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Warrant: Bobbie Brown reflete sobre ser conhecida como a garota do clipe de Cherry Pie
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11/08/2026

Warrant: Bobbie Brown reflete sobre ser conhecida como a garota do clipe de Cherry Pie

A atriz e modelo Bobbie Brown, apesar de ter feito muitos trabalhos artísticos, ficou famosa por aparecer nos vídeos de Once Bitten, Twice Shy e House of Broken Love, do Great White, Cherry Pie, do Warrant. Conversando com a Fox News, Bobbie Brown refletiu sobre ser conhecida como a garota do clipe de Cherry Pie. “Houve uma época em que eu pensava: ‘Ai, meu Deus, não de novo’. Eu tinha feito tantas outras coisas além de participar de um videoclipe, e ainda assim eu era só a garota de Cherry Pie. Era uma besteira, eu pensava. Mas quanto mais velha eu ficava, mais eu aceitava isso”. “A verdade é que é assim que a maioria das pessoas me conhece”, observou. “É por isso que a maioria das pessoas se interessa por mim. E, francamente, é provavelmente por isso que estamos conversando agora. É algo que eu preciso aceitar”. “Nunca foi uma experiência negativa na minha vida, então não há necessidade de ter sentimentos negativos em relação a isso. Eu não preciso transformar isso em uma experiência negativa. Eu aceitei. Estou totalmente bem com isso hoje”, concluiu a modelo. Além da canção, Cherry Pie é o título do segundo full length do Warrant, cujo lançamento original foi em setembro de 1990. Embalados por sons como a faixa-título, I Saw Red, Uncle Tom’s Cabin e Blind Faith, o disco alcançou a sétima posição da Billboard 200 e vendeu mais três milhões de cópias só na América do Norte. Via: Rockbizz

Brian May critica Inteligência Artificial após erro na capa clássica de álbum do Queen
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11/08/2026

Brian May critica Inteligência Artificial após erro na capa clássica de álbum do Queen

Brian May criticou o uso de Inteligência Artificial após descobrir que nem mesmo uma das capas mais conhecidas do Queen escapou das confusões da tecnologia. Nesta terça-feira, 11, o guitarrista publicou um resultado curioso criado pela Meta AI para o álbum The Game, de 1980. Em seu relato postado no Instagram, May havia pedido à ferramenta que mostrasse como era a capa do disco. No entanto, a inteligência artificial apresentou cinco integrantes na imagem, em vez dos quatro músicos da formação clássica. Além disso, as características dos integrantes ficaram bastante diferentes das originais. A capa verdadeira reúne Freddie Mercury, Roger Taylor, John Deacon e o próprio Brian May. O resultado arrancou uma resposta irônica do guitarrista, mas rapidamente o transformou em uma crítica profunda à expansão da inteligência artificial. “Talvez este seja o momento de perceber que NÃO PRECISAMOS DE IA”, escreveu em sua publicação. View this post on Instagram A perigosa expansão de data centers A crítica tecida pelo guitarrista, entretanto, não ficou restrita ao erro envolvendo o Queen: May também questionou os custos associados à infraestrutura necessária para sustentar o avanço dessas tecnologias. Em especial, May se posicionou contra a construção de grandes centros de processamento de dados no Reino Unido e, segundo o músico, o preço desse desenvolvimento pode ser alto demais (via RTÉ). May ainda direcionou o apelo ao Andy Burnham, atual primeiro-ministro britânico: pediu que o governo interrompa a expansão desses centros antes que seja tarde demais. Apesar da confusão da IA, não é difícil descobrir quem deveria aparecer na imagem. Lançado em 1980, The Game é o oitavo álbum de estúdio da lendária banda britânica, que inclui clássicos como “Another One Bites the Dust”, “Crazy Little Thing Called Love” e “Save Me”. Enquanto isso, Brian May continua diretamente ligado aos possíveis próximos passos da banda. Em julho, o baterista Roger Taylor revelou que uma eventual volta do Queen aos palcos depende principalmente do guitarrista. LEIA TAMBÉM: Brian May apoia ideia de holograma de Freddie Mercury em shows do Queen Via: WikiMetal

Tem que ficar de costas e não pode olhar para Axl Rose: Clemente Nascimento conta que Guns N’ Roses é a banda mais chata para se abrir show
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11/08/2026

Tem que ficar de costas e não pode olhar para Axl Rose: Clemente Nascimento conta que Guns N’ Roses é a banda mais chata para se abrir show

As cenas rock n’ roll e heavy metal têm a fama de serem pacíficas e repletas de companheirismo entre os grupos e, até mesmo, entre o público. No entanto, algumas bandas e artistas insistem em ter um comportamento arrogante com as atrações menores, de abertura. Durante conversa com a galera do Lado A Podcast, Clemente Nascimento (Inocentes, Plebe Rude) contou como foi a experiência de abrir para o Guns N’ Roses. A lenda do punk rock brasileiro não economizou ao tachar a banda gringa como a mais chata para se trabalhar junto. “Com a Plebe, a gente abriu a turnê do Guns N’ Roses, da volta do Slash. Foram dois shows no Allianz [Parque], um no Engenhão, um no Mané Garrincha e outro na Pedreira [Paulo Leminski]. O mais legal foi na Pedreira, porque era menor e tal”. “A gente tinha trinta por cento do som, trinta por cento da luz”, relatou. “Mas foi a banda mais chata para você abrir. A equipe cuzona demais! Você não vê os caras. O Axl [Rose] vai passar, todo mundo vira de costas. Não pode olhar pro Axl – sai todo mundo, empurra todo mundo para qualquer buraco que tiver para o cara poder passar no corredor”. Clemente seguiu fazendo um contraponto com uma experiência positiva que vivenciou com um conjunto grande. “O Cachorro Grande foi abrir para os Rolling Stones. Eles estavam no camarim e, daqui a pouco, toc, toc, toc: ‘Oi, sou o Mick Jagger, somos os Rolling Stones e viemos conhecer vocês’. Os Rolling Stones precisam disso? Não, velho! Os caras são gente boa. Foram lá mostrar a bateria, equipamento e tal. Tiramos fotos e foram embora”. “Guns N’ Roses não! A gente abriu pro Bad Religion, todas as bandas. Abrimos pro Ramones em 1994, tenho fotos com os caras. Você está trocando, assim como a gente recebe bandas novas, que vão abrir pra gente, vamos receber os caras. A banda mais chata foi o Guns N’ Roses”, completou Clemente. Via: Rockbizz

AVATAR anuncia retorno ao Brasil para janeiro de 2027
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11/08/2026

AVATAR anuncia retorno ao Brasil para janeiro de 2027

Avatar anunciou nesta terça-feira, 11, seu retorno ao Brasil. A banda sueca fará um show único em São Paulo no dia 10 de janeiro de 2027, no Carioca Club, com a turnê Don’t Go In The Forest ’27. Os ingressos estarão à venda por meio do site Clube do Ingresso. Esta será a primeira apresentação solo da banda no Brasil. Avatar já se apresentou no país em 2022, abrindo shows do Iron Maiden e também como parte do lineup do Bangers Open Air 2024 (sob nome de Summer Breeze Brasil). Com mais de duas décadas de trajetória, dez álbuns de estúdio e uma proposta cinematográfica que se tornou AVATAR em uma das bandas mais singulares do metal contemporâneo, seu retorno ao Chile em 2027 marcará um novo encontro com o público local. A apresentação será uma oportunidade tanto para aqueles que farão parte de sua exitosa estreia em 2024, como para aqueles que viverão pela primeira vez a experiência de um universo particular visual, teatral e musical construído pela banda sueca. Em entrevista ao Wikimetal, em dezembro passado, o vocalista Johannes Eckerström confirmou que a banda retornaria com shows solos. “Talvez. “Eu vi nosso calendário, então sei dos nossos planos, mas não consigo saber se podemos… Então, tenho que ter cuidado com o que digo. Mas com certeza vamos tocar no Brasil”. “A grande coisa que temos que fazer agora, obviamente, é ir. Na verdade, porque só fomos ao Brasil de férias, fomos e tocamos por 40 minutos. Isso é férias. Então agora queremos voltar ao Brasil e trabalhar, fazer nossas quase duas horas ou seja lá quanto tempo ficarmos no palco. E eu sinto que, depois do Summer Breeze, você pôde sentir que podemos fazer isso agora”, disse ele. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Metallica elogia AVATAR após turnê: “Elevaram o nível” Via: WikiMetal

Dave Lombardo une forças a Lustmord para dar vida ao Lustmord Lombardo
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11/08/2026

Dave Lombardo une forças a Lustmord para dar vida ao Lustmord Lombardo

Lustmord, pioneiro da música eletrônica ambiente moderna, e Dave Lombardo, um dos bateristas mais influentes da música pesada e ex-integrante do Slayer, uniram forças para dar vida ao grupo Lustmord Lombardo. A dupla lançará seu álbum de estreia, The Pulse Of Atoms, no dia 2 de outubro pelo selo Ipecac Recordings. O primeiro single, Paleomagnetic Resonance, já está disponível no player logo abaixo. “Uma coisa sobre um álbum como este é que você não consegue realmente classificá-lo como parte de um gênero específico ou, idealmente, de um período específico”, explicou Lustmord. “É do ano passado? É de 10 anos atrás? É de 20 anos atrás? É de 5 anos no futuro? Ele tenta criar algo que tenha seu próprio som, sem se prender a nenhuma linguagem ou história musical com a qual você esteja familiarizado. Ele remonta a tempos muito, muito mais antigos. Este é o som de planetas morrendo ou de estrelas nascendo. Trata-se de uma perspectiva mais ampla. É o som do nascimento e da morte do universo; não é rock and roll”, completou. “Estou muito orgulhoso desta colaboração porque é muito diferente de tudo o que já fiz”, acrescentou Lombardo. “E criar este conjunto de obras com Lustmord – este cara é lendário! Ele é destruidor”. O disco estará disponível em diferentes versões como vinil (transparente e fumê), CD e digital (download e streaming). Track listing de The Pulse Of Atoms: “An Eternal Presence Part I: Unknown”“An Eternal Presence Part II: Relentless”“Paleomagnetic Resonance”“Beyond The Vast Cold Waste”“The Desolate Shore Part I: Submergence”“The Desolate Shore Part II: Emergence”“The Abyssal Deep” Via: Rockbizz

Slash sobre um novo álbum do Guns N’ Roses: “Muita composição acontecendo”
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11/08/2026

Slash sobre um novo álbum do Guns N’ Roses: “Muita composição acontecendo”

Slash voltou a falar sobre a possibilidade do Guns N’ Roses lançar um novo álbum de inéditas após Chinese Democracy (2008). De acordo com o guitarrista há “muita composição acontecendo” internamente no grupo no momento. À Rolling Stone Austrália, o músico contou que o grupo espera entrar no estúdio em breve para começar o processo de gravação. No entanto, ele ainda esclareceu que qualquer novo material da banda só será oficialmente gravado após o lançamento do novo álbum do projeto Slash ft. Myles Kennedy & The Conspirators. “Nós acabamos de finalizar o novo disco que vai sair depois dessa turnê do Guns [N’ Roses], e então vamos para a estrada. Ele sai em fevereiro [de 2027]. Então, logo depois que essa turnê acabar, a outra começa”, explicou [transcrição via NME]. O último disco do Guns N’ Roses que contou com as presenças Slash e do baixista Duff McKagan foi o álbum de covers The Spaghetti Incident?, lançado em 1993. Em 2025, Slash já havia comentado que novo álbum do Guns N’Roses estava “chegando” À Guitar World, o guitarrista revelou que existem várias músicas em desenvolvimento. O problema principal, segundo ele, está no planejamento, considerado como algo problemático dentro da banda. “Temos bastante material neste momento. É uma questão de ter disciplina para mergulhar nisso. Mas o problema com o Guns, na minha visão, é que você nunca pode planejar com antecedência. Você nunca pode dizer: ‘Vamos dedicar esse tempo e fazer isso’. Toda vez que fizemos isso, deu errado”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Na mesma conversa, Slash afirmou que não existe uma data concreta de quando o Guns N’ Roses poderá lançar seu novo álbum. Para ele, precisa ser algo espontâneo. O músico ainda se limitou a dizer que “está chegando”, pois todos pensam nisso. “Acontece espontaneamente, através de algum tipo de inspiração que desencadeia o processo. E, quando você percebe, já está tudo pronto e funcionando. Então, [o disco] está chegando. Eu sei que está chegando porque todo mundo está pensando nisso. Vai acontecer quando tiver que acontecer”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Matt Sorum revela que não sabia da reunião do Guns N’ Roses em 2016 Via: WikiMetal

Matt Sorum revela que não sabia da reunião do Guns N’ Roses em 2016 
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11/08/2026

Matt Sorum revela que não sabia da reunião do Guns N’ Roses em 2016 

Pouco mais de uma década após o retorno do Guns N’ Roses, que ganhou o mundo com os vocais de Axl Rose, o ex-baterista Matt Sorum afirmou, em entrevista ao programa Talkin’ Rock With Meltdown Podcast, não ter tido informações de bastidores sobre a reunião do grupo em 2016. Questionado sobre se a volta dos até então ex-integrantes da banda – o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan – o surpreendeu, Matt Sorum negou, mas disse não ter tido informações preliminares. “Na realidade, não. Eu achava que um dia isso iria acontecer. Mas quando eles voltaram, eu não sabia nada sobre [o retorno]. Então, quando aconteceu, eles seguiram da forma que quiseram e estão fazendo isso até hoje” [transcrição via Blabbermouth]. Durante a entrevista, o músico também relembrou os tempos de banda e destacou os desafios de estar à frente de um grupo com tamanha influência como a do Guns N’ Roses – especialmente após o lançamento dos discos Use Your Illusion I e Use Your Illusion II (1991). “Depois [do lançamento], as coisas começaram a ficar estranhas. Quando você já é muito grande, o que vai fazer depois? Quando vejo essas bandas que atravessam os desafios impostos pelo tempo… E, obviamente, no caso do Guns N’ Roses, demorou 25 anos para a banda voltar – o que eu estou tentando dizer é que é amedrontador quando você é tão grande”. Entre as dificuldades, Matt Sorum também citou os bastidores de bandas desse calibre. “A música é a parte fácil. Os negócios são a parte difícil. Navegar nesse mundo e nas coisas que o compõem – os agentes, gerentes, negócios, as publicações, as músicas… Tudo isso causa problemas em bandas. E, geralmente, as bandas acabam por causa de dinheiro ou ego – essas duas coisas não combinam bem”. Matt concluiu: “Comunicação é a chave [do sucesso]. E ressentimento é um assassino. Então, se há ressentimento em relação a alguma coisa e você mantém isso para si mesmo, pode ser muito doloroso. Se você não puder comunicar esse sentimento ou conversar com alguém sobre ele, especialmente com a pessoa com a qual você está ressentido, que tal fazer uma ligação e dizer: ‘eu peço desculpas’. Comunicação é a resposta para tudo – especialmente em relacionamentos. E estar em uma banda é como estar em um relacionamento. É como um casamento a cinco”. Matt Sorum e a liberdade da independência Apesar de estar fora do Guns N’ Roses, Matt Sorum disse estar contente com a liberdade de escolher e se envolver com os projetos que deseja no momento. “Estou sendo criativo da minha maneira. […] Eu tenho muita coisa legal para fazer. É como se eu estivesse correndo em meu próprio universo e deixasse meu ‘poder superior’ guiar o caminho [risos]. Minha mãe dizia: ‘A rejeição de Deus é a proteção de Deus’. É como se fosse: ‘Não lute contra [o que está acontecendo], só siga seu caminho’. E eu fiz muito isso durante a minha vida. Conforme envelheço, as coisas começam a ficar um pouco mais claras”, disse ele. “Eu acho que, para mim, ser um ‘faz-tudo’ e fazer minhas coisas sozinho é realmente muito bom, porque eu estive em muitas bandas. […] A maior parte [das experiências] não foi fácil [risos]”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Show do Guns N’ Roses em Campo Grande tem falhas logísticas e morte Via: WikiMetal

Frank Beard, do ZZ Top, enfrenta problemas de saúde e não participará da turnê
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11/08/2026

Frank Beard, do ZZ Top, enfrenta problemas de saúde e não participará da turnê

Frank Beard, baterista do ZZ Top, enfrenta problemas de saúde e ficará afastado temporariamente dos palcos. A banda divulgou a informação após o cancelamento do show no Hollywood Bowl, em Los Angeles. Em comunicado à Rolling Stone, o porta-voz da banda disse que Billy Gibbons e Elwood Francis, no entanto, seguirão com a turnê The Big One. Para os próximos shows, a banda contará com Michael Monahan na bateria. A banda não informou qual problema de saúde Beard enfrenta nem revelou um prazo para o retorno do músico. No entanto, essa não é a primeira vez que o baterista se afasta por problemas de saúde. Ele precisou se afastar temporariamente em 2025. Já em 2002, John Douglas, técnico de bateria da banda, assumiu o posto durante o período em que Beard se recuperava de uma cirurgia de emergência para retirada do apêndice. Beard, ao lado de Billy Gibbons, é integrante da formação clássica, estando na banda desde o início. Ele entrou para o grupo no começo dos anos 1970 e participou de todos os discos de estúdio lançados pelo ZZ Top. ZZ Top no Brasil O ZZ Top confirmou sua volta ao Brasil com a turnê The Big One! para novembro, marcando mais uma passagem pelo país após 16 anos longe dos palcos brasileiros. A lendária banda de blues rock vai passar por Porto Alegre dia 18, no KTO Arena, em Curitiba dia 20, no Igloo Super Hall e em São Paulo dia 21, no Suhai Music Hall. Os ingressos estão à venda por meio do site da Uhuu!. LEIA TAMBÉM: Viúva de Dusty Hill, do ZZ Top, relembra momentos finais do músico: “Ele se foi em um instante” Via: WikiMetal

Mötley Crüe não vai mais gravar álbuns, afirma Nikki Sixx
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11/08/2026

Mötley Crüe não vai mais gravar álbuns, afirma Nikki Sixx

Nikki Sixx, baixista e principal compositor do Mötley Crüe, afirma que não pretende mais gravar álbuns completos com a banda. Segundo ele, o trabalho necessário para lançar um disco inteiro já não compensa diante da forma como o público consome música atualmente. Em entrevista ao podcast Joann Butler In Studio With…, Sixx foi perguntado se tem um álbum ou uma música favorita dos mais de 45 anos de carreira do Mötley Crüe. Antes de falar sobre o presente, ele relembrou fases distintas da banda. “Elas significam coisas diferentes para mim. Eu estava em lugares diferentes, em momentos diferentes da minha vida. Escrever uma música como ‘”‘Knock ‘Em Dead, Kid’”‘ após brigar com a polícia na Sunset Boulevard e acabar preso era algo que eu precisava fazer naquela época. Eu estava em modo vingança, tinha vinte e poucos anos e estava cheio de raiva. E, quando chegamos a Theatre Of Pain, a banda já tinha passado anos na estrada, principalmente abrindo para o Ozzy [Osbourne]. Aí surgiu a chance de fazer coisas diferentes, como ‘Home Sweet Home’ e ‘Save Our Souls’. É uma evolução constante. A gente nunca sabe direito para onde vai. Quando a oportunidade aparece, alguma coisa surge”, afirmou Nikki Sixx [transcrito pelo Blabbermouth]. Nikki Sixx não acredita mais em álbuns completos Na sequência, o baixista foi direto sobre os planos futuros do Mötley Crüe. Segundo ele, gravar um disco inteiro não faz mais sentido no momento atual da carreira. “Sinceramente, eu sei que os fãs não vão gostar de ouvir isso, mas eu não acredito mais em fazer álbuns completos, nesse momento, para mim. A quantidade de trabalho que dá… Se você vai colocar 10 músicas em um disco, precisa escrever 20. E é melhor torcer para cinco delas serem realmente boas. É muita letra, muita nota, muita troca de acorde, muito tempo de estúdio. Tudo bem, é o que a gente faz, a gente trabalha duro. Mas o que eu não gosto é que, quando as pessoas ouvem uma música, e você gravou 10 ou 20, sendo que 10 eram demos e 10 formavam o álbum, elas só ouvem uma. O rádio mudou, o streaming está mudando e evoluindo”, disse Sixx.. Por isso, o músico afirma preferir compor faixa a faixa, sem pressa. “Eu curto essa ideia de raio que cai, uma coisa que vem do nada, e eu ligo para os caras. Tenho uma música na ponta da língua agora mesmo. Falei sobre ela para o Tommy [Lee, baterista do Mötley Crüe] há um ano”, contou. Sixx ainda citou o disco The Dirt, trilha sonora do filme de 2019, e o EP Cancelled, de 2024, como exemplos do formato que hoje prefere. “A gente fez cinco músicas novas para ‘The Dirt’. Fizemos três faixas nesse EP [Cancelled] que acabamos de lançar. Ou seja, isso já é praticamente um álbum completo. Acho que vamos continuar assim: quando alguma coisa surgir, quando você sentir alguma coisa, coração partido, alegria, rebeldia, a gente escreve uma música sobre isso e vai gravar”, completou. Formação atual e últimos lançamentos John 5 entrou para o Mötley Crüe no fim de 2022, no lugar do guitarrista fundador Mick Mars. Mars anunciou a aposentadoria das turnês em outubro daquele ano, por causa de problemas de saúde que pioravam. Em outubro de 2024, o Mötley Crüe lançou o EP Cancelled, com a faixa-título, a versão da banda para “(You Gotta) Fight For Your Right (To Party!)”, clássico do Beastie Boys, e “Dogs Of War”. As três músicas foram gravadas em abril de 2023, com o produtor de longa data Bob Rock. A parceria do Mötley Crüe com a gravadora Big Machine já rendeu outro projeto antes: o disco de 2014 Nashville Outlaws: A Tribute To Mötley Crüe, com covers de artistas country como Rascal Flatts, Florida Georgia Line e Darius Rucker. A Big Machine também lançou o álbum Sinner, de John 5, em 2021. O último álbum de estúdio do Mötley Crüe segue sendo Saints Of Los Angeles, de 2008, seguido pela coletânea Greatest Hits, de 2009. Em 2018, porém, a banda ainda gravou quatro músicas inéditas para o filme The Dirt: o single “The Dirt (Est. 1981)”, com participação de Machine Gun Kelly, além de “Ride With The Devil”, “Crash And Burn” e uma versão própria para “Like A Virgin”, de Madonna. Confira a entrevista na íntegra: LEIA TAMBÉM: Tommy Lee sobre saída de Mick Mars do Mötley Crüe: “Muito dolorosa” Via: WikiMetal

Rock in Rio 2026: ingressos para o dia 12 de setembro, quando Maroon 5 é headliner, estão esgotados
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10/08/2026

Rock in Rio 2026: ingressos para o dia 12 de setembro, quando Maroon 5 é headliner, estão esgotados

A menos de um mês para o Rock in Rio, o público esgotou dois dias da venda extraordinária de ingressos. A organização do festival anuncia que além do dia 06 de setembro, em que se apresenta Calvin Harris, o dia 12, quando Maroon 5 sobe ao Palco Mundo para encerrar a noite, também está com ingressos esgotados. A venda é composta por ingressos remanescentes da venda geral realizada em junho, provenientes de compras que não foram concluídas ou de transações canceladas. A emoção já toma conta dos fãs, que já estão se preparando para viver mais uma edição memorável na Cidade do Rock. O público ainda pode adquirir bilhetes para os dias 04 de setembro, quando Foo Fighters se apresenta; 05, data em que Avenged Sevenfold fecha o Palco Mundo; 07 de setembro, quando o Rock in Rio recebe a lenda Elton John; 11 de setembro, quer terá a estreia do Kpop no festival com Stray Kids; e 13 de setembro, com Twenty One Pilots, Lola Young e ainda Zara Larson. Os dias de festival trazem inúmeros artistas, experiências variadas pela Cidade do Rock e uma energia única, que somente o Rock in Rio é capaz de oferecer aos seus fãs. No dia 6 de setembro, o espaço também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz Blitzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 Years – João Gordo & Asteroides Trio, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório. Já no dia 12 de setembro, o Palco Mundo também tem Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda nesta data, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut. Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo, que conta com 45 artistas internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos, além de experiências inéditas e emocionantes que vão além dos palcos do festival. Via: Rockbizz

Green Day não é uma banda política, segundo Billie Joe Armstrong
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10/08/2026

Green Day não é uma banda política, segundo Billie Joe Armstrong

A música tem o poder de mover as pessoas e também de movê-las para a ação. Por gerações, artistas falaram sobre experiências amargas de discriminação, religião, preconceito, abuso e guerra em suas canções, de Strange Fruit, de Billie Holiday, a Putin Will Teach You How To Love, de Pussy Riot. Todos os gêneros musicais têm seus hinos sociais e políticos os quais ecoam no tempo, mas é especialmente comum no rock n’ roll e no heavy metal. No entanto, tem gente não gosta deste viés político da música pesada e acredita que é um grande problema se envolver nesta seara ideológica. Em entrevista ao jornal L.A. Times Entertainment, o frontman do Green Day, Billie Joe Armstrong, por exemplo, afirmou que a banda não é política, apesar do teor lírico do álbum American Idiot. “É assustador se expor assim. Não é algo que me veio naturalmente”, disse Armstrong. “Quando começamos, não tínhamos nada a ver com política, mesmo vindo de um meio muito… digamos… polêmico. Era uma época muito louca, e aí American Idiot surgiu do nada”. “Foi feito com o coração, a partir de um lugar de total confusão, pois o mundo está mudando para um lugar tão sombrio e feio. E acho que isso ressoa com a realidade, especialmente agora, em que somos bombardeados por algoritmos”, observou o músico. Billie concluiu: “Às vezes, quanto mais velho fico, menos sei, sabe? As coisas ficam cada vez mais confusas. Acho que é mais ou menos isso que as músicas, quando são políticas, falam. Acho bem importante que a música tenha um coração, e não ser apenas uma banda política. Nós definitivamente somos francos, mas nossas músicas são muito pessoais e documentam o momento que você está vivendo, como um diário”. Via: Rockbizz

Euronymous: Morte violenta marcou a história do Mayhem e do black metal
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10/08/2026

Euronymous: Morte violenta marcou a história do Mayhem e do black metal

Há exatos 33 anos, em 10 de agosto de 1993, acontecia um assassinato que marcou para sempre a história do black metal. Você conhece a história da morte de Euronymous? Euronymous era o nome artístico do guitarrista Øystein Aarseth, membro fundador da banda de black metal norueguesa Mayhem. Ele foi morto em seu apartamento pelo colega de banda, Varg Vikernes, com 23 facadas. O Mayhem foi uma das bandas mais importantes da cena norueguesa de black metal e Euronymous era conhecido por suas opiniões polêmicas, sempre reclamando de outras bandas “falsas” que não viviam ativamente os temas sobre os quais cantavam: satanismo, ódio ao cristianismo, violência e morte. O guitarrista se declarava um “satanista teísta”, ou seja, alguém que acreditava na existência de Satã. Ele dizia acreditar que “dor e miséria” eram coisas que deveriam ser espalhadas e era misantrópico, ou seja, odiava a raça humana. Seu comportamento acabava causando atrito com os outros integrantes do Mayhem, inclusive com o vocalista Per “Dead” Olin, que cometeu suicídio em 1991. Depois da morte de Dead, Euronymous criou seu próprio selo musical, a Deathlike Sentence Productions, e um dos artistas assinados era Varg Vikernes, que eventualmente se tornou também baixista do Mayhem. De acordo com reportagem do Coffeehouse Crime, Euronymous e Varg não se davam bem porque ambos queriam os holofotes e atenção do público, e ficavam disputando para ver quem conseguia chocar e sensacionalizar mais. Em junho de 1992, Varg elevou a competição a outro nível ao queimar uma igreja e usar uma foto dos destroços na capa de seu EP, Aske (1993). Isso levou a uma onda de queima de igrejas ao redor da Noruega associadas ao black metal e suas ideologias satânicas. A noite da morte de Euronymous Em meados de agosto de 1993, os álbuns solo de Varg Vikernes estavam vendendo relativamente bem, e Euronymous, dono do selo ao qual Varg pertencia, supostamente não estava pagando as royalties do artista. Para além disso, Varg teria ouvido de um amigo em comum que Euronymous estaria planejando sequestrá-lo, levá-lo até a floresta e torturá-lo até a morte para fazer o primeiro filme “snuff” do black metal. Então, na noite de 10 de agosto de 1993, Varg foi até o apartamento de Euronymous a pedido do guitarrista, supostamente para entregar alguns contratos sem assinatura que estariam atrasando o pagamento das royalties. No apartamento, os dois colegas já se encontravam tensos e imaginando que o outro estivesse preparado para fazer algo. Um suposto movimento do braço de Varg teria alarmado Euronymous, que correu a buscar uma faca para se defender. Os dois teriam então brigado e Euronymous teria eventualmente perdido a arma para Varg, sendo esfaqueado 2 vezes na cabeça, 5 no pescoço e 16 nas costas. Varg Vikernes foi condenado a 21 anos de prisão (pena máxima na Noruega) e ao sair demonstrou comportamentos neonazistas e antissemitas, tendo seu canal do YouTube deletado devido ao conteúdo que ele produzia. Hoje ele segue em liberdade depois de ter cumprido sua pena. Ex-baixista também planejava a morte de Euronymous Em 2019, o ex-baixista do Mayhem, Jørn Stubberud (também conhecido como Necrobutcher), revelou que ele mesmo planejava matar Euronymous. Segundo Necrobutcher, o motivo da revolta com o guitarrista foi o fato dele ter tirado fotos do cadáver de Dead para usar em uma capa de álbum do Mayhem. Stubberud se encontrava muito “triste” e “magoado” com o suicídio do vocalista e o comportamento de Euronymous não ajudou. “Isso não ajudou muito no luto”, contou para a Consequence of Sound. “Senti que precisava ir lá e matar o traidor Øystein ‘Euronymous’. Mas é engraçado, porque ele agiu pelas minhas costas, chamou o Vikernes e o colocou para tocar baixo no álbum [De Mysteriis Dom Sathanas]…e disso deu no que deu, acho que todos sabemos o que lhe aconteceu”. LEIA TAMBÉM: Euronymous, ex-Mayhem, não aprovaria black metal de extrema direita, diz amigo Via: WikiMetal

Bruce Dickinson sobre seu novo álbum solo: “Pesado pra c******”
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10/08/2026

Bruce Dickinson sobre seu novo álbum solo: “Pesado pra c******”

Bruce Dickinson deu novos detalhes de seu aguardado novo álbum solo que sucederá o elogiado The Mandrake Project (2024). Segundo o cantor, seu novo trabalho será “pesado pra c*******” e tem previsão de lançamento para o início de 2027. Em entrevista ao canal VSX durante sua participação na San Diego Comic Con 2026, Bruce afirmou que o disco seguirá uma linha distinta e independente das histórias em quadrinhos criadas para seu trabalho mais recente. Segundo ele, há apenas uma faixa relacionada à história e em sua visão, não precisa se aprofundar tanto em HQs, a menos que seja uma ideia boa. “Tenho um novo álbum solo para lançar no ano que vem. É meio que independente e tem uma música que tem um pouco a ver com o Mandrake. Agora, o álbum é pesado pra caramba. Não estou me aprofundando nele. Acho que ele já tem vida própria como história em quadrinhos, então pode seguir em frente com base na narrativa e tudo mais. Não preciso associar música a isso, a menos que seja uma ideia realmente boa”, explicou [transcrição via Blabbermouth]. Novo álbum solo de Bruce Dickinson ganhou elogios de Steve Harris Em entrevista à Metal Hammer em 2025, Bruce comentou que, em abril do ano passado, já havia gravado 18 demos para o novo disco. O britânico também disse estar animado com o projeto, e que sua gravadora teve a mesma reação ao ouvir o material, que segundo ele, tem faixas “pesadíssimas, e capazes de esmagar ossos” bem como “momentos de tocar o coração”. Ainda segundo Bruce Dickinson, seu novo disco contou com elogios de Steve Harris. Segundo ele, o baixista ficou impressionado com o que ouviu e lhe disse que aquilo era a “melhor coisa já feita” pelo vocalista “Eu estava mostrando as demos para a minha equipe, para o pessoal da gerência, porque eu tenho todas elas num tabletzinho. Não percebi que o Steve estava fazendo fisioterapia na sala ao lado. E ele saiu e falou: ‘Esse material novo é seu? É a melhor coisa que você já fez. O melhor que eu já ouvi de você!’. E eu respondi: ‘Muito obrigado, chefe’”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Como o autor de ‘Sons of Anarchy’ ajudou Bruce Dickinson a desenvolver sua HQ Via: WikiMetal

Edu Falaschi lança “Echoes of Vows”, primeiro videoclipe do novo álbum ‘Mi’raj’
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10/08/2026

Edu Falaschi lança “Echoes of Vows”, primeiro videoclipe do novo álbum ‘Mi’raj’

Edu Falaschi lançou no último domingo, 09, o videoclipe de “Echoes of Vows”, primeira faixa de Mi’raj a ganhar uma produção audiovisual oficial. O álbum encerra a trilogia conceitual iniciada por Vera Cruz (2021) e desenvolvida em Eldorado (2023). Com música e letra assinadas pelo vocalista, a composição acompanha um momento decisivo da trajetória de Jorge, protagonista da história construída ao longo dos três trabalhos. Na narrativa, Jorge revisita lembranças da infância, da Irmã Rosa e de seu amor por Janaína enquanto questiona se será capaz de suportar o peso da missão que recebeu. A música direciona o foco para a dimensão humana do personagem e aborda suas inseguranças, a responsabilidade que carrega, o medo de fracassar e o receio de decepcionar as pessoas que contribuíram para sua formação. Dirigido por Daniel Mazza, o videoclipe foi filmado em um castelo de estilo medieval localizado em São Roque, no interior de São Paulo. Em um período marcado pela expansão de conteúdos audiovisuais produzidos com inteligência artificial, o trabalho não utiliza imagens, cenários ou personagens gerados por IA. Toda a produção foi construída de maneira orgânica, com equipe técnica, atores, figurinos, maquiagem, cenografia e locações reais. A equipe da Espada de Prata, de Fábio Encantado, participou da produção e teve papel importante na ambientação medieval e na construção da atmosfera do videoclipe. O trabalho contribuiu para integrar personagens, objetos de cena e elementos visuais ao universo desenvolvido para Mi’raj, reforçando a textura e a autenticidade das imagens. A produção também contou com o apoio da 22 Locações e da Roadlog. Edu Falaschi apresentará a Mi’raj & The Legacy Tour em São Paulo no dia 15 de agosto, no Tokio Marine Hall. O espetáculo celebra o lançamento de MI’RAJ e os 35 anos de carreira do vocalista, com repertório de diferentes períodos de sua trajetória. A noite terá abertura de Tito Falaschi e participações especiais de Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Veronica Bordacchini, vocalista da banda italiana Fleshgod Apocalypse. O repertório reúne músicas de diferentes períodos da trajetória do cantor, além de momentos dedicados à trilogia formada por Vera Cruz, Eldorado e Mi’raj e aos álbuns Aurora Consurgens e Aqua. Serviço Edu Falaschi – Mi’raj & The Legacy Tour Abertura: Tito FalaschiParticipações especiais: Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Veronica BordacchiniData: 15 de agosto de 2026, sábadoAbertura dos portões: 18hLocal: Tokio Marine HallEndereço: Rua Bragança Paulista, 1281 — Várzea de Baixo, São Paulo/SPVenda on-line: Ticketmaster LEIA TAMBÉM: Diogo Mafra explica por que tirou celular de fã em show de Edu Falaschi no RJ Via: WikiMetal

Morrissey cancela residência em Las Vegas por problemas logísticos
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10/08/2026

Morrissey cancela residência em Las Vegas por problemas logísticos

Morrissey cancelou os quatro shows que faria em Las Vegas, nos Estados Unidos, uma semana antes das datas marcadas. As apresentações aconteceriam nesta semana, nos dias 14, 15, 18 e 19 de agosto, no Encore Theater, dentro do complexo Wynn Las Vegas. Segundo a Rolling Stone, os fãs receberam o aviso sobre o cancelamento na última sexta-feira, 07. A organização citou “problemas logísticos imprevistos” como motivo para a decisão, mas não explicou quais dificuldades impediram a realização da residência. “Olá, lamentamos informar que o show Morrissey – Live in Concert, agendado para os dias 14, 15, 18 e 19 de agosto no Encore Theater do Wynn Las Vegas, foi cancelado”, dizia um e-mail enviado aos fãs. “Devido a problemas logísticos imprevistos, a residência em Las Vegas não poderá acontecer”, diz o aviso. Até o momento, o site oficial de Morrissey ainda mantém as quatro datas na agenda. Já o Wynn Las Vegas retirou os shows de sua página de entretenimento. Na Ticketmaster, os eventos aparecem como cancelados pelo organizador. O cancelamento ocorre após uma sequência de apresentações de Morrissey afetadas neste ano. O ex-vocalista do The Smiths já cancelou shows na Califórnia, Atlanta, St. Louis, República Dominicana, Flórida, Espanha e a turnê na América Latina, por diferentes motivos, incluindo doença, reação a medicamento e exaustão. A Rolling Stone também citou que Morrissey cancelou 22 apresentações em 2025 e adiou outras dez. O artista fez seu último show em 1º de agosto, em Portugal. Até o momento, a próxima apresentação prevista é no Riot Fest, em Chicago, em setembro. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Morrissey lança camisetas dos Smiths com seu nome no lugar da banda Via: WikiMetal

Slash sobre falecimento de Ozzy: “Eu estava na estrada com o Guns N’ Roses e recebi aquela maldita ligação”
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09/08/2026

Slash sobre falecimento de Ozzy: “Eu estava na estrada com o Guns N’ Roses e recebi aquela maldita ligação”

O guitarrista do Guns N’ Roses, Slash, falou, em entrevista à revista Rolling Stone Austrália, sobre o relacionamento que tinha com Ozzy Osbourne. Ele também lembrou o momento que recebeu a notícia do falecimento do cantor. “Ozzy e eu éramos amigos há muito tempo! Eu já tinha gravado com ele várias vezes. Depois do Back to the Beginning, nós conversamos por telefone sobre nos encontrarmos e ele disse: ‘É, a gente devia se encontrar em breve’. Acho que foi mais ou menos uma semana depois do show. Eu pensei: ‘Ok, em algum momento a gente vai se encontrar em algum estúdio’, e foi isso”. Slash então contou quando recebeu devastadora notícia da morte do artista: “Eu estava na estrada com o Guns N’ Roses. Nós saímos e terminamos o que estávamos fazendo. E, de repente, recebi aquela maldita ligação [sobre a morte de Ozzy]. Foi inacreditável”. Problemas de saúde Nos últimos anos, Ozzy vinha travando uma batalha contra o Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos. Com o diagnóstico de Parkinson, o cantor chegou a afirmar que a doença o levou a um quadro de depressão, e os efeitos colaterais de seus vários medicamentos causaram perda de memória de curto prazo e constipação. Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo. Morte Tristemente, Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. A causa de sua morte foi um ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Queen divulga vídeo ao vivo de Let Me Entertain You gravado em 1979
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09/08/2026

Queen divulga vídeo ao vivo de Let Me Entertain You gravado em 1979

O Queen divulgou o vídeo ao vivo de Let Me Entertain You gravado em 11 de fevereiro de 1979. O material foi transmitido no programa alemão Musikbox em 09 de março de 1979. A canção saiu originalmente no álbum Jazz, sétimo registro de estúdio do grupo britânico. O disco já vendeu mais de um milhão de cópias em todo mundo e alcançou a sexta posição da Billboard 200 e o segundo lugar do UK Albums. Veja: E por falar na banda inglesa, a Sony Music Vision tem o orgulho de anunciar que Queen Budapest, o primeiro show de rock em estádio ocidental a acontecer atrás da Cortina de Ferro e a última apresentação ao vivo do Queen filmada, será apresentado em cinemas e IMAX em todo o mundo a partir de 7 de outubro pela Trafalgar Releasing. Este lançamento também marca o primeiro projeto oficial da Sony Music Vision com o Queen, dando início à parceria oficial da Sony Music com o catálogo da banda. Queen Budapest será lançado para marcar o 40º aniversário deste momento crucial na história da banda, e foi meticulosamente restaurado em 4K a partir da filmagem original em 35mm pela Park Road Post Production de Peter Jackson, na Nova Zelândia, com áudio remixado a partir das gravações multitrack originais para oferecer a apresentação mais imersiva da performance até hoje. O show aconteceu em 27 de julho de 1986, no Estádio Népstadion de Budapeste, durante a turnê The Magic Tour da banda. Foi um momento histórico, pois o Queen se tornou a primeira banda de rock ocidental a se apresentar atrás da Cortina de Ferro durante um período de profundas mudanças culturais e políticas. Via: Rockbizz

Iron Maiden: Paul Di’Anno era um cara engraçado e com grande senso de humor, segundo Blaze Bayle
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08/08/2026

Iron Maiden: Paul Di’Anno era um cara engraçado e com grande senso de humor, segundo Blaze Bayle

Durante entrevista para o Metal OBS, o ex-vocalista do Iron Maiden, Blaze Bayley, falou sobre o falecimento de outro ex-vocalista da banda, Paul Di’Anno, que morreu em outubro de 2024 aos 66 anos. “Éramos colegas. Paul era um cara muito engraçado. Acho que as pessoas não sabem disso sobre ele. Ele tinha um ótimo senso de humor”, afirmou Blaze. Bayley seguiu lembrando os giros que fez com o colega: “Fizemos turnê juntos por toda a Rússia – de São Petersburgo, Moscou, até Vladivostok – e fizemos a Suécia juntos. Fizemos toda a Escandinávia, e também a Austrália e a Nova Zelândia. Quando tínhamos uma boa banda, e ele tinha descansado bem, você podia fechar os olhos e era como ouvir o primeiro álbum do Iron Maiden, só que melhor. Era como aqueles dois primeiros álbuns, só que melhor. Às vezes ele tinha dificuldade para descansar a voz, e outras vezes ele tirava uns dias de folga, descansava bem, ele soava incrível”. “A tristeza é que, na vida, você nunca sabe quando será a última vez que verá alguém. E eu vi o Paul em Wolverhampton, disse ‘oi’, um rápido ‘olá’, e pensei: ‘Bem, da próxima vez que o vir, poderemos passar mais tempo juntos’. Duas semanas depois, ele faleceu. Então, é uma lição de vida: quando você vê as pessoas, precisa pensar: ‘Não quero que esta seja a última vez. Se esta for a última vez que os vejo, como quero me despedir’? Porque pode ser. E essa é a tristeza”, concluiu o cantor. Via: Rockbizz

Within Temptation terá letras políticas em seu próximo álbum: “O mundo ficou mais insano”
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08/08/2026

Within Temptation terá letras políticas em seu próximo álbum: “O mundo ficou mais insano”

A líder e vocalista do Within Temptation, Sharon Den Adel, conversou com o pessoal do site Metal Pilgrim e afirmou que o novo álbum do grupo terá letras políticas. O vindouro trabalho será o sucessor de Bleed Out, lançado em 2023. “Ainda não terminamos. Com isso sempre vem uma turnê, mas ainda estamos tentando organizar tudo a tempo. Então, isso é algo que precisamos decidir em breve. E ainda estamos trabalhando, neste exato momento, em material novo, gravando coisas. Mas vamos adotar uma abordagem diferente para a música – será bem diferente do último álbum. Para nós, será algo enorme, nos afastando de tudo, explorando habilidades que nunca tocamos antes. Será um tipo de música realmente diferente e uma abordagem diferente em todos os sentidos. Provavelmente levaremos alguns músicos extras conosco para os shows, como vocalistas na turnê, que cantarão ao vivo, backing vocals e coisas do tipo”. Sharon completou: “Haverá músicas de teor político, especialmente porque o mundo ficou mais insano nos últimos anos. E isso sempre nos inspira. Sempre fomos politizados e engajados, mas com o último álbum, fomos muito mais abertos sobre quem somos, nossa posição e como pensamos. Agora, estamos abrangendo um espectro ainda maior, com mais países diferentes também. E também porque, como as redes sociais aproximam tudo, sentimos que há muitos assuntos para discutir. E tudo influencia o outro – o que acontece nos Estados Unidos, o que acontece no Irã, o que acontece em muitos países, tudo está conectado. Não podemos mais ver as coisas separadas”. Via: Rockbizz

Kathy Griffin critica Dave Grohl (Foo Fighters) por fingir não conhecê-la em aeroporto
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07/08/2026

Kathy Griffin critica Dave Grohl (Foo Fighters) por fingir não conhecê-la em aeroporto

A comediante e atriz Kathy Griffin criticou Dave Grohl (Foo Fighters) por fingir não conhecê-la em aeroporto. Ela compartilhou sua experiência frustrante em um vídeo publicado em seu canal no YouTube. “Eu e ele éramos meio que amigos. Encontrei [Grohl] no aeroporto JFK. Foi na banca de jornais. Eu não queria puxar conversa porque estava tão acostumada com celebridades que não queriam falar comigo ou que não queriam que ninguém as visse perto de mim. Então Dave agiu como se não me conhecesse. Talvez ele não tenha me visto, porque é muito difícil não me notar em uma banca de jornal. Pensei que talvez devesse ir falar com ele. Mas pensei: ‘Não, se ele está agindo assim por causa do escândalo da foto da cabeça de Trump, vai ser constrangedor’”. Em maio de 2017, Kathy enfrentou uma enorme reação negativa e consequências negativas para sua carreira após posar para uma sessão de fotos com Tyler Shields segurando uma réplica ensanguentada da cabeça do presidente Donald Trump. Ela concluiu cutucando Grohl: “É por isso que eu digo meu ‘ex-amigo’. Continua sendo um músico de primeira, mas tem alguns problemas em ser o único cara legal do rock n’ roll. Talvez. Ok, Dave. Você sabe que me viu”. Via: Rockbizz

O verdadeiro motivo pelo qual Keith Richards e Elton John se detestam: “Um macaco com artrite”
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07/08/2026

O verdadeiro motivo pelo qual Keith Richards e Elton John se detestam: “Um macaco com artrite”

Criticar alguns dos maiores músicos que o mundo já conheceu é um jogo perigoso, praticamente inflamável, o qual o guitarrista Keith Richards nunca teve medo de brincar. Por conta desta mania de criticar os amiguinhos, as retaliações eventualmente bateriam à sua porta, como no caso com Elton John. Tudo começou quando Richards descreveu Elton John como um “cara legal, mas posando” em 1988. Algum tempo depois, ele subiu o tom depois que John reescreveu Candle in the Wind para a falecida Princesa Diana, após sua trágica morte. Sobre a homenagem do colega de profissão, Richards disse: “Uma puta velha… suas composições se limitam a canções sobre loiras mortas”. Em 2018, durante uma entrevista ao The Daily Telegraph, as provocações do guitarrista do Stones continuaram. Ele declarou que não sentiria falta de Elton John quando sua turnê de despedida terminasse. O músico ainda ressaltou que haveria mais espaço para os Rolling Stones. E foi em entrevista ao New York Daily News que John desabafou e criticou duramente a persona de Keith Richards. Ele chegou a dizer que os Rolling Stones deveriam tê-lo demitido há muito tempo. “Seria horrível ser como o Keith Richards. Ele é patético, coitado. É como um macaco com artrite, tentando subir no palco e parecer jovem. Tenho muito respeito pelos Stones, mas eles teriam sido melhores se tivessem expulsado Keith há 15 anos. Eu simplesmente acho que ele é um babaca, e já faz muito tempo”. Como Richards passou a carreira inteira insultando outros músicos como David Bowie e bandas como Led Zeppelin, Elton John foi o artista que revidou as ofensas com veemência. Via: Rockbizz

O dia em que Gene Simmons interpretou um vilão bizarro no cinema
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07/08/2026

O dia em que Gene Simmons interpretou um vilão bizarro no cinema

Ao longo de sua carreira, Gene Simmons, vocalista e baixista do KISS, atuou em filmes dos mais diferentes gêneros. Contudo, em Never Too Young to Die, de 1986, o músico talvez tenha interpretado o papel mais exótico de sua lista até os dias de hoje. No longa, Simmons vive Velvet Von Ragnar, um criminoso megalomaníaco de visual andrógino, maquiagem exagerada e com um comportamento completamente imprevisível. O personagem ainda faz uma mistura de humor e exagero em uma atuação que acabou se tornando um dos grandes atrativos do filme. Estrelado por John Stamos e com a participação de Vanity — cantora e atriz falecida em 2016 que marcou os anos 1980 como apadrinhada musical de Prince —, o filme sofreu com críticas negativas na época de seu lançamento. Contudo, nos últimos anos, a produção ganhou status de cult, devido à performance de Gene Simmons, responsável por roubar a cena em todas as suas aparições no decorrer da trama. Gene Simmons falou sobre o personagem durante a divulgação do filme Em 1986, durante entrevista ao programa Entertainment Tonight, Gene Simmons explicou sobre o personagem e comentou como foi o desafio de vestir o extravagante figurino de Velvet Von Ragnar. “O personagem que eu interpreto é uma pessoa muito má, mas que tem ideias sexuais meio misturadas na cabeça. É um hermafrodita, metade homem, metade mulher. E eu nasci desse jeito, então o Senhor foi bom para mim, não acha?” (…) É interessante andar com essas coisas. Você anda de forma diferente porque estou usando saltos agulha altíssimos”, contou na época. LEIA TAMBÉM: Gene Simmons, do Kiss, lança ‘Águas Mortais’, seu primeiro filme como produtor Via: WikiMetal

Tarja Turunen chama sua demissão do Nightwish de nojenta e de plano brilhante para destruí-la
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07/08/2026

Tarja Turunen chama sua demissão do Nightwish de nojenta e de plano brilhante para destruí-la

No ano de 2004 o Nightwish ostentava um sucesso tremendo com o seu quinto álbum de estúdio, Once, que vendeu mais de três milhões de cópias, o que era muita coisa para uma época cheia de MP3 e afins. Mesmo assim, a banda, seguindo as ordens de seu líder Tuomas Holopainen, demitiu a vocalista Tarja Turunen de maneira covarde, por intermédio de uma carta aberta. O teor da carta tratava de acusar a cantora de distanciamento e atitudes que comprometiam o convívio e o trabalho do grupo, além disso, acusava Marcelo Cabuli, marido e empresário de Tarja, de intromissão na administração do conjunto. Durante entrevista à revista britânica Metal Hammer, Tarja Turunen falou sobre sua demissão do Nightwish em 2005. “O que se seguiu foi um planejamento realmente brilhante da parte deles, de como queriam me destruir publicamente. Isso foi algo que eu jamais esperava. Foi nojento”. Sobre sua vida após a demissão, Tarja disse: “Foi um período insano, e num país pequeno como a Finlândia, meu rosto estampou as capas dos tabloides por umas três semanas. Saí do meu país. Tive que sair. Fui para Buenos Aires. Foi difícil, porque afetou muito mais gente do que só a mim. Afetou minha família, meus amigos. Todo mundo ficou arrasado. Levei muito tempo para voltar a confiar nas pessoas. Mas, felizmente, tenho relacionamentos incríveis e um casamento duradouro com meu marido. Minha família e meus amigos estiveram ao meu lado naquele período tão difícil”. Apesar dos tristes momentos, a finlandesa conseguiu se erguer no mundo da música. Ela já lançou trabalhos com o foco na música erudita e canções natalinas. Além disso, neste ano, Tarja colocou na praça seu décimo registro de estúdio solo, Frisson Noir, pela earMUSIC. Via: Rockbizz

John Carpenter lança ‘Cathedral’, HQ com trilha sonora de heavy metal
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07/08/2026

John Carpenter lança ‘Cathedral’, HQ com trilha sonora de heavy metal

Conhecido por clássicos do terror como Halloween e O Enigma de Outro Mundo, John Carpenter lançou Cathedral, projeto que reúne uma graphic novel e um álbum instrumental de heavy metal inspirados em um pesadelo que teve anos atrás. Longe das telas desde 2010, Carpenter voltou a explorar o universo sombrio que marcou sua carreira. Em entrevista à Billboard, o diretor contou que sonhou com uma antiga igreja em Los Angeles que escondia um elevador até o inferno. A ideia chegou a ser pensada para o cinema, mas acabou adaptada para uma HQ por causa dos altos custos de produção. “Fiquei impressionado quando acordei, e contei para o Daniel [Davies] e o Cody [Carpenter], decidimos fazer um álbum”, revelou. A história foi escrita em parceria com Sandy King, esposa e colaboradora de Carpenter. O projeto também ganhou uma trilha sonora instrumental composta pelo cineasta ao lado de Cody Carpenter e Daniel Davies, colaboradores frequentes em seus trabalhos musicais. Cada faixa acompanha um capítulo da narrativa. A proposta é que o leitor escute o álbum enquanto acompanha a história, criando uma experiência semelhante à de um filme. Daniel Davies explicou que as descrições feitas por Carpenter influenciaram diretamente o peso e a atmosfera das composições. Embora a intenção inicial não fosse gravar um disco de hard rock, o material acabou seguindo naturalmente essa direção. “Enquanto John descrevia essas sequências na história, pareceu-nos que elas se encaixariam perfeitamente com guitarras pesadas, bateria marcante e coros”. Carpenter afirmou que escolheu esse formato por oferecer mais liberdade criativa do que a indústria cinematográfica atual, que, segundo ele, se tornou cada vez mais voltada aos interesses dos grandes estúdios. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Anthrax, Foo Fighters, ACCEPT e mais Via: WikiMetal