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6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kill For Nothing, WackGxd e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify. Para quem gosta de: rock e metal Electric Temple – “BIG BLACK HOLE”País: Estados Unidos Para quem gosta de: metal, metal melódico Chris Maragoth – “Bury My Remains”País: Alemanha Para quem gosta de: metal Kill For Nothing – “Selective Outrage”País: Brasil WackGxd – “Armageddon”País: Estados Unidos Para quem gosta de: rock and roll PatKnot – “Freedom’s Melody”País: Suíça Para quem gosta de: instrumental OneMoreBeer – “Alles Kla”País: Itália LEIA TAMBÉM: 6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: NOAPOLOGY, After All e mais Via: WikiMetal

Greta Van Fleet adorou abrir shows do Metallica: “Foi muito especial”
O Greta Van Fleet será o ‘open act’ do Metallica na apresentação do dia 27 de setembro na Cidade do México. O evento ainda contará com a presença do Mammoth WVH. E não será a primeira vez que o quarteto tocará ao lado de James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo, já que, cerca de dois anos atrás, o Greta teve a honra de abrir para os caras. Sam Kiszka (baixo) e Danny Wagner (bateria) conversou com o site NME e recordou que o Greta Van Fleet adorou abrir shows do Metallica. Segundos os rapazes, foi muito especial. “Foi uma experiência muito especial! Acho que isso aconteceu uns dois anos atrás, quando eles nos convidaram para irmos à América do Sul e abrir os shows deles. Tivemos uma conexão incrível, mas eles são assim, tratam todo mundo super bem. Eles são anfitriões fenomenais!. Eles não são apenas os caras com muito prestígio na cena rock n’ roll, eles são pessoas muito gentis e, como eu disse, ótimos anfitriões. Então, sair em turnê com eles, fazer shows com eles é muito especial”. E por falar em Geta Van Fleet, a banda está na estrada divulgando o seu terceiro álbum de estúdio, Starcatcher, lançado em julho do ano passado (2023). O quarteto tocará na pomposa Royal Albert Hall no próximo domingo, dia 14 de julho. Depois disso, a banda partirá para mais uma perna norte-americana de apresentações. Consulte a agenda completa aqui. Via: Rockbizz

Houndwolf lança single “Celebrating the Riff”
A banda alemã Houndwolf lançou seu novo single “Celebrating the Riff”, uma faixa que mistura heavy metal e hard rock. A música destaca a filosofia da banda de priorizar riffs sobre melodias e rimas. Este é o segundo single do próximo álbum Breeding Light. View this post on Instagram A post shared by Houndwolf (@houndwolf_metal) A banda Desde sua formação, o Houndwolf lançou o EP Fast and Loose, em 2016, e o álbum Beware of the Dog no mesmo ano. Dois anos depois, o grupo disponibilizou o EP Tempted to Abuse. O novo álbum, Breeding Light, promete trazer 12 músicas inéditas. A banda Houndwolf é composta por Milan Schloßmacher no vocal e guitarra, Thomas Reimann nas guitarras, Daniel Teuchert no baixo e Thomas Neuhaus na bateria. LEIA TAMBÉM: Mês do Rock: 13 bandas de rock e heavy metal para você conhecer Via: WikiMetal

Nicko McBrain (Iron Maiden) voltará a se apresentar com o Titanium Tart; saiba mais
O baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, voltará a se apresentar com o Titanium Tart; grupo cover da Donzela de Ferro que o músico possui com seus amigos. Os shows vão acontecer na semana que vem e pertinho da casa de Nicko, na Flórida, Estados Unidos. A agenda da Titanium Tart é a seguinte: – Dia 13 de julho – The Barn – Sanford– Dia 14 de julho – OCC Road House – Clearwater– Dia 19 de julho – Piper’s Pub – Pompano Beach Em entrevista a rádio 98.7 The Gater, Nicko explicou que o Iron Maiden não iria tocar na Flórida neste ano, devido as questões logísticas. Então, para não deixar os fãs do estado desamparados, marcou alguns shows pelas bandas de lá. Via: Rockbizz

Felipe Machado, do VIPER: “O brasileiro ama rock e é o primeiro a esgotar ingressos”
Anualmente, no mês de julho, é comemorado o dia do rock, mais especificamente, no dia 13. Homenagens, celebrações e comemorações são feitas ao longo dos dias, e a equipe do Wikimetal trouxe uma entrevista exclusiva para honrar esta data. Felipe Machado é jornalista, músico, escritor e é conhecido por ser guitarrista e cofundador do VIPER. Além disso, ele lançou em março de 2022 o segundo álbum solo da carreira, Primata. Em entrevista exclusiva ao site, o músico falou sobre o rock no Brasil, a importância do dia do rock e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Se você tivesse que escolher um único álbum para representar o rock, qual seria? Felipe Machado: Deixa eu pensar… Se eu tivesse que escolher um único disco pra representar o rock, meu… Que coisa impossível. Mas eu diria o álbum branco dos Beatles. Por quê? Porque ele tem todos os estilos, ele tem várias crises da banda, ele tem amadurecimento, ele tem… uma enorme criatividade, ele tem guitarras, ele tem sons pesados, enfim, eu acho que é um disco que simboliza o caos criativo e genial que é o rock. WM: Como você vê o rock no Brasil? FM: No Brasil o rock é um estilo que ele já tem a sua cara, né? Existe um rock brasileiro, um rock assim que a gente tem o sotaque do país, DNA do Brasil e tal, mas é um estilo que briga, ele não é o estilo principal do país. Talvez nos anos 80, com aquele rock Brasil ali, [Os] Paralamas [do Sucesso], Titãs, Lulu Santos, aquela época do Legião Urbana e tal. Capital Inicial, Barão Vermelho, enfim. Ele teve uma cara mais, digamos, de ser a música popular brasileira. Mas o rock não é o estilo do Brasil, né? O estilo do Brasil é um pouco mais… com mais percussão, mais ritmos, mais dançante e tal. Então, o rock no Brasil, ele tá sempre meio que tentando encontrar o seu lugar em meio aos outros estilos. Mas o público brasileiro, tem muito roqueiro no Brasil, tem público muito grande, que ama muito o rock. Isso daí você pode ver quando você pega, por exemplo, o Rock in Rio, quando anunciam algum show assim, Iron Maiden, Metallica, um show das bandas de rock, você vê como acaba rápido o ingresso. Você vê que o brasileiro é muito roqueiro. Então, é uma coisa meio, é um paradoxo, ao mesmo tempo que não é o estilo principal do Brasil, o brasileiro ama rock e quando aparece um show, algum festival ou alguma coisa assim, o brasileiro é o primeiro a esgotar os ingressos. WM: O que significa o dia 13 de julho pra você? FM: Eu acho uma data muito curiosa, porque a gente sempre chama essa data de dia mundial do rock, quando na verdade ele só é o dia do rock no Brasil. Nem nos lugares… ele nasceu a partir daquela… do show do Live Aid, né? Quando teve aquele… aqueles concertos beneficentes, né? Tanto em Londres quanto na Filadélfia. Aconteceram no dia 13 de julho e daí tipo a partir daí dia do rock, mas isso é uma coisa muito brasileira. É engraçado. Eu acho legal ter o dia do rock até nós vamos tocar aí vai ter show do VIPER em Campinas, e tem muitos shows de rock e enfim mas eu não me identifico com a data, [ela] não diz muita coisa de qualquer maneira é muito importante que tem um dia de rock porque pelo menos fica uma data meio oficial né do estilo tal então eu acho que para divulgação do estilo é importante ter essa data e que a gente possa é comemorar assim o rock nesse dia mas também nos outros dias do ano né com certeza. WM: Quando você percebeu que queria ter uma carreira no rock? FM: A carreira mesmo é uma coisa que foi acontecendo aos poucos, mas eu tenho certeza do momento que eu queria ser roqueiro, que eu descobri o que é rock. Eu sempre ouvi muito rock em casa, porque meus pais gostavam de Beatles, a gente tinha os discos Rolling Stones e tal, mas eles eram mais daquela turma da MPB, Elis Regina. Então os Beatles entravam ali como uma coisa meio rock, mas de uma maneira junto com outros artistas. Quando eu realmente vi que eu amava o rock, foi quando eu fiquei num show do Peter Frampton, em 82, com um amigo meu de colégio que era um pouco mais velho, me levou num show do Peter Frampton no Corinthians. Eu tinha 12 anos. E daí eu vi, quando eu vi o Peter Frampton assim, ele era loiro, tinha o cabelo comprido, tocava guitarra, daí ele falava com a guitarra (…) e eu vi que as meninas, as meninas olhavam pra ele, meu, gritavam e ele tocava músicas super legais ali, eu falei “meu, quero ser isso da vida”. Foi quando eu decidi, assim, decidi não, mas quando eu achei que seria uma carreira muito interessante e eu comecei a gostar muito desde cedo né então a partir dessa época e depois eu tive a sorte de além do meu irmão, eu tive a sorte de ter dois amigos de infância [que] também gostavam de rock que era o Pete Weavers né e logo muito cedo ali um pouquinho depois a gente já criou uma banda de rock então a gente fez uma banda chamada Broccos, sei lá, Dragon. Depois fizemos Rock Migration. E depois, ali lá por 84, assim, a gente mudou o nome pra Viper, né? Nós já tínhamos 14 anos. Eu tinha 14 (…) Assim, um pouco mais tarde, em 85, em janeiro de 85, entrou um cara chamado Andre Matos na banda como vocalista e daí o Viper realmente pegou uma formação muito legal que depois acabou lançando discos e tendo uma carreira profissional. LEIA TAMBÉM: Black Pantera: “No Brasil o rock existe e é forte, poderoso, especialmente no underground” Via: WikiMetal

KZG News: Michael J. Fox com Coldplay, Forgotten Boys e mais
O programa KZG News, apresentado pelo jornalista Gastão Moreira e Nando Machado, co-fundador do Wikimetal, ganhou um novo episódio nesta sexta-feira, 12, no canal Kazagastão. Na edição do programa desta semana, a dupla comentou as notícias mais importantes, incluindo a participação do ator Michael J. Fox – que sofre de Mal de Parkinson – no show do Coldplay, retorno do Forgotten Boys, novo single do Blues Pills e mais. Clique aqui para acessar o canal Kazagastão O público já está familiarizado com Machado e Moreira já que ambos lideravam o KZG News Live em 2022 quando, ao vivo, traziam as notícias mais importantes e comentadas dos últimos dias, intercaladas com indicações de filmes, séries e álbuns que ouviram – tudo isso conversando com a audiência em tempo real. Assista ao novo episódio do KZG News: Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Mr.Big, Apocalyptica, Blues Pills e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Apocalyptica, Forgotten Boys, Blues Pills, As I Lay Dying e mais; novo álbum do Mr.Big, Spektra; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Mr.Big – TenPara quem gosta de: hard rock Spektra – HipnotizedPara quem gosta de: hard rock Via: WikiMetal

Rudy Sarzo bate-boca com fãs para defender Ozzy Osbourne
Recentemente, o baixista Rudy Sarzo (ex-Whitesnake, ex-Dio, ex-Blue Öyster Cult) usou as redes sociais para bate-boca com fãs em defesa à honra de Ozzy Osbourne. Algumas pessoas começaram a mandar mensagens a Sarzo duvidando da capacidade do Príncipe das Trevas em compor música. Um dos fãs escreveu: “Ozzy não é um compositor, então é improvável que tenha material novo para ser lançado”. Rudy respondeu: “Como você é um especialista em tudo relacionado a Ozzy, você deve estar ciente de que quando fizemos a turnê do álbum Blizzard of Ozz, em 1981, o disco Diary of a Madman já havia sido gravado antes de Tommy [Aldridge] e eu nos juntarmos à banda e estava pronto para ser lançado”. Since you’re an expert on all things Ozzy, you must be aware than when we toured the Blizzard of Ozz record in 1981, Diary of a Madman had already been recorded prior to Tommy and me joining the band and ready to be released. https://t.co/zR64HhAJ0j — Rudy Sarzo (@rudysarzo) July 11, 2024 Outro fã duvidou que Ozzy tenha composto Believer e Flying High Again. Sarzo escreveu: “É uma pergunta retórica capciosa, no entanto, você deve primeiro escrever uma música, gravá-la e lançá-la em um álbum”. Is this a trick rhetorical question😂 from my experience, you must first write a song and then record it and release it on an album 🤘🏼😎🤘🏼 https://t.co/yvxFUNdv9R — Rudy Sarzo (@rudysarzo) July 9, 2024 Rudy Sarzo sempre foi um fiel defensor de Ozzy Osbourne! Seja em documentários, entrevistas ou redes sociais, Rudy advoga em prol da família Osbourne. Via: Rockbizz

“Cabeça Dinossauro é o maior disco da história do Brasil”, afirma Andreas Kisser
O famigerado assunto de qual é o maior, melhor, pior ou mais barulhento álbum de rock n’ roll e heavy metal rende muitas horas de discussão, pois se trata de um tema essencialmente subjetivo, ou seja, tudo depende da interpretação e a forma que cada ouvinte processa tal conteúdo sonoro. Portanto, não há certo ou errado, existem apenas escolhas que cada pessoa faz para colocar em seu player e curtir. Para o guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, por exemplo, Cabeça Dinossauro é o maior disco da história do Brasil. É importante esclarecer que o Cabeça Dinossauro é o terceiro álbum de estúdio do Titãs; o material foi lançado em 25 de junho de 1986. Andreas teceu mais detalhes sobre o assunto em conversa com o apresentador e ex-VJ da MTV, Luiz Thunderbird, no podcast Music Thunder Vision. “Eu já toquei várias vezes com o Titãs! Em um show em Santos, toquei o Cabeça Dinossauro inteiro com eles, e foi lindo. Sérgio Britto (teclado e voz) e Tony Bellotto (guitarra) me chamaram. Para mim, Cabeça Dinossauro é o maior disco da história do Brasil. Com todo respeito ao Milton Nascimento e o Clube Da Esquina, Cabeça Dinossauro, para mim, é imbatível. Até hoje é um disco moderno, letra, som e atitude. É um disco muito, muito foda”. “É por causa desse disco que nós escolhemos o Estúdio Nas Nuvens, no Rio de Janeiro, para gravar o Beneath the Remains, em 1988. A gente gravava o álbum de madrugada com o produtor Scott Burns”, completou Andreas. Assista a conversa na íntegra logo aqui: Via: Rockbizz

Kiko Loureiro explica por que o Angra não é uma boy band
A discussão de que o Angra é uma boy band vem se arrastando pelos corredores da cena heavy metal brasileira há anos. Algumas pessoas acreditam que o conjunto foi um empreendimento criado por certo empresário e que não tinha autonomia artística alguma, visto que tudo carecia das decisões de tal pessoa. O guitarrista Kiko Loureiro, profissional que participou do projeto desde o começo, explicou por que o Angra não é uma boy band, durante conversa com o podcast Sem Filtro, que conta com a apresentação do cantor Lobão, do youtuber Regis Tadeu e do empresário Paulo Baron. Kiko explicou: “Eu tocava com o Rafael [Bittencourt] em uma outra banda, quando tinha dezessete anos, então a gente já tinha essa amizade. O Rafael conhecia o Andre Matos, o cantor, da faculdade. O baterista Marco Antunes também era da banda com o Rafael. Portanto, a formação era eu, Rafael e Marco. Marco Antunes já tinha tocado no Dominó, que era de fato uma boy band. Além disso, o Rafael tinha estudado com o Luis Mariutti, conhecia ele da escola, e frequentava o Black Jack Bar, quando Luis tocava com o Firebox, então, já se sabia que ele era o melhor baixista da época. Luis era conceituado”. Loureiro continuou: “O Andre Matos saiu do Viper, e uma das músicas que ele tinha feito fez sucesso no Japão, que era Moonlight Sonata, que era uma música do Beethoven que ele fez uma versão metal. Tinha essa música como conceito, que era um clássico pesado pegando a composição de um músico erudito com guitarra pesada. O Andre fez isso e os japoneses gostaram, então, o Andre e o Toninho [Pirani] pensaram que se tivesse uma música nesse esquema a gente conseguia mandar a demo para o Japão. Qualquer banda, principalmente naquele época, se tivesse um único fio de conexão com algum cara que iria decidir se ia te lançar ou não, você ia ter que ir por esse caminho. Naquela época, você tinha que ser escolhido por alguém: dono do bar, produtora, empresário ou gravadora. Só tinha esse caminho”. O guitarrista completou: “A música era um elo com a gravadora lá do Japão, a JVC. E o cara que fazia esse elo era da Alemanha, que era amigo do Toninho, ele tinha sido empresário do Helloween. Então, quando Rafael conheceu o Andre na faculdade, eles resolveram montar uma banda, que poderia utilizar o heavy metal tipo Iron Maiden com os conhecimentos que estavam sendo aprendidos na faculdade. E a gente não queria tocar em barzinho, queríamos fazer algo mais legal e mais profissional dentro das nossas capacidades para não ter que ir tocar em bar. Nós queríamos compor as nossas próprias músicas. Portanto, fizemos uma demo bem gravada para mandar para o cara da Alemanha, pois ele ia mandar para o pessoal do Japão. Em resumo, não foi o Toninho que juntou a banda, o que já joga por terra a ideia de uma boy band”. Veja o episódio completo do podcast no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Kiko Loureiro vai participar do show acústico do Angra no Rio de Janeiro
Boa nova aos fãs cariocas de power metal! Kiko Loureiro vai participar do show acústico do Angra no Rio de Janeiro. O encontro com os ex-companheiros de banda irá acontecer no palco do Qualistage, no dia 18 de agosto. A apresentação da capital fluminense será a primeira reunião de Kiko com o Angra, visto que o músico deixou o conjunto em 2015 para se juntar ao Megadeth. Dessa forma, a ausência de Loureiro no seio do grupo se soma nove anos. Certamente, o repertório estará recheado de sons como Rebirth, Make Believe, Heroes of Sand, No Pain for the Dead, entre outros. Os ingressos já estão è venda neste link. Via: Rockbizz

Cradle of Filth anuncia lançamento de novo single
Cradle of Filth finalmente anunciou a conclusão de seu novo álbum, já aguardado há muito tempo. Segundo o vocalista Dani Filth, em entrevista à Total Rock, durante o Hellfest (via Blabbermouth), o primeiro single será lançado no início de outubro, antes da turnê europeia da banda. O trabalho no álbum começou no ano passado e enfrentou atrasos devido à turnê da banda. Conforme já publicado aqui no Wikimetal, Dani Filth descreve o novo material como uma evolução do álbum anterior, Existence Is Futile (2021), mantendo altos padrões de produção e inovações vocais e musicais. Além disso, uma faixa colaborativa com o popstar Ed Sheeran está prevista para a edição especial do álbum. No ano passado, a banda lançou Trouble And Their Double Lives, seu primeiro álbum ao vivo em mais de duas décadas. O disco incluiu favoritos dos fãs e duas músicas inéditas. Segundo Filth, essas novas faixas indicam parcialmente a direção musical do próximo álbum, mantendo a essência característica da banda. Confira aqui a entrevista completa no canal oficial do Youtube da TotalRock; LEIA TAMBÉM: Hellfest 2024: primeiro dia tem Kerry King, Cradle Of Filfh, Slaughter to Prevail e mais Via: WikiMetal

Dream Theater anuncia show em Porto Alegre
O Dream Theater adicionou uma passagem em Porto Alegre a sua vinda ao Brasil. Anteriormente confirmados para realizarem três shows em território nacional – Rio de Janeiro (Viva Rio, 13/12), São Paulo (Vibra, 15/12) e Curitiba (Live Curitiba, 16/12) – a banda agora passará por Porto Alegre no dia 17/12, no Auditório Araújo Viana. Os ingressos para a performance estarão à venda pelo site Sympla, a partir da próxima segunda-feira, 15, às 12h. Para as demais datas, os ingressos estão disponíveis no Clube do Ingresso. An Evening With Dream Theater é a primeira turnê após o retorno de Mike Portnoy ao posto de baterista e a banda promete entregar performances de aproximadamente três horas de duração. View this post on Instagram A post shared by Dream Theater (@dreamtheaterofficial) LEIA TAMBÉM: Mike Portnoy diz que novo álbum do Dream Theater será continuação de ‘Black Clouds & Silver Linings’ Via: WikiMetal

Forgotten Boys lança “Sway”, primeiro single do sétimo álbum de estúdio
A banda de rock paulista Forgotten Boys lançou o single “Sway”, que antecipa o sétimo disco da banda e primeiro de inéditas em 15 anos. O novo disco, intitulado Click Clack, será lançado no dia 25 de setembro e terá 10 faixas inéditas que percorrem diferentes momentos e influências. “’Sway’ foi escolhida como o primeiro single, talvez por ser uma música que mostra vários trajetos que a banda escolhe. De alguma maneira representa o que vem de sortido no novo disco”, conta a banda em uma declaração divulgada à imprensa. “O instrumental, assim como o de todas as outras músicas do disco, é fruto de dois ou três takes ao vivo”, o grupo afirma. As gravações aconteceram nos estúdios Artsy Club e Jalapeño Verde em São Paulo, e o disco foi masterizado por Carl Saff em Chicago. “A canção em si existe há alguns anos, e teve muitas mudanças durante os ensaios até chegar aqui.” Click Clack sairá em LP com exclusividade pela Läjä Records, CD pela Läjä + ForMusic e digital com exclusividade pela ForMusic. A banda fará shows tendo a Braba Música como parceira para booking.“Sway” já está disponível em todas as plataformas. A música também acompanha um clipe, gravado no estúdio Artsy Club – assista o vídeo no fim desta matéria. Desde sua formação em 1997, o grupo se tornou uma referência do rock brasileiro, com seis álbuns lançados na carreira, sendo o último material de inéditas o disco Taste It, de 2011. O projeto novo marca também a primeira vez em estúdio com a formação atual, formada por Gustavo Riviera, Zé Mazzei, Dionisio Dazul e Chuck Hipolitho. LEIA TAMBÉM: Bad Maria lança single “Duas Fichas” Via: WikiMetal

Entrevista: Mike Muir fala sobre “NÓS SOMOS FAMÍLIA” e admiração pelo Brasil
Lançada na última semana, “NÓS SOMOS FAMÍLIA” marca a união entre o Suicidal Tendencies e o público brasileiro. A banda lançou uma versão de sua antiga música “We Are Family”, do álbum Freedumb (1999), mas agora com um diferencial. Fernanda Lira (Crypta), João Gordo, Supla e Badauí (CPM 22) foram alguns dos nomes convidados a participar dessa nova música, que cria a expectativa para a vinda da banda norte-americana ao Brasil. A turnê pelo nosso país se inicia nesta sexta e conta com cinco shows: Rio de Janeiro, no Sacadura, dia 12, São Paulo, no Rock Fun Fest, dia 13, Curitiba, no Tork N Roll, dia 14, Florianópolis, no John Bull Floripa, dia 16 e, por fim, em Belo Horizonte, no Mister Rock, dia 17. Na última terça-feira, 09, Mike Muir, vocalista do grupo e também do Infectious Grooves, participou de uma coletiva de imprensa na cidade de São Paulo. Durante a conversa, o portal Diário de Shows lhe perguntou a respeito do critério utilizado para selecionar quem participaria deste novo projeto, evidenciando os diferentes estilos que essas pessoas tocam, o que o músico explicou: “(…) E então, para nós, não foi tanto tentar encontrar pessoas específicas para traçar uma linha reta. “Foram pessoas que tive a oportunidade, algumas, muitas, de conhecer. E obviamente pessoas que estavam dispostas a mudar suas agendas, o que é uma coisa totalmente diferente poder vir todos ao mesmo tempo. E com agendas, é difícil com bandas, família, todo esse tipo de coisa.” “Então eu acho que como pessoa, meu desconforto é perguntar para alguém, porque eu odeio perguntar às pessoas ‘você gostaria?’ ou deixaria alguém desconfortável. Fiquei impressionado com o fato de tantas pessoas quererem fazer isso. E estamos entusiasmados em fazer isso. Então é uma sensação ótima.” A revista Roadie Crew abordou o tema Brasil. Ao perguntar o que era a coisa que Muir mais gostava sobre o país, ele não poupou elogios, respondendo com “várias coisas”. “Uma delas remonta ao fato de meu irmão ser skatista profissional, então os primeiros brasileiros que conheci eram skatistas e outras coisas. Essa foi minha conexão original.” Ele comentou também sobre o fato de algumas das viagens que fez em turnê serem um tanto quanto impessoais: “Vimos a beira da estrada. Você sabe, você está indo de uma cidade para outra. Você não conhece lugares. Você pode ir no mapa ou algo assim, mas quando você passa um tempo e conhece pessoas, você vê como realmente é.” Com relação ao Brasil, ele considera isso uma coisa boa: “eu vi um lado diferente do que os turistas veriam. Conheci muitas pessoas que sei que se eu crescesse com eles, essas são pessoas de quem eu teria sido amigo para toda a vida. Ele falou também de orgulho: “há muitas coisas que em qualquer lugar do mundo, na América, em todos os lugares, há coisas que estão erradas. Poderia ser melhor. Mas esse orgulho realmente vem de um bom lugar.” “E gosto que essa paixão venha de um bom lugar. Então, seja o football, nós chamamos de soccer, o que quer que seja, os skatistas, os surfistas, o que quer que eles façam, a fórmula 100, existe essa paixão aí, e existe aquela paixão com a qual as pessoas os seguem em um bom caminho.” “E eu sempre gostei muito disso, enquanto acho que em alguns outros lugares é um pouco mais barulhento ou teatral. Este lugar é mais do coração, e eu gosto disso.” “NÓS SOMOS FAMÍLIA” também é marcada por ser a primeira música do Suicidal Tendencies gravada com seu novo baterista, Jay Weinberg, ex-Slipknot. O Wikimetal realizou uma entrevista exclusiva com ele que pode ser conferida aqui. A pergunta do Confere Rock foi justamente a respeito disso, o que Muir respondeu relembrando de uma turnê que a banda realizou com o Slipknot quando Weinberg havia acabado de assumir seu posto e teve uma interação com seu filho, Tyson. Anos depois, ele sugeriu a seu pai que o músico tocasse alguns shows com o Infectious Grooves, já que Brooks Wackerman, baterista também do Avenged Sevenfold, não estava disponível. “E eu sei que Jay tinha acabado de fazer uma cirurgia e vi o clipe em que ele estava andando no início do ano. Eu falei, ‘acho que ele não consegue’. Ele falou, ‘acho que ele consegue’. Ele continuou fazendo isso e eu nem tinha o contato de Jay e consegui com o Robert [Trujillo] e escrevi para ele e disse, ‘como você está?’ E ele disse, você sabe, ‘bem’”. “E eu disse, ‘estamos fazendo esses shows. Você estaria disponível com Infectious Grooves?’ Ele disse, ‘eu adoraria fazer isso. Mas tecnicamente é um mês depois que devo estar pronto para tocar.’ E ele disse, ‘deixa eu ver.’ E então disse ‘conversei com meu médico e fisioterapeuta. Vamos tentar.’” A ideia inicial não era que ele tocasse com o Suicidal Tendencies, ‘e eu pensei, não, não, não. Estamos apenas dando um passo de cada vez.’ “Mas obviamente com toda a circunstância, gravamos uma música com o Infectious, então pudemos estar no estúdio antes e tem sido ótimo tocar com Jay, absolutamente ótimo. E tê-lo no Suicidal e fazer a transição com isso tem sido incrível.” LEIA TAMBÉM: Hellfest 2024: terceiro dia tem Suicidal Tendencies, Mammoth WVH e mais Via: WikiMetal

Corey Taylor destaca como a coragem de Eloy Casagrande o fez entrar no Slipknot
Em recente entrevista à revista Revolver, Corey Taylor, vocalista do Slipknot, e Jim Root, guitarrista da banda, revelaram detalhes sobre a aclamada adição do baterista brasileiro Eloy Casagrande ao grupo. Corey foi enfático ao revelar o motivo de ter anunciado quem era o novo baterista logo nos primeiros shows (via Blabbermouth): “Foi simples. Eloy foi o único que teve coragem de entrar na sala conosco. Havia outros candidatos, mas nenhum com a paixão e a fome de tocar que ele demonstrava.” “Ele reorganizou sua agenda para se juntar a nós, e isso nos impressionou imediatamente. Ele não apenas era talentoso, mas também se encaixava perfeitamente na vibe da banda. E nosso público, acostumado com a discrição do grupo, mereceu saber quem estava por trás da bateria.” O cantor ainda destacou que os outros interessados ao posto não tinham essa disposição de ir pessoalmente tocar com a banda, queriam somente enviar seus vídeos gravados, algo que, segundo Taylor, soava “muito TikTok”. Jim Root complementou os elogios, destacando a humildade e a dedicação de Eloy: “É um cara superlegal, ele é tranquilo, mas vive e respira bateria. É como uma espécie de mestre Jedi da bateria. Ele me inspira a ser um guitarrista melhor. E sua presença foi recebida com entusiasmo pelos fãs sul-americanos, que se sentem representados por tê-lo na banda.” O legado do Slipknot A escolha de Eloy não foi por acaso. Segundo Jim, em entrevista ao Tone-Talk, o nome do brasileiro surgiu após contato direto dele com a banda, enviando vídeos que demonstravam seu talento e paixão pela música. A sintonia com o baixista Alessandro Venturella, que já o conhecia de outras colaborações, facilitou o processo. Sobretudo, Eloy se mostrou extremamente respeitoso com o legado do baterista original do Slipknot, Joey Jordison, uma grande influência em sua carreira. Sua humildade e paixão pela música contagiaram os demais membros da banda, elevando o nível das apresentações. Por fim, para celebrar o 25º aniversário da banda, o Slipknot retornou ao visual clássico de 1999, com macacões vermelhos e releituras das máscaras originais. Uma combinação perfeita para marcar a nova fase da banda com Eloy Casagrande. LEIA TAMBÉM: Eloy Casagrande compartilha vídeo na bateria do Slipknot Via: WikiMetal

“Estar numa banda é como estar em um casamento; às vezes não dá certo”, compara Dirk Verbeuren (Megadeth)
Muitos músicos já usaram a metáfora do casamento para falar sobre a vida em uma banda de rock n’ roll e heavy metal. Quem, recentemente, usou o mesmo artifício foi o baterista Dirk Verbeuren (Megadeth, ex-Soilwork). De acordo com o músico belga, em entrevista ao podcast Undergrounds Voice, estar numa banda é como estar em um casamento; às vezes não dá certo. Dirk explicou seu ponto de vista: “É difícil estar em uma banda, e é como qualquer trabalho. Estar numa banda é como estar em um casamento; às vezes não dá certo. As pessoas têm coisas acontecendo em suas vidas”. Ele continuou: “Como no caso de Kiko Loureiro, ele tinha coisas familiares acontecendo que exigiam que ele estivesse ao lado de sua família. E nós viajamos muito, portanto, ficou muito difícil para ele estar presente na turnê, por causa das coisas que estavam acontecendo em sua casa. Dessa forma, as mudanças acontecem, fazem parte da vida”. A fala de Dirk Verbeuren pode ser conferida no tocador abaixo: O casamento entre Dirk e o Megadeth continua firme e forte, visto que já dura oito anos e não há previsão de divórcio. A dupla segue feliz fazendo shows pelos quatro cantos do planeta. Via: Rockbizz

Promoção Mês do Rock II: valendo 01 kit com CDs do VIPER e Shaman e 01 vinil do João Gordo
O dia 13 de julho é reconhecido no Brasil como o Dia Mundial do Rock, em referência à edição histórica do Live Aid, em 13 de julho de 1985. O megaevento uniu nomes como Queen, U2, David Bowie e muito mais com o objetivo de arrecadar fundos para acabar com a fome na Etiópia. Para celebrar o Mês do Rock comemorado no Brasil, o Wikimetal está sorteando 01 kit com itens de 3 grandes nomes do rock nacional. O ganhador da nossa promoção levará para casa 01 kit contendo 01 CD Origins, do Shaman; 01 CD Theatre of Fate, do VIPER; e 01 vinil Brutal Brega, de João Gordo. Para participar, confira o nosso regulamento e comente na nossa publicação no Instagram. View this post on Instagram A post shared by Wikimetal (@wikimetalbr) Regulamento do Concurso Cultural: Promoção Mês do Rock valendo 01 kit com 01 CD do Shaman, 01 CD do VIPER e 01 vinil do João Gordo FORMUSIC PORTAL DE INTERNET E SERVIÇOS ARTÍSTICOS LTDA-ME (“FORMUSIC”), estabelecida na Rua Bernardino de Campos, 277 – Centro na cidade de Indaiatuba/SP, inscrita no CNPJ sob n. 15.565.819/0001-73, promove o presente Concurso Cultural com o objetivo de oferecer entretenimento e estimular a criatividade dos participantes. 1. PARTICIPAÇÃO 1.1 Estão habilitadas a participar do Concurso todas as pessoas físicas e maiores de 18 anos domiciliadas no Brasil, excluídos os prepostos com função de gestão, sócios, diretores, executivos e funcionários da WIKIMETAL. Além destas, não podem participar deste Concurso qualquer pessoa ou funcionário de organização que esteja, direta ou indiretamente, envolvida em qualquer aspecto deste Concurso. 2. PERÍODO DE VIGÊNCIA 2.1 O Concurso terá início no dia 10/07/2024 e término às 12h do dia 16/07/2024, podendo ser prorrogado a exclusivo critério da WIKIMETAL. 3. DIVULGAÇÃO 3.1 O concurso e suas dinâmicas serão divulgados nas Redes Sociais (Facebook/Twitter/Instagram) e páginas de internet oficial da WIKIMETAL. 4. DINÂMICA DO CONCURSO 4.1 Para participar do concurso os participantes deverão obrigatoriamente, durante o período de vigência, criar uma frase respondendo “O que torna o rock e o metal nacional especiais para você?” nos comentários do post oficial no Instagram. O comentário deve ser feito dentro do limite de caracteres estabelecido pela plataforma e relacionado com o tema deste concurso. 4.2 A frase ou texto deverá ser totalmente original e aderente ao tema do Concurso. 4.3 O conteúdo do material é de única e exclusiva responsabilidade do participante, que deverá respeitar as leis brasileiras. A frase que contiver citação de criações já existentes não será desclassificada, mas o julgamento seguirá os critérios indicados no item 5.1 deste Regulamento. 4.4 Todas as participações serão moderadas para a verificação do cumprimento dos termos deste regulamento. As frases ou textos considerados inadequados estarão sujeitos a serem retirados do concurso sem necessidade de qualquer comunicação ao participante. Em caso de envio reincidente de frases ou textos inadequados, o participante está sujeito ao cancelamento de sua participação no concurso. 4.5 As frases ou textos enviados têm como finalidade a promoção de contexto cultural. Ao enviá-los, o participante estará de acordo com os termos legais para cessão dos direitos autorais nelas contidas, sendo permitido ao WIKIMETAL utilizar nas Redes Sociais e Site Oficial (e qualquer outro comunicação) durante o prazo de 05 (cinco) anos em todo território nacional, sem que caiba qualquer contraprestação pecuniária ao participante. 5. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO 5.1 As frases ou textos serão julgados pela Comissão de Concurso, com base na (i) Criatividade; (ii) Originalidade; (iii) Adequação ao tema do Concurso. 5.2 As frases ou textos deverão ser elaborados pelo próprio participante e devem estar de acordo com o tema do concurso. Os participantes deverão possuir todos os direitos autorais do material que enviarem à WIKIMETAL. 5.3 Qualquer participação que, a critério da Comissão do Concurso, seja considerada inapropriada, será automaticamente desclassificada sem aviso ao participante. A WIKIMETAL não se responsabiliza por participações enviadas que contenham direitos de terceiros. 5.4 A Comissão julgadora terá autoridade absoluta e discrição na seleção dos ganhadores, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. Os participantes renunciam expressamente, ao aceitar as regras deste concurso pela sua participação, a qualquer questionamento sobre critérios adotados, prevalecendo sempre o critério da Comissão julgadora da WIKIMETAL. 5.5 Caso mais de um participante envie uma frase ou texto idênticos, o desempate entre estes será feito tomando-se por base a data e hora do envio do comentário. 6. PRÊMIOS, DIVULGAÇÃO E FORMA DE ENTREGA 6.1 O(s) ganhador(es) do concurso serão premiados com 01 kit contendo 01 CD Origins, do Shaman; 01 CD Theatre of Fate, do VIPER; e 01 vinil Brutal Brega, de João Gordo. Os prêmios oferecidos são intransferíveis e não poderão ser trocados por dinheiro. Não será permitida substituição de prêmio algum, exceto nos casos em que a mesma se fizer necessária por motivos justificáveis ou alheios à vontade da WIKIMETAL. 6.2 A apuração dos vencedores do Concurso Cultural será feita pela Comissão do Concurso na sede da WIKIMETAL e o resultado final será divulgado a partir do dia 16/07/2024 através do Instagram da WIKIMETAL, exclusivamente. 6.3 O(s) ganhadores serão informados pela WIKIMETAL, a qual passará orientações para recebimento do prêmio. 7. PERDA DO DIREITO AO PRÊMIO 7.1 O(s) participante(s) ganhador(es) que não retirar(em) o prêmio no prazo estipulado neste regulamento perderá(ão) perderão o direito de receber o prêmio, cabendo à WIKIMETAL, a seu exclusivo critério, atribuir o prêmio à outro participante. 7.2 O(s) participante(s) declaram que são conhecedores das características do prêmio e que a retirada intempestiva não permitirá que o mesmo usufrua do prêmio em razão de sua natureza. 8. DESCLASSIFICAÇÃO 8.1 Serão imediatamente desclassificados deste Concurso Cultural os participantes que: a. Deixarem de cumprir qualquer condição do regulamento; b. Praticarem ato ilegal, ilícito ou que atentem contra os objetivos e regras do Concurso; c. Enviarem frases que contenham contexto sobre bebidas alcoólicas, cigarro, drogas, nudez, pornografia (inclusive infantil), sejam contra a lei, imputem prática de crime, atentem contra a moral, bons costumes ou que tenham conotação ofensiva à terceiros; d. Utilizarem sistemas, softwares e outras ferramentas ou

Ozzy Osbourne revela qual é a sua roupa de palco favorita
No novo episódio do podcast The Osbournes, que conta com, além do Madman, a participação de Sharon, Jack e Kelly, o eterno príncipe das trevas, Ozzy Osbourne, revelou qual é a sua roupa de palco favorita. “Vesti muitas roupas, mas a minha favorita é a camisa com franjas”, disse o famoso comedor de morcego. A filha e a esposa completaram a fala do cantor afirmando que é uma peça icônica e clássica. Veja a fala de Ozzy Osbourne, Sharon e Kelly logo aqui: Relembre algumas aparições do Madman com a famosa camisa de franjas: Via: Rockbizz

Bring Me The Horizon: ‘Sempiternal’ é o melhor álbum da banda, segundo leitores do Wikimetal
O Bring Me The Horizon virá ao Brasil para um show único em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 30 de novembro – compre aqui seu ingresso. Este será, até o momento, a única apresentação da banda no país. O show será acompanhado das bandas Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. Para celebrar e se preparar para a vinda do grupo britânico ao Brasil, o Wikimetal perguntou aos seus leitores: qual é o melhor álbum da banda? Com 25% dos votos, o álbum Sempiternal, de 2013, liderou a enquete enquanto POST HUMAN: SURVIVAL HORROR o seguiu com 16% dos votos. O terceiro lugar, com 13%, ficou para o mais recente lançamento da banda, POST HUMAN: NeX GEn, lançado em maio deste ano. Em seguida, That’s the Spirit, de 2015, recebeu 11% dos votos. Em último lugar ficou Amo, de 2019, que ganhou apenas 5% dos votos. Confira o resultado na íntegra logo abaixo. Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. Bring Me The Horizon no Brasil O show será o maior da carreira da banda britânica como atração principal e já teve praticamente todos os ingressos vendidos em menos de uma semana. Os ingressos estão à venda no site oficial da Eventim e na bilheteria do estádio. Confira todos os detalhes da apresentação no fim desta matéria. O show faz parte do Post Human, projeto que começou em 2020 com Post Human: Horror Survival e teve sua continuação no último 24 de maio com o álbum POST HUMAN: NeX GEn. O álbum está dominando o Spotify com mais de 70 milhões de reproduções, consagrando o BMTH como banda de rock mais transmitida do mundo (via NME). View this post on Instagram A post shared by ʙʀɪɴɢ ᴍᴇ ᴛʜᴇ ʜᴏʀɪᴢᴏɴ (@bringmethehorizon) SERVIÇOData: 30/11/2024Horário: A ser informado próximo do eventoAbertura dos Portões: 13hLocal: ALLIANZ PARQUEEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. SETORES E PREÇOSCADEIRA SUPERIOR R$125,00 (meia) | R$250,00 (inteira)PISTA R$195,00 (meia) | R$390,00 (inteira)CADEIRA INFERIOR R$245,00 (meia) | R$490,00 (inteira)PISTA PREMIUM R$395,00 (meia) | R$790,00 (inteira) Venda Geral: 30/04 às 12h no site | 13h na Bilheteria Limite de Ingressos: 6 | Limite de Meia: 2Parcelamento em 10x com juros no site | Não teremos parcelamento na bilheteria. BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇOALLIANZ PARQUE – Bilheteria B (Apenas na Abertura)Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados.• A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. ALLIANZ PARQUE – Bilheteria A (Após a Abertura)Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados.• A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. * Atente-se aos horários e locais indicados acima. Via: WikiMetal

Enquete: Qual banda você mais quer ver no Knotfest Brasil 2024?
Knotfest, festival criado pelo Slipknot, chega ao Brasil pela segunda vez em outubro no Allianz Parque, em São Paulo. O Knotfest Brasil 2024 acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro e os ingressos já estão à venda no site oficial da Eventim. A nova edição vem com uma novidade: celebrando seus 25 anos de carreira, o Slipknot preparou uma apresentação diferente com um set único e imperdível para cada dia, ou seja, o grupo será headliner dos dois dias de festival. Além disso, o festival contará com outras 20 bandas nacionais e internacionais. Entre elas estão Mudvayne, Bad Omens, Lindemann, BABYMETAL, P.O.D., Amon Amarth, Meshuggah, Dragonforce, Poppy, Ratos de Porão, Project46, Eminence, Krisium, Black Pantera, Ego Kill Talent, Korzus, The Mönic e mais. Em preparação ao festival, a redação do Wikimetal quer saber dos leitores: qual é a banda que vocês estão mais animados para assistir? Responda a enquete logo abaixo e em breve divulgaremos o resultado. Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. View this post on Instagram A post shared by Knotfest Brasil (@knotfestbrasil) LEIA TAMBÉM: Knotfest: você conhece tudo sobre o festival? Teste aqui! Via: WikiMetal

Skid Row segue procurando por um novo vocalista: “Temos uns caras no radar”
Nos últimos tempos, o Skid Row saiu do limbo com o vocalista sueco Erik Grönwall (ex-HEAT), que chegou com tudo, reenergizando o time e jogando para bem longe a assombração de precisar trocar de cantor a todo instante. Infelizmente, a bonança durou pouco, pois Erik pediu as contas para poder se concentrar e se dedicar em sua saúde. Anos atrás, o músico teve leucemia e precisou passar por um transplante de medula. A substituta momentânea em algumas apresentações foi Lzzy Hale, líder e cantora do Halestorm, porém, a moça precisou voltar aos seus próprios projetos, com isso, o Skid Row voltou ao ponto zero: encontrar um novo vocalista. Em conversa com o pessoal do podcast Horror Pop After Midnight, o baixista Rachel Bolan e o guitarrista Dave “Snake” Sabo comentaram que estão testando alguns vocalistas. Eles também ressaltaram a felicidade de poder lançar um álbum ao vivo. Bolan falou: “Estamos sempre escrevendo e trocando ideias, mas, no momento, nós estamos procurando um cantor. Nosso vocalista Erik (Grönwall) saiu para priorizar sua saúde, o que é compreensível. Temos alguns caras no radar com os quais faremos teste! Alguns de nossos amigos querem fazer o que a Lzzy Hale fez: participar de apenas alguns shows. Foi muito divertido fazer os shows com ela”. Sabo completou: “Temos um disco ao vivo sendo lançado! Nos próximos meses ele será lançado. Gravamos ele em Londres, o que foi muito especial para nós porque a cidade tem um lugar especial em nossos corações. Então, estou muito feliz em relação a isso, depois de todo esse tempo com o Skid Row, ter finalmente um disco ao vivo. Estamos muito orgulhosos”. Disco ao vivo O Skid Row lançará seu primeiro álbum ao vivo oficial, intitulado Live In London, no dia 20 de setembro. Filmado no dia 24 de outubro de 2022 no 02 Forum Kentish Town, em Londres, Inglaterra, o show captura performances inesquecíveis dos clássicos atemporais do grupo, incluindo 18 And Life, Monkey Business e I Remember You, bem como Time Bomb e Tear It Down do último álbum, The Gang’s All Here. Live In London marca o último lançamento do Skid Row com o vocalista Erik Grönwall, que deixou a banda em março deste ano. Track listing de Live In London: 01. Slave To The Grind02. The Threat03. Big Guns04. 18 And Life05. Piece Of Me06. Livin’ On A Chain Gang07. Psycho Therapy08. In A Darkened Room09. Makin’ A Mess10. The Gang’s All Here11. Riot Act12. Tear It Down13. Monkey Business14. I Remember You15. Time Bomb16. Youth Gone Wild Via: Rockbizz

Black Pantera: “No Brasil o rock existe e é forte, poderoso, especialmente no underground”
Anualmente, no mês de julho, é comemorado o dia do rock, mais especificamente, no dia 13. Homenagens, celebrações e comemorações são feitas ao longo dos dias, e a equipe do Wikimetal trouxe uma entrevista exclusiva para honrar esta data. Chaene da Gama é baixista de um dos principais nomes do metal dos últimos anos, o Black Pantera. Tendo recentemente lançado o álbum PERPÉTUO (2024), o trio aborda uma série de temas importantes a serem ressaltados na sociedade brasileira atual. Em entrevista exclusiva ao site, o músico falou sobre o rock no Brasil, a importância do dia do rock e mais. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Se você tivesse que escolher um único álbum para representar o rock, qual seria? Chaene da Gama: Olha, pergunta difícil, mas a gente tem que simplificar, né? Ser direto. Vários álbuns que eu amo, vários clássicos, mas eu acho que pela mudança que esse álbum trouxe, pela renovação do instrumento e a nova visão dentro de rock ‘n’ roll, e um blues pesado, eu fico com o Electric Ladyland do Jimi Hendrix, com certeza. Um álbumzaço, 1968, o Hendrix praticamente reinventa a guitarra aí. A partir dali, tudo foi diferente. Jimi Hendrix, Electric Ladyland. WM: Como você vê o rock no Brasil? CG: Eu vejo o rock ‘n’ roll no Brasil grande, poderoso, forte. A diferença que a gente vê constante é que hoje em dia o rock ‘n’ roll não domina as televisões, os programas de televisão. Ele não tá na maioria das rádios. A gente tem poucas rádios rock no Brasil, mas a gente tem no underground coisas grandiosas acontecendo, coisas enormes. O público do underground é sincero, ele é honesto, ele é engajado, ele está ali presente sempre nos eventos. É uma luta, a gente sabe que várias coisas mudaram de uns anos pra cá, de algumas décadas pra cá, envolvendo o rock ‘n’ roll brasileiro, mas tem a ver mais com a mídia. Porque a força do rock ‘n’ roll brasileiro, ele está aí. E ele é forte, ele é poderoso. Todas as cidades, todos os estados que você vai, tem uma galera fazendo som, uma galera muito foda fazendo som. A gente precisa de mais engajamento. Eu acho que é o… O lance mesmo das bandas é mais engajamento, que as pessoas tenham mais oportunidade de ter um instrumento legal também. Mas dentro disso, dentro do nosso Brasil, o rock ‘n’ roll existe, ele é forte, ele é poderoso, especialmente vindo aqui do underground. Procurem as bandas underground, que lá tem muita coisa acontecendo massa, festivais legais, bandas legais e bandas de diversidade. WM: O que significa o dia 13 de julho pra você? CG: O dia 13 de julho tem todo um significado, né? Muita gente ainda não sabe o porquê de 13 de julho ser o dia do rock ‘n’ roll. A gente sabe que vem do Live Aid (…) E se tornou uma data necessária também pra gente comemorar o dia do rock n’ roll. Eu acho que o dia do rock ‘n’ roll é todo dia. 14 de julho, 15, 1º de janeiro, 30 de dezembro, todo dia é dia de rock ‘n’ roll, todo dia é de rock. Mas a gente sabe que essa data é pontual. Os clubes sabem, as bandas sabem. Todo mundo quer estar tocando no dia 13 de julho, é muito especial. Até banda que está parada, às vezes, quando rola algum evento, quer fazer o 13 de julho, que sabe que tem uma importância muito grande. É um dia de ascensão muito grande para o rock ‘n’ roll mundial. E é importante ter esse dia. (…) E também é um dia de muita renovação, que no dia 13 a gente consegue ver bandas novas, a gente consegue rever bandas antigas. Se tornou uma data nossa e é muito importante que sempre tenha esse 13 de julho pra gente. Eu também tenho essa empolgação gigantesca do 13 de julho desde moleque, antes mesmo de estar tocando, já sabia dessa data. E acho que se tornou necessário todos os anos pra gente que gosta tanto, os amantes do rock ‘n’ roll. É muito importante e necessário. WM: Quando você percebeu que queria ter uma carreira no rock? CG: A carreira no rock ‘n’ roll, eu me vi desde sempre. Desde quando eu vi as primeiras bandas, eu vi os primeiros acordes ali, já me apaixonei pelo estilo, pela fúria no palco, né? Então, assim, rolou super natural, mas, na verdade, rolou desde sempre. Eu sempre tive essa vontade de ter uma carreira no rock ‘n’ roll e sonhava em uma carreira grande também, de fazer turnê, de viajar pelo mundo, de ter fãs, de estar vendendo CD, de ver as minhas artes nos encartes de CD. Então começou desde cedo, eu já planejava, já fazia capa de álbum sem ter banda. Então essa paixão de querer também fazer o rock ‘n’ roll, desde as primeiras bandas que a gente assistiu, desde os primeiros VHS de bandas como Guns [N’Roses], como Nirvana, depois foi chegando mais bandas, Metallica e por aí vai. E aí quando a gente viu Living Colour, Bad Brains, Devotos, a gente tinha certeza que queria isso. Então começou muito cedo e que bom que perdura até hoje. Tamo fazendo música. É isso. Tamo fazendo rock. LEIA TAMBÉM: “A gente quer o mainstream, a gente quer ficar grandão”: Black Pantera fala sobre ‘Perpétuo’, revolução e representatividade Via: WikiMetal

Dark Tranquillity estreia videoclipe de Not Nothing
Dark Tranquillity, banda sueca pioneira do death metal melódico, estreou o videoclipe de Not Nothing. A canção está no repertório do novo full-length do sexteto, chamado Endtime Signals, que sairá em 16 de agosto pela Century Media Records. Veja: Endtime Signals, que será o décimo terceiro registro de estúdio do grupo, chegará ao mercado em vários formatos como CD, vinil preto e vinil colorido. Track listing de Endtime Signals: “Shivers And Voids”“Unforgivable”“Neuronal Fire”“Not Nothing”“Drowned Out Voices”“One Of Us Is Gone”“The Last Imagination”“Enforced Perspective”“Our Disconnect”“Wayward Eyes”“A Bleaker Sun”“False Reflection” Via: Rockbizz