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Nick Mason quer usar IA para criar novas músicas do Pink Floyd
Nick Mason expressou seu desejo de usar a inteligência artificial para criar novas músicas do Pink Floyd. Em entrevista recente ao The Sunday Mirror (via NME), o baterista discutiu o potencial de planejar uma reunião do grupo britânico via IA. “Seria fascinante ver o que a IA poderia fazer com novas músicas”, disse Mason. “Se você tentasse executá-la como uma espécie de ‘Para onde o Pink Floyd foi depois?’”. “A coisa a fazer seria ter uma situação de IA em que David [Gilmour] e Roger [Waters] se tornassem amigos novamente”, ele continuou. “Poderíamos ser como o ABBA quando terminássemos”. O músico também falou sobre a rivalidade entre Gilmour e Waters, expressando decepção por ter ofuscado a banda: “Em uma carreira de 55 anos, a maior parte foi muito divertida. Tivemos o enorme privilégio de estar em uma banda de sucesso, fazer turnês pelo mundo e sair com pessoas realmente interessantes. É um passaporte para conhecer todos os seus esportistas e atores favoritos”. Atualmente, Mason toca algumas músicas do Pink Floyd no projeto Nick Mason’s Saucerful of Secrets ao lado de Gary Kemp do Spandau Ballet e do baixista Guy Pratt. Via: Rockbizz

Ian Gillan diz que Black Sabbath é mais importante que Dee Purple e Led Zeppelin
Em entrevista recente, vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, afirmou que o Black Sabbath foi a banda mais influente da “trindade profana”. Esse trio do rock britânico era composto somado ao Deep Purple e Led Zeppelin. Portanto, para Gillan, a importância do Sabbath vai além do sucesso comercial: “Sem eles, não haveria Seattle [o grunge] ou heavy metal”, declarou o cantor. O vocalista destacou a guitarra de Tony Iommi como o elemento chave que impulsionou a banda e influenciou gerações de músicos. A declaração de Gillan ao The Sun, feita durante a promoção do 23° novo álbum do Deep Purple, =1, reacendeu o debate sobre qual das três bandas teve o maior impacto na história do rock. Embora reconheça a importância de todas as bandas, Gillan acredita que o Sabbath foi pioneiro em um som mais pesado e sombrio, que abriu caminho para o desenvolvimento do heavy metal. Trindade Profana A “trindade profana”, um termo divulgado pela imprensa musical da época, reunia três bandas que, apesar de suas diferenças, compartilhavam o mesmo objetivo. Portanto, o cantor explica que os jornalistas da época criaram esse termo para descrever um fenômeno musical único, que nunca havia sido visto antes. “Assim como ‘sexo, drogas e rock and roll’, a ‘trindade profana’ foi criada inteiramente por nossos bons amigos jornalistas musicais. Nós os conhecíamos, bebíamos com eles e eles colocavam em palavras o que todos estavam fazendo, algo distinto e identificável.”- declarou Ian. LEIA TAMBÉM: Deep Purple anuncia show solo em São Paulo; saiba mais Via: WikiMetal

Michael Anthony explica por que Gary Cherone não era uma “boa opção para o Van Halen”
Muitas bandas de rock e metal passaram por mudanças inesperadas na formação ao longo das décadas de 1980 e 1990. Entre os muitos exemplos, temos o Van Halen com Gary Cherone, do Extreme, liderando a banda. Embora não seja tão popular quanto as épocas de David Lee Roth e Sammy Hagar, esse período rendeu um álbum, Van Halen III, de 1998, e tem um lugar especial no coração dos fãs obstinados do Van Halen. Por outro lado, alguns também podem sentir que, assim como com outras bandas de rock, a combinação simplesmente não deu certo. Como disse o baixista Michael Anthony em uma entrevista recente para a Ultimate Guitar, Cherone não foi a melhor opção, embora tenha tido seus pontos positivos. “Foi uma época interessante, porque a banda estava realmente passando por muita coisa pessoalmente”, explicou o baixista. “Alex estava, em sua vida, passando por coisas pessoais. E a maneira como isso realmente aconteceu é que o empresário, Ray Danniels, também estava gerenciando Gary naquela época. E então, foi ele quem realmente recomendou Gary para a banda”. E acrescentou: “E quanto à parte musical, eu pessoalmente não achava que Gary fosse realmente uma boa opção para o Van Halen. Quer dizer, eu realmente o amo no Extreme, mas não o via como opção. E nós fizemos funcionar, e eu acho que foi ótimo sair em turnê com ele, porque ele estava aberto a cantar qualquer coisa do Van Halen”. “Na verdade, ele sugeriu tocar músicas da era Roth e da era Hagar”, completou. “E ele queria tocar tudo, o que foi realmente ótimo porque acabamos naquela turnê tocando muitas coisas antigas do Van Halen que não tocávamos há anos quando Sammy estava na banda”, finalizou. Via: Rockbizz

Tarja Turunen: Veja vídeo de Innocence e I Walk Alone no Wacken Open Air 2022
Em 2022, a diva do metal sinfônico Tarja Turunen (ex-Nightwish) se apresentou na meca do heavy metal, Wacken Open Air, e uns trechos do show com os vídeos de Innocence, I Walk Alone e Until My Last Breath podem ser curtidos no tocador abaixo. E por falar na cantora finlandesa, ela e Marko Hietala (ex-Nightwish) irão retornar ao Brasil em maio de 2025. Os artistas confirmaram a nova perna da Living the Dream Together Tour pelo nosso país, com quatro datas. As datas são as seguintes:– Dia 18 de maio de 2025 – Curitiba @ Ópera de Arame / https://bilheto.com.br– Dia 20 de maio de 2025 – Belo Horizonte @ Mister Rock / https://ingressosfansociety.com.br– Dia 22 de maio de 2025 – Porto Alegre @ Araujo Vianna / https://bileto.sympla.com.br– Dia 24 de maio de 2025 – São Paulo @ Tokio Marine Hall / https://www.eventim.com.br As apresentações terão shows de ambos os artistas, que também se juntarão no palco para interpretar grandes momentos de suas carreiras, incluindo sucessos do Nightwish. Em São Paulo, exclusivamente, a apresentação terá a adição de uma orquestra, trazendo uma maior profundidade e requinte na interpretação das músicas. Via: Rockbizz

Gojira na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris foi um tapa na cara da atual e doente sociedade ocidental
O mundo literalmente parou para ver a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, com as delegações sendo apresentadas ao longo do rio Sena, as quais percorreram pontos históricos da França como Catedral de Notre-Dame, Museu do Louvre, Esplanade des Invalides e Grand Palais, ou seja, quebraram o engessado e cansativo modelo de abertura dentro de estádio. Às margens do Sena, a festa de abertura, como era de se esperar, explorou a cultura e a história francesa, contudo, abriu espaço para a crítica como aconteceu na representação do famoso quadro de Leonardo Da Vinci, A Última Ceia, com drag queens, o que gerou críticas dos cidadão de bem, ou seja, um grande acerto do evento. Outro acerto da organização francesa foi colocar o Gojira para se apresentar no Conciergerie, local construído no século X para ser a sede da monarquia, mas que se transformou em uma das prisões mais cruéis e sangrentas da história. Conciergerie também foi pano de fundo para a Revolução Francesa, movimento revolucionário contra a monarquia absolutista europeia. Dado o contexto histórico, ter o Gojira, prata da casa, mas que é essencialmente uma banda de death metal com fortes acentos progressivos e que possui um caráter questionador intenso em teor lírico, visto que trata de temas ambientais, espirituais, éticos e filosóficos, foi significativo e profundo. Além disso, o quarteto, que é formado pelos irmãos Joe e Mario Duplantier, vocal/guitarra e bateria, respectivamente, e por Christian Andreu (guitarra) e Jean-Michel Labadie (baixo), apresentou uma versão pesada de Ah! Ça Ira, canção popular durante a Revolução Francesa, cujo mote era bradar que tudo ficaria bem e que a realidade sombria que exalava cheiro de morte e sangue dos plebeus estava com os dias contados. A apresentação dos caras ainda ganhou o reforço da cantora de ópera Marina Viotti, o que contribuiu para um quê ainda mais dramático à performance. Portanto, a apresentação do Gojira na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris foi um tapa na cara da atual e doente sociedade ocidental, que cisma instituir no agora arquétipos podres de centenas de séculos atrás. Via: Rockbizz

The Offspring libera vídeo de Stone Cold Crazy com participação de Brian May no Starmus Festival 2024
The Offspring acaba de liberar o vídeo ao vivo do cover de Stone Cold Crazy com participação de Brian May, guitarrista do Queen. A performance aconteceu no dia 15 de maio durante a apresentação do grupo de punk rock no Starmus Festival 2024 em Bratislava, Eslováquia. Assista abaixo: The Offspring está se preparando para lançar seu décimo primeiro álbum de estúdio, intitulado Supercharged, no dia 11 de outubro pela Concord Records. O novo single, Make It All Right, já está disponível e pode ser conferido logo abaixo: Via: Rockbizz

Ghost compartilha vídeo animado para “Mary On A Cross”
Ghost compartilhou um vídeo em forma de animação para a faixa “Mary On A Cross”. Além do vídeo, o Ghost também compartilhou uma mensagem ao seus fãs os convidando para assistir o vídeo e o filme Rite Here And Rite Now, recentemente lançado. View this post on Instagram A post shared by The Band Ghost (@thebandghost) Sobre o Longa cinematográfico do Ghost O filme da banda Rite Here Rite Now teve a estreia global nos cinemas nos dias 20 e 23 de junho. Inclusive, devido à alta demanda, precisou realizar exibições adicionais. O sucesso do filme foi tão grande que estourou nas bilheterias. Conforme já publicado aqui no Wikimetal, a produção ficou na 9ª posição no top 10 no ranking de bilheteria global. Além disso, ele foi reproduzido em 1.800 cinemas e 49 lugares. Apesar da liderança do vocalista Tobias Forge, o filme foi dirigido por Alex Ross Perry. Em resumo, o longa mistura performances ao vivo e sequências que retomam enredos da série de Web episódios, que apresenta músicas de todos os cinco álbuns da banda e a faixa “Mary On A Cross”. Ele destaca também interações nos bastidores com Papa Emeritus IV e hipnotiza o público pela performance imersiva. E como o Ghost não perde tempo, na sequencia de “Mary On A Cross”, também já está disponível o vídeo oficial da música “The Future Is A Foreign Land”. Via: WikiMetal

Sem fama e fortuna: 7 bandas de hair metal que não decolaram nos anos 80
Na década de 1980, as luzes de neon coloridas da pomposa Sunset Strip exerciam nos aspirantes a rock stars o mesmo poder magnetizador de um feixe de luz nos insetos. Era uma atração perigosa, capaz de cegar os sentidos e atraí-los para um vórtice composto por promessas vazias, abusos de toda sorte e os inevitáveis choro e ranger de dentes. De maneira ingênua, os muitos postulantes a nova sensação do rock n’ roll consideravam que uma cópia pálida do que estava em ascensão e ou gozando de considerável prestígio no mercado já bastava para se posicionar no mercado fonográfico em uma ordenação de vanguarda. Tolos e infantis! Se tivessem feito minimamente a lição de casa já saberiam que “it’s a long way to the top (if you wanna rock n’ roll), como fora claramente ensinado e cantado pelo saudoso Bon Scott, do AC/DC. Além do mais, os atalhos como contatos dentro do sistema musical pouco ajudariam se o produto fosse genérico, visto que, para cada Mötley Crüe, Ratt, Poison, Cinderella e Dokken, havia dezenas de outros nomes comercializando as mesmas mercadorias, que mais se assemelhavam a produtos padronizados e de baixo valor agregado. Sendo assim, muitos grupos e artistas ficaram sem as almejadas fama e fortuna, pois não vingaram e precisaram se contentar com o segundo ou terceiro escalão da cena rock n’ roll. Logo abaixo, propomos rememorar 7 bandas de hair metal que não decolaram nos anos 80. Pretty Boy Floyd O nome do conjunto foi bem sacado, visto que fora inspirado no famoso gangster e ladrão de bancos que assolou as costas leste e oeste dos Estados Unidos na década de 1920. O quarteto teve relativo holofote com o debute Leather Boyz with Electric Toyz, de 1989; no entanto, a fragilidade do repertório era latente, visto que a falta de riffs e solos de guitarras fortes e melodias vocais calorosas deixam um sabor insosso em todo repertório do grupo. Black ‘n Blue Formada pelo vocalista Jamie St. James e pelo guitarrista Tommy Thayer (ex-KISS), a banda, que estava no cast da Geffen Records, estava no lugar certo e na hora certa, porém, carente de originalidade, já que ficava no expediente Ctrl+C e Ctrl+V de Def Leppard e Dokken. Nem o apoio do linguarudo Gene Simmons (KISS) e o trabalho do produtor Bruce Fairbairn deram liga ao som dos caras. O Black ‘n Blue acabou se tornando uma banda cult para os mais apaixonados pelo glam/hair metal, e ainda se apresenta pelos Estados Unidos, naqueles festivais que mais se parecem um baile da saudade. Lizzy Borden Aqui se trata de outro nome de banda com inspiração pitoresca, para dizer o mínimo, uma vez que a ideia do nome veio da jovem, religiosa e cidadã de bem Lizzie Andrew Borden, que matou seu pai e madrasta a machadadas em 1892. A trama, digna de filmes à la Jason Voorhees e Michael Myers, se tornou parte do folclore freak dos norte-americanos, além disso, já rendeu documentário, obras ficcionais e livros. Bem, este foi o pano de fundo usado pelo vocalista Gregory Charles Harges, pois adotou, inclusive, a alcunha de Lizzy Borden para o seu alter ego artístico e para o nome de sua banda. Apesar do visual condizente com a época, apelos teatrais, vocal apurado e contrato com a Metal Blade, o som do quinteto não caiu nas graças do grande público, ficou patinando em um triste limbo de ter uma base fiel, contudo, insuficiente para bancá-los na primeira divisão da música. Leather Angel O quarteto feminino formado por Terry O’Leary (vocal), Debbie Wolf (guitarra), Cathy Amanti (baixo) e Krissi North (bateria) considerou uma boa sacada misturar Twisted Sister e W.A.S.P. e negligenciar a cota de originalidade. Em uma arriscada jogada “all-in”, o disco de estreia We Came to Kill saiu em 1983, no entanto, não causou nem cosquinha na cena musical, o que desanimou a Senhorita Wolf e a fez abandonar o barco em 1985. As outras meninas ainda tentaram rebatizar a banda de Jaded Lady, mas o fim chegou a galope e cada integrante foi cuidar de sua própria vida longe dos palcos. Odin Pode botar as barbas de molho, guardar o machadinho embaixo da cama e economizar no hidromel porque custa uma fortuna, uma vez que este Odin não vem das terras geladas da Suécia, Noruega ou Finlândia, tampouco possui em sua formação guerreiros consagrados pelo machado de Thor. A parada aqui é amparada nos cabelos de poodle, laque, calça de oncinha, brilho labial, muitos biquinhos e gritinhos agudos capazes de quebrar tudo que está na cristaleira da vovó. O trampo de guitarra, por exemplo, era até acima da média, com senso melódico maduro, todavia, o pouco investimento em publicidade e carência de um produtor para deixar o produto enxuto soterraram qualquer chance de emplacar algum single nas rádios e MTV, e o resultado foi a triste morte de Odin. Steeler Alguns mistérios rondam os corredores do rock e metal, e um dele é o motivo que levou o Steeler a não vingar, pois requisitos base para prosperar na cena oitentista estavam lá: guitarras virtuosas e flamejantes – cortesia de Yngwie Malmsteen; sim, ele mesmo, o sueco voador -, vocais agudos, visual, contrato com gravadora, produtor de renome e grana para fazer a máquina rodar. Infelizmente, os caras não saíram do primeiro álbum, que é o homônimo à banda. Como não conseguiram eco no mercado, cada músico foi tentar a sorte de forma independente. O vocalista Ron Keel teve certo apelo comercial com o Keel e Malmsteen só foi fazer grana por que mergulhou em outro nicho do mercado fonográfico. Danger Danger É difícil acreditar que um grupo com os geniais Andy Timmons (guitarra) e Ted Poley (vocal) não tenha emparelhado ao sucesso comercial de um Warrant ou Poison. Refrãos para todo mundo cantar junto, solos de guitarra caprichados e produção musical cristalina estavam a dispor dos caras. Infelizmente, o mercado não absorveu o som e eles acabaram sucumbindo na mesma areia movediça que ceifou outros nomes

“Andre achava que o empresário do Angra boicotou contrato com a Sanctuary”, diz Rafael Bittencourt
Na última quinta-feira, dia 25 de julho, Rafael Bittencourt recebeu o guitar hero brasileiro, Kiko Loureiro, no podcast Amplifica. No longo bate-papo, os dois recordaram algumas passagens curiosas do Angra como a possibilidade de assinar com a Sanctuary, gravadora do empresário do Iron Maiden, Rod Smallwood. Kiko disse: “Na época do Fireworks, tudo estava apontado para cima, para crescermos mais, tanto que recebemos o pessoal da Sanctuary, que empresariava o Iron Maiden. Eles iam seguir a gente na tour para ver se a banda era legal para assinar”. Rafael aproveitou o assunto e comentou sobre uma rusga com o vocalista Andre Matos. “No documentário que o Anderson Bellini criou [Andre Matos, o Maestro do Rock] havia um questionamento que o Andre fez e ele queria que eu refletisse, e o questionamento era sobre a Sanctuary”. Bittencourt continuou: “Ele [Andre Matos] não falava mais comigo, eu não sabia o que ele sentia sobre isso. Mas o que todos nós queríamos era assinar com a Sanctuary, que era a empresa do Iron Maiden. Eu não sei por que não rolou! Ele achava que o Toninho [Pirani] boicotou e a gente endossou, resumidamente. Eu não sabia que isso era um ressentimento para ele. Ele achava que a gente tinha boicotado ele”. Loureiro completou: “Eu não lembro de Toninho ser contrário, mas tinha que achar uma posição dele, do quanto ele iria ganhar na história”. Confira a fala completa de Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt logo aqui: Via: Rockbizz

Gojira incendeia o público na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024; assista
O Gojira se apresentou nesta sexta-feira, 26 de julho, na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024. A performance da banda de metal progressivo francesa contou com a participação da cantora de ópera Marina Viotti. “A cerimônia de abertura é orquestrada pelo renomado diretor de palco Thomas Jolly”, relata a Time Out, “que convidou um elenco de estrelas locais e internacionais para celebrar a rica história e diversidade da cultura musical francesa”. Veja vídeos da apresentação do Gojira no evento abaixo: Gojira #paris2024 #ceremoniedouverture #OpeningCeremony pic.twitter.com/9TYBMMjiCE — joh (@johjohbat) July 26, 2024 Et vive le metal avec Gojira 🤘 👉 https://t.co/qsB1Tdiqg5#ceremoniedouverture #paris2024 pic.twitter.com/ETeYHBLIyQ — France tv (@FranceTV) July 26, 2024 Via: Rockbizz

Gojira se apresenta na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024
A banda francesa Gojira se apresentou na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Paris 2024 que aconteceu nesta sexta-feira, 26 de julho. Confira o vídeo e algumas fotos da apresentação abaixo. O jornal local Le Parisien (via Revolver) compartilhou que, além do grupo, a abertura contará com Lady Gaga, Celine Dion e Aya Nakamura. A banda supostamente faz parte de uma performance colaborativa, se unindo à cantora de ópera Marina Viotti durante seu tempo sob os holofotes olímpicos. O diretor de palco Thomas Jolly está orquestrando a cerimônia de abertura, que tradicionalmente celebra a herança local e a cultura do país anfitrião. Esta é a primeira vez em que a abertura das Olimpíadas acontece fora de um estádio. Lo mejor de la ceremonia de inauguración en #Paris2024 sin duda alguna fue la presentación de Gojira #Gojira #OpeningCeremony pic.twitter.com/eBtaBchrGu — Theslayer360 (@Theslayer360) July 26, 2024 Gojira A banda foi formada em Ondres, em 1996, e desde então tem conquistado fãs em todo o mundo. O tema central da banda é a preservação do meio ambiente. Eles também cooperam com uma organização chamada Sea Shepherd Conservation Society para proteger os animais marinhos, especialmente, baleias, golfinhos e tubarões. Durante sua vinda ao Brasil em 2023 com o Mastodon, o vocalista Joe Duplantier conversou com o Wikimetal sobre a turnê e a canção “Amazonia”, do mais recente álbum Fortitude (2021). Via: WikiMetal

Tony Iommi (Black Sabbath) lança a música e o perfume Deified
O guitarrista e líder do Black Sabbath, Tony Iommi, lançou a música e o perfume Deified. A canção foi criada em parceria com o produtor Mike Exeter; já o perfume nasceu da união com o empresário italiano, Sergio Momo. De acordo com Tony, Deified é uma faixa mais pesada e medieval do que Scent Of Dark [single anterior do guitarrista]. Curta a canção no player abaixo: Em relação ao perfume, o produto é mais uma parceria com a casa de perfumes italiana Xerjoff e Sergio Momo, sucede Scent Of Dark, e tem o cheiro centrado em especiarias como canela e toque amadeirado e floral. Tony Iommi Deified está disponível no mercado internacional pelo valor de 275,00 euros – cerca de 1.525,000 reais. Para mais detalhes sobre o perfume, acesse aqui. Via: Rockbizz

Bring Me The Horizon: Oli Sykes e as dificuldades da criação de ‘NeX GEn’
Em maio deste ano, Bring Me The Horizon lançou o aguardado álbum POST HUMAN: NeX GeN, sucedendo o aclamado POST HUMAN: Survival Horror, de 2020. A dupla de lançamentos iniciaria, segundo a banda, uma série de álbuns intitulada POST HUMAN. O projeto – que será apresentado aos fãs brasileiros em novembro quando a banda se apresentará em São Paulo – foi concebido durante a quarentena da COVID-19, quando o grupo buscava lançar diversos álbuns interligados, porém com características individuais, em rápida sucessão. “Levou mais tempo do que dissemos que levaria, eu sei…”, disse o vocalista Oli Syles durante uma entrevista à Kerrang!. O músico se refere aos quatro anos entre os lançamentos, uma distância que os fãs não esperavam e a banda não planejava. A entrevista aconteceu à distância, com Oli em sua casa no Brasil, onde mora com sua esposa brasileira Alissa Salls e passou a quarentena. Durante a conversa, Oli disse que pensava que ficaríamos dentro de casa por anos e de repente se viu fazendo turnês para milhares de pessoas que tornaram Survival maior do que ele tinha imaginado. Ao explicar o conceito do álbum e o visual da turnê que a banda adotou desde então, ele disse: “O primeiro álbum foi mais um grito de guerra: estamos com raiva, estamos assustados, basicamente apenas gritando sobre todas as coisas que nos assustavam, a pandemia e tudo mais, e o segundo é mais como, ‘Ok, o que fazemos com isso?’ Oli também começou a questionar sua saúde: “Eu achava que estava curado, mas na verdade eu estava distraído,” ele disse. “Estava alimentando todo o amor que a banda recebe, e o streaming e as turnês e tudo mais. E quando tudo isso desapareceu, eu voltei para as drogas em questão de meses.” Oli sofria com a recaída e tentou encontrar cura em NeX GEn, porém havia um problema que não apenas atingia ele, mas toda a banda: a saída de Jordan Fish no final do ano passado. O músico, que servia como um complemento de Oli, se tornou uma perda enorme e fez com que o vocalista refletisse sobre como as coisas funcionariam no estúdio daqui para frente. “Eu e Jordan éramos como uma força. Viramos o ‘Oli and Jordan Show’ sem realmente perceber”, ele disse durante uma entrevista à Revolver (via Loudwire). A parceria deixava de lado o guitarrista Lee Malia, o baixista Matt Kean e o baterista Matt Nicholls nas composições e produções. “Desde que saí da reabilitação, pouco antes de Sempiternal (2013), eu realmente tive que focar em alguma coisa, e acho que foi música. Fiquei viciado em escrever e em aprender a cantar e produzir, e Jordan foi meu parceiro nesse tipo de busca. Nós escrevemos o tempo todo, eu não percebi o quanto afastamos os outros caras.” O frontman ainda comentou que não falou com Jordan Fish desde o rompimento dele com a banda, e que ainda levará um tempo para que as feridas se curem. “Não vou mentir e dizer: ‘Oh, foi amigável e todos nós terminamos em bons termos (…) [mas] ao mesmo tempo, haverá algumas feridas em ambos os lados que vão demorar um pouco mais para cicatrizar [antes de voltar] a falar sobre os termos de comunicação novamente.” “Eu nunca vou dizer uma palavra ruim sobre Jordan em termos da criatividade que ele trouxe,” continuou Oli. “Ele me ensinou a cantar. Ele me ensinou muito sobre música, e eu acho que ele provavelmente concordaria que eu o ensinei muito de uma maneira diferente. Mas eu sempre soube o que queria. Sempre tenho uma visão com nossos álbuns e nossas músicas. E então não importa com quem estamos trabalhando ou o que seja – chegaremos lá, de um jeito ou de outro.” Segundo Oli, carregando o peso de uma quarentena, uma recaída e a saída do amigo da banda, ele entrou em seu processo criativo sentindo uma necessidade de ser fiel a si mesmo e criar a música que acredita verdadeiramente ser sua identidade e a da banda. O Bring Me The Horizon virá ao Brasil para um show único em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 30 de novembro – compre aqui seu ingresso. Esta será a única apresentação da banda no país. O show será acompanhado das bandas Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You. Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne põe na conta de Sharon o uso de ombreiras e paetês nos anos 80
The Madhouse Chronicles é o podcast em que Ozzy Osbourne e Billy Morrison falam sobre os mais malucos assuntos como alienígenas e conspirações, além disso, mergulham com tudo nos meandros do rock n’ roll e de suas carreiras. No novo episódio da atração, os músicos recordaram a década de 1980, dando destaque no quê visual, é claro. No bate-papo com o amigo, Ozzy Osbourne pôs na conta de Sharon o uso de ombreiras e paetês nos anos 80. “Tinha um shopping em Londres, na South Molton Street, onde tinha um cara que vendia waffle powder (cocaína), eu ia lá para isso, mas Sharon ia lá para comprar roupas para eu usar no palco e sessão de fotos. Sharon não queria que eu usasse as merdas que eu vestia, então comprava coisas que estavam na moda. Então, eu acabei usando ombreias, paetês, pulseiras e tudo mais. Essas ideias partiam dela, ela que montava o meu look”. Assista o novo episódio do The Madhouse Chronicles logo aqui: Caso queira relembrar o visual oitentista do Madman, basta acessar estes outros tocadores: Via: Rockbizz

KZG News: Ghost e novo documentário, Ozzy Osbourne e Geezer Butler na campanha do Aston Villa e mais
O programa KZG News, apresentado pelo jornalista Gastão Moreira e Nando Machado, co-fundador do Wikimetal, ganhou um novo episódio nesta sexta-feira, 26, no canal Kazagastão. Na edição do programa desta semana, a dupla comentou as notícias mais importantes, incluindo Ozzy Osbourne e Geezer Butler na campanha do novo uniforme do Aston Villa e mais. Clique aqui para acessar o canal Kazagastão O público já está familiarizado com Machado e Moreira já que ambos lideravam o KZG News Live em 2022 quando, ao vivo, traziam as notícias mais importantes e comentadas dos últimos dias, intercaladas com indicações de filmes, séries e álbuns que ouviram – tudo isso conversando com a audiência em tempo real. Assista ao novo episódio do KZG News: Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Serj Tankian, Powerwolf, João Gordo e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify e no Deezer com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos singles novos do Serj Tankian, João Gordo, Stratovarious, Jerry Cantrell e mais; novo álbum do Powerwolf, Ghost, Category 7; nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! Nosso calendário completo de álbuns que serão lançados em 2024 também é atualizado semanalmente, acompanhe aqui. DISCOS:Powerwolf – Wake Up The WickedPara quem gosta de: power metal Ghost – Rite Here Rite Now (Original Motion Picture Soundtrack)Para quem gosta de: rock Category 7 – The Cycles of Trying to CopePara quem gosta de: thrash metal Via: WikiMetal

Angra traz show acústico para São Paulo no Espaço Unimed
No dia 17 de agosto o Angra realizará um show acústico no palco do Espaço Unimed, localizado em São Paulo. Com a mesma estrutura vista durante a performance em Curitiba, que resultou em uma gravação que será lançada ainda em 2024, a apresentação contará também com uma orquestra e convidados especiais. Rafael Bittencourt, guitarrista e fundador do Angra, comenta: “Nossa ideia é mostrar as músicas em sua essência, despidas dos estereótipos do heavy metal, bumbos rápidos, solos de guitarra e agudos incríveis.” “Mesmo sem esses elementos, que são marcantes em nosso estilo, as músicas permanecem boas, ricas com suas harmonias, melodias e letras. Não exclusivamente com instrumentos acústicos, mas versões suaves e elegantes das músicas do Angra.” Os ingressos para o show estão disponíveis no site Ticket 360 e na bilheteria do Espaço Unimed. SERVIÇOS: Angra no Espaço Unimed Show: Angra no Espaço Unimed Data: 17 de agosto de 2024 (sábado)Abertura da casa: 20h Início do show: 22h Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP) Classificação etária: 14 anos Acesso para deficientes: sim Ingressos: Pista Premium: R$180,00 (inteira) e R$90,00 (meia) I Setores A, B, C: R$420,00 (inteira) e R$210,00 (meia) | Setores E, F: R$320,00 (inteira) e R$160,00 I Setor G: R$240,00 (inteira) e R$120,00 | Camarote A: R$420,00 I Camarote B: R$320,00. Compras de ingressos: Nas bilheterias do Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – 01156-000, Barra Funda – São Paulo/SP) ou online pelo site Ticket360 > Eventos > Categoria > Espaço Unimed. A compra através da bilheteria virtual não haverá taxa de serviço e tem como forma de pagamento cartão de crédito ou pix. Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no local no raio máximo de 500 metros (isento da taxa). Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares. LEIA TAMBÉM: Angra: Livro analisa álbuns da banda Via: WikiMetal

U2 anuncia o novo EP ao vivo Zoo TV – Live In Dublin 1993
O U2 anunciou que lançará o novo EP ao vivo, intitulado Zoo TV – Live In Dublin 1993, no dia 30 de agosto. O trabalho será composto por cinco faixas que foram gravadas durante o show da Zoo TV Tour do grupo irlandês no RDS Arena, Dublin, em agosto de 1993. Este será o primeiro lançamento oficial do EP, que possui cópias piratas em circulação há anos, tornando-o um item colecionável altamente cobiçado por fãs. Zoo TV – Live In Dublin será lançado nos formatos CD, vinil e digital – pré-venda aqui. Zoo TV Live in Dublin 1993 – on neon yellow vinyl for the first time. Pre-order now. Were you at the show? Do you still have your merch? Your ticket? Share your stories at https://t.co/jiQJSGh8gb – link in bio. #U2ZOOTV pic.twitter.com/6PKp7rY8an — U2 (@U2) July 25, 2024 Tracklist de Zoo TV – Live In Dublin 1993: 1. Zoo Station2. Mysterious Ways3. Tryin’ To Throw Your Arms Around The World4. Stay (Faraway, So Close!)5. Love Is Blindness Via: Rockbizz

The Police: Gravação final de Every Breath You Take gerou briga entre os músicos
O grande hit do The Police, Every Breath You Take, chegou ao vocalista e baixista Sting em uma epifania, como uma onda de inspiração enquanto visitava o resort Goldeneye do criador de James Bond, Ian Fleming, na Jamaica. “Acordei no meio da noite com aquela frase – ‘cada respiração que você der, cada movimento que você fizer, estarei observando você’ – na minha cabeça”, lembrou Sting em 1993 (via UCR). “Me sentei ao piano e escrevi a canção em meia hora”. O cantor então trabalhou sozinho na demo inicial da música em um órgão Hammond em outubro de 1982, no Utopia Studios, Londres, Inglaterra. “A música em si é genérica; ela é um agregado de centenas de outras, mas as palavras são interessantes”, confidenciou o artista tempos depois ao The Independent. “Parece uma canção de amor reconfortante, mas não percebi o quão sinistra é. Acho que estava pensando no Big Brother, na vigilância e no controle”. Mas as sessões para transformar a demo de Sting em uma música completa, realizadas no AIR Studios, na ilha caribenha de Montserrat, foram simplesmente insuportáveis. “Foi difícil porque Sting escreveu uma música muito boa, mas não havia guitarra nela”, pontuou o guitarrista Andy Summers à revista Revolver. “Ele tinha um órgão Hammond que soava como Billy Preston. Certamente não soava como o Police com aquela grande parte do sintetizador. Passamos cerca de seis semanas gravando apenas a bateria e o baixo. Era uma sequência de acordes simples e clássica, mas não conseguíamos concordar sobre como fazê-la”. Depois houve a questão das baquetas escorregadias de Stewart Copeland. “A gravação propriamente dita começou com muitas tomadas da faixa de apoio, porque Stewart geralmente estragava tudo”, contou o produtor Hugh Padgham ao Sound on Sound. “Estava muito, muito quente, não havia ar condicionado onde ele tocava e ele estava muito suado”, acrescentou. “Então às vezes as baquetas voavam de suas mãos quando tudo ficava muito emocionante”. Sting muitas vezes exigia repetições mesmo se houvesse algo pequeno – como um preenchimento de bateria que ele sentisse que estava fora do lugar – mas depois ficava inquieto com o processo. “Lembre-se, isso foi antes do Pro Tools”, disse Padgham. “E mesmo que fosse Sting envolvido nessas decisões, ainda seria difícil manter seu interesse. Ele não é do tipo que demonstra paciência ou qualquer interesse em técnicas de estúdio”. Summers finalmente teve um momento inovador. “Eu estava fazendo um álbum com Robert Fripp e estava experimentando tocar duetos de violino com o [compositor húngaro Bela] Bartok e criei um novo riff”, disse ele à Revolver. “Quando Sting disse: ‘vá e faça o seu’, eu fui e coloquei aquele lick de guitarra, e imediatamente soubemos que tínhamos algo especial”. Depois disso, houve divergências sobre o crédito das composições, já que a parte da guitarra de Summers se tornou tão importante e a demo deixa claro o que ainda estava faltando. Ouça abaixo a demo e a versão final de Every Breath You Take: Via: Rockbizz

6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Avalon Stone, Brian Cox e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: djent/nu-metal/metal alternativo Embracing the Enemy – “The Governor”País: Estados Unidos Para quem gosta de: nu metal, metal Shattered Mind – “Ultima”País: Eslováquia Para quem gosta de: rock, rock moderno Avalon Stone – “Shaking Me Up”País: Canadá NexaTone – “Pixel Paradise”País: Áustria The Velvet Ropes – “Night’s Fire”País: Estados Unidos Para quem gosta de: old school heavy metal Brian Cox – “Final Stage”País: Estados Unidos LEIA TAMBÉM: 6 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Kill For Nothing, WackGxd e mais Via: WikiMetal

“Eu adoraria fazer um show final com o Black Sabbath”, diz Bill Ward
Por questões de dinheiro e incompatibilidades contratuais, o baterista Bill Ward ficou de fora da criação e gravação do derradeiro álbum de estúdio do Black Sabbath, 13, lançado em 10 de junho de 2013. Dessa forma, o músico também não fez a turnê do disco, que foi o último giro mundial dos caras. Bill e os fãs nunca engoliram tal questão, visto que ainda é uma ferida aberta na história do conjunto que precisa ser curada. Nesta quinta-feira, dia 25 de julho, Ward usou as redes para falar que adoraria fazer um show final com o Black Sabbath. Ele escreveu: “Ei, pessoal! Bill Ward está verificando todas as novidades sobre um possível show do Sabbath na Inglaterra. Estou disposto a tocar algumas das músicas antigas, que são as favoritas de todo mundo. Eu adorava tocá-las no passado e adoraria tocá-las uma última vez”. Bill arrematou: “Não vou falar publicamente sobre o estado de minha saúde, mas posso afirmar que estou muito bem para quem tem 76 anos. Sou ativo musicalmente, tenho uma vida muito ocupada e gratificante. Amo todos vocês”. Ozzy Osbourne (vocal) – completa a banda o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler – deseja um último show do grupo com Bill, contudo, sua saúde não o permite subir em um palco. Sendo assim, uma nova apresentação do Black Sabbath está muito longe de se concretizar. Via: Rockbizz

Dogma e Wind Rose se apresentam no Odin’s Krieger Fest 2024 em São Paulo; confira nossa galeria de fotos
No última dia 21, São Paulo recebeu o Odin’s Krieger Fest 2024 no Carioca Club. O festival contou com a participação das bandas Eldhrimnir, Yön, e as bandas em ascensão no heavy metal internacional: Wind Rose e Dogma. O Wind Rose foi formado em 2009 na cidade de Pisa, na Toscana (Itália), e toca principalmente uma combinação de power metal e folk metal acompanhada por orquestração e harmonias vocais. Também conta com temas líricos inspirados nas obras de J. R. R. Tolkien, especialmente sobre os Anões da Terra Média, de onde a banda também tira sua estética. Por causa disso, o som da banda tem sido referido como dwarf metal. Já a Dogma é nome novo no heavy metal mundial e está em plena divulgação do impressionante primeiro álbum homônimo, com 11 faixas bombásticas. A banda é formada por quatro mulheres cujas identidades são desconhecidas, que se apresentam trajadas de freiras. As freiras do metal, Lilith, Lamia, Nixe, Abrahel, trazem influências de Kiss, In This Moment e Burning Witches, sempre com riffs arrasadores e melodias poderosas. Confira as fotos do festival tirada pelo nosso colaborador John Alves: Via: WikiMetal

João Gordo lança versão punk rock de clássico de Caetano Veloso
O vocalista e ícone do punk João Gordo (Ratos de Porão) lançou nesta quarta-feira, 24, uma versão da música “Atrás do Trio Elétrico”, clássico de Caetano Veloso. A canção original foi lançada originalmente em seu álbum homônimo de 1969. A versão de João Gordo reinterpreta a energia original da música, transformando em uma versão punk rock intensa. O lançamento é o segundo single da continuação do Brutal Brega, projeto que se iniciou na pandemia em parceria com o produtor Val Santos (Toyshop, VIPER). O primeiro disco do projeto, lançado em 2022, é um divertido tributo a música “brega”, com versões de clássicos de artistas como Sidney Magal e Reginaldo Rossi. Agora, João e Val preparam um segundo disco, dessa vez um tributo à MPB. Com lançamento ainda em 2024, o disco incluirá versões de canções de artistas como Caetano Veloso, Belchior, Luiz Gonzaga e muitos outros. Em maio, foi lançado o primeiro single do disco, uma versão de “Coroné Antonio Bento”, clássico que ficou famoso na voz de Tim Maia. A versão acompanha também um clipe dirigido por Raul Machado, e inclui uma mensagem de áudio do próprio Caetano, reagindo à versão de sua música. O primeiro álbum do Brutal Brega já está disponível em todas as plataformas, e em CD na Wikimetal Store. Via: WikiMetal

Viúva de Chris Cornell compartilha vídeo de músico cantando “Fast Car”, de Tracy Chapman
A viúva de Chris Cornell, Vicky, compartilhou um vídeo no músico fazendo um cover de “Fast Car”, clássico de 1988 de Tracy Chapman. Nele, ela fez uma montagem com fotos e vídeos dele em diversos momentos de sua vida. A publicação aconteceu no último sábado, 20, dia que marcaria os 60 anos do vocalista do Soundgarden e Audioslave. Na legenda do vídeo, Vicky escreveu: “Embora eu me lembre dele como o marido, pai e ser humano maravilhoso que foi, gostaria de celebrar toda a sua vida e tudo o que ele nos deu. Em seus 60 anos, todos podemos celebrar sua genialidade como um artista que redefiniu a música, mas também o homem incrível que tocou e mudou vidas”. Ela finalizou com a mensagem: “Nós te amamos Chris – feliz aniversário!” Em 2021, o espólio de Chris Cornell lançou No One Sings Like You Anymore: Volume One, uma coleção de covers que Cornell registrou para celebrar suas inspirações na música. Na época, Vicky revelou que tinha planos de lançar um segundo volume, mas não revelou mais detalhes. View this post on Instagram A post shared by Chris Cornell (@chriscornellofficial) Morte de Chris Cornell Em 20 de maio de 2017, Cornell, com 52 anos, faleceu em Detroit, logo após fazer uma apresentação com o Soundgarden. De acordo com a Associated Press, o legista responsável informou que Cornell se enforcou no banheiro do hotel onde estava hospedado, horas depois do show. Os paramédicos não conseguiram reanimar Cornell e o cantor foi declarado morto por um médico LEIA TAMBÉM: 5 fatos sobre a amizade de Chester Bennington e Chris Cornell Via: WikiMetal