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U2 compartilha a faixa inédita Happiness; ouça
O U2 acaba de compartilhar a faixa inédita Happiness, que foi gravada originalmente em 2004. A música surgiu durante as sessões do álbum How To Dismantle An Atomic Bomb e está programada para aparecer no “álbum sombra”, intitulado How To Re-Assemble An Atomic Bomb, junto com as músicas lançadas anteriormente Country Mile e Picture Of You (X + W). O próximo trabalho incluirá músicas novas desenterradas do arquivo das sessões do álbum original e será lançado em 22 de novembro junto com uma versão remasterizada de How To Disassemble An Atomic Bomb. Ouça Happiness abaixo: Via: Rockbizz

Entrevista Dani Matos: VIPER mostra que é uma família além de uma banda
No final do mês de setembro o mundo recebeu a triste notícia da morte do baixista e membro fundador do VIPER, Pit Passarell. Internado após passar mal durante um show da banda, o músico sofria de um câncer no pâncreas. Dani Matos, irmão de Andre Matos, foi o responsável por assumir a difícil tarefa de baixista na banda. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, ele comenta sobre essa nova fase de sua carreira, em uma conversa bastante emocionante. Confira a entrevista na íntegra. Wikimetal: Como surgiu o convite por parte do VIPER para que você passasse a integrar a banda? Dani Matos: Cara, veio de uma situação triste, né? Sempre foram muito amigos, parceiros, a minha vida inteira. Desde que eu tenho, sei lá, sete anos de idade. E com o disco Timeless (2023), eles me convidaram pra gravar duas músicas. E aí eu vinha fazendo algumas participações nos shows, tocando as músicas que eu gravei, algumas outras. Cada hora eu ia lá fazer alguma música com eles. Eu fiz “Cry From The Edge”, fiz “Spreading Soul”. E no dia que o Pit passou mal, eu inclusive fui lá tocar “Moonlight” com eles. E tinha até levado meu filho pra ver um show do VIPER que ele nunca tinha visto. E aí, como o Pit foi hospitalizado, o Felipe [Machado] me chamou pra falar, “cara, eu preciso cumprir com alguns shows. E tudo bem você segurar pra gente aí?” Eu falei, “claro, meu”. Nunca, jamais negaria esse convite de uma galera tão irmã que me ajudou tanto também, sempre foi muito parceira. Infelizmente, o pior aconteceu e o Pit veio a falecer. Como eu já tava com o repertório, já tinha feito, acabei fazendo tanto o show em Catanduva quanto o show lá na Colômbia, e aí eles resolveram me convidar pra ficar na banda. A gente sempre teve um ótimo relacionamento e surgiu dessa, infelizmente, do Pit ter passado mal eu ter segurado pra eles, né? Eu acho que eles sabem responder isso melhor do que eu, como é que surgiu a ideia deles, porque eles vieram pra mim, me convidaram ali, eu nem tava esperando no momento. E eu aceitei com o maior prazer do mundo, eu sou muito grato ao VIPER, devo muito ao VIPER. WM: Qual foi a sensação quando eles te chamaram? DM: Foi muito emocionante, eu acho que pra todos. Eles falaram palavras lindas de confiança, de família, de amizade. E depois eles me deram um abraço coletivo e cantaram “olê, olê, olê, Dani, Dani”. Foi de se emocionar mesmo. Fiquei muito emocionado e muito feliz por esse acolhimento impressionante. Eu não esperava tanto, sinceramente. Não esperava tanto, eu estava ali ajudando como um amigo ajuda outro. E eu sempre fiz muito sub pra muitos baixistas em várias bandas de diversos estilos diferentes, e ali era mais um trampo de sub. E, cara, eu fiquei muito feliz. Eu não esperava, foi muito bonito. Muito bonito. WM: Eu imagino que também tenha sido muito emocionante quando você fez aquele primeiro show com o VIPER após a morte do Pit. Você pode descrever como foi, o que você sentiu? DM: Foi muito difícil, porque primeiro que eu tive menos de uma semana pra pegar as músicas e a gente não teve nem tempo de fazer um ensaio direito. E, putz, estar ali, o Pit não estar ali, o coração ficou apertado, de todo mundo, ficou todo mundo segurando o choro, porque nesse primeiro show ele tava hospitalizado, a gente não tinha noção da gravidade da situação. Então a gente tava muito com a cabeça nele, preocupado com ele, entendeu? Tentando fazer o melhor para que ele voltasse e que estivesse tudo bem quando ele voltasse. Mas a gente estava muito… [com o] coração na boca ali, em todos os sentidos, não só pelo Pit, mas eu estava naquele palco, eu não via só o Pit, eu via o André [Matos] também ali com a gente, e emoção muito forte, muito forte mesmo, muito forte. Não sei nem o que te dizer com palavras para descrever isso, sabe? WM: E uma grande apresentação já marcada pro ano que vem do VIPER é no Bangers Open Air. O que você espera desse show? DM: Eu estive lá esse ano, quando ainda se chamava Summer Breeze, e eu fiquei impressionado com a estrutura, com a organização, com a galera, impressionante como a galera chegando junto mesmo, gente do Brasil inteiro indo pra lá. Eu fico muito ansioso de poder tocar lá, porque é uma energia única, né? É uma energia única. Eu gosto muito dos shows pequenos também, porque a gente tá mais próximo do público, não tem aquela distância enorme entre o palco e o público. Mas, puxa, tocar com aquela galera toda, ver aquela massa jogando junto com a gente ali, vai ser demais, vai ser demais. Na Colômbia já foi incrível, porque foi um festival para mais de 5 mil pessoas, e eu entrei no palco, arrepiei inteiro de poder estar com eles, mas eles são pessoas muito bacanas, foram muito amigos e me ajudaram muito, estavam sempre do meu lado ali me ajudando, então me sinto muito acolhido por eles e espero dar o meu melhor, espero conseguir sempre estar o melhor preparado possível para cumprir com toda essa honra. WM: E para a gente finalizar, quais são as expectativas para esse novo capítulo na sua vida? DM: Olha, as expectativas são as melhores, porque eu nem sei direito o que vai acontecer, porque acabou de virar tudo isso, mas o que eu posso dizer é que não vai faltar o esforço pra eu estar sempre junto, jogando junto e dando o meu melhor pra todos. Eu ainda nem conversei sobre quais planos eles têm e nada disso. E eu tô aqui pra ser mais um irmão aí da família Viper, como sempre fui, mesmo não estando na banda. E agora, ter a chance de poder retribuir tudo isso, é um prazer inenarrável que

Saudável e sem crueldade animal: 8 rock stars adeptos do veganismo
Comer bem é quase sempre associado a ter uma abundância de opções na mesa para satisfazer a fome e os desejos alimentares. A ideia de comer bem até passa pela pluralidade de opções à mesa, entretanto, a seleção do que colocar para dentro do corpo é fundamental para uma boa qualidade de vida. De acordo com o escritor, professor de jornalismo da Universidade da Califórnia e especialista em nutrição, Michael Pollan, os produtos que podem receber o título de comida de verdade são basicamente de origem vegetal, visto que, se ofertados em grande diversidade, garante a ingestão de vitaminas e nutrientes necessários para o pleno funcionamento do corpo humano. Veganismo Com o foco em gozar de uma saúde mais harmoniosa e um “lifestyle” longe dos maus tratos aos animais, algumas pessoas adotam o veganismo como filosofia de vida. O vegano não é apenas o indivíduo que deixa de consumir alimentos de procedência animal, a doutrina passa também em eliminar, por exemplo, o uso de vestuários, cosméticos, produtos de higiene e entretenimento (rodeio, zoológicos, etc) que sejam de origem animal, além disso, lançar mão de itens e ações sustentáveis em prol do meio ambiente. Evidentemente, a teoria é muito mais fácil do que a prática. Apesar da atual abundância de produtos ofertados no mercado, aderir ao veganismo requer muita paciência e firmeza para adaptação de uma dieta vegana, contudo, os benefícios são grandes. Veganos do rock n’ roll É claro que na música pesada há muitos músicos e artistas que adotaram a filosofia vegana, dessa forma, abandonaram a dieta com carnes, laticínios, ultraprocessados, corantes, aromatizantes e outros venenos para a saúde. Nas linhas abaixo, vamos enumerar 8 rock stars que são adeptos do veganismo, ou seja, resolveram aderir a um estilo de vida mais saudável e sem crueldade animal. Geezer Butler (Black Sabbath) O baixista do Sabbath era de família bastante numerosa e pobre, com isso, carne nunca foi abundante em sua casa. Sem o costume de consumir bifes e afins na infância, Butler, já na vida adulta, decidiu manter-se longe de todos os produtos de origem animal e já até foi homenageado pelo Center For A Humane Economy por seu compromisso com o bem-estar animal. Rob Zombie Quem vê o Spooky Man no palco e/ou assiste seus filmes de terror pode ter a ideia de que é um cara sanguinário e impiedoso, no entanto, o cantor passa muito longe disso. Sempre muito calmo e educado, Zombie adotou o veganismo nos anos 80, quando se deu conta de como as costelas e os bifes chegavam ao seu prato. João Gordo (Ratos de Porão) Não é só a turma que fala inglês que vislumbraram a luz, não! Há mais de quinze anos, o paulistano João Francisco Benedan também aderiu ao veganismo por amor aos animais, além disso, possui um projeto social focado em distribuir refeições sem nenhum alimento de procedência animal – saiba mais sobre o Solidariedade Vegan. Alissa White-Gluz (Arch Enemy) A canadense, que se tornou vegana aos treze anos, é uma ativista pelos direitos dos animais e já foi homenageada pela organização não governamental PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) com um Libby Awards, que celebra pessoas com ações pró aos animais. Doyle Wolfgang von Frankenstein (Misfits) O grandalhão entrou para o universo do veganismo por intermédio de sua namorada, Alissa White-Gluz. A cantora explicou a Doyle como funciona o universo sem o consumo de carne, o que foi muito bem aceito pelo punker, que não passa perto de uma churrascaria há mais de dez anos. Bryan Adams O cantor canadense é outro veterano na filosofia vegana, visto que aderiu à ideologia há mais de trinta anos. Bryan já chegou a escrever em suas redes sociais: “Caso você se importe com o planeta, torne-se vegano imediatamente”. E como diz o ditado popular: quem avisa amigo é. Morrissey (The Smiths) Desde os anos 80, Steven Patrick Morrissey fincou os pés no veganismo e não aceita sequer sentir o cheiro de carne. O músico já até cancelou show por que estavam comercializando carne no festival em que ele iria se apresentar. Em suas apresentações ao vivo, o ativismo em prol dos animais é mais do que certo de rolar. Já em estúdio, o artista mostrou seu repúdio à indústria da carne com o álbum Meat Is Murder, de 1985. Fernanda Lira (Crypta) A brasileira se tornou vegana por motivos de saúde, visto que sofria de refluxo e cordite, que é inflamação nas cordas vocais. A dieta sem a ingestão de alimentos pesados como carne e laticínios colaboram para a resolução dos problemas. A artista também entrou para o clube dos veganos motivada pela causa animal e ambiental. Via: Rockbizz

Babymetal mostra a que veio com show solo esgotado em São Paulo
Texto por Carolina Kitamura Na história do heavy metal os estudiosos apontam suas vertentes, denominadas subgêneros, como o glam metal, hair metal, thrash metal, death metal, symphonic metal (particularmente meu favorito). E o que falar do kawaii metal? Assim como os demais subgêneros, apresenta suas peculiaridades e contexto: um som rápido, pesado com melodias cativantes e animadas, típicas do j-pop. O termo cunhado pelo produtor Key “Kobametal” Kobayashi, responsável pelo grupo Babymetal, se consolidou em 2014 através da estreia do grupo na famosa plataforma de vídeos, Youtube com seu single viral “Gimme Chocolate!!”. Apesar de causar estranheza, o fenômeno consolidado no Brasil é extremamente familiar aos fãs que lotaram a Audio na última segunda-feira, 21. Pode parecer surpresa para o público do Knotfest, mas a verdade é que o trio faz sucesso a anos e tem uma base internacional muito sólida repleta de histórias, encontros com bandas e artistas reconhecidos, colaborações em álbuns, faixas inéditas e performances históricas. Ao atender o pedido incansável dos fãs brasileiros, a produção sabia muito bem o que estava fazendo ao colocá-las no line-up do festival. No entanto, seria o suficiente para lotar uma casa? É tudo isso mesmo? Em seu show solo, o que presenciei foi inédito e incontestável. Uma fila quilométrica podia ser avistada de longe dobrando quarteirões, pronta pra ter o encontro dos sonhos. Abertura do Seven Hours After Violet A banda composta pelo baixista Shavo Odadjian, vocalista Taylor Barber, guitarristas Morgoth Beatz e Scarypoolparty, e o baterista Josh Johnson, abriram a casa pro público já agitado por si só apresentando faixas do seu álbum lançado este mês. O som pesado foi clássico, perfeito para introduzir uma performance estrondosa das meninas, podendo chamar até mesmo de boost considerando a pancada. O projeto solo de Shavo, do System of a Down, em suas próprias palavras “coisa favorita”, traz de volta suas raízes: linhas melódicas misturadas com um vocal rasgado, guitarras emaranhadas, uma bagunça muito bem organizada. A interação com os fãs foi uma troca carinhosa, Shavo agradecia as ovações em português liso: “Obrigado!” seguidos de um claro “Vocês são fodas”. Taylor também se pronunciou: “Amo vocês! Esta é minha primeira vez no Brasil! Vocês são incríveis!”. Além das figuras icônicas presentes da banda SHAV, mesmo sem poder avistarmos do local onde estávamos, a galera denunciava a presença de figuras conhecidas: o baixista e baterista do Black Pantera, João Gordo, Lucas Inutilismo. Mais tarde, tomamos conhecimento de que Lucas Silveira, da Fresno, acompanhava sua filha, assim como a filha de Edu Falaschi também curtia o show. BABYMETAL Pontualmente às 21h, no telão, a apresentação já conhecida por todos com a clássica frase do Star Wars, “A long time ago in a heavy metal galaxy far, far away…” introduziu o público ao universo do deus raposa. A entrada de Su-metal, Momometal e Moametal gerou um surto histérico, o chão tremia, as mãos levantadas ao ar para filmar a entrada das meninas cobria a vista de uma pessoa de 1,59 metros de altura (de acordo com desta com quem vos fala). Uma verdadeira loucura! A faixa “Babymetal Death” anunciava o início do fim (dos tempos mesmo, parecia um estrondo) onde cada uma se introduziu ao som ritualístico. Agora um plus curioso sobre essa faixa em específico: “o nome seguido da palavra “death” também pode ser ouvido como o onorífico desu (partícula que adiciona formalidade à sentença” – acrescenta a tradutora Marjory Rebelo. Tal trocadilho é comum e visto em outras mídias como no anime Senki Zesshou Symphogear pela personagem Kirika Akatsuki, representando o sub gênero symphonic metal, onde a todo momento acrescenta death no final das frases como afirmativo, além de portar o número 4 como seu símbolo, que também pode ser lido como Shi (Death). Logo, Pa Pa Ya tirou a pista do chão e a impressão que ficava era que a Audio ia decolar a qualquer momento, e não era nem a segunda música! Eram inúmeras as pessoas tirando suas camisetas e girando-as no ar. Isso e um jogo do Corinthians não tinha diferença alguma, pessoas vestindo vermelho, preto e branco alucinadas pelo seu ídolo em “campo”. Em outro momento, ao apresentarem “METALI!!” – sua primeira música lançada com a nova formação e com participação inédita de Tom Morello – a galera arrancou um sorriso sincero de Su-metal e Moametal ao acompanharem o pré refrão da música anunciado pela Momometal. Foi um grito estrondoso, potente, uníssono, lindo de se ver. METALI pic.twitter.com/HI8jN922Ov — Lusca (@spluscaa) October 22, 2024 Monochrome também marcou a noite com um mar de luzes a pedido de Su. Se tratando de uma faixa mais melódica, sentimental, foi possível apreciar o doce vocal da líder em meio aos adlibs arrepiantes. Nesse momento, ontem no show do babymetal, eu tava me desgraçando de chorar pic.twitter.com/SyjUoMqEOQ — Patione New Horizons (@_patione) October 22, 2024 Um fenômeno Sem explicações, a mídia se espantou com a grandiosidade desse grupo. Como elas lotaram uma casa? Onde estavam esses fãs? Porque fazem tanto sucesso? As respostas são mais simples do que parece. O conceito do grupo promete uma experiência completa, sem pender para nenhum lado, deixando de lado os rótulos e se apegando ao universo criado. “This ain’t heavy metal, welcome to the world of BABYMETAL” – trecho da faixa “FUTURE METAL” de seu álbum GALAXY METAL. A música japonesa sempre foi vista como o outro, sem esforço a mídia ocidental apresenta tudo como música de anime ou j-pop. Isso é fruto da falta de familiaridade e não vou culpar ninguém disso. Existe uma comunidade extremamente ativa no Brasil dedicada ao mercado musical japonês. Seus artistas estão sempre denunciando a falta de expressão do indivíduo e a normatividade. Os códigos de vestimenta, formalidade, escalas de trabalho e padrões são exaustivos e a juventude reage contra. (Ei, a gente vê algo parecido em outros países, não?) Compartilhando o sentimento de rebeldia ou do ser “diferente” (o que de longe é uma ofensa) em comum, o jovem brasileiro acha conforto na diversidade dos artistas japoneses, mesmo conforto que

Ghost: Filme Rite Here Rite Now ganhará lançamento físico em dezembro
Depois de um desempenho recorde no Top 10 das bilheterias mundiais e de uma estreia em streaming global arrebatadora em junho deste ano, o Ghost acaba de anunciar o lançamento físico do filme Rite Here Rite Now para o dia 06 de dezembro. Rite Here Rite Now já está disponível para pré-venda em DVD, Blu-ray, 4K e VHS – para transmissão no Veeps e para compra ou aluguel antes de seu lançamento digital em 28 de outubro via iTunes e Amazon. O filme captura todas as músicas tocadas durante as duas noites esgotadas do Ghost no Kia Forum, Los Angeles, Estados Unidos – incluindo faixas que não estão presentes na trilha sonora de Rite Here Rite Now – e prova ser muito mais do que um mero filme de show: cenas impressionantes da apresentação são entrelaçadas com uma narrativa que retoma os enredos de série da banda. Mais informações em ghost-official.com. Via: Rockbizz

Robert Smith revela pior disco do The Cure na sua opinião
Para promover o aguardado Songs of a Lost World, que será lançado em 1º de novembro, Robert Smith, vocalista do The Cure foi entrevistado por Matt Everitt, apresentador da BBC 6 Music (via Loudersound). Em dado momento, Smith montou uma playlist com músicas que tinham relação com o novo trabalho da banda e também revelou qual o álbum que ele menos gosta da discografia do The Cure. Smith revelou que “Before There” é sua música favorita do homônimo The Cure, lançado em 2004. Ele também revelou que o disco é o que menos gosta da banda (via TMDQA): “O álbum The Cure é provavelmente meu álbum menos favorito que fizemos. Não gosto de algumas coisas, é o único álbum que não acho que funcione. ‘Before Three’ é uma boa música, provavelmente funcionaria.” The Cure – Songs of a Lost World AloneAnd Nothing Is ForeverA Fragile ThingWarsongDrone:NodroneI Can Never Say GoodbyeAll I Ever AmEndsong LEIA TAMBÉM: The Cure: Robert Smith fala sobre os próximos passos da banda Via: WikiMetal

Os 10 discos mais decepcionantes de todos os tempos, de acordo com a Rolling Stone
Recentemente, a Rolling Stone divulgou uma lista para elencar os 50 discos mais decepcionantes da história. O principal critério usado foi, discos que tinham grandes expectativas antes de serem lançados, mas que não comoveram os fãs. Vale dizer também que necessariamente não são os piores discos dos artistas presentes na lista. A lista completa, com a explicação para cada disco, você pode conferir aqui. Discos de rock e metal presentes no Top 50 Grandes bandas do gênero figuraram na lista. The King of Limbs do Radiohead ocupou a 49ª posição, Já Draw the Line do Aerosmith e Songs of Innocence do U2 pegaram o 44º e o 42º lugar respectivamente. O Black Sabbath também apareceu na lista com Technical Ecstasy que ficou na 34ª posição. Já The Final Cut do Pink Floyd figurou em 29º no ranking. Van Halen e AC/DC também estiveram presentes, com Balance e Flick Of The Switch, que ocuparam, respectivamente, o 27º e o 12º lugar na lista. Top 10 discos mais decepcionantes 10. Michael Jackson – Invincible (2001)9. Yes – Tales from Topographic Oceans (1973)8. Stevie Wonder – Stevie Wonder’s Journey Through “The Secret Life of Plants” (1973)7. Beach Boys – Smiley Smile (1967)6. Bruce Springsteen – Human Touch (1992)5. Guns N’ Roses – Chinese Democracy (2008)4. David Bowie – Tonight (1984)3. Bob Dylan – Self Portrait (1970)2. The Rolling Stones – Their Satanic Majesties Request (1967)1. John Lennon – Some Time in New York City (1972) LEIA TAMBÉM: Vendas de discos de vinil caíram 33% em 2024, de acordo com a Billboard Via: WikiMetal

‘Hybrid Theory’, do Linkin Park: o álbum que consolidou o gênero nu metal
O disco Hybrid Theory foi o que iniciou a carreira cheia de sucessos do Linkin Park. O primeiro álbum ainda é o mais vendido da banda, chegando hoje à aproximadamente 30 milhões de cópias comercializadas. Muitos consideram que o Linkin Park foi a banda que fez com que o nu metal se consolidasse como gênero. Até Fred Durst, do Limp Bizkit, chegou a dizer isso para o vocalista Chester Bennington. Nada disso teria acontecido se não fosse pelo sucesso estrondoso de Hybrid Theory. Este é o álbum de estreia mais bem-sucedido do século XXI. Inclusive, trouxe ao Linkin Park um Grammy Award na categoria “Melhor Performance de Hard Rock” por “Crawling”, em 2002. Eles também concorreram nas categorias “Melhor Álbum de Rock” e “Revelação”. Na época, a Rolling Stone caracterizou o disco como “doze canções de fogo compactado, misturando metal alternativo, hip hop e arte de picape, que não podem ser separados”. Hybrid Theory se encontra na lista de 200 Álbuns Definitivos do Rock and Roll Hall of Fame. Além de ter completado 200 semanas na lista Top 200 da Billboard. O que o Linkin Park fez com o Hybrid Theory foi pegar as referências de bandas como o Korn, Rage Against The Machine e Faith No More e trazer uma virada de refrões pegajosos e berros angustiados. Os vocais sofridos e cheios de raiva de Chester Bennington, com um quê grunge que o levaria, anos depois, a assumir o posto no Stone Temple Pilots, casados perfeitamente com os raps de Mike Shinoda. Guitarras distorcidas e power chords que se entrelaçam com o groove do baixo, ambos somados aos samples eletrônicos, formando uma mistura até então inédita, como muito apelo comercial por causa da sonoridade pop intrínseca ao metal alternativo. Tematicamente, as letras tratam dos sofrimentos de jovens adultos tentando entender seu papel na vida. Chester coloca experiências pessoais com as drogas e abusos que sofreu durante a infância. O sucesso foi tanto que, anos depois, com a mudança no estilo do Linkin Park, muitos fãs pediam por um retorno aos tempos de Hybrid Theory. Mas, a banda tomou caminhos mais experimentais e que flertavam mais com o pop, tirando a pedrada The Hunting Party de 2014. Mesmo assim, o Linkin Park ainda teve 5 de seus discos como primeiro nas listas de lançamentos mais vendidos nos Estados Unidos. Com a morte de Chester Bennington, em 2017, a banda ainda completou mais 11 singles de platina, fechando o ciclo de sucessos iniciado com Hybrid Theory em 2000. LEIA TAMBÉM: Sepultura: ‘Chaos A.D.’ e a brasilidade no metal Via: WikiMetal

Orbit Culture colocou o Knotfest Brasil para fazer mosh pit épico
No último sábado, dia 19 de outubro, aconteceu o primeiro dia do Knotfest Brasil 2024, com shows de peso como Mudvayne, Amon Amarth, Meshuggah, DragonForce, Orbit Culture, Ratos de Porão, Krisiun, Project46, Eminence, Kryour, Eskröta e os anfitriões Slipknot. Agitação do público foi o que não faltou no festival, apesar do frio e da chuva que fizeram questão de participar do evento. Quem teve uma resposta bastante positiva dos brasileiros foi a banda sueca Orbit Culture, que atacou os ouvidos alheios com um death metal curtido na tradição das terras congeladas da Suécia. Sem meias palavras, o Orbit Culture colocou o Knotfest Brasil para fazer mosh pit épico. A página oficial do evento no Instagram mostrou um pouquinho qual foi o efeito do quarteto na plateia brasileira. Veja: Para este ano, o Orbit Culture ainda tocará no Chile e México em promoção ao álbum Descent, de 2023. Depois disso, o grupo retornará aos palco somente no fim de janeiro de 2025, com uma tour pelo Reino Unido. Via: Rockbizz

Black Sabbath libera clipe remasterizado de The Hand That Rocks The Cradle
O Black Sabbath liberou o clipe remasterizado de The Hand That Rocks The Cradle. A canção está no repertório do álbum Cross Purposes, décimo sétimo registro de estúdio da banda, o qual saiu em janeiro 1994. Veja: E por falar em Black Sabbath da era Tony Martin, o box Anno Domini 1989-1995 saiu no final de maio e traz os álbuns Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994) e Forbidden (1995) remasterizados. É importante explicar que o trabalho está disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e conta com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. Anno Domini 1989-1995 inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Track listing de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: Rockbizz

Metallica vai tocar na Austrália e Nova Zelândia com o Evanescence
O Metallica vai tocar na Austrália e Nova Zelândia com o Evanescence e o Suicidal Tendencies em novembro de 2025. O giro, que será ainda em promoção ao álbum 72 Seasons, passará por cidades como Perth, Adelaide, Melbourne, Brisbane, Sydney e Auckland. Em nota, o Metallica informou: “É o anúncio que queríamos fazer há muito tempo! Estamos muito felizes por termos garantido um retorno à Austrália e Nova Zelândia em novembro de 2025. Nós vamos aos estádios desta vez e estamos ansiosos para visitar algumas de nossas cidades favoritas no mundo. Para esta turnê, teremos a presença dos nossos antigos amigos do Suicidal Tendencies e dos nossos novos amigos do Evanescence. Será a reunião da família Metallica que estávamos esperando, e mal podemos esperar para comemorar com vocês no ano que vem”. As datas da turnê são as seguintes: Novembro– 01 – Optus Stadium, Perth, WA– 05 – Adelaide Oval, Adelaide, SA– 08 – Marvel Stadium, Melbourne, VIC– 12 – Suncorp Stadium, Brisbane, QLD– 15 – Accor Stadium, Sydney, NSW– 19 – Eden Park, Auckland, NZ Via: Rockbizz

Rudy Sarzo acha que Sharon Osbourne deveria ser homenageada no Rock And Roll Hall Of Fame
No último sábado, dia 19 de outubro, Ozzy Osbourne foi eternizado como artista solo no Rock And Roll Hall Of Fame. A cerimônia de empossamento aconteceu no Rocket Mortgage Fieldhouse em Cleveland, Ohio, Estados Unidos, com a presença dos familiares e amigos próximos do cantor inglês. Na esteira da homenagem a Ozzy, o ex-baixista do Madman, Rudy Sarzo, concedeu uma longa entrevista ao podcast BadBrad e comentou que Sharon Osbourne, esposa e empresária do Príncipe das Trevas, deveria ser homenageada no Rock And Roll Hall Of Fame, também. “De alguma forma, essa introdução deveria ser compartilhada com Sharon, porque se não fosse por Sharon, isso não aconteceria”, disse Sarzo. “Ela o manteve vivo e no topo”, continuou o músico. “Desde o ponto em que entrei para a banda até o resto de sua trajetória, Ozzy não estaria aqui para receber esse prêmio se não fosse pela Sharon”, completou Rudy. Assista o bate-papo na íntegra logo aqui: Como sua saúde está frágil, devido problemas na coluna, pescoço e Parkinson, Ozzy não pôde fazer suas peripécias no palco do Rock And Roll Hall Of Fame. Sendo assim, ele contou com o apoio de vários amigos como os guitarristas Zakk Wylde, Andrew Watt, Steve Stevens e Wolfgang Van Halen, o baixista Robert Trujillo (Metallica) e o baterista Chad Smith (Red Hot Chili Peppers). Além deles, Billy Idol, Maynard James Keenan (Tool) e Jelly Roll emprestaram as suas vozes para homenagear o Madman. Veja nos players abaixo alguns registros da festa: Via: Rockbizz

Jinjer revela detalhes do novo álbum Duél
A banda ucraniana Jinjer revelou detalhes do novo álbum Duél, o qual sairá em 07 de fevereiro de 2025 pela Napalm Records. Duél será o sucessor de Wallflowers, que vislumbrou a luz do Sol em agosto de 2021. Duél contou com a produção, masterização e mixagem de Max Morton, profissional que já assinou obras de nomes como Sunrise, Ignea, Stilverlight, entre outros. Como uma prévia ao novo disco, o quarteto, que conta com os trabalhos de Tatiana Shmayluk (vocal0, Roman Ibramkhalilov (guitarra), Eugene Abdukhanov (baixo) e Vladislav Ulasevich (bateria), liberou o videoclipe de Kafka. Assista: Track listing de Duél: 01. Tantrum02. Hedonist03. Rogue04. Tumbleweed05. Green Serpent06. Kafka07. Dark Bile08. Fast Draw09. Someone’s Daughter10. A Tongue So Sly11. Duél Via: Rockbizz

O rock resiste no interior do Brasil: show do Supla encerra Festival Suíça Bahiana
Texto por Raissa Carvalho Há quem diga por aí que o “rock nacional morreu”, mas a verdade é que ele resiste e encontra um público fiel para além das grandes capitais e shows internacionais no Allianz Parque. O último dia da 10ª edição do Festival Suíça Bahiana foi uma bela prova disso, trazendo resistência, regionalidade e uma juventude disposta a aproveitar gêneros musicais pouco ofertados pela grande mídia. Quem compareceu ao Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima no domingo, teve a oportunidade de curtir bandas de alta performance. Destaque, em primeiro lugar, para a banda Drenna (RJ), que se apresentou no meio da tarde e encontrou um público ainda tímido, mas que rapidamente se rendeu ao vocal potente da cantora e guitarrista Drenna Rodrigues. Potência também foi marca do Clube dos Patifes, a banda de Feira de Santana (BA) é referência regional quando o assunto é a mistura do rock com o blues e presenteou quem os assistia com músicas do seu mais recente projeto: Macumba. A presença do atabaque, do saxofone e do cheiro de alfazema apresentou ao público o gênero chamado pelo grupo de “Candoblues”. Os filhos da casa deram orgulho à cena Com 12 anos de estrada e um som que nasce da união do Hardcore com o Baião, a banda local Dona Iracema puxou a primeira roda-punk do festival. Letras que abordavam pautas políticas complexas somadas à energia e carisma de Balaio, a vocalista da banda, formaram o combo perfeito para fazer o público suar e vibrar na frequência do “caatincore”. Outra banda de Vitória da Conquista que fez a Suíça Bahiana pegar fogo foi a Cama de Jornal. E não por acaso! O grupo é veterano e está há mais de 23 anos levando punk rock para o sertão baiano. O resultado não poderia ser outro, enquanto a geração mais velha cantava empolgada cada letra de música, a mais nova pulava e se divertia com o som que acabava de conhecer. Destaque para a roda-punk apenas com mulheres puxada pela banda no meio do show. O que o Supla tem? O molho! A atração mais esperada do dia era sem dúvidas o show do Supla e Os Punks de Boutique. E toda a expectativa foi recompensada com uma apresentação que entregou o melhor do Papito: muita energia, diversão, presença de palco e conexão com o público. Quem estava presente se sentiu muito próximo do cantor e curtiu a última banda do dia com a disposição de quem curte a primeira. Durante o show, Supla utilizou das artimanhas do teatro para apresentar as suas músicas mais novas, fez uma versão punk rock de alguns clássicos famosos e até dividiu o palco com um cachorrinho misterioso que insistia em participar. Por fim, ficou uma mensagem: a lenda do punk rock nacional está vivíssima! A 10ª Edição do Festival Suíça Bahiana – A Conquista do Mundo foi uma realização da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista com o Coletivo Suíça Bahiana. Além de um line-up diversificado, o evento contou com a entrada gratuita, dois palcos, espaço kids, área gastronômica e uma feira de empreendedorismo. Via: WikiMetal

Coroner, lenda do thrash metal suíço, fará show no Brasil em 2025
O Coroner, lenda do thrash metal suíço, fará show no Brasil em 2025! A festa metálica rolará no dia 30 de março, domingo, no Santo Rock Bar, em Santo André, São Paulo. Formada em Zurique, Suíça, em 1983, o Coroner rapidamente se destacou pela combinação de agressividade thrash com uma abordagem técnica e progressiva, consolidando sua reputação como uma das bandas mais inovadoras do gênero. Com álbuns como R.I.P. (1987), Punishment for Decadence (1988) e Mental Vortex (1991), o grupo ganhou o status de Rush do Thrash Metal graças aos seus riffs complexos, arranjos intricados e solos técnicos. Após um hiato iniciado em 1996, a banda retornou aos palcos em 2010, fazendo apresentações esporádicas ao redor do mundo e mantendo seu status cult. Atualmente, o conjunto é composto por Tommy Vetterli (guitarra), Ron Royce (vocal e baixo) e Diego Rapacchietti (bateria). SERVIÇOCoroner em Santo AndréData: 30 de março de 2025 (domingo)Local: Santo Rock BarEndereço: Av. Firestone, 1340 – Casa Branca, Santo André – SP, 09115-390Produção: Dark DimensionsAbertura da casa: 18hInício do show Coroner: 20hClassificação Indicativa: +18 Link direto em https://www.ddtickets.com.br. Sujeito a alteração no valor do ingresso conforme virada do lote. Ingressos promocionais válidos mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. Pontos de Venda (sem taxa de serviço – pagamento em dinheiro): Santo Rock Bar. Ou diretamente com a produtora via Pix à vista pelo WhatsApp: 11 994697487. Via: Rockbizz

Documentário sobre a vida de Paul Di’Anno será lançado em 2025
O diretor e produtor, Wes Orshoski revelou que o desenvolvimento do documentário oficial sobre a carreira e a vida de Paul Di’Anno — que nos deixou na última segunda-feira, 21 —, está previsto para ser lançado no início de 2025, durante a temporada de festivais de cinema. Orshoski foi co-diretor e produtor dos documentários aclamados como “Lemmy” (2010), sobre o lendário frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister e “The Damned: Don’t You Wish That We Were Dead” (2015), sobre os ícones do punk rock The Damned. Ao ser informado sobre o falecimento de Di’Anno, Wes usou o Instagram para oferecer condolências e comentar sobre a produção do documentário. “Dia muito triste. Como muitos sabem, eu estava trabalhando em um documentário sobre Paul nos últimos anos, pois ele estava lutando para se reerguer – literalmente, emocionalmente e profissionalmente. Obviamente, é muito triste que isso tenha terminado dessa forma”, escreveu. O diretor também expressou gratidão ao músico por permiti-lo acompanhar proximamente as adversidades e as superações da vida e da carreira nos últimos anos. “Sou muito grato pelas experiências e oportunidades que tive com Paul, e por causa de Paul. E aprendi muito com ele”. De acordo com Wes, o projeto audiovisual sobre Paul Di’Anno está previsto para o início de 2025, com estreia em festivais de cinema. “Estou muito animado para que os fãs do Maiden o vejam. Quando o filme for lançado, vocês verão como a vida dele foi difícil na última década e como ele lutou para mudá-la. Talvez ele tenha finalmente encontrado a paz”, revelou. Paul Di’Anno sobre o documentário Em agosto, Paul Di’Anno concedeu entrevista a George Dionne, da KNAC.com, e destacou a confiança que tem em Orshoski para retratar sua vida profissional e pessoal. “Wes é um bom amigo nosso. Ele fez o documentário de rock do Motörhead. Ele também fez o The Damned. E ele é um cara legal. Estamos planejando isso há alguns anos. […] Eu confio em Wes. Ele me colocou em todos os tipos de situações estranhas. Ele até queria entrar e filmar a operação. E eles disseram: ‘Não’”., comentou o músico. Na ocasião, Paul revelou que o filme vai exibir os pontos altos e baixos que experienciou durante as seis décadas de vida. “[Vai mostrar] tudo. Mas você verá a determinação às vezes e o desespero. E ele passa por uma série de emoções e outras coisas. É um pouco estranho”. Paul Di’Anno faleceu em casa, aos 66 anos, na manhã de segunda-feira, 21 de outubro. LEIA TAMBÉM: Paul Di’Anno, ex-vocalista do Iron Maiden, morre aos 66 anos Via: WikiMetal

Napalm Death, Krisiun e Ratos de Porão prometem destruição sonora com show em Curitiba
Nesta sexta-feira, 25 de outubro, Curitiba terá uma noite memorável para os amantes do metal extremo. Os britânicos do Napalm Death irão dividir palco com os gigantes do cenário brasileiro, Krisiun e Ratos de Porão. Um evento histórico que promete ferver o público no CWB Hall. A abertura da noite contará com as bandas Ethel Hunter e Manger Cadavre? A banda britânica retorna após um show que quebrou recorde de público na capital paranaense em 2023. Tanto Ratos de Porão quanto Krisiun também sempre encontram plateias volumosas quando tocam na capital paranaense. O grupo britânico Napalm Death surgiu em Birmingham, no início dos anos 1980, e mudou o mundo com uma maneira única e extrema de fazer música. Contemporâneos, o Ratos de Porão teve efeito similar no cenário brasileiro. Do lado mais metal, o Krisiun cresceu como um gigante a partir dos anos 1990, e hoje é um dos principais nomes do cenário mundial. Confira o cronograma:17h00 – (abertura dos portões)17h30 – Ethel Hunter18h30 – Manger Cadavre?19h30 – Ratos de Porão20h50 – Krisiun22h10 – Napalm Death Apesar da grande procura, ainda há ingressos disponíveis pela Bilheto, a partir de R$ 200, mais taxa administrativa, com possibilidade de parcelamento. Napalm Death Uma das mais importantes bandas do metal extremo, o Napalm Death surgiu nos anos 1980 como uma banda punk, que evoluiu sua música em níveis ultrassônicos, apostando na velocidade desenfreada da bateria e gritos ininteligíveis. Com uma receita musical ousada, o grupo se tornou a mais importante referência do estilo que se consolidou desde então: o grindcore. Álbuns como Scum (1987) e From Enslavement to Obliteration (1988) alicerçaram toda uma cena. Todavia, a banda jamais deixou de ousar e testar novas sonoridades. Na entrada dos anos 1990, flertaram com o death metal cascudo, com o groove metal e até mesmo com o rap, e entraram no atual milênio com uma sonoridade revigorada, com clássicos como Enemy of the Music Business (2002) e The Code is Red… Long Live the Code (2005). O Napalm Death, nos últimos 35 anos, lançou 17 álbuns de estúdio, sendo o mais recente, Throes of Joy in the Jaws of Defeatism (2020), além do EP Resentment Is Always Seismic – A Final Throw of Throes (2022), que surpreendem ao evidenciar ainda mais sonoridades amplas que elevam o som do grupo para outro patamar. As atrações brasileiras O Krisiun, de origem gaúcha, ascendeu nos anos 1990 e conquistou o mundo executando um brutal death metal bastante veloz e técnico; atualmente, estão na estrada divulgando o disco Mortem Solis. O Ratos de Porão dominou o mundo, se tornando uma referência e influência para todas as bandas de punk/hardcore e metal de todos os cantos do planeta. Com mais de 40 anos de estrada, tem em Necropolítica o mais recente disco. Quem comparecer também terá o privilégio de conferir dois nomes em ascensão no cenário brasileiro atual: os paulistas do Manger Cadavre? apostam em uma mescla de metal, hardcore e crust com muito peso e agressividade, sempre apresentando uma evolução feroz em seus trabalhos de estúdio e muita força ao vivo. A banda curitibana Ethel Hunter – com dez anos de estrada – abre a noite, apostando no death metal clássico. A banda, que já dividiu palco com importantes grupos internacionais, planeja o lançamento de um novo disco em breve. Serviço Napalm Death, Ratos de Porão e Krisiun em CuritibaAbertura: Manger Cadavre? e Ethel HunterData: 25 de outubro de 2024 (sexta-feira)Local: CWB HallEnd.: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado VelhoHorário: a partir das 16hIngressos: a partir de R$ 200, mais taxasVenda online/Informações: https://www.bilheto.com.br/comprar/2147/napalm-death LEIA TEMBÉM: Ratos de Porão faz show aloprante em Porto Alegre Via: WikiMetal

Eddie Van Halen foi corajoso até o último minuto, segundo seu irmão Alex
Alex Van Halen acaba de lançar a autobiografia Brothers, com memórias da banda e da família. Recentemente ele deu uma entrevista ao The New York Times falando sobre a decisão de escrever sobre sua vida. O livro é descrito como “relato íntimo e aberto – nada como qualquer livro de memórias de rock and roll que você já leu”. Nele explora a importância da banda formada junto ao irmão Eddie Van Halen, que morreu de câncer em 2020. Após a morte do irmão, Alex ficou recluso por um período, e agora relata o motivo de ter escrito o livro: “Para adicionar um pouco mais de profundidade à compreensão do que Ed era. Quando você está no centro das atenções, as pessoas tendem a falar por você. Eu queria lembrar às pessoas que Ed não era uma mercadoria. Ele era um ser humano complexo .” Alex Van Halen e seu irmão Eddie Durante a entrevista Alex pontua que no livro escreveu tanto momentos bons quanto ruins, já que via o irmão como um ser humano complexo. E ao contrário de muitos artistas que só querem contar as glórias, pontuou: “Se você vai contar a história, deve dar espaço igual ao bom e ao ruim, porque o bom não faz sentido sem ter o ruim.” Sobre a luta do irmão: “Eu sei que isso soa como bobagem filosófica.” E ainda acrescentou: “Mas eu realmente queria enfatizar o fato de que Ed foi corajoso até o último minuto. No final das contas, ele não tem nada do que se envergonhar. E eu gostaria que ele estivesse aqui e que eu pudesse dizer: ‘Ed, vamos tentar mais uma vez. Porque eu sei que ele tinha isso dentro dele.” O livro Brothers de 240 páginas sairá em três formatos: capa dura padrão, capa dura autografada de luxo e um audiolivro narrado Alex Van Halen. Este último conta com uma música inédita composta por Eddie e Alex intitulada “Unfinished”, a última música que a dupla escreveu juntos. LEIA TAMBÉM: Van Halen pode lançar novas músicas com utilização de IA Via: WikiMetal

‘Arcane Season 2’ contará com “Come Play” de Tom Morello
Tom Morello, grande guitarrista do Rage Against The Machine, terá o seu single “Come Play” utilizado na trilha sonora de Arcane Season 2, série ambientada no universo do jogo League Of Legends (Riot Games). A música traz uma mistura um tanto quanto diferenciada para o seu tipo de som, visto que a faixa conta com a participação da banda de K-Pop Stray Kids e da rapper de Porto Rico, Young Miko. Morello incorpora em seu single os riffs já tão bem conhecidos e pesados, distorções, energia do K-pop e ousadia latina, que fazem com que a faixa entre na egrégora da série e combine com seu universo. A série, que está prevista para ser lançada ainda esse ano, em novembro pela Netflix, conta ainda com grandes nomes em sua trilha sonora, como Mike Shinoda e Emily Armstrong (Linkin Park), Twenty One Pilots, Ashnikko, Stromae, Marcus King, entre outros. As músicas foram criadas e desenvolvidas especialmente para a série, para dar ainda mais destaque nos momentos mais importantes. Curiosamente, muitos dos artistas que tem suas faixas na série, são jogadores de League Of Legends nas horas vagas e já colaboraram anteriormente com a Riot Games. Top Global do Spotify Conhecida por incluir músicas de grandes nomes em sua trilha sonora, Arcane contou com “Enemy” do Imagine Dragons na Season 1 que esteve no Top Global do Spotify, sendo uma das músicas mais ouvidas da plataforma. Se a primeira temporada da série já contou com nomes de peso na trilha e um enredo de tirar o fôlego, nos emocionando, imagine o que virá nesta segunda temporada. Ouça agora “Come Play”: Confira o Trailer oficial da segunda temporada: LEIA TAMBÉM: Dave Grohl dedica “Times Like These” a Tom Morello em show na Polônia Via: WikiMetal

Linkin Park vai lançar “Over Each Other”, na quinta-feira, 24
Joe Hahn, Dj do Linkin Park, divulgou nas redes sociais, imagens dos bastidores do novo videoclipe da banda “Over Each Other”, que será lançado na próxima quinta-feira, 24 de outubro. Hahn foi o responsável por dirigir o clipe gravado em Seul, na Coreia do Sul. O músico revelou que poder produzir um projeto audiovisual no país asiático sempre foi um desejo. “Era um sonho meu dirigir um projeto na Coreia um dia e isto aconteceu. Nós abraçamos o caráter coreano de tudo e fizemos com que pareça um K-drama. […], Estou ansioso para compartilhar [o clipe] na próxima quinta-feira”, afirmou. As gravações aconteceram dias após o show do Linkin Park realizado em Seul, no dia 28 de setembro. “Algumas noites depois do nosso show, Emily Armstrong e eu ficamos na cidade para gravar o nosso próximo videoclipe ‘Over Each Other’”, completou. Vale destacar que Joe Hahn também dirigiu os videoclipes “Numb”, “From The Inside”, “What I’ve Done”, “Somewhere I Belong” e “The Emptiness Machine”. Álbum From Zero Além de “Over Each Other”, as duas faixas lançadas anteriormente, “The Emptiness Machine” e “Heavy Is The Crown”, fazem parte da nova fase do Linkin Park com o álbum From Zero, que será lançado no dia 15 de novembro. O disco será a primeira obra da banda com Emily Armstrong comandando os vocais. LEIA TAMBÉM: Metallica e Linkin Park serão headliners do Sick New World 2025 Via: WikiMetal

Ringo Starr retorna ao country em seu novo álbum ‘Look Up’
Ringo Starr está de volta à música country no seu novo álbum Look Up, produzido e co-escrito por T-Bone Burnett. Será lançado a 10 de janeiro de 2025, mas a faixa “Time On My Hands” já se encontra disponível. O álbum será composto por 11 inéditas e foi gravado mais cedo, este ano, em Nashville e Los Angeles, nos Estados Unidos. De acordo com o Consequence Sound, a ideia nasceu através de um encontro ao acaso com o músico T-Bone Burnett, em um evento em Los Angeles, em 2022. No encontro, Starr teria pedido a Burnett para que lhe escrevesse uma música para o seu projeto que ele estava gravando na altura, mas para surpresa do mesmo, T-Bone retornou com 9 músicas baseadas no country criando, assim, a base para o álbum. Look Up será o seu primeiro disco country desde Beaucoups Of Blues (1970) e terá Daniel Tashian e Bruce Sugar como co-produtores. Billy Strings, Molly Tuttle e Alison Krauss também irão fazer múltiplas aparições no álbum, juntamente com Lucius e Larkin Poe. Starr comenta que sempre foi fã de música country e que na altura em que pediu a T-Bone para que lhe escrevesse uma música ele “não pensava que fosse uma música country”, segundo o Consequence Sound. A ideia original de Ringo era de lançar um EP de country, mas quando Burnett trouxe 9 músicas ao invés de uma, ele “sabia que tinham de fazer um álbum.” Burnett revela sempre ter gostado de Ringo Starr “desde que se lembra”: “Ele mudou a forma de tocar de todos os bateristas depois dele. E ele sempre cantou um rockabilly de matar, como também ser um cantor de baladas de partir o coração. Conseguir fazer música com ele é a realização de um sonho de 60 anos que venho vivendo.” Para celebrar o lançamento do álbum, Ringo Starr tocará no Ryman Auditorium de Nashville nos dias 14 e 15 de janeiro de 2025. Confira aqui o vídeo oficial da faixa “Time On My Hands”, a capa do álbum e a sua track list: Ringo Starr – Look Up01. Breathless 02. Look Up 03. Time on My Hands 04. Never Let Me Go 05. I Live for Your Love 06. Come Back 07. Can You Hear Me Call 08. Rosetta 09. You Want Some 10. String Theory 11. Thankful LEIA TAMBÉM: “Beatles teriam feito menos discos, não fosse Paul McCartney” afirma Ringo Starr Via: WikiMetal

“Chester Bennington se juntou à força-tarefa de tráfico de pessoas e morreu de forma suspeita”, diz filho do cantor
Nos últimos tempos, o filho de Chester Bennington, Jaime, vem dando o que falar e disparando impropérios aos integrantes do Linkin Park e fazendo comentários delicados sobre seu pai. A nova bizarrice dita pelo moleque foi que Chester Bennington se juntou à força-tarefa de tráfico de pessoas, o que o levou a morrer de forma suspeita. Em entrevista ao site Bored Panda, Jaime falou que cortou laços com sua família após a morte de seu pai, pois tem visões controversas sobre o falecimento do cantor. No bate-papo, o rapaz também mencionou uma reunião entre o Linkin Park e o ex-presidente Bill Clinton em 2014. Ele disse que nesse encontro com a família Clinton, Chester se juntou a uma força-tarefa de tráfico de pessoas e que existe tramoia em torno da morte de seu pai. “Você não anda com os Clintons a menos que esteja trabalhando em algo para eles ou com eles”, afirmou Jaime. “Apenas um mês após se encontrar com os Clintons em Portugal, Chester se juntou à força-tarefa de tráfico humano do Orange County District Attorney (OCDA). Depois disso, houve uma farsa sobre a morte de Chester”, destacou. Jaime finalizou colocando em dúvida a forma como seu pai morreu. “Se ele morreu por suicídio, então ele foi empurrado para isso por conta do ambiente em que estava. Se Chester morreu por suicídio de verdade, ele foi empurrado para isso por todos que estavam ao seu redor”. É importante enfatizar que o filho de Chester Bennington não apresentou nenhuma prova para certificar as suas convicções. Portanto, tudo o que o rapaz diz se encontra no campo das teorias conspiratórias e estapafurdismo, além disso, soa como birra de quem não tem autoridade pelo patrimônio artístico do falecido patriarca. Via: Rockbizz

Alex Van Halen libera versão completa de Unfinished, última música gravada com Eddie Van Halen
Alex Van Halen liberou a versão completa de seis minutos de Unfinished, última música gravada com seu irmão, o saudoso guitarrista Eddie Van Halen. Em setembro, foi noticiado que a última música que os irmãos escreveram e gravaram juntos seria incluída no audiolivro da nova biografia de Alex, intitulada Brothers, que acaba de chegar ao mercado pela HarperCollins. O baterista fez uma declaração rara e compartilhou suas motivações para escrever o livro. “Esta é minha homenagem ao meu irmão; minha maneira de dizer adeus”, disse ele. “Ed, eu te amo e sinto sua falta. Quando eu te ver de novo, vou te dar um chute!” Unfinished tem um ar mais sombrio e foi um afastamento marcante do som característico do Van Halen. Ouça abaixo: Via: Rockbizz

Sting anuncia três shows no Brasil com clássicos de sua carreira
O renomado vocalista e artista Sting vem ao Brasil para três shows no início de 2025. As performances confirmadas acontecem no Rio de Janeiro, no dia 14 de fevereiro, na Farmasi Arena, dia 16 em São Paulo, no Parque Ibirapuera e no dia 18 de fevereiro em Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski. A turnê Sting 3.0 passa pela América Latina com o músico sendo acompanhado pelo guitarrista Dominic Miller e o baterista Chris Maas. As vendas dos ingressos já estão disponíveis no site da Ticket Master. Via: WikiMetal