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The Town anuncia Green Day, Sex Pistols e Iggy Pop na edição de 2025
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04/12/2024

The Town anuncia Green Day, Sex Pistols e Iggy Pop na edição de 2025

O festival The Town acaba de anunciar novas atrações para sua edição de 2025. No dia 07 de setembro, Green Day e Sex Pistols irão se apresentar no Palco Skyline. Já o line-up do Palco The One contará com Iggy Pop e Pitty. E tem mais! No dia 20 de fevereiro começará a venda de ingressos do festival. O The Town Card permite que quem o adquirir escolha a data de sua preferência posteriormente, garantindo acesso ao evento antes mesmo do anúncio do line-up completo. O The Town acontece nos dias 06, 07, 12, 13 e 14 de setembro de 2025 no Autódromo de Interlagos em São Paulo. Via: Rockbizz

Iron Maiden: Jogo Legacy Of The Beast será encerrado após oito anos
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03/12/2024

Iron Maiden: Jogo Legacy Of The Beast será encerrado após oito anos

Após oito anos, a Navigator Games anunciou que o jogo para dispositivos móveis Legacy Of The Beast, do Iron Maiden, chegará ao fim. Iron Maiden: Legacy Of The Beast é um RPG que leva os jogadores a uma incrível jornada, sempre em expansão, ao mundo da banda britânica. No game, o jogador é apresentado às diversas encarnações do mascote Eddie; ao Ed Force One, o boeing 747 do grupo e até mesmo à cerveja Trooper. O jogo já uniu forças, inclusive, com bandas como Motörhead, Disturbed, Within Temptation, Ghost, Five Finger Death Punch, Arch Enemy, Powerwolf, Lacuna Coil, Amon Amarth e Avenged Sevenfold. Em suas redes sociais, a Navigator Games escreveu: “À medida que a turnê The Future Past 2023/24 termina no Brasil neste fim de semana, somos lembrados das incríveis conquistas deste jogo – notavelmente tendo uma turnê inspirada e nomeada em homenagem a ele. Completa com vários mundos no palco, a turnê Legacy Of The Beast do Iron Maiden tocou para mais de três milhões de fãs, de 2018 a 2022, ao redor do globo – encabeçando alguns dos maiores festivais e estádios, incluindo Rock In Rio, Hellfest, Download e Wacken Open Air, para citar apenas alguns. Foi de longe a maneira mais emocionante e ambiciosa de promover um videogame de todos os tempos – contribuindo para sua incrível longevidade e popularidade com mais de seis milhões de jogadores como o maior jogo de heavy metal de todos os tempos”. E acrescentou: “No que diz respeito ao futuro, nossa equipe continua trabalhando em novos projetos com o Iron Maiden que estamos animados para compartilhar com vocês em algum momento. No entanto, precisamos nos despedir deste capítulo primeiro e, para isso, queremos celebrar o incrível legado que todos nós construímos juntos com você. Então, agora é hora de tirar o pó dessas caixas de voo uma última vez e terminar com um estrondo e uma festa de fim de turnê memorável!” Iron Maiden: Legacy Of The Beast ficará disponível até o dia 31 de dezembro de 2024 e não poderá ser baixado nem jogado após essa data. Via: Rockbizz

Judas Priest queria ser uma banda de heavy metal desde o primeiro dia, afirma Rob Halford
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03/12/2024

Judas Priest queria ser uma banda de heavy metal desde o primeiro dia, afirma Rob Halford

Em uma nova entrevista para o canal japonês Victor Rocks, o vocalista Rob Halford foi questionado sobre a crença de alguns fãs de que o Judas Priest era uma banda de hard rock durante a era Rocka Rolla (álbum de estreia, lançado em 1974) e se tornou heavy metal depois de Sad Wings Of Destiny (segundo álbum de estúdio, lançado em 1976). Halford respondeu: “Quando o Judas Priest começou sua vida no metal todos aqueles anos atrás, dissemos desde o primeiro dia: ‘Queremos ser uma banda de heavy metal. Queremos que nosso som heavy metal circule pelo mundo desde o começo’. E foi isso que fizemos quando começamos com Rocka Rolla”. E completou: “Sim, há uma textura diferente e uma experiência diferente de Rocka Rolla para Sad Wings Of Destiny. Como acontece com muitas bandas, seus primeiros dois ou três álbuns estão estabelecendo quem você é e o que você quer dizer com seu metal, com sua música. E foi isso que o Judas Priest fez com Rocka Rolla. Heavy metal desde o primeiro dia.” Confira a entrevista completa abaixo: E por falar em Judas Priest, uma versão remixada e remasterizada do clássico álbum de estreia do grupo, Rocka Rolla, feita pelo produtor de longa data Tom Allom (British Steel, Screaming for Vengeance), foi lançada digitalmente no dia 13 de setembro e em vinil e CD no dia 22 de novembro. Lançado em 1974, Rocka Rolla foi gravado com um orçamento pequeno pela formação do grupo na época, composta pelo vocalista Rob Halford, o guitarrista Glenn Tipton, o baixista Ian Hill, o guitarrista KK Downing e o baterista John Hinch. Como Halford explicou em um comunicado sobre a nova reedição, os membros do Priest estavam em sua maioria satisfeitos com seu trabalho no estúdio, mas ao receber a primeira prensagem, o som final do disco os deixou decepcionados. Felizmente, as fitas master originais do trabalho foram armazenadas com segurança, e Allom pôde dar “a produção que ele merecia”, nas palavras de Ian Hill. Via: Rockbizz

Slash e Duff McKagan se unem em novo single beneficente I Can Breathe
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03/12/2024

Slash e Duff McKagan se unem em novo single beneficente I Can Breathe

Gibson Band, um coletivo de músicos que se juntam para fazer música e arrecadar fundos e conscientização para causas nobres, lançou o novo single I Can Breathe. A canção beneficente apresenta guitarra base e piano de Cesar Gueikian (CEO da Gibson) com os convidados especiais e membros do Guns N’ Roses, Duff McKagan nos vocais principais e Slash na guitarra principal e solos. Gibson Records, McKagan, Slash e Gueikian doarão 100% dos lucros da venda de I Can Breathe, além de todos os fundos de leilão arrecadados para a National Alliance on Mental Illness (NAMI), por meio do Gibson Gives. A NAMI é a maior organização de recursos de saúde mental de base dos Estados Unidos que se dedica a construir vidas melhores para milhões de americanos afetados por doenças mentais. A arte da capa do single é baseada em uma pintura original de Serj Tankian intitulada They’re Coming. A pintura será leiloada junto com uma guitarra Gibson Les Paul Standard única, que também apresenta a arte pintada à mão como parte do próximo leilão global da Julien’s Auctions. Gueikian disse: “Sou grato pela colaboração de Slash, Duff e da participação do meu amigo Serj Tankian [System Of A Down] com a arte da capa. Estou emocionado por estarmos doando todos os lucros da música para uma causa grande e relevante.” Slash afirmou: “Cesar e Duff vieram até mim com uma música muito legal. Adorei a ideia do riff e o vocal de Duff, então me senti em casa na faixa.” Confira I Can Breathe abaixo: Via: Rockbizz

Falling in Reverse adia turnê no Reino Unido devido a problemas com o visto de Ronnie Radke
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03/12/2024

Falling in Reverse adia turnê no Reino Unido devido a problemas com o visto de Ronnie Radke

O Falling in Reverse emitiu uma declaração sobre o adiamento de sua turnê de 2024 no Reino Unido. Após vários outros cancelamentos de shows, as próximas apresentações da banda no Reino Unido, que aconteceriam de 4 a 16 de dezembro, foram adiadas devido a problemas com o visto do vocalista Ronnie Radke. “Lamentamos anunciar que foi negado o pedido de visto de Ronnie para os shows restantes de 2024 no Reino Unido… O Reino Unido está atualmente recusando a entrada de requerentes de visto que cumpriram mais de 12 meses de prisão, como Ronnie fez em 2008”, disse a declaração publicada no story do Instagram do Falling in Reverse. “Portanto, não poderemos ir ao Reino Unido este mês para fazer os shows que estávamos ansiosos. Adiaremos os shows para o ano que vem enquanto continuamos a trabalhar nessa questão legalmente para obter o visto necessário”, completou. As novas datas serão anunciadas em breve. Confira a declaração completa em https://fallinginreverse.com/pages/tour-dates. Via: Rockbizz

João Gordo transforma MPB em punk em novo álbum ‘Brutal Brega: MPB Mode’
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03/12/2024

João Gordo transforma MPB em punk em novo álbum ‘Brutal Brega: MPB Mode’

João Gordo lançou seu mais novo álbum, Brutal Brega MPB Mode, no qual ele transforma músicas do MPB em punk. Produzido por Val Santos (Toyshop, VIPER), o registro conta com músicas como “Tropicana”, “A Filha da Chiquita Bacana” e “Cavaleiro de Aruanda”. O novo álbum é uma sequência de Brutal Brega (2022), que trazia músicas do estilo “brega”, como Sidney Magal e Reginaldo Rossi. A capa e o projeto visual são trabalhos de Wagner Loud e os videoclipes foram dirigidos por Raul Machado. Brutal Brega: MPB Mode está disponível nas plataformas de streaming e em CD na Wikimetal Store. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air acontece em maio e já tem parte do lineup revelado Via: WikiMetal

Malvada lança single “Fear”, balada épica sobre saúde mental
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03/12/2024

Malvada lança single “Fear”, balada épica sobre saúde mental

A banda Malvada acaba de apresentar ao público seu novo single, “Fear”, disponível em todas as plataformas digitais e acompanhado por um videoclipe oficial no canal da gravadora Frontiers Records no YouTube. Segunda música da banda cantada em inglês e terceira prévia do aguardado novo álbum, “Fear” é uma balada épica que une o clássico ao moderno, trazendo uma mensagem profunda sobre ansiedade e questões psicológicas. A faixa se destaca pela inclusão de um quarteto de cordas, criando uma atmosfera única e emocionante. “Fear é a música que vai surpreender a todos que ouvirem, tem uma aura diferente e novos elementos. A música mais diferente que já fizemos”, comentou o grupo, composto por Indira Castillo (vocal), Bruna Tsuruda (guitarra), Juliana Salgado (bateria) e Rafaela Reoli (baixo). O videoclipe, dirigido por Caike Scheffer, traduz visualmente a intensidade e a profundidade da música. Já a produção musical ficou nas mãos de Giu Daga, vencedor de três Grammys Latino, garantindo um acabamento impecável à faixa. Confira abaixo o videoclipe: LEIA TAMBÉM: Malvada lança “Down The Walls”, primeira música em inglês, com videoclipe Via: WikiMetal

My Chemical Romance se pronuncia sobre a morte do ex-baterista Bob Bryar
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03/12/2024

My Chemical Romance se pronuncia sobre a morte do ex-baterista Bob Bryar

O My Chemical Romance se pronunciou sobre a morte do ex-baterista da banda, Bob Bryar, aos 44 anos. “É com o coração pesado que nos despedimos de Bob Bryar, nosso ex-companheiro de banda e uma parte importante da história do My Chemical Romance”, escreveu a banda em uma publicação nas redes sociais. “Enviamos nossas mais profundas condolências a seus amigos e familiares neste momento. Que ele descanse em paz”. De acordo com o TMZ, Bryar foi encontrado morto em sua casa no Tennessee, Estados Unidos, na terça-feira (26 de novembro). Autoridades policiais disseram que não havia sinais de crime e que seus pertences estavam intocados. A causa da morte continua sob investigação. Bryar se juntou ao My Chemical Romance em 2004 como substituto do baterista original, Matt Pelissier. Ele tocou e gravou músicas com o My Chemical Romance em todos os lançamentos subsequentes da banda, incluindo o álbum clássico The Black Parade, até sua saída em 2010. Via: Rockbizz

Top 11 músicas mais tristes do Linkin Park: dor, luta e perda
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02/12/2024

Top 11 músicas mais tristes do Linkin Park: dor, luta e perda

Em termos de composição, o Linkin Park é uma das bandas que se destaca, trazendo letras potentes que nos fazem pensar, com significados interessantes e que vão além de meras palavras. O retorno da banda com uma nova formação, – trazendo Emily Armstrong nos vocais e Colin Brittain na bateria – além de novo álbum, trouxe-os de volta aos holofotes e, muitos que antes não conheciam a carreira do grupo, passaram a conhecer. Pensando nisso, elaborei uma lista das melhores músicas com as letras mais reflexivas da banda, que abordam temas como dor, luta e perda. “Crawling” – Hybrid Theory (2000) “Over Each Other” – From Zero (2024) “Leave Out All The Rest” Minutes To Midnight (2007) “My December” – Hybrid Theory (2000) “Waiting For The End” – A Thousand Suns (2010) “Castle Of Glass” – Living Things (2012) “One More Light” – One More Light (2017) “The Emptiness Machine” – From Zero (2024) “Powerless” – Living Things (2012) “Numb” – Hybrid Theory (2000) “In The End” – Hybrid Theory (2000) LEIA TAMBÉM: Linkin Park se despede do Brasil com show catártico em São Paulo Via: WikiMetal

Iron Maiden: Veja performance de Caught Somewhere in Time na Argentina
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02/12/2024

Iron Maiden: Veja performance de Caught Somewhere in Time na Argentina

No último domingo, dia primeiro de dezembro, o Iron Maiden se apresentou na Movistar Arena, em Buenos Aires, capital da Argentina, como parte da The Future Past Tour, a qual se atém nos álbuns Somewhere in Time (1986) e Senjutsu (2021), o que é uma forma de unir o passado e o presente do grupo. Do citado show, veja performance de Caught Somewhere in Time, open track da turnê, bem como do álbum Somewhere in Time. Iron Maiden & Brasil E por falar na Donzela de Ferro, o sexteto britânico também virá ao nosso país com a famosa The Future Past Tour. Os shows vão rolar no Allianz Parque em São Paulo, nos dias 06 e 07 de dezembro. É importante ressaltar que as apresentações no Brasil serão as últimas da banda neste ano e desta turnê. Depois disso, os caras voltarão aos palcos somente em maio de 2025, com a Run For Your Lives World Tour. Cinquenta anos A Run For Your Lives World Tour será em celebração aos cinquenta anos do Iron Maiden e contemplará canções dos álbuns Iron Maiden a Fear of the Dark, ou seja, a fase mais querida pela maioria dos fãs do grupo. Veja o teaser em promoção a turnê: Via: Rockbizz

Angra: “A consciência da música como negócio veio em observar o Kiko e o Rafael”, diz Felipe Andreoli
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02/12/2024

Angra: “A consciência da música como negócio veio em observar o Kiko e o Rafael”, diz Felipe Andreoli

Durante bate-papo com o apresentador Carlos Mafia, do Plugado Podcast, o baixista do Angra, Felipe Andreoli comentou o quanto a faculdade de administração de empresas o ajudou a ver a música não apenas como arte, mas como um negócio. “Tem um fator de influência em enxergar não só a música, mas como qualquer coisa como business, porque você tem contato com o funcionamento interno de uma empresa. Você vê como as coisas precisam ser sustentadas e como diferentes áreas precisam estar em harmonia para ter uma saúde financeira. Você precisa administrar pessoas, então, na faculdade de administração, você aborda as áreas exatas e as humanas”. Felipe continuou: “A faculdade foi mais uma obrigação do que uma vocação! A consciência da música como negócio veio em observar e aprender o Kiko [Loureiro – guitarra] e o Rafael [Bittencourt – guitarra] e todo pessoal envolvido na administração do Angra do que na própria faculdade”. “Aprendi com o dia a dia da banda, contratos com gravadora, negociação com os contratantes, agência de viagem, empresa de merchandise, fã clube. Sempre me interessou muito saber mais do que só tocar, subir no palco e tocar um som. Sempre me interessou ser capaz de gerenciar o negócio e não ser simplesmente uma vítima de um planejamento que alguém fez e você não sabe o porquê e como é. Me dá um pouco de desespero não saber o porquê das coisas”. Andreoli completou afirmando que desde sua entrada no Angra, ele tem participação nos lucros. “Eu entrei no Angra com participação nos lucros da banda. Eu nunca fui um músico contratado com cachê. Então, desde cedo, eu já tive acesso à prestação de contas. Desde cedo vi de onde vem as fontes de renda e sei conferir se tudo está certo”. Assista a entrevista completa de Felipe Andreoli aqui: Via: Rockbizz

In Flames estreia o videoclipe de In The Dark
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02/12/2024

In Flames estreia o videoclipe de In The Dark

O In Flames estreou o videoclipe de In The Dark, faixa presente no álbum Foregone, que saiu em fevereiro de 2023 pela Nuclear Blast. O disco, que teve a produção de Howard Benson, foi o primeiro registro de estúdio com o baterista Joe Rickard. Veja: O disco está disponível em CD, CD Longbox, CD digipack, vinil preto, vinil colorido (amarelo, branco, vermelho, dourado), Boxset (com 2LP Picture Disc, CD Digipack, adesivo, livreto de 28 páginas, entre outros mimos) e digital. Track listing de Foregone: 1. The Beginning Of All Things That Will End2. State Of Slow Decay3. Meet Your Maker4. Bleeding Out5. Foregone Pt. 16. Foregone Pt. 27. Pure Light Of Mind8. The Great Deceiver9. In The Dark10. A Dialogue in b Flat Minor11. Cynosure12. End The Transmission Via: Rockbizz

“Ouvir Beyoncé não me faz menos metal, mas me chamam de poser”, diz Fernanda Lira (Crypta)
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02/12/2024

“Ouvir Beyoncé não me faz menos metal, mas me chamam de poser”, diz Fernanda Lira (Crypta)

Ao longos dos meses de setembro e outubro, a Crypta fez uma extensa turnê pelos Estados Unidos como ‘open act’ do Hatebreed, em sua tour de trinta anos de carreira. Com isso, a banda brasileira pôde desbravar novos territórios e conversar com a imprensa local. Garza Podcast foi um dos veículos que recebeu Fernanda Lira (vocal e baixo) e Luana Dametto (bateria) – completa a formação do conjunto Tainá Bergamaschi (guitarra) e Jéssica Di Falchi (guitarra) – para um bate-papo amistoso e saber detalhes sobre o grupo e suas integrantes. Questionada sobre como é ser uma metaleira e curtir a pop star Beyoncé, Fernanda disse: “Todo mundo na banda ouve as suas coisas, mas, como eu sou mais aberta sobre isso, as pessoas pegam no meu pé. No entanto, eu não ligo! Eu uso as minhas mídias sociais como uma extensão de minha vida, e a minha vida é o universo todo. Metal é a coisa mais importante da minha vida! Eu sou uma metaleira! Mas também quero compartilhar outras coisas como yoga, veganismo e Beyoncé. Ouvir Beyoncé não me faz menos metal, mas me chamam de poser”. Ela completou: “Eu ouço metal desde criança por causa de meu pai! Quando eu era adolescente, a minha vida era ir aos shows. Depois disso, a minha vida foi trabalhar para o metal; eu tive programa de TV, tive um programa de rádio, fazia resenhas de shows e entrevistava as bandas para as revistas e sites. Então, as pessoas que me chamam de poser não sabem as coisas que já fiz para o metal. Eu sempre respirei metal. Gosto de Beyoncé, mas conheço a minha história no metal”. Eis o bate-papo na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Ritchie Blackmore não pega leve com o pop e a Taylor Swift: “Essas porcarias são horríveis”
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02/12/2024

Ritchie Blackmore não pega leve com o pop e a Taylor Swift: “Essas porcarias são horríveis”

Alguns músicos das cenas rock e metal já teceram elogios à cantora pop Taylor Swift e à cena em que ela está inserida. O guitarrista Gary Holt (Slayer, Exodus), por exemplo, chegou a afirmar que a artista é muito legal e que curte a música I Knew You Were Trouble. Contudo, do outro lado da cerca, há músicos como o guitar hero Ritchie Blackmore (ex-Deep Purple, ex-Rainbow) que não pega leve com o pop e a Taylor Swift a ponto de chamar de porcarias horríveis. Em vídeo compartilhado em seu canal oficial no YouTube, Blackmore falou da música atual e teceu sua opinião sobre a pop star. “Quando a família toda entra na caminhonete e vamos tirar umas férias, o que provavelmente é a umas 20 milhas de distância de casa porque eu não gosto de viajar, tudo o que eu ouço é Taylor Swift ou algo assim. Acho difícil me identificar com isso, mas não é errado, é a nova geração querendo ouvir isso. Isso é provavelmente tão bom para eles quanto The Beatles, Cream e Jimi Hendrix foram para mim. Eu não posso reclamar, mas como gosto de reclamar, eu vou reclamar! Acho essas porcarias que eles estão tocando nas rádios hoje em dia horríveis. Não escuto as rádios dos Estados Unidos porque não têm mais boas músicas”. Ritchie também comentou sobre o que curte ouvir. Ele disse: “A minha paixão está na música antiga, no som do século quinze. Sou até obsessivo com isso! Ouço coisas dessa época, pois me animam; além disso, acho que é uma música orgânica, o que me cativa”. Confira a fala de Ritchie Blackmore no player a seguir: Via: Rockbizz

Shows de reunião do Oasis não serão tão barulhentos quanto antigamente, diz Noel Gallagher
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01/12/2024

Shows de reunião do Oasis não serão tão barulhentos quanto antigamente, diz Noel Gallagher

Noel Gallagher afirmou que os shows de reunião do Oasis, que acontecerão em 2025, não serão tão barulhentos quanto antigamente. O guitarrista foi questionado sobre as apresentações enquanto participava da exposição Zoë Law: Legends na National Portrait Gallery em Londres na quinta-feira (28 de novembro), especificamente se acreditava que ele e o irmão Liam se comportariam tão selvagemente quanto no auge dos anos 90. “Não, não será tão barulhento quanto antigamente, porque estamos no lado errado dos 50 agora, então estamos muito velhos”, ele explicou (via The Sun). “Estamos velhos demais para dar a mínima agora, então não haverá nenhuma desavença, não haverá nenhuma briga. É uma volta de honra para a banda”. Os irmãos Gallagher revelaram seu tão aguardado retorno aos palcos no início deste ano, anunciando uma série de shows em estádios no Reino Unido e na Irlanda em julho do ano que vem. Em seguida, a banda irá para a América do Norte, América do Sul, Austrália, Coreia do Sul e Japão. Os shows no Brasil irão acontecer nos dias 22 e 23 de novembro no Estádio do MorumBIS em São Paulo. Via: Rockbizz

“Rock ainda continua morto e as pessoas não entendem por que digo isto”, afirma Gene Simmons
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01/12/2024

“Rock ainda continua morto e as pessoas não entendem por que digo isto”, afirma Gene Simmons

O linguarudo do KISS, Gene Simmons, já deu o que falar tempos atrás quando declarou que o rock n’ roll está morto. Agora, em entrevista ao canal The Zak Kuhn Show, o artista falou que o rock ainda continua morto e as pessoas não entendem por que ele diz isto. “O rock ainda continua morto e as pessoas não entendem por que digo isto, já que nós temos as nossas músicas favoritas e amamos as nossas bandas favoritas. Mas o que quero dizer é que… Bem, vamos jogar um jogo, e eu já fiz isso antes. De 1958 a 1988 são trinta anos. Trinta anos! O que aconteceu durante esse período? Bem, tivemos Elvis Presley, Beatles, The Rolling Stones, Jimi Hendrix, Pink Floyd, David Bowie e outros artistas. É uma música que dura para sempre! No mundo da disco e pop, você tinha Madonna, tinha até guitarras pesadas. Você tinha bandas como AC/DC e Aerosmith. Você tinha Motown ao mesmo tempo. Você tinha artistas como o Prince. Era um menu musical muito, muito rico. Podia subir e descer que sempre tinha coisa boa. Você tinha bandas de progressivo como Yes, Genesis e Gentle Giant. Você tinha as bandas pesadas como Led Zeppelin e assim por diante. De 1988 até hoje são quase 40 anos, e quem é o novo Beatles”? O entrevistador Zak Kuhn interpelou Simmons citando o Nirvana. Gene continuou: “Pode parar! Sou um grande fã, mas, se você andasse pela rua e perguntasse a um jovem de 20 anos, quem é o baixista do Nirvana, ele não saberia do que você está falando. Todo mundo conhecia o Beatles! Mesmo as pessoas que odiavam rock, elas sabiam quem era o Beatles”. Gene continuou: “Conversando com o meu filho, ele me contou uma ótima história. Ele viu uma garota bonita que estava usando uma camiseta do Stones que tem aquela língua e tal. Ele puxou assunto com a garota e a perguntou se era fã dos Stones, mas ela não sabia que se tratava de uma banda. Ele mostrou as músicas da banda pra garota e ela não conhecia nenhuma. Ela não sabia quem era o Mick Jagger. O que quero dizer é que se você andar aleatoriamente pela rua e perguntar ao primeiro jovem que encontrar o nome de algum integrante do Pearl Jam, ele não saberá responder. As pessoas podem até conhecer o Dave Grohl porque ele aparece em comercial de TV. Mas a massa não conhece o Foo Fighters”. “Antigamente, mesmo não gostando da música, as pessoas sabiam quem eram os músicos, os seus nomes. Tivemos um fotógrafo que odiava o Beatles, mas ele sabia quem era John, Paul, George, Ringo. Hoje em dia, não há mais uma banda de rock com este perfil”. Confira o bate-papo na íntegra no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Matt Heafy (Trivium) mostra vídeo ao vivo de A Gunshot To The Head Of Trepidation de 2005
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01/12/2024

Matt Heafy (Trivium) mostra vídeo ao vivo de A Gunshot To The Head Of Trepidation de 2005

O frontman Matt Heafy (Trivium) é bem ativo em suas redes sociais e alimenta regularmente seu canal no YouTube com muitos materiais legais. O novo conteúdo que o músico mostrou é o vídeo ao vivo de A Gunshot To The Head Of Trepidation de 2005. O clipe foi registrado na London Astoria, famoso teatro que fica na capital inglesa, quando o Matt e seus companheiros divulgavam o segundo álbum do Trivium, Ascendancy. Veja: E por falar no Trivium, a banda fará uma extensa turnê pelos Estados Unidos com os amigos do Bullet for My Valentine. O giro norte-americano começará no final de março e se estenderá até meados maio. A turnê, que levará o nome de Poisoned Ascendancy Tour, será a celebração aos vinte anos de Ascendancy e The Poison, que é o primeiro disco do Bullet for My Valentine. Confira o itinerário da turnê aqui: A Europa também ganhará datas da Poisoned Ascendancy Tour entre o finalzinho de janeiro e fevereiro. Países como Holanda, Itália, Espanha e Alemanha vão curtir os shows dos grupos. Além disso, a tour passará pelo Reino Unido para fazer a alegria dos fãs de lá. Veja as datas da festa heavy metal logo abaixo. Via: Rockbizz

Jake E. Lee discutiu com os bandidos que lhe deram tiro: “Vão se ferrar”
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01/12/2024

Jake E. Lee discutiu com os bandidos que lhe deram tiro: “Vão se ferrar”

No mês de outubro, o guitarrista Jake E. Lee (Ozzy Osbourne, Badlands, Red Dragon Cartel), 67 anos, deu um susto em seus fãs quando surgiu a notícia de que fora baleado três vezes, em um tiroteio nas ruas de Las Vegas, Estados Unidos. De acordo com as autoridades locais, o tiroteio foi completamente aleatório e ocorreu enquanto Lee levava seu cachorro, Coco, para passear. O músico passou uns dias internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital de Las Vegas, no entanto, já teve alta e segue se recuperando em casa na companhia dos familiares. Pelas redes sociais, o músico vem falando sobre o que lhe aconteceu e compartilhando detalhes da noite em que quase foi bater um papo ao vivo com o cara lá de cima. Na nova postagem, Lee escreveu: “Parece que preciso esclarecer os eventos que levaram ao tiroteio. Coco e eu estávamos voltando para casa depois de nossa caminhada. Avistei dois cavalheiros vestidos de preto, com capuzes abaixados, máscaras cobrindo suas bocas, em uma garagem de olho em uma motocicleta. Eles nos viram chegando, saíram da garagem e rapidamente caminharam pela rua na mesma direção em que estávamos indo. Eles continuaram olhando por cima dos ombros para nós. Coco não gostou deles e estava puxando a guia com força em direção a eles, mas eu me afastei e mantive um ritmo constante. Eles pararam para nos encarar. Parei a cerca de dois metros deles, segurando Coco com força em mim. Um deles disse: ‘Você precisa parar de nos seguir, vai se ferrar’. Eu respondi: ‘Não estamos seguindo você, estamos indo para casa. Você não pertence aqui. Vão se ferrar vocês’. Eles continuaram olhando nervosamente para Coco, obviamente mais intimidados por um pitbull de 35 quilos do que por um velho com uma camisa havaiana brilhante! E eu amo como Coco lida com estranhos. Ele não é agressivo, mas não é amigável. Ele apenas fica em posição de sentido e os encara. De qualquer forma, depois de algumas falas machistas e de caras durões, sugeri que Coco e eu continuássemos o nosso caminho para casa e eles se virassem e fossem embora do jeito que vieram para encerrarmos a noite. Eu não vi nenhuma arma. Então começamos a andar, o que nos leva ao meu texto anterior, a parte um, que podemos chamar de prólogo. Estas são algumas fotos do meu lado esquerdo, dois dias depois, quando eu ainda estava na UTI”. O Departamento de Polícia de Las Vegas segue investigando o caso, no entanto, até o momento, nenhuma prisão foi efetuada. Carreira É importante recordar que Jake E. Lee substituiu o falecido Randy Rhoads na banda solo do madman, Ozzy Osbourne, e gravou dois discos com o artista: Bark At The Moon (1983) e The Ultimate Sin (1986). Lee foi um dos principais guitarristas da cena rock e metal dos anos 1980. Depois disso, o músico criou o Badlands, supergrupo de hard rock que lançou três álbuns de estúdio. Além de participações especiais em bandas como Enuff Z’Nuff e Mickey Ratt, Lee é o líder do conjunto Red Dragon Cartel. Via: Rockbizz

Bring Me The Horizon disputa com fãs quem canta mais alto em show em São Paulo
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01/12/2024

Bring Me The Horizon disputa com fãs quem canta mais alto em show em São Paulo

Com uma introdução cinematográfica nos telões que cativou e interessou aos fãs do Bring Me The Horizon, a banda fez o seu segundo show, desta vinda, em terras brasileiras. Na noite do último sábado, 30, o grupo subiu ao palco do Allianz Parque em uma performance que só pode ser descrita como explosiva, sendo esta, a maior de sua carreira como atração principal. Antes do mais aguardado da noite, The Plot In You, Spiritbox e Motionless In White fizeram performances de altíssimo nível e que prepararam o público para o show principal. Assim que colocaram os pés no palco, canhões com papéis foram acionados, e a faixa “DArkSide” se iniciou. Assim como em “MANTRA” o público cantava a plenos pulmões as letras das faixas. A pirotecnia utilizada, aliada a toda a temática nos telões e as falas de Oliver Sykes em português – que inclusive pediu para que o público fizesse muitos mosh pits -, criava uma ambientação única e bastante marcante do show, tornando-o quase que exclusivo. Não é exagero falar que o público estava de corpo e alma no estádio. Os fãs cantavam, dançavam e gritavam a cada música. A banda possuía a audiência na palma de sua mão. “Teardrops” foi uma excelente pedida ao setlist. Os vocais de Sykes soavam no ponto certo, sua voz completamente lisa e sem erros. Outro fato sobre o show, é a boa química da banda. As músicas funcionam tão bem ao vivo quanto em estúdio muito por conta disso e, claro, pela habilidade dos integrantes do Bring Me The Horizon. Vale ressaltar uma questão é referente a voz de Oliver Sykes. Ele soou praticamente perfeito durante toda a performance com músicas desafiadoras. A já muito boa em estúdio “Kool-Aid” acaba por se tornar ainda melhor quando executada ao vivo, sendo uma pedida obrigatória em todo e qualquer show do grupo. Toda a ideia artística de ficção científica distópica que a banda utilizou em seu show foi brilhantemente pensada e executada. Uma história foi contada durante a performance, tornando-se assim, um verdadeiro espetáculo. “n/A” mostra habilidade da banda e a vontade do público de cantar. Sykes consegue ir de vocais suaves e tranquilos para gritos rasgados em questão de segundos, marcando assim, essa música como uma boa parte do show. Mas nada supera os momentos em que o vocalista falou em português, a exemplo, de quando ele perguntou “vocês querem música velha?” e então, a banda tocou “Sleepwalking”. Um marco desse show aconteceu quando Bring Me The Horizon recebeu Mc Lan e Di Ferrero no palco e, juntos, cantaram “Antivist”, em uma performance interessante. Em um Allianz Parque todo iluminado e com pessoas nos ombros umas das outras, a banda tocou a emocionante “Follow You” e, mais uma vez, os fãs deram um show de coro, cantando a música em uníssono. Dá para entender o por quê de esse ser o show mais esperado da noite. O Bring Me The Horizon entregou uma apresentação, verdadeiramente, cativante. Tudo sobre ele, desde a escolha das músicas, até a pirotecnia e, claro, a performance dos músicos, fez com que este se tornasse um show histórico, não apenas pelo que ele representa na história da banda, mas também por tudo que eles fizeram. O que mais impressiona, é como os fãs sabiam cantar todas as músicas. Era como se houvesse uma disputa de quem cantava mais, o público ou o próprio vocalista. A banda fez um show que, com certeza, marcou não apenas os fãs lá presentes, mas também a eles. LEIA TAMBÉM: Linkin Park se despede do Brasil com show catártico em São Paulo Via: WikiMetal

Fabio Lione está animadão por trazer a Epic Tales Tour para o Brasil
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30/11/2024

Fabio Lione está animadão por trazer a Epic Tales Tour para o Brasil

O vocalista italiano Fabio Lione, conhecido por sua trajetória em bandas como Rhapsody, Angra e Vision Divine, fará a sua primeira turnê solo no Brasil, a qual ocorrerá entre 09 de janeiro e 09 de fevereiro. Inicialmente planejada para cerca de dez apresentações, a turnê foi ampliada para 20 datas devido à alta demanda. “Estou muito feliz em receber esse apoio e carinho dos fãs. Ter a chance de realizar uma grande turnê solo no Brasil é algo incrível. Isso mostra que, ao longo dos anos, as pessoas têm apreciado os trabalhos feitos com Rhapsody, Angra, Kamelot, Vision Divine, Athena, entre outros projetos”, declarou. Com expectativas altas, Lione promete um repertório com surpresas. Além de clássicos do Rhapsody, ele anunciou que incluirá músicas do Vision Divine, Angra e Kamelot, além de covers conhecidos. “Teremos também algumas músicas de ópera e coisas que nunca fiz antes”, revelou. Outro destaque da turnê são as participações especiais. “Teremos convidados diferentes e muitas surpresas ao longo das apresentações. Será uma experiência única para os fãs em cada espetáculo”, afirmou o vocalista. A banda brasileira de power metal/metal melódico Enorion, formada em 2015 em Tatuí (SP), por Felippe Castello (vocal), Cristoffer Lopes e Gabriel Oliveira (guitarras), Pablo Guillarducci (baixo), Thiago Caeiro (bateria) e Rafael Braz (teclados) será a convidada especial da turnê. O grupo lançou, após Time to Understand (2021), o single Vis Divina (2022), que contou com a participação especial de Fabio Lione. Via: Rockbizz

Bob Bryar, ex-baterista do My Chemical Romance, morre aos 44 anos
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30/11/2024

Bob Bryar, ex-baterista do My Chemical Romance, morre aos 44 anos

Na última terça-feira, 26, Bob Bryar, ex-baterista do My Chemical Romance, foi encontrado sem vida em sua residência. O músico foi visto pela última vez no dia 4 de novembro, quando fez seus últimos posts no X. Segundo o portal de notícias TMZ, o corpo de Bryar foi encontrado em avançado estado de decomposição. A equipe médica investiga a morte do baterista. As autoridades não encontraram indícios de ação criminosa, visto que pertences pessoais como armas, instrumentos e equipamentos de som de Bryar permaneceram intocados. Dois cães que viviam com o músico foram recolhidos pelo Controle de Animais. Carreira no My Chemical Romance Bob Bryar ingressou na banda em 2004, tocando no álbum The Black Parade (2006) e compondo para o sucessor, Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys (2010). Deixou o grupo em 2010, pouco antes do lançamento do quarto e mais recente álbum. Além de ser o baterista mais longevo da banda, nenhum substituto foi anunciado desde sua saída. Após deixar o My Chemical Romance, Bryar, que era formado em Engenharia de Som, continuou a atuar no meio musical até 2014, quando mudou de carreira, atuando como corretor de imóveis. Últimos tweets Em suas últimas postagens, o baterista elogiou a performance de Emily Armstrong, nova vocalista do Linkin Park, mencionando que Chester Bennington estaria orgulhoso. Bryar também parece ter comemorado a escolha de Tulsi Gabbard como diretora de Inteligência Nacional do futuro governo de Trump. emily armstrong is destroying, shredding faces and making chester proud. she was the perfect choice. AND she had to deal with the initial hate. that shit is hard. trust me. word up. — bob bryar (@bobbryar) November 5, 2024 LEIA TAMBÉM: My Chemical Romance volta para estrada e anuncia turnê norte-americana Via: WikiMetal

Tony Iommi reflete sobre tocar guitarra: “Não penso em impressionar as pessoas ou quebrar os limites de velocidade”
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30/11/2024

Tony Iommi reflete sobre tocar guitarra: “Não penso em impressionar as pessoas ou quebrar os limites de velocidade”

Se tem uma coisa que Tony Iommi é um verdadeiro expert é tocar guitarra. O britânico foi uma das mentes criadoras do heavy metal e do Black Sabbath, banda que tem em seu arsenal musical riffs antológicos os quais serviram de base para toda uma cena. Em nova conversa com a revista Guitar World, Iommi, 76 anos, Tony Iommi refletiu sobre tocar guitarra. De acordo com o riff master, ele não pensa em impressionar as pessoas ou quebrar os limites de velocidade, pois seu foco está exclusivamente direcionado no som. “As crianças mais novas estão fazendo coisas incríveis em seus quartos. Mas eu sempre volto às raízes do blues, olhando profundamente dentro de mim e dizendo a verdade. Não penso sobre o que pode impressionar as pessoas ou quebrar os limites de velocidade. A única coisa que importa na minha cabeça é como isso vai soar para mim”. Tony elaborou mais a sua opinião. Ele disse: “A guitarra que ouço hoje em dia é muito técnica; você tem que ser preciso nesta ou naquela nota. Eu não consigo fazer isso! Se eu fizer um solo em um disco, nunca será o mesmo ao vivo. Eu não consigo reproduzir o que fiz no estúdio. Eu farei algo similar, mas não exato”. Veja Tony Iommi em ação nos players abaixo: Via: Rockbizz

Rick Wakeman tem a solução para salvar a indústria musical
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30/11/2024

Rick Wakeman tem a solução para salvar a indústria musical

O virtuoso tecladista Rick Wakeman (Yes) tem a solução para salvar a indústria musical. O assunto surgiu durante conversa com o produtor Rick Beato, quando falavam sobre o consumo de música via serviços de streaming. Rick disse: “Os serviços digitais tiraram o público das grandes lojas de discos. Mesmo até 20 ou 30 anos atrás, você entrava em uma loja de discos e via milhares de discos. Você ficava tentando encontrar algo que havia visto nas revistas. As pessoas falavam sobre o assunto. Você encontrava os seus amigos e falava sobre a ótima música que havia encontrado. Ela era passada de pessoa para pessoa. Estes serviços digitais tiraram isso. Não há interação agora entre pessoas enquanto elas compram discos. O que você faz quando fica online? Você encontra o que estava procurando e pronto. Mas se você for a uma loja de discos, eu garanto que você sairá com o que está procurando e algo mais, também”. Wakeman arrematou: “Se você tem vinil; você tem CDs novo. Você também tem CDs e vinis antigos, então você pode fazer uma troca. Se você quiser fazer um download, então você também tem esta opção. Mas traga de volta as cabines de audição; tenha uma área inteira de cafeteria, onde as pessoas possam se sentar e se conhecerem, pois música é sobre interação. Eu não acho que seria tão difícil fazer isso. Você só precisa de algumas gravadoras dispostas a agir em prol disto. Isto ajudaria a trazer de volta as diferentes maneiras de ter música, porque, no momento, a indústria fonográfica pensa apenas em streaming. Além do mais, acredito que a indústria, neste momento presente, não é uma indústria musical. E não é tarde demais para trazê-la de volta”. Assista a entrevista na íntegra no player abaixo: Via: Rockbizz

Andreas Kisser reconhece o erro de querer impor uma pegada Pink Floyd no Sepultura
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30/11/2024

Andreas Kisser reconhece o erro de querer impor uma pegada Pink Floyd no Sepultura

O guitarrista brasileiro Andreas Kisser bateu um papo com a revista inglesa Metal Hammer e reconheceu o erro de querer impor uma pegada Pink Floyd no Sepultura. O músico lembrou a dura que recebeu do dono da gravadora para voltar a se concentrar na essência pesada e direta, que são marcas registradas da banda. “Kairos (2011) representou um novo capítulo na carreira do Sepultura. Fizemos Roorback (2003) e Dante XXI (2006). Fizemos A-Lex (2009) enquanto trocávamos de baterista. Foi um período muito difícil da nossa carreira”. Kisser completou: “Lembro que eu, Derrick e um dos nossos empresários fomos jantar com Markus Staiger, que na época era dono da Nuclear Blast. Ele disse de maneira bem direta para nós: ‘Vocês são o Sepultura e não o Pink Floyd! Não façam músicas e conceitos de 12 minutos’. Nós estávamos vindo desse mundo. Então, para nós, foi revelador. Nós fomos meio bisonhos”. O conselho de Markus Staiger surtiu efeito, visto que a banda largou a ideia de implementar nuances progressivas na música do Sepultura. Machine Messiah (2017) e Quadra (2020) conseguiram a proeza de voltar com o peso em estruturas sonoras bem balanceadas entre o complexo e o simples. Turnê Recentemente, a banda cumpriu uma série de shows na Europa para mostrar o poderio sonoro da Celebrating Life Through Death Tour. Agora, no entanto, o quarteto está fazendo mais uma perna da tour em nosso país, que se estenderá até meados de dezembro. Confira o itinerário da turnê aqui. Via: Rockbizz