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Eloy Casagrande divulga drum-cam de “Wait And Bleed”, tocada no Knotfest Brasil 2024; confira
Em grande estreia no Brasil a frente das linhas de bateria do Slipknot, Eloy Casagrande foi ovacionado pelo público brasileiro nos dias 19 e 20 de outubro, durante o Knotfest Brasil 2024, realizado no Allianz Parque, na cidade de São Paulo. Nesta segunda-feira, 25, Casagrande compartilhou o vídeo de sua performance de bateria na música ‘Wait And Bleed’. O trecho foi extraído da segunda noite no festival. A divulgação do material nas redes sociais permite que os fãs possam conferir o desempenho de Eloy. Ainda que esperada, o anúncio oficial da entrada de Eloy Casagrande na banda não deixou de ser um momento de muita emoção para os fãs, que estavam curiosos sobre a troca de baterista após a saída de Jay Weinberg em novembro de 2023. A torcida para a entrada de Casagrande começou após a banda deixar uma pista sobre a substituição do baterista, com a publicação de uma foto de uma baqueta quebrada, acompanhada da legenda “Rehearsal”, indicando que os ensaios já haviam iniciado. Eloy, por outro lado, aumentou os rumores sobre sua entrada no Slipknot ao anunciar o seu desligamento do Sepultura em fevereiro de 2024, quando estava prestes a iniciar os ensaios para a turnê de despedida em comemoração aos 40 anos da banda. Sua saída repentina foi um choque, mas logo se tornou clara a direção dos seus próximos passos. A chegada de Eloy Casagrande ao Slipknot O guitarrista Jim Root comentou sobre a chegada de Casagrande ao Slipknot: “ele entrou na banda sem que o grupo tivesse procurado outros candidatos”. Casagrande entrou em contato com a banda, enviando vários vídeos de sua performance, o que rapidamente impressionou a todos. Outro ponto decisivo revelado por Root é a proximidade que tinha com o baixista Alessandro Venturella, que elogiou a humildade e o profissionalismo de Eloy (via Tone-Talk). O Knotfest Brasil 2024 foi um momento inesquecível tanto para os fãs da banda quanto para os fãs de Eloy. A performance foi marcada pela estreia do baterista em terras brasileiras ao embalo de uma plateia que vibrava ao som dos sucessos que fizeram parte da trajetória da banda. Celebrando o 25º aniversário de seu álbum de estreia, Slipknot (1999), trazendo de volta seu visual clássico com os macacões vermelhos de 1999 e algumas atualizações nas máscaras, combinando elementos antigos e novos para homenagear sua trajetória. A noite foi memorável para os fãs. Confira abaixo a drum-cam de “Wait and Bleed”. A carreira de Eloy Casagrande Considerado um dos mais renomados bateristas no Brasil, Eloy Iniciou sua carreira profissional como membro da banda brasileira Mr. Ego. Logo participou de outros projetos ao lado de grandes artistas como Andre Matos, levando-o a integrar posteriormente as bandas Iahweh e Gloria. Casagrande ganhou destaque mundial ao substituir Jean Dolabella no Sepultura em 2011. Participou de diversas turnês e gravações, consolidando-se como um dos principais bateristas da cena. Em 2024, Eloy ingressou no Slipknot, substituindo Jay Weinberg. Com o último álbum lançado em 2022, os fãs já esperam ansiosos pelo próximo, que contará com a participação criativa de Eloy. A banda já anunciou que em breve irá lançar a música “Long May You Die”. A faixa deve sair ainda em 2024, sendo a primeira com assinatura autoral de Eloy (via Blabbermouth). LEIA TAMBÉM: Eloy Casagrande explica em entrevista como foi sua entrada ao Slipknot Via: WikiMetal

Sick New World 2025, que teria Metallica e Linkin Park como headliners, é cancelado
Notícia ruim aos fãs de música pesada dos Estados Unidos! O Sick New World 2025, que teria o Metallica e o Linkin Park como headliners, foi cancelado. O evento, que rolaria em 12 de abril em Las Vegas, prometia mais de cinquenta atrações em sua terceira edição. Em comunicado, os organizadores do festival lamentaram o cancelamento. “É com uma grande decepção que anunciamos que Sick New World não acontecerá mais em Las Vegas em 12 de abril de 2025. Apesar dos nossos esforços, encontramos circunstâncias imprevistas que não conseguimos superar para a edição do ano que vem. Estendemos os nossos sinceros agradecimentos a todos os fãs do SNW que fizeram planos para se juntar a nós para outra celebração do hard rock, gótico, alternativo e música pesada. Fiquem ligados para mais informações futuras sobre o Sick New World”. Além do Metallica e Linkin Park, o Sick New World havia confirmado a presença de Queens of the Stone Age, Gojira, Evanescence, The Sisters of Mercy, Meshuggah, Down, Filter, Kittie, Static-X, Lacuna Coil e Craddle of Filth. Via: Rockbizz

Megadeth está em estúdio trabalhando em seu novo disco, segundo Dave Mustaine
O vocalista, guitarrista e CEO do Megadeth, Dave Mustaine, informou via Reddit que o grupo está em estúdio trabalhando em seu novo disco. Mustaine compartilhou uma mensagem com os membros do fã-clube Cyber Army, a qual noticia que ele e o produtor Chris Rakestraw estarão em estúdio pelos próximos seis meses para escrever e gravar o novo álbum da banda. De acordo com Dave, James LoMenzo (baixo), Dirk Verbeuren (bateria) e o novato Teemu Mäntysaari (guitarra) estão enviando ideias de músicas de suas casa, mas que todos se reunirão no estúdio mais tarde. Chris Rakestraw é um antigo parceiro do Megadeth, visto que produziu e mixou os álbuns The Sick, The Dying… And The Dead! (2022) e Dystopia (2016). Via: Rockbizz

Monsters Of Rock propõe desafio em homenagem aos 30 anos do festival
O Monsters Of Rock está propondo um desafio em homenagem aos 30 anos do festival. Os fãs que foram na primeira edição do evento terão a oportunidade de ganhar um kit Monsters 30 anos com itens exclusivos e brindes dos patrocinadores. Para participar basta se dirigir à Woodstock Rock Store (São Paulo) neste sábado, 30 de novembro, às 14h, e cumprir uma das 15 tarefas publicadas nas redes sociais do Monsters Of Rock. Vence o desafio as 15 primeiras mulheres e os 15 primeiros homens. Confira a lista das tarefas abaixo: A edição de 2025 do veterano Monsters of Rock irá acontecer no dia 19 de abril no Allianz Parque, São Paulo, e contará com os shows de Judas Priest, Scorpions, Europe, Savatage, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius. Os ingressos já estão disponíveis no site da Eventim. Via: Rockbizz

Andreas Kisser chama as regravações dos primeiros discos do Sepultura pelo Cavalera de desrespeitosas
Em uma nova entrevista com o Impact Metal Channel, Andreas Kisser chamou as regravações dos primeiros discos do Sepultura – Morbid Visions, Bestial Devastation e Schizophrenia – feitas por Max e Iggor Cavalera de desrespeitosas. O guitarrista do Sepultura disse: “Eu não acho nada. Quer dizer, é uma escolha estranha que eles fizeram. Eu acho que o valor artístico é zero. Talvez eles tenham feito por dinheiro ou algo assim, mas não há razão para fazer isso. Eu prefiro muito mais The Troops Of Doom, a nova banda de Jairo [Guedz, ex-guitarrista do Sepultura], que está fazendo um tributo realmente incrível àquela era, muito honesto, fazendo coisas novas, escrevendo novas músicas… Mas se eles estão se divertindo, então deixe estar. Eu não me importo, cara. Eu só acho que é totalmente desnecessário. É realmente muito desrespeitoso da parte deles, para com eles mesmos no passado”. E acrescentou: “É estranho ver um cara [Max] que sempre diz, ‘Eu fiz isso, eu fiz tudo aquilo, eu sou tão criativo, eu fiz tudo sozinho’, e fazer essa merda, como regravar riffs que fizemos 30, 40 anos atrás. Não faz sentido, a retórica com o exemplo. Mas tanto faz. Eu simplesmente não acho isso – o valor artístico é zero”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Helloween compartilha vídeo de Save Us (Live At Budokan)
O Helloween acaba de compartilhar o vídeo de Save Us (Live At Budokan). A faixa estará presente no novo álbum ao vivo do grupo, intitulado Live At Budokan, que será lançado em 13 de dezembro pela Reigning Phoenix Music (RPM). O trabalho imortaliza a apresentação da banda alemã que aconteceu no dia 16 de setembro de 2023 no lendário Nippon Budokan, em Tóquio. O baixista Markus Grosskopf comentou: “Save Us ainda é, infelizmente, relevante ou mais relevante do que nunca. Os desastres naturais, nossa própria ignorância, quase nenhuma possibilidade de escapar de todas as ameaças – a música é um apelo desesperado por resgate… uma peça pesada, mas instigante, com uma realidade esmagadora”. Confira o vídeo abaixo: Live At Budokan estará disponível em vários formatos: 2CD-digipak, vinil triplo com a primeira tiragem de ambos incluindo arte de capa em relevo. O material também chegará em Blu-ray, DVD e digital (download e streaming). Track listing de Live At Budokan: 01. Orbit02. Skyfall03. Eagle Fly Free04. Mass Pollution05. Future World06. Power07. Save Us08. Kai’s Medley [Walls Of Jericho, Metal Invaders, Victim Of Fate, Gorgar, Ride The Sky, Heavy Metal Is The Law]09. Forever And One (Neverland)10. Best Time11. Dr. Stein12. How Many Tears13. Perfect Gentleman14. Keeper Of The Seven Keys15. Drumokan (somente na versão Blu-ray/DVD)16. I Want Out Via: Rockbizz

Carta de John Lennon convidando Eric Clapton para supergrupo vai a leilão
Uma carta escrita por John Lennon, designada a Eric Clapton o convidando a fazer parte de um novo supergrupo, será leiloada em 5 de dezembro. A estimativa é de uma arrecadação de €150 mil (cerca de R$ 950 mil na cotação atual). No manuscrito de oito páginas, datado em 29 de setembro de 1971, o vocalista dos Beatles fala de sua admiração por Eric e seu trabalho. O músico descreve também os detalhes do que seria um projeto musical de efeito revolucionário ao vivo. Outros músicos estariam envolvidos no projeto como o baterista Jim Keltner, o pianista Nicky Hopkins e os produtores Phil Spector e Klaus Voormann. Yoko Ono, sua esposa, também estava incluída. Lennon acreditava que futuramente esse grupo “traria de volta a coragem do rock ‘n’ roll”. “Você já deve saber que Yoko e eu avaliamos sua música e você muito bem. Você também conhece a música que temos feito e esperamos fazer. De qualquer forma… depois de perder o show em Bangla-desh, começamos a sentir cada vez mais vontade de sair na estrada, mas não do jeito que eu costumava fazer com os Beatles, noite após noite de tortura.” declarou John Lennon em carta (via CNN). Momentos de instabilidade 1970 não foi um ano fácil para Eric Clapton. O músico se manteve reservado da vida pública enquanto lidava com o vício em heroína, além de seu apego romântico pela até então esposa de George Harrison, Pattie Boyd, com quem se casaria tempos depois. Mostrando empatia, Lennon em carta mostra conhecimento por esse período da vida do colega e destaca que não o estava pressionando, mas esperaria uma resposta. “Nós dois passamos pelo mesmo tipo de merda/dor que eu sei que você passou — e eu sei que poderíamos ajudar um ao outro nessa área — mas principalmente Eric — eu sei que posso trazer à tona algo grandioso — na verdade, maior em você que tem sido até agora evidente em sua música, espero trazer à tona o mesmo tipo de grandeza em todos nós — o que eu sei que acontecerá se/quando nos reunirmos.” E continua: “Não estou tentando pressioná-lo de forma alguma e entenderia muito bem se você decidisse não se juntar a nós, nós ainda o amaríamos e respeitaríamos. Não estamos perguntando seu ‘nome’, tenho certeza de que você sabe disso — é sua mente que queremos!” A casa de leilões International Autograph Auctions Europe SL também se manifestou sobre a carta dizendo: “A raridade de tal expressão pessoal em várias páginas em forma manuscrita de Lennon para Clapton destaca a paixão duradoura de Lennon por sua música, mas também o que poderia ter sido um momento monumental na história do rock. Também nos lembra de uma associação notável entre dois dos ícones mais lendários do mundo na música. Infelizmente, John Lennon morreu em 8 de dezembro de 1980 e nunca foi capaz de ver através dessa ideia.” Página final assinada “John & Yoko”. Créditos: International Autograph Auctions Europe, SL LEIA TAMBÉM: Beatles: música de John Lennon que gerou a saída de engenheiro de som Via: WikiMetal

Linkin Park: Brad Delson conta como foi assistir ao show do ponto de vista de um fã
Guitarrista do Linkin Park, Brad Delson, mesmo sendo um membro oficial da banda e tendo gravado o sucesso From Zero, optou por se afastar dos shows da banda devido à sua saúde mental. Em uma entrevista com a Guitar Player, Delson conta como foi assistir o show da banda sem a sua presença. “É uma experiência diferente e bem legal de certa forma, porque eu nunca consegui ver o show em tempo real. Se você está no palco, não consegue realmente prestar atenção no que está acontecendo. Lembro de estar no Forum, em Los Angeles, e apenas curtir. Nós colocamos muito amor na criação do show.” Mesmo não participando dos concertos em si, o guitarrista faz questão de afirmar que o seu envolvimento com a banda é real, esclarecendo ter participado no desenvolvimento da turnê atual: “Mesmo que eu não esteja no palco, ainda estou intimamente envolvido. Ajudei a projetar o set list e todo o fluxo do show, todos os dias falamos sobre isso. É um enorme trabalho de amor.” Foi Alex Feder quem assumiu a nova posição de guitarrista durante os shows da banda e, na bateria, Collin Brittain substitui Rob Bourdon. A banda se apresentou no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 15 e 16 de novembro. Os shows foram gravados e serão exibidos nos cinemas em 2025. O Linkin Park também volta ao Brasil em novembro de 2025 para os seus quatro últimos shows da turnê. As datas são as seguintes: Rio de Janeiro no dia 08, São Paulo, 10, Brasília, 13 e, por fim, Porto Alegre, no dia 15. LEIA TAMBÉM: Linkin Park divulga vídeo ao vivo de “Two Faced” no show de São Paulo Via: WikiMetal

Marilyn Manson encerra processo de contra Evan Rachel Wood com acordo
Marilyn Manson propôs um acordo para encerrar o processo de difamação que movia contra sua ex-noiva, a atriz Evan Rachel Wood, concordando em pagar aproximadamente US$ 327 mil (cerca de R$ 1,9 milhão na cotação atual) em honorários advocatícios de Wood, dando por encerrada a disputa legal entre os dois. A acusação de Wood contra Manson começou em 2021, envolvendo alegações graves de abuso físico, psicológico e sexual, afirmando que o cantor a manipulou durante o período de 2007 a 2010, quando Wood tinha apenas 19 anos e começou a se relacionar com Manson. As acusações de Wood desencadearam uma série de relatos semelhantes de outras mulheres, que também acusaram Manson de comportamentos abusivos. Na época, o cantor negou todas as acusações, chamando-as de “distorções horríveis da realidade”. Em resposta, Manson entrou com uma ação por difamação contra Wood no ano seguinte. A oferta inicial de Manson consistia em pagar uma parte dos honorários advocatícios de Wood em troca da confidencialidade do acordo. Wood rejeitou essa proposta, recusando-se a aceitar a cláusula de confidencialidade, além de não concordar com os outros termos. Em seguida, Manson decidiu retirar completamente o processo contra Wood e concordou em pagar a totalidade dos honorários advocatícios da atriz (via RollingStone). Segundo o advogado de defesa da ex-noiva de Manson (via Deadline), o processo movido contra a Evan Rachel Wood se tratava de uma jogada de marketing para tentar minar a credibilidade das muitas mulheres que o acusaram e tentar ressuscitar sua carreira. “Sua tentativa de silenciar e intimidar a Sra. Wood falhou”, afirma. “Como o tribunal de primeira instância concluiu, as alegações de Manson não tinham mérito e a sua decisão de finalmente abandonar seu processo e pagar à Wood a totalidade da sua compensação de honorários apenas confirma isso”, comenta a defesa de Wood, feita pelo escritório Kinsella Holley Iser Kump Steinsapir LLP. Com a decisão de Manson em encerrar a disputa, a briga judicial chegou ao fim. Embora o cantor tenha retornado aos palcos este ano, as polêmicas em torno de sua figura pública segue sendo um tema recorrente entre os fãs que acompanham sua carreira. A figura polêmica e controversa de Marilyn Manson Marilyn Manson é conhecido por suas atitudes provocativas ao longo da carreira, sendo uma figura marcante e recorrente entre os tabus da indústria musical. Com a proposta de uma estética disruptiva ao abordar temas como violência, religião e sexualidade, a vida de Manson lhe rendeu uma base considerável tanto de fãs quanto de críticos. Sem dúvidas, um dos fatos mais polêmicos da vida do cantor se deu com as alegações de abuso que surgiram nos últimos anos mancharam ainda mais sua reputação. Além de Evan Rachel Wood, outras mulheres também acusaram Manson de comportamentos abusivos. O caso com Wood, agora encerrado, faz parte de um contexto maior de polêmicas envolvendo o nome de Manson, incluindo acusações de influências aos atentados nas escolas, envolvimento com o paganismo e as declarações sobre suicídio, depressão e morte. Muitas vezes tido como um ícone de rebeldia, nem sempre o cantor consegue a atenção da mídia de forma positiva, sendo diversas vezes alvo de críticas e desprezo do público, levando a sua carreira a viver em constantes altos e baixos. Em novembro deste ano, Manson lançou o seu 12º álbum de estúdio, intitulado One Assassination Under God – Chapter 1, assinado pela gravadora Nuclear Blast Records. LEIA TAMBÉM: Marilyn Manson anuncia retorno aos palcos em turnê com o Five Finger Death Punch Via: WikiMetal

Bring Me The Horizon faz show intimista em São Paulo antes de maior performance da carreira no Allianz Parque
Bring Me The Horizon se apresentou em São Paulo na noite desta quinta-feira, 28, para público seleto de cerca de 3 mil fãs na casa de shows Audio. A performance aconteceu como uma preparação para o maior show da carreira da banda, que acontece no próximo sábado, 30, no Allianz Parque, com expectativa de público de mais de 30 mil pessoas. Somam-se à lineup Motionless in White, Spiritbox e The Plot in You. Em 2024, a banda comandada por Oli Sykes completa 20 anos de carreira entre uma verdadeira montanha-russa de altos e baixos. Em dezembro, eles encerraram a parceria de longa data com o tecladista e produtor Jordan Fish, o que atrasou ainda mais a produção do segundo álbum da série POST HUMAN, que já estava em andamento há cerca de 3 anos. Após muitas dificuldades e adiamentos, o grupo finalmente lançou no final de maio POST HUMAN: NeX GeN, o tão aguardado sucessor do aclamado SURVIVOR HORROR. O disco foi bem recebido pela crítica e trouxe parcerias com Underoath, Lil Uzi Vert, Aurora e mais. Na noite de quinta-feira, o Bring Me The Horizon também começou com atraso. O show previsto para as 21h teve início cerca de 21h30. Mas tudo foi imediatamente perdoado quando os acordes iniciais de “Darkside” fizeram o público abrir o primeiro de muitos mosh pits da noite. Bring Me The Horizon mostra por quê fez show para público seleto Ao longo da performance foi se tornando cada vez mais claro por quê o Bring Me The Horizon decidiu se apresentar para um público seleto logo antes do maior show de sua carreira. A Audio tremeu a noite inteira com fãs pulando, abrindo rodas e cantando todas as músicas a plenos pulmões. Energia e conexão assim são difíceis de replicar em um estádio lotado. É nos espaços menores que música pesada se mostra verdadeiramente viva. O show é uma fusão perfeita de artista e público e a performance foi um verdadeiro presente para ambos. A setlist não difere muito do que deve ser apresentado na noite de sábado, contando com faixas dos últimos dois álbuns (incluindo a estreia ao vivo de “n/A”). E também com as queridinhas do Sempiternal (2013) e That’s The Spirit (2015), como “Shadow Moses”, “Sleepwalking”, “Doomed” e “Drown”. Pouco antes de “Follow You”, Oli Sykes se declarou para o público dizendo que se apaixonou pelo povo brasileiro. O vocalista é casado com a modelo e cantora Alissa Salls, tem residência no Brasil e adquiriu seu CPF há alguns anos. Com sequência de músicas explosiva e a energia eletrizante dos fãs, o Bring Me The Horizon ganhou uma noite para voltar um pouco no tempo. E resgatar a lembrança da energia incomparável contida em shows menores. A noite de sábado promete muitas surpresas e um marco inesquecível na carreira da banda, mas a decisão de dedicar uma noite a uma casa de shows pequena mostra que é nesses pequenos espaços que eles verdadeiramente gostam de tocar. E também onde provam o que sabem fazer de melhor. LEIA TAMBÉM: 7 músicas que não podem faltar no show do Bring Me The Horizon no Brasil Via: WikiMetal

Tony Iommi conta o que aprendeu ao integrar o Jethro Tull
O patrono do heavy metal e líder do Black Sabbath, Tony Iommi, mudou a estética sonora da música dos anos 1970 ao empregar recursos como trítono, muita distorção e peso na criação de suas canções. Contudo, antes de ser o chefe criativo do Sabbath, o riff master passou uma pequena temporada na empresa de Ian Anderson, Jethro Tull. Em nova entrevista à revista inglesa Guitar World, Tony Iommi contou o que aprendeu ao integrar o Jethro Tull. Ele disse: “Foi uma união estranha. Fizemos um show com o Jethro Tull e foi na noite em que Mick Abrahams foi demitido ou saiu; eu não sei o que realmente aconteceu. Eu os vi trocando bilhetes no palco e achei estranho. Depois do show, eles perguntaram se eu estaria interessado em participar do grupo, o que foi realmente surpreendente”. Iommi continuou: “No caminho para casa na van, eu disse aos outros caras: ‘Olha, o Tull me chamou para me juntar a eles’, e todos me disseram para ir em frente. Então eu tive que ir para Londres e fazer um teste, porque havia muitos guitarristas interessados. Eu entrei e vi muitos músicos esperando na fila, o que desanimou bastante. Mas um cara da equipe me viu e me disse para ir sentar em um café do outro lado da rua. Eles me buscaram quando todos já tinham ido embora. Eu toquei e eles me disseram que eu tinha conseguido o emprego. Foi algo bem diferente para mim. Um grande passo naquela época. Foi uma grande coisa para mim até mesmo sair de Birmingham. Foi assim que tudo aconteceu. Foi uma boa experiência para mim, porque aprendi muito sobre como eles trabalhavam e como Ian Anderson comandava a banda”. Tony completou: “Eles ensaiavam no mesmo horário todas as manhãs. Depois disso, eles paravam para almoçar. Era um pouco como ir trabalhar, na verdade. No Black Sabbath, nós nunca fazíamos isso. Nós nos reuníamos sempre que possível, provavelmente depois do meio-dia. Foi bom aprender sobre como as outras pessoas trabalhavam. Se você quer uma carreira na música, você tem que levar isso muito a sério. E foi isso que eu falei com meus amigos. Depois do que vivenciei com o Tull, eu falei para os caras do Sabbath que tínhamos que trabalhar duro para fazer as coisas acontecerem, e eles concordaram”. Assista a performance ao vivo de Song for Jeffrey, com as linhas de guitarra de Tony Iommi: Iommi & Tull A parceria entre a partes foi curtinha, pois durou cerca de duas semanas, mas serviu de incentivo para que Tony retomasse os trabalhos com o Sabbath transbordando afinco e responsabilidade. O resto, como todos nós sabemos, é história. Via: Rockbizz

Jay Weinberg fala sobre problemas de saúde após demissão do Slipknot
Pelas redes sociais, o baterista Jay Weinberg falou sobre os problemas de saúde que enfrentou após demissão do Slipknot, a qual aconteceu em novembro de 2023, devido a supostas divergências musicais. “Um ano atrás, eu tive uma semana bem ruim! Durante a maior parte da minha vida, correr foi a minha forma favorita de exercício; depois de tocar bateria, é claro. No entanto, na primavera de 2018, comecei a notar uma distensão no meu quadril esquerdo quando eu fazia uma corrida curta. Por volta de julho, eu sentia muita dor depois de 10 minutos de corrida. Frustrado e em busca de uma solução, fiz uma ressonância magnética em outubro de 2020 a qual indicou que eu tinha sofrido um Impacto femoroacetabular como resultado de um crescimento ósseo anormal no colo do meu fêmur esquerdo, que batia em meu quadril quando eu corria. Meu médico, que eu sabia que tinha ajudado muitos atletas profissionais com a mesma condição, recomendou um procedimento artroscópico para corrigir o problema. Eu concordei, mas não consegui encontrar a janela de recuperação necessária de quatro a seis meses na minha agenda de gravações e turnês. Eventualmente, quando encontrei tal prazo em agosto do ano passado, eu disse a ele para marcar o procedimento. Eu me comprometi com a cirurgia em 14 de novembro. Jay continuou: “Mesmo sabendo que era a escolha certa para minha saúde a longo prazo, a cirurgia não me trouxe muito consolo, pois fiquei essencialmente confinado no sofá por um mês e meio. Fiquei incapaz de andar, muito menos tocar bateria, mas me trouxe sanidade, paz e realização. Dizer que esse foi um ponto baixo físico, mental e emocional significativo na minha vida seria um eufemismo. Enquanto muitos de nós aproveitamos esse momento para refletir sobre o que somos gratos, eu gostaria de agradecer a minha família, amigos e muitos de vocês que estavam ao meu lado quando me senti completamente derrotado”. O músico concluiu: “Foi com o apoio e encorajamento de vocês que aprendi a literalmente colocar um pé na frente do outro novamente. Foi por causa de vocês que vi a habilidade de escolher a esperança em vez da desesperança. Foi por causa de vocês que senti a verdadeira felicidade pela primeira vez em muito tempo”. Após a recuperação de seus problemas de saúde, Jay Weinberg retomou as suas atividades profissionais e já emprestou o seu talento musical a grupos como Infectious Grooves e Suicidal Tendencies. Via: Rockbizz

Savatage anuncia mais três shows para 2025
Depois de pegar os fãs de surpresa com o anúncio do show em São Paulo em 19 de abril de 2025, quando rolará a celebração dos trinta anos do Monsters Of Rock Brasil, o Savatage anunciou mais três shows para 2025. As apresentações vão rolar nos festivais Into The Grave, Graspop Metal Meeting e Barcelona Rock Fest. Os três shows acontecerão no mês de junho, período em que a maioria dos festivais de rock e metal europeus farão a alegria dos fãs. Para a nova turnê, o Savatage contará com a seguinte formação: Zak Stevens (vocal), Johnny Lee Middleton (baixo), Chris Caffery (guitarra), Al Pitrelli (guitarra) e Jeff Plate (bateria). Além disso, tTudo indica que a banda fará mais espetáculos em 2025, portanto, vale ficar de olho vivo em seu site e redes sociais. Via: Rockbizz

Linkin Park divulga vídeo ao vivo de “Two Faced” no show de São Paulo
Linkin Park divulgou versão ao vivo do single “Two Faced”, pertencente ao mais recente álbum From Zero, que foi lançado no dia 15 de novembro, data coincidente com o show do grupo no Allianz Parque. Os shows dos dias 15 e 16 foram gravados com o intuito de serem exibidos nos cinemas em 2025. Somado aos concertos da banda em São Paulo e a gravação para os mesmos serem vistos nos telões, o Linkin Park voltará para o Brasil ano que vem, em novembro, com quatro datas marcadas: Rio de Janeiro no dia 08, São Paulo, 10, Brasília, 13 e, por fim, Porto Alegre, no dia 15. Assista abaixo o vídeo de “Two Faced”, no Allianz Parque: LEIA TAMBÉM: Linkin Park: Emily Armstrong comenta como foi entrar para a banda Via: WikiMetal

Jake E. Lee explica que tiros não eram para acertá-lo: “Estava mirando no meu cachorro”
Em meados de outubro, o guitarrista Jake E. Lee (Ozzy Osbourne, Badlands, Red Dragon Cartel), 67 anos, foi baleado três vezes, em um tiroteio nas ruas de Las Vegas, Estados Unidos. De acordo com as autoridades locais, o tiroteio foi completamente aleatório e ocorreu enquanto Lee levava seu cachorro, Coco, para passear. Agora, pelas redes sociais, Jake explicou que os tiros não eram para acertá-lo. De acordo com o virtuoso músico, os bandidos estavam mirando em seu cachorro. “Espero que todos estejam aproveitando o Dia de Ação de Graças. Tenho pensado em falar publicamente sobre levar um tiro e decidi que seria bom para mim. Um pouco terapêutico! Além disso, ao documentar isso, eu posso superar este assunto mais facilmente. Estávamos a cerca de 15 metros de distância quando ouvi os tiros. Rapidamente percebi que ele [bandido] não estava mirando em mim. Ele estava mirando no meu cachorro! Joguei minha ponta da guia para Coco e gritei para ele ir para casa. Ele foi, ele é um bom menino. O primeiro tiro que me atingiu foi no meu antebraço esquerdo. Entrou cerca de uma polegada abaixo do cotovelo na parte inferior e saiu na parte superior. Parecia uma queimadura. Não é particularmente doloroso, apenas uma sensação rápida de queimação. Achei que deveria ter sido um arranhão. Felizmente, não atingiu nenhum osso ou minha articulação do cotovelo. Na verdade, sarou bem rápido. As cicatrizes não são muito maiores ou mais escuras do que algumas das minhas manchas de idade, então eu provavelmente teria que apontá-las para você notar. Todos os meus dedos ainda se movem bem. Inicialmente perdi a sensibilidade na parte de trás da minha mão, mas ela está voltando lentamente. No espírito de agradecimento, estou muito agradecido que meu cachorro não se machucou e que o dano no meu braço foi mínimo. Ao contrário dos outros ferimentos, que abordarei depois. Não tenho fotos do meu braço, então vai outra foto do Coco”. Veja a postagem de Jake E. Lee aqui: O Departamento de Polícia de Las Vegas segue investigando o caso, no entanto, até o momento, nenhuma prisão foi efetuada. Carreira É importante recordar que Jake E. Lee substituiu o falecido Randy Rhoads na banda solo do madman, Ozzy Osbourne, e gravou dois discos com o artista: Bark At The Moon (1983) e The Ultimate Sin (1986). Lee foi um dos principais guitarristas da cena rock e metal dos anos 1980. Depois disso, o músico criou o Badlands, supergrupo de hard rock que lançou três álbuns de estúdio. Além de participações especiais em bandas como Enuff Z’Nuff e Mickey Ratt, Lee é o líder do conjunto Red Dragon Cartel. Via: Rockbizz

Obituary adia turnê que passaria pela América Latina em 2025
O Obituary, banda norte-americana de death metal, havia anunciado quatorze datas para sua turnê na América Latina em fevereiro de 2025, incluindo cinco no Brasil. No entanto, nesta quinta-feira, 28 de outubro, a banda divulgou um comunicado informando o adiamento da turnê. O comunicado em suas redes diz o seguinte: “Lamentamos informar que estamos adiando a turnê na América Latina planejada para fevereiro de 2025. Isso é algo que não decidimos levianamente e prometemos compensar todos vocês.” “Estamos trabalhando para remarcar os shows existentes em nossa agenda futura e manteremos todos informados com um novo anúncio assim que as datas forem confirmadas.” “Os ingressos serão válidos para os shows remarcados. Atenciosamente, Obituary.” Não há previsão para as novas datas, mas como informado, os ingresso já comprados serão válidos para novas datas. View this post on Instagram A post shared by Obituary (@obituaryband) LEIA TAMBÉM: Linkin Park divulga vídeo ao vivo de “Two Faced” no show de São Paulo Via: WikiMetal

Kevin Parker do Tame Impala anuncia novo sintetizador, “Orchid”
Kevin Parker, líder e multi-instrumentista do Tame Impala, lançou seu mais novo sintetizador, “Orchid”, desenvolvido junto com a Telepathic Instruments, a qual Parker é cofundador. Concebido há mais de uma década, “Orchid” é definido como um sintetizador com hardware de gerador de acordes avançados e projetado para compositores, produtores e músicos os quais queiram expandir as possibilidades de composição e explorar novas sonoridades. View this post on Instagram A post shared by Telepathic (@telepathic.instruments) Com um design feito por Ignacio Germade, também cofundador da Telepathic Instruments, o “Orchid” tem uma matriz de oito teclas com um sistema de seleção e modificação de acordes e mais um teclado com uma oitava. O instrumento também inclui um mecanismo de sintetizador polifônico de 16 vozes, um mecanismo de sintetizador de baixo separado, efeitos de modulação, efeitos de delay e reverb, modo loop, bateria recarregável e uma saída MIDI. A partir de 18 de dezembro, o novo sintetizador de Kevin Parker estará disponível parar compra por US$ 549. LEIA TAMBÉM: Montanee une rock, indie e stoner no single “Gray” Via: WikiMetal

Avantasia anuncia a data de lançamento de seu novo álbum
Avantasia, projeto do músico alemão Tobias Sammet, revelou a data de lançamento de seu 10º álbum de estúdio, Here Be Dragons, que será em 28 de fevereiro de 2025. O trabalho, que também contará com a nova parceria do grupo com a Napalm Records, promete uma mistura de coros épicos e elementos de metal sinfônico, além de novas sonoridades. O anúncio também revelou a arte da capa, que foi mais uma vez, criada pelo renomado artista britânico de fantasia Rodney Matthews. O vocalista Tobias Sammet afirmou que o disco é o mais coeso e ousado da carreira da banda. Ele destacou a abordagem criativa e despreocupada, que resgata o espírito de seus primeiros anos no cenário musical. “Criei dez faixas distintas que se uniram como o capítulo mais sólido da história do Avantasia. Estou cheio de energia e mal posso esperar para compartilhar esse trabalho com os fãs”, disse Sammet. Confira a postagem do lançamento no Instagram oficial de Sammet, juntamente com a Napalm Records: View this post on Instagram A post shared by Napalm Records (@napalmrecordsofficial) Avantasia: Turnês e novo álbum Here Be Dragons será lançado pouco antes das turnês da banda pela Europa, previstas para março e abril de 2025. Conforme o músico alemão, os shows trarão o novo repertório, clássicos da banda e raridades, com uma produção de palco espetacular. Além disso, o Avantasia também foi confirmado como um dos headliners do festival Bangers Open Air, que acontece entre os dias 2 e 4 de maio de 2025, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis pelo Clube do Ingresso. Confira as faixas de Here Be Dragons: Creepshow Here Be Dragons The Moorland At Twilight The Witch Phantasmagoria Bring On The Night Unleash The Kraken Avalon Against The Wind Everybody’s Here Until The End A pré-venda do álbum já está disponível em: https://lnk.to/Avantasia-HereBeDragons LEIA TAMBÉM: Tobias Sammet’s Avantasia assina contrato com Napalm Records Via: WikiMetal

Courtney LaPlante (Spiritbox) diz por que não fará meet and greet na tour pelos EUA
A vocalista do Spiritbox, Courtney LaPlante, esclareceu por que não fará meet and greet. Pelas redes sociais, um fã a questionou se rolaria encontro com o público durante a longa turnê do novo Tsunami Sea pelos Estados Unidos. Courtney respondeu: “Sem meet and greet! Eu faço repouso vocal extremo durante uma turnê de tamanha duração”. No meet and greet, I go on extreme vocal rest during a tour of that length — courtney laplante™️ (@corklezlaplante) November 21, 2024 E por falar em Tsunami Sea, o álbum sairá em 07 de março de 2025 pela Pale Chord em parceria com a Rise Records. O disco teve a produção de Dan Braunstein e Mike Stringer, mixagem de Zakk Cervini e masterização de Ted Jensen. Track listing de Tsunami Sea: 01. Fata Morgana02. Black Rainbow03. Perfect Soul04. Keep Sweet05. Soft Spine06. Tsunami Sea07. A Haven With Two Faces08. No Loss, No Love09. Crystal Roses10. Ride The Wave11. Deep End Banda Formada em 2017 por Courtney LaPlante e Mike Stringer, o Spiritbox alcançou destaque com o single Holy Roller em 2020, consolidando-se como um dos nomes mais promissores do metal. Com seu álbum de estreia Eternal Blue (2021), que alcançou a 13ª posição na Billboard 200, o grupo redefiniu a música pesada, misturando djent, post-metal e influências pop. Desde então, o Spiritbox esgotou turnês, estampou capas de revistas importantes e ganhou prêmios como o Heavy Music Awards e dois JUNO. Em 2023, lançou o EP The Fear of Fear, com o single Jaded indicado ao Grammy. Via: Rockbizz

Toto entrega o mais puro e sofisticado AOR ao público carioca
Fazer o público carioca sair de casa em plena terça-feira, lotar uma arena em um final de mês, com o agravante de um importante jogo de futebol na grade televisiva, não é para qualquer um, não. Na verdade, são poucos os nomes da música mundial que têm repertório robusto o bastante para conquistar tal façanha. Um destes felizardos é o veterano Toto, que já beira os cinquenta anos de bons serviços prestados ao AOR, classic rock, soft rock e hard rock. Depois de mais de quinze anos longe dos palcos brasileiros, Steve Lukather e companhia – a saber: Joseph Williams (vocal), Warren Ham (vocal, flauta, percussão e saxofone), Greg Phillinganes (teclado e vocal), Shannon Forrest (bateria), John Pierce (baixo) e Dennis Atlas (teclado e vocal) – trouxeram na bagagem a Dogz of Oz World Tour e seus quase infinitos hits. Aqui cabe um adendo! Para o público desavisado e com pouca intimidade com a arte musical, a apresentação do Toto pode conter um certo teor saudosista, visto que boa parte do repertório é formado de hits radiofônicos dos anos 1970 e 1980. Contudo, tal impressão está muito longe do verdadeiro sentimento em torno dos espetáculos do grupo, pois é uma celebração da trilha sonora da vida de centenas de milhares de pessoas. Ninguém curte a música do Toto por um verão, depois passa anos sem ter contato com o som da banda e, por algum capricho do universo, se depara novamente com a arte dos músicos e recorda os bons momentos do passado. Não! A música deles é a trilha sonora para a vida toda, não há brechas temporais, portanto, prestigiar um espetáculo do Toto se revela como um ápice emocional e festivo de tal relação. Foto: Livia Teles / RockBizz E fora este quê festivo a toada da apresentação na Arena Jockey, a qual reuniu muitos fãs para cantar de forma uníssona pérolas como Girl Goodbye. Com som muito bem azeitado, Hold the Line elevou ainda mais o clima de alegria e estabeleceu de vez o tom de diversão da noite. Do segundo álbum, Hydra, de 1970, a canção 99 foi a primeira com os vocais de Steve Lukather, que esbanjou seu timbre aveludado e sensível em uma interpretação irrepreensível. A pegada leve e ensolarada de férias de verão chegou ao som de Pamela, a qual provou que um pé na bunda pode gerar grandes canções. Como um distinto anfitrião, Lukather saudou o público e o perguntou se havia músicos na plateia. Com o feedback positivo, o músico convidou a todos para uma aula de fusion com a performance da complexa Jake To The Bone, que esbanjou ritmos quebrados e padrões e solos capazes de darem nó nas mentes mais brilhantes da música. Foto: Livia Teles / RockBizz Burn cedeu aos encantos do carismático Greg Phillinganes em uma versão ainda mais profunda do que a sua variante de estúdio. A intimista de I’ll Be Over You foi perfeita para que os casais de plantão se derretessem em juras de amor. Já as alegres Stop Loving You, I’ll Supply the Love e Home of the Brave baixaram o decreto de festa a qual todos estavam convocados a entrarem no ritmo de alegria. Dinâmica é um dos muitos predicados do Toto, sendo assim, o quê introspectivo retomou em A Thousand Years, a qual estava de fora do repertório há algum anos e reapareceu para a Dogz of Oz World Tour. A influência disco e funk de Georgy Porgy foi um prato cheio para que a Arena Jockey se tornasse uma pista de dança. Já a veia progressiva de Dying On My Feet foi um prato cheio aos fãs que quebram a cabeça para tocar seus riffs, frases e solos. Foto: Livia Teles / RockBizz Antes de encerrar a farra com altas doses de prazer e felicidade, Steve apresentou seus amigos de labuta concedendo alguns fragmentos de seus feitos na cena musical. De parceiro de Michael Jackson a braço direito de Quincy Jones, o Toto de 2024 é um verdadeiro desfile de ases do mercado fonográfico, o que deixa a concorrência a ver navios. O duo Rosanna e Africa foi a consagração de uma noite regada ao mais puro e sofisticado AOR! Milhares de vozes cantaram seus refrãos, bem como seus riffs, além disso, provaram que o público do Rio de Janeiro tem muito apreço pela nata do rock n’ roll. Em pouco mais de duas horas, o Toto rememorou o quão vital é para o ecossistema mundial da música como arte atemporal e inestimável. A música do grupo vai seguir como trilha sonora dos milhares que os prestigiaram nessa terça, dia 26 de novembro, mas com uma chama ainda mais vibrante e calorosa. Foto: Livia Teles / RockBizz Foto: Livia Teles / RockBizz Via: Rockbizz

Vote: Quem você está mais ansioso pra ver no Bangers Open Air?
O festival Bangers Open Air acontece entre os dias 02 e 04 de maio de 2025 no Memorial da América Latina, em São Paulo. As atrações já foram confirmadas e o lineup traz Avantasia, W.A.S.P, Doro, Gleen Hughes, Kerry King, Black Pantera, Sabaton, Powerwolf, Saxon, Nile, Lord of the Lost entre outras. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial do Clube do Ingresso. Com esse lineup de peso, o Wikimetal quer saber: quem você está mais ansioso(a) pra ver no Bangers Open Air? Vote logo abaixo: Nota: Há uma pesquisa incorporado dentro deste post, por favor visite o site para participar na enquete deste post. Via: WikiMetal

Angra irá relançar ‘Temple of Shadows’ com faixas bônus de pré-produção
Angra vai relançar o seu quinto álbum de estúdio Temple of Shadows (2004) com duas faixas bônus de pré-produção, sendo elas “Spread Your Fire” e “Late Redemption”. Estará disponível a partir do dia 6 de dezembro, via Voice Music. Virá em formato slipcase, com pôster e OBI. O álbum está em pré-venda através da Black Rock e pode ser adquirido por R$67,20, excluindo o frete. Temple Of Shadows 20th Anniversary, Angra: “Deus Le Volt!” “Spread Your Fire” “Angels and Demons” “Waiting Silence” “Wishing Well” “The Temple of Hate” “The Shadow Hunter” “No Pain for the Dead” “Winds of Destination” “Sprouts of Time” “Morning Star” “Late Redemption” “Gate XIII”Faixas Bônus “Spread Your Fire” (Pré production) “Late Redemption” (Pré production) Sobre o álbum Temple Of Shadows O relançamento de Temple Of Shadows chega para celebrar os 20 anos do álbum, que foi lançado originalmente em 2004. Contará com a participação de Milton Nascimento, Hansi Kürsch (Blind Guardian), Kai Hansen (Helloween e Gamma Ray) e Sabine Edelsbacher (Edenbridge). A versão remasterizada ficará disponível no dia 6 de dezembro. O álbum é conceitual, contando a história de “The Shadow Hunter”, um cavaleiro que se junta ao exército papal para participar da Primeira Cruzada. Este é um período da história que é relembrado por suas ideologias conservadoras e violentas, uma época marcada por guerra, morte, sangue e fé cega. Após várias batalhas e obstáculos travados na guerra santa, o protagonista reflete sobre os ideais da Igreja Católica, colocando a sua própria fé em questão. LEIA TAMBÉM: Rafael Bittencourt comenta sobre hiato do Angra Via: WikiMetal

Epica anuncia turnê no Brasil em 2025 durante o mês de setembro
O Epica, anunciou nesta quarta-feira, 27, as datas de sua turnê pela América Latina em 2025. A turnê passará por 6 cidades no Brasil. Depois de uma breve passagem pelo Brasil em 2024, sendo uma das melhores apresentações do festival Summer Breeze Brasil em São Paulo, a banda retorna com várias datas no país, durante o mês de setembro do ano que vem. A banda desembarca em Porto Alegre, no Bar Opinião, no dia 06 de setembro, abrindo a passagem pelo Brasil, passando depois por Curitiba, no dia 07, na Ópera de Arame. Então, o grupo se apresenta em Belo Horizonte, no dia 09, no Grande teatro BeFly, passando por Brasília, no dia 11/09 no Toinha, e finalizando a passagem pelo país, com shows no Rio de Janeiro, no dia 13, na Sacadura 154 e São Paulo, no dia 14 de setembro, no Terra. Os italianos do Fleshgod Apocalypse irão abrir os shows da banda holandesa nesta turnê. Os ingressos estarão à venda a partir desta sexta-feira, 29 de novembro, às 10h (horário de Brasília). View this post on Instagram A post shared by EPICA (@epicaofficial) LEIA TAMBÉM: Epica lança novo single “Arcana” Via: WikiMetal

System Of A Down: Shavo Odadjian diz que o nu metal “não é um estilo. Era uma era.”
Shavo Odadjian, baixista do System Of A Down e do seu novo projeto Seven Hours After Violet, em uma entrevista com o 95.5 KLOS, fala sobre fazer parte da vertente nu metal que estourou no final da década de 1990 e no início dos anos 2000. Quando perguntado sobre ser parte de uma banda de nu metal, o baixista, via Blabbermouth, comenta: “Eu tenho uma outra visão no nu metal. Não é um estilo. Era uma era onde bandas tocavam música pesada, mas o faziam de um outro jeito.” Odadjian afirma que as bandas da altura “misturavam o rock-metal com algo diferente”, desde o hip-hop até ao prog psicadélico. De acordo com o artista, o heavy metal era bom na década de 1980, mas graças a “certas bandas” que foram surgindo, a cena foi “arruinada”. O baixista, sem nomear nenhuma delas, as classifica como “bregas”. Em uma outra entrevista com o Metal Hammer, Odadjian admite que no começo não gostava de ser colocado no mesmo grupo de bandas como o KoRn, Slipknot e Limp Bizkit, mas ele aprendeu a aceitar isso com o tempo. “Eu nunca gostei de ser comparado com ninguém, quando nos colocavam em um grupo, eu dizia sempre ‘Nós não somos nu metal. Nós somos nós mesmos.’ Agora estou mais velho e mais sábio”, diz à revista. O baixista compara a grande diversidade do nu metal, falando que o SOAD não se importava em “misturar elementos armênios com death metal”, que o KoRn “não queria saber se estava colocando hip-hop à mistura”, entre outras bandas, como o Deftones e o STATIC-X, que adicionava disco. “Você não pode negar que era legal e especial, certo?” LEIA TAMBÉM: Serj Tankian se desligou “emocionalmente” nos últimos álbuns do System Of A Down Via: WikiMetal