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ZZ Top seguirá em turnê após morte de Frank Beard e passará pelo Brasil
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19/08/2026

ZZ Top seguirá em turnê após morte de Frank Beard e passará pelo Brasil

O ZZ Top vai continuar na estrada após a morte de Frank Beard. O baterista e integrante da formação clássica morreu na última terça-feira, 18, aos 77 anos. A causa não foi divulgada. O ZZ Top confirmou que retomará a turnê The Big One! neste fim de semana, com dois shows em Austin, no Texas. As apresentações marcadas para Salt Lake City e Colorado Springs foram canceladas após a morte do músico. “Após o falecimento de Frank, o ZZ Top cancelou seus próximos shows em Salt Lake City e Colorado Springs. A banda retomará sua turnê The Big One! com duas apresentações no Austin City Limits, um dos locais favoritos de Frank e em uma cidade que era como uma segunda casa para ele”, disse a banda em um comunicado nas redes sociais. Após o retorno do ZZ Top ao Austin City Limits nos dias 22 e 23 de agosto, a banda continuará sua turnê The Big One! com um show em Terre Haute, Indiana, no dia 29 de agosto. Em seguida, farão shows por outras cidades dos Estados Unidos, passando pela América Latina com três datas agendadas no Brasil. A banda passará por Porto Alegre dia 18, no KTO Arena, em Curitiba dia 20, no Igloo Super Hall e em São Paulo dia 21, no Suhai Music Hall, antes de encerrar a atual turnê em 24 de novembro, em Buenos Aires. O Futuro de ZZ Top A decisão mantém o ZZ Top em atividade mesmo após a perda de dois integrantes da formação clássica. Dusty Hill, baixista da banda desde 1969, morreu em 2021. Na época, Billy Gibbons e Beard também decidiram continuar. Elwood Francis assumiu o baixo a pedido do próprio Hill, que havia manifestado o desejo de que o grupo seguisse na estrada. Agora, Gibbons é o único integrante original restante. Beard estava afastado dos palcos nas últimas semanas por problemas de saúde. O ZZ Top havia cancelado um show no Hollywood Bowl, em Los Angeles, no início de agosto. Na ocasião, a banda citou “obstáculos intransponíveis” para justificar a apresentação cancelada. Frank Beard havia deixado as turnês do ZZ Top em março de 2025 por problemas de saúde. John Douglas o substituiu inicialmente, enquanto Michael Monahan assumiu a bateria durante boa parte de 2026. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Viúva de Dusty Hill, do ZZ Top, relembra momentos finais do músico: “Ele se foi em um instante” Via: WikiMetal

Slash elogia nova geração de guitarristas e diz que “crianças impressionam”
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19/08/2026

Slash elogia nova geração de guitarristas e diz que “crianças impressionam”

Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, afirma que aprender a tocar guitarra ficou muito mais fácil nos últimos anos. Segundo ele, a quantidade de conteúdo disponível online explica esse salto de qualidade entre os guitarristas mais jovens. Em entrevista ao Jim Kerr Rock & Roll Morning Show, programa de rádio em Nova York, o apresentador perguntou ao Slash se hoje é mais fácil ou mais difícil começar a tocar guitarra. Slash começou a tocar há mais de quatro décadas. “Está de brincadeira? As pessoas estão incríveis hoje em dia. Elas pegam um instrumento e têm tanta informação disponível no YouTube, no Instagram, em toda essa parte de redes sociais. Assim, dá para aprender a tocar de verdade. Antes, você tinha que procurar num livro, ou sentar para ouvir discos e ir a shows, meio que observando de longe. Hoje você tem tutoriais de verdade, e as pessoas estão ficando boas rápido demais. As crianças estão me impressionando”, afirmou Slash [transcrição via Blabbermouth]. Dicas para guitarristas iniciantes Um dos entrevistadores comentou que costuma indicar aos guitarristas iniciantes as levadas de Slash em “November Rain” e “Sweet Child O’ Mine”. Ele também cita clássicos do rock, como “Comfortably Numb”, do Pink Floyd, com solo de David Gilmour. Segundo o entrevistador, quem aprende essas partes consegue tocar praticamente qualquer coisa depois. Slash concordou, mas fez uma ressalva: “Bom, do jeito que eu vejo, você aprende algumas dessas levadas. Não sei se rola com ‘Sweet Child O’ Mine’ e companhia, mas o David Gilmour é diferente. Se você conseguir tocar aquilo e aplicar em outras músicas, sem ficar preso só a ‘Comfortably Numb’, dá pra fazer um milhão de coisas. Quando eu peguei a guitarra pela primeira vez, era tipo cinco notas, uma levada de blues bem simples. E foi como se os céus tivessem se aberto… Depois que você pega essa estrutura e começa a aplicar em músicas diferentes, tudo se abre”, completou. Hendrix e Billy Gibbons como referências Em 2014, Slash já havia citado o guitarrista Billy Gibbons, do ZZ Top, como uma de suas maiores influências, em entrevista à revista Esquire. Na ocasião, ele disse: “O Billy é alguém que eu conheço. Mas, muito antes de eu conhecê-lo pessoalmente, ele já era um dos guitarristas de blues mais saborosos que eu já tinha ouvido. Ele tem muita alma. E um som de guitarra excelente.” Sobre a influência de Jimi Hendrix em seu próprio jeito de tocar, Slash afirmou: “[O Jimi] foi o pioneiro da guitarra solo elétrica. Mesmo os caras antes dele, tipo [Eric] Clapton e [Jeff] Beck, já eram grandes. Mas a questão do Jimi é que ele chegou sendo o cara selvagem mesmo, aquilo saía dos poros dele. Era o extremo de todas as nuances que os guitarristas antes dele tinham. Só que saindo em cima da hora e de um jeito único, que só ele tinha. O Jimi ainda é o cara.” Turnê e novidades do Guns N’ Roses O Guns N’ Roses iniciou a etapa norte-americana da turnê mundial de 2026 em 23 de julho. O show de abertura aconteceu no Carter-Finley Stadium, em Raleigh, na Carolina do Norte. A passagem por Estados Unidos e Canadá soma 18 datas entre estádios, arenas e anfiteatros. A turnê acontece logo depois de um período importante para a banda. Recentemente, o grupo lançou dois singles inéditos, “Nothin’” e “Atlas”, pela gravadora Geffen Records, as primeiras músicas novas desde 2023. Além disso, a banda relançou o álbum ao vivo Live Era ’87-’93, em versão remasterizada e com nova capa. A Live Nation produz a turnê, que segue até 19 de setembro. Entre as próximas paradas estão o MetLife Stadium, o Allegiant Stadium, o BC Place e o Rose Bowl, em Pasadena. A banda não pisava nesse palco havia mais de 30 anos. Ainda há ingressos limitados disponíveis para algumas datas no site oficial do Guns N’ Roses. A banda também vem lançando músicas novas com frequência nos últimos anos, sempre ao lado das turnês. Depois de “The General” e “Perhaps”, lançadas em 2023, chegou a vez de “Atlas” e “Nothin’”. As novas faixas reforçam o repertório ao lado dos clássicos que já fazem parte da história do grupo. Atualmente, o Guns N’ Roses reúne Axl Rose (vocal e teclado), Duff McKagan (baixo) e Slash (guitarra solo). Completam a formação Dizzy Reed (teclado), Richard Fortus (guitarra base), Isaac Carpenter (bateria) e Melissa Reese (teclado). Confira a entrevista completa: LEIA TAMBÉM: Slash sobre um novo álbum do Guns N’ Roses: “Muita composição acontecendo” Via: WikiMetal

Baixou o nível: Sharon Osbourne xinga Courtney Love de vagabunda e a acusa de dar drogas a Kelly
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19/08/2026

Baixou o nível: Sharon Osbourne xinga Courtney Love de vagabunda e a acusa de dar drogas a Kelly

Sharon Osbourne, viúva de Ozzy, participou de uma sessão de perguntas e respostas ao vivo no Landmark Sunset Theatre em Los Angeles, Estados Unidos, no último fim de semana para promover o If These Walls Could Rock. Ao subir ao palco como convidada especial, a empresária afirmou que Courtney Love, de 62 anos, deu drogas à sua filha Kelly. Isso, obviamente, fez o clima esquentar bastante no evento, devido a sua gravidade. Uma pessoa da plateia registrou em vídeo o que Sharon disse quando a apresentadora lhe perguntou: “Ah, você sabe quem deu para ela? Não precisa dizer, mas você sabe”. Sharon respondeu: “Courtney Love”. A apresentadora continuou querendo saber mais detalhes do episódio: “Bom, agora que você falou, quero ouvir essa história! Me conta o que aconteceu”. Sharon, no entanto, se ateu a baixar ainda mais o nível com xingamentos: “Não vou falar mais nada, mas, de qualquer forma, ela é uma vagabunda. Uma vadia velha e chata. Uma vadia velha e seca”. Os desentendimentos entre Sharon Osbourne e Courtney Love são antigos! Em 2007, ela alegou que Courtney foi a primeira pessoa a dar OxyContin a Jack, seu filho caçula. Love negou todas as acusações da matriarca do clã Osbourne. Via: Rockbizz

Angine de Poitrine vai trazer seu exótico math rcok ao Brasil em 2027, segundo jornalista
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19/08/2026

Angine de Poitrine vai trazer seu exótico math rcok ao Brasil em 2027, segundo jornalista

O Angine de Poitrine vai trazer seu exótico som ao Brasil em 2027, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país. O comunicador informou as novidades por intermédio de suas redes sociais. Ele ainda destacou que mais informações sobre os shows serão reveladas em breve. O conjunto – ou a loucura musical – é composto por Khn de Poitrine, que comanda o baixo e a guitarra microtonal – instrumento que consegue emitir sons menores que um semitom – e Klek de Poitrine, que é o especialista nos ritmos quebrados. O estilo sonoro do duo canadense é um math rock que se esbalda nas polirritmias, intervalos nada convencionais, melodias dissonantes e acordes estendidos. Apesar de toda miscelânea, o som é agradável aos ouvidos e repleto de energia. Eles possuem apenas um álbum de estúdio, que é o Angine De Poitrine Vol. 1. Mesmo assim, os caras estão causando um bom falatório na cena roqueira, o que é maravilhoso para esquentar a temperatura do estilo. Em poucas palavras, o Angine De Poitrine é a bizarrice futurística necessária para sacudir o rock n’ roll em 2026. Confira: Via: Rockbizz

Frank Beard, baterista do ZZ Top, morre aos 77 anos
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18/08/2026

Frank Beard, baterista do ZZ Top, morre aos 77 anos

Notícia triste aos fãs de rock e blues rock! Frank Beard, baterista do ZZ Top, morreu aos 77 anos! O músico faleceu na última segunda-feira, dia 17 de agosto, em seu rancho em Richmond, Texas, Estados Unidos, com familiares ao seu lado. A causa da morte ainda não foi revelada. No início de agosto, o músico deixou a turnê The Big One devido a problemas de saúde. A banda seguiu com os shows tendo na formação o guitarrista e vocalista Billy Gibbons, o baixista Elwood Francis e o baterista Michael Monahan substituindo Beard. Sobre a morte do amigo, Gibbons disse: “Hoje, Elwood e eu perdemos um grande amigo e colaborador, e o mundo perdeu um dos bateristas mais naturalmente inovadores, além de um grande e verdadeiro filho do Texas. Sua marca registrada – o backbeat – foi fundamental para manter o ZZ no topo. A banda da qual ele fez parte por seis décadas continuará sua trajetória, conforme ele desejava”. Com o falecimento de Frank Beard e Dusty Hill em julho de 2021, aos 72 anos, o grupo só tem Billy Gibbons da formação considerada clássica. Via: Rockbizz

Morre Frank Beard, baterista do ZZ Top, aos 77 anos
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18/08/2026

Morre Frank Beard, baterista do ZZ Top, aos 77 anos

Frank Beard, baterista do ZZ Top, morreu nesta terça-feira, 18, aos 77 anos. O músico integrou a banda por mais de cinco décadas e participou de todos os seus 15 álbuns de estúdio. A causa da morte não foi divulgada. A banda divulgou a notícia por meio de um post nas redes sociais, assinado pelo guitarrista Billy F. Gibbons: “Hoje, Elwood [Francis] e eu perdemos um grande amigo e colaborador, e o mundo perdeu um dos bateristas mais inovadores e um verdadeiro filho do Texas. Sua batida característica foi fundamental para manter o ZZ Top no topo”, disse ele. A publicação ainda informou que os próximos dois shows estão cancelados: “Após o falecimento de Frank, o ZZ Top cancelou seus próximos shows em Salt Lake City e Colorado Springs. A banda retomará sua turnê The Big One! neste fim de semana, com duas apresentações no Austin City Limits, um dos locais favoritos de Frank e em uma cidade que era como uma segunda casa para ele. Beard estava afastado dos palcos nas últimas semanas por problemas de saúde. O ZZ Top havia cancelado um show no Hollywood Bowl, em Los Angeles, no início de agosto. Na ocasião, a banda citou “obstáculos intransponíveis” para justificar a apresentação cancelada. O ZZ Top não informou qual problema de saúde Beard enfrentava. O músico também precisou se afastar temporariamente em 2025. Já em 2002, John Douglas, técnico de bateria da banda, assumiu o posto durante o período em que Beard se recuperava de uma cirurgia de emergência para retirada do apêndice. Beard, ao lado de Billy Gibbons, é integrante da formação clássica, estando na banda desde o início. Ele entrou para o grupo no começo dos anos 1970 e participou de todos os discos de estúdio lançados pelo ZZ Top. O ZZ Top tem shows marcados no Brasil com a turnê The Big One!. A lendária banda de blues rock vai passar por Porto Alegre dia 18, no KTO Arena, em Curitiba dia 20, no Igloo Super Hall e em São Paulo dia 21, no Suhai Music Hall. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Viúva de Dusty Hill, do ZZ Top, relembra momentos finais do músico: “Ele se foi em um instante” Via: WikiMetal

Fontaines D.C. anuncia novo álbum ‘Dopamine Chamber’ e lança primeiro single
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18/08/2026

Fontaines D.C. anuncia novo álbum ‘Dopamine Chamber’ e lança primeiro single

Fontaines D.C. anuncia nesta terça-feira, 18, seu quinto álbum de estúdio, Dopamine Chamber, que será lançado em 16 de outubro pela XL Recordings. Produzido por James Ford, o trabalho sucede o álbum de 2024 Romance, certificado com platina no Reino Unido, e apresenta uma banda se afastando decisivamente da linguagem das guitarras de seus primeiros discos em direção a algo mais frio, estranho e sintético. O anúncio chega acompanhado do primeiro single, “Marianne”. Uma introdução opulenta e arrebatadora ao álbum, “Marianne” se desenrola como cortinas de veludo vermelho em um decadente teatro italiano, evocando tetos altos e uma elegância em decomposição. Inspirada, em parte, pela série de suspense Ripley, de 2024, a faixa fala sobre escapismo e hedonismo, funcionando como um chamado de sereia que oferece ao ouvinte uma fuga da – ou em direção à – perdição. “Este ano, você deveria vir e ficar aqui / Você pode seguir meus passos / Eu posso te ajudar a desaparecer”, canta Grian Chatten, enquanto o arranjo reluz ao seu redor. Por trás da sedução, porém, há uma questão mais difícil: até que ponto alguém estaria disposto a abrir mão da própria imaginação, quando a alternativa é permanecer plenamente consciente diante da catástrofe? O single também ganha um videoclipe dirigido por Dave Meyers, o arquiteto visual por trás de HUMBLE de Kendrick Lamar, e SICKO MODE de Travis Scott. Estrelado pelo vocalista do Fontaines D.C., Grian Chatten, o vídeo é opulento e alucinatório, refletindo perfeitamente os sentimentos e a atmosfera do single. Dopamine Chamber chega como uma constelação por trás de ondulantes suspiros de fumaça: baladas intensas e melodias grandiosas brilhando através da névoa. Em um mundo à beira do colapso, o álbum questiona como o prazer se transforma diante do perigo — e o que a nossa busca por ele revela sobre nós. Ao longo do disco, Fontaines D.C. — Grian Chatten, Carlos O’Connell, Conor Curley, Conor Deegan e Tom Coll — transitam entre gratificação e apreensão até que os dois sentimentos se fundem, refletindo a sobrecarga provocada pela inteligência artificial, pelo colapso ambiental e pela violência política, todos circulando pelos mesmos algoritmos que memes, piadas e a cultura das celebridades. “O próprio álbum é uma câmara de dopamina”, diz Chatten. “Você entra nela e nós testamos em você essas diferentes peças musicais capazes de alterar a mente ou o humor.” LEIA TAMBÉM: Andreas Kisser afirma que Gojira trouxe “algo novo” ao metal Via: WikiMetal

Wikimetal Recomenda: Ivan Busic e o CD ‘Into The Blues’
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18/08/2026

Wikimetal Recomenda: Ivan Busic e o CD ‘Into The Blues’

Ivan Busic mergulhou nas raízes do blues que moldaram sua identidade artística desde a infância com o novo álbum Into The Blues. O disco já disponível em todas as plataformas digitais com versão em CD exclusiva na Wikimetal Store. O projeto, sucessor de Rock and Road (2013), nasceu de um chamado, uma inspiração sentida na véspera de Natal. Naquela silenciosa noite, sua esposa Nathalia lhe mostrou um disco do Fleetwood Mac que ainda não conhecia, da fase do genial Peter Green. Influenciado por outros mestres como B.B. King, Freddie King, Robert Johnson, Muddy Waters, Howlin’ Wolf e Ma Rainey, ele sentiu um impulso criativo impossível de ignorar. Instalado na sala de casa e cercado apenas pelos instrumentos, Busic deixou a música acontecer. Mais de dez canções surgiram em apenas uma semana. No mesmo período, baterias, guitarras e grande parte dos arranjos já estavam gravados. Um processo tão rápido quanto espontâneo. Para dar vida a essa jornada sonora, Ivan também reuniu músicos que fazem parte de sua história e de sua admiração pessoal. No contrabaixo está seu amado irmão, Andria Busic, e nos teclados o surreal João Nogueira. Into the Blues é um álbum que transita entre memória e instinto. “Meu pai, André Busic, sempre foi meu herói musical, espalhando sua arte pelo mundo com a Traditional Jazz Band, a Blue Gang e tantos outros projetos, nunca em busca dos holofotes, mas sempre fiel à música”, completou Ivan. O disco é o coração e a alma do frontman impressos em cada nota. Um registro visceral, carregado de sentimento, respeito às raízes e paixão pela música. Um trabalho feito para aquecer a alma, de quem o criou e de todos aqueles que se permitirem embarcar nessa viagem. Em entrevista ao Wikimetal, Ivan falou o que espera da reação dos fãs de rock e metal ao seu novo trabalho: “Espero que a pessoa sinta é a mesma que eu sinto quando escuto o álbum. Que ele possa te trazer momentos de reflexão, de inspiração para você ter força nos seus dias”. Ouça agora na plataforma digital de sua preferência: LEIA TAMBÉM: Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida” Via: WikiMetal

Sebastian Bach defende entrada no Twisted Sister: “Nós nem tocamos ainda”
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18/08/2026

Sebastian Bach defende entrada no Twisted Sister: “Nós nem tocamos ainda”

Sebastian Bach falou sobre sua entrada no Twisted Sister e se defendeu após a série de críticas devido à sua escolha como o substituto de Dee Snider nos shows da turnê de reunião do grupo em 2026. Em entrevista ao Loudwire Nights, Bach exaltou o legado do grupo, bem como mandou um recado para todos aqueles que duvidavam dele antes mesmo dos primeiros shows acontecerem. O cantor ainda fez um convite direto para quem não acredita que ele seja capaz de cantar e empolgar o público. “Agora eu sou o vocalista do Twisted Sister. A presença de palco do Dee Snider, com Jay Jay French e Eddie ‘Fingers’ Ojeda. Eles eram uma das bandas mais pesadas e legais que você poderia ver. E há esses haters nas redes sociais dizendo: ‘Oh, isso é uma piada’. Qual é, cara! Nós nem tocamos ainda! Se você acha que eu não amo o Twisted Sister, você está errado. Se você acha que eu não sei cantar ou agitar a multidão, venha ao show e eu te mostro o que está acontecendo”, falou [transcrição via Wikimetal]. Twisted Sister explica escolha de Sebastian Bach como novo vocalista Eddie Ojeda, guitarrista do Twisted Sister, afirmou que Sebastian Bach é “provavelmente a única pessoa” capaz de assumir os vocais da banda no lugar de Dee Snider. Para Ojeda, além da capacidade vocal, o cantor tem presença de palco e energia compatíveis com o legado da banda. “Alguns produtores falaram sobre o Sebastian, e nós consideramos o Sebastian, já que somos amigos há muito tempo. Fiz vários shows com o Sebastian, em projetos diferentes, e até gravamos algumas coisas juntos. E o jeito que ele se apresenta — ele é um fã enorme do TWISTED , enorme mesmo, e se inspirou bastante no Dee. […] Ligamos para ele e ele ficou muito animado, veio de avião para ensaiar e correu tudo muito bem, muito melhor do que qualquer um imaginava. Um dos produtores estava lá, com algumas outras pessoas, e todos ficaram impressionados com o som”, contou Ojeda ao Headbangers Open Show [transcrição via Blabbermouth]. LEIA TAMBÉM: Jay Jay French deixa futuro de Sebastian Bach no Twisted Sister nas mãos dos fãs Via: WikiMetal

Andreas Kisser sugeriu fim do Sepultura para “parar no auge”, diz Derrick Green
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18/08/2026

Andreas Kisser sugeriu fim do Sepultura para “parar no auge”, diz Derrick Green

Derrick Green revelou que a ideia para a turnê de despedida do Sepultura partiu de Andreas Kisser. Em entrevista ao TotalRock, o vocalista explicou que a decisão surgiu após anos seguindo o mesmo ciclo de produção, gravação e turnês. Segundo o vocalista, o grupo chegou a um momento em que queria parar enquanto ainda estava em alta. A intenção não era encerrar a carreira por problemas de saúde ou conflitos internos. O objetivo era sair dos palcos em um momento positivo. “Partiu do Andreas. Considerando o momento e o que estava acontecendo, fazia todo o sentido. Tínhamos chegado a um ponto em que havíamos completado o ciclo de entrar no estúdio, compor algumas músicas, gravá-las, fazer shows de imprensa e tudo mais, depois fazer uma turnê de dois anos e, então, novamente, compor material novo. Fizemos esse ciclo repetidas vezes… E então chega um ponto em que, para nós, fazer música e tocar música é se divertir e aproveitar o momento, e tivemos a sorte de poder fazer isso por tantos anos”, disse ele Derrick continuou: “Simplesmente chegou ao ponto em que não queríamos que fosse algo que tivéssemos que fazer. Queríamos que fosse algo que quiséssemos fazer, e queríamos dar um tempo, queríamos parar, e queríamos parar no auge, em um momento de grande satisfação, por assim dizer, onde todos estivessem se dando bem. Ninguém parasse por causa de algum problema físico ou por motivos de saúde. E é uma honra poder encerrar as atividades quando quisermos. Acredito que é preciso muita reflexão e muita coragem para parar e pensar: ‘Sabe de uma coisa? Estamos num ótimo momento, vamos parar por aqui e encerrar em alta’. Há algo muito bonito nisso, e está se tornando algo maior do que imaginávamos”. Último show do Sepultura no Brasil O histórico show de despedida do Sepultura acontecerá em São Paulo, na Mercado Livre Arena Pacaembu, no dia 07 de novembro. Os ingressos já estão à venda por meio do site da Ticketmaster.Entre as atrações internacionais já confirmadas está o supergrupo Metal Allegiance, além da banda americana de thrash metal Sacred Reich. A programação também contará com as participações confirmadas do Krisiun. Ex-integrantes e músicos que fizeram parte da trajetória do Sepultura ao longo das décadas também serão convidados para esta despedida definitiva, como Jean Dolabella e Jairo Guedz, integrante da formação original da banda. Demais convidados serão anunciados em breve. LEIA TAMBÉM: Entenda conflito que fez Max Cavalera deixar o Sepultura no auge da carreira Via: WikiMetal

Elenco de filmes dos Beatles recria capa de ‘Abbey Road’ durante gravações
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18/08/2026

Elenco de filmes dos Beatles recria capa de ‘Abbey Road’ durante gravações

Imagens inéditas revelaram o elenco da aguardada cinebiografia dos The Beatles recriando um dos momentos importantes da história não só do grupo, mas como da cultura pop: a travessia na faixa de pedestres para a capa do álbum Abbey Road (1969). As gravações pararam o trânsito nos arredores do icônico estúdio em Londres para registrar os atores Harris Dickinson(John Lennon), Paul Mescal (Paul McCartney), Barry Keoghan (Ringo Starr) e Joseph Quinn (George Harrison) caracterizados exatamente como os integrantes do Fab Four estavam naquele período [via Ultimate Classic Rock] Nas redes sociais, o público reagiu de forma mista, especialmente com a caracterização dos atores. “É um dos piores trabalhos com perucas que já vi na minha vida”, comentou um perfil. Iconic "Abbey Road" album cover being recreated for the upcoming Beatles moviespic.twitter.com/LUAFAhrvRP — Rock and Roll Garage (@rocknrollgarag1) August 16, 2026 Cinebiografia dos Beatles contará com 4 filmes lançados simultaneamente The Beatles – A Four-Film Cinematic Event será uma produção de quatro filmes. Cada um sobre um membro da banda, com previsão de lançamento para abril de 2028. O projeto também conta com o aval oficial e os direitos musicais dos Beatles. Durante uma apresentação na convenção comercial CinemaCon, em Las Vegas, o diretor Sam Mendes declarou que a produção será a “primeira experiência cinematográfica que poderá ser maratonada” [via g1]. “Não estamos fazendo apenas um filme sobre os Beatles — estamos fazendo quatro. Talvez esta seja uma chance de entendê-los um pouco mais profundamente”, disse Sam Mendes. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Robert Trujillo revela bastidores da escolha entre Ozzy Osbourne e Metallica Via: WikiMetal

Levitation Festival estreia no Brasil em 2027 com Melvins, Osees, Boris e mais
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18/08/2026

Levitation Festival estreia no Brasil em 2027 com Melvins, Osees, Boris e mais

Levitation, um dos festivais de música mais cultuados e admirados do mundo, finalmente chega ao Brasil! A Maraty anuncia a primeira edição do Levitation Brasil para sábado, 23 de janeiro de 2027, no Komplexo Tempo, em São Paulo. O festival reúne Melvins, Osees, Boris e Frankie and the Witch Fingers como atrações internacionais e quatro nomes importantes da cena alternativa brasileira: Test, Bike, Ema Stoned e Bufo Borealis. O festival acontece ainda em 20 de janeiro em Buenos Aires e 21 de janeiro em Santiago. Ingressos à venda a partir das 10h do dia 19 de agosto por meio do site da Fastix. O Levitation, que nasceu em Austin (Texas, EUA), chega pela primeira vez à América do Sul após 18 anos de uma trajetória que transformou um encontro dedicado à psicodelia em uma referência internacional de curadoria. Nesses 18 anos, o festival aproximou diferentes gerações do rock psicodélico, punk, metal, indie, shoegaze, dream pop, darkwave, música eletrônica e outras vertentes experimentais, sem aderir à repetição de atrações que caracteriza parte dos grandes festivais internacionais. A edição brasileira também terá uma feira de discos, camisetas, merchandise, livros e pôsteres. O espaço será voltado principalmente a marcas, selos e editoras independentes e alternativas, ampliando para outras áreas da produção cultural o mesmo princípio de curadoria aplicado aos palcos. André Barcinski, produtor da Maraty, começou a idealizar uma edição brasileira do Levitation após conhecer o festival no Texas, há mais de dez anos. “Em 2014, fui pela primeira vez ao festival Levitation (que ainda se chamava Austin Psych Fest), no Texas. Fiquei impressionado com a qualidade das bandas, a organização e o clima de camaradagem entre o público e os artistas. Eu não conhecia 70% das bandas do line-up e saí de lá zonzo de tanta música boa. Desde então, sonho em poder replicar esse festival no Brasil. Foram vários anos de tentativas, e agora deu certo!” Leandro Carbonato, produtor da Powerline e sócio da Maraty, destaca que o projeto foi concebido para permanecer no calendário sul-americano e preservar o formato que diferencia o Levitation de outros festivais internacionais. “Estamos muito felizes com a possibilidade de realizar o Levitation e queremos construir um projeto duradouro, com muitas edições. Por isso, o festival também chegará ao Chile e à Argentina. A proposta é formar uma espécie de circuito sul-americano, que permita trazer as bandas para uma turnê pela região e manter o Levitation no continente por muitos anos”. View this post on Instagram Serviço | Levitation Brasil Data: sábado, 23 de janeiro de 2027Local: Komplexo TempoEndereço: Avenida Henry Ford, 511, Parque da Mooca, São PauloAtrações: Melvins, Osees, Boris, Frankie and the Witch Fingers, Test, Bike, Ema Stoned e Bufo BorealisIngresso: fastix Venda: a partir de 19 de agosto na FastixIngressos físicos sem taxa: Loja 255 da Galeria do Rock (R. 24 de Maio 62, Centro) Censura: permitida a entrada de menores de 18 anos desde que acompanhados de responsável legal. Acessibilidade: o local é totalmente equipado para atender a PCDs e haverá um espaço exclusivo para cadeirantes poderem ver os shows com toda a visibilidade e conforto. LEIA TAMBÉM: Rock in Rio 2026 divulga horários dos shows e informações gerais Via: WikiMetal

Rock in Rio 2026 divulga horários dos shows e informações gerais
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18/08/2026

Rock in Rio 2026 divulga horários dos shows e informações gerais

A Cidade do Rock está cada vez mais perto da aguardada abertura de portões, e o público já pode começar a planejar cada momento da experiência no Rock in Rio 2026. O festival ocorrerá nos dias acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico. Os ingressos estão disponíveis através do site da Ticketmaster. Pelo aplicativo oficial, os fãs já podem consultar os horários de todos os shows e montar sua própria programação para não perder nenhuma das atrações que estarão nos palcos e espaços da Cidade do Rock. O aplicativo oficial do Rock in Rio está disponível para dispositivos com sistemas operacionais iOS e Android. Confira abaixo os horários dos shows do Dia do Rock e Dia do Metal. Clique aqui para conferir a programação das demais datas. Dia do Rock – 04 de setembro Palco Mundo:Foo Fighters – 0h05Rise Against – 21h20The Hives – 19hNova Twins – 16h40Palco Sunset:Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos – 22h45Hot Milk – 20h10Detonautas convidam Biquíni – 17h50Di Ferrero – 15h30New Dance Order:Steve Angello – 1h30Giu x Carola – 0hAtkö – 22h30Cat Dealers – 21h05Espaço Favela:MC Rodrigo do CN – 19h10Hitmaker – 16h50Gbz7n – 15hPalco Supernova:Diogo Defante – 20h10Venere Vai Venus – 18hRock in Gil com Larissa Luz (tributo à fase roqueira de Gilberto Gil) – 16hChady – 14h30Global Village:Paulinho Moska – 19h10Leela – 16h50Giovanna Moraes – 15h Dia do metal – 05 de setembro Palco Mundo:Avenged Sevenfold – 0h05Bring Me the Horizon – 21h20Machine Gun Kelly – 19hSepultura – 16h40Palco Sunset:Bad Omens – 22h50Poppy – 20h10Black Pantera convida Nervosa – 17h50Malvada convida Day Limns – 15h30New Dance Order:James Hype – 1h30Volkoder – 0hCamila Jun x Eli Iwasa – 22h30Victor Lou – 21h05Espaço Favela:Major RD – 19h10Canto Cego – 16h50Banda Quanto – 15hPalco Supernova:Supercombo – 20h10Lvcas – 18hMC Taya – 16hZerobadass – 14h30Global Village:Korzus – 19h10Noturnall + Russell Allen – 16h50Rhegia – 15h View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rock In Rio 2026: Ingressos de rock e metal são os únicos que não esgotaram Via: WikiMetal

5 colaborações que ajudaram a moldar a carreira do Machine Gun kelly
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18/08/2026

5 colaborações que ajudaram a moldar a carreira do Machine Gun kelly

Depois de ganhar notoriedade no rap, o artista encontrou no pop punk, Machine Gun Kelly abriu um novo caminho e ampliou seu público. Essa transição não aconteceu sozinha: ao longo dos anos, diversas colaborações ajudaram a consolidar sua identidade musical e apresentaram diferentes facetas de seu trabalho. Com show marcado no Rock in Rio 2026, e uma apresentação solo em São Paulo, a expectativa é de um repertório que percorre essas diferentes fases. Embora o foco deva permanecer nos álbuns mais recentes, algumas parcerias tiveram papel tão importante na trajetória do músico que podem aparecer durante a apresentação. Machine Gun Kelly se apresentará no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 06 de setembro. Os últimos ingressos estão à venda por meio do site Ticketmaster. Travis Barker e YUNGBLUD: o início da mudança Poucas músicas representam tão bem a virada de chave na carreira de mgk quanto “I Think I’m OKAY”. Lançada em 2019, a faixa reuniu YUNGBLUD e Travis Barker em uma parceria que antecipou o que viria nos anos seguintes. Mais do que um feat, a música apresentou uma sonoridade que se distanciava do hip hop e se aproximava do pop punk e do rock alternativo. A resposta positiva do público mostrou que havia espaço para essa mudança e abriu caminho para Tickets to My Downfall. A relação com Travis Barker foi além dessa faixa. O baterista se tornou um dos principais colaboradores de mgk, produzindo grande parte dos discos que marcaram sua nova fase e ajudando a construir uma sonoridade inspirada no pop punk dos anos 2000, mas adaptada ao cenário atual. Blackbear e o sucesso de Tickets to My Downfall Quando lançou Tickets to My Downfall em 2020, mgk já havia conquistado um novo público. Um dos principais responsáveis por isso foi “My Ex’s Best Friend”, parceria com Blackbear. A faixa rapidamente se tornou um dos maiores sucessos do álbum e permanece entre as músicas mais executadas do artista. Nos shows, costuma ser um dos momentos de maior interação com o público, o que faz dela uma forte candidata ao repertório da apresentação no Brasil. Halsey e Willow reforçam a identidade da nova fase A consolidação da carreira no pop punk também passou por artistas que dialogavam com a mesma estética. Em “forget me too”, ao lado de Halsey, mgk apostou em uma composição que mistura refrão grudento e uma guitarra mais presente, seguindo a proposta apresentada em Tickets to My Downfall. Dois anos depois, foi a vez de “emo girl”, gravada com Willow. A música dividiu opiniões entre crítica e público, mas reforçou o interesse do artista em manter o pop punk como principal linguagem musical e dialogar com uma nova geração de ouvintes. Avril Lavigne representa a conexão com uma das maiores referências do gênero Entre todas as colaborações da fase rock, uma das mais simbólicas é “Bois Lie”, lançada por Avril Lavigne no álbum Love Sux, de 2022. A parceria vai além da música em si. Avril foi uma das artistas que ajudaram a popularizar o pop punk nos anos 2000, enquanto mgk se tornou um dos nomes responsáveis por levar o gênero novamente às paradas na década seguinte. Os dois também compartilham colaboradores importantes, como Travis Barker e Blackbear, o que torna essa aproximação bastante natural. Para muitos fãs, “Bois Lie” representa justamente o encontro entre duas gerações do pop punk. Embora a faixa pertença à discografia de Avril, ela permanece como uma das colaborações mais lembradas da carreira recente de mgk e não seria surpresa caso aparecesse no repertório da turnê. Antes do rock, Camila Cabello ajudou a ampliar seu alcance Muito antes de mergulhar no pop punk, mgk já experimentava diferentes estilos. Um dos maiores sucessos dessa fase foi “Bad Things”, parceria com Camila Cabello. A música alcançou o topo das paradas e apresentou o artista para um público muito mais amplo. Mesmo representando uma fase diferente de sua carreira, continua sendo uma das canções mais conhecidas de seu catálogo. Quais parcerias podem aparecer no show? Os shows mais recentes de mgk têm priorizado as músicas lançadas desde Tickets to My Downfall, o que aumenta as chances de faixas como “I Think I’m OKAY”, “my ex’s best friend”, “forget me too” e “emo girl” aparecerem no setlist. Canções como “Bad Things” e “Bois Lie” dependem da proposta da apresentação, mas representam momentos importantes de sua trajetória e mostram como as colaborações ajudaram a transformar um rapper em um dos principais nomes do atual cenário pop punk. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Machine Gun Kelly chega a São Paulo com show solo; últimos ingressos à venda Via: WikiMetal

Yungblud conta que machucou a perna em um acidente de moto de trilha; turnê segue de vento em popa
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18/08/2026

Yungblud conta que machucou a perna em um acidente de moto de trilha; turnê segue de vento em popa

Yungblud contou que machucou a perna em um acidente de moto de trilha. O acidente aconteceu duas horas antes de seu show em 09 de agosto no Sturgis Motorcycle Rally, na Dakota do Sul, segundo um vídeo do TikTok gravado por um fã. “Não vou conseguir ficar pulando de um lado para o outro e balançando a bunda como costumo fazer”, disse o roqueiro de 29 anos ao público, antes de pegar uma garrafa de uísque Jack Daniel’s e beber. “Mas vou continuar bebendo esse Jack”. @blackheartfanacc @yungblud hurt his leg riding dirt bikes at @SturgisBuffaloChip before the show! So a quick injection and copious amounts of Jack Daniel’s got him through the show 😂 🎥 yungblud.us on IG stories @yungbludarmy #sturgisbuffalochip #sturgisrally #blackheartsclub #Yungblud #yungbludarmy ♬ original sound – blackheart🖤 Já pelo Instagram, Dominic Harrison – nome real do artista – escreveu: “Perna detonada. Mas continuo na estrada. De pé (mais ou menos). Portugal e Bélgica, estou chegando e vai ser o cacete. Vejo vocês na semana que vem. Vamos nessa”. A publicação ainda tem uma foto do músico com a perna esquerda enfaixada até a altura da coxa, o que dá uma dimensão da gravidade do acidente. Veja: Até a segunda ordem, Yungblud vai se apresentar no Festival Vilar de Mouros, em Portugal, na terça-feira, 18 de agosto, e no Festival Pukkelpop, na Bélgica, na sexta-feira, 21 de agosto. Via: Rockbizz

Rock in Rio 2026: horários dos shows e informações gerais já estão disponíveis no aplicativo do festival
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17/08/2026

Rock in Rio 2026: horários dos shows e informações gerais já estão disponíveis no aplicativo do festival

A Cidade do Rock está cada vez mais perto da aguardada abertura de portões, e o público já pode começar a planejar cada momento da experiência no Rock in Rio 2026. Pelo aplicativo oficial do festival, os fãs já podem consultar os horários de todos os shows e montar sua própria programação para não perder nenhuma das atrações que estarão nos palcos e espaços da Cidade do Rock. Como novidade desta edição, também será possível compartilhar a agenda criada no aplicativo diretamente no Instagram, facilitando os encontros entre amigos e permitindo que cada pessoa mostre o que vai viver no festival. O aplicativo oficial reúne ainda informações e serviços que ajudam o público a se preparar para os dias de festa. Por meio da plataforma, já é possível garantir os lockers, comprar qualquer uma das opções de transporte para o festival, adquirir as modalidades disponíveis do Rock in Rio Club, conferir os serviços de acessibilidade e conhecer tudo sobre o novo espetáculo ECCO by Lightwire. Até o dia 4 de setembro, primeiro dia do Rock in Rio, o aplicativo ainda ganhará novas funcionalidades. O público poderá consultar o mapa completo da Cidade do Rock e informações sobre as ativações das marcas parceiras, além dos horários das experiências do festival, como o The Flight. A plataforma também permitirá a compra antecipada de bebidas e contará com o agendamento dos brinquedos, que estará disponível nos dias de shows quando o fã estiver dentro da Cidade do Rock. O aplicativo oficial do Rock in Rio está disponível para dispositivos com sistemas operacionais iOS e Android. Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, o Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6 (esgotado), 7, 11, 12 (esgotado) e 13 de setembro de 2026. Via: Rockbizz

Sharon Osbourne acusa Courtney Love de drogar Kelly: “Velha vagabunda”
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17/08/2026

Sharon Osbourne acusa Courtney Love de drogar Kelly: “Velha vagabunda”

Sharon Osbourne fez comentários atacando Courtney Love durante participação em evento relacionado ao documentário If These Walls Could Rock (2025), que conta a história do hotel Sunset Marquis na Califórnia, onde afirmou que a viúva de Kurt Cobain é uma “velha vagabunda”. Em vídeo do evento que circula nas redes socais, Sharon relembrou uma história de quando sua filha, Kelly Osbourne, era adolescente e recebeu drogas de uma pessoa e ao dizer quem seria a pessoa responsável pelo fornecimento, citou Courtney diretamente. No entanto, a empresária optou por não dar mais detalhes sobre a situação. “Eu não vou dizer mais nada. Mas ela é uma vagabunda de qualquer forma. Uma velha vagabunda chata. Uma vagabunda seca”, falou [transcrição via TMDQA!]. View this post on Instagram Kelly Osbourne chamou Courtney Love de “cracuda” em 2011 Em 2011, Kelly utilizou seu espaço no programa Fashion Police para chamar Courtney de “cracuda”, onde debochou do vício da cantora com drogas. Na época, Courtney declarou que estava completamente sóbria, bem como alegou ter ajudado Kelly em duas situações de emergência por overdose, chegando a afirmar que a atriz e cantora britânica chegou a ficar inconsciente em uma delas. LEIA TAMBÉM: Kelly Osbourne critica Dee Snider por minimizar legado de Ozzy: “Deselegante” Via: WikiMetal

Nine Red Moons reúne músicos de Sepultura e Viper em novo single “Archetypes”
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17/08/2026

Nine Red Moons reúne músicos de Sepultura e Viper em novo single “Archetypes”

Sepultura e Viper se encontram em uma mesma gravação em “Archetypes”, novo single do Nine Red Moons que antecipa Sumerian Songs for the Dead, EP de estreia previsto para setembro. A música reúne o baixista Paulo Xisto (Sepultura) e o guitarrista Felipe Machado (Viper), ao lado do mentor do projeto, Eduardo Simões (guitarra), e de uma formação internacional com Tasos Lazaris (vocal), Victor Simões (teclado), Polina Kermesh Faustova (violoncelo) e Angelo Spilotros (bateria). “Esta é a primeira vez que músicos ligados ao Sepultura e ao Viper participam juntos de uma mesma gravação”, destaca o guitarrista Eduardo “Paulista” Simões, mentor do Nine Red Moons, ex-integrante do Chakal e Pit Passarell e responsável pela composição de todas as músicas e letras do projeto. Musicalmente, “Archetypes” tem o Iron Maiden como principal referência, especialmente pela interpretação vocal de Lazaris, associado ao estilo de Bruce Dickinson. A faixa também incorpora influências de Metallica e Black Sabbath, especialmente da fase com Ronnie James Dio nos vocais. A bateria de Angelo Spilotros acrescenta elementos de prog metal, incluindo uma passagem em compasso 7/8 antes do solo, conforme explica Simões. O peso da faixa ganha ainda mais força com Paulo Xisto no baixo, que ocupa papel central na sonoridade, contribuindo para a densidade e a profundidade da composição. Os solos de guitarra são executados por Eduardo Simões e Felipe Machado, enquanto Victor Simões assume os teclados. A formação é completada pela violoncelista ucraniana Polina Kermesh Faustova, integrante da orquestra de Hans Zimmer, e por Spilotros na bateria. Considerada a mais enigmática de Sumerian Songs for the Dead, “Archetypes” também estabelece o tom conceitual do projeto ao abordar temas como morte, luto e transcendência a partir dos arquétipos de Carl Jung. A letra explora padrões psicológicos universais e modelos de comportamento diante dos mistérios da existência, conduzindo a narrativa por uma perspectiva que questiona a própria natureza da morte e a possibilidade de algo existir além dela. A inspiração surgiu de uma experiência pessoal de Eduardo após o falecimento de seu pai. “Comecei a ler vários livros sobre luto e o que a morte significa para cada religião. Essa música traz o desejo de que, um dia, possamos conversar novamente”, explica. A reflexão encontra síntese no refrão: “A morte é apenas uma passagem, a alma é imortal.” A dimensão visual acompanha a proposta conceitual do single, com capa criada por Jean Michel, da DSNS Art. Eduardo Simões assina a produção, com coprodução de Val Santos e Alan Wallace. Val Santos também é responsável pela mixagem e masterização, enquanto o lyric video foi produzido por Wanderley Perna. LEIA TAMBÉM: Jay Weinberg, ex-Slipknot, não tinha autorização para tocar com outros artistas Via: WikiMetal

Floor Jansen (Nightwish) conta qual é o pior disco que já fez e qual música a faz chorar
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17/08/2026

Floor Jansen (Nightwish) conta qual é o pior disco que já fez e qual música a faz chorar

A cantora holandesa Floor Jansen (Nightwish, ex-After Forever) não se esquiva de assuntos polêmicos e dá o seu parecer doa a quem doer. Em conversa com a revista Classic Rock, Floor contou qual é o pior disco que já fez e qual música a faz chorar. O pior álbum que já gravei: “Provavelmente o primeiro [Prison of Desire, do After Forever]. Eu tinha 18 anos quando o gravei, então nós não sabíamos nada sobre composição, gravação ou canto. Mas o primeiro é o primeiro. E isso também o torna muito, muito especial”. Prison of Desire saiu em 24 de abril de 2000 através da Transmission Records. O disco está dento da jurisdição do symphonic metal. A música que me faz chorar: “A maioria das músicas me faz chorar! Minhas emoções estão sempre à flor da pele. Uma delas é Heartless, do Evergrey. Há certos aspectos na letra que são expressos de uma maneira muito bela”. A canção está presente no álbum A Heartless Portrait (The Orphéan Testament), cujo lançamento foi em 2022 pela Napalm Records. O trabalho é o décimo terceiro registro de estúdio da banda sueca, que finca bandeira no pro metal e power metal. E por falar em Floor Jansen, ela lançou em junho o novo som Run. A faixa é uma primeira amostra do novo material solo de Floor desde o lançamento de seu álbum de estreia, Paragon, que saiu em março de 2023. Sobre a nova canção, Floor falou: “Para mim, Run é sobre deixar de se diminuir para caber em um molde que nunca foi seu. É sobre tirar a máscara, confiar no seu próprio movimento e ousar ser vista dessa forma. Musicalmente, parece o início de algo novo. Um pouco mais pesado, um pouco mais direto, mas ainda assim honesto, melódico e totalmente eu”. Via: Rockbizz

Pele nova, mesma fúria: Pitty começará nova fase artística com disco homônimo
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17/08/2026

Pele nova, mesma fúria: Pitty começará nova fase artística com disco homônimo

Pele nova, mesma fúria! A cantora Pitty começará nova fase artística com disco homônimo. O disco, que será o seu sexto álbum de inéditas e o primeiro trabalho de estúdio em sete anos, chegará ao marcado em 16 de outubro pela gravadora Deck. Desde seu último álbum de inéditas – Matriz, de 2019 – o público acompanhou Pitty em diferentes projetos, encontros e apresentações, mas também alimentou a expectativa por uma nova obra autoral. Essa expectativa cresceu durante o período em que a artista decidiu interromper a rotina dos palcos e viver uma pausa criativa. O intervalo foi um tempo de escuta, elaboração e retomada. Ao reduzir o ritmo, Pitty abriu espaço para observar a própria trajetória, reorganizar desejos e reencontrar o impulso da composição. Ao longo de mais de duas décadas, ela construiu um lugar raro na música brasileira. Poucas artistas de sua geração conseguiram reunir repertório popular, identidade autoral, influência cultural e diálogo com diferentes gerações. No rock, essa posição é ainda mais singular: em um território historicamente masculino, Pitty permanece como uma de suas figuras centrais, não como memória de uma época, mas como artista em atividade e transformação. A escolha do título homônimo funciona como assinatura. Pela primeira vez, Pitty coloca o próprio nome em um álbum que concentra a mulher, a artista e a compositora que se tornou. “Eu tenho dito que estou fazendo o primeiro disco da minha vida, porque essa é a sensação. As coisas vêm na hora em que precisam vir. Depois de sete anos, surgiu um jeito novo de criar e eu me permiti seguir esse movimento sem tentar controlar o que estava acontecendo”, explicou. “Eu ainda não estava pensando em fazer um álbum”, destacou. “Mas veio um troço, a caneta começou a fritar, a caneta ferveu, e eu fui deixando. Me abri totalmente para aquilo que estava acontecendo. Esse disco se fez e se impôs. Eu fui tomada por ele”. Em PITTY, a artista assume a criação e a direção geral do projeto. Assina letras, melodias, riffs e coprodução musical, além de toda a estética e narrativa do álbum como partes de uma mesma obra. Via: Rockbizz

Sonata Arctica: 5 músicas para ouvir no show da ’30th Anniversary Tour’ no Brasil
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17/08/2026

Sonata Arctica: 5 músicas para ouvir no show da ’30th Anniversary Tour’ no Brasil

Sonata Arctica, uma das maiores bandas de power metal em atividade, está com a sua turnê mundial 30th Anniversary Tour, celebrando os 30 anos de carreira. A banda irá percorrer diversos países da América Latina e, em outubro, irá desembarcar no Brasil em duas datas. Os shows irão acontecer nas cidades de Limeira/SP (02 de outubro, no Mirage) e São Paulo (03 de outubro, na Audio). A banda, formada em 1996, em Kemi, na Finlândia, inicialmente tinha outro nome: Tricky Beans. Após diversas considerações, o grupo evoluiu rapidamente o seu som e seguiu em direção ao gênero de power metal que conhecemos hoje, alterando o seu nome em 1999 para Sonata Arctica. O Wikimetal selecionou as melhores faixas do repertório que estamos ansiosos para ouvir nas apresentações do Brasil: “Full Moon”, do Ecliptica (1999) “FullMoon”, do álbum de estreia Ecliptica, de 1999, está entre as melhores músicas por seu contexto. A faixa conta uma história trágica de um homem que tenta proteger a sua esposa ao se transformar em lobisomem. O desfecho não é lá muito agradável, mas a sua musicalidade marcante e os temas abordados fazem com que essa música esteja nessa lista. “Victoria’s Secret”, do Winterheart’s Guild (2003) “Victoria’s Secret”, do álbum de 2003 Winterheart’s Guild, aborda a jornada um pouco mais emocional e de escapismo de uma vida de opressão de uma jovem que busca a liberdade. O contexto da composição trata da temática de pessoas que passam a sua vida aprisionadas por seus contextos pessoais e circunstanciais e acabam por não encontrar forças para romper esses ciclos. Não poderia não estar nessa lista. “Paid in Full”, do Unia (2007) “Paid in Full”, que faz parte do álbum Unia de 2007, conta sobre um processo doloroso de superação após o fim de um relacionamento. Em sua letra, é retratada a jornada emocional de rejeição, ódio, autoculpa e todos os processos pelos quais devemos passar em um “luto de término”. Ao final, a mensagem passada é para o crescimento pessoal e para seguir adiante apesar das dores. “The Wolves Die Young”, do Pariah’s Child (2014) “The Wolves Die Young”, a faixa de abertura do álbum Pariah’s Child, de 2014, marca o retorno do famoso lobo da banda, como uma metáfora central nas composições. A história é inspirada no conto “A Roupa Nova do Rei”, que retrata uma rainha tirana em uma terra congelada. Nada mais “power metal” do que inspirações em contos, batalhas, manipulações. “Tallulah”, do Silence (2001) “Tallulah”, a última música da nossa lista, pertence ao álbum Silence, de 2001. A faixa é uma balada um pouco mais melancólica e relata amores não correspondidos, rejeições e o medo do sofrimento. A dor da perda inicia e finaliza a música, mostrando o personagem em sua vulnerabilidade ao se deparar com o seu grande amor seguindo em frente com uma nova pessoa. Não poderíamos deixar de incluir uma das mais sofridas faixas da banda. Serviço Sonata Arctica Data: Sábado, 03 de outubro de 2026Local: AudioEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca – São Paulo – SPAbertura da casa: 19h00Classificação etária: 16 anos Ingressos:Pista: a partir de R$ 180,00 + taxasPista Premium: a partir de R$ 340,00 + taxasMezanino: a partir de R$ 300,00 + taxasValores sujeitos a alteração conforme virada de lote.Vendas: http://www.clubedoingresso.com/evento/sonataarctica View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

Quente e imperdível: System Of A Down anuncia One Night Only no Maracanã com participação de Faith No More
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17/08/2026

Quente e imperdível: System Of A Down anuncia One Night Only no Maracanã com participação de Faith No More

Quente e imperdível! System Of A Down anunciou One Night Only no Maracanã com participação de Faith No More. O evento, que vai acontecer no dia 15 de janeiro de 2027, ganhou o nome de One Night Only, o que dá dimensão do que o público pode esperar e, desde já, deixando claro que não haverá datas extras ou passagem por outras cidades da América do Sul. Os ingressos estarão à venda pela Eventim da seguinte forma: clientes Private Bank e Itaú Personnalité poderão comprar ingressos entre 19 de agosto, às 10h, e 20 de agosto, às 10h. Para todos os clientes Itaú Unibanco, a pré-venda ocorre entre 20 de agosto, às 10h, e 21 de agosto, até às 10h. A venda geral começa em 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteria física. Poucas bandas ajudaram a definir a música pesada como o System Of A Down. Desde que surgiu no cenário global com seu álbum de estreia homônimo, o quarteto se consolidou como um dos grupos mais singulares e impactantes das últimas três décadas. O SOAD transforma cada show em uma experiência eletrizante, que combina caos, catarse e celebração. O próximo show no Maracanã ganha ainda mais relevância por marcar o primeiro do Faith No More desde a última vez que a banda subiu ao palco, em agosto de 2016, após uma série de apresentações que encerraram a turnê do álbum Sol Invictus. O público da América do Sul pode esperar por um repertório extenso que conta com toda a trajetória do System Of A Down e do Faith No More, repleto de músicas que se tornaram a trilha sonora de gerações de fãs de rock e metal ao redor do mundo. SERVIÇOSystem Of A Down & Faith No MoreRIO DE JANEIROData: 15 de janeiro de 2027 (sexta-feira)Local: Maracanã – Rua Prof. Eurico Rabelo, s/n – Maracanã – Rio de Janeiro/RJHorário de abertura dos portões: 16hClassificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Cadeira Superior Nível 5 – R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)Cadeira Superior Sul – R$ 397,50 (meia-entrada) | R$ 795,00 (inteira)Cadeira Superior Leste – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)Cadeira Inferior Sul – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeira Inferior Oeste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeira Inferior Leste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeiras Cativas (Superior Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Camarote (Oeste e Leste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Tribuna (Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Pista Premium Itaú Personnalité – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Maracanã Mais Oeste (Hot Seat) – R$ 997,50 (meia-entrada) | R$ 1.995,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze* – R$ 1.092,00 (meia-entrada) | R$ 1.540,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Gold* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Silver* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum* – R$ 2.042,50 (meia-entrada) | R$ 2.790,00 (inteira) Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze*Incluso– 1 (um) ingresso de Cadeira Superior Leste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Gold*Incluso– 1 (um) ingresso de Cadeira Inferior Leste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Silver*Incluso– 1 (um) ingressos de Cadeira Inferior Oeste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum*Incluso– 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pré-venda clientes Itaú UnibancoClientes Private Bank e Itaú Personnalité: 19 de agosto, às 10h, até 20 de agosto, às 10hTodos os clientes Itaú Unibanco: 20 de agosto, às 10h, até 21 de agosto, às 10hVenda geral: 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteriaVendas online em: eventim.com.br/SOAD-FNM-2027Bilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) – Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro – Rio de Janeiro/RJFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Benefício para clientes Itaú UnibancoPré-venda exclusiva com 30% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período*Compra de 4 ingressos por CPF – sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade Parcelamento em até 3x sem jurosO parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso. Via: Rockbizz

Jay Weinberg, ex-Slipknot, não tinha autorização para tocar com outros artistas
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17/08/2026

Jay Weinberg, ex-Slipknot, não tinha autorização para tocar com outros artistas

Jay Weinberg falou sobre o período que passou após deixar o Slipknot e revelou que enfrentou limitações para trabalhar com outros artistas. O baterista, demitido da banda por telefone, dois dias após o show no festival Hell & Heaven, no México, no dia 03 de novembro de 2023, revelou que não tinha liberdade legal para participar de novos projetos musicais. Em entrevista ao Loyal to the Craft, Weinberg disse que agora trabalha em diferentes projetos e afirma que recuperou a possibilidade de explorar novos caminhos na música. Grande parte do novo material de Jay Weinberg vinha sendo desenvolvida em segredo há anos, mas restrições legais impediram seu lançamento. O baterista afirma que trabalha nessas ideias desde 2013 e passou anos aprimorando as músicas. “Sem me ater muito a uma situação específica, não ter a permissão legal para tocar música com outras pessoas foi definitivamente difícil, porque eu vejo a música, pelo menos a sua criação e compartilhamento, como algo que envolve duas vertentes”, disse ele [transcrição via Blabbermouth]. Embora não revelasse ao certo a origem das restrições legais, o músico disse que podia colaborar “em privado”, não tinha permissão legal para lançar nenhuma das músicas. “Embora eu estivesse extremamente focado em um aspecto da minha vida criativa e feliz por isso, uma pequena parte de mim, como se fosse uma parte de mim, estava morrendo, com certeza, porque isso significa muito para mim. São músicas que, mesmo 13 anos após terem sido concebidas, ainda me apaixonam e me motivam a finalizá-las, sendo emocionalmente gratificante para mim lançá-las. Sempre considerei isso algo saudável, poder jogar e criar com pessoas de todas as disciplinas, de todas as origens, e é certamente nisso que estou me concentrando”, revelou ele. O músico integrou a formação de Suicidal Tendencies por quase dois anos. Sua passagem pela banda ocorreu após ser demitido do Slipknot em 2023, onde atuou como baterista por cerca de dez anos e participou de álbuns importantes da carreira do grupo. Durante o período no Suicidal Tendencies, Weinberg também lançou material solo e desenvolveu colaborações com outros artistas. Lançou seu primeiro single, “Sandstone”, com participação de George Clarke, vocalista do Deafheaven. Atualmente, o músico promove “Drown Fountain”, single em colaboração com a dupla canadense de grunge-gaze Softcult. A faixa marca a estreia de Weinberg como vocalista principal. LEIA TAMBÉM: Jim Root sobre saída de Sid Wilson do Slipknot: “Não sabia em que acreditar” Via: WikiMetal

Ritchie Blackmore revela detalhes do encontro com Deep Purple: “Curar feridas”
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17/08/2026

Ritchie Blackmore revela detalhes do encontro com Deep Purple: “Curar feridas”

Ritchie Blackmore revelou os bastidores de seu reencontro com o Deep Purple após mais de três décadas. O guitarrista subiu ao palco com a banda na última quarta-feira, 12, durante um show no Jones Beach Theater, em Nova York. Blackmore fez uma interpretação da clássica música “Smoke On The Water”, que encerrou o setlist do Deep Purple no show da noite. Foi sua primeira apresentação com o grupo desde 15 de novembro de 1993. Em entrevista à Guitar Player, o músico contou que o momento teve um significado maior do que a própria performance. Aos 81 anos, ele afirmou que queria reencontrar antigos companheiros e mostrar que as diferenças do passado ficaram para trás. “Foi muito emocionante porque entrei no palco muito rápido e tive que tocar imediatamente. Não pude aquecer, mas eu não estava lá para tocar as notas certas. Eu estava lá para ver velhos amigos. Não os via há 40 anos e todos nós estávamos ficando mais velhos. Acho que percebemos que poderia ser a última vez que nos veríamos, talvez”, disse o guitarrista. Como aconteceu o convite Ele contou como aconteceu o convite. “Certa manhã, acordei na véspera do show deles pensando: ‘Sabe, seria bom para os fãs se eu subisse ao palco para tocar só uma música, provavelmente ‘Smoke’, e mostrar que não estamos nos desentendendo e que não nos odiamos. Candice, minha esposa, me colocou em contato com Ian Gillan e eu disse: ‘O que você acha de eu cantar ‘Smoke’?’ As palavras exatas dele foram: ‘Me fez sorrir.’ Ele então mostrou a ideia para a banda e todos aprovaram” “Foi complicado; não toquei nada muito técnico, pois achei que deveria me ater ao básico, à simplicidade. Ainda me perdi em um momento, mas não era por isso que eu estava lá. Eu estava lá para curar quaisquer feridas — mas não havia feridas. Todos estavam como se estivéssemos no exército, ao longo da Frente Ocidental, e estávamos todos nos reunindo novamente. Um momento muito emocionante”, revelou ele. O reencontro reuniu Blackmore com Ian Gillan, Roger Glover e Ian Paice, integrantes da clássica formação Mark II. Blackmore cofundou o Deep Purple em Londres, em 1968, com Ian Paice, e permaneceu no grupo até 1975. Ele voltou entre 1984 e 1993, participou de 13 álbuns de estúdio e ajudou a compor grande parte dos clássicos da banda. “Somos dois caras alfa”, disse Blackmore sobre os desentendimentos passados ​​entre ele e Gillan. “Estou acostumado a liderar uma banda, e acho que ele também. Então, tivemos nossos desentendimentos no passado. Mas tudo isso mudou”. LEIA TAMBÉM: Relembre o motivo da saída de Richie Blackmore do Deep Purple Via: WikiMetal