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Axl Rose (Guns N’ Roses) conta que passou por procedimento para corrigir a DTM
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13/08/2026

Axl Rose (Guns N’ Roses) conta que passou por procedimento para corrigir a DTM

O Guns N’ Roses se apresentou no MetLife Stadium, em Nova Jersey, EUA, na última quarta-feira, 12, em promoção à nova perna da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. Durante o espetáculo, Axl Rose revelou que sofre de Disfunção Temporomandibular (DTM). O rock star subiu ao palco diante de cerca de 82 mil pessoas e falou que não estava cem por cento para se apresentar, visto que estava em recuperação de um procedimento para corrigir a DTM. “Eu tive uma DTM muito louca”, contou Rose, segundo informações da Billboard. “Quando estou cantando, é como se alguém estivesse no meu ouvido, como se o Pernalonga estivesse comendo uma cenoura e aipo no meu ouvido, e estivesse estalando lá dentro”. Axl seguiu falando sobre o procedimento médico: “Tive que colocar um tubo. Fiz isso há alguns dias. Então, agora, este lado da minha boca [apontando para o lado esquerdo] ainda está dormente… é interessante. É um desafio”. Você está cantando e ouve sons, e pensa… nenhum dos médicos, nenhum dos dentistas – não há realmente como descrever o que você faz, e com a DTM eles dizem: ‘Tente não mastigar’. Ok, não vou comer”. “Em segundo lugar, é realmente impossível descrever – você faz muitas caretas tentando cantar como eu”, acrescentou o cantor. “Então você ouve todos esses sons enquanto está cantando, e ouve sons que te fazem pensar: ‘Eu provavelmente não deveria estar fazendo isso, porque esse som parece que minha mandíbula vai cair, ou ir para o lado, ou ficar presa desse jeito’. O que seria muito engraçado”, completou. Disfunção Temporomandibular (DTM) É um problema que afeta os músculos da mastigação e a articulação que liga a mandíbula ao crânio. Ela causa dores no rosto, estalos ao abrir a boca, dificuldade para mastigar e dores de cabeça frequentes. As causas podem ser ranger os dentes (bruxismo), estresse e alterações na mordida ou traumas na mandíbula. O tratamento pode incluir uso de placas de mordida, remédios e fisioterapia. Via: Rockbizz

Titãs comentam versão de Anitta para “Bichos Escrotos”: “Mandou o recado”
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13/08/2026

Titãs comentam versão de Anitta para “Bichos Escrotos”: “Mandou o recado”

Anitta gravou uma nova versão de “Bichos Escrotos”, um dos maiores clássicos do Titãs, presente no álbum Titãs, de 1984. A releitura integra a trilha sonora de Corrida dos Bichos, novo filme brasileiro dirigido por Fernando Meirelles e disponível no Prime Video. A faixa, que recebeu uma versão em funk produzida pelo Tropkillaz e cantada por Anitta, enfrentou a censura federal na época, se consolidou como um dos clássicos do rock brasileiro e agora ganhou nova repercussão nas redes. Com a grande repercussão, com parte do público mais jovem acreditando que “Bichos Escrotos” fosse uma composição da própria Anitta, Paulo Miklos (ex-Titãs) e Sérgio Britto comentaram sobre a nova versão e a interpretação de Anitta para a faixa. Sérgio Brito, um dos compositores da música e integrante da formação atual dos Titãs, usou o perfil oficial da banda para comentar: “Apesar de ser radicalmente diferente da nossa, tem ali uma leitura pertinente daquilo que a gente quis dizer. É uma linguagem muito direta, mas é surpreendente e anárquica. É bacana que a música ganhe o mundo, tenha versões diferentes. Pessoas que não conheciam o nosso trabalho possam conhecer” [via Rolling Stone]. Já o cantor da versão original, Paulo Miklos, publicou em suas redes sociais um pedaço do vídeo que virou meme com a música e elogiou a cantora: “Eu adorei a versão da Anitta produzida pelo Tropkillaz para ‘Bichos Escrotos’. Sempre foi uma música muito divertida, ao mesmo tempo que um questionamento ao paladar ‘refinado’ do cidadão civilizado. Anitta cantou com essa ironia fina e mandou o recado. Os memes são a melhor parte de tudo isso! Os comentários e toda a repercussão se dão também com muito humor. Tudo a ver com essa música!” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser elege Titãs como “maior banda brasileira de rock da história” Via: WikiMetal

Shawn James explica significado de “Through the Valley”, seu maior sucesso
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13/08/2026

Shawn James explica significado de “Through the Valley”, seu maior sucesso

Lançada em 2012, como parte do álbum Shadows, a faixa “Through the Valley” se tornou o maior sucesso da carreira do cantor norte-americano de blues e rock Shawn James. Após a inclusão da música na trilha sonora do jogo de sucesso The Last Of Us Part II (2016), o cantor atingiu novos públicos e com isso, seu trabalho passou a ser conhecido por mais pessoas ao redor do mundo. Em entrevista ao canal Heavy Talk, Shawn explicou que baseou a composição a partir do Salmo 23. De acordo com ele, que foi criado sob pressão na igreja Pentecostal, a letra surgiu logo após receber uma ligação de sua irmã caçula, que chorava por estar sofrendo os mesmos problemas. “Ela estava chorando, eu perguntei: ‘O que houve?’ Ela disse basicamente que estava passando pelas mesmas coisas que eu passei crescendo. Mas onde eu tinha a música, e histórias, e livros e coisas assim, ela não tinha uma válvula de escape, então estava começando a ter muitos pensamentos sombrios sobre a vida e se queria continuar [vivendo]. Isso partiu meu coração, obviamente, e eu me identifiquei com ela. Dei a ela algumas dicas e truques de como superar isso, porque ela não podia escapar dali, infelizmente”, contou. “Então eu desliguei o telefone e estava com tanta raiva que ela estivesse passando por essa mesma merda que peguei um violão e escrevi aquela música. É meio que, desculpe o meu linguajar, mas um grande ‘foda-se’ para qualquer indivíduo, qualquer grupo de pessoas, ou qualquer organização ou religião que se coloca em um pedestal e olha as outras pessoas de cima para baixo, dizendo que elas não deveriam estar ali, ou que não pertencem àquilo, ou que não são boas o suficiente, ou o que quer que seja. Peguei o salmo e o adaptei para ser a minha versão dele. Nós podemos ser resilientes, nós não precisamos disso ou daquilo nos apoiando, nós podemos fazer isso por conta própria”, completou. Ao Wikimetal, Shawn James afirmou que não esperava sucesso da música Durante entrevista realizada ao Wikimetal em junho, Shawn James respondeu se esperava que, em algum momento, a música se tornaria um sucesso. Na ocasião, o músico afirmou que jamais contava com a recepção, especialmente pelo da faixa em questão ter sido a menos popular na época de seu lançamento. “Eu lembro que a coloquei em Shadows, e foi a música menos popular que eu tinha lançado naquele disco, eu parei de tocar ao vivo, porque naquela época nós estávamos tocando nesses bares, onde as pessoas estavam bebendo e se divertindo, e fazendo barulho, e elas não queriam ouvir uma balada triste. Então eu aprendi a me adaptar e tocar música blues e tocar mais coisas que chamassem a atenção delas. E eu parei de tocar “Through the Valley”. Então não, nem em um milhão de anos eu pensei que ela seria o que foi”, contou. LEIA TAMBÉM: The HU celebra Brasil e afirma que país é “como um berço para o rock” Via: WikiMetal

Ritchie Blackmore se apresenta com o Deep Purple pela primeira vez em 33 anos; veja vídeos
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13/08/2026

Ritchie Blackmore se apresenta com o Deep Purple pela primeira vez em 33 anos; veja vídeos

Ritchie Blackmore subiu ao palco com o Deep Purple pela primeira vez em mais de três décadas durante show da banda na última quarta-feira (12 de agosto), no Jones Beach Theater em Wantagh, Nova York. O guitarrista de 81 anos, que se apresentou pela última vez com o grupo britânico em 1993, juntou-se à banda para tocar o clássico Smoke On The Water, música que encerrou o show em Wantagh. Após a performance, o vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, conversou com a plateia, revelando como aquele momento histórico aconteceu. “Preciso dizer uma coisa. Há alguns dias, recebi uma mensagem”, explicou o cantor, enquanto abraçava Blackmore. “Recebi uma carta deste homem dizendo: ‘Moro logo aqui perto. Vocês se importam se eu vier tocar um pouco com vocês?’ E digo a vocês: foi um prazer enorme ter de volta ao palco o membro fundador, a grande lenda, o imortal Ritchie Blackmore!” “Obrigado, Ritchie”, continuou Gillan. “Tenho que dizer que foi um grande prazer. A gente se vê no bar”. Veja vídeos abaixo: Via: Rockbizz

Clemente Nascimento relembra experiência com Guns N’ Roses: “Banda mais chata”
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13/08/2026

Clemente Nascimento relembra experiência com Guns N’ Roses: “Banda mais chata”

Clemente Nascimento relembrou uma experiência pouco amistosa com o Guns N’ Roses. O músico contou os bastidores de quando abriu shows do grupo liderado por Axl Rose no Brasil. Durante participação no Lado A Podcast, o vocalista e guitarrista da Plebe Rude e fundador dos Inocentes afirmou que o Guns N’ Roses foi a banda mais difícil com a qual trabalhou. A Plebe Rude acompanhou o Guns N’ Roses no país nos anos de 2014 e 2016. A turnê de maior destaque ocorreu em novembro de 2016, com a Not In This Lifetime…, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. “Foi a banda mais chata para se abrir. A equipe cuzona demais! Você não vê os caras. O Axl [Rose] vai passar, todo mundo vira de costas. Não pode olhar para o Axl, sai todo mundo, empurra todo mundo para qualquer buraco que tiver para o cara poder passar no corredor”, relembrou Clemente [via TMDQA!]. O músico classificou a situação como uma experiência ruim, principalmente quando comparada a outras grandes bandas com as quais já trabalhou. “O Cachorro Grande foi abrir para os Rolling Stones. Eles estavam no camarim e, daqui a pouco, toc, toc, toc: ‘Oi, sou o Mick Jagger, somos os Rolling Stones e viemos conhecer vocês’. Os Rolling Stones precisam disso? Não, velho! Os caras são gente boa. Foram lá mostrar a bateria, equipamento e tal. Tiramos fotos e fomos embora. Guns N’ Roses, não! A gente abriu para o Bad Religion, todas as bandas. Abrimos para os Ramones em 1994, tenho fotos com os caras. Você está trocando, assim como a gente recebe bandas novas, que vão abrir para a gente, vamos receber os caras. A banda mais chata foi o Guns N’ Roses”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Slash sobre um novo álbum do Guns N’ Roses: “Muita composição acontecendo” Via: WikiMetal

Scorpions anuncia graphic novel baseada em “Rock You Like a Hurricane”
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13/08/2026

Scorpions anuncia graphic novel baseada em “Rock You Like a Hurricane”

Scorpions anunciou a criação de uma graphic novel baseada no icônico videoclipe de “Rock Like You A Hurricane”. O lançamento acontece em outubro e marcará a primeira história em quadrinhos oficial do grupo alemão em suas seis décadas de carreira. A pré-venda já está disponível e oferece diversos pacotes de colecionador, variando de edições simples a versões com pôsteres, palhetas de guitarra e camisetas exclusivas. Mais informações aqui. Produzida em parceria com a Sumerian Comics e intitulada Scorpions: Hurricane, a obra de 96 páginas conta com roteiro de Nathan Yocum, ilustrações de Daniel Maine e promete levar a banda alemã para uma aventura de ficção científica, cujo enredo se passará séculos no futuro, onde o grupo não está apenas fazendo turnês pelo mundo, mas sim pelo espaço. Dentro da história, se destaca a passagem do quinteto por Venus-7, um planeta misterioso conhecido por sediar a maior festa de encerramento do universo. Na ocasião, os músicos são capturados por uma sociedade tecnologicamente avançada de guerreiras determinadas a manter seu mundo livre de homens, e com isso, o Scorpions precisará encontrar uma forma de escapar e voltar a tempo para o bis de seu show [via Blabbermouth]. Em nota, o grupo comentou sobre o lançamento: “Depois de mais de seis décadas agitando palcos ao redor do mundo, estamos prontos para levar os fãs em um tipo diferente de jornada. Estamos animados em fazer essa parceria com a Sumerian Comics em Scorpions: Hurricane, nossa primeira graphic novel que nos permite explorar uma nova e ousada aventura, diferente de tudo o que já fizemos antes.” View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Accept: Novo álbum reúne membros do Ghost, Metallica, Pantera, Scorpions e mais Via: WikiMetal

Helloween no Brasil: 6 motivos para celebrar 40 anos de história
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13/08/2026

Helloween no Brasil: 6 motivos para celebrar 40 anos de história

TEXTO: Wellington Penilha O Helloween volta ao Brasil para dois shows. A banda se apresenta em Porto Alegre, no dia 16 de setembro, na KTO Arena (ingressos à venda pela Bilheteria Digital) e segue para São Paulo, no dia 19 de setembro, no recém-inaugurado Suhai Music Hall, com ingressos esgotados. A passagem faz parte da turnê comemorativa de 40 anos e marca o lançamento de Giants & Monsters, segundo álbum da formação clássica e sucessor do disco autointitulado de 2021. O show será um marco que promete revisitar praticamente todas as fases do grupo, do power metal oitentista aos hinos mais recentes. Para quem acompanha a banda há décadas ou está começando agora a explorar o universo do power metal, selecionamos 6 momentos e destaques mais esperados desse show. Três vocalistas, uma história inteira no palco Poucas bandas conseguem contar sua própria trajetória ao vivo com tanta fidelidade. A reunião de Michael Kiske, Andi Deris e Kai Hansen no mesmo show permite que músicas de eras completamente diferentes ganhem vida com suas vozes originais. Isso muda tudo: clássicos dos anos 80, fases mais pesadas dos anos 90 e a era moderna do Helloween convivem sem soar como nostalgia forçada. Um setlist que passeia por quatro décadas O grande trunfo dessa turnê é justamente o repertório. A expectativa é de um set longo, que passe por álbuns fundamentais como Keeper of the Seven Keys (Parte I em 1987 e Parte II em 1988), The Time of the Oath (1996) e Better Than Raw (1998) e também pelos trabalhos mais recentes. Não é exagero dizer que o show funciona quase como uma aula prática da evolução do power metal europeu. O peso do novo álbum Giants & Monsters Lançado em 2025, Giants & Monsters chega à turnê como prova de que o Helloween não está apenas celebrando o passado. As músicas novas mantêm a identidade épica e melódica da banda, mas com produção moderna e arranjos mais encorpados. Ao vivo, a tendência é que essas faixas soem ainda mais pesadas e diretas, equilibrando bem o clima de celebração com energia atual. Superprodução e visual à altura da comemoração O Helloween sempre levou a estética a sério, e essa turnê não deve ser diferente. A promessa é de palco grandioso, telões (LEDs) imersivos e elementos visuais pensados especialmente para representar os “gigantes” da própria história da banda. Não é só um show de metal — é um espetáculo que conversa com o imaginário épico do gênero. A relação antiga (e barulhenta) com o público brasileiro Se tem uma coisa que o Helloween conhece bem é a reação do público brasileiro. Andi Deris costuma puxar coros intermináveis, Kiske deixa as notas altas falarem por si e Kai Hansen segue sendo aquele maestro informal que conduz a plateia como se estivesse em um ensaio coletivo. A banda sabe que aqui o refrão não termina quando a música acaba. Um novo palco para grandes shows em São Paulo O Suhai Music Hall, inaugurado recentemente, entra no radar como possível novo ponto fixo para grandes turnês internacionais na cidade. Receber um show desse porte logo no início da sua história coloca a casa à prova — e também cria a expectativa de uma experiência mais confortável, moderna e bem estruturada para quem vive de shows grandes na capital. Quatro décadas depois, o Helloween segue fazendo o que sempre soube: transformar melodias épicas, refrões gigantes e energia de palco em uma celebração coletiva, agora com passado, presente e futuro dividindo o mesmo palco. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Novo álbum do Helloween está “90% pronto”, diz Michael Kiske Via: WikiMetal

Nikki Sixx afirma que Mötley Crüe “toca 100% ao vivo” e  não nega uso de faixas de apoio
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13/08/2026

Nikki Sixx afirma que Mötley Crüe “toca 100% ao vivo” e não nega uso de faixas de apoio

Nikki Sixx afirmou em sua rede social que o Mötley Crüe se apresenta tocando integralmente. O baixista não nega o uso das faixas de apoio (backing tracks), porém diz se tratar de sons específicos. Todavia, a discussão veio à tona após Sixx responder a seus seguidores em um tópico de perguntas e respostas no X. Segundo ele, o recurso é utilizado somente para reproduzir arranjos mais complexos gravados em estúdio. “[…] Entendemos que poderíamos trazer elementos que não conseguiríamos fazer ao vivo, como orquestras, saxofones, etc., e sincronizá-los com o que estamos tocando, e tocamos 100% ao vivo”, disse em resposta a um fã. (via Blabbermouth) O músico até mesmo menciona o exemplo do Queen em “Bohemian Rhapsody”, em que se usa o artifício para integrar a obra. “E é melhor para os fãs, e nós gostamos de poder fazer ao vivo o que fizemos no estúdio. É uma situação em que todos saem ganhando”. Nikki Sixx afirma usar faixas de apoio O assunto já é um caso conhecido pela banda, pois remete a um episódio anterior à demissão do guitarrista e fundador Mick Mars. O próprio ex-vocalista John Corabi afirmou que os músicos usam backing tracks desde 1994: “Mesmo com o Mötley Crüe em 94, quando fizemos turnê, usamos algumas faixas de apoio. Usamos alguns vocais de apoio. Tommy cantava, Nikki cantava, mas nós meio que contratamos… Acho que eles já tinham garotas em turnê com eles antes. Então, contratamos algumas dessas.” Ainda sobre outro questionamento de um seguidor ao dizer que a banda não toca 100% ao vivo, Nikk continua afirmando: “Nós tocamos. Você foi enganada. Desculpe.” LEIA TAMBÉM: Mötley Crüe não vai mais gravar álbuns, afirma Nikki Sixx Via: WikiMetal

Ritchie Blackmore toca “Smoke On The Water” com Deep Purple após 33 anos
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13/08/2026

Ritchie Blackmore toca “Smoke On The Water” com Deep Purple após 33 anos

Ritchie Blackmore subiu ao palco com o Deep Purple pela primeira vez após mais de três décadas. O guitarrista, de 81 anos, fez em uma participação especial no show da banda na noite da última quarta-feira, 12, no Northwell at Jones Beach Theater, em Wantagh, Nova York. Blackmore fez uma interpretação da clássica música “Smoke On The Water”, que encerrou o setlist do Deep Purpleno show da noite. Após a apresentação, o vocalista Ian Gillan disse ao público: “Preciso dizer uma coisa. Há alguns dias, recebi uma mensagem de um rapaz daqui da região”. Ele continuou: Recebi uma carta desse cara dizendo: ‘Moro aqui perto. Você se importaria se eu fosse tocar com vocês?’ E digo a vocês, foi um prazer absoluto ter de volta ao palco o membro fundador, a grande lenda, o imortal Ritchie Blackmore! Obrigado, Ritchie” Devo dizer que foi um grande prazer. Vejo você no bar” [via Blabbermouth]. Richie Blackmore deixou o Deep Purple em novembro de 1993, após um show em Helsinque, durante a turnê de divulgação do álbum The Battle Rages On…, e desde então, não voltou a tocar com a banda. O reencontro aconteceu 33 anos depois de sua última apresentação com o grupo. A participação marca um momento raro na história do Deep Purple, já que Blackmore foi um dos principais guitarristas durante sua fase mais conhecida e participou dos principais álbuns. Ritchie Blackmore pediu para tocar com Deep Purple Na noite anterior ao show, Ritchie Blackmore revelou a sua participação durante uma transmissão ao vivo no Instagram ao lado da esposa, Candice Night. “Provavelmente vou subir ao palco e fazer um bis com a banda Deep Purple”. O guitarrista contou que teve a iniciativa de ligar para o vocalista Ian Gillan e dar a ideia. “Na verdade, liguei… bem, não liguei para ele, enviei meu pombo-correio para o Ian Gillan em Portugal, onde ele mora atualmente. E perguntei: ‘O que você acharia se eu subisse ao palco só para um bis? Só uma das músicas. Não quero atrapalhar. E respondi: ‘Sem pressão, só para relembrar os velhos tempos.’ Tenho 81 anos agora. Então ele pareceu adorar a ideia, apresentou para a banda, recebeu a aprovação, e parece que vamos fazer isso mesmo”, disse ele. Ele continuou: “Vai ser bom ver os caras antigos de novo. Acho que estaremos todos de muletas e cadeiras de rodas e coisas do tipo, embora eu ache que o resto deles esteja bem. Mas, sim, é meio assustador. Não toco rock há 25 anos… […] Achei que seria uma boa ideia avisar algumas pessoas, já que acho que muita gente gostaria de ver isso. Então, espero que minha guitarra se mantenha afinada e que eu consiga tocar qualquer música que for tocada. Acho que é só uma música”. LEIA TAMBÉM: Relembre o motivo da saída de Richie Blackmore do Deep Purple Via: WikiMetal

Anitta faz versão de Bichos Escrotos, do Titãs, para o filme Corrida dos Bichos
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13/08/2026

Anitta faz versão de Bichos Escrotos, do Titãs, para o filme Corrida dos Bichos

Em meados dos anos 1980, as rádios ostentavam um cardápio apetitoso de hits roqueiros, e isso valia para as nossas pratas da casa e para os gringos. Entre os hits nacionais estava o sexto single do Cabeça Dinossauro, Bichos Escrotos, clássico dos Titãs. Como passou com sobras ao teste do tempo, a cantora pop Anitta fez uma versão de Bichos Escrotos, do Titãs, para o filme Corrida dos Bichos. A composição de Arnaldo Antunes, Sérgio Britto e Nando Reis ajuda criar o teor distópico presente no longa. A releitura do som teve produção de Tropkillaz e chegou às plataformas na última sexta-feira, dia 07 de agosto. A pegada rock n’ roll cedeu espaço para o funk carioca, estilo no qual a artista fez sua carreira. O clipe da versão funkeira de Bichos Escrotos saiu com imagens do filme. Confira: É importante dizer que Corrida dos Bichos tem direção de Fernando Meirelles, Rodrigo Pesavento e Ernesto Solis. O longa trás Anitta, Grazi Massafera, Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Matheus Abreu, João Guilherme, entre outras estrelas em seu elenco. Via: Rockbizz

“Essa coisa de heavy metal e rock n’ roll é muito de pai para filho”, afirma Andreas Kisser (Sepultura)
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12/08/2026

“Essa coisa de heavy metal e rock n’ roll é muito de pai para filho”, afirma Andreas Kisser (Sepultura)

Trocando uma ideia com a apresentadora Candice Pomi, do Tantos Tempos Podcast, o guitarrista Andreas Kisser (Sepultura) explicou como a música pode ajudar a gente envelhecer melhor. Ele citou a energia do rock como sopro vital para isto e exemplificou com as lendas do Rolling Stones. “A música é jovem! O rock n’ roll é jovem! O rock n’ roll tem um espirito espetacular. Você vê Mick Jagger e Keith Richards no palco, ou Chuck Berry com mais de oitenta anos fazendo turnê, tocando, com memória boa, tendo relacionamento com as pessoas, com os fãs, com a equipe, com a família”. Kisser seguiu sua reflexão trazendo o assunto para a realidade de sua banda: “O Sepultura tem 42 anos de história, então, a gente vê o garoto que estava ali no começo; agora vem com o filho ou com o sobrinho. Essa coisa de heavy metal e rock n’ roll é muito de pai para filho. A gente – roqueiro e metaleiro – não está muito preocupado com o que está número um na rádio ou nos charts das mais vendidas e tudo”. “A gente tem uma comunidade muito forte, que gosta do real”, ressaltou. “Não gosta de comprar pirata, compra o produto oficial, gosta de participar do show e é muito inclusivo. Então, isso mantém a gente jovem, atualizado”. Eis a conversa na íntegra no player abaixo: O último show do Sepultura vai acontecer no dia 07 de novembro no Mercado Livre Arena Pacaembu. O evento terá a participação do Metal Allegiance, Krisiun, Sacred Reich e a reunião de quem construiu essa trajetória. Via: Rockbizz

Primeiro baterista do Pearl Jam reaparece após saída de Matt Cameron
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12/08/2026

Primeiro baterista do Pearl Jam reaparece após saída de Matt Cameron

Dave Krusen, primeiro baterista do Pearl Jam, voltou a chamar a atenção dos fãs da banda. O músico participou de um vídeo do Drumeo em que analisa “Even Flow”, um dos clássicos de Ten (1991), álbum de estreia do grupo. Krusen integrou o Pearl Jam desde os primeiros anos da banda e participou das gravações de Ten, álbum que se tornou um dos principais registros do grunge. O baterista deixou o grupo em 1991, mesmo ano em que o disco chegou ao público, após enfrentar problemas relacionados ao alcoolismo. Atualmente, Krusen vive uma nova fase na carreira e voltou a aparecer em projetos ligados à música de Seattle. Recentemente participou de uma versão de “Loud Love”, clássico do Soundgarden, gravada pelo King Ultramega em uma iniciativa que celebra o legado de Chris Cornell. [via TMDQA!]. A participação de Dave Krusen no canal acontece em um momento de expectativa para o Pearl Jam. Matt Cameron deixou a banda em 2025, após 27 anos ocupando o posto de baterista. Desde então, o grupo ainda não revelou quem assumirá as baquetas. O novo baterista deve ser apresentado oficialmente durante o show do Pearl Jam no Ohana Festival, evento organizado por Eddie Vedder que acontecerá entre os dias 24 e 26 de setembro, nos Estados Unidos. Vale lembrar que o vocalista tem dois shows agendados no Brasil em novembro para o Best of Blues and Rock 2026. LEIA TAMBÉM: Vocalista do Live confirma que Pearl Jam foi cogitado para o Rock in Rio 2026 Via: WikiMetal

Phil Collins admite que um de seus hits dos anos 80 foi “80% improvisado”
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12/08/2026

Phil Collins admite que um de seus hits dos anos 80 foi “80% improvisado”

Durante uma entrevista para o programa Tracks of My Years, que vai ao ar pela BBC Radio 2, com Vernon Kay, Phil Phil Collins admitiu que um de seus hits dos anos 80 foi “80% improvisado”. “Imagino que muitas das minhas letras vêm de algum lugar. Eu raramente me sento para pensar sobre o que vou escrever. Nunca faço isso. Normalmente, quando estou tocando, algo costuma surgir quando estou tocando piano. E, se eu tiver sorte, algo se desenvolve, e então o que vou cantar meio que acompanha ou surge logo em seguida”. O frontman do Genesis destacou que “você só precisa de um ou dois versos, dois ou três versos, e você meio que sabe sobre o que vai ser ou qual é o sentimento, então muitas das letras são meio que improvisadas”. Phil seguiu exemplificando seu ponto: “In the Air Tonight foi quase 80% improvisado! Eu tinha esse som de acorde no teclado. Eu tinha esse som maravilhoso, que é o som que vocês ouvem na gravação”. Talvez eu tenha tocado uma ou duas vezes, mas com certeza não me esforcei muito na criação da música. Depois que descobri os acordes certos, programei a bateria eletrônica para criar um padrão interessante, toquei junto e foi assim que tudo começou”. “Depois que terminei, cantei junto com o que tinha gravado só para ter o som de uma voz ali. E as palavras que saíram naquele primeiro verso foram improvisadas. Foi assim que comecei a compor, e isso foi bem no início do processo de composição do que viria a ser Face Value. Pensei: ‘Bom, isso funciona. É assim que eu consigo fazer’”, completou. Face Value, debute solo de Phil, saiu em fevereiro de 1981 pela Virgin Records nos EUA e Atlantic Records no Reino Unido. O disco já vendeu mais de doze milhões de cópias por conta do hit In the Air Tonight. Via: Rockbizz

Projeto Contra-ICE reúne Kathleen Hanna, Tom Morello,  Ad-Rock e mais 30 músicos
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12/08/2026

Projeto Contra-ICE reúne Kathleen Hanna, Tom Morello, Ad-Rock e mais 30 músicos

Kathleen Hanna e Ad-Rock lançaram, nesta quarta-feira, 12, uma versão de “Let Me Love You”, parceria de DJ Snake e Justin Bieber. A faixa abre a divulgação da compilação Contra-ICE Vol. 1: ICE OUT, prevista para 02 de outubro. O projeto reúne música em uma iniciativa de apoio aos direitos de imigrantes nos Estados Unidos, em referência ao U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), agência federal responsável pela fiscalização das leis migratórias no país (via Rolling Stone). Segundo o coletivo Contra-ICE, a iniciativa funciona como uma resposta artística às ações da instituição contra comunidades de imigrantes. Todo o valor arrecadado será destinado a organizações que atuam diretamente com essas populações. Entre elas estão a National Day Laborer Organizing Network (NDLON) e a Unión del Barrio. O projeto reúne mais de 30 artistas A versão de “Let Me Love You” conta ainda com Money Mark, Fredo Ortiz e Frank Figueroa. Já a produção ficou por conta de Mario Caldato Jr., conhecido pelo trabalho com o Beastie Boys. Embora ainda não tenha explicado o motivo de escolha da faixa, Hanna celebrou a oportunidade de unir música e ativismo ao lado de pessoas próximas. A vocalista do Bikini Kill também destacou a atuação do Contra-ICE contra o fascismo e a supremacia branca (via Pitchfork). No entanto, o casal está longe de ser o único grande nome envolvido, já que a compilação terá 47 faixas e mais de 30 artistas de diferentes áreas. Entre os participantes estão Tom Morello, Jello Biafra, Fred Armisen, Fishbone, Ozomatli e David J, do Bauhaus. Morello contribui com a faixa “Pretend You Remember Me”. A fundadora do projeto, Dali Colorado, explicou que a curadoria buscou conduzir o público por diferentes emoções. Assim, o álbum passa por momentos de luto, raiva, resistência, esperança e, por fim, ação. Contra-ICE Vol. 1: ICE OUT será lançado digitalmente, em CD e vinil, no dia 02 de outubro, via SoundsGood. A versão de “Let Me Love You” já está disponível nas principais plataformas de streaming. LEIA TAMBÉM: Tom Morello lança “Date Night”, novo single de seu primeiro álbum solo de rock Via: WikiMetal

“Sempre tive uma atitude positiva em relação à vida; sempre que levo um golpe, levanto e recomeço”, diz Tony Iommi (Black Sabbath)
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12/08/2026

“Sempre tive uma atitude positiva em relação à vida; sempre que levo um golpe, levanto e recomeço”, diz Tony Iommi (Black Sabbath)

Na década de 1960, Tony Iommi trabalhou em uma fábrica de chapas metálicas em Birmingham, Inglaterra. Em seu último dia na indústria, ele sofreu um acidente trágico no qual perdeu as pontas dos dedos médio e anelar da mão direita. Mas este acidente não o impediu de se tornar um dos maiores guitarristas do mundo. Em bate-papo com a revista Metal Hammer, Tony falou sobre o seu inabalável estado de espírito positivo diante dos acontecimentos da vida. “Sempre tive uma atitude positiva em relação à vida”, disparou o Riff Master. “Sempre que levo um golpe, levanto e recomeço. Fiz isso quando perdi as pontas de dois dedos em um acidente de trabalho aos 17 anos”. Os médicos me disseram que eu não tinha esperança de voltar a tocar guitarra. Eu recusei a aceitar isso. Quando ouvi o que Django Reinhardt, o guitarrista de jazz, fazia com apenas dois dedos, isso me inspirou a encontrar uma maneira de seguir em frente e me tornar um músico. Depois disso, tudo era – e é – possível”, completou. E por falar em Tony Iommi, o músico vai lançar seu primeiro álbum solo em mais de 20 anos. From The Dark, que tem lançamento previsto para 23 de outubro de 2026 pela BMG, contará com a participação do vocalista norueguês Jørn Lande, da baixista do Mercyful Fate, Becky Baldwin, e do ex-baterista de Robbie Williams, Karl Brazil. O Riff Master atuou como coprodutor do álbum ao lado de Mike Exeter. Juntos, eles criaram um repertório de oito faixas poderosas e grandiosas que exibem o inconfundível trabalho de guitarra de Iommi. Via: Rockbizz

Relembre o motivo da saída de Richie Blackmore do Deep Purple
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12/08/2026

Relembre o motivo da saída de Richie Blackmore do Deep Purple

Muito antes de voltar a se apresentar com o Deep Purple – por mais que seja participação especial -, o guitarrista Ritchie Blackmore passou mais de três décadas afastado de qualquer envolvimento com o grupo. Isso aconteceu devido à sua conturbada saída da banda em novembro de 1993. Na época, o grupo britânico passava por uma reformulação após a saída do vocalista Joe Lynn Turner, e a gravadora BMG sugeriu que Ian Gillan retornasse ao posto para a gravação do álbum ironicamente intitulado The Battle Rages On, lançado no mesmo ano. Nenhum dos músicos estava feliz com isso, mas concordaram em tentar resolver suas diferenças e atuaram na composição ao longo de dez meses. No entanto, o álbum teve vendas fracas nos Estados Unidos, bem como o cancelamento de uma turnê norte-americana de 20 datas. Mesmo assim, o grupo decidiu sair em turnê pela Europa em setembro daquele ano, mas Blackmore já estava decidido a sair, motivado pela falha da gravadora e da banda em promover o primeiro single do álbum, a faixa “Anya”. Blackmore se irritou com a presença de um cinegrafista em show do Deep Purple A situação piorou ainda mais no dia 09 de novembro de 1993, durante show do Deep Purple em Birmingham, e que estava sendo filmada. Na ocasião, o guitarrista se ofendeu com a presença de um cinegrafista posicionado entre ele e o público e como forma de protesto, ele se recusou a se juntar à banda durante a primeira música do show, “Highway Star”. “Eu corri até o cara com a câmera, peguei um copo de água e joguei na lente para ele saber que tinha que recuar. Ele recuou, mas eu estava tão zangado porque a coisa toda foi um grande fiasco”, contou Blackmore [transcrição via Loudersound]. Com isso comprometimento de Blackmore com a banda já não existia e em 17 de novembro de 1993, em Helsinque, na Finlândia, ele fez seu último show como membro oficial da banda. Posteriormente, Ian Gillan afirmou que uma discussão amarga se seguiu no camarim naquela noite, ressaltando o que havia ocorrido ali havia sido “profundamente pessoal”. “O problema era que o Ritchie achava que o que a banda tinha era graças a ele – mas não era. “Ele era apenas um quinto dela”, afirmou o vocalista anos depois. LEIA TAMBÉM: Como surgiu o convite para Ritchie Blackmore tocar com Deep Purple Via: WikiMetal

Brad Gillis explica por que não compareceu ao último show de Ozzy Osbourne
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12/08/2026

Brad Gillis explica por que não compareceu ao último show de Ozzy Osbourne

Em conversa com o canal canadense The Metal Voice, o guitarrista Brad Gillis explicou por que não compareceu ao último show de Ozzy Osbourne. A apresentação, que levou o nome de Back To The Beginning, ocorreu no dia 05 de julho de 2025 no Villa Park, em Birmingham, Reino Unido. É importante lembrar que Brad tocou com o Madman em 1982, depois que Randy Rhoads morreu em um trágico acidente aéreo e o seu substituto imediato, Bernie Tormé, não deu conta do recado. “Eu não podia ir. Estava em turnê com minha banda [Night Ranger]. Não podia deixar todo mundo sem trabalho. E todo mundo queria que eu pagasse minhas próprias despesas, sei lá, mas eu estava pagando as minhas, em turnê. O que eu iria fazer? Cancelava a turnê e deixava 15 pessoas sem trabalho? Então, não dava. Não dava mesmo”. Gillis acrescentou: “Recebi um e-mail perguntando se eu tinha interesse em ir. Pensei a respeito e pensei: ‘Não posso fazer isso’. Eu queria muito. Nós [Night Ranger] estávamos em turnê. E o lugar onde tocaríamos na noite do show era um grande festival. Tinha 8 mil pessoas lá. Mas eu adoraria ter participado, mas as coisas são como são”. Brad Gillis fez parte da formação de Ozzy – que também incluía Rudy Sarzo (baixo), Tommy Aldridge (bateria) e Don Airey (teclado) – que tocou no álbum ao vivo de Speak Of The Devil, de 1982. Registrado em Irvine Meadows Amphitheater, na Califórnia, EUA, no dia 12 de junho de 1982, o lançamento em vídeo de Speak Of The Devil foi um retrato das performances de Osbourne na década de 1980, com encenação dramática e um setlist baseado em seus dois primeiros álbuns solo e alguns clássicos do Black Sabbath. Via: Rockbizz

Como surgiu o convite para Ritchie Blackmore tocar com Deep Purple
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12/08/2026

Como surgiu o convite para Ritchie Blackmore tocar com Deep Purple

Ritchie Blackmore anunciou que se juntará ao Deep Purple pela primeira vez em mais de três décadas em uma participação especial no show da banda nesta quarta-feira, 12, no Northwell at Jones Beach Theater, em Wantagh, Nova York. O guitarrista revelou a sua participação durante uma transmissão ao vivo no Instagram ao lado da esposa, Candice Night, na noite da última terça-feira, 11. “Provavelmente vou subir ao palco e fazer um bis com a banda Deep Purple”, disse ele [transcrição via Blabbermouth]. Em seguida, ele contou que teve a iniciativa de ligar para o vocalista Ian Gillan e dar a ideia. “Na verdade, liguei… bem, não liguei para ele, enviei meu pombo-correio para o Ian Gillan em Portugal, onde ele mora atualmente. E perguntei: ‘O que você acharia se eu subisse ao palco só para um bis? Só uma das músicas. Não quero atrapalhar. E respondi: ‘Sem pressão, só para relembrar os velhos tempos.’ Tenho 81 anos agora. Então ele pareceu adorar a ideia, apresentou para a banda, recebeu a aprovação, e parece que vamos fazer isso mesmo”, disse ele. Ele continuou: “Vai ser bom ver os caras antigos de novo. Acho que estaremos todos de muletas e cadeiras de rodas e coisas do tipo, embora eu ache que o resto deles esteja bem. Mas, sim, é meio assustador. Não toco rock há 25 anos… […] Achei que seria uma boa ideia avisar algumas pessoas, já que acho que muita gente gostaria de ver isso. Então, espero que minha guitarra se mantenha afinada e que eu consiga tocar qualquer música que for tocada. Acho que é só uma música”. Richie Blackmore confessa estar ansioso com a apresentação Richie Blackmore deixou o Deep Purple em novembro de 1993, após um show em Helsinque, durante a turnê de divulgação do álbum The Battle Rages On…, e desde então, não voltou a tocar com a banda. O reencontro acontece 33 anos depois de sua última apresentação com o grupo. A participação marca um momento raro na história do Deep Purple, já que Blackmore foi um dos principais guitarristas durante sua fase mais conhecida e participou dos principais álbuns. O guitarrista confessou que está ansioso para a apresentação: “Meu roadie está lá agora, montando meu amplificador”, explicou. “Vou usar um amplificador pequeno, mas muito potente. É o que eu uso quando gravo. Espero conseguir competir com o guitarrista Simon McBride [atual Deep Purple], porque vejo que ele tem amplificadores enormes atrás dele. Então, provavelmente será só uma música, já que faz um tempo. Troquei as cordas da minha Stratocaster, o que não fazia há mais de 25 anos… Espero que o cara lá na frente consiga aumentar o volume. Meu roadie está lá para a passagem de som.” Já sua esposa Candice Night revelou que a música que Richie tocará com o Deep Purple não será “Highway Star”, já que “eles abrirão [o show] com ‘Highway Star”. LEIA TAMBÉM: Blackmore’s Night cancela turnê devido “razões médicas” Via: WikiMetal

Slaughter To Prevail anuncia show em São Paulo para dezembro
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12/08/2026

Slaughter To Prevail anuncia show em São Paulo para dezembro

Slaughter to Prevail volta ao Brasil como atração do Liberation Festival 2026. A apresentação exclusiva no Brasil acontece no dia 12 de dezembro, em São Paulo, no Vibra São Paulo. Os ingressos já estão à venda por meio do site Clube do Ingresso. Combinando riffs esmagadores com uma brutalidade implacável, a banda ultrapassou todas as fronteiras do metal pesado e conquistou o topo dos maiores festivais do mundo. Com vocais abissais, breakdowns de impacto físico e uma imagem imediatamente reconhecível em uma ascensão que colocou o deathcore nos palcos principais dos grandes festivais internacionais, o Slaughter To Prevail retorna ao Brasil após sua astronômica estreia no país, em 2025. A edição também marca a volta do Liberation Festival após oito anos, que terá no lineup Dimmu Borgir, Testament e Charlotte Wessels. SERVIÇO – Liberation Festival 2026 Atrações reveladas: Dimmu Borgir, Charlotte Wessels + Testament + bandasData: 12 de dezembro de 2026Local: VibraEndereço: Avenida das Nações Unidas, 17955 São Paulo/SPIngressos: clubedoingresso.com/evento/liberationfest2026 1º lote:Pista: R$ 450, meia-entrada ou solidário; R$ 900, inteiraPista Premium: R$ 600, meia-entrada ou solidário; R$ 1.200, inteiraCamarote: R$ 700, meia-entrada ou solidário; R$ 1.400, inteira View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Crypta enfrenta críticas após anunciar turnê com Slaughter to Prevail Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne: “Crazy Train” atinge a marca de 1 bilhão de streams no Spotify
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12/08/2026

Ozzy Osbourne: “Crazy Train” atinge a marca de 1 bilhão de streams no Spotify

“Crazy Train”, um dos maiores sucessos da carreira de Ozzy Osbourne, atingiu a marca de 1 bilhão de streams no Spotify. Com isso, a faixa, presente no icônico álbum Blizzard of Ozz (1980), passou a fazer parte da playlist Billions Club, lançada em 2020 e destinada exclusivamente às canções que alcançam tal feito. “Crazy Train” se junta a lista de grandes faixas do rock e metal que já alcançaram a marca, incluindo “Nothing Else Matters”, “Enter Sandman” e “Master Of Puppets” do Metallica, “Dream On” do Aerosmith, “Eye Of The Tiger” do Survivor, “Last Resort” do Papa Roach, “Duality” do Slipknot, “Paradise City” do Guns N’ Roses, “Bring Me To Life” do Evanescence e “Jump” do Van Halen [via Blabbermouth]. Ozzy Osbourne ganhará casa mal-assombrada no ‘Halloween Horror Nights’ O Halloween Horror Nights do Universal Studios, presta homenagem a Ozzy Osbourne, ícone pioneiro do heavy metal, na casa assombrada original Ozzy Osbourne: Prince of Darkness, inspirada em sua carreira solo. Ao embarcar no Crazy Train, os visitantes entrarão em uma viagem assustadora por seu inquietante mundo rock and roll, a partir de 28 de agosto, no Universal Orlando Resort, e 03 de setembro, no Universal Studios Hollywood. Desenvolvido como um filme de terror vivo sob a ótica do Halloween Horror Nights, este memorial nada tradicional de Ozzy Osbourne abrangerá 45 anos, transportando os visitantes em uma jornada distorcida pela excêntrica carreira solo do artista, em experiências únicas tanto no parque em Orlando quanto em Los Angeles. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Disney lança coleção de roupas de vilões inspirada no heavy metal Via: WikiMetal

Morrissey e Johnny Marr se reúnem para lançamento inédito dos The Smiths
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12/08/2026

Morrissey e Johnny Marr se reúnem para lançamento inédito dos The Smiths

Morrissey e Johnny Marr deixaram suas diferenças de lado momentaneamente e trabalharam juntos na criação de um lançamento inédito em vinil de sete polegadas do The Smiths. A novidade faz parte do boxset Rough Trade 45s: Volume 2 com lançamento previsto para o dia 30 de outubro, pela Rough Trade Records. A pedido dos músicos, a coletânea incluirá um nono disco exclusivo criado especialmente para esta edição: um single focado na faixa “The Headmaster Ritual” (originalmente lançada no álbum Meat Is Murder, de 1985). Embora a música em questão tenha ganhado um compacto apenas na Holanda na época, ela nunca havia sido um single oficial da gravadora londrina até agora. A dupla também escolheu em conjunto o lado B do vinil: a canção “I Want The One I Can’t Have” (substituindo a faixa “Oscillate Wildly”, também presente na edição holandesa de 1985) [via NME]. Morrissey supervisionou a criação da nova arte da capa do vinil e, mantendo a tradicional estética do The Smiths de utilizar imagens clássicas de arquivo, selecionou uma foto de 1939 do ator americano Billy Halop. Para completar, tanto Morrissey quanto Marr contribuíram com textos inéditos para o encarte que acompanhará o lançamento. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: ‘The Queen Is Dead’: Relembre disco do The Smiths considerado um dos melhores do rock Via: WikiMetal

Ritchie Blackmore se apresentará com Deep Purple após 33 anos
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12/08/2026

Ritchie Blackmore se apresentará com Deep Purple após 33 anos

Ritchie Blackmore se juntará ao Deep Purple pela primeira vez em mais de três décadas. O guitarrista fará uma participação especial no show da banda nesta quarta-feira, 12, no Northwell at Jones Beach Theater, em Wantagh, Nova York. Blackmore revelou a sua participação durante uma transmissão ao vivo no Instagram ao lado da esposa, Candice Night, na noite da última terça-feira, 11. “Há algo que gostaríamos de mencionar sobre amanhã à noite… Bem, é um segredo e eu não quero que ninguém saiba, mas provavelmente vou subir ao palco e fazer um bis com a banda Deep Purple. Mas vocês não podem contar para ninguém, e eu sei que isso será mantido em segredo. E será? Acho que sim”, disse o guitarrista [transcrição via Blabbermouth]. Blackmore deixou o Deep Purple em 1993, e desde então, não voltou a tocar com a banda. O reencontro acontece 33 anos depois de sua última apresentação com o grupo. A participação marca um momento raro na história do Deep Purple, já que Blackmore foi um dos principais guitarristas durante sua fase mais conhecida e participou dos principais álbuns. “Na verdade, liguei… bem, não liguei para ele, enviei meu pombo-correio para o Ian Gillan [vocalista do Deep Purple] em Portugal, onde ele mora atualmente. E perguntei: ‘O que você acharia se eu subisse ao palco só para um bis? Só uma das músicas. Não quero atrapalhar. E respondi: ‘Sem pressão, só para relembrar os velhos tempos.’ Tenho 81 anos agora. Então ele pareceu adorar a ideia, apresentou para a banda, recebeu a aprovação, e parece que vamos fazer isso mesmo”, contou o guitarrista sobre como surgiu a ideia da participação. Ele continuou: “Vai ser bom ver os caras antigos de novo. Acho que estaremos todos de muletas e cadeiras de rodas e coisas do tipo, embora eu ache que o resto deles esteja bem. Mas, sim, é meio assustador. Não toco rock há 25 anos… […] Achei que seria uma boa ideia avisar algumas pessoas, já que acho que muita gente gostaria de ver isso. Então, espero que minha guitarra se mantenha afinada e que eu consiga tocar qualquer música que for tocada. Acho que é só uma música”. LEIA TAMBÉM: Ian Gillan nega aposentadoria e esclarece fala sobre Deep Purple Via: WikiMetal

Mídia búlgara tenta colocar na conta do heavy metal crime bárbaro em Plovdiv
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12/08/2026

Mídia búlgara tenta colocar na conta do heavy metal crime bárbaro em Plovdiv

Cinco adolescentes foram presos em conexão com o assassinato de um homem de 37 anos na Bulgária. O caso aconteceu recentemente, no dia 04 de agosto, na cidade de Plovdiv, que é um dos polos culturais do país. E como quatro dos cinco adolescentes acusados ​​de espancar Georgi Kuzev até a morte compareceram à audiência vestindo camisetas de bandas de metal – Powerwolf, Mayhem, Pantera e Sepultura -, a mídia búlgara tenta colocar na conta do heavy metal o crime bárbaro em Plovdiv. O tabloide 24 Chasa (24 Horas) publicou uma matéria cuja manchete foi “Black metal satânico reúne assassinos adolescentes de Plovdiv”. Segundo o tabloide, as bandas “enviam mensagens agressivas e dão o exemplo de violência brutal para seus fãs”. Além do jornal, o canal de televisão búlgaro Nova noticiou que as camisetas “levaram a muitas especulações de que foram os interesses musicais dos jovens que os levaram a demonstrar agressividade”. Diversos artistas e bandas de heavy metal, como Ozzy Osbourne, Marilyn Manson e Judas Priest, já foram acusados ​​de incitar comportamento violento. No entanto, eles nunca foram considerados legalmente responsáveis por um crime cometido por seus fãs. Prisão O Tribunal Distrital de Plovdiv decidiu na última sexta-feira, 07, que os cinco adolescentes devem permanecer sob custódia. Um juiz afirmou que havia provas suficientes para presumir razoavelmente que os réus atacaram Kuzev e que não havia provas que sugerissem que a vítima os provocou. Dois dos acusados ​​estão recorrendo da decisão, e o recurso será analisado pelo tribunal na quinta-feira (13 de agosto). Via: Rockbizz

Crazy Train, de Ozzy Osbourne, ultrapassa um bilhão de reproduções no Spotify
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11/08/2026

Crazy Train, de Ozzy Osbourne, ultrapassa um bilhão de reproduções no Spotify

Ter uma ou mais músicas que alcançaram a casa do bilhão nas plataformas de streaming é um feito para se comemorar. A conquista fica ainda mais especial se o artista ou banda é da cena rock e metal, pois é – na maioria das vezes – algo orgânico, com o apoio dos fãs. E quem entrou neste seleto hall é o clássico Crazy Train, de Ozzy Osbourne, que ultrapassou um bilhão de reproduções no Spotify. O Billions Club é uma playlist de 2020 que inclui todas as músicas do Spotify que ultrapassaram um bilhão de reproduções na plataforma. Após essa conquista, o Spotify presenteia os artistas com a placa do Billions Club. Além de Ozzy, o rock e metal estão representados por Nothing Else Matters, Enter Sandman e Master Of Puppets, do Metallica, Dream On, do Aerosmith, Eye Of The Tiger, do Surviver, Duality, do Slipknot, Paradise City, do Guns N’ Roses, Jump, do Van Halen, entre outras. Crazy Train, que está no repertório do debute solo do Madman, Blizzard Of Ozz, saiu originalmente como primeiro single do disco em setembro de 1980. A faixa ajudou o álbum bater a marca de seis milhões de cópias vendidas em todo mundo. Via: Rockbizz