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Knotfest Brasil 2024: 7 bandas brasileiras que abrilhantariam ainda mais o festival
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06/07/2024

Knotfest Brasil 2024: 7 bandas brasileiras que abrilhantariam ainda mais o festival

Na última sexta-feira, 5, o Knotfest Brasil divulgou o line-up da edição deste ano, que vai rolar nos dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo. Como de praxe, as atrações agradaram uns e desagradaram outros, o que faz parte do jogo, portanto, está tudo dentro dos conformes. O evento terá, pois, shows internacionais, decerto, e contará também com nomes do rock n’ roll e heavy metal brasileiro, como se fosse uma cota de representação da turma de nossa casa. No entanto, para o pranto e desespero de alguns que adoram citar os mesmos nomes brasileiros, a nossa cena tem muitas bandas fazendo som de primeira e que se encaixariam como uma luva no fest. A nossa pretensão não é – e jamais será – desmerecer as pratas da casa escolhidas para tocar no festival, contudo, queremos jogar luz em 7 bandas brasileiras que abrilhantariam ainda mais o Knotfest Brasil 2024. Surra Sem sombra de dúvida, o trio faz atualmente o show mais legal e energético da cena brasileira. O quê anárquico imposto nas apresentações dos caras é um grande dedo do meio ao bom mocismo que impera no mercado fonográfico. A música perambula pela fórmula do crossover, mas não se prende a rótulos, visto que salpica o som com metal tradicional e outros ingredientes sonoros. A porradaria musical perpetrada pelo Surra instiga stage diving e mosh pits, e isso combina muito com o teor do festival. Gangrena Gasosa Veterana da cena carioca, a banda não abaixa a cabeça para o próprio capeta e sua potestade, portanto, não serão os grupinhos estrangeiros que vão colocar algum temor em Angelo Arede (Zé Pelintra), Davi Stermimiun (Omulu), Diego Padilha (Exu Tranca Rua), Ge Vasconcelos (Pombagira Maria Navalha), Minoru Murakami (Exu Caveira) e Alex Porto (Exu Tiriri). Gangrena incorpora elementos de umbanda e religiões afro-brasileiras com heavy metal numa receita única. Os seus shows são uma espécie de sessão de desobsessão ao som de um crossover sem firulas, mas com direito a pipoca, farofa, vela e cachaça. Crypta As meninas estão conquistando cada vez mais território no mercado europeu e norte-americano, e isso se dá pelo trabalho consistente, profissional e pela máquina bem azeitada que estão construindo passo a passo. Hoje em dia, elas estão com um show redondo, bem produzido e páreo a qualquer banda de death/black metal, com isso, é um ativo e tanto para qualquer evento de metal. Torture Squad O quarteto é outro veterano que vem levantando a bandeira do thrash/death metal nacional há mais de trinta anos. Mesmo assim, o ímpeto de ir além e mostrar novas facetas sonoras têm sido sua tônica a cada material lançado, e isso pode ser conferido em Devilish, full-length mais recente de Mayara “Undead” Puertas (vocal), Amilcar Christófaro (bateria), Castor (baixo) e Rene Simionato (guitarra). Claustrofobia Assistir a shows de Marcus D’Angelo (vocal e guitarra), Rafael Yamada (baixo) e Caio D’Angelo (bateria) deveria se tornar um dever cívico a todos os brasileiros. Com mais de meia dúzia de discos na praça e milhares de apresentações nas costas, os caras têm milhagem o suficiente para encarar um público grande, tirar tudo de letra e, de quebra, deixar muito gringo comendo poeira. Hatefulmurder O expediente do quarteto, que já passou dos quinze anos de estrada, é pisar fundo no acelerador do death metal e devastar tudo que ousar se prostrar à sua frente. A frontwoman Angélica Burns, por exemplo, é uma espécie de personificação de Lilith, “demônia alada”, visto que sua voz é desgraçadamente visceral e a sua performance ao vivo recheia o clima apocalíptico de forma estonteante. The Troops of Doom O slogan proposto pelos músicos é: “Make metal evil again” [“fazer o metal mau de novo”, em uma tradução livre]. Posto isso, o ouvinte pode imaginar quais são as credenciais do quarteto. Mas, caso não tenha ficado essencialmente claro, o negócio do conjunto é rezar basicamente na cartilha do death metal e martirizar, sem um pingo de dó, os ouvidos mais singelos. Ver o The Troops of Doom ao vivo, é se defrontar com a excelência do metal brasileiro. Via: Rockbizz

Guitarra com bandeira canadense de Eddie Van Halen será leiloada
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06/07/2024

Guitarra com bandeira canadense de Eddie Van Halen será leiloada

A Julien’s Auctions irá leiloar em novembro deste ano uma peça de memorabilia recentemente descoberta: uma guitarra Ernie Ball Music Man Eddie Van Halen Signature de 1993, estampada com a bandeira canadense, tocada pelo lendário guitarrista do Van Halen no Canadá. A guitarra, inédita há 31 anos, ressurgiu, despertando uma onda de nostalgia e curiosidade. Sua história de fundo é tão vibrante quanto sua pintura vermelha e branca. Em 1º de julho de 1993, o Van Halen subiu ao palco no Molson Park em Barrie, Ontário, para o Canada Day Concert. À medida que o bis se aproximava, Eddie revelou a guitarra Canadian Flag – uma surpresa para o público e um tributo à nação. O bis, com músicas icônicas como Jump, You Really Got Me e Rockin’ In The Free World, tornou-se um momento histórico tanto no legado do Van Halen quanto nas celebrações do Canada Day. Veja um vídeo do show mais abaixo. Saiba mais sobre o leilão neste link. Via: Rockbizz

Matthias Jabs revela o segredo da longevidade do Scorpions: “Não sabemos quando terminar”
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06/07/2024

Matthias Jabs revela o segredo da longevidade do Scorpions: “Não sabemos quando terminar”

Em entrevista ao canal do YouTube Graspop Metal Meeting, Matthias Jabs foi questionado sobre o segredo da longevidade do Scorpions. O guitarrista respondeu: “Não sabemos quando terminar. E nós tentamos. Em 2010, anunciamos a turnê final, que durou apenas dois anos e meio. E então, você sabe, ninguém quis nos deixar ir, o que é legal. Todos os promotores de todo o mundo disseram: ‘Vocês não podem nos deixar agora’. E os fãs disseram: ‘Scorpions, não parem’”. E continuou: “E isso foi há 12 anos. Nos divertimos muito fazendo o que estamos fazendo. E este ano é a turnê de aniversário de Love At First Sting, um show novo. E então estamos ansiosos para o próximo ano, onde estamos planejando algumas coisas, como grandes festas de aniversário com o Scorpions e amigos, mas nada definido ainda”. Confira a entrevista abaixo: Via: Rockbizz

Noel Gallagher não fala com Dave Grohl: “Não tenho mais tempo para essa maldita ralé”
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06/07/2024

Noel Gallagher não fala com Dave Grohl: “Não tenho mais tempo para essa maldita ralé”

Noel Gallagher revelou que tem uma rixa com Dave Grohl e isso começou depois que o líder do Foo Fighters zombou do músico por ter uma carreira solo menos bem-sucedida do que a do irmão Liam. Em uma nova entrevista ao tablóide inglês The Sun, o ex-Oasis contou que viu Grohl algumas vezes durante o festival Glastonbury, que aconteceu no final de semana passado, mas não teve nenhum interesse em socializar com o simpático músico norte-americano. “Na verdade, encontrei Dave”, ele disse. “Ele estava a cerca de um metro de mim quando eu estava assistindo ao LCD Soundsystem e ele estava hospedado no mesmo hotel que eu”. “Eu só gostaria que ele só focasse no Oasis. Eu não falaria com ele. Não tenho mais tempo para essa maldita ralé. Não tenho nada para dizer a ele”, continuou. E completou: “Ele é amiguinho do meu irmão de qualquer maneira”, aparentemente se referindo ao fato de que Grohl co-escreveu e tocou no single de 2022 de Liam Gallagher, Everything’s Electric. Via: Rockbizz

Auro Control lança álbum ‘The Harp’ com participações especiais
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06/07/2024

Auro Control lança álbum ‘The Harp’ com participações especiais

A banda baiana Auro Control lançou o álbum de estreia The Harp, que conta com grandes participações especiais. O trabalho conta com Aquiles Priester, Jeff Scott Soto, Felipe Andreoli (baixo, Angra), Fábio Laguna (teclado, Edu Falaschi), Thiago Bianchi (vocal, Noturnall), além dos talentosíssimos Aiace (vocais) e André Magalhães (percussão) e de com um coral formado por cantores da cena metálica baiana: Roberto Índio (Eigenflame), Leonardo Leão (Drearylands, Lugubra), Petrus Bandeira (Canal Zero, Solo), Mari Cedraz (Imagin’Era), Andrea Alves, Nathalia Martins, Mai Saraiva, Rafa Chemmés. O álbum, segundo uma declaração divulgada à imprensa, aborda temas que vão desde o luto e depressão, passando por temas subjetivos, até superação. O trabalho tem produção, mixagem e masterização por Thiago Bianchi. Ao falar sobre o lançamento, o vocalista e fundador da banda, Lucas de Ouro, comentou: “Estou muito satisfeito com o resultado do nosso disco de estreia! As músicas têm um pouco de tudo que a gente gosta e apresentam bem a nossa banda e influências. Foi incrível poder contar com tantos amigos e músicos admiráveis nessa jornada. Estamos felizes com a boa recepção dos singles, com os feedbacks das gravadoras e animados com os planos pro futuro”. Auro Control A Auro Control é uma banda baiana de prog/power metal, fundada em 2021 e liderada pelo vocalista Lucas de Ouro, acompanhado do baixista Thiago “Bonga” Baumgarten (Hibria), os guitarristas Lucas Barnery (Solo) e Diego Pires (Warlord, Beyond Frequencies) e o baterista Davi Britto (Nomin, Dream Theater Cover). O nome da banda faz referência a “Auro” (de ouro, em latim) e remete a “Out of Control” (fora de controle). LEIA TAMBÉM: Montanee divulga clipe de “Brooklyn Sleeps” com imagens de gravação do novo EP Via: WikiMetal

“Madhouse”, do Anthrax, é citada no novo livro do Stephen King
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06/07/2024

“Madhouse”, do Anthrax, é citada no novo livro do Stephen King

A música “Madhouse”, do Anthrax, recebeu uma citação no livro de contos do mestre do horror Stephen King. O livro lançado em maio é uma coletânea de contos e tem o nome de You Like It Darker (Mais Sombrio). De acordo com o guitarrista do Anthrax, Scott Ian, a música, que faz parte do segundo álbum da banda de 1985, Spreading The Disease, é citada em um conto bastante brutal chamado Finn. Em 25 de maio de 2022, ele havia publicado esse conto em um e-book exclusivo no Scribd. Mas em maio deste ano, foi lançado de forma mais ampla nessa coletânea You Like It Darker que conta com mais onze contos. Sobre isso, Ian publicou no Instagram: “Stephen King fala nosso nome novamente em sua nova coleção de histórias ‘You Like It Darker’!!! Eu estava lendo ontem no voo da Europa para casa. Na quinta história do livro, um conto bastante brutal chamado Finn, Steve usa nossa música ‘Madhouse’ como um dispositivo de tortura. Perfeito. Peço desculpas se o som da minha cabeça explodiu quando vi o Anthrax mencionado e acordou alguém no avião. Se você ainda não leu You Like It Darker, recomendo que o faça. É uma leitura de verão cruel!” A relação do Anthrax com Stephen King O Anthrax e o Stephen King são conhecidos de longa data. O terceiro álbum da banda, Among The Living, se inspirou no livro A Dança da Morte (The Stand) do autor. Inclusive, Ian escreveu o prefácio de uma das edições dele. Além disso, uma faixa do álbum A Skeleton In The Closet também se inspirou na novela O Aprendiz (Apt Pupil) que fazia parte da coleção Quatro Estações (Different Seasons). Por fim, no terceiro livro do grande clássico de King, A Torre Negra: As Terras Devastadas (The Dark Tower: The Waste Lands), faz referência a banda. Enquanto na adaptação de 2017 de A coisa (It), um cover que o Anthrax gravou do Trust, “Antisocial” foi usado. Em uma entrevista de 2011 para o The Atlantic, perguntaram a King que tipo de música ele prefere ouvir enquanto trabalha. Ele disse: “Metallica, Anthrax, eu ainda ouço esses caras. Tem uma banda chamada Living Things que eu gosto muito. Um grupo muito barulhento. Nunca me importei muito com Ozzy Osbourne. Black Sabbath realmente não funciona para mim.” View this post on Instagram A post shared by Scott Ian (@scottianthrax) LEIA TAMBÉM: Scott Ian, do Anthrax, acredita não ter chance de shows do Big 4 antes de 2025 Via: WikiMetal

Sepultura vai estrear a segunda perna brasileira da turnê final neste sábado
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05/07/2024

Sepultura vai estrear a segunda perna brasileira da turnê final neste sábado

O Sepultura vai estrear a segunda perna brasileira da turnê final neste sábado, dia 6 de julho, em Fortaleza. É importante recordar que a maior banda do heavy metal nacional está na estrada com a Celebrating Life Through Death desde o dia primeiro de março deste ano. Para o show deste sábado, o guitarrista e líder da banda, Andreas Kisser, falou: “Fortaleza, dia 6 de julho, não perca a Celebrating Life Through Death, quarenta anos do Sepultura. Está é a última chance! Vamos tocar muita coisa da nossa história, inclusive músicas que a gente não fez nessa primeira perna no Brasil. Então, vamos celebrar junto, Fortaleza”. Veja o itinerário completo da tour neste link. Via: Rockbizz

Suicidal Tendencies estreia clipe de Nós Somos Família; assista
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05/07/2024

Suicidal Tendencies estreia clipe de Nós Somos Família; assista

O Suicidal Tendencies acaba de estrear o clipe do single Nós Somos Família, que conta com participação de nomes como Badauí (CPM22), B Negão (Planet Hemp), João Gordo, Rodrigo Lima (Dead Fish), Supla, Fernanda (Crypta), Marcão Britto e Thiago Castanho (Charlie Brown Jr), além de diversos músicos da cena underground/alternativa nacional. Também participam do single os campeões mundiais de Skate Sandro Dias e Pedro Barros. Assista abaixo: A banda liderada por Mike Muir retorna ao Brasil na próxima semana, marcando a estreia da sua nova formação que, além de Dean Pleasants na guitarra, agora conta com Jay Weinberg (ex-Slipknot) na bateria e Tye Trujillo (filho de Robert Trujillo, baixista original do Suicidal Tendencies, hoje no Metallica) no baixo. A turnê nasceu a pedido do próprio grupo e, nas palavras do próprio Muir, para “retribuir o carinho do público brasileiro ao longo dos anos”. Nós Somos Família começa no dia 12 de julho (sexta-feira) no Sacadura 154, Rio de Janeiro. Na sequência a banda se apresentará no dia 13 de julho (sábado) no Esquenta Rockfun Fest (ingressos esgotados), em São Paulo; no dia 14 de julho (domingo) no Tork n’ Roll, em Curitiba; no dia 16 de julho (terça-feira) no John Bull, em Florianópolis e termina no dia 17 de julho, no Mister Rock, em Belo Horizonte. Via: Rockbizz

Max e Iggor Cavalera mantém vivo seu legado com o Sepultura com a incrível regravação de ‘Schizophrenia’
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05/07/2024

Max e Iggor Cavalera mantém vivo seu legado com o Sepultura com a incrível regravação de ‘Schizophrenia’

Em 1987, o Sepultura lançou seu segundo álbum de estúdio, Schizophrenia, representando um momento crucial na evolução da banda e do thrash metal em geral. Eles adicionaram uma carga de melodia e groove, que os diferenciou das bandas americanas e europeias, que estavam mais focadas na velocidade acima de qualquer coisa. Claro que a velocidade e brutalidade são fatores importantes e obrigatórios para o thrash, porém o Sepultura trouxe algo mais original à experiência auditiva da época. Nesse momento você leitor sabe que o disco é um clássico, sendo um ataque implacável e agressivo, com riffs de guitarra sujos, uma bateria monstruosa e técnica de Iggor Cavalera e os vocais distintos de Max Cavalera. Agora em 2024, o Cavalera Conspiracy, que conta com os irmãos Cavalera, acompanhados de Travis Stone (guitarra principal, Pig Destroyer) e Igor Amadeus Cavalera (baixo, Go Ahead and Die) resolveram regravar esse disco seminal, como já fizeram com os dois primeiros lançamentos do Sepultura, sendo o EP Bestial Devastation e o primeiro álbum completo, Morbid Visions. Tendo isso em mente, vamos a pergunta que sempre é feita em casos como esse: mas por que a regravação? Em primeiro lugar, o trabalho feito trouxe um novo frescor às músicas, como se você tirasse sua velha fita K7 que foi tocada à exaustão e colocasse algo novo, pronta para mais horas a serem tocadas a fio. Em segundo lugar, é notável que os irmãos Cavalera nos deram um produto superior, com a bateria, por exemplo, soando mais clara na mixagem como na faixa “Escape To The Void”. Na faixa citada, e no restante das regravadas, a banda manteve tudo igual em relação às músicas, onde podemos sentir a mesma atmosfera sombria, os efeitos básicos nos vocais e a mesma intensidade mórbida. A modernidade aqui foi aplicada de uma forma excelente, mas mantendo a essência do trabalho feito. Faixas como “Inquisition Symphony” e “Septic Schizo” possuem linhas de baixo melhores do que no trabalho original, adicionando uma dose a mais de peso, se misturando bem com a bateria. O vocal de Max também está melhor, mostrando que ainda canta muito bem e com a mesma pegada pela qual ficou conhecido. As diferenças que o ouvinte notara entre o original e a regravação estão presentes na “Intro”, com os sons sendo um pouco mais suaves, “The Abyss” que não tem mais o som acústico e limpo da versão de 1987, além da substituição do clássico “Troops of Doom” pela inédita “Nightmares of Delirium”. Aliás, a faixa foi uma adição muito bem vinda ao disco, sendo tão agressiva quanto o restante, além de apresentar um solo incrível e frenético. Com esse trabalho, o Cavalera Conspiracy mostrou saber o que quer e o que estava fazendo, tendo alcançado um excelente resultado e completando a tríade que colocou o Sepultura nos holofotes e que certamente conquistará toda uma nova geração de ouvintes. Via: WikiMetal

Entrevista: Jairo Guedz comenta sobre novo disco do The Troops of Doom, Summer Breeze Brasil e mais
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05/07/2024

Entrevista: Jairo Guedz comenta sobre novo disco do The Troops of Doom, Summer Breeze Brasil e mais

Reconhecido como uma lenda no metal nacional e internacional, Jairo “Tormentor” Guedz tem um background forte, tendo participado dos primeiros álbuns do Sepultura, tocado com o The Mist, o Eminence, entre outros. Seu nome é sinônimo de técnica, brutalidade e muita garra entre os apreciadores do gênero. Sua nova banda, o The Troops of Doom, está há um tempo na ativa, e conta com dois álbuns completos, Antichrist Reborn (2022) e A Mass to The Grotesque, sendo esse o trabalho mais recente, lançado em maio deste ano, e que vem recebendo críticas positivas da mídia especializada nacional e internacional. Em entrevista ao Wikimetal, o músico falou sobre o lançamento desse novo trabalho, suas influências na hora de composição, a participação no festival Summer Breeze Brasil desse ano e os próximos shows da banda. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Gostaria de começar agradecendo pelo tempo concedido e dizer que sou um grande fã da banda. Jairo Guedz: É um prazer para mim, Lucas. Obrigado a você pelo espaço. WM: O The Troops of Doom está lançando o segundo disco, A Mass To The Grotesque. Como está sendo a recepção desse novo trabalho e a expectativa de vocês? JG: Nossa expectativa era grande, mas confesso que estamos até surpresos com o retorno da crítica e do público. Esse álbum está sendo considerado por vários meios de comunicação e mídia “um dos melhores lançamentos de 2024” e não apenas quando tratam de bandas e lançamentos do Brasil. Estamos surpresos, mas muito orgulhosos desse trabalho. WM: As músicas seguem o que vimos no álbum anterior, Antichrist Reborn (2022), com foco no death metal old school. Porém, são notáveis as influências do thrash metal presente em cada uma. O que poderia nos contar sobre essa mistura de estilos e o processo de composição delas? JG: Nós arriscamos um pouco mais, eu acredito. Deixamos nossas ideias fluírem mais soltas durante o processo de composição desse álbum. Ao invés de nos preocupar tanto com o caminho a seguir dentro de nossas influências, eu acredito que demos mais espaço pra nossa própria assinatura. Esse álbum já tem uma personalidade de cada um da banda dentro dele. Talvez por isso seja perceptível alguma evolução neste sentido. Uma identidade própria da banda em meio à toda influência que temos! WM: O disco possui duas faixas com tempos de duração maiores (“Dawn of Mephisto” com 6:11 minutos e “Psalm 7:8 – God of Bizarre” com 8:09 minutos). A banda resolveu arriscar compondo músicas mais longas ou foi algo que aconteceu naturalmente e vocês resolveram mantê-las assim? JG: Aconteceu naturalmente e ao mesmo tempo não nos limitamos ao tempo de cada música ou no fato de criar algo mais “conceitual” para esse disco. As músicas não são grandes por se repetirem ou por acaso… elas precisavam se desenvolver e se tornaram músicas maiores mesmo. Naturalmente. Não era uma opção nossa cortar algo. WM: As músicas mantém o foco em temas mais sombrios, como na faixa “Chapels of The Unholy”, que fala sobre um ritual com velas negras e invocações. A inspiração para compor assim vem de algo em específico ou faz parte da busca da banda em fazer o metal mau novamente? JG: Esse “mote”, “Make Metal Evil Again”, não está atrelado apenas à ideia das letras da banda, mas também se destina a isso. Temos bandas demais fazendo metal voltado para as questões do ser humano, depressões, suicídio, tristeza, revolta, etc… e bandas demais falando de política, etc. Gostamos de falar da igreja e de como as religiões e seu “clero” sempre estiveram envolvidos na política, nas decisões que mudaram o mundo (a maioria das vezes pra pior). Eu sou ateu. Para mim, não existe Deus e nem Diabo. Por isso uso o demônio e seus “ornamentos” como arma, contra os próprios criadores desses ornamentos e figuras desprezíveis e aterrorizantes, que servem de controle e castigo para os seus fieis. Se a igreja tivesse inventado e transformado o Walt Disney no mau e no maior inimigo da própria igreja, tenha certeza de que estaríamos cantando sobre o Mickey, o Pateta e o Pluto hoje. WM: Gostaria de destacar mais duas faixas: “The Impostor King” e “Faithless Requiem”. A primeira parece ter uma grande influência do black metal, enquanto a segunda (para mim) é uma das músicas mais pesadas do disco. O que poderia nos falar sobre essas duas composições? JG: São músicas que, mesmo tendo diferentes influências das demais, ainda assim completam essa engrenagem que forma o álbum com muita naturalidade e sentido. Não sinto que elas se destacam demais das restantes, pois todas têm um pouco de cada um de nós da banda. Talvez essas duas tenham mais “a mão” do Marcelo Vasco [(guitarrista]) do que dos demais músicos… acontece muito isso – alguém traz uma ideia e a composição toma um rumo que segue uma influência natural de um ou de outro. Marcelo sempre teve um tempero do black metal sueco e norueguês muito mais presente do que eu. O que não quer dizer que eu não goste disso também. Eu tenho uma pegada mais Slayer, Celtic Frost e de música melancólica também… acho que no fim de todo o processo a gente se completa bem musicalmente. WM: Mesmo com veteranos da cena fazendo parte da banda, vocês ainda sofrem influência de outras bandas em seu trabalho? Se sim, quais seriam? JG: Sim, muito! Acho que no The Troops of Doom todos carregam as mesmas velhas influências de sempre, desde os anos 80. Eu e Marcelo, quando estamos escrevendo algo novo, sempre comentamos no final que aquilo tá mais para banda X ou para banda Y, e essas bandas são sempre aquelas mesmas que amávamos lá atrás, nos anos 80 ou 90. Tudo que a gente ouvia nos anos 80 e 90 ainda está pulsando dentro de nós. São raros os exemplos mais modernos, de 2000 pra cá… WM: Para vocês, como foi trabalhar com o lendário Jim Morris (que já trabalhou com Death, Morbid Angel, Cannibal

Playlist contém seleção com músicas das maiores lendas do rock; ouça agora
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05/07/2024

Playlist contém seleção com músicas das maiores lendas do rock; ouça agora

Por aqui o dia do rock é todo dia, mas com a chegada do mês do rock a equipe do Wikimetal preparou algo especial para os leitores: uma playlist de sete horas com os maiores clássicos do gênero. A seleção está recheada de músicas das maiores lendas do rock, de Mick Jagger a Rob Halford, de Bruce Dickinson a Ozzy Osbourne. O que não falta são artistas icônicos para celebrarmos, certo? Então dê play na nossa seleção logo abaixo e celebre o mês do rock com a nossa equipe! LEIA TAMBÉM: Mês do Rock: 13 bandas de rock e heavy metal para você conhecer Via: WikiMetal

Tony Iommi: Veja trailer do livro Iommi – The Photographs
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05/07/2024

Tony Iommi: Veja trailer do livro Iommi – The Photographs

O maior riff master de todos os tempos, Tony Iommi, líder do poderoso Black Sabbath, vai ganhar livro de foto de 340 páginas. O produto, que será lançado pela Rufus Publications, se chamará Iommi – The Photographs e foi feito em uma parceria do guitarrista com o renomado fotógrafo Ross Halfin. Como uma forma de esquentar os motores para o lançamento da obra, veja o trailer do livro Iommi – The Photographs compartilhado pela editora nas redes sociais. A material vai contemplar todas as épocas do Black Sabbath, ou seja, do comecinho de carreira lá no finalzinho dos anos 1960 até o projeto recente com o Birmingham Royal Ballet. Iommi – The Photographs chegará ao mercado em 31 de julho e contará com a participação de amigos e companheiros de longa data como Brian May (Queen), Ozzy Osbourne, James Hetfield (Metallica) e Philip Anselmo (Pantera, Down). O livro estará disponível em dois formatos: simples e de luxo. O primeiro sairá por 92,80 euros [cerca de 556,00 reais] e o segundo, que ficará mais salgado, por 232,00 [algo em torno de 1.391,00 reais]. A pré-venda e detalhes das duas edições de Iommi – The Photographs podem conferidas aqui. Via: Rockbizz

Entrevista: Jay Weinberg comenta sobre novo single com artistas brasileiros e turnê ‘Nós Somos Família’
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05/07/2024

Entrevista: Jay Weinberg comenta sobre novo single com artistas brasileiros e turnê ‘Nós Somos Família’

No final de 2023, o baterista Jay Weinberg deixou o seu posto no Slipknot, e um tempo depois, foi contratado pelo Suicidal Tendencies, banda que toca atualmente. Além dela, o artista também trabalhou com o Infectious Grooves, supergrupo que une músicos de sua outra banda. Durante o mês de julho, o Suicidal Tendencies chega ao Brasil com a turnê NÓS SOMOS FAMÍLIA, que passa por cinco cidades, sendo elas: Rio de Janeiro, no Sacadura, dia 12, São Paulo, no Rock Fun Fest, dia 13, Curitiba, no Tork N Roll, dia 14, Florianópolis, no John Bull Floripa, dia 16 e, por fim, em Belo Horizonte, no Mister Rock, dia 17. Em entrevista exclusiva ao Wikimetal, Weinberg comentou sobre a vinda da banda ao país, o single novo com artistas brasileiros, planos futuros com o grupo e mais! Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: O Suicidal Tendencies iniciará uma turnê aqui no Brasil nos próximos dias. Qual é a sua relação com o país? Jay Weinberg: Ah, meu amor pelo Brasil é muito profundo, eu direi isso. É um dos meus lugares favoritos no mundo, de verdade. O amor pela música, especialmente heavy metal, hardcore, punk rock, [estilos de] música que são muito especiais para mim, o amor por isso no Brasil é incomparável em todo o mundo. É um lugar muito especial para esse tipo de música. Eu realmente sinto a paixão que as pessoas que amam esse tipo de música realmente sentem. Isso conversa como, você sabe, nós, músicos e artistas, temos paixão pela música. É simplesmente infeccioso no Brasil. Então, sempre que venho ao Brasil, faço turnê pelo Brasil desde 2015, talvez, 14. Tem sido um dos meus lugares favoritos no mundo. O país é tão lindo. A comida é incrível. As pessoas são muito amigáveis, entusiasmadas e apaixonadas. E essas são as melhores partes de ser um músico viajante, é ir a lugares onde sua música é respeitada, ouvida e apreciada, e as pessoas realmente investem com muito amor e muito coração, o tipo de música que nós fazemos. Portanto, é apenas um dos melhores lugares do mundo. E estou muito animado para voltar com Suicidal Tendencies. WM: E o que você está mais animado para essa próxima turnê, além dos shows? JW: Eu ia dizer os shows, definitivamente. Estou realmente ansioso pelos shows. Estou ansioso para ir a algumas cidades onde nunca estive antes. Quando estive anteriormente, foi principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, mas agora ter a oportunidade de tocar em outras quatro cidades será fantástico. Eu realmente gosto de explorar. Essa é uma das minhas partes favoritas de fazer turnê, é viajar pelo mundo e ver coisas novas, experimentar novas comidas, explorar culturas diferentes e ver o que diferentes cidades têm a oferecer. Então essa é uma grande oportunidade para alguém como eu. E apenas, você sabe, ver o Brasil de uma maneira diferente, em um contexto diferente com o Suicidal, será muito, muito emocionante, tocar em alguns locais onde estaremos bem na cara de todos e muito intenso, muito íntimo. É um sonho absoluto que se tornou realidade fazer isso, sabe? Porque estou mais familiarizado tocando em um ambiente de festival. Você sabe, tipo, o Rock in Rio, por exemplo. É uma oportunidade incrível de tocar no Rock in Rio, mas é para, tipo, 100 ou, tipo, 200 mil pessoas ou algo assim. É tão maniacamente enorme que sua mente nem consegue compreendê-lo. Então, dividir tudo e ter essas experiências íntimas e intensas será muito emocionante, porque coloca toda essa paixão pela música em exibição. Você sabe, teremos pessoas pulando como loucas no palco, tenho certeza. E, sim, estamos muito, muito ansiosos por isso. Mas além dos shows, sim, a comida, a cultura, as imagens e os sons, são todos os meus favoritos. Vir ao Brasil é uma alegria. Então sempre foi minha experiência. E minha exploração favorita acontece quando estou na América do Sul e quando estou no Brasil em particular. Então, estou muito animado para vir por todos esses motivos. WM: A banda também gravou uma faixa com alguns grandes nomes da cena de rock e metal brasileira, “Nós Somos Família”. Como surgiu essa ideia? JW: Bem, foi uma ótima ideia do próprio Mike Muir. Verdade seja dita, estávamos nos preparando para shows com o Infectious Grooves, que é a outra banda que divide integrantes com o Suicidal Tendencies. E naquela semana, enquanto estávamos nos preparando, Mike teve uma ideia e me perguntou: “ei, podemos ir para o estúdio amanhã e regravar algumas músicas antigas do Suicidal, mas reimaginá-las, retrabalhá-las e apresentá-las de uma forma que seja especial para esta próxima turnê brasileira?” E achei uma ideia fantástica, então é claro que disse que sim. Então entramos em estúdio e gravamos algumas novas versões dessas músicas, uma versão de “We Are Family”, como você disse. E então estou animado que poderemos colaborar com músicos brasileiros e colocar isso, você sabe, isso mostra a paixão que o grande povo do Brasil tem por esse estilo de música. Especificamente para o Suicidal Tendencies, essa é uma grande oportunidade. E então estou honrado não apenas por ter minha primeira música gravada com o Suicidal Tendencies sendo algo que significa tanto, mas por ser uma colaboração com músicos brasileiros é realmente incrível e muito significativo. Então, estou honrado e muito animado para que as pessoas ouçam. WM: E como você estava dizendo, nos últimos meses você trabalhou com o Infectious Grooves. Como foi a experiência? JW: Isso foi ótimo! Tudo aconteceu tão rápido que sinto falta. Tocar com Robert Trujillo, que é o pai do Tye Trujillo, do Suicidal Tendencies, foi uma grande oportunidade. Dave Kushner também, do Velvet Revolver. Sim, nos divertimos muito, muito. Foi totalmente inesperado. Você sabe, aquele estilo de música, aquele tipo específico de estilo funky de tocar foi um pouco desafiador. Era um tipo diferente de música para eu tocar, eu nunca toquei funk antes, nunca participei de uma banda funk. Então, desafiar-me e assumir isso quando

Lançamentos de rock e metal da semana: Hammerfall, Deep Purple, Flotsam & Jetsam e mais
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05/07/2024

Lançamentos de rock e metal da semana: Hammerfall, Deep Purple, Flotsam & Jetsam e mais

Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Hammerfall, Deep Purple, Flotsam & Jetsam e mais; novo álbum do Kissin’ Dynamite,Vision Of Atlantis; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Kissin’ Dynamite – Back With A BangPara quem gosta de: hard rock Vision Of Atlantis – Pirates II – ArmadaPara quem gosta de: metal sinfônico Via: WikiMetal

Knotfest 2024 anuncia lineup com Mudvayne, Bad Omens, BABYMETAL e mais
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05/07/2024

Knotfest 2024 anuncia lineup com Mudvayne, Bad Omens, BABYMETAL e mais

A organização do Knotfest Brasil anunciou nessa sexta-feira, 05, o lineup completo da edição de 2024. O evento acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro no Allianz Parque, em São Paulo. O lineup conta com Mudvayne, Bad Omens, Lindemann, BABYMETAL, P.O.D., Amon Amarth, Meshuggah, Dragonforce, Poppy, Ratos de Porão, Project46, Eminence, Krisium, Black Pantera, Ego Kill Talent, Korzus, The Mönic e mais. Confira o lineup completo abaixo. A nova edição vem com uma novidade: celebrando seus 25 anos de carreira, o Slipknot preparou uma apresentação diferente com um set único e imperdível para cada dia, ou seja, o grupo será headliner dos dois dias de festival. Além disso, essa será a primeira vez do Slipknot no Brasil com o baterista Eloy Casagrande na formação. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Eventim. Confira o lineup completo logo abaixo e em seguida mais informações sobre o festival. SERVIÇO: Data: 19 e 20 de Outubro de 2024Local: Allianz ParqueHorário de Abertura dos portões: 11hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Bilheteria: Allianz Parque | Bilheteria B (dia da abertura de vendas | 02/02/2024) Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP | Bilheteria A Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP. Horário de funcionamento da bilheteria: terça-feira a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados. Tipos e valores dos ingressos para Knotfest Brasil Pista – R$ 395 (meia-entrada legal) | R$ 474 (entrada social) | R$ 790 (inteira)Cadeira Inferior – R$ 345 (meia-entrada legal) | R$ 414 (entrada social) | R$ 690 (inteira)Cadeira Superior – R$ 245 (meia-entrada legal) | R$ 294 (entrada social) | R$ 490 (inteira)VIP Package I – UNSAINTED KNOTFEST – R$ 4.595 (meia-entrada legal) | R$ 4.674 (entrada social) | R$ 4.990 (inteira)VIP Package II – MAGGOT KNOTFEST – R$ 1.595 (meia-entrada legal) | R$ 1.674 (entrada social) | R$ 1.990 (inteira) LEIA TAMBÉM: Você conhece tudo sobre o festival do Slipknot? Teste aqui! Via: WikiMetal

KZG News: Foo Fighters e Geezer Butler, Suicidal Tendencies e mais
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05/07/2024

KZG News: Foo Fighters e Geezer Butler, Suicidal Tendencies e mais

O programa KZG News, apresentado pelo jornalista Gastão Moreira e Nando Machado, co-fundador do Wikimetal, ganhou um novo episódio nesta sexta-feira, 05, no canal Kazagastão. Na edição do programa desta semana, a dupla comentou as notícias mais importantes, incluindo o show do Foo Fighters que contou com a participação de Geezer Butler, do Black Sabbath, a turnê do Suicidal Tendencies no Brasil e mais. Clique aqui para acessar o canal Kazagastão O público já está familiarizado com Machado e Moreira já que ambos lideravam o KZG News Live em 2022 quando, ao vivo, traziam as notícias mais importantes e comentadas dos últimos dias, intercaladas com indicações de filmes, séries e álbuns que ouviram – tudo isso conversando com a audiência em tempo real. Assista ao novo episódio do KZG News: Via: WikiMetal

Odin’s Krieger Fest 2024 contará com Wind Rose e Dogma
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05/07/2024

Odin’s Krieger Fest 2024 contará com Wind Rose e Dogma

Odin’s Krieger Fest, festival tradicional que mistura cultura medieval e heavy metal, chega com tudo em 2024. Agendado para julho deste ano, o festival apresenta duas bandas internacionais em ascensão no heavy metal: a italiana de power metal Wind Rose e a enigmática de hard/heavy Dogma. Esta será a primeira turnê de ambas as bandas no Brasil. O festival levará ambas as bandas para shows nas seguintes capitais: dia 19/07 em Curitiba (PR), no Jokers; dia 20/07 em Belo Horizonte (MG), no Mister Rock; e dia 21/07 em São Paulo (SP), no Carioca Clube, e uma nova data em Limeira (SP) no dia 18/07. Wind Rose O Wind Rose foi formado em 2009 na cidade de Pisa, na Toscana (Itália). A banda tem cinco álbuns de estúdio, o mais recente é Warfront, lançado em junho de 2022, e já excursionou ao lado de Wintersun, Finntroll e Épica. O Wind Rose toca principalmente uma combinação de power metal e folk metal acompanhada por orquestração e harmonias vocais. Também conta com temas líricos inspirados nas obras de J. R. R. Tolkien, especialmente sobre os Anões da Terra Média, de onde a banda também tira sua estética. Por causa disso, o som da banda tem sido referido como dwarf metal. Dogma Já a Dogma é nome novo no heavy metal mundial e está em plena divulgação do impressionante primeiro álbum homônimo, com 11 faixas bombásticas. A banda é formada por quatro mulheres cujas identidades são desconhecidas, que se apresentam trajadas de freiras. As freiras do metal, Lilith, Lamia, Nixe, Abrahel, trazem influências de Kiss, In This Moment e Burning Witches, sempre com riffs arrasadores e melodias poderosas. Elas prometem shows teatrais e cativantes nesta primeira passagem por terras brasileiras. Dogma convida a abraçar a rebeldia e liberar os desejos carnais – comprovados pelos vídeos das músicas “Carnal Liberation”, “Forbidden Zone”, “My First Peak” e “Made her Mine”. Elas deixam de lado as correntes da modéstia, evocando uma tempestade de sensualidade que exige atenção inabalável e participação apaixonada. Serviços: Odin’s Krieger Fest em Curitiba (PR)Data: 19 de julhoHorário: 19h (portas)Local: JokersEndereço: Rua São Francisco, 164 – Centro, Curitiba/PRIngressos: www.clubedoingresso.com/evento/odinskriegerfest2024-curitiba Odin’s Krieger Fest em São Paulo (SP)Data: 21 de julhoHorário: 15h (portas)Local: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – São Paulo/SPIngressos: www.clubedoingresso.com/evento/odinskriegerfest2024-saopaulo Odin’s Krieger Fest em Limeira (SP)Data: 18 de julho – 19hLocal: Mirage EventosEndereço: Av Prof Joaquim de Michieli, 755 Jardim Esmeralda – LimeiraIngressos: www.fastix.com.br Odin’s Krieger Fest em Belo Horizonte (MG)Data:20 de julho – 16HLocal: Mister RockEndereço: Avenida Teresa Cristina 295, Prado/Belo HorizonteIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/odinskriegerfest2024-belohorizonte LEIA TAMBÉM: Dogma anuncia show extra em São Paulo Via: WikiMetal

“Tem sido um arraso tocar com Bruce Dickinson”, diz Tanya O’Callaghan
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04/07/2024

“Tem sido um arraso tocar com Bruce Dickinson”, diz Tanya O’Callaghan

A baixista irlandesa Tanya O’Callaghan já emprestou seu talento para bandas e artistas do calibre de Whitesnake, Maynard James Keenan (Tool, A Perfect Circle), Dee Snider (Twisted Sister), Steven Adler (Guns N’ Roses), Nuno Bettencourt (Extreme), entre outros. Com boa reputação no mercado, Bruce Dickinson não pensou duas vezes para chamar a moça para compor sua banda solo e cair na estrada para divulgar o The Mandrake Project, que é o seu mais recente registro de estúdio. Em conversa com o podcast finlandês Chaoszine, Tanya O’Callaghan disse que tem sido um arraso tocar com Bruce Dickinson – conforme transcrição feita pelo RockBizz. “Eu adoro trabalhar com Bruce! Eu já havia trabalhado com ele antes, em uma outra turnê com orquestra [a turnê a qual Tanya se refere é a Jon Lord’s Concerto For Group And Orchestra, que aconteceu entre os meses de março e abril de 2023]. Na turnê, nós tocamos músicas do Deep Purple e do Jon Lord! Mas é sempre um arraso tocar com Bruce Dickinson. Ele é uma lenda da música e uma das pessoas mais interessantes. Ele é um polímata, é um cara muito legal para trabalhar. Ele se dá super bem com todo mundo, é incrível estar no palco com ele, além disto, é uma pessoa com energia que não acaba”. Confira o bate-papo completo no tocador a seguir: Tanya, Bruce e o resto da banda ainda tem compromissos com os fãs europeus até o final deste mês. Para checar o itinerário da tour, acesse aqui. Via: Rockbizz

Gene Simmons faz cover de House Of Pain do Van Halen durante show solo; assista
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04/07/2024

Gene Simmons faz cover de House Of Pain do Van Halen durante show solo; assista

Gene Simmons e sua banda solo fizeram um cover de House Of Pain, do Van Halen, durante apresentação do grupo na noite de ontem (03) no restaurante Rock & Brews no Potawatomi Casino Hotel em Milwaukee, Estados Unidos. O baixista/vocalista do KISS produziu a gravação original de House Of Pain em 1976 mas música só acabou sendo lançada no sexto álbum de estúdio do Van Halen, 1984. De acordo com o site Setlist.fm, o repertório do show foi o seguinte: 01. Deuce (KISS)02. Shout It Out Loud (KISS)03. I Love It Loud (KISS)04. Are You Ready (Gene Simmons)05. Communication Breakdown (Led Zeppelin cover)06. House Of Pain (Van Halen cover) (Versão demo de 1976)07. Parasite (KISS)08. Weapons Of Mass Destruction (Gene Simmons)09. War Machine (KISS)10. Ace Of Spades (Motörhead cover)11. Calling Dr. Love (KISS)12. Cold Gin (KISS)13. Rock And Roll All Nite (KISS) Confira o vídeo filmado por um fã da performance de House Of Pain abaixo: Via: Rockbizz

Ramones, Testament, Trivium e Rival Sons: discos clássicos ganham novas edições em CD
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04/07/2024

Ramones, Testament, Trivium e Rival Sons: discos clássicos ganham novas edições em CD

A parceria entre Wikimetal e Oporto da Música chega com mais uma leva de novos lançamentos: estão disponíveis nas principais lojas novas edições de álbuns do rock e metal, incluindo clássicos de bandas como Ramones e Testament, e também álbuns contemporâneos como Trivium e Rival Sons. Entre os lançamentos, estão dois álbuns do Ramones: Animal Boy e Too Tough to Die, ambos lançados nos anos 80. Também há outra inclusão da discografia do Testament: Low, sexto álbum do grupo lançado em 1994. Chegaram às lojas também álbuns mais modernos, mas que não tinham sido lançados nacionalmente: In The Court of the Dragon, do Trivium, e Feral Roots, do Rival Sons. Os novos títulos se juntam a diversos discos já lançados pela parceria, de bandas como Van Halen, Twisted Sister, Whitesnake, Metal Church, Overkill, entre muitos outros. Os álbuns já estão disponíveis nas principais lojas, e online via Wikimetal Store. Via: WikiMetal

System Of A Down: Serj Tankian explica o significado da letra de Toxicity
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04/07/2024

System Of A Down: Serj Tankian explica o significado da letra de Toxicity

O vocalista Serj Tankian explicou o significado por trás da letra de Toxicity, faixa-título do álbum de 2001 do System Of A Down. Enquanto promovia seu novo livro de memórias, Down With the System, Tankian participou no podcast Soul Boom, que é apresentado pelo ator Rainn Wilson, da série The Office, e aborda vários temas espirituais. Durante a conversa, Wilson pediu ao cantor para “descrever aquele espaço entre o silêncio sagrado e o sono”, se referindo ao refrão de Toxicity (“You, what do you own the world? / How do you own disorder? Disorder / Now somewhere between the sacred silence / Sacred silence and sleep / Somewhere, between the sacred silence and sleep / Disorder, disorder, disorder”). Tankian explicou: “’Sacred silence’ (silêncio sagrado) alude à compreensão dos nativos americanos sobre espiritualidade e é o lugar para onde você vai quando está meditando. Tudo se perde e tudo se encontra através dos diferentes véus do silêncio sagrado”. E continuou: “’And sleep’ (e dormir) – nós sabemos o que é dormir. Então, ‘somewhere between’ (algum lugar no meio) é uma coisa linda porque acho que quando as pessoas vão dormir, sono REM, quando isso entra em ação, há um momento em que você está meditando e simplesmente não sabe disso”, disse ele. “Se refere àquele momento, aquele momento específico e único”. Confira a entrevista completa e o clipe de Toxicity nos players abaixo: Via: Rockbizz

Taylor Swift é considerada a oitava melhor guitarrista dos últimos 20 anos
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04/07/2024

Taylor Swift é considerada a oitava melhor guitarrista dos últimos 20 anos

O universo da guitarra é amplo e com opções para todos os gostos: fritador, bluseiro, rocker, jazzista e por aí vai. Como é muito variado, o que não falta são listas criadas com o intuito de bater o martelo quem são os melhores representantes das seis cordas. Uma pesquisa foi encomendada pela loja britânica Guitarguitar para verificar quais são os vinte melhores nomes da guitarra. O resultado apurado pela varejista é bem curioso, pois foge quase totalmente dos nomes celebrados pela cena guitarrística, que sempre nomeiam artistas como Steve Vai, Joe Satriani, Andy James e Nita Strauss. A musicista pop Taylor Swift, por exemplo, foi considerada a oitava melhor guitarrista dos últimos 20 anos. A primeira posição ficou na conta de John Frusciante, do Red Hot Chili Peppers. A lista contempla os seguintes nomes da música: 01. John Frusciante (Red Hot Chili Peppers)02. Alex Turner (Arctic Monkeys)03. John Mayer04. Sam Fender05. Jonny Greenwood (Radiohead)06. Chris Shiflett (Foo Fighters)07. Ed O’Brien (Radiohead)08. Taylor Swift09. Tom DeLonge (Blink-182)10. Simon Neil (Biffy Clyro)11. Jim Root (Slipknot)12. Keith Urban13. John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie)14. Brad Paisley15. Troy Van Leeuwen (Queens Of The Stone Age)16. Albert Hammond Jr. (The Strokes)17. H.E.R.18. Adam Hann (The 1975)19. Ed Sheeran20. Julien Baker Via: Rockbizz

Entrevista: DarWin destrincha novo álbum ‘Five Steps On The Sun’ e fala sobre novos lançamentos
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04/07/2024

Entrevista: DarWin destrincha novo álbum ‘Five Steps On The Sun’ e fala sobre novos lançamentos

DarWin é um projeto criado pelo músico do Reino Unido que nomeia o grupo e Simon Phillips, além de uma série de instrumentistas bastante renomados que fazem participações especiais. Desde 2015 o cantor Matt Bissonette trabalha com eles e em 2018 lançaram seu primeiro álbum, intitulado Origin of Species. O álbum seguinte veio dois anos depois, Darwin 2: A Frozen War, e completando a discografia, no início do mês de junho de 2024, DarWin lançou Five Steps On The Sun. É possível perceber uma série de referências neste trabalho, que vão desde hard rock até elementos mais groovados, com muita melodia em músicas que tornam-se únicas. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, o guitarrista, produtor e compositor DarWin comentou sobre o novo álbum, essa nova geração de artistas que vem surgindo, o fato de São Paulo ser a segunda cidade que mais os ouve no Spotify e mais! Como dito, o novo registro traz influências diversas e, quando perguntado sobre o que estavam ouvindo durante a época de produção do trabalho, o guitarrista explicou que “nada em particular e um pouco de tudo”. “Mas acho que quando estávamos fazendo o álbum, eu tendo a… estou ouvindo nossas próprias demos e estou sempre escrevendo músicas. Eu ouço minhas próprias coisas. Quer dizer, eu não estou analisando muito a música de outras pessoas, mas apenas tocando para escrever o tempo todo.” “Honestamente, quando estou com Simon e Matt, acho que eles estão sempre tocando muita música. Eles não estão mais necessariamente ouvindo muito mais música. Eles provavelmente estão de uma maneira semelhante, tipo, eles estão tocando as músicas com as quais estão em turnê ou em que suas bandas estão trabalhando, mas mais em um estado de espírito de composição.” Em termos do nome do álbum, a sensação que ele passa é de algo um tanto quanto poético. DarWin explicou que, ao se falar de músicas com temáticas mais emocionais, ele e Bissonette ficam a cargo, com o vocalista escrevendo as letras. “Matt e eu somos pessoas muito espirituais, mas temos influências espirituais diferentes e coisas em que acreditamos, você poderia dizer, mas nos damos muito bem. E acho que às vezes temos essa coisa em que não queremos realmente falar sobre isso. Nós sabemos, entre Matt e eu, de uma forma espiritual, sabemos o que isso significa, mas não gostamos de ser muito explícitos, tipo, deixar isso aí mais como uma coisa espiritual e um conceito espiritual.” “E está tudo bem se for concluído pelo ouvinte. Estamos tentando abrir perguntas para o ouvinte. A coisa mais importante sobre DarWin é que estamos realmente tentando encorajar as pessoas a fazerem grandes perguntas sobre suas vidas e o mundo em que vivemos agora. É muito complicado. Pelo menos é assim que parece para mim. Está tudo bem se as pessoas não acharem que é complicado. Não estou forçando ninguém a se sentir assim. Claro, se for ótimo para você, é maravilhoso.” “Mas agora, como uma pessoa mais velha, sinto que vi o mundo se tornar um lugar mais complicado ao longo dos anos e nós queremos que as pessoas perguntem, que se sintam livres para explorar essas questões de uma forma muito segura e sem forçar alguma ideologia sobre elas. Estamos tentando criar espaço para fazer grandes perguntas. Então, ficaríamos muito felizes se as pessoas dissessem, “uau, fiquei muito emocionado com essa música, mas estou tendo dificuldade em descrevê-la.” Billy Sheehan e Derek Sherinian são dois dos músicos que já colaboraram em músicas do DarWin. Em termos de trabalhos futuros, o guitarrista disse que há muitos com quem eles têm interesse, mas que estão mais focados em trazer músicos jovens e citou a baixista Mohini Dey, descrevendo-a como um “membro central do DarWin”. “Ela faz parte desse grupo, sabe, membro permanente, membro de carteirinha. Mas de qualquer forma, alguns dos jovens músicos estão surgindo porque acho que eles podem aprender muito com Simon e alguns dos outros músicos mais velhos apenas com toda a experiência e coisas assim, Simon é o produtor de tudo em DarWin. Então ele está conduzindo toda a produção, todas as faixas. Ele está sempre dando sua visão a todos os músicos. Tipo, ‘ei, talvez você devesse mudar isso um pouco.’” “Ele é o nosso tipo de cara Rick Rubin, produtor. E acho que algumas das pessoas jovens e promissoras com as quais todos estão muito entusiasmados, sim, ele seria ótimo trabalhar com eles e talvez eles tentassem coisas diferentes. Eles tentam tocar um pouco diferente. DarWin é um pouco mais melódico e pode ser técnico, mas não é música técnica. E às vezes para a nova geração que cresceu no Instagram e no TikTok, esses canais precisam que você seja técnico ou ninguém vai te ver tocar. Eles realmente não dão a mínima para coisas melódicas. É realmente, mostre-me o que você tem, coisas chamativas.” “E esses músicos tenderão a enfatizar isso. E isso é incrível porque eles estão fazendo coisas incríveis. Acho que, ao mesmo tempo, essas plataformas podem desenfatizar a importância de apenas uma música e algo que soe bonito e fazer música porque é muito emocional, o que é um pouco diferente de ser tecnicamente fascinante. Isso é muito legal por uns 30 segundos ou 1 minuto. Mas se você for fazer uma música, o objetivo pode ser diferente. E em DarWin, sempre queremos fazer álbuns, queremos fazer músicas e queremos que as coisas sejam muito relevantes emocionalmente para as pessoas.” São Paulo está atrás apenas de Santiago, no Chile, no ranking de lugares que mais escutam o grupo no Spotify e o guitarrista explicou a importância que o Brasil teve no início do projeto, agradecendo muito aos fãs. Por não estarem muito ligados às redes sociais, DarWin e Phillips, “apenas pensamos que tínhamos acabado de lançar uma música e esperamos que seja boa e que as pessoas gostem. E isso foi meio idiota, sabe, porque não é assim que funciona. Você tem que promover. Eu estava tão otimista inicialmente.” Apesar de eles não

Hammerfalll libera a nova música Freedom; confira
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04/07/2024

Hammerfalll libera a nova música Freedom; confira

O Hammerfall acaba de liberar sua nova música Freedom. A faixa estará presente no novo álbum da banda, intitulado Avenge The Fallen, que será lançado no dia 9 de agosto pela Nuclear Blast Records. “Este é o nosso 13º álbum”, diz o vocalista Joacim Cans com orgulho. “Como você ainda permanece relevante depois de 13 álbuns? É muito parecido com a frase de abertura da música Avenge The Fallen: ‘O que é o pior, ser aquele que morreu ou ser aquele que sobreviveu’. Pense nisso, porque é uma pergunta difícil”. E acrescentou: “Em tempos onde as pessoas têm cada vez menos atenção, ainda pensamos em fazer álbuns completos. Algumas músicas boas não fazem um álbum forte. Um álbum forte vem de um álbum cheio de ótimas músicas e é isso que estamos entregando com Avenge The Fallen”. Ouça Freedom abaixo: Tracklist de Avenge The Fallen: 01. Avenge The Fallen02. Burn It Down03. Capture The Dream04. Hail To The King05. Hero To All06. Hope Springs Eternal07. Rise Of Evil08. The End Justifies09. Time Immemorial Via: Rockbizz