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John Corabi nomeia a música do Mötley Crüe que se recusou a cantar
Em uma nova entrevista com o Rock Daydream Nation, o ex-vocalista do Mötley Crüe, John Corabi, revelou que se recusou a cantar uma música em particular do grupo durante uma turnê e lembrou de ter discutido com Nikki Sixx por isso. “Eu entrei nessa, foi minha primeira discussão com Nikki. Eu disse: ‘Eu não vou cantar Girls Girls Girls. Eu não vou fazer isso’”, contou Corabi. “Ele disse: ‘É um dos nossos maiores sucessos’. Nós começamos a discutir. Então Tommy [Lee] interveio em meu nome e disse: ‘Cara, se ele não se sente confortável com isso, ele é quem tem que cantar, então escolha outra coisa. Não temos que fazer essa música em todas as turnês’”. Sixx finalmente concordou, e a banda tocou músicas diferentes. “Então tocamos Wildside, Shout at the Devil, Home Sweet Home, Primal Scream. Não consigo lembrar o que, Live Wire. O que mais fizemos? Não consigo lembrar, faz tanto tempo. Fizemos um pouco disso e um pouco do novo disco e depois fizemos alguns covers”, completou. Confira a entrevista abaixo: No ano passado, Corabi explicou por que se recusou a cantar a música de sucesso. “Eu me recusei a fazer Girls Girls Girls. Eu disse, ‘Não. Eu sei que foi um grande sucesso para vocês, mas eu nunca realmente curti o conceito’”. John Corabi substituiu Vince Neil em 1992 e cantou no álbum autointitulado da banda em 1994. Embora tenha chegado ao 7º lugar na Billboard 200, não foi tão bem quanto seus álbuns anteriores, especialmente desde que Dr. Feelgood, de 1989, chegou ao primeiro lugar. Via: Rockbizz

Tears For Fears estreia videoclipe da música Rivers Of Mercy
O sétimo álbum de estúdio do Tears For Fears, The Tipping Point, que saiu em fevereiro de 2022, continua rendendo bons frutos à dupla britânica. A bola da vez é o videoclipe da música Rivers Of Mercy, sexta canção do disco. Assista: É importante ressaltar que The Tipping Point é o primeiro trabalho de inéditas do duo Roland Orzabal e Curt Smith desde Everybody Loves A Happy Ending, que saiu em 2004. Orzabal explicou porque o grupo levou tanto tempo para finalizar esse trabalho. “Antes de tudo dar certo com esse álbum, tudo primeiro tinha que dar errado, levou anos, mas algo aconteceu quando colocamos nossas cabeças juntas. Temos esse equilíbrio, essa coisa de empurrar um para o outro que funciona muito bem”. O baixista e vocalista Curt Smith acrescentou: “Se esse equilíbrio não funcionar em um álbum do Tears For Fears, a coisa toda simplesmente não funciona”. Track listing de The Tipping Point: “No Small Thing”“The Tipping Point”“Long, Long, Long Time”“Break The Man”“My Demons”“Rivers Of Mercy”“Please Be Happy”“Master Plan”“End Of Night”“Stay”“Let It All Evolve” *“Secret Location” *“Shame (Cry Heaven)” * *Faixas da versão deluxe Via: Rockbizz

The Exploited e Ratos de Porão confirmam mais dois shows juntos no Brasil em 2025
Rio de Janeiro e Belo Horizonte entram na rota da turnê de despedida dos palcos da lenda punk mundial The Exploited, que passa pelo Brasil em maio de 2025. Na capital mineira, o show é dia 9/05 no Mister Rock e, no Rio de Janeiro, dia 10/05, no Circo Voador. Ratos de Porão também é atração em ambas as datas. As duas novas datas se somam ao show do The Exploited em São Paulo, já anunciado como atração principal – junto ao Ratos de Porão – na segunda edição do Upfront Festival, dia 11/05, no Carioca Club. Os ingressos estão à venda no Clube do Ingresso. Tanto em Belo Horizonte como no Rio de Janeiro, fazem parte dos shows a banda britânica The Chisel, a norte-americana Fang e os brasileiros do Escalpo. The Exploited é uma das bandas mais importantes e mais influentes do cenário punk britânico e mundial, vivíssimo há 46 anos, sempre capitaneado pelo vocalista Wattie Buchan e seu moicano vermelho. O The Exploited foi fundado pelo vocalista Wattie em 1979 na cidade de Edimburgo, na Escócia. A raiz da sonoridade da banda está no stret-punk do fim da década de 70 e também no que posteriormente seria chamado de movimento Oi! Dos primórdios aos dias atuais, o The Exploited é aclamado pelo punk agressivo, repleto de riffs e batidas ríspidas, às vezes flertando com o hardcore e o metal, com letras politizadas. Nas mensagens, eles brandam contra a mediocridade humana, violência da polícia e corrupção, além de ter músicas contra guerras. São oito disco lançados, como os clássicos Let’s Start a War, Death Before Dishonour e The Massacre, além de EPs, splits e participações em coletâneas, como na mundialmente reverenciada Oi! The Album, de 1980, feita pelo músico e jornalista Garry Bushell e lançada pela gravadora EMI Records. SERVIÇO: The Exploited + Ratos de Porão em Belo Horizonte (MG) Data: 9 de maio de 2025Local: Mister RockHorário: 19h (abertura da casa)Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/theexploited-belohorizonte Valores de meia-entrada: 1º lote – Pista: R$150,002º lote – Pista: R$180,001° lote – Camarote: R$220,002° lote – Camarote: R$250,00 The Exploited + Ratos de Porão no Rio de Janeiro (RJ) Data: 10 de maio de 2025Local: Circo VoadorHorário: 19h (abertura da casa)Ingresso: https://eventim.com.br/artist/circo-voador/the-exploited-ratos-de-porao-no-circo-voador-3803979/ Via: Rockbizz

Kittie ajudou no reconhecimento da mulher na cena heavy metal, segundo Morgan Lander
A frontwoman da Kittie, Morgan Lander, está na mercado musical há mais vinte anos e, desde o começo de sua carreira, vem levantando a bandeira da maior presença e representatividade feminina na cena heavy metal. Ao longo de um bate-papo com a revista inglesa Metal Hammer, Morgan Lander declarou que a Kittie ajudou no reconhecimento da mulher na cena heavy metal e colaborou para a pavimentação de um caminho para as garotas na cena extrema. “Ainda há obstáculos a superar, mas há muito mais representação no heavy metal e na música extrema”, afirmou a artista. “Eu não vou puxar a brasa para minha sardinha, mas já ouvi algumas pessoas dizerem que a Kittie abriu o caminho para muitas outras pessoas”, pontuou. “No entanto, nós sofremos muito na indústria da música quando éramos mulheres jovens”, concluiu Morgan. Novo álbum Em junho deste ano, a Kittie lançou seu novo álbum de estúdio Fire. O disco, que saiu pela Sumerian Records, é o primeiro registro das moças em mais de 13 anos. Atualmente, o grupo é composto pelas irmãs Morgan (vocal e guitarra) e Mercedes Lander (bateria), pela guitarrista Tara McLeod e pela baixista Ivana “Ivy” Vujic. Track listing de Fire: 01. Fire02. I Still Wear This Crown03. Falter04. Vultures05. We Are Shadows06. Wound07. One Foot In The Grave08. Are You Entertained09. Grime10. Eyes Wide Open Via: Rockbizz

Monsters of Rock ganha loja oficial em comemoração aos 30 anos de festival
Como parte das comemorações dos 30 anos do Monsters of Rock, a produtora Mercury Concerts lançou a loja online oficial do festival. No site www.lojamonsters.com.br, os fãs vão encontrar camisetas, moletons, bonés, canecas de porcelana, palhetas, pôsteres e até produtos infantis. O Monsters of Rock acontece no dia 19 de abril de 2025, sábado, com shows das lendas do hard rock e do heavy metal Scorpions, Judas Priest, Europe, Savatage, Quensrÿche, Opeth e Stratovarius no Allianz Parque, em São Paulo. Os ingressos estão à venda no site oficial da Eventim e a venda física ocorre apenas na bilheteria do estádio (Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – de terça a sábado das 10h às 17h. SERVIÇO Monsters of Rock 30 anos Cidade: São PauloData: 19 de abril de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – SPPortas: 10hInício dos Shows: 11h45Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial. Via: WikiMetal

King Diamond lança “Spider Lilly”, primeiro single em cinco anos
King Diamond está de volta com o lançamento de “Spider Lilly”, seu primeiro single em cinco anos. A faixa, acompanhada de um videoclipe, faz parte de seu novo projeto musical, a Trilogia de Terror. A estreia ao vivo aconteceu no início do ano durante a recente turnê norte-americana da banda, que também trouxe a inédita “Electro Therapy” aos palcos. Com uma duração de cinco minutos, “Spider Lilly” exibe a essência do thrash metal, marcada por riffs de guitarra intensos e um arranjo repleto de reviravoltas melódicas. O clássico falsete de Diamond permanece em evidência, desta vez complementado pelos vocais da cantora e compositora dinamarquesa Myrkur, que também participou como backing vocal na turnê. Assista ao vídeo de “Spider Lilly” no link abaixo: Saint Lucifer’s Hospital 1920 O single é a primeira amostra da nova trilogia de King Diamond, cujo capítulo inicial, “Saint Lucifer’s Hospital 1920”, explora temas macabros. O videoclipe de “Spider Lilly” reforça essa estética sombria, com cenas gravadas no Pennhurst Asylum, um antigo hospital psiquiátrico nos arredores da Filadélfia. “Que experiência sombria, mas ótima”, afirmou King em um comunicado oficial, revelando seu entusiasmo com as gravações no local. Ele também mencionou que espera ter a oportunidade de filmar mais vídeos nesse cenário. LEIA TAMBÉM: King Diamond: novo álbum deverá sair no segundo semestre de 2025 Via: WikiMetal

Nightwish divulga documentário sobre o álbum ‘Yesterwynde’
O Nightwish divulgou um documentário de 45 minutos sobre o processo de criação do álbum Yesterwynde, que foi lançado em setembro desse ano. O nome do trabalho é uma palavra criada pelos próprios artistas que “descreve um sentimento que não pode ser descrito pela linguagem humana”, explica o tecladista Tuomas Holopainen (via Blabbermouth). Yesterwynde foi o álbum do Nightwish que mais tempo levou para ser completado, tendo sido “intensificamente trabalhado por três anos e meio” e, também, masterizado sete vezes até que todos os integrantes ficassem “cem por cento satisfeitos” com o resultado. Segundo Tuomas, “os ingredientes pesados das músicas são facilmente reconhecíveis”, o que gerou várias reações distintas por parte dos fãs, onde “alguns dizem que é o maior disco de ‘banda’ até agora”, como também sendo “o mais pesado e sinistro lançamento do Nightwish” até o momento. O projeto da banda fala sobre uma diversidade de temas universais, como por exemplo: memórias, mortalidade, humanismo, tempo, entre outros. “Yesterwynde é o álbum mais liricamente motivado da banda: a nossa música nunca esteve tão enamorada com a letra”, conclui Tuomas. Hiato do Nightwish Após o lançamento de Yesterwynde, o grupo anunciou que irá fazer uma pausa das turnês e não irá para à estrada em celebração ao álbum. Em uma entrevista com Sakis Fragos, do Rock Hard Greece, o multi-instrumentistam, Troy Donockley, disse: “Bom, eu fiz parte da decisão, como todos nós.” “Não fomos forçados a essa conclusão, mas fomos apontados em direção à mesma bem mais cedo, antes da pandemia, até. Percebemos que estávamos à margem da exaustão por fazer demasiado. Então tomamos a decisão e, extraordinariamente, a decisão de ter esse hiato, este tempo de descanso, é para todos nós. Não tem tempo limite. Nós não temos planos absolutamente nenhum para quando vamos nos juntar para tocar ao vivo novamente.” Ele continua: ”Não é final. É um descanso estendido. Porém eu consigo ver mais trabalhos ao vivo provavelmente em 2027, que é o 30º aniversário da banda. Eu imagino que a gente vai fazer algo ao vivo para comemorar. Nós talvez façamos isso.”Confira abaixo a entrevista dada a Troy Donockley pelo Rock Hard Greece: LEIA TAMBÉM: Floor Jansen trabalhará em álbum solo durante hiato do Nightwish Via: WikiMetal

Spiritbox nega parceria com Jordan Fish: “propaganda falsa por acidente”
Em entrevista para o canal Zach Sang Show, Courtney LaPlante e Mike Stringer, integrantes do Spiritbox, confirmaram que o novo álbum Tsunami Sea não foi produzido pelo ex-membro do Bring Me The Horizon, Jordan Fish. No início do ano, Stringer compartilhou uma foto com Fish em estúdio com a banda, fato que repercutiu na mídia e entre os fãs. No entanto, durante o bate-papo com o Zach, os membros do Spiritbox revelaram que o novo álbum foi produzido por Dan Braunstein e que o encontro com Jordan foi algo informal. Relação entre Spiritbox e Jordan Fish Courtney alegou que a foto publicada no Instagram foi algo casual, mas que acabou tomando proporções inesperadas por Jordan ser famoso. “Mike fez propaganda falsa de Jordan Fish por acidente. Ficamos muito envergonhados, porque Jordan é tão legal, simpático e incrível de se trabalhar, que você esquece que ele é uma pessoa famosa. Então, nós fomos e fizemos algumas sessões de composição com ele, e Michael postou uma foto dizendo: “Hanging with Jordan!” (“Passando um tempo com Jordan!”, em tradução livre). De acordo com Mike, a publicação não foi proposital e que não tinha a intenção de repercutir o assunto, visto que sempre compartilha imagens com amigos e produtores em estúdio. “Fiz isso o tempo todo com Zakk [Cervini] ou Drew [Fulk] ou qualquer um desses caras. Então, eu não estava pensando nas repercussões. Eu pensava: ‘Ah, estou aqui com meu amigo Jordan, estamos fazendo música, vou só fazer uma coisinha rápida’. Foto publicada por Mike no Instagram. Créditos: Reprodução LaPlante acrescentou: “Eu pensei: ‘Michael, Jordan é famoso! As pessoas estão animadas!’”. Mike continua: “Nesse momento, estamos voltando para casa e Jordan está no carro conosco e eu digo: ‘Sinto muito por isso…’. E ele disse: ‘Está tudo bem’, sendo muito gentil. E então eu acordei no dia seguinte e pensei: ‘Puta merda!’”. Apesar dos pesares, Mike Stringer comentou que “adoraria trabalhar com Jordan”, mas as agendas convergiram. “Fizemos aquelas sessões e saímos em turnê, e então ele pegou, obviamente, uns dois ou três discos. Então ele disse: ‘Estou ocupado’. No futuro, espero que possamos trabalhar juntos, e talvez da próxima vez eu não publique uma foto dele no estúdio”. Vale ressaltar que Tsunami Sea será lançado no dia 7 de março de 2025 e sucede o aclamado álbum de estreia: Eternal Blue (2021). LEIA TAMBÉM: Motionless In White, Spiritbox e The Plot In You: saiba como foram os shows em São Paulo Via: WikiMetal

Rammstein mostra a jornada da World Stadium Tour 2019-2024 em documentário
O rei do industrial metal, Rammstein, mostrou a jornada da World Stadium Tour 2019-2024 em um documentário de quase uma hora de duração. O material audiovisual cobriu as turnês dos dois últimos álbuns do grupo: Rammstein (2019 e Zeit (2022). O sexteto descreveu a turnê da seguinte maneira: “A Rammstein World Stadium Tour foi uma jornada que abrangeu cinco anos, cento e trinta e cinco shows e incríveis seis milhões de fãs presentes. De 2019 a 2024, uma equipe de filmagem acompanhou a produção, concentrando-se nos esforços impressionantes do staff e em seus diversos trabalhos. As filmagens fornecem uma visão autêntica e poderosa dos bastidores da produção: desde a intrincada construção do palco e design de iluminação até a pirotecnia, logística e inúmeras outras tarefas. O vídeo também destaca a experiência, dedicação incansável, estreita colaboração e o senso de responsabilidade de uma equipe excepcional, o que são qualidades essenciais para criar um show desta magnitude. Assista no player abaixo o documentário Rammstein World Stadium Tour 2019-2024: E por falar em Rammstein, o vocalista Till Lindemann liberou recentemente seu novo single, que leva o nome de Meine Welt. A canção não apareceu no repertório de seu primeiro álbum solo, Zunge, o qual saiu em 03 de novembro. Ouça o novo som do grandalhão alemão neste outro tocador: Via: Rockbizz

Jason Bittner explica por que odiou Metallica e Slayer quando ouviu pela primeira vez
Em um bate-papo recente com o canal do YouTube RichardMetalFan, o baterista do Shadows Fall, Jason Bittner, explicou por que odiou Metallica e Slayer quando os ouviu pela primeira vez. “Acho que [em] 84, um amigo me emprestou um disco [Ride the Lightning]”, refletiu Bittner. “Ele disse, ‘Oh, você tem que conferir essa banda.’ E eu, tipo, ‘Quem é Metal-licka?’ E ele disse, ‘Não, é pronunciado Metallica, cara!’ Eu, tipo, ‘Tudo bem, legal. Metallica.’ E eu levei para casa e odiei”. “Eu fiquei tipo, ‘Deus, que diabos é isso?’ Porque eu estava acostumado com Bruce Dickinson e [Rob] Halford, e de repente, você tem James Hetfield, e eu fiquei tipo, ‘O que diabos é isso?’”, ele explicou. “Uma semana depois, eu gravei o álbum só para o caso de eu gostar dele um dia, e devolvi o disco para meu amigo. E, tipo, uma semana depois, eu estava entregando jornais e cantarolando [um riff de guitarra]. E eu fiquei tipo, ‘O que é isso que estou cantando para mim mesmo?’ E era o riff de Fight Fire With Fire. E eu fiquei tipo, ‘Oh, essa é aquela banda Metallica. Eu achava que não gostava disso’”. E continuou: “Muitas das bandas mais pesadas – até mesmo bandas em que toquei – quando as ouvi pela primeira vez, não gostei [delas]. Como o Slayer. Eu odiei o Slayer no começo. Eu fico tipo, ‘De jeito nenhum eu vou gostar disso’. [Agora] Slayer é minha banda de thrash favorita de todos os tempos. Anthrax e Megadeth foram os únicos que, quando ouvi pela primeira vez, não fiquei tipo, ‘Aargh!’”. Bittner também contou o que o fez mudar de ideia sobre o Metallica e o Slayer: “Um amigo meu tinha Show No Mercy e ele me deixou ouvir. E eu não fiquei realmente impressionado, mas então Reign In Blood saiu… e eu comprei… fui para as férias de primavera no meu segundo ano do ensino médio na Flórida com minha mãe, e tudo o que fiz foi ouvir Reign In Blood… Eu ouvi aquele disco incessantemente por uma semana inteira”. A partir daí, Bittner passou a apreciar “o quão difícil era a bateria thrash metal”, enquanto tentava tocar certas partes sozinho. “Então, foi Slayer, depois Anthrax, e foi basicamente através do Big 4 e depois todo o resto”, ele comentou. Confira a entrevista completa abaixo: Via: Rockbizz

Amen: Casey Chaos morre aos 59 anos
Casey Chaos, frontman da banda punk Amen, morreu aos 59 anos. A notícia foi anunciada em uma declaração de Brian Pereira, fundador de sua gravadora Cleopatra Records, no último dia 21. “Com profunda tristeza, estendo minhas mais profundas condolências à família e entes queridos de Casey Chaos”, escreveu Perera. “Tive o privilégio de trabalhar com Casey durante sua inesquecível apresentação ao vivo com Christian Death no American Legion Hall em 1993. Entrar no salão com meu bom amigo Matt Green e minha esposa, Yvonne, foi uma experiência que nunca esquecerei — especialmente ver Nicolas Cage sentado na primeira fila no centro, completamente cativado.” Ele continuou: “Casey não era apenas um músico extraordinário — ele realmente viveu e respirou o estilo de vida”, ele continuou, “Que ele descanse em paz ao lado de Rozz Williams e das muitas almas torturadas que admiramos e respeitamos.” A causa da morte ainda não foi revelada. View this post on Instagram A post shared by Cleopatra Records (@cleopatrarecords) Chaos, cujo nome verdadeiro é Karim Chmielnski, nasceu em Trenton, Nova York, em 9 de outubro de 1965, e cresceu em Melbourne, Flórida. Seu primeiro projeto musical foi Casey and the Skate Punx onde ele recrutou o baixista Scot Lade, o baterista Bill Erwin e o guitarrista Ken Decter, mais tarde mudando o nome da banda para Disorderly Conduct. Mais tarde, Chaos se mudou para Los Angeles, onde o grupo mudou seu nome para Amen. Lá, ele fez amizade com o guitarrista do Christian Death, Rikk Agnew, o que o levou a tocar e coescrever várias músicas em seu álbum de 1993, Iconologia. Amen lançou quatro álbuns de estúdio: Slave (1994), Amen (1999), We Have Come for Your Parents (2000) e Death Before Musick (2004). Em 2014 a banda retornou para os estúdios gravar um novo álbum, mas não o finalizaram. Cinco anos depois eles retomaram o projeto mas com a pandemia da COVID-19 eles pausam o trabalho. Ainda não se sabe o futuro do álbum. Via: WikiMetal

Levi’s lança linha de roupas inspirada na cinebiografia de Bob Dylan
A Levi’s lançou uma nova linha de roupas inspirada na representação de Bob Dylan feita pelo ator Timothée Chalamet na cinebiografia A Complete Unknown. O filme, que registra a transição do músico de ídolo folk para estrela do rock em meados dos anos 60, estreará nos Estados Unidos em 25 de dezembro e nos cinemas do Brasil em 27 de fevereiro. A coleção Levi’s Vintage Clothing x A Complete Unknown inclui uma jaqueta e uma calça jeans que são diretamente inspirados no visual de Chalamet no filme, que por sua vez foi modelado de perto em roupas originais vestidas por Dylan nos anos 60. Também existe a opção da jaqueta de couro bege por US$ 1.200 (aproximadamente R$ 7.300), que vem com a partitura de A Hard Rain’s a-Gonna Fall, uma réplica do cartão do vídeo Subterranean Homesick Blues, notas especiais no forro do figurino e uma foto de Chalamet vestindo a mesma jaqueta. Veja abaixo: Via: Rockbizz

The Clash e Prince serão homenageados com o Grammy Lifetime Achievement Awards
The Clash e Prince estão entre os artistas que serão homenageados com o Grammy Lifetime Achievement Award (Prêmio Grammy de Contribuição em Vida), que reconhece artistas “que, durante suas vidas, fizeram contribuições criativas de notável significado artístico para o campo da gravação”. No site oficial do Grammy, The Clash é aclamado como “pioneiro na integração de elementos de reggae militante, dub, funk, jazz e hip-hop em sua música, influenciando outras bandas, músicos e DJs”, enquanto o tributo de Prince afirma que ele é “considerado por muitos como o maior artista de todos os tempos”. Em outro reconhecimento da rica história do rock, o produtor e engenheiro de gravação inglês Glyn Johns, cujo currículo inclui trabalhos em álbuns lendários dos Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin, receberá um Prêmio de Mérito Especial, com a Academia observando que “seu legado na música rock é profundo, com suas técnicas e éticas continuando a influenciar produtores e engenheiros modernos”. A 67ª edição do Grammy Awards acontecerá no domingo, 2 de fevereiro de 2025, na Crypto.com Arena em Los Angeles, Estados Unidos. A categoria Melhor Álbum de Rock será disputada por Happiness Bastards, do The Black Crowes; Dark Matter, do Pearl Jam; Romance, do Fontaines D.C.; Hackney Diamonds, do Rolling Stones; Saviors, do Green Day, e Tangk, do Idles. Via: Rockbizz

Orphaned Land: “Morando em Israel, sempre sonhei viver em paz”, diz Kobi Farhi
O vocalista e o guitarrista do Orphaned Land, Kobi Farhi e Chen Balbus, respectivamente, concederam uma entrevista ao programa Metal Zone, da Oxygène Radio, e falou sobre as influências líricas da banda. Na conversa, os músicos, que moram em Israel, também destacaram que sempre sonharam viver em paz em seu país natal. “Observamos tudo o que acontece aqui no Oriente Médio, Grécia, Estados Unidos e em outros países. Como somos de Israel, há sempre muitas coisas acontecendo, há sempre muita ação”, explicou Chen. Kobi continuou: “A nossa a mensagem e o conceito de banda e letras vem da nossa percepção em relação a situação em Israel e no Médio Oriente. Esse sempre foi meu, digamos, óculos, para a criação. Meu maior sonho, morando em Israel, sempre foi viver em paz. Sonho pelo dia em que poderemos encontrar uma maneira de viver juntos e em paz”. “Isso sempre foi o que me motivou a fazer as coisas e a escrever. Não creio que a paz seja um acordo com dinheiro. Claro que você pode fazer as pazes assim também! Mas acho que para vivermos juntos temos que aprender a ser amigos. E foi isso que tentei fazer durante toda a minha vida. Usar um keffiyeh [lenço tradicional árabe], escrever as letras, falar em árabe e todas essas coisas que fiz com o Orphaned Land sempre foram nessa perspectiva”, finalizou Farhi. Assista a entrevista completa aqui: O disco mais recente do Orphaned Land é o Unsung Prophets & Dead Messiahs, que saiu em janeiro de 2018 pela Century Media. Via: Rockbizz

Ready To Be Hated lança clipe de The Old Becomes the New
O Ready To Be Hated lançou o clipe de The Old Becomes the New! O material audiovisual, que foi gravado no Bendito Cacao Resort, teve a direção e edição de Caike Scheffer e filmagem de Caike Scheffer e Lemon Moradin. Assista: O Ready To Be Hated, ou RTBH, tem o objetivo de canalizar toda a experiência e visão de seus quatro integrantes – Luis Mariutti (baixo), Thiago Bianchi (vocal), Fernando Quesada (guitarra) e Rodrigo Oliveira (bateria) – para criar algo verdadeiramente único, unindo elementos clássicos do metal com novas abordagens e sonoridades, redefinindo o que significa ser uma banda de metal nos tempos atuais. O conjunto pretende explorar temas profundos e pessoais, refletindo as vivências e os desafios enfrentados pelos músicos ao longo de suas carreiras. O nome da banda incita uma reflexão sobre a aceitação e rejeição social, incentivando discussões sobre autenticidade e a coragem de ser diferente. Em uma época em que o “hate” é absolutamente comum e muitas vezes devastador, o conjunto quer transformar isso em combustível para seguir em frente, apresentando uma atitude desafiadora e uma disposição para enfrentar a rejeição com autenticidade e coragem. O Ready To Be Hated não tem medo de ser controverso ou polarizador; pelo contrário, abraça essas reações como parte de sua identidade, afinal, em um mundo onde a conformidade muitas vezes reina, ser odiado pode ser um sinal de verdadeira inovação e coragem artística. Via: Rockbizz

Corey Taylor diz que estava sendo reprimido no Stone Sour
O vocalista Corey Taylor revelou, durante uma entrevista para o Grammy.com, que estava sendo reprimido no Stone Sour. Explicando por que sua carreira solo foi um passo na direção certa, Taylor disse: “É de alta energia agora, mas quando chega ao ponto em que eu quero acalmar um pouco, tenho músicas nas quais posso me apoiar e deixá-las fazer o trabalho pesado para mim”. E continuou: “Este é provavelmente o mais próximo do meu verdadeiro eu como artista que já estive em toda a minha carreira. Porque, obviamente, com o Slipknot, é realmente um lado do gênero. Com o Stone Sour, eu estava sendo reprimido por causa de certas pessoas na banda. Mas com a carreira solo, não há limitações, e eu posso fazer música com carta branca no que diz respeito ao gênero e à performance”. O cantor ressaltou que, além de não ser reprimido como estava sendo no Stone Sour, ele está com a melhor banda. Corey acrescentou: “Eu tenho uma banda que pode tocar qualquer coisa, o que é muito, muito legal. Eu sou muito sortudo de estar no lugar onde estou agora”. Corey Taylor lançou seu último álbum solo, CMF2, em 2023, já com o Stone Sour, o último trabalho foi Hydrograd, lançado em 2017. Via: Rockbizz

Courtney LaPlante (Spiritbox) está impressionada com o tamanho do Linkin Park na cena heavy metal
A banda de metalcore canadense, Spiritbox, será o ‘open act’ do Linkin Park em alguns shows do ano que vem pela Europa e Reino Unido, os quais serão em promoção ao novo álbum de estúdio, From Zero. Conversando com a apresentadora Allison Hagendorf, a cantora Courtney LaPlante disse que está impressionada com o tamanho do Linkin Park na cena heavy metal. Além disso, ela mostrou todo o entusiasmo em fazer parte da tour. “A volta da banda abriu os meus olhos sobre o quão grande eles são! Eu achava que sabia o quão grande essa banda era, mas não sabia. O impacto deles é gigante, é enorme! Eu já achava que havia ideias grandiosas e tudo mais, no entanto, descobri que não conseguia nem imaginar”. Já sobre abrir para o Linkin Park, Courtney falou: “Se você me perguntasse se algum dia eu tocaria no Estádio de Wembley, eu diria que poderia ser abrindo para um artista de hip-hop, Foo Fighters ou algo assim. Eu não poderia imaginar que faria isso ao lado de uma banda que toca heavy metal. Ao lado de um grupo que criou um gênero do metal. Mas a minha ficha ainda está caindo e estou muito feliz de poder tocar no Estádio de Wembley”. Assista o bate-papo completo logo aqui: O itinerário completo da turnê do Linkin Park pode ser conferido na postagem a seguir: Via: Rockbizz

The Sheepdogs, banda canadense vencedora do JUNO Awards, fala sobre novo EP ‘Hell Together’
Em novembro, a banda canadense multi-platina e quatro vezes vencedora do JUNO Awards, The Sheepdogs, lançou o EP Hell Together. O projeto é uma peça complementar ao EP anterior, Paradise Alone, e o segundo lançamento da banda a partir de seu próprio selo. Em entrevista ao Wikimetal, Ewan Currie (vocais) e Ryan Gullen (baixista) falam sobre os 20 anos de banda, a nova fase na carreira e os mais recentes EPs. Confira na íntegra: Wikimetal: Parabéns pelo novo EP, Hell Together. De que maneira ele se conecta com o EP anterior, Paradise Alone? Ewan Currie: Tematicamente é como se fosse o outro lado [da moeda]. É como se o Paradise Alone fosse sobre estar em um lugar lindo e incrível, porém sozinho, e Hell Together é sobre estar em uma situação terrível ou estar no inferno, mas ter boa companhia. Eles são como dois lados diferentes tematicamente, mas acho que musicalmente os dois fluem perfeitamente juntos. É rock ‘n’ roll e eu acho que somos nós cavando mais em direção às raízes. WM: Vocês experimentaram mais o estilo da música Americana neste disco. Eu gostaria de saber como foi esse processo, de escrever os dois discos quase um atrás do outro? EC: Eu acho que à medida que envelhecemos, talvez eu esteja mais interessado na bela simplicidade da música americana. Acho que quando se é jovem você quer que cada riff seja o maior e melhor à la Led Zeppelin, e quer [que sua música] seja uma pedrada agressiva e insana na cabeça das pessoas. E acho que à medida que envelheço, sou mais levado por uma ótima melodia, boas harmonias, um refrão muito bom. Mas também há uma simplicidade no rock ‘n’ roll de raíz que é como aquele filme, Ratatouille, onde ele pensa em quão bom é o Ratatouille de sua mãe em comparação à culinária sofisticada. Acho que isso é algo que sei que desejo mais à medida que progredimos nesta carreira. Ryan Gullen: Outra coisa que vale a pena mencionar é que nós realmente tentamos não fazer o mesmo disco repetidamente. Esta não é a primeira vez que exploramos isso, mas acho que todos nós realmente apreciamos um tipo simples de rock direto, mas também algo que talvez seja um pouco mais colorido ou com sabores diferentes, como em outras coisas que fizemos antes. Uma das coisas que tentamos fazer quando gravamos um disco não é gravar as mesmas músicas repetidamente. E ir explorando, se aventurando naquele tipo de reino em que o rock ‘n’ roll se encontra com as raízes e a música blues e, de certa forma, cria uma mistura dessas coisas com alguns elementos country e coisas assim, é algo que realmente gostamos. Nós gostamos de outros artistas fazendo isso. Mas para nós, não ouvimos apenas um tipo específico de música ou um artista específico.Nós tentamos extrair nossa inspiração de lugares diferentes e meio que fundir tudo isso. Portanto, o processo é bastante divertido porque você realmente está se desafiando a adicionar elementos que talvez se afastem um pouco do rock ‘n’ roll puro. WM: Tem algum artista que serve de inspiração para vocês e que talvez as pessoas ficariam surpresas em saber? EC: Essa é uma boa pergunta. Sabe o que é engraçado? Quando nós estávamos trabalhando nessas músicas, nós estávamos meio que numa onda de ouvir country dos anos 80 e 90. Não sei como é a relação das pessoas com a música country no Brasil, mas de onde viemos, em Saskatchewan, esse é o tipo de música que você ouviria em um casamento ou em um baile ou em festas quando você está crescendo. Então nós estávamos ouvindo “Cadillac Ranch”, da Nitty Gritty Dirt Band, ou, por exemplo, Alan Jackson. E o que mais me impressionou nessas bandas é que esse tipo de música não soa exatamente como elas, mas o que eu realmente respeito nessa música é que ela é realmente dançante. É só música de guitarra com uns caras cantando e tudo mais, mas se você colocar isso em uma festa as pessoas vão dançar. E eu acho que isso é algo bastante ausente no rock ‘n’ roll, especialmente hoje em dia. Você não vê as pessoas dançando tanto. Então eu fiquei muito feliz quando começamos a tocar essas músicas ao vivo e começamos a ver pessoas dançando na plateia. Por exemplo, “Darlin’ Baby”, que é uma de nossas novas músicas. Nós vemos casais dançando juntos, de uma forma romântica, mas as pessoas também curtem algumas faixas novas. Nosso guitarrista, Ricky, gosta de fazer referência a uma citação de Keith Richards em que fala que um monte de música rock se esqueceu de “rolar”. Como se a parte roll do rock ‘n’ roll estivesse faltando. É como se todo mundo só quisesse colocar os punhos no ar e tudo o mais. Mas eu acho que o roll se perdeu e essa deveria ser a parte em que as pessoas que estão apaixonadas tentam se dar bem e se divertir. WM: Este é o seu segundo lançamento sob seu próprio selo. O que mudou para vocês agora que vocês não estão mais atrelados a uma grande gravadora? RG: Eu acho que a maior coisa para nós é a liberdade de fazer as coisas de maneira um pouco diferente. Quando você está em uma gravadora, não é que eles não sejam apaixonados pelo que fazem ou não queiram fazer coisas boas pela sua música, mas, nós sempre tivemos em mente que ninguém iria se importar tanto quanto nós. Nós também queremos tentar ser diferentes e não apenas seguir o status quo. E eu acho que parte disso é que queremos nos afastar um pouco do modelo tradicional de lançar um álbum a cada dois anos. Nós queríamos tentar aumentar a frequência com que lançamos música. Nós queremos tentar experimentar diferentes tipos de projetos e coisas diferentes. E não é que a gravadora não estaria necessariamente aberta a isso, mas nós meio que decidimos que preferíamos tentar fazer isso nós

Clown (Slipknot) fala sobre a morte de Paul Gray e Joey Jordison: “A dor é grande”
Em nova entrevista à revista Kerrang!, Shawn “Clown” Crahan falou sobre a morte de Paul Gray e Joey Jordison. O baixista e o baterista, respectivamente, foram peças chave para a criação e o sucesso do Slipknot no mercado musical. “Não entendo como posso falar dos vinte e cinco anos daquele primeiro álbum sem mencionar Joey e Paul, ou mesmo Chris Fehn e Craig Jones [que deixaram a banda em 2019 e 2023, respectivamente]. A dor é grande”, declarou Shawn. “Olha, eu realmente não tenho nenhum arrependimento além de não ter passado mais tempo com aqueles caras”, pontuou o artista. “Mas você não começa uma banda olhando para seu irmão pensando que ele vai ser o maior baterista de todos os tempos”, refletiu. “Você está atrás de um sonho, depois vive o sonho, então, de repente, alguém morre. Isso é uma droga”. Clown concluiu: “Mas Joey e Paul estão no palco com a gente todas as noites, pelo menos na minha energia. É uma reminiscência completamente espiritual, o que é maravilhoso. Passo muito tempo pensando nisso”. Bateria & baixo Infelizmente, no dia 26 de julho de 2021, Joey Jordison morreu enquanto dormia, aos 46 anos. O baterista sofria de uma doença neurológica, a mielite transversa, a qual lhe causava dores e dificuldade de mobilidade. O baixista Paul Gray foi um dos fundadores e mentes criativas do Slipknot. O artista tristemente morreu em um quarto de hotel em Iowa, EUA, no dia 24 de maio de 2010, devido uma overdose acidental. O exame de necropsia apontou alta dose de morfina e fentanil no organismo do músico. Via: Rockbizz

Oasis: Se a turnê for boa e não tiver briga, pode rolar um novo álbum, segundo Liam Gallagher
O cantor britânico Liam Gallagher falou de forma sucinta sobre a possibilidade de o Oasis lançar um novo álbum de estúdio. Pelas redes sociais, o artista respondeu a um fã que levantou a questão. Liam escreveu: “Se a turnê for boa e não tiver briga, poderá haver um álbum. Isso é o que bandas de verdade fazem, mas vamos dar um passo de cada vez. Acredito que é a atitude mais sábia”. I reckon we nail this tour and be kind to 1 another there could be an album this is what real bands do let’s just take 1 step at a time I think youde agree that was the wisest move — Liam Gallagher (@liamgallagher) December 19, 2024 Os irmãos Gallagher revelaram seu tão aguardado retorno aos palcos no início deste ano, anunciando uma série de shows em estádios no Reino Unido e na Irlanda em julho do ano que vem. Em seguida, a banda irá para a América do Norte, América do Sul, Austrália, Coreia do Sul e Japão. As apresentações em nosso país irão acontecer nos dias 22 e 23 de novembro de 2025 no Estádio do MorumBIS em São Paulo. Via: Rockbizz

Entrevista Letdown: descubra o peso e a importância de novo álbum ‘Be Ok’
Letdown é um artista de rock alternativo que vem ganhando bastante reconhecimento dentro da cena, com suas letras emotivas e capazes de trazer reflexões. Recentemente, o músico lançou Be Ok, um trabalho regado de letras bem trabalhadas e ótimas melodias. Em entrevista exclusiva com o Wikimetal, Letwdown relembrou seu passado, sua vida, falou sobre o novo álbum e mais! Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Be OK aborda alguns tópicos e emoções realmente profundos. Como foi para você se conectar com isso? Letdown: Normal, natural. Eu tive uma, vida longa e nada incrível e é realmente tudo o que eu conheço. Então, eu diria que elas simplesmente vêm. Então é completamente natural para mim falar sobre esses tipos de tópicos mais profundos. WM: O que você diria que foi a parte mais difícil sobre escrever este novo disco? LD: Escolher as músicas para estar nele. Eu acho que a parte mais difícil foi apenas decidir o que entrou e o que não entrou. WM: Do Be Ok, qual você diria que é sua música favorita e por quê? LD: “Déjà Vu” é minha música favorita, principalmente porque teve cinco versões diferentes antes de descobrirmos qual iria para o disco. Quer dizer, tinha uma versão rock, uma versão pop, uma versão pesada, e eu simplesmente, eu sinto que passei muito tempo tentando descobrir como fazer essa música direito. Eu meio que me apaixonei por ela. Então é “Déjà Vu”. WM: E “Deja Vu” também é sua música favorita para tocar ao vivo? LD: Eu ainda não a toquei ao vivo. Minha música favorita para tocar ao vivo nem está no meu disco. Chama-se “Love Is A Weapon” e é a minha música favorita para tocar ao vivo e é a música favorita de todos para tocar ao vivo também. WM: Há alguma música deste novo álbum que você destacaria como tendo alguma história ou contexto interessante? LD: Eu não diria interessante, são apenas tópicos normais com os quais muitas pessoas lidam. A maioria das minhas coisas é introspectiva. Então eu gosto que as pessoas criem suas próprias formas de se sentir a partir da música. Eu não gosto de revelar muitas coisas específicas porque não quero que as pessoas ouçam uma música sabendo a situação exata. Quero que elas meio que ouçam e apliquem em suas vidas onde se encaixa, sabe, se isso faz sentido. WM: Você escreveu algumas músicas durante a pandemia. Quais foram suas motivações durante esse tempo para começar a compor? LD: Só para lutar contra a depressão e o tédio, na verdade. Eu tinha me mudado para um novo estado e tinha um novo emprego e não conhecia ninguém. Eu estava preso no meu apartamento sem nada. Então eu acho que era realmente para me manter à tona. WM: Algo que eu realmente gosto na sua música é o fato de que as letras são bem sombrias, mas a melodia é mais animada e mais feliz. Por que você faz músicas assim? LD: É uma representação muito boa de mim mesmo, honestamente. Eu sou um cara animado e feliz e gosto de me divertir, mas eu luto muito contra a depressão e coisas muito sombrias no meu cérebro. E eu acho que minha música reflete isso. WM: Seu nome obviamente não é Letdown. Então me diga, qual é a história por trás disso? LD: Sempre foi uma maneira de eu sentir. Eu não tinha um bom relacionamento com meus pais. Eles sempre me fizeram sentir como se eu fosse uma decepção para eles. E então eu meio que me tornei isso para mim mesmo, e se transformou nisso. WM: Para mim, música é mais do que apenas letras e uma instrumentação por trás dela. O que a música significa para você? LD: Tudo, minha vida inteira gira em torno dela. A música é minha principal fonte de felicidade e minha principal fonte de alegria externa e interna. Acho que é difícil responder isso corretamente. Ela meio que significa tudo para mim. WM: Quais você diria que são seus próximos passos na carreira? LD: Lançar mais músicas, lançar mais músicas do que nunca. E então fazer turnês para lugares que não conheço, como América do Sul e Austrália e coisas assim. WM: Há algum plano, tipo planos concretos para vir ao Brasil? LD: Nada concreto, mas tenho uma grande base de fãs no Brasil, então realmente quero ir [para] lá muito em breve. WM: Se você pudesse dizer algumas palavras para sua base de fãs brasileiros, o que você diria? LD: Obrigado por ouvir minha música. Continue fazendo isso porque quanto mais você ouve, mais chance eu tenho de ir [para] lá e eu realmente, em 2025 estou tentando ir [para] lá e fazer alguns shows. LEIA TAMBÉM: Entrevista Montanee: conheça a banda carioca de rock alternativo Via: WikiMetal

Slayer: Álbum ao vivo Blood Spills – Live On Air sairá em fevereiro de 2025
Boa nova aos fãs de thrash metal e de Slayer! O álbum ao vivo Blood Spills – Live On Air sairá em 21 de fevereiro de 2025 pelo selo Fallen Angel. O produto estará disponível no mercado ao valor de £18.50 [aproximadamente R$141,00]. Blood Spills – Live On Air contém performances ao vivo do Slayer gravadas em vários momentos durante seus 40 anos de carreira. As gravações foram para transmissão de rádio ao vivo, o que garantiu uma boa qualidade de som. Formado em 1981 pelo quarteto Kerry King (guitarra), Jeff Hanneman (guitarra), Dave Lombardo (bateria) e Tom Araya (vocal e baixo), o Slayer ganhou fama e o gosto dos fãs por conta de seu estilo musical rápido e agressivo. Só nos Estados Unidos, a banda alcançou um expressivo público a ponto de vender mais de 5 milhões de álbuns. Além disso, ela recebeu cinco indicações ao Grammy, saindo vencedora em uma ocasião, em 2007. Track listing de Blood Spills – Live On Air: Disco 1:“Bitter Peace”“Deaths Head”“War Ensemble”“Evil Has No Boundaries”“Hell Awaits”“Born Of Fire”“Stain Of Mind”“Postmortem”“Raining Blood”“Dittohead”“Die By The Sword” Disco 2:“In The Name Of God”“Criminally Insane”“Chemical Warfare”“Dead Skin Mask”“Seasons In The Abyss”“Mandatory Suicide”“Angel Of Death”“South Of Heaven” Disco 3:“Repentless”“Disciple”“Postmortem”“Hate Worldwide”“War Ensemble”“When The Stillness Comes”“Mandatory Suicide”“Fight Till Death”“Dead Skin Mask”“Seasons In The Abyss”“Hell Awaits”“South Of Heaven”“Raining Blood”“Black Magic” Disco 4:“Chemical Warfare”“Angel Of Death”“Die By The Sword”“Praise Of Death”“Necrophiliac”“Necrophobic”“Captor Of Sin”“Black Magic”“Reborn”“Postmortem”“Epidemic”“Hell Awaits” Disco 5:“Raining Blood” / “Killing Fields”“War Ensemble”“At Dawn They Sleep”“Spirit In Black”“Die By The Sword”“Divine Intervention”“Dittohead”“Captor Of Sin”“South Of Heaven”“Sex Murder Art” Disco 6:“Dead Skin Mask”“Seasons In The Abyss”“Mind Control”“Mandatory Suicide”“Angel Of Death”“Hell Awaits”“Chemical Warfare”“213” Via: Rockbizz

Exhort resgata “Pray”, faixa dos anos 90, em versão remasterizada
O grupo paulista Exhort lançou uma versão remasterizada de “Pray”, faixa do disco de mesmo título, originalmente gravada em 1994. A banda que contava com Marcos Kleine (Ultraje a Rigor) na guitarra, Nando Machado no baixo e vocais, Silvio Vartan na guitarra e vocais e Henrique Verreschi na bateria gravou seu segundo álbum no estúdio Be-bop. Na época, o disco, que seria sucessor de Attitude (1991), não foi disponibilizado por problemas com a gravadora. Em comemoração aos 30 anos, Pray ganhará em 2025 uma nova edição pelo selo Wikimetal Music. O projeto chegará com uma remasterização feita por Val Santos. Formado em 1987, o Exhort se apresentou muitas vezes em locais icônicos da cena paulistana como o Black Jack Bar, Rainbow Bar, Der Tempel, Espaço Retrô, Move’s Bar e Espaço Mambembe, além de ter sido a banda de abertura do VIPER em várias ocasiões. Via: WikiMetal

Steve Harris fala sobre a longevidade do Iron Maiden
Em entrevista para o Music Radar (via Blabbermouth), Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, falou sobre a turnê comemorativa dos 50 anos da banda, Run For Your Lives, que possui foco nos primeiros nove álbuns do grupo. A tour terá o seu início na Europa ao final de maio de 2025 e se estenderá mundialmente em 2026, tendo Simon Dawson (British Lion, ex-The Outfield) como o baterista, em substituição a Nicko McBrain, que está aposentado das turnês. Na conversa, Harris falou sobre o legado da banda, que tem conseguido renovar sua base de fãs ao longo dos anos. Ele também destacou a constante presença dos jovens nos shows o que para ele é um reflexo do apelo contínuo da banda e que grande parte disso vem da energia e da qualidade das apresentações que são entregues ao público. “É incrível que essa banda esteja na estrada há 50 anos. Quando você realmente pensa nisso, é insano. Quantas músicas fizemos, quantos álbuns, quantas turnês… é inacreditável.”, afirmou Harris. “É fantástico ver tantos jovens na plateia agora. Em shows que fizemos recentemente, tivemos jovens, realmente jovens, de nove ou dez anos, e outros mais velhos, como adolescentes ou com vinte e poucos anos. Então, estamos sempre gerando novos fãs. E eu acho que isso acontece porque fazemos um bom show, somos muito bons no palco. E para todos esses jovens que aparecem, acho que muitos deles — ouso dizer isso — nunca devem ter visto nada parecido. Estamos vendo todos esses jovens na primeira fila, e eles devem achar que somos antigos. Bem, de fato, somos.” Harris concluiu, brincando, dizendo que quando tinha 17 anos, pensava que 25 anos era uma idade de velho. LEIA TAMBÉM: Bruce Dickinson é anunciado como atração do The Town 2025 Via: WikiMetal