, o álbum de estreia apresentou uma evolução musical e lírica em relação aos lançamentos anteriores – musicalmente, o hard rock clássico com toques modernos continua inabalável com mais punch e refrãos grudentos; liricamente, trata de temas sensíveis ao ser humano, mas sempre apontando um caminho a ser traçado, ou seja, sempre existe “segunda chance”. “É muito mais do que apenas uma coleção de músicas; é exatamente o que o título sugere: uma retrospectiva profunda e um novo começo vigoroso. Se você observar a lista de faixas e mergulhar nas letras, perceberá que se trata de uma jornada cinematográfica e cronológica que atravessa os altos e baixos da existência humana. Abrange todo o espectro da vida: desde os primeiros sinais de alerta que encontramos, à dor amarga de amizades desfeitas, ao lidar com nossos monstros interiores ocultos, à sensação de distanciamento e isolamento e, finalmente, ao encontrar nosso guia final. Este projeto é a prova de que, não importa o quão devastadora uma situação pareça, ou o quão profunda seja a cicatriz deixada por uma experiência, sempre há uma maneira de transformar essa dor crua em arte poderosa”, disse a banda em entrevista ao Wikimetal. Álbum é pensado para execução ao vivo – e merece uma apresentação no Brasil Logo na primeira audição, algumas canções com apelo mais pesado se sobressaem: “The Signs”, “Pirate” e “Glorious Victory” possuem ótimos riffs – um dos pilares do álbum. “Faraway”, primeiro single apresentado, possui uma atmosfera melódica com Gerald Zinnegger sussurrando parte das letras até a explosão de riffs no refrão. Mas até bandas com propostas musicais claras acabam por gravar canções fugindo do padrão, no caso do Stigma, a excelente “Through The Night” com uma pegada próxima ao country, cumpre esse papel com maestria. No final das contas, Second Chance é um álbum agradável, passando a impressão de ser pensado para execução ao vivo, algo que o Stigma se empenha em mostrar para o máximo de pessoas no mundo todo. Com shows marcados para o Japão no fim do ano, se apresentar para o público brasileiro é um sonho para a banda, conforme declaração em entrevista: “Ir ao Brasil é um sonho absoluto para nós, e estamos trabalhando duro nos bastidores para que isso aconteça o mais rápido possível. Os fãs brasileiros são mundialmente famosos por serem os mais apaixonados, enérgicos e barulhentos de toda a comunidade do rock e metal, e como uma banda que se alimenta completamente da energia dos shows ao vivo, sabemos que o Stigma e o Brasil seriam uma combinação perfeita”. LEIA TAMBÉM: Entrevista Stigma: Conheça a banda alemã que é fã de Sepultura, Angra e Crypta Via: WikiMetal

Wikimetal Recomenda: A Perfect Circle e Puscifer no Brasil em novembro
Após 10 e 13 anos, respectivamente, A Perfect Circle e Puscifer retornam ao Brasil em novembro. Lideradas pelo vocalista do TOOL, Maynard James Keenan, as bandas se apresentam na Suhai Music Hall em São Paulo, em 27 de novembro. Os ingressos já estão disponíveis no site da Ticketmaster. A Perfect Circle Formado em 1999 pelo guitarrista Billy Howerdel e por Keenan, o A Perfect Circle combina elementos de rock progressivo, metal alternativo, música atmosférica e foca em letras introspectivas e melodias marcantes. Dentre sua discografia, destacam-se o álbum de estreia Mer de Noms (2000), Thirteenth Step (2003) e Eat The Elephant (2018), e mais recentemente, o grupo lançou “Starless”, sua primeira música inédita em 8 anos. Destaca-se também o retorno do baterista Josh Freese ao grupo, considerado como um dos projetos paralelos de maior sucesso do Maynard. Puscifer Já o Puscifer tem origem em 2003 e desponta com um projeto mais experimental de Keenan, fugindo da complexidade técnica do TOOL e do lado melódico do A Perfect Circle. A formação ainda conta com Mat Mitchell e Carina Round, que, com o vocalista, misturam música, artes visuais e apresentação em uma experiência única, repleta de humor e teatralidade. Na discografia, destacam-se os álbuns Conditions Of My Parole (2011), Money Shot (2015) e Normal Isn’t, lançado em fevereiro de 2026. SERVIÇO – A PERFECT CIRCLE + PUSCIFER SÃO PAULO Datas: 27 de novembro (sexta-feira)Local: Suhai Music HallAbertura dos portões: 19hHorário do show: 21hEndereço: Avenida das Nações Unidas, 22.540, Jurubatuba – São Paulo – SP Ingressos: a partir de R$ 280,00 (ver tabela completa)Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais***Sujeito à alteração por Decisão Judicial. PREÇOS PISTA: R$ 280,00 meia-entrada e R$ 560,00 inteiraMEZANINO 2º PISO: R$ 445,00 meia-entrada e R$ 890,00 inteiraPISTA PREMIUM: R$ 455,00 meia-entrada e R$ 910,00 inteiraCAMAROTE 2º PISO A/B: R$ 460,00 meia-entrada e R$ 920,00 inteiraCAMAROTE 1º PISO A/B: R$ 470,00 meia-entrada e R$ 940,00 inteira BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Local: Shopping IbirapueraAv. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis – São Paulo/SP – CEP 04029-902Piso Jurupis (subsolo) – Bilheteria Ticketmaster View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Five Finger Death Punch comemora 20 anos de carreira com novo álbum ‘Legacy’ Via: WikiMetal

Glenn Hughes cancela sua turnê e anuncia aposentadoria
Glenn Hughes anunciou nesta terça-feira, 04, o cancelamento definitivo de toda sua turnê e afastamento dos palcos por tempo indeterminado devido a recomendações médicas. Por meio de um post nas redes sociais, o músico membro do Rock and Roll Hall of Fame anunciou a sua saída de turnês e apresentações ao vivo. “Por recomendação médica, Glenn vai precisar ser submetido a uma cirurgia cardíaca e tomou a difícil decisão de se afastar dos palcos por tempo indeterminado. No último ano, tive alguns problemas de saúde. Os resultados de várias ressonâncias magnéticas, TAC e um ecocardiograma alertaram a minha equipe médica de que preciso de outra cirurgia de coração aberto. Não tenho realmente outra opção, pois a saúde é a minha prioridade número um. Estou grato por ser escolhido para viver uma vida plena com o dom da música… Obrigado por caminharem ao meu lado. O seu amigo Glenn”, disse o ex-baixista e vocalista do Deep Purple. Em janeiro, Glenn cancelou sua tão aguardada turnê pelos Estados Unidos, citando um “problema de saúde menor” que exigia atenção. A turnê intitulada The Chosen Years estava programada para começar em 27 de março, na Califórnia. Os shows prometiam revisitar clássicos da carreira do artista e apresentar material novo do álbum Chosen. O músico, de 74 anos de idade, esteve no Brasil em 2024, com uma série de shows da mesma turnê. Na ocasião, Hughes passou mal e não conseguiu finalizar sua apresentação marcada em Belo Horizonte, alegando ter sofrido uma desidratação. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Glenn Hughes passa mal e não termina show em Belo Horizonte Via: WikiMetal

Marty Friedman fará duas apresentações no Brasil em novembro
Um dos guitarristas mais influentes do metal, Marty Friedman volta ao Brasil em novembro com a técnica vertiginosa, o senso melódico inconfundível e a intensidade que fizeram dele uma referência mundial do instrumento. Integrante da formação do Megadeth que gravou clássicos como Rust in Peace, Countdown to Extinction e Youthanasia, além de dono de uma sólida carreira solo, o músico apresenta a Live Drama no dia 11, no Manifesto Bar, em São Paulo, e no dia 12, no Jokers, em Curitiba. Os ingressos para as duas datas estão à venda pelo Clube do Ingresso. Os shows trazem ao país a fase atual do Live Drama, turnê baseada em seu trabalho solo mais recente e que também celebra os 34 anos de Scenes. Em circulação desde 2025 e mantido na agenda internacional de Friedman em 2026, o Live Drama percorre diferentes períodos de sua discografia. O guitarrista vem acompanhado de sua atual banda japonesa, formada por Naoki Morioka na guitarra, Wakazaemon no baixo e Chargeeeeee na bateria. O repertório apresentado ao longo da turnê ajuda a dimensionar a proposta do espetáculo. Faixas como Deep End, Tearful Confession e Illumination representam Drama; Angel recupera Scenes; enquanto Dragon Mistress, Hyper Doom, Devil Take Tomorrow e Elixir atravessam outros momentos da carreira solo. O show também incorpora releituras de músicas japonesas e a passagem de Friedman pelo Megadeth, representada por Tornado of Souls. For a Friend, dedicada a Jason Becker, tem ocupado o encerramento das apresentações. Os concertos recentes do Live Drama duram cerca de 90 minutos e alternam momentos de peso, melodias instrumentais e passagens marcadas pela relação de Friedman com a música japonesa. No palco, o guitarrista não concentra o espetáculo apenas no virtuosismo: a interação entre os músicos e a movimentação da banda também fazem parte do formato levado aos Estados Unidos, à América Latina e à Ásia. A turnê nasce de Drama, lançado em maio de 2024 pela Frontiers Music. O álbum retoma a vertente melódica, atmosférica e orquestral explorada por Friedman em Scenes, agora com arranjos maiores, cordas e uma produção construída para aproximar a guitarra do papel de uma voz principal. “Acho que Drama é a representação definitiva da minha evolução musical”, afirmou Friedman em entrevista à revista Guitar World, publicada em fevereiro de 2026. Na mesma conversa, o músico disse que pretende continuar tocando o repertório do disco antes de iniciar um novo álbum. Lançado em novembro de 1992, Scenes representou uma mudança importante na discografia do guitarrista. O segundo trabalho solo de Friedman reduziu a presença das distorções e investiu em timbres limpos, ambientações orientais e composições instrumentais de andamento contemplativo. A produção foi dividida por Friedman, Steve Fontano e Kitaro, músico japonês ligado à música eletrônica e à new age. Nick Menza, então companheiro de Friedman no Megadeth, gravou a bateria. Do Cacophony ao MegadethAntes de chegar ao Megadeth, Marty Friedman formou o Cacophony ao lado de Jason Becker. A parceria produziu Speed Metal Symphony (1987) e Go Off! (1988), discos que se tornaram referências do metal instrumental e da combinação entre velocidade, técnica e guitarras harmonizadas. Friedman também lançou, em 1988, seu primeiro álbum solo, Dragon’s Kiss. O guitarrista entrou para o Megadeth em 1990 e permaneceu na banda durante uma década. Sua estreia aconteceu em Rust in Peace, disco que inclui Holy Wars… The Punishment Due, Hangar 18 e Tornado of Souls. O solo desta última tornou-se uma das passagens mais reconhecidas de sua carreira e continua presente em seus shows. Friedman também participou de Countdown to Extinction (1992), Youthanasia (1994), Cryptic Writings (1997) e Risk (1999), período que concentrou parte dos maiores resultados comerciais e da repercussão internacional do Megadeth. Em 2023, voltou a dividir o palco com a banda em apresentações no Nippon Budokan, em Tóquio, e no Wacken Open Air, na Alemanha. A carreira solo permaneceu ativa durante e depois do Megadeth. A discografia reúne trabalhos como Scenes, Introduction, True Obsessions, Inferno, Wall of Sound e a série Tokyo Jukebox, dedicada a releituras de músicas japonesas. Radicado em Tóquio desde 2003, Friedman construiu uma segunda frente de atuação dentro da cultura japonesa. Participou de programas de televisão, trabalhou com artistas locais, tocou com orquestras sinfônicas e foi nomeado embaixador do patrimônio cultural do Japão. Essa experiência alterou sua linguagem musical e passou a ocupar espaço crescente em seus discos e apresentações. ASTERISM abre os showsAs duas apresentações brasileiras terão abertura do ASTERISM, trio japonês formado por HAL-CA na guitarra, MIYU no baixo e MIO na bateria. Os músicos se conheceram em uma competição musical em 2014, ainda no início da adolescência, e estrearam pela SME Records em 2023. O ASTERISM combina heavy metal, música instrumental e elementos de pop japonês em uma proposta definida pela própria banda como “mass metal”: um metal construído para alcançar um público amplo sem reduzir a complexidade dos arranjos. O trio já passou pelo Knotfest Japan, pelo FOX_FEST, organizado pelo Babymetal, e realizou apresentações nos Estados Unidos, França, Coreia do Sul, China, Arábia Saudita, Tailândia, Singapura e Índia. Em janeiro de 2026, o ASTERISM lançou o quarto álbum, Kick Down the Wall. O disco reúne composições instrumentais e faixas com vocais, além de refletir a passagem dos integrantes da adolescência para a vida adulta e a tentativa de romper a imagem de jovens músicos reconhecidos somente pela habilidade técnica. A ligação com Marty Friedman ganhou forma em 2025, com o lançamento de GYUTTO!!. A faixa coloca HAL-CA e Friedman em um duelo de guitarras e também foi registrada ao vivo, em tomada única, para o canal japonês The First Take. “Ouvi as músicas do ASTERISM e virei fã imediatamente”, afirmou Friedman ao comentar a colaboração. O guitarrista disse ter reconhecido no trio a mesma relação com a energia dos instrumentos e com a liberdade da performance. SERVIÇO: Marty Friedman em São PauloData: 11 de novembro de 2026Local: Manifesto BarEndereço: Rua Ramos Batista, 207, Vila Olímpia — São Paulo/SPIngressos: clubedoingresso.com/evento/martyfriedman-saopaulo Marty Friedman em CuritibaData: 12 de novembro de 2026Local: JokersEndereço: Rua São Francisco, 164, Centro

Novo festival C6 no ROCK celebra música brasileira com Plebe Rude, Titãs, Ira! e mais
Quatro décadas depois de sacudir o país, o rock brasileiro dos anos 1980 volta ao centro do palco como tema inaugural de um novo festival. Criado pelo C6 Bank em parceria com a Dueto, responsáveis pelo já consagrado C6 Fest, o projeto nasce para revisitar a música brasileira a partir de diferentes recortes e estreia celebrando um dos movimentos mais transformadores da cultura pop nacional: o BRock, fenômeno que marcou a música, o comportamento, a linguagem e o imaginário de toda uma geração. Batizada de C6 no ROCK, a primeira edição do evento acontece na área externa do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, nos dias 22 e 23 de agosto. Ira!, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá da Legião Urbana, Marina Lima, Os Paralamas do Sucesso, Paulo Ricardo, Plebe Rude e Titãs sobem ao palco para interpretar, ao vivo, o álbum mais icônico de suas carreiras naquela década. Ingressos à venda por meio do site Eventim. A programação inclui ainda duas homenagens especiais: um time de all-stars comandado por Liminha mergulha no repertório de Cazuza, enquanto cantoras de diferentes gerações homenageiam Rita Lee, figura central do rock e da música brasileira, em show regido por Beto Lee, filho da artista. “O C6 no ROCK nasce da experiência positiva que tivemos com o C6 Fest, que já se firmou como um dos festivais mais relevantes do calendário cultural do país. Agora, fazemos uma homenagem específica ao rock brasileiro, em um festival totalmente diferente e com identidade própria”, diz Alexandra Pain, CMO do C6 Bank. “Será um evento nostálgico, repleto de sons que continuam vivos na memória de muita gente e ainda despertam emoções.” Fenômeno musical Mais do que um fenômeno musical, o BRock acompanhou e traduziu as tensões do processo de redemocratização do Brasil. Em meio ao fim da ditadura militar e à reorganização da vida política e cultural, uma nova geração de artistas encontrou no gênero um espaço para refletir inquietações sociais, questionar instituições e dialogar diretamente com o cotidiano urbano. Ao longo da década, o movimento consolidou sua presença no mercado fonográfico e passou a ocupar um lugar central na cultura pop do país, revelando bandas e compositores que marcariam definitivamente a história da música brasileira. Os curadores Hermano Vianna, Leonardo Lichote e Marcus Preto partiram desse recorte no tempo para selecionar as obras que julgavam mais representativas nas discografias das atrações. Esse olhar se desdobra em dois eixos curatoriais que orientam a programação: a Discoteca Básica, dedicada a apresentações integrais de discos icônicos da década, com membros das formações originais, e Poetas do Som, que presta homenagem a artistas fundamentais do período, em shows concebidos especialmente para o festival. No palco, personagens emblemáticos do movimento ajudam a refletir a diversidade estética daquela época. Do punk ao pós-punk, da new wave ao pop, do reggae ao rock clássico, o line up evidencia como o estilo musical ampliou suas fronteiras no país. SERVIÇO C6 NO ROCK PARQUE IBIRAPUERA (Av. Pedro Álvares Cabral, acesso portão 02 e 10– Ibirapuera)Classificação: A partir de 16 anos, todos podem entrar.Menores de 16 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.Os respectivos responsáveis legais devem ter os documentos que os identificam como tal.Pessoas de 16 e 17 anos que adquiriram os seus bilhetes não necessitam de acompanhantes.Importante: crianças a partir dos 2 anos de idade precisam de ingresso (meia-entrada) para acessar o festival. INGRESSOSClientes do C6 Bank terão acesso exclusivo à pré-venda (17 e 18 de abril) e 20% de desconto no valor dos ingressos, inclusive para meia-entrada e para o pacote passaporte, mediante compra com o cartão de crédito do banco.A venda para o público em geral se iniciará no dia 19 de abril.SITE DE VENDAS: EventimPONTO FÍSICO DE VENDA DE INGRESSOS (SEM TAXA):Nubank ParqueEndereço: Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200 – Água BrancaFuncionamento: Terça a sábado, das 10h às 17h*Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Mais informações sobre o C6 no Rock: www.c6norock.com.br View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Robert Plant, Paralamas do Sucesso e Nação Zumbi brilham em noite diversa no C6 Fest Via: WikiMetal

Derrick Green planeja nova banda mais melódica após Sepultura
Derrick Green já começou a planejar os próximos passos de sua carreira após o encerramento das atividades da lendária banda brasileira Sepultura. O vocalista revelou que pretende formar uma nova banda, com uma sonoridade tão pesada quanto o grupo, mas com maior presença de melodias, groove e diferentes abordagens vocais. Em entrevista ao canal Overdrive, Green afirmou que deseja continuar envolvido com música e já iniciou conversas com possíveis integrantes para o projeto (via Blabbermouth). “Definitivamente, adoraria criar outra banda. Estou trabalhando nisso, reunindo pessoas e vendo como as coisas se desenvolvem”, contou. Apesar de a formação ainda não estar definida, Green já tem uma ideia do caminho que gostaria de seguir: manter o peso presente em seu trabalho com o Sepultura e explorar outros tipos de melodias e equilibrar vocais cantados com sua conhecida voz agressiva. “Gostaria que fosse tão pesado quanto, mas, ao mesmo tempo, muito mais melódico, com uma mistura maior de canto e gritos”, explicou Green, contando que também será bastante orientado pelo groove: “essa é a atmosfera que tenho em mente.” A busca pela formação ideal do novo projeto e influências Green ressaltou que a conexão entre os envolvidos do novo projeto será essencial para transformar a ideia em um projeto e algumas conversas já aconteceram para tentar identificar quais combinações podem funcionar melhor. Em abril deste ano, o vocalista revelou que estava procurando pessoas para formar uma nova banda e descreveu o processo como o desafio de construir uma conexão musical novamente após tantos anos ao lado de Andreas Kisser e Paulo Xisto (via MetalSucks). Derrick também destacou a influência de suas raízes no hardcore, gênero importante em sua identidade musical. Morando em Los Angeles, contou que acompanha de perto a cena local e está animado com a diversidade e a energia das novas bandas do gênero. Antes de iniciar oficialmente essa nova fase, Derrick Green permanece concentrado nos últimos compromissos do Sepultura. A banda encerrará sua trajetória no dia 07 de novembro, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. O show contará com as particições de Metal Allegiance, Sacred Reich e Krisiun, além das participações dos ex-integrantes Jean Dolabella e Jairo Guedz. LEIA TAMBÉM: Sepultura: Confira atual setlist da turnê de despedida Via: WikiMetal

Tommy Lee sobre saída de Mick Mars do Mötley Crüe: “Muito dolorosa”
Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe, voltou a falar sobre a polêmica saída e consequente disputa judicial envolvendo Mick Mars, ex-guitarrista da banda, e classificou a situação como “muito dolorosa”. Em entrevista no podcast The Magnificent Others, apresentado por Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Lee afirmou “não gostar desse tipo de coisa” e, apesar de se tentar colocar no lugar de Mick, ele reconheceu que quando alguém está magoado, certamente haverá um revide. “Para mim, toda essa situação foi estranha e muito dolorosa, a ponto de as pessoas dizerem coisas inverídicas e agirem dessa forma. Eu pensava: ‘Deus, isso é uma merda’. Eu sempre tento me colocar no lugar do Mick, e não tenho nada além de amor por esse cara. Mas, infelizmente, é assim que acontece quando as pessoas se sentem ameaçadas ou magoadas. Elas revidam”, comentou [transcrição via Loudwire]. Apesar das acusações públicas vindas por parte do guitarrista, Lee fez questão de elogiar seu ex-colega de Mötley Crüe e lamentou os fortes efeitos da espondilite anquilosante, doença que Mars enfrenta desde sua juventude. Só existe um Mick, e ele é um músico insano. Me entristece, num nível pessoal, que essa doença insana na coluna tenha começado a deformar lentamente a forma dele, concluiu. LEIA TAMBÉM: Advogado de Mick Mars condena vitória do Mötley Crüe na Justiça: “Ridículo” Via: WikiMetal

Kelly Osbourne exige pensão de Sid Wilson após suposta demissão do Slipknot
Kelly Osbourne fez fortes acusações contra o DJ Sid Wilson, seu ex-noivo, em meio à suposta demissão do músico do Slipknot na última sexta-feira, 31. Logo após a repercussão da possível saída do músico, Kelly, que terminou seu noivado com o DJ em março, utilizou seus stories no Instagram para exigir que Wilson assuma a responsabilidade de seus atos. Ela ainda cobrou pagamento de pensão alimentícia para Sidney, filho de três anos do casal, e a devolução de seus pertences e cachorros. “Engraçado como a defesa mais barulhenta dos culpados raramente é a inocência… É a distração. Quando a máscara cai, eles não encaram o espelho, eles o jogam em outra pessoa. […] É por isso que eu sempre assumo a responsabilidade! Como dizem, alguns são mais doentes do que outros”, escreveu Kelly [transcrição via Louder]. “Acorda, porra, e assuma alguma responsabilidade. Eu não vou aceitar mais suas merdas! Acabou. Eu quero ser feliz e tenho um filho lindo para criar. Me deixe em paz. Me deixe curar. Eu não posso mais te proteger de você mesmo. Ah, e já que estou nisso, posso ter meus cachorros de volta e todos os meus pertences? Ah, sim, e talvez alguma pensão alimentícia?”, concluiu. Site revelou motivos para suposta demissão de Sid Wilson do Slipknot De acordo com fontes próximas ao músico ouvidas pelo tabloide TMZ, a suposta demissão de Wilson do Slipknot “já era esperado há muito tempo, e não uma decisão abrupta tomada no calor do momento”. A publicação afirma que o grupo “finalmente se cansou do comportamento de Sid, mais especificamente, da maneira como ele tratava seus colegas”. Apesar de o site norte-americano ter divulgado a notícia na última sexta-feira, 31, nem Wilson e nem a banda confirmaram a informação oficialmente. Segundo o portal, a banda planejava fazer o anúncio nos seus próprios termos, mas se frustrou ao perder o controle da narrativa com o vazamento e a grande repercussão da notícia. LEIA TAMBÉM: Sid Wilson surge em público após rumores da saída do Slipknot e evita falar do caso Via: WikiMetal

Site revela motivos da suposta demissão de Sid Wilson do Slipknot
Segundo o site TMZ, Sid Wilson, DJ do Slipknot desde 1998, foi demitido da banda de forma definitiva na noite da última sexta-feira, 31. O tablóide informou que uma fonte próxima à banda e com conhecimento direto do assunto disse “que Sid foi notificado no final da tarde de sexta-feira de que foi expulso permanentemente da banda”. De acordo com a publicação, uma pessoa próxima à banda relatou que a convivência entre Wilson e os demais integrantes vinha se tornando cada vez mais difícil. As diferenças teriam aumentado nos últimos anos, tornando a permanência do DJ praticamente insustentável. “A decisão foi tomada depois que o grupo finalmente se cansou do comportamento de Sid, principalmente da maneira como ele tratava seus colegas de banda”, revelou a fonte. A fonte também afirmou que o desligamento não foi motivado por um único episódio. Em vez disso, a decisão teria sido tomada após um longo período de atritos internos, embora nenhum detalhe específico sobre esses conflitos tenha sido revelado. Até o momento, nem Sid Wilson nem o Slipknot divulgaram um comunicado oficial sobre o caso. Ainda assim, fontes afirmam que a banda planejava anunciar a saída de Sid nesta semana, porém, a banda perdeu o controle do anúncio quando o tabloide vazou a informação. “Fomos informados de que a revelação antecipada fez com que a banda entrasse em pânico nos bastidores. Os membros estão frustrados por não poderem mais anunciar a separação em seus próprios termos”, escreveu o TMZ. Sid faz primeira aparição após sua suposta saída do Slipknot Sid Wilson foi visto em público pela primeira vez desde que surgiram os rumores de sua suposta saída do Slipknot. O músico foi abordado por fotógrafos do TMZ em Los Angeles, mas preferiu não comentar as informações de que teria sido desligado da banda após quase três décadas. O DJ apareceu entrando em um estúdio de gravação em Los Angeles com um amigo. Sid Wilson foi perguntado diretamente sobre a demissão, mas preferiu não responder. James Root, guitarrista do Slipknot, foi o primeiro a se manifestar, de forma indireta, sobre o caso. James postou um stories enigmático dizendo: “Não acredite em tudo o que lê. Pare. Pense. Respire fundo. Reflita um pouco sobre isso. Talvez. Quem sabe até mesmo esperar até que haja mais informações”. No último domingo, 03, Sid Wilson fez um post nas redes sociais divulgando sua loja, sem fazer qualquer menção à sua suposta saída. O Slipknot ainda não comentou o caso. A saída de Sid Wilson amplia a lista de mudanças na formação do Slipknot ao longo dos últimos anos. A banda perdeu o baixista Paul Gray, falecido em 2010, e separou-se de Joey Jordison em 2013 – o baterista morreu em 2021, aos 46 anos, de causas não reveladas. Em março de 2019, Chris Fehn (percussão) foi demitido após levar os integrantes do Slipknot para o Tribunal de Justiça, alegando que não havia sido devidamente remunerado ao longo dos vinte anos de parceria. Em 2023, Craig Jones (sampler) saiu sem explicações e Jay Weinberg (substituto de Joey Jordison) também foi demitido. Os postos foram assumidos por Michael “Tortilla Man” Pfaff, músico de turnês não identificado na época, e o brasileiro Eloy Casagrande. O substituto de Craig Jones segue sem confirmação oficial. LEIA TAMBÉM: SlipKnot: Alex Venturella está em São Paulo com Eloy Casagrande Via: WikiMetal

“A gente era uma espécie de patinho feio do rock”, afirma Tony Bellotto (Titãs)
Pouco tempo atrás o guitarrista do Titãs, Tony Bellotto, participou do programa Roda Viva, que vai ao ar pela TV Cultura. No bate-papo, o roqueiro refletiu sobre as influências da banda, bem como elas se assentam em seu som. “Uma coisa que sempre contou muito ao nosso favor, a gente sempre ouviu muito MPB. Não só os artistas que faziam muito sucesso nos anos 70 e 80 como [Gilberto] Gil, Caetano [Veloso], Chico [Buarque], mas a MPB de raiz como Cartola e sambistas antigos. E, claro, escutando rock”. Tony seguiu com sua reflexão: “Quando a gente começou a trabalhar mais as composições, a gente tinha um background, estudo e conhecimento das letras da MPB muito profundo. Nos primeiros discos a gente meio que deu tiro para tudo quanto é lado. E tem uma coisa engraçada que a gente dizia: ‘Nos meios punks achavam a gente uma banda brega e nos meios bregas achavam a gente uma banda punk’. A gente era uma espécie de patinho feio do rock. A gente não se acertava em lugar nenhum”. “Na hora de montar o repertório do Cabeça Dinossauro, a gente sentiu que tinha que deixar a nossa mensagem mais clara”, ressaltou. “Nesse sentido, a gente focou muito em fazer letras que fossem diretas; letras que abandonassem um pouco do lirismo da MPB, do qual a gente se nutriu, mas era a hora de quebrar com aquilo e fazer letras que qualquer pessoas pudesse entender o que estava sendo dito”. “O Cabeça tem essa opção estética tanto musical quanto de temas e letras, que vem de uma experiência que a gente foi adquirindo nos dois discos anteriores [Titãs (1984) e Televisão (1985)]”, concluiu Bellotto. Via: Rockbizz

Wacken Open Air anuncia primeiras bandas da edição de 2027
Wacken Open Air anunciou as primeiras bandas confirmadas para a edição de 2027. A 36ª edição do festival acontecerá de 28 a 31 de julho em Wacken, Alemanha. Dentre os 50 nomes confirmados, o principal destaque fica para o Edguy, que fará sua despedida dos palcos no próximo ano e se apresentará no evento. Até o momento, o lineup ainda conta com Helloween, Hammerfall, Electric Callboy, Halestorm, Five Finger Death Punch, AVATAR e Napalm Death. Outro destaque são os retornos da Crypta e Cavalera Conspiracy ao festival após 4 e 10 anos, respectivamente. Mais nomes serão anunciados em breve. Os ingressos estão à venda no site oficial do Wacken. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Pentagram: 4 músicas que não podem faltar no show de despedida em São Paulo Via: WikiMetal

System of a Down: Serj Tankian sugere que John Dolmayan não é mais um apoiador de Donald Trump
Em conversa com a revista Rolling Stone Itália Serj Tankian, vocalista do System of a Down, comentou sobre as posições políticas de seu companheiro de banda, John Dolmayan, sugerindo que ele não apoia mais Donald Trump. É importante lembrar que em 2025 John, durante bate-papo com a apresentadora, celebrou a vitória de Trump nas eleições. Na ocasião, ele disse: “Fico feliz que ele tenha vencido, porque isso traz um pouco de sanidade de volta. Independentemente do que se ouve por aí, é muito mais sensato com ele do que era sem ele”. Voltando ainda mais no tempo. Serj, no ano de 2020, admitiu que considerava a divisão política do colega de banda “frustrante”, mas observou: “Quando se trata de questões armênias, estamos em total sintonia. Sabemos quais injustiças estão acontecendo e trabalhamos juntos”. Agora, Tankian disse: “Antes de mais nada, não quero falar por John sobre suas opiniões políticas; isso não seria justo. Posso dizer que o verbo ‘era’ está correto”. Ele acrescentou: “Não posso afirmar com certeza que ainda seja. Acho que ele também se cansou de Trump, como muitos outros. As diferenças tornam as coisas mais difíceis? Claro. Mas também há muitos pontos em que concordamos”. Serj também enfatizou a complexidade do relacionamento com Dolmayan: “Ele também é meu cunhado. Então é ainda mais complicado. Nossos filhos estão sempre juntos. Eles são primos. Nos vemos em reuniões de família. Essa parte é complicada”. “Certamente eu não sou a única pessoa no mundo que tem um cunhado com opiniões políticas diferentes”, completou em tom ameno. E por falar no System of a Down, que recentemente encerrou sua turnê europeia, confirmou os planos para uma série de shows em estádios na Austrália e Nova Zelândia em 2027 com o Faith No More. Via: Rockbizz

The Smyths Experience anuncia show ‘The Queen is Dead’ em São Paulo
The Smyths Experience traz de volta o icônico som de The Smiths para os fãs brasileiros em um espetáculo imperdível! A apresentação acontece no dia 08 de agosto no palco do Tokio Marine Hall. Os ingressos estão à venda por meio do site da Ticketmaster. The Smiths Experience, reconhecida mundialmente pela fidelidade e emoção com que interpreta o repertório de The Smiths, promete recriar a atmosfera única da lendária banda britânica. Há mais de vinte anos, The Smyths traz a música de The Smiths de volta à vida nos palcos, em mais de 900 shows no Reino Unido, Europa, Austrália e Nova Zelândia, além de festivais icônicos como Glastonbury, Isle of Wight e Bestival, agora o grupo chega ao brasil para prestar esse tributo a uma das maiores bandas de todos os tempos. The Smiths Experience é amplamente elogiada pelo talento e autenticidade de seus músicos, oferecendo uma performance que vai além de uma simples homenagem. O grupo traz em sua essência o legado de uma banda que nunca retornará aos palcos, mas que continua a inspirar e tocar corações ao redor do mundo. “Tendo tido a grande sorte de trabalhar pessoalmente com THE SMITHS, posso garantir que THE SMYTHS são o mais excelente ‘tributo’ à música e ao legado da banda. O talento musical dos Smyths é, sem dúvida, de altíssimo nível, permitindo que toquem cada música do catálogo de The Smiths e Morrissey com uma precisão e sensibilidade incríveis. Vá vê-los ao vivo, você não vai se decepcionar”, disse Stephen Street, Produtor de The Smiths e Blur. The Smyths Experience é o mais próximo que os fãs brasileiros poderão chegar de vivenciar a magia dos anos 80 em toda sua intensidade. View this post on Instagram Serviço: The Smyths Experience Apresentação: 08/08/2026 às 22h00Abertura dos portões: 20h00Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP, 04727-002Ingressos: TicketmasterValor: R$120,00 a R$240,00Parcelamento: Na internet até 3X sem juros, de 4 a 6x com juros. Na bilheteria em até 3X sem juros.Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais. Bilheteria Oficial Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP, 04727-002Funcionamento: De Segunda a Sábado das 12h às 18h; Domingo e Feriados das 12h às 18h.Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local. LEIA TAMBÉM: ‘The Queen Is Dead’: Relembre disco do The Smiths considerado um dos melhores do rock Via: WikiMetal

Brian Johnson quase é atingido por canhão em show do AC/DC nos EUA
No último sábado, 01, Brian Johnson, vocalista do AC/DC, quase foi atingido por um canhão cenográfico durante o show da banda no Allegiant Stadium, em Las Vegas, nos Estados Unidos. O item despencou sobre o palco na introdução de “For Those About To Rock (We Salute You)”, última música do show, e lançou um projétil cenográfico que atingiu o chão a poucos centímetros do cantor. Imagens que circulam nas redes sociais registraram o exato momento do impacto e a reação imediata de Johnson, que recuou bruscamente ao perceber o que havia acontecido. Após o choque e ficar olhando para o ponto de impacto por alguns instantes, o músico virou-se e continuou a performance [via Rolling Stone Brasil]. Até o momento, o AC/DC não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o ocorrido. O show seguiu até o fim sem interrupções prolongadas e sem relatos de possíveis feridos. Em 2012, Brian Johnson falou sobre risco de canhões em shows do AC/DC “Eu poderia escrever um livro sobre ficar embaixo do canhão por 30 anos. Faíscas horríveis saem deles; no fim do show, eu tenho marcas de queimadura por todo o ombro”, revelou o vocalista em uma entrevista à Fox News em 2012. LEIA TAMBÉM: Relembre os mistérios e dúvidas por trás da morte trágica de Bon Scott Via: WikiMetal

Stryper compartilha o lyric video do novo single Ashes To Roses
O Stryper compartilhou o lyric video do novo single Ashes To Roses. A canção estará presente no álbum Throne Of Thorns, décimo oitavo registro de estúdio do grupo cristão, que chegará no mercado em 25 de setembro pela Frontiers Music Srl. “Ashes To Roses é definitivamente um pouco diferente para nós. Tem uma pegada mais retrô/rock clássico, mas ainda assim tem tudo o que você espera do Stryper. Vai agradar a todos que estavam querendo uma boa balada de rock melódico da banda. Vocês pediram, nós atendemos”, disse o frontman Michael Sweet. Throne Of Thorns estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (dourado, picture disc e verde), boxset e digital. Track listing de Throne Of Thorns: 01. Throne Of Thorns02. Here In Your Heart03. Falling04. I’m Alright (I’m Okay)05. Waiting For You06. Carry The Flame07. Hollywood08. Beautifully Broken09. Ashes To Roses10. Alone Again11. Shadowbreaker Via: Rockbizz

Ozzfest 2027 será anunciado em breve, revela Sharon Osbourne
O Ozzfest está perto de voltar. Sharon Osbourne revelou que já negocia com artistas para uma nova edição do festival em 2027 e afirmou que um anúncio oficial deve acontecer em breve. Em entrevista à Metal Hammer, a empresária e viúva de Ozzy Osbourne revelou que as conversas com possíveis atrações já estão em andamento e o festival será realizado no Villa Park, em Birmingham, o mesmo local do Back To The Beginning, último show de Ozzy, que aconteceu em 05 de julho de 2025. “Vai ser novamente no Villa Park. Se serão duas noites [em Birmingham], isso cabe aos fãs me dizerem. Claro que estamos conversando com algumas pessoas. Não posso revelar isso ainda, mas será em breve”, disse Sharon. Anteriormente, em entrevista ao filho Jack no podcast The Osbournes, Sharon disse que espera levar o Ozzfest para os EUA em duas datas. “Queremos saber a opinião de todos sobre onde devemos ir nos Estados Unidos. Precisamos encontrar muitos jovens talentos, porque é isso que seu pai gostaria.” LEIA TAMBÉM: Clássicos do Megadeth são disponibilizados em CD Via: WikiMetal

Tarja Turunen sobre sua demissão do Nightwish em 2005: “Deveria tê-los feito passar pelo inferno”
Em 2004, o Nightwish ostentava um sucesso tremendo com o álbum Once, que vendeu mais de três milhões de cópias, o que era muita coisa para uma época cheia de MP3 e afins. Mesmo assim, a banda, seguindo as ordens de seu líder Tuomas Holopainen, demitiu a vocalista Tarja Turunen de maneira covarde, por intermédio de uma carta aberta. O teor da carta tratava de acusar a cantora de distanciamento e atitudes que comprometiam o convívio e o trabalho do grupo, além disso, acusava Marcelo Cabuli, marido e empresário de Tarja, de intromissão na administração do conjunto. Durante entrevista à revista britânica Metal Hammer, Tarja Turunen falou sobre sua demissão do Nightwish em 2005. Ela contou o que faria de diferente em relação ao problema passou. “É muito triste como tudo terminou [com o Nightwish], mas a coisa que eu teria feito diferente é que provavelmente deveria tê-los feito passar pelo inferno. Eu tinha todos os meus direitos, havia contratos, e eles teriam ficado em maus lençóis por muito tempo se eu tivesse feito isso, de acordo com meus direitos, mas eu não fiz. Simplesmente decidi seguir em frente e sair”. Apesar dos tristes momentos, a finlandesa conseguiu se erguer no mundo da música. Ela já lançou trabalhos com o foco na música erudita e canções natalinas. Além disso, neste ano, Tarja colocou na praça seu décimo registro de estúdio solo, Frisson Noir, pela earMUSIC. Via: Rockbizz

Sid Wilson surge em público após rumores da saída do Slipknot e evita falar do caso
Sid Wilson foi visto em público pela primeira vez desde que surgiram os rumores de sua suposta saída do Slipknot. O músico foi abordado por fotógrafos do TMZ em Los Angeles, mas preferiu não comentar as informações de que teria sido desligado da banda após quase três décadas. No vídeo publicado pelo Tablóide, o DJ aparece entrando em um estúdio de gravação em Los Angeles com um amigo. Ao deixar o local, Sid Wilson foi perguntado diretamente sobre a suposta demissão do Slipknot, mas preferiu não responder. O músico manteve a cabeça baixa e seguiu em silêncio, enquanto o amigo que o acompanhava desconversou e disse em tom de brincadeira: “Estamos atrasados para a igreja, cara”, antes de ambos entrarem no estúdio. O site TMZ publicou na última sexta-feira, 31, que Sid Wilson, DJ do Slipknot desde 1998, não faz mais parte da banda. Segundo o site, uma fonte próxima à banda e com conhecimento direto do assunto disse “que Sid foi notificado no final da tarde de sexta-feira de que foi expulso permanentemente da banda”. James Root, guitarrista do Slipknot, foi o primeiro a se manifestar, de forma indireta, sobre o caso. James postou um stories enigmático dizendo: “Não acredite em tudo o que lê. Pare. Pense. Respire fundo. Reflita um pouco sobre isso. Talvez. Quem sabe até mesmo esperar até que haja mais informações”. No último domingo, 03, Sid Wilson fez um post nas redes sociais divulgando sua loja, sem fazer qualquer menção à sua suposta saída. O Slipknot ainda não comentou o caso. A saída de Sid Wilson amplia a lista de mudanças na formação do Slipknot ao longo dos últimos anos. A banda perdeu o baixista Paul Gray, falecido em 2010, e separou-se de Joey Jordison em 2013 – o baterista morreu em 2021, aos 46 anos, de causas não reveladas. Em março de 2019, Chris Fehn (percussão) foi demitido após levar os integrantes do Slipknot para o Tribunal de Justiça, alegando que não havia sido devidamente remunerado ao longo dos vinte anos de parceria. Em 2023, Craig Jones (sampler) saiu sem explicações e Jay Weinberg (substituto de Joey Jordison) também foi demitido. Os postos foram assumidos por Michael “Tortilla Man” Pfaff, músico de turnês não identificado na época, e o brasileiro Eloy Casagrande. O substituto de Craig Jones segue sem confirmação oficial. LEIA TAMBÉM: Slipknot cogitou fim da banda nos anos 2000, revela produtor Via: WikiMetal