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Marcelo Nova sobre se sentir peixe fora d’água em Salvador: “Não gosto de praia, Sol, areia e Senhor do Bonfim”
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07/08/2026

Marcelo Nova sobre se sentir peixe fora d’água em Salvador: “Não gosto de praia, Sol, areia e Senhor do Bonfim”

Durante recente entrevista ao produtor musical e apresentador Clemente Magalhães, do canal Corredor 5, o roqueiro Marcelo Nova (Camisa de Vênus) foi questionado se sentia-se um peixe fora d’água em Salvador. É importante destacar que a cidade é conhecida pelo clima de festa, axé, sincretismo religioso e pelas belezas naturais como as praias, o que não é muito a vibe de quem curte rock n’ roll. “O tempo todo! O tempo todo”, disparou Marcelo. “Veja bem, eu não gosto de praia, eu não gosto de Sol, eu não gosto de areia – areia lembra micose. Você ficar deitado naquele negócio fritando não é a minha. Eu não gosto do Senhor do Bonfim, eu não gosto da Igreja do Bonfim. Eu não faço promessa para Deus, nem para Nossa Senhora, nem para Jesus”. Nova acrescentou: “Eu não gosto de Sol, cara! O que é que eu vou ficar fazendo na Bahia? O que havia ali que poderia me atrair? Depois que eu descobri o rock com 10 ou 11 anos, veio uma crescente de bandas e estilos, e eu só ouvia rock n’ roll e só ouvia música americana e inglesa. Só, somente e só”. E por falar em Marcelo Nova, o trabalho de estúdio mais recente do Camisa de Vênus é o álbum Agulha no Palheiro, que saiu em agosto de 2021. O disco é o sucessor de Dançando na Lua, de 2016. Via: Rockbizz

Disney lança coleção de roupas de vilões inspirada no heavy metal
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07/08/2026

Disney lança coleção de roupas de vilões inspirada no heavy metal

A Disney lançou recentemente uma nova coleção de roupas focadas em seus icônicos vilões, incorporando elementos e tipografias visuais que remetem diretamente a bandas de black e death metal. Lançada no início do mês, a linha de merchandising está sendo comercializada com exclusividade diretamente nas lojas dos parques da empresa. Dentre os personagens, destacam-se Malévola (A Bela Adormecida), Rainha Má (Branca de Neve e os Sete Anões), Úrsula (A Pequena Sereia), Hades (Hércules), além de Yzma e Kronk (A Nova Onda do Imperador). A camiseta da Rainha Má, por exemplo, traz a frase “Mirror Mirror” desenhada em uma fonte pontiaguda característica do black metal. Já os produtos focados em Hades e Úrsula são fortemente influenciados pelo metal gótico, enquanto outras estampas homenageiam os logotipos similares aos de bandas do thrash metal [via Loudwire]. Atualmente, a Disney está desenvolvendo uma área temática inteiramente dedicada aos seus vilões dentro do parque Magic Kingdom e conta com o nome provisório de Villains Land. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: 9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kissin’ Dynamite, Pesta e mais Via: WikiMetal

Def Leppard progride em seu novo álbum ‘Most Diverse’
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07/08/2026

Def Leppard progride em seu novo álbum ‘Most Diverse’

Após uma boa espera, Def Leppard segue trabalhando em seu mais novo álbum de estúdio, Most Diverse, com previsão de lançamento para o início de 2027. Os fãs já sentiram como será o clima do álbum com o single “Rejoice”, lançado no início de 2026. O vocalista Joe Elliott revelou que eles seguem trabalhando bastante nesse álbum mesmo com a agenda cheia, se apresentando em Las Vegas e gravando em seus raros dias de folga em um porão de cassino. Já o guitarrista Phil Collen diz que, mesmo com a correria dos shows em festivais, o trabalho segue a todo vapor. Em entrevista ao site Ultimate Classic Rock, ele mencionou estar bastante ocupado. “Na verdade, eu estava trabalhando em algumas coisas hoje de manhã. Preciso gravar algumas coisas quando voltar para os Estados Unidos. É uma correria, mas é muito divertido. É maravilhoso ter todos esses estilos musicais diferentes e não ficar preso a algo de que não gostamos, e fazer isso pelos motivos que nos levam a fazer isso. Não é como se fôssemos dominar o mundo. Nós realmente gostamos da companhia um do outro e adoramos estar juntos”, disse ele. Phil Collen afirmou que os fãs do Def Leppard podem aguardar ansiosos por esse novo álbum. O tempo juntos fortaleceu a relação da banda com o trabalho e aumentou o aprendizado, à medida que eles se aproximam dos 50 anos de carreira. “Paramos de nos preocupar em soar de uma certa maneira. Antes, fazíamos álbuns e nós definíamos um objetivo. Tipo, houve uma época em que isso estava acontecendo na música pop, sabe? Você tinha os Backstreet Boys com aqueles vocais lindos e tudo mais, e depois tinha o Garbage, que estava meio que inovando. Isso foi obviamente nos anos 90 e dissemos que esse seria o nosso objetivo. Nós meio que combinamos essas duas coisas e isso influenciou [o que estávamos fazendo na época]. Você tinha essas coisas e não se tratava apenas de tentarmos copiá-las. Era apenas captar a essência do que estava acontecendo e tentar nos consertar com isso”, complementou Phil. Em outubro passado, o Def Leppard ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood. A banda fará uma turnê pela América Latina entre outubro e novembro, sem o Brasil na rota. LEIA TAMBÉM: Def Leppard anuncia turnê pela América Latina sem Brasil na rota Via: WikiMetal

Green Day “não é uma banda política”, afirma Billie Joe Armstrong
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07/08/2026

Green Day “não é uma banda política”, afirma Billie Joe Armstrong

Billie Joe Armstrong afirmou em entrevista ao LA Times que não considera que o Green Day seja uma banda política. O vocalista também opinou sobre a importância da Copa do Mundo de 2026 e qual é o real sentimento nas composições do grupo. A trajetória do Green Day sempre transitou entre conflitos emocionais e questões sociais, porém, nunca se alinhou a rótulos tão tradicionais da indústria. O guitarrista destacou que os primeiros trabalhos, como o aclamado Dookie de 1994, focavam majoritariamente em experiências pessoais e sentimentos, sem qualquer pretensão ideológica. Sobre o início da carreira, Joe declarou [via NME]: “Não tínhamos nada a ver com política – apesar de virmos de um meio bastante polêmico” e acrescenta que era uma época “realmente louca”. Mesmo em trabalhos posteriores e de forte apelo, como o emblemático American Idiot de 2004 e o recente Saviors de 2024, o músico enfatiza que a força principal das composições reside na emoção e na documentação do momento presente, e não em uma agenda partidária. “Nós definitivamente somos francos, mas as músicas são muito pessoais e documentam o momento que você está vivendo.” Confira as declarações de Billie Joe Armstrong ao LA Times: View this post on Instagram Billie Joe destaca a importância da Copa do Mundo Durante a conversa, o músico também compartilhou suas impressões sobre o clima social proporcionado pela realização da Copa do Mundo na América do Norte. Todavia, Armstrong destacou o poder de união do evento: “Senti que a Copa do Mundo fez mais do que a ONU nos últimos 20 anos. Isso foi realmente algo bonito.” Paralelamente às reflexões sobre o cenário atual, os integrantes do Green Day preparam o lançamento do filme de comédia Nimrods, inspirado nos primeiros anos de estrada e nos desafios do início da carreira. A estreia está marcada para dia o 14 de agosto de 2026. LEIA TAMBÉM: ‘NIMRODS’: Filme inspirado no Green Day estreia em agosto com sessões no Brasil Via: WikiMetal

Filho de Chester Bennington reclama que o novo documentário do Linkin Park ignora o legado de seu pai
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07/08/2026

Filho de Chester Bennington reclama que o novo documentário do Linkin Park ignora o legado de seu pai

Jaime Bennington, filho do cantor Chester Bennington, se manifestou publicamente sobre o novo documentário do Linkin Park, Unshatter. O filme, que teve direção de Joe Hahn, narra os anos que se seguiram à morte de Chester Bennington em 2017 e a reformulação da banda com a nova vocalista Emily Armstrong e o novo baterista Colin Brittain. Nos stories do Instagram, ele escreveu: “Vocês conseguiram exatamente o que queriam. Espero que todos aqueles que apoiaram o estupro, a pilhagem e a destruição da obra de uma vida inteira do meu pai estejam felizes. Bem, eles conseguiram. Apagaram-no completamente do legado e usaram a morte dele como trampolim. Saibam apenas disto: eu odeio vocês e os odiarei para sempre”. Combinando imagens raras de arquivo, registros inéditos dos bastidores, momentos íntimos em estúdio e performances eletrizantes ao vivo, Unshatter acompanha o Linkin Park desde as primeiras sessões de gravação, em 2022, passando pela criação de From Zero até o retorno da banda aos palcos mundiais. O trabalho oferece um olhar sem precedentes sobre o processo criativo e a amizade duradoura entre os integrantes, além de apresentar a nova fase do Linkin Park com Emily Armstrong e Colin Brittain. Via: Rockbizz

Mercyful Fate anuncia primeiro show ao vivo após 3 anos
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06/08/2026

Mercyful Fate anuncia primeiro show ao vivo após 3 anos

Mercyful Fate anunciou nesta quinta-feira, 06, seu primeiro show ao vivo após três anos. A banda dinamarquesa fará parte com exclusividade do Leyendas del Rock 2027, que acontecerá entre os dias 11 e 14 de agosto de 2027, em Villena, na Espanha Em postagem feita nas redes sociais, a banda compartilhou a novidade – que ser com seus fãs,. “Espanha! O Mercyful Fate tocará no Leyendas Del Rock Festival 2027! Nos vemos em agosto que vem… Stay Heavy!”, escreveu o grupo [transcrição via Blabbermouth]. A última vez em que o Mercyful Fate havia subido aos palcos aconteceu em 28 de abril de 2024, durante show realizado no Summer Breeze Brasil, onde a banda foi a headliner do terceiro e último dia de festival. A formação atual consiste em King Diamond nos vocais, Hank Shermann e Mike Wead nas guitarras, Bjarne T. Holm na bateria e Becky Baldwin no baixo. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Manowar coloca heavy metal no trono em ‘Kings of Metal’ Via: WikiMetal

Green Day lança ‘Green Day TV’, seu canal de transmissão 24h no YouTube
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06/08/2026

Green Day lança ‘Green Day TV’, seu canal de transmissão 24h no YouTube

O Green Day lançou oficialmente a Green Day TV, que consiste em uma transmissão ao vivo 24 horas por dia, 7 dias por semana, disponível exclusivamente em seu canal no YouTube. A programação promete celebrar as três décadas do grupo, possibilitando aos fãs assistir a uma transmissão contínua com videoclipes, performances ao vivo e arquivos de imagens inéditos capturados em estúdios de gravação, bastidores e turnês ao longo de toda a carreira da banda. Na transmissão, também será possível participar de sorteios, descobrir curiosidades e acompanhar lançamentos surpresa. [via Blabbermouth]. A plataforma ainda contará com a estreia do programa Transmission Unknown, apresentado pelo baterista Tré Cool, cuja atração destacará artistas musicais emergentes com performances ao vivo, entrevistas, esquetes originais que misturam comédia e música por meio de conteúdos criados exclusivamente para a plataforma. Green Day e o filme “NIMRODS” NIMRODS – A Green Day Comedy, filme inspirado em histórias reais vividas pela icônica banda de rock norte-americana, tem estreia nos cinemas marcada para 14 de agosto, com sessões exclusivas no Brasil. Os ingressos já estão à venda por meio do site Ingresso.com. O longa acompanha três amigos — interpretados por Mason Thames, Kylr Coffman e Ryan Foust — que viajam até Los Angeles acreditando, por engano, que sua banda fará o show de abertura do Green Day na noite de Ano Novo. A jornada se transforma em uma aventura caótica e divertida pelos Estados Unidos, inspirada nas histórias vividas pelos integrantes do trio durante os primeiros anos da banda, quando percorriam o país em uma van de turnê. LEIA TAMBÉM: Wes Borland celebra volta do Limp Bizkit aos holofotes: “Bizarro” Via: WikiMetal

“Brasil é um país pelo qual a gente tem que brigar; e o grande câncer do Brasil é o individualismo”, disse Andre Matos
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06/08/2026

“Brasil é um país pelo qual a gente tem que brigar; e o grande câncer do Brasil é o individualismo”, disse Andre Matos

O Brasil já ofertou ao rock n’ roll e heavy metal músicos e instrumentistas de extrema qualidade técnica e diferenciado requinte para a difícil arte de compor. A lista é grande, contudo, é um crime inafiançável não citar o trabalho de Andre Matos (Shaman, Angra, Virgo), Kiko Loureiro (ex-Angra, ex-Megadeth), Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr. Sin), Edu Falaschi (ex-Angra, ex-Almah) e Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura). Além da música, Andre era virtuoso nas palavras e nas reflexões sobre a vida em sociedade. Em diversas oportunidades ele demonstrou muito respeito e carinho pelo nosso país, bem como orgulho de ser brasileiro. Em 2013, durante entrevista ao canal Invasão Rocker, Andre ponderou sobre o Brasil, apontou o maior problema da nossa nação e ainda deu dica de leitura aos fãs. “Brasil é um país pelo qual a gente tem que brigar”, disparou Andre. “Só que a gente não consegue brigar pelo Brasil se a gente não entender de onde vem as mazelas do Brasil. Então, é legal a gente aprender sobre a história brasileira e saber de onde vem todos esses cacoetes políticos, culturais e comportamentais do povo brasileiro”. Ele continuou: “Isso não tem a ver com classe social, credo ou cor. Não é nada disso. Estou falando muito sobre o Brasil, mas precisa falar. Eu, atualmente, estou lendo, e recomendo a leitura do livro que saiu do Laurentino Gomes, o 1889. É o final da trilogia que começou com 1808; depois 1822, que foi a Independência, e a Proclamação da República em 1889. Leiam os três livros se vocês puderem. Não estou fazendo propaganda, não estou ganhando nada para isso. É porque achei muito bom. Quando você lê e termina a trilogia, você começa a entender muito mais o que é o Brasil e o porquê do Brasil ser do jeito que é”. “Talvez sabendo disso, conhecendo a nossa própria origem, a gente tem uma luz para fazer a virada, encabeçar essa mudança”, ressaltou. “Eu não desisto do Brasil. Tem que botar a mão na massa. As pessoas têm que trocar mais ideias e pensar menos individualisticamente, porque esse é o grande câncer do Brasil, o individualismo”. Via: Rockbizz

Neil Peart, eterno baterista do Rush, será homenageado no documentário No One’s Disciple
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06/08/2026

Neil Peart, eterno baterista do Rush, será homenageado no documentário No One’s Disciple

O saudoso Neil Peart, eterno baterista do Rush, será homenageado em novo documentário. O longa, que levará o nome de Neil Peart: No One’s Disciple, estreará no dia 23 de setembro na emissora canadense CBC. O filme, que promete narrar o início difícil da carreira de Peart como jovem artista, bem como a sua ascensão meteórica, contará com a participação de seus companheiros de banda, Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra), em conversas íntimas e sinceras em memória do amigo falecido. Haverá também contribuições de outros nomes famosos da bateria como Stewart Copeland, do The Police, Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers, e Danny Carey, do Tool. Em trecho do documentário, Neil cravou: “Acho importante tocar cada vez melhor, dar o meu melhor o tempo todo, manter a coisa sempre fresca e em constante mudança. Vejo isso como uma responsabilidade minha, como baterista”. A derradeira apresentação ao vivo de Neil aconteceu em 01 de agosto de 2015, na famosa casa The Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. O show teve pérolas musicais como Red Barchetta, The Spirit of Radio, Xanadu, Subdivisions e Working Man. No entanto, o rock n’ roll ficou mais triste no dia 07 de janeiro de 2020, pois foi a data em que o drum hero Neil Peart faleceu, depois de uma batalha de três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. O baterista tinha 67 anos. Via: Rockbizz

Fanáticos religiosos ameaçavam a vida de Ozzy Osbourne nos anos 1970, lembra David Lee Roth
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06/08/2026

Fanáticos religiosos ameaçavam a vida de Ozzy Osbourne nos anos 1970, lembra David Lee Roth

Loucura e Ozzy Osbourne são coisas totalmente associáveis, basta perceber que um dos apelidos do cantor é Madman – algo como Homem Louco, em uma tradução livre. Portanto, o saudoso cantor viveu experiências e episódios que fariam qualquer outra pessoa passar dessa para uma melhor. Uma dessas histórias pitorescas sobre o Príncipe das Trevas foi contada pelo ex-frontman do Van Haleh, David Lee Roth, em publicação nas redes sociais. Na época o Black Sabbath estava em turnê com o Van Halen, portanto, foi no final dos anos 70. “Eu e o Ozzy Osbourne éramos grandes amigos. Há três milhões de verões, fizemos muitas turnês juntos. O Van Halen abria os shows do Black Sabbath. Eu e o Ozzy éramos como dois piratas. Meu Deus”. David continuou: “Quando criança, você aprende que sexta-feira à noite é como o começo do fim de semana. No rock n’ roll, quarta-feira é o começo do fim de semana. E assim como no Clube do Mickey, quarta-feira é o dia em que tudo pode acontecer. Era uma quarta-feira, eu e Ozzy estávamos nos divertindo. A meia-noite chegou e passou, chegou uma da manhã, duas e cinco da manhã. Fomos para o hotel, que era o Marriott. Nos acharam no bar do hotel e nos mandaram subir para pegar as malas porque já estava na hora de irmos para o aeroporto. Subi e peguei minhas coisas. Oz saiu andando do jeito dele. Chegamos na próxima cidade que era Memphis. O Sabbath estava no mesmo hotel que o Van Halen”. “Estávamos nos bastidores comemorando mais uma vitória gloriosa, quando Tony Iommi, Geezer Butler e o empresário deles invadiram o camarim com uma atitude nada amigável e acolhedora”, relembrou Roth. “Eles me olharam e disseram: ‘O que você fez com o Ozzy’? Por que sempre acontece comigo? Eu sei por que sempre acontece comigo. Eu sou o genro do diabo, embora as minhas funções sejam basicamente cerimoniais”, brincou o roqueiro. “Eu disse: ‘Como assim, o que eu fiz com o Ozzy’? Eles disseram: ‘Ozzy desapareceu’. A gente achou que ele estivesse nos bastidores ou no ônibus de turnê. Mas eu disse que a última vez que o vi foi no hotel na cidade anterior. Eles disseram: ‘Sim, mas vocês ficaram se divertindo a noite toda. Ele desapareceu. Ele pode ter se perdido. Temos um grupo de fanáticos religiosos malucos, fanáticos religiosos, que enviaram mensagens de morte para o Ozzy. Ozzy pode ter sido sequestrado. Ele está sendo torturado até a morte’. Fiquem ligados para o próximo episódio, e eu contarei o que realmente aconteceu”, completou o cantor. Via: Rockbizz

Andreas Kisser afirma que Gojira trouxe “algo novo” ao metal
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06/08/2026

Andreas Kisser afirma que Gojira trouxe “algo novo” ao metal

Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, teceu elogios ao Gojira e afirmou que a banda francesa possui um trabalho “muito original”. Segundo ele, o quarteto também trouxe “algo novo” na forma de criar riffs e de tocar guitarra. Em entrevista realizada durante participação do Wacken Open Air 2026, Andreas respondeu sobre qual foi a última vez que ouviu um riff de uma banda da atualidade e pensou na grandiosidade dele. Para ele, o Gojira se destaca pela forma em que constrói sua mensagem através de dois elementos: o tapping e o groove. “Acho que o Gojira. É uma banda e tem um trabalho de guitarra que é muito original. De certa forma, eles constroem a mensagem deles em torno desse novo elemento de usar o tapping ou usar aquele tipo de groove. É muito difícil de descrever, mas acho que eles trouxeram algo novo para os riffs e para a forma de tocar guitarra, com certeza”, afirmou Andreas Kisser [transcrição via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: A Perfect Circle e Puscifer no Brasil em novembro Via: WikiMetal

Rush: Novo documentário sobre Neil Peart terá jam com bateristas de renome
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06/08/2026

Rush: Novo documentário sobre Neil Peart terá jam com bateristas de renome

A emissora de televisão canadense CBC anunciou o lançamento de um novo documentário sobre Neil Peart, saudoso baterista do Rush. Intitulado Neil Peart: No One’s Disciple, a obra vai ao ar em 23 de setembro e celebrará a vida, a carreira e o impacto do músico, falecido em janeiro de 2020. Segundo o canal, os membros remanescentes da banda, Geddy Lee e Alex Lifeson, foram filmados tocando ao lado de três bateristas de renome no rock: Stewart Copeland (The Police), Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) e Danny Carey (TOOL). Apesar de Copeland ter sido um grande amigo pessoal de Peart ao longo da vida, a gravação marcou a primeira vez que ele tocou com Lee e Lifeson. Já Smith e Carey haviam dividido o palco com a dupla do Rush anteriormente, durante o segundo show em tributo ao baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins, realizado em setembro de 2022 [via Ultimate Classic Rock]. Neil Peart: No One’s Disciple ainda promete explorar desde o início difícil do jovem artista até sua ascensão meteórica no rock. Além da jam, o documentário apresentará conversas íntimas entre Geddy Lee e Alex Lifeson, bem como reflexões de demais bateristas sobre a busca incessante de Peart pela perfeição. LEIA TAMBÉM: Geddy Lee repudia bateristas que procuraram o Rush após morte de Neil Peart Via: WikiMetal

Yngwie Malmsteen anuncia o álbum Hell Or High Water e libera o single Now Or Never
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06/08/2026

Yngwie Malmsteen anuncia o álbum Hell Or High Water e libera o single Now Or Never

Yngwie Malmsteen anunciou o lançamento do álbum Hell Or High Water e liberou o single Now Or Never para promovê-lo. O disco, que vai sair no dia 13 de novembro pelo selo Music Theories Recordings/Artone Label Group, será o sucessor de Parabellum, de 2021. “Quando comecei a gravar discos, eu simplesmente pegava as músicas que tinha por aí”, admiteiu o guitarrista sueco. “Mais tarde, entrei numa rotina: gravar um disco, fazer a turnê e depois compor o próximo”. “Durante a pandemia, percebi que era melhor me concentrar totalmente, sem interrupções, então fiquei em casa para compor este álbum ao longo de oito meses. Eu tinha cerca de 80 ou 90 faixas prontas, e então tive que decidir quais eram as melhores”, explicou. Now Or Never é uma combinação perfeita de riffs abafados, melodias barrocas, vocais poderosos e uma destreza impressionante. Se você procura a essência de Yngwie, esta é a resposta”. Confira: Track listing de Hell Or High Water: 01. Now Or Never02. Am Caprice/Hell Or High Water03. (He Is) Living A Lie04. Antikythera05. (On The) Battlefield06. Beyond Zeta Reticuli07. Prestissimo In Bm/Adagio08. Eye For An Eye09. Father Via: Rockbizz

Machine Gun Kelly chega a São Paulo com show solo; últimos ingressos à venda
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06/08/2026

Machine Gun Kelly chega a São Paulo com show solo; últimos ingressos à venda

Atração do Rock in Rio 2026, o cantor norte-americano mgk (Machine Gun Kelly) anunciou show solo em São Paulo, no dia 06 de setembro, no Espaço Unimed. Os últimos ingressos estão à venda por meio do site Ticketmaster e podem ser adquiridos em até 3x sem juros. Com mais de 20,6 bilhões de streams e milhões de álbuns vendidos globalmente, mgk continua a ultrapassar limites como um artista que desafia gêneros e um artista de performances ao vivo eletrizantes. Atualmente, o cantor está em turnê com Lost Americana Tour, em apoio ao seu sétimo álbum de estúdio, Lost Americana. A extensa turnê mostra a evolução de mgk como um dos artistas ao vivo mais dinâmicos da música, misturando rap, rock e alt-pop com o espetáculo de alta energia que tornou seus shows imperdíveis em todo o mundo. A turnê, que começou em novembro de 2025, já passou por palcos da Europa, Austrália, Nova Zelândia e América do Norte. mgk é um artista multiplatinado indicado ao GRAMMY e uma força marcante na música, no entretenimento, no cinema e na moda. Em 2020, o músico nascido em Cleveland, Ohio, superou as expectativas de gênero ao lançar um álbum de rock/pop punk, o amplamente aclamado Tickets to My Downfall. O disco, certificado platina, alcançou o topo da parada Billboard 200 e se tornou seu primeiro trabalho a chegar ao nº 1. Tickets to My Downfall colocou 18 faixas na parada Hot Rock Songs e gerou dois sucessos nº 1 nas rádios alternativas, “bloody valentine” e “my ex’s best friend”, ambos certificados platina. View this post on Instagram SERVIÇO – mgk em São Paulo Apresentação: 06/09/2026 (domingo)Abertura dos portões: 19hHorário do show: 21hLocal: Espaço UnimedEndereço: R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-000Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. *Sujeito a alteração por Decisão Judicial. Bilheteria Oficial – sem taxa de serviço Local: Shopping IbirapueraAv. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis – São Paulo/SP – CEP 04029-902Piso Jurupis (subsolo) – Bilheteria Ticketmaster Funcionamento regular:– Terça a sábado: das 10h às 22h– Domingos e feriados: das 14h às 20h– Segundas-feiras: fechado → Atendimento no local do evento Local: Espaço UnimedRua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP Dia 06/setembro – dia do show:Vendas: das 10h até o início do show, conforme disponibilidade de ingressos. Também haverá atendimento para complemento de meia-entrada.Cortesias: entrega aos convidados até 40 minutos após o início do show. LEIA TAMBÉM: Machine Gun Kelly lamenta briga com Corey Taylor: “Eu era fã do Slipknot” Via: WikiMetal

Joan Jett cancela shows após cirurgia em vértebra fraturada
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06/08/2026

Joan Jett cancela shows após cirurgia em vértebra fraturada

Joan Jett precisou cancelar parte de sua agenda de apresentações após passar por uma cirurgia ortopédica para tratar uma vértebra fraturada. Na última quarta-feira, 05, a artista usou suas redes sociais para informar os fãs. Segundo o comunicado, o procedimento foi considerado necessário para tratar a lesão. “Após uma lesão recente, Joan Jett passou por uma cirurgia ortopédica para corrigir uma vértebra fraturada e iniciará o processo de recuperação necessário. Em consulta com seus médicos, Joan não poderá se apresentar nos shows agendados para setembro em Costa Mesa, CA, no dia 05, e em Louisville, KY, no dia 24. Embora Joan lamente decepcionar os fãs, ela aproveitará este tempo para se concentrar na fisioterapia e na recuperação. Ela está ansiosa para realizar shows incríveis por muitos anos”. LEIA TAMBÉM: Joan Jett afirma que artistas não devem se calar e elogia Bad Bunny Via: WikiMetal

Manowar coloca heavy metal no trono em ‘Kings of Metal’
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06/08/2026

Manowar coloca heavy metal no trono em ‘Kings of Metal’

Em novembro de 1988, a banda nova-iorquina Manowar lançou seu sexto álbum de estúdio, Kings of Metal, eleito pelo Loudwire como o 13º melhor disco de power metal de todos os tempos. Mais do que entregar um conjunto de faixas sobre batalhas e glória, o álbum ajudou a construir a identidade de uma banda que transformou sua devoção ao heavy metal em mitologia própria. Nesse universo, o metal não é apenas um gênero musical, mas uma irmandade, quase como um código de honra, onde a banda deixa de ser vista apenas como um grupo de músicos para assumir a forma de uma grande persona: um herói que vive na estrada, enfrenta inimigos e permanece imbatível diante dos desafios. Produzido pela própria banda e gravado na Atlantic Records, nos Estados Unidos, Kings of Metal traz, em último voo, a formação clássica composta por Eric Adams nos vocais, Ross the Boss na guitarra, Joey DeMaio no baixo e Scott Columbus na bateria. O trabalho marcou o último álbum de estúdio do grupo com Ross, guitarrista fundador que morreu em março deste ano, aos 72 anos, após 8 anos de estrada com a banda. O sexto álbum Ouvir Kings of Metal em sequência é uma experiência bem imersiva para quem valoriza a força de um bom ao vivo e, enquanto fãs do gênero, sabemos que é justamente no palco que uma banda pode se superar (e isso nem sempre significa algo positivo). Penso que o desafio mora em reproduzir ao vivo a mesma grandiosidade dos álbuns, só que, em Kings of Metal, isso parece acontecer de forma quase natural, justamente porque as músicas já carregam coros, pausas e explosões pensadas para ganhar outra dimensão diante de uma plateia. Por isso, “Wheels of Fire” já abre alas em alta velocidade. A bateria acelerada, o refrão marcante e o potente solo de guitarra funcionam como uma amostra do que nos aguarda ao longo do disco. Na sequência, a energia continua lá em cima na faixa-título, “Kings of Metal”, que em alguns momentos me lembrou o hard rock de bandas como Heart e KISS. Nesta faixa, vemos claramente a persona Manowar falando de si como uma grande entidade: alguém que vive na estrada e, claro, não pode ser derrotada. Os agudos de Adams ajudam bastante a sustentar essa figura grandiosa, enquanto o refrão, com invocações como “Manowar, kill!”, tem toda a cara de uma música feita para levantar o público. Inclusive, é fácil imaginar todo mundo cantando essa em um show e foi justamente por isso que ela entrou para a lista das minhas preferidas do álbum. Depois destes dois eventos, “Heart of Steel” pisa no freio e abre espaço para uma baladinha sobre coragem, perseverança e a importância de continuar tentando, mesmo quando tudo parece jogar contra. A mensagem é simples, mas funciona, especialmente pela interpretação de Adams, que transforma a música em um dos momentos mais emocionantes do álbum. Como sou fã declarada de baladinhas, não tinha muito como dar errado: “Heart of Steel” naturalmente ganhou seu lugar entre os destaques. Música clássica, baixo e coros grandiosos “Sting of the Bumblebee” volta a acelerar o álbum, mas foge completamente do óbvio. Totalmente instrumental, a composição coloca o baixo de Joey DeMaio como protagonista. Vale lembrar que a faixa é uma adaptação de “Flight of the Bumblebee”, de Nikolai Rimsky-Korsakov, executada no baixo elétrico (via Galaxy Music Notes). Porém, quando ouvi a música pela primeira vez, lembrei-me bastante da intensidade do atemporal “L’Inverno”, do grande instrumentalista italiano Antonio Vivaldi. Na sequência, “The Crown and the Ring” abandona a velocidade e os solos para investir em uma atmosfera mais solene. Gravada com a participação do Canoldir Male Choir na St. Paul’s Church, em Birmingham, a música se apoia principalmente nos vocais, no órgão e no enorme coro masculino (via Metal Archives). Essa é uma daquelas músicas que poderiam tranquilamente embalar uma grande cena de batalha, com reis, rainhas e exércitos avançando ao fundo. Sobre esta faixa, a minha leitura é que a composição não parece tão interessada em exibir técnica, mas, sim, em criar um momento de união entre banda e público, como se todo mundo estivesse participando do mesmo grande coro. É, claramente, o tipo de música que ganha uma dimensão ainda mais bonita ao vivo quando o público conhece a letra (a exemplo da emoção provocada por “The Bard’s Song”, do Blind Guardian). A parte final da jornada de ‘Kings of Metal’ “Kingdom Come” e “Pleasure Slave” entram naquele território em que bastam poucos segundos para reconhecer a assinatura da banda. As duas faixas seguem caminhos diferentes, mas carregam tudo o que esperamos (e gostamos) de ouvir: peso, narrativas grandiosas e uma guitarra pronta para roubar a cena. Em “Hail and Kill”, vemos exatamente aquele Manowar que a gente espera ouvir. A música começa mais contida, vai criando tensão e então desaba em um refrão explosivo, com Adams interpretando cada verso como se estivesse convocando um exército e Ross deixando a guitarra ocupar todo o espaço que merece. É daquelas músicas que não apenas convidam o público a cantar, mas praticamente não dão outra opção. Em “The Warrior’s Prayer”, a teatralidade vai mais longe: a faixa funciona como um conto narrado por um avô ao neto e, por alguns minutos, o álbum deixa de ser apenas uma sequência musical para virar uma história contada ao redor de uma fogueira. Exércitos, guerreiros e deuses da guerra aparecem em cena até a revelação final: “They were the Metal Kings!”. E é justamente essa frase que abre as portas para “Blood of the Kings”. Depois de toda essa preparação, o encerramento chega com a energia lá em cima, vocais marcantes, guitarra forte e uma melodia que gruda na cabeça. Em cerca de sete minutos e meio, a faixa reúne boa parte do que Kings of Metal vinha construindo até ali e funciona como a conclusão de uma longa jornada. Um álbum feito para ser vivido ao vivo A principal sensação que tive ao ouvir Kings of

“Estou vivendo meu sonho de ser um cantor profissional de heavy metal, não preciso provar nada a ninguém”, afirma Blaze Bayley (ex-Iron Maiden)
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06/08/2026

“Estou vivendo meu sonho de ser um cantor profissional de heavy metal, não preciso provar nada a ninguém”, afirma Blaze Bayley (ex-Iron Maiden)

O cantor Blaze Bayley começou na música em meados dos anos 1980, com o Wolfsbane. Uma década depois de seu pontapé inicial na cena metal, ele fechou uma parceria com o gigante Iron Maiden. A união de forças foi entre os anos de 1994 e 1999 e rendeu dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, que saiu em 1996 e contou com o single inédito Virus. O vocalista foi demitido do Iron Maiden em 1999 para que Bruce Dickinson pudesse fazer seu retorno triunfal ao posto que ocupou boa parte dos anos 80 e a primeira metade da década de 1990. O resto, como dizem, é história, visto que a parceria, desde então, já deu vida a seis discos inéditos. Blaze, no entanto, não deixou por menos e partiu para carreira solo que tem álbuns poderosos como Silicon Messiah (2000), Tenth Dimension (2002), The Man Who Would Not Die (2008) e Circle of Stone (2024). Agora, em recente entrevista à revista Metal Hammer, ele foi questionado se tem algo a provar na cena artística. A resposta do cantor foi a seguinte: “Como artista, há coisas que quero fazer. Com Circle Of Stone, senti que realmente consegui expressar muita paixão e obscuridade, usando minha voz de uma maneira que nunca havia feito antes. Mas já fiz de tudo: tive um single no Top 10, toquei pelo mundo todo, fiz shows em estádios e arenas. Estou vivendo meu sonho de ser um cantor profissional de heavy metal, não preciso provar nada”. Via: Rockbizz

Hoobastank, fenômeno mundial do rock anos 2000, fará 6 shows no Brasil em novembro
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05/08/2026

Hoobastank, fenômeno mundial do rock anos 2000, fará 6 shows no Brasil em novembro

Dona do hit global The Reason que levou o rock alternativo ao topo das paradas nos anos 2000, o Hoobastank voltará ao Brasil em novembro para seis shows, cinco inéditos e o esperado retorno a São Paulo, quase 11 anos depois de sua última e única passagem pelo país. Com realização da Vênus Concerts, a turnê começará em 01/11, em Vila Velha/ES, no Somos Rock Festival. A sequência passará por Belo Horizonte/MG, no Mister Rock, em 02/11; Curitiba/PR, no Tork n’ Roll, em 04/11; Campinas/SP, na MultiArena, em 06/11; e São Paulo/SP, no Terra SP, em 07/11, que também terá show do Di Ferrero e Dead Fish. O encerramento será em Nova Iguaçu/RJ, no Rock Festival, em 08/11. Aléxia será a artista convidada nas cinco primeiras apresentações, exceto no festival carioca por já ter um show confirmado em Indaiatuba/SP. Três décadas de trajetória Formado em 1994, em Agoura Hills, Califórnia, o Hoobastank chegará à turnê com Doug Robb nos vocais, Dan Estrin na guitarra, Chris Hesse na bateria e Jesse Charland no baixo. A história da banda começou ainda nos tempos de escola de Robb e Estrin e ganhou projeção internacional após a assinatura com a Island Def Jam. O álbum Hoobastank, de 2001, apresentou ao grande público uma combinação de rock alternativo, post-grunge, peso e refrãos melódicos. O disco recebeu certificação de platina nos Estados Unidos e revelou músicas como Crawling in the Dark, Running Away e Remember Me. A chave virou de vez com The Reason (2003). O álbum alcançou o 3º lugar da Billboard 200, permaneceu na parada por mais de um ano e recebeu certificação de platina dupla. O trabalho também foi indicado ao Grammy de Melhor Álbum de Rock. A discografia avançou com Every Man for Himself (2006), For(n)ever (2009), Fight or Flight (2012) e Push Pull (2018), ampliando o diálogo da banda com o hard rock, o pop, o funk rock e diferentes vertentes do rock alternativo. O retorno ao Brasil ocorre em uma nova fase criativa. Em junho de 2026, o grupo lançou How Do You Sleep?, sua primeira música inédita desde 2018. A faixa também marcou o reencontro com Howard Benson, produtor dos álbuns Hoobastank e The Reason. Com andamento acelerado, guitarras angulares e uma interpretação mais agressiva de Doug Robb, a música retoma o peso presente no início da discografia. SERVIÇOHoobastank em Vila VelhaData: 01/11, domingoCidade: Vila Velha/ESEvento: Somos Rock FestivalLocal e endereço: ainda não divulgados oficialmente para a edição de 2026Artista convidada: AléxiaIngresso: ticketbolt.com/event/somos-rock Hoobastank em Belo HorizonteData: 02/11, segunda-feiraCidade: Belo HorizonteLocal: Mister RockEndereço: Avenida Tereza Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MGArtista convidada: AléxiaIngresso: ingressomaster.com/evento/190/hoobastank Hoobastank em CuritibaData: 04/11, quarta-feiraCidade: CuritibaLocal: Tork n’ RollEndereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PRArtista convidada: AléxiaIngresso: ingressomaster.com/comprar/191/hoobastank-brasil-tour-2026 Hoobastank em CampinasData: 06/11, sexta-feiraCidade: CampinasLocal: MultiArenaEndereço: Avenida Dr. Antônio Carlos Couto de Barros, 2156, Jardim Conceição, Sousas, Campinas/SPIngresso: ticketbolt.com/event/hoobastank-di-ferrero-alexia-0611Artista convidada: Aléxia Hoobastank em São PauloData: 07/11, sábadoCidade: São PauloLocal: Terra SPEndereço: Avenida Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SPArtistas convidados: Aléxia + Di Ferrero + Dead FishIngresso: ticketbolt.com/event/hoobastank-di-ferrero-alexia-0711 Hoobastank em Nova IguaçuData: 08/11, domingoCidade: Nova IguaçuEvento: Rock FestivalLocal e endereço: ainda não divulgados oficialmente para a edição de 2026Ingresso: em breve Via: Rockbizz

Brian Johnson escapa por pouco de desastre após falha em canhão durante show do AC/DC em Las Vegas
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05/08/2026

Brian Johnson escapa por pouco de desastre após falha em canhão durante show do AC/DC em Las Vegas

O vocalista Brian Johnson levou um susto durante o show do AC/DC no Allegiant Stadium, em Las Vegas, na noite de sábado (1º de agosto), quando um dos famosos canhões cenográficos do grupo apresentou uma falha técnica nos momentos finais da apresentação. O incidente ocorreu quando o AC/DC iniciava sua música de encerramento, For Those About To Rock (We Salute You). Como parte da lendária produção de palco da canção, a banda trouxe suas tradicionais réplicas de canhões – um espetáculo que faz parte de suas apresentações ao vivo há décadas. No entanto, desta vez, a longa tradição quase terminou em desastre. Enquanto os canhões eram posicionados no palco, um dos equipamentos caiu inesperadamente e disparou de forma errada, lançando um projétil no palco a poucos centímetros de onde Johnson estava. A falha repentina fez com que o cantor reagisse rapidamente, recuando com espanto. Apesar do susto, Johnson não sofreu ferimentos e logo voltou sua atenção para a apresentação. Em uma entrevista de 2012 à Fox News, o cantor já havia refletido sobre os riscos físicos de se apresentar sob os efeitos pirotécnicos noite após noite. “Eu poderia escrever um livro sobre ficar embaixo do canhão por 30 anos”, disse Johnson na época. “Saem faíscas horríveis deles; no final do show, fico com marcas de queimadura por todos os ombros”. AC/DC show almost went wrong in Vegas last night. pic.twitter.com/DX2jdL2e2D — Rock Photography (@Photomusicrock) August 2, 2026 A apresentação em Las Vegas fez parte da Power Up Tour do AC/DC, que iniciou em 2024 e marca o retorno da banda aos palcos. A atual etapa norte-americana começou em 11 de julho em Charlotte, na Carolina do Norte, e passará por cidades como Atlanta, Houston e St. Louis. Via: Rockbizz

Nuno Bettencourt sobre turnês com Rihanna: “Muito mais álcool e drogas”
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05/08/2026

Nuno Bettencourt sobre turnês com Rihanna: “Muito mais álcool e drogas”

Conhecido primariamente por ser o guitarrista do Extreme, Nuno Bettencourt possui uma faceta curiosa em sua carreira: ele acompanha a cantora pop Rihanna em turnês desde 2009. Ao longo desse período, o músico participou de grandes turnês mundiais da artista como Last Girl On Earth (2010) e Diamonds (2013), além do show do intervalo no Super Bowl 57, em 2023. Nesse mesmo ano, durante entrevista ao UOL, Nuno brincou sobre a diferença entre realizar shows com bandas de hard rock e artistas pop. “Há muito mais álcool e drogas na turnê da Rihanna”, afirmou na época [transcrição via UOL]. Na mesma conversa, o guitarrista ainda relembrou um episódio durante um show da cantora realizado na França. Ele contou ter oferecido ingressos para o show a dois repórteres logo após uma entrevista sobre sua carreira como guitarrista. Segundo ele, os profissionais recusaram de início e afirmaram que o show “não era rock ‘n’ roll” e que provavelmente não seria bom. No entanto, Nuno Bettencourt insistiu para que ambos assistissem pelo menos ao começo. Eles se surpreenderam tanto com a performance, a ponto de pedirem desculpas ao músico depois. “[A turnê] tinha os melhores músicos. O baterista de Stevie Wonder, um baixista que tocou com [Paul] McCartney e muitos outros artistas. As pessoas pensam que é só um show de pop, mas foi uma experiência incrível para mim”, concluiu. LEIA TAMBÉM: 9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kissin’ Dynamite, Pesta e mais Via: WikiMetal

Show do Metallica já terminou com Lars Ulrich levando soco no estômago: “Não me levantei pelo resto da noite”
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05/08/2026

Show do Metallica já terminou com Lars Ulrich levando soco no estômago: “Não me levantei pelo resto da noite”

Nos anos 80, a atmosfera vigente no Metallica era explosiva a qual podia culminar em discussões e, até mesmo, em troca de socos e pontapés. Em especial, a relação entre James Hetfield e Lars Ulrich era bem próxima de dois irmãos: amor e ódio – e tudo mais que comportava de um espectro ao outro. E aqui vai um bom exemplo disto! Em 05 de julho de 1982, um dia antes da gravação da demo No Life ‘Til Leather, o Metallica subiu no palco do Troubadour, em Los Angeles, EUA, mas o show terminou com Lars Ulrich levando soco no estômago. A discussão entre os músicos aconteceu antes do bis, porque James queria tocar Let Loose, do Sweet Savage, e Lars desejava apresentar Killing Time. Antes que uma decisão fosse tomada, o baterista voltou ao palco e começou a tocar Killing Time, o que deixou Hetfield furioso. Após o show, Papa Het não deixou barato e deu um soco no estômago do amigo dinamarquês. E ele lembrou o episódio em entrevista ao programa The Howard Stern Show, em 2022. “Levei um soco de leve no estômago e não consegui me levantar pelo resto da noite. No entanto, para equilibrar as coisas, devo dizer que, durante o resto da década de 80, James me ajudou em muitas situações em que eu era um pouco falastrão e definitivamente sabia responder com as melhores respostas sarcásticas”. Via: Rockbizz

Antes de morrer, baterista do Corrosion of Conformity teve reabilitação paga por Dave Grohl
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05/08/2026

Antes de morrer, baterista do Corrosion of Conformity teve reabilitação paga por Dave Grohl

Em 27 de janeiro de 2020, Reed Mullin, baterista do Corrosion of Conformity, morria aos 53 anos de idade. Antes de vir a falecer, Mullin havia dado entrada em uma clínica de reabilitação com os custos inteiramente pagos por uma figura extremamente conhecida do rock: Dave Grohl, líder do Foo Fighters. A revelação do fato foi feita pelo vocalista e guitarrista Pepper Keenan, durante entrevista ao Garza Podcast, apresentado por Chris Garza, guitarrista do Suicide Silence. Na conversa, Keenan respondeu se o grupo já imaginava que No Cross No Crown (2018) seria o último trabalho com o baterista na formação, dada suas condições de saúde naquele momento. “A saúde dele não estava boa. E nós tentamos de tudo. Não sabíamos o que iria acontecer. Ele simplesmente não conseguia se ajeitar, cara”, contou [transcrição via NME]. Sabendo da situação, Dave se dispôs a ajudar, uma vez que sempre manteve relação próxima da cena underground da qual o Corrosion of Conformity faz parte. De acordo com o guitarrista, Dave ofereceu ajuda, e pagou pelo tratamento inteiramente de seu próprio bolso. “E o Dave Grohl ofereceu ajuda. Dave Grohl o ajudou com a reabilitação, pagou por isso do próprio bolso. O que foi muito gentil. Nunca vou esquecer isso. E, sim, eu não sabia”, seguiu. Apesar dos esforços mútuos da banda e do apoio de Dave, Mullin acabou não resistindo aos problemas de saúde agravados pelo seu abuso de álcool ao longo dos anos. “Acho que ele teria completado o ciclo e seria uma das pessoas que não teriam medo de retroceder, de voltar à ativa. Mas quem sabe? Não dá para prever”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Slash revela que briga com Axl Rose aconteceu por causa de “pessoas externas” Via: WikiMetal

Dave Grohl (Foo Fighters) pagou do próprio bolso a reabilitação de Reed Mullin
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05/08/2026

Dave Grohl (Foo Fighters) pagou do próprio bolso a reabilitação de Reed Mullin

O frontman do Foo Fighters, Dave Grohl, estendeu a mão ao baterista do Corrosion Of Conformity, Reed Mullin, pagando por sua reabilitação antes de sua trágica morte em 2020. O músico faleceu aos 53 anos devido a uma série de problemas de saúde, incluindo complicações decorrentes de uma convulsão relacionada ao álcool em 2016. Pepper Keenan, companheiro de Reed no Corrosion Of Conformity, participou do Garza Podcast e revelou a ajuda de Dave. “A saúde dele não estava boa. Nós tentamos de tudo. Não sabíamos o que fazer. Ele simplesmente não conseguia se recuperar, cara”, contou Keenan. Ele acrescentou: “Dave Grohl se ofereceu para ajudar – Dave Grohl o ajudou com a reabilitação, pagou tudo do próprio bolso, o que foi muito gentil da parte dele. Nunca vou me esquecer disso. E, sim, eu não sabia o que estava acontecendo”. “Eu acho que se ele tivesse superado tudo isso e conseguido colocar tudo em ordem, e às vezes é preciso fazer isso, e se ele estivesse aqui agora, acho que a banda estaria arrasando”, completou Pepper em tom de lamentação. “Acredito que ele completaria o ciclo e seria uma daquelas pessoas que não teriam medo de retroceder, de voltar à ativa. Mas quem sabe? Não dá para prever”, concluiu. Via: Rockbizz

Slash confirma que um novo álbum do Guns N’ Roses vai acontecer: “Só não sei quando”
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05/08/2026

Slash confirma que um novo álbum do Guns N’ Roses vai acontecer: “Só não sei quando”

Há uma luz no final do túnel para os fãs de hard rock! Slash confirmou que um novo álbum do Guns N’ Roses vai acontecer. O guitarrista falou brevemente sobre o assunto em entrevista à revista Rolling Stone Austrália. “Vai acontecer. Só não sei quando. Está cada vez mais perto – estivemos no estúdio recentemente. É só uma questão de tempo”. Ele completou: “Foi assim com os álbuns do Use Your Illusion – nada estava acontecendo, mas, de repente, nos conectamos e fizemos tudo, e tudo acontece muito rápido. Esse momento está chegando com o Guns N’ Roses em breve, então vai acontecer”. O guitar hero, no entanto, não quis cravar uma data, nem mesmo provisória, para não criar uma expectativa e eventualmente não cumpri-la. Sons inéditos No ano de 2016, Slash e Duff McKagan voltaram a dividir os holofotes e os palcos com Axl Rose. Depois de alguns anos só fazendo shows, os caras lançaram Shadow of Your Love, som cuja gravação foi da época de Appetite for Destruction, mas que não foi incluída no álbum. A canção saiu como single em 2018, na mesma época em que eles anunciaram a reedição e o box set de Appetite em comemoração aos seus 30 anos. Em agosto de 2021, a banda estreou Absurd durante um show e, alguns dias depois, divulgou a versão de estúdio. No mês seguinte, lançaram Hard Skool. As músicas datam dos anos 2000, mas ganharam pitaco de Slash e McKagan. Já no finalzinho de 2023, o Guns N’ Roses colocou na praça mais duas faixas da época de Chinese Democracy: Perhaps e The General. Desde então, não saiu mais nenhum material de estúdio. Via: Rockbizz