Notícias

Carol Bongiovi, mamãe de Jon Bon Jovi, morre aos 83 anos
Nesta terça-feira, dia 9 de julho, Carol Bongiovi, mamãe de Jon Bon Jovi, morreu aos 83 anos. A Senhora, que morreu três dias antes de completar 84 anos, estava internada no Monmouth Medical Center, Long Branch, Nova Jérsei, Estados Unidos. Em fala à revista People, Jon disse: “Nossa mãe era uma força a ser reconhecida, seu espírito e atitude empreendedora moldaram esta família. Sentiremos muita falta dela”. Além de Jon, Carol teve mais outros dois filhos: Anthony Bongiovi e Matthew Bongiovi. A matriarca da família também deixa oito netos. O RockBizz envia as mais sinceras condolências e carinho à família e amigos de Carol Bongiovi. Via: Rockbizz

Yngwie Malmsteen afirma que não tem influências no rock n’ roll
O sueco voador Yngwie Malmsteen participou da edição 2024 do Hellfest, que rolou entre os dias 27 e 30 de junho. Durante a coletiva de imprensa no evento, o virtuoso guitarrista afirmou que não tem influências no rock n’ roll. Yngwie disse: “Parei de ouvir Ritchie Blackmore [ex-guitarrista do Deep Purple] completamente quando tinha 10 anos. Eu amo Ritchie Blackmore, sem dúvida, mas meu jeito de tocar não é nada parecido com o dele. Ele era um guitarrista de blues, um dos maiores de todos os tempos. Eu amo ele e Jimmy Page [Led Zeppelin]. Eu amo todos eles. Mas parei de usar a escala pentatônica há muito, muito tempo, e ela é uma escala normal para tocar guitarra”. Malmsteen completou: “Eu ouvia Charlie Christian, Joe Pass, Django Reinhardt, Hank Marvin, Jeff Beck, Ritchie Blackmore e Gary Moore, o que é ótimo. No entanto, baseei a minha forma de tocar guitarra no violino clássico, e não na guitarra. Acho meio antiquado quando as pessoas me dizem que fui influenciado por Blackmore! Bem, basta ouvir como nós tocamos”. O canal Loud TV compartilhou a coletiva de imprensa de Yngwie Malmsteen no Hellfest. Veja: Via: Rockbizz

Iron Maiden: These Colours Don’t Run não é sobre Sharon Osbourne, explica Bruce Dickinson
Em 2005, o Iron Maiden estava em divulgação da Eddie Rips Up the World Tour, turnê em que o repertório era formado apenas por canções de seus quatro primeiros álbuns – a saber Iron Maiden, Killers, The Number of the Beast e Piece of Mind – e foi convidado a tocar no Ozzfest, que estava completando dez anos de vida. A ideia era ter o Maiden como banda de abertura do Black Sabbath, o pai do heavy metal, já que o quarteto estava em outra turnê especial, com a formação original. Para o desespero e raiva da empresária e esposa de Ozzy, Sharon Osbourne, o show da Donzela de Ferro estava tendo mais aderência ao público, a ponto de parte do fãs deixarem as casas de show antes do Sabbath subir ao palco. Sharon criou uma ‘fanfic’ de que Dickinson estava xingando e desrespeitando a sua família e esposo, com isso, durante show no Hyundai Pavillion, em San Bernardino, EUA, pediu para que membros de sua equipe jogassem ovos e pedras de gelo nos músicos do Iron. Além disto, o som do Maiden foi cortado completamente e o grupo precisou sair do palco por um breve período. Depois do episódio, Rod Smallwood, empresário da Donzela de Ferro, foi discreto na resposta, pois apenas soltou uma nota de repúdio e abandonou o Ozzfest. A atitude de Rod foi não bater palma para maluco – vide Sharon Osbourne. Suposta resposta musical Muitos fãs e pessoas da imprensa, inclusive, acreditam que a canção These Colours Don’t Run, do álbum A Matter Of Life And Death, de 2006, ou seja, um ano após o incidente, é uma resposta a Sharon. Durante entrevista à revista inglesa Metal Hammer, o vocalista Bruce Dickinson explicou qual é a inspiração para o som. “Algumas pessoas pensam que a música é sobre Sharon Osbourne. Ela mesma acha que tudo é sobre ela. Mas a música não é sobre ela. É sobre homens que partem para a guerra e sobre os medos e esperanças que deixam para trás. Em todas as gerações, as famílias despediram-se de seus homens, que partem para a luta sem saber se os voltarão a ver vivos. Está acontecendo agora! Os soldados vão para a guerra e alguns voltam em sacos para cadáveres”. Via: Rockbizz

Kerry King explica por que tocou baixo nos álbuns do Slayer
Em uma entrevista recente à Guitar World, o guitarrista Kerry King explicou por que tocou baixo nos álbuns do Slayer, “provavelmente desde os anos 90″. Ao falar sobre seu álbum solo de estreia, King discutiu como havia menos necessidade de negociação no estúdio com sua formação atual. “É revigorante. Eu nunca quis isso. Não é algo que eu precisava musicalmente ou pessoalmente”, ele disse sobre gravar um disco solo. “Foi muito legal e divertido, trabalhar com novas pessoas foi muito divertido. Este é o primeiro disco em que não toco baixo, provavelmente, desde os anos 90″. Em uma pergunta complementar sobre por que Tom Araya – que é creditado como baixista nos álbuns do Slayer – desistiu de suas funções, King deu mais importância à preparação do que ao nível de habilidade. “Sempre deixamos Tom tocar baixo até ele se cansar de não ser bom nisso. Em defesa de Tom, até aquele momento ele nunca havia tocado as músicas. Sempre fomos só eu e Paul [Bostaph]”, King explicou. “E então entramos no estúdio para gravar. Acho que Tom colocou na cabeça que ele era capaz de fazer isso. Mas para alguém que nunca tocou uma música antes, entrar sem conhecer a música e colocá-la no nível de gravação não é realista”. O guitarrista acrescentou: “Então, se eu já fiz minhas faixas de guitarra, Jeff [Hanneman] fez suas faixas de guitarra, e Tom não conhecia as partes do baixo, posso pegar um baixo e terminar em menos de um dia porque já conheço as músicas”. “Chegou ao ponto em que ele brincava e tocava uma música por oito horas antes de ficar frustrado e simplesmente dizer: ‘Aqui, faça isso!’ Não quero que pensem que ele não conseguiria fazer isso, mas ele precisava de tempo para aprender”, finalizou. Via: Rockbizz

“A realidade do que é o Sepultura ultrapassou mil vezes o que eu poderia sonhar”, expressa Andreas Kisser
Andreas Kisser, poderoso chefão do Sepultura, bateu um agradável papo com o apresentador e ex-VJ da MTV, Luiz Thunderbird, no podcast Music Thunder Vision. A conversa passou por temas como morte, projeto social, turnês, perrengue na estrada, legado e experiências musicais e, claro, Sepultura. Questionado sobre as muitas possibilidades que o Sepultura lhe abriu no mundo da música e na vida, Andreas respondeu [transcrição feita pelo RockBizz]. “Cara, em um festival na Bélgica, a gente tocou junto com o Peter Gabriel, com Tony Levin no baixo. Assisti o show do palco, vi o Peter Gabriel fazer um som. Fiz som com os caras do Motörhead e Metallica! Então, tudo o que eu poderia ter sonhado na adolescência, a realidade do que foi e é o Sepultura ultrapassou mil vezes o que eu poderia sonhar”. Kisser continuou: “O meu sonho era tocar em Nova Iorque, e em nem sabia o que era isso. Meu sonho era conhecer os meus ídolos. Em 1989, saímos para beber em Londres, saímos para ir num boteco, e lá estava o Lemmy [Kilmister, vocalista e baixista do Motörhead]. O Lemmy recebeu a gente e pagou uma rodada de cerveja e tirou foto. Desde sempre, ele foi um cara foda e temos uma história com o Motörhead que é maravilhosa. Em 1991, tocamos no Rock In Rio, e chegou o Rob Halford [Judas Priest] para conhecer a gente”. “Depois disso, nós começamos a viajar, [conhecemos] Ozzy Osbourne, Black Sabbath e Slayer. A gente foi conhecer o mundo e ter contato com pessoas que nos respeitava e curtia o nosso som”, finalizou. Veja a bacana entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Josh Homme passará por cirurgia de emergência e shows do Queens Of The Stone Age são cancelados
O Queens Of The Stone Age acaba de anunciar através de suas redes sociais que os nove shows restantes da sua turnê pela Europa estão cancelados porque o vocalista Josh Homme precisa retornar para os Estados Unidos para uma “cirurgia de emergência”. A banda afirmou: “Todos os esforços foram feitos para permanecer e tocar para vocês, mas não é mais uma opção continuar”. O motivo da cirurgia de Homme não foi revelado. A última apresentação do Queens Of The Stone Age na Europa foi no sábado (06) em Milão, Itália, após cancelar sua aparição no AMA Music Festival na noite anterior devido a uma doença não especificada. Via: Rockbizz

AC/DC: Back In Black é certificado como disco de platina pela vigésima sexta vez
Back In Black, mega clássico do AC/DC, foi certificado como disco de platina pela vigésima sexta vez, ou seja, já vendeu vinte e seis milhões de cópias. O título foi concedido pela Recording Industry Association Of America (RIAA), que contabiliza as vendas apenas em solo norte-americano. Cabe destacar que, ao redor do globo, Back In Black já bateu a marca de cinquenta milhões de cópias vendidas, sendo o álbum de rock n’ roll mais vendido de todos os tempos. Além da faixa-título, o álbum é embalado por sons como Hells Bells, Shoot to Thrill e You Shook Me All Night Long. Via: Rockbizz

Eddie Vedder explica problema de saúde que levou ao cancelamento de shows do Pearl Jam
O vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder, recentemente falou sobre seu problema de saúde que levou ao cancelamento de alguns shows do grupo na Europa. O Pearl Jam cancelou os dois shows marcados para os dias 2 e 3 de julho em Berlim, Alemanha. Anteriormente, a banda havia cancelado sua apresentação do dia 29 de junho em Londres, Inglaterra, devido a uma doença. Agora, no último sábado (6), o grupo voltou aos palcos para um show em Barcelona, Espanha, e Eddie Vedder esclareceu os problemas de saúde com os quais estava lidando. “Na última semana tive uma experiência de quase morte. Foi muito desconfortável e ficou assustador”, o cantor disse ao público. Após a performance de Just Breathe, Vedder disse que o problema estava relacionado ao peito: “Parecia que não conseguia respirar, talvez não conseguisse passar a noite, talvez tivesse que ir para o hospital”. Eddie então notou que isso não estava acontecendo só com ele, outras pessoas da banda também sentiam isso. “Você simplesmente percebe o quão preciosa esta vida é, quão sortudos somos por viver em um planeta onde poderíamos tocar para pessoas incríveis como as pessoas que estão aqui esta noite”, acrescentou. E finalizou: “Então, foi uma experiência dolorosa. Não esquecerei isso tão cedo e não esqueceremos esta noite tão cedo”. I have it here pic.twitter.com/vAjCcLtAJ4 — Seb (@sebthobald) July 6, 2024 Via: Rockbizz

“Lars Ulrich não é o melhor baterista do mundo”, diz Flemming Rasmussen
Desde os anos 1980, a discussão sobre as habilidades técnicas de Lars Ulrich, baterista do Metallica, é acalorada, com alguns fãs defendendo o dinamarquês com unhas, dentes e baquetas, e uma outra parte do público sentando o tambor na cabeça do músico. Flemming Rasmussen, que é uma pessoa importante para a história do Metallica e para a cena heavy metal, visto que produziu os clássicos Ride the Lightning (1984), Master of Puppets (1986) e …And Justice for All (1988), disse, durante entrevista ao comunicador Daniel Sarkissian, que Lars Ulrich não é o melhor baterista do mundo, mas é o cara certo para o Metallica. Flemming falou: “As pessoas podem odiá-lo o quanto quiserem, isso meio que se tornou uma espécie de esporte para alguns indivíduos. Ele não é o melhor baterista do mundo, mas é o melhor para o Metallica”. O produtor adicionou em tom positivo: “Lars evoluiu! Ele está cada vez melhor, tem mostrado um grande desenvolvimento. Musicalmente e tecnicamente, ele é muito, muito bom”. A longa e interessante entrevista está liberada aqui: Via: Rockbizz

Entrevista: Mike LePond, do Symphony X, fala sobre metal progressivo
Mike LePond é o baixista da banda de metal progressivo Symphony X, além de seu outro projeto, que leva o nome de Mike LePond’s Silent Assassins. Juntamente com o Symphony X, LePond vem ao Brasil para três shows, sendo eles: 26 de julho, em Belo Horizonte, no Mister Rock, 27 de julho, em São Paulo, no Tokio Marine Hall e, por fim, 28 de julho, em Curitiba, no Tork N’ Roll. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, o músico comentou sobre seu tempo na banda, vinda ao Brasil, seus planos futuros e mais! Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Você toca no Symphony X há mais de duas décadas. Como você sente que a banda mudou desde então? Mike LePond: Musicalmente, acho que ficamos mais pesados e escrevemos músicas melhores do que antigamente. Também acho que com a maturidade nos damos melhor do que nunca. Vinte e cinco anos depois, todos nós entendemos que o que fazemos não é apenas diversão, mas um negócio a ser levado a sério. WM: Já se passaram 10 anos desde que você lançou um álbum com Mike LePond’s Silent Assassins. O que fez você decidir criar este projeto? ML: O meu primeiro amor não é a música progressiva. É heavy metal tradicional e sempre quis tocar em um projeto como esse. Eu tinha muitas músicas desse gênero que não cabiam nos álbuns do Symphony X. Com o Silent Assassins, consegui lançar essas músicas e mostrar aos meus fãs de onde vêm minhas raízes. WM: O metal progressivo nunca foi um dos gêneros de metal mais populares. Como você percebe o estilo hoje em dia? ML: Acho que o estilo começou muito bem com bandas como Symphony X e Dream Theater, mas depois piorou. Eu sinto que existem muitas bandas progressivas ótimas, mas também existem muitas delas que carecem de emoção. Eles ficaram mais preocupados em se exibir em vez de escrever ótimas músicas. WM: Se você pudesse construir um big four do prog metal, quais bandas você escolheria? ML: Dream Theater, Symphony X, Queensrÿche e Fates Warning. WM: Quais são seus planos futuros? Talvez algo com Symphony X ou solo? ML: Symphony X está escrevendo músicas para um novo álbum. Deve ser feito até o final do próximo ano. WM: Quais são suas expectativas para os próximos shows aqui no Brasil? ML: Meu primeiro show com o Symphony X foi no Brasil, no ano 2000. Eles provaram ser o público mais interessante para se tocar. Não espero nada menos do que um show com incrível paixão e amor de ambos os lados do palco. O Brasil é meu lugar favorito para tocar. WM: Além dos shows, o que você mais gosta no país? ML: Venho ao Brasil há mais de vinte anos e me apaixonei por este país. As pessoas são tão gentis e genuínas. Tenho tantas lembranças maravilhosas de amizades lá. Os brasileiros são como uma família para mim. Ansioso para outra aventura lá! LEIA TAMBÉM: Symphony X conquista público com técnica e carisma no Monsters of Rock 2023 Via: WikiMetal

Wolf Hoffmann cita os dois álbuns do Accept que mais tem carinho
Durante bate-papo no programa de rádio Full Metal Jackie, o general e guitarrista do Accept, Wolf Hoffmann, citou os dois álbuns do Accept que mais tem carinho. A resposta do músico alemão foi a seguinte: “Há dois álbuns que se destacaram para mim: Balls to the Wall, porque foi a primeira vez que saímos da Europa, assinamos contrato internacional com a Sony e fizemos uma turnê pelos Estados Unidos pela primeira vez. Esse álbum fez uma grande diferença para nós em nossa carreira. O outro álbum foi Blood of the Nations. Quando voltamos com a banda em 2009 e encontramos Mark Tornillo para ser o nosso novo vocalista, tudo mudou. Foi um grande trampolim para a banda e realmente tudo mudou. Quando esse álbum foi lançado, deu início a um novo capítulo em nossa carreira”. Balls to the Wall é o quinto registro de estúdio do quinteto germânico, lançado em 1984. O disco é embalado pela faixa-título, Love Child, London Leatherboys, entre outras canções. Já Blood of the Nations é o décimo segundo álbum do grupo, que saiu em 2010. Os destaques do repertório vão para Teutonic Terror, No Shelter, Beat the Bastards e a faixa-título. Via: Rockbizz

Obscene Extreme 2024: Ratos de Porão, Napalm Death e mais se apresentaram no festival
Texto por Alessandro SicilianoFotos por Sophia Velho O Obscene Extreme é um festival de música, criado em 1999 em Trutnov, na República Tcheca. Lá se apresentam artistas da música pesada como punk, crustcore, grindcore e death metal. Celebrando seus 25 anos, o evento aconteceu entre os dias 03 e 07 de julho e contou com muita música boa. Primeiro dia de Obscene Extreme 2024 O primeiro dia do OEF25 foi um triunfo. Este ano, o festival celebra seu 25º aniversário e já no primeiro dia uma multidão de fãs invadiu a área do acampamento para garantir um bom lugar, montar as tendas e iniciar a jornada underground que só este evento pode oferecer. As Olimpíadas foram as primeiras atividades, oferecendo aos participantes jogos, digamos, “ousados”. Após essa fase inicial, passamos ao ponto alto do festival: as bandas, que se revezaram no único palco disponível. Angelus Apatrida, Dropdead, Sabbath e outras bandas incendiaram a cena no primeiro dia. O tempo foi clemente, proporcionando um dia ensolarado com uma temperatura perfeita. É necessário dedicar algumas palavras ao Dropdead porque… caramba! A sinergia entre o baixista e o baterista foi simplesmente absurda! Eles encantaram o público com uma performance avassaladora que tornou o primeiro dia de festival inesquecível. Os fãs estavam literalmente hipnotizados pelo som brutal e envolvente da banda, criando uma atmosfera elétrica e nos preparando para mais três dias de pura energia metal. Estamos no Obscene Extreme e a palavra de ordem é energia, e os Angelus Apatrida começaram o show com a energia certa! Duas guitarras, um baixo e uma bateria que emanavam o caos necessário para envolver o público desde a primeira nota. Após a primeira música, o público começou a subir no palco para se divertir… sim, aqui pode! Mesmo que durante a primeira música o público parecesse um pouco hesitante, logo se soltou, revelando toda a energia típica deste festival. Então, o guitarrista decidiu tocar no meio do público e aí foi amor à primeira vista! Com peças icônicas como “Sharpen the Guillotine” e “End Man,” os Angelus Apatrida demonstraram por que são uma das bandas mais aguardadas do evento. O público não parava de cantar e fazer mosh, criando um mar de cabeças que se moviam em uníssono. A performance deles estabeleceu um padrão altíssimo para os dias seguintes do festival. Segundo dia de Obscene Extreme 2024 O dia começa com um pouco de chuva, que vai e vem, mas nada que possa parar o espírito do OEF. Como sempre, as bandas se revezam no palco sem parar. Já às 10 da manhã, uma banda brasileira particularmente amada pelo público, o Manger Cadavre?, aqueceu a atmosfera. Parece que há um fluxo maior de espectadores no campo de batalha, o que torna a atmosfera ainda mais vibrante. Os nomes programados para hoje incluem Manger Cadavre?, Gutalax, Ratos de Porão, Napalm Death, Dying Fetus e Wormrot. No final da tarde, no backstage, chegou um bolo com as cores da Argentina para comemorar o aniversário de Curby. Uma bela forma de celebrar, cercado por bandas importantes e amigos. partir das 20 horas, Ratos de Porão, Napalm Death e Dying Fetus incendiaram a cena. Apesar da chuva ter tentado estragar tudo, não conseguiu. Além disso, este segundo dia foi particularmente lotado. O público não se deixou desanimar e continuou a apoiar as bandas com uma paixão avassaladora. O show do Manger Cadavre? começou às 9:58, com um frio cortante, mas já havia uma boa quantidade de pessoas, muitos dos quais brasileiros, à espera. Eles abriram com “Imperialismo” e “Iconoclastas” do álbum Imperialismo, que imediatamente acenderam o entusiasmo do público. A nova canção “Como Nascem os Monstros,” do próximo álbum, viu alguns fãs subirem ao palco e iniciarem o mosh. Com “A Raiva Muda o Mundo” do álbum “Decomposição”, o público, composto de brasileiros e europeus, ficou visivelmente emocionado e o circle pit não parou por um momento. O último bloco incluiu “Tragédias Previstas” (Decomposição) e a última música foi um grito contra a polícia militar assassina no Brasil, marcando um momento intenso para todos os presentes. Curby assistiu a todo o concerto, se emocionou, fez headbanging enquanto estava sentado e cumprimentou a banda no final do show. Foi realmente emocionante. Bom, não há muito o que dizer sobre Ratos de Porão, banda histórica brasileira, exceto que são uma lenda viva. A performance deles pode ser resumida em uma palavra: energia. Desde o primeiro segundo no palco, os Ratos de Porão desencadearam uma adrenalina incrível. O público não hesitou em subir ao palco para se soltar na frente de João Gordo e da banda. Ver João dançar durante os breaks de guitarra foi único, e o baixista não parava de pular. Com clássicos como “Amazônia Nunca Mais” e “Crucificados pelo Sistema,” eles proporcionaram ao público uma experiência memorável, mostrando por que ainda são uma das bandas mais amadas do metal underground. Depois dos Ratos, foi a vez dos Napalm Death, e a energia permaneceu nas alturas. O frontman, Barney Greenway, com seu estilo inconfundível, dominou o palco, fazendo de cada movimento corporal um reflexo da fúria sonora da banda. Canções como “Scum” e “You Suffer” fizeram o público explodir. Os Napalm Death mostraram mais uma vez por que são pilares do grindcore, oferecendo um show potente que manteve todos em constante movimento. O show do Dying Fetus foi incrível. Eles tocaram com uma energia e sinergia que deixaram todos sem fôlego. Canções como “Homicidal Retribution” e “Kill Your Mother, Rape Your Dog” avassalaram o público com sua brutalidade técnica. A precisão com que executaram cada peça demonstrou seu incrível talento, tornando o show deles um dos mais memoráveis do festival. A performance do Wormrot começou com uma intro particularmente impactante. A vocalista executou uma performance intensa sem acompanhamento instrumental, para depois passar a uma combinação de voz e bateria que emocionou a todos. Após a introdução, o ritmo e a intensidade aumentaram, com o público totalmente envolvido. Canções como “Fallen Into Disuse” e “Hollow Roots” mostraram a conexão profunda entre

Sepultura está confirmado no cruzeiro 70.000 Tons Of Metal 2025
A banda brasileira, Sepultura, está confirmada no cruzeiro 70.000 Tons Of Metal 2025. O festival promete mais de sessenta bandas e muitas horas da mais pura diversão metálica, mordomia à beira das piscinas, muito goró e muita festa. O evento, que vai acontecer entre os dias 30 de janeiro e 3 de fevereiro de 2025, vai partir de Miami, Flórida, Estados Unidos – Capital Mundial dos Cruzeiros – para Ocho Rios, Jamaica, a bordo do imponente navio Independence of the Seas. Além do Sepultura, o evento já confirmou a presença de Candlemass, Delain, Stratovarius, Benighted, Emperor, Flotsam & Jetsam, In Extremo, Kalmah, Majestica, Samael, Septicflesh, Tankard e The Kovenant. Para mais informações sobre o 70.000 Tons Of Metal, basta acessar aqui. Via: Rockbizz

Fernanda Lira (Crypta) relata assédio na cena heavy metal: “Tira foto e toca no peito”
A frontwoman da Crypta, Fernanda Lira, tem mais de quinze anos de carreira, com isso, já viu e precisou lidar com muitos desafios e situações horríveis, para dizer o mínimo. Por ser mulher, as adversidades ficam ainda mais agudas, visto que abusadores em pele de fã a importunam e a desacreditam. Em conversa com o pessoal do podcast Metalks, Stephanie Cecilia e Gustavo Fonseca, Fernanda Lira relatou assédio na cena heavy metal. De acordo com a musicista, alguns caras pedem para tirar foto e tocam no peito e no bumbum. A artista começou: “No começo, eu ouvia que a gente só conseguia show porque a gente dava para produtor; ouvia que a gente era modelo e não sabia tocar, com isso precisava de banda de apoio; ouvia que a gente não gravava os nossos discos, que eram os produtores que gravavam. Ouvia tudo que pudesse nos descreditar, dessa forma nós tínhamos que provar nosso valor no palco, por isso, talvez, eu tenha uma postura de palco agressiva e louca”. Foto: Livia Teles Fernanda continuou: “Depois de algum tempo, as coisas foram ficando mais sutis como pessoa que vai tirar foto e toca no peito e toca na bunda. Aí, você tem que falar: ‘Amigão, se fosse o Kerry King, você ia fazer isto? Tu não ia fazer isto, então, não faz comigo, também’”. Lira completou: “Além disso, consigo ver, trazendo uma visão e entendimento do feminismo e de alguns conceitos do patriarcado, outras coisas ainda mais sutis como o nível de exigência absurdo que existe em relação a mulher. A mulher tem que estar impecável no palco, porque, caso contrário, criticam seu visual, o que não acontece com os caras. Isso é coisa do patriarcado: a mulher ocupar um lugar imaculado. Então, existe essa exigência de sermos imaculada, e quando digo imaculada, digo perfeita, e nós não somos”. A fala de Fernanda Lira pode ser conferida na íntegra logo a seguir: Via: Rockbizz

Prefeitura do Rio inicia cadastramento de veículos de moradores do entorno do Rock in Rio 2024
A Prefeitura do Rio, inicia na segunda-feira, dia 8 de julho, o credenciamento dos veículos de moradores do entorno do Parque Olímpico, na Barra Olímpica, na Zona Oeste do Rio, onde será realizado o Rock in Rio 2024. Só com o cadastramento aprovado os moradores poderão ter acesso às ruas interditadas durante a realização do festival. O credenciamento deverá ser realizado até 12 de agosto via https://credenciamentoveiculos.prefeitura.rio/. Informações adicionais, entrar em contato com a Subprefeitura de Jacarepaguá no telefone (21) 2189-8466. O Rock in Rio começa no dia 13 de setembro e se estende até o dia 22 de setembro. Quem mora nas vias do entorno do Parque Olímpico deverá acessar o site de credenciamento e verificar se o seu CEP está dentro da área de interdição. A Prefeitura acredita que deverão ser credenciados 35 mil veículos. Vale lembrar que o Trânsito Livre de Morador não dá direito a entrar no evento. Via: Rockbizz

Michael Sweet (Stryper) joga a real sobre a vida de músico: “Sucesso é sazonal”
O estereótipo de uma estrela do rock é ser famoso, ter músicas no topo das paradas de sucesso, nadar em dinheiro – no melhor estilo Tio Patinhas -, ter muitas namoradas e ser bem-sucedido em todo e qualquer empreendimento que encostar o dedo. Todavia, a realidade dos músicos de rock n’ roll e heavy metal é bem longe disso, pois ela impõe uma vida com muitos compromissos, pouco tempo para dormir, comer e cuidar da saúde e muito rebolado para fazer a conta fechar minimamente no positivo. Em uma postagem nas redes sociais, o frontman do Stryper, Michael Sweet criticou a ideia de que rock stars são ricos e jogou a real sobre a vida de músico. Sweet escreveu: “Música é um negócio extremamente difícil. Se você não for durão, nunca terá sucesso neste negócio. Ou pelo menos você não irá muito longe. É preciso muito trabalho, disciplina e determinação. É algo implacável e não é fácil. É uma batalha constante de altos e baixos para tentar equilibrar tudo. Gastar dinheiro para ganhar dinheiro, ganhar dinheiro para gastar dinheiro”. Ele continuou: “Ser músico é equilibrar orçamentos e tentar fazer com que as coisas funcionem financeiramente de forma constante e contínua. E mesmo que você tenha muito sucesso, ainda assim deve ser muito cauteloso e inteligente. Invista, economize, faça um orçamento. Não cometa o erro de viver como uma estrela do rock. Viva modestamente e pense no futuro. O sucesso no mundo da música é sazonal”. Michael aproveitou o espaço e deu mais dicas aos seus seguidores de como se proceder no mercado fonográfico. “Você deve ter uma ótima gestão. Deve ter pessoas que sabem como orientá-lo em seu caminho, mas, o mais importante, evitar que você vá à falência. A maioria dos músicos não pensa nas finanças. Eles gastam muito e economizam pouco. Você se encontrará em uma situação desastrosa, em algum momento. Você tem que ser inteligente com seu sucesso”. O virtuoso artista concluiu: “Qual é o meu ponto? Se você está na música ou está começando a gostar de música, seja inteligente, sábio e regrado. Não será uma jornada fácil, com caminho tranquilo. Você terá muitos baques ao longo do caminho e cairá em alguns buracos profundos. Mas, se você tem uma vocação em sua vida e sabe que foi colocado na Terra para abençoar as pessoas com música, nunca desista e nunca pare”. Via: Rockbizz

Bad Maria lança single “Duas Fichas”
O power trio baiano, Bad Maria, lançou o single “Duas Fichas”. A faixa foi vencedora do Prêmio Rock promovido pelo Clube dos Bons Sons em Salvador (BA). Produzido pelo Universo Verde Digital, “Duas Fichas” já disponível nas principais plataformas de streaming e fará parte da coletânea RF Collection, da rádio Rock Freeday. A banda é composta por Tayrone Machado (voz e baixo), Tonny Matos (guitarra) e Yulo (bateria). LEIA TAMBÉM: Auro Control lança álbum ‘The Harp’ com participações especiais Via: WikiMetal

Whitesnake retomará sua turnê de despedida? Tanya O’Callaghan responde
Em uma nova entrevista para o podcast Chaoszine, a baixista Tanya O’Callaghan (Whitesnake, Bruce Dickinson) foi questionada se o grupo liderado por David Coverdale algum dia retomará sua turnê de despedida. Há quase dois anos, o Whitesnake cancelou sua turnê norte-americana com o Scorpions devido ao tratamento contínuo de Coverdale para uma infecção respiratória persistente. Tanya respondeu: “Esperamos… Esperamos terminar o ciclo pelo menos, mas não posso falar totalmente por David porque ele, como ele mesmo diz, nunca diga nunca. Mas ele ainda está se recuperando um pouco porque foi uma turnê bastante intensa”. “E entre os ensaios e tudo mais, ele ficou doente e muita coisa de saúde se desenrolou para ele. Mas ele está indo muito bem. Ele está muito animado para fazer o DVD de despedida e o livro, e esperamos que tudo isso aconteça no próximo ano, o que é fantástico”, ela acrescentou. “E, como ele diz, nunca diga nunca. Talvez saiamos por aí, mas ele quer escrever e gravar algumas coisas”, completou. “Então o Whitesnake não acabou… Não acabou de jeito nenhum. Mas não sei qual será o próximo passo. Talvez, com sorte, espero que terminemos o ciclo da turnê. Eu realmente espero que sim, porque é um ótimo grupo de pessoas para trabalhar”. Em novembro de 2021, Tanya se juntou oficialmente ao Whitesnake como substituta do baixista de longa data Michael Devin. Além de O’Callaghan, a nova formação da banda conta com Dino Jelusick (teclado, guitarra, backing vocal), Tommy Aldridge (bateria), Reb Beach (guitarra), Joel Hoekstra (guitarra) e Michele Luppi (teclado). Via: Rockbizz

Tom Morello incentiva headbangers a “criar um mundo mais justo e sustentável”
Tom Morello, ex-guitarrista do Rage Against the Machine e ativista musical, marcou presença no Hellfest 2024, em Clisson, França. Lá, ele aproveitou para convocar seus fãs e headbangers a se engajarem como “agentes da história”. “Vocês não são testemunhas da história; vocês são agentes da história,” disse ele. Conforme o site Consequence Heavy, durante uma coletiva de imprensa no festival, Morello destacou que o mundo precisa de mudança ativa, não passividade. Ele enfatizou que os desafios globais são superáveis se as pessoas assumirem a responsabilidade e agirem para criar um mundo mais justo e sustentável. Morello também refletiu sobre sua carreira e o fardo de sua vocação musical, expressando que, embora às vezes se sinta “estagnado” pela guitarra, é através dela que busca influenciar mudanças sociais. O artista encorajou todos, independentemente de sua posição ou profissão, a lutar contra injustiças em todos os âmbitos da vida. Enquanto isso, Morello ainda tem shows agendados para 2024, incluindo datas na Europa e um concerto em Tulsa, Oklahoma, em setembro deste ano. Na semana passada, ele lançou um novo single, “Soldier in the Army of Love”, que conta com a participação de seu filho, Roman Morello. LEIA TAMBÉM: Tom Morello e Nandi Bushell tocam “Power To The People”, de John Lennon, em festival Via: WikiMetal

“Sou assumidamente feminista e carrego com orgulho a bandeira de ser mulher”, afirma Fernanda Lira
Fernanda Lira é uma musicista que começou, profissionalmente, a carreira na Nervosa, que é uma banda cujas raízes estão fincadas no thrash metal. Com ímpeto de ir além, a vocalista e baixista deixou o grupo para fundar a Crypta, que tem o som focado num mix entre black e death metal. Nos dois empreendimentos, Lira sempre fez questão de dar um caráter mais profundo as suas letras, tratando, inclusive, de temas políticos, saindo do teor pseudo trevoso que algumas bandas dos citados estilos cismam abordar. E por falar em assunto político, a frontwoman concedeu uma entrevista ao podcast Metalks e expôs sua felicidade e orgulho em ver muitas mulheres tomando protagonismo na cena heavy metal [conforme transcrição feita pelo RockBizz]. “Sou assumidamente feminista e carrego com orgulho a bandeira de ser mulher”, afirmou Fernanda Lira. “Consigo ver a importância da Crypta, Nervosa e de várias outras mulheres que estão tocando em bandas. Eu entendo a importância que existe nisso”, ressaltou. “Muita gente me pergunta se eu me incomodo de enfatizarem que são quatro mulheres e sempre ter esse “label” (rótulo); antes, eu me incomodava com o [rótulo] all female death metal e achava que todo mundo é igual, mas, na verdade, não somos iguais, falta uma caminhada”, pontuou. “Tenho muito orgulho, é uma classificação que carrego com muito orgulho, é uma bandeira que carrego com muito orgulho, porque só nós, mulheres, dentro do metal, sabemos as dores e os prazeres de ser uma banda só de mulher dentro do metal”, explicou. “A gente luta batalhas muito específicas por sermos mulheres no metal. Banda só de mina? Eu levanto esta bandeira, porque eu sei que, ser uma banda só de mina, precisamos passar por coisas muito específicas como ser bloqueada de entrar no próprio camarim, porque acham que somos groupies. Uma vez por turnê isso acontece e temos que provar que somos da banda. Os caras têm que aprender que mulher toca, também”, completou. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Por que a primeira guitarra de Paul Stanley o deixou arrasado
Paul Stanley admitiu que a sua primeira guitarra o deixou arrasado, ficando aquém dos seus sonhos, a ponto de a ignorar durante meses. A futura estrela do KISS foi inspirado por Eddie Cochran, cujo trabalho ele preferia ao de Elvis Presley. “Havia algo nele que era maroto e parecia implacável – uma ótima atitude”, disse Stanley à Gibson TV, citando as canções Summertime Blues e C’mon Everybody. “Então esse foi realmente o começo da minha introdução na guitarra, embora eu tenha crescido em uma família com muita música folk – bluegrass, ópera, música clássica e tudo mais”, ele acrescentou. Stanley disse que rapidamente “se convenceu de que poderia tocar guitarra mesmo não tendo conhecimento, só porque havia algum tipo de conexão. … A guitarra é realmente o instrumento do blues, que deu origem ao rock ‘n’ roll”. Ao entrar na adolescência, Paul começou a dar dicas aos pais. “Meu aniversário de 13 anos estava chegando e eu ficava dizendo: ‘Eu realmente quero uma guitarra, uma guitarra elétrica!’”, ele relembrou. “Perto do meu aniversário, minha mãe disse: ‘Olhe embaixo da sua cama’, e eu olhei embaixo da cama e meu coração começou a se partir…” E continuou: “Eu vi uma grande caixa de papelão e quando abri era uma guitarra usada de cordas de nylon. Fiquei arrasado: ‘Não dá para tocar rock ‘n’ roll nisso!’ E fechei e empurrei de volta para debaixo da cama”. “Alguns meses depois, eu disse: ‘Me deixe tentar’. Então esse foi realmente o começo… Eu comecei a fazer isso muito rapidamente. Tive algumas aulas e queria tocar mais rápido; por alguma razão o professor disse: ‘Não, você tem que ficar nesse ritmo’. Então ele foi e a guitarra ficou”, finalizou. Confira o bate-papo completo abaixo: Via: Rockbizz

Knotfest Brasil 2024: 7 bandas brasileiras que abrilhantariam ainda mais o festival
Na última sexta-feira, 5, o Knotfest Brasil divulgou o line-up da edição deste ano, que vai rolar nos dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo. Como de praxe, as atrações agradaram uns e desagradaram outros, o que faz parte do jogo, portanto, está tudo dentro dos conformes. O evento terá, pois, shows internacionais, decerto, e contará também com nomes do rock n’ roll e heavy metal brasileiro, como se fosse uma cota de representação da turma de nossa casa. No entanto, para o pranto e desespero de alguns que adoram citar os mesmos nomes brasileiros, a nossa cena tem muitas bandas fazendo som de primeira e que se encaixariam como uma luva no fest. A nossa pretensão não é – e jamais será – desmerecer as pratas da casa escolhidas para tocar no festival, contudo, queremos jogar luz em 7 bandas brasileiras que abrilhantariam ainda mais o Knotfest Brasil 2024. Surra Sem sombra de dúvida, o trio faz atualmente o show mais legal e energético da cena brasileira. O quê anárquico imposto nas apresentações dos caras é um grande dedo do meio ao bom mocismo que impera no mercado fonográfico. A música perambula pela fórmula do crossover, mas não se prende a rótulos, visto que salpica o som com metal tradicional e outros ingredientes sonoros. A porradaria musical perpetrada pelo Surra instiga stage diving e mosh pits, e isso combina muito com o teor do festival. Gangrena Gasosa Veterana da cena carioca, a banda não abaixa a cabeça para o próprio capeta e sua potestade, portanto, não serão os grupinhos estrangeiros que vão colocar algum temor em Angelo Arede (Zé Pelintra), Davi Stermimiun (Omulu), Diego Padilha (Exu Tranca Rua), Ge Vasconcelos (Pombagira Maria Navalha), Minoru Murakami (Exu Caveira) e Alex Porto (Exu Tiriri). Gangrena incorpora elementos de umbanda e religiões afro-brasileiras com heavy metal numa receita única. Os seus shows são uma espécie de sessão de desobsessão ao som de um crossover sem firulas, mas com direito a pipoca, farofa, vela e cachaça. Crypta As meninas estão conquistando cada vez mais território no mercado europeu e norte-americano, e isso se dá pelo trabalho consistente, profissional e pela máquina bem azeitada que estão construindo passo a passo. Hoje em dia, elas estão com um show redondo, bem produzido e páreo a qualquer banda de death/black metal, com isso, é um ativo e tanto para qualquer evento de metal. Torture Squad O quarteto é outro veterano que vem levantando a bandeira do thrash/death metal nacional há mais de trinta anos. Mesmo assim, o ímpeto de ir além e mostrar novas facetas sonoras têm sido sua tônica a cada material lançado, e isso pode ser conferido em Devilish, full-length mais recente de Mayara “Undead” Puertas (vocal), Amilcar Christófaro (bateria), Castor (baixo) e Rene Simionato (guitarra). Claustrofobia Assistir a shows de Marcus D’Angelo (vocal e guitarra), Rafael Yamada (baixo) e Caio D’Angelo (bateria) deveria se tornar um dever cívico a todos os brasileiros. Com mais de meia dúzia de discos na praça e milhares de apresentações nas costas, os caras têm milhagem o suficiente para encarar um público grande, tirar tudo de letra e, de quebra, deixar muito gringo comendo poeira. Hatefulmurder O expediente do quarteto, que já passou dos quinze anos de estrada, é pisar fundo no acelerador do death metal e devastar tudo que ousar se prostrar à sua frente. A frontwoman Angélica Burns, por exemplo, é uma espécie de personificação de Lilith, “demônia alada”, visto que sua voz é desgraçadamente visceral e a sua performance ao vivo recheia o clima apocalíptico de forma estonteante. The Troops of Doom O slogan proposto pelos músicos é: “Make metal evil again” [“fazer o metal mau de novo”, em uma tradução livre]. Posto isso, o ouvinte pode imaginar quais são as credenciais do quarteto. Mas, caso não tenha ficado essencialmente claro, o negócio do conjunto é rezar basicamente na cartilha do death metal e martirizar, sem um pingo de dó, os ouvidos mais singelos. Ver o The Troops of Doom ao vivo, é se defrontar com a excelência do metal brasileiro. Via: Rockbizz

Guitarra com bandeira canadense de Eddie Van Halen será leiloada
A Julien’s Auctions irá leiloar em novembro deste ano uma peça de memorabilia recentemente descoberta: uma guitarra Ernie Ball Music Man Eddie Van Halen Signature de 1993, estampada com a bandeira canadense, tocada pelo lendário guitarrista do Van Halen no Canadá. A guitarra, inédita há 31 anos, ressurgiu, despertando uma onda de nostalgia e curiosidade. Sua história de fundo é tão vibrante quanto sua pintura vermelha e branca. Em 1º de julho de 1993, o Van Halen subiu ao palco no Molson Park em Barrie, Ontário, para o Canada Day Concert. À medida que o bis se aproximava, Eddie revelou a guitarra Canadian Flag – uma surpresa para o público e um tributo à nação. O bis, com músicas icônicas como Jump, You Really Got Me e Rockin’ In The Free World, tornou-se um momento histórico tanto no legado do Van Halen quanto nas celebrações do Canada Day. Veja um vídeo do show mais abaixo. Saiba mais sobre o leilão neste link. Via: Rockbizz

Matthias Jabs revela o segredo da longevidade do Scorpions: “Não sabemos quando terminar”
Em entrevista ao canal do YouTube Graspop Metal Meeting, Matthias Jabs foi questionado sobre o segredo da longevidade do Scorpions. O guitarrista respondeu: “Não sabemos quando terminar. E nós tentamos. Em 2010, anunciamos a turnê final, que durou apenas dois anos e meio. E então, você sabe, ninguém quis nos deixar ir, o que é legal. Todos os promotores de todo o mundo disseram: ‘Vocês não podem nos deixar agora’. E os fãs disseram: ‘Scorpions, não parem’”. E continuou: “E isso foi há 12 anos. Nos divertimos muito fazendo o que estamos fazendo. E este ano é a turnê de aniversário de Love At First Sting, um show novo. E então estamos ansiosos para o próximo ano, onde estamos planejando algumas coisas, como grandes festas de aniversário com o Scorpions e amigos, mas nada definido ainda”. Confira a entrevista abaixo: Via: Rockbizz