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Jim Root sobre saída de Sid Wilson do Slipknot: “Não sabia em que acreditar”
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17/08/2026

Jim Root sobre saída de Sid Wilson do Slipknot: “Não sabia em que acreditar”

Jim Root, guitarrista do Slipknot, retratou-se sobre uma postagem anterior, admitindo que nem ele sabia em que acreditar após rumores da saída de Sid Wilson se confirmarem. Há algumas semanas, o TMZ informou que o DJ havia sido permanentemente desligado do grupo. Na ocasião, o guitarrista fez um stories no Instagram pedindo cautela aos fãs: “Não acredite em tudo o que lê. Pare. Pense. Respire fundo. Reflita um pouco sobre isso. Talvez. Quem sabe até mesmo esperar até que haja mais informações”. Na última sexta-feira, 14, o Slipknot emitiu um comunicado afirmando que Sid Wilson não faria mais parte da banda. “A partir deste momento, o Slipknot não será mais associado a Sid Wilson. Nós desejamos o melhor a ele em seus futuros empreendimentos”. A banda apagou a mensagem minutos depois. No entanto, tudo indica que a declaração inicial de Jim Root tinha mais nuances. Um novo comentário atribuído ao guitarrista passou a circular entre os fãs do Slipknot após o breve anúncio da banda sobre a saída de Sid Wilson [via ThePRP]. “Você nem acreditaria no que escrevi. Na época em que escrevi… eu não sabia em que acreditar. Mas mantenho o que disse. Ainda acho que ninguém deveria acreditar em tudo o que lê. Só o tempo dirá. Como aconteceu com aquele meu post que não envelheceu bem.” Stacy Thomson também esclarece reação sobre Sid Wilson Jim Root não foi o único nome ligado ao Slipknot a rever uma manifestação sobre o caso. Stacy Thomson, esposa do guitarrista Mick Thomson, também havia publicado uma mensagem enigmática após os primeiros relatos sobre Wilson, interpretada por fãs como uma crítica às informações que circulavam na época. “A namorada do irmão do namorado da irmã da minha melhor amiga ouviu de um cara que conhece um garoto que está namorando uma garota que viu o Ferris desmaiar no 31 Flavors ontem à noite. Acho que a coisa é séria.” Depois da confirmação da saída de Wilson, Stacy respondeu aos comentários dos fãs explicando que os relatos iniciais não correspondiam ao que estava acontecendo naquele momento. “Ah, parem com isso, não era verdade quando o TMZ publicou. E garanto a vocês que TODOS os caras SEMPRE dão chances”, disse ela. O que motivou a saída de Sid Wilson Segundo o site TMZ, uma pessoa próxima à banda relatou que a convivência entre Wilson e os demais integrantes vinha se tornando cada vez mais difícil. As diferenças teriam aumentado nos últimos anos, tornando a permanência do DJ praticamente insustentável. “A decisão foi tomada depois que o grupo finalmente se cansou do comportamento de Sid, principalmente da maneira como ele tratava seus colegas de banda”, revelou a fonte. A fonte também afirmou que o desligamento não foi motivado por um único episódio. Em vez disso, a decisão teria sido tomada após um longo período de atritos internos, embora nenhum detalhe específico sobre esses conflitos tenha sido revelado. A saída de Sid Wilson amplia a lista de mudanças na formação do Slipknot ao longo dos últimos anos. A banda perdeu o baixista Paul Gray, falecido em 2010, e separou-se de Joey Jordison em 2013 – o baterista morreu em 2021, aos 46 anos, de causas não reveladas. Em março de 2019, Chris Fehn (percussão) foi demitido após levar os integrantes do Slipknot para o Tribunal de Justiça, alegando que não havia sido devidamente remunerado ao longo dos vinte anos de parceria. Em 2023, Craig Jones (sampler) saiu sem explicações e Jay Weinberg (substituto de Joey Jordison) também foi demitido. Os postos foram assumidos por Michael “Tortilla Man” Pfaff, músico de turnês não identificado na época, e o brasileiro Eloy Casagrande. O substituto de Craig Jones segue sem confirmação oficial. Após a declaração oficial da banda, Wilson alterou a biografia de seu Instagram para indicar o período em que fez parte do Slipknot, com a inscrição “1997-2026”. A mudança foi interpretada como uma confirmação de sua saída. LEIA TAMBÉM: Kelly Osbourne exige pensão de Sid Wilson após suposta demissão do Slipknot Via: WikiMetal

Ritchie Blackmore sobre reunião com o Deep Purple: “Eu estava lá para rever velhos amigos que não via há 40 anos”
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17/08/2026

Ritchie Blackmore sobre reunião com o Deep Purple: “Eu estava lá para rever velhos amigos que não via há 40 anos”

Ritchie Blackmore subiu ao palco com o Deep Purple pela primeira vez em mais de três décadas durante show da banda na última quarta-feira (12 de agosto), no Jones Beach Theater em Wantagh, Nova York, Estados Unidos. O guitarrista de 81 anos, que se apresentou pela última vez com o grupo britânico em 1993, juntou-se à banda para tocar o clássico Smoke On The Water, música que encerrou o show em Wantagh. Agora, Blackmore, em conversa com a Guitar Player, falou sobre o sentimento da reunião com o antigo grupo de rock. “Foi muito emocionante, porque entrei muito rápido e tive que tocar imediatamente”. Ele acrescentou: “Não consegui fazer o aquecimento, mas não estava lá para tocar as notas certas. Eu estava lá para rever velhos amigos que não via há 40 anos, e estamos todos envelhecendo. Acho que nos demos conta de que talvez fosse a última vez que nos veríamos”. “Não toquei nada muito técnico, pois senti que deveria me ater aos fundamentos da simplicidade”, pontuou o músico. “Cheguei a perder o fio da meada em certo momento, mas não foi por isso que eu estava lá. Eu estava lá para curar feridas – mas não havia feridas. Era como se tivéssemos servido juntos no exército, e estivéssemos nos reencontrando. Um momento muito emocionante”. O virtuoso Blackmore foi um dos fundadores do Deep Purple e escreveu muitos de seus riffs mais memoráveis, incluindo Smoke On The Water, Highway Star e Perfect Strangers. Ele não tocava com o grupo desde sua saída em 1993, quando resolveu seguir outro caminho artístico com o grupo Blackmore’s Night. Via: Rockbizz

Governo fascista e ditadura nos querem ignorantes para nos controlar, segundo Andreas Kisser (Sepultura)
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17/08/2026

Governo fascista e ditadura nos querem ignorantes para nos controlar, segundo Andreas Kisser (Sepultura)

Durante entrevista ao The Adventures Of Pipeman, o guitarrista e líder do Sepultura, Andreas Kisser, refletiu sobre como governos autoritários aprenderam que controlar a arte é um atalho para reprimir qualquer ideia contrária às suas convicções e aspirações. “Eles têm medo da arte e da cultura”, começou Kisser. “Em um governo fascista ou ditadura, os primeiros a sofrer são as artes – cinema, música, pintura, poema, jornal, livro e assim por diante. Elas são as primeiras. Por que queimam livros? Porque eles transformam as pessoas. Porque a arte toca você de uma maneira muito singular”. Andreas completou sua breve análise: “É um processo de autoconhecimento! Observar uma pintura, pintar você mesmo, ouvir música ou qualquer outra forma de arte – tudo isso ajuda no autoconhecimento e na evolução, na auto evolução. E é por isso que as pessoas têm medo. Porque eles nos querem ignorantes para poderem nos controlar. Dividir para governar”. E por falar em Andreas Kisser, o último show do Sepultura vai acontecer no dia 07 de novembro no Mercado Livre Arena Pacaembu. O evento terá a participação do Metal Allegiance, Krisiun, Sacred Reich e a reunião de quem construiu essa trajetória. Via: Rockbizz

Linkin Park faz a maior turnê de sua história com Emily Armstrong e arrecada 251 milhões de dólares
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16/08/2026

Linkin Park faz a maior turnê de sua história com Emily Armstrong e arrecada 251 milhões de dólares

Depois da morte de Chester Bennington em julho de 2017, o Linkin Park ficou alguns anos fora de circulação e longe dos palcos. A realidade do grupo mudou em 2024, quando anunciou a sua volta com a vocalista Emily Armstrong (Dead Sara) e com o baterista Colin Brittain. A volta do grupo rendeu um álbum completo de canções inéditas, o qual se chama From Zero e saiu em 15 de novembro de 2025 pela Warner Records. Além disso, a banda não fez corpo mole e caiu na estrada para promover o trabalho. E este retorno aos palcos proporcionou ao grupo a sua maior e mais lucrativa turnê. Segundo informações da Billboard, os caras arrecadaram 251 milhões de dólares e venderam 2,2 milhões de ingressos em 80 shows. A From Zero World Tour aconteceu entre 11 de setembro de 2024 a 30 de junho de 2026. Nesta janela de tempo, a banda passou pelo México, Ásia, Estados Unidos, Europa, EUA, Canadá, América do Sul, Ásia novamente, Oceania e uma última passagem pela Europa. A Europa foi o maior mercado da turnê, gerando 105,9 milhões de dólares com 909 mil ingressos vendidos em 19 shows. Apesar de representar menos de 25% dos shows da turnê, o continente contribuiu com mais de 40% do faturamento e da bilheteria totais. O Brasil e a Alemanha contribuíram para montante final positivo, pois nos dois shows em Munique (11 e 12 de junho de 2025) o grupo vendeu 101 mil ingressos e nos dois concertos em São Paulo (15 e 16 de novembro de 2024) o público foi de 97 mil pessoas. Em última análise, a arrecadação total da From Zero World Tour superou em mais de dez vezes qualquer turnê anterior do Linkin Park. Embora a arrecadação de muitos dos primeiros shows do Linkin Park não tenha sido divulgada, mesmo ajustando proporcionalmente os números das turnês anteriores para compensar as datas perdidas, a turnê mais recente ainda está pelo menos quatro vezes à frente. Via: Rockbizz

Abbath encerra show após tocar por apenas cerca de dois minutos
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15/08/2026

Abbath encerra show após tocar por apenas cerca de dois minutos

Na última sexta-feira, dia 14 de agosto, o Abbath encerrou abruptamente sua apresentação no festival SaariHelvetti, em Tampere, Finlândia, após tocar por apenas cerca de dois minutos. Imagens amadoras gravadas por fãs mostram o cantor e líder Abbath, cujo nome verdadeiro é Olve Eikemo, sem sua característica indumentária de palco, ao contrário dos outros membros da banda. É possível ver também que o músico jogou sua guitarra no palco e saiu de cena. Segundo a revista finlandesa Inferno, o baterista Ukri Suvilehto foi até ao público da frente do palco e explicou que o músico estava enfrentando problemas de saúde. “Digamos apenas que provavelmente não será surpresa para ninguém que nosso vocalista esteja com problemas de saúde, então lamentamos muito se este show foi interrompido”. disse Ukri. “No entanto, nós, como profissionais dedicados, estamos preparados para tudo. De qualquer forma, obrigado e desculpem. Fizemos tudo o que podíamos”. Os organizadores do festival confirmaram posteriormente que a apresentação do grupo caiu por terra devido a problemas de saúde do cantor. Até o momento não há mais detalhes sobre o que realmente aconteceu com o artista norueguês. Via: Rockbizz

Avatar fará única apresentação no Brasil em janeiro de 2027
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15/08/2026

Avatar fará única apresentação no Brasil em janeiro de 2027

No dia 10 de janeiro de 2027, no Carioca Club, em São Paulo, acontecerá o primeiro show da banda alemã Avatar como atração principal no Brasil. A apresentação faz parte da turnê Don’t Go In The Forest ’27. Ingressos à venda no Clube do Ingresso. Até agora, a relação do Avatar com o público brasileiro coube no tempo apertado de shows de abertura e festivais. A banda esteve em Curitiba, Ribeirão Preto e São Paulo com o Iron Maiden em 2022 e voltou dois anos depois para o Summer Breeze Brasil. Foi nessa última passagem que os músicos perceberam uma mudança diante do palco: pela primeira vez, enxergaram uma plateia formada por pessoas que estavam ali também por causa deles. Johannes Eckerström falou sobre essa diferença em recente entrevista à imprensa nacional. O vocalista chamou as visitas anteriores de “férias”, por causa dos sets de aproximadamente 40 minutos e apontou o que ainda faltava: um show completo, de duas horas. Esse tempo faz diferença na música do Avatar. Os arranjos mudam de direção entre as linhas harmonizadas do death metal melódico de Gotemburgo, riffs de heavy metal tradicional, grooves pesados e refrões construídos para atravessar casas e estádios. Jonas “Kungen” Jarlsby e Tim Öhrström puxam as duas guitarras, Henrik Sandelin e John Alfredsson mantêm baixo e bateria em movimento constante, enquanto Johannes usa voz, rosto e corpo para conduzir as canções. Iluminação, vídeos, figurinos e objetos de cena acompanham o mesmo ritmo, como partes da composição. Formado em 2001 em Mölndal, na região metropolitana de Gotemburgo, o Avatar passou quase uma década e lançou três discos antes que a maquiagem de Johannes aparecesse durante a criação de Black Waltz, em 2012. O visual nasceu sobre uma identidade musical que já carregava peso e história e, desde então, cresceu junto com ela. A formação atual, completada pelos cinco músicos, permanece estável há cerca de 15 anos. A turnê que chega ao Brasil carrega Don’t Go In The Forest, décimo álbum de estúdio da banda, lançado em outubro de 2025 com produção de Jay Ruston. A floresta do título guarda lembranças, medos, fantasias, tabus e pensamentos que as pessoas aprendem a evitar, mas que continuam abrindo caminho por dentro. Essa ideia ganha diferentes formas no disco: Tonight We Must Be Warriors avança como um chamado coletivo, In The Airwaves acelera as guitarras, Captain Goat mistura mitologia a uma cadência marítima e Death And Glitz observa como a morte real vira produto e entretenimento. O álbum sucede Dance Devil Dance, trabalho que levou a música The Dirt I’m Buried In ao primeiro lugar da parada Mainstream Rock Airplay da Billboard. A faixa deu ao Avatar seu primeiro número 1 no ranking. Antes, a banda fez sucesso nas rádios de rock dos Estados Unidos com New Land, que alcançou a posição 20 na parada de canções de rock mainstream da Billboard em maio de 2017. Em outubro de 2025, 8 mil pessoas acompanharam o show de lançamento de Don’t Go In The Forest na Cidade do México, a maior apresentação própria da trajetória da banda até então. Além disso, em 2026, o quinteto levou essa produção a quatro estádios europeus como convidado da turnê M72, do Metallica. SERVIÇO: Avatar – Don’t Go In The Forest ’27Data: domingo, 10 de janeiro de 2027Abertura da casa: 18h30 | Show: 20hLocal: Carioca Club PinheirosEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo/SPClassificação: 16 anosIngressos: a partir de R$ 230,00 (Pista, 1º lote) e R$ 290,00 (Camarote, 1º lote)Vendas: clubedoingresso.com/evento/avatar-cariocaclub Via: Rockbizz

Courtney Love diz que passou perrengue com sua saúde: “Quase morri e perdi todo o meu cabelo”
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15/08/2026

Courtney Love diz que passou perrengue com sua saúde: “Quase morri e perdi todo o meu cabelo”

A saúde é nossa maior prioridade! E quando ela começa a dar sinais de desequilíbrio, temos que correr para achar uma solução e fazer tudo voltar ao prumo para nos garantir qualidade de vida e longevidade. E quem passou perrengue com a saúde foi Courtney Love, líder do Hole. Em vídeo publicado nas reses sociais, ela disse que seu corpo simplesmente “explodiu” e que ela frequentemente estava em hospitais. Sem fornecer muitos detalhes, Love falou: “Eu quase morri! Perdi todo o meu cabelo. Eu pesava cerca de 45 quilos. E me disseram que eu ia morrer. Eu não acreditei neles”. Para arrematar o assunto, Courtney completou: “No entanto, de alguma forma, estou melhor. A minha saúde está incrível”. No mesmo vídeo, a cantora falou brevemente sobre seu novo álbum: “Muitos de vocês estão perguntando sobre o meu disco. Ele está pronto. Ou melhor, já está quase pronto. É um disco muito bom. Me dediquei bastante a ele”. Veja: Via: Rockbizz

Andi Deris adora o fato do Helloween ter dois vocalistas: “Isso é puro luxo”
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15/08/2026

Andi Deris adora o fato do Helloween ter dois vocalistas: “Isso é puro luxo”

Anos atrás o Helloween fez o que os fãs sonhavam mas já tinham perdido a esperanças de um dia se realizar: ter Michael Kiske de volta ao time. Isto não só aconteceu, como também ganhou o adicional da presença do Kai Hansen, primeiro frontman do grupo. A união de forças rendeu dois álbuns de estúdio: Helloween (2021) e Giants & Monsters (2025) e turnês ao redor do mundo. Em entrevista ao podcast Meet My Guest, Andi Deris, substituto de Kiske, comentou que adora o fato do Helloween ter dois vocalistas. Para ele, “isso é puro luxo”. “Ter mais de um cantor ajuda muito, porque compartilhar significa mais conforto. Compartilhar significa ter um pouco mais de pausas para se acalmar, então deixo o Michael cantar a música dele e eu fico bem de novo depois de cinco minutos e consigo me apresentar muito melhor do que se tivesse que continuar sem uma pausa”. Deris continuou: “Esse é o luxo de ter dois cantores. Michael sempre diz que temos dois cantores e meio. Sim, mas isso é puro luxo, na verdade. Puro luxo. E isso provavelmente nos dá um passe livre para continuarmos por mais 10 ou 15 anos sem irritar o público, porque podemos compartilhar”. “E na sala de ensaio você analisa a situação e pensa: ‘Talvez a ordem das músicas não esteja funcionando porque eu preciso de uma pausa aqui. Senão, minha voz ficará ferrada’. Todas essas coisas você pode fazer porque tem dois ou três cantores”, finalizou Andi. O Helloween está na estrada com a 40 Years Anniversary Tour, que é, como o nome já entrega, a celebração às suas quatro décadas de vida. Além dos clássicos, o septeto – Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra, vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria) – toca canções de seu mais novo registro de estúdio, o décimo sétimo de sua carreira, que se chama Giants & Monsters. Via: Rockbizz

Supla explica por que é rico de esquerda e dispara: “Eu só quero um país mais justo”
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15/08/2026

Supla explica por que é rico de esquerda e dispara: “Eu só quero um país mais justo”

Nas redes sociais, Supla – Eduardo Smith de Vasconcellos Suplicy – tem o costume de responder perguntas dos internautas. As questões, em sua grande maioria, são de cunho despretensioso e leve, no entanto, algumas perguntas vão para caminhos mais espinhosos como política. Em um vídeo recente, Supla explicou por que é rico de esquerda. A posição do roqueiro surgiu após o seguinte questionamento de um internauta: “Por que sua família prega socialismo e vive o melhor do capitalismo?” O cantor respondeu: “Champs, não é essa a questão! Não é porque eu vim de uma família que pôde me dar boas escolas e uma boa educação, que eu não posso sentir a dor dos outros, não ter empatia pelo outro, você está ligado?” Ele completou: “As pessoas só querem andar pelas próprias pernas! O que adianta está bom para você e para milhões de outras pessoas não está legal. Eu só quero um país mais justo, onde as pessoas possam ter boas condições, que nem eu tive. Qual o problema?” Supla está na estrada com a turnê Nada Foi Em Vão, que celebra seus 40 anos de carreira. A tour vai passar por cidades como Praia Grande, São José do Rio Preto e Ribeirão Pires. Além disso, em setembro, ele fará From Bach To Supla, concerto que reúne o maestro João Carlos Martins. O show mistura erudição, irreverência e emoção, e propõe uma travessia musical entre diferentes gêneros, gerações e sensibilidades artísticas. Via: Rockbizz

Pentagram faz despedida com show memorável em São Paulo
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15/08/2026

Pentagram faz despedida com show memorável em São Paulo

Na última quinta-feira, 13, o Fabrique Club, em São Paulo, recebeu uma das noites mais aguardadas pelos seguidores do doom metal. Com a casa cheia, o Pentagram retornou à capital paulista como parte da Farewell Tour: Last Latin American Run 2026, anunciada como a última passagem da banda pelos palcos latino-americanos.Liderada pelo lendário Bobby Liebling, a banda mostrou que, mesmo depois de mais de cinco décadas de história, ainda possui força suficiente para transformar uma apresentação em um grande evento. Sem grandes produções, a banda apostou justamente naquilo que sempre fez melhor: volume, peso e atmosfera. Tudo isso com amplificadores valvulados, rejeitando qualquer equipamento digital para preservar a essência crua e analógica que define o estilo desde os anos 1970, diante de um público sedento por cada acorde. A abertura da noite ficou por conta da Fuzzly, um dos nomes mais respeitados do stoner rock nacional. Vinda de Cuiabá (MT), a banda trouxe ao Fabrique Club uma sonoridade marcada por riffs pesados, guitarras carregadas de fuzz e atmosferas psicodélicas, criando uma combinação que dialogou perfeitamente com o doom do Pentagram. Na apresentação, o trio não apenas cumpriu o papel de aquecer a casa: conquistou o público, que respondeu positivamente ao peso e à intensidade da performance. A recepção calorosa mostrou que a escolha da banda para dividir a noite com uma lenda como o Pentagram foi mais do que acertada, estabelecendo, desde cedo, o clima pesado e psicodélico que dominaria o Fabrique Club. Apresentação espontânea, imprevisível e sem preocupação com formalidades Sem pompa alguma, Bobby Liebling (vocais), Tony Reed (guitarra), Scooter Haslip (baixo) e Henry Vasquez (bateria) subiram ao palco minutos antes da apresentação para testar seus instrumentos. Com tudo pronto, a formação, responsável também por Lightning in a Bottle, lançado em 2025, começou a noite justamente com material dessa nova fase. Mas, antes da primeira música, Liebling olhou para o público e perguntou: “Como vocês estão?”. A resposta veio com um caloroso “Yeah!”, preparando o terreno para “Live Again”. Na sequência, “Starlady” ganhou uma dedicatória especial: “Essa é para uma garota da minha cidade”, explicou Bobby. A clássica “The Ghoul” veio logo depois, apresentada como uma homenagem “para aquelas pessoas que gostam da noite como nós”. A cada música, a conexão entre banda e público ficava mais evidente, enquanto Tony Reed e Scooter Haslip construíam uma parede sonora pesada, e Henry Vasquez mantinha tudo funcionando como uma máquina de precisão. Depois de uma breve pausa, Bobby Liebling voltou ao palco segurando uma garrafa aparentemente de Jägermeister. Sem cerimônia, levou a bebida diretamente à boca e brindou com os fãs, provocando uma grande euforia. O momento resume bem a personalidade da apresentação: espontânea, imprevisível e absolutamente distante de qualquer preocupação com formalidades. Em “I Spoke to Death”, o vocalista contou que, durante o longo voo até o Brasil, refletiu sobre uma conversa que teve com a própria morte. Como se fosse uma extensão da história narrada por Bobby, um grande chiado surgiu no sistema e permaneceu durante boa parte da música, acrescentando uma camada inesperada à atmosfera sombria. “Sinister” veio em seguida, introduzida com a frase de que, quando conversou com o mal, achou Lucifer “sinistro”. Já “When the Screams Come” levou o público ao limite e terminou sob uma enorme ovação, deixando evidente que aquela não seria uma apresentação tratada como simples compromisso de turnê. O legado de Bobby Liebling e do Pentagram viverá para sempre A sequência seguinte manteve a intensidade com “Sign of the Wolf (Pentagram)”, acompanhada por um sonoro uivo de Bobby, que brincou dizendo que a música era sobre um cachorro, arrancando risadas dos fãs. O peso continuou em “Dull Pain”, antes de “Review Your Choices” e “Thundercrest” ampliarem a dimensão mais tradicional do doom praticado pelo quarteto. Embora Lightning in a Bottle seja um trabalho recente, a nova formação demonstrou que suas músicas convivem naturalmente com o repertório clássico do Pentagram. O disco, lançado em 31 de janeiro de 2025, marcou o retorno da banda aos estúdios após quase uma década e reuniu Liebling com Reed, Haslip e Vasquez. No palco, essa combinação funcionou de maneira particularmente convincente, sem tentar reproduzir artificialmente o passado, mas mantendo intacta a identidade que transformou o Pentagram em uma das referências fundamentais do doom metal. Em “Walk the Sociopath”, o clima atingiu outro patamar. “Que público incrível! Sem brincadeira, é o melhor público do mundo!”, declarou Bobby, claramente impressionado com a recepção paulistana. E foi também nesse momento que o vocalista voltou a exibir aquelas expressões faciais intensas e quase hipnóticas que se tornaram uma de suas marcas registradas. A performance de Liebling, que transcende sua voz, transformou cada olhar, gesto e movimento em parte do espetáculo. Quando deixou o palco, os gritos exigiram naturalmente o retorno da banda. Bobby voltou fumando e sendo ovacionado e, para o bis, não poderia haver escolha melhor: “Forever My Queen”, um dos clássicos mais aguardados da noite, fez o Fabrique Club tremer. A música mostrou por que o repertório antigo continua sendo tão reverenciado e por que o Pentagram ocupa um lugar tão especial na história do metal. Se a Last Latin American Run 2026 realmente representa a despedida do Pentagram dos palcos latino-americanos, a banda escolheu uma maneira digna de escrever esse capítulo. Sem pirotecnia, sem equipamentos digitais dominando a sonoridade e sem qualquer necessidade de transformar sua música em algo que ela nunca foi. Apenas Bobby Liebling, seus companheiros, amplificadores valvulados, riffs pesados e um público completamente entregue. Em uma noite memorável em que o doom reinou absoluto, o Pentagram deixou no Fabrique Club a certeza de que o legado de Bobby Liebling e da banda viverá para sempre. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

Slipknot anuncia oficialmente a saída de Sid Wilson
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15/08/2026

Slipknot anuncia oficialmente a saída de Sid Wilson

Depois de muito boatos e incertezas pairando no ar, o Slipknot anunciou oficialmente a saída de Sid Wilson. A banda compartilhou nesta sexta-feira, 14, uma nota em seu Instagram confirmando a saída do DJ e tecladista. No comunicado, o grupo escreveu: “A partir de agora, o Slipknot não estará mais associado a Sid Wilson. Desejamos-lhe tudo de bom em seus futuros empreendimentos”. Curiosamente, o conjunto apagou o story do Instagram logo após publicá-lo. No entanto, a declaração já havia sido vista e capturada por inúmeros fãs, com imagens do anúncio circulando rapidamente nas redes sociais. Além disso, é importante ressaltar que a nota da banda foi curta e sem detalhes dos motivos que a levaram tomar uma decisão tão drástica. Atualmente, da formação considerada clássica, a banda não conta mais com os trabalhos de Craig Jones (DJ e teclado), Chris Fehn (percussão), Joey Jordison (bateria) e Paul Gray (baixo). Joey faleceu enquanto dormia em 2021 e Paul morreu de overdose em 2010. Via: Rockbizz

Slipknot confirma demissão de Sid Wilson, mas apaga post em seguida
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15/08/2026

Slipknot confirma demissão de Sid Wilson, mas apaga post em seguida

Após duas semanas de rumores, o Slipknot anunciou oficialmente nesta sexta-feira, 14, a demissão do DJ Sid Wilson, no entanto apagou a publicação minutos depois. Em suas redes sociais, o grupo havia publicado uma nota direta e sem explicar mais detalhes sobre a decisão, afirmou apenas que não estava mais relacionada ao músico e lhe desejou sorte em seus futuros projetos. “A partir deste momento, o Slipknot não será mais associado a Sid Wilson. Nós desejamos o melhor a ele em suas futuros empreendimentos”, escreveu a banda. Cerca de dez minutos após a postagem, o grupo apagou a publicação, utilizando a mesma estratégia que foi adotada na demissão do tecladista e sampler Craig Jones em 2023, por exemplo. Post de demissão de Sid Wilson. Crédito: Reprodução/Instagram Sid Wilson havia se apresentado como DJ Slipknot em evento dias antes do anúncio Em participação no World Scratch Invitational, na última semana, onde atuou como coapresentador do evento, Sid chegou a se declarar como o integrante de número 0 da banda. “E aí, pessoal? Sid, DJ Starscream/#0, do mundialmente famoso Slipknot, como vocês estão esta noite?”, declarou no evento [transcrição via Loudwire]. LEIA TAMBÉM: Chris Fehn, ex-Slipknot, sobre saída da banda: “Não sinto falta disso” Via: WikiMetal

System of a Down e Faith no More no Brasil: Vídeo misterioso gera expectativas
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14/08/2026

System of a Down e Faith no More no Brasil: Vídeo misterioso gera expectativas

Um teaser surgiu pelas ruas do Rio de Janeiro e aumentou as expectativas de uma passagem da turnê conjunta do System of a Down e Faith no More pelo Brasil. O vídeo misterioso foi visto em vários pontos da cidade, mostrando uma mão aberta vermelha, imagem famosa por estampar a capa do primeiro álbum do System of a Down. Também aparece no vídeo uma estrela de oito pontas, famoso símbolo do Faith No More. Nenhum anúncio oficial foi feito até o momento. Recentemente, o Faith No More anunciou que será a banda de abertura da turnê do System Of A Down pela Austrália e Nova Zelândia, marcada para janeiro e fevereiro de 2027. Parceria com produtora brasileirea 30e Em janeiro, a produtora brasileira 30e anunciou uma parceria global com o System of a Down para organizar turnês, ações de marketing e outros projetos ligados aos shows da banda. O acordo foi firmado após a bem-sucedida turnê pela América Latina em 2025, que incluiu cinco apresentações no Brasil e foi produzida pela própria empresa. Em junho, o Faith No More também oficializou um acordo global com a 30e para a realização de turnês internacionais. A 30e celebrou a turnê conjunta entre os grupos por meio de uma nota nas redes sociais: “Esse anúncio marca mais um passo da 30e na construção de projetos internacionais impulsionados pelos global deals firmados com as duas bandas. Diretamente do Brasil, seguimos ampliando a nossa atuação no mercado global de entretenimento ao vivo, conectando artistas, parceiros e públicos em diferentes territórios. É um orgulho para a 30e somar forças com System Of A Down e Faith No More para colaborar nos próximos capítulos de duas trajetórias tão relevantes para a música.” Imagem enigmática nas ruas do Rio de Janeiro. Crédito: Reprodução/Instagram LEIA TAMBÉM: Foo Fighters anuncia 2 shows no Brasil para fevereiro de 2027 Via: WikiMetal

Rodrigo Cerveira lança single “Animals” com participação de Andreas Kisser
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14/08/2026

Rodrigo Cerveira lança single “Animals” com participação de Andreas Kisser

Após o lançamento do single “The Searcher”, faixa-título de seu segundo álbum solo, o cantor e compositor Rodrigo Cerveira apresenta nesta sexta-feira, 14, “Animals”, novo single do álbum The Searcher. Com participação especial de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, a faixa aborda a violência contra a mulher e transforma uma inquietação pessoal em uma iniciativa de conscientização e apoio à causa. A música nasceu da indignação de Rodrigo diante das notícias e dos números relacionados à violência contra a mulher no Brasil. “Como filho, irmão, marido e pai de mulheres, as notícias e os números mexem muito comigo. Estamos falando de 3,7 milhões de vítimas em 2025 e de dez estupros acontecendo por hora no Brasil. Resolvi fazer alguma coisa a respeito, convocando o Val Santos, produtor do disco, para compor a música comigo e doar os direitos autorais para ONGs que apoiam as mulheres. A ideia nasceu assim”, contou Rodrigo. Os direitos autorais e de streaming da música serão doados a organizações que atuam diretamente no apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade: ONG Nova Mulher, ONG Fala Mulher e ONG Recomeçar. “Acredito que a arte tem o potencial de criar consciência porque vai direto à emoção das pessoas. E, neste caso, é fácil participar: basta ouvir a música”, afirmou Rodrigo. Para Cerveira, “Animals” é o ponto de partida de uma iniciativa maior. A proposta é utilizar a arte como agente de conscientização sobre a violência contra a mulher e colaborar para gerar recursos para instituições que desenvolvem um trabalho de apoio a vítimas. O álbum The Searcher tem lançamento previsto para este semestre e marca uma nova fase na carreira de Rodrigo Cerveira. Após a estria com o álbum Life e expandir seu universo sonoro em Turn Around, do duo Silver, projeto ao lado de Felipe Machado (Viper), Rodrigo Cerveira chega ao segundo disco solo que consolida sua linguagem artística e aprofunda sua busca criativa e pessoal. Mais direto, intenso e guiado por guitarras mais intensas, o novo álbum traz participações especiais de referências no instrumento – Andreas Kisser (Sepultura) e Hugo Mariutti (Shaman, Angra) – ampliando ainda mais a força do trabalho. LEIA TAMBÉM: Diogo Mafra explica por que tirou celular de fã em show de Edu Falaschi no RJ Via: WikiMetal

Foo Fighters voltará ao Brasil em fevereiro de 2027 para shows em São Paulo e Belo Horizonte
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14/08/2026

Foo Fighters voltará ao Brasil em fevereiro de 2027 para shows em São Paulo e Belo Horizonte

O norte-americano Foo Fighters voltará ao Brasil em fevereiro de 2027 para shows em São Paulo e Belo Horizonte. Os shows vão rolar em 18 de fevereiro (Arena MRV) na capital mineira e no dia 20 de fevereiro (Estádio Morumbis). Os dois espetáculos ainda serão parte da turnê Take Cover. Vale destacar que a cantora paulista Karen Dió e a banda paulistana Deb and The Mentals ficarão com a responsabilidade de fazer o esquenta nas duas datas. Os ingressos para o público geral serão vendidos a partir do dia 20 de agosto, pelo site da Ticketmaster. Nas bilheterias físicas, sem cobrança de taxa de serviço, a venda será no mesmo dia a partir das 11h. Para quem quiser curtir Everlong, My Hero, Learn To Fly, Times Like These, entre outros hits, ao vivo, terá que desembolsar uma boa grana. Os ingressos variam entre R$ 280,00 reais (meia-entrada – Cadeira Superior) e R$ 1.180,00 reais (inteira – Pista Premium Satander Select). Foo Fighters Brasil 2026 E por falar na banda de Dave Grohl, o segundo Dia do Rock do Rock in Rio 2026 contará com um headliner de peso. Responsáveis por sucessos mundiais como o novo lançamento explosivo Your Favorite Toy, Everlong, All My Life, Times Like These e Best of You, o Foo Fighters retornará ao festival no dia 4 de setembro, sete anos depois de apresentar o que muitos consideraram uma das performances mais eletrizantes da história do evento. Via: Rockbizz

Ritchie Blackmore compartilha mensagem após tocar com o Deep Purple: “Eu me diverti muito”
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14/08/2026

Ritchie Blackmore compartilha mensagem após tocar com o Deep Purple: “Eu me diverti muito”

Ritchie Blackmore subiu ao palco com o Deep Purple pela primeira vez em mais de três décadas durante show da banda na última quarta-feira (12 de agosto), no Jones Beach Theater em Wantagh, Nova York. O guitarrista de 81 anos, que se apresentou pela última vez com o grupo britânico em 1993, juntou-se à banda para tocar o clássico Smoke On The Water, música que encerrou o show em Wantagh. Agora, pelas redes sociais, Ritchie Blackmore compartilhou mensagem após tocar com o Deep Purple. Ele escreveu: “Espero que todos tenham tido uma boa noite. Eu me diverti muito. Muito obrigado, rapazes. Continuem assim e tenham uma ótima turnê”. A publicação ainda conta com várias fotos do show e dos bastidores com todos os músicos e familiares juntos. O virtuoso Blackmore foi um dos fundadores do Deep Purple e escreveu muitos de seus riffs mais memoráveis, incluindo Smoke On The Water, Highway Star e Perfect Strangers. Ele não tocava com o grupo desde sua saída em 1993, quando resolveu seguir outro caminho artístico com o grupo Blackmore’s Night. Via: Rockbizz

Paul Gilbert fala sobre shows no Brasil: “Aguardem sucessos de todas as minhas bandas”
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14/08/2026

Paul Gilbert fala sobre shows no Brasil: “Aguardem sucessos de todas as minhas bandas”

Um dos guitarristas mais admirados do mundo, Paul Gilbert retorna em setembro ao Brasil para duas apresentações especiais, em Curitiba (07/09, Teatro Bom Jesus) e São Paulo (08/09, Fabrique Club). Paul Gilbert é um guitarrista norte-americano, mundialmente aclamado por sua técnica impressionante, velocidade e criatividade, associado a três frentes: o hard rock de massa do Mr. Big, o virtuosismo técnico do Racer X e uma carreira solo extensa, marcada por discos instrumentais, hard rock, blues, pop, humor e ensino de guitarra. Os shows divulgam o álbum WROC, o primeiro em 10 anos com músicas cantadas. Lançado em fevereiro de 2026, baseado nas regras de civilidade associadas a George Washington, o disco transforma um material histórico de etiqueta e conduta em canções de rock, com vocais, riffs, melodias, harmonias e o humor típico do músico. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista falou sobre o nome do disco e o que os fãs podem esperar dos shows no Brasil. WIKIMETAL: WROC é seu primeiro álbum de inéditas e com vocais em cerca de dez anos. O que tornou esse disco diferente dos anteriores? Paul Gilbert: É o melhor álbum de todos os tempos! Minha composição pareceu mais inspirada do que nunca, e toquei uma ótima combinação de guitarra vibrante e melódica. Há muitas mudanças de acordes surpreendentes e harmonias vocais criadas para acompanhá-las. Além disso, gravei vídeos de todas as sessões no estúdio, então você pode assistir às performances no YouTube! WK: O disco combina solos de guitarra de alto nível e melodias vocais com uma aula de história divertida e peculiar que incentiva boas maneiras (e muito humor). Após tantos anos, o que ainda faz você se desafiar como compositor? PG: É peculiar porque ninguém mais está fazendo isso. Gosto de encontrar coisas que ninguém mais ousaria fazer. Como compositor… estou ficando cada vez mais fluente em melodias e isso, na verdade, facilita muito as coisas. WK: Após dez anos sem um álbum solo com vocais, por que WROC foi o projeto que fez você voltar a cantar? PG: Minha voz estava ótima após cantar tanto na turnê do Mr. Big. Então pensei em continuar cantando. WK: Você usou inteligência artificial como ponto de partida para algumas letras, mas também descobriu que ela “inventava” informações. Essa experiência mudou sua visão sobre a tecnologia? PG: Com certeza aprendi a checar duas vezes! Ainda gosto de fazer brainstorming conversando com IA. Consigo gerar muitas ideias e ela é ótima para fazer um resumo. WK: O álbum nasceu logo após a turnê de despedida do Mr. Big. O fim da banda influenciou diretamente sua criatividade? O encerramento da banda mudou sua forma de enxergar sua carreira solo? PG: Eu estava animado para voltar a ser um ditador benevolente. Devo mencionar que a turnê de despedida do Mr. Big foi ótima e estou muito feliz por termos conseguido realizá-la. Mas estou animado para embarcar em novas aventuras! WK: Olhando seus shows anteriores, você toca alguns covers. O que podemos esperar da sua nova passagem pelo Brasil? Haverá alguma surpresa ou um setlist especial? PG: Começo o show com um medley intenso e longo com todos os sucessos de guitarra de todas as minhas bandas. É uma jornada incrível pela guitarra! Toco minhas músicas favoritas do novo álbum e algumas covers que adoro. Meu segundo guitarrista, Doug Rappoport, é incrível, então fazemos jams empolgantes também. E Jeff Martin está na bateria! Jeff, claro, também é o vocalista do Racer X, então as harmonias vocais são muito fortes! View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida” Via: WikiMetal

Foghat anuncia lançamento do álbum ao vivo Live & Loud Across The U.S.A.
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14/08/2026

Foghat anuncia lançamento do álbum ao vivo Live & Loud Across The U.S.A.

O veterano Foghat anunciou o lançamento do álbum ao vivo Live & Loud Across The U.S.A.. O álbum chegará ao mercado no dia 30 de outubro pela gravadora da banda, Foghat Records, com distribuição da Select-O-Hits (parte do grupo Sun Records). Live & Loud Across The U.S.A. será o primeiro álbum ao vivo da formação atual do grupo. Ele teve gravação durante apresentações em diversas cidades dos Estados Unidos ao longo das turnês de 2024 e 2025. Esta poderosa coleção destaca uma banda que continua a tocar com paixão, química e energia, que são qualidades que a definem desde 1971. Apresentando muitas gravações ao vivo lançadas pela primeira vez, o disco é um testemunho de um grupo que se recusa a diminuir o ritmo. Em vez disso, o Foghat permanece exatamente o que sempre foi: uma grande banda de rock n’ roll ao vivo. A formação que participou do álbum conta com Roger Earl (bateria), Scott Holt (vocal e guitarra), Bryan Bassett (guitarra), Rodney O’Quinn (baixo e backing vocals), Craig McGregor (baixo) e Mark Petrocelli (percussão) e Tony Bullard (guitarra). Track listing de Live & Loud Across The U.S.A.: Lado A: 01. My Babe02. Drivin’ On03. Road Fever04. She’s A Little Bit Of Everything Lado B: 01. Let Me Love You Baby02. Black Days & Blue Nights03. Home In My Hand04. Slipped, Tripped, Fell In Love Lado C: 01. It Hurts Me Too02. Hold To Hide In03. Somebody’s Been Sleeping In My Bed04. Third Time Lucky Lado D: 01. Sweet Home Chicago02. I Just Want To Make Love To You Lado E: 01. Guess Things Happen That Wat02. Where’s The Rock N’ Roll03. Linda Lu04. Upside Of Lonely05. Honey Do List Lado F: 01. Wild Horses02. Love Isn’t Kind03. Hi-Heel Sneakers04. Shaky Ground Via: Rockbizz

Kelly Osbourne solta os cachorros em Dee Snider e o chama de irrelevante para a indústria musical
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14/08/2026

Kelly Osbourne solta os cachorros em Dee Snider e o chama de irrelevante para a indústria musical

Kelly Osbourne criticou Dee Snider por tentar diminuir o legado de Ozzy e se promover com a polêmica. Tudo começou quando o vocalista do Twisted Sister abriu uma sessão de perguntas e respostas com os fãs via X (antigo Twitter). Em determinado momento, um internauta falou sobre as contribuições de Lemmy Kilmister, líder do Motörhead, para o álbum No More Tears. Com a deixa do fã, Snider respondeu: “Eu sei demais sobre os bastidores. Digamos apenas que Sharon [Osbourne] não gosta de compartilhar”. Nota: Em No More Tears, o aces of spades do rock n’ roll contribuiu com letras em três canções: Mama, I’m Coming Home, Hellraiser e I Don’t Want to Change the World. Outro internauta lembrou do baixista Bob Daisley, afirmando que ele escreveu “um monte” de letras para Ozzy. Dee disse: “Um monte? Que tal todas as letras? Ozzy sempre teve baixistas escrevendo suas letras. Geezer Butler escreveu todas as letras do Black Sabbath”. Sobre o assunto, o frontman do Twisted Sister completou: “Muitos cantores não escrevem suas próprias músicas, mas as tornam suas”. Isto despertou a ira em Kelly que usou os stories do Instagram para defender a honra de seu pai e retrucar as alegações de Snider. Na primeira postagem, ela escreveu: “O legado do meu pai como músico, compositor, cantor e líder de banda fala por si só. Seus amigos, aqueles que trabalharam com ele, aqueles que o amavam, e milhões de fãs ao redor do mundo que continuam comprando seus discos sabem exatamente o que ele representou, qual foi sua contribuição e o legado que ele deixa. Seu legado viverá para sempre”. Na segunda publicação, Kelly foi mais severa e disparou: “Dee Snider, o seu último hit… só para não revelar minha idade, foi no ano em que nasci, há mais de 40 anos. Há algo extremamente grosseiro na tentativa de Dee Snider de diminuir meu pai, Ozzy Osbourne, e suas extraordinárias habilidades e conquistas, agora que ele não está mais aqui para contestar suas alegações, principalmente porque Snider não pode afirmar conhecer a realidade privada da vida do meu pai simplesmente observando de fora ou por meio de boatos de um homem delirante com uma vingança pessoal contra ele, quando, pelo que sei, eles talvez tenham estado no mesmo ambiente uma vez, se é que estiveram. E se Snider quiser sugerir comparações entre suas carreiras, essa comparação já é devastadora por si só. Snider teve um breve período de sucesso comercial há 40 anos. A carreira do meu pai abrangeu quase seis décadas – desde ajudar a definir o heavy metal com o Black Sabbath até construir uma extraordinária carreira solo. Sua música continuará a influenciar gerações muito depois de todos nós termos partido”. Ela completou: “É difícil não se perguntar se a tentativa de Snider de menosprezar meu pai é simplesmente uma forma de fazer as pessoas falarem dele novamente. Porque, musicalmente, a indústria musical já superou o auge comercial de Snider há décadas, enquanto o nome, o catálogo e a influência do meu pai ainda permanecem relevantes globalmente. Meu pai não precisa da aprovação de Dee Snider para consolidar seu lugar na história da música. E tentar diminuir meu pai não fará Dee Snider crescer. Isso só reforça a enorme diferença entre seus legados e comprova ainda mais o quão irrelevante Snider é para a indústria musical e para a sociedade como um todo. No entanto, gostaria de agradecer a Dee Snider por permitir que o mundo veja o quão desesperado ele realmente está”. I know too much about the truth behind the scenes. Let’s just say that Sharon doesn’t like to share. https://t.co/i5TPSjahfu — Dee Snider🇺🇸🎤 (@deesnider) August 12, 2026 “A load”? How about ALL the lyrics? Ozzy always had bass players write his lyrics. @geezerbutler wrote ALL of @BlackSabbath lyrics. Daisley wrote lyrics for the first two solo albums (I’m pretty sure he was paid to write on other records but not credited) & Lemmy wrote lyrics. https://t.co/yRTF19ro4w — Dee Snider🇺🇸🎤 (@deesnider) August 12, 2026 Many singers don’t write their own songs but make them their own. https://t.co/n64WRkSkt7 — Dee Snider🇺🇸🎤 (@deesnider) August 13, 2026 Via: Rockbizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Mastodon, Graveyard, Ann Wilson e mais
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14/08/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Mastodon, Graveyard, Ann Wilson e mais

Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Coyote Man, Marilyn Manson e Nestor, singles novos do Mastodon, Graveyard, Royal Blood e Ann Wilson & Tripsitter, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS Coyote Man – Prosthetic MemoriesPara quem gosta de: metal progressivo Marilyn Manson – One Assassination Under God – Chapter 2Para quem gosta de: Metal industrial Nestor – Live At Gothenburg Film StudiosPara quem gosta de: AOR LEIA TAMBÉM: Ritchie Blackmore toca “Smoke On The Water” com Deep Purple após 33 anos Via: WikiMetal

CRUA s.a. lança EP ‘Intuição’ e marca sua estreia no cenário do rock nacional
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14/08/2026

CRUA s.a. lança EP ‘Intuição’ e marca sua estreia no cenário do rock nacional

CRUA s.a. lançou na última quinta-feira, 13, seu EP de estreia Intuição, com gosto forte de nostalgia ao mesmo tempo que traz letras tão atuais. A banda nasceu de um reencontro de grandes amigos quando o multi-instrumentista Mazzeo convenceu Candy a voltar a compôr e a cantar. A artista que estava afastada do mercado musical, ao escutar o instrumental que o amigo havia preparado para um projeto dos dois, não conseguiu recusar, e melhor ainda, mergulhou no bom rock and roll e entregou Intuição. Tendo como premissa manter a sua obra longe de inteligências artificiais, Candy, 50, e Mazzeo, 56, quebram todos os paradigmas do etarismo mostrando potência em suas composições e execuções, trazendo a vertente que conheceram bem, na década de 1990 e início dos anos 2000: a construção analógica e humana. As sete faixas do EP resgatam um rock com peso nas linhas de baixo, riffs de guitarra, vocais fortes e letras diretas ao ponto, envolvidas por melodias rasgadas e claro, muito punch. “O CRUA s.a. tem essa relação com o fato da gente querer fazer música da maneira mais visceral possível, o s.a. significa sangue e átomos. Então, é essa veia real do que somos nós dois, cada um na sua verve, para dentro do rock. Mas, CRUA também significa uma verdade muito grande sobre nós dois.” conta a cantora e compositora, Candy. Intuição resgata a experiência da escuta linear, com uma construção cuidadosa e sagaz na ordem em que as faixas são apresentadas. As canções abordam temas atemporais a partir de uma linguagem contemporânea, criando uma ponte entre diferentes tempos e experiências. Um aspecto interessante do projeto é que as músicas foram escritas, intencionalmente, sem marcação de gênero, permitindo que cada ouvinte se identifique livremente com as narrativas apresentadas. A exceção é “Ela Quer +”, única faixa que explicita um gênero e que foi inspirada na história de uma mulher trans. Outra curiosidade é que Mazzeo assume um personagem para essa sua nova fase, o nome dele é Kryptus: “Kryptus é um Arquétipo. Criei um boneco para explorar outra Persona além de mim mesmo.Quero que ele se torne um Ícone! Um gerador de riffs.” explica Mazzeo. LEIA TAMBÉM: Titãs comentam versão de Anitta para “Bichos Escrotos”: “Mandou o recado” Via: WikiMetal

Slash (Guns N’ Roses) sobre as bandas de rock mais jovens: “É difícil prever como vão florescer”
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14/08/2026

Slash (Guns N’ Roses) sobre as bandas de rock mais jovens: “É difícil prever como vão florescer”

Em entrevista para a Rolling Stone Austrália, Slash afirmou que ninguém sabe o que as bandas mais jovens podem alcançar com o tempo e, portanto, é mais importante curtir o trabalho delas agora do que ficar pensando em cenários hipotéticos de “e se”. “É difícil olhar para bandas mais jovens e saber o que vai acontecer. Acho que o importante é estar no momento, apreciar o que está acontecendo e torcer para que isso continue”. O guitarrista seguiu com sua reflexão e dando um exemplo de banda nova que está fazendo um bom trabalho. “Estamos fazendo… acho que tem alguns shows com o Pierce the Veil, que são incríveis. Não faço ideia de onde eles estarão daqui a 10 anos, mas não se trata disso; trata-se do que você está fazendo no momento presente. É ótimo tentar ter uma perspectiva do que vai acontecer, mas às vezes, mesmo que eu dissesse: ‘Esses caras [vão ter sucesso]’, você nunca sabe realmente o que vai acontecer. Qualquer pessoa que você realmente admire, você simplesmente tem que apreciar o que ela está fazendo no momento”. “Não me lembro de muitas bandas jovens que tenham gravações poderosas. É isso que quero dizer: é difícil prever como bandas realmente boas vão florescer e se transformar em algo grandioso”, completou. Via: Rockbizz

Royal Blood anuncia lançamento do novo álbum Dead Company
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14/08/2026

Royal Blood anuncia lançamento do novo álbum Dead Company

O Royal Blood anunciou o lançamento do novo álbum Dead Company. O disco sairá no dia 13 de novembro pela Warner Records. O primeiro single do disco, Ten Over Ten, já está disponível no player mais abaixo. Dead Company marca o primeiro álbum do Royal Blood desde 2023. Depois de um período afastados dos holofotes, Mike Kerr e Ben Thatcher voltaram ao estúdio em 2025 sem prazos ou interferências externas, concentrados em explorar ao máximo as possibilidades criativas da formação enxuta da banda. Com produção do próprio Royal Blood, o álbum aposta em uma sonoridade mais crua e direta, valorizando a dinâmica entre Mike e Ben. O resultado é um álbum intenso, construído a partir dos elementos que definem a identidade da dupla. “Depois de deixarmos o motor do Royal Blood em ponto morto por alguns anos, voltamos a acelerar e estamos tocando de forma mais rápida e pesada do que nunca neste álbum. Ele foi escrito e gravado pensando no palco, e mal podemos esperar para tocá-lo ao vivo pelos próximos anos”, afirmou a dupla. Primeira faixa do disco, Ten Over Ten aproxima o desert rock da influência do Motörhead em uma música marcada por peso e andamento acelerado. A letra e a sonoridade foram inspiradas no período em que Kerr treinava para uma maratona, experiência que levou a composição para temas como resistência, esforço e a busca por ultrapassar os próprios limites. Com dez faixas, Dead Company apresenta o Royal Blood em sua forma mais direta e ousada. É exatamente para isso que a banda nasceu – e, desta vez, decidiu aumentar ainda mais o volume. Com o novo projeto, o duo retorna mais intenso, afiado e vital do que nunca. Via: Rockbizz

Fã do Avenged Sevenfold viraliza após cantar Unholy Confessions com M. Shadows
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14/08/2026

Fã do Avenged Sevenfold viraliza após cantar Unholy Confessions com M. Shadows

Um fã do Avenged Sevenfold viralizou após cantar Unholy Confessions com M. Shadows. O show rolou no último sábado (8 de agosto) em Montreal, Canadá, como parte da turnê conjunta do Avenged Sevenfold com o Good Charlotte. O grupo norte-americano tocou doze músicas, abrindo com Nightmare e encerrando a noite com Cosmic, faixa do álbum Life Is But a Dream… Shadows – nascido Matthew Charles Sanders – avistou um fã na frente do palco com uma placa pedindo para cantar um som com a banda. O pedido foi prontamente atendido e o fã subiu ao palco para soltar a voz em Unholy Confessions, penúltima música do concerto. O fã desfilou pelo palco enquanto Shadows o observava com um sorriso no rosto, antes de cantar backing vocals por mais alguns versos. Depois de mostrar seu talento, o rapaz voltou para pista e ainda recebeu elogios de Shadows e aplausos do público. “Mandou bem, seu filho da mãe! Isso foi incrível”, disse o vocalista no final da música, apontando para o fã. E por falar no Avenged Sevenfold, o grupo marcará mais um capítulo memorável na trajetória do Rock In Rio. No dia 05 de setembro, o Palco Mundo terá os caras como headliner para marcar a presença do metal. Bring Me The Horizon, Bad Omens, Sepultura e Poppy também farão parte do festival. Via: Rockbizz