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Sepultura: Chaos A.D. influenciou o primeiro disco do Korn, segundo Max Cavalera
O vocalista e guitarrista Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) concedeu uma entrevista ao podcast Talk Toomey e comentou que Chaos A.D. influenciou o primeiro disco do Korn. É importante explicar que Chaos A.D. é o quinto trabalho de estúdio do Sepultura, o qual saiu em setembro de 1993. O disco foi a consagração do quarteto brasileiro no mercado internacional e estabeleceu a banda como uma força da cena heavy metal noventista. Max disse: “Conversando com Jonathan [Davis, vocalista do Korn] e Fieldy [baixista do Korn], eles me disseram que estavam curtiam Chaos A.D. quando fizeram o primeiro disco do Korn. Eles ouviram muito Chaos A.D. e isso é uma coisa linda”. O músico continuou: “A música, a troca de influências e um se alimentando do outro para criar música, é assim que deve ser. Além disso, você nunca deve se esquivar de se inspirar ou inspirar as pessoas”. “Eu sou inspirado por coisas o tempo todo e adoro o fato de que minhas coisas inspiraram muitas outras pessoas, também. Chaos A.D. é definitivamente um ótimo disco. Se as pessoas que estão assistindo não conhece disco, vão conferir. É uma ótima maneira de começar”, concluiu Cavalera. Via: Rockbizz

Eloy Casagrande usou app de inteligência artificial para aprender músicas do Slipknot
Eloy Casagrande saiu do Sepultura às vésperas da banda iniciar sua turnê de despedida e logo entrou no Slipknot. A mudança de bandas, que para os fãs pareceu bruta, trouxe novos desafios para o músico. O Sipknot, depois de sua entrada, não demorou a sair em turnê com a Here Comes the Pain. Eloy, então, teve o desafio de aprender 32 músicas em dois meses. A turnê chegou a passar pelo Brasil no Knotfest nos dias 19 e 20 de outubro. Casagrande é prodígio na bateria, começando a tocar aos sete anos e é conhecido pela sua dedicação à música. Por isso, para sua audição ao Slipknot, ele usou, além de seu treino tradicional, um aplicativo para ajudá-lo. A plataforma é chamada Moises e, por meio de inteligência artificial, permitiu ao artista isolar instrumentos, ajustar tempos e criar loops de sessões específicas para estudo detalhado durante o processo das audições. A ferramenta foi fundada por brasileiros do nordeste do país. A Moises é um aplicativo criado para músicos e produtores que oferece funcionalidades como separação de voz e instrumentos, reconhecimento de tom, acordes e BPM, transferência de timbre de voz, além de outros recursos que visam tornar a prática de músicas mais acessível e dinâmica. “Usar a Moises foi como ter um estúdio inteiro na palma da mão. Pude ajustar os detalhes de cada música, isolar os instrumentos que precisava focar e me preparar de uma maneira mais eficaz do que teria sido possível sem a tecnologia. Foi uma ferramenta fundamental para minha preparação e que me ajudou a alcançar o nível de perfeição necessário para tocar com uma banda como o Slipknot,” afirma Eloy em uma declaração divulgada à imprensa. Saiba mais aqui. A história de Eloy Casagrande com a Moises será contada na App Store, em uma campanha especial como parte da iniciativa global “Ways to Learn”, que celebra o impacto dos aplicativos na educação e no aprendizado. Via: WikiMetal

“Morte de Paul Di’Anno encerrou uma era no rock”, diz Stjepan Juras
O escritor e jornalista Stjepan Juras, que foi uma das pessoas que vinha cuidando de Paul Di’Anno ao longo dos últimos anos, usou as redes sociais para falar sobre o cantor britânico. O comunicador foi enfático ao afirmar que a morte de Paul Di’Anno encerrou uma era no rock. Juras escreveu: “Às vezes, um homem pensa que é forte e pode lidar com qualquer coisa. Quando recebi o telefonema ontem de manhã sobre a morte de Paul, fiquei calmo e tentei não desmoronar, sabendo que seria um longo dia e com muitos telefonemas. O dia todo e a noite toda, respondi literalmente milhares de mensagens, até que desmoronei na cama. No entanto, quando acordei de manhã e vi todas as mensagens de apoio, veio todas as memórias emocionais, e eu não consegui parar de chorar, finalmente percebendo o quanto Paul significava para as pessoas ao redor do mundo e o quanto nossa batalha frenética por sua vida significava para elas. Paul definitivamente partiu cedo demais. Talvez o ano 66 soasse legal e próximo ao seu temperamento inimitável, mas havia muito mais pela frente. Não estou tentando escrever seu obituário, porque isso é impossível”. O jornalista continuou: “Paul, tanto como artista quanto como pessoa, é simplesmente indescritível e aqueles que nunca o conheceram pessoalmente nunca serão capazes de entender completamente quem Paul era e como Paul era. Só quero agradecer do fundo do meu coração por todas as mensagens gentis e a ajuda de todo o mundo e todos aqueles que estão interessados em saber que Paul será enterrado no Cemitério da Cidade de Londres, perto de sua mãe e de seu amigo Clive Burr. Nós ainda não sabemos em que dia isso acontecerá, mas avisaremos todos os nossos amigos a tempo. Após o funeral, iremos todos ao Cart and Horses para levantar uma taça em memória de Paul. Além disso, poderemos doar para cobrir os custos de seu funeral. O que vou contar agora parece completamente louco, mas foi exatamente isso que aconteceu. O livro que você vê na foto é a história de Paul e sua e nossa luta feroz por sua vida. Na mesma manhã, quando o livro saiu da gráfica, recebi a notícia de sua morte. Poucos dias antes, ele e eu brincamos que o conteúdo deste livro chocaria completamente o mundo e que ele não sabia se estava pronto para isso, mas decidimos que, para o bem dele e de sua vida futura, as pessoas precisavam saber o que estava acontecendo, porque somente assim todos poderiam ajudá-lo. Infelizmente, ele se foi muito cedo, não conseguiu autografar a cópia que eu pretendia dar a ele na turnê em alguns dias. Enquanto eu voltava da gráfica com um livro na mão, meu coração não aguentou quando passei pelo Westin Hotel, então me virei em direção ao hotel e sentei no terraço onde passamos muito tempo nos últimos anos. Não esperava que a notícia de sua morte se espalhasse tão rapidamente que, no mesmo momento, todos os garçons formaram uma fila e vieram fazer uma reverência, compartilhando comigo algumas de suas memórias com Paul”. Stjepan encerrou: “Se a morte de Bon Scott encerrou uma era do rock, com a morte de Paul Di’Anno também encerrou outra era. Ele nunca, jamais poderá ser substituído. Prometo que nunca permitirei que seu legado seja negligenciado. Enquanto eu viver, a história de Paul viverá. Em suas páginas oficiais e redes sociais, sempre compartilharemos memórias e milhares de fotos e vídeos que tiramos. Juntos, nós o tornaremos imortal, embora ele já seja”. Via: Rockbizz

Corinthians lamenta morte de Paul Di’Anno e relembra relação com o músico
Na última segunda-feira, 21, o Corinthians prestou homenagem a Paul Di´Anno, que faleceu no mesmo dia aos 66 anos. O ex-vocalista do Iron Maiden adotou o clube como seu time no Brasil e foi associado aos Gaviões da Fiel, a torcida organizada. “O Sport Club Corinthians Paulista lamenta a morte de Paul Di´Anno, ex-vocalista da banda Iron Maiden, aos 66 anos. Paul deixa seus filhos, dois nascidos no Brasil. Era Corinthiano e se apresentou inúmeras vezes pelo mundo vestindo a camisa do Timão”, publicou o Corinthians. “‘Sou da zona leste de Londres, como se fosse a favela de lá, e tenho simpatia pelo Corinthians. A primeira vez que vi o Corinthians jogar foi na TV, tinha o Sócrates’, disse em entrevista à TV Cultura. O Corinthians se une aos fãs, familiares e amigos neste momento de luto”, relembrou o clube. O músico até era visto de vez em quando em jogos quando passava temporadas mais longas no país. D’iAnno considerava o Brasil como sua “segunda casa”. View this post on Instagram A post shared by Corinthians (@corinthians) Morte de Paul Di’Anno A notícia da morte de Paul Di’Anno foi divulgada pela Conquest Music, em nome de sua família. A causa da morte ainda não foi revelada. Leia abaixo o comunicado completo da Conquest Music: “Em nome de sua família, a Conquest Music lamenta confirmar a morte de Paul Andrews, profissionalmente conhecido como Paul Di’Anno. Paul faleceu em sua casa em Salisbury, aos 66 anos.” “Nascido em Chingford, leste de Londres, em 17 de maio de 1958, Paul ganhou destaque como vocalista da banda de heavy metal inglesa Iron Maiden entre 1978 e 1981. Ele cantou no álbum de estreia inovador da banda, Iron Maiden, e no influente álbum seguinte, Killers.” “Após deixar o Iron Maiden, Paul Di’Anno teve uma longa e intensa carreira musical com a Battlezone e Killers, além de diversas gravações solo e participações especiais. Apesar de enfrentar sérios problemas de saúde nos últimos anos, que o restringiram de se apresentar em uma cadeira de rodas, Paul continuou a entreter seus fãs ao redor do mundo, realizando mais de 100 shows desde 2023.” “Seu primeiro álbum retrospectivo de carreira, The Book of the Beast, foi lançado em setembro de 2024 e apresentou destaques de suas gravações desde que deixou o Iron Maiden.” “A Conquest Music se orgulha de ter tido Paul Di’Anno em nossa família de artistas e pede a sua legião de fãs que levante um brinde em sua memória.” Problemas de saúde Os problemas de saúde de Di’Anno não são novidades. Em 2015 o músico teve uma sepse, o que impactou sua vida permanentemente, uma vez que ele passou a ficar mais vulnerável à doenças. Outra questão é referente ao fato de que ele se encontrava em uma cadeira de rodas há anos. Com problemas nos joelhos, o músico tinha uma série de dificuldades relacionadas ao movimento e dores constantes. No ano de 2023, ele esteve no Brasil durante uma longa passagem, com shows em várias cidades do país e ficou nítida a situação alarmante do vocalista, que realizava shows na cadeira de rodas há bastante tempo. Via: WikiMetal

Joe Satriani, Eric Johnson e Steve Vai, encarnados no G3, vão lançar Reunion Live
Alô, alô, amantes de solos, riffs e mais solos de guitarra! Joe Satriani, Eric Johnson e Steve Vai, encarnados no G3, vão lançar Reunion Live em 31 de janeiro pela earMUSIC. O disco será como uma celebração ao atual momento das carreiras dos guitarristas e ao primeiro encontro do G3, que aconteceu em 1996. Sons como Sahara (Satriani), Cliffs Of Dover (Johnson) e For The Love Of God (Vai) estarão no repertório do disco. Além destas canções, o trio se reuniu para uma jam em Crossroads, Born To Be Wild e Spanish Castle Magic. Como prévia ao disco, os músicos liberaram o vídeo de Crossroads: Reunion Live sairá em 2CD, 2CD digipack com livreto de dezesseis páginas, edição de luxo com vinil colorido e livreto de sessenta e quatro páginas, 4LP e digital (download e streaming). Track listing de Reunion Live: 01. Gravitas (Vai)02. Avalancha (Vai)03. Little Pretty Intro (Vai)04. Little Pretty (Vai)05. Tender Surrender (Vai)06. Zeus In Chains (Vai)07. Teeth Of The Hydra (Vai)08. For The Love Of God (Vai)09. Land Of 1000 Dances (Johnson)10. Righteous (Johnson)11. Trail Of Tears (Johnson)12. On-Ramp Improv (Johnson)13. Freeway Jam (Johnson)14. Desert Rose (Johnson)15. Venus Reprise (Johnson)16. Raspberry Jam Delta-V (Satriani)17. Surfing With The Alien (Satriani)18. Satch Boogie (Satriani)19. Sahara (Satriani)20. Nineteen Eighty (Satriani)21. Big Bad Moon (Satriani)22. Always With Me, Always With You (Satriani)23. Sumer Song (Satriani)24. Introductions Bis25. Crossroads (Jam)26. Spanish Castle Magic (Jam)27. Born To Be Wild (Jam) Via: Rockbizz

Papangu, promessa nacional do rock progressivo, chega à Curitiba
Papangu, banda formada em João Pessoa, faz show em Curitiba no dia 23 de outubro de 2024. O grupo se apresenta ao lado do Bad Bebop, no Basement Cultural em Curitiba. Os ingressos estão disponíveis no site oficial da Shotgun. Após alguns imprevistos, o show na capital curitibana finalmente vai acontecer, com a nova produção da Kool Metal Fest. Contando também com apoio do Basement, Gabiru Produções, 92 Graus Underground Pub, Brado Records, Barbatana Produções, Kool Metal Fest e Femmetal Curitiba. Confira o post da banda no Instagram a respeito do show; View this post on Instagram A post shared by Papangu (@papangu.br) A banda nordestina Papangu A banda Papangu, formada em 2012 em João Pessoa, mistura rock progressivo com influências da MPB e ritmos nordestinos. O grupo é conhecido por sua sonoridade eclética, que combina forró, maracatu, jazz fusion, black metal e stoner rock. O nome Papangu faz referência a uma figura tradicional do Carnaval de Bezerros, cidade de Pernambuco. O sexteto, é composto por Raí Accioly, Rodolfo Salgueiro, Marco Mayer, Hector Ruslan, Pedro Francisco e Vitor “Vespa” Alves. Recentemente, lançaram seu segundo álbum Lampião Rei, em setembro de 2024, que combina brasilidades com metal extremo, rock progressivo e muita experimentação. Também fizeram uma apresentação no Knotfest 2024 no Allianz Parque, em São Paulo. SERVIÇO Data: Quarta 23 de outubro às 21:00hsLocal: Basement CulturalEndereço: R. Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco, Curitiba – PR, 80520-020, Brasil Ingressos: Shotgun Live LEIA TAMBÉM: Knotfest Brasil 2024: Confira o que aconteceu no primeiro dia do festival Via: WikiMetal

Eloy Casagrande (Slipknot) libera vídeo da performance de No Life
O baterista peso-pesado Eloy Casagrande (Slipknot) liberou o vídeo da performance de No Life. A faixa está no repertório do primeiro álbum dos mascarados, que é homônimo ao grupo. Assista a “pancadaria” no player abaixo: No último final de semana, o Slipknot tocou em São Paulo, com a segunda edição do Knotfest Brasil. O evento foi a primeira vez que o músico se apresentou em sua terra natal com a banda. O perfil do festival no Instagram compartilhou várias fotos da apresentação e do evento como um todo. Eloy Casagrande e Slipknot ainda têm compromissos com os “maggots” da América Latina. Países como Paraguai, Argentina, Peru, Chile, Colômbia e México ainda contarão com espetáculos dos músicos. Depois disso, os caras vão tirar uns dias de folga e, em seguida, irão para a Europa e Reino Unido para continuar a devastação sonora. Confira o itinerário dos mascarados aqui. Via: Rockbizz

Knotfest Brasil 2024: Veja vídeos do show do Slipknot no segundo dia do festival
No domingo (20 de outubro), aconteceu o segundo e último dia do Knotfest Brasil 2024 no Allianz Parque em São Paulo. O dia foi marcado por um line-up bastante variado, contando com nomes como Bad Omens, Till Lindemann, Babymetal, P.O.D., Poppy, Black Pantera, Ego Kill Talent e Korzus. E é claro, o grand finale ficou por conta do Slipknot, celebrando seu álbum de estreia autointitulado com um show especial. Veja alguns vídeos (via The Nine News) da apresentação do Slipknot no domingo abaixo: Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne entra para Rock and Roll Hall of Fame
Ozzy Osbourne foi nomeado pela segunda vez, no sábado, 19, para o Rock & Roll Hall of Fame, desta vez como artista solo, onde foi homenageado com um tributo feito por Billy Idol, Robert Trujillo, Zakk Wylde entre outros. A sua primeira nomeação foi em 2006, como membro do Black Sabbath. A novidade é uma homenagem a sua carreira solo que começou com Blizzard of Ozz em 1980. A cerimônia ocorreu no Rocket Mortgage FieldHouse, em Cleveland, Ohio, nos Estados Unidos. O tributo começou com um discurso de Jack Black e teve apresentação de Billy Idol, Maynard James Keenan (Tool) e o artista de música country Jelly Roll. A banda de apoio contou com a participação de Robert Trujillo, Zakk Wylde, Wolfgang Van Halen, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Steve Stevens e Andrew Watt. Dando início à performance, Maynard começou com “Crazy Train”, que foi introduzido pelo próprio Ozzy com a icônica abertura “All Aboard!”. Em seguimento, Jelly Roll cantou a balada “Mama, I’m Coming Home” e Billy Idol encerrou com “No More Tears”. Durante o discurso de nomeação, Ozzy agradeceu rapidamente aos fãs, já que não queria “aborrecer” a audiência com um monólogo extenso (via NME). Deu, também, destaque especial ao seu falecido guitarrista Randy Rhoads e à sua mulher, Sharon Osbourne: “Tenho uma coisa a dizer a um cara que vai pelo nome de Randy Rhoads. Se eu não tivesse conhecido Randy Rhoads, eu não acho que estaria aqui sentado agora. E ainda mais, a minha mulher Sharon. Salvou a minha vida. E os meus netos e meus filhos. Eu os amo a todos.” Assista abaixo ao tributo gravado por um fã: LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne expressa choque ao saber do tiroteio envolvendo seu ex-guitarrista, Jake E. Lee Via: WikiMetal

Paul McCartney recebe camisa autografada por Pelé
Durante estadia no Brasil para shows da Got Back Tour, Paul McCartney foi presenteado com uma camisa autografada por Pelé. Paul recebeu o item pouco antes de ter realizado o segundo show em São Paulo, em 16 de outubro. A camisa foi originalmente assinada em 2019, e era para ter sido entregue a McCartney na época, quando ele estava em turnê no país. Mas os dois não tiveram a oportunidade de se encontrarem pessoalmente. Pelé faleceu em dezembro de 2022. Cinco anos após a assinatura, o empresário de longa data de Pelé, Pepito Fornos, junto com a irmã do jogador, Luiza Nascimento, foram os responsáveis por entregar a camisa a seu dono. A camisa, contém a mensagem: “Paul, mantenha a bola rolando. Eu te amo. Pelé”. Ao receber o presente, Paul disse que a camisa era um “tesouro”. Além dos shows em São Paulo, Paul também se apresentou em Florianópolis, de onde seguirá para a Argentina, Peru, Colombia, Costa Rica e México, e na sequência irá para Europa para os últimos shows da turnê no continente. A Got Back Tour terá seu último show em 19 de dezembro, em Londres. LEIA TAMBÉM: The Beatles ganha novo documentário, produzido por Martin Scorsese Via: WikiMetal

Jelly Roll rebate a ideia de que Jack Black foi desagradável no Rock And Roll Hall of Fame
Pela rede social X (antigo Twitter), o cantor country Jelly Roll rebateu a ideia de que Jack Black foi desagradável nos bastidores do Rock And Roll Hall of Fame, cerimônia que homenageou e empossou o vocalista Ozzy Osbourne como um imortal na entidade. Um internauta escreveu: “Jack Black pareceu bem inconveniente”. Em resposta, Jelly registrou de maneira simples e direta: “Jack Black ficou conosco por 10 horas na sala verde! Ele foi o cara mais legal e agradável que já conheci na minha vida”. Jack Black hung out with us for 10 hours in the green room, coolest most comfortable dude I’ve ever met in my life lol . — Jelly Roll (@JellyRoll615) October 20, 2024 Roll ainda destacou em outra postagem o quão se sentiu honrado em participar da festa em celebração ao Príncipe das Trevas. “Fui homenagear o incrível Ozzy Osbourne, que foi introduzido no Hall of Fame hoje à noite. Esses são os momentos com os quais eu nunca sonhei. Eu me lembro de ouvir No More Tears na nossa sala de estar com toda a família. Obrigado, Deus, por outra oportunidade imerecida”. Going to honor the incredible Ozzy Osbourne as he is inducted into the hall of fame tonight. These are the moments I never even dreamed of. I remember listening to No More Tears in our living room with the whole family. CRAZY I was a kid. Thank you God for another undeserved… — Jelly Roll (@JellyRoll615) October 19, 2024 Veja alguns registros da celebração ao Madman nos players logo abaixo: Via: Rockbizz

Limp Bizkit vai levar a Loserville Tour para o Reino Unido e Europa em 2025
O Limp Bizkit vai levar a Loserville Tour para o Reino Unido e Europa em 2025. O giro irá começar no mês de março e contará com o reforço de nomes como Bones, Ecca Vandal, N8noface, Karen Dió e Riff Raff. Cabe relembrar que o Brasil recebeu um show da Loserville Tour em março deste ano, quando engrossou o line-up do Lollapalooza Brasil e agitou o público ao som de Break Stuff, My Generation, Rollin’ e My Way. Até o momento, o Limp Bizkit confirmou os seguintes shows: Março08 – Glasgow OVO Hydro11 – Dublin 3Arena13 – Birmingham BP Pulse LIVE15 – Manchester AO Arena16 – London OVO Arena Wembley Mais apresentações serão reveladas em breve e encorparão o itinerário da famosa Loserville Tour, que é um chamado à diversão, segundo a banda. Via: Rockbizz

Mike Portnoy retorna aos palcos com Dream Theater após 14 anos
No último domingo, 20, o Dream Theater fez o primeiro show após o anúncio do retorno do baterista Mike Portnoy, que havia deixado a banda em agosto de 2010. Realizado em terras inglesas, na O2 Arena, em Londres, o show faz parte da turnê que celebra os 40 anos de carreira do Dream Theater. Nas redes sociais, a banda agradeceu aos fãs pela presença neste novo ciclo. “Um momento muito especial na história do Dream Theater foi registrado esta noite, obrigado Londres!”, escreveu. O quinteto de metal progressivo apresentou 18 músicas divididas em dois atos e um bis. Quem esteve presente, pôde assistir performances de clássicos como “Pull Me Under”, raridades ao vivo como “Vacant”, “Stream Of Consciousness” e “Hollow Years” e a estreia ao vivo de “Night Terror”. Durante a apresentação, o vocalista James LaBrie comentou sobre o retorno de Portnoy. “Esta noite é uma ocasião importante. Você pode ter reconhecido alguém no palco. É surreal ter Mike Portnoy de volta!”. Antes do show, o baterista havia publicado uma foto da O2 Arena vazia nas redes sociais com a legenda: “O próximo capítulo começa hoje à noite”. Gravadas em estúdio por Mike Mangini, as faixas “Barstool Warrior” e “This Is The Life” foram interpretadas por Portnoy pela primeira vez no show de ontem. Confira a setlist completa. Dream Theater no Brasil Em dezembro, Dream Theater vai desembarcar no Brasil para realizar cinco shows da 40th Anniversary Tour 2024-2025. Cinco cidades vão receber a turnê que celebra as quatro décadas da banda: Belo Horizonte (10/12), Rio de Janeiro (13/12), São Paulo (15/12), Curitiba (16/12) e Porto Alegre (17/12). LEIA TAMBÉM: Mike Portnoy diz que novo álbum do Dream Theater será continuação de ‘Black Clouds & Silver Linings’ Via: WikiMetal

Megadeth: Veja a performance de Sweating Bullets no Bloodstock 2023
Em 2023, o Megadeth deixou o público do festival Bloodstock de boca aberta com o seu thrash metal virtuoso. Na época, a banda estava fazendo a promoção de seu mais novo álbum de estúdio, The Sick, the Dying… and the Dead!, o qual saiu em setembro de 2022. Mesmo assim, Dave Mustaine e Cia não deixaram os clássicos engavetados! Sons como Hangar 18, Wake Up Dead, Symphony of Destruction, Holy Wars… The Punishment Due e Peace Sells fizeram a alegria dos milhares de fãs que prestigiaram o show. Como uma forma de recordação, a produção do evento compartilhou a performance de Sweating Bullets. Veja no player abaixo: No final de setembro, o Megadeth encerrou a Destroy All Enemies Tour, que foi um giro ao lado de Mudvayne e All That Remains pelos Estados Unidos. Até o momento, o quarteto está tirando uma folga das apresentações e pensando em seu próximo álbum. Via: Rockbizz

Angra mostra teaser do clipe de Faithless Sanctuary
O Angra mostrou um teaser do clipe de Faithless Sanctuary, faixa presente no repertório de seu mais recente álbum de estúdio, Cycles of Pain, o qual saiu em novembro de 2023. Veja: O vídeo completo da canção sairá no dia 25 de outubro, data em que o grupo iniciará sua segunda turnê europeia de 2024. O giro contará com dez datas e passará por países como Portugal, Espanha, Suíça, França e Inglaterra. Veja o itinerário da banda logo abaixo: Outubro25 – Lisboa, Portugal – Music Station26 – Porto, Portugal – Bourbon Room27 – Sevilla, Espanha – Sala Custom28 – Vitoria-Gasteiz, Espanha – Urban Rock Concept29 – Barcelona, Espanha – Boveda31 – Rorschach, Suiça – Industrie 36 Novembro01 – Colmar, França – Le Grillen02 – Toulouse, França – Ready for Prog Festival03 – Marseille, França – Cherrydon05 – London, Reino Unido – The Underworld Via: Rockbizz

Blaze Bayley lamenta a morte de Paul Di’Anno: “Muito triste”
Infelizmente, a semana começou com uma péssima notícia aos amantes de rock e metal: o ex-frontman do Iron Maiden, Paul Di’Anno, faleceu aos 66 anos em sua casa na cidade de Salisbury, na Inglaterra. Pelas redes sociais, o também ex-vocalista da Donzela de Ferro, Blaze Bayley, lamentou a morte de Paul Di’Anno. Blaze escreveu: “Muito triste em saber da morte de meu amigo Paul Di’Anno. Paul e eu fizemos algumas turnês e shows juntos ao longo dos anos. Ele tinha um grande senso de humor e foi uma época bem maluca. Sua voz e sua música com o Iron Maiden e em seu próprios projetos vão viver. Lembrado com carinho e com muita saudade. Descanse em paz”. Veja a postagem de Blaze Bayley logo abaixo: Via: Rockbizz

Edu Falaschi lança a nova coletânea Ballads II; ouça
Edu Falaschi acaba de lançar sua nova coletânea Ballads II, que reúne as baladas mais marcantes do cantor, além da inédita nas plataformas digitais, Leaving The Light, gravada com a banda Venus em 1998. Este álbum é um tributo à maestria de Falaschi na composição e/ou interpretação de canções que tocaram o coração de milhares de fãs pelo mundo. Com uma carreira de 33 anos e repleta de sucessos, Edu já deixou sua marca na música com dezenas de baladas memoráveis, que misturam melodia e emoção de forma única. Ballads II promete não apenas reviver essas lembranças, mas também apresentar a faixa Leaving The Light que certamente vai conquistar fãs antigos e novos. A arte da capa, assinada por Carlos Fides complementa a profundidade e a beleza das canções, refletindo a essência poética que caracteriza o trabalho de Falaschi. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e é uma oportunidade imperdível de vivenciar a paixão e o talento de um dos grandes nomes da música mundial. Ouça Ballads II abaixo: Via: Rockbizz

Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, morre aos 66 anos
Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, morreu aos 66 anos, segundo informações da Conquest Music, em nome de sua família. A causa da morte ainda não foi revelada. Leia abaixo o comunicado completo da Conquest Music: “Em nome de sua família, a Conquest Music lamenta confirmar a morte de Paul Andrews, profissionalmente conhecido como Paul Di’Anno. Paul faleceu em sua casa em Salisbury, aos 66 anos.” “Nascido em Chingford, leste de Londres, em 17 de maio de 1958, Paul ganhou destaque como vocalista da banda de heavy metal inglesa Iron Maiden entre 1978 e 1981. Ele cantou no álbum de estreia inovador da banda, Iron Maiden, e no influente álbum seguinte, Killers.” “Após deixar o Iron Maiden, Paul Di’Anno teve uma longa e intensa carreira musical com a Battlezone e Killers, além de diversas gravações solo e participações especiais. Apesar de enfrentar sérios problemas de saúde nos últimos anos, que o restringiram de se apresentar em uma cadeira de rodas, Paul continuou a entreter seus fãs ao redor do mundo, realizando mais de 100 shows desde 2023.” “Seu primeiro álbum retrospectivo de carreira, The Book of the Beast, foi lançado em setembro de 2024 e apresentou destaques de suas gravações desde que deixou o Iron Maiden.” “A Conquest Music se orgulha de ter tido Paul Di’Anno em nossa família de artistas e pede a sua legião de fãs que levante um brinde em sua memória.” Matéria em atualização Via: WikiMetal

Eloy Casagrande toca com Slipknot pela primeira vez no Brasil; vídeos
Eloy Casangrande se apresentou pela primeira vez no Brasil como baterista do Slipknot no Knotfest no último final de semana. O festival aconteceu nos dias 19 e 20 no Allianz Parque, em São Paulo. A turnê Here Comes The Pain, que trouxe o Slipknot ao Brasil, é uma celebração dos 25 anos da banda. Para os shows realizados em 2024, o grupo adotou um visual clássico no palco, com os macacões vermelhos de 1999 e máscaras com detalhes que remetem às primeiras versões delas. Para a ocasião, Eloy ganhou uma máscara do estilo dos integrantes. O baterista tocou ao lado da banda um setlist “best of” no sábado, 19, e o álbum Slipknot no domingo, 20. Eloy foi ovacionado por todos presentes, conquistando ainda mais os fãs. Confira aqui nossa cobertura do evento e assista alguns vídeos gravados da pista: Corey Taylor sobre entrada do Eloy na banda Em recente entrevista à revista Revolver, Corey Taylor, vocalista do Slipknot, e Jim Root, guitarrista da banda, revelaram detalhes sobre a aclamada adição do baterista brasileiro Eloy Casagrande ao grupo.Corey foi enfático ao revelar o motivo de ter anunciado quem era o novo baterista logo nos primeiros shows (via Blabbermouth): “Foi simples. Eloy foi o único que teve coragem de entrar na sala conosco. Havia outros candidatos, mas nenhum com a paixão e a fome de tocar que ele demonstrava.” “Ele reorganizou sua agenda para se juntar a nós, e isso nos impressionou imediatamente. Ele não apenas era talentoso, mas também se encaixava perfeitamente na vibe da banda. E nosso público, acostumado com a discrição do grupo, mereceu saber quem estava por trás da bateria.” O cantor ainda destacou que os outros interessados ao posto não tinham essa disposição de ir pessoalmente tocar com a banda, queriam somente enviar seus vídeos gravados, algo que, segundo Taylor, soava “muito TikTok”. Jim Root complementou os elogios, destacando a humildade e a dedicação de Eloy: “É um cara superlegal, ele é tranquilo, mas vive e respira bateria. É como uma espécie de mestre Jedi da bateria. Ele me inspira a ser um guitarrista melhor. E sua presença foi recebida com entusiasmo pelos fãs sul-americanos, que se sentem representados por tê-lo na banda.” O legado do Slipknot A escolha de Eloy não foi por acaso. Segundo Jim, em entrevista ao Tone-Talk, o nome do brasileiro surgiu após contato direto dele com a banda, enviando vídeos que demonstravam seu talento e paixão pela música. A sintonia com o baixista Alessandro Venturella, que já o conhecia de outras colaborações, facilitou o processo. Sobretudo, Eloy se mostrou extremamente respeitoso com o legado do baterista original do Slipknot, Joey Jordison, uma grande influência em sua carreira. Sua humildade e paixão pela música contagiaram os demais membros da banda, elevando o nível das apresentações. Por fim, para celebrar o 25º aniversário da banda, o Slipknot retornou ao visual clássico de 1999, com macacões vermelhos e releituras das máscaras originais. Uma combinação perfeita para marcar a nova fase da banda com Eloy Casagrande. LEIA TAMBÉM: Eloy Casagrande faz performance impressionante de “Eyeless” Via: WikiMetal

Knotfest Brasil é o circo do caos a dispor dos fãs de heavy metal
Neste sábado, 19 de outubro, os camisas-pretas encararam o mau tempo, com frio e chuvas intermitentes em São Paulo, para conferir o primeiro dia do Knotfest. O festival, ocorrido no Allianz Parque, possui curadoria da banda norte-americana Slipknot. No campo do Allianz, o palco principal (Knotstage) e o palco secundário (Maggot Stage) foram dispostos lado a lado, onde as apresentações foram intercaladas de maneira fluída e sem atrasos. No Maggot Stage, escalado somente com os talentos nacionais, os novatos do Kryour são uma banda para se ficar de olho. Mas o som do palco, embora alto, não estava bem definido, e problemas técnicos ainda prejudicaram os shows do Project46 e Ratos de Porão, que chegou a tocar no escuro. As bandas, contudo, entregaram energia e receberam o carinho do público. No Knotstage, logo às 13 horas, a mais grata surpresa do lineup: Orbit Culture, uma das bandas mais elogiadas do cenário atual, que já adquiriu status cult no Velho Mundo. Os suecos executaram seu melodic death metal para um público ainda pequeno, porém bastante interessado, e o moshpit se formou ao som das porradas While We Serve e Vultures of North. Um “pontaço” para a produção do evento, ao demonstrar alinhamento com as tendências reais do universo metálico. Em seguida, foi a vez do DragonForce contar suas estórias sobre fantasias e videogames, com muitos agudos e solos fritantes de guitarra. A banda interagiu bastante com o público e conferiu um tom de diversão despretensiosa ao show, como no inusitado cover do tema de Titanic (My Heart Will Go On). Mas, obviamente, o que a grande maioria queria ouvir era Through The Fire And Flames, que se tornou um enorme sucesso nos anos 2000, devido ao jogo Guitar Hero, e foi a primeira música do dia a ser reverenciada por todo o estádio. Quem achava que o grupo poderia ficar deslocado em meio a um lineup mais pesado precisou rever seus conceitos. De fato, um verdadeiro festival de metal deve agregar estilos diferentes, sem ficar preso a um besteirol “temático” como se convencionou fazer no Brasil. Por sinal, a banda seguinte no palco foi diametralmente oposta. Os suecos do Meshuggah apresentaram seu som dissonante e muito pesado, conversaram pouco, e mantiveram o mosh em movimento com pedradas do calibre de Perpetual Black Second e Bleed. Na virada da noite, começou a aguardada invasão viking. Com uma caprichada produção de palco e uma empolgação explosiva, que encaixa perfeitamente em festivais open air, o Amon Amarth realizou um dos melhores shows do evento. O setlist foi impecável, muito bem escolhido: Guardians of Asgaard, Deceiver of the Gods, First Kill, Shield Wall, Crack the Sky, Twilight of the Thunder God, simplesmente não houve folga para respirar. O público não desanimou com o aumento da chuva e respondeu à altura da banda, formando vários pontos de mosh. A essa altura, já era uma tarefa hercúlea ir aos banheiros do estádio (surpreendentemente limpos) ou conseguir algo para comer, devido às longas filas. A propósito, cabe pontuar que a oferta de comida foi um ponto negativo, pois esteve a cargo do próprio Allianz, sem uma preparação diferenciada para o festival. Isso se traduz em poucas opções, baixa qualidade e preços supervalorizados, assim como em um show regular ou um jogo de futebol. Em conjunto com a infame “pista vip” ocupando grande espaço na frente do palco, e a falta de experiências extras de ativação, são quesitos que diminuem a sensação de um autêntico festival, cujo conceito é maior do que apenas bandas tocando em sequência. Nesse ponto, outros festivais, como Summer Breeze/Bangers e Monsters of Rock, aproveitam melhor o conceito. Voltando ao palco principal, o Mudvayne mostrou domínio de audiência e foi ovacionado com os hits Happy? e Dig, que encerraram o show, além de originar um belo momento em World So Cold, quando o estádio foi iluminado pelos celulares do público. Finalmente, chegou a hora de superar o cansaço, frio e chuva, para o momento mais esperado da noite: o show de 25 anos do Slipknot, que também marcava a estreia do baterista brasileiro Eloy Casagrande em território nacional. E o que se viu, a partir daí, foi capaz de fazer qualquer espectador repensar suas definições de espetáculo. O circo do caos tomou conta do Allianz Parque, enquanto o público expurgava seus demônios e alcançava uma sinergia de níveis hipnóticos com a banda. Presenciar as vozes de um estádio lotado, berrando em uníssono com uma música tão agressiva e perturbadora, é realmente uma vivência arrepiante. Além da química fortalecida da banda, que se mostra renovada, o setlist foi destaque do primeiro ao último minuto, composto somente pelos maiores hinos: Wait and Bleed, Before I Forget, Sic, Eyeless, The Heretic Anthem, Duality, Surfacing, Psychosocial, Unsainted, Vermilion, entre outras. Nos intervalos, o público não perdia uma oportunidade para gritar o nome de Eloy, um dos melhores bateristas do planeta, que correspondeu às expectativas e esmurrou seu kit sem dó nem piedade durante a apresentação. Comentários como “orgulho nacional” e “melhor do mundo” também foram comuns de se ouvir durante todo o festival. E assim, repleto de satisfação e a tempo de pegar o metrô, o público pôde deixar o estádio. Se o Knotfest possui amplo espaço para melhorias enquanto experiência completa de festival, seu headliner atingiu o ápice de uma experiência catártica. O Slipknot entregou não apenas o show do festival, mas o show do ano no Brasil. Via: Rockbizz

Jake E. Lee tem alta do hospital e conta detalhes do atentado que sofreu
Na última terça-feira, 15, o guitarrista Jake E. Lee (Ozzy Osbourne, Badlands, Red Dragon Cartel) foi baleado três vezes, em um tiroteio nas ruas de Las Vegas, Estados Unidos. De acordo com as autoridades locais, o tiroteio foi completamente aleatório e ocorreu enquanto Lee levava sua cachorra para passear. Neste domingo, dia 20 de outubro, Jake E. Lee teve alta do hospital e contou detalhes do atentado que sofreu. O músico escreveu uma breve mensagem em sua conta oficial no Facebook. “Obrigado novamente por toda a preocupação de vocês! Uma atualização rápida: estou me recuperando em casa. Agradeço a todos do Sunrise Hospital por cuidarem tão bem de mim. E vale alguns breves detalhes sobre aquela noite. Eu e Coco [cachorra de Jake] estávamos indo para casa depois da nossa caminhada, quando cruzamos com dois ladrões, que estavam vestidos de preto, com capuzes e máscaras cobrindo suas bocas. Eles estavam parados na entrada da garagem de um vizinho, olhando sua motocicleta. Houve um confronto verbal que terminou com um acordo de que cada parte iria para um lado. Isso não deu certo. Provavelmente falarei mais detalhadamente sobre isso mais tarde, agora só consigo falar um pouco, confortavelmente”. Lee encerrou a postagem compartilhando uma fotinha da Coco, que conseguiu sair da confusão sem nenhum aranhão. O RockBizz estima a pronta e completa recuperação do talentoso e gente fina Jake E. Lee. Via: Rockbizz

Jack Black faz discurso emocionante em homenagem a Ozzy Osbourne: “O maior frontman do rock n’ roll”
Jack Black fez um discurso emocionante para introduzir Ozzy Osbourne no Rock And Roll Hall Of Fame como artista solo neste sábado (19 de outubro). O ator e vocalista do Tenacious D chamou o Príncipe das Trevas de “o maior frontman da história do rock n’ roll”. Jack continuou dizendo que a capa do álbum solo de estreia de Ozzy, Blizzard Of Ozz, “era a coisa mais metal que eu já tinha visto, e eu nem sabia o que era metal”. E acrescentou: “Então voltei para os álbuns anteriores de Ozzy, para o Black Sabbath. E eu fiquei, tipo, merda profana, esse filho da puta inventou o heavy metal… a coisa mais sombria e pesada que o mundo já tinha ouvido”. A cerimônia de empossamento aconteceu no Rocket Mortgage Fieldhouse em Cleveland, Ohio, Estados Unidos. Além de Ozzy Osbourne, o evento homenageou outros importantes nomes do rock n’ roll como Peter Frampton, Foreigner e MC5. Veja o discurso de Jack Black abaixo: Via: Rockbizz

Dave “Snake” Sabo explica saída de Erik Grönwall do Skid Row
Em uma nova entrevista para o The Johnny Rock Show, o guitarrista Dave “Snake” Sabo explicou as circunstâncias que levaram à saída do cantor sueco Erik Grönwall do Skid Row no início deste ano. Dave disse: “Erik fez o disco The Gang’s All Here, e então conseguiu passar quase três anos na banda. Mas, quer você saiba ou não, Erik é um sobrevivente do câncer, e ele fez um transplante de medula óssea para colocá-lo em remissão. E imediatamente assim que entrou em remissão, ele começou a recuperar um pouco de energia e quis voltar a cantar. E então ligamos para ele e dissemos: ‘Ei, cara, acabamos de gravar um disco e adoraríamos que você cantasse nele’ e ele fez isso”. “Então, de repente, começamos a fazer turnê”, continuou. “Pudemos ver logo no início que sua saúde ainda não estava boa, e ele também sabia disso. Então, fizemos o melhor que podíamos com sua situação, e ele nos deu tudo o que podia, mas chegou a um ponto em que era demais para seu corpo naquele momento específico. E a maneira como fazemos turnês, é difícil, é uma rotina, e tentamos chegar a um acordo e criar uma situação que beneficiasse sua saúde. Mas depois de falar com seus médicos, ele, sua família e outras coisas, descobrimos que simplesmente não conseguiríamos resolver isso de uma perspectiva de saúde para ele e de um ponto de vista econômico para a banda. Não queríamos começar uma turnê, adiar os shows e ter que compensar mais tarde”. E finalizou: “Não foi bom para ele e não foi bom para a banda. Mas somos gratos pelo tempo que passamos com ele. Ele é um ótimo cantor. E conseguimos fazer dois discos dos quais estamos realmente orgulhosos – The Gang’s All Here, do qual estamos extremamente orgulhosos e o disco ao vivo” O Skid Row lançou Live In London, primeiro álbum oficial ao vivo do grupo, no dia 20 de setembro pela earMUSIC. O show foi gravado no dia 24 de outubro de 2022 no O2 Forum Kentish Town de Londres. Via: Rockbizz

Slipknot, mais uma vez, se prova como gigante do metal no Knotfest Brasil 2024
Este foi um daqueles shows em que eu não tinha quase nenhuma expectativa sobre o que esperar, embora já tenha visto 8 shows da banda, em países diferentes. Apesar de um festival cheio de shows maravilhosos e atrações diversas, os maggots – como são chamados os fãs dos mascarados de IOWA -, não viam a hora de assistir ao Slipknot, e a todo momento ovacionavam o nome de Eloy. A banda esteve no Brasil em 2022, no Rio de Janeiro e na primeira edição do Knotfest, em São Paulo. Mas nem esse intervalo de pouco tempo segurou a emoção dos fãs. Muitos ali tiveram a chance de assistir a banda pela primeira vez, e para sorte, com um setlist bem diferente do que a banda vinha entregando. A expectativa estava dobrada, graças a estreia do brasileiro Eloy Casagrande, que rendeu ao SlipKnot muito mais visibilidade e engajamento. Logo na entrada, Corey Taylor (voz), Shawn “Clown” Crahan (percussão), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Sid Wilson (DJ), Alessandro Venturella (baixo), Eloy Casagrande (bateria) e Michael “Tortilla Man” Pfaff (percussão) colocaram o Allianz Parque abaixo – apesar do som não estar dos melhores, ficando abafado para o público que estava mais atrás na pista. Um setlist inesquecível para fechar o 1o. dia do Knotfest Brasil Para nossa alegria, a banda soube dosar bem seu setlist, com os maiores hits dos seus quase 30 anos de banda. Músicas dos 3 primeiros álbuns foram as mais escolhidas. A banda deixou totalmente de lado o último disco The End, So Far – que cá entre nós, foi o menos ovacionado da banda. A banda também tocou um single do álbum All Hope Is Gone (2008), “Psychosocial”. E uma do We Are Not Your Kind (2019), “Unsainted”. Como a banda promete um show com o primeiro álbum tocado na íntegra, esperávamos para este show de sábado um setlist com menos canções do Self Title. A icônica canção “Spit it Out”, foi a penúltima, e sem a famosa parte onde o público abaixa e se prepara para o mosh pit. O público brasileiro sempre será um destaque, o que faz com que as bandas adorem tocar aqui. E agora, o Slipknot tem uma parte brasileira, o que torna tudo muito melhor e mais mágico. Para os fãs de longa data, a entrada do Eloy foi um marco muito importante, dando mais emoção e prazer. Contudo, a experiência se torna completa em cima do palco. A maturidade adquirida pelo grupo ao longo de mais de duas décadas de estrada é notória. Os músicos transmitem hoje mais confiança do que nunca. E a essência se iguala à de bandas contemporâneas devido ao profissionalismo, mas criando o mesmo caos, adrenalina e emoções dos anos 2000. Amanhã, no segundo dia do Knotfest Brasil, o show será em comemoração do álbum de estreia, onde o Slipknot irá tocar o disco na íntegra. LEIA TAMBÉM: Knotfest Brasil 2024: Confira o que aconteceu no primeiro dia do festival Via: WikiMetal