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Donita Sparks lembra show do L7 no Reading Festival em 1992: “Joguei absorvente no público”
O Reading Festival surgiu nos anos 1960 na Inglaterra com o objetivo de agitar a cena musical do país, agregando diferentes facetas do rock n’ roll. Do heavy metal clássico do Iron Maiden até o progressivo do Genesis, passando pelo psicodelismo do Hawkwind e o grunge do Nirvana, o evento já fez a alegria dos fãs e dos artistas que lá se apresentaram. Todavia, a banda de punk rock L7 não teve uma experiência agradável quando se apresentou no evento em 1992, em promoção ao platinado álbum Bricks Are Heavy. Batendo um papo com a revista Guitar World, Donita Sparks lembrou o show do L7 no Reading Festival em 1992. Ele contou: “A companhia aérea perdeu os nossos equipamentos, como nossos pedais e outras coisas. Nós recuperamos as nossas guitarras, mas os nossos pedais se perderam. Estávamos pegando coisas emprestadas de outras bandas. Quando você toca em festivais, você não faz um teste de som a menos que seja a atração principal. Nós não éramos a atração principal. Nós éramos a terceira banda ou algo assim. Enfrentamos muitas dificuldades no palco; tivemos muito feedback e diversos outros problemas. A coisa piorou ainda mais quando a plateia começou a nos jogar lama. Fizeram isso durante todo o nosso show. A lama nos acertaram e acertaram as nossas guitarras”. Donita completou: “Realmente pareceu uma agressão, então eu tirei meu absorvente e joguei no público. É estranho. É como se você fosse uma mulher no rock, você fosse uma minoria. Parecia que, mesmo que outras bandas também tenham sido atiradas lama nelas naquele dia, eu senti que havia um pouco de uma inclinação misógina nisso”. “A galera estava muito bêbada, incontrolável e violenta conosco. Não sei o que eu poderia ter feito, mas não íamos sair do palco. No final das contas foi uma decepção, porque estávamos muito ansiosas por aquele show”, concluiu. Assista neste link o momento em que Donita Sparks joga seu absorvente no público. Via: Rockbizz

Lou Gramm diz que o ego do atual vocalista do Foreigner está impedindo uma reunião da banda
Lou Gramm disse que o ego do atual vocalista do Foreigner, Kelly Hansen, está impedindo uma reunião da banda. Quando o Foreigner anunciou que estenderia sua turnê de despedida para o ano que vem, os integrantes sugeriram que Gramm poderia estar envolvido. Agora, durante entrevista com Eddie Trunk, da Sirius XM, o cantor falou sobre as conversas que teve com sua antiga banda, bem como o maior problema que impede uma reunião. “O empresário do Foreigner me perguntou se eu estaria interessado em fazer alguns shows com a banda”, confirmou Gramm. “Eles querem fazer uma turnê mundial, o que não me atrai. Não quero ficar 8 ou 10 meses sem ver meus filhos novamente”. Embora Gramm tenha rejeitado a ideia de uma turnê mundial, ele disse que “consideraria” uma turnê pelos Estados Unidos. Mesmo assim, o cantor teve suas hesitações. “Não tenho certeza de como me sinto sobre isso”, confessou Gramm. “Seria muito mais interessante para mim se fossem membros do Foreigner original com instrumentação aumentada, como outro guitarrista ou algo assim, em vez de sair com outra banda que se autodenomina Foreigner”. Gramm também foi informado de que cantaria “cerca de cinco músicas” por show com o Foreigner e que o atual vocalista Kelly Hansen cuidaria do resto do set. Quando Gramm começou a sugerir quais músicas gostaria de cantar, recebeu um choque de realidade. “Eu disse que gostaria de cantar Jukebox Hero. [O empresário do Foreigner] disse, ‘Não tenho certeza sobre isso’”, ele lembrou. “Eu disse, ‘Bem, eu definitivamente quero cantar I Want to Know What Love Is’. Ele disse, ‘Eu não acho, Lou’ … Então parece que ele conversou com Kelly sobre isso e que Kelly fez suas reivindicações em certas músicas”. Questionado se o empresário estava preocupado com a habilidade vocal de Gramm, o vocalista foi direto. “Não”, ele respondeu. “A preocupação deles [é] com o ego de Kelly”. Lou Gramm foi a voz nos maiores sucessos do Foreigner, incluindo Feels Like The First Time e Cold As Ice, do álbum de estreia de 1977, e músicas posteriores como Hot Blooded e I Want to Know What Love Is. O cantor deixou a banda em 2002. Via: Rockbizz

Metallica: James Hetfield faz avaliação sobre o som If Darkness Had a Son
O frontman do Metallica, James Hetfield, fez avaliação sobre o som If Darkness Had a Son, terceiro single do álbum 72 Seasons, que saiu em abril de 2023. A análise do músico foi durante recente conversa com Touch Tunes para o National Jukebox Day Artist Spotlight. Papa Het disse: “A frase ‘If darkness had a son, here I am’ estava no meu telefone há muito tempo. Eu só precisei colocá-la na música correta, e ela realmente se encaixou muito bem nesta música”. James arrematou: “Lars [Ulrich] criou um ótimo groove, e o riff está muito bem sincronizado com ele. Estou ansioso para que seja uma boa música ao vivo com uma grande multidão gritando Temptation, que é o refrão”. If Darkness Had a Son liderou a Hot Trending Songs dos Estados Unidos da Billboard e colaborou para que o disco, que é décimo primeiro registro de estúdio do grupo, vendesse mais de cem mil cópias. Produzido por Greg Fidelman com o guitarrista/vocalista James Hetfield e Ulrich, é o primeiro disco de inéditas desde Hardwired…To Self-Destruct, de 2016. Track listing de 72 Seasons: 01. 72 Seasons02. Shadows Follow03. Screaming Suicide04. Sleepwalk My Life Away05. You Must Burn!06. Lux Æterna07. Crown Of Barbed Wire08. Chasing Light09. If Darkness Had A Son10. Too Far Gone?11. Room Of Mirrors12. Inamorata Curta If Darkness Had a Son no player abaixo: Via: Rockbizz

Accept: Veja performances de Princess Of The Dawn e Fast As A Shark no Wacken 2024
O titã do heavy metal germânico, Accept, tocou na edição deste ano do festival Wacken Open Air, que rolou entre os dias 31 de julho e 03 de agosto no munícipio de Wacken, que fica ao norte da Alemanha. Para dar um gostinho do que aconteceu na apresentação do grupo, a página oficial do festival no YouTube, WackenTV, compartilhou as performances de Princess Of The Dawn, Teutonic Terror e Fast As A Shark. Veja: E por falar em Accept, o grupo irá, no final do ano que vem (2025), realizar uma turnê especial em celebração as suas cinco décadas de carreira. Durante entrevista ao canal Metal Journal, o guitarrista e líder da banda, Wolf Hoffmann, afirmou que os ex-integrantes Udo Dirkschneider e Peter Baltes serão bem-vindos na turnê de 50 anos. “Vai ser uma celebração enorme; vai ser uma grande surpresa com todos os convidados que teremos. Eu acho que vai ser completamente diferente de tudo que já fizemos antes, o que vai impressionar as pessoas. Udo Dirkschneider e Peter Baltes serão convidados a participar da turnê, mas não quer dizer que eles irão dar as caras. Temos que esperar para ver, mas todos serão convidados e serão bem-vindos, afinal, será uma retrospectiva de todos os 50 anos do Accept”. Via: Rockbizz

“Adoro que haja um forte DNA do Linkin Park em From Zero”, diz Mike Shinoda
Em bate-papo com o apresentador Kevan Kenney, do programa KROQ, Mike Shinoda disse que adora que haja um forte DNA do Linkin Park em From Zero. O novo disco da banda saiu no dia 15 de novembro pela Warner Records e se destaca por ser o primeiro registro do grupo com a vocalista Emily Armstrong e o baterista Colin Brittain. “Eu adoro que haja um forte DNA do Linkin Park no disco”, declarou Mike. “Ele realmente parece um álbum do Linkin Park”, pontuou. “Acho que From Zero tem uma parte que remete aos sons antigos, tem partes que remetem cada era da banda”, explicou. “Esta nova formação, com Emily e Colin, a música surgiu naturalmente e mostra o quanto nós estávamos nos divertindo em seu processo de criação”, completou. From Zero, que já passou da marca de vinte e cinco mil cópias físicas vendidas em todo o mundo, está fazendo bonito nas paradas dos Estados Unidos, Suécia, Itália, Alemanha e Holanda, ostentando os primeiros lugares dos charts. Já no Reino Unido, o disco alcançou a primeira posição, desbancando artistas pop como Ed Sheeran, Flo e Sabrina Carpenter. Track listing de From Zero: From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut The BridgeHeavy Is The CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things Go Via: Rockbizz

Cockney Rejects retorna ao Brasil com nova formação
Cockney Rejects confirmou três datas no Brasil para abril de 2025. Os shows serão realizados em Porto Alegre (17/04), Curitiba (18/04) e São Paulo (19/04). Com o anúncio da turnê, fãs foram surpreendidos com a presença de Michael Olga, guitarrista do Toy Dolls, na nova formação da banda inglesa. Além de Olga, a turnê conta com o fundador e membro remanescente do Cockney Rejects, Jeff ‘Stinky’ Turner. Também integram a nova fase da banda JJ Pearce (baixista) e Ray Bussey (baterista). Ingressos estão disponíveis nos sites Bileto e Fastix, os valores do 1º lote variam entre R$120 (meia-entrada) e R$ 360 (inteira). Serviço Porto Alegre Data: 17 de abril de 2025Local: OpiniãoIngresso: https://bileto.sympla.com.br/event/99982Meia Entrada | 1º Lote: R$ 120,00Inteira Solidária | 1º Lote: R$ 130,00 Curitiba Data: 18 de abril de 2025Local: Basement CulturalIngresso: https://fastix.com.br/events/cockney-rejects-em-curitibaMeia Entrada |1º Lote: R$ 140,00Inteira Solidária | 1º Lote: R$ 280,00 São Paulo Data: 19 de abril de 2025Local: Fabrique ClubIngresso: https://fastix.com.br/events/cockney-rejects-em-sao-pauloMeia Entrada |1º Lote: R$ 180,00Inteira | 1º Lote: R$ 360,00 A excursão da banda inglesa no Brasil é realizada pela Powerline Music & Books e Ataque Frontal. A última vez de Cockney Rejects no Brasil A última passagem dos ícones do street punk em território brasileiro aconteceu no Hangar 110, em São Paulo, dia 29 de abril de 2023. Tratava-se de uma turnê de despedida dos palcos, que teve a banda nacional Inocentes como ato de abertura. LEIA TAMBÉM: Toy Dolls: São Paulo vira karaokê em show de celebração de 40 anos Via: WikiMetal

Smith/Kotzen anuncia novo álbum e lança single “White Noise”
O Smith/Kotzen, projeto formado por Adrian Smith (Iron Maiden) e Richie Kotzen (ex-Poison, ex-Mr. Big), anunciou para o dia 07 de março de 2025, seu segundo álbum de estúdio, Black Light/White Noise pela BMG. O disco foi gravado em Los Angeles, no estúdio The House. Adrian e Richie foram os responsáveis pela produção, e a mixagem foi realizada por Jay Ruston. O primeiro single “White Noise” foi lançado nas plataformas digitais e também ganhou um clipe, onde é possível ver os músicos tocando ao lado do baterista Bruno Valverde (Angra) e da baixista Julia Lage (Vixen), que é esposa de Kotzen. Tanto Valverde como Lage estiveram em turnê ao lado dos dois na turnê realizada em 2022. Confira abaixo o clipe de “White Noise” e o pre-save do disco pode ser feito aqui. Adrian e Richie falam sobre o álbum Em nota (via Blabbermouth), é dito que Thin Lizzy, Jimi Hendrix, Prince, Cream, Free e Deep Purple foram as principais influências para o disco. “Estamos muito orgulhosos deste novo álbum. Ele segue nossa estreia e os EPs ao focar na colaboração em riffs, letras, harmonias e vocais. Há um DNA do Smith/Kotzen agora e é definitivamente algo que precisamos levar para a estrada. Fiquei satisfeito em trabalhar com meu amigo Jay Ruston na mixagem do álbum, sem falar da minha esposa Julia — que na verdade toca em White Noise, assim como em outras quatro faixas.”, declarou Kotzen. “Somos como uma família estendida agora. Temos um som e uma vibração e não acho que muitos artistas estejam fazendo o que fazemos — compartilhando os vocais e as guitarras. Isso me leva de volta àquelas bandas clássicas como Humble Pie e Cream — o que não é um lugar ruim para começar!”, comentou Smith. Smith/Kotzen – Black Light/White Noise Muddy WaterWhite NoiseBlack LightDarksideLife UnchainedBlindsidedWraithHeavy WeatherOutlawBeyond The Pale LEIA TAMBÉM: Adrian Smith do Iron Maiden elege sua música favorita da ‘The Future Pass Tour’ Via: WikiMetal

“Nunca estudei três ou quatro horas por dia; não queria ser um virtuoso”, diz Adrian Smith (Iron Maiden)
O fera das seis cordas Adrian Smith (Iron Maiden, Smith/Kotzen) concedeu uma entrevista ao Music Radar e ressaltou que nunca estudou três ou quatro horas por dia. O músico britânico foi além e enfatizou que não queria ser um virtuoso. “Você tem caras que tocam guitarra desde crianças, com aulas formais, praticando três ou quatro horas por dia. Bem, eu nunca fiz isso. Na verdade, eu queria estar em uma banda. Eu queria cantar, queria tocar e queria compor. Eu não queria necessariamente ser um virtuoso”. Adrian continuou: “Para mim, os guitarristas do Thin Lizzy, Brian Robertson e Scott Gorham, não eram realmente virtuosos; eles eram músicos de bom gosto, então era isso que eu sempre aspirei. Algo memorável, um pouco de melodia e sentimento, em vez de apenas técnica pura, o que eu respeito, mas é como matemática ou algo assim para mim”. “Se a técnica vem relativamente fácil para você, você pode se deixar levar por ela, porque ela consegue impressionar. Você pode impressionar sua namorada e impressionar todo mundo”, completou Smith. Para o deleite do público heavy metal, Adrian Smith conseguiu conquistar o que pretendia, profissionalmente, visto que deu vida a sons como Wasted Years, Flight of Icarus, Can I Play with Madness e Stranger in a Strange Land. Relembre e curta: Via: Rockbizz

Lacuna Coil anuncia shows no Brasil em 2025
O Lacuna Coil anunciou uma turnê pela América Latina em março de 2025 incluindo quatro shows no Brasil. As apresentações irão acontecer no dia 15 de março no Carioca Club (São Paulo), 16 de março no Tork N Roll (Curitiba), 18 de março no Mister Rock (Belo Horizonte) e 19 de março no Toinha (Brasília). Os ingressos já estão à venda no site do Clube do Ingresso. Além do Brasil, Cristina Scabbia e cia se apresentarão na Argentina, Chile, Colômbia e Honduras. A turnê será em divulgação do novo álbum de estúdio da banda italiana, intitulado Sleepless Empire, marcado para ser lançado no dia 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. O trabalho é o sucessor de Black Anima, lançado em 2019. Via: Rockbizz

David Gilmour (Pink Floyd) diz que não toca solos de guitarra rápidos porque não consegue
Há quem considere a velocidade um dos primeiros recursos para se tornar um bom guitarrista. Porém, há quem aborde as seis cordas de outra forma, com bases, frases e bends longos e lentos, para edificar as suas canções. Um bom exemplo disto é o icônico David Gilmour (Pink Floyd), que sempre usou o expediente mais contemplativo da guitarra. O músico, entretanto, disse, em entrevista ao produtor e YouTuber Rock Beato, que não toca solos de guitarra rápidos porque não consegue. David disse: “Eu não tinha o dom de uma velocidade enorme na guitarra. Houve anos, quando eu era mais jovem, que pensei que conseguiria isso se praticasse o suficiente. Mas isso nunca iria realmente acontecer”. “Eu meio que toco de forma intuitiva! Aí, ás vezes, eu acho que estou falando demais; então, é hora de parar e fazer algum solo”, completou aos risos. Para suprir a lacuna, Gilmour focou em um de seus pontos fortes, que é a capacidade de criar linhas melódicas cativantes e que grudam na cabeça do ouvinte no melhor estilo som chiclete. Na conversa, ele também comentou de onde vem esta característica de seu playing: “Nos anos 60, o The Shadows fazia um bom som, então, acho que venho de lá. Além do mais, no final das contas, eu só quero tocar uma música legal”. Assista a entrevista completa no tocador abaixo: Via: Rockbizz

CDs de Motörhead, Saxon e Uriah Heep são lançados em novas versões no Brasil
Motörhead, Saxon e Uriah Heep ganharam relançamentos de CDs no Brasil que chegam às lojas em novembro. Trata-se de uma parceria entre Wikimetal e Oporto da Música, que traz mensalmente discos de rock e metal nunca antes disponibilizados em CD ou de difícil acesso. Os álbuns estão disponíveis nas principais lojas e na Wikimetal Store. Motörhead teve dois de seus álbuns em nova edição: Overnight Sensation (1986), sendo este o primeiro a não ter o guitarrista Würzel e também o primeiro feito em trio desde Another Perfect Day (1983), além de Hammered (2002), marcado por temas mais sombrios, influenciada pelo 11 de setembro. Crusader (1984), do Saxon, é o sexto álbum da banda, e teve como inspiração para seu título o logotipo do jornal inglês Daily Express e o carro Cortina Crusader. Por fim, The Magician’s Birthday, de 1972, do Uriah Heep, tem uma história interessante por trás. O álbum foi composto com base em um conto que o tecladista Ken Hensley escreveu. A edição de dois discos conta com a versão deluxe expandida de 2003 e a remasterizada de 1996 que inclui duas faixas bônus. LEIA TAMBÉM: CDs: Dream Theater, Richie Kotzen e mais, ganham edições nacionais Via: WikiMetal

Ronnie Radke (Falling In Reverse) volta a pegar no pé de Sebastian Bach: “Tá latindo como um cachorro”
O vocalista Ronnie Radke (Falling In Reverse) voltou a pegar no pé de Sebastian Bach. O novo episódio da implicância foi pelas redes sociais, onde publicou um vídeo em que mostra seu show cheio e o público cantando as canções. Na legenda do vídeo, Radke cutucou a onça com vara curta ao escrever o seguinte: “Sebastian Bach está nu agora mesmo agarrando uma bola e latindo como um cachorro enquanto eu estou literalmente dominando o mundo”. Veja a postagem do frontman do Falling In Reverse logo abaixo: A birra que Ronnie tem de Bach começou no ano de 2022, quando o canadense o criticou por cancelar show por conta de laptops sumidos. Na época, Radke se defendeu contra as críticas de Sebastian afirmando que o ex-cantor do Skid Row usa faixas de apoio no palco, o que foi amplamente desmentido por SB e seus fãs. Mesmo assim, Ronnie foi além na briga e compartilhou uma imagem de Bach nu, o que aprofundou ainda mais a contenda entre os dois artistas. Portanto, pelo o andar da carruagem, a treta entre os dois rock stars ainda está muito longe de acabar, infelizmente. Via: Rockbizz

“As redes sociais não prestam”, afirma Ryan McCombs (Drowning Pool)
O vocalista Ryan McCombs (Drowning Pool) concedeu uma entrevista ao podcast The DJ Force X e falou sem papas na língua que redes sociais não prestam. O músico ressaltou que as mídias sociais deixaram as pessoas menos civilizadas. “As redes sociais não prestam! A mídia social é legal porque nos deu uma maneira de manter contato. É basicamente aí que a graça dela para. Há muita negatividade. Pessoas criticando programas de TV e filmes, tudo o que alguém tem a dizer sobre qualquer coisa hoje em dia é uma merda negativa”. McCombs continuou: “Você entra na mídia social hoje em dia e é uma chatice. Você só tem pessoas falando de política. Elas acham que estão fazendo a diferença postando algum meme idiota na porcaria da mídia social em vez de realmente fazer algo sobre o problema. Se você vier aqui nos Estados Unidos, você vai ver que fazer algo físico gera um tumulto idiota ou alguma merda assim”. Ryan acrescentou: “A mídia social é uma coisa muito legal se usada em um sentido comercial para comunicar, divulgar turnês e shows ou anunciar algo que você esteja fazendo. É inestimável nesse sentido. Mas, ao mesmo tempo, é uma criação tão nojenta e feia em um nível social. Eu voltaria no tempo e cuidaria disso”. Assista a entrevista na íntegra logo aqui: O novo single do Drowning Pool, Revolution (The Final Amen), saiu em setembro e conta com a nova formação do grupo, a qual consiste em C.J. Pierce (guitarra), Mike Luce (bateria), Stevie Benton (baixo) e Ryan McCombs (vocal). Confira: Via: Rockbizz

Fernanda Lira (Crypta) faz texto a favor de representatividade e enaltecendo os fãs
Pelas redes sociais, a frontwoman da Crypta, Fernanda Lira, fez um texto a favor de representatividade e enaltecendo os fãs. A cantora escreveu sobre o apoio que recebe do público e o quanto o carinho das pessoas a ajuda em seu dia a dia e na superação de seus problemas. Fernanda escreveu: “Várias vezes postei aqui sobre haters, então acho que chegou a hora de mostrar o apoio que existe nas redes. Daqui para frente compartilharei mais coisas dos fãs, que são quem realmente movimentam as coisas. Eu amo quando vocês falam para mim que eu inspiro vocês de alguma forma, mas eu queria que vocês acreditassem quando eu falo para vocês que vocês me inspiram de volta. Mais do que imaginam. Vocês já me salvaram algumas vezes. Ver vocês cada vez mais confortáveis em serem quem vocês nasceram para ser, faz meu coração se preencher, mesmo tão machucado. Vocês me ajudam a lembrar do quanto é massa estar aqui! Me ajudam a botar os pezinhos no chão e a me reconectar com meus valores e a minha essência, mesmo quando me perco. Eu só tenho a agradecer por todas as mulheres na cena musical que me fizeram sentir representada desde pequena, antes mesmo de entender o que representatividade era. Se hoje estou aqui fazendo o que amo, é por que elas abriram esse caminho lá atrás para a gente. Saibam que toda vez que subo num palco, vocês sobem comigo. Eu faço o que faço por todes nós. Não é fácil, sabemos, mas tamo juntes. E pra quem fala que esse papo de representatividade é mimimi, é por que nunca sentiu o gosto doce de se ver em alguém fazendo, sentindo ou sendo algo que você gostaria. Deixa o povo ser feliz”. A Crypta iniciou a última perna brasileira da Shades Of Sorrow Tour 2024. O giro, que contará ao todo com doze datas pelo Sul e Sudeste do país, teve o pontapé na cidade de Campo do Meio, em Minas Gerais, no dia 15. As datas restantes da tour são as seguintes: Novembro– 21 – Florianópolis/SC @Jhon Bull– 23 – Jaraguá do Sul/SC @Piratas Bar– 24 – Poa/SP @An Rock Bar Dezembro– 06 – Porto Alegre/RS @Opinião– 07 – Piracicaba/SP @Sesc Piracicaba– 13 – Sorocaba/SP @Sesc Sorocaba– 14 – Rio de Janeiro/RJ @Circo Voador– 15 – São Paulo/SP @Cine joia Via: Rockbizz

Courtney LaPlante (Spiritbox) reclama do tratamento recebido pelo Limp Bizkit
Em uma nova sessão de Q&A – questions and answers (perguntas e respostas) via X (antigo Twitter), a cantora norte-americana Courtney LaPlante (Spiritbox) reclamou do tratamento recebido pelo Limp Bizkit. Respondendo a um fã, que colou uns flyers no poster de divulgação do novo álbum do Spiritbox, Tsunami Sea, a artista disse: “Curiosidade! Nós fizemos três shows de uma turnê com eles, no entanto, eles cancelaram os shows e nunca mais ouvimos falar deles sobre as apresentações”. Fun fact, we did three shows of a tour with them and then they cancelled it and we never heard from them about it — courtney laplante™️ (@corklezlaplante) November 21, 2024 Em junho de 2021, o Limp Bizkit anunciou que faria uma turnê pelos EUA com o Spiritbox como banda de apoio. A turnê de 12 datas começou em 29 de julho em Chicago e terminaria em 24 de agosto em Los Angeles. Contudo, no dia 7 de agosto, o LB cancelou o espetáculo de Nova Jérsei uma hora antes do início, devido uma suposta falta de segurança. Depois disso, o grupo cancelou as datas restantes da turnê. Houve boato de que os membros da banda estavam com medo da Covid-19, por isso cancelaram a tour de uma hora para a outra. Depois, o Limp Bizkit afirmou em nota que esse não era o motivo. Seja como for, Courtney LaPlante claramente ainda não lida bem com o cancelamento de parte da tour. Via: Rockbizz

Marc McKnight (Atreyu) foi ferido enquanto abria show do Iron Maiden: “Quase arrancou meu olho”
Em 25 fevereiro de 2009, o Atreyu foi uma das bandas de apoio ao Iron Maiden, quando o sexteto britânico tocou em Monterrey, México, em promoção a Somewhere Back in Time World Tour. Durante entrevista ao El Planeta Del Rock, o baixista do Atreyu, Marc McKnight, contou que foi ferido enquanto abria tal show do Iron Maiden. De acordo com o músico, os fãs da Donzela de Ferro estavam com raiva com o som do ‘open act’ e começaram a jogar objetos nos músicos. “As primeiras cinco mil pessoas naquele show não queriam ter nada a ver com nenhuma banda além do Iron Maiden”, lembrou Marc. “Como tocamos bem antes do Iron Maiden, eles nos odiaram ainda mais”, destacou o músico. “Bem, talvez eles tenham nos odiado porque usamos calças justas e não éramos tão pesados”, continuou em tom debochado. “Eles jogaram um monte de coisas em nós. Houve muita violência física. Havia muitas moedas sendo jogadas em nós. Uma das moedas me acertou abaixo do meu olho direito e quase arrancou meu olho”, contou. “Eu estava batendo a cabeça muito rápido, quando a moeda me atingiu bem abaixo do olho, sagrei por todo lugar. Foi muito louco”, continuou. Apesar do incidente, McKnight vê o saldo final do show com olhos positivo: “Aquele show foi difícil, no entanto, além daquelas cinco mil pessoas que estavam famintas pelo Iron Maiden, tivemos circle pits, pessoas cantando junto, vendemos todos os nossos produtos. Eles nos amaram pra caramba e nós nos divertimos muito”. Ouça a história completa aqui: Via: Rockbizz

“Nu metal não foi um estilo, foi uma era”, diz Shavo Odadjian (System Of A Down)
Em recente conversa com Matt Pinfield, do programa New & Approved, o baixista do System Of A Down, Shavo Odadjian disse que o nu metal não foi um estilo, foi uma era. Vale explicar que o músico fez parte da cena nu metal, a qual surgiu em meados dos anos 1990 e tinha bandas como Korn, Limp Bizkit e Deftones como protagonistas. Shavo disse: “Tenho uma visão diferente sobre nu metal. Não foi um estilo. Foi uma era em que as bandas tocavam música pesada, mas faziam de outra forma. Eles não faziam o heavy básico dos anos 80. Eles misturavam rock e o metal com algo diferente como hip-hop, punk rock, coisas ecléticas, complicadas, progressivas e psicodélicas”. O músico completou: “Se você pensar bem, mesmo que tenhamos sido um pouco vilanizados, a coisa do nu metal foi cafona por um tempo porque todo mundo queria ser descolado. Então, algumas bandas que surgiram naquela época arruinaram aquela vibe legal. Algumas bandas surgiram e meio que arruinaram tudo, mas não vou citar nomes”. Assista o bate-papo na íntegra no player abaixo: Via: Rockbizz

Graveyard fará shows no Brasil em 2025 ao lado de Danko Jones
O Graveyard fará shows no Brasil em 2025 ao lado de Danko Jones. O giro está previsto para acontecer no mês de março e contemplará as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. O itinerário completo da tour latino-americana é o seguinte: Março08 – Mexico City, Mexico @Circo Volador11 – Santiago, Chile @Sala Metronomo12 – Buenos Aires, Argentina @Uniclub14 – Rio de Janeiro, Brasil @Agyto15 – São Paulo, Brasil @Vip Station16 – Belo Horizonte, Brasil @Mister Rock O Graveyard foi formado em 2006 na cidade de Gothemburg, na Suécia, e seu som pode ser definido como uma mistura de classic heavy, blues e psicodelia. O quarteto possui seis álbuns de estúdio, sendo “6” o mais recente, lançado em 2023. No Brasil, o Graveyard já é bastante conhecido através dos discos Hisingen Blues (2011), Innocence & Decandence (2015) e Peace (2018). A formação do Graveyard conta com Joakim Nilsson (guitarra e vocal), Jonatan Ramm (guitarra), Truls Mörck (baixo) e Oskar Bergenheim (bateria). Já o Danko Jones é um trio próximo de completar 3 décadas na estrada, fazendo rock visceral, nos moldes dos anos 70. O conjunto foi formado em 1996, em Toronto, no Canadá. A discografia de Danko Jones conta com onze discos como Born a Lion (2002), We Sweat Blood (2003), Sleep Is the Enemy (2006), Never Too Loud (2008), Rock and Roll is Black and Blue (2012), Wild Cat (2017) e A Rock Supreme (2019). O Danko Jones conta com os trabalhos de Danko Jones (vocal e guitarra), John Calabrese (baixo) e Rich Knox (bateria). Via: Rockbizz

Entrevista: Grutle Kjellson, do Enslaved fala sobre seu álbum e show no Brasil
Enslaved, banda do primeiro escalão do black metal norueguês, esteve no Brasil, para uma única apresentação em São Paulo. O show aconteceu no dia 14 de novembro de 2024, na Fabrique Club. Durante a passagem da banda ao Brasil, o Wikimetal entrevistou um dos fundadores da banda, o baixista Grutle Kjellson. O músico falou a respeito do novo álbum Heimdal e a celebração de 30 anos do álbum Vikingligr Veldi, ápice da carreira do Enslaved, e é claro, das expectativas para o show de São Paulo. Confira a entrevista na íntegra logo abaixo. Wikimetal: O que inspirou você a revisitar a figura de Heimdal neste novo álbum? Grutle Kjellson: Heimdal é uma das figuras mais intrigantes da mitologia nórdica, atuando como guardião e possuindo o dom da clarividência. Este álbum explora temas de vigilância e transição, ressoando com nossa visão de mundo atual e nossa evolução musical. WM: O Enslaved sempre teve uma abordagem única em relação ao black metal, evoluindo para um estilo mais progressivo. Como você descreveria essa jornada musical ao longo dos anos? GK: Nossa jornada tem sido sobre explorar limites e misturar gêneros. Sempre fomos inspirados pela energia crua do black metal, ao mesmo tempo em que abraçamos as narrativas expansivas do rock progressivo, resultando em um som que é ao mesmo tempo antigo e moderno. WM: O álbum Heimdal é considerado uma continuação natural de Utgard. Quais são as principais diferenças e evoluções entre esses dois trabalhos? GK: Enquanto Utgard era mais sobre explorar o desconhecido e o subconsciente, Heimdal dá um passo adiante, focando nos temas de transição e proteção. Ele apresenta composições mais complexas e uma atmosfera sonora mais rica. WM: O Enslaved sempre manteve a mitologia nórdica como tema central em suas composições. Quão importante é conectar esses temas antigos com questões modernas, como vocês têm feito em suas letras recentes? GK: A natureza atemporal da mitologia nórdica nos permite traçar paralelos entre desafios antigos e modernos. Ao explorar esses temas, abordamos questões contemporâneas como identidade e a condição humana. WM: Heimdal foi elogiado por sua produção rica e sons complexos. Como vocês trabalharam para criar essa profundidade e riqueza em estúdio? GK: Alcançar a profundidade do álbum envolveu experimentação com diferentes técnicas de gravação e camadas. Incorporamos uma variedade de instrumentos e efeitos, garantindo que cada faixa tivesse uma textura e atmosfera únicas. WM: Vocês são uma banda que sempre trabalhou com diferentes estilos dentro do metal. Como equilibram os elementos tradicionais do black metal com as influências progressivas e vikings que surgiram ao longo dos anos? GK: Equilibrar esses elementos é uma questão de honrar nossas raízes enquanto abraçamos a evolução. Misturamos a agressividade do black metal com a narrativa e a complexidade dos temas progressivos e vikings para criar um som coeso. WM: O nome da banda foi inspirado por uma música do Immortal, “Enslaved in Rot”. Como vocês enxergam essa conexão com as raízes do black metal norueguês hoje? GK: Nosso nome é uma homenagem ao espírito cru e pioneiro do black metal norueguês inicial, um lembrete constante de nossas origens enquanto continuamos a inovar e explorar novos territórios. Celebração de 30 anos do álbum ‘Vikingligr Veldi’ WM: O Enslaved está celebrando 30 anos de Vikingligr Veldi com um show exclusivo em Oslo. Como foi revisitar seu álbum de estreia três décadas depois? GK: Revisitar Vikingligr Veldi é ao mesmo tempo nostálgico e empolgante. Isso nos oferece a chance de refletir sobre nossa jornada e compartilhar essa energia fundamental com fãs antigos e novos. WM: Vikingligr Veldi marcou um ponto de virada na cena do black metal. O que você acha que torna este álbum tão icônico e influente mesmo após 30 anos? GK: Seu status icônico reside em sua singularidade e autenticidade. Ele capturou um momento de energia bruta e expressão criativa que ressoou profundamente na comunidade do black metal e além. WM: Por fim, quais são os planos futuros do Enslaved após a turnê de Heimdal? Podemos esperar novas explorações musicais ou colaborações? GK: Após a turnê de Heimdal, pretendemos continuar explorando novos horizontes musicais. Colaborações e diferentes experimentações sonoras estão definitivamente nos nossos planos, pois permanecemos comprometidos em ultrapassar limites Sobre a banda O Enslaved é uma banda de metal extremo formada em 1991, na cidade de Sveio, na Noruega, por Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson. Conforme biografia da banda, a evolução do Enslaved foi acontecendo aos poucos. Seu primeiro EP, Yggdrasil, de 1992 marcou uma mudança crucial para a cena do metal extremo norueguês. A banda reivindicava um conceito e estilo musical independentes, afastando-se das imagens satânicas e letras comuns na época. O principal tema do grupo era a mitologia norueguesa e viking, mas musicalmente, ainda traziam semelhanças com o som de Darkthrone e Immortal. Foi então que em 1994, a banda realmente começou a se diferenciar do black metal tradicional, com o lançamento do álbum Vikingligr Veldi. A obra, que completa 30 anos este ano, marcou o auge de sua criatividade, combinando o black metal com uma atmosfera épica, guitarras intensas e teclados majestosos, resultando em um trabalho marcante. Conforme a evolução musical acontecia, as mudanças na formação da banda ficaram mais frequentes. Tanto que na formação atual do Enslaved existem somente dois dos membros fundadores, Ivar Bjørnson (guitarra e teclado) e Grutle Kjellson (vocal e baixo). E ao passar dos anos, consolidou-se com Ice Dale (guitarra), Håkon Vinje (teclado e vocal) e na bateria Iver Sandøy. Confira o videoclipe da música “Congelia”, do novo álbum Heimdal, presente no setlist do show do Enslaved em São Paulo, conforme cobertura do site Sonoridade Underground: LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2024: agenda de rock e heavy metal Via: WikiMetal

Massacration e Naghost: Feriado com metal, diversão e cultura agitam Curitiba
Massacration finalmente chegou à capital paranaense com sua nova turnê Metal Is My Life. O show aconteceu no Clay Highway Bar, em noite de feriado, dia 15 de novembro. O evento prometia, afinal entrariam ao palco quatro bandas. O local ficou um pouco afastado do centro da cidade, mas com um ótimo visual de Moto clube e não impediu uma grande fila ao lado de fora dos portões. Naghost pela primeira vez ao vivo A banda de abertura dos shows ficou por conta dos curitibanos da Naghost, banda autoral que fez seu show de estreia. Os integrantes subiram ao palco às 20:30, esbanjando energia com seu heavy/power metal diferenciado, com letras que buscam inovar e dar visibilidade às tradições da cultura afro-brasileira. A banda chamou atenção do público que chegou mais cedo, pois realmente chama muita atenção com suas letras e performance de palco. O setlist da banda contou com as faixas de seu trabalho atual, com destaque para “Road to Èkó”, o recente single “The Mission’s Visions” e a participação do público em “When I Say Run”, quase no final da apresentação. Em resumo, André Mendes (guitarra), Julio Cezar Siqueira (baixo), Jefferson Moraes (guitarra), Caco Andrade (vocal) e Cayo Albuquerque (bateria), mostraram ao que vieram. A energia contagiante com Steal This Band E sem deixar o público respirar, já entram em cena, os curitibanos da Steal This Band. A banda, recentemente, foi responsável por abrir aos shows do Matanza Ritual e Massacration na capital, em março de 2024. Com uma ótima energia e presença de palco, a banda domina o público do local, com seu cover bem executado dos californianos do System Of A Down. Inclusive com algumas tentativas de mosh por parte da plateia. As músicas que mais empolgaram foram as ótimas “Chop Suey” e “Toxicity”. A banda é formada por Yuri Al’Hanati nos vocais, Ryan Augusto na guitarra, o baixista Felipe “Greengo” Gusinski e o baterista Nicholas Pedroso. Massacration: show de metal épico e ousadia Chegou o momento do Massacration subir ao palco, mas nunca de maneira tradicional com certeza. Logo após um momento de suspense, eis que surge Bruno Sutter, parecendo integrante de uma boyband e cantando música eletrônica, surpreendendo a todos, que já esperam este tipo de show com humor. Após algumas piadas, apresenta a banda com direito a “Axel Rose”, enfim, uma sucessão teatral com música. Mas passando ao que interessa, o show aconteceu com uma qualidade muito boa. Vale uma crítica aqui com relação ao tamanho do palco versus público, a quantidade de pessoas aglomeradas em frente ao palco era absurda. Ainda que você fosse mais para trás, além de ainda estar cheio o som ficava comprometido. Situação nada incomum para um show de heavy metal, mas devidas as proporções, deixou muito fã sem aproveitar direito a banda. Tanto que o lado de fora estava cheio dos que preferiram encarar um hot dog e colocar a conversa em dia. Os integrantes do épico nacional Massacration estavam devidamente trajados estilo heavy metal dos anos 80 e 90. Iniciaram a apresentação com força total, mandando ver com “Metal Is the Law”, “Metal Milkshake”, entre outras. O ponto forte foi foi a execução da faixa “The Bull” Iniciaram com força total com uma simulação de tourada, com direito a fantasia e tudo que se tem direito. Fica difícil apontar um momento em especial em um show do Massacration, pois toda a apresentação da banda é épica e única. Mas poderia facilmente ter acontecido em um local maior para shows do gênero. Não desmerecendo o local Clay Highway Bar, com sua ótima estrutura de bar, comidas e decoração perfeita e muito instagramável. inclusive chama a atenção de todo curitibano, um saudoso quadro da banda Blindagem, de Ivo Rodrigues, que já nos deixou anos atrás. Um ótimo local para reunir os amigos e curtir um som ao vivo. Finalmente, chegou o momento do bis, com “Evil Papagali”, “Metal Massacre Attack” e “Metal Bucetation”. Uma noite ótima, com o Detonator sempre arrasando, muita música de qualidade e com respeito aos horários programados das bandas. Made In CWB Apesar do horário, muitas pessoas ficaram no local para prestigiar a banda curitibana Made In CWB, uma banda com um dos melhores covers do Iron Maiden do Brasil. Os músicos da banda, sempre entregam qualidade e aquela nostalgia ao público. Para aqueles que aguardam o show do Iron Maiden em São Paulo, nos dias 6 e 7 de dezembro, no Allianz Park, foi um ótimo aquecimento de final de noite. LEIA TAMBÉM: Matanza Ritual e Massacration aquecem o coração e a alma dos curitibanos Via: WikiMetal

Lacuna Coil anuncia turnê pelo Brasil em 2025
Depois de uma breve passagem pelo país em abril deste ano no Bangers Open Air (antigo Summer Breeze) em São Paulo, o Lacuna Coil anunciou uma turnê pela América Latina com 4 datas no Brasil. Com sua turnê Sleepless Empire Tour 2025, a banda italiana desembarca dia 15 de março em São Paulo, no Carioca Club, passando depois por Curitiba no dia 16 de março, no Tork n Roll, e depois a banda termina com as últimas duas datas no Brasil, se apresentando no Mr. Rock em Belo Horizonte no dia 18 de março e finaliza a sua passagem pelo Brasil em Brasília no Toinha, dia 19 de março. Os ingressos estarão à venda no site do Clube do Ingresso nesta quinta-feira, 21 de novembro. View this post on Instagram A post shared by Lacuna Coil (@lacunacoilofficial) Lacuna Coil anuncia novo álbum Sleepless Empire Com previsão de lançamento para fevereiro de 2025, o novo álbum contará com a colaboração de Ash Costello (New Year’s Day) e o vocalista do Lamb of God, Randy Blythe. “In The Mean Time”, uma das músicas que faráão parte do novo álbum que conta com participação de Costello, já teve seu debut ao vivo no festival Open Air desse ano. Enquanto a participação de Randy, foi lançada no single “Hosting the Shadow” em agosto pela banda. A banda comenta que o novo álbum “Sleepless Empire captura, através dos nossos olhos, o caos de uma geração presa em um mundo digital que nunca para, onde as redes sociais consomem a identidade e, a cada dia, nos empurram um passo mais perto de nos tornarmos zumbis sem alma.” LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air divulga lineup completo com Avantasia, Kerry King e mais Via: WikiMetal

Venom volta ao Brasil pela 4ª vez; relembre passagens anteriores
Venom, considerado um dos criadores do black metal, voltará ao Brasil neste fim de ano. A turnê latino-americana The 7 Latin Dates of Hell passará por São Paulo, em 30 de novembro, e Belo Horizonte, no dia 1º de dezembro. O trio é atualmente constituído pelo vocalista e baixista Conrad “Cronos” Lant – membro remanescente da formação clássica -, pelo guitarrista John “Rage” Dixon e pelo baterista Danny “Danté” Needham. No Brasil, o Venom será acompanhado pela banda estadunidense de thrash metal Warbringer e pelo Flageladör, banda brasileira de speed e thrash metal. Em São Paulo, Vazio e Whipstriker também foram confirmadas como atrações de abertura. Os ingressos estão à venda no site da 101tickets. Venom, Exciter e Sepultura tocaram juntos em 1986 A primeira vez que o Venom esteve no Brasil marcou a trajetória da música pesada no Brasil. Na companhia dos canadenses do Exciter, pioneiros do thrash metal, o trio esteve em Belo Horizonte em 5 de dezembro de 1986.A atração de abertura foi uma banda local, que havia acabado de lançar seu primeiro álbum, Morbid Visions (1986). Ninguém menos que o Sepultura, que poucos anos depois deslanchou mundialmente. A turnê Brazilian Assault 1986 ainda contou com apresentações em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Depois disso, o Venom só voltou a pisar em terras brasileiras em 2009, quando fez apresentação única em São Caetano do Sul, em São Paulo. Oito anos depois, em 2017, a banda voltou, apresentando-se apenas em São Paulo, capital. Via: WikiMetal

“Linkin Park é parte do meu DNA”, declara Mike Shinoda
Durante entrevista ao canal The Zach Sang Show, o vocalista, guitarrista e DJ, Mike Shinoda, declarou com todas as letras que o Linkin Park é parte do seu DNA, com isso, seria muito difícil ficar longe do grupo, mesmo após a morte de Chester Bennington, em julho de 2017. “Não poder mais fazer shows como Linkin Park foi como ter algo que você ama sendo tirado de você. Mesmo o Linkin Park sendo parte do meu DNA”, disparou Mike. “Se você se sentasse com um pedaço de papel e escrevesse as coisas que fazem você ser você, o que é um exercício louco quando você pensa sobre isso, são coisas que você ama fazer, sua família, seus filhos, seu cônjuge, seja lá o que for”, explicou. “As coisas que fazem você e suas crenças, bem ali no meio disso está o Linkin Park para mim”, reforçou. “Há muitas outras coisas também, mas ter essa parte fora de mim foi doloroso”, ressaltou. “Tê-la de volta, não há nada igual. Nunca haverá nada igual”, acrescentou. “Não estamos refazendo ou reescrevendo o Linkin Park. Isso é para ser o novo capítulo do Linkin Park. É como se o capítulo antigo fosse um ótimo capítulo, e nós amamos esse capítulo. Mas vamos seguir seu curso”, finalizou. Veja a fala do músico no tocador a seguir: Para felicidade de Mike Shinoda, o Linkin Park voltou aos palcos e vem colecionando elogios com o seu novo álbum, From Zero, que é seu primeiro registro de estúdio com a nova vocalista Emily Armstrong e com o novo baterista Colin Brittain – completa a vigente encarnação da banda o citado Mike Shinoda (vocal e guitarra), Brad Delson (guitarra), Dave Farrell (baixo) e Joe Hahn (DJ). Via: Rockbizz

Genesis anuncia edição super deluxe de The Lamb Lies Down On Broadway
O Genesis anunciou uma edição super deluxe do álbum The Lamb Lies Down On Broadway, de 1974. O aclamado álbum conceitual da banda, o último com o vocalista original Peter Gabriel, será lançado como uma edição de 50º aniversário em cinco LPs + Blu-ray, quatro CDs + Blu-ray e como um lançamento digital incluindo uma mixagem feita por Bob Mackenzie e supervisionada por Peter Gabriel e Tony Banks no Real World Studios, pela Rhino/Warner no dia 28 de março de 2025. “The Lamb Lies Down On Broadway foi algo novo para o público, que os confundiu e emocionou igualmente”, relembra o guitarrista Steve Hackett. “Sinto que este álbum é um clássico do Genesis.” O novo conjunto inclui a mixagem original do álbum, remasterizada no Abbey Road Studios por Miles Showell a partir das fitas analógicas de 1974. Além disso, pela primeira vez, o show completo ao vivo The Lamb Lies Down On Broadway Live At The Shrine Auditorium de 24 de janeiro de 1975 é lançado na íntegra. Há também três demos inéditas da lendária Headley Grange Session, um livro de 60 páginas com notas do jornalista Alexis Petridis, que entrevistou todos os cinco membros da banda para contar a história do álbum, desde as sessões de composição até as apresentações ao vivo – o que se acredita ser a única vez que isso aconteceu desde seu lançamento original. O livro também apresenta imagens de Armando Gallo, Richard Haines e outros fotógrafos famosos, e o conjunto também inclui uma réplica do programa da turnê de 1975, ingresso e pôster. Via: Rockbizz